Rolling Stone: Os 50 maiores baixistas em todos os tempos

Em 03/12, publicamos aqui no Whiplash.Net a seleção dos dez baixistas prediletos de Geddy Lee, em resumo de matéria da Rolling Stone. Lendo o texto original no site da revista, encontramos outro link bem interessante de 01/07, originalmente chamado “The 50 Greatest Bassists of All Time” e com nove favoritos do ex-Rush, curiosamente, além dele mesmo – a única exclusão é Jeff Berlin (Bruford).

Entre os eleitos, há variedade tanto de estilos quanto de épocas e origens, ou seja, não se trata de algo voltado apenas ao rock/metal ou repleto de artistas jovens para agradar leitores de mesma faixa etária, expediente até comum na internet. É a chance de conhecer nomes nem sempre unânimes, através de escolhas comentadas por Jonathan Bernstein, David Browne, Jon Dolan, Brenna Ehrlich, David Fear, Jon Freeman, Andy Greene, Kory Grow, Elias Leight, Angie Martoccio, Jason Newman, Rob Sheffield, Hank Shteamer e Simon Vozick-Levinson, em ordem alfabética de sobrenome.

Quer exemplos? Joseph Makwela, que “praticamente inventou o baixo sul-africano. Ele era as batidas do coração da Makgona Tshole Band, que era a versão de Johanesburgo dos Funk Brothers da Motown ou da Working Crew, de Los Angeles”; o jamaicano Aston “Family Man” Barrett, que tocou com Bob Marley; e o cubano Israel “Cachao” López, força motriz da Arcaño Y Sus Maravillas com seu irmão Orestes López, antes de rumar aos Estados Unidos. E há profissionais em carreiras alternativas: Bill Black, da The Blue Moon Boys (trio de apoio a Elvis Presley); Bob Moore, da Nashville A-Team (grupo de músicos de estúdio da cidade do Tennessee); e David Hood, da The Muscle Shoals Rhythm Section (de Muscle Shoals, Alabama, especializada em R&B, soul e country music).

Quem mais está na lista? Entre lendas do rock, Tony Levin, Geddy Lee, Bill Wyman, Chris Squire, John Paul Jones, Paul McCartney, Jack Bruce e John Entwistle; do metal, Cliff Burton e Geezer Butler; no meio do caminho, Lemmy Kilmister; e não menos importantes, Duff McKagan, Flea, Sting e Les Claypool. Há mestres “eruditos”, por assim dizer, como Stanley Clarke e Jaco Pastorius, e apenas cinco mulheres furam o “Clube do Bolinha”: Kim Deal, Esperanza Spalding, Kim Gordon, Tina Weymouth e Carol Kaye. O campeão? Sem spoilers! Por fim, para estimular a visita à fonte, aqui deixaremos apenas o ranking em si, com as bandas de maior representatividade de cada músico entre parênteses. E agora, “Os 50 maiores baixistas em todos os tempos”, em livre tradução nossa:

50) Thundercat (Suicidal Tendencies / carreira solo / contribuições)

49) Duff McKagan (Guns ‘N’ Roses / Velvet Revolver)

48) Kim Deal (Pixies / The Breeders)

47) Leland Sklar (Phil Collins / contribuições)

46) Peter Hook (Joy Division / New Order)

45) Esperanza Spalding (carreira solo / contribuições)

44) Joseph Makwela (Makgona Tshole Band)

43) Mike Watt (Minutemen / Firehose / Dos / Stooges)

42) Tony Levin (King Crimson / Stick Men / Peter Gabriel / Liquid Tension Experiment)

41) George Porter Jr. (The Meters / carreira solo / contribuições)

40) Bill Black (The Blue Moon Boys / Bill Black’s Combo)

39) Kim Gordon (Sonic Youth / Free Kitten / Body-Head)

38) Pino Palladino (The Who / Paul Young / contribuições)

37) John McVie (Fleetwood Mac / John Mayall & The Bluesbreakes)

36) Les Claypool (Primus / carreira solo / The Claypool Lennon Delirium)

35) Louis Johnson (The Brothers Johnson / carreira solo / contribuições)

34) Richard Davis (carreira solo / contribuições)

33) Lemmy Kilmister (Motörhead / Hawkwind)

32) Sting (The Police / carreira solo)

31) Bernard Edwards (Chic / contribuições)

30) Bob Moore (Nashville A-Team / contribuições)

29) Tina Weymouth (The Talking Heads / Tom Tom Club)

28) Aston “Family Man” Barrett (Bob Marley And The Wailers / contribuições)

27) David Hood (contribuições)

26) Israel “Cachao” López (Arcaño Y Sus Maravillas)

25) Cliff Burton (Metallica)

24) Geddy Lee (Rush)

23) Bill Wyman (The Rolling Stones / carreira solo / Bill Wyman’s Rhythm Kings)

22) Flea (Red Hot Chili Peppers / Atoms For Peace)

21) Geezer Butler (Black Sabbath / Ozzy Osbourne / Heaven And Hell / GZR)

20) Rick Danko (The Band)

19) Verdine White (Earth, Wind & Fire / carreira solo)

18) Chris Squire (Yes / The Syn / Conspiracy / Squackett)

17) Robbie Shakespeare (Sly And Robbie / The Revolutionaries / The Aggrovators / contribuições)

16) Charlie Haden (Ornette Coleman Quartet / The Liberation Music Orchestra / Quartet West / carreira solo / contribuições)

15) Donald “Duck” Dunn (Booker T. & The M.G.’s / Otis Redding / contribuições)

14) John Paul Jones (Led Zeppelin / Them Crooked Vultures / Seasick Steve)

13) Stanley Clarke (carreira solo / Return To Forever)

12) Willie Dixon (carreira solo / Chuck Berry / Bo Diddley / Howlin’ Wolf / contribuições)

11) Phil Lesh (The Warlocks / The Greatful Dead / Phil Lesh And Friends / Furthur)

10) Ron Carter (carreira solo / George Benson / Miles Davis / contribuições)

9) Paul McCartney (The Beatles / carreira solo / Wings)

8) Jaco Pastorius (carreira solo / Weather Report / Trio Of Doom)

7) Larry Graham (Sly And The Family Stone / Graham Central Station / carreira solo)

6) Jack Bruce (Cream / carreira solo / The Graham Bond Organisation)

5) Carol Kaye (contribuições / trilhas sonoras / The Wrecking Crew)

4) Bootsy Collins (James Brown / Parliament-Funkadelic / Bootsy’s Rubber Band / contribuições)

3) John Entwistle (The Who / The John Entwistle Band / The Best)

2) Charles Mingus (Mingus Big Band / Mingus Dynasty / carreira solo / contribuições)

1) James Jamerson (The Funk Brothers / baixista da Motown nos anos 60 e 70)

*Por Vagner Mastropaulo

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*Fonte: rollingstone

Meus destaques da última década

Já que hoje é o último dia do ano de 2019 e como também representa uma mudança de casa decimal com o final de uma decada, resolvi (sem pretensão alguma e de boas) fazer algumas escolhas e comentários numa pequena lista com vários ítens relevantes,
Somente coisas que de alguma formame  são importantes no meu dia a dia, leituras, filmes, pesquisas, motos, buscas e tal. Não se trata disso ou aquilo ser melhor do que tal coisa, é apenas uma listagem de coisas bacanas nesses últimos 10 anos. É um exercício bacana de se fazer, podes crer. A diferença é que vou deixar aqui expressa a minha listagem, mas você bem que também poderia fazer a sua!

 

>>> FILMES:

Então o começando pelo universo da telona, os filmes. Estabeleci selecionar 5 filmes que eu curti bastante. Isso é convenhamos, é difícil de escolher (no caso dos livros também), não me ative aqui a selecionar filmes ‘cabeça’ ou então cheios de premiações, mas sim filmes que GOSTEI. Simples assim. Então deixei minha memória correr solta, me guiar pela emoção mais do que pela razão e estatuetas de Oscar. Escolhi os seguintes:

. “A Vida Secreta de Walter Mitty” (2013)
Para mim, um dos melhores filmes dos últimos tempos! O roteiro começa quase que como uma comédia e aos poucos muda de tom. Chega a dar uma certa liçãozinha de vida… Cenas e locações incríveis, sem falar na ótima trilha sonora. Filmaço!

. “Questão de Tempo” (2013)
Filme que curti logo de cara. Muito bom.

. “Ondine” (2010)
Outro que assisti sem grandes expectativas, mas me pareceu incrível.

. “Relatos Selvagens” (2014)
Sensacional filme argentino que reúne seis incríveis histórias de vingança que fogem do controle. Difícil escolher qual a melhor. A da noiva, talvez a dos completos desconhecidos que discutem na estrada ou então a da cobrança do boleto/multa…?

 

. “O Grande Hotel Budapeste” (2015)
. “Moonrise Kingdom” (2012)
Driblei aqui, escolhi 2 filmes, ma so blog é meu, eu então posso fazer isso!
Não poderia jamais deixar de fora algum dos filmes de Wes Anderson, meu diretor de cinema preferido. Cada filme uma magia, desde os enquadramentos de tela matematicamente elaborados até as incríveis paletas de cores de cada um de seus filmes. Sem falar no elenco e os roteiros diferentões. Excelente sempre!

 

>>> LIVROS:

Também tentei fugir do óbvio, dos best sellers e afins. Novamente me deixei guiar pela emoção, do prazer que me foi tal leitura, da vontade de que o livro não acabe nunca, do inúmeros momentos de parar para pensar no que havia lido e no que isso tinha de relevância para mim. Sou um ávido leitor de biografias, ainda mais depois que as grandes bandas e artista de rock envelheceram e deixaram de fazerem novos bons ou melhores álbuns que os seus das décadas passadas. Assim escolhi  o que julguei serem 3 bons livros.

.”AC/DC – A biografia – 2014 (Mick Wall)
Desde que me conheço por gente, mesmo quando garoto, a primeira de rock de verdade que me causou um furor, me deixou louco, foi o AC/DC. Minha primeira grande paixão no universo do rock. Tempos depois, com seus LPs comprados, vários CDs e DVDs na estante com horas e horas de vôo, era necessário completar os dados, fatos e lacunas na história desses caras. eu tinha de saber melhor como tudo começou e demais fatos. É sabido de que o AC/DC é uma banda meio reclusa, avessa aos holofotes da fama e sem muitas informações. Esse livro ajudou bastante a tomar conhecimento das histórias do grupo, a gravação de cada álbum e muito mais. Hoje já não sou mais tão fan assim dos caras, tenho outras bandas na frente agora, mas foi importante ler esse livro e solucionar alguns dos seus mistérios. Em tempo – já havia lido duas outras bios deles e ambas achei uma bela merda. Muito chapa branca, muio incenso jogado prá mcima deles. Essa não! Essa é true, tanto para o bem como para o mal. Fica a dica!

. “Rita Lee uma Autobiografia” – 2016 (Rita Lee)
Também pelo fato de ter muita curiosidades por essa incrível mulher, sem dúvida a rainha do rock nacional. Uma história de vida prá lá de interessante, precursora já do tempo de “Mutantes”, depois de Tutti Frutti e depois na sua prolífica carreira solo. *(Sim, sou fanzaço de sua fase no Tuti Fruti – uma espécie de Black Crowes brasileiro, pode-se dizer). Livro muito bem escrito e foi um daqueles que me deixou triste depois que terminou a leitura, queria mais… Salve Rita!!!

. “Here,m there, and Everywhere – Minha Vida Gravando os Beatles”
2013 (Geoff Emerick)
Os bastidores do universo das gravações dos Beatles descrito pelo jovem e novato engenheiro de som, contratado pela gravadora da banda. O tempo passa e Geoff se aprofunda ainda mais em relatar as suas experiências diárias de estúdio com a banda. Um relato bem detalhado.

 

 

 

 


>>> MÚSICA:

Aqui ao invés de selecionar apenas músicas, resolvi escolher 10 artistas com os quais  eu de verdade me impressionei nos últimos anos. E oklha que a música anda tão babaca, caidona e sem graça, que foi um alento para mim descobrir essas bandas e estar acompanhando as suas trajetória desde então.

. Gary Clark Jr.

. The Blackbarry Smoke

. Markus King

. Larking Poe

. Jared Nichols

. Rival Sons

. Chris Stapleton

. Tyler Bryant & The Shakedown

. The Record Company

. The Sheepdogs

>>> MOTOS:

Em termos de moto off road, que é uma de minhas paixões declaradas aqui no blog, resolvi escolher a moto que eu mais curti nessa década. Essa foi uma das escolhas mais fáceis, eu que sou um grande fan e defensor das motos de motocross da Yamaha (sim, a cor padrão azul ajuda), na verdade agora tive de dar o braço à torcer. A moto que mais me empolgou realmente foi a Suzuki 450 do piloto Ken Roczen, no título do AMA Motocross de 2016. Uma moto incrível e linda! Ele que já havia ganho um título anteriormente com a poderosa KTM, mudou de equipe e veio rachando tendo de mostrar serviço na época. É um excelente piloto, hoje no time Honda e continua sendo um dos meus top 5 dos pilotos preferidos também.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

*Outro destaque que merece reconhecimento no off road mundial é o garoto Enzo Lopes, que é daqui da cidade vizinha de Lajeado. O cara já correu dois anos seguidos pela equipe JGR Suzuki no AMA motocross (2017-18) e esse ano, de contrato novo na categoria 250cc, vai de Yamaha. Não é nada fácil de se chegar nesse nível de pilotagam e ainda mais participar e competir em igualdade com esses gringos nos EUA – motocross lá é coisa séria! E o multi-campeão Enzo segue firme e forte na sua carreira de piloto profissional. Boa sorte garoto em 2020!

 

 

 

 

 

 

Quanto ao assunto de moto velocidade e o famoso campeonato da Moto GP, bem daí a coisa fica mais fácil ainda de escolher. Sou fan de carteirinha do grande Valentino Rossi e mais ainda quando pilota uma azulzinha da Yamaha. A moto dele que eu mais curti foi a de quanto os pilotos adversários espanhóis se reuniram e fizeram tipo um complô contra ele no ano de 2015, quando lhe tiraram a chance de conquistar mais um título do mundial na categoria principal. Uma puta sacanagem!

*Ver matéria [ AQUI ]

 

 

 

 

 

 

E continuando o tema motos, agora então a escolha do que seria a minha moto preferida dentre todas (sonho de consumo) dessa década. É uma escolha bem simples, bastante humilde até eu diria, mas ficaria com certeza com uma Triumph Bonneville T100 com toda certeza! Moto ágil, de bom tamanho, fácil pilotagem, motor potente e de boa cilindrada, não é gritona e além do tudo é muito bonita – tudo por causa de seu estilo clássico total. Enfim, uma moto de homem! Vai em qualquer lugar, encara qualquer coisa. E não, eu não curto motos esportivas e muito menos big trails. Não precisa ser uma coisa super high-tech para ser boa.

 

10 livros fundamentais de escritoras brasileiras

A Bula reuniu em uma lista obras-primas de escritoras brasileiras que são leituras obrigatórias. A seleção contempla autoras de diferentes gerações e gêneros literários. Entre elas, estão Maria Firmina dos Reis, autora de “Úrsula (1859), o primeiro romance escrito por uma mulher no país; Lygia Fagundes Teles, que construiu uma narrativa surpreendente a partir de pontos de vista femininos nos contos de “A Estrutura da Bolha de Sabão” (1991); e Cecília Meireles, que narra, por meio de versos — e do ponto de vista dos derrotados —, a história da Inconfidência Mineira.

Úrsula, de Maria Firmina dos Reis

“Úrsula” é apontado como o primeiro romance escrito por uma mulher publicado no Brasil. Durante anos, a autora assinou a obra com o pseudônimo “Uma Maranhense”, em referência ao estado em que nasceu. Negra e bastarda, ela construiu uma narrativa comum para a época: um triângulo amoroso entre uma jovem humilde, um homem rico e um vilão. Contudo, havia um grande diferencial, a história era contada sob o ponto de vista de três personagens negros.

As Três Marias, de Rachel de Queiroz

Embora a obra prima de Rachel de Queiroz seja “O Quinze”, “As Três Marias” é um dos livros em que a autora mais destacou os papeis impostos às mulheres na sociedade. A trama é iniciada em um colégio de freiras, onde Maria Augusta, Maria da Glória e Maria José se tornam amigas. Com o passar dos anos, cada uma toma um rumo distinto. Maria da Glória se casa e se torna uma mãe atenciosa, Maria José decide se dedicar totalmente a religião, e Maria Augusta parte em busca de sua independência.

A Estrutura da Bolha de Sabão, de Lygia Fagundes Telles

“A Estrutura da Bolha de Sabão” é o conto mais conhecido de Lygia Fagundes Telles. Ele e outros sete estão reunidos no livro homônimo, publicado pela primeira vez em 1978, com o título “Filhos Pródigos”. As protagonistas das histórias, todas mulheres, estão envoltas por conflitos profundos com as pessoas próximas, o lugar em que vivem, e até elas mesmas. Os contos são narrados ora por descrição objetiva, ora por discurso indireto e fluxo de consciência, atestando a excelência da prosa da autora.

Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada, de Carolina de Jesus

O livro de Carolina Maria de Jesus foi traduzido para 15 idiomas. Nascida em uma comunidade rural de Minas Gerais, a autora migrou para São Paulo, mais especificamente para a favela do Canindé, onde permaneceu a maior parte da vida. Negra e marginalizada, ela trabalhava como catadora de material reciclável e usava os cadernos que encontrava no lixo para escrever. Em sua obra, a escritora reflete sobre desigualdade e injustiça a partir de acontecimentos do seu cotidiano.

O Leopardo é um Animal Delicado, de Marina Colasanti

“O Leopardo é um Animal Delicado” é uma coletânea de contos da escritora Marina Colasanti, traduzida para várias línguas. Protagonizado por mulheres, o livro aborda a condição feminina em diferentes aspectos da vida em sociedade, mas principalmente no que diz respeito à sexualidade. Embora o título pareça despretensioso em um primeiro momento, se trata de uma ode à liberdade sexual e ao desejo, explícito em uma das narrativas mais impactantes e, literalmente, delirantes da obra.

A Paixão Segundo G.H., de Clarice Lispector

A narrativa banal, e por isso dotada de genialidade, aborda os pensamentos de G.H., uma mulher comum que despede a empregada doméstica e decide fazer uma faxina no quarto de serviço. A protagonista se frustra ao encontrar o local limpo e arrumado, ao contrário do que imaginava, mas a insatisfação é interrompida quando ela se depara com uma barata. Depois de esmagar o inseto, G.H. decide provar a massa branca que surge de suas entranhas, e o episódio faz com que ela tenha uma grande revelação.

Romanceiro da Inconfidência, de Cecília Meireles

“Romanceiro da Inconfidência” é considerado o livro mais importante de Cecília Meireles. A obra é o resultado de uma longa pesquisa histórica da autora, que construiu um retrato impressionante da Inconfidência Mineira em forma de versos. A narrativa é contada do ponto de vista dos derrotados, e denuncia as mazelas do sistema imperial, que vigorava à época. Ela aborda acontecimentos como a descoberta do ouro, a chegada dos mineradores e a morte de Tiradentes.

Rútilos, de Hilda Hilst

“Rútilos” reúne duas obras conhecidas e aclamadas da autora: “Rútilo Nada” e “Pequenos Discursos”. Na primeira — que lhe rendeu o prêmio Jabuti em 1993 —, ela narra o amor trágico entre um homem e o namorado de sua filha, destacando as duras amarras da vida amorosa e familiar. Na mesma linha de pensamento, a segunda obra guia o leitor por um duro descortinamento dos moldes rígidos e opressores do convívio em sociedade.

Bagagem, de Adélia Prado

A obra é uma coletânea dos poemas de Adélia Prado, que escrevia desde os 14 anos, mas só teve a primeira obra publicada aos 40, devido a uma profunda autocrítica. O livro, lírico e irônico, mescla temas como profano e religioso, e morte e a alegria — a partir das vivências de Adélia Prado como mulher e mãe de cinco filhos. A obra se consagrou rapidamente entre a crítica e o público, fazendo-a despontar como uma das escritoras brasileiras de maior relevância no século 20.

A Teus Pés, Ana Cristina Cesar

“A Teus Pés” é a única publicação comercial de Ana Cristina Cesar, que morreu precocemente, aos 31 anos. Ela é considerada uma das escritoras brasileiras mais marcantes da década de 1970. O livro reúne poemas originais e aqueles publicados de forma independente em “Cenas de abril” (1979), “Correspondência completa” (1979) e “Luvas de pelica” (1980). A autora foi homenageada na Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), de 2016, no Rio de Janeiro.

 

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*Fonte: revistabula / Helena Oliveira

Hilda Hilst

 

26 fatos surpreendentes sobre o Google

A Google está no seleto grupo das empresas mais influentes e poderosas do mundo. Sendo assim, é de se esperar uma série de curiosidades e fatos incríveis sobre ela. Por isso, separamos algumas curiosidades pouco conhecidas sobre a gigante da Internet.

1 – A Google era originalmente chamada de “Backrub”

2 – Em 1999, os fundadores do Google tentaram vendê-lo para a Excite por apenas US$ 1 milhão, mas a empresa recusou.

3 – Se você procurar por “askew” no Google, o conteúdo irá se inclinar ligeiramente para a direita.

4 – Quando um funcionário da Google morre, seu cônjuge recebe metade do salário da companhia por 10 anos e seus filhos US$ 1.000 por mês até que completem 19 anos.

5 – A Google pretende digitalizar todos os 129 milhões de livros conhecidos antes de 2020.

6 – Todos os dias, 16% das pesquisas que são feitas nunca foram feitas antes.

7 – A Google contratou um camelo para criar o Street View de um deserto.

A Google contratou um camelo para criar o Street View de um deserto

8 – O botão “Estou com sorte” custa US$ 110 milhões por ano, uma vez que ignora todos os anúncios.

9 – O Google ganha em média US$ 20 bilhões por ano com publicidade, mais do que as receitas do horário nobre da CBS, NBC, ABC e FOX combinadas.

10 – A cada minuto, 2 milhões de pesquisas são realizadas no Google.

11 – No dia da mentira de 2007, o Google enviou um e-mail para seus funcionários alertando que uma jibóia estava solta nas instalações. Não era uma piada.

12 – A Google está desenvolvendo um computador tão inteligente que pode se programar.

13 – Pelo o quarto ano consecutivo, a Google foi nomeada a melhor empresa para trabalhar nos EUA pela Fortuna Mag em 2014.

14 – Em 16 de agosto de 2013, o Google caiu por 5 minutos, e durante esse tempo, o tráfego global da Internet caiu em 40%.

15 – A Google tem uma versão do seu site traduzido para a língua dos Klingons, de Star Trek.

16 – Uma única pesquisa no Google exige mais poder de computação do que levou a Apollo 11 para a Lua.

13 fatos surpreendentes sobre o Google

17 – A Google adquiriu domínios com erros ortográficos de seu próprio nome, como gooogle.com e gogle.com. Além disso, se digitar 466453.com, você é redirecionado para a página principal do Google, pois são os números correspondentes de um telefone.

18 – O Google Maps calcula o trânsito através do rastreamento do quão rápido dispositivos Android estão se movendo pelas ruas.

19 – Se você procurar por “atari breakout” no Google Imagens, você pode jogar o clássico jogo.

20 – O tamanho total do banco de dados do Google Earth é de mais de 20 Petabytes.

21 – Em 2013, a Google fundou a Calico, uma empresa de anti-envelhecimento projetada para buscar a imortalidade

22 – O Google Translate gera suas respostas com base nas décadas de trabalhos comparativos traduzidos por humanos, como documentos da ONU e livros do Harry Potter.

23 – O Google leva mais de 200 fatores em consideração para entregar os melhores resultados para qualquer consulta em uma fração de segundo.

24 – Steve Jobs uma vez contatou o Google para dizer-lhes que o tom do amarelo no segundo “O” de seu logotipo não estava muito bom.

25 – Em 2010, a Nicarágua acidentalmente invadiu a Costa Rica por causa de um erro no Google Maps.

26 – Susan Wojcicki, mulher que alugou sua garagem para Larry Page e Sergey Brin em 1998, quando eles estavam criando Google, mais tarde se tornou CEO do YouTube.

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*Fonte: misteriosdomundo

Lista negra

Aqui está mais uma daquelas tantas listas que críticos, revistas e sites especializados de rock gostam de fazer, dessa vez a revista CLASSIC ROCK (inglesa) resolveu nomear o que seriam “os 50 piores discos lançados pelas grandes bandas“. E o interessante disso é que apesar de não levar muito a sério esse tipo de “listinha”, na real eu concordo com a grande maioria dos álbuns aqui apontados como sendo de trabalhos muito ruins de verdade, desses grandes artistas. Lendo a lista dei muitas risadas e é claro que alguns desses álbuns eu ambém tenho em meu acervo e outros já na época de seu lançamento foram detectados por mim e meus amigos como sendo grandes “bombas”. O negócio é dar risada disso, não se pode levar tudo a sério, nem mesmo nossos artistas preferidos. Que isso sirva de lição – “eles” também erram e feio.

*FONTE: Whiplash

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Kiss – (Music From) The Elder (1981)
(meu primeiro álbum do KISS, aliás, um dos primeiros álbuns de rock que tive. Sabe como é, o cara ainda é meio “verde”, compra pela capa e não pelo conteúdo)

Billy Idol – Cyberpunk (1993)
(Invencionice que deu em nada! Só visual e cadê a música?)

Jon Anderson – Olias of Sunhillow (1976)

(Chato prá cacete)

Vários – Sgt Pepper’s Lonely Hearts Club Band (1978)


David Bowie – Tonight (1984)

David Bowie – Never Let Me Down (1984)

Tin Machine – Tin Machine II (1991)
(este é mesmo fraco, se comparado com o primeiro trabalho dessa BANDA do David Bowie. Esse foi um trablho de banda e não da carreira solo dele.)

Neil Young – Trans (1982)
Neil Young – Everybody’s Rockin’ (1983)
Neil Young – Landing on Water (1986)
(Os 3 álbuns são todos muito ruins mesmo, não sei o que deu na cabeça do Neil Young. Tentou inventar e se deu mal. Bem, afinal ele não pode acertar sempre em meio a seus trocentos álbuns lançados).

Bob Dylan – Dylan (1973)

Bob Dylan – Saved (1980)
Bob Dylan – Dylan and The Dead (1989)

Queen – Hot Space (1982)

(O mais POP de todos os álbuns do Queen. Bem, o começo dos 80’s foi memso uma época complicada em termos de bonslançamentos. A galera meio que se perdeu nos sintetizadores e timbres de guitarra em meio ao mar de pedais Boss e coisas do tipo).

ELP – Love Beach (1978)


The Clash – Cut the Crap (1985)


Michael Bolton – Soul Provider (1989)

 (Nem vou comentar…)

T. Rex – Zinc Alloy … (1974)


Killing Joke – Outside the Gate (1988)


Mötley Crüe – Generation Swine (1997)

(Nesse os caras se perderam total, não tem nada a ver com o hard rock tradicional de toda sua história de banda. Sei lá, acho que tentaram pegar um pouco do vácuo da onda grunge na época. Um grande engano!)

Rod Stewart – Best Wishes (1983)

Captain Beefheart – Bluejeans & Moonbeams (1974)


Def Leppard – X (2002)

(Esse é um trabalho que é ruim do começo ao fim, até a arte da capa é muito fraca).

Keith Moon – Two Sides of the Moon (1975)

Mick Jagger – Primitive Cool (1987)

(Esse foi um trabalho que já nasceu torto, uma jogada de marketing total, músicas sem alma, som de plástico)

Gene Simmons – Asshole (2004)
(Puro caça níquel)

George Harrison – Gone Troppo (1982)


The Velvet Underground – Squeeze (1973)


Van Halen – Van Halen III (1998)

(Foi o meu primeiro disco de rock que comprei. Tem esse valor sentimental prá mim, mas o troço acaba por aí. Sabe como é, era piá e comprei mais pela capa e o “peso” do logo do Van Halen do que pelo som de verdade. Sem dúvida muito ruim, só não é o pior de todos da discografia deles, porque  aquele (esqueceram de colocar aqui), com o Gary Cherone nos vocais. Mas isso já é uma outra história).

Iron Maiden – The X Factor (1995)

(Clássico dos clássicos da cagada-mor)

Black Sabbath – Born Again (1983)

(Capa horrível – o artista fez de propósito um trabalho ruim para a banda não gostar (ele era muito amigo do Ozzy e não queria se queimar com o MadMan, fazendo um serviço para a sua ex-banda – questão de rivalidade), mas não adiantou, a gravadora curtiu assim mesmo essa merda. Aqui colocaram o Ian Gillan (Deep Purple) nos vocais – GRANDE ERRO. Nada a ver, parece o time do Grêmio, no papel é até legal, mas na prática…humm.hum.  Sei, muita gente deve adorar esse álbum, mas é muito fraco, na boa.)

Genesis – Calling All Stations (1997)

(Outro álbum POP até os ossos que de tão “arrumadinho” e caprichado em estúdio, ficou sem gosto. Não tem vida, maisuma dessas bostas de gravadoras que tentam nos empurrar guela abaixo. Lixo!)

The Doors – Other Voices (1971)


Rolling Stones – Dirty Work (1986)

(Também tenho esse em minha coleção…rsrsrsr. Outra grande gafe dos 80’s. É, essa década foi cruell, fez muita gente pagar mico. Taí um desses casos).

Aerosmith – Just Push Play (2001)

(ahahahaha… Também tenho esse. Enfim, de tão ruim, se escutei ele umas 4 vezes, foi muito).

AC/DC – Fly on the Wall (1985)

(Sempre fui um dos maiores fans dessa banda na minha turma na adolescência, mas não teve jeito, quando lançaram essa p*&%# de disco eu meio que passei a deixar de curtir o som pesado, de tão indignado que fiquei. Esse não era o meu AC/DC. Cadê o rock’n roll? Grande erro. Até o vídeos são muito ruins – isso que era a fase de ouro do videoclip na época).

Crosby, Stills & Nash – Live It Up (1990)


Deep Purple – The House of Blue Light (1987)

(ahahahah. Outro que é ruim de doer, mais um caso onde nenhuma música  (nenhuma MESMO) presta. Até a capa é feia prá caramba. Uma pena, porque curto bastante o Deep Purple.)

The Who – It’s Hard (1981)

(Fraco e sem a costumeira criatividade desta baita banda!!!).

Creedence Clearwater Revival – Mardi Gras (1972)


Fleetowood Mac – Time (1975)

(Banda que se perdeu totaldepois que abandonaram o caminho do blues).

The Byrds – Byrdmaniax (1971)


Jimi Hendrix – Crash Landing (1975)

(Como?)

Ozzy Osbourne – Under Cover (2005)

(Um deslize do MadMan. Coisa da Sharon, imagino…rsrsrsr).

Guns N’ Roses – The Spaghetti Incident (1993)

(Um mini LP super-thunder-caça-níquel, retrato da época em que a mega banda estava começando a se desintegrar. Um atestado direto disso e sem um pingo de criatividade. Poderia ter adicionado aqui também essa droga do Chinese Democracy também.)

Bon Jovi – This Left Feels Right (2003)


Scott Weiland – The Most Wonderful Time of the Year (2011)


Metallica – St Anger (2003)

(Mais um sensacional clássico de álbum ruim prá caramba.)

Lou Reed & Metallica – Lulu (2011)

Lou Reed – Metal Machine Music (1975)