Gibson e Triumph Motorcycles anunciam parceria com nova guitarra e motocicleta

A Gibson anunciou uma parceria com a Triumph Motorcycles para o lançamento de um modelo inédito de guitarra bem como uma motocicleta inspiradas nas duas empresas. No caso do instrumento, o modelo inédito será uma Gibson 1959 Legends Custom Edition Les Paul Standard. A moto será uma Bonneville T120. Confira fotos ao longo da matéria.

A nova Gibson Les Paul Standard 1959 traz o pickguard especial pintado à mão no estilo da fabricante de moto. Já o acabamento é o tradicional sunburst (avermelhado). As duas empresas explicaram que as configurações do instrumento são idênticas a de uma típica Les Paul de 1959.

“Inspirados pela conexão duradoura entre música e a cultura de motocicletas desde o nascimento do rock and roll, a Gibson e a Triumph decidiram criar uma edição personalizada exclusiva. Esse projeto homenageia os dois produtos centrais da história das duas marcas”, diz a Triumph.

A parceria entre a Gibson e a Triumph
O novo modelo de motocicleta fruto da parceria entre a Gibson e a Triumph é a Bonneville T210. A moto traz motor de 1200 cc e entre suas principais características está o peso mais leve do que os modelos anteriores.

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A nova Les Paul 1959 está sendo vendida no exterior, mas os preços não foram divulgados ainda. Já a nova moto Bonneville T210 está sendo vendida no exterior por US$ 12,3 mil (cerca de R$ 60 mil, na cotação atual e em transação direta). Para mais informações, acesse o site da Triumph (em inglês)

*Por Gustavo Maiato
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*Fonte:  guitarload

Fender e Hot Wheels anunciam parceria e lançam nova coleção de guitarras

Colaboração entre marcas vai trazer 16 novos modelos, incluindo Stratocasters, Telecasters, Jaguar, Katana e dois baixos Precision

A Fender anunciou uma parceria com a fabricante de brinquedos Mattel – dona da marca de carrinhos de brinquedo Hot Wheels – para uma nova coleção de guitarras. Ao todo, são 16 modelos incluindo Stratocasters, Telecasters, Jaguar, Katana e dois baixos Precision.

Desenvolvidas dentro da Fender Custom Shop, cada um dos instrumentos traz um acabamento inspirado nos tradicionais carrinhos da Hot Wheels. “Os carrinhos da Hot Wheels fazem parte da nossa infância da mesma forma que as guitarras dos nossos ídolos. Essa é euma grande oportunidade de criar modelos únicos de isntrumentos baseados nos carros dos nossos sonhos”, diz Dennis Galuszka, luthier da Fender e um dos responsáveis pela nova linha.

Fender lança guitarra que é “mistura” de Stratocaster com Telecaster
De acordo com a Fender, a nova linha inspirada na Hot Wheels foi desenvolvida com a colaboração de 11 construtores. No que diz respeito às especificações, alguns modelos são fabricados com braço em maple e escala em ebony, embora as características variem em cada caso. Confira abaixo a lista completa dos novos modelos da parceria entre Fender e Hot Wheels.

Fender Muscle Bound Strat in Metallic Cadillac Green
Fender Muscle Bound Strat in Metallic Cadillac Green
Fender Mod Rod Tele in Burnt Orange with Pinstriping by Pamelina H
Fender Mod Rod Tele in Burnt Orange with Pinstriping by Pamelina H
Fender Rip Rod Tele in Hot Wheels Blue
Fender Rip Rod Tele in Hot Wheels Blue
Hot Wheels Mod Rod™ Strat, Dark Blue with Gold Leaf Competition Stripes
Hot Wheels Night Shifter Fretless Precision Bass®, Black with Blue Competition Stripes
Hot Wheels Bone Shaker Precision Bass, Flat Black with Bone Shaker Graphic
Hot Wheels Mod Rod Tele, Burnt Orange with Pinstriping by Pamelina H
Hot Wheels Twin Mill Strat, Floral Blue
Hot Wheels Bull Whip Strat, Hot Wheels Chrome Vinyl Wrap
Hot Wheels Fast-Bed Hauler Tele, Taos Turquoise
Hot Wheels Rip Rod Jaguar, Black with Red Competition Stripes
Hot Wheels Night Shifter Tele, Pearl White with Red Competition Stripes
Hot Wheels™ Deora Strat, Blue Sparkle
Hot Wheels Mad Manga Strat, Magenta Sparkle
Hot Wheels Night Shifter Strat, Hot Wheels Red
Hot Wheels Muscle Bound Strat, Metallic Cadillac Green
Hot Wheels Rip Rod Tele, Hot Wheels Blue
Hot Wheels Bad to the Blade Katana, Black Sparkle with Orange and Teal Green Trim
Hot Wheels Baja Truck Strat, Grey with Mint Green Striping

Fender e Hot Wheels
As novas guitarras da Fender em parceria com a Hot Wheels estão sendo vendidas no exterior por um preço que varia de US$ 10,5 mil até US$ 16,5 mil (R$ 52 mil a R$ 82 mil, na cotação atual e em transação direta). Para mais informações, acesse o site da Fender (em inglês).

*Por Gustavo Maiato
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*Fonte: guitarload

Como a guitarra está sendo redescoberta: a análise de um executivo da Fender

Justin Norvell, que trabalha para a fabricante de instrumentos, aponta que aspecto humano da guitarra e seu uso com timbres limpos em gêneros mais pop fizeram o produto resistir no mercado

Com o avanço da tecnologia e a incorporação de aparatos eletrônicos na música, muitos temeram pelo futuro da guitarra. Porém, a realidade se mostrou menos pessimista.

Ao menos é como Justin Norvell, executivo da Fender, analisa a situação para a revista Guitar World.

“Sinto que estamos testemunhando uma grande redescoberta do aspecto humano. Você pode sentar na frente do computador ou de um sequenciador para criar. Mas a guitarra ainda consegue reproduzir de forma mais fiel o sentimento. Ela se torna uma extensão do ser humano que a empunha.”

O que a Fender pensa de quem quebra suas guitarras?
Norvell ainda destaca que os timbres limpos têm se destacado nos últimos tempos, muito porque outros estilos estão passando a incorporar com mais afinco o instrumento que sempre foi sinônimo de rock.

“Ainda há o metal e todos os outros subgêneros, mas o pop também está aderindo à guitarra. Seis ou sete anos atrás, Mac DeMarco surgiu no indie e mudou o jogo com efeitos que eram estranhos ao meio. Também há o movimento neo-soul, revivalistas como Black Pumas e Silk Sonic, além de Tom Mischs no jazz, que eu adoro. A guitarra está sendo acolhida em todas as direções para as quais a música vai. Seja você do hip-hop ou do rock, ela segue sendo o instrumento mais expressivo.”

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Aumento de vendas durante a pandemia
Em entrevista à Rolling Stone em janeiro de 2021, o CEO da Sweetwater, maior varejista online de instrumentos do mundo, ressaltou o crescimento de vendas durante a pandemia. De acordo com Chuck Surack, o aumento das vendas também gerou novos empregos.

“Vendíamos cerca de 800 guitarras em dias bons antes da pandemia. Agora chega a mil por dia. A demanda evaporou em março de 2020, quando tudo começou a fechar, mas normalizou em abril e explodiu de vez em maio. Com isso, aumentamos o número de funcionários de 400 para 700.”

*Por João Renato Alves
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*Fonte: igormiranda

Efeitos da pandemia: venda de guitarra já se compara com era pós-Beatles

Segundo editor do Music Trades, diversos fenômenos são responsáveis por atual “boom” no mercado

Com o fortalecimento do home-office em função da pandemia, muitas pessoas passaram a ter mais tempo para aprender novos hobbies. Isso resultou em um “boom” na venda de guitarra mundo afora, que pode ser comparado à mesma explosão de novos guitarristas que surgiram sob influência dos Beatles.

A afirmação vem de Brian Makeski, editor do portal Music Trades, em um artigo no próprio site oficial da empresa. Segundo o especialista, o cenário atual é ainda mais favorável ao fortalecimento do mercado de guitarras e violões do que no início dos anos 1970, quando o fenômeno dos Beatles passou a influenciar positivamente as vendas de instrumentos musicais.

Pandemia fez surgir 16 milhões de novos guitarristas nos EUA, segundo Fender
“Em 1971, na era pós-Beatles, o total de vendas superou 2,5 milhões de unidades. Muitos desses compradores depois deixaram o instrumento de lado, mas uma minoria persistiu. É possível que estejamos presenciando uma dinâmica parecida agora com a pandemia de covid-19. Hoje em dia, o cenário tende a ser ainda melhor, pois temos um marketing mais direcionado e uma população maior”, avalia.

Pandemia e a venda de guitarra
Para Makeski, outros fatores também ajudam a explicar o otimismo do mercado de venda de guitarra, como a maior popularidade do instrumento – que vai desde os mais jovens até os mais velhos – e também a crescente demanda do público feminino, coisa que não havia de forma significativa nas décadas de 1960 e 1970.

“Também temos disponíveis mais ferramentas para o aprendizado da guitarra e, com a pandemia, as pessoas precisaram ficar em casa e decidiram aprender algo novo. Tudo isso nos leva a crer que o ‘boom’ da venda de guitarra ainda vai durar bastante. Não acho que nosso otimismo é infundado”, completa.

*Por Gustavo Maiato
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*Fonte: guitarload

Pandemia fez surgir 16 milhões de novos guitarristas nos EUA, segundo Fender

Nos últimos dois anos, cerca de 16 milhões de pessoas “aproveitaram” a pandemia para aprender a tocar guitarra. Dessas, 72% são jovens de 13 a 34 anos. Além disso, 58% dos novos guitarristas são inspirados por conteúdo produzido no TikTok. Essas foram algumas das conclusões de um estudo da Fender sobre o mercado americano.

A pesquisa “New Guitar Player Landscape Analysis” (Análise do Cenário dos Novos Guitarristas, em tradução livre) ouviu 10.644 pessoas entre os meses de maio e julho de 2021. Dessa forma, 62% dos entrevistados afirmaram que a pandemia de covid-19 influenciou diretamente na decisão de aprender a tocar guitarra.

Segundo a análise da Fender, 67% dos novos guitarristas têm empregos fixos e enxergam a guitarra como um hobby e não como uma paixão. Outro dado indica que 38% desse total se identificam como latinos e 53% estudam o instrumento cerca de 2 horas por semana.

Aprender a tocar guitarra na pandemia
Andy Mooney, CEO da Fender, comentou sobre os dados identificados pela pesquisa inédita. “A pandemia rapidamente acelerou o já grande crescimento no número de iniciantes. Nós estamos acelerando nossos investimentos para apoiar essas pessoas”, afirmou.

A Fender anunciou a criação da plataforma Beginner’s Hub, uma rede on-line que promete oferecer ferramentas para os alunos evoluírem na guitarra. Para mais informações, acesse o site da Fender (em inglês).

*Por Gustavo Maiato
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*Fonte: guitarload

Fender foi salva pelas vendas inesperadas de 2020, diz CEO, que revela faturamento

A pandemia do novo coronavírus trouxe, curiosamente, um fôlego extra para o mercado de instrumentos musicais em 2020. A Fender, uma das principais fabricantes de guitarra do mundo, não esconde que foi beneficiada pelas restrições causadas pela Covid-19, o que resultou no aumento das vendas.

Com a população mundial sem poder sair de suas casas, a não ser para atividades essenciais, foi necessário encontrar outras formas de se distrair e passar o tempo. O triste contexto causado pela pandemia acabou aproximando muita gente dos instrumentos musicais.

O aumento nas vendas em 2020 serviu como “alívio” para as empresas do segmento, que enfrentavam dificuldades financeiras devido à redução no interesse em seus produtos. A Fender era uma delas, conforme dito por seu CEO, Andy Mooney, em entrevista ao Business Insider.

“Estávamos olhando para a beira de um abismo. Passamos por licenças e reduções salariais. Fizemos de tudo para garantir que teríamos dinheiro o suficiente”, afirmou, citando como era a situação da Fender antes da pandemia.

2020, o melhor ano da Fender

O aumento nas vendas após o problema sanitário em âmbito mundial foi visível. Andy Mooney já havia revelado em outra entrevista anterior, ao ‘The New York Times’, que a Fender teria em 2020 seu “maior ano de volume de vendas em sua história”.

O Business Insider foi além e revelou números: a expectativa da Fender é fechar 2020 com US$ 700 milhões em faturamento, o que supera em US$ 100 milhões o balanço de 2019.

“Os pedidos começaram a chegar. Os revendedores começaram a dizer que os negócios estavam muito bons. A gente se beneficiou mais do que a maioria. Jamais caracterizaria isso como algo bom, mas mudou nosso pensamento sobre o futuro”, afirmou Andy Mooney.

Sucesso do Fender Play

O Fender Play, aplicativo com aulas de instrumentos como guitarra, baixo e ukulele, também está se destacando em 2020. Os 150 mil cadastros obtidos até o fim de março se multiplicaram para 930 mil, conforme Andy Mooney revelou antes ao ‘The New York Times’.

O público do app é, majoritariamente, jovem: 70% dos usuários têm menos de 45 anos e 20%, menos de 24. Além disso, a parcela de mulheres também é notável: de 30%, elas se tornaram 45% na ferramenta de aprendizado de instrumentos.

*Por Igor Miranda

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*Fonte: guitarload