New York Times: “Solo de guitarra não é instituição ultrapassada e machista”

Prestigiado jornal americano lembrou que recurso é pouco utilizado hoje em dia, mas ainda é ferramenta artística importante para músicos

Uma rápida análise da história da música nas últimas décadas revela que o solo de guitarra sempre foi um elemento presente em sucessos de muitos estilos musicais. Nos últimos tempos, entretanto, a presença desse momento onde o guitarrista brilha está diminuindo se levarmos em consideração os hits que alcançam grande sucesso internacional

Em um artigo que debate a importância do solo de guitarra, o prestigiado jornal americano The New York Times lembrou que embora menos utilizada hoje em dia, esse recurso é extremamente válido e relevante artisticamente falando.

“É fácil descartar o solo de guitarra como uma instituição ultrapassada e machista, mas o poder emocional perdura. Um solo de guitarra não é apenas uma demonstração de carisma musical e maestria técnica. Na melhor das hipóteses, é um momento de vulnerabilidade primorosa, em que o músico se abre inteiramente para os ouvintes”, diz o texto.

O poder do solo de guitarra
Em outro trecho, o artigo explica que os solos de guitarra não morreram, mas estão se adaptando e se envolvendo com outros gêneros musicais. O jornal cita exemplos de artistas que utilizam esse recurso de forma magistral.

“O solo é muito mais do que uma demonstração das habilidades de um músico. A guitarrista Adrianne Lenker, no show do Big Thief, é prova disso. Seu solo tem a capacidade de evocar uma humanidade visceral em nós: reconhecemos alguém que assume um risco, não importa o quão confiante possa parecer”, conclui.

*Por Gustavo Maiato
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*Fonte: guitarload

Smith/Kotzen – “Taking My Chances”

Recentemente o rock foi brindado com uma inusitada dupla de guitarristas criando um novo grupo, trata-se da junção do virtuose da guitarra Richie Kotzen e do guitarrista Adrian Smith (Iron Maiden). O grupo vai simplesmente se chamar Smith & Kotzen e segundo consta, a ideia é seguirem com esse projeto de hard rock temperado com blues. Confira o primeiro single da dupla.

Rolling Stones lançará música de 1974 com participação de Jimmy Page

Os Rolling Stones estão preparando um baita presente para os fãs — principalmente aqueles que também curtem um bom e velho Led Zeppelin.

Uma faixa do grupo gravada em 1974 com a participação de Jimmy Page e arquivada desde então fará parte da edição de luxo do disco Goats Head Soup que deve ser lançada ainda este ano, mais especificamente em Setembro.

Chamada “Scarlet”, provavelmente em homenagem à filha de Page, a canção é descrita pelo The Guardian como “contagiante e atrevida” como tudo que a banda fazia na época, já que essa fase viu o grupo lançar verdadeiros clássicos como Let It Bleed, Sticky Fingers e Exile on Main St.

Além dela, outras duas canções inéditas estarão no box set e você já pode ouvir uma delas, “Criss Cross”. A terceira faixa é chamada “All the Rage” e o veículo britânico a descreve como algo “pós-‘Brown Sugar’”. A edição especial ainda terá um disco ao vivo, intitulado Brussels Affair, em seu pacote.

Vale lembrar ainda que os Stones preparam o lançamento de seu mais novo álbum de inéditas e divulgaram de surpresa a faixa “Living in a Ghost Town” em Abril. A música chegou até a ganhar um remix assinado pelo DJ brasileiro Alok.

*Por Felipe Ernani

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*Fonte: tenhomaisdiscosqueamigos

The Jimi Hendrix Experience: The Royal Albert Hall [Trailer]

O show aconteceu no dia 24 de fevereiro de 1969, e o vídeo mostra uma das últimas vezes que Hendrix subiu no palco em sua mítica formação original, com Noel Redding no baixo (que viria a deixar a banda pouco tempo depois) e Mitch Mitchell na bateria.

Ainda que a filmagem já seja conhecida dos fãs mais ávidos, através de bootlegs e lançamentos não oficiais, ela jamais chegou a ser lançada em Blu-Ray, conforme havia sido prometido alguns anos atrás. Agora ela enfim chega, para nosso deleite, em alta qualidade à internet.

Nele podemos ver com firmeza o gênio de Hendrix, que nos pouco mais de três anos de duração de sua banda, transformou a maneira de lidarmos e ouvirmos a guitarra em maneiras diversas. E não só: sua maneira de cantar, seu jeito ao mesmo tempo falado e melódico de construir sua canções, sua maneira de se comportar no palco, a mistura de sons tradicionais negros com o rock mais atual de então, colocam Hendrix no topo do olimpo dos guitarristas de rock, como uma espécie de símbolo de uma era dourada que não se repetiu jamais.

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*Fonte: hypeness