O que podemos aprender com os gatos?

“O gato é médium, bruxo, alquimista e parapsicólogo. É uma chance de meditação permanente a nosso lado, a ensinar paciência, atenção, silêncio e mistério. O gato é um monge silencioso, meditativo e sábio monge, a nos devolver as perguntas medrosas esperando que encontremos o caminho na sua busca, em vez de o querer preparado, já conhecido e trilhado” – trecho retirado do texto O Gato e a Espiritualidade. << (clique para ler)

Com a divulgação massiva da crescente adoção dos gatos como pets de milhares de casas, superando até a adoção de cães, temos atualmente uma maior compreensão desse bichano em nossas vidas. Por muitos anos, os gatos foram alvos de preconceitos e, até, de questões religiosas, gerando nas pessoas uma forte aversão aos felinos.

Atualmente, o cenário já está consideravelmente melhor, embora ainda haja muito o que ser melhorado. Quem se abre a convivência com os gatos, consegue facilmente perceber e sentir que há um mistério por trás daqueles belos olhos. Quem me conhece sabe que sou suspeita para falar desse assunto, afinal os gatos estão entre as minhas maiores paixões e tenho 3 amorosos representantes da raça ao meu lado, diariamente, em minha casa.

A questão é que não é mais tão segredo para todos que a espiritualidade está intimamente ligada ao gato, conforme podemos conferir no texto citado no início. Há algo de místico e ancestral nos gatos e sabemos que nos povos antigos, como no Egito, o animal era cultuado pelas pessoas. Os gatos não entram em nossa vida por acaso e assumem uma posição de uma intensa e verdadeira relação conosco, sendo capazes de nos transformar profundamente. Como eu mesma digo: não subestime o amor de um gato, você pode se apaixonar.

Em minhas experiências com os meus 3 filhos felinos que tenho em casa, já vivi intensas e transformadoras situações. A primeira delas, e extremamente significativa, foi a adoção do vegetarianismo como alimentação, estilo e filosofia de vida. Digo, sem vergonha nenhuma que, ao conviver com esses incríveis animais diariamente, meu amor e sensibilidade aumentaram tanto que eu quis estender esses e outros diversos sentimentos a todas as espécies. Outros momentos intensos que tive a bênção de vivenciar foram: ao estar em contato com alguma prática energética e relaxante, como uma meditação ou auto aplicação de Reiki e, ao despertar, perceber um dos meus gatos me olhando (Joey, meu menino)… mas no fundo dos meus olhos, tão fundo, que eu tinha a nítida sensação de que ele podia ver toda a minha alma… e, assim, eu transbordei em lágrimas… mas não de tristeza, não de alegria… no momento, embora não conseguindo descrever concretamente, eu sentia que estava recebendo uma profunda e amorosa limpeza e purificação.

Momentos impagáveis!

Entre ronrons, carinhos, amorosidade e tudo mais de bom que envolve esses peludos de 4 patas, os gatos são capazes de tornar a nossa vida e as energias nossas e de nossas casas muito melhores. Os gatos têm a capacidade de absorver e transmutar energias nocivas no lar, proporcionando limpeza e purificação no ambiente. Além disso, os gatos protegem os donos contra essas energias, seja transmutando o que o dono está carregando em sua aura, seja protegendo o dono quando estiver na presença de pessoas que possam vir a prejudicá-lo. Caso uma visita chegue a casa e o gato sinta e perceba que essa pessoa possui energias prejudiciais, o gato irá circundar o dono, ficar perto dele, para poder protegê-lo.

Há diversas questões que podemos abordar que tenha o gato como centralidade. Mas o que quero trazer aqui hoje são as percepções de certas maneiras felinas e o que podemos aprender com elas para nos tornarmos pessoas melhores e, consequentemente, tornar a nossa vida muito melhor (embora o gatinho já faça isso, por si só, em uma grande porcentagem.

O QUE PODEMOS APRENDER COM UM GATO?

– Gatos permitem-se ser quem são:

O gato simplesmente é. Ao observar um gato, podemos perceber algo de verdadeiro, original e essencial em suas maneiras e atitudes. O gato não finge, não disfarça e sabe o que deve fazer, e seguramente o faz, para garantir que seus desejos sejam notados, se apenas mais uns grãos de ração, se um colo quentinho ou para entrar em um lugar novo para ele. A beleza e o mistério por trás da imagem do gato devem-se, principalmente, pela sua maneira 100% autêntica de ser e agir.

Na vida, temos que lutar por nossos direitos e sonhos, sem medos de preconceitos ou pressões, e jamais hesitar em sermos verdadeiros e originais com aquilo que realmente somos. Quanto desgaste emocional, psicológico e espiritual há em fingir e atuar um papel de alguém que não somos, apenas para agradar ou mudar a nossa imagem… esta que está projetada apenas em nossa mente. Muitas vezes, as pessoas agem de acordo com uma imagem a zelar, e mal percebem que essa imagem é criada por si mesmo, apenas para os outros.

É maravilhoso ver um animal, porque um animal não tem qualquer opinião de si próprio, ele simplesmente é! (Eckhart Tolle)

– Gatos sabem a importância de se cuidarem:

É só parar alguns momentos do dia para perceber quantas horas o gato passa cuidando de si mesmo. O gato sabe da importância de se manter limpo, de manter o seu conforto, de dar aquela boa espreguiçada e alongar todas as partes do corpo. O gato sabe da imensa importância que há em dormir as horas necessárias por dia e se dedica a isso… se entrega aos braços acalentadores e repousantes de um sono profundo, pacífico e relaxante. Ao contemplar o sono do gatinho, estamos contemplando a materialização da paz.

A vida “humana” é tão acelerada, intensa e preocupante, que as pessoas mal reservam um tempo no seu dia para um verdadeiro descanso. E, quando reservam – o momento de dormir, por exemplo – não o fazem por completo, com entrega, não conseguindo desligar-se dos problemas, preocupações e ansiedades do dia a dia. As pessoas não se preparam para descansar e não têm consciência da importância e necessidade de um descanso na sua concepção mais original.

– Gatos sabem a importância de terem um momento somente seu:

O gato não é egoísta e individualista, como muitos taxam. O que o gato sabe, e o faz com confiança, é estar na sua própria companhia. O gato aprecia a solitude (diferente de solidão) tanto quanto aprecia a companhia de seu dono. O gato não tem medo de estar confrontado com o “vazio”, pois no seu mundo essa palavra não existe. O gato sabe da importância da sua essência e a valoriza, permitindo-se ter momentos totalmente dedicados a si mesmo, como uma boa soneca, um bom “auto” banho, uma apreciação da natureza… sem pressa, sem apegos, sem pressão… com respeito. O gato se respeita.

Na vida “humana”, claramente detectamos o quanto as pessoas têm medo de estarem na companhia do “nada”. A vida cotidiana foi preparada para que estejamos sempre na companhia de algo…seja de um smartphone, de uma televisão, do computador, etc. Muitas pessoas têm medo da própria companhia, por puro receio de adentrar nas profundezas do seu ser e se confrontar com tudo que está “mal” cuidado ali. Tirar um momento pra si é tão importante e essencial quanto comer, dormir e tomar banho, entre outras atividades.

“Quem não se relaciona bem com o próprio inconsciente não topa com o gato. Ele aparece, então, como ameaça, porque representa essa relação precária do homem com o (próprio) mistério”.

O gato é uma companhia riquíssima de afeto, ensinamentos, introspecção e reflexão.

*Por: blog da Ju Xavier

 

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*Fonte: osegredo

Adoção de animais: conheça as regras do processo e saiba como adotar um

De acordo com estimativa feita pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em 2014, no Brasil há mais de 30 milhões de cães e gatos abandonados. A maioria desses animais é formada por cães, que totalizam cerca de 20 milhões, enquanto a população de gatos que vivem nas ruas ou abrigos é de aproximadamente 10 milhões.

Este quadro, porém, deve ser bem pior atualmente, considerando a quantidade de animais que continuam perambulando pelas vias públicas. Em geral, esses animais sobrevivem apenas da sorte de encontrar comida, água e abrigo para dormir em dias chuvosos e frios, sendo que alguns encontram uma oportunidade para ficar em abrigos administrados por organizações não-governamentais.

Uma parcela desses animais tem a felicidade de encontrar um lar amoroso para chamar de seu, onde recebem todos os cuidados necessários para seu conforto e bem-estar. Se você é uma dessas pessoas que deseja ter um pet e ainda colaborar para reduzir esse número assustador de animais de rua, confira as regras para adotar:

 

Regras para adoção de animais

Idade

Animais de estimação só podem ser adotados por pessoas com idade igual ou superior a 21 anos. Mesmo assim, algumas instituições querem saber se os demais integrantes da família estão de acordo com a adoção do animal. Um conflito familiar pode resultar em mais um abandono ou maus tratos.

Documentos

Para formalizar a adoção é necessário apresentar a cédula de identidade, CPF e o comprovante de residência. Com isso, a entidade controla os processos de adoção e, como muitas delas implantam microchips nos animais, fica mais fácil localizar o adotante caso o animal seja encontrado nas ruas novamente.

Responsabilidade

Outra exigência é a assinatura de um termo de responsabilidade, por meio do qual o adotante assume o compromisso de cuidar bem do animal. Ao assinar esse documento, o adotante está sujeito às penalidades legais, em caso de maus tratos e abandono do animal.

Entrevista

A entrevista faz parte do processo de adoção em algumas entidades. O objetivo é avaliar se a pessoa interessada realmente tem condições para cuidar do animal: alimentação, assistência veterinária, adestramento, proteção, entre outros cuidados.

Taxas

Algumas instituições cobram uma taxa de adoção para custear o microchip de identificação do animal e o Registro Geral de Animais. Por isso, antes de tomar a decisão, confirme se a organização cobra alguma taxa.
O que levar em conta ao planejar a adoção de um animal?

Adotar um animal abandonado é um ato de amor e solidariedade. Antes de tomar essa decisão, porém, é importante avaliar se você e a sua família têm condições para assumir tamanha responsabilidade. Um filhote viverá com você por, pelo menos, 10 anos. Um animal adulto pode ter um tempo mais curto de vida, mas, justamente por estar em uma idade avançada, precisará receber muitos cuidados e atenção.

Além disso, um animal de estimação implica em custos com alimentação, vacinas e tratamentos veterinários. Dependendo da raça, você terá despesas com a tosa e o adestramento profissional. Fora isso, é necessário ter tempo para brincar e passear com os cães. Gatos são mais independentes, mas também precisam encontrar espaços seguros e confortáveis para viver bem.

Se você não tem condições para adotar um animal, considere a possibilidade de ajudar as entidades que abrigam cães e gatos. Faça parte da rede de voluntários que buscam lares para animais abandonados e das campanhas de arrecadação de fundos para a manutenção dos abrigos. Use as redes sociais para conscientizar as pessoas sobre a posse responsável e não deixe de denunciar os maus tratos aos animais.

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*Fonte: pensamentoverde

Gatos entendem (e copiam) as expressões dos donos

Eles gostam tanto e prestam tamanha atenção nos donos que até imitam seus hábitos. E não só isso. É com base nas suas reações e expressões que eles percebem o mundo – e descobrem como devem reagir às novidades.

A conclusão é de um estudo italiano. Pesquisadores convidaram 24 gatos e seus donos para ver se os animais prestavam atenção às reações dos humanos. Cada dupla foi colocada em uma sala com um ventilador cheio de fitas plásticas verdes. A única saída de fuga da sala ficava em um ponto onde estavam uma tela e uma câmera. “A ideia era avaliar se os gatos usam a informação emocional fornecida pelos donos sobre um objeto desconhecido para guiar seu comportamento”, diz a pesquisa.

Para isso, ao entrar na sala, os donos observaram o ventilador de forma neutra. Em seguida, mostraram uma reação negativa (medo, afastamento do objeto) ou positiva (felicidade) – sempre olhando do gato para o ventilador e do ventilador para o gato.

Em 79% das vezes, os animais observavam o objeto e o dono, como se tentassem entender o que estava acontecendo. Quando a expressão era negativa, os bichinhos começavam a olhar mais para a tela, onde ficava a única saída. “Era a única saída possível. Então, olhar para a tela e depois para o ventilador sugere que os gatos estavam preocupados e queriam encontrar uma maneira de fugir”, conclui a pesquisa.

É por isso que você precisa prestar mais atenção às suas reações. Se você sente medo ou raiva, seu gato pode perceber. E copiar os mesmos sentimentos.

 

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*Fonte: superinteressante

Cães são mais inteligentes que gatos? A ciência tem um veredito

Um dos principais motivos de divergência entre as pessoas que preferem cachorros e os adeptos de gatos pode ter chegado ao fim. Cientistas da Universidade de Kyoto, no Japão, descobriram que na discussão de qual dos dois pets é mais inteligente não há vencedores – ambos são igualmente espertos.

Pode até ser que gatos não busquem bolinhas como os cachorros, que não deitem e rolem sob comandos humanos, mas isso não quer dizer que sejam menos inteligentes. Só que, até então, os felinos estavam em desvantagem nessa disputa, porque era sabido pelos cientistas que cães conseguem lembrar de eventos específicos não recentes, uma habilidade conhecida como memória episódica.

Nós, humanos, também temos esse tipo de memória “introspectiva”. Tentamos conscientemente reconstituir fatos passados, memórias únicas e individuais. Por exemplo, quem estava vivo em 2001 lembra que no dia 11 de setembro aviões atingiram as Torres Gêmeas em Nova York. Mas, pela memória episódica, você lembra que viu a notícia enquanto comia sopa de feijão ou que naquele mesmo dia você levou um pé na bunda. Ou seja, o dia 11 de setembro de 2001 pode não significar nada para o seu cãozinho, mas ele é capaz de lembrar que naquele dia você deu um ossinho especial para ele ou que o levou passear em um parque diferente – sem relacionar os acontecimentos à data, claro.

A novidade é que a memória não é mais um fator para justificar a supremacia canina. Ao realizar testes com 49 gatos domésticos para entender como o cérebro deles funciona, cientistas japoneses comprovaram que os felinos também têm memória episódica. Em um dos testes, os animais conseguiram perceber depois de um intervalo de 15 minutos em quais das tigelas eles já haviam comido e em quais delas eles não haviam tocado.

Os pesquisadores ainda sugerem que os gatos são capazes de manter essas lembranças por muito mais tempo que o intervalo a que foram submetidos no experimento e que isso significa que os felinos têm sim algum tipo de consciência. O mesmo time de cientistas japoneses já havia realizado testes semelhantes com cachorros.

Outra trégua científica nessa rixa animal (que os donos de gatos já sabiam) é que eles respondem a expressões faciais, emoções e gestos humanos tão bem quanto cães. Em entrevista à BBC, a psicóloga Saho Takagi, da Universidade de Kyoto, afirmou que os resultados dessa pesquisa podem ter várias aplicações práticas. “Gatos podem ser tão inteligentes quanto os cachorros e entender mais profundamente os felinos nos ajuda a estabelecer uma melhor relação com eles”.

A pesquisa foi publicada no periódico Behavioural Processes.

 

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*Fonte: superinteressante

 

Uma lenda budista sobre gatos

Para o budismo, os gatos representam a espiritualidade. São seres iluminados que transmitem calma e harmonia e, por isso, costuma-se dizer que quem não se relaciona bem com seu inconsciente nunca chega a se conectar por completo com um gato, nem tampouco entenderá seus mistérios.

A verdade é que ninguém se surpreende ao saber que a figura desses animais está unida ao budismo. Tanto é assim que na Tailândia existe uma lenda sagrada que transcendeu o tempo para converter os gatos em seres únicos de paz e íntima união, havendo vários em muitos templos dos países asiáticos. É por isso que é tão comum ver tantos gatos dormindo e enrolados nos braços das múltiplas estátuas sagradas de Buda e outros temas que enfeitam os jardins dos santuários.

Os gatos veem muito além de nossos sentidos. Entre suas horas de sonecas e seus momentos de brincadeiras e exploração, olham nossas almas com seu olfato refinado. Aliviam tristezas e nos preenchem com seus nobres e reluzentes olhares.

Frequentemente costuma-se dizer que ter um cachorro é ter o companheiro mais fiel que pode existir. Isso é totalmente certo. Mesmo assim, quem conhece o caráter de um gato sente que a conexão é mais íntima e profunda, e por isso diversos monges budistas como o mestre Hsing Yun falam do poder curativo desse animal. Convidamos você a descobrir-lo conosco.
Uma lenda budista sobre os gatos originária da Tailândia

Em primeiro lugar temos que saber algo muito importante. O budismo não está organizado em uma hierarquia vertical, como já sabemos. A autoridade religiosa descansa sobre os textos sagrados, mas, por sua vez, existe uma grande flexibilidade em seus próprios enfoques. A lenda que vamos mostrar tem suas raízes em uma escola específica: a do budismo theravada, ou o budismo da linhagem dos antigos.

Foi na Tailândia e dentro desse contexto que foi escrito “O livro dos poemas do gato”, ou o Tamra Maew, conservado hoje em dia na biblioteca Nacional de Bangkok como um autêntico tesouro que deve ser preservado. Em seus antigos papiros se pode ler uma encantadora história que conta que quando uma pessoa havia alcançado os níveis mais altos de espiritualidade e falecia, sua alma se unia placidamente ao corpo de um gato.

A vida poderia ser então muito curta, ou o quanto a longevidade felina permitisse, mas quando chegava o fim essa alma sabia que subiria para um plano iluminado. O povo tailandês daquela época, conhecendo essa crença, mantinha também outra curiosa prática…

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Fonte: revistapazes

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Arranhões de gatos podem ser fatais

Um estudo abrangente conduzido por cientistas dos Centros para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) revelou que os gatos são portadores de doenças que são mais perigosas para os humanos do que se pensava anteriormente, de acordo com o jornal britânico ‘Metro’.

A chamada doença da arranhadura do gato (CSD, na sua sigle em inglês) pode causar inflamação e febre, e em alguns casos até mesmo a morte. Especificamente, os especialistas observaram que os pequenos gatos são portadores da bactéria Bartonella henselae mais frequentemente do que exemplares adultos.

O alcance e impacto da doença é um pouco maior do que pensávamos”, admite a epidemióloga Christina Nelson.

Para evitar doenças causadas por arranhões de gatos é recomendado manter os elevados níveis de higiene. Neste sentido, os especialistas aconselham que as pessoas que possuam gatos devem lavar o rosto e as mãos logo após tocarem em seus animas. O problema também pode ser resolvido por desinfecção das áreas afetadas da pele.

A maioria dos casos de transmissão de enfermidades intestinais, cutâneas e parasitas de gatos para humanos ocorrem em países tropicais. [Metro]

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*Fonte/Texto: climatologiageografica

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Por que gatos têm mania de se enfiar em caixas apertadas?

Se colocarmos uma caixa de papelão em um ambiente com gatos, em poucos minutos todos os gatos estarão dentro dela, espremidos, como se fossem hipnotizados a entrarem. Na internet há o famoso meme “if it fits I sits” registrando o fenômeno. Em muitos casos as caixas são muito pequenas e os gatos ficam desconfortáveis, mas ainda assim ficam ali por horas. Por que isso ocorre? Qual a magia envolvida?

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Daniel Loureiro

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Porque se esconder, ficar em locais altos e buscar um lugar seguro para ficar à espreita e vigiar a presa é um comportamento natural dos felinos, que são caçadores. As caixas não fazem mágica, só estimulam um hábito natural da espécie. Dentro dela, os bichanos se sentem protegidos e preparados para vigiar e, se for o caso, atacar.

“Por mais que os gatos tenham sido domesticados, esse processo é muito mais recente e ocorreu de forma diferente dos cães”, explica Carolina Rocha, médica veterinária e especialista em comportamento animal. Ou seja, as atitudes típicas de caça ainda são muito frequentes nos bichanos.

Alguns comportamentos naturais devem inclusive ser estimulados nos gatos domésticos. “Caixas de papelão, lugares altos e esconderijos são ótimos materiais para enriquecimento ambiental dos gatos, já que possibilitam o aparecimento dos comportamentso naturais da espécie e estimulam o animal física e cognitivamente”, diz Carolina. Além disso, os espaços podem até ser desconfortáveis e apertados para nós, mas não quer dizer que seja assim para o gato também. Ficar em uma caixa de papelão apertada pode ser até prazeroso para o animal.

*Fonte/Texto: SuperInteressante

 

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Um simples remédio natural vai livrar seu cão/gato das pulgas e carrapatos

As pulgas são verdadeiras vilãs para os bichinhos de estimação.

Além da coceira excessiva e pele irritada, essa praga pode causar problemas ainda mais graves, como verme, anemia, estresse e transmissão de vírus.

A saliva das pulgas provoca uma forte reação alérgica.

As consequências disso são queda dos pelos, feridas e mau cheiro.

Apesar de haver xampus, sabonetes, coleira, bisnagas e muitos outros produtos para acabar com as pulgas, há quem ainda prefira produtos naturais.

E tem razão quem prefere assim.

Os produtos industriais contém muitas substâncias tóxicas, quase todas nocivas à saúde do seu bichinho.

Infelizmente poucas são as receitas caseiras que realmente acabam com pulgas e carrapatos.

A que vamos ensinar, porém, já teve a eficácia comprovada por muitas pessoas.

Trata-se de um borrifador de cravo-da-índia, totalmente natural e seguro para seu nanimal de estimação (cães e gatos).

 

*Anote:

INGREDIENTES

1 litro de álcool de cereais (vende-se em lojas de essências/material para perfume)

3 pedras de cânfora (você encontra em farmácias; existem dois formatos: um quadradinho tipo pastilha – este você coloca 3 pedras; e há as pedrinhas menores, no formato de comprimidos – este você coloca umas 5).

1 pacote de cravo-da-índia

1 copo de vinagre branco

MODO DE PREPARO

Mistures todos os ingredientes até as pedras de cânfora dissolverem.

Coloque a mistura num borrifador e aplique ao longo do corpo do animal – cuidado com os olhos e o focinho dele.

Faça um teste antes: aplique um pouco do borrifador no seu cão/gato e e veja se ocorre alguma reação alérgica.

É importante também usar o borrifador natural nos objetos do animal (não nos que ele põe na boca) e nos cantos da casa.

Este é um blog de notícias sobre tratamentos caseiros (blog Cura Pela Natureza). Ele não substitui um especialista. Consulte sempre o veterinário do seu cão/gato.

 

*Fonte/texto: Curapelanatureza

 

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Gatos de roupas

Confiram alguns trabalhos da série Cats in Clothes, da artista Heatter Matton.

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