Depios de vários dias de céu cinza, então um sábado de sol

E o final de semana chegou depois de vários dias de chuva ou então nublado, um sol bonito já dava as coaras logo cedo pela manhã. Bom sinal!
No começo da tarde já estava pronto para pegar a estra a estrada, não fui muito longe, até porque estou em modo econômico nos últimos tempos – (projetos futuros), mas não dá para deixar de andar de moto. É muita vontade.

Como hoje eu estava sozinho na empreitada sai com mais calma e sem pressa alguma. Estava muito bom tomar um sol andando d e moto no asfalto. Sério, isso é realmente muito bom aqui no sul nessa época do ano (inverno), ainda mais depois de vários dias escuros e sem graça.

Passei primeiro por Cruzeiro do Sul, depois rumei para Lajeado e segui até Estrela. Essas cidades ficam bem próximas umas das outras, mas sempre é interessante chegar e dar uma volta. Inclusive hoje procurei não passar nos locais de costume, quando circulo nessas cidades.  Também hoje fiz bem pouca fotos do rolê, sei lá, acho que foi preguiça mesmo e na real, estava mais afim de curtir a a moto e a estrada. Como se diz por aqui: – “lagartear no sol” (só que de moto).

Enfim, um volta interessante, bem tranquila e mais um sábado bem curtido de moto. Thanks!

Abaixo algumas fotos:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Até o Viaduto 13

Depois de algum tempo teremos por aqui novamente fotografias do rolê do dia. Como o Vladi e Fabi nos avisaram que viriam de POA este final de semana, então eu e o Pretto combinamos um uma viagem diferente dessa vez. Resolvemos ir até o Viaduto 13 (Ferrovia do Trigo), em Vespasiano Corrêa (RS) – uma construção da época da ditadura militar

Um pequeno entrevero atrasou a nossa saída na tarde, uma chave que o Vladi não encontrava, mas tudo resolvido. Logo estávamos no caminho de Lajeado e depois no rumo de Encantado, Muçum e finalmente Vespasiano Corrêa. Um dia de sol bonito, muito bom para andar de moto, achei até que seria frio, mas não, estava até quente (passei calor na ida – Na volta tudo bem). Foi uma viagem tranquila, nada de anormal, apenas as coisas de sempre, tipo carros que estão a nossa frente e não dão sinal de pisca (seta).

Antes mesmo de se chegar na dia base do viaduto, tem uma estrada de chão batido muito legal, com vários relevos altos e baixos mas bem compacta e lisa. Essa parte off-raod foi muito boa hoje. Sem falar depois na emoção que é descida íngreme e de piso de brita solta, que aliás, é bem perigosa – fácil de numa freada mais brusca a moto escorregar o cara ir ao chão. Mas tudo bem, assim mesmo é que a coisa fica divertida.

O local é bonito, bacana o rio que tem ali. Algumas fotos na base, um pouco de conversa e resolvemos subir até o topo do viaduto, onde estão os trilhos, literalmente. Outra subida numa estrada de chão batido e logo se está no topo. Não sou muito chegado em “alturas” mas tudo tranquilo dessa vez. Caminhei com a galera pelo viaduto, lá no alto e tudo beleza. Creio que nem era necessário mencionar, mas lá vai, uma vista sensacional dos morros e do rio lá em baixo. Também não teve nenhuma preocupação do tipo: – Ah! Se o trem vem e a gente está aqui em cima? Tudo de boa, daria para escutar e até mesmo tem uma área de escape na beirada de ambos os lados dos trilhos. Entramos um pedaço para dentro do túnel, mas não fazia muito sentido seguir em frente no escuro e tal. Não sei dizer a extenção do viaduto e nem também a do túnel.

Uma pesquisa rápida:
Foi construído pelo 1º Batalhão Ferroviário do Exército Brasileiro durante a década de 1970, tendo sido projetado desde o final da Segunda Guerra Mundial, pela empresa Serviços de Engenharia Emílio Baumgart (SEEBLA). Com seus 143 metros de altura e 509 de extensão, foi inaugurado pelo então presidente Ernesto Geisel em 19 de agosto de 1978, é o maior viaduto ferroviário das Américas e o terceiro mais alto do mundo, superado apenas pelo Viaduto Mala Rijeka, em Montenegro, de 198 metros de altura, e a ponte de Beipanjiang, na China, que possui uma altura de 275 metros.

A volta também foi tranquila, chegamos já estava escuro e asism foi mais uma tarde de moto muito bem aproveitada com os amigos. Até a próxima.

*Abaixo como de costume, algumas imagens do rolê de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Daytona 2018 – 07 julho

Ontem foi noite de Daytona na NASCAR e como de costume sempre há uma grande chance de ocorrer um “Big One” (como são chamadas as colisões que envolvem vários carros), sendo que às vezes andam a mais de 300km/h em 3 filas, lado a lado, daí já viu né, qualquer deslize de alguém – pimba! E não deu outra, ontem tivemos 3 Big Ones durante a prova.

Torcia pelo Brad Keselowski (#2 – Ford), mas foi abatido numa dessas colisões. Aliás, chegou um determinado momento no final da prova em que eu pensei que nem teríamos mais carros na pista…rsrsrsrs. Tanto que na última relargada havia um pouco mais do que uma dúzia de pilotos ainda ativos para a bandeirada final, que aliás foi bem disputada O vencedor dessa prova clássica do automobilismo americano foi o novato Eric Jones (#20 – Toyota), que ainda não havia vencido na categoria principal da NASCAR.

*E antes mesmo que você pergunte se alguém se feriu – Não!!!!
Os carros da NASCAR são muito bem projetados e equipados com sistemas de segurança, aliás, fazem anos que assisto e não vi até então nenhum acidente fatal ou de alguma grave proporção, apesar de carros muito destruídos. Há muito tempo que a segurança é uma dos requisitos essenciais nas provas da NASCAR (que sim, já teve inúmeros acidentes fatias no passado). Ainda bem que as coisas hoje em dia estão sob controle, porque esses carrões voam mais até do que os famosos carros de F1 – isso que eles atualmente são obrigados a usarem uma “placa restritora” de motor, senão…..