Glenn Hughes, meu mestre está de aniversário hoje!

Já estava me esquecendo e quase deixando passar de fazer esse post. PUTZ!!!

Hoje é o aniversário de nada mais, nada menos, do que o de Glenn Hughes (64 anos). Ele simplesmente é uma de minhas maiores influências no baixo, curto muito a sua fase no Deep Purple e aquela sua levada de baixo pesada, mas cheia de groove ao mesmo tempo… nossa! Seu timbre de baixo no álbum “Made in Europe”… bãisch.

Tudo bem, ainda dá tempo!

Aqui vai o meu salve todo especial prá ti Glenn Hughes. Meus parabéns meu velho mestre!
Boas energias. Keep on rock.

Glenn Hughes

Uma sensação muito boa toma conta da gente quando consegue ver de perto, de perto mesmo, um de seus ídolos em ação. Foi o que aconteceu ontem no Bar Opinião, em Porto Alegre, quando pude assistir ao show do britânico Glenn Hughes (ex-Deep Purple). Tudo bem, o cara hoje em dia não tem lá uma grande carreira musical em termos de faturar milhões, não está está no topo da cadeia alimentar artística da mídia e nem muito menos de fazer shows em estádios para milhares de pessoas, mas em termos de personalidade, carisma e habilidades vocais/musicais, o cara é simplesmente phoda!
Jamais me esqueci do dia em que o meu chapa Tuta me apresentou aquela banda chamada Deep Purple, justamente um álbum ao vivo do período em que o Glenn Hughes era da formação da banda. Aliás, uma formação não tida como a melhor deles por grande parte do fans, opinião da qual eu sou veementemente contrário. A fase do David Coverdale e do Glenn Hughes no Deep Purple é a melhor para mim! Os melhores e mais paudurísticos álbuns da banda são desta fase (Burn, Stormbringer e Come Taste the Band). Tenho dito. Voltando ao dia em que conheci o Deep Purple, tava lá aquele som de baixo com um ronco poderosíssimo, tinha pegada, tinha groove (blues/soul) e ainda soava também pesado ou flutuava em outros momentos. Um puta som! E quem pilotava as quatro cordas? Sim, ele, Glenn Hughes. Feito, desde ali me tornei seu fan e da banda. Entende agora o porque de ir assistir a um show dele e achar tudo maravilhoso, mesmo em pleno 2015, quando o rock já nem é mais um estilo tão importante assim no contexto musical deste período (uma pena)!???
Sobre ontem… um power trio, formação clássica e básica para se detonar o bom e velho rock, contando com o luxuoso auxílio de Doug Aldrich (ex-Dio e Whitesnake) na guitarra e Pontus Engborg, na bateria. Um show prá lá de eficiente, com muitas nuances e climas ora intensos e outros mais amenos, com várias vocalizes e também solos dos músicos. No repertório algumas músicas do tempo de Deep Purple (era óbvio que teríamos isso), canções de sua carreira solo e também de outras bandas em que teve participação como Black Country Communion e California Breed.
O interessante era a sua desenvoltura no palco com tamanha habilidade no baixo e vocais, ainda mais se levarmos em conta a sua idade (62 anos), muito falante entre as músicas e passou a impressão de estar realmente muito emocionado com tamanha recepção eufórica do público. Um show prá mim inesquecível.
Keep on rock, baby!

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California Breed

Glenn Hughes anunciou a sua nova banda – California Breed, que conta com ele mesmo no baixo e vocais, novamente a parceria com Jason Bonham na bateria (sim, o filho do homem!) e agora com o novato mas não menos experiente, Andrew Watt, na guitarra e vocais.

Confira abaixo maiores informações, no site da banda.

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Glenn Hughes em POA

O Glenn Hughes é um dos baixistas dos quais eu mais curto, ali daquela loucuragem do rock anos 70. Aliás, curto mais ele tocando baixo do que cantando, por vezes acho seu vocal muito cheio de firulagem, com gritinhos e agudos desnecessários, até porque ele é na real um baita vocalista e sua música tem uma vibe meio soul que me agrada bastante – quando canta normal, sem esses arroubos do metaaaaaalll. Como baixista já disse, é um puta músico! Tem carisma e a manha das 4 cordas, um groove incrível e por isso mesmo é uma de minhas influências na pilotagem do bass. Pode até parecer um sacrilégio para alguns puristas do rock de plantão, mas tenho orgulho de dizer que devo ser uma das poucas pessoas que prefere o Deep Purple com a formação da fase Coverdale & Hughes (“Burn” – o melhor álbum do Purple, “Stormbringer” e “Come Taste the Band”). Baita time! Show de bola.  Mas a grande notícia é que em breve “esta lenda” vai desembarcar em Porto Alegre para arrebentar com puta um show no Beco – Av. Independência, 936. A função é dia 12 de dezembro (domingo) – 22h. Ingressos: 1º lote R$60 / 2º lote R$70 / 3º lote R$80