Teria a identidade de Jack, o Estripador sido revelada?

Um escritor afirma ter a resposta para o mistério de mais de um século

A identidade de Jack, o Estripador foi ao longo de mais de um século, uma grande incógnita, apesar de sua história de assassinatos ter se popularizado e se tornado conhecida por muitas pessoas ao redor do mundo.

Porém, o escritor Garry Linnell garante que descobriu quem era o homem que realizou ataques a mulheres em Londres no ano de 1888, mais especificamente no bairro de Whitechapel.

Ao menos é o que afirma em seu livro entitulado ‘The Devil’s Work: How Australia hunted and hanged the serial killer who shocked the world’ (“O Trabalho do Diabo: Como a Austrália Caçou e Enforcou o Serial Killer Que Chocou o Mundo”).

O suspeito, segundo Linnel
Conforme informações do Daily Mail, repercutidas pelo History, a obra lançada no ano de 2019 aponta um cidadão inglês chamado Frederick Deeming como sendo o famoso Jack, o Estripador.

De acordo com Gary, Deeming teria matado duas esposas e quatro filhos. Evidências mostrariam que ele e o temido assassino em série seriam a mesma pessoa.

Quem era Frederick?
Deeming nasceu na Inglaterra no ano de 1853, porém se mudou para a Austrália com sua esposa, Marie, em 1882, e passou a trabalhar com gás e encanamento.

Ele chegou a ser preso por uma série de roubos e golpes cometidos no novo país, de modo que o casal decidiu retornar à Inglaterra no final da mesma década, já com filhos.

Segundo a fonte, mesmo tendo uma esposa, Frederick se casou com uma segunda mulher em 1889, utilizando um nome falso.

Infelizmente, tempos após uma nova temporada na prisão motivada por um golpe que teria dado em um joalheiro, Deeming assassinou sua primeira companheira e os quatro filhos.

Depois do episódio, o criminoso voltou à Austrália, ao lado de sua segunda esposa, Emily Lydia Mathe.

A segunda mulher
No Natal de 1891, Frederick matou Emily a machadadas na casa em que os dois viviam, na cidade de Melbourne. Depois que o corpo da vítima foi encontrado, o inglês acabou sendo preso.

Na época, diante dos crimes, ele chegou a entrar para a lista suspeitos de ser Jack, O Estripador. Contudo, como as autoridades acreditaram que ele não estava na Inglaterra no ano de 1888, a possibilidade foi descartada. Entretanto, novas investigações indicam que ele, na verdade, esteve no local na época dos crimes.

Além disso, segundo o escritor, o criminoso teria contraído sífilis de uma prostituta durante um tempo em que passou na África do Sul, o que pode ter sido um motivo para o mesmo ter começado a perseguir profissionais do sexo.

Como Jack, o Estripador ficou conhecido por matar essas mulheres, seria possível que os dois fossem a mesma pessoa, de acordo com Gary.

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*Fonte: aventurasnahistoria

A inglaterra já está testando estradas que recarregam carros elétricos durante a viagem

Um estudo realizado na Inglaterra diz que a frota de carros elétricos irá aumentar devido a chegada das  estradas que podem carregar os veículos ao longo da viagem.

A autonomia das atuais baterias de carros elétricos não são suficientes para uma viagem longa. Enquanto os carros elétricos rodam 260 milhas, algo em torno de 418 km  para uma carga completa, carros a gasolina podem rodar até 300 milhas – 482 km –  ou mais.

Já a Inglaterra, anunciou na semana passada que está testando equipamentos a 18 meses e que agora vai começar os estudos de viabilidade. (O teste não será em vias públicas, por agora.)

Durante os ensaios, os veículos serão equipados com a tecnologia sem fio e equipamento especial será instalado sob os carros. Cabos elétricos enterrados sob a superfície irá gerar campos electromagnéticos, que serão captados por uma bobina dentro de um dispositivo acoplado ao carro e convertida em eletricidade.

A conclusão de todos os estudos está marcada para acontecer no final deste ano; detalhes serão revelados quando um empreiteiro tenha sido designado. Haverá uma continuação potencial em estradas reais.

O ministro dos Transportes Andrew Jones diz que “o governo irá investir £500 milhões nos próximos cinco anos para manter a Grã-Bretanha na vanguarda desta tecnologia.”

“As tecnologias automotivas estão a avançar a um ritmo cada vez maior e estamos empenhados em apoiar o crescimento de veículos de emissões ultra-baixas nas auto-estradas da Inglaterra.” Diz Mike Wilson, engenheiro-chefe de rodovias.

Os ensaios off-road de tecnologia de energia sem fio vai ajudar a criar uma rede de estradas mais sustentáveis para a Inglaterra e abrir novas oportunidades para as empresas que transportam mercadorias em todo o país.” Continua.

Este não é o primeiro estudo do tipo. Na Coréia do Sul, um trecho de 7,5 milhas (12 km) de estrada tem abastecido até ônibus elétricos, através de um processo chamado Shaped Magnetic Field in Resonance (SMFIR)

Mas este novo projeto é muito mais ambicioso e potencialmente algo que irá revolucionar as malhas de rodovias pelo mundo. Alguns céticos se manifestaram contra o regime; Dr Paul Nieuwenhuis, o diretor do Centro de Excelência Elétrica Veicular da Cardiff Business School, disse à BBC que “soa muito ambicioso para mim. O custo será o maior problema e eu não estou totalmente convencido de que vale a pena.”

Ela aponta melhorias na tecnologia da bateria, questionado se algum dia haveria uma necessidade de tais estradas.

 

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*Fonte: engenhariae

Reino Unido testa asfalto 60% mais resistente que é feito com plástico retirado dos oceanos

A Holanda já havia anunciado querer testar um asfalto feito a partir de plástico retirado dos oceanos. O uso do material, atualmente, está “na moda”, já que se trata de um recurso demorado para se decompor na natureza e que, infelizmente, é cada vez mais descartado de forma incorreta pelo homem. Além disso, uma série de toxinas que prejudicam nossos solos têm ligação com os vestígios deixados pelo plástico. Não por acaso, o que não falta por aí são iniciativas para reutilizar e reciclar todos esses resíduos espalhados por aí!

Uma das mais recentes vem do engenheiro Toby McCartney, que desenvolveu uma técnica para revestir as ruas com material parecido com o concreto convencional, mas composto por plástico descartado. A empresa, chamada MacRebur, garante que o substituto é 60% mais resistente que o asfalto comum e tende a durar 10 vezes mais.

Substituto do famoso betume, comercializado por empresas que extraem petróleo, os plásticos descartados aos montes por domicílios e espaços comerciais são a matéria-prima do produto de Toby. Mas tudo só foi possível graças à sua filha: ao ser questionada por sua professora sobre o que vive nos oceanos, a pequena respondeu: “Plástico”. Seu pai não queria que ela vivesse em um mundo onde isso fosse verdade e tratou de fazer sua parte!

O primeiro teste do composto foi realizado na calçada do engenheiro. Ao perceber que funcionava, a empresa aplicou a técnica em novas ruas do estado de Cumbria, localizado no norte da Inglaterra. Dedos cruzados para que os próximos testes também funcionem!

Assista ao vídeo da iniciativa aqui.

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*Fonte: thegreenestpost

 

O Reino Unido ligou seu ambicioso reator de fusão – e ele funciona

O mais novo reator de fusão do Reino Unido, o ST40, foi ligado na semana passada e já conseguiu atingir o “primeiro plasma”.

Isso significa que gerou com êxito plasma eletricamente carregado dentro de seu núcleo.

No entanto, ainda há um longo caminho a ser percorrido: o objetivo é que o reator aqueça esse plasma até 100 milhões de graus Celsius – o limiar de “fusão”, no qual os átomos de hidrogênio podem começar a se fundir em hélio, liberando energia limpa no processo – somente em 2018.

 

A promessa

A fusão nuclear é o processo que alimenta o nosso sol. Se atingíssemos a mesma coisa aqui na Terra, isso nos permitiria aproveitar uma fonte ilimitada de energia limpa que quase não produz carbono.

Ao contrário da fissão nuclear, que é conseguida nos atuais reatores nucleares, a fusão nuclear envolve a fusão de átomos, não sua divisão, e produz principalmente hélio como produto residual.

Apesar de promissora, no entanto, não tem sido nada fácil alcançá-la, ou torná-la prática.

“Hoje é um dia importante para o desenvolvimento da energia de fusão no Reino Unido e no mundo”, disse David Kingham, CEO da Tokamak Energy, a empresa por trás do ST40. “Estamos apresentando o primeiro dispositivo de fusão de classe mundial projetado, construído e operado por uma empresa privada. O ST40 é uma máquina que irá mostrar que temperaturas de fusão – 100 milhões de graus – são possíveis em reatores compactos e econômicos. Isso permitirá que a energia de fusão seja alcançada em anos e não décadas”.

 

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*Fonte: hypescience

Álbuns clássicos inglesses são tema de uma série de selos

Desde o dia 7 de janeiro uma série de 10 selos  do Correio Real Britânico estão circulando, uma homenagem a algumas capas de discos históricas de bandas de rock inglesas. O critério para escolha dessas capas foi puramente estético, levando em conta o potencial gráfico e também a relevância para o cenário musical do britpop. Hey, já sabe, se você tem algum amigo ou conhecido morando na Inglaterra, não perca tempo, peça para lhe enviar uma modesta cartinha com um desses selos.

Segue a lista das 10 capas escolhidas para esta homenagem:

1. Blur – ‘Parklife’
2. Coldplay – ‘A Rush of Blood to the Head’
3. David Bowie – ‘The Rise And Fall Of Ziggy Stardust And The Spiders From Mars’
4. Led Zeppelin – ‘IV’
5. Mike Oldfield – ‘Tubular Bells’
6. New Order – ‘Power, Corruption And Lies’
7. Pink Floyd – ‘The Division Bell’
8. Primal Scream – ‘Screamadelica’
9. The Clash – ‘London Calling’
10. The Rolling Stones – ‘Let It Bleed’