Jimmy Page 75 anos

Na data de hoje o guitarrista Jimmy Page (Led Zeppelin), completa 75 anos de idade. Nossos votos de felicidades, muita saúde, lucidez e que ainda quem sabe, nos brinde com mais algum trabalho musical pela frente. E se não ocorrer nada disso, tanto faz, até porque sua carreira musical é incrível e de um enorme sucesso. Taí um cara que não precisa se justificar. Keep on rock!

Feliz aniversário Jimmy Page!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Stevie Ray Vaughan – “Couldn’t Stand The Weather” – 9/21/1985 – Capitol Theatre

Há um bom tempo eu de propósito não escutava mais o som do Stevie Ray Vaughan. Nada contra, sou seu fan e o cara é simplesmente um dos maiores guitarristas de blues da história sem dúvida alguma, mas acontece que já escutei demais e que também muita gente depois copiou o seu estilo numa determinada época, chegando num ponto em que coisa toda cansou. Precisava dar um tempo para a sua música, mas caraca, hoje escutando outra vez só para matar um pouco das saudades…. o cara era mesmo incrível, de outro mundo. Tinha a mão certa, a pegada e blues no espírito.

R.I.P. – S.R.V.

Morre o guitarrista Otis Rush, um dos maiores nomes do blues

Otis Rush, cantor de blues e guitarrista inovador que teve uma influência profunda não apenas em seus colegas bluesmen, mas também em guitarristas como Eric Clapton e Jimmy Page, do Led Zeppelin, morreu no sábado, 29. Ele tinha 83 anos.

Sua mulher, Masaki Rush, anunciou a morte no site do Rush, dizendo que a causa foi uma complicação de um AVC que ele sofreu em 2003. Ela não disse onde ele morreu.

Um cantor emotivo e um guitarrista de grande habilidade e imaginação, Rush estava na vanguarda de um pequeno círculo de inovadores do final dos anos 50, incluindo Buddy Guy e Magic Sam, cuja música, inspirada no R&B, anunciava uma nova era para o blues de Chicago.
Enquanto Muddy Waters e Howlin ‘Wolf, seus antecessores do lado sul da cidade, popularizaram uma atualização amplificada do som do Delta do Mississippi, a variante modernizada de Rush – que veio a ser chamada de som West Side devido à sua predominância em clubes noturnos, naquela parte da cidade – era ao mesmo tempo mais lírica e mais ritmicamente complexa.

“O som foi um afastamento radical dos discos caseiros que dominavam o mercado na época”, disse o produtor Neil Slaven, contrastando o som de West Side de Chicago com sua contraparte do South Side, nas notas de uma compilação das gravações de Rush dos anos 50 para o selo independente Cobra.

No Cobra, Rush, que nasceu em 29 de abril de 1935, no Mississippi, mostrou suas linhas de guitarras elétricas dilaceradas e vibrantes e seus vocais gritantes inspirados no gospel – gemidos no meio do registro, saltos emocionantes de falsete. Dominando Chicago, sua cidade natal adotiva, essa obra inicial serviu como um rico repositório de material para as bandas de blues-rock dos anos 60.

O grupo britânico John Mayall e os Bluesbreakers, que tinha Clapton na guitarra, incluiu uma versão do shuffle de 1958, All Your Love (I Miss Loving), em 1966, Blues Breakers. O Led Zeppelin reinventou o sucesso de 1956 de Rush, I Can’t Quit You, Baby, em seu álbum de estreia, Led Zeppelin; Os Rolling Stones atualizaram a mesma música em 2016 em seu álbum Blue and Lonesome.

O guitarrista Stevie Ray Vaughan nomeou sua banda após a turnê secundária de Rush, Double Trouble. Virtuosos guitarristas, incluindo Johnny Winter e Duane Allman, também citaram Rush como influência.

Em uma entrevista à revista Rolling Stone, em 1968, o guitarrista Michael Bloomfield disse que as bandas de blues brancas que esperavam se provar na década de 1960 “tinham que ser tão boas quanto Otis Rush”.

Em 2015, a Rolling Stone classificou Otis Rush com o número 53 em sua lista de “100 Melhores Guitarristas”.

*Por Bill Friskics-Warren, The New York Times 

 

 

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: estadao

Buddy Guy – The Blues Is Still Alive And Well (2018)

O lendário músico de blues Buddy Guy anunciou que vai lançar seu 18° disco de estúdio. O trabalho, intitulado “The Blues Is Still Alive And Well”, chega a público no próximo dia 15 de junho.

“The Blues Is Still Alive And Well” contará com participações especiais do vocalista Mick Jagger e do guitarrista Keith Richards, ambos integrantes dos Rolling Stones. Além da dupla, o também guitarrista Jeff Beck também estará no registro.

Mick Jagger contribuiu com vocais para a música “You Did The Crime”. Já Keith Richards e Jeff Beck tocaram na música “Cognac”. Outro nome que apareceu no álbum foi o cantor folk James Bay – mais precisamente, na faixa “Blue No More”.

*Abaixo o tracklist de “The Blues Is Still Alive And Well”:

“A Few Good Years”
“Guilty As Charged”
“Cognac” (featuring Jeff Beck & Keith Richards)
“The Blues Is Alive and Well”
“Bad Day”
“Blue No More” (featuring James Bay)
“Whiskey for Sale”
“You Did the Crime” (featuring Mick Jagger)
“Old Fashioned”
“When My Day Comes”
“Nine Below Zero”
“Ooh Daddy”
“Somebody Up There”
“End of the Line”

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: whiplash

Warren Haynes – 58 anos

Ontem foi o aniversário de um dos maiores guitarristas de rock/blues de todos os tempos (sim, isso mesmo – sem falsa modéstia), até porque estamos falando de Warren Haynes. O cara é simplemnete muito phoda. Além de ter uma puta voz, toca muito e é um ótimo compositor.
Nem é preciso dizer mais nada. Aqui nesse blog ele ruleia!

Feliz aniversário Warren Haynes!

Chris Whitley

Descobri “hoje” o som do Chris Whitley e achei sensacional. Me lembrou muito o Jeff Bucley (numa outra pegada, é claro), onde a voz e os sentimentos nas seis cordas dizem tudo. E soma-se aqui ainda o slide casual e um violão dobro. Porra, meu! Que sonzeira. Sei que “as ladies” que só sabem escutar rock com uma penca de riffs não vão curtir, vão dizer que é melancólico demais.. bláh, blhá,bláh… mas foda-se, isso talvez seja demais mesmo para vocês e seus ouvidinhos.

Abaixo um áudio de uma das faixas que mais curti do excelente álbum “Dirt Floor”.

A nota triste é que Chris Whitley faleceu em 20/11/2005, portanto, o legado não é lá de muitos álbuns, o que é uma pena, mas como sempre digo, antes tarde do que nunca! Vou escutar melhor os seus álbuns, mas desde já esse é o meu favorito. Ao longo da semana vou postar mais músicas dele por aqui.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Peter Frampton – Gibson Les Paul signature

Gibson Custom Shop recriou a guitarra que Peter Frampton tocava em seu álbum ao vivo multiplatinado de 1976. Com suas características distintas, incluem uma parte traseira de mogno com câmaras de alívio de peso, braço com um perfil fino personalizado Peter Frampton e três humbuckers Gibson: ’57 Classic (braço), ’57 Classic Plus (meio) e 500T (ponte). O seletor de captadores de 3 vias é conectado para que o meio apanhador esteja sempre ligado (com seu próprio volume e tom) e pode ser combinado com os captadores frontais ou traseiros. As características personalizadas de Les Paul de nível superior incluem o acabamento em ébano, o fingerboard Richlite de 22 fretes com incrustações de blocos de pérolas, a ligação de uma única camada branca em cima e para trás, sintonizadores bean e hardware dorado. Inclui o case também.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Eric Clapton afirma que está ficando surdo e tem dificuldade para tocar guitarra

Eric Clapton afirmou em entrevista que está ficando surdo e com dificuldade de dedilhar sua guitarra. O lendário guitarrista revelou que está apreensivo sobre tocar o instrumento e cantar com proficiência devido a doenças que incluem zumbido e um toque vindo do interior da orelha.

As revelações foram feitas durante entrevista para Steve Wright na BBC Radio 2, na terça-feira (9).

“Eu ainda vou trabalhar. Vou fazer o show no Hyde Park em julho”, afirmou o cantor sobre a apresentação no tradicional festival do verão britânico. “A única coisa é que estou preocupado que estou ficando surdo, tenho tido zumbidos, mas minhas mãos ainda trabalham.”

“Espero que as pessoas venham me ver. Ver a mim, mais do que pela curiosidade. Eu sei que isso faz parte, porque é incrível que eu ainda esteja aqui”.

Clapton ainda afirmou que, no último ano, sofreu com muitas dores causadas pela neuropatia periférica (quando alguns nervos não funcionam corretamente). “É difícil trabalhar tocando guitarra e eu tive que aceitar o fato de que isso não vai melhorar”.

A entrevista para a rádio fazia parte da fase de promoção de seu documentário “Eric Clapton: Life in 12 Bars”. Na conversa, ele repetiu o que já havia afirmado em outras entrevistas, sobre a dificuldade de assistir as cenas do filme. “É difícil, porque isso é sobre um longo difícil período da minha vida”.

O documentário acompanha a vida do guitarrista britânico de 72 anos, da infância ao estrelato internacional, através de sua luta contra as drogas e álcool e a morte de seu filho de 4 anos, em 1991.

“É importante que as pessoas vejam que isso tem um final feliz”, destacou.

 

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*Fonte: g1