Jimi Hendrix seria famoso se surgisse hoje em dia? Rick Beato responde

Famoso produtor musical refletiu sobre como músicos eram valorizados nos anos 1970 e 1980 e como isso mudou nos dias atuais

Jimi Hendrix é sem dúvidas um dos grandes revolucionários da guitarra de todos os tempos e contribuiu para o desenvolvimento do instrumento. Mas será que se o guitarrista surgisse nos dias de hoje ele faria o mesmo sucesso?

Em vídeo em que disserta sobre o assunto, o youtuber e produtor Rick Beato explicou que, em sua visão, na época de Jimi Hendrix os músicos em geral eram mais valorizados e isso dava brecha para que grandes guitarristas lotassem arenas e fizessem muito sucessos.

“Os músicos não são tão valiosos quanto eram nos anos 1970, eles dominavam a indústria. Hoje, isso não conta tanto. Os guitarristas de hoje que fazem sucesso, como Tosin Abasi e Mateus Asato são estrelas, mas não como Eddie Van Halen. Esses antigos tocavam em arenas, que ditavam as regras na indústria. Nos anos 1980, os shows costumavam ter pausas onde o guitarrista solava, para dar um refresco ao cantor”, explicou.

Jimi Hendrix faria sucesso hoje?
Em outro trecho, Rick Beato afirmou que como a música não é tão valorizada atualmente, isso acaba refletindo no valor que os fãs dão aos guitarristas. Esse fator seria determinante para explicar o motivo pelo qual guitarristas de hoje em dia não conseguem o mesmo impacto.

“Agora, dizem que o Jimi Hendrix não seria conhecido se surgisse hoje. Acredito nisso. Antes, as pessoas faziam aulas de guitarra, piano, bateria, baixo etc. Na minha escola era assim. Até os caras que curtiam esportes, tocavam instrumentos. Por causa disso, quando surgia um Van Halen, todos curtiam. Não só as músicas eram legais, mas os músicos também eram reverenciados. Os solos do Brian May, por exemplo, davam para cantar junto. Quero me convencer que o Hendrix seria conhecido, mas não sei. Os jovens que surgem não são desse tamanho”, concluiu.

*Por Gustavo Maiato
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*Fonte: guitarload

Ouça áudio remasterizado do último show de Jimi Hendrix, dois dias antes de sua morte

O guitarrista Jimi Hendrix morreu no dia 18 de setembro de 1970 em circunstâncias que até hoje nunca foram bem explicadas. Recentemente, uma apresentação realizada dois dias antes de seu falecimento ganhou uma versão com áudio remasterizado. O resultado pode ser conferido no vídeo abaixo.

O áudio do show, gravado no dia 16 de setembro de 1970, foi recuperado para um documentário que está sendo produzido sobre a casa de show Ronnie Scott, em Londres, palco do último show de Jimi Hendrix.

Na ocasião, Jimi Hendrix tocou as músicas de blues “Mother Earth” e “Tobacco Road”, com seu amigo Eric Burdon e a banda War. Conforme transcreveu a Guitar World, no vídeo o guitarrista Howard E. Scott, do War, comentou sobre essa noite fatídica.

Por que Jimi Hendrix está se tornando “culturalmente irrelevante”, segundo Rick Beato
“Notei que os olhos do Jimi estavam muito brbancos e abertos. Ele estava pronto para tocar. Começamos a fazer uma jam na ‘Mother Earth’. É um blues bem raiz e o Jimi fez um solo incrível. Nós conseguimos passar pela música. Meus pés não estavam tocando o chão. Pouco tempo depois, recebemos a notícia de que o Jimi havia morrido. É um pensamento terrível saber que fui o último guitarrista com quem ele tocou”, disse.

A morte de Jimi Hendrix
Hendrix foi encontrado morto aos 27 anos no quarto do hotel de sua namorada Monika Dannemann, afogado no próprio vômito, com vestígios de bebida alcóolica e dopado com remédios para dormir.

*Por Gustavo Maiato
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*Fonte: guitarload

51 anos sem Jimi Hendrix nos palcos: Confira registros de seus dois últimos shows

Os últimos dias de vida de Jimi Hendrix foram marcados por pontas soltas. Uma delas diz respeito a sua própria morte; oficialmente divulgada em 18 de setembro de 1970, o óbito teve como causa mais precisa a asfixia em seu próprio vômito, decorrente da mistura entre álcool e soníferos. Entretanto, até hoje não se sabe ao certo se o episódio foi um infeliz acidente, um assassinato ou um suicídio. Há alguns anos, inclusive, detalhamos aqui no site algumas das principais teorias acerca da morte de um dos maiores – senão o maior – guitarrista de todos os tempos. A outra ponta solta é sobre o último show de Hendrix, mas a questão é menos um mistério e mais uma ambiguidade.

Seu derradeiro show solo aconteceu há exatos 51 anos, em 6 de setembro de 1970. Jimi foi uma das atrações do Peace and Love, festival que rolou na ilha de Fehmarn, na Alemanha. A apresentação, infelizmente, não aconteceu no melhor clima. O evento foi marcado pelo frio, um vendaval que forçou o adiamento do show de Hendrix pro dia seguinte, além de vaias quando ele finalmente subiu ao palco. Quando ele conseguiu acalmar os protestos, foi a vez de uma chuvarada começar a cair fazendo até mesmo com que ele levasse pequenos choques ao se aproximar do microfone. Ao sair do palco depois de tocar “Voodoo Child”, faixa de Electric Ladyland (1968), motoqueiros membros da famosa e temida gangue Hells Angels, que estavam na plateia, subiram no palco e iniciaram uma quebradeira. Um roteiro bem distante do paz e amor que inspirava o nome do festival. No YouTube, há alguns registros do evento, e, em alguns trechos, é possível ver Jimi Hendrix. Ano passado, quando tanto esse show quanto a morte de Hendrix completaram 5 décadas, uma homenagem a ele foi inaugurada no local onde o Peace and Love aconteceu. Na parte das entrevistas, só quem entende alemão vai se dar bem.

Trecho Hendrix a partir de 2:27.

Já a última pisada em um palco aconteceu ainda mais próximo da data de seu falecimento: no dia 16 de setembro. A ocasião foi a participação de Jimi no show do War, que na época era a recente nova banda de Eric Burdon pós-The Animals. Burdon o convidou para aparecer nas duas noites em que o War tocaria no Jazz Club, em Londres, mas Hendrix teria faltado a primeira data por ter usado muitas drogas. Porém, na noite do dia 16, a que o astro do rock compareceu, sua presença foi motivo para uma onda de aplausos, conforme relatou Burdon em sua autobiografia Don’t Let Me Be Misunderstood (2001). A apresentação completa da emblemática noite foi gravada por Bill Baker e pode ser escutada abaixo.


*Por Brenda Vidal

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*Fonte: noize

Por que Jimi Hendrix está se tornando “culturalmente irrelevante”, segundo Rick Beato

Famoso youtuber comparou números no Spotify e apresentou receita para reverter quadro de queda de ouvintes do guitarrista

Jimi Hendrix é considerado por muitos um dos maiores e mais influentes guitarristas de todos os tempos. Segundo análise do músico e youtuber Rick Beato, entretanto, o artista está se tornando “culturalmente irrelevante” nos dias de hoje.

Em vídeo do seu canal que conta com 2,5 milhões de inscritos, Beato comparou o número de ouvintes mensais de diversos artistas clássicos e contemporâneos. Sua conclusão é que músicos como Hendrix estão “sendo esquecidos” pelas gerações que estão surgindo.

“O Jimi Hendrix tem apenas 8,4 milhões de ouvintes mensais no Spotify. Por que tão poucos em comparação com Led Zeppelin, por exemplo, que tem 15 milhões?”, pergunta o youtuber. A solução para aumentar a popularidade de Hendrix, segundo Rick, passa por expandir a presença do guitarrista em outras plataformas.

“A banda Queen tem 37 milhões de ouvintes no Spotify. Isso é o mesmo que artistas contemporâneos como Cardie B e Taylor Swift. Esse bom número se explica, talvez, pelo fato de que você pode ouvir o Queen também no YouTube. Para ajudar o Jimi Hendrix, eu recomendaria que façam vídeos dele e coloquem lá. Faça com que sua música seja tocada no YouTube”, explica.

A importância de Jimi Hendrix
Em outro ponto, Rick Beato disse que a banda Eagles, com 15 milhões de ouvintes mensais, sofre do mesmo problema de Jimi Hendrix. “Esses artistas estão se tornando irrelevantes. Se continuarem com números baixos no Spotify, onde será que estarão daqui dez anos? Eu não sei”, afirma.

Ao longo do vídeo, Rick apresenta outras curiosidades relacionadas ao Spotify. O youtuber constatou que o Led Zeppelin tem 10 milhões de ouvintes mensais a menos do que os Beatles. Já o Nirvana, com 19,5 milhões, tem o dobro de ouvintes do que Hendrix.

*Por Gustavo Maiato
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*Fonte: guitarload 

Herbert Vianna: releitura de “Purple Haze”, de Jimi Hendrix, ganha vídeo animado

Herbert Vianna lançou no final de outubro um novo álbum intitulado HV Sessions Vol. 1, quinto trabalho solo do vocalista de Os Paralamas do Sucesso. O disco é fruto de uma série de gravações intimistas que o cantor fez com o produtor Chico Neves no Estúdio304 entre 2010 e 2011.

O repertório traz releituras de “Tempted”, do Squeeze, “Opportunity”, de Elvis Costello, e “While my guitar gently weeps”, dos Beatles, entre outros clássicos que influenciaram um dos maiores representantes do nosso rock nacional.

Agora, Herbert lança o videoclipe da faixa “Purple Haze”, de Jimi Hendrix. O filme é um presente que o cantor recebeu do premiado animador e ilustrador da DreamWorks Ennio Torresan, parceiro de Herbert e d´Os Paralamas desde 1993.

“A nossa parceria vem de muito tempo, desde El Macho, primeiro curta, que ganhou vários festivais, inclusive o Kikito de Melhor Trilha, que foi responsabilidade do Herbert e também com engenharia musical do Chico Neves. Depois a gente fez `A Palavra Certa` e, mais recentemente, ´Sinais do Sim´ com Os Paralamas. Espero que vocês curtam esse filme novo que trata de um amor incompatível entre um pequeno ponto perdido no universo e a intangível mãe natureza, criadora suprema da vida no espaço”, diz Torresan.

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*Fonte: radiorock

Jimi Hendrix (aniversário)

Ontem foi dia do aniversário de Jimi Hendrix, um dos maiores guitarristas da história do rock que este planeta azul já pode ver e ouvir. Se estivesse vivo, Hendrix estaria completando 78 anos.

Seja lá onde estiver “mestre”, segue daqui uma good vibes em sua homenagem.