Recuperado após 17 anos, Documentário Inédito sobre B.B. KING – poderá ser visto de GRAÇA!

Em entrevista exclusiva ao diretor Ricardo Nauenberg, um dos maiores nomes do Blues fala sobre preconceito racial, a evolução dos direitos civis dos negros e sua trajetória na música

Filmado em 2004, em São Paulo, durante a turnê de B.B. King (1925 – 2015) pelo Brasil, o documentário inédito ‘Black White and Blues’, dirigido por Ricardo Nauenberg, será exibido pela primeira vez após 17 anos.

Com seus arquivos desaparecidos, o filme, que acaba de ser recuperado, traz um contundente depoimento de um dos maiores nomes do Blues mundial sobre preconceito racial e sobre a evolução dos direitos civis dos negros.

O filme poderá ser visto, de graça, entre os dias 1° e 4 de julho na plataforma ZYX. Depois deste período, ficará disponível por R$10. No filme, em entrevista inédita, B.B King, um dos músicos mais respeitados e influentes do Blues, criador de um estilo musical único, fala abertamente sobre racismo e sobre o preconceito que sofreu por ser negro, tema bastante atual, que ainda é muito discutido nos dias de hoje.

Ele conta também sua visão sobre as mudanças na vida dos negros norte-americanos ao longo de 60 anos, período em que percorreu os Estados Unidos em turnês difundindo o Blues.

“B.B. King foi testemunha viva da questão dos negros. E esta foi a primeira vez que ele deu um depoimento falando sobre isso, mostrando o seu olhar sobre a questão”, conta o diretor Ricardo Nauenberg.

Com 57 minutos, ‘Black White and Blues’ é conduzido pela entrevista inédita de B.B.King, cuja voz marcante é mesclada com imagens de arquivo. B.B King conta sobre sua infância na pequena cidade de Indianola, no Mississipi, nos EUA, onde não havia estúdios musicais e cujas cordas de violão eram vendidas na farmácia.

Viveu sozinho dos 9 aos 14 anos, após a morte da mãe e precisou trabalhar na lavoura de algodão para se sustentar. Comprou, com a ajuda do patrão, seu primeiro violão, que na época custava o mesmo valor que ele ganhava em um mês inteiro de trabalho.

No entanto, o mote do filme é mesmo a questão racial. B.B. King conta que antigamente havia dois bebedouros, um para os brancos e outro para os “de cor”, assim como os banheiros, e diz que já apanhou muitas vezes por ter usado o banheiro dos brancos.

Ele conta também sobre sua trajetória na música e relembra a dolorosa vez em que foi vaiado: “Se você é negro e está ligado ao blues, é como se fosse negro duas vezes”, disse ele, que respondeu ao público cantando a música “Sweet Sexteen”, que diz: “Trate-me mal, mas eu vou continuar te amando da mesma forma”.

Luta pelos Direitos Civis dos negros
Ao longo do filme, uma narração contextualiza historicamente o período e a luta dos negros norte-americanos, desde o início, nos anos 1950, passando pelo assassinato de Emmett Till, de 14 anos, em 1955, e pela marcha que reuniu 200 mil pessoas em frente ao Lincoln Memorial, em Washington, em 1963, onde Martin Luther King proferiu seu mais famoso discurso, chegando até ao assassinato do ativista, em 1968.

O Blues foi um dos grandes responsáveis pela aceitação dos negros na sociedade norte-americana, principalmente a partir dos anos 1960. “Nós descobrimos que muitas pessoas que dificilmente falavam com os negros nas ruas vinham vê-los tocar nos festivais”, ressalta B.B. King, enfatizando o Blues como um passaporte para a mudança.

B.B. King cita a entrevista como um exemplo das transformações ocorridas nos últimos anos: “Antigamente, ninguém queria me ouvir, o que eu tinha para dizer. Hoje vocês tomaram um tempo para vir até aqui e conversar comigo. E eu queria agradecer por vocês terem feito isso”, disse ele, que aprovou o filme na época e pediu que ele fosse exibido no B.B. King Museum, museu sobre sua trajetória, que estava sendo criado na época, e que existe até hoje em sua cidade natal, nos EUA.

Sobre B.B King
Riley Ben King (Itta Bena, 1925 – Las Vegas, 2015), mais conhecido como B. B. King é considerado um dos mais geniais guitarristas de todos os tempos e, segundo a revista norte-americana Rolling Stone, um dos melhores guitarristas do mundo, ao lado de Eric Clapton e Jimi Hendrix.

Com 16 prêmios Grammy, mais de 50 discos e quase 60 anos de carreira, B.B King criou um estilo único, que fez dele um dos músicos mais respeitados e influentes de Blues. O seu primeiro grande sucesso foi nos anos 1950 com “Three o’clock blues”.

Diversos outros sucessos do astro marcaram época, como “The thrill is gone”, “When love comes to town”, “Payin’ the cost to be the boss”, “How blue can you get”, “Everyday I have the blues”, “Why I sing the blues”, “You don’t know me”, “Please love me” e “You upset me baby”.

Sobre a ZYX
A plataforma ZYX traz as melhores fontes de entretenimento, além de canais temáticos de produção própria. Separado por assunto, o conteúdo pode ser acessado com um clique, de acordo com o interesse do espectador — cinema, teatro, livros, shows, etc. Os canais por assinatura oferecem uma programação exclusiva, em primeira mão.

A plataforma abriga, ainda, a ZYX Photo Art Gallery, que surgiu a partir de uma tendência mundial, trazida pela revolução digital, que impactou diversos setores, incluindo o mundo das artes. Exposições on-line ampliam as informações sobre os artistas e as obras.

Serviço: Black White and Blues
Lançamento: 1° de julho de 2021
Plataforma Digital ZYX: www.zyx.solutions
Gratuito de 1° a 4 de julho de 2021
Após: R$10

Ficha técnica:
Direção: Ricardo Nauenberg
Produção: Indústria Imaginária
Duração: 57 minutos
Ano: 2004

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*Fonte: aventurasnahistoria

Jared Dines apresenta guitarra de 20 cordas que, por incrível que pareça, funciona

O músico Jared Dines, dono de um dos canais de YouTube mais conhecidos do segmento de instrumentistas, mostrou que uma ideia que circulava apenas como meme tornou-se, enfim, real. Sim, Dines agora tem uma guitarra de 20 cordas – e que, por incrível que pareça, funciona.

Não há como negar que os guitarristas estão cada vez mais empolgados com a possibilidade de adicionar cordas mais graves em suas guitarras. Além do tradicional instrumento de seis cordas, há variações com sete, oito ou até nove cordas.

Um dia, ainda em 2017, Jared Dines brincou que iria construir, algum dia, uma guitarra de 20 cordas, que já tinha até nome: Mountain Dew, em referência a um refrigerante fabricado pela PepsiCo e vendido nos Estados Unidos. A piada, claro, viralizou nas redes sociais.

Após algum tempo, a fabricante chinesa de instrumentos 10S Custom Guitars topou o desafio e construiu a Mountain Dew, com sua incrível quantidade de cordas. Não dá nem para tocar em pé, ou como uma guitarra normal – é preciso deitá-la, como se fosse um lap steel.

Em um vídeo publicado em seu canal no YouTube, Jared Dines mostra tudo sobre a guitarra. Após realizar o clássico “unboxing”, retirando o produto da caixa, ele mostrou que o instrumento realmente funciona. Seria um sonho para todos os guitarristas de djent?

Assista abaixo e tire suas conclusões! Jared Dines e sua guitarra de 20 cordas

*Por Igor Miranda

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*Fonte: guitarload

Steve Vai lança “Knappsack”, música que ele toca com apenas a mão esquerda

Lembra de quando publicamos que Steve Vai compôs uma música com apenas uma mão? Pois bem: o guitarrista mostrou a sua criação em um novo vídeo no YouTube – e, como de costume, soa incrível.

Intitulada “Knappsack”, a faixa foi criada por Vai apenas com a mão esquerda, que percorre todo o braço da guitarra e ainda é usada para usar a alavanca. O guitarrista não economizou na duração da música, que se estende por quase 5 minutos e meio.

Nos últimos tempos, Steve Vai precisou ficar com a mão direita imobilizada devido a uma cirurgia que fez no dedão. Ele foi diagnosticado com um problema no nervo – apesar da seriedade, o procedimento médico foi bem-sucedido e o músico está se recuperando bem.

Steve Vai inventa uma nova técnica de guitarra, o “joint shifting”; confira vídeo

Assista ao vídeo em que Vai apresenta a música “Knappsack”.

Também em seu canal de YouTube, o guitarrista falou sobre o atual estado de saúde de suas mãos e deu conselhos para os músicos que o acompanham nas redes sociais. Vai deixou claro que todos precisam ter enorme atenção com suas mãos e apontou que há diferenças importantes entre problemas musculares e “estruturais”, nos nervos.

“Você precisa ter mais atenção com suas mãos enquanto músico. Há sinais que os músculos dão, que podem indicar fadiga ou excesso de trabalho com as mãos. Há também situações mais estruturais, como síndrome do túnel do carpo, que eu já tive no passado”, afirmou, em um trecho inicial da filmagem.

*Por Igor Miranda

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*Fonte: guitarload

David Gilmour – Parabéns!

Hoje completa 75 anos o sensacional guitarrista e compositor David Gilmour (Pink Floyd). Sabe aquele cara iluminado, criativão da porra e que faz uma baita diferença quando pluga sua guitarra, pois é, taí ele! Algumas das importantes linhas dessa história maluca toda do rock foram escritas por ele e seus companheiros de Pink Floyd, portanto, um salve por seu aniversário mestre.

Feliz David Gilmour!

Phoebe Bridgers é criticada por quebrar guitarra durante show na TV americana

A cantora indie Phoebe Bridgers está sendo criticada nas redes sociais por, acredite se quiser, quebrar uma guitarra. Ela destruiu um instrumento de US$ 85 (cerca de R$ 450), da fabricante Danelectro, durante apresentação no programa de TV americano “Saturday Night Live”, no último fim de semana.
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A ocasião marcou a primeira vez que Phoebe Bridgers se apresentou no tradicional programa televisivo. A artista apresentou as músicas “Kyoto” e “I Know the End”. Nos segundos finais, ela quebrou uma guitarra posicionada no palco especialmente para esse fim.

Assista ao momento a seguir. Veja o vídeo completo da música em que ela quebra a guitarra:

Internautas tiveram reações divididas. Houve quem considerasse “desnecessária” a atitude de Phoebe Bridgers. Alguns apontaram que ela poderia ter doado a guitarra. E teve quem debochasse da artista, que precisou golpear o instrumento várias vezes na caixa de retorno – e, mesmo assim, parece que ela não conseguiu destrui-lo por completo.

Em meio às críticas, a cantora se manifestou pelo Twitter, contando que a guitarra custava apenas US$ 85 e que a própria fabricante foi avisada do que seria feito. “Eu falei para a Danelectro que faria isso. Eles me desejaram sorte e disseram que eram guitarras difíceis de se quebrar”, disse ela.

A cautela da artista foi tamanha que a caixa de som que recebeu os “golpes” de guitarra era falsa. Ou seja: nenhum equipamento caro ou em pleno funcionamento foi destruído naquela ocasião.

Outros internautas saíram em defesa da cantora, que não fez nada de inédito durante a apresentação. Muitos se recordaram de ocasiões em que The Who, Jimi Hendrix e tantos outros astros da música quebraram guitarras e outros instrumentos, desde a década de 1960 até os dias de hoje.

David Crosby critica Phoebe Bridgers
Um dos nomes mais célebres a criticar Phoebe Bridgers pela quebra da guitarra foi David Crosby. O veterano da música folk americana definiu a situação como “patética”, também pelo Twitter, e explicou seu ponto de vista em seguida.

“Guitarras são feitas para serem tocadas, para fazer música, não para serem batidas estupidamente em uma caixa de som falsa para um drama de palco infantil. Não dou a mínima se já fizeram isso outros, isso ainda é estupidez”, afirmou.

Internautas voltaram a dividir suas opiniões e a própria Phoebe respondeu ao veterano, em tom de deboche: “Cadela chorona”.

Flea e Dave Grohl defendem
Outros dois pesos-pesados da música se manifestaram para defender Phoebe Bridgers. São eles: Flea, baixista do Red Hot Chili Peppers, e Dave Grohl, frontman do Foo Fighters.

Flea se posicionou diretamente pelo Twitter. Ao responder um dos vários tweets de David Crosby sobre o assunto – ele havia dito que músicos que quebram instrumentos não conseguem compor -, o baixista questionou: “Hendrix não conseguia compor?”.

Em outra postagem, o membro do Red Hot Chili Peppers declarou: “Você detona, Phoebe. Los Angeles está orgulhosa!”.

Dave Grohl, por sua vez, foi perguntado sobre o assunto em entrevista ao radialista Howard Stern. Ele respondeu: “Eu vi aquilo e ainda conversei com minha mãe sobre isso. Ela me perguntou e depois disse que adorou Phoebe, falou que ela tem uma voz bonita, realmente consegue cantar”.

*Por Igor Miranda

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*Fonte: guitarload

Luthier constrói guitarra com 5 mil grãos de café e obtém timbre peculiar

Como soaria uma guitarra feita com grãos de café? Esta é mais uma pergunta que ninguém jamais se fez, mas o luthier Burls Art, que já fez uma versão do instrumento com vários quilos de sal do Himalaia, voltou a encontrar uma resposta.

Desta vez, o canal de YouTube do luthier apresentou uma guitarra construída com 5 mil grãos de café. Desta vez, além do corpo, o Burls Art também usou os grãos para fazer o braço e as escalas.

O processo de construção do corpo foi relativamente similar ao da guitarra de sal do Himalaia: os grãos de café foram colocados em uma forma, para compor uma peça única. Essa peça foi serrada ao meio, colada e selada com resina epóxi, transformando-se em uma Explorer.

A dinâmica para construção do braço e do fingerboard é similar. Só a captação e os outros itens eletrônicos, evidentemente, não são feitos de grãos de café – exigir o contrário seria pedir demais, né?

Curiosamente, o acabamento foi deixado incompleto, de modo intencional, pelo luthier. As partes superior e inferior da guitarra não foram revestidas por ele.

O motivo? “Pensei em fazer isso, mas não é todo dia que eu construo uma guitarra que cheira tão bem. E foi ótimo construí-la, pois a loja ficou cheirando café o tempo todo”, revela.

Como resultado, o timbre ficou, peculiarmente, um pouco mais limpo e estalado do que uma Explorer tradicional. Será que essa guitarra pedia para ser uma Stratocaster?

*Por Igor Miranda

Assista ao vídeo a seguir e confira o resultado:

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*Fonte: guitarload

Jimi Hendrix (aniversário)

Ontem foi dia do aniversário de Jimi Hendrix, um dos maiores guitarristas da história do rock que este planeta azul já pode ver e ouvir. Se estivesse vivo, Hendrix estaria completando 78 anos.

Seja lá onde estiver “mestre”, segue daqui uma good vibes em sua homenagem.

O Filme All-Star do concerto em homenagem a Peter Green será lançado em 2021

No início deste ano, em 25 de fevereiro, Mick Fleetwood ofereceu um concerto de tributo de estrelas para seu ex-companheiro de banda do Fleetwood Mac, Peter Green.

O concerto – que aconteceu no London Palladium – contou com Kirk Hammett, Billy Gibbons, David Gilmour, Pete Townshend, Steven Tyler, Noel Gallagher, Jonny Lang, Bill Wyman, John Mayall, Neil Finn, Andy Fairweather Low, Christine McVie, Zak Starkey e muito mais.

O show ficou ainda mais comovente apenas alguns meses depois, em 25 de julho, quando Green faleceu aos 73 anos.

Agora, um filme e um álbum ao vivo documentando o show – Mick Fleetwood & Friends Celebrate the Music de Peter Green e os primeiros anos do Fleetwood Mac – foram anunciados. O filme será lançado nos cinemas em março de 2021, com exibições selecionadas nos dias 23 e 28 de março.

O álbum ao vivo estará disponível em gatefold 4LP, 2CD / Blu-Ray mediabook e conjuntos de áudio digital, e chegará em 30 de abril de 2021, via BMG.

“O concerto foi uma celebração dos primeiros dias do blues onde todos nós começamos, e é importante reconhecer o profundo impacto que Peter e o primeiro Fleetwood Mac tiveram no mundo da música”, disse Fleetwood em um comunicado.

*Por Jackson Maxwell

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*Fonte: guitarplayer

Joe Bonamassa terá história contada no documentário ‘Guitar Man’

Um documentário sobre a trajetória de Joe Bonamassa, um dos grandes guitarristas de blues rock da atualidade, será lançado no próximo dia 8 de dezembro. O filme, chamado ‘Guitar Man’, chega a público por meio da Paramount Home Entertainment.

‘Guitar Man’ focará no trabalho duro e incansável de Joe Bonamassa, um dos guitarristas mais produtivos de seu segmento, desde a juventude até o momento atual.

Em 1989, com apenas 12 anos, Bonamassa foi convidado para abrir 20 shows do rei do blues, B.B. King. A partir daí, sua carreira se desenvolveu – de início, em ritmo mais lento, pois ele precisava concluir os estudos, mas não demorou até que ele se tornasse um músico profissional.

Com 23 anos, em 2000, o guitarrista lançou seu álbum de estreia, ‘A New Day Yesterday’. Desde então, ele lançou dezenas de discos, entre trabalhos de estúdio e ao vivo em carreira solo, parcerias com artistas como Beth Hart e ao lado de bandas como Black Country Communion.

O trailer de ‘Guitar Man’ pode ser assistido a seguir. Não foi informado se o filme terá lançamento específico no Brasil.

*Por Igor Miranda

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*Fonte: guitarload

Documentário sobre a guitarra Flying V trará músicos do Metallica, Scorpions e mais

A série ‘Inside Metal’ anunciou a produção de um novo documentário sobre a guitarra Flying V. O modelo foi criado pela Gibson em 1958 com uma proposta “futurística”, junto de outros desenhos, como a Explorer e a Modern.

O documentário será intitulado apenas ‘Flying V’ e tem lançamento marcado para o dia 11 de setembro no exterior. A direção é assinada por Peter Hansen, que co-produz o trabalho junto de Michael Denner, ex-guitarrista do Mercyful Fate.

Relatos de diversos guitarristas são compilados para o filme, que terá 67 minutos de duração. Entre os músicos que toparam falar, estão James Hetfield (Metallica), Dave Mustaine (Megadeth), Kerry King (Slayer), Michael Schenker (UFO, Scorpions, MSG), Michael Denner e Hank Shermann (ambos Mercyful Fate), Wolf Hoffmann (Accept), K.K. Downing (Judas Priest), Matthias Jabs (Scorpions), Richie Faulkner (Judas Priest), entre outros.

*Por Igor Miranda

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*Fonte: guitarload

Criaram uma guitarra que pode ser desmontada para caber em uma mochila de notebook

Guitarristas que estão em busca de equipamentos mais compactos, agora, podem ganhar um bom espaço com a novidade da Reveho. A empresa francesa desenvolveu uma guitarra modular chamada Slite, que pode ser desmontada e guardada até em uma mochila para notebooks.

A Slite conta com um amplificador integrado, além de efeitos próprios. O corpo é construído em plástico com estrutura em alumínio. O braço é de madeira: maple, em duas peças dobráveis, com escala de 24 trastes e configuração ajustável.

A captação pode ser trocada facilmente. Além do amplificador (15w, autonomia de 6 horas) e efeitos integrados, a guitarra conta com entrada para fones de ouvido.

A Reveho garante que dá para montar a Slite em apenas 20 segundos. Na imagem, dá para notar que a guitarra é composta de cinco peças diferentes e que as cordas seguem fixadas no instrumento.

Resta saber como funciona na prática, pois a Slite ainda não foi lançada oficialmente. A guitarra estará disponível para o público a partir do dia 9 de setembro.

A pré-venda já teve início e está ligada à campanha de financiamento coletivo que viabilizou o desenvolvimento da guitarra. A versão sem amplificador integrado, com case, custa US$ 1.779,00 (R$ 9,7 mil, na cotação atual e em transação direta). Já a edição que traz o ampli integrado é vendida a US$ 2.099,00 (cerca de R$ 11,5 mil).

O site da Reveho traz mais informações sobre a Slite. O vídeo de divulgação mostra um pouco da guitarra. Confira:

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*Por Igor Miranda / Fonte: Guitarload

Guitarrista toca com todas as cordas afinadas em mi e ainda cria música

O guitarrista Ichika Nito, músico que tem conquistado bastante destaque no YouTube, resolveu aceitar um desafio proposto por um de seus seguidores. O fã pediu para que ele criasse uma música afinando todas as cordas do instrumento em mi.

A ideia subverte a afinação padrão de quase todas as cordas. Comumente, uma guitarra traz a afinação ‘EBGDAE’ (da mais aguda para a mais grave: mi, si, sol, ré, lá, mi). Ao mudar a sonoridade de quatro cordas para tonalidades tão distantes no campo harmônico, altera-se, também, toda a forma de se tocar o instrumento, incluindo a formação de acordes.

Porém, Ichika Nito tirou de letra o desafio proposto pelo internauta. Em um vídeo de pouco mais de um minuto, ele mostrou uma bela melodia criada com o uso da peculiar afinação.

Na seção de comentários do vídeo, como era de se esperar, o público foi ao delírio. “Parem de desafiá-lo, vocês o deixam mais forte desse jeito”, disse um. “Aqui está a tablatura: EEEEEEEEEEE E EE EEEEE E E E EEEE E E EE E E E EEEEE EEE EE EEEE”, afirmou outro. “Honestamente, a essa altura do campeonato, você não precisa nem afinar a guitarra”, comentou mais um.

Houve, ainda, quem o desafiasse a fazer o mesmo afinando todas as cordas em lá. Será que Nito vai topar essa outra brincadeira?

*Por Igor Miranda

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*Fonte: guitarload

 

Marshall lança caixas de som portáteis estilosas e com comandos de voz

A Marshall, famosa fabricante de amplificadores no mundo do Rock e tantos outros, segue investindo em caixas de som para os fãs de música.

Como contou a Louder, a nova Uxbridge Voice traz um estilo despojado ainda que instantaneamente reconhecível graças à marca característica da empresa. Além do design inovador, as caixas de som portáteis terão suporte a comandos de voz por meio da Amazon Alexa, que tem dominado cada vez mais o mercado “hands-free”.

O próprio site da Marshall descreve o produto:

A Uxbridge Voice combina o lendário som da Marshall com as facilidades da Amazon Alexa, para uma caixa de som que não é apenas ‘smart’, é brilhante. Pequena em tamanho porém grande em som, essa caixa de som entrega uma experiência de áudio limpa e precisa. Com a Alexa, você pode usar sua voz para fazer múltiplas tarefas sem usar as mãos.

Logo a seguir, você pode conferir uma galeria com fotos dos detalhes do modelo.

A nova Uxbridge Voice será lançada no dia 8 de Abril em solo europeu e americano. Não há previsão de chegada no Brasil, mas você pode checar se mora em algum dos países atendidos e fazer sua pré-compra por este link.

*Por Felipe Ernani

 

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*Fonte: tenhomaisdiscosqueamigos

Marshall: a história do baterista que inventou o icônico amplificador do rock and roll

É inegável. Se há uma linha de amplificadores que se tornaram ícones do rock and roll, trata-se dos equipamentos britânicos fabricados pela Marshall.

Com seu visual inconfundível e um dos logotipos mais valiosos do planeta, a Marshall é sinônimo de rock quando aparece em clipes, material de promoção de bandas e palcos mundo afora, e não há fã do estilo que não se encante com os enormes paredões de som formados por pilhas de amps Marshall.

Fundada em 1962, a Marshall Amplification nasceu em Londres a partir de Jim Marshall, e tem uma história curiosa que iremos contar a seguir.

Amplificadores Marshall

Jim Marshall, fundador da empresa que tornou-se um verdadeiro patrimônio cultural, foi um baterista e professor de bateria que em 1959 abriu uma loja de instrumentos musicais em Hanwell, Londres.

Por lá, o cara vendia baterias completas e itens relacionados ao instrumento, bem como dava aulas e era reconhecido por ser o único professor de música que ensinava rock and roll.

Com o tempo ele também começou a vender guitarras e acessórios, e alguns de seus clientes eram figuras como Ritchie Blackmore (que acabou fundando o Deep Purple), Big Jim Sullivan e Pete Townshend, que fundaria o The Who.

Além de talentos extraordinários e nomes que entraram para a história do rock, esses três caras também tinham outra coisa em comum: reclamavam que os amplificadores importados, na maioria das vezes os Fender dos Estados Unidos, eram muito caros e não eram exatamente o que eles queriam em termos de sonoridade para suas novas bandas de rock. Para eles, alguém deveria criar uma alternativa no Reino Unido.

Jim Marshall ouviu as reclamações e não pensou duas vezes: colocou a mão na massa e começou a fazer história junto com colegas convidados para desenvolver a parte técnica do que ele entendeu ser a sonoridade pedida pelos guitarristas britânicos.

Para tanto, Marshall chamou um dos técnicos de sua loja, Ken Bran, e um técnico da EMI, Dudley Craven (com 18 anos de idade na época), para fabricar “o primeiro amplificador de rock and roll de verdade da história”.

Juntos eles escolheram o Fender Bassman com quatro falantes de 10 polegadas como base e começaram a fabricar protótipos de um amplificador que pudesse concorrer com os norte-americanos à altura, fosse mais barato e tivesse as características que os músicos gostariam de incorporar em seus riffs.

Segundo o próprio Marshall, cinco protótipos foram rejeitados até que o sexto modelo fabricado pela equipe trouxe a sonoridade característica da empresa que dura até os dias de hoje. 23 amplificadores foram fabricados em um primeiro lote, sendo que Blackmore, Sullivan e Townshend foram três dos primeiros compradores do equipamento.

A partir de mudanças nos circuitos internos do equipamento, peças e, obviamente, o modo de construção específico do time britânico, o modelo baseado no amplificador da Fender ganhou vida própria e nascia ali o JTM 45, que ganhou o nome a partir das inicias de Jim Marshall, seu filho Terry Marshall e a potência do amp.

Outros modelos lançados no início da carreira da Marshall foram o Bluesbreaker (inspirado em um pedido de Eric Clapton) e o Marshall Super Lead Model 1959 (Plexi), dedicado a Pete Townshend e sua busca por volumes cada vez mais altos. Dessa forma, ao mesmo tempo que músicos influentes iam descobrindo e ampliando suas sonoridades, a empresa também aprendia com eles e fazia história.

Ao aparecer tocando com os amplificadores Marshall e sua estética bastante única de cabeçote e caixa, (os famosos stacks), essas bandas divulgavam tanto seus riffs e guitarras potentes quanto a marca, e a parceria acabou sendo lucrativa para os dois lados.

De lá pra cá, outras bandas também mostraram seu amor pela marca, como o Slayer e seus paredões de amplificadores nos shows e o guitarrista Slash, desde os tempos em que ficou conhecido no mundo todo com seus solos pelo Guns N’ Roses.

Uma curiosidade é que muitos desses artistas utilizavam apenas alguns amplificadores verdadeiros e os misturavam com modelos vazios no palco, apenas para que a aparência para o público fosse de vários equipamentos, quando na verdade uma quantidade bem menor estava sendo utilizada.

Há relatos, inclusive, de bandas que nem fazem uso de amplificadores Marshall mas em busca da estética rock and roll colocavam modelos falsos no palco.

Jim Marshall, inventor dos amplificadores Marshall

Nascido em 29 de Julho de 1923 na região de Londres, Jim Marshall veio ao mundo em uma família de lutadores de boxe e músicos, e foi diagnosticado com tuberculose óssea ainda na infância, o que lhe acompanhou por boa parte da vida. Ele foi obrigado, inclusive, a passar vários anos em casa e foi liberado do serviço militar por conta disso.

Ele começou a carreira como cantor e eventualmente tornou-se também baterista, e trabalhando como engenheiro elétrico, criou um sistema de amplificação para que sua voz fosse ouvida enquanto tocava bateria. Durante a segunda guerra mundial, por conta da crise e falta de gasolina, ele puxava um trailer com uma bicicleta para levar a bateria e os amplificadores por onde tocava. Foi quando um baterista acabou sendo chamado para a guerra que ele assumiu o lugar do cara na banda que tocava e permaneceu no posto.

Após a invenção dos amplificadores Marshall no início dos anos 60, ele tornou-se uma das figuras britânicas mais importantes da década, e recebeu um prêmio da Rainha Elizabeth II por conta das exportações significativas de seu produto em um período de três anos.

Em 1985 ele colocou suas mãos na Calçada da Fama do Rock And Roll em Hollywood e em 2003 recebeu a Ordem do Império Britânico por serviços à indústria da música e caridade.

Jim Marshall morreu em 5 de Abril de 2012 aos 88 anos de idade e desde então, guitarristas do mundo todo compartilham vídeos nessa data, anualmente, com 1 minuto de feedback, ao invés de 1 minuto de silêncio.

Marshall ganhou os apelidos de “O Pai do Som Alto” e “O Lorde do Som Alto”, e é considerado um dos “quatro pais” dos equipamentos de rock and roll, ao lado de Leo Fender (Fender), Les Paul (pioneiro inventor de guitarras como a que leva seu nome) e Seth Lover, inventor dos captadores humbucker, que cancelam os ruídos e tornaram-se parte fundamental das guitarras utilizadas em estilos que usam e abusam das distorções.

*Por Tony Alex

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*Fonte: tenhomaisdiscoqueamigos