Screaming Trees

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Valeu Chris!

Hoje pela manhã me levanto e em seguida vou me arrumando rapidamente enquanto ainda tomo meu café, claro, tudo por causa de ficar aqueles incríveis minutinhos a mais na cama (daí essa correria toda), mas lá pelas tantas a BOMBA! Uma mensagem do meu chapa Zakka Kern – “Chris Cornell encontrado morto”.

Putz!

A casa caiu. Meu amigo não é de brincar com esse tipo de coisa e senti que era sério. Sou fan do Soundgarden há muitos anos, desde o tempo daqueles loucos 90’s e o efeito rock da MTV Brasil na minha geração. É uma de minhas bandas preferidas de todos os tempos, em termos de grungeria é a minha “preferida” disparado. Quando todo mundo era Nirvana, eu era Soundgarden. Essa notícia foi uma balde de água fria na cara e me deixou triste já no começo do dia. PQP!

Fui caminhando e pensando na banda, nas músicas e tal. Ligo o computer e lá está em vários sites o fato do falecimento do Chris Cornell. Puêrra man, como assim!? O cara tava ainda em forma, uma grande voz (uma das mais marcantes de todos os tempos do rock – tá no time dos grandes!), o Soundgarden novamente na estrada, tinha sua carreira solo, esses tempos excursionou com o Temple of The Dog (maravilha), tinham até um boato da volta do Audioslave

Um choque. Assim como toda morte que nos pega de surpresa, de alguém que conhecemos o é. Dizem agora que foi suicídio. Uma pena. Algumas emoções da vida são mesmo ruins e fortes quando nos pegam de jeito.
Mas dava para ter superado, cara!

Seja como for só tenho a lhe agradecer por suas músicas e as bandas incríveis. Sou muito grato mesmo, de coração. Sim, já chorei escutando várias de suas músicas hoje o dia todo. Sua perda é muito phoda, porque o mundo perdeu “mais um” dequeles de grande talento. Cara, esse sociedade corrompida, suas regras fudidas que só servem à favor de uma pequena minoria, as pessoas escrotas, a mesquinharia, mentiras, trapaças e a eterna briga por grana e pelo poder…. é muita merda. Suspeito que tu resolveu partir enquanto ainda dá tempo… Agora ao menos deve estar junto de Kurt Cobain e Laney Stanley. Bem, preferia você ainda por aqui. Mas ok, só nos resta agora que temos de aceitar os fatos.

*Se vocês soubessem quantas vezes eu escutei na minha vida aquele álbum do Temple of The Dogs… (que anos depois, usei para pagar minha dívida num bar de um amigo que hoje é DJ…putz). E a satisfação que foi conseguir escutar inteiro a primeira vez álbum “Badmotorfinger” (esse LP tenho até hoje – e bar nenhum vai levá-lo de minhas mãos). A fita k7 do “Ultramega OK” que ganhei – coisa da mãe do “Kevin” mandou junto com mais outras tralhas para o filho pelo correio, lá de Seattle para o Brasil – aqui para minha cidade.Foi quando ele, o Kevin, esteve de passagem por quase dois anos, num daqueles intercâmbios estudantis. Pensa bem. Um americano de Seattle perdido justo em VAires!? E virou um grande amigo meu ainda. eo grunge acontecendo lá e ele aqui…rsrsrssr. Mas pena mesmo é que sempre acreditei de que um dia ainda assistira um show ao vivo da banda em POA.

Descanse em PAZ Chris. Valeu!

Alice in Chains: a história não revelada (biografia / David de Sola)

O Alice in Chains esteve entre as vozes mais altas de Seattle. Foram pioneiros icônicos que mesclaram o grunge ao metal de maneiras que continuam a influenciar os artistas contemporâneos, e sua história envolve trabalho duro, autodestruição, um renascimento das cinzas e o prosseguimento de um legado duradouro.

Quatro anos depois de seus integrantes se reunirem pela primeira vez num depósito sob a Ballard Bridge, em Seattle, o Alice in Chains se tornou o primeiro dos quatro gigantes do grunge – antecedendo o Nirvana, o Pearl Jam e o Soundgarden – a conseguir um disco de ouro e alcançar reconhecimento nacional. Com o carismático Layne Staley ao microfone, se tornaram uma das mais influentes e bem-sucedidas bandas provindas da cena musical de Seattle. Porém, à medida que a banda crescia, cresciam também seus problemas.

O renomado jornalista David de Sola se aventura sob os segredos, as fofocas e os rumores em torno da banda para contar sua história completa pela primeira vez. Baseando-se numa vasta gama de entrevistas com pessoas com conhecimento direto sobre a banda, muitas das quais falaram em público pela primeira vez, o autor explora como as drogas quase destruíram a banda e levaram as vidas de Staley e do baixista original, Mike Starr, e relata a ressurreição da banda com o novo vocalista, William DuVall.

Dos esforços anônimos até o topo das paradas com hits como “Would?”, “Man in the Box” e “Rooster”, Alice in Chains: a história não revelada mostra os membros da banda não como caricaturas de rock stars, mas como seres humanos brilhantes, imperfeitos e dotados de nuances, cujos anos de trabalho duro levaram ao sucesso que pareceu chegar da noite para o dia e mudou a cultura musical para sempre.

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*Fonte: edicoesideal

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Integrantes de Pearl Jam e Soundgarden reúnem o supergrupo Temple of the Dog para turnê

Em 1991, cinco ícones do rock de Seattle, nos Estados Unidos, lançaram o único e autointitulado disco como o Temple of the Dog. Para marcar o 25º aniversário do álbum, o supergrupo com integrantes de Pearl Jam e Soundgarden vai se reunir em uma turnê de cinco datas – a primeira deles em todos os tempos.

Em novembro, o quinteto – que inclui o vocalista Chris Cornell, do Soundgarden, os guitarristas Mike McCready e Stone Gossard, e o baixista, Jeff Ament, do Pearl Jam, além do baterista das duas bandas, Matt Cameron – vai tocar em cinco cidades dos Estados Unidos: Filadélfia, Nova York, São Francisco, Los Angeles e Seattle.

“Queríamos fazer uma coisa que nunca conseguimos: tocar shows e ver qual a sensação de estar na banda que abandonamos 25 anos atrás”, disse Cornell em comunicado. “Isto é algo que ninguém nunca viu. Queríamos parar, reconhecer que fizemos isso e fazer uma homenagem.”

Além das apresentações, no dia 30 de setembro, a UMe vai levar às lojas um relançamento de 25 anos do disco autointitulado da banda, remixado pelo colaborador de Pearl Jam e Soundgarden, Brendan O’Brien. A reedição estará disponível em quatro versões: pacote super de luxo com quatro CDs, vinil duplo, edição com dois CDs e com apenas um CD.

A edição super de luxo e a com dois CDs incluirá cinco sobras de estúdio e sete gravações demo (incluindo duas músicas que não chegaram até as sessões do álbum, “Angel of Fire” e “Black Cat”). O pacote de luxo ainda contará com um DVD recheado de imagens de shows, videoclipes e mais.

Cornell formou o Temple of the Dog depois da morte por overdose do amigo próximo e colega de quarto, Andrew Wood, líder do Mother Love Bone. Depois do luto da morte, ele recrutou os integrantes do Mother Love Bone – Gossard e Ament –, que recrutaram McCready. Finalmente, eles fecharam a formação trazendo Cameron, do Soundgarden.

Mesmo nunca tendo saído em turnê, o Temple of the Dog fez diversos shows ao longo dos anos – primeiro em Seattle, em novembro e dezembro de 1990. Cornell também se juntou ao Pearl Jam no show beneficente de Neil Young, Bridge School, em 2014. O Temple chegou a se reunir brevemente para tocar duas músicas – “Reach Down” e “Call me a Dog” – no Benaroya Hall, em Seattle, em 2015.

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*Fonte: rollingstone

 

 

Krist Novoselic fala sobre um possível retorno do Nirvana

Todo ano o Grammy Awards é precedido por algumas festas de gala em que há o costume de reunir diferentes personalidades numa mesma apresentação.

Na edição desse ano, ocorrida durante o auge do luto após a morte de David Bowie, prestou-se uma linda homenagem ao cantor com um tributo contando com os membros restantes do Nirvana junto ao cantor Beck nos vocais. Eles tocaram a bela “The Man Who Sold The World” – imortalizada brilhantemente no último registro do Nirvana, o icônico MTV Unplugged.

A Rolling Stone não perdeu a oportunidade e foi lá bater um papo com o ex-baixista Krist Novoselic nos bastidores. Ele acabou falando um pouco sobre o inusitado encontro com Beck e até respondendo perguntas capciosas sobre um possível retorno do Nirvana.

O baixista diz que, assim como foi no MTV Unplugged, ter a oportunidade de tocar “The Man Who Sold The World” novamente foi maravilhoso – e também uma ótima chance de se encontrar com artistas que ele admirava há décadas.

“Eu nunca tinha tocado com o Beck antes, então eu tive que encontrar com ele, conhecê-lo um pouco antes,” ele diz.

“Eu sou fã dele há muito tempo – desde ‘Loser’. Quando a gente se juntou e tocou, Dave, Pat e eu simplesmente elevamos o grau, e ele é incrível. Tudo acabou se juntando e fazendo muito sentido.”

Sobre as recorrentes reuniões dos ex-membros do Nirvana nos últimos tempos (destaque para a gravação de de “Cut me some Slack”, com Paul McCartney para a trilha de Sound City), perguntaram se não já haveria um novo projeto em vista para um futuro próximo.

“É sempre divertido tocar com Dave e Pat,” ele disse:

A gente teve o “Sirvana” com Paul McCartney e depois o “Hervana” [apelido com ‘her’ (‘ela’) porque foram todas vocalistas mulheres] no Rock and Roll Hall of Fame – e foi bacana, não foi? Agora Dave, Pat e eu fizemos esse tributo a Dadid Bowie na festa do Grammy.

Krist ainda finalizou, despistando: “É sempre divertido. Essas coisas simplesmente acontecem. Vamos ver o que o futuro nos reserva. Eu não sei. Não ouvi falar nada ainda.”

Vale lembrar que um ex-parceiro de longa data do Nirvana, Butch Vig, recentemente comentou que Dave Grohl está fazendo músicas, mas não para o Foo Fighters.

*Fonte: Tenhomaisdiscosqueamigos

 

Pearl Jam – um pouco mais de infos

Estou lendo a biografia da banda Pearl Jam que ganhei de Natal, com o tempo desenvolvi o costume também de pesquisar junto entrevistas, catar imagens e vídeos do artista na web, criando assim uma linha temporal mais ampla junto a leitura. Neste caso descobri algumas coisas interessantes que ou deixar registrado aqui a quem interessar possa, tipo o primeiro Press Kit em vídeo da banda, o primeiro show ao vivo (quando já mostravam uma boa desenvoltura musical – vide o passado de alguns deles: Green River e Mother Love Bone).
Enfim, vale a pena dar uma sacada da “força” da banda já no começo de todo o processo.

Veijeim…

 

>> Press Kit da banda de 1990

 

>> A primeira demo “Momma-Son”, com: Alive / Once / Footsteps

 

>> O primeiro SHOW, quando ainda eram chamados de Mookie Blaylock
(Off Ramp Cafe, Seattle – WA  (22/10/1990)

 

>> O vídeo de ALIVE de 1990

 

 

Pearl Jam em POA – 11/11/2015

Ontem foi dia do show do Pearl Jam em Porto Alegre na casa do tricolor gaúcho, a Arena do Grêmio. Confira abaixo o setlist do primeiro show de sua tour pelo Brasil em 2015 e essa foi a terceira vez que a banda tocou em Porto Alegre. Estima-se um público de 32 mil pessoas.

Pendulum
Release
Elderly Woman Behind the Counter in a Small Town
Mind Your Manners
Animal
Do the Evolution
Interstellar Overdrive (Pink Floyd cover)
Corduroy
Lightning Bolt
Faithfull
Even Flow
I Got Id
Lukin
Not for You
Sirens
Let the Records Play
Spin the Black Circle
Rearviewmirror
Bis 1:
Last Kiss (Wayne Cochran cover)
Hard to Imagine
Wishlist
Jeremy
Glorified G
Better Man
Go
Porch
Bis 2:
Comfortably Numb (Pink Floyd cover)
Why Go
Given to Fly
Black
Alive
Fuckin’ Up (Neil Young & Crazy Horse cover)
Yellow Ledbetter

*Fonte: Whiplash

Pearl Jam – Sirens

Esses dias lendo que o Pearl Jam vem novamente para POA com um show ao vivo, me lembrei de quanto foi bom a última vez, no Zequinha Stadium. Um show inesquecível, parecia que não tinha mais fim e o som estava muito bom. Também me lembro de outras coisas boas a cerca desse show, desde os arranjos para a viagem e toda função em volta disso. Boas lembranças… Então nesse espírito de saudades, já num clima de começo de semana, segue o vídeo de Sirens, que é uma das músicas mais bonitas e tocantes do álbum Lightning Bolt e tem uma bela letra.

Um pouco do rock de Seattle com o AiC

Ontem o blog não funcionou, nenhuma postagem sequer e sabem porque? Simplesmente porque era dia de ROCK. Dia de Alice in Chains em Porto Alegre. Precisa dizer mais? Tamanha era a minha alegria de assistir a dois de meus ídolos daquela boa safra de Seattle dos 90’s, Jerry Cantrell e o Mike Inez ( tudo bem, o Willian DuVall é sim um bom substituto para o Layne Staley e o Inez tocou baixo com a banda do Ozzy, ou seja, com o Zakk Wilde). E é dele aquele baixão foderoso de “No More Tears”, hein!

*Legal também foi encontrar vários dos amigos por lá, Tchero, Rafa e Henrique. Grande abraço galera.

Alguns retratos da função.

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Eletrobuda

Taí uma das bandas de rock na história de VenâncioAires (RS) que eu mais curti, capitaneada pelo meu chapa Henrique “Greenboy” Pochmann. Só lamento apenas é que não exista mais, mas o que importa mesmo foi o que fizeram, como e quando, justamente em uma época bem interessante, período em que ocorreu um certo “boom” criativo em termos de boas bandas na cena rock local e da região. A banda em seus shows mesclava músicas próprias com covers de bandas “grunge” como Nirvana, Alice in Chains, Stone Temple Pilots e Pearl Jam. Em apenas um ano de estrada, entre 2004 e 2005, a Eletrobuda mandou-bala em vários shows e eventos:
– Vitória no 1º Festival Gazeta Tim de Rock em Sobradinho/RS, concorrendo com mais 15 bandas.
– Organizaram um Tributo ao Nirvana no bar Opção Urbana, em Venâncio Aires/RS, onde alcançou um dos recordes de público da casa. Este para mim foi um dos shows coletivos mais legais que já assisti em Venâncio Aires.
– Gravaram dois CD’s single, que atingiram boas execuções em rádios como a Atlântida FM (Sta. Cruz do Sul) e a 105.1 FM.

Formação:
Marlon Rocha (voz e guitarra)
Maiquel “Alemão” Ebert (guitarra)
Henrique Pochmann (baixo)
Júlio Scheeren (bateria)

*Confira mais e escute a Eletrobuda no site da Trama Virtual: http://tramavirtual.uol.com.br/eletrobuda

Capa do single _ Amor Ruim (2005)
Capa do single _ Amor Ruim (2005)

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Festigarden

Só para não perder o costume por aqui, uma seleção de alguns vídeos dessa banda muito phoda que é o Soundgarden. Já que o Black Crowes resolveu dar um tempo em suas atividades, nada mais justo do que outra de minhas bandas preferidas então dar as caras “divoltz” como forma de compensação. Feito!

Volta do Soundgarden?

Já nos primeiros dias de 2010 uma boa notícia, uma de minhas banda preferidas, o SOUNDGARDEN, pode voltar a atividade depois de 12 anos fora de ação. Uma banda com um som único, sem ressalvas e de modo algum vendida. Espero que voltem do mesmo modo. Assim como o Zina, eu também imaginava que isso um dia iria acontecer. Mazáh! Que beleza!