Documentário sobre a guitarra Flying V trará músicos do Metallica, Scorpions e mais

A série ‘Inside Metal’ anunciou a produção de um novo documentário sobre a guitarra Flying V. O modelo foi criado pela Gibson em 1958 com uma proposta “futurística”, junto de outros desenhos, como a Explorer e a Modern.

O documentário será intitulado apenas ‘Flying V’ e tem lançamento marcado para o dia 11 de setembro no exterior. A direção é assinada por Peter Hansen, que co-produz o trabalho junto de Michael Denner, ex-guitarrista do Mercyful Fate.

Relatos de diversos guitarristas são compilados para o filme, que terá 67 minutos de duração. Entre os músicos que toparam falar, estão James Hetfield (Metallica), Dave Mustaine (Megadeth), Kerry King (Slayer), Michael Schenker (UFO, Scorpions, MSG), Michael Denner e Hank Shermann (ambos Mercyful Fate), Wolf Hoffmann (Accept), K.K. Downing (Judas Priest), Matthias Jabs (Scorpions), Richie Faulkner (Judas Priest), entre outros.

*Por Igor Miranda

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*Fonte: guitarload

Gibson oferece recompensa para quem encontrar documentos antigos

A Gibson está à procura de alguns livros que desapareceram de seus arquivos há anos e, inclusive, está oferecendo uma bela recompensa para quem entregar os materiais de volta para eles.

Segundo a empresa, os livros são muito importantes não só para a história da própria Gibson, como também da música, e têm informações como números de série e remessas de violões e guitarras que estão entre os mais importantes produzidos por eles.

Além desses livros, eles procuram também por alguns documentos e qualquer outro material que seja valioso e importante para contar a história da empresa fundada há 126 anos.

Acredita-se que parte desses objetos tenham sido deixados para trás há 30 anos quando a sede da Gibson mudou de cidade.

Gibson

O membro do Comitê Histórico da Gibson, Cesar Gueikian, deu uma declaração sobre o assunto (via Noisecreep):

Será interessante ver em que parte do mundo eles aparecem, já que a última vez que foram vistos foi em Michigan. Embora sejam livros velhos e empoeirados para qualquer outra pessoa, esses livros fazem parte de nossa história, DNA e nosso passado icônico.

Ele disse também que está empolgado em encontrar os materiais que contêm informações importantes sobre a era de ouro da empresa, datada de 1957 a 1960, quando foram lançadas as guitarras Les Paul.

O guitarrista Joe Bonamassa também se manifestou sobre a caça aos livros e afirmou que encontrá-los significaria descobrir um ponto crucial na contribuição americana não apenas para a fabricação de guitarras, mas para o próprio rock n’ roll.

Os instrumentos produzidos pela Gibson nessa época já foram usados por nomes como Jimmy Page, Keith Richards, George Harrison, Paul McCartney, Eric Clapton, Jeff Beck, Joe Perry, Slash, Rick Nielsen, Joe Walsh, Kirk Hammett, Mike McCready e o próprio Joe Bonamassa.

A Gibson está oferendo U$59 mil, pouco mais de R$300 mil, pelos livros, e ainda outros valores, que eles mesmos irão julgar qual, por qualquer outro documento.

Se você tem qualquer informação sobre esses materiais (vai saber), basta entrar em contato com eles pelos e-mails 59ledger@gibson.com e ledger@gibson.com. O texto deve conter uma descrição do objeto, além de fotografias e vídeos anexos, e claro, informações de contato. A empresa promete responder a todos em até 15 dias.

*Por Felipe Tellis

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*Fonte: tenhomaisdiscosqueamigos

Gibson destrói centenas de guitarras “Firebird X”

Anunciado em 2010, o Firebird X foi um dos erros notórios durante o reinado de Henry Juszkiewicz em Gibson, com sua combinação bizarra de captadores estranhos, interruptores de alavanca desajeitados e sintonizadores de robô.

Um estranho vídeo apareceu agora nos documentos de centenas dessas guitarras sendo destruídas, supostamente pela própria Gibson. O clipe abre com uma falange de Firebird Xs alinhada no que parece ser um canteiro de obras antes de ser pisoteada por um veículo pesado.

O vídeo foi tirado por um ex-funcionário da Gibson chamado BJ Wilkes, que revelou detalhes sobre o clipe em uma entrevista ao YouTuber The Guitologist. Wilkes explicou que a filmagem foi filmada durante a era “pós-Henry”, quando os novos investidores de Gibson “estavam tentando limpar a bagunça antes do final do ano fiscal. […] Gibson literalmente não podia vender essas guitarras e elas estavam nos livros. ”

Embora não esteja claro se há algo verdadeiramente nefasto sobre o massacre, Gibson respondeu com uma declaração: “O vídeo de destruição do Firebird X que surgiu meses atrás foi um lote isolado de modelos Firebird X construídos em 2009-2011 que eram irrecuperáveis ​​e danificados com componentes não seguros. Este grupo isolado de modelos Firebird X não pôde ser doado para nenhum propósito e foi destruído de acordo. ”

Wilkes, que trabalhou por seis anos em manutenção e instalações no local de Gibson em Memphis, ecoou a declaração de Gibson. Ele disse que por causa das muitas cavidades do corpo no Firebird X, a madeira dessas guitarras não poderia ser reaproveitada. “[The Firebird X] foi uma guitarra horrível, com muita tecnologia baseada no Windows 98 ou algo assim”, disse ele.

O ex-funcionário também mencionou que isso está longe de ser a primeira vez que a Gibson destruiu suas próprias guitarras. Na entrevista, ele relembrou sua experiência na fábrica de Memphis. “Eu os vi pegando diariamente 10, 20 guitarras ES que estavam pintadas e prontas para serem usadas, e simplesmente as cortei porque havia um pequeno defeito pequenino”, disse ele.

Ele alegou que as guitarras não foram reaproveitadas em instrumentos relic’d ou doadas para caridade porque “sob Henry, ninguém podia fazer isso pelo medo de perder o emprego – que está firmemente enraizado na empresa agora”.

No entanto, isso está mudando com o novo CEO James ‘JC’ Curleigh. A Gibson anunciou recentemente o relançamento da Gibson Foundation, que fornece “milhares de guitarras e doações para escolas e instituições de caridade que ultrapassam US $ 30 milhões”.

A empresa continuou: “Como ponto de partida, a Gibson se comprometeu a dar uma guitarra por um dia nos próximos 1.000 dias. 100 por cento das doações para a Fundação Gibson vão diretamente para dar o dom da música, reafirmando o compromisso de Gibson em retribuir, ajudando programas de educação musical pouco servidos, fortalecendo a cultura musical e encorajando a criação de música ”.

Confira os destroços do Firebird X acima, e assista a entrevista (a partir das 4:00) com BJ Wilkes aqui:

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*Fonte: guitar

 

 

>> MAS TEMOS ESSE VÍDEO EXPLICATIVO AQUI TAMBÉM:

>>> TESTE COM A FIREBIRD X

Marca de guitarras preferida de lendas do rock, Gibson luta contra a falência

Empresa tem menos de seis meses para quitar dívida de US$ 375 milhões

Uma das marcas de guitarras mais tradicionais do mundo, a Gibson pode ser forçada a fechar as portas por problemas financeiros, à medida que a indústria luta para lidar com o crescente desinteresse pelo rock.

Fabricante favorita de lendas como B.B. King, Slash, Santana e Bob Marley, a Gibson está lutando com prazos de pagamentos de dívidas e a recente saída de seu diretor financeiro após menos de um ano no cargo.

De acordo com um relatório recente publicado no jornal “Nashville Post”, a Gibson Guitars precisa quitar um reembolso de dívida no valor de US$ 375 milhões em até seis meses. Além do valor, ainda há empréstimos bancários que totalizam US$ 145 milhões a serem pagos caso a dívida principal não seja paga até o dia 23 de julho.

Bill Lawrence, diretor financeiro da empresa, pediu demissão após cerca de seis meses na função e, segundo o jornal, a perspectiva de um novo refinanciamento da dívida é, no momento, improvável.

Na semana passada, a Gibson divulgou um comunicado em que garantia ter cumprido todas as obrigações e que estava no processo de conseguir uma nova linha de crédito para substituir a atual dívida. A empresa estaria trabalhando em parceria com o banco de investimentos Jefferies.

Atual presidente da Gibson, Henry Juszkiewicz afirmou no comunicado que a empresa está “agilizando seu foco e tentando se concentrar em segmentos de produtos que são lucrativos, enquanto se afastam daqueles que têm pouca perspectiva futura”.

Fábricas de guitarras, especialmente as elétricas, vêm passando por um período difícil nos últimos anos, atingidas por uma diminuição dramática na procura de tais instrumentos. A Fender, grande concorrente da Gibson, precisou desistir de vender suas ações no mercado de valores em 2012. Para os investidores, a empresa era superestimada.

No Brasil, de acordo com dados da Associação Nacional da Indústria da Música (Anafima), publicados pela “CBN”, houve uma queda de 78% na comparação entre os números de importações de 2012 com os de 2017.

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*Fonte: oglobo

Peter Frampton – Gibson Les Paul signature

Gibson Custom Shop recriou a guitarra que Peter Frampton tocava em seu álbum ao vivo multiplatinado de 1976. Com suas características distintas, incluem uma parte traseira de mogno com câmaras de alívio de peso, braço com um perfil fino personalizado Peter Frampton e três humbuckers Gibson: ’57 Classic (braço), ’57 Classic Plus (meio) e 500T (ponte). O seletor de captadores de 3 vias é conectado para que o meio apanhador esteja sempre ligado (com seu próprio volume e tom) e pode ser combinado com os captadores frontais ou traseiros. As características personalizadas de Les Paul de nível superior incluem o acabamento em ébano, o fingerboard Richlite de 22 fretes com incrustações de blocos de pérolas, a ligação de uma única camada branca em cima e para trás, sintonizadores bean e hardware dorado. Inclui o case também.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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A Gibson apresentará um novo modelo de corpo de guitarra?

Segundo o site da Guitar Player americana, a Gibson talvez tenha um novo modelo de guitarra para breve.
Confiora o texto abaixo.
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Gibson mostrou uma guitarra nova no Consumer Electronics Show (CES) em Las Vegas na semana passada, e as poucas fotos dele que estão circulando estão gerando bastante buzz.

O novo modelo aparentemente foi revelado pela primeira vez neste post de 5 de janeiro do usuário do Twitter Francisco Rivera.

A foto mostra um corpo que lembra uma versão mais refinada do Gibson M-III, com chifres gêmeos mas com uma aparência comparativamente sedada e uma corda de parada em vez de um Floyd Rose. O fretboard de pau-rosa e blocos inlays no fretboard de bordo, inlays cabeça de flecha encontrados no M-III.

 


Os controles são provávelmente de um único volume e tom , mais um seletor de captadores. A foto mostra um modelo de acabamento dourado em primeiro plano e atrás, o que parece serem modelos, em preto e outro com acabamento “flame”.
Espero que saibamos mais sobre isso, após a NAMM 2017.

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*Fonte: guitarplayer

unidentified-gibson