Fender e Hot Wheels anunciam parceria e lançam nova coleção de guitarras

Colaboração entre marcas vai trazer 16 novos modelos, incluindo Stratocasters, Telecasters, Jaguar, Katana e dois baixos Precision

A Fender anunciou uma parceria com a fabricante de brinquedos Mattel – dona da marca de carrinhos de brinquedo Hot Wheels – para uma nova coleção de guitarras. Ao todo, são 16 modelos incluindo Stratocasters, Telecasters, Jaguar, Katana e dois baixos Precision.

Desenvolvidas dentro da Fender Custom Shop, cada um dos instrumentos traz um acabamento inspirado nos tradicionais carrinhos da Hot Wheels. “Os carrinhos da Hot Wheels fazem parte da nossa infância da mesma forma que as guitarras dos nossos ídolos. Essa é euma grande oportunidade de criar modelos únicos de isntrumentos baseados nos carros dos nossos sonhos”, diz Dennis Galuszka, luthier da Fender e um dos responsáveis pela nova linha.

Fender lança guitarra que é “mistura” de Stratocaster com Telecaster
De acordo com a Fender, a nova linha inspirada na Hot Wheels foi desenvolvida com a colaboração de 11 construtores. No que diz respeito às especificações, alguns modelos são fabricados com braço em maple e escala em ebony, embora as características variem em cada caso. Confira abaixo a lista completa dos novos modelos da parceria entre Fender e Hot Wheels.

Fender Muscle Bound Strat in Metallic Cadillac Green
Fender Muscle Bound Strat in Metallic Cadillac Green
Fender Mod Rod Tele in Burnt Orange with Pinstriping by Pamelina H
Fender Mod Rod Tele in Burnt Orange with Pinstriping by Pamelina H
Fender Rip Rod Tele in Hot Wheels Blue
Fender Rip Rod Tele in Hot Wheels Blue
Hot Wheels Mod Rod™ Strat, Dark Blue with Gold Leaf Competition Stripes
Hot Wheels Night Shifter Fretless Precision Bass®, Black with Blue Competition Stripes
Hot Wheels Bone Shaker Precision Bass, Flat Black with Bone Shaker Graphic
Hot Wheels Mod Rod Tele, Burnt Orange with Pinstriping by Pamelina H
Hot Wheels Twin Mill Strat, Floral Blue
Hot Wheels Bull Whip Strat, Hot Wheels Chrome Vinyl Wrap
Hot Wheels Fast-Bed Hauler Tele, Taos Turquoise
Hot Wheels Rip Rod Jaguar, Black with Red Competition Stripes
Hot Wheels Night Shifter Tele, Pearl White with Red Competition Stripes
Hot Wheels™ Deora Strat, Blue Sparkle
Hot Wheels Mad Manga Strat, Magenta Sparkle
Hot Wheels Night Shifter Strat, Hot Wheels Red
Hot Wheels Muscle Bound Strat, Metallic Cadillac Green
Hot Wheels Rip Rod Tele, Hot Wheels Blue
Hot Wheels Bad to the Blade Katana, Black Sparkle with Orange and Teal Green Trim
Hot Wheels Baja Truck Strat, Grey with Mint Green Striping

Fender e Hot Wheels
As novas guitarras da Fender em parceria com a Hot Wheels estão sendo vendidas no exterior por um preço que varia de US$ 10,5 mil até US$ 16,5 mil (R$ 52 mil a R$ 82 mil, na cotação atual e em transação direta). Para mais informações, acesse o site da Fender (em inglês).

*Por Gustavo Maiato
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*Fonte: guitarload

Como o Precision Bass da Fender definiu o modelo para baixos elétricos em 1951

Equipamento clássico: Mudando de design no estilo Tele para Strat, o P-Bass continua sendo um padrão da indústria

Olhando para trás, pode-se argumentar que nenhum outro design da Fender teve um impacto cultural tão significativo quanto o Precision Bass. Aparecendo no final de 1951, não era apenas um novo modelo – para a maioria das pessoas, era um novo tipo de instrumento.

Este baixo elétrico horizontal, com trastes e corpo sólido, mudou o curso da música quase sozinho. Das bandas de dancehall do início dos anos 50 à música eletrônica contemporânea, o legado do P-Bass é evidente.

Claro, havia outros baixos elétricos que vieram antes dele (produzidos por fabricantes como Tutmarc e Rickenbacker), mas nenhum que fosse bem projetado o suficiente para alterar a maneira como a música moderna era escrita e executada.

Infinitamente mais conveniente e fácil de tocar do que os onipresentes contrabaixos que vieram antes dele, e com a capacidade de ser ouvido claramente em praticamente qualquer volume sem retroalimentação, o Fender P-Bass abriu caminho até o topo, deixando a pouca concorrência lá estava na poeira.

O Precision Bass foi lançado poucos meses após seu irmão de seis cordas, o Esquire – o primeiro corpo sólido elétrico de estilo espanhol da Fender – ser lançado no ano anterior. Esta encarnação original do P-Bass tem mais do que uma semelhança passageira com os Esquires e Broadcasters/Telecasters do início dos anos 50.

De fato, a Fender lançou uma ‘reedição’ chamada Telecaster Bass em 1968, modelada após seu design seminal, embora seu escudo branco (sem mencionar os raros acabamentos Paisley Red e Blue Flower!)

De acordo com o Blackguard das Teles de 1954 e anteriores, o P-Bass em seu disfarce inicial apresentava um corpo de laje de cinza com acabamento loiro e escudo preto. E enquanto o perfil do cabeçote era instantaneamente reconhecível como sendo cortado do mesmo tecido Fender, o Precision apresentava um novo corte duplo, permitindo acesso mais fácil aos trastes superiores, enquanto ajudava a equilibrar o peso do instrumento.

Esta forma única influenciou o projeto da Stratocaster. Em troca, o P-Bass assumiu mais do que alguns recursos de design da Strat quando foi lançado mais tarde em ’54.

Naquele ano, o Precision começou a se transformar de um design no estilo Tele para um Strat, um corpo com contornos semelhantes completo com um acabamento sunburst de dois tons e um escudo branco, estabelecendo-o como o parceiro de baixo da nova guitarra principal da Fender.

Outras alterações derivadas da Stratocaster ocorreram em 1957, quando o perfil do cabeçote foi retrabalhado. Além disso, o pickguard do instrumento foi reduzido em comprimento para longe da corneta de graves e estendido ainda mais para a área de agudos inferior, onde ambos os botões de controle estavam agora montados – substituindo efetivamente a placa de controle cromada estilo Tele.

No entanto, a revisão mais significativa no design do Precision Bass naquele ano (certamente em termos de som) foi a introdução do captador split humbucking, que substituiu a variedade original de bobina única de quatro pólos.

Deste ponto em diante, pouco mudou em relação ao design essencial do Precision Bass. Houve, é claro, algumas mudanças (principalmente cosméticas) – incluindo a introdução de um braço de rosewood em 59 – mas as construções P-Basses Fender hoje são inconfundíveis. Assim como a Tele e a Strat, esse design vencedor significa que nunca foi descontinuado.

A evolução do baixo de precisão Fender
Final de 1951: Embarcado pela primeira vez; corpo de cinzas; braço de maple com trastes; acabamento loiro; escudo preto; captador de bobina simples
Primavera de 1952: Primeiro anunciado; Bassman de 26 watts/1×15 (amplificador parceiro)
1954: Corpo contornado estilo Strat; Acabamento sunburst de 2 tons; pickguard branco
1956: Alderbody
1957: Cabeçote estilo Strat e escudo dourado; captador split humbucking; ponte de 4 selas
1958: acabamento sunburst de 3 tons
1959: escudo de nitrato de celulose tartaruga; escala de pau-rosa de laje
1962: escala de pau-rosa folheado
1967: Oferecido com escala de maple
1968: Baixo Telecaster estilo início dos anos 50 (acabamentos Blonde, Paisley Red e Blue Flower)
1970: Oferecido com braço de maple com trastes

*Por Rod Brakes
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*Fonte: guitarworld

Como a guitarra está sendo redescoberta: a análise de um executivo da Fender

Justin Norvell, que trabalha para a fabricante de instrumentos, aponta que aspecto humano da guitarra e seu uso com timbres limpos em gêneros mais pop fizeram o produto resistir no mercado

Com o avanço da tecnologia e a incorporação de aparatos eletrônicos na música, muitos temeram pelo futuro da guitarra. Porém, a realidade se mostrou menos pessimista.

Ao menos é como Justin Norvell, executivo da Fender, analisa a situação para a revista Guitar World.

“Sinto que estamos testemunhando uma grande redescoberta do aspecto humano. Você pode sentar na frente do computador ou de um sequenciador para criar. Mas a guitarra ainda consegue reproduzir de forma mais fiel o sentimento. Ela se torna uma extensão do ser humano que a empunha.”

O que a Fender pensa de quem quebra suas guitarras?
Norvell ainda destaca que os timbres limpos têm se destacado nos últimos tempos, muito porque outros estilos estão passando a incorporar com mais afinco o instrumento que sempre foi sinônimo de rock.

“Ainda há o metal e todos os outros subgêneros, mas o pop também está aderindo à guitarra. Seis ou sete anos atrás, Mac DeMarco surgiu no indie e mudou o jogo com efeitos que eram estranhos ao meio. Também há o movimento neo-soul, revivalistas como Black Pumas e Silk Sonic, além de Tom Mischs no jazz, que eu adoro. A guitarra está sendo acolhida em todas as direções para as quais a música vai. Seja você do hip-hop ou do rock, ela segue sendo o instrumento mais expressivo.”

Mulheres fizeram mercado de guitarras crescer, diz vice-presidente da Fender

Aumento de vendas durante a pandemia
Em entrevista à Rolling Stone em janeiro de 2021, o CEO da Sweetwater, maior varejista online de instrumentos do mundo, ressaltou o crescimento de vendas durante a pandemia. De acordo com Chuck Surack, o aumento das vendas também gerou novos empregos.

“Vendíamos cerca de 800 guitarras em dias bons antes da pandemia. Agora chega a mil por dia. A demanda evaporou em março de 2020, quando tudo começou a fechar, mas normalizou em abril e explodiu de vez em maio. Com isso, aumentamos o número de funcionários de 400 para 700.”

*Por João Renato Alves
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*Fonte: igormiranda

Pandemia fez surgir 16 milhões de novos guitarristas nos EUA, segundo Fender

Nos últimos dois anos, cerca de 16 milhões de pessoas “aproveitaram” a pandemia para aprender a tocar guitarra. Dessas, 72% são jovens de 13 a 34 anos. Além disso, 58% dos novos guitarristas são inspirados por conteúdo produzido no TikTok. Essas foram algumas das conclusões de um estudo da Fender sobre o mercado americano.

A pesquisa “New Guitar Player Landscape Analysis” (Análise do Cenário dos Novos Guitarristas, em tradução livre) ouviu 10.644 pessoas entre os meses de maio e julho de 2021. Dessa forma, 62% dos entrevistados afirmaram que a pandemia de covid-19 influenciou diretamente na decisão de aprender a tocar guitarra.

Segundo a análise da Fender, 67% dos novos guitarristas têm empregos fixos e enxergam a guitarra como um hobby e não como uma paixão. Outro dado indica que 38% desse total se identificam como latinos e 53% estudam o instrumento cerca de 2 horas por semana.

Aprender a tocar guitarra na pandemia
Andy Mooney, CEO da Fender, comentou sobre os dados identificados pela pesquisa inédita. “A pandemia rapidamente acelerou o já grande crescimento no número de iniciantes. Nós estamos acelerando nossos investimentos para apoiar essas pessoas”, afirmou.

A Fender anunciou a criação da plataforma Beginner’s Hub, uma rede on-line que promete oferecer ferramentas para os alunos evoluírem na guitarra. Para mais informações, acesse o site da Fender (em inglês).

*Por Gustavo Maiato
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*Fonte: guitarload

Fender foi salva pelas vendas inesperadas de 2020, diz CEO, que revela faturamento

A pandemia do novo coronavírus trouxe, curiosamente, um fôlego extra para o mercado de instrumentos musicais em 2020. A Fender, uma das principais fabricantes de guitarra do mundo, não esconde que foi beneficiada pelas restrições causadas pela Covid-19, o que resultou no aumento das vendas.

Com a população mundial sem poder sair de suas casas, a não ser para atividades essenciais, foi necessário encontrar outras formas de se distrair e passar o tempo. O triste contexto causado pela pandemia acabou aproximando muita gente dos instrumentos musicais.

O aumento nas vendas em 2020 serviu como “alívio” para as empresas do segmento, que enfrentavam dificuldades financeiras devido à redução no interesse em seus produtos. A Fender era uma delas, conforme dito por seu CEO, Andy Mooney, em entrevista ao Business Insider.

“Estávamos olhando para a beira de um abismo. Passamos por licenças e reduções salariais. Fizemos de tudo para garantir que teríamos dinheiro o suficiente”, afirmou, citando como era a situação da Fender antes da pandemia.

2020, o melhor ano da Fender

O aumento nas vendas após o problema sanitário em âmbito mundial foi visível. Andy Mooney já havia revelado em outra entrevista anterior, ao ‘The New York Times’, que a Fender teria em 2020 seu “maior ano de volume de vendas em sua história”.

O Business Insider foi além e revelou números: a expectativa da Fender é fechar 2020 com US$ 700 milhões em faturamento, o que supera em US$ 100 milhões o balanço de 2019.

“Os pedidos começaram a chegar. Os revendedores começaram a dizer que os negócios estavam muito bons. A gente se beneficiou mais do que a maioria. Jamais caracterizaria isso como algo bom, mas mudou nosso pensamento sobre o futuro”, afirmou Andy Mooney.

Sucesso do Fender Play

O Fender Play, aplicativo com aulas de instrumentos como guitarra, baixo e ukulele, também está se destacando em 2020. Os 150 mil cadastros obtidos até o fim de março se multiplicaram para 930 mil, conforme Andy Mooney revelou antes ao ‘The New York Times’.

O público do app é, majoritariamente, jovem: 70% dos usuários têm menos de 45 anos e 20%, menos de 24. Além disso, a parcela de mulheres também é notável: de 30%, elas se tornaram 45% na ferramenta de aprendizado de instrumentos.

*Por Igor Miranda

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*Fonte: guitarload

Fender vendeu mais guitarras em 2020 do que em qualquer outro ano de sua história

A guitarra já era? Dados recentes de vendas indicavam que o instrumento passava por uma crise de mercado, porém, ao que tudo indica, esse problema já foi superado. A Fender anunciou que o ano de 2020 será o de maior comercialização de guitarras em sua história – e outras empresas do ramo também evidenciaram essa melhora.

Em entrevista ao jornal ‘The New York Times‘, o CEO da Fender Musical Instruments Corporation (FMIC), Andy Mooney, declarou: “2020 será o maior ano de volume de vendas na história da Fender […], vendas de comércio eletrônico e vendas de equipamentos para iniciantes”.

O executivo pontuou que, no início da pandemia, acreditou que o ano de 2020 seria comercialmente difícil para a Fender. Por isso, a alta nas vendas o surpreendeu. “Eu nunca teria pensado que estaríamos onde estamos hoje se você me perguntasse sobre isso em março”, afirmou.

O Fender Play, aplicativo com aulas de instrumentos como guitarra, baixo e ukulele, também está se destacando em 2020. Os 150 mil cadastros obtidos no fim de março se multiplicaram para 930 mil, segundo Andy Mooney.

O público do app é, majoritariamente, jovem: 70% dos usuários têm menos de 45 anos e 20%, menos de 24. Além disso, a parcela de mulheres também é notável: de 30%, elas se tornaram 45% na ferramente de aprendizado de instrumentos.

Outras empresas

A Gibson também vive um bom momento. Depois de até mesmo declarar falência, a fabricante de guitarras e outros instrumentos chegou a fechar suas fábricas em abril, devido à pandemia, mas precisou retomar a produção em larga escala com o passar dos meses porque a demanda estava alta novamente.

James “JC” Curleigh, CEO da Gibson, comentou: “Nós literalmente não conseguíamos atender o suficiente. Tudo que fazíamos, vendia”.

Chris Martin, executivo da Martin, e Kurt Listug, co-fundador da Taylor, apontaram que o mercado de violões também passa por alta. “Tivemos o maior junho, em termos de pedidos, de nossa história”, comentou Listug.

A varejista Guitar Center revelou, recentemente, que houve crescimento de “três dígitos” para a maior parte das grandes marcas do site. A Sweetwater, outra gigante do comércio eletrônico de instrumentos, também registrou aumento nas vendas.

Resta saber se a tendência será mantida após o fim da pandemia. No entanto, dados recentes de mercado indicam que o interesse por instrumentos musicais nunca esteve tão grande, já que o mercado tem contemplado outros públicos, especialmente o feminino.

*Por Igor Miranda

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*Fonte: guitarload

A Fender inaugura uma nova era para seus modelos premium – American Ultra Series

A Fender acabou de lançar a sua nova linha de guitarras e baixos – American Ultra Series, uma linha premium construída nos EUA que substitui a American Elite Series de 2016 e traz uma infinidade de recursos contemporâneos.

A Fender descreve a American Elite Series como “a guitarra mais moderna e moderna” em seu catálogo, e aqui fez algumas mudanças radicais para aprimorar a tocabilidade e o desempenho, com um novo perfil de braço em D, fingerboards de raio composto atualizados com “bordas extremamente enroladas “, braços macios como cetim, articulações pesadas de quatro parafusos esculpidas, circuitos de sangramento agudo e captadores silenciosos aplicados em toda a série.

Os contornos do corpo também foram revistos para tornar a American Elite Series mais confortável. A American Ultra Series também vê a estréia dos captadores Ultra Noiseless Vintage, que, como o nome sugere, oferecem tons de bobina simples da Fender da velha escola sem o zumbido, e os captadores Ultra Noiseless Hot, que ficam um pouco mais quentes para atingir o front-end do seu amplificador com mais força e funciona bem para estilos com overdrive.

O American Ultra Series Stratocaster HSS é a primeira guitarra da Fender a implantar o Double Tap Humbucker, que é excedido para que o volume de captação corresponda às bobinas simples do meio e do pescoço ao usar o divisor de bobina – uma pequena coisa que faz uma enorme diferença.

A linha Precision e Jazz Bass é atualizada com a ponte HiMass, que parece ótima e, diz Fender, oferece “sustentação séria, entonação precisa e estabilidade de afinação sólida”, além de um pré-amplificador reprojetado com um equalizador de impulso / corte de três bandas e circuitos ativos ou passivos comutáveis.

“A American Ultra Series é a nossa série mais avançada de guitarras e baixos para jogadores exigentes que exigem a melhor experiência de jogo em precisão, desempenho e timbre”, disse Justin Norvell, vice-presidente executivo de produto da Fender em um comunicado. engenharia de ponta e design diferenciado para proporcionar uma experiência de alto desempenho para o atual jogador, o American Ultra é o próximo capítulo do legado de inovação de ponta da Fender.O American Ultra está realmente em décadas de desenvolvimento e é resultado de nosso compromisso incansável para atender às necessidades dos guitarristas que trabalham e excursionam hoje, procurando um toque e um toque modernos. ”

E, é claro, nenhuma nova série estaria completa sem alguns novos acabamentos, e a American Ultra Series está disponível em Cobra Blue, Mocha Burst, Texas Tea, Arctic Pearl, Aged Natural, Plasma Red Burst e Ultraburst. Proteger esse acabamento é um estojo rígido moldado personalizado incluído em cada instrumento.

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*Fonte: musicradar

 

Fender anuncia a guitarra “Jimmy Page Signature Telecaster”

A Fender anunciou, nesta semana, a aguardada colaboração com Jimmy Page, o cara que dispensa quaisquer apresentações. A parceria vai recriar a icônica guitarra “1959 Fender Telecaster” e faz parte das comemorações do 50º aniversário da fundação do Led Zeppelin, banda seminal do rock, que começou suas atividades em outubro de 1968.

Para celebrar as cinco décadas do Led e a histórica carreira de Page, a fabricante lançará quatro modelos de assinatura diferentes ao longo de 2019. Dois dos modelos sairão das linhas de produção da Fender e a outra metade, também chamada “Limited Edition Jimmy Page Telecaster Set”, sairá da Fender Custom Shop.

Via comunicado, a fabricante celebra a parceria.

É uma tremenda honra que uma das mais veneradas lendas vivas do rock tenha confiado na Fender para recriar uma das suas guitarras mais especiais

Por sua vez, o guitarrista garante o alto padrão de qualidade do instrumento e argumentou sobre seu envolvimento nos processos de recriação da guitarra.

Eles conseguiram replicá-la com uma fidelidade de 110% ou 150%. Está absolutamente igual ao que é, ao que devia ser e ao que foi. Visitar a Fender Custom Shop para assinar e pintar as guitarras com o Paul Waller foi excitante. Ver todas aquelas pérolas nas paredes, é uma experiência extraordinária.

Mas que guitarra é essa?

A “1959 Fender Telecaster” é reconhecida pelos seus dois designs, “mirror” e “dragon”. Trata-se de um instrumento que acompanhou Page na fase de transição dos Yardbirds para os Zeppelin, tendo sido a guitarra que gravou os primeiros disco destes últimos, além de colecionar aparições nos restantes álbuns da banda que ajudou a definir os rumos do rock pesado.

Jimmy Page recebeu a guitarra e a recomendação para ocupar uma vaga nos Yardbirds das mãos de Jeff Beck, em 1966. Ao longo dos anos, a Tele teve vários visuais e personalizações estéticas e sônicas que Page lhe atribuiu.

Originalmente, a guitarra possuía o acabamento “White Blonde” e assim ficou até fevereiro de 1967, quando o músico acrescentou oito espelhos circulares ao corpo. Pouco tempo depois, os espelhos foram removidos e a pintura original deu lugar a um místico dragão pintado à mão.

Quando o Led finalmente foi formado, em 1968, a “Dragon Telecaster” já era a guitarra principal de Jimmy Page. Exaustivamente usada, ela foi protagonista dos shows e das sessões de gravação do álbum de estreia da banda, “Led Zeppelin I”.

Porém, após o término de uma pequena turnê, Page descobriu que um solicito amigo havia desmontado o corpo do instrumento e pintado por cima do dragão. Consequentemente, a nova pintura comprometeu o som e o circuito eléctrico, deixando apenas o captador do braço funcional. Para resolver o problema, o guitarrista adotou dois procedimentos:

 

Uma breve explicação sobre B-Bender
Trata-se de um sistema de mola e faz a corda subir um tom inteiro. Este mecanismo aumenta a nota de uma corda em um tom, ou seja, se o guitarrista usar o B-Bender quando tocar na terceira corda, um Sol, o sistema levará a nota para um Lá.
Quando posso ter a minha?

A guitarra será oficialmente apresentada na NAMM 2019. Os preços ainda não foram divulgados, mas certamente não serão dos mais baixos. Felizmente, a Fender também garantiu a presença de ambas as versões da guitarra, a espelhada e a pintada, nas linhas de produção convencionais, e assim garantir modelos mais acessíveis à maioria dos fãs.

*Por Gustavo Morais

Dê o play e confira o vídeo de anúncio do instrumento:

 

 

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: cifraclubnews

Fender anuncia Telecaster com assinatura de astro do country

A Fender anunciou o lançamento de uma nova guitarra, a Brad Paisley Road Worn Telecaster. O instrumento é uma parceria entre a marca e o grande guitarrista de country, Brad Paisley.

A parceria entre Fender e Paisley só será oficialmente anunciada durante a NAMM 2017, que acontece em Nashville, durante o verão do hemisfério norte. Mas o público pode se animar em relação a uma coisa: ao que tudo indica, o preço do instrumento não vai ser dos mais caros.

“Eu me esforcei para criar uma guitarra que seja acessível para a maioria dos jovens, que eu espero inspirar a mudar o mundo com sonhos musicais”, disse Paisley. O guitarrista também ressaltou algumas características do instrumento. “A melhor coisa de ter uma Fender Signature Telecaster é possuir uma guitarra de excelente qualidade com o respaldo do legado da marca”.

 

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*Fonte: guitarload

 

Fender anuncia mudança na fabricação de guitarras

No início de 2017 a CITES (Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e da Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção) limitou o uso de madeira Rosewood (jacarandá). Esse é o tipo de madeira usada na maioria das guitarras.

Devido à dificuldade imposta pela CITES, a Fender resolveu mudar a madeira utilizada nas fabricação das linhas American Elite e Made in Mexico. No lugar da Rosewood, vão ser utilizadas Ébano e Pau Ferro.

A mudança é mais especificamente nos braços das guitarras. As mexicanas vão passar a usar Pau Ferro, a mesma madeira usada na Stevie Ray Vaughan Signature Strat, e as American Elite vão usar Ébano.

A Fender ressalta que as séries American Professional vão continuar sendo construídas com madeira Rosewood.

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*Fonte: guitarload