Warren Haynes – 58 anos

Ontem foi o aniversário de um dos maiores guitarristas de rock/blues de todos os tempos (sim, isso mesmo – sem falsa modéstia), até porque estamos falando de Warren Haynes. O cara é simplemnete muito phoda. Além de ter uma puta voz, toca muito e é um ótimo compositor.
Nem é preciso dizer mais nada. Aqui nesse blog ele ruleia!

Feliz aniversário Warren Haynes!

Banjogirl Março de 2018

Sim, foi amor a primeira vista e não sei dizer ao certo o que bateu primeiro, se a sua música, as letras ou aqueles lindo olhar, quem sabe os dreads (coisa linda mulher com dread, tô prá te dizer!!!), talvez seu jeitinho de falar… Bem, não importa, acontece que num piscar de olhos ficou muito, muito fácil escolher Larissa Baq como a Banjogirl do mês de Março (2018). Só para constar, sua música não para de tocar por aqui também.

E tranquilo, vou aqui abrir o jogo, inicialmente a programação do blog tinha escalado outra bela mulher como a Banjogirl do mês, ela não era para ser a garota da vez. Mas OK, assim que surgiu no horizonte virtual aqui da base patrolou tudo e na boa velinho – ela furar essa fila foi uma coisa providencial. Caso de merecimento. Ela pode. Ela merece. Não há dúvida disso.

E de nossa parte só podemos desejar cada vez mais sucesso, paz, amor e muitas alegrias em sua vida & carreira, Larissa Baq.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Venda de guitarras despenca quase 80% em cinco anos no Brasil

Por Ricardo Gouveia

Fabricantes de guitarra sofrem com a queda nas vendas não só no Brasil. As duas mais icônicas marcas do setor, as americanas Fender e Gibson, não vão nada bem das pernas. Aqui no Brasil as vendas de todos os instrumentos têm caído ano a ano. É um mercado muito dependente da importação e sofre bastante com o valor alto do dólar. Isso porque até as marcas brasileiras montaram fábricas no exterior.

Mas entre todos os instrumentos, as guitarras são as que apresentam os piores resultados, de acordo com os dados da Anafima (Associação Nacional da Indústria da Música). Comparando os números de importações de 2012 com 2017, as importações de violões caíram 33%. Com os instrumentos de percussão e teclados, por exemplo, a queda foi de 55%. Mas entre guitarras e baixos a queda foi a maior de todas: 78%.
As causas para essa baixa popularidade são várias. Para o presidente da Anafima, Daniel Neves, é difícil prever quais vão ser os destaques no cenário da música nos próximos anos. Ele não acredita que o rock vai acabar ou que as guitarras vão se tornar obsoletas, mas ressalta que o rock vive uma fase de pouca influência sobre os jovens.

“Existe uma questão de moda. O sertanejo foi um estilo musical que pegou. O número de violões sobe, não o de guitarras. Quando a gente tinha um movimento da indústria fonográfica para o forró, o número de acordeons aumentou incrivelmente. Acho difícil dizer se a guitarra vai voltar a ser um instrumento do momento. É muito mais uma questão de quem será que vai reinventar a roda da música”, acredita Daniel.

Edgard Scandurra, da banda Ira! e um dos heróis da guitarra no Brasil concorda que o cenário musical pop atual, também no exterior, não favorece o surgimento de novos guitarristas. Ele, que cresceu admirando guitar heroes, constata que a geração atual não tem estímulos para se dedicar a aprender a tocar um instrumento:

“A música pop hoje em dia não é uma música tocada mecanicamente. Em boa parte, ela é executada no computador. E acho que há um perfil da sociedade também, porque o rock é uma música contestatória. Existe uma atitude de contestação que não vejo muito hoje em dia. Essa moçada fica no computador e no videogame, acho que a juventude anda muito preguiçosa. As pessoas não têm nem muita paciência para ler uma coisa longa, quanto mais pegar uma guitarra, sentar numa cadeirinha e ficar treinando”, alega o guitarrista.

Essa sensação do Scandurra é confirmada pelo educador Rui Fava, autor do livro “Educação 3.0”, que analisa justamente as diferenças no aprendizado entre as gerações. Ele explica que principalmente os jovens nascidos depois do ano 2000 estão cercados de tablets, celulares e videogames, que são aparelhos preparados para serem aprendidos intuitivamente, sem cursos ou muito estudo. Diferente das guitarras:

“É a geração de imediatismo. E aí entra a questão da guitarra porque ela não é touch screen. Eles não têm paciência de fazer treinamento e todo esse estudo porque eles querem coisas grandes e rápidas, mas que sejam imediatas”, explica Fava.

Marcela Silva, de 11 anos, começou a se dedicar ao instrumento aos sete, com a ajuda da Associação Para Iniciação Musical da Criança Carente. As crianças atendidas pela associação contam com instrumentos doados, já que guitarras, baterias e baixos não têm mesmo um preço muito acessível. Mas a questão não está só nos custos. A Marcela conta que, entre os amigos dela, são poucos os que desenvolveram interesse em se dedicar à música ou que gostem de rock.
Novos guitarristas com habilidades como as de Jimmy Page, Jimi Hendrix ou Eric Clapton muito provavelmente vão surgir, pelo menos enquanto tiverem a oportunidade de se dedicarem ao instrumento. O que não dá mais para saber é se esses futuros talentos vão ser ícones da música pop ou da música clássica.

………………………………………………………………
*Fonte: cbn

A maneira certa de limpar sua guitarra

Em um novo vídeo, Tyler Larson fala sobre um assunto que é de utilidade pública: como limpar sua guitarra. Na gravação, o guitarrista ensina o passo a passo para manter o instrumento limpo e bem conservado.

Tyler chama atenção para a importância de manter a guitarra limpa. Segundo ele, não é uma questão somente de se sentir melhor com o instrumento, mas de manter os cuidados sempre em dia.

Outra vantagem de deixar a guitarra sempre limpa, de acordo com Tyler, é que o músico fica sempre com a impressão de que tem um instrumento novo. Portanto, aquela vontade de comprar uma guitarra nova fica um pouco mais contida.

Confira o vídeo:

………………………………………….
*Fonte: guitarload

 

Cordas: Guitarrista compara D’Addario, Ernie Ball e Elixir

O guitarrista Tyler Larson gravou mais um vídeo. Dessa vez, ele traz uma discussão bastante relevante para os instrumentistas: qual marca de cordas para guitarra é a melhor?

É claro que Larson não fala de todas as marcas. O guitarrista escolheu três das mais utilizadas: D’Addario, Ernie Ball e Elixir. Para ser mais específico, ele compara três modelos específicos de corda, um de cada marca.

Larson selecionou a D’Addario NYXL, a Ernie Ball Paradigm e Elixir Optiweb. No vídeo, o guitarrista explica que, geralmente, usa um desses três modelos.

Na gravação, o músico faz questão de frisar que a análise dele não é baseada nos materiais das cordas, mas em como ele se sente ao utilizá-las.

Confira o vídeo e veja se concorda com a opinião de Tyler Larson:

……………………………………..
*Fonte: guitarload

Fender anuncia Telecaster com assinatura de astro do country

A Fender anunciou o lançamento de uma nova guitarra, a Brad Paisley Road Worn Telecaster. O instrumento é uma parceria entre a marca e o grande guitarrista de country, Brad Paisley.

A parceria entre Fender e Paisley só será oficialmente anunciada durante a NAMM 2017, que acontece em Nashville, durante o verão do hemisfério norte. Mas o público pode se animar em relação a uma coisa: ao que tudo indica, o preço do instrumento não vai ser dos mais caros.

“Eu me esforcei para criar uma guitarra que seja acessível para a maioria dos jovens, que eu espero inspirar a mudar o mundo com sonhos musicais”, disse Paisley. O guitarrista também ressaltou algumas características do instrumento. “A melhor coisa de ter uma Fender Signature Telecaster é possuir uma guitarra de excelente qualidade com o respaldo do legado da marca”.

 

………………………………………………………..
*Fonte: guitarload

 

Boss anuncia box de pedais em comemoração ao 40º aniversário

A Boss está perto de comemorar aniversário e para celebrar a data anunciou o lançamento de um box com três dos pedais mais famosos da marca. O Compact Pedal 40th Anniversary Box Set, conta com o OD-1 Overdrive, o PH-1 Phaser e o SP-1 Spectrum.

Tratam-se dos três pedais compactos originais da Boss, lançados originalmente em no final da década de 1970. Os equipamentos são todos fabricados no Japão e vem em um box especial, a logo do 40º aniversário da marca e uma mensagem do presidente da empresa, Yoshihiro Ikegami.

Para mais informações sobre o produto, CLIQUE AQUI.

………………………………………………………….
*Fonte: guitarload

Fender anuncia mudança na fabricação de guitarras

No início de 2017 a CITES (Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e da Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção) limitou o uso de madeira Rosewood (jacarandá). Esse é o tipo de madeira usada na maioria das guitarras.

Devido à dificuldade imposta pela CITES, a Fender resolveu mudar a madeira utilizada nas fabricação das linhas American Elite e Made in Mexico. No lugar da Rosewood, vão ser utilizadas Ébano e Pau Ferro.

A mudança é mais especificamente nos braços das guitarras. As mexicanas vão passar a usar Pau Ferro, a mesma madeira usada na Stevie Ray Vaughan Signature Strat, e as American Elite vão usar Ébano.

A Fender ressalta que as séries American Professional vão continuar sendo construídas com madeira Rosewood.

…………………………………………..
*Fonte: guitarload

Chuck Berry – R.I.P.

O músico Chuck Berry, um dos pioneiros do rock, morreu neste sábado (18) aos 90 anos no Missouri, nos Estados Unidos, informa a polícia local do condado de St. Charles. O guitarrista lendário foi encontrado em sua casa já sem sinais vitais. A causa da morte ainda não foi revelada.

“O departamento de polícia do condado de St. Charles infelizmente tem de confirmar a morte de Charles Edward Anderson Berry Senior, melhor conhecido como o lendário músico Chuck Berry”, afirma a polícia, em nota. De acordo com os oficiais, a família pede “privacidade durante esse momento de perda”.

“A polícia respondeu a um chamado médico de emergência em Buckner Road às aproximadamente 12h40 [horário local, 14h40 no horário de Brasília] de hoje”, afirmou a instituição. “Dentro da casa, socorristas observaram um homem que não respondiam e imediatamente administraram técnicas salva vidas. Infelizmente, o homem de 90 anos não pôde ser ressuscitado e foi pronunciado morto às 13h26.”
Chuck Berry (Foto: Divulgação) Chuck Berry (Foto: Divulgação)

Ídolo dos Beatles e dos Rolling Stones, Chuck Berry era conhecido por clássicos como “Johnny B. Goode”, “Sweet little sixteen” e “You never can tell”. Esta última música ganhou destaque nos anos 90 por causa de uma das cenas mais famosas de “Pulp fiction”, do diretor Quentin Tarantino. Também gravou “Maybellene” e “Roll over Beethoven” e “Memphis, Tennessee”.

Sua marca no gênero foi tão grande que certa vez John Lennon, dos Beatles, falou: “Se você tiver de dar outro nome ao rock’n’roll, poderia chamá-lo de Chuck Berry”.

Ao longo dos anos, Berry realizou algumas apresentações no Brasil. Ele participou do Free Jazz Festival, em 1993, no Rio. O guitarrista voltou em 2002 para show em Jaguariúna (SP), e em 2008, para apresentações em SP, RS e PR.

Em outubro, ao completar seus 90 anos de idade, Berry anunciou através das redes sociais seu primeiro álbum desde 1979. O álbum “Chuck” estava previsto para ser lançado em 2017 com músicas novas escritas e gravadas pelo músico.

Ele dedicou o disco à sua esposa, Themetta “Toddy” Suggs , com quem viveu durante os últimos 68 anos. “Querida, estou ficando velho! Trabalhei durante muito tempo neste disco. Agora posso pendurar as chuteiras”, disse o cantor.

Berry deixa sua mulher e seus quatro filhos, Ingrid, Aloha, Charles Jr. e Melody.

Lenda

Nascido em 18 de outubro de 1926, em Saint Louis, também no Missouri, Berry dizia emular “a clareza vocal suave de seu ídolo, Nat King Cole, enquanto tocava músicas de blues de gente como Muddy Waters”, descreve a biografia em seu site oficial. Berry foi o quarto dos seis filhos de um empreiteiro e de uma diretora de escola.

Ele aprendeu a tocar guitarra durante o ensino médio, quando passava por uma fase rebelde. Tanto que foi preso por tentativa de roubo. Depois, chegou a trabalhar em uma linha de montagem de fábrica da General Motors.

Berry passou a se dedicar exclusivamente à música nos anos 1950, quando formou um trio com um baterista, Ebby Harding, e um tecladista, Johnnie Johnson. Ele atingiu sucesso em 1955 quando conheceu a lenda do blues Muddy Waters e o produtor Leonard Chess em Chicago, e passou a misturar estilos do country e do blues do sul dos EUA com uma pegada pop, mais palatável para as rádios.

“Eu queria tocar blues”, afirmou Chuck Berry em entrevista à revista “Rolling Stone”. “Mas eu não era ‘blue’ [triste] o suficiente. Eu sempre tive comida na mesa.”

Além das músicas e da influência sobre todo um gênero, o músico também deixou sua marca na famosa “duck walk”, na qual tocava sua guitarra enquanto pulava em uma perna agachado pelo palco.

Lei

Além dos problemas na adolescência, Berry se envolveu em alguns problemas com a lei ao longo do anos. O mais grave em 1959, quando foi detido em Saint Louis acusado de transportar uma garota de 14 anos por divisas estaduais com a intenção de prostituição.
Ele foi condenado dois anos depois e passou 20 meses na prisão, uma experiência que amigos relatam que mudou profundamente sua maneira de ser.

 

…………………………………………………….
*Fonte: G1

 

 

Larry Coryell

Morreu, no domingo (19), o guitarrista de jazz Larry Coryell, considerado o “padrinho do jazz fusion”, gênero que mistura outros ritmos em suas melodias. Segundo o assessor de Corryell, Kurt Nishimura, o músico morreu de causas naturais. Ele tinha 73 anos e chegou a fazer duas apresentações às vésperas de sua morte: uma na sexta (17) e outra no sábado (18).

Nascido no Texas, EUA, em abril de 1943, Coryell cresceu em Seattle e, depois de conseguir sua primeira guitarra, se mudou para Nova York em 1964. Em sua carreira eclética, incluem parcerias com outras lendas do jazz, como Miles Davis, Gary Burton, Alphonse Mouzon e Chet Baker. Em suas composições, ele misturou jazz, música clássica e elementos do rock.

Seu álbum mais conhecido veio em 1969, Spaces, o que o tornou o principal artista do jazz fusion. Ele deixa mulher, duas filhas e dois filhos.

Principais álbuns lançados por Larry Coryell:
Bob Moses: Love Animal (1967-68)
Herbie Mann: Memphis Underground (1968, com Sonny Sharrock)
Barefoot Boy (1969)
Larry Coryell at the Village Gate (1971)
The Real Great Escape (1973)
Introducing Eleventh House (1974)
The Restful Mind (1975, com Ralph Towner, Glen Moore, Collin Walcott)
The Eleventh House – Aspects (1976)
Philip Catherine/Coryell: Twin House (1976)
Charles Mingus: Three or Four Shades of Blue (1977)
The Eleventh House at Montreux (1978)
Together (1985, com Emily Remler)
Private Concert (Live) (1999)
Tricycles (2004)
Traffic (com Lenny White e Victor Bailey, 2006)

 

………………………………………….
*Fonte: revistaquem