Caminhos – #110

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Um café em Herveiras

O sábado prometia desde cedo, o dia amanheceu com um céu limpo e tranquilo e sem a menor chance de chuva – dia de rolê de moto! Logo depois do meio-dia, sai em direção de Santa Cruz do Sul, havia combinado com o amigo Marcelo Montini de que iria passar lá para darmos juntos um rolê de moto. Aqui cabe a explicação de que o amigo tem uma Honda Shadow 600 vintage, toda originalzona, mas que está sem andar “forte” há mais de ano. Então normal ir aos poucos dando uma esticada na suas andanças. Hoje resolvemos por essa bela máquina para rodar até Herveira/ Barros Cassal.

Depois de chegar em Sta Cruz, nos encontrarmos no trevo da cidade aos pés dos gigantes “Fritz e Frita”, mesmo sem sombra alguma colocamos um pouco da conversa em dia e seguimos em frente. Já mencionei, fez um dia muito bonito de sol e com uma boa temperatura para andar de moto. O único inconveniente eram os fortes ventos que em certos momentos do trajeto chegavam a empurrar a moto um pouco para o lado. Mas tudo bem, desafios assim fazem parte da empreitada. A moto gastou um pouco mais de combustível com isso, mas ok, não acontece toda hora.

Já que Montini não conhecia ainda o trajeto, a função ficou mais interessante, tudo era novidade. É trajeto muito bom e realmente bonito, impressiona mesmo. então fica aquela coisa de dever cumprido, legal que ele curtiu – essa é a ideia, agora que já sabe o caminho vai poder dar os seus rolês por ali quando quiser e com mais frequência.

Foi uma viagem tranquila, fizemos algumas paradas eventuais e é claro que a grande ponte não poderia ficar de fora. É bem alta e tem a sua mureta de proteção baixa (acredito que menos de meio metro de altura), então quando se caminha pela beirada e chega tipo pela metade dela, dá até um certo medo olhar para baixo. A coisa piora quando passa algum caminhão “embalado” descendo o morro, a ponte toda treme. Não vai cair é claro (assim espero), se bem que as minhas pernas também tremem nessa hora, tenho de confessar….kkkkkkk

Depois da ponte seguimos o trajeto até o tradicional posto/restaurante em que normalmente a nossa turma faz a sua parada. O pessoal hoje resolveu ir até o encontro de motociclistas de Charqueadas, por isso não vieram junto para esse nosso rolê. Se tem encontro eu vou para outro lado. Esse é o meu lema.

*Tá, às vezes vou em encontros de motocilcistas sim. Mas só às vezes. E bem raramente. Não curto! Muita chalaça, zerinho, cortação de giro e gente pagando pau de machão lá S.O.A. – menos, né!

Uma parada, sombra, vento, um café na varanda do restaurante (nada de álcool, estamos dirigindo), uma boa conversa, abasteço a moto e então voltamos. Simples assim, tudo tranquilo. Só que um pouco antes chegarmos outra vez no trevo de em Santa Cruz do Sul, a moto do Montini “do nada” apaga rodando em plena estrada. Uma pane no sistema elétrico. Sem outra alternativa, a moto tem de ser empurrada até um posto de gasolina que por nossa sorte, ficava tipo uns 500m à frente. Lá tentamos dar um verificada melhor na moto e pareceu mesmo ser pane elétrica. Vamos rebocar! Começamos então a procura por uma corda e nada. O pessoal do posto até tentou ajudar, mas não rolou. Nesse hora interpelei um rapaz que chegou para abastecer numa caminhonete, perguntei se ele tinha uma corda e ele disse que sim. Ôpa! Prontamente o sujeito foi até a sua caminhonete e de lá tirou várias cordas (estava indo a um acampamento de pescaria) – Sorte 2!
Nos emprestou uma delas que pareceu ter tamanho adequado para a empreitada. Vendo a nossa situação o Robson (o cara da caminhonete), se ofereceu para rebocar a moto do Montini até em casa, que na real não era muito longe dali. Báh! Incrível, demos sorte de encontrar uma pessoa de espírito bom e disposta a ajudar, coisa rara nos dias atuais. Muito grato Robson!

Feito o carreto, moto rebocada até a casa do Montini. Hora de darmos algumas risadas do fato, afinal não foi nada de grave, só um pequeno contratempo mecânico-motocilístico, então tá valendo. Durante essa semana arruma a moto e na próxima já estará alinhando junto no grid de largada outra vez.

Conversarmos mais um pouco e então era hora de eu seguir o meu caminho fazendo o restante da viagem de volta até em casa. Tudo tranquilo e assim que chego outra surpresa, encontro a turma toamndo um chopp – o Rafa, Bolinha e o Professor Jéferson, recém chegados do encontro de Charqueadas. Feito! Me junto ao grupo.

Enfim, mais um sábado de aventuras em duas rodas. E como isso é bom!
Gracias.

*Abaixo algumas fotos de hoje. Minha câmera estava sem bateria, então foram apenas de celular memso (não curto), mas é o que temos para hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O que era para ser um final de semana só de chuva, teve um belo domingo de sol

Já que o sábado foi dia de chuva por aqui, o habitual rolê de moto ficou prejudicado (apesar de assim mesmo ter ido até Lajeado, entre uma chuva e outra), mas hoje o domingo começou bonitaço e bem ensolarado. Se não tem chuva e a vontade de andar de moto era grande, simbora para a estrada.

Saí cedo, logo no começo da tarde, tentando assim evitar todo aquele provável tráfego de volta do feriadão na metade da tarde em diante. Fui na direção de Santa Cruz do Sul e até desse vez entrei na cidade, dei um rolê pelas ruas centrais e depois segui em frente. Passei pelo autódromo, aproveitei para dar uma volta por uma área com uma boa estrada de chão batido ali por perto e depois retornei par ao asfalto seguindo para Rio Pardo. Depois a volta foi num trajeto mais alongada, passando por Vera Cruz e então, enfim, o caminho de casa. Mais um daqueles dias muito bom para andar de moto, ainda mais com este sol e o clima que fez de hoje. E eu que achei que seria um final de semana só de chuva. Beleza! Valeu.

*Algumas imgs do rolê de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O homem aponta sua câmera no gelo – Segundos depois ele CAPTA o inesperado

O fotógrafo James Balog e sua equipe estavam examinando uma geleira quando suas câmeras capturaram algo fora do comum.

O incidente ocorreu na Groenlândia, onde James e seus companheiros estavam reunindo imagens de câmeras que foram implantadas ao redor do Círculo Ártico ao longo dos anos.

James e sua equipe estavam procurando por algumas boas fotos para um documentário, mas ninguém estava preparado para o que logo se desdobraria na frente de seus olhos.

Embora o fotógrafo americano James Balog se especialize em fotografia da natureza, por um longo tempo, ele não acreditou nas mudanças climáticas.

Na verdade, por quase 20 anos, provocou cientistas sobre o aquecimento global.

 

“Eu não pensei que os humanos fossem capazes de mudar a física e a química básicas de todo esse planeta enorme. Não pareceu provável, não pareceu possível “, diz Balog.

 

Não foi até 2005 que Balog percebeu que algo estava errado enquanto faz uma análise detalhada de como as mudanças climáticas afetam a natureza.

Durante uma expedição fotográfica com o National Geographic para o Ártico, ele viu o enorme dano de primeira mão. Exatamente 10 anos depois, o filme “Pasing Ice” de Balogs estreou, e ele decidiu documentar o derretimento das geleiras com um exército de câmeras.

E foi nesse contexto que Balog pegou uma das cenas mais espetaculares já filmadas.

Em menos de uma hora e 15 minutos, Balog e sua equipe e viu um pedaço de geleira do tamanho do Lower Manhattan cair no oceano.

O evento histórico foi gravado no Guinness Book of Records e mostra claramente quão grave é a situação para o clima da Terra. Tanto quanto alguém sabe, foi um desastre geológico sem precedentes. Infelizmente, porém, é improvável que seja o último de seu tipo.

Em novembro de 2016, o Ártico foi 20 graus mais quente do que a média, o que é muito mais quente do que os modelos de pesquisa já predisseram.

Infelizmente, somos confrontados com um desastre se não reduziremos as emissões globais de gases com efeito de estufa até 2070. Mas, no lado positivo, ainda temos a chance de fazer isso acontecer.

Felizmente, este vídeo ajudará a convencer mais pessoas do quão grave é a situação, de modo que juntos podemos ajudar a reverter a tendência!

Ninguém pode fazer tudo, mas todos podem fazer alguma coisa. Por favor compartilhe!
O que você acha ?

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*Fonte: loyalys