Os últimos dias de Jimi Hendrix, 50 anos após a sua ainda misteriosa morte

No ultimo show que fez na vida, Jimi Hendrix foi vaiado. Aconteceu em 6 de setembro de 1970, 12 dias antes de sua morte, em um festival chamado Peace and Love, na ilha de Fehmarn, na Alemanha. O evento estava cheio de membros da mais violenta gangue de motociclistas, os Hells’ Angels. Choveu muito, e o público fez fogueiras para combater o frio. O fato é que ninguém ali tinha muito ânimo para defender o lema do festival: paz e amor. À hora prevista para Hendrix subir ao palco, um vendaval o impediu. O show não pôde acontecer. Os Hells’ Angels não levaram na esportiva. Ouviram-se alguns tiros. A apresentação foi remarcada para o dia seguinte, às 12h. Quando Hendrix pisou no palco, começaram as vaias: pessoas trêmulas de frio, irritadas com o atraso, motoqueiros com vontade de continuar suas manifestações. “Vai pra casa”, ouviu-se. O músico se aproximou do microfone: “Paz, de todos os modos, paz”. As vozes de desaprovação continuaram. “Se forem vaiar, pelo menos que seja afinado”, disparou com ironia o guitarrista, que então iniciou uma furiosa versão de Killing Floor, tema do blueseiro Howlin’ Wolf.

Os protestos diminuíram, dando lugar a um dilúvio. Hendrix levava pequenos choques quando se aproximava do microfone. Tudo era desagradável e violento. Acabou o show com uma boa interpretação de Voodoo Child. Quando foi embora, os motoqueiros subiram no palco e botaram para quebrar. “Não foi feliz na etapa final da sua vida”, conta por telefone, de Londres, o escritor Harry Shapiro, certamente a pessoa que mais longe chegou na investigação sobre a morte do mito, refletida no livro Jimi Hendrix: Electric Gypsy. “Todo mundo queria um pedaço de Jimi Hendrix: gravadoras, empresários, groupies, imprensa… Estava sempre na primeira linha. E isso é extremamente nocivo para qualquer um, ainda mais se for uma pessoa tão criativa como ele. As pessoas não queriam escutar novas canções. Queriam sempre as mesmas, que ele tocasse com os dentes, que quebrasse a guitarra… Jimi estava cansado e muito frustrado de tudo isso”, afirma Shapiro.

Em um ano e meio (de maio de 1967 a outubro de 1968), Jimi Hendrix editou seus únicos três discos de estúdio (Are You Experienced, Axis: Bold as Love e Electric Ladyland, este último um álbum duplo). Foram trabalhos que mudaram o rock para sempre. Diz Shapiro: “Ele está no mais alto da história do rock. A guitarra elétrica e o blues nunca mais foram os mesmos depois de Hendrix. Ele mudou tudo o que os brancos sabiam da guitarra. Até a chegada dele, a eletricidade só servia para fazer a guitarra tocar mais alto. Com ele a eletricidade passou a ser parte da música”. Charles R. Cross, outro estudioso da vida do músico, autor de Jimi Hendrix – A Biografia, acrescenta, de Seattle: “Dá-se toda a importância à sua faceta como guitarrista, mas era muito mais: cantor, compositor, líder de banda… Sua música tinha profundidade e vida além dos sucessos radiofônicos”.

Durante os últimos 50 anos, foram cogitadas até quatro versões sobre a causa da morte prematura, aos 27 anos, daquele que para a maioria dos especialistas é o melhor guitarrista de rock da história: o suicídio por causa de uma vida infeliz; assassinado por seu empresário, o viscoso Michael Jeffery, para que recebesse o seguro e acuado por dívidas com a máfia; instigada pela CIA, em uma época de revoltas raciais (Hendrix era um negro adorado pelos brancos); e, a oficial, asfixiado por seu vômito, após misturar soníferos com álcool.

Hendrix morreu num quarto subterrâneo de um nada glamouroso hotel londrino, o Samarkand. A mulher que estava com ele se chamava Monika Dannemann, uma alemã de família rica, patinadora aposentada por causa de uma lesão. Eles haviam se conhecido no ano anterior e se visto apenas meia dúzia de vezes. Dannemann foi vê-lo em Londres e ficaram no hotel dela.

Segundo o depoimento da patinadora, em 17 de setembro passaram o dia juntos, ouvindo música e lendo. À noite, Hendrix lhe pediu que o levasse a um endereço. Ela perguntou com quem se encontraria, mas o músico não disse. Depois, passou para apanhá-lo. Hendrix disse que estava cansado e que precisava dormir, e perguntou se ela tinha algum comprimido. Ela lhe deu alguns de um tipo muito potente (Vesparax) e o advertiu para tomar só metade. Adormeceram. Dannemann se levantou às 10h20 do dia 18, viu que ele dormia e saiu par comprar cigarros. Voltou meia hora depois.

O músico continuava aparentemente adormecido, como o tinha deixado, mas com uma diferença: havia um fio de vômito saindo de sua boca. “Vi a pulsação e parecia normal. Mas fiquei nervosa, porque vi a cartela de comprimidos e faltavam nove. Liguei para o Eric Burdon [amigo de Hendrix] e me disse que me tranquilizasse, que esperasse, e que se não melhorasse que chamasse o médico. Mas acabei discutindo com ele e chamei a ambulância”, declarou. Uma equipe de médicos tentou reanimar o artista, sem sucesso. Causa oficial: asfixia provocado por seu próprio vômito depois de uma intoxicação por comprimidos e álcool.

Entre dezenas de pessoas que Shapiro entrevistou para reconstruir os fatos em seu livro Electric Gipsy, uma delas foi Monika Dannemann. “Contou-me basicamente a versão oficial, que ela assumiu dias depois da morte. O problema é que cada vez que falava com os jornalistas mudava alguns detalhes, mínimos, mas que eram importantes”. Telefonou com suficiente rapidez para a ambulância? Ficou nervosa e não foi capaz de fazer a ligação até que já era tarde demais? Entrou em contato com um amigo para recolher todas as drogas que havia no quarto, evitando que a polícia as encontrasse? Esses minutos teriam sido vitais para poder salvar a vida do músico?

“É difícil acreditar no testemunho de Dannemann porque ele contém algumas fantasias. Ela se apresentava como o grande amor da vida de Hendrix, e está claro que não é verdade. O relacionamento deles foi curto. Sim, é possível que tenha sido negligente e demorado muito para chamar a ambulância”, aponta Charles R. Cross. E acrescenta: “Se você mistura drogas, álcool e soníferos, o resultado é letal. Jimi já tinha combinado os três em várias ocasiões. Não acredito que fosse um suicida nem um personagem depressivo, mas sim imprudente. O que aconteceu é que a fama, o dinheiro e o sucesso não lhe proporcionaram o que ele imaginava. As drogas, especialmente sua experimentação com a heroína, não ajudaram. Mas inclusive no âmbito das drogas, Jimi nunca deixou que nada se tornasse mais importante que a música. Minha conclusão é que a morte foi uma overdose acidental que aconteceu, provavelmente, porque ele desconhecia a potência dos soníferos de fabricação alemã”.

Shapiro fez uma longa entrevista em 2010 com James Tappy Wright, um rosto conhecido na cena roqueira dos anos sessenta. Wright foi roadie (técnico e pessoal de apoio nas turnês) para estrelas como Elvis Presley, The Animals, Tina Turner… e Jimi Hendrix. Ele contou a Shapiro que o empresário de Hendrix, Michael Jeffery, tinha lhe confessado que provocara a morte do guitarrista. A razão: estava sob intensa pressão da máfia para que lhe devolvesse um dinheiro emprestado, e sabia que poderia receber parte da apólice do seguro que o músico assinara com a Warner.

A relação entre artista e representante estava apodrecida em 1970. As dívidas não cessavam. O orçamento para a construção do estúdio do músico em Nova York, o Electric Lady, disparou; um contrato assinado no começo da carreira do músico os sangrava economicamente, e o excessivo ritmo de vida que os dois levavam exigia ganhos opulentos e contínuos. A única maneira de fazer frente àquele mar de dólares era que Hendrix saísse em turnê de forma quase constante, sem descanso. Mas o músico queria parar com aquela frenética vida na estrada, trancar-se no estúdio recém-estreado e experimentar. Tinha uma colaboração pendente com Miles Davis. As últimas entrevistas que concedeu não eram tranquilizadoras sobre seu estado mental. “Agora vejo milagres todos os dias. Costumava notá-los uma ou duas vezes por semana, mas alguns são tão radicais que se os tivesse contado a uma pessoa, a esta altura já teriam me trancafiado”, disse à Melody Maker dias antes de morrer.

Eric Burdon é outro dos personagens centrais dos últimos dias de Hendrix. Embora aquele show de 6 de setembro em Fehmarn, na Alemanha, tenha sido o último de Hendrix, houve uma última presença do músico sobre um palco. Burdon estava tocando no londrino Ronnie Scott’s Jazz Club, apresentando seu projeto de funk psicodélico War, depois de deixar o The Animals. O britânico convidou Hendrix para tocar, e este se apresentou em 15 de setembro “tão chapado” (conforme recordou Burdon depois) que não conseguiu subir ao palco. Mas o fez no dia seguinte, em 16 de setembro, 48 horas antes de falecer. Participou de três canções, basicamente tocando guitarra.

Burdon é a pessoa a quem Dannemann telefona ao suspeitar, na manhã de 18 de setembro, que havia algo de errado com Hendrix. Burdon, hoje com 79 anos, deu várias versões do que aconteceu naquela noite. A mais surpreendente foi a que ofereceu dois dias depois da morte do músico. Deu uma entrevista afirmando que tinha sido um suicídio e inclusive que existia um bilhete. Phillip Norman, autor de livros sobre rock, tentou entrar em contato com Burdon para seu recente Wild Thing: The Short, Spellbinding Life of Jimi Hendrix, mas o vocalista britânico se recusou, alegando que em breve contaria sua versão.

Uns 20 álbuns de Hendrix foram lançados desde aquele fatídico 18 de setembro de 1970. Nem depois de morto ele teve descanso. Kathy Etchingham, a namorada mais oficial que o músico teve na vida, decidiu investigar o caso no começo da década de noventa, e seu trabalho com um detetive levou a polícia a reabrir o caso. A conclusão do detetive foi que a atitude de Dannemann foi negligente. A polícia, entretanto, voltou a encerrar a investigação sem tomar medidas.

“Acredito que ela lhe deu os comprimidos, ele vomitou e morreu, e ela entrou em pânico”, conta Etchingham a Mick Wall no livro Two Riders Were Approaching: The Life & Death of Jimi Hendrix. Dannemann, a quem o tempo parou naquele dia de 1970, viveu mais 25 anos recordando sua relação com Hendrix e insultando Etchingham por questionar sua versão daquela noite. Etchingham a levou a julgamento para que deixasse de dizer nas entrevistas que era uma mentirosa. Em 1996, um juiz condenou economicamente Dannemann por difamação e por continuar acusando Etchingham de calúnia. Dois dias depois da condenação, Dannemann se fechou na garagem da sua casa, ligou sua Mercedes e inalou monóxido de carbono até morrer. Tinha 50 anos. Cerca de 70 pessoas foram ao seu funeral. A grande maioria, fãs de Jimi Hendrix.

*Por Carlos Marcos

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*Fonte: elpais

Novo documentário sobre Jimi Hendrix terá como foco show lendário no pé do vulcão Haleakala

O show de Jimi Hendrix de 1970 em Maui, Havaí, no pé do vulcão Haleakala, é certamente um dos mais lendários da história da música. A apresentação foi filmada para a produção Rainbow Bridge, mas praticamente não foi usada.

Agora, um novo documentário chamado Music, Money, Madness… Jimi Hendrix In Mauilevará o público aos bastidores daquele dia. Além da obra audiovisual, um disco ao vivo também foi anunciado. As informações são do Consequence of Sound.

Rainbow Bridgebusca apresentar o grandioso sucesso de Hendrix. O empresário, Michael Jeffrey, planejou um filme semi-ficcional que capturaria a essência da contracultura havaiana. Jeffrey, que se encarregou das tarefas de produção, imaginou uma atuação do músico em Maui como a peça central do filme.

Não funcionou assim, porém. Jeffrey desperdiçou o orçamento que foi colocado pela Warner Bros., e apenas 17 minutos de filmagem ao vivo entraram em Rainbow Bridge. A trilha sonora também nunca foi disponibilizada.

Os fãs, contudo, agora terão o disco ao vivo de Hendrix e mais de 17 minutos do grandioso show em Maui. O músico, na verdade, filmou duas apresentações completas nesta ocasião. Music, Money, Madness e o álbum serão lançados em 20 de novembro. A pré-venda já está disponível aqui.

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*Fonte: rollingstone

Buddy Guy – aniversário de 84 anos

Um dos últimos grandes nomes da primeira geração de sucesso da história da guitarra elétrica no blues americano, Buddy Guy, uma verdadeira lenda, hoje completa 84 anos. Saca só:

Buddy Guy (nascido George Guy, em 30 de julho de 1936 em Lettsworth, Louisiana) é um guitarrista e cantor norte-americano de blues e rock. Conhecido por servir de inspiração para Jimi Hendrix e outras lendas dos anos 60, Guy é considerado um importante expoente do chamado Chicago blues, tornado famoso por Muddy Waters e Howlin’ Wolf. Foi considerado o 23º melhor guitarrista de todos os tempos pela revista norte-americana Rolling Stone.

Parabéns mestre Buddy Guy, muita saúde e ainda muitos anos de bom blues pela frente!

Guitarrista toca com todas as cordas afinadas em mi e ainda cria música

O guitarrista Ichika Nito, músico que tem conquistado bastante destaque no YouTube, resolveu aceitar um desafio proposto por um de seus seguidores. O fã pediu para que ele criasse uma música afinando todas as cordas do instrumento em mi.

A ideia subverte a afinação padrão de quase todas as cordas. Comumente, uma guitarra traz a afinação ‘EBGDAE’ (da mais aguda para a mais grave: mi, si, sol, ré, lá, mi). Ao mudar a sonoridade de quatro cordas para tonalidades tão distantes no campo harmônico, altera-se, também, toda a forma de se tocar o instrumento, incluindo a formação de acordes.

Porém, Ichika Nito tirou de letra o desafio proposto pelo internauta. Em um vídeo de pouco mais de um minuto, ele mostrou uma bela melodia criada com o uso da peculiar afinação.

Na seção de comentários do vídeo, como era de se esperar, o público foi ao delírio. “Parem de desafiá-lo, vocês o deixam mais forte desse jeito”, disse um. “Aqui está a tablatura: EEEEEEEEEEE E EE EEEEE E E E EEEE E E EE E E E EEEEE EEE EE EEEE”, afirmou outro. “Honestamente, a essa altura do campeonato, você não precisa nem afinar a guitarra”, comentou mais um.

Houve, ainda, quem o desafiasse a fazer o mesmo afinando todas as cordas em lá. Será que Nito vai topar essa outra brincadeira?

*Por Igor Miranda

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*Fonte: guitarload

 

Gary Clark Jr. ganha 3 prêmios e se torna um dos grandes vencedores do Grammy 2020

O guitarrista Gary Clark Jr. se consagrou como um dos grandes vencedores da 62ª edição do Grammy Awards, realizado nos Estados Unidos no último domingo (26).

O músico levou três prêmios para casa: Melhor Álbum de Blues Contemporâneo, Melhor Performance de Rock e Melhor Música de Rock. O primeiro foi pelo álbum “This Land”, enquanto que os dois seguintes foram pela música que dá título ao disco, “This Land”.

O gramofone de Melhor Álbum de Blues Contemporâneo foi conquistado após concorrer com Southern Avenue, Sugaray Rayford, Larkin Poe e Robert Randolph and the Family Band. Para chegar à Melhor Performance de Rock, ele superou Rival Sons, Bones UK, Karen O & Danger Mouse e Brittany Howard. Por sua vez, em Melhor Música de Rock, o guitarrista venceu Tool, The 1975, Vampire Weekend e Brittany Howard.

Foram, no total, quatro prêmios disputados – ou seja, ele só não venceu em uma categoria. Em Melhor Videoclipe Musical, Gary Clark Jr. entrou na disputa com o clipe de “This Land”, mas “Old Town Road” garantiu o troféu para Lil Nas X e Billy Ray Cyrus.

Além de ser bastante premiado, Gary Clark Jr. tocou, durante a cerimônia, a música que rendeu a ele os dois prêmios na categoria de rock. A performance foi realizada ao lado do grupo The Roots. Ele ainda participou da apresentação final, da canção “I Sing The Body Electric”, ao lado de nomes como Cyndi Lauper, John Legend, Camila Cabello e outros mais.

A principal vencedora do Grammy 2020 foi Billie Eilish, que levou 5 prêmios para casa junto de seu irmão Finneas O’Connell: Álbum do Ano, Gravação do Ano, Música do Ano, Artista Revelação e Melhor Álbum de Pop Vocal. A cantora Lizzo também chamou atenção, ao levar três troféus: Melhor Performance Pop Solo, Melhor Performance de R&B Tradicional e Melhor Álbum de Música Urbana Contemporânea.

*Por Igor Miranda

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*Fonte: guitarload

Billy Gibbons – 70 anos

E o aniversariante do dia é Billy Gibbons, uma das figuras mais idolatradas aqui do blog. Mestre da guitarra blues, uma lenda viva na história da música americana – leia-se Texas. Se tem alguém que tem estilo é essa cara. Ah! E bom gosto também, porque além de bom músico e compositor possuiu uma incrível coleção de motos e carros antigos / hot roads. Só prá constar.

Feliz aniversário Billy Gibbons (ZZ Top)!!!

RHCP – a volta de John Frusciante ao grupo

A notícia do mundo do rock que  bombou ontem as redes sociais foi o comunicado  oficial da banda Red Hot Chilli Peppers, de que o guitarrista John Frusciante está de volta ao grupo. Depois que deixou a banda pela segunda vez em 2009 (1988-1992 / 1997-2009), o cargo estava até então nas mãos do guitarrista Josh Klinghoffer.

Rob Scallon e Sweetwater quebraram o recorde mundial de maior pedaleira de efeito de guitarra

319 pedais. 34 pedalboards. 500+ pés de cabo. Na terça-feira, 9 de julho, a Sweetwater fez história ao montar a maior pedaleira de efeito de guitarra do mundo – um feito que foi oficialmente verificado pelo Guinness World Records.

A sensação do YouTube, Rob Scallon, estava disponível para tocar no tabuleiro do Clyde Theatre de Fort Wayne, acompanhado por um elenco de estrelas de gurus de pedais, incluindo Robert Keeley (Keeley Electronics), Josh Scott (JHS Pedals), Ryan Dick (Temple Audio) ) e Brian Wampler (pedais Wampler).

Como você pode ouvir abaixo, o som de cada pedal ligado ao mesmo tempo é bastante diferente de tudo que você já ouviu – é realmente aterrorizante.

A equipe da Sweetwater aderiu a diretrizes rígidas para quebrar o recorde, sem pedais duplicados, sem sistemas de comutação e pedais disponíveis apenas por fabricantes reconhecidos.

Incrivelmente, a lenda do Rush, Alex Lifeson, também apareceu para tentar tocar através da plataforma.

O recorde anterior foi estabelecido em 2008 com 142, e foi amplamente esmagado pelo esforço de Sweetwater, que custa US $ 90.000, possui 1.248 knobs, mede 70 pés de comprimento e requer 34 fontes de alimentação apenas para ligar.

Para mais informações sobre essa conquista surpreendente, visite a Sweetwater. Pelo menos até Kevin Shields presumivelmente arrebatar a plataforma para a próxima turnê do My Bloody Valentine …

*Por Michael Astley-Brown

 

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*Fonte: guitarworld

Morreu Neal Casal

O músico norte-americano Neal Casal morreu ontem, 26 de agosto, aos 50 anos.

Multi-instrumentista, compositor e fotógrafo, Neal Casal lançou numerosos álbuns a solo, gravando também com artistas como Lucinda Williams, James Iha ou Willie Nelson, entre dezenas de outros.

O nativo de New Jersey seria mais conhecido, porém, pelo tempo que passou com os Cardinals, uma das bandas de Ryan Adams, que integrou entre 2005 e 2009.

Ryan Adams foi, de resto, um dos primeiros a dar a notícia da morte do antigo companheiro, num post no Instagram.

Atualmente, Neal Casal tocava com os Circles Around the Sun e a Chris Robinson Brotherhood.

Depois de vários amigos fazerem publicações sobre a sua morte, surgiu uma mensagem na sua conta oficial de Twitter, confirmando o óbito.

“É com grande tristeza que vos dizemos que o Neal Casal faleceu. Como muitos de vós sabem, o Neal era um humano bondoso e cheio de alma que viveu a sua vida com arte e gentileza”, pode ler-se na mensagem.

No passado mês de agosto, Neal Casal havia pedido aos fãs que ajudassem a financiar um disco que estava a gravar com o cantautor Kenny Roby.

A causa da sua morte não foi revelada.

*Por Lia Pereira

 

 

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: blitz