Mateus Asato retorna ao Instagram após 14 meses e agradece fãs pelo carinho

Em post de retorno, guitarrista diz que deseja “continuar nessa caminhada que tem tanto a nos mostrar”

O guitarrista Mateus Asato retornou ao Instagram nessa quinta-feira, 31 de março de 2022, após ficar 14 meses afastado da rede social. No post em que anuncia sua volta, o músico aproveitou para agradecer o carinho dos fãs.

“E cá estamos aqui outra vez! Depois de um ausente período virtual, escolhi retornar a este lugar que me proporcionou tantas coisas. Quero deixar meu muito obrigado a todos os que demonstraram carinho e cuidado nestes 14 meses de um hiato tão necessário. Como é gratificante sentir que seus frutos deixaram saudades. Melhor ainda é poder entender que estes mesmos frutos não necessariamente dependem de certas muletas as quais nos acostumamos a dar os nossos passos. Meu desejo agora é que continuemos nessa caminhada que tem tanto a nos mostrar. Como é bom vê-los novamente!”, diz Mateus Asato na publicação

Em fevereiro de 2021, Mateus Asato pegou todos de surpresa ao anunciar uma pausa na carreira e a suspensão de seu perfil no Instagram. Conforme noticiou a Guitarload naquela época, o guitarrista disse que estava se questionando sobre o tempo gasto na plataforma. “Eu me perdi dentro das caixas de vídeos de 15 a 60 segundos. Tenho uma grande sensação de que estamos perdendo a essência da interação musical”, disse Mateus Asato na época.

O retorno de Asato foi celebrado pelos seus fãs no Instagram. “Fico feliz que você tenha tirado esse tempo para você. É muito bom te ver aqui de novo”, diz um dos comentários. “Seja bem-vindo de volta, grande amigo”, escreveu outro internauta.


*Por Gustavo Maiato

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*Fonte: guitarload

Facebook pode ser obrigado a vender o Instagram e o WhatsApp

Após anunciar as últimas novidades no campo da realidade virtual, o Facebook está enfrentando um novo obstáculo nos EUA: uma nova ação judicial, desta vez movida pela Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos (FCT).

O órgão acusa a rede social de violar a lei “antitruste” do país por conta da aquisição do Instagram (em 2012) e do Whatsapp (em 2014) por US$ 1 bilhão e US$ 19 bilhões, respectivamente.

A FCT alega que a companhia de Mark Zuckerberg está mantendo um monopólio ilegal. O desfecho mais radical para o caso será a justiça norte-americana exigir a venda das duas plataformas.

Em batalha judicial, Facebook pode ser obrigado a abrir mão do Instagram e do WhatsApp.

Em resumo, o ponto central da reclamação é: o Facebook teria dominado o mercado de mídias sociais nos EUA. Em resposta, um porta-voz do Facebook emitiu a seguinte nota:

“É lamentável que, apesar de o tribunal rejeitar a denúncia e descobrir que ela não tinha mérito para uma reclamação, a FTC optou por prosseguir com este processo sem fundamento.”

Por fim, a empresa reforça que as aquisições do Instagram e do WhatsApp foram “revisadas e aprovadas muitos anos atrás”.

*Por Gabriel Sérvio
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*Fonte: olhardigital

O fiasco dos ‘influencers’ com hordas de seguidores

Seguidores no Instagram: mais de 2,6 milhões. Seguidores no Twitter: mais de 350.000. Com o aval desses números, a usuária de redes sociais Arianna Renee (Miami, 2000) aventurou-se a lançar sua própria linha de moda, ERA, um projeto empresarial nascido da “boa recepção” que a ideia, segundo sua criadora, tinha supostamente tido em sua comunidade de admiradores. No entanto, Arii, o apelido que a jovem de 18 anos utiliza em suas redes sociais, não conseguiu vender o mínimo de “36 camisetas” que a empresa disposta a fabricar suas peças de roupa exigia para continuar com o projeto. Seu empreendimento tinha sido um fiasco. Ela comunicou o fracasso em uma mensagem publicada em 27 de maio no Instagram, já apagada, na qual lamentava “que ninguém tivesse cumprido a promessa” de comprar um de seus designs.

Por mais contundentes que sejam os números, ter uma horda de seguidores que curtem cada publicação não é suficiente para ser um verdadeiro influenciador ou formador de opinião. A mensagem da confissão do fracasso empresarial de Arii, por exemplo, teve 36.000 curtidas − o número mínimo de itens que deveria ter vendido multiplicado por mil. “A bolha dos influencers estourou há mais de um ano, ficou desgastado o modelo de acreditar que qualquer instagrammer com seguidores pode incentivar a compra de um produto ou o uso de um serviço”, afirma Rafaela Almeida, autora do livro Influencers: La Nueva Tendencia del Marketing Online, (“influencers: a nova tendência do marketing online”), lançado em 2017 na Espanha pela editora Base, e CEO e fundadora da agência de marketing e comunicação BlaNZ.

O fracasso de Arii é mais comum do que pode parecer. É o que afirma José Pablo García Báez, blogueiro profissional, jornalista e diretor acadêmico do primeiro master para influenciadores da Espanha. “O culpado, nestes casos, não é o influencer, e sim o empresário, que não foi suficientemente profissional para analisar a qualidade das publicações e para verificar se o número de seguidores é real”, acrescenta. Porque comprar followers, e até comentários, é fácil e relativamente barato. Por exemplo, 30.000 seguidores novos no Instagram custam 150 euros (657 reais), e 200 comentários personalizados, pouco mais de 50 (219 reais).

Mas pode acontecer que os seguidores sejam reais e, apesar disso, não sigam as recomendações do suposto influenciador. É o que, segundo a própria Arii, ocorreu com ela. “Nunca comprei seguidores nos quatro anos em que estou nas redes sociais, ganhei cada um deles”, afirmou em uma publicação no Instagram no dia 30, na qual voltou atrás na versão sobre o mínimo de 36 camisetas, aumentando o número necessário de vendas exigidas para 252, um total de 36 para cada um dos sete modelos que diz ter apresentado. Supondo que diga a verdade, por que, então, sua campanha surtiu tão pouco efeito?

“A opinião de um influencer só é confiável se ele for um conhecedor do mercado ou do produto que recomenda”, explica Rafaela Almeida, que acredita que existe atualmente uma forma errônea de enfocar as campanhas de marketing de influenciadores. Segundo a publicitária, “há uma confusão entre o marketing de influência e a publicidade: o primeiro pretende fomentar a recomendação de produtos a partir de uma experiência própria, enquanto que a publicidade não requer essa experiência, requer apenas que seja repetida uma mensagem e haja repercussão”. Por isso, confiar que um instagrammer famoso, mas sem experiência, saiba definir e destacar um produto “é um erro garrafal”. “Existem muitas celebridades consideradas influencers que fracassaram na criação de marcas próprias e, no entanto, criam tendência para outras marcas só como modelos”, destaca a especialista em marketing.

Um exemplo que ilustra a importância da relação entre a especialização dos influencers e sua capacidade de influência é a campanha realizada em março em Paris pela empresa de telefonia Huawei para apresentar seu smartphone P30. “Só da Espanha, [a Huawei] deslocou 150 pessoas, entre jornalistas, blogueiros, youtubers, influencers e modelos da Internet, quase todos/as relacionados com o mundo da moda, cuja sabedoria tecnológica será questionada em vista do interesse que dedicam às suas roupas e das palavras com que presenteiam seus fãs do Instagram”, escreveu em seu artigo o jornalista do EL PAÍS Ramón Muñoz, que acompanhou o evento. Embora não existam dados sobre o resultado obtido pelos influenciadores, Rafaela Almeida acredita que uma campanha como essa pode acabar prejudicando a marca. “Se você está pensando em comprar em um celular de mais de 1.000 euros [4.380 reais], não está interessado em uma foto com a Torre Eiffel ao fundo, que pode estar retocada com filtros − o que você quer é saber, por exemplo, as características da câmera incorporada ao telefone”, explica.

Por isso, a melhor pessoa para fazer uma recomendação não é aquela que tem mais seguidores, e sim a que tem “mais engagement” ou capacidade de interagir com seu público, aponta José Pablo García Báez, cofundador, juntamente com María José Morón, do blog de turismo A Tomar Por Mundo. E neste campo se impõem os “microinfluencers, que têm mais influência na decisão de venda e são uma figura muito mais próxima”, acrescenta o jornalista.

Essa foi a estratégia utilizada pela empresa espanhola de camisetas Pampling, que conseguiu abrir mercado na Europa, principalmente na Itália, graças ao apoio desses microinfluenciadores. “Não olhamos seu número de seguidores, e sim a qualidade de seu canal no YouTube ou das publicações em seus blogs e o público ao qual se dirigem, que em nosso caso são pessoas de menos de 35 anos que querem ver seus interesses refletidos em suas camisetas”, explica Alberto Pala, responsável pela expansão da marca na Itália. Para ele, a chave que permitiu multiplicar suas vendas com uma estratégia de marketing de influenciadores não está no número de seguidores, mas em “quem se esconde atrás deles”.

No caso de Arii, seus seguidores são pessoas que, segundo a jovem, não cumprem sua palavra. Embora a única certeza seja a de que a promessa que eles não cumpriram foi a de comprar suas camisetas. E, em linguagem de negócios, isso se traduz em pouca influência.

*Por Patricia R. Blanco

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*Fonte: elpais

Momento de curtir as inúmeras “Lives” que acontecem

Uma coisa bem interessante que está acontecendo durante esse período de quarentena – ao menoss, para mim, é essa quantiodade enorme de “lives” de artistas que também estão trancados em suas casa e assim aproveitam para interagir com os fans. Tenho curtido muito isso. Todas as noites assisto. Já vi de amigos, artistas nacionais e internacionais. Sensacional. Ajuda com um pouco de alegria nesses tempos de “tensão constante no ar”, melhora o astral e a moral do índio velho aqui. Sei que tem live de outros assuntos também, o que sempre muito bom, mas essas de música tem sei lá…. um tempero diferente. Parece que o artista está mais vulnerável mas ao mesmo tempo bem a vontade, na sua casa, tocando e cantando o que der na sua telha e sem aquele compromisso de ser uma coisa super profissional e formal.

Se liga de que com essa parada forçada de grande parte da humanidade, uma quarentena (que nem é de 40 dias), pode ser de algumas semanas como de meses, muitas coisas irão mudar daqui prá frente. Teremos ‘novos pensares” no modo de nos relacionarmos e valorizarmos as pequenas coisas do dia a dia, teremos incontáveis novos belos projetos pessoais – que estão sendo, maquinados aqui e ali nesse exato momento. E sim, principalmente no que se refere a questões políticas e econômicas, que serão reavaliadas por muitas, muitas pessoas. Podes crer…

*Só a lamentar e não podemos esquecer de modo algum…  o número de mortes e de pessoas hospitalizadas com o coronavírus, que infelizmente, é o lado triste e sombrio de tudo isso. Não se trata de férias, não é festa, mas sim reclusão para tentar diminuirmos a propagação do vírus. Tomara que funcione. Creio que em breve dias melhores virão. Tenhamos fé nisso!

A cultura do Instagram retratada em seis ilustrações

O artista russo Anton Gudim retrata a cultura do Instagram em suas seis ilustrações que compila perfeitamente o que se passa naquela rede social.

Quantas vezes vemos fotos de alimentos, paisagens, produtos de beleza, coisas que não tem nada a ver com nada. E sempre com alguém posando no fundo, ou em destaque mesmo.

Tudo depende do ângulo. De fato, muitas vezes as pessoas que são viciadas em Instagram ou redes sociais em geral, preferem posar para uma foto, escolher o melhor filtro e ângulo ao invés de simplesmente aproveitar a vida, ou o local onde se encontra.

É um misto de narcisismo com insegurança, já que a corrida é para ver quem visitou lugares mais legais e tem a vida mais cool.

“Com base em minha própria experiência, vi milhões de fotos como essa no Instagram”, disse o artista em uma entrevista. “Não é minha intenção fornecer comentários sociais sobre os hábitos superficiais e narcísicos do mundo moderno, é para o leitor decidir com sua própria interpretação.”

Anton comenta que seus quadrinhos são uma maneira de descobrir as profundezas de sua própria imaginação e que ele está feliz por poder inspirar e entreter outras pessoas. “Não quero fazer as pessoas rirem, mas acredito que é importante para os artistas adicionar um pouco de humor em suas obras”, diz.

*Por Flavio Croffi

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: geekness

Criminosos digitais vendem dados pessoais de mais de 6 milhões de perfis do Instagram

Se você é um dos 700 milhões de usuários ativos do Instagram, é melhor tomar algumas atitudes, como alterar sua senha de acesso e prestar atenção em acessos indevidos. Isso porque, no início deste mês, criminosos digitais aproveitaram uma falha de segurança no sistema da rede social e roubaram dados de usuários da plataforma, incluindo logins, senhas e números de telefone.

Para provar a veracidade da invasão, um dos criminosos vazou uma lista com 10 mil credenciais de acesso ao Instagram. No entanto, o grupo de criminosos digitais afirma que o roubo envolve mais de 6 milhões de perfis da plataforma. Entre as vítimas, aparecem políticos, celebridades e até contas de grandes empresas.

A situação piora um pouco mais. O grupo de criminosos criou um serviço online oculto de busca de dados de perfis do Instagram. Com apenas 10 dólares, é possível ter acesso aos dados de uma conta violada.

Especialistas em segurança digital confirmaram a autenticidade dos dados vazados. De fato, telefones, e-mails e senhas pertencem aos usuários. Outra descoberta é que o golpe não foi focado em um único país. Há vítimas dos mais variados países, como Brasil, Alemanha, Austrália, Estados Unidos e por aí vai.

Resposta do Instagram

Embora o estrago já estivesse feito, o Instagram corrigiu, horas depois, a vulnerabilidade que permitiu aos criminosos a violação de dados. A empresa ainda notificou seus usuários sobre o problema e os orientou a ser cautelosos com e-mails, mensagens e até ligações telefônicas.

Faça sua parte

Aqui, é claro que o único culpado pelo roubo de credenciais é o Instagram, que tinha uma brecha em seu banco de dados. Mas você também precisa fazer a sua parte para manter suas informações protegidas.

Além de criar senhas robustas, mesclando números, símbolos e letras maiúsculas e minúsculas, e alterá-las com frequência, procure habilitar a autenticação em dois fatores em suas contas. Assim, você coloca mais um obstáculo e evita o acesso indevido a seus perfis.

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*Fonte: segurancauol

Vídeo resume as mentiras que se escondem por trás do que postamos nas redes sociais

Que a maioria das postagens que vemos nas redes sociais não é a realidade do que as pessoas vivem todos sabemos. Mas se todos sabemos, por que continuamos a encenar a preferência por uma vida que não é real? Por que a vida real não é a campeã de likes? Por que não tentamos de fato viver a vida que queremos então? Você está vivendo uma Insta Lie, ou uma mentira no Instagram?

 

 

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*Fonte: hypeness

Ilustrador brasileiro invade fotos de desconhecidos no Instagram e interage com artes divertidas

O gaúcho Lucas Levitan é um designer e ilustrador brasileiro que em 2014 iniciou uma criativa união entre ilustrações e fotografias, o projeto Photo Invasion, onde seus desenhos divertidos interagem com fotos de desconhecidos. Inicialmente ele usava suas próprias imagens, mas depois começou a procurar no Instagram momentos bacanas de pessoas aleatórias.

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*Fonte / Confira aqui neste link mais de suas divertidas criações: ftc

 

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