Gibson destrói centenas de guitarras “Firebird X”

Anunciado em 2010, o Firebird X foi um dos erros notórios durante o reinado de Henry Juszkiewicz em Gibson, com sua combinação bizarra de captadores estranhos, interruptores de alavanca desajeitados e sintonizadores de robô.

Um estranho vídeo apareceu agora nos documentos de centenas dessas guitarras sendo destruídas, supostamente pela própria Gibson. O clipe abre com uma falange de Firebird Xs alinhada no que parece ser um canteiro de obras antes de ser pisoteada por um veículo pesado.

O vídeo foi tirado por um ex-funcionário da Gibson chamado BJ Wilkes, que revelou detalhes sobre o clipe em uma entrevista ao YouTuber The Guitologist. Wilkes explicou que a filmagem foi filmada durante a era “pós-Henry”, quando os novos investidores de Gibson “estavam tentando limpar a bagunça antes do final do ano fiscal. […] Gibson literalmente não podia vender essas guitarras e elas estavam nos livros. ”

Embora não esteja claro se há algo verdadeiramente nefasto sobre o massacre, Gibson respondeu com uma declaração: “O vídeo de destruição do Firebird X que surgiu meses atrás foi um lote isolado de modelos Firebird X construídos em 2009-2011 que eram irrecuperáveis ​​e danificados com componentes não seguros. Este grupo isolado de modelos Firebird X não pôde ser doado para nenhum propósito e foi destruído de acordo. ”

Wilkes, que trabalhou por seis anos em manutenção e instalações no local de Gibson em Memphis, ecoou a declaração de Gibson. Ele disse que por causa das muitas cavidades do corpo no Firebird X, a madeira dessas guitarras não poderia ser reaproveitada. “[The Firebird X] foi uma guitarra horrível, com muita tecnologia baseada no Windows 98 ou algo assim”, disse ele.

O ex-funcionário também mencionou que isso está longe de ser a primeira vez que a Gibson destruiu suas próprias guitarras. Na entrevista, ele relembrou sua experiência na fábrica de Memphis. “Eu os vi pegando diariamente 10, 20 guitarras ES que estavam pintadas e prontas para serem usadas, e simplesmente as cortei porque havia um pequeno defeito pequenino”, disse ele.

Ele alegou que as guitarras não foram reaproveitadas em instrumentos relic’d ou doadas para caridade porque “sob Henry, ninguém podia fazer isso pelo medo de perder o emprego – que está firmemente enraizado na empresa agora”.

No entanto, isso está mudando com o novo CEO James ‘JC’ Curleigh. A Gibson anunciou recentemente o relançamento da Gibson Foundation, que fornece “milhares de guitarras e doações para escolas e instituições de caridade que ultrapassam US $ 30 milhões”.

A empresa continuou: “Como ponto de partida, a Gibson se comprometeu a dar uma guitarra por um dia nos próximos 1.000 dias. 100 por cento das doações para a Fundação Gibson vão diretamente para dar o dom da música, reafirmando o compromisso de Gibson em retribuir, ajudando programas de educação musical pouco servidos, fortalecendo a cultura musical e encorajando a criação de música ”.

Confira os destroços do Firebird X acima, e assista a entrevista (a partir das 4:00) com BJ Wilkes aqui:

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*Fonte: guitar

 

 

>> MAS TEMOS ESSE VÍDEO EXPLICATIVO AQUI TAMBÉM:

>>> TESTE COM A FIREBIRD X

Rolf Lislevand plays A.Stradivari Sabionari, 1679 guitar – Santiago de Murcia – Tarantela

O legendário luthier italiano Antonio Stradivari é geralmente considerado o mais importante e mais importante artesão em sua área, construindo os melhores violinos do mundo que hoje são vendidos por milhões de dólares.

Em sua vida, ele (e a família Stradivari) produziu mais de 1.000 instrumentos, dos quais 960 eram violinos; no entanto, um pequeno número de guitarras também foi criado. Hoje, apenas um permanece jogável.

Stradivari fez o violão “Sabionari” em 1679; no entanto, no início do século XIX, (como muitas outras guitarras barrocas), foi ampliado para seguir o estilo dos instrumentos mais modernos da época.

Daniel Sinier e Françoise de Ridder restauraram a sua configuração barroca original (documentada na edição de outono de 2014 da American Luthier), com quatro cordas duplas de categute (A D G B) e uma única corda E. Lorenzo Frignani, veterano luthier, mantém o instrumento agora e mantém-se em condições de uso.

O “Sabionari” é de propriedade de um colecionador particular e pode ser considerado uma peça de museu. Mas no clipe abaixo, podemos ouvir em ação. Este é o guitarrista de concerto Rolf Lislev e interpretando Tarantela de Santiago de Murcia usando a guitarra Stradivarius. Aprecie!

 

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*Fonte: guitarworld

Fender anuncia a guitarra “Jimmy Page Signature Telecaster”

A Fender anunciou, nesta semana, a aguardada colaboração com Jimmy Page, o cara que dispensa quaisquer apresentações. A parceria vai recriar a icônica guitarra “1959 Fender Telecaster” e faz parte das comemorações do 50º aniversário da fundação do Led Zeppelin, banda seminal do rock, que começou suas atividades em outubro de 1968.

Para celebrar as cinco décadas do Led e a histórica carreira de Page, a fabricante lançará quatro modelos de assinatura diferentes ao longo de 2019. Dois dos modelos sairão das linhas de produção da Fender e a outra metade, também chamada “Limited Edition Jimmy Page Telecaster Set”, sairá da Fender Custom Shop.

Via comunicado, a fabricante celebra a parceria.

É uma tremenda honra que uma das mais veneradas lendas vivas do rock tenha confiado na Fender para recriar uma das suas guitarras mais especiais

Por sua vez, o guitarrista garante o alto padrão de qualidade do instrumento e argumentou sobre seu envolvimento nos processos de recriação da guitarra.

Eles conseguiram replicá-la com uma fidelidade de 110% ou 150%. Está absolutamente igual ao que é, ao que devia ser e ao que foi. Visitar a Fender Custom Shop para assinar e pintar as guitarras com o Paul Waller foi excitante. Ver todas aquelas pérolas nas paredes, é uma experiência extraordinária.

Mas que guitarra é essa?

A “1959 Fender Telecaster” é reconhecida pelos seus dois designs, “mirror” e “dragon”. Trata-se de um instrumento que acompanhou Page na fase de transição dos Yardbirds para os Zeppelin, tendo sido a guitarra que gravou os primeiros disco destes últimos, além de colecionar aparições nos restantes álbuns da banda que ajudou a definir os rumos do rock pesado.

Jimmy Page recebeu a guitarra e a recomendação para ocupar uma vaga nos Yardbirds das mãos de Jeff Beck, em 1966. Ao longo dos anos, a Tele teve vários visuais e personalizações estéticas e sônicas que Page lhe atribuiu.

Originalmente, a guitarra possuía o acabamento “White Blonde” e assim ficou até fevereiro de 1967, quando o músico acrescentou oito espelhos circulares ao corpo. Pouco tempo depois, os espelhos foram removidos e a pintura original deu lugar a um místico dragão pintado à mão.

Quando o Led finalmente foi formado, em 1968, a “Dragon Telecaster” já era a guitarra principal de Jimmy Page. Exaustivamente usada, ela foi protagonista dos shows e das sessões de gravação do álbum de estreia da banda, “Led Zeppelin I”.

Porém, após o término de uma pequena turnê, Page descobriu que um solicito amigo havia desmontado o corpo do instrumento e pintado por cima do dragão. Consequentemente, a nova pintura comprometeu o som e o circuito eléctrico, deixando apenas o captador do braço funcional. Para resolver o problema, o guitarrista adotou dois procedimentos:

 

Uma breve explicação sobre B-Bender
Trata-se de um sistema de mola e faz a corda subir um tom inteiro. Este mecanismo aumenta a nota de uma corda em um tom, ou seja, se o guitarrista usar o B-Bender quando tocar na terceira corda, um Sol, o sistema levará a nota para um Lá.
Quando posso ter a minha?

A guitarra será oficialmente apresentada na NAMM 2019. Os preços ainda não foram divulgados, mas certamente não serão dos mais baixos. Felizmente, a Fender também garantiu a presença de ambas as versões da guitarra, a espelhada e a pintada, nas linhas de produção convencionais, e assim garantir modelos mais acessíveis à maioria dos fãs.

*Por Gustavo Morais

Dê o play e confira o vídeo de anúncio do instrumento:

 

 

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: cifraclubnews

Marca de guitarras preferida de lendas do rock, Gibson luta contra a falência

Empresa tem menos de seis meses para quitar dívida de US$ 375 milhões

Uma das marcas de guitarras mais tradicionais do mundo, a Gibson pode ser forçada a fechar as portas por problemas financeiros, à medida que a indústria luta para lidar com o crescente desinteresse pelo rock.

Fabricante favorita de lendas como B.B. King, Slash, Santana e Bob Marley, a Gibson está lutando com prazos de pagamentos de dívidas e a recente saída de seu diretor financeiro após menos de um ano no cargo.

De acordo com um relatório recente publicado no jornal “Nashville Post”, a Gibson Guitars precisa quitar um reembolso de dívida no valor de US$ 375 milhões em até seis meses. Além do valor, ainda há empréstimos bancários que totalizam US$ 145 milhões a serem pagos caso a dívida principal não seja paga até o dia 23 de julho.

Bill Lawrence, diretor financeiro da empresa, pediu demissão após cerca de seis meses na função e, segundo o jornal, a perspectiva de um novo refinanciamento da dívida é, no momento, improvável.

Na semana passada, a Gibson divulgou um comunicado em que garantia ter cumprido todas as obrigações e que estava no processo de conseguir uma nova linha de crédito para substituir a atual dívida. A empresa estaria trabalhando em parceria com o banco de investimentos Jefferies.

Atual presidente da Gibson, Henry Juszkiewicz afirmou no comunicado que a empresa está “agilizando seu foco e tentando se concentrar em segmentos de produtos que são lucrativos, enquanto se afastam daqueles que têm pouca perspectiva futura”.

Fábricas de guitarras, especialmente as elétricas, vêm passando por um período difícil nos últimos anos, atingidas por uma diminuição dramática na procura de tais instrumentos. A Fender, grande concorrente da Gibson, precisou desistir de vender suas ações no mercado de valores em 2012. Para os investidores, a empresa era superestimada.

No Brasil, de acordo com dados da Associação Nacional da Indústria da Música (Anafima), publicados pela “CBN”, houve uma queda de 78% na comparação entre os números de importações de 2012 com os de 2017.

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*Fonte: oglobo

Venda de guitarras despenca quase 80% em cinco anos no Brasil

Por Ricardo Gouveia

Fabricantes de guitarra sofrem com a queda nas vendas não só no Brasil. As duas mais icônicas marcas do setor, as americanas Fender e Gibson, não vão nada bem das pernas. Aqui no Brasil as vendas de todos os instrumentos têm caído ano a ano. É um mercado muito dependente da importação e sofre bastante com o valor alto do dólar. Isso porque até as marcas brasileiras montaram fábricas no exterior.

Mas entre todos os instrumentos, as guitarras são as que apresentam os piores resultados, de acordo com os dados da Anafima (Associação Nacional da Indústria da Música). Comparando os números de importações de 2012 com 2017, as importações de violões caíram 33%. Com os instrumentos de percussão e teclados, por exemplo, a queda foi de 55%. Mas entre guitarras e baixos a queda foi a maior de todas: 78%.
As causas para essa baixa popularidade são várias. Para o presidente da Anafima, Daniel Neves, é difícil prever quais vão ser os destaques no cenário da música nos próximos anos. Ele não acredita que o rock vai acabar ou que as guitarras vão se tornar obsoletas, mas ressalta que o rock vive uma fase de pouca influência sobre os jovens.

“Existe uma questão de moda. O sertanejo foi um estilo musical que pegou. O número de violões sobe, não o de guitarras. Quando a gente tinha um movimento da indústria fonográfica para o forró, o número de acordeons aumentou incrivelmente. Acho difícil dizer se a guitarra vai voltar a ser um instrumento do momento. É muito mais uma questão de quem será que vai reinventar a roda da música”, acredita Daniel.

Edgard Scandurra, da banda Ira! e um dos heróis da guitarra no Brasil concorda que o cenário musical pop atual, também no exterior, não favorece o surgimento de novos guitarristas. Ele, que cresceu admirando guitar heroes, constata que a geração atual não tem estímulos para se dedicar a aprender a tocar um instrumento:

“A música pop hoje em dia não é uma música tocada mecanicamente. Em boa parte, ela é executada no computador. E acho que há um perfil da sociedade também, porque o rock é uma música contestatória. Existe uma atitude de contestação que não vejo muito hoje em dia. Essa moçada fica no computador e no videogame, acho que a juventude anda muito preguiçosa. As pessoas não têm nem muita paciência para ler uma coisa longa, quanto mais pegar uma guitarra, sentar numa cadeirinha e ficar treinando”, alega o guitarrista.

Essa sensação do Scandurra é confirmada pelo educador Rui Fava, autor do livro “Educação 3.0”, que analisa justamente as diferenças no aprendizado entre as gerações. Ele explica que principalmente os jovens nascidos depois do ano 2000 estão cercados de tablets, celulares e videogames, que são aparelhos preparados para serem aprendidos intuitivamente, sem cursos ou muito estudo. Diferente das guitarras:

“É a geração de imediatismo. E aí entra a questão da guitarra porque ela não é touch screen. Eles não têm paciência de fazer treinamento e todo esse estudo porque eles querem coisas grandes e rápidas, mas que sejam imediatas”, explica Fava.

Marcela Silva, de 11 anos, começou a se dedicar ao instrumento aos sete, com a ajuda da Associação Para Iniciação Musical da Criança Carente. As crianças atendidas pela associação contam com instrumentos doados, já que guitarras, baterias e baixos não têm mesmo um preço muito acessível. Mas a questão não está só nos custos. A Marcela conta que, entre os amigos dela, são poucos os que desenvolveram interesse em se dedicar à música ou que gostem de rock.
Novos guitarristas com habilidades como as de Jimmy Page, Jimi Hendrix ou Eric Clapton muito provavelmente vão surgir, pelo menos enquanto tiverem a oportunidade de se dedicarem ao instrumento. O que não dá mais para saber é se esses futuros talentos vão ser ícones da música pop ou da música clássica.

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*Fonte: cbn

Peter Frampton – Gibson Les Paul signature

Gibson Custom Shop recriou a guitarra que Peter Frampton tocava em seu álbum ao vivo multiplatinado de 1976. Com suas características distintas, incluem uma parte traseira de mogno com câmaras de alívio de peso, braço com um perfil fino personalizado Peter Frampton e três humbuckers Gibson: ’57 Classic (braço), ’57 Classic Plus (meio) e 500T (ponte). O seletor de captadores de 3 vias é conectado para que o meio apanhador esteja sempre ligado (com seu próprio volume e tom) e pode ser combinado com os captadores frontais ou traseiros. As características personalizadas de Les Paul de nível superior incluem o acabamento em ébano, o fingerboard Richlite de 22 fretes com incrustações de blocos de pérolas, a ligação de uma única camada branca em cima e para trás, sintonizadores bean e hardware dorado. Inclui o case também.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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