Izzy

Eu posso dizer que vivi  o auge daquela fase do rock onde Guns & Roses era a banda mais perigosa do planeta (em todos os sentidos…rsrsrs), sem dúvida. Uma boa época. Tinha o grunge rolando, outras bandas mais pop, o rock inglês, funk-metal , o thash também estava em voga com o Metallica na linha de frente e por aí. Mas acho que apenas o Nirvana e talvez U2 foram tão grande$$$ assim naquele mesmo período. Saudades, mas o tempo passa. Mas sem fugir do assunto, o que queria mesmo mencionar é que enquanto todo mundo sempre fala de Axl e Slash, quando se trata de G&R, SQN – para mim os Gunner favoritos sempre foram o Izzy e o Duff.  Tenho dito!
Então para comemorar os bons tempos, segue o baile com alguns vídeos do Izzy Stradlin em tempos de carreira solo, que servem para provar que “ele” era mesmo o cara rock’n roll da banda.

Feliz aniversário Izzy Stradlin

Hoje é o aniversário de um grande guitarrista que a história reconhece somente até certo ponto, Izzy Stradlin, aquele cara, o que fica sempre na sombra dos feitos de Slash no Guns and Roses. Mas não se iludam, poucos sabem que a grande força motriz por baixo dos panos do fucking G&R no começo foi Jeffrey Dean Isbell (Izzy), sem dúvida um grande guitarrista e compositor.

Mesmo depois de sair da banda ainda se manteve sempre por perto de seus antigos parceiros, seja Axl e o seu G&R “cover”, o Velvet Revolver de Slash e Matt Sorum ou então em sua carreira solo.

Parabéns Izzy!
que sabe ele volta nessa função do retorno atual do Guns? Seria bem interessante.

*Em tempo. Os músicos Gunners preferidos para mim, em meio aquele alvoroço hard rock dos 90’s eram Izzy e Duff.
Pronto, falei!….huahuahuahua
Era ele quem sempre tinha as guitarras mais estilosas da banda, o visual mais cool e bad boy bem como a presença “mais menos” presença de todos.

 

 

 

G&R no Troubador – a volta

Ontem foi o grande dia  da volta (há muitos anos esperada, pelos fans) da banda Guns & Roses. O show de aquecimento para a grande tour que vem pela frente em 2016 foi na tradicional casa de rock em L.A., o Troubadour., quew tem uma íntima e fundamental participação na história da banda.

O G&R versão 2016 conta com Axl Rose, Slash, Duff McKagan, juntos pela primeira vez depois de muitos anos, além de Richard Fortus, Frank Ferrer e Dizzy Reed.

 

Setlist do Guns N’ Roses – Troubadour (Los Angeles), 01/04/2016:

01. It’s So Easy
02. Mr. Brownstone
03. Chinese Democracy
04. Welcome To The Jungle
05. Double Talking Jive
06. Live And Let Die (Paul McCartney & Wings cover)
07. Rocket Queen
08. You Could be Mine
09. The Godfather Theme (Slash)
10. Sweet Child O’ Mine
11. New Rose (The Damned cover)
12. Better
13. Knockin’ On Heaven’s Door (Bob Dylan cover)
14. My Michelle
15. Nightrain

Bis:
16. The Seeker (The Who cover)
17. Paradise City

Algumas imgs do show de ontem:

 

 

G&R

E vem cá, tá rolando um burburinho de que o Guns & Roses deve voltar em breve a ativa, reunindo novamente a famosa formação clássica. Isso é verdade? E quem será o encarregado da bateria (Matt Sorum ou Steven Adler)? O que você acha?

*Acho que seria uma boa, principalmente para uma revirada forte, um chute na porta dessa bunda-molice da cena rock atual.

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Último show do Guns N’ Roses com a formação clássica – Argentina 1993

Se você sempre teve curiosidade de saber como, quando e onde foi o último show do Guns n’ Roses com a formação clássica – Axl, Slash, Duff (tá, vamos descontar aqui a presença do Izzy) tocando junto, pois fique sabendo de que foi na Argentina, na tour de “Use Your Illusion” em 1993. Confira abaixo o show na íntegra.

Setlist

Nightrain
Mr. Brownstone
Yesterdays
Live and Let Die
Welcome To The Jungle
Double Talkin’ Jive
Dead Flowers
You Ain’t The First
You’re Crazy
Used To Love Her
Patience
Knockin’ On Heaven’s Door
November Rain
Dead Horse
You Could Be Mine
Paradise City

25 anos de Appetite

Dificilmente vamos ver ou ouvir uma banda com um álbum de lançamento tão impactante quando foi o Apettie for Destruction do Guns and Roses. Tudo bem, Led Zeppelin, Jimi Hendrix, Beatles e mais alguns poucos afortunados, também tiveram a sua glória com ótimos álbuns de lançamento de suas carreiras, mas aqui me refiro mesmo é nesses últimos anos, sendo que coube aos “gunners” – malucos de carteirinha,  mas muito bom de rock, cometerem o feito de terem produzido um ótimo álbum na história do rockn roll, até a capa é lezgau. Você pode até não curtir essa banda ou o referido trabalho, eu mesmo admito que apesar de achar o Appetite for Destruction um puta disco, não curti mais o caminho musical da banda quando na fase das músicas “orquestrais”, isto ainda com a formação clássica – Axl, Izzy, Slash, Duff e Adler. Um bom álbum se faz com guitarras de riffs cortantes e criativos, plugadas num bom e velho Marshall com o volume no talo e um baixista que saiba tocar de verdade fazendo a base, um batera alucinado e uma voz pouco comum de um frontman cheio de marra e estilo. Tenho como sendo um incrível cartão de visistas para uma banda essa chegada (porrada!) dos caras com este puta álbum, lotado de hits instantâneos, sendo que logo se distanciaram da cena “hard rock farofa” que rolava em Los Angeles naquela época. Patrolaram todas aquelas “bibas hards” e foram adiante, ganharam o mundo, muita grana, shows, fama, mulheres, drogas e o topo do sucesso, claro, depois despencaram numa vertical lá do alto, mas faz parte. Não vou aqui ficar mencionando essa ou aquela música, até porque é difícil imaginar alguém que se diga rocker e não o conheça do começo ao fim, nem preciso ficar tecendo elogios, o rock que dali sai para os falantes fala por si mesmo, tem a sua história e vida própria, que nem o Axl e sua bandinha cover atual conseguem estragar.
25 anos… O tempo passa depressa mesmo, me lembro muito bem da primeira vez que vi a banda, estava lendo uma entrevista na revista Rock Brigade onde apareciam uns cabeludos esquisitos no topo de um prédio (engraçado até que nunca mais vi em lugar algum essa foto do G&R). Na época não havia internet, demorou para mim escutar algum som dos caras, as notícias sobre novas bandas vinham em doses pequenas e eram através de revistas ou alguma eventual matéria de jornal, me lembro de um amigo mencionar uma nova banda de rockn roll que tinha achado muito legal – segundo ele, lembrava Led Zeppelin (ótima credencial), era o G&R. A primeira vez que escutei a banda foi na rádio Ipanema FM (tinha de ser) e logo em seguida já era possível encontrar o álbum nas lojas de discos – foi um baita impacto, podem ter certeza. Pirei quando escutei do começo ao fim o Appetite for Destruction – e isso foi bem antes da tal explosão  comercial da banda. Dos tempos modernos acho que esse álbum deles (os outros..hummm.hum… não contam), junto com o Nevermind (Nirvana ) e o Black Álbum (Metallica) marcaram uma época como peças raras de uma engrenagem que agora se mostra enferrujada, sem força ou graça. Bons tempos quando o rock era rock de verdade, as bandas eram realmente legais e ainda tinham muito gás, não como agora onde a imagem vale mais do que a música…

RRHOF – Gunners outra vez

Neste final de semana finalmente se desdobrou a novela Guns & Roses no Rock and Roll Hall of Fame (2012). Quem foi, quem não foi e tal. Evidente que o rock star Axl Rose não compareceu (como já era de se imaginar e esperado), nem o Izzy Stradlin, mas estiveram muito bem representados por lá através de Slash, Duff McKagan, Steven Adler, Matt Sorum e Gilby Clarck. Com um time assim o rockn roll vinga em qualquer lugar. Convidaram para quebrar um galho nos vocais, o parceiro da banda de Slash, Myles Kennedy. Assim, mesmo que por um breve momento e algumas poucas músicas (“Mr. Brownstone”, “Sweet Child O’Mine” e “Paradise City”), tivemos a oportunidade de assistir e relembrar um pouco do que foi aquele turbilhão que assolou o planeta no começo da década de 90 através de um bando de malucos desgrenhados do G&R, detonando o bom e velho rockn roll. Confesso que ainda tinha fé ainda que nesta noite de celebração do RRHOF,  iria ver Axl aparecer de surpresa por detrás das cortinas do evento, olhar feio para Slash, mas a um só comando se virar e começar a cantar junto com o mestre Izzy na guitarra e o resto da tigrada no placo e mandar-bala em várias músicas clássicas do  “fudidaço” repertório deles. Seria um sonho realizado ver esses caras juntos nem que por um show apenas (vide Led Zeppelin).
Não era prá ser, os motivos de cada um devem ser respeitados, mas quem foi lá, representou muito bem o legado da banda e foi em nome dos fans. Diga-se de passagem, junto com o Nirvana, essas foram as duas últimas VERDADEIRAS GRANDES BANDAS DE ROCK da história. Li recentemente que o bluseiro Buddy Guy também já estaria começando a ficar preocupado com o legado do blues americano, visto que ele e BB King seriam ainda uns dos últimos grandes mestres da fase de ouro do blues ainda na atividade e pouco ou quase nada se tem de renovação no cenário atual desse estilo musical. Se Buddy Guy está preocupado com o blues, o que se pode dizer dessa merda de música em que tornou o rock atual? Uma volta dos Gunners bem que poderia ajudar a reacender a chama do tal rockn roll e os “velinhos” poderiam ensianar ainda a muito muléque metidinho, como se faz um bom rock malvadeza. Tá, ok. O tempo passou, bem eles mais são assim tão malvados…rsssr, mas lançando mão da mágica do tempo, ainda me lembro muito bem do efeito e o estrondoso estrago que eles fizeram com o álbum Appetite for Destruction.

Vida longa ao ROCK!

*Enfim, mesmo não sendo um grande admirador de eventos tipo Grammy, Oscar e essa baboseira do Rock and Roll Hall of  Fame, ao menos tem-se a dignidade de dar valor ao rock através desses seus ilustres representantes. No mesmo dia do Guns and Roses ainda tivemos o Red Hot Chili Peppers e The Faces, também duas importantíssimas e excelentes bandas da história do rock.