Por um novo trecho

Depois de algum tempo sem postar sequer alguma imagem ou comentários de trip de moto, hoje resolvi publicar aqui alguma coisa já que fez um belo sábado de sol, mas não de muito calor, um dia muito bom para se pegar a estrada. Resolvemos dar um rolê na tarde, eu, Pretto e o Rafa.  Nada de mais, um tiro curto mas por um caminho diferente. Partimos para a direção de Taquari (RS) pela 287, onde a ideia era de no trevo da cidade tomarmos então um caminho de atalho até a 386, pela 436. E foi isso que fizemos, tudo de boas e aproveitando cada minuto de moto nessa incrível tarde.

Uma pequena alteração no trajeto habitual desse rolê. Aliás, agora a 386 tem pedágio, inclusive para motos (R$2,20) – só para constar. Claro que planejamos uma passada também na cervejaria Salva, que fica no caminho. Mas chegamos lá e estava fechada (essa é já a segunda vez que nos acontece isso). Encontramos nessa função um parceiro de Encantado, que também chegou por lá com sua HD e a mesma intenção nossa. Mas não deu, fica para a próxima uma visitinha na Salva.

Seguimos viagem, uma parada em Lajeado e depois para casa. Tudo tranquilo, exceto uma abilolado que quase me atropela me utrapasando em um pequeno espaço de estrada (sabe aquela cara que vem em alta velocidade e força uma ultrapassagem onde não dá, quase jogando o carro pra cima de ti?…pois é…). Mas tranquilo, esse bosta vai arder no inferno…kkkk

Na chegada então aquela tradicional pausa para um cerveja e mais um tanto de boa conversa. valeu! Até a próxima.

*Veja alguns retratos da trip de hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sabadão de verão, desde cedo na estrada

O rolê de moto de hoje teve um motivo diferenciado, acompanhei o Pretto até a IESA, em Porto Alegre, que é a revenda oficial da Harley Davidson aqui no Rio Grande do Sul, onde ele foi comprar uma peça para a sua moto. E diga-se foi tipo uma peregrinação! Eu não tinha ido até lá ainda apesar de ter uma HD (a minha foi comprada usada), portanto não tive nenhum contado com a IESA até então.

Sim, sei que existe toda uma mística nesse lance do poder da marca Harley Davidson e algumas pessoas até exageram nessa “veneração”, no meu ponto de vista. Mas daí é problema ou solução (como queiram) de cada um, eu respeito o gosto dos meus amigos, que aliás, vários deles possuem motos de outras marcas e modelos. Eu tenho o meu gosto e fiz a minha escolha e sou muito bem ciente das qualidades e defeitos do produto que estava adquirindo em termos de moto. Eu gosto da cultura e do universo das motos custom. Nada muito sofisticado. É isso. Simples assim! Sem mais explicações.

A trip começou cedo, o Pretto queria estar em POA logo na manhã e pegar a revenda ainda aberta. Saímos por volta das 7h30, tentando assim curtir mais a viagem de ida e assim fugir do calor que viria logo mais, perto do meio dia. Foi uam boa opção! Fizemos uma parada no caminho para um café, esticar as pernas, trocar uma ideia numa boa conversa e em seguida seguimos novamente rumo a estrada do Parque, que por consequência nos leva até em frente ao santuário da Arena Tricolor (dá-lhe Grêmio!!!), que era parte do trajeto até o nosso ponte de destino em POA.

Chegando lá, demos de cara com aquela vibe de café da manhã / encontro para os clientes e amigos da revenda, com direito a música ao vivo e várias belas motos no pátio. Muito bom!
Ah! Preciso aquio mencionar que os dois caras que estavam tocando lá eram MUITO BONS. Ótimas vozes, bons músicos e um belo repertório, que aliás, tinha tudo a ver com o clima estradeiro rock-country-southern da Harley Davidson, mas sem ser aquela coisa chata ou clichê, como habitualmente tende a ser nos encontros de motociclistas. E isso foi um dos pontos forte dessa manhã.

Claro que enquanto o meu chapa estava lá na lida de encontrar a sua tal peça de moto, eu por outro lado, estava de bobeira, então fiquei “zanzando” pelo loja, primeiro vendo as motos zero KM em exposição, babando e sonhando de um dia ter esse ou aquele modelo, dessa ou daquela cor…rsrsrssr. E depois vendo na lojinha as camisas, jaquetas, bonés, casacos e o escambau. Não comprei nada! Só olhei. Já disse, não tenho esse “fetiche” harleyano de ostentação da marca e tal.

Conversamos com o pessoal, peça encontrada, feito o brique, resolvemos voltar. O Vladi, nosso amigo de POA não estava na capital, ele teria sido o nosso guia pela cidade para outras prováveis aventuras, mas isso fica para uma próxima vez. Resolvemos tomar o rumo de casa então, mas antes iríamos parar junto ao monumento do “Laçador”, um dos símbolos da cidade de Porto Alegre e também do Rio Grande do Sul. Ficava no caminho e o Pretto queria conhecer de perto, mas  confesso que também jamais havia parado ali, desde que mudaram a sua localização para mais perto do aeroporto Salgado Filho. Feito o momento turistão, com direito até a fotos de avião chegando sobre nossas cabeças, seguimos pelo caminho antigo que se fazia de POA para V. Aires, ou seja, por Canos e não pela Rodovia do Parque, como agora costumeiramente se procura fazer. Aliás, há muitos anos eu não fazia esse percurso via Canos (RS). Vamu-lá!

Mas agora o destino era outro. Combinamos de paramos no caminho para comermos um churrasco em algum restaurante de posto de gasolina!
Encontramos um que parecia ser sensato, um pit-stop para almoço, mix, gasolina e  seguimos novamente em frente para casa. Opa! Não foi bem assim.
De última hora optamos fazer uma mudança de planos. Em vez de virmos direto para V. Aires, resolvemos seguir pela 386 por Lajeado-RS. A esperança de encontramos a cervejaria Salva “aberta” era forte, mas não foi o suficiente.
passamos por lá mas ainda era cedo para estarem abertos na tarde (já deixo aqui o aviso – isso acontece depois das 15h), mas passamos por lá, bem antes disso.

Uma tradicional passada pela CNG, aproveitamos para esticar as pernas junto à sombra de algumas árvores, calor pegando no começo da tarde, quando então de surpresa cruzam por nós alguns amigos do clube do Fusca de Venâncio Aires. Estavam indo para um encontro de Fuscas que acontecia à duas quadras de distância do local onde estávamos parados. Pimba! Lá vamos nós conferir o tal encontro de Fuscas de Lajeado.

Entrada grátis, aquele bate papo com a galera dos Fuscas e claro, um rolê pelo ginásio onde estavam os carros em exposição, com diversas peças e traquitanas para colecionadores desses veículos. Enfim, uma festinha/evento supimpa. Pelo calor e também por se tratar de um período de férias/verão/praia, a coisa não estava lá muito movimentada, é verdade, mas era legal, posso garantir. Feita a função, novamente era hora de voltarmos para casa e dessa vez, sem rodeios.

Mas antes ainda uma última parada! Enfim o momento tão aguardado, depois dessa jornada toda de muito asfalto, sol e calor… era hora de tomarmos aquela gelada! Báh!

Um belo sábado, vou te dizer.
Grato Pretto pela trip e a parceria.
Valeu!

*Abaixo algumas imagens dessa tal trip de hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Prá cá e prá lá

Sabadeira de dia de clima estranho com cara de chove-mas-não-molha e mesmo assim dia de pegar a estrada e se divertir um pouco. Mas antes de tudo tive ainda de resolver a questão de manutenção da moto, que precisava de uma troca de óleo & filtros. Feitos os ajustes, estava liberado para rodar mesmo sem saber se tomaria um banho de chuva ou não pelo caminho. Mais hoje valia pena arriscar.

Já perto do meio-dia, primeiro fui até Lajeado, a ideia era almoçar no Carmelito e depois pegar um cinema. O almoço “macanudo” foi tudo maravilha, o problema foi depois quando resolvi então ir no cinema. Já no shopping, na hora de comprar o ingresso, a moça da bilheteria me informa de que o filme que eu queria assistir seria numa sala onde ar-condicionado estava estragado, desde ontem. No way!

Então de volta para a estrada, resolvi vir para casa. Mas assim que cheguei me dei conta de que ainda estava com vontade de andar de moto. Sem nada de importante ou urgente por resolver – voltei para a estrada. Só que agora no sentido contrário, na direção de Santa Cruz do Sul. Então o roteiro do rolê de hoje foi tipo – tiro prá tudo que é lado…kkkkkkk. Encontrei amigos nas duas cidades, conversas aqui e ali, enfim, mais um dia bem aproveitado.

No final a tal chuva nem aconteceu. Melhor assim, dei as minhas voltas e aproveitei bem o dia. Até a próxima! – Já pensando para onde ir nas férias.

*abaixo algumas fotos do rolê de hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Frio, mas e daí!?

Sou daqueles que gosta do inverno e o mesmo vale para andar de moto nessa época do ano. No verão fica complicado usar o equipamento de motociclista (capacete, luvas, jaqueta, etc…) naquele calorão. Já no inverno tudo parece mais natural, até mesmo o ato de andar equipado fica mais tranquilo, sim o frio incomoda um pouco e no caso de chuva, pior ainda, mas tudo tem solução nesse universo da motocicleta. Basta se ajustar com roupas e equipamentos certos / adequados, para cada situação. Enfim, tudo para dizer que hoje mesmo fazendo um belo sábado de sol, estava frio pra caralho sim, mas mesmo assim acordei já focado em dar um rolê de moto na tarde. A vontade era grande.

Hoje andei sozinho, não tive parceria alguma. Sai um pouco mais tarde do que o habitual, até porque estando sozinho, não havia pressa alguma e nem também pensei em roteiro algum, deixei para a estrada me guiar, apenas fui seguindo em frente e sem nada em especial na ideia. Mas senti um incômodo. Estou com um machucado no pé, um dedo está com um baita curativo e tal, isso acabou deixando uma sensação ruim para andar de moto. É que bota ficou bem mais apertada e  um pouco de dor. Mas tudo bem, vamu-qui-vamu. Queria dar uma volta de moto mas não precisava ir muito longe mesmo. Segui na direção de Lajeado e na metade do caminho resolvi entrar em Cruzeiro do Sul (RS), fazia tempo que não ia até lá. Dei uma passeada pelo centro da cidade, subi até o restaurante do morro, uma olha para a vista da cidade lá embaixo, adiante aproveitei e parei num parque municipal com uma pista de skate. Não tinha ninguém andando naquele momento, então estava bom para conhecer o lugar e aproveitar um pouco do sol. Depois voltei para a estrada novamente, entrei em Lajeado (RS), outra volta no centro da cidade e então segui adiante. Fui parar em Estrela (RS), tava com vontade de dar uma olhada na beira do rio. Como já conheço o lugar e gosto dessa cidade, aliás, acho até mais do que de Lajeado (só para constar), sempre vale uma conferida nessa bonita paisagem, ainda mais num dia de sol assim como o que fez hoje. Tudo isso sem pressa ou compromisso algum. Paro, dou uma caminhada, curto o lugar, daí também teve vários sobe e desce escadarias, até chegar literalmente na beira do rio, enfim, essas baboseiras todas de quem está de boas e com tempo para aproveitar. Aliás, finais de semana são para isso mesmo.

Feito o roteiro local de turistão, me dei por satisfeito, atpé por causa de meu machucado incomodando, resolvi pegar o trecho de volta para casa. Foi um passeio bem de boas, na real nem fui muito longe e assim mesmo, nessa tocada, a tarde passou preguiçosamente iluminada por um belo sol, o tempo todo! Coisa boa. Tudo numa good vibes total. Valeu!

*Abaixo algumas fotos do rolê de moto de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O encontro do desencontro

Depois das chuvas ocasionais que até tiveram um certo estrago com a ventania por aqui, o clima mudou bastante e saímos do calorão “modo inferno” para o “modo levemente torrado em dia nublado”. Esse sábado amanheceu com um som bem menos intenso, o que despertou a luzinha de que hoje renderia um bom rolê de moto. Na metade da manhã vou pegar meu celular para trocar uma ideia com o Pretto, sobre darmos uma volta de moto e pimba! O telefone toca e é o Pretto querendo combinar uma volta de moto…..rsrsrsrssrsr

Precisava ainda fazer algumas coisas poucas coisas, pagar uns boletos e então estaria liberado para pegarmos a estrada. J[a deixamos marcado um horário e um local para nos encontrarmos e daí sairmos em viagem. Tudo certo, resolvidas todas as minhas paradas e quando estava novamente em casa, já empolgado para ligar a moto e partir – pimba! Nada da bateria resolver colaborar. A moto não liga. É que que com essa onda terrível de calor das últimas semanas, ela ficou na garagem. Então ligo para o Pretto e cancelo a minha participação no rolê de hoje.

Depois falo com um amigo mecânico, que vem e me socorre com uma carga só p ligar a moto. Ela responde e liga rapidamente. Como o processo foi bem rápido (achei que dessa vez a bateria teria ido-pro-pau de vez) com ela ativada o problema estava resolvido. Depois andando, naturalmente a bateria carregaria um pouco mais. Rapidamente resolvo voltar ao plano original de pegar a estrada. Mas tinha um problema, o Pretto já havia saído, seguir mesmo sozinho a viagem depois que liguei para ele cancelando. Tive de me ativar rapidamente com o equipamento e o mais rápido possível já estava no trecho. Será que conseguiria alcançá-lo? Telefonar não adiantaria, ele de moto e não atenderia. A intenção era ao menos tentar encontrá-lo pela RS 287, até a Casa do Suco (Tabaí/RS). Imaginei que ele iria fazer uma parada ali , um velho hábito da turma. Se não conseguisse encontrá-lo, então tudo bem, daria meia volta e ficaria por isso mesmo.

Tentei ganhar tempo e segui acelerando sempre em frente. Quando já estou perto do antigo posto da Polícia Rodoviária, fico trancado na faixa dupla atrás de uma lenta caminhonete de fretes e báh, quem vejo no meu retrovisor? O Pretto!

É que ele não saiu logo em seguida que recebeu o meu telefonema. Deu um tempo, o céu estava meio nublado, com cara de chuva e então me disse que ficou naquela dúvida de “vou-não-vou” até a Tenda do Umbú (Picada Café/RS) – que era o nosso roteiro. Depois de um tempo, optou seguir em frente mas foi por um outro caminho, por Lajeado. Com esse seu trajeto maior e ainda mais o tempo da indecisão inicial dele, me deram maiores chances, sem querer, de conseguir encontrá-lo no caminho. Isso tudo foi bem inusitado, bacana e demos muitas risadas. De certa forma fiquei até surpreso, eu tinha quase certeza de que não conseguiria alcançá-lo até Tabaí, no tempo previsto. Sorte ele ter escolhido um outro trajeto até lá.

Depois dessa chalaça de pura sorte e acaso, enfim paramos para o tal suco e trocamos uma ideia. Como o céu estava ficando cada vez mais fechado, com nuvens escuras de chuva, resolvemos mudar o roteiro inicial da trip. Optamos voltar então de Tabaí pela RS 386, em direção à Lajeado. No caminho ainda resolvemos desviar por Teutônia/RS, aumentando um pouco mais o trajeto. E assim fizemos. Tudo tranquilo e sem nenhum perrengue. Em Estrela/RS, ainda fomos até a antiga fábrica da Polar na beira do rio Taquari. Conseguimos entrar um pouco em um dos  prédios abandonados – que me pareceram bem mais depredados, do que as vezes anteriores em que estive na praça, na beira do rio. Ainda passamos pelo centro de Lajeado e depois direto para casa, loucos para tomarmos uma cerveja bem gelada. Acabamos pegando um pouco de chuva no caminho. Em resumo foi isso, mais um daqueles bons e divertidos sábados de moto, por aí.

\m/

*Abaixo algumas imgs da função de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Depios de vários dias de céu cinza, então um sábado de sol

E o final de semana chegou depois de vários dias de chuva ou então nublado, um sol bonito já dava as coaras logo cedo pela manhã. Bom sinal!
No começo da tarde já estava pronto para pegar a estra a estrada, não fui muito longe, até porque estou em modo econômico nos últimos tempos – (projetos futuros), mas não dá para deixar de andar de moto. É muita vontade.

Como hoje eu estava sozinho na empreitada sai com mais calma e sem pressa alguma. Estava muito bom tomar um sol andando d e moto no asfalto. Sério, isso é realmente muito bom aqui no sul nessa época do ano (inverno), ainda mais depois de vários dias escuros e sem graça.

Passei primeiro por Cruzeiro do Sul, depois rumei para Lajeado e segui até Estrela. Essas cidades ficam bem próximas umas das outras, mas sempre é interessante chegar e dar uma volta. Inclusive hoje procurei não passar nos locais de costume, quando circulo nessas cidades.  Também hoje fiz bem pouca fotos do rolê, sei lá, acho que foi preguiça mesmo e na real, estava mais afim de curtir a a moto e a estrada. Como se diz por aqui: – “lagartear no sol” (só que de moto).

Enfim, um volta interessante, bem tranquila e mais um sábado bem curtido de moto. Thanks!

Abaixo algumas fotos:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Lajeado – Harley Weekend 2017

Hoje foi dia de juntar a rapaziada, pegar as motos  e ir conferir o Harley Weekend em Lajeado, encontro de motociclistas em frente ao Lendário Pub. O dia também ajudou, um sol meio tímido mas bacanudo para espantar o frio. Nos encontramos no local decostume só que um pouco mais tarde dessa vez, até porque o evento começaria às 13h, então não tinha porque termos pressa de chegar lá.

Reunida a galera (eu, o Professor Jeff, Pretto e o Bolinha), seguimos para Lajeado. Um porém é que minhas pastilhas de freio (dianteiro) “se fueran”, então como aqui no sul as peças de moto Harley não se encontra em cada esquina, ainda vai demorar alguns dias para resolver esse problema. Mesmo assim seguimos o combinado, tive é claro de termais atenção na pilotagem e usar somente o freio traseiro, que aliás é uma merda. Eu particularmente uso muito mais o dianteiro para parar, o traseiro é mais apenas para uma dose de diminuição da velocidade. Mas enfim, tudo certo tanto na ida como na volta.

O encontro foi em frente o Lendário Pub, tinham algumas tendas de cerveja Salva, truck food, barbeiros, motos em exposição de uma revenda e uma lonão para show de rock que teve a banda The Waynes. Aliás, muito boa a banda e também a sonorização do evento. De parabéns! Era rock claro, mas o legal é que nem por isso ficou naquela coisa de sempre, de só tocar “Born to Be Wild” ou bandas como AC/DC e Creedence o tempo todo, saca!? O clichezão master de todo encontro de motociclistas…rsrsrsrsrs

Chegamos ainda cedo, não estava cheio mas aos poucos a galera das Harleys começaram a chegar dos diversos cantos da região aqui do estado. Só posso dizer que foi uma evento muito bom, espero que aconteça mais vezes. Não tinha aquela zoeira de neguinho cortando giro na moto, borrachão e cara querendo se aparecer. Foi tudo de boa, muita gente legal, mulheres bonitas, cerveja gelada, ótimo show, deu até para encontrar alguns amigos que não via há um bom tempo e colocar a conversa em dia. E sem duvida, muita moto bacana para dar uma conferida bem de perto. Aliás, talvez o principal, se é que você me entende.

A tarde assim passou voando e segundo dizem, isso acontece quando a coisa tá boa. E foi muito boa!
A final da tarde já era hora de começarmos a  nos preparar para a volta, mas ainda no final tivemos de esperar o Jeff dar um trato no cabelo e na sua barba. A volta foi tranquila (ainda mesmo que sem poder frear com a dianteira…rsrsr), tudo normal, tudo de boa. Uma parada final para um chopp e conversar mais um pouco com os parceiros.

Valeu e com certeza o dia rendeu nessa função de hoje. bons momentos com os amigos. Já esperando pela próxima.

Abaixo algumas fotos do evento.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A ponte

Isso mesmo, sabadão de sol, dia de pegar a estrada com os amigos. Dessa vez não somente eu e o Pretto, como das últimas vezes, mas também com o Rafa e o Luiz Carlos, que voltaram a ativa depois de algum tempo. Só que ainda, com esses dois entrando na parada já no segundo tempo do jogo. Por pouco o Vladi não chegou na hora e foi junto com a gente. Mas OK, ele deve ter se entupido de comida boa no evento de “Truck Food” em Santa Cruz do Sul, hoje.

Combinamos sairmos hoje pela parte da manhã para seguirmos até Garibaldi, contando ainda com uma grande possibilidade de expansão no projeto. Por uma série de fatores como pressão atmosférica, cálculos da NASA, eventos esotéricos, ventos alísios e demais adversidades, o nosso comboio partiu somente comigo e o Pretto, os demais combinaram de se juntarem ao nosso grupo mais tarde.

Bem, nem sempre as coisas acontecem como o previsto ou o planejado. O Vladi que estava ainda em curso de sua viagem de POA para V.Aires quando saímos, meio que perdeu o trem da história e mesmo com nossas comunicações truncadas decidiu seguir o seu plano inicial, de ir para Santa Cruz. Já o Rafa que saiu mais tarde para nos encontrar mais tarde no caminho, levou junto o Luiz Carlos. OK, 4 é um bom número. Muita gente andando junto na estrada já vira procissão. Pode até parecer bonito você estar no seu carro ou na beira da estrada e ver passar um grande número de motos andando juntas, mas não é bem assim. Se não houver combinação e uma certa organização a coisa pode sair de controle e ficar perigosa, para todo mundo. Mas isso é conversa para um outro dia.

Já na estrada, seguimos para Lajeado passando por dentro da cidade (nossa nova diversão) e não como sempre fazíamos, passando por fora, somente pela 386. Depois fomes em direção à Teutônia e daí sempre em frente. Fizemos uma parada estratégica para filarmos um café no parador do pedágio. Com isso fizemos um tempo esperando o Rafa nos alcançar. O café se alongou demais e a conversa também e nada da imagem do Rafa em nosso horizonte. Mas tudo bem, o lance era pegarmos as motos e seguirmos em frente até o local combinado para o nosso almoço, que seria no La Cantinela. Lugar incrível e que curtimos fazer uma parada toda vez que por ali passamos, quer seja para um bom café, lanche ou abastecer as motos. Quem dera ter em Venâncio Aires um lugar tão bom assim…. (fica a dica)!!!

Em pouco tempo chegaram então o Rafa e o Luiz. Beleza. Coma fome resolvida, um sorvete para arrematar e era hora de darmos sequência na empreitada. Decidimos seguir até a ponte metálica de Nova Roma do Sul. O pessoal ainda não conhecia o lugar, do grupo, apenas eu que havia ido junto com o Vladi uma vez, não lembro direito quando mas foi no final do ano passado.

Mesmo que fazia calor tava bom o clima hoje, não era aquele caloréu infernal de outros finais de semana e tinha até um vento bom, o que ajuda bastante deixando mais tolerante essa função de andar de moto no verão usando jaqueta.

Passamos por Garibaldi (453) e depois entramos no trevo para Farroupilha (ou Caxias – como queiram), indo até o trevo de Nova Roma do Sul. Na real não chegamos até Nova Roma, fomos somente até a ponte de metal, que fica no meio do caminho até a cidade. Alias que caminho bonito. É outra coisa andar de moto por uma estrada de paisagens assim tão diferentes das que vemos aqui por nossa região. Interessante ver os vinhedos muito bem organizado e alinhados, formando linhas e traçados sinuosos ao longo dos morros. E por falar em sinuoso, que descida sensacional é essa do trajeto até a ponte. PQP!!! Que coisa boa andar de moto em lugares assim!

Ao chegarmos na ponte ficou evidente que essa viagem tinha sido de grande valia. Deu para perceber de que a galera curtiu muito esse rolê até lá. Valeu Vladi por ter mostrado esse caminho.

Hey! Você que estiver lendo isso agora, fica a dica. O lugar é muito bonito e é um passeio muito bom.

*Voltando ao papo furado.

 

Fotos na ponte e essa frescurada toda, calor batendo (agora sim a coisa tava forte). Encontramos novamente um grupo de trilheiros descansando e se abastecendo com cerveja e água gelada em um bar que havia junto ao outro extremo da ponte. Fomos lá também tomar uma água, porque o sol agora estava nos judiando.

A volta foi tranquila, outra vez contemplando o caminho por esse belo lugar e então era apenas fazer o trajeto todo de volta. Uma parada para abastecer e seguir em frente. Muito grato pelo dia de hoje e pelos parceiros nessa aventura.

*Já é costume ter fotos do referido rolê de moto aqui no final, então…

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Rolê de dia do Bastião

Em plena sexta-feira, dia de feriado local de São Sebastião (padroeiro da cidade), foi dia também de muito sol e mais do que perfeito para se aproveitar num rolê de moto. A função já começou na  parte da manhã quando eu e o Pretto demos uma volta até Lajeado para darmos uma olhada e sacar as possibilidades (ou não), de uma negociação, mas isso é assunto para uma outra hora. Antes do meio-dia já estávamos de volta.

No começo da tarde, com um belo de um sol bombando no céu, novamente apenas nós dois (os outros estavam ocupados com outros afazeres), então já era hora de assumir os controle novamente das motos e pegar a estrada. Resolvemos ir até Barros Cassal e depois alongar o caminho de volta passando por de trás do autódromo de Santa Cruz do Sul. E assim voltar para casa.

Claro, demos uma parada breve para um café no Rancho América, que aliás, agora mudou o esquema de atendimento, estão com um serviço tipo um buffet. Hummm…sei lá. Não curti isso. O que já era um pouco confuso naquele espaço com um milhão de coisas, agora está mais confuso ainda. Mas enfim, as coisas se ajeitam.

Como hoje é dia de feriado municipal, quer dizer que para as outras cidades aqui da região, tudo permanece normal, ou seja, enquanto estávamos de moto em nosso rolê. o pessoal das outras localidades por onde passamos estavam em uma sexta-feira normal, de trabalho para eles. Uma sensação estranha.
Bem, toda cidade tem lá os seus feriados, então… Hoje foi o nosso dia de descanso.

Sem muito o que comentar, foi um passeio tranquilo, muito bom, dia bacanudo e valeu a pena rodar por aí de moto novamente. Santo remédio para a alma e o espírito. Acreditem. Andar de moto é mágico.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sempre em frente!

Sim, dessa vez também teve rolê de moto no domingo. Com a situação de sábado já mais tranquila para o Pretto, que estava louco para estrear seu novo guidon na moto e portanto liberado para pegarmos a estrada, então resolvemos dar um rolê maior e aproveitar o bonito dia de sol que fez. Aliás, em tempo, a moto ficou irada com esse novo guidon e mais algumas outras pequenas alterações (customização).

Combinamos de sair cedo, um pouco depois do almoço, para assim evitar aquela alvoroço todo que acontece nas estradas em todo final da tarde de domingo. Muita gente voltando ou indo para casa, depois de um final de semana de viagem. E é aí que aparecem os tais motoristas só de final de semana. Também foi um dia quente. É verão né! Mas ao menos não tão abafado como no sábado. Pouco equipamento para não derreter de calor no asfalto e vamu-qui-vamu.

Dessa vez nos encontramos no “Postinho”, abastecemos as motos, um café preto para “ligar o motor” e simbora! Tomamos o caminho na direção de
Lajeado, entramos na cidade e depois seguimos na direção de Teutônia. Minha câmera fotográfica ainda está estragada, a GoPro sem bateria, então vamos com fotos de celular, que é um saco. Já tentaram pilotar um cel com touch screen usando luvas? Pois é.

Foi um ótimo rolê, pouquíssima gente na estrada, rodamos de boa, sem pressa alguma e só curtindo a moto fluindo na estrada. Muito bom.
Claro que com o passar do tempo começou a aparecer todo aquele movimento de domingão, mas tranquilo, faz parte.

Na volta novamente entramos em Lajeado para procurarmos um lugar para comer e bebermos um refri ou então uma água BEM gelada! E também uma boa sombra. Minha garganta já estava seca do calor. Então encontramos um Subway junto a um posto de gasolina e o melhor, o ar-condicionado estava bombando à milhão. Báh! Que maravilha nessa hora. Depois de um balde de refri para cada um (rsrsrsrsrs…..), era hora de seguirmos outra vez o rumo de casa. Claro que focados numa cerveja bem gelada, para assim que chegarmos.

Um rolê beleza, tudo tranquilo e de boas. Valeu a parceria e mais uma vez aquela sensação de como é bom andar de moto!

 

*Então aqui hoje apenas algumas fotos de nossa saída e depois de quando fizemos alguma parada no caminho.

 

 

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O tempo é curto

E não é que já é outra vez final de semana, mais um sábado bonito de sol e o dia oficial de se pegar a estrada. Dessa vez apenas entre dois, eu e o Pretto. O Alexandre resolveu ir no encontro de Encantado, enquanto que o Rafael e o Luiz Carlos foram com uma outra galera até o Rio do Rastro.

De qualquer forma foi uma tarde muito boa, clima ameno e nada daquele calor intenso das últimas vezes, que na real torna muito ruim andar de moto por causa da jaqueta e alguns outros apetrechos de proteção, isso que a gente nem usa tanta coisa assim.

Nos encontramos no ponto de partida como o combinado, foi só abastecer as magrelas e rodar. Saímos na direção de Lajeado, depois uma passada numa revenda de motos para conferir de perto algumas motos em sua exposição, trocar uma ideia e então daí, seguir rumo à Teutônia. Em seguida mudar o curso até Tabaí, direto para a Casa do Mel. Sim, o lugar pode a primeira vista não parecer muito bacana, mas uma vez lá dentro…bãisch! Cada coisa boa. Já se tornou também um de nossos pontos tradicionais durante nossas empreitadas motociclísticas pela região.

Depois de um pit stop para um café, um relax sem pressa alguma na sombra das árvores e já era hora de tomar a direção de casa novamente. Planejamos seguir pela RS 386, o mesmo caminho, só que desta vez indo direto até Lajeado, sendo que o lance era dar uma passada para um confere no Marreta. Depois o óbvio, vir para casa. E uma vez aqui, daí sim abrir de verdade os trabalhos com um bom chopp.

A frase final e que na real é uma das mais importantes toda vez que descrevo brevemente o que rolou nesses nossos rolês de moto (se é que isso interessa a alguém???), é a seguinte:
– “Foi tudo bem, tudo tranquilo, uma boa curtição em mais um sábado daqueles! Ponto.

E enfim, é isso o que importa >>> ir e voltar, bem e inteiro!

 

*Nota: Semana passada faleceu um conhecido nosso, em um acidente de moto durante uma viagem com os amigos. Fato triste e lamentável.

Mas a vida é assim mesmo, corremos riscos SEMPRE, o dia todo e não somente quando se está andando de moto. O ato de viver, por si só já é bem perigoso, não importa o que você faça!

 

Abaixo algumas imagens deste sábado.

 

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Rolê de moto – Lajeado / Arroio do Meio / Forqueta

Novamente já é sábado e como passa tão rápido! Novamente um belo dia, com um sol e tanto e uma calma bacanuda no ar. Como eu tinha planos de passar em uma revenda de motos em Lajeado para trocar uma ideia, dessa vez sai mais cedo. Estava sozinho, porque meus parceiros foram numa almoço da turma e como eu queria dar essa volta num sábado de folga, peguei a estrada na RST-453

Tudo normal e tranquilo, sempre me esqueço de como é melhor sair mais cedo e ainda pela manhã. Fiz a minha volta até a tal revenda e depois resolvi almoçar no shopping de Lajeado. Feito o carreto, peguei a RS-130 e segui em direção de Arroio do Meio, depois rumo à Forqueta. Caracas, que visual bonito esta região. Nunca estive antes por essa estrada de Forqueta, muito bonito, um asfalto estreito, sem acostamento e com muitas curvas, típico de interior do interior (saca!?), mas com uma paisagem incrível. Até resolvi diminuir a velocidade e seguir mais de boas, para aproveitar merlhor e curtir bem esse caminho com morros, muitas casa antigas e fasz\endinhas, tudo muito bem cuidado, tanto que havia gente em tudo que é canto e casa, nesse baita baita sol que fez hoje,  fazendo algum tipo de trabalho ou arrumação. E eu pensei – Tó aqui, só de boas no passeio moto…Putz! ……rsrsrssr. Mas OK! Trabalho, dou duro a semana toda e tenho direito de ter o meu tempo de descanso também, até porque tenho de pagar minhas contas e manter a vida.

Como dessa vez estava novamente no modo lobo-solitário, pude parar várias vezes, quando desse vontade, mesmo que para uma olhada aqui ou ali,  com mais calma e atenção. Fiz algumas fotos só que que lá pelas tantas – cedo até – acabou a bateria da máquina fotográfica, então apelei para o o celular mas esse também estava com uma carga fraca. Uma pena, justamente porque esse rolê merecia mais e melhores fotos.

Uma coisa bem interessante que percebi no caminho, ao lado de uma igreja, onde havia uma escola e construíram um relógio de chás – vi isso uma vez na TV. Explico!  Trata-se de um relógio construido no pátio, onde se colocam várias espécies diferentes de plantas medicinais (para se fazer chá), tudo bem organizado, indicando o melhor e mais adequado chá para cada horário do dia (veja abaixo).

Curisosidade: O “Relógio da Vida” é baseado em uma metodologia de trabalho da Emater-RS, buscando associar o uso popular de algumas plantas medicinais aos horários nos quais determinados órgãos do corpo humano apresentam maior atividade, de acordo com a medicina tradicional chinesa. Foram feitas algumas modificações na proposta inicial da Emater-RS, consultando-se literatura científica. 

As plantas
Alcachofra; malva; sálvia; hortelã-pimenta; alecrim; mil-folhas; quebra-pedra; alho; sene; e dente-de-leão 
Dicas
– não é necessário o uso das plantas apenas no horário indicado
– antes de preparar o chá, deve ser feita a higienização do material vegetal colhido em água corrente 
– as plantas medicinais são coadjuvantes no tratamento medicamentoso, quando ele existir.

Enfim, outro daqueles dias que foi bem aproveitado e melhor ainda, numa moto, sem entrevero algum, só relax e curtição.

Keep on rock, baby!
Tenham um bom final de semana.

 

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Tabaí, sucos e Lajeado, em um feriado de sol

Diário de bordo – dia de feriado de 20 de Setembro (Revolução Farroupilha) aqui no Sul, nada melhor do que aproveitar o tempo livre para dar um refresco nas ideias do que um rolê de moto com os amigos. Dessa vez a função aconteceu acompanhado do Pretto e do Alexandre. Na verdade nem estava programado o tal rolê, mas como os encontrei parados em frente de casa e não estavam fazendo nada, que tal!?

Pegamos a estrada e fomos em direção a Tabaí pela RS 287 com direito a uma parada estratégica, para um suco natural na “nossa” tenda de costume. A estrada estava movimenta por causa da volta do feriado, por isso saímos cedo, para evitarmos o grande fluxo de automóveis.

Resolvemos fazer o caminho de volta por um trajeto mais longo, ou seja, passando por Lajeado, pela RS 386. Demos uma volta por dentro da cidade de Lajeado e depois seguimos para casa.

Mais um rolê tranquilo e um muito bem aproveitado.

*Resolvi levar a GoPro que há um bom tempo não carregava junto, mas mesmo assim não deu para fazer muitas fotos por causa do trânsito. Abaixo, algumas imagens dessa função.

Valeu!

 

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Os Selvagens / IESA – Lajeado

O que eu justamente não esperava e torci para que não acontecesse, aconteceu! O sábado amanheceu com frio e chuva, e pior,  com aquela vibe de não ter a menor chance de que o clima iria dar uma ajudinha para mim. O lance era ir de boa no Primeiro Encontro de motociclistas Os Selvagens / IESA, em Lajeado (RS). Comprei meu ingresso já na semana passada, dava direito a comida e cerveja artesanal (Salve) de graça, o dia todo. Mazáh! E por falar nisso, muito, boa a cerveja. Como sou fissurado numa weiss, fui só nesse naipe.

Tudo bem, deixei a manhã passar naquelas de esperar o tempo melhorar. Não rolou. Então tive de encarar as situação assim mesmo, sozinho, no peito e na raça. Meus brothers estavam todos com outros compromissos já agendados, então vamu-qui-vamu. O encontro seria legal, tinha certeza disso. Não iria perder.

Catei meu kit de chuva, que aliás é um saco de usar, mas funciona. Peguei uma baita chuvarada no caminho, mas cheguei seco (botas e consequentemente os pés molhados não contam, porque sempre molha). A festa já estava rolando faz tempo, o pessoal tinha chegando ainda pela manhã e como Lajeado é perto daqui, não tive a menor pressa. Tinha uma banda tocando num palco em um caminhão (boa banda!), várias tendas e muita gente, aliás, cabe aqui mencionar de esse foi sem dúvida o encontro de motociclista com mais mulheres bonitas que eu já fui, de todos os tempos!

No mais, aquela coisa de sempre nesse tipo de encontro. Cabe aqui dizer de que não sou muito fan dessa coisa – encontros de motociclistas. Tem sempre muita testosterona envolvida, chalaça e lobos alfa, então qualquer fagulha pode acabar numa merda.

Mas fui lá hoje, um amigo insistiu, me convidou, fez questão de que eu fosse e na real tava bacana mesmo. Muito bem organizado, som, churras e cerveja da boa, tudo beleza e de boas. Acho até que se ano que vem rolar novamente, estarei por lá.

Na volta a chuva foi bem mais branda, só um chuvisqueiro o trajeto todo. Daí nem vesti mais a roupa de chuva. Me molhar voltando prá casa não dá nada! Um bom banho quente e já estou pronto prá outra e aqui vendo algumas fotos e escrevendo essas mal traçadas linhas dessa missiva digital.

 

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O gaúcho Enzo Lopes (de Lajeado) acelerando forte na pista de Milestone, nos EUA.

Você já deve ter se perguntado a quantos quilômetros por hora anda um piloto de motocross. Você também sabe que o motocross é um esporte de velocidade, mas não de altas velocidades como a motovelocidade ou outras corridas no asfalto.

No dia 8 de junho, o brasileiro Enzo Lopes deu uma volta na pista de Milestone, localizada em Riverside, na Califórnia, Estados Unidos. As imagens são de uma câmera GoPro sincronizada com o LITPro, dispositivo que mede informações como velocidade, altura e distância dos saltos, batimentos do coração, e mapeia o desempenho do atleta. E, detalhe interessante, o vídeo foi editado pelo brasileiro Guilherme Pohl, que faz estágio na empresa norte-americana – tire dúvidas com ele pelo e-mail pohl@nznlabs.com

Neste vídeo, as métricas são nos padrões norte-americanos, em milhas e pés (mas o LITPro tem a opção em metros também). Podemos “traduzir” isso facilmente se pensarmos que cada milha equivale a 1,6 quilômetro. E cada pé (ft) corresponde a 30 centímetros. Então, quando Enzo está a 55 Mh/h, quer dizer que ele alcançou 88 Km/h. E quando ele salta 80 pés (ft), ele voou 25 metros.

Outro detalhe que o LITPro aponta é o mapa de calor no traçado da pista. As áreas mais claras, mais verdinhas, apontam onde o piloto foi mais veloz. As mais quentes, avermelhadas, mostram onde ele andou mais devagar.

O dispositivo – LITPro – está disponível no site da marca por 499 dólares. Clique aqui para ver!

Veja o vídeo!

 

*Fonte: brmx

Sem fritar ao sol

Depois de um bom tempo sem postar aqui ou sequer comentar os últimos rolês de motos, resolvi colocar alguma coisa hoje novamente. Ontem mesmo com uma forte tendência para chuva, o Menor Moto Clube do Mundo Ainda Sem Nome resolveu seguir o chamado da natureza motociclística, apesar da adversidade e pegar a estrada. Sem muito sol na pinha, o que diga-se, é muito melhor, saímos depois do almoço e voltamos na tardinha. Um rolê decidido na hora em cada trevo, em cada nova possibilidade.

Pegamos a esburacada e sempre “uma merda” de um queijo suíço, a RS 287 (não importa o que façam para arrumá-la, sempre está detonada e perigosa), seguimos até Tabaí, pegando depois a 386 (aí sim o que se pode dizer – uma boa estrada). Fomos em direção a Fazenda Vila Nova, quando optamos por aumentar o trajeto, seguindo em direção a Canabarro e Teutônia pela RS 126. Daí um desvio novamente, dando uma esticada até o morro da famosa e bonita Lagoa da Harmonia, um rápido check-in e de volta as tortuosas curvas da descida do morro para a direção de Lajeado (453). E claro, depois na tardinha seguir para casa e fechar o ciclo com chave de ouro tomando um chopp bem gelado.

A chuva só fez jeito, não veio, exceto alguns pinguinhos em determinado momento, mas nem molhou. Foi bom também porque não passamos calor, nem fritamos no asfalto como dos finais de semana anteriores. A máquina fotográfica que comumente levava fudeu de vez (Ah! bateria dus inferno!). Teve lugar onde até tinha cerração em pleno verão de janeiro (SIC!), coisas aqui do Rio Grande do Sul. Uma parada em Lajeado no “postinho”. E a volta para o tradicional chopp – nada de beber alcoolizado, man!

Valeu! Mais um sabadão daqueles. \m/

 

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Bico Fino Brother’s Band

Clip da Bico Fino Brother’s Band, de uma releitura de “Goin’ Down the Road Feeling Bad”. Uma canção tradicional americana , um blues de apelo universal e origem incerta, gravada por muitos artistas ao longo dos anos. O primeiro conhecido é Henry Whitter, que gravou-a em 1924 com o nome de “Lonesome Estrada Blues”. Após, Hall , Grateful Dead, The Allman Brothers Band, Bill Monroe (pai do bluegrass) e Hill Billies popularizaram essa canção, tocando-a na estrada e nas rádios, no ano de 1926.

Fernando Noronha & Black Soul em Lajeado

Sexta-feira, um dia de calor depois de um clima frio no começo da semana, portanto momento proício para uma cerveja gelada e um bom blues ao vivo. Sim e foi isto mesmo que aconteceu. Ontem foi dia de pegar a estrada até Lajeado só para assistir a duas belas apresentações de blues no Galera’s Bar. A tarefa da abertura dos trabalhos da noite ficou por conta da Just Blues (banda local), que fez um belo serviço e no meu ponto de vista, também uma  incrível versão para “Hard to Handle” (música que eu curto bastante), depois veio a vez de Fernando Noronha & Black Soul. Nem preciso dizer que valeu cada minuto, a banda prá variar detonou. Fernando Noronha fazendo como de costume o que muito bem sabe fazer nas seis cordas e está bem acompanhado com um time de feras: Luciano Leães, mestre do teclado e dos timbres vintage e uma cozinha prá lá de afiada, com Edu Meirelles e Ronie Martinez na bateria.
Que bom começo de final de semana, hein!

*Site: Fernando Noronha & Black Soul

Just Blues - Lajeado
Just Blues – Lajeado
Just Blues
Just Blues
Fernando Noronha & Black Soul
Fernando Noronha & Black Soul
Fernando e Edu Meirelles
Fernando e Edu Meirelles
E o blues pegando
E o blues pegando
Martinez, Leães, Edu e Fernando
Martinez, Leães, Edu e Fernando
blues
blues
Fernando Noronha & Black Soul
Fernando Noronha & Black Soul