Arquivo da tag: fotografia

Caminhos – #50

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Mas que puta baixaria!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Marejando – 26

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Espera


Motos e mais motos – 270

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Momento saudades G.O.T. – 31

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Motos e mais motos – 269

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Rex Brown – II

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Nada de novo, mas muito bom

Se ontem tive azar com aquela chuvarada toda no lombo em meio a tentativa de dar um rolê de moto até Taquari entre uma bomba d’água e outra, hoje não. Dia bonitaço de sol e com aquela temperatura ideal para se andar de moto. Beleuza!

No horário combinado eu, Professor Jeff e o Luís Carlos nos encontramos e partimos à caminho para Herveiras, um trajeto já bem tradicional e comum para nós, mas sempre muito tranquilo e bom demais de pilotar (pouco movimento nos finais de semana). Sei lá, hoje não tenho muito o que escrever sobre essa parada, foi tudo tão de boa, beleza e o dia ainda estava realmente incrível para se andar de moto – não sei como descrever isso aqui, transmitir essa sensação, mas podem me acreditar – ESTAVA MESMO du caralho!

Ah! Sim, como via de regra acontece, hoje teve mais um lanced da série “o imbecil da estrada”.

Dois caras numa Honda CG (sempre essa moto…) logo na saída de VAires, assim que subíamos em direção à Santa Cruz do Sul, nos ultrapassam naquela vibe do – “Ahã, minha CG-thunder-mega-blaster-turbo é bem melhor do que as motos de vocês,vejam só”…
Eles nos ultrapassam, tipo há mais de 100km/h e eu não dei a menor bola para isso, que se vão (viu, já estou vacinado!). Os dois na motinho se viravam o tempo todo olhando para trás esperando uma reação… E nada. A gente seguimos na nossa velocidade normal, bem de boa. E eles (os dois na mesma moto) viram prá trás o tempo todo. Mas daí vem o lance inesperado (sempre tem). Como tiveram de acelerar com tudo para nos ultrapassarem nessa subida em direção ao Restaurante Casa Cheia (só p termos aqui uma referência), a vitória deles foi pífia, porque um pouco acima eles precisavam sair do asfalto e dobrar à direita para entrarem numa estradinha de chão. Acontece que eles estavam ligeiro demais para saírem do asfalto e logo entrarem no de vez acostamento “irregular” e com buracos (o que com certeza lhes daria um belo tombo) e pior, era uma curva muito fecha em “cotovelo”o caminho deles, cheia de pedras soltas. Cara, muito louco isso… Era mais importante eles nos ultrapassarem do que seguirem o seu caminho numa boa.Em resumo. Cara! Cena linda ver os dois na motinho se esperniando para tudo que é lado para não cairem assim que sairam do asfalto e tentaram frear de vez para entrar na estradinha lateral. Não deu muito certo, a moto meio que em linha reta (óbvio), não fez a curva que seria muito fechada naquela situação (como são burros) foi em direção à macega à sua frente. Sim, pararam, mas essa função toda levantou uma poeira danada. Não caíram por pouco.
Tô falando! Esse mundo tá cheio de imbecil.
Vi essa merda toda de camarote e dei muitas risadas. Depois quando fizemos uma parada foi a primeira coisa que perguntei para os parceiros que estavam junto, se tinham visto essa chgalaça também. Sim! Claro que viram. A risada foi grande!!!!!

Seguimos em frente, passamos pela tradicional ponte da 153, uma paradinha e aqui volto à dizer, que trajeto bonito e bom de andar. Paramos depois no postinho de sempre para um café, jogar conversa fora e depois voltar. um rolê simples, tranquilo mas muito bom. Esticamos ainda um pouco mais o trajeto da volta passando por de trás do autódromo de Santa Cruz do Sul,  no caminho ainda paramos no Rancho América (aliás, aqui cabe um comentário – já foi melhor).

E assim se aproveita muito bem mais um dia de moto com os amigos. Por mais dias assim.
Valeu!

*Algumas imagens da tarde:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Frases de camisetas – #67

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Jogo do rolê antes da chuva

Hoje é feriado de sexta-feira (21 de abril) e inicialmente eu havia planejado uma outra coisa para o dia. Iria viajar sozinho mesmo porque meus amigos já tinham outros planos, queria sair bem cedo e assim aproveitar bem o dia todo andando de moto. Mas acontece que desde logo nessa semana a previsão do tempo indicava chuvas para quinta d enoite e o dia de sexta-feira. Então nem me animei muito com esse veriado e a possibilidade de pegar a estrada de moto.

Hoje amanheceu um dia legal apesar de sem sol. Aproveitei e fui na casa do meu amigo Jeferson fazer alguns ajustes e mudanças na minha moto. E meio a uma conversa legal, um chimarrão e outro a HD agora tem então pedaleira eum banco para carona (mulheres somente!). Vamos ver….

Depois de uma pancada de chuva antes do meio-dia, o céu deu uma limpada e me pareceu de que a chuva daria uam boa trégua ainda no período da tarde. Por volta das 15h saí de moto com o objetivo de ir até Taquari. Na altura da ponte de Mariante o céu já deu sinal de não seria tão fácil assim esse rolê sem me molhar… e bastante! Passei a ponte, parei e dei uma boa avaliada na situação. Seguia em frente ou voltava e encarava a chuva que então eu encontraria de frente? De qualquer jeito eu pegaria chuva, mas se voltasse (e foi o que escolhi), seria por um tempo menor, contando que eu nem estava de jaqueta ou qualquer aparato desses para dia de chuva.

Voltei e claro desabou o aguaceiro. Eu estava a semana toda com dores de garganta, agora nem podia reclamar. Era seguir o trecho em frente de volta e chegar o quanto antes em casa. Nem preciso dizer de que curto esses desafios mentais. Gosto de apostar “comigo mesmo”  esse tipo de coisa em frente adversidades.

Daí você aí vai dizer: Pô,ele não se liga de que vai chover?
Me ligo sim, sei da possibilidade, já disse é uma aposta, é um jogo que faço – será que vai dar ou não!?
Hoje não deu. Semana passada também não. Mas outras tantas vezes deram certo. Então… Play the game.

Mas tem outra, cansei de sair de moto todo “preparado” para chuva e não dar em nada. Nah! Não quero andar “empacotadinho”.
Cara, eu não gosto de andar de moto e levar trocentas coisas comigo. No way. E essas roupas para motociclista em dia de chuva… piça! Não gosto.
Então rodo, qdo começa a chover volto se não estiver longe (hoje e semana passada era menos de 30km para chegar em casa). Ninguém vai sofrer por andar uns 15min na chuva, que seja. Se estiver longe de casa ou de um ponto objetivo de viagem, daí sim procuro um posto de gasolina, algum refúgio, parada de bus e pronto. Se for uma viagem mais longa e programada, calro que terei junto meu kit de chuva (bosta). A vida é simples, não precisamos complicá-la ainda mais.

Foi tudo bem, cheguei em casa e direto para o chuveiro quente. Até agora estou legal. Talvez amanhã minha garganta exploda, mas amanhã já é um outro dia. Cada coisa a seu tempo e o seu dia. E vou te dizer, garanto que amanhã tem rolê com rapaziada!

*Sempre levo a minha câmera fotográfica junto e até então não custa nada fazer alguns cliques (já virou um costume e também percebo que gera pico de visualizações aqui no blog qdo rola isso – capicce).
Abaixo algumas imagens desse curto e atrevido antes da chuva rolê.


Biker girls #113

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Streetart – 38

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Biker girls #111

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Hot Girlz – 187

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Motos e mais motos – 268

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Streetart – 37

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Motos e mais motos – 267

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Stormtrooper Day – 24

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Biker girls #110

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Caminhos – #48

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Momento saudades G.O.T. – 30

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


A arte e o guarda chuva

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Motos e mais motos – 266

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Frases de camisetas – #66

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Rolê curtinho mas de bom tamanho

Feriado de Páscoa, então aquela hora de encontrar os amigos aqui da cidade bem como e os quem vem fora, voltam para visitar a família. Assim ontem levei o Vladi para conhecer Canudos do Vale, que eu havia comentado esses tempos com de que havia curtido bastante. Ontem mesmo, na volta e com o Pretto junto, combinamos de hoje, no sábado, sairmos mais cedo e assim darmos um rolê mais “forte”.

Acontece que o clima não ajudou dessa vez, nem vou reclamar porque foram tantos finais de semanas seguidos nos últimos tempos sem chuva, que renderam vários rolês de moto incrivelmente bons. Contabilidade OK.

Depois do meio dia percebi que não haveria jeito, nem prorrogando a partida a coisa escaparia de uma chuva no lombo. Melhor se resignar, ficar em casa e curtir um sábado de chuva de boas. Na metade da tarde a chuva para e em menos de 15min já estou pronto para sair de moto. Aviso os camaradas da minha intenção, roteiro, metereologia, carta de vôo e um abraço pro gaiteiro. ninguém responde. Pelo jeito estava muito bom o nâni da tarde. Vamu-qui-vamu.

Fui para Santa Cruz, depois Vera Cruz indo passando pelo autódromo. O portão estava fechado, teria de dar a volta mas daí por causa da chuva de antes o trecho tava com barro e isso já não é tão legal assim com uma moto custom. Náh! Gosto dessa volta pelo autódromo, já comentei aqui trocentas vezes. Bem pouco movimento aos finais de semana e assim pista livre para um desempenho mais ganjudo na “pretinha” (sacarem!?). Sabia que não teria uma janela muiot grande de tempo tempo bom para isso, justamente aí o motivo desse rolê meio básico, mas bacana. Tiro curto.

Na volta passou por dentro de Santa Cruz e já na subida do Grasel a chuva veio. E veio forte daí. Achei que não tomaria banho de chuva hoje, mas não deu. Paro no acostamento para ajeitar rapidamente minhas coisas (saco plástico na carteira, docs e celular), sigo em frente agora ligado o modo “fica esperto garoto”. Cada vez mais forte a chuva. Ok. Faz parte.

Sou da teoria de que o cara tem de andar de moto nas mais diversas situações de clima/tempo, assim quando for pego de surpresa em uma viagem mais longa por exemplo, tudo vai ser bem mais tranquilo e não vai ser nenhum grande perrengue. Acho importantíssimo essa coisa de ter o controle, dominar e saber controlar toda função com a sua moto, sentir como ela reage nas mais diversas situações de clima e terreno. Como ela freia na chuva em caso de uma freada longa ou então rápida e curta, como se comporta nas curvas em diferentes velocidades na pista seca ou molhada, na brita, asfalto ou terrão, o mesmo também na situação de dia com bastante vento (já fiquei com torcicolo por causa do vento contrário ficar empurrando meu capacete – putz!). Quem foi que disse que a vida é fácil?

O bom que foi que hoje na tarde o trajeto de chuva seria no máximo de uns 30km, talvez nem isso. Beleza, estava já voltando mesmo. E claro que assim que passei pelo mítico “chuvedouro” da região da linha Pinheral, a chuva milagrosamente parou e os asfalto estava sequinho a minha frente. e eu, todo ensopado. No mais tudo tranquilo. Nenhum abobado fora do normal na estrada da estrada dessa vez.

Mesmo sozinho e com a chuva a empreitada foi bem bacanuda.

 

OBS: Claro!… Tem sempre aquele cara que está andando à 80km a sua frente, daí tu te aproxima de moto atrás dele, não ultrapassa porque está em uma faixa dupla ou então tem um trânsito mais intenso no sentido contrário que o impede de ultrapassá-lo naquele momento. Daí como num passe de mágica o cara do carro a sua frente percebe a sua movimentação atrás dele e do nada – pimba! – resolve virar o Ayrton Senna d o asfalto. Isso é lindo! Sempre tem essa parada – Sim, eu disse, SEMPRE! – Já estou vacinado.

O que acontece então? Tu acelera um pouco já para preparar a ultrapassagem, ele (o da frente) acelera também, daí tu está tipo a uns 85km/h, tu acelera um pouco mais, ele também acelera (não esqueça que até então esse mesmo sujeito estava comodamente no asfalto andando nos seus oitentinha e não estava nem aí…); então tu aperta um pouco mais, tipo já estamos a 90km/h, ele então também vai estar aumentando para essa velocidade…..rsrsrsrssr

Vem cá. Ele quer o que? Me diga? Não posso ultrapassá-lo? É isso? ele é dono da estrada, o capitão do mato do asfalto local?
Claro que é óbvio que farei a ultrapassagem brincando, motor tem até de sobra tem para isso, só não faço pq tem carros no sentido contrário me impedindo ou a tal faixa dupla. Daí essa novela se arrasta até o momento em passo a ter a possibilidade de uma utrapassagem segura e tranquila, boto a moto para o lado e FEITO! Daí é adiós, até ele se dar conta do que aconteceu e resolver reagir já Elvis. Mas que saco isso!

*Não esqueça – quando esse cara que estava há poucos minutos atrás viajando numa velocidade tranquila e constante de 80km/h, tava tudo OK na cabeça dele. Então porque ele fica galo e resolve acelerar somente quando está prestes a ser ultrapassado?

Mais um dos grandes mistérios da natureza humana. Cartas para a redação. Tsk.tsk.tsk…
Como tem imbecil nesse mundo. Aliás, demais.

 

*Retratinhos da função.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Canudos do Vale – II

Mesmo sendo sexta-feira e desta vez casualmente também um feriado, um dia tradicional de reunião familiar, também de aproveitar muito bem o tempo livre e pegara estrada em duas rodas. Dessa vez fomos apenas eu e o Vladi, que já havia dito que apareceria no final de semana de Páscoa. Como éramos apenas nós dois e ele esses tempos viu as imagens da nossa trip até Canudos do Vale, local que ele ainda não conhecia, então hoje nos mandamos prá lá.

Dia bom, ameno, nem tão quente nem frio também. Perfeito para se andar de moto. Fomos para Lajeado e quando estávamos quase chegando lá paramos porque pensei em mudarmos um pouco nosso roteiro, dando uma esticada até a beira do rio no cais do porto de Estrela. Tudo bem, fomos até lá, coisa que já fiz inúmeras mas o Vadi não conhecia. Só que a surpresa foi chegar lá e darmos de cara com um portão fechando a rua de chão batido, impedindo assim a entrada. estranho. Como já disse, fui várias vezes lá e não lembro desse portão ou de qualquer impedimento de chegar até a beira do rio, no cais. Pena, mas não foi possível chegarmos lá.

Voltamos então ao plano original de seguirmos direto até Canudos do Vale. Voltamos ao caminho de 386, trevo para Canudos e região e depois é só seguir em frente em ritmo de subida de serra e posso garantir uma coisa, que lugar bonito. Fomos de boa, sem pressa alguma, tínhamos a tarde toda para curtir essa volta. Na outra vez que estive por lá (minha primeira vez), eu levei a máquina fotográfica mas na hora “H” descobri que a sua carga de bateria estava no fim. Hoje me lembrei disso antes de sairmos e me preparei. Câmera OK! Mas mesmo assim fiz poucas fotos.

A viagem foi tranquila, no caminho passamos pela ponte com o chão de madeira que permite apenas passagem de um carro por vez (claro, também por causa de sua largura). Mais adiante paramos no parque municipal de temática alemã (sinceramente não lembro do nome agora) e dessa vez andamos por mais lugares dentro do parque. Bonito e bem interessante o local. Ficamos imaginando como deveria ser a festa municipal deles por ali. Cansou toda essa circulada pelos vários cantos do parque com os diversos prédios “temáticos” espalhados numa área de terreno íngreme . Também fomos na ponte (pinguela) e no labirinto “verde” ao lado. Claro que meti uma pressão para o Vladi ir tentar dar um rolê pelo labirinto, mas ele não curtiu. …rsrsrs

O clima deu uma mudada, começou a escurecer e temperatura também mudou um pouco, deu até uns pingos de chuva, mas logo passou. Resolvemos seguir em frente em nossa empreitada de irmos até Canudos do Vale mesmo com o céu apontando uma certa cara de chuva. Essa parte do trecho é muito boa de se andar de moto. Fica a dica.

Chegamos em Canudos Vale, cidade pequena mas muito agradável com o Forquetinha ao lado. Chegamos e resolvemos parar em uma lancheria para bebermos algo, era feriado de sexta-feira santa, mas nos atenderam de boa. Um tempinho para descansarmos e conversarmos um pouco e já estva ficando ainda mais escuro. Não era tarde mas o clima estava ficando esquisito. Resolvemos voltar. No caminho, em uma parte de estrada estreita e sem acostamento nos deparamos com uma vaca tranquilamente parada atravessada na faixa de rolagem. Bem, parece engraçado, mas acontece que tu nunca sabe para onde um bicho desses (que não é pequeno) vai correr ou então o que vai fazer ou de que forma vai reagir com a nossa aproximação e ronco dos motores. Mas deu tudo certo, me aproximei devagar e a vaca saiu correndo para uma direção que nos foi favorável e assim seguimos em frente. Demos sorte por ela estar num local visível, mas se fosse logo após uma das tantas curvas fechadas que fizemos em alta, putz!

Anuncio que dessa vez não teve nenhum perrengue com algum imbecil na estrada (mas sempre tem), talvez apenas demos sorte de não encontrar nenhum. Bom! Muito bom.

O caminho da volta foi na tranquilidade e quando chegamos ainda encontramos o Pretto para uma conversa e também combinarmos novas empreitadas.

Valeu! E sem dúvida foi mais um dia daqueles.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Streetart – 36

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Feliz Páscoa


Motos e mais motos – 265

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Hot Girlz – 185

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Motos e mais motos – 264

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Será que você consegue?


Autorameando


Frases de camisetas – #65

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Princesas da Disney em carne e osso e melhor, de lingerie

BRANCA DE NEVE

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ELSA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

POCAHONTAS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

PRINCESA JASMINE

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

AURORA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

CINDERELLA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ARIEL

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

BRUXA MÁ

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

BELLE

 

 

 

 

 

 


Fotos de Woodstock que levarão você de volta para 1969


Franco Morbidelli – II

Piloto bom também se atreve fora de sua área de conforto. Prova disso é Franco Morbidelli encarando de boas um off-road.
Confira as imagens abaixo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Franco Morbidelli

O piloto ítalo-brasileiro Franco Morbidelli #21 (Roma, 04/12/1994) que participa na categoria da Moto2 com a equipe Marc VDS e exibe com orgulho uma pintura em seu capacete com as bandeiras da Itália e do Brasil, nas duas provas do mundial desse ano, venceu ambas. Segue líder do campeonato.

O piloto é oriundo da escola de pilotagem de Valentino Rossi. Mais um ponto em favor de Morbidelli que assim também leva o nosso selo aprovação “Força & Glória” Banjomanbold. Keep on rock!

>> Estamos contigo!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Primeiro Grande Prémio 2013 – RSM
Primeira pole position 2017 – QAT
Primeira volta mais rápida de corrida 2015 – GER
Primeiro pódio 2015 – INP
Primeira vitória em Grande Prémio 2017 – QAT
Vitórias em Grandes Prémios 2
2º Lugares 4
3º Lugares 5
Pódios 11
Poles 1
Volta mais rápida de corrida 6
Campeonatos do Mundo 0

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