Chris Whitley

Descobri “hoje” o som do Chris Whitley e achei sensacional. Me lembrou muito o Jeff Bucley (numa outra pegada, é claro), onde a voz e os sentimentos nas seis cordas dizem tudo. E soma-se aqui ainda o slide casual e um violão dobro. Porra, meu! Que sonzeira. Sei que “as ladies” que só sabem escutar rock com uma penca de riffs não vão curtir, vão dizer que é melancólico demais.. bláh, blhá,bláh… mas foda-se, isso talvez seja demais mesmo para vocês e seus ouvidinhos.

Abaixo um áudio de uma das faixas que mais curti do excelente álbum “Dirt Floor”.

A nota triste é que Chris Whitley faleceu em 20/11/2005, portanto, o legado não é lá de muitos álbuns, o que é uma pena, mas como sempre digo, antes tarde do que nunca! Vou escutar melhor os seus álbuns, mas desde já esse é o meu favorito. Ao longo da semana vou postar mais músicas dele por aqui.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Peter Frampton – Gibson Les Paul signature

Gibson Custom Shop recriou a guitarra que Peter Frampton tocava em seu álbum ao vivo multiplatinado de 1976. Com suas características distintas, incluem uma parte traseira de mogno com câmaras de alívio de peso, braço com um perfil fino personalizado Peter Frampton e três humbuckers Gibson: ’57 Classic (braço), ’57 Classic Plus (meio) e 500T (ponte). O seletor de captadores de 3 vias é conectado para que o meio apanhador esteja sempre ligado (com seu próprio volume e tom) e pode ser combinado com os captadores frontais ou traseiros. As características personalizadas de Les Paul de nível superior incluem o acabamento em ébano, o fingerboard Richlite de 22 fretes com incrustações de blocos de pérolas, a ligação de uma única camada branca em cima e para trás, sintonizadores bean e hardware dorado. Inclui o case também.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Eric Clapton afirma que está ficando surdo e tem dificuldade para tocar guitarra

Eric Clapton afirmou em entrevista que está ficando surdo e com dificuldade de dedilhar sua guitarra. O lendário guitarrista revelou que está apreensivo sobre tocar o instrumento e cantar com proficiência devido a doenças que incluem zumbido e um toque vindo do interior da orelha.

As revelações foram feitas durante entrevista para Steve Wright na BBC Radio 2, na terça-feira (9).

“Eu ainda vou trabalhar. Vou fazer o show no Hyde Park em julho”, afirmou o cantor sobre a apresentação no tradicional festival do verão britânico. “A única coisa é que estou preocupado que estou ficando surdo, tenho tido zumbidos, mas minhas mãos ainda trabalham.”

“Espero que as pessoas venham me ver. Ver a mim, mais do que pela curiosidade. Eu sei que isso faz parte, porque é incrível que eu ainda esteja aqui”.

Clapton ainda afirmou que, no último ano, sofreu com muitas dores causadas pela neuropatia periférica (quando alguns nervos não funcionam corretamente). “É difícil trabalhar tocando guitarra e eu tive que aceitar o fato de que isso não vai melhorar”.

A entrevista para a rádio fazia parte da fase de promoção de seu documentário “Eric Clapton: Life in 12 Bars”. Na conversa, ele repetiu o que já havia afirmado em outras entrevistas, sobre a dificuldade de assistir as cenas do filme. “É difícil, porque isso é sobre um longo difícil período da minha vida”.

O documentário acompanha a vida do guitarrista britânico de 72 anos, da infância ao estrelato internacional, através de sua luta contra as drogas e álcool e a morte de seu filho de 4 anos, em 1991.

“É importante que as pessoas vejam que isso tem um final feliz”, destacou.

 

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*Fonte: g1

Feliz aniversário Keith Richards – 74 anos hoje!

Báh! Quase deixei escapar essa! Hoje um de meus grandes ídolos do rock, da guitarra, da vida e o escambau está de aniversário, Keith Richards (Rolling Stones) completa 74 anos e idade. Vida longa ao mestre!

 

 

 

 

 

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30 frases de pura sabedoria de Keith Richards:

1. “Durante dez anos, fui o primeiro da lista de quem seria o próximo a morrer. Fiquei decepcionado quando caí no ranking. (…) Um médico me disse que me restavam 6 meses de vida, mas fui ao enterro dele. Os obituários me interessam muito ultimamente. Mas não confio nos médicos. Não digo que não haja alguns bons, mas em geral não confio neles.”

2. “O trabalho mais difícil de todos é ser vagabundo. Mas não se pode fazer da preguiça uma profissão; é preciso trabalhar nisso de verdade.”

3. “Para ser sincero, eu nunca tive problema com as drogas; só com a polícia”.

4. “Se você vai dar uma porrada na cara da autoridade, melhor que seja com os dois pés”.

5. “Só há uma doença fatal: a hipocondria. Fora essa, eu tenho todas as outras”.

6. “Plantei um carvalho inglês enorme para espalhar as cinzas do meu pai em volta. Quando estava abrindo a tampa da caixa, uma nuvem de cinzas muito leve foi parar em cima da mesa. Não podia afastá-la sem mais, então recolhi com o dedo e cheirei o resto. Pó é de pai para filho”.

7. “A música é uma necessidade. Depois da comida, do ar, da água e do calor, a música é a próxima necessidade da vida”.

8. “Nunca tive uma overdose no banheiro de outra pessoa. Acho que é o cúmulo da falta de educação”.

9. “Os amigos de verdade são difíceis de encontrar; mas você não procura, eles te acham. Um cresce dentro do outro. (…) A maior parte dos caras que conheço são uns babacas. Tenho vários bons amigos que também são, mas esse não é o caso. A amizade não tem nada a ver com isso. Dá pra ficar e conversar sem a sensação de distância? A amizade diminui a distância entre as pessoas. Para mim, é uma das coisas mais importantes do mundo”.

10. “Sou sagitário: metade homem, metade cavalo. Tenho licença para cagar na rua.”

11. “Uma das melhores coisas da minha infância foi ser escoteiro. (…) Queria saber como me localizar no meio do mato, como cozinhar no chão… Por alguma razão, precisava aprender habilidades de sobrevivência. Como depenar uma ave. Como estripar e limpar vários bichos. E sobretudo era uma oportunidade para sair por aí correndo com uma faca na cinta, mas só depois de ganhar várias insígnias. No fim de não mais do que 3 ou 4 meses me fizeram líder da patrulha. Tinha a camisa cheia de insígnias! (…) Um ano ganhamos a competição de construir pontes: nessa noite tomamos uísque até cair e acabamos brigando na barraca. Foi ali que quebrei meu primeiro osso”.

12. “As grandes regras das brigas de navalha são: a) não tente fazer em casa, b) o importante é jamais utilizar a lâmina. Ela está lá para distrair seu oponente. Enquanto ele olha para o aço reluzente, chute as bolas dele e acabou. Esse é o meu conselho”.

13. “Dei uma navegada na internet e li algumas entrevistas, mas prefiro deixar isso para os meus filhos. Simplesmente, não estou interessado no que pensam outros babacas do outro lado do mundo. Fora isso, não faz bem para o corpo nem para os olhos ficar sentado na frente do computador o dia inteiro.”

14. “Quando você está crescendo há dois locais institucionais que te afetam mais do que qualquer outro: a igreja, que pertence a Deus, e a biblioteca pública, que pertence a você.”

15. “Se você quer ser guitarrista, comece por um violão e aprenda bem até chegar na guitarra. Primeiro é preciso conhecer essa vadia. Ir para a cama com ela. Se não tiver uma garota por perto, durma com ela. Tem a forma perfeita”.

16. “Ficar velho é um assunto fascinante. Quanto mais velho você fica, mais velho quer ficar.”

17. “Aprendi a vomitar do jeito certo. Primeiro, se for possível, encontre um recipiente. Essa é a regra número um. Daí você despeja em cascata, como um bocejo Technicolor. Ao mesmo tempo, pode ser que você esteja dando uma cagada. O que é bem difícil. Se for capaz de fazer os dois ao mesmo tempo, vou te colocar no Cirque du Soleil.”

18. “Quando eu me drogava, tomava a melhor coisa que conseguia. Se fosse ópio, seria um bom ópio tailandês. Se fosse cavalo, seria heroína pura de verdade, nada dessa merda da rua. Sempre escolhi, exceto quando estava desesperado.”

19. “John Lennon parecia estar concorrendo comigo no que se refere a drogas, e nunca entendi essa atitude.”

20. “As grandes músicas são escritas a sós. Elas te arrastam pelo nariz ou pelas orelhas. É importante não interferir demais nisso. Ignore a inteligência, ignore tudo; só siga-a onde ela te levar.”

21. “Eu diria ao gênio da lâmpada que fizesse alguma coisa pelos outros. Ajude os africanos, ajude quem se odeia entre si. Ajude-os a superar seu ódio. Eu não preciso de nada. Tenho o suficiente! Use meu desejo com os outros.”

22. “As pessoas não mudam. Mick Jagger mudou pouco ao longo dos anos. Bem, talvez sua roupa de baixo. Três vezes.”

23. “Para mim, a heroína é a grande questão. É uma droguinha muito impertinente. Pode te pegar pelo rabo antes de você notar. É realmente democrática: sou um puta superstar, mas, quando quero encrenca, estou na roda com todos os demais. Sua vida inteira se transforma em esperar o pico e falar com os caras sobre a qualidade da merda: ‘Não é tão boa quanto a última, né? Então não vou pagar!’. Mas os caras te apontam armas: ‘Me dá tudo!’, e tal. Você vira uma ruína. E é bem desagradável, de certa forma, mas, ao mesmo tempo, não posso dizer que me arrependo.”

24. “Aconteceu na Suíça. Alguém colocou estricnina na minha droga. Eu estava em coma, mas totalmente acordado. Conseguia ouvir todo mundo e diziam: ‘Está morto! Está morto!’. Mas não estava.”

25. “Se as garotas ainda gritam para mim no meio da apresentação? Sim, é verdade. Mas não quando estou no palco, e sim no meio da apresentação.”

26. “Você sabe por que o cachorro lambe o próprio saco? Porque consegue. Os Rolling Stones ainda tocam na nossa idade porque conseguimos.”

27. “Na noite em que Patti [Hansen, atual mulher de Keith] me apresentou a sua família, peguei a guitarra e toquei um pouco de Malagueña. Uma de suas irmãs me disse: ‘Acho que você bebeu demais para tocar isso’. Quebrou o clima, falei ‘chega!’ e quebrei a guitarra na mesa. Mas o surpreendente dessa família é que não se ofenderam. Pode ser que tenham ficado um pouco desconcertados, mas todo mundo estava um pouco alto.”

28. “Não acredito que os compositores de rock and roll tenham de se preocupar com a arte. Boa parte é só acaso, improvisação… No que me diz respeito, Art é só o diminutivo de Arthur.”

29. “No banco de trás daquele Bentley, em algum lugar entre Barcelona e Valência, Anita [Pallenberg, então noiva do guitarrista Brian Jones] e eu nos olhamos. A pressão foi tão bizarra que do nada ela começou a me chupar. A pressão acabou e de repente estávamos juntos.”

30. “As pessoas me perguntam, têm uma inquietação constante, como faço, por que faço. Mas eu digo, e você, que vai para o escritório todo dia? Comparado a isso, meu trabalho é simples.”

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Fonte: elpais

Novo álbum de Jimi Hendrix com 10 gravações não lançadas anteriormente – “Both Sides of the Sky”

Dez gravações inéditas de Jimi Hendrix destacam “Both Sides of the Sky”, um próximo LP póstumo do lendário guitarrista. O álbum estará disponível no dia 9 de março de 2018 via Sony Legacy Recordings em vários formatos, incluindo CD, digital e um numerado de 180 gramas de vinil duplo audiófilo.

O álbum com 13 músicas compila material gravado entre janeiro de 1968 e fevereiro de 1970. É a terceira e última entrega de uma trilogia de gravações de arquivos não enviadas, seguindo os “Valleys of Neptune” de 2010 e “Peoples, Hell and Angels” de 2013. O engenheiro Eddie Kramer – que trabalhou em todos os projetos de Hendrix antes da morte da legenda da guitarra – co-produziu o álbum com John McDermott e a irmã de Hendrix, Janie Hendrix.

Muitas das 13 faixas – incluindo uma cover de “Mannish Boy” de Muddy Waters – mostram a linha de trio que se tornou conhecida como Band of Gypsys: Hendrix na guitarra e vocais, Billy Cox no baixo e Buddy Miles na bateria. “Hear My Train A Comin” apresenta a formação original da Jimi Hendrix Experience: Hendrix, o baixista Noel Redding e o baterista Mitch Mitchell.

Vários colaboradores convidados notáveis ​​destacam o conjunto, incluindo Stephen Stills, Johnny Winter e o vocalista / saxofonista Lonnie Youngblood (companheiro de banda pré-fama de Hendrix em Curtis Knight & the Squires). Stills aparece em duas faixas registradas em setembro de 1969: uma versão cover de “Woodstock” de Joni Mitchell (meses antes da reformulação de Crosby, Stills, Nash & Young) e a canção original “$ 20 Fine”. O inverno aparece em uma interpretação previamente extraída das “Things I Used to Do” de Guitar Slim, que aparecem aqui em uma versão completa e remixada.

 

“A verdadeira casa de Jimi foi o estúdio – é aí que a música e a magia aconteceram”, disse Kramer em um comunicado sobre o projeto. “Ele amava tudo sobre gravações, e foi um prazer e honra fazer parte desse processo tanto antes quanto agora”.

Jimi Hendrix – Both Sides of the Sky Track List:

1. “Mannish Boy” (previously unreleased)
2. “Lover Man” (previously unreleased)
3. “Hear My Train A Comin'” (previously unreleased)
4. “Stepping Stone” (previously unreleased)
5. “$20 Fine” (previously unreleased, featuring Stephen Stills)
6. “Power Of Soul” (previously unavailable extended version)
7. “Jungle” (previously unreleased)
8. “Things I Used to Do” (featuring Johnny Winter)
9. “Georgia Blues” (featuring Lonnie Youngblood)
10. “Sweet Angel” (previously unreleased)
11. “Woodstock” (previously unreleased, featuring Stephen Stills)
12. “Send My Love To Linda” (previously unreleased)
13. “Cherokee Mist” (previously unreleased)

 

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*Fonte: rollingstone

Fender anuncia Telecaster com assinatura de astro do country

A Fender anunciou o lançamento de uma nova guitarra, a Brad Paisley Road Worn Telecaster. O instrumento é uma parceria entre a marca e o grande guitarrista de country, Brad Paisley.

A parceria entre Fender e Paisley só será oficialmente anunciada durante a NAMM 2017, que acontece em Nashville, durante o verão do hemisfério norte. Mas o público pode se animar em relação a uma coisa: ao que tudo indica, o preço do instrumento não vai ser dos mais caros.

“Eu me esforcei para criar uma guitarra que seja acessível para a maioria dos jovens, que eu espero inspirar a mudar o mundo com sonhos musicais”, disse Paisley. O guitarrista também ressaltou algumas características do instrumento. “A melhor coisa de ter uma Fender Signature Telecaster é possuir uma guitarra de excelente qualidade com o respaldo do legado da marca”.

 

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*Fonte: guitarload

 

Allan Holdsworth (70 anos) – R.I.P.

Morreu neste domingo, aos 70 anos, o guitarrista Allan Holdsworth. Conhecido por seu trabalho no Jazz/Fusion, influenciou uma série de guitarristas de Rock/Metal, entre eles Eddie Van Halen, Richie Kotzen, John Petrucci, Alex Lifeson, Yngwie Malmsteen e Tom Morello.

Sua obra deixa uma série de evoluções na técnica do instrumento, incluindo sequências de escalas e progressões de acordes nunca antes experimentadas. A causa do falecimento ainda não foi revelada. Seu trabalho mais recente foi Tales From The Vault, lançado em 2015.
Também participou de bandas como UK, Gong e Soft Machine.

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*Fonte: vandohalen

Chuck Berry – R.I.P.

O músico Chuck Berry, um dos pioneiros do rock, morreu neste sábado (18) aos 90 anos no Missouri, nos Estados Unidos, informa a polícia local do condado de St. Charles. O guitarrista lendário foi encontrado em sua casa já sem sinais vitais. A causa da morte ainda não foi revelada.

“O departamento de polícia do condado de St. Charles infelizmente tem de confirmar a morte de Charles Edward Anderson Berry Senior, melhor conhecido como o lendário músico Chuck Berry”, afirma a polícia, em nota. De acordo com os oficiais, a família pede “privacidade durante esse momento de perda”.

“A polícia respondeu a um chamado médico de emergência em Buckner Road às aproximadamente 12h40 [horário local, 14h40 no horário de Brasília] de hoje”, afirmou a instituição. “Dentro da casa, socorristas observaram um homem que não respondiam e imediatamente administraram técnicas salva vidas. Infelizmente, o homem de 90 anos não pôde ser ressuscitado e foi pronunciado morto às 13h26.”
Chuck Berry (Foto: Divulgação) Chuck Berry (Foto: Divulgação)

Ídolo dos Beatles e dos Rolling Stones, Chuck Berry era conhecido por clássicos como “Johnny B. Goode”, “Sweet little sixteen” e “You never can tell”. Esta última música ganhou destaque nos anos 90 por causa de uma das cenas mais famosas de “Pulp fiction”, do diretor Quentin Tarantino. Também gravou “Maybellene” e “Roll over Beethoven” e “Memphis, Tennessee”.

Sua marca no gênero foi tão grande que certa vez John Lennon, dos Beatles, falou: “Se você tiver de dar outro nome ao rock’n’roll, poderia chamá-lo de Chuck Berry”.

Ao longo dos anos, Berry realizou algumas apresentações no Brasil. Ele participou do Free Jazz Festival, em 1993, no Rio. O guitarrista voltou em 2002 para show em Jaguariúna (SP), e em 2008, para apresentações em SP, RS e PR.

Em outubro, ao completar seus 90 anos de idade, Berry anunciou através das redes sociais seu primeiro álbum desde 1979. O álbum “Chuck” estava previsto para ser lançado em 2017 com músicas novas escritas e gravadas pelo músico.

Ele dedicou o disco à sua esposa, Themetta “Toddy” Suggs , com quem viveu durante os últimos 68 anos. “Querida, estou ficando velho! Trabalhei durante muito tempo neste disco. Agora posso pendurar as chuteiras”, disse o cantor.

Berry deixa sua mulher e seus quatro filhos, Ingrid, Aloha, Charles Jr. e Melody.

Lenda

Nascido em 18 de outubro de 1926, em Saint Louis, também no Missouri, Berry dizia emular “a clareza vocal suave de seu ídolo, Nat King Cole, enquanto tocava músicas de blues de gente como Muddy Waters”, descreve a biografia em seu site oficial. Berry foi o quarto dos seis filhos de um empreiteiro e de uma diretora de escola.

Ele aprendeu a tocar guitarra durante o ensino médio, quando passava por uma fase rebelde. Tanto que foi preso por tentativa de roubo. Depois, chegou a trabalhar em uma linha de montagem de fábrica da General Motors.

Berry passou a se dedicar exclusivamente à música nos anos 1950, quando formou um trio com um baterista, Ebby Harding, e um tecladista, Johnnie Johnson. Ele atingiu sucesso em 1955 quando conheceu a lenda do blues Muddy Waters e o produtor Leonard Chess em Chicago, e passou a misturar estilos do country e do blues do sul dos EUA com uma pegada pop, mais palatável para as rádios.

“Eu queria tocar blues”, afirmou Chuck Berry em entrevista à revista “Rolling Stone”. “Mas eu não era ‘blue’ [triste] o suficiente. Eu sempre tive comida na mesa.”

Além das músicas e da influência sobre todo um gênero, o músico também deixou sua marca na famosa “duck walk”, na qual tocava sua guitarra enquanto pulava em uma perna agachado pelo palco.

Lei

Além dos problemas na adolescência, Berry se envolveu em alguns problemas com a lei ao longo do anos. O mais grave em 1959, quando foi detido em Saint Louis acusado de transportar uma garota de 14 anos por divisas estaduais com a intenção de prostituição.
Ele foi condenado dois anos depois e passou 20 meses na prisão, uma experiência que amigos relatam que mudou profundamente sua maneira de ser.

 

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*Fonte: G1