Banjogirl Janeiro de 2019

O Aquaman que me desculpe mas a sua namorada é um mulherão! Essa bela americana de 22 de abril de 1986 e se chama Amber Laura Heard e sim, com toda certeza é a escolha perfeita para abrir os trabalhos como a Banjogirl do novo ano. Ela começou cedo como atriz em seriados de Tv e depois fez uma “penca” de filmes – somente alguns para lembrar: Alpha Dog, Beleza Ordinária, Amor por Contrato, Zumbilândia, O Padrasto, Fúria Sobre Rodas, Machete Mata, Diário de um Jornalista Bêbado, A Garota Dinamarquesa, Liga da Justiça e finalmente, o Aquaman. Só para mencionar alguns, a lista é grande.

Dentre suas paixões estão “muscle Cars” (já teve um Ford Mustang 68 e um Mercedes 67), sendo que já apareceu em um dos episódios de Top Gear. E além de ser considerada uma sex symbol, tem ainda o gosto (porte) de armas de fogo – sim, isso mesmo. Mas enfim, ninguém é perfeito nesse mundo mesmo. Já foi casada com o ator Johnny Depp.

Sucesso e beleza não é problema para essa linda mulher, ou seja, está em casa aqui neste blog junto com outras tantas belas mulheres que já foram agraciadas com esse nobre título. Só cabe ainda então dar as felicitações à Amber Heard, a Banjogirl de Janeiro de 2019!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O encontro do desencontro

Depois das chuvas ocasionais que até tiveram um certo estrago com a ventania por aqui, o clima mudou bastante e saímos do calorão “modo inferno” para o “modo levemente torrado em dia nublado”. Esse sábado amanheceu com um som bem menos intenso, o que despertou a luzinha de que hoje renderia um bom rolê de moto. Na metade da manhã vou pegar meu celular para trocar uma ideia com o Pretto, sobre darmos uma volta de moto e pimba! O telefone toca e é o Pretto querendo combinar uma volta de moto…..rsrsrsrssrsr

Precisava ainda fazer algumas coisas poucas coisas, pagar uns boletos e então estaria liberado para pegarmos a estrada. J[a deixamos marcado um horário e um local para nos encontrarmos e daí sairmos em viagem. Tudo certo, resolvidas todas as minhas paradas e quando estava novamente em casa, já empolgado para ligar a moto e partir – pimba! Nada da bateria resolver colaborar. A moto não liga. É que que com essa onda terrível de calor das últimas semanas, ela ficou na garagem. Então ligo para o Pretto e cancelo a minha participação no rolê de hoje.

Depois falo com um amigo mecânico, que vem e me socorre com uma carga só p ligar a moto. Ela responde e liga rapidamente. Como o processo foi bem rápido (achei que dessa vez a bateria teria ido-pro-pau de vez) com ela ativada o problema estava resolvido. Depois andando, naturalmente a bateria carregaria um pouco mais. Rapidamente resolvo voltar ao plano original de pegar a estrada. Mas tinha um problema, o Pretto já havia saído, seguir mesmo sozinho a viagem depois que liguei para ele cancelando. Tive de me ativar rapidamente com o equipamento e o mais rápido possível já estava no trecho. Será que conseguiria alcançá-lo? Telefonar não adiantaria, ele de moto e não atenderia. A intenção era ao menos tentar encontrá-lo pela RS 287, até a Casa do Suco (Tabaí/RS). Imaginei que ele iria fazer uma parada ali , um velho hábito da turma. Se não conseguisse encontrá-lo, então tudo bem, daria meia volta e ficaria por isso mesmo.

Tentei ganhar tempo e segui acelerando sempre em frente. Quando já estou perto do antigo posto da Polícia Rodoviária, fico trancado na faixa dupla atrás de uma lenta caminhonete de fretes e báh, quem vejo no meu retrovisor? O Pretto!

É que ele não saiu logo em seguida que recebeu o meu telefonema. Deu um tempo, o céu estava meio nublado, com cara de chuva e então me disse que ficou naquela dúvida de “vou-não-vou” até a Tenda do Umbú (Picada Café/RS) – que era o nosso roteiro. Depois de um tempo, optou seguir em frente mas foi por um outro caminho, por Lajeado. Com esse seu trajeto maior e ainda mais o tempo da indecisão inicial dele, me deram maiores chances, sem querer, de conseguir encontrá-lo no caminho. Isso tudo foi bem inusitado, bacana e demos muitas risadas. De certa forma fiquei até surpreso, eu tinha quase certeza de que não conseguiria alcançá-lo até Tabaí, no tempo previsto. Sorte ele ter escolhido um outro trajeto até lá.

Depois dessa chalaça de pura sorte e acaso, enfim paramos para o tal suco e trocamos uma ideia. Como o céu estava ficando cada vez mais fechado, com nuvens escuras de chuva, resolvemos mudar o roteiro inicial da trip. Optamos voltar então de Tabaí pela RS 386, em direção à Lajeado. No caminho ainda resolvemos desviar por Teutônia/RS, aumentando um pouco mais o trajeto. E assim fizemos. Tudo tranquilo e sem nenhum perrengue. Em Estrela/RS, ainda fomos até a antiga fábrica da Polar na beira do rio Taquari. Conseguimos entrar um pouco em um dos  prédios abandonados – que me pareceram bem mais depredados, do que as vezes anteriores em que estive na praça, na beira do rio. Ainda passamos pelo centro de Lajeado e depois direto para casa, loucos para tomarmos uma cerveja bem gelada. Acabamos pegando um pouco de chuva no caminho. Em resumo foi isso, mais um daqueles bons e divertidos sábados de moto, por aí.

\m/

*Abaixo algumas imgs da função de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O clã dos Leões Mapogo

“Nascidos para Reinar” (Brothers in Blodd: The Lions of Sabi Sand) acompanhou por desesseis anos os leões Mapogo, nome dado ao bando. O extenso material captado deu origem a este especial com duas horas de duração. As imagens revelam comportamentos surpreendentes – e por vezes “humanos” – das feras africanas em seu habitat natural e são comentadas por especialistas em felinos.

Essa foto em particular registrou um momento um tanto quanto raro, onde cinco dos seis leões da coalizão aparecem bebendo água um ao lado dom outro.

 

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*Fonte: @fotocracia