Pandemia fez surgir 16 milhões de novos guitarristas nos EUA, segundo Fender

Nos últimos dois anos, cerca de 16 milhões de pessoas “aproveitaram” a pandemia para aprender a tocar guitarra. Dessas, 72% são jovens de 13 a 34 anos. Além disso, 58% dos novos guitarristas são inspirados por conteúdo produzido no TikTok. Essas foram algumas das conclusões de um estudo da Fender sobre o mercado americano.

A pesquisa “New Guitar Player Landscape Analysis” (Análise do Cenário dos Novos Guitarristas, em tradução livre) ouviu 10.644 pessoas entre os meses de maio e julho de 2021. Dessa forma, 62% dos entrevistados afirmaram que a pandemia de covid-19 influenciou diretamente na decisão de aprender a tocar guitarra.

Segundo a análise da Fender, 67% dos novos guitarristas têm empregos fixos e enxergam a guitarra como um hobby e não como uma paixão. Outro dado indica que 38% desse total se identificam como latinos e 53% estudam o instrumento cerca de 2 horas por semana.

Aprender a tocar guitarra na pandemia
Andy Mooney, CEO da Fender, comentou sobre os dados identificados pela pesquisa inédita. “A pandemia rapidamente acelerou o já grande crescimento no número de iniciantes. Nós estamos acelerando nossos investimentos para apoiar essas pessoas”, afirmou.

A Fender anunciou a criação da plataforma Beginner’s Hub, uma rede on-line que promete oferecer ferramentas para os alunos evoluírem na guitarra. Para mais informações, acesse o site da Fender (em inglês).

*Por Gustavo Maiato
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*Fonte: guitarload

Fender foi salva pelas vendas inesperadas de 2020, diz CEO, que revela faturamento

A pandemia do novo coronavírus trouxe, curiosamente, um fôlego extra para o mercado de instrumentos musicais em 2020. A Fender, uma das principais fabricantes de guitarra do mundo, não esconde que foi beneficiada pelas restrições causadas pela Covid-19, o que resultou no aumento das vendas.

Com a população mundial sem poder sair de suas casas, a não ser para atividades essenciais, foi necessário encontrar outras formas de se distrair e passar o tempo. O triste contexto causado pela pandemia acabou aproximando muita gente dos instrumentos musicais.

O aumento nas vendas em 2020 serviu como “alívio” para as empresas do segmento, que enfrentavam dificuldades financeiras devido à redução no interesse em seus produtos. A Fender era uma delas, conforme dito por seu CEO, Andy Mooney, em entrevista ao Business Insider.

“Estávamos olhando para a beira de um abismo. Passamos por licenças e reduções salariais. Fizemos de tudo para garantir que teríamos dinheiro o suficiente”, afirmou, citando como era a situação da Fender antes da pandemia.

2020, o melhor ano da Fender

O aumento nas vendas após o problema sanitário em âmbito mundial foi visível. Andy Mooney já havia revelado em outra entrevista anterior, ao ‘The New York Times’, que a Fender teria em 2020 seu “maior ano de volume de vendas em sua história”.

O Business Insider foi além e revelou números: a expectativa da Fender é fechar 2020 com US$ 700 milhões em faturamento, o que supera em US$ 100 milhões o balanço de 2019.

“Os pedidos começaram a chegar. Os revendedores começaram a dizer que os negócios estavam muito bons. A gente se beneficiou mais do que a maioria. Jamais caracterizaria isso como algo bom, mas mudou nosso pensamento sobre o futuro”, afirmou Andy Mooney.

Sucesso do Fender Play

O Fender Play, aplicativo com aulas de instrumentos como guitarra, baixo e ukulele, também está se destacando em 2020. Os 150 mil cadastros obtidos até o fim de março se multiplicaram para 930 mil, conforme Andy Mooney revelou antes ao ‘The New York Times’.

O público do app é, majoritariamente, jovem: 70% dos usuários têm menos de 45 anos e 20%, menos de 24. Além disso, a parcela de mulheres também é notável: de 30%, elas se tornaram 45% na ferramenta de aprendizado de instrumentos.

*Por Igor Miranda

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*Fonte: guitarload

Fender vendeu mais guitarras em 2020 do que em qualquer outro ano de sua história

A guitarra já era? Dados recentes de vendas indicavam que o instrumento passava por uma crise de mercado, porém, ao que tudo indica, esse problema já foi superado. A Fender anunciou que o ano de 2020 será o de maior comercialização de guitarras em sua história – e outras empresas do ramo também evidenciaram essa melhora.

Em entrevista ao jornal ‘The New York Times‘, o CEO da Fender Musical Instruments Corporation (FMIC), Andy Mooney, declarou: “2020 será o maior ano de volume de vendas na história da Fender […], vendas de comércio eletrônico e vendas de equipamentos para iniciantes”.

O executivo pontuou que, no início da pandemia, acreditou que o ano de 2020 seria comercialmente difícil para a Fender. Por isso, a alta nas vendas o surpreendeu. “Eu nunca teria pensado que estaríamos onde estamos hoje se você me perguntasse sobre isso em março”, afirmou.

O Fender Play, aplicativo com aulas de instrumentos como guitarra, baixo e ukulele, também está se destacando em 2020. Os 150 mil cadastros obtidos no fim de março se multiplicaram para 930 mil, segundo Andy Mooney.

O público do app é, majoritariamente, jovem: 70% dos usuários têm menos de 45 anos e 20%, menos de 24. Além disso, a parcela de mulheres também é notável: de 30%, elas se tornaram 45% na ferramente de aprendizado de instrumentos.

Outras empresas

A Gibson também vive um bom momento. Depois de até mesmo declarar falência, a fabricante de guitarras e outros instrumentos chegou a fechar suas fábricas em abril, devido à pandemia, mas precisou retomar a produção em larga escala com o passar dos meses porque a demanda estava alta novamente.

James “JC” Curleigh, CEO da Gibson, comentou: “Nós literalmente não conseguíamos atender o suficiente. Tudo que fazíamos, vendia”.

Chris Martin, executivo da Martin, e Kurt Listug, co-fundador da Taylor, apontaram que o mercado de violões também passa por alta. “Tivemos o maior junho, em termos de pedidos, de nossa história”, comentou Listug.

A varejista Guitar Center revelou, recentemente, que houve crescimento de “três dígitos” para a maior parte das grandes marcas do site. A Sweetwater, outra gigante do comércio eletrônico de instrumentos, também registrou aumento nas vendas.

Resta saber se a tendência será mantida após o fim da pandemia. No entanto, dados recentes de mercado indicam que o interesse por instrumentos musicais nunca esteve tão grande, já que o mercado tem contemplado outros públicos, especialmente o feminino.

*Por Igor Miranda

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*Fonte: guitarload

A Fender inaugura uma nova era para seus modelos premium – American Ultra Series

A Fender acabou de lançar a sua nova linha de guitarras e baixos – American Ultra Series, uma linha premium construída nos EUA que substitui a American Elite Series de 2016 e traz uma infinidade de recursos contemporâneos.

A Fender descreve a American Elite Series como “a guitarra mais moderna e moderna” em seu catálogo, e aqui fez algumas mudanças radicais para aprimorar a tocabilidade e o desempenho, com um novo perfil de braço em D, fingerboards de raio composto atualizados com “bordas extremamente enroladas “, braços macios como cetim, articulações pesadas de quatro parafusos esculpidas, circuitos de sangramento agudo e captadores silenciosos aplicados em toda a série.

Os contornos do corpo também foram revistos para tornar a American Elite Series mais confortável. A American Ultra Series também vê a estréia dos captadores Ultra Noiseless Vintage, que, como o nome sugere, oferecem tons de bobina simples da Fender da velha escola sem o zumbido, e os captadores Ultra Noiseless Hot, que ficam um pouco mais quentes para atingir o front-end do seu amplificador com mais força e funciona bem para estilos com overdrive.

O American Ultra Series Stratocaster HSS é a primeira guitarra da Fender a implantar o Double Tap Humbucker, que é excedido para que o volume de captação corresponda às bobinas simples do meio e do pescoço ao usar o divisor de bobina – uma pequena coisa que faz uma enorme diferença.

A linha Precision e Jazz Bass é atualizada com a ponte HiMass, que parece ótima e, diz Fender, oferece “sustentação séria, entonação precisa e estabilidade de afinação sólida”, além de um pré-amplificador reprojetado com um equalizador de impulso / corte de três bandas e circuitos ativos ou passivos comutáveis.

“A American Ultra Series é a nossa série mais avançada de guitarras e baixos para jogadores exigentes que exigem a melhor experiência de jogo em precisão, desempenho e timbre”, disse Justin Norvell, vice-presidente executivo de produto da Fender em um comunicado. engenharia de ponta e design diferenciado para proporcionar uma experiência de alto desempenho para o atual jogador, o American Ultra é o próximo capítulo do legado de inovação de ponta da Fender.O American Ultra está realmente em décadas de desenvolvimento e é resultado de nosso compromisso incansável para atender às necessidades dos guitarristas que trabalham e excursionam hoje, procurando um toque e um toque modernos. ”

E, é claro, nenhuma nova série estaria completa sem alguns novos acabamentos, e a American Ultra Series está disponível em Cobra Blue, Mocha Burst, Texas Tea, Arctic Pearl, Aged Natural, Plasma Red Burst e Ultraburst. Proteger esse acabamento é um estojo rígido moldado personalizado incluído em cada instrumento.

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*Fonte: musicradar

 

Fender anuncia a guitarra “Jimmy Page Signature Telecaster”

A Fender anunciou, nesta semana, a aguardada colaboração com Jimmy Page, o cara que dispensa quaisquer apresentações. A parceria vai recriar a icônica guitarra “1959 Fender Telecaster” e faz parte das comemorações do 50º aniversário da fundação do Led Zeppelin, banda seminal do rock, que começou suas atividades em outubro de 1968.

Para celebrar as cinco décadas do Led e a histórica carreira de Page, a fabricante lançará quatro modelos de assinatura diferentes ao longo de 2019. Dois dos modelos sairão das linhas de produção da Fender e a outra metade, também chamada “Limited Edition Jimmy Page Telecaster Set”, sairá da Fender Custom Shop.

Via comunicado, a fabricante celebra a parceria.

É uma tremenda honra que uma das mais veneradas lendas vivas do rock tenha confiado na Fender para recriar uma das suas guitarras mais especiais

Por sua vez, o guitarrista garante o alto padrão de qualidade do instrumento e argumentou sobre seu envolvimento nos processos de recriação da guitarra.

Eles conseguiram replicá-la com uma fidelidade de 110% ou 150%. Está absolutamente igual ao que é, ao que devia ser e ao que foi. Visitar a Fender Custom Shop para assinar e pintar as guitarras com o Paul Waller foi excitante. Ver todas aquelas pérolas nas paredes, é uma experiência extraordinária.

Mas que guitarra é essa?

A “1959 Fender Telecaster” é reconhecida pelos seus dois designs, “mirror” e “dragon”. Trata-se de um instrumento que acompanhou Page na fase de transição dos Yardbirds para os Zeppelin, tendo sido a guitarra que gravou os primeiros disco destes últimos, além de colecionar aparições nos restantes álbuns da banda que ajudou a definir os rumos do rock pesado.

Jimmy Page recebeu a guitarra e a recomendação para ocupar uma vaga nos Yardbirds das mãos de Jeff Beck, em 1966. Ao longo dos anos, a Tele teve vários visuais e personalizações estéticas e sônicas que Page lhe atribuiu.

Originalmente, a guitarra possuía o acabamento “White Blonde” e assim ficou até fevereiro de 1967, quando o músico acrescentou oito espelhos circulares ao corpo. Pouco tempo depois, os espelhos foram removidos e a pintura original deu lugar a um místico dragão pintado à mão.

Quando o Led finalmente foi formado, em 1968, a “Dragon Telecaster” já era a guitarra principal de Jimmy Page. Exaustivamente usada, ela foi protagonista dos shows e das sessões de gravação do álbum de estreia da banda, “Led Zeppelin I”.

Porém, após o término de uma pequena turnê, Page descobriu que um solicito amigo havia desmontado o corpo do instrumento e pintado por cima do dragão. Consequentemente, a nova pintura comprometeu o som e o circuito eléctrico, deixando apenas o captador do braço funcional. Para resolver o problema, o guitarrista adotou dois procedimentos:

 

Uma breve explicação sobre B-Bender
Trata-se de um sistema de mola e faz a corda subir um tom inteiro. Este mecanismo aumenta a nota de uma corda em um tom, ou seja, se o guitarrista usar o B-Bender quando tocar na terceira corda, um Sol, o sistema levará a nota para um Lá.
Quando posso ter a minha?

A guitarra será oficialmente apresentada na NAMM 2019. Os preços ainda não foram divulgados, mas certamente não serão dos mais baixos. Felizmente, a Fender também garantiu a presença de ambas as versões da guitarra, a espelhada e a pintada, nas linhas de produção convencionais, e assim garantir modelos mais acessíveis à maioria dos fãs.

*Por Gustavo Morais

Dê o play e confira o vídeo de anúncio do instrumento:

 

 

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: cifraclubnews

Fender anuncia Telecaster com assinatura de astro do country

A Fender anunciou o lançamento de uma nova guitarra, a Brad Paisley Road Worn Telecaster. O instrumento é uma parceria entre a marca e o grande guitarrista de country, Brad Paisley.

A parceria entre Fender e Paisley só será oficialmente anunciada durante a NAMM 2017, que acontece em Nashville, durante o verão do hemisfério norte. Mas o público pode se animar em relação a uma coisa: ao que tudo indica, o preço do instrumento não vai ser dos mais caros.

“Eu me esforcei para criar uma guitarra que seja acessível para a maioria dos jovens, que eu espero inspirar a mudar o mundo com sonhos musicais”, disse Paisley. O guitarrista também ressaltou algumas características do instrumento. “A melhor coisa de ter uma Fender Signature Telecaster é possuir uma guitarra de excelente qualidade com o respaldo do legado da marca”.

 

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*Fonte: guitarload

 

Fender anuncia mudança na fabricação de guitarras

No início de 2017 a CITES (Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e da Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção) limitou o uso de madeira Rosewood (jacarandá). Esse é o tipo de madeira usada na maioria das guitarras.

Devido à dificuldade imposta pela CITES, a Fender resolveu mudar a madeira utilizada nas fabricação das linhas American Elite e Made in Mexico. No lugar da Rosewood, vão ser utilizadas Ébano e Pau Ferro.

A mudança é mais especificamente nos braços das guitarras. As mexicanas vão passar a usar Pau Ferro, a mesma madeira usada na Stevie Ray Vaughan Signature Strat, e as American Elite vão usar Ébano.

A Fender ressalta que as séries American Professional vão continuar sendo construídas com madeira Rosewood.

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*Fonte: guitarload

Conheça a primeira Fender Stratocaster nº de série 0100

Quem é dono da primeira Fender Stratocaster feita?
Se você disse David Gilmour, você está errado.

Embora o Stratocaster de Gilmour (Pink Floyd) tenha o número de série 0001, não é a primeiro. Sua cor incomum e hardware de ouro sugerem que poderia ter sido uma “showpiece” feita para uma ocasião especial.

A “primeira” Stratocaster realmente carrega o número de série 0100. O especialista em guitarras vintage George Gruhn, mostra a guitarra no vídeo abaixo. Como ele explica que a guitarra foi feita em abril de 1954, cerca de um ano antes da de David Gilmour, tornando-se a primeira Fender Stratocaster a ter um número de série.

“Esta guitarra é historicamente um instrumento muito, muito significativo”, diz Gruhn, “não só significativo em ser uma Stratocaster precoce, mas este é o primeiro exemplar serial-numerado de um modelo que é, de todas as guitarras elétricas talvez, talvez, o mais icônico American-made guitarra elétrica. “

Gruhn explica que há protótipos anteriores de Stratocasters, mas observa: “Ninguém tem um original intacto antes disso. Houve alguns protótipos … [mas] o ponto é, este é o primeiro que teve um número de série. É também o mais antigo que está realmente em boas condições originais. “

Ele fala sobre a história de Fender para a maior parte da entrevista, mas você pode ouvir a guitarra em ação começando em torno da marca 18:30. É seguido por uma discussão mais aprofundada sobre a Strat que continua em torno da marca de 25 minutos.

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*Fonte: guitarplayer

Fender lança seu primeiro aplicativo, o Fender Tune

A Fender finalmente entra para o mercado de aplicativos ao lançar um serviço de afinador para guitarras e baixos. O Fender Tune é o primeiro de muitos que vão começar a aparecer no mercado, segundo a empresa californiana.

O aplicativo possui funções que pretendem ser diferentes dos serviços similares que já existem no mercado há algum tempo. O músico pode selecionar se quer afinar o instrumento de forma manual ou automática.

Outra função são as afinações de padrão aberto que o afinador disponibiliza, são vinte e duas opções. O usuário também tem a opção de registrar uma afinação própria em seu perfil pessoal.

O Fender Tune já está disponível para downloads, mas, por enquanto, apenas quem possui plataforma IOS pode utilizar o serviço. A empresa ainda não divulgou quando o aplicativo ficará disponível para Android.

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*Fonte: guitarload

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