Foo Fighters luta contra assombrações no teaser do filme STUDIO 666

O Foo Fighters revelou o primeiro teaser de STUDIO 666, o filme de terror e comédia da banda.

A prévia mostra o que parece ser o cotidiano do grupo durante a gravação de um disco. Porém, não demora para coisas sinistras começarem a acontecer no estúdio com a chegada de assombrações que chegam a possuir o vocalista Dave Grohl. Confira acima.

Além do Foo Fighters, que é composto por Dave Grohl, Taylor Hawkins, Pat Smear, Nate Mendel, Chris Shiflett e Rami Jaffee, o elenco de STUDIO 666 inclui Jenna Ortega (Pânico) e Will Forte (Sweet Tooth).

O roteiro do filme foi escrito por Rebecca Hughes (Cracking Up) e Jeff Buhler (Cemitério Maldito) com base em uma história pensada por Grohl. BJ McDonnell, que dirigiu videoclipes do Slayer e trabalhou como operador de câmera em filmes da Marvel e em Maligno de James Wan, dirige.

STUDIO 666 tem estreia marcada para 25 de fevereiro nos EUA. Não há informações sobre lançamento no Brasil.

*Por
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*Fonte: jovemnerd

Keanu Reeves compartilha sua lista de filmes essenciais “que todos deveriam assistir” – confira

Keanu Reeves é popularmente conhecido como um dos atores mais “legais” de Hollywood. Ou em qualquer lugar. Nenhum favor é pequeno demais para o eterno “Neo”, de Matrix.

Nesta semana, durante uma entrevista à Revista Esquire, Keanu fez questão de procurar uma lista antiga que havia feito com seus filmes preferidos, “que todos deveriam assistir”, se pudessem.

A lista é uma coleção de recomendações de filmes entre amigos.

Após apresentar suas recomendações, que remontam há 20 anos atrás, o ator repaginou a lista, levando em conta os lançamentos cinematográficos mais recentes.

Confira abaixo os títulos escolhidos por Keanu Reeves:

Demônio de Neon
Laranja mecânica
Rollerball – Os Gladiadores do Futuro
The Bad Batch (Amores Canibais)
Dr. Fantástico
Os Sete Samurais
Amadeus
Rosencrantz & Guildenstern Estão Mortos
A Morte do Demônio (1981)
Arizona Nunca Mais
O grande Lebowski
Nikita – Criada Para Matar
O profissional
O Jovem Frankenstein
Banzé no Oeste
Monty Python em Busca do Cálice Sagrado
Josey Wales, o Fora da Lei
Mad Max 2 – A Caçada Continua

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*Fonte: agrandeartedeserfeliz

Jonah Hill será Jerry Garcia em filme sobre Greatful Dead dirigido por Scorsese

Boas notícias para os fãs da banda The Grateful Dead. Uma cinebiografia da banda finalmente vai acontecer, e será dirigida por Martin Scorsese.

O vocalista do grupo musical, Jerry Garcia, será vivido pelo ator indicado ao Oscar Jonah Hill — que confirmou a informação do Deadline em seu Instagram.

Embora os detalhes exatos da produção não tenham sido anunciados, o filme — que ainda não tem título — deve relatar a ascensão da banda em meio ao movimento psicodélico da contracultura dos anos 60.

O projeto, que também terá Scorsese e Hills como produtores, está em produção pela Apple TV+, que atualmente também está envolvida em Killers of the Flower Moon, próximo título do diretor de Taxi Driver.

Formado em 1965, o Grateful Dead se tornou um dos principais símbolos da contracultura ao lançar seu álbum de estreia durante a época do ‘Flower Power’. Além de Garcia, os membros fundadores incluem Bob Weir, Ron McKernan, Phil Lesh e Bill Kreutzmann.

O filme biográfico do The Grateful Dead ainda não tem previsão de estreia.

*Por Flavio Pinto
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*Fonte: omelete

O Incal | Taika Waititi vai adaptar HQ de Alejandro Jodorowsky em filme

O diretor Taika Waititi (Jojo Rabbit, Thor: Ragnarok) vai dirigir e co-roteirizar um filme baseado na clássica HQ O Incal, de Alejandro Jodorowsky e Moebius. A produção não teve previsão de estreia divulgada.

Taika vai trabalhar ao lado de Jemaine Clement (What We Do in the Shadows) e Peter Warren (Ghost Team). Em um video de anúncio, Jodorowsky deu a benção ao diretor:

“Quando o CEO da Humanoids, Fabrice Giger, me apresentou o trabalho de Taika Waititi, ficou óbvio para mim que ele era o cara certo”, disse Jodorowsky. “Confio plenamente na criatividade de Taika para dar ao Incal uma tomada impressionante, íntima e, ao mesmo tempo, de proporções cósmicas.”

O Incal é centrada no detetive John Difool, que encontra um artefato místico conhecido como Incal – um objeto de grande poder cobiçado por muitas facções em toda a galáxia. À medida que Difool aprende sobre os poderes e propósitos do Incal, ele embarca em uma missão para salvar o universo.

O elenco da produção ainda não foi definido e não há previsão para a estreia da obra.

*Por Pedro Henrique Ribeiro
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*Fonte: omelete

7 músicos que ganharão filmes biográficos em breve

Alegria de uns, tristeza de outros, os filmes biográficos de artistas resistem e agora mais do que nunca vêm ganhando um espaço maior nas telas.

Claramente, todas as vezes em que houver um lançamento desses, começam os questionamentos: “mas será que vai ser à altura do artista?”, “vão ser fiéis a todos os fatos?”… Estas são algumas das inúmeras reflexões a se ponderar quando pensamos em biografias de figuras célebres.

Listamos aqui 7 biografias de artistas já confirmadas, mas em estágios diferentes de desenvolvimento (todas com cronograma afetado por conta da Covid-19). Confira e conte pra gente nas redes sociais qual te deixa mais empolgado!


Elvis Presley

Expoente importante para a música americana dos anos 50, a vida de Elvis ganhará uma adaptação para o cinema. O artista esteve constantemente no foco de vários documentaristas. Todos eles buscaram retratar tanto a relação abusiva entre ele e o seu agente (Colonel Tom Parker), como as turbulências constantes no decorrer de sua vida.

Desta vez, Presley terá uma cinebiografia que vai retratar várias fases da sua carreira. O filme chega com direção de Baz Luhrmann (O Grande Gatsby, Moulin Rouge) e será protagonizado por Austin Butler (Elvis) e Tom Hanks (Colonel Parker).
Devido à pandemia, só chegará aos cinemas no meio de 2022.


Aretha Franklin
Importante defensora dos direitos civis e da luta das mulheres, Aretha Franklin soma em sua trajetória um total de 8 Grammys, além do título de ser a primeira mulher a entrar para o Rock and Roll Hall Of Fame.

A trama intitulada Respect será protagonizada por Jennifer Hudson, que foi escolhida a dedo pela própria Aretha, antes de sua morte em 2018. O filme já está pronto e tem data de estreia no Brasil: 9 de setembro deste ano.

Confira o trailer:

Bob Dylan
Nos anos 60, os Estados Unidos atravessaram vários acontecimentos importantes como o movimento de contracultura, a Guerra do Vietnã e o avanço dos movimentos por direitos civis. É com todo esse pano de fundo que Bob Dylan também ascende e se torna um nome importante para o Folk americano — o que dura pouco tempo, já que ele começa a transitar para o rock and roll.

Sua cinebiografia, ainda em estágio inicial de desenvolvimento, irá ambientar o ano de 1965, retratando justamente a sua mudança de gênero musical. Timothée Chalamet interpretará Bob Dylan e James Mangold (Garota, Interrompida) assina a direção.

Gucci Mane
Radric Davis, mais conhecido pelo nome artístico de Gucci Mane, é um importante pioneiro e expoente do trap americano. Esta não é a primeira vez que a vida dele é narrada ao grande público.

Em 2017, o rapper lançou sua autobiografia, que inclusive servirá de base para a roteiro do longa-metragem. O próprio Mane assinará a produção executiva e o projeto ainda se encontra em desenvolvimento inicial.


Bob Marley

Apesar de ter tido uma vida curta (faleceu aos 36 anos), Bob Marley deixou um legado imensurável para o Reggae, além de servir como fonte de inspiração para várias cenas musicais e artistas que surgiram na sequência.

O filme contará com produção da família do artista (Ziggy Marley, Rita Marley, Cedella Marley), está engatinhando nos estúdios da Paramount e Reinaldo Marcus Green (Monstros e Homens) assinará a direção.


Madonna

Uma das maiores divas do pop vai ganhar uma cinebiografia. Madonna virou uma grande referência não apenas no seu gênero musical, como também um exemplo de figura feminina na música, ao atuar em diferentes processos de sua própria carreira.

Mas calma que não acaba por aí. Madonna vai co-produzir, co-roteirizar e dirigir o longa-metragem. Todo o processo se encontra em desenvolvimento, ainda sem data de lançamento.

Peggy Lee
Intérprete extremamente marcante para o jazz nos anos 50, Peggy Lee, que teve uma carreira de mais de 60 anos, ganhará uma autobiografia com equipe à altura.

Michelle Williams (indicada ao Oscar) representará Lee nas telas, Reese Witherspoon co-produzirá, e até a Billie Eilish vem sendo cotada para co-produzir o longa-metragem.
O projeto está em estágio inicial de desenvolvimento, sem data de lançamento.

*Por Renata Moniz
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*Fonte: tenhomaisdiscosqueamigos

O segredo do sucesso de ‘Amélie Poulain’, 20 anos: “Fala de coisas positivas, dos prazeres da vida”

Jean-Pierre Jeunet, diretor do filme que criou tendência e lançou Audrey Tautou à fama, explica o seu cinema em festival

Jean-Pierre Jeunet não parece cansado de falar de Amélie Poulain. Faz isso desde que o filme francês estourou nas bilheterias em 2001, que o corte de cabelo de sua protagonista, a jovem Audrey Tautou, fosse copiado à exaustão, seu pôster ficasse pendurado em milhares de quartos e sua música fosse ouvida nos cantos mais longínquos. Este ano, por ocasião do 20º aniversário do filme, voltou a trabalhar muito, sem esquecermos de Delicatessen, que codirigiu com Marc Caro e está completando 30 anos. “Esses dois filmes estão na primeira fila. Há tantos filmes quanto moléculas de água nas Cataratas do Niágara, mas com esses dois posso dizer que deixei uma marca no cinema”, disse Jeunet, 68 anos, horas antes de receber nesta sexta-feira a Palmeira de Honra da Mostra de Valência – Cinema do Mediterrâneo, que se encerra neste domingo.

O festival valenciano, como antes o de Cannes, que rejeitou o filme na sua seção oficial, também lembrou de O fabuloso destino de Amélie Poulain, um filme que continua a ser tema de teses universitárias. Qual foi o segredo do sucesso? “Uma coisa que toca a alma de todos é que seja uma personagem tão generosa, que realiza atos de generosidade sem pedir nada em troca. Amélie fala de coisas positivas, de pequenos prazeres da vida, como colocar a mão em um saco de sementes. E contém muitas histórias engraçadas, como a do anão de jardim que passeia pelo mundo todo. Também há coisas estranhas, como quando vemos o coração batendo, há também a descoberta de Audrey, a música [de Yann Tiersen] é extraordinária e há uma visão muito romântica de Paris. É uma mistura de muitas coisas diferentes.”

O filme fez um sucesso estrondoso, com mais de 35 milhões de espectadores, definiu tendências, criou um estilo entre o naive e o cintilante, com uma estética de desenhos animados, cores saturadas. É um dos filmes franceses mais influentes do século 21, de acordo com algumas publicações. Mas também foi menosprezado, chamado de brega, adocicado e escapista, críticas que se acentuaram ao longo do tempo em setores feministas, por exemplo. Afirmam que a protagonista perpetua o papel da mulher tradicional em busca do homem ideal, do companheiro que resolva todos os seus problemas, entre outras questões. Um crítico argumentou que na Paris de Amélie não aparecem personagens negros nem árabes, que a imagem da cidade foi branqueada.

“O longa fala de coisas positivas. Há um monte de filmes violentos que tratam da violência e das coisas negativas, há muitos mais. Fazer algo que faça bem às pessoas, que seja agradável, sem ser algo muito calculado, mas sim bastante espontâneo, é bastante difícil. E naquela época ainda não existia o chamado feel good movie”, explica. O diretor de Eterno Amor e Alien —a ressurreição, se refere ao subgênero da indústria cinematográfica que engloba filmes para “fazer o público se sentir bem”, entre os quais costumam incluir Simplesmente amor, La La Land e Intocáveis— este último tirou de Amélie o título de filme francês de maior bilheteria da história.

“Ainda não comecei minha desconstrução”, brinca Jeunet sobre as deficiências atribuídas a Amélie. “Alguém da produção se dedicou a contar as críticas publicadas e encontrou 450 positivas e cinco negativas. Há uma pessoa, um crítico, que sempre me critica. Um dia acordei suando de manhã porque havia recebido uma crítica muito positiva dele. E, na verdade, no filme também há personagens árabes no armazém ou nas estações, uma lésbica se aproxima da protagonista… “.

Como criador, Jeunet não gosta da realidade: “Eu me sinto mais como um pintor que quer mostrar o mundo à sua maneira, como nas pinturas de Turner, veem-se as coisas de forma diferente do que na realidade. Gosto muito do cinema de animação, os cineastas que transformam o mundo, como Tim Burton e Jacques Tati. Filmar a realidade me parece tão desinteressante como tirar uma fotocópia. Para isso, é melhor fazer documentários, como me dizia Marc Caro. Como espectador, gosto de cinema realista, por exemplo, o de Mike Leigh, mas como cineasta, não”.

Ele também não gosta de ver tanta polêmica em tudo, nos noticiários, nas redes de televisão, no cinema, tudo é taxado de polêmico. “Se alguém me visse assim de cabeça baixa, poderia dizer que é um desprezo pelo cinema espanhol. Enfim”, observa. Não pode falar da polêmica na França em torno do filme BAC Nord: sob pressão, elogiado por sua linguagem cinematográfica e desqualificado por sua suposta ideologia de extrema direita, porque não o viu. Tampouco viu Titane de Julia Ducournau, o inovador filme francês que comoveu e ganhou o último Festival de Cinema de Cannes. “Vi o anterior e foi suficiente”, diz ele com um gesto de rejeição, referindo-se ao longa-metragem Grave.

O diretor agora espera para ver como repercute seu último longa-metragem, produzido pela Netflix, Bigbud. Há nele “inteligência artificial, robôs, futuro, também política. Só posso dizer que quem gosta do meu cinema vai adorar e quem odeia vai adorar odiá-lo “, afirma.

*Por Ferran Bono
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*Fonte: elpais-brasil