De acordo com estudo, a juventude termina aos 34 anos

Não importa que você não tenha rugas, cabelos grisalhos ou algum outro sinal de envelhecimento físico, pois são as proteínas que compõem seu sangue que anunciam quando seu corpo se despede da juventude. E lamentamos informar que isso acontece depois de 34 anos.


Um estudo realizado por cientistas da Universidade de Stanford, na Califórnia, explica que as proteínas presentes no sangue fornecem informações importantes sobre o estado de nossa saúde.

Os pesquisadores então, começaram a investigar como os níveis de proteína no sangue podem ajudar a determinar o momento exato em que começamos a envelhecer.

Anteriormente, acreditava-se que essas mudanças eram progressivas. Em outras palavras, foram dados aos poucos, constante e uniformemente ao longo de nossas vidas.

No entanto, cientistas da Universidade de Stanford descobriram que a trajetória do envelhecimento não é contínua ou uniforme, mas tem três picos principais que marcam o início de três estágios nos ciclos de vida das pessoas: a idade adulta jovem, o final da meia-idade e a velhice.

Existem três ciclos

Três ciclos vitais existem: a idade adulta, o final da meia-idade e a velhice.

Por outro lado, o estudo também forneceu informações que reforçam o fato de homens e mulheres envelhecerem de forma diferente. De acordo com as proteínas analisadas, os pesquisadores descobriram que as mudanças em seus níveis eram mais perceptíveis em um sexo do que no outro.

Com essa análise também constataram que o sangue, além de fornecer informações sobre o envelhecimento funcional de cada pessoa, tem papel importante nesse mesmo processo. Os pesquisadores descobriram 46 proteínas diretamente relacionadas ao envelhecimento. Essa descoberta permitirá que façam pesquisas futuras focadas em como podem ser feitas intervenções nessas proteínas, que ajudam a reverter ou retardar o processo de envelhecimento.

Sim, como você suspeita (e talvez tema), as pessoas dizem tchau, tchau aos jovens de 34 anos, que é quando começam as primeiras mudanças repentinas no plasma. Você sabe, oficialmente, os 34 anos são bem-vindos à idade adulta.

Mais informações em We Fashion Trends

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*Fonte: floresepoesias

A Juventude sedentária : 80% dos adolescentes no mundo inteiro não praticam atividades físicas

Espantosamente, 80% dos estudantes jovens no planeta não praticam nenhum tipo de atividade física, por motivos que todos já sabem, o uso excessivo em aparelhos tecnológicos. Que enfatiza o termo de jovens sedentários.

O aviso preocupante foi divulgado pela ONU, que anunciou que das causas categóricas que causam estagnação nos adolescentes e a necessidade de ter o celular sempre na mão.

A divulgação fornecida pela ONU tem relação com a pesquisa elaborada por estudiosos pesquisadores da Organização Mundial da Saúde (OMS), onde eles esclareceram dados de que 80% dos estudantes adolescentes do planeta não têm interesses em praticar atividade física, nem sequer por 1 dia e, no relatório, 85% são adolescentes do sexo feminino e 78% que envolvem jovens do sexo masculino.

Dados do estudo

As análises foram divulgadas na revista The Lancet Child & Adolescent Health que se fundamentou em relatos, onde foram analisados 6 milhões de estudantes de 11 a 17 anos, abrangendo todos os 146 países avaliados, nos anos de 2001 e 2016, sendo que as meninas jovens são as que menos têm interesse do que os meninos, exceto em Tonga, Samoa, Afeganistão e Zâmbia.

De acordo com o resultado das análises, 97% das jovens femininas do sul-coreanas e 93% dos garotos filipinos, demostraram baixos níveis em práticas de exercícios físicos, constatando que são os jovens menos ativos do planeta todo.

Recomendação da OMS

Em termos gerais, uma hora de atividades diárias representa muitos benefícios à saúde, de acordo com estudos realizadas em colaboração com a pesquisadora Leanne Riley, do seção de prevenção de doenças não transmissíveis da OMS.

Com base na análise de Leanne Riley, não precisa se utilizar de atividades intensas ou possantes, para isso, somente é necessário correr, caminhar, pedalar de bicicleta ou “apenas buscar ser mais ativo” essas atitudes podem fazer diferenças para a saúde de maneira geral.

Com base em dados da OMS, não praticar exercícios permite que as pessoas fiquem vulneráveis a uma série de doenças, podemos citar como exemplo : Diabetes, pressão alta, doenças cardíacas e qualidades de cânceres- de mama e o de cólon.

Pesquisa entre jovens brasileiros em relação a atividade física?

De acordo com os dados coletados no Brasil indicam que os adolescentes em geral não exercem atividades de nenhum tipo. Veja esses dados abaixo:

Meninos (2001): 80,1% – (2016): 78,0%
Meninas (2001): 89,1% – (2016): 89,4%
Geral (2001): 84,6% – (2016): 83,6%

Devido o número preocupante, no mundo e no Brasil . recomendamos que você pense em uma atividade: mova-se , o sedentarismo é uma condição prejudicial. Se você é jovem, adulto ou idoso , nunca deixe seu corpo parado. Sua saúde agradece.

*Por Rejane Regio

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*Fonte: cantinholivre

Alcoolismo juvenil: por que nossos jovens precisam se embriagar?

Desculpe falar assim “na lata”, mas álcool é droga, sinto muito. Pior que isso, o álcool é uma droga lícita, aceita, louvada e, muitas vezes, seu uso é incentivado pelos próprios familiares. Para ficar ainda pior, custa extremamente barato. É possível comprar uma garrafa de cachaça em qualquer esquina do Brasil por menos de dez reais.

Beber álcool é um hábito visto com olhos muito pouco críticos, como se fosse algo inofensivo. Aliás, a grande maioria das pessoas acredita que diversão e vida social não são coisas possíveis sem um copinho de birita na mão. Bem… antes fosse apenas um copinho.

As bebidas alcoólicas constituem as drogas legalizadas mais consumidas em nosso país. Brasileiro parece ter absoluta certeza de que festa sem algumas doses, não é festa. Bebe-se antes, durante e depois das refeições, bebe-se para comemorar, bebe-se para relaxar, bebe-se para esquecer. Acontece que essa insanidade coletiva não fica apenas na conta dos adultos; nossos jovens estão adquirindo o hábito de beber cada vez mais precocemente.

Mas afinal, o que pode levar um jovem, em plena melhor fase da vida, com um corpo cheio de energia vital e com incontáveis possibilidades de escolha para passar o tempo e aproveitar a vida, a achar que é uma boa ideia entorpecer o cérebro e matar alguns muitos neurônios afogados em porres de vodka, cerveja e tequila?!

O jovem bebe porque tem acesso, porque tem exemplo e porque desenvolve a crença errônea de que ficar embriagado vai resolver seus problemas de autoestima, timidez e falta de desenvoltura social. Quando está sozinho e pode refletir, o jovem até sabe que o álcool é prejudicial e que aquele efeito entorpecente não há de ser benéfico. Mas, quando está cercado pela turma, a teoria morre afogada no primeiro “shot”.

Por lei, menores de idade não podem comprar bebida alcoólica no Brasil. No entanto, a coisa mais fácil do mundo é sair de um supermercado de ambiente feliz e familiar com garrafas e latinhas, cuja quantidade seria suficiente para deixar de pilequinho a vizinhança inteira. E, se a lei não é cumprida, quem vai se responsabilizar pelo consumo de álcool dos menores? A família, que anda cada vez mais omissa? A escola, que finge que não vê o problema? Os órgãos de saúde, que andam mais trôpegos que um bebum em fim de balada?

Basta dar uma chegadinha em qualquer festinha, barzinho ou balada frequentada por jovens com idade entre 13 e 17 anos para observar a quantidade de meninos e meninas embriagados, andando pelo meio dos carros, completamente desorientados, agarrados a litros de bebida, passados de mão em mão e tragados com desenvoltura, diretamente no gargalo.

Dados inéditos de uma pesquisa sobre o uso de drogas entre os alunos de escolas particulares da cidade de São Paulo revelam que um em cada três estudantes do ensino médio se embriagou pelo menos uma vez no mês anterior ao levantamento.

Uma pesquisa realizada pelo Cebrid (Centro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas) da Unifesp, ouviu mais de cinco mil alunos do ensino fundamental e médio de trinta e sete escolas particulares da cidade de São Paulo; os dados são alarmantes. Entre os estudantes do ensino fundamental (8º e 9º anos), o total dos que se embriagaram ao menos uma vez no último mês é de 24%. Os jovens ouvidos têm entre 13 e 15 anos.

O pileque, ao contrário do que muita gente quer acreditar, não é uma brincadeira inocente. Sua prática, em verdade, é uma consequência imediata do conceito absurdo que beber é uma prática social. Crianças brasileiras crescem assistindo seus familiares entornando copos de bebida nos mais variados eventos.

É por isso que nossos meninos e meninas chegam à adolescência acreditando que ter um copo de álcool na mão é símbolo de status e de maturidade. Acontece que essa crença distorcida pode vir acompanhada de tragédias anunciadas: jovens morrem atropelados por estarem embriagados, jovens atropelam pessoas inocentes por estarem embriagados, crimes de estupro e abusos crescem assustadoramente em ambientes regados a bebida alcoólica.

O uso costumeiro de álcool desencadeia um processo inflamatório no cérebro, alterando as reações químicas e, consequentemente, as ações provenientes de sinapses neuronais. Jovens habituados a beber têm prejuízos de memória, concentração, atenção e podem desenvolver distúrbios de aprendizagem e transtornos de humor.

E é por isso que nós, os adultos, precisamos acordar e entender que é nossa responsabilidade prevenir e proteger nossas crianças dos perigos iminentes que o uso dessa droga lícita pode oferecer. E acontece que campanha nenhuma vai funcionar enquanto as mídias sociais continuarem inundadas de publicidade que associa o consumo de bebida à prazer, poder e liberdade. Nada será suficiente para alertar essa garotada, enquanto ficar alcoolizado for uma prática recorrente em festas familiares.

*Por Ana Macarini

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*Fonte: contioutra