Um pouco de montanhas ao redor

Ontem foi dia de dar um rolê de moto com os amigos até Herveiras (RS), na real, um passeio que fazemos já há vários anos e sempre é bom andar por essa região. Estrada tranquila, belas paisagens e bem pouco movimento aos finais de semana.

O clima estava bom, fez um bom dia para andar de moto. Sem aquele habitual calorão de verão, ficou numa vibe do tipo – “pode até chover”, o que de fato não chegou a acontecer (enquanto andávamos). Também foi interessante andar novamente em grupo com os amigos, minhas últimas voltas haviam sido sozinho.

Então como já é de costume, confira baixo algumas imgs do rolê de ontem, junto com o Pretto, Rafa e Luís Carlos. Já que é um lugar ao qual vamos várias vezes ao ano, não vou postar muitas fotos. Apenas um registro. Já postei muitas fotos desse trajeto anteriormente.

Flw / vlw!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Um café em Herveiras

O sábado prometia desde cedo, o dia amanheceu com um céu limpo e tranquilo e sem a menor chance de chuva – dia de rolê de moto! Logo depois do meio-dia, sai em direção de Santa Cruz do Sul, havia combinado com o amigo Marcelo Montini de que iria passar lá para darmos juntos um rolê de moto. Aqui cabe a explicação de que o amigo tem uma Honda Shadow 600 vintage, toda originalzona, mas que está sem andar “forte” há mais de ano. Então normal ir aos poucos dando uma esticada na suas andanças. Hoje resolvemos por essa bela máquina para rodar até Herveira/ Barros Cassal.

Depois de chegar em Sta Cruz, nos encontrarmos no trevo da cidade aos pés dos gigantes “Fritz e Frita”, mesmo sem sombra alguma colocamos um pouco da conversa em dia e seguimos em frente. Já mencionei, fez um dia muito bonito de sol e com uma boa temperatura para andar de moto. O único inconveniente eram os fortes ventos que em certos momentos do trajeto chegavam a empurrar a moto um pouco para o lado. Mas tudo bem, desafios assim fazem parte da empreitada. A moto gastou um pouco mais de combustível com isso, mas ok, não acontece toda hora.

Já que Montini não conhecia ainda o trajeto, a função ficou mais interessante, tudo era novidade. É trajeto muito bom e realmente bonito, impressiona mesmo. então fica aquela coisa de dever cumprido, legal que ele curtiu – essa é a ideia, agora que já sabe o caminho vai poder dar os seus rolês por ali quando quiser e com mais frequência.

Foi uma viagem tranquila, fizemos algumas paradas eventuais e é claro que a grande ponte não poderia ficar de fora. É bem alta e tem a sua mureta de proteção baixa (acredito que menos de meio metro de altura), então quando se caminha pela beirada e chega tipo pela metade dela, dá até um certo medo olhar para baixo. A coisa piora quando passa algum caminhão “embalado” descendo o morro, a ponte toda treme. Não vai cair é claro (assim espero), se bem que as minhas pernas também tremem nessa hora, tenho de confessar….kkkkkkk

Depois da ponte seguimos o trajeto até o tradicional posto/restaurante em que normalmente a nossa turma faz a sua parada. O pessoal hoje resolveu ir até o encontro de motociclistas de Charqueadas, por isso não vieram junto para esse nosso rolê. Se tem encontro eu vou para outro lado. Esse é o meu lema.

*Tá, às vezes vou em encontros de motocilcistas sim. Mas só às vezes. E bem raramente. Não curto! Muita chalaça, zerinho, cortação de giro e gente pagando pau de machão lá S.O.A. – menos, né!

Uma parada, sombra, vento, um café na varanda do restaurante (nada de álcool, estamos dirigindo), uma boa conversa, abasteço a moto e então voltamos. Simples assim, tudo tranquilo. Só que um pouco antes chegarmos outra vez no trevo de em Santa Cruz do Sul, a moto do Montini “do nada” apaga rodando em plena estrada. Uma pane no sistema elétrico. Sem outra alternativa, a moto tem de ser empurrada até um posto de gasolina que por nossa sorte, ficava tipo uns 500m à frente. Lá tentamos dar um verificada melhor na moto e pareceu mesmo ser pane elétrica. Vamos rebocar! Começamos então a procura por uma corda e nada. O pessoal do posto até tentou ajudar, mas não rolou. Nesse hora interpelei um rapaz que chegou para abastecer numa caminhonete, perguntei se ele tinha uma corda e ele disse que sim. Ôpa! Prontamente o sujeito foi até a sua caminhonete e de lá tirou várias cordas (estava indo a um acampamento de pescaria) – Sorte 2!
Nos emprestou uma delas que pareceu ter tamanho adequado para a empreitada. Vendo a nossa situação o Robson (o cara da caminhonete), se ofereceu para rebocar a moto do Montini até em casa, que na real não era muito longe dali. Báh! Incrível, demos sorte de encontrar uma pessoa de espírito bom e disposta a ajudar, coisa rara nos dias atuais. Muito grato Robson!

Feito o carreto, moto rebocada até a casa do Montini. Hora de darmos algumas risadas do fato, afinal não foi nada de grave, só um pequeno contratempo mecânico-motocilístico, então tá valendo. Durante essa semana arruma a moto e na próxima já estará alinhando junto no grid de largada outra vez.

Conversarmos mais um pouco e então era hora de eu seguir o meu caminho fazendo o restante da viagem de volta até em casa. Tudo tranquilo e assim que chego outra surpresa, encontro a turma toamndo um chopp – o Rafa, Bolinha e o Professor Jéferson, recém chegados do encontro de Charqueadas. Feito! Me junto ao grupo.

Enfim, mais um sábado de aventuras em duas rodas. E como isso é bom!
Gracias.

*Abaixo algumas fotos de hoje. Minha câmera estava sem bateria, então foram apenas de celular memso (não curto), mas é o que temos para hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Herveiras

Domingo também é dia de rolê de moto e nem precisa de um grande motivo, basta ter parceria e boa vontade. Ontem o Pretto não pode andar e então combinamos de darmos um rolê hoje na tarde se o dia estivesse bom. Nem preciso mencionar de que fez uma bela tarde de sol e lá fomos nós para a estrada.

Seguimos até Herveiras, trajeto que sempre é muito bom fazer, estrada em bom estado e de pouco movimento nos finais de semana e o melhor, com um visual incrível ao redor, ainda mais quando se chega na parte onde a estrada passa pelos morros. Fica a dica para quem não conhece.

Fizemos uma parada em um posto de gasolina, um pit stop para ir ao banheiro e o engraçado foi encontrar no caminho um cachorro preguiçosamente acomodado tirando um cochilo ao sol. Esperto esse cachorro, ainda mais numa tarde como essa inverno no domingo. A medida que se sobre o frio foi aumentando, assim como também o vento. Teve uma hora em que comecei a ficar com frio. Na volta paramos para um café, nas curvas de Santa Cruz.

Outro dia de aventura na estrada muito bom! Valeu.

*Veja algumas imagens desse rolê de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Feriado, inverno com dia de sol e uma boa tarde para repor as energias

Hoje 25 de julho, dia do colono e motorista e também data de feriado municipal em Venâncio Aires /RS – se bem que a data oficial do município é o 11 de maio, mas mudam até isso hoje em dia, vá entender uma coisa dessas… De qualquer forma, foi dia de folga e portanto dia de pegar a estrada de moto. Dessa vez sozinho mesmo, um rolê tranquilo e não muito longe, até Herveiras (já comentei várias vezes – lugar du caramba para andar de moto), mas já de bom tamanho para curtir e repor as energias junto de belas paisagens e lugares.

Quando ando sozinho aproveito para fazer mais paradas. E aliás, nem sempre fotografo essa função. Na real esse tipo de momento bacana tem de ser é aproveitado e curtido, registrá-los já é outra coisa. Aqui entra aquele tipo de ideia de que nem sempre necessário, por mais belo ou intenso que seja, de se fotografar, filmar ou o escambau. Registra na memória, guarde as sensações.

Se nessa voltas de moto vejo um lugar que de alguma forma me chama a atenção e eu venha a curtir, eu paro. Foda-se! Até porque de moto é mais fácil mesmo do que quando se está viajando de carro. Encosta de canto aqui ou ali e deu. Claro, com cuidado e atenção, onde não prejudique o trânsito e tal. Dai desço e boto o pé no trecho. Assim nessa função, hoje acabei subindo em dois morros de pedra e ainda também caminhei por um mato que havia na beira da estrada, só porque percebi que daria para uma bela vista de um vale mais adiante, logo abaixo.

Foi uma tarde interessante e sempre é bom um pouco de aventura. Saí cedo, no começo da tarde justamente para ter mais tempo para aproveitar esse rolê. Nenhum problema no caminho, tanto na ida como na volta. E com as várias paradas que fiz e a empolgação toda, nem tive tempo para lembrar de ter fome ou querer parar em algum lugar para ao menos um café. Mas valeu. E como….

*Algumas imagens da função de hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Com ou sem chuva

Mesmo com o site do clima alertando para período de chuvas na parta de tarde, a manhã e e boa parte da tarde apenas apresentavam uma textura de cinza no céu, sim, iria chover mas talvez, eu disse talvez, desse para dar um rolê de moto ainda antes da água cair. Claro que não foi assim.

Nos reunimos no point habitual e dessa vez tinha mais gente na troupe: eu, Pretto, Alexandre, Rafa e o Luiz Carlos, que está com uma moto nova. Conseguimos sair ainda com um clima ameno, apesar do calor e sem um sol algum na cabeça mas já esperando tomar uma chuvarada no caminho. Melhor assim, ir em frente já sabendo o que esperar. Deu para seguirmos até o nosso ponto de objetivo, que era o posto em Herveiras, a chuva veio sim mas foi mesmo fraca e isso já quando faltavam apenas alguns km para chegarmos lá.

Sem muito nos molharmos, fizemos o tradicional pit stop, um café (nada de álcool), bate-papo, o dog amigo local já veio parar junto da rapaziada, a chuva aumenta e 3esperamos um pouco mais. No que os pingos diminuem, era hora de montar nas motos e voltar prá casa. Dessa vez sem mais nenhuma parada ou desvio, direto prá casa.

Então no final o tal chopp amigo, encontrar algumas conhecidos, papo de buteco, risadas, trocar uma ideia e pimba! Ir prá casa para um banho e trocar de roupa, que a essa altura do championship já estava bem molhada e depois se preparar paras o churrasco de logo mais.

Algumas imagens deste rolê de dia de chuva. Nada de tão especial, mas foi bom e bem divertido sim, apesar dos cuidados redobrados de toda a galera.

 

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Rolê de feriado de sete de setembro

Com o dia feriado de Sete de Setembro inteiro pela frente, em pleno meio de semana, nada melhor do que pegar a estrada com os amigos em mais um rolê de moto. Fizemos um roteiro já manjado até Herveira (RS-287 / RS-153), mas que a galera curte bastante ir de moto porque a estrada é boa, bonita e com bem pouco movimento nos finais de semana e feriados.

Dia de vento e um friozinho maroto, mas isso não atrapalha em nada, basta se vestir e também se equipar adequadamente e pimba! Tanque cheio e aquela emoção boa de sempre em estar de moto, livre e solto por aí. Sem muito o que contar dessa vez, tudo normal e tranquilo, nenhum perrengue, multa ou histórias de trânsito. Apenas a constatação de que depois da “grande ponte” na RS 153, o clima/temperatura muda bastante, tanto no inverno como no verão. Como é uma subida de serra, quando chegamos no tradicional postinho de nossas paradas a coisa muda drasticamente.

Hoje estava um dia nublado, frio e com cara de choveria ainda no meio da tarde. Nos apressamos na saída, até para tentar minimizar a volta debaixo de chuva, mas foi tudo tranquilo. Lá no topo do morro, em Herveiras, tava rolando um vento danado, dando uma sensação de frio de bater queixo. Para se ter uma ideia, o frentista que abasteceu minha a moto estava com uma cara de frio de dar dó, foi de poucas palavras e dava para perceber de estava era louco para voltar ao chimarrão e o cantinho dele, ali no posto.

Entramos na lancheria e fomos direto em busca de um café preto para dar uma esquentada. Aí outro atendente nos ofereceu ficar perto de uma lareira que havia no restaurante vazio. O que foi uma boa sacada, pontos prá ele. Deu até vontade de ficar por lá bem mais tempo do que o programado, de tão bom que estava. Mas o engraçado foi um garoto que apareceu para dar uma turbinada na tal lareira, trouxe novas madeiras, ajeitou melhor o fogo e segurando em uma das mãos uma garrafa com gasolina, tascou sobre o fogo. Caraca! ?Huahuahauahuau… Esse garoto ainda vai explodir aquilo lá uma hora dessas. Jogou direto da garrafa, derramando sobre o fogo. Tá louco! Coisa de guri “verde isso! Mas tudo bem, deu tudo certo.

Feito o pit stop, um bate papo de sempre, conversa furada e tal, hora de voltar. Pode parecer bobagem, mas são sempre muito bons esses momentos.

Na volta tudo tranquilo (já disse!). Esticamos ainda o caminho passando por trás de Santa Cruz do Sul, na parte traseira do Autódromo, em direção à Rio Pardo e depois voltamos então para o lado de casa, em Venâncio Aires. Dessa vez sem parada no Rancho América. Ainda uma chegada no postinho do centro para uma conversação final (hoje parecia um domingo!) e marcamos mais tarde um chopp com o resto da galera. Era isso. Mais um dia muito bom! Valeu.

Abaixo algumas imagens – *(Amigos sempre me cobram isso, então, tá).

 

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Que frio, que nada

Com a chegada do frio, que aliás, eu curto muito, muito mesmo, a situação de andar de moto muda bastante. Ontem apesar do belo dia ensolarado que fez, diga-se, engana. A configuração para encarar uma empreitada na friaca é bem diferente das últimas tantas que temos feito. Agora também não dá para andar de moto todo “entrochado” (como se diz por aqui), tem de haver uma adequação de bastante calor x pouca roupa. Ainda mais que a nossa intenção era dar um rolê subindo uma parte da serra, para so lados de Barros Cassal.

E quem diz que eu encontro o forro removível da minha jaqueta? Há meses que eu o tirei, foi ano passado na verdade. Claro, estava junto com casacos e blusões de inverno que estão “ainda” guardados. A coisa estava tão roots em termos de frio que mesmo com o sol brilhando forte lá no alto (enganador – já disse), tive de apelar até para usar um “cuecão” por baixo. Mas isso tudo de frio e tal, tem de ser encarado como sendo uma aventura, aliás não teria graça alguma se não houvesse uma certa dificuldade ou desafio.

Dessa vez o Pretto não pode ir junto, compromissos de família, mas o Rafa trouxe um amigo dele para nos acompanhar, o Luiz Carlos. Como eles não conheciam a região de Herveiras e muito menos do trajeto bonito que temos naquela região junto às montanhas e até por entre elas, tomamos essa direção. Na verdade o frio só aumentou a medida que subíamos mais as estradas junto às montanhas. Mas tudo tranquilo, todos estávamos preparados para encarar essa empreitada. Fizemos no caminho uma parada estratégica junto à grande ponte da 153, já que era a primeira vez que o Rafa e o Luiz andavam por essa região.

Uns 50km adiante da ponte, chegamos em um posto de gasolina para um café, esquentar um pouco e bater um papo, afinal enquanto estamos andando não tem como conversarmos além dos usuais gestos e sinais. Depois deste pit stop resolvemos mudar o trajeto da volta, passando então por Vera Cruz e por trás de Santa Cruz do Sul (região do Autódrom – mas sem entrar propriamente dito, no mesmo). Foi uma boa alongada de caminho mas sempre por estradas de boa qualidade e bem tranquilas, tudo para aproveitarmos um pouco mais desse dia bonito que fez ontem, aliás, hoje também está assim e até com um pouco menos frio.

Uma passagem rápida no Rancho América (já está virando uma parada quase obrigatória de quando vamos para essa direção) e depois tomar o rumo de volta para casa, quando já estava escurecendo. Foi tudo bem, em boa companhia e nenhum perrengue, afinal a jogada é curtir o passeio de moto mesmo e se divertir.

Até a próxima!

 

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Então a pedidos, o rolê da vez

Algumas pessoas tem me perguntado porque não coloquei mais nenhuma imagem dos nossos rolês de moto por aqui. Bem, o que se pode dizer é que atualmente o tempo quase sempre chuvoso, não tem ajudado. Outras vezes foi por falta de vontade de levar junto uma máquina fotográfica e também nem sempre dá tempo para parar no caminho e ficar fazendo fotos (tem o lance de cuidado e perigo nessa função toda em meio ao trânsito em certos momentos e locais específicos), ou então até mesmo pelo fato de esquecer a máquina em casa ou então mesmo pela bateria ter acabado…rsrsrsr. Mas então lá vamos nós, já que querem as tais fotos dos rolês, se preparem, aí vai mais um pouco…

Este sábado acabamos indo novamente apenas eu e o Pretto, o Menor Moto Clube do Mundo Ainda Sem Nome anda mesmo desfalcado apesar de convidarmos de vez em quando algum amigo para ir junto, as agendas nem sempre combinam. Enfim, segue o baile. A empreitada começou com uma cara de que pegaríamos chuva no caminho com um céu um pouco nublado e tal. Com as motos na estrada fomos decidindo o caminho a medida que avançávamos meio que a deriva e sem um roteiro pré programado, mas na real é assim mesmo que curtimos o rolê. Acabamos seguindo pela RS153, uma subida muito boa de serra e com um visual incrível. Com o tempo nublado e cada vez ficando mais frio. Essa foi sem dúvida a vez em que estive menos preparado para frio, de todos os rolês que de moto que fiz. Báh! Ratiada minha. E lá fomos seguindo sempre em frente e morro acima. A friaca era grande, o Pretto tava de boa mas eu não, tremia de frio nas pernas, resolvemos parar num posto de gasolina para um café preto bem quente. Santo remédio acalentador. Demos um tempo, uma esticada de pernas e já com um pouco menos de frio a essa altura, resolvemos voltar. A medida que descíamos a encosta a temperatura também já deu uma certa aliviada outra vez. Ainda bem. No mais um rolê tranquilo e de muitas risadas por causa da minha situação e o bom é que não choveu dessa vez e portanto, ninguém ficou ensopado e gripado. E como sempre, mais um sábado daqueles!

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Divoltz

Depois de semanas sem um rolê de moto de final de semana, até mesmo de sequer andar de moto, de colocar a Shadow para venda e também de inacreditavelmente escapar ileso de um acidente de moto na cidade, em que tinha tudo para ter me quebrado (santa proteção!), chegou a hora outra vez.
Estava moendo de saudades de voltar a pegar a estrada novamente e o dia prometia, afinal, como dizem: cerração que baixa, sol que racha. O sol na real não “rachou” tanto assim depois da cerração da manhã, deu as caras mas não foi tudo aquilo. E lembrem, o dia prometia chuva. Mas afinal estamos no inverno aqui no sul, não poderia ser um clima diferente.
Ainda tive de buscar a Shadow que nos últimos tempos estava meio que de paisagem lá na revenda em que a coloquei (ainda quero vender a moto, apenas vou trocar de revenda), preparar as coisas, ligar para o Pretto – essa vez o Vladi e a Fabi não estavam por perto, para seguir o trecho.
Só para constar aqui, havia até uma outra opção inesperada nesse final de semana. Um amigo recentemente comprou uma moto e não tem quase andado com ela, por pura falta de tempo e em função de suas atividades e trabalho, então conhecendo de como curto andar de moto e esse ambiente e tal, me pediu o favor de pegar a moto dele e usá-la de vez em quando num desses nosso rolês de final de semana. Ela confia em mim e queria botar a moto para rodar, mexer com ela para não ficar tão parada na sua garagem. Mas, justamente hoje peguei a Shadow outra vez e ela também precisava de um trato no asfalto, então vai ter de ficar para uma próxima vez.
Valeu o passeio, tudo tranquilo. Um rolê até Santa Cruz do Sul, seguindo a 287 e depois tomamos a 153, em direção à Herveiras e Barros Cassal. Um trajeto tradicional para a gente, mas é bom sempre retornar poe estes caminhos de tempos em tempos. Tudo muito bonito, calmo e com um bom asfalto – bem, ao menos melhor do que a grande maioria das outras estradas aqui da região. Teve até uma parada para um café no tradicional ponto do posto do Paradouro, que teve reformas recentes e agora tem até wi-fi e está um espaço meio malução, com diversos ambientes, salões, um restaurante, espaço reservado no pátio e nos fundos, até uma casinha elevada, tipo uma guarita, com uma bela vista para o vale.
Na volta escureceu mais cedo e até pegamos em alguns trechos um começo de cerração, ainda na parte alta do vale. Mas depois descendo a coisa voltou ao normal. Ah! Dessa vez combinamos de não fazer nenhuma parada na bela e extensa ponte que há no caminho.
Era hora de voltar para casa, tomar um mate e seguir a vida. Mais um sábado daqueles. Tenho dito!

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