Holanda planeja pavimentar suas ruas com plástico recolhido dos oceanos

Que tal despoluir os oceanos e, de quebra, utilizar todo o lixo plástico recolhido da água para construir ruas mais duráveis (e menos esburacadas) nas cidades? Em breve, Roterdã, na Holanda, pode ser usada como piloto para testar a ideia.

O projeto, batizado de PlasticRoad, é da empresa VolkerWessels e sugere aposentar o asfalto e utilizar plástico reciclado (retirado dos oceanos) para a construção de ruas. Segundo a companhia, a mudança garantirá vias até três vezes mais duráveis nas cidades – e, logo, menos custo às prefeituras.

Isso porque o pavimento de plástico reciclado é mais resistente a corrosões químicas e, ainda, suporta uma variação maior de temperatura (de -40ºC a 80ºC). Como consequência, sua vida útil é de 50 anos, enquanto a do asfalto é de cerca de 16 anos. E mais: instalar o material também é mais fácil.

Roterdã que não é boba nem nada já se candidatou para testar o produto, que deve ser finalizado ainda neste ano de 2018. Nós estamos ansiosos para ver o resultado, e você?

*Por Débora Spitzcovsky 

 

 

 

 

…………………………………………………
*Fonte: thegreenestpost

Holanda se torna o primeiro país sem cães abandonados – e não precisou sacrificar nenhum

Em todo o mundo, estima-se que existam aproximadamente 600 milhões de cachorros vivendo nas ruas. É uma situação difícil e complexa de se resolver, sendo que a grande maioria dos governos carecem de políticas públicas para ajudar a solucionar esta questão.

Mas, o que parece impossível para muitos países, se tornou realidade na Holanda. Sem nenhum tipo de sacrifício ou apreensão dos animais em canis, o país europeu conseguiu o título de primeiro do mundo sem nenhum cachorro vivendo nas ruas.

Esta façanha faz parte de um plano do governo baseado em quatro pilares: leis duríssimas para quem abandona os cães, com multas que atingem a casa dos milhares de euros, campanhas de castração e conscientização, além de altas taxas de imposto para quem compra cachorros de raça.

Com isso, a Holanda conseguiu evitar a reprodução dos cães que viviam nas ruas, além de fazer com que as pessoas dessem preferência à adoção dos bichinhos até então abandonados. Um belo e inteligente programa, que deveria servir de exemplo para países de todo o mundo!

 

 

 

 

………………………………………………
*Fonte: hypeness

Deu Valentino Rossi na Holanda

Hoje foi a vez do italiano multi-campeão Valentino Rossi vencer a prova da MotoGP, depois de mais de um longo jejum de mais de ano sem vencer. Sua última vitória foi no Catar, em 2016. Hoje em Assen, na Holanda, a história foi diferente, avançando assim para a terceira colocação na tabela do campeonato, com 108 pontos. Em primeiro temos Andrea Dovizioso (Ducati – #04) com 115 pontos e na segunda colocação, Maveric Viñales (Yamaha – #25), companheiro de equipe de Rossi.

Go Rossi!

>> Semana que vem tem mais MotoGP na Alemanha.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Johan Cruyff

Hoje faleceu um dos maiores e mais inteligentes jogadores de futebol da história deste esporte, Johan Cruyff, o craque holandês perdeu a batalha para um câncer pulmonar aos 68 anos de idade.

Um talento fora do comum, jogador que defendeu o Ajax, Barcelona e foi um ícone da seleção Holandesa na época da chamada “Laranja Mecânica” (Copa do Mundo de 1974), quando a disciplina tática e um inventivo esquema de jogo revolucionaram para sempre a história do futebol e serve de referência até os dias atuais.

Cruyff foi escolhido pelo IFFHS o maior jogador europeu do século XX, e o segundo maior do mundo, atrás somente de Pelé. Para o colunista Maurício Barros, da ESPN Brasil, Cruyff é o maior da história do futebol na soma jogador-treinador, mesmo sem ter ganho nenhuma Copa do Mundo.

 

Muitas de minhas tarde de futebol no pátio de casa quando bem piá, era movido por cenas imaginárias de dribles e mais dribles em função do futebol da seleção Brasileira, mencionando nomes a cada jogada como os de Zico, Sócrates, Éder, Reinaldo, Edinho, Gerson, Jairzinho, Rivelino e tal, mas estranhamente a seleção da Holanda e seu diferentão uniforme “Adidas” laranja com listras pretas, sempre me fascinaram. E aquele craque da camisa 14. Um time esquisito, com uma numeração fora do comum como estávamos sempre acostumados a ver quando mencionávamos a escalação de nossos times com posições fixas de 1 à 11. Você que é mais novo jamais vai compreender isso, uma situação que invertia toda uma lógica a qual estávamos acostumados sobre futebol. Isso sim foi uma revolução num esporte que é tão “tradicional” e avesso a mudanças nas suas regras. Se não se pode mudar, então que tal inventar algo novo, para dar uma dinâmica totalmente diferente. Foi isso que a seleção Holandesa de Rinus Michel fez. Uma chinelada na cara do mundo todo. E quem era o maestro, o capitão de braçadeira e o número 14 nas costas?

Sim, ele mesmo, Johan Cruyff.

E tem mais, Cruyff foi o cara que se recusou usar o uniforme oficial da seleção de seu país, jogou a Copa do Mundo de 1974. Com uma camisa diferente da de seus colegas, não aceitava o patrocínio da Adidas. Confira cenas dos jogos de seu time na Copa e perceba que na sua camisa não há logo e nem as tradicionais 3 listras foram reduzida para somente duas. Compreenda que isso foi na década de 70, numa época em que qualquer “porrinhola” que tivesse essa marca esportiva valia ouro.
Ele também se recusou a vir jogar na Copa do Mundo da Argentina em 1978, por questões políticas. Não queria vir participar de jogos num país em que militares comandavam a política, torturas e assassinatos. Tempos difícieis aqueles 70’s na América Latina.

Outro, dentre vários de meus heróis e referências, que se vai.
Descanse em paz Cruyff! Valeu e muito obrigado por tornar o futebol algo mais vibrante.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

johan-cruijff_06

 

 

 

 

 

 

 

 

johan-cruijff_01

 

 

 

 

 

 

 

 

johan-cruijff_05

 

 

 

 

 

 

 

 

 

johan-cruijff_07

johan-cruijff_08

Dando uma força ao Richie Kotzen nos vocais

O guitarrista e vocalista Richie Kotzen com sua banda em recente show na Holanda acabou ficando sem voz, para resolver o problema e continuar com o show, solicitou a ajuda de algumas pessoas da platéia e veja só o que aconteceu (acompanhe no vídeo abaixo). Mas tem o seguinte, isso não é o que normalmente acontece, na maioria dos casos sobe ao palco um(a) mala que não canta nada, só tem a cara dura e coragem para encarar o desafio de subir num palco mas nada a acrescentar em termos artísticos. Não é este o caso do vídeo do show de Richie Kotzen, aliás, o rapaz do vídeo também se chama Richie. Um belo exemplo, muito legal a atitude de Kotzen e sua banda bem como interessante o desempenho vocal do carinha da platéia. No próximo show de sua banda favorita, ensaie bem antes algumas musiquinhas, quem sabe não seja a sua chance?