Primeiro eclipse solar de 2022 ocorre neste sábado (30)

Astrofísico da FEI explica o que esperar e como acompanhar o fenômeno celeste!

Neste sábado, dia 30 de abril, ocorrerá o primeiro eclipse solar de 2022. De tipo parcial, ele deve mostrar a Lua cobrindo mais de 50% da forma visível do Sol. E, embora não possa ser acompanhado em sua totalidade no Brasil, o fenômeno celeste deve atrair a atenção de cientistas e astrônomos amadores, ficando mais perceptível no sudeste do Oceano Pacífico e extremo sul da América Latina, principalmente na Argentina, Uruguai, Chile e Bolívia.

“Como seu ápice ocorrerá por volta de 17h40, no horário de Brasília, o fenômeno celeste tem sido chamado de ‘eclipse do pôr do sol’”, explica Cássio Barbosa, astrofísico e professor do departamento de Física da FEI. “Infelizmente, nas grandes cidades brasileiras, não será possível acompanhar a Lua obscurecendo parte da luz do Sol. Mas, se houver condições de visibilidade no dia e for feito o uso de filtros apropriados, será possível ver a Lua cobrindo marginalmente o Sol e os corpos celestes mais próximos, algo que pode ser interessante também”, conta ele.

Conforme esclarece o docente da FEI, eclipses solares acontecem quando, do ponto de vista terrestre, a Lua parece bloquear a luz do Sol, algo que, geralmente, se passa durante a fase de Lua nova. “No caso dos eclipses solares totais, com os dois corpos celestes plenamente alinhados, o disco lunar consegue sobrepor por completo a face da estrela. Já nos eclipses solares parciais, a interposição da Lua atravessa apenas o arco do disco solar”, diz Barbosa.

Ainda de acordo com professor, apesar do evento do próximo sábado (30/04) não ser plenamente visível no Brasil, ele marca a abertura da temporada de observações de fenômenos astronômicos naturais no ano.

“A boa notícia é que este eclipse não vem desacompanhado. Teremos outros três ao longo de 2022, sendo dois eclipses solares e um eclipse lunar, que ocorrerá no próximo dia 16 maio. Inclusive, para este último, não será necessário qualquer tipo de equipamento especial para acompanhar. Um bom binóculo é o suficiente para ver em detalhes”, recomenda.

Como acompanhar
Se não é possível ver com os próprios olhos, ao menos será possível acompanhar na página do Observatório Nacional no Youtube. O fenômeno terá início às 15h45 (horário de Brasília) e retransmissão ao vivo terá início um pouco mais cedo, às 15h.

Em casos em que seja possível avistar o eclipse, fica o alerta da Agência Brasil: a observação de eclipses solares nunca deve ser feita nem a olho nu, nem com óculos escuros, chapas de Raio X ou filmes fotográficos, porque a claridade e o calor do Sol podem danificar seriamente a retina. Uma sugestão dada por especialistas é comprar, em lojas de ferragens ou de materiais de construção, o chamado vidro de solda. A tonalidade desse vidro deve ser, no mínimo, 14. O vidro deve ser colocado diante dos olhos para uma observação segura do Sol.

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*Fonte: ciclovivo

A superfície da lua tem oxigênio suficiente para manter bilhões de pessoas vivas por 100.000 anos

Juntamente com os avanços na exploração do espaço, recentemente vimos muito tempo e dinheiro investidos em tecnologias que poderiam permitir a utilização eficaz dos recursos espaciais . E na vanguarda desses esforços está um foco nítido em encontrar a melhor maneira de produzir oxigênio na Lua .

Em outubro, a Agência Espacial Australiana e a NASA assinaram um acordo para enviar um rover feito na Austrália para a Lua sob o programa Artemis, com o objetivo de coletar rochas lunares que poderiam fornecer oxigênio respirável na lua.

Embora a Lua tenha uma atmosfera, ela é muito fina e composta principalmente de hidrogênio, néon e argônio. Não é o tipo de mistura gasosa que poderia sustentar mamíferos dependentes de oxigênio, como os humanos.

Dito isso, há bastante oxigênio na lua. Simplesmente não está na forma gasosa. Em vez disso, ele está preso dentro do regolito – a camada de rocha e poeira fina que cobre a superfície da lua.

Se pudéssemos extrair oxigênio do regolito, isso seria suficiente para sustentar a vida humana na Lua?


A amplitude do oxigênio

O oxigênio pode ser encontrado em muitos dos minerais do solo ao nosso redor. E a Lua é feita principalmente das mesmas rochas que você encontrará na Terra (embora com uma quantidade um pouco maior de material proveniente de meteoros).

Minerais como sílica, alumínio e óxidos de ferro e magnésio dominam a paisagem lunar. Todos esses minerais contêm oxigênio, mas não na forma que nossos pulmões podem acessar.

Na Lua, esses minerais existem em algumas formas diferentes, incluindo rocha dura, poeira, cascalho e pedras que cobrem a superfície. Este material foi resultado dos impactos de meteoritos que caíram na superfície lunar ao longo de incontáveis ​​milênios.

Algumas pessoas chamam a camada da superfície da Lua de “solo” lunar, mas, como cientista do solo, hesito em usar esse termo. O solo que conhecemos é uma coisa muito mágica que só ocorre na Terra. Ele foi criado por uma vasta gama de organismos trabalhando no material original do solo – regolito, derivado de rocha dura – ao longo de milhões de anos.

O resultado é uma matriz de minerais que não estavam presentes nas rochas originais. O solo da Terra está imbuído de notáveis ​​características físicas, químicas e biológicas. Enquanto isso, os materiais na superfície da Lua são basicamente regolito em sua forma original e intocada.

Uma substância entra, duas saem
O regolito da Lua é composto de aproximadamente 45% de oxigênio . Mas esse oxigênio está fortemente ligado aos minerais mencionados acima. Para romper esses laços fortes, precisamos colocar energia.

Você pode estar familiarizado com isso se souber sobre eletrólise. Na Terra, esse processo é comumente usado na manufatura, como para produzir alumínio. Uma corrente elétrica é passada através de uma forma líquida de óxido de alumínio (comumente chamada de alumina) por meio de eletrodos, para separar o alumínio do oxigênio.

Nesse caso, o oxigênio é produzido como subproduto. Na Lua, o oxigênio seria o produto principal e o alumínio (ou outro metal) extraído seria um subproduto potencialmente útil.

É um processo bastante direto, mas há um porém: ele consome muita energia. Para ser sustentável, ele precisaria ser sustentado por energia solar ou outras fontes de energia disponíveis na lua.

A extração de oxigênio do regolito também exigiria equipamentos industriais substanciais. Precisaríamos primeiro converter o óxido de metal sólido na forma líquida, aplicando calor ou combinando calor com solventes ou eletrólitos.

Temos a tecnologia para fazer isso na Terra, mas mover este aparelho para a Lua – e gerar energia suficiente para operá-lo – será um grande desafio.

No início deste ano, a startup de Serviços de Aplicações Espaciais com sede na Bélgica anunciou que estava construindo três reatores experimentais para melhorar o processo de produção de oxigênio por eletrólise. Eles esperam enviar a tecnologia para a Lua até 2025 como parte da missão de utilização de recursos in-situ da Agência Espacial Européia (ISRU) .


Quanto oxigênio a Lua poderia fornecer?

Dito isso, quando conseguirmos retirá-lo, quanto oxigênio a Lua pode realmente fornecer? Bem, bastante, ao que parece.

Se ignorarmos o oxigênio preso ao material rochoso mais profundo da Lua – e considerarmos apenas o regolito, que é facilmente acessível na superfície – podemos fazer algumas estimativas.

Cada metro cúbico de regolito lunar contém 1,4 toneladas de minerais em média, incluindo cerca de 630 quilos de oxigênio. A NASA diz que os humanos precisam respirar cerca de 800 gramas de oxigênio por dia para sobreviver. Portanto, 630 kg de oxigênio manteriam uma pessoa viva por cerca de dois anos (ou pouco mais).

Agora vamos supor que a profundidade média do regolito na Lua é de cerca de 10 metros , e que podemos extrair todo o oxigênio disso. Isso significa que os primeiros 10 metros da superfície da Lua forneceriam oxigênio suficiente para sustentar todas as 8 bilhões de pessoas na Terra por algo em torno de 100.000 anos.

Isso também dependeria da eficácia com que conseguimos extrair e usar o oxigênio. Independentemente disso, esse número é incrível!

Dito isso, temos muito bom aqui na Terra. E devemos fazer tudo o que pudermos para proteger o planeta azul – e seu solo em particular – que continua a sustentar toda a vida terrestre sem nós nem mesmo tentarmos.A conversa

John Grant , professor de Ciência do Solo, Southern Cross University .

Este artigo foi republicado de The Conversation sob uma licença Creative Commons. Leia aqui o artigo original (em inglês)

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*Fonte: sabersaude

Cientistas estão prestes a desvendar os mistérios do lado oculto da Lua

Um mistério para a ciência, as características do lado oculto da Lua – também chamado de lado escuro ou lado negro – pode estar prestes a ser desvendado por pesquisadores. Trata-se do hemisfério do satélite que não é visto da Terra.

Em artigo publicado no The Conversation, o professor de geociências na Universidade de Aberdeen, no Reino Unido, Iraklis Giannakis, explica que essa parte da Lua é de grande importância devido às suas formações geológicas. Outra diferença, em relação ao lado conhecido, é que ela bloqueia todo o ruído eletromagnético da atividade humana, tornando-se o local ideal para a construção de radiotelescópios.
Em 2019, o módulo de pouso Chang’E-4 e seu robô Yutu-2 – enviados em missão espacial pela China – foram os primeiros objetos humanos pousar no lado oposto da superfície lunar.

Uma equipe liderada por Giannakis desenvolveu, então, uma ferramenta capaz de detectar com mais detalhes sobre as camadas abaixo da superfície lunar, algo que os radares orbitais mais antigos são eram capazes de fazer.

De acordo com o especialista, com esse novo modelo é possível “fazer estimativas mais precisas sobre a profundidade da superfície superior do solo lunar, que é uma maneira importante de determinar a estabilidade e a resistência da base do solo para o desenvolvimento de bases lunares e estações de pesquisa”.

Uma das hipósteses da ciência, que poderá ser esclarecida, é que em algum momento a Terra e a Lua tenham colidido, o que levou a aglomeração de materiais que formou o satélite.

Evolução dos métodos de pesquisa
Em seu artigo, o cientista explica que o GPR — ferramenta do rover Yutu-2 usada para penetração no solo — traz uma série de vantagens e pode ser usado para mapear a subsuperfície dos locais de pouso e lançar luz sobre o que está acontecendo abaixo do solo.

Giannakis explica que, para conseguir captar em ainda mais detalhes a complexidade da superfície lunar, a equipe do professor desenvolveu um método inédito. Ele foi usado para processar os dados GPR capturados pelo rover Yutu-2, do Chang’E-4, que pousou na cratera Von Kármán, parte da Bacia Aitken, no polo sul da Lua – a maior e mais velha cratera do local.

“Acredita-se que a cratera tenha sido criada por um impacto de meteoroide que penetrou na crosta da Lua e levantou materiais do manto superior (a camada interna logo abaixo). A nossa ferramenta de detecção revelou uma estrutura em camadas previamente invisível nos primeiros 10m da superfície lunar, que tinha sido entendida ser um bloco homogéneo”, destacou.

Essa estrutura em camadas complexam, recém-descoberta, sugere que pequenas crateras são mais importantes e podem ter contribuído muito mais do que se acreditava anteriormente para os materiais depositados por quedas de meteoritos – e para a evolução geral das crateras lunares.

“Isso significa que teremos uma compreensão mais coerente da complexa história geológica de nosso satélite e nos permitirá prever com mais precisão o que está abaixo da superfície da Lua”, finalizou Giannakis.

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*Fonte: epocanegocios

Qual é a influência das fases da Lua na agricultura?

O Sol, a enorme “bola de fogo” que ilumina nosso Sistema Solar, é um dos grandes responsáveis pelo sucesso (ou falta dele) na agricultura. Entretanto, existe outro astro que também tem grande influência nesse processo: a Lua. Sendo um satélite natural, a Lua apenas reflete a luz solar, mas mesmo assim a proximidade dela com nosso planeta é causadora de diversos efeitos.

Além do fato de que ela é responsável por ditar o ritmo das marés, a crença popular diz que as fases lunares também são ótimos indicativos da fertilidade feminina ou até mesmo do período certo para cortar o cabelo. Então, o que é que nós realmente sabemos sobre o efeito da Lua no cultivo de safras? As teorias são as mais diversas.


Conhecimento geracional

Apesar de não existir nenhum artigo científico que comprove qualquer influência da Lua na agricultura, o hábito de reservar certas colheitas para uma das quatro fases do satélite em específico é algo que se passa de geração em geração dentro das famílias de produtores rurais.

Porém, esse também pode ser um processo delicado, visto que nem sempre as condições meteorológicas serão as ideais na fase da Lua mais indicada para determinada safra. Na visão de alguns especialistas, a força gravitacional que o astro exerce sobre a Terra tem grande impacto sobre todos os tipos de ciclo e fertilização em nosso planeta — incluindo os das plantas.

Por esses motivos, os produtores mais atentos ficarão de olho para ver quando essa atração magnética estará mais forte ou mais fraca. Além disso, a iluminação lunar, apesar de ser bem mais fraca do que a solar, também penetra o solo e ajuda no crescimento das colheitas.


Fases da Lua

São quatro fases da Lua para os agricultores ficarem de olho: cheia, minguante, nova e crescente. Na teoria, cada uma delas tem um determinado nível de particularidade que impacta diretamente no sucesso das safras. De acordo com as teorias criadas pelos especialistas no campo, isto é o que cada uma delas significa:

Cheia — fase com maior iluminação e força gravitacional devido ao alinhamento da Terra com o Sol. Época em que a seiva do caule está mais perto dos frutos, sendo o período ideal para a colheita.

Minguante — baixa influência da Lua sobre a Terra. Nesse período, a seiva tem mais dificuldade de subir pelo caule. Melhor fase para o plantio de raízes e tubérculos, pois nascem debaixo do chão.

Nova — com todos os astros alinhados, a força gravitacional volta a ficar forte. Torna-se um ótimo período para a plantação de árvores, principalmente aquelas com o intuito da produção de madeira.

Crescente — fase com aumento gradual da iluminação lunar, apesar da baixa força gravitacional. Nessa etapa, a seiva que subiu para o topo do caule ainda flui vagarosamente. Ótima etapa para o desenvolvimento de ramos e folhas.

*Por Pedro Freitas
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*Fonte: megacurioso

NASA alerta que uma mudança na órbita da lua tornará as inundações da Terra piores

A partir da próxima década, dizem os cientistas, uma “oscilação” na órbita da Lua está prestes a tornar as inundações costeiras aqui na Terra muito piores.

Quando a oscilação começar, as cidades costeiras americanas podem repentinamente começar a inundar três ou quatro vezes mais do que agora, de acordo com uma pesquisa da NASA e da Universidade do Havaí publicada na revista Nature Climate Change no mês passado.

No estudo, os cientistas previram que a oscilação lunar causará um aumento nos aglomerados de inundações que interromperão significativamente a vida e danificarão a infraestrutura em cidades costeiras que se aclimataram a inundações muito mais suaves e menos frequentes – um lembrete assustador da estreita relação da Terra com seu satélite natural, e talvez até mesmo uma questão urgente de infraestrutura.

Como relata a Live Science , essa oscilação lunar é, na verdade, um ciclo perfeitamente natural que já se arrasta por eras e continuará a ocorrer por muito tempo depois de nossa partida. A órbita da Lua cria períodos de marés altas e baixas de acordo com um ritmo de aproximadamente 18,6 anos.

O que o torna perigoso desta vez é o fato de que o nível do mar está subindo graças aos efeitos das mudanças climáticas e às emissões descontroladas de gases de efeito estufa. Portanto, quando o próximo período de amplificação da maré começar no início de 2030, as enchentes resultantes provavelmente serão piores, mais persistentes e mais perigosas do que nunca.

“É o efeito acumulado ao longo do tempo que terá um impacto”, disse o pesquisador da Universidade do Havaí e principal autor do estudo, Phil Thompson , em um comunicado à imprensa . “Se inundar 10 ou 15 vezes por mês, uma empresa não pode continuar operando com seu estacionamento submerso. As pessoas perdem seus empregos porque não conseguem trabalhar. Verter fossas se tornou um problema de saúde pública. ”

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*Fonte: pensarcontemporaneo

Superlua e eclipse total acontecerão ao mesmo tempo dia 26 de maio

O primeiro e único eclipse total da lua deve acontecer no dia 26 de maio, juntamente a uma superlua vermelha. Infelizmente, habitantes do Brasil poderão observar apenas a superlua e uma forma parcial do eclipse, que vai aparecer totalmente apenas para certas regiões da Oceania, oeste dos Estados Unidos e leste da Ásia.

Ainda outro eclipse deve acontecer em novembro deste ano. Contudo esse segundo evento será parcial. O desaparecimento total da Lua pela sobra da Terra, assim, deve acontecer completamente apenas na próxima quarta-feira. Nesse estágio a Lua estará 157 quilômetros mais próxima da Terra do que a última lua cheia, que ocorreu em abril.

Faixas em que é possível observar o eclipse totalmente ou parcialmente. Imagem: NASA
Apesar de não podermos ver esse evento no Brasil, a lua por aqui passará por algumas mudanças também no dia 26. A coloração avermelhada também ocorreu na superlua rosa do dia 26 de abril. Contudo, a lua cheia de maio aparecerá mais nítida no céu, além de parecer levemente maior – uma vez que estará realmente mais perto da Terra.

A partir das 5:47 da tarde (horário baseado no Rio de Janeiro) será possível ver uma parte da Lua encoberta pela sobra da Terra, além da coloração avermelhada durante o nascimento do astro no horizonte.

Eclipse lunar e a cor avermelhada da Lua

Como dito anteriormente, a lua-cheia de maio é aquela que está mais próxima da Terra, no perigeu da órbita. Isso acontece porque os astros celestes traçam órbitas elípticas, com dois focos – um ocupado pela Terra, no caso. Assim, a superlua deste mês irá atingir o ponto mais próximo do nosso planeta na quarta-feira, mas ainda nos outros dias será possível vê-la significativamente maior que o normal.

Já o eclipse acontece devido à propagação da luz no espaço. Ou seja, com o Sol ao nosso lado, há a formação de sombras dos planetas e astros que o orbitam. Assim, quando ocorre o eclipse total da lua, a sombra da Terra encobre o satélite. Nesse sentido, os astros ficam organizados na sequência: Lua, Terra e Sol, respectivamente.

A coloração avermelhada, por conseguinte, acontece devido à própria atmosfera do nosso planeta. Isso porque quando a luz passa no limiar da atmosfera, como uma tangente, parte dos raios solares são “filtrados” – aqueles com menores comprimentos de onda, como azul ou verde. Os que passam por esse filtro são justamente da cor vermelha, laranja e amarela, dando a coloração da superlua durante o nascer do satélite.

Diferentemente do que ocorre com o Sol, não há risco em olhar diretamente para os fenômenos lunares. Ademais, não há necessidade da utilização de binóculos ou telescópios para ver os fenômenos, apesar deles serem bem-vindos para mais detalhes.

*Por Matheus Marchetto

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*Fonte: socientifica

Como a Lua afeta as marés na Terra?

Nos últimos dias, o encalhamento do navio cargueiro Ever Given no Canal de Suez despertou grande atenção da mídia internacional. Após enfrentar problemas técnicos e ficar entalado, no dia 23 de março, a embarcação precisou de 1 semana para ser solta e também contou com a “mãozinha” de uma lua cheia para sair do lugar.

Durante o domingo (28), enquanto trabalhadores se revezavam para remover a areia que atravancava o porta-contêineres, ocorreu o fenômeno natural chamado de “maré sizígia” — quando ocorre o alinhamento cósmico da Terra, do Sol e da Lua. Porém, como é que a Lua tem poder para influenciar nas marés dos oceanos do nosso planeta? Existe uma explicação científica.

Formação das marés

Para entender o que ocorreu com o navio Ever Given, é necessário saber mais sobre o movimento das marés. Tanto as baixas quanto as altas são causadas pela Lua, cuja atração gravitacional gera algo chamado força da maré. Esse fenômeno faz a Terra e a sua água se projetarem nos lados mais próximos e mais distantes da Lua.

Conforme o planeta gira, regiões específicas vão sofrendo esses efeitos em momentos distintos. Portanto, o movimento de maré alta ocorre sempre nas extremidades do mundo voltadas à Lua, e o inverso vale para as baixas. Esse ciclo costuma ocorrer quase todos os dias em todas as regiões costeiras da Terra.

No caso da “maré sizígia”, a força gravitacional do nosso satélite se une à gravitacional solar, e a movimentação dos mares se torna ainda maior. Foi por meio desse grande aumento no nível dos oceanos que o Ever Given conseguiu retornar à sua rota pelo mar Mediterrâneo.

Influência gravitacional

Se a força gravitacional da Lua puxa os oceanos em sua direção, como é que as marés altas também surgem na face mais distante da Terra? Apesar do conceito parecer esquisito, tudo se resolve por meio de uma equação matemática. Ao contrário da força gravitacional, a força da maré é um efeito proveniente das diferenças na gravidade sobre a superfície da Terra.

Para chegar à força da maré, nós devemos subtrair a atração gravitacional média na Terra da atração gravitacional em cada local do planeta. O resultado mostra um estiramento nas extremidades direcionadas à Lua e um esmagamento nas faces neutras, formando as marés altas e baixas.

*Por Pedro freitas

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*Fonte: megacurioso

Cientistas pretendem produzir cerveja na Lua

Se uma das múltiplas circunstâncias possíveis para o fim da humanidade acontecer, todos nós teremos que ir para a Lua, para Marte ou para algum exoplaneta. Mas para isso, precisamos de bebidas.

Felizmente, cientistas estão projetando uma experiência para saber se é possível preparar cerveja na Lua.

Um grupo de estudantes da Universidade da Califórnia, em San Diego, projetou um experimento — finalista da competição Lab2Moon — para enviar a bordo da espaçonave da equipe indiana TeamIndus, que é uma das quatro finalistas do desafio Lunar XPRIZE do Google, que consiste em enviar uma espaçonave para a Lua.

O experimento é projetado para explorar como o fermento se comporta nas condições lunares, com ênfase a ver se é possível desenvolver produtos farmacêuticos e alimentos contendo levedura, como o pão, no espaço. Para testar isso, eles vão preparar cerveja.

A equipe projetou um sistema único para realizar esta experiência. Primeiro, o mosto (malte e água misturados) será misturado na Terra e colocado em um recipiente de fermentação especial. Em seguida, o sistema irá combinar os estados de fermentação (transformando o açúcar em álcool) e carbonatação (adicionando as bolhas na cerveja), que normalmente são feitos separadamente, para evitar a liberação de qualquer dióxido de carbono na nave espacial.

*Por Giovane Almeida

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*Fonte: ciencianautas

Pesquisadores querem criar um ‘backup’ genético da Terra na Lua

Como 2020 já nos mostrou, a humanidade e o próprio planeta Terra são bastante vulneráveis. Imagine, por exemplo, que a letalidade do SARS-CoV-2, causador da Covid-19, fosse drasticamente mais alta. Nesse caso, a extinção da raça humana, ou ao menos o fim da sociedade como é, seria um risco considerável. Contudo, não queremos despertar gatilhos de ansiedade. É por essa fragilidade que pesquisadores propuseram a criação de um backup genético da Terra, na Lua, só para variar.

A proposta foi apresentada durante a Conferência Aeroespacial do IEEE, no último dia 06. Na proposta, os pesquisadores sugerem a criação de uma estação lunar que pudesse abrigar um banco genético de todas as 6,7 milhões de espécies de plantas, animais e fungos do planeta. A estrutura ficaria abrigada nos tubos de lava que se formaram na Lua durante os seus primeiros milhões de anos de existência.

A proposta, de fato, é uma boa ideia. No entanto, você pode imaginar que criar uma super estrutura na Lua não é algo muito barato. O prédio precisaria ter estruturas que conectassem o subsolo à superfície lunar por elevadores, além de salas a mais ou menos 190°C negativos. Contudo, a parte mais cara da ideia é o transporte. Segundo os autores, cada espécie teria 50 amostras de DNA armazenadas. Isso iria requerer mais de 250 viagens espaciais, sem contar aquelas para a construção da base.

Além do mais, estimativas mostram que, para se criar uma espécie novamente, apenas com o DNA, cientistas precisariam de mais de 500 amostras do material genético. Esse número possibilitaria uma diversidade genética sustentável, mas também deixaria o banco de DNA 10 vezes mais caro.

O risco do sumiço de material genético

O maior banco genético atualmente está hospedado na Noruega e conta com mais de 1 milhão depósitos genéticos, sobretudo de plantas usadas para agricultura. Entretanto, mesmo essa arca norueguesa pode sofre catástrofes como tsunamis ou mesmo o impacto de um meteoro.

Pensando nisso, os autores da proposta argumentam que a base lunar poderia proteger o DNA da radiação solar (uma vez que ficaria no subsolo) e ao mesmo tempo facilitar a conservação, já que os tubos de lava lunares atingem os 15°C negativos. Esse refúgio em outro astro só seria ameaçado por um impacto direto de asteroide – ou por uma bomba atômica.
(Imagem de István Mihály por Pixabay )

Pandemia, mudança climática, crises diplomáticas internacionais, eventos astronômicos. Essas são ameaças reais à espécie humana e à biodiversidade da Terra. A proteção dessa diversidade é uma responsabilidade, portanto, da própria espécie humana. Apesar dos custos altíssimos, os pesquisadores acreditam que a arca lunar pode se tornar viável nos próximos 30 anos, com todos os avanços tecnológicos e aeroespaciais já observados até o momento.

*Por Matheus Marchetto

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*Fonte: socientifica

Eugene Shoemaker: o homem que teve as cinzas levadas para a Lua

O norte-americano Eugene Shoemaker foi grande nome da ciência planetária. Atuando incessantemente no desenvolvimento de importantes pesquisas durante o século 20, suas descobertas contribuíram em muito para estudos em diferentes áreas.

Devido ao imenso legado, após sua morte, a comunidade científica realizou algo um tanto bizarro: tornou-o o primeiro e único homem cujos ‘restos mortais’ foram depositados na Lua.

Carreira brilhante

Schoemaker nasceu na cidade de Los Angeles em 28 de abril de 1928. Ele concluiu sua graduação no Instituto de Tecnologia da Califórnia muito cedo, aos 19 anos de idade, com uma tese sobre petrologia em rochas metamórficas pré-cambrianas.

Desde então, passou a atuar em uma pesquisa sobre depósitos naturais de urânio nos estados americanos do Colorado e de Utah, desenvolvida pelo Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).

Foi nesse período em que teve início seu interesse pela origem das crateras lunares, de modo que começou a desenvolver um trabalho sobre o tema na Universidade de Princeton.

No ano de 1951, casou-se com a também cientista Carolyn Spellman. Três anos depois recebeu seu mestrado e, em 1960, doutorado. A partir de então, passou a se dedicar à área da astrogeologia, inclusive participando do Programa Ranger, que enviava missões espaciais não tripuladas para o espaço com o objetivo de obter imagens da superfície lunar.

Por ter sido diagnosticado com uma doença na época, Eugene foi impossibilitado de seguir seu sonho de ir para a Lua e, então tornou-se professor de Geologia no instituto em que realizara sua graduação.

Em 1993, passou a atuar no Observatório Lowell, localizado em Flagstaff, no Arizona. No mesmo ano o cientista, junto a sua esposa e ao amigo David Levy, descobriu o asteroide Shoemaker-Levy 9 que, em 1994, colidiu com o planeta Júpiter.

Legado

Eugene Shoemaker é tido até os dias de hoje como um dos pais da ciência planetária. Os estudos desenvolvidos foram de importância imensurável para a comunidade científica em diversos temas, até mesmo auxiliando no treinamento de astronautas. E talvez tenha sido isso que motivou o destino dos restos mortais do pesquisador após a sua morte.

O dia 18 de julho de 1997 foi uma data extremamente triste para a ciência. Era uma sexta-feira, quando Shoemaker sofreu um acidente de carro e veio a óbito.

Conforme divulgado pelo site da USGS, para homenageá-lo, os diretores da NASA tiveram a ideia de levar seus restos mortais para o espaço.

Em janeiro do ano seguinte, a sonda lunar Prospector iniciou sua jornada em direção à Lua levando as cinzas de Shoemaker.

Foram 19 meses até que a viagem fosse concluída com a colisão da Prospector com uma cratera no polo sul do satélite natural, a cratera Shoemaker, estudada pelo homenageado, e lá, depositou os restos mortais do cientista.

*Por Giovanna Gomes

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*Fonte: aventurasnahistoria

A Lua cheia muda a forma como as pessoas dormem sem que nós percebamos, afirma estudo

Nos tempos modernos, muitas pesquisas têm se concentrado na maneira como as fontes de luz artificiais atrapalham nosso sono e saúde, devido aos efeitos não naturais da iluminação depois que o Sol se põe.

Porém, o quão antinatural é a luz noturna, afinal? Afinal, os humanos sempre foram expostos a níveis variáveis ​​de luz à noite, devido aos reflexos da luz solar da Lua crescente e minguante – e essa radiância inconstante nos estimula de maneiras que não estamos totalmente cientes, sugerem novas pesquisas.

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“A luz da Lua é tão brilhante para o olho humano que é inteiramente razoável imaginar que, na ausência de outras fontes de luz, esta fonte de luz noturna poderia ter tido um papel na modulação da atividade noturna humana e do sono”, uma equipe de pesquisadores, liderado pelo autor principal e neurobiologista Horacio de la Iglesia, da Universidade de Washington (EUA), explica em um novo estudo.

“No entanto, a capacidade do ciclo lunar de poder modular a atividade noturna humana e o sono permanece uma questão controversa.”

Para investigar o mistério, os pesquisadores equiparam mais de 500 participantes com monitores de atividade baseados no pulso, para rastrear seus padrões de sono, e conduziram o experimento em locais muito diferentes.

Primeiramente, eles envolveram 98 participantes do povo Toba-Qom, uma comunidade indígena que vive na província de Formosa, na Argentina. Alguns desses participantes rurais do experimento não tinham acesso à eletricidade, outros tinham acesso limitado em suas casas, enquanto um contingente final vivia em um ambiente urbano com acesso total à eletricidade.

Em um experimento separado, os pesquisadores rastrearam o sono de 464 estudantes universitários que viviam na área de Seattle – uma grande cidade modernizada com todos os aparatos eletrificados da sociedade pós-industrial.

Rastreando a atividade de sono dos participantes durante o ciclo do mês lunar, os pesquisadores descobriram que o mesmo tipo de padrão pode ser visto em seu sono e vigília, independentemente de onde os voluntários viviam.

“Vemos uma modulação lunar clara do sono, com o sono diminuindo e um início mais tardio do sono nos dias que precedem a Lua cheia”, disse de la Iglesia.

“Embora o efeito seja mais robusto em comunidades sem acesso à eletricidade, o efeito está presente em comunidades com eletricidade, incluindo alunos de graduação da Universidade de Washington.”

Embora tenha havido alguma variação entre os resultados, em geral, os dados mostraram que o sono tende a começar mais tarde e no geral dura menos nas noites que antecedem a Lua cheia, quando o luar fornecido pela Lua crescente é mais forte no horas após o crepúsculo.

Embora o tamanho da amostra estudada aqui não seja especialmente grande – e certamente há mais pesquisas que poderiam ser feitas aqui para expandir esses resultados – o mesmo padrão foi observado em duas populações distintas que vivem em países separados e com níveis muito variados de acesso a eletricidade entre os voluntários, nos diz algumas coisas importantes, disse a equipe.

“Juntos, esses resultados sugerem fortemente que o sono humano está sincronizado com as fases lunares, independentemente da origem étnica e sociocultural e do nível de urbanização”, escrevem os pesquisadores em seu estudo.

Quanto ao que originou esses efeitos, os pesquisadores afirmam que a atividade noturna prolongada estimulada pelo luar pode ser uma adaptação evolutiva transportada da época das sociedades humanas pré-industriais – com a capacidade de permanecer acordado e ser produtivo sob uma Lua cheia brilhante beneficiando todos os tipos de costumes tradicionais ainda desfrutados por povos sem eletricidade hoje.

“Em certas épocas do mês, a Lua é uma fonte significativa de luz à noite, e isso teria sido claramente evidente para nossos ancestrais há milhares de anos”, disse um dos principais autores e biólogo do sono Leandro Casiraghi.

De acordo com entrevistas com indivíduos do povo Toba-Qom, as noites de luar ainda são conhecidas pela alta atividade de caça e pesca, aumento de eventos sociais e intensificação das relações sexuais entre homens e mulheres.

“Embora o verdadeiro valor adaptativo da atividade humana durante as noites de luar ainda não tenha sido determinado, nossos dados parecem mostrar que os humanos – em uma variedade de ambientes – são mais ativos e dormem menos quando o luar está bastante visível durante as primeiras horas da noite,” os pesquisadores explicam.

“Essa descoberta, por sua vez, sugere que o efeito da luz elétrica em humanos modernos pode ter tocado em um papel regulador ancestral do luar no sono.”

*Por Julio Batista

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Fonte: universoracionalista

Lua e marte farão uma conjunção neste domingo (9) promovendo grande espetáculo nos céus

Para as pessoas que gostam de apreciar os fenômenos que os planetas, astros e estrelas realizam no céu, anote: neste domingo, 9 de agosto (noite de sábado para domingo) o céu vai te presenciar com uma visão única e espetacular.

A lua e Marte estarão emparelhados, alinhados lado a lado, em uma conjunção rara de acontecer e se ver. Para os amantes destes fenômenos que moram no Sul e Sudeste do Brasil, poderão ver algo mais bonito ainda: em certo momento a Lua ficará bem à frente do planeta vermelho Marte, este fenômeno é chamado de ocultação.

Caso você queira observar este belo espetáculo, coloque seu relógio para despertar cedinho, pois este show começa a acontecer às 5:00 h da madrugada.

Prepare-se.

*Por JCS

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*Fonte: sensivelmente

Por que o outro lado da Lua é tão esquisito?

A Lua foi uma das primeiras explorações espaciais do ser humano, que teve em chegar ao satélite como uma das grandes conquistas. Entender por completo a Lua trouxe questionamentos como, por exemplo, por que o outro lado dela é tão estranho? A assimetria do nosso satélite vem intrigando os pesquisadores da NASA e, pelo jeito, um novo estudo pode ter a resposta para essa pergunta.

Como foi descoberta a assimetria lunar

Antigamente, pessoas acreditavam que a Lua era, em sua totalidade, similar à face que observamos durante o nosso dia a dia. Porém, as assimetrias lunares foram descobertas durante as explorações feitas pelas sondas, robôs espaciais e os astronautas das missões Apollo. Em 60 anos de pesquisas, uma das maiores indagações tem sido o porquê do lado oculto da Lua ser diferente.

O novo estudo sobre Lua

A nova pesquisa buscando entender as causas de assimetria na Lua é feita na união de centros de pesquisas internacionais. Fazem parte do estudo: Earth-Life Science Institute, do Tokyo Institute of Technology; a Universidade da Flórida; o Instituto para Ciência Carnegie; a Towson University; o Centro Espacial Johnson da NASA; e a Universidade do Novo México.

Os cientistas estão analisando a geologia da Lua para definir a causa da assimetria. O trabalho foi feito a partir modelagem computacional e observações já existentes nos arquivos sobre explorações lunares.

Decomposição radioativa e KREEP

A explicação encontrada é a de que as concentrações de elementos radioativos podem ser a resposta. Segundo os pesquisadores, as concentrações instáveis de potássio, urânio e tório geram calor e acontece um processo de decaimento radioativo, que são mais comuns no lado que vemos da Lua. E, assim, nascem as crateras lunares.

Somado às decomposições radioativas, há o fato de um bom número de rochas lunares serem KREEP, o que significa que são feitas de potássio, elementos de terras raras e fósforo. Esse tipo de pedra, que foi encontrada pelas pesquisas do Apollo, tem um ponto de fusão mais baixo e favorece alterações geológicas.

Com isso, os cientistas concluíram que a soma da decomposição radioativa e do estilo de rochas KREEP indicam que a Lua está em constante mutação de paisagem desde que foi formada há bilhões de anos.

Sabendo isso, entende-se que a assimetria da Lua aconteça porque um dos lados sofre mais com decaimento radioativo e, acima de tudo, a superfície lunar está em uma espécie de eterna transformação geológica.

*Por Rafael Farinaccio

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*Fonte: megacurioso

Ele tirou a foto mais detalhada possível das crateras da Lua

O fotógrafo norte-americano Andrew McCarthy fez um incrível trabalho e registrou do quintal de sua casa, em Sacramento, Califórnia, a foto mais detalhada possível das crateras da Lua. Com trabalho e mapeamento 3D e com suas câmeras super-potentes, ele conseguiu alcançar uma das imagens com a maior resolução possível das crateras lunares.

Durante duas semanas, McCarthy tirou fotos da Lua Crescente e da Lua Cheia, afim de encontrar o maior nível de contraste e sombras nas crateras. Depois de milhares de imagens registradas, ele passou a juntá-las para poder dar maior contraste e precisão para a imagem, com auxílio de diversas tecnologias. O resultado foi esse aqui:

Essa é a foto com mais detalhes sobre as crateras lunares já registrada na história

Com sua câmera ASI1600MM e a lente Celestron edgeHD 800, ele tentou captar o máximo de contraste possível na superfície lunar. Depois de alcançar todas as fotos, uniu inteligência artificial com mapeamento geográfico e conseguiu estabelcer uma imagem repleta de detalhes. A foto coincide também com o lançamento do mapa mais preciso da Lua, lançado essa semana pelo Serviço Geológico Nacional dos EUA.

Na postagem original do Instagram, McCarthy disse, “eu não posto faz tempo porque estava trabalhando nesse projeto INSANO. Essa Lua pode parecer um pouco bizarra pra você, mas é porque é um imagem impossível. Depois de 2 semanas de imagens da lua crescente, eu peguei a seção de cada foto com o máximo de contraste, alinhando e mesclando elas com as texturas ao redor de toda a superfície do satélite”.

O trabalho exaustivo do entusiasta das fotos astrológicas é divulgado em seu Instagram. Ele diz que pretende fazer isso com as luas minguantes também. “Foi cansativo para dizer o mínimo, especialmente porque a Lua não está sempre alinhada, então todas as imagens tiveram de ser alinhadas com uma esfera 3D para termos certeza da precisão. Eu talvez tente isso durante as outras fases da lua, a depender, é claro, do seu feedback.”

*Por Yuri Ferreira

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*Fonte: hypeness

Filmes do pouso na Lua teriam sido impossíveis de falsificar. Aqui está o porquê.

Faz meio século desde o magnífico pouso na Apollo 11 na Lua, mas muitas pessoas ainda não acreditam que isso realmente aconteceu. As teorias de conspiração sobre o evento que datam da década de 1970 são de fato mais populares do que nunca. Uma teoria comum é que o diretor de cinema Stanley Kubrick ajudou a NASA a falsificar as imagens históricas de seus seis desembarques bem-sucedidos na Lua.

Mas seria realmente possível fazer isso com a tecnologia disponível na época? Segundo o cineasta Howard Berry , Chefe de Pós-Produção e Líder do Programa de Produção de Cinema e Televisão MA, Universidade de Hertfordshire, é impossível que sa imagens tenham sido falsificadas.

Aqui estão algumas das crenças e perguntas mais comuns – e por que elas não se sustentam.

 

1. “Os desembarques da lua foram filmados em um estúdio de TV.”

Existem duas maneiras diferentes de capturar imagens em movimento. Um é o filme, tiras reais de material fotográfico nas quais uma série de imagens é exposta. Outro é o vídeo, que é um método eletrônico de gravação em vários meios, como a movimentação de fita magnética. Com o vídeo, você também pode transmitir para um receptor de televisão. Um filme cinematográfico padrão grava imagens a 24 quadros por segundo, enquanto a transmissão de TV geralmente é de 25 ou 30 quadros, dependendo de onde você estiver no mundo.

Se concordarmos com a ideia de que os desembarques da lua foram gravados em um estúdio de TV, então esperamos que eles sejam vídeo de 30 quadros por segundo, que era o padrão de televisão na época. No entanto, sabemos que o vídeo do primeiro pouso na Lua foi gravado a dez quadros por segundo em SSTV (televisão Slow Scan) com uma câmera especial.

2. “Eles usaram a câmera especial Apollo em um estúdio e depois abrandaram a filmagem para dar a impressão de que havia menos gravidade.”

Algumas pessoas podem argumentar que, quando você olha para pessoas que se movem em câmera lenta, elas parecem estar em um ambiente de baixa gravidade. Retardar o filme requer mais quadros do que o normal, então você começa com uma câmera capaz de capturar mais quadros em um segundo do que em um normal – isso é chamado de overcranking ou captura-em-tempo-muito-lento. Quando isso é reproduzido na taxa de quadros normal, essa gravação é reproduzida por mais tempo. Se você não pode girar sua câmera, você pode gravar em uma taxa de quadros normal e pode artificialmente abrandar a filmagem, mas você precisa de uma maneira de armazenar os quadros e gerar novos quadros extras para retardá-lo.

No momento da transmissão, os gravadores de discos magnéticos capazes de armazenar filmagens em câmera lenta só podiam capturar 30 segundos no total, para uma reprodução de 90 segundos de vídeo em câmera lenta. Para capturar 143 minutos em câmera lenta, você precisaria gravar e armazenar 47 minutos de ação ao vivo, o que simplesmente não era possível.


3. “Eles poderiam ter um gravador de armazenamento avançado para criar filmagens em câmera lenta. Todo mundo sabe que a NASA recebe a tecnologia antes do público.

Bem, talvez eles tivessem um gravador de armazenamento extra secreto – mas um quase 3.000 vezes mais avançado? Duvidoso.


4. ‘Eles filmaram em filme e abrandaram a gravação. Você pode obter quantos filmes quiser para fazer isso. Então eles converteram o filme para ser exibido na TV.

Isso é um pouco de lógica, finalmente! Mas filmar em filme exigiria milhares de metros de rolo. Um rolo típico de filme de 35 mm – a 24 quadros por segundo – dura 11 minutos e tem 1.000 pés de comprimento. Se aplicarmos isso a um filme de 12 quadros por segundo (o mais próximo de dez que conseguiremos com o filme padrão) rodando por 143 minutos (esse é o tempo de duração da filmagem da Apollo 11), precisaríamos de seis e meio rolos.

Estes então precisariam ser colocados juntos. As junções de emenda, transferência de negativos e impressão – e potencialmente grãos, partículas de poeira, cabelos ou arranhões – instantaneamente cedem o jogo. Não há nenhum desses artefatos presentes, o que significa que não foi filmado em filme. Quando você leva em conta que os pousos subseqüentes da Apollo foram feitos a 30 quadros por segundo, então fingir seria três vezes mais difícil. Então a missão Apollo 11 teria sido a mais fácil.

5. Mas a bandeira está soprando ao vento e não há vento na lua. O vento é claramente de um ventilador dentro do estúdio. Ou foi filmado no deserto.

Não é. Depois que a bandeira é solta, ela se acomoda suavemente e, em seguida, não se move de forma alguma na filmagem restante. Além disso, quanto vento há dentro de um estúdio de TV?

Há vento no deserto, eu aceito isso. Mas em julho, o deserto também é muito quente e normalmente você pode ver ondas de calor presentes em imagens gravadas em lugares quentes. Não há ondas de calor nas imagens de pouso na lua, por isso não foi filmado no deserto. E a bandeira ainda não está se movendo de qualquer maneira.

MAIS SOBRE A LUA E ALÉM

Una-se a nós enquanto mergulhamos nos últimos 50 anos de exploração espacial e nos 50 anos que virão. Do primeiro passo histórico de Neil Armstrong na superfície lunar até os planos atuais de usar a Lua como plataforma de lançamento para Marte, ouça especialistas acadêmicos que dedicaram suas vidas a estudar as maravilhas do espaço.

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‘A iluminação na filmagem claramente vem de um holofote. As sombras parecem estranhas.

Sim, é um holofote – um holofote a 150 milhões de km de distância. É chamado o sol. Olhe para as sombras na filmagem. Se a fonte de luz fosse um holofote próximo, as sombras se originariam de um ponto central. Mas como a fonte está tão distante, as sombras são paralelas na maioria dos lugares, em vez de divergirem de um único ponto. Dito isto, o sol não é a única fonte de iluminação – a luz também é refletida do solo. Isso pode fazer com que algumas sombras não apareçam paralelas. Isso também significa que podemos ver objetos que estão na sombra.

Bem, todos nós sabemos que Stanley Kubrick filmou isso.

Stanley Kubrick poderia ter sido solicitado a falsificar as aterrissagens lunares. Mas como ele era tão perfeccionista, ele teria insistido em filmar no local. E está bem documentado que ele não gostava de voar… Próximo?
“A Terra é plana. As imagens que vemos da Lua e do Sol, na verdade, são hologramas que são projetados no domo.”

Desisto.

*Por Felipe Sérvulo

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*Fonte: misteriosdouniverso

 

13 luas cheias, incluindo duas superluas, iluminarão o céu em 2020. Um espetáculo astronômico!

Se você é uma pessoa fascinada por astronomia, certamente adora observar a Lua e também tem o conhecimento do que são as superluas.

Esses fenômenos tão legais de serem observados acontecem quando a Lua está em sua maior proximidade com a Terra, estado conhecido como perigeu. Nesse momento, ela pode se apresentar aproximadamente 15% maior e com cerca de 30% a mais de luminosidade.

Em 2019, tivemos três superluas que encantaram muito os fiéis observadores do céu, mas eles não ficarão desapontados pois, das 13 luas cheias que acontecerão neste ano de 2020, duas serão superluas. Verdadeiros espetáculos acontecerão no céu de 2020 para todos nós.

Superluas de 2020

As duas superluas de 2020 acontecerão em março e abril.

A de março terá o nome de Worm Moon e ficará 100% cheia em 9 de março – Lua no perigeu, em 10 de março –, e a superlua Pink Moon ficará 100% cheia em 7 de abril, sendo esta a maior do ano.

13 luas cheias, em 2020

A primeira lua cheia de 2020, chamada Wolf Moon, aconteceu em 10 de janeiro. Teremos uma Lua para cada mês, com exceção de outubro, quando teremos uma lua cheia dia 1º e dia 31. Esta última será conhecida como lua cheia de Halloween, um evento extremamente raro.

Brian Lada, meteorologista da empresa americana de previsão AccuWeather, explicou que a Lua Azul ocorre a cada dois ou três anos, e que, no Halloween, é mais rara ainda. “Embora as luas azuis ocorram uma vez a cada dois ou três anos, elas são ainda mais raras no Halloween. Depois da Lua Azul, em 31 de outubro de 2020, o doce ou a travessura deve esperar até 2039 para ver a próxima Lua Azul no Halloween”, explicou Brian.

A lua cheia rara de Halloween também será considerada Lua Azul, já que será a segunda lua cheia no mesmo mês.

Lua Azul rara de Halloween, em 2020

Sempre que duas luas cheias aparecem no mesmo mês (evento que acontece, em média, a cada dois anos e meio ou três anos), a segunda é chamada de Lua Azul.

A lua cheia, no Halloween, ocorre apenas aproximadamente uma vez a cada 19 anos. Calculando-se as luas completas, usando-se o horário médio de Greenwich, essas luas devem acontecer apenas três ou quatro vezes por século. Assim, seremos realmente abençoados com esse grande fenômeno astronômico em nossa geração.

Abaixo estão as datas de todas as luas de 2020 com a hora do Leste nos Estados Unidos. Confira o fuso horário e se prepare para absorver todas as energias positivas que elas trarão para a sua vida:

– 10 de janeiro, às 14h21 – Luna del Lobo

– 9 de fevereiro, às 2h33 – Snow Moon

– 9 de março, às 13h47 – Worm Moon (superlua)

– 7 de abril, às 22h35 – Luna Rosada (superlua)

– 7 a 6 de maio, 45h – Luna de las Flores

– 5 de junho, às 15h12 – Moon Moon

– 5 de julho, às 12h44 – Lua do Cervo

– 3 de agosto, às 11h58 – Lua de Esturjão

– 2 de setembro, às 13h22 – Luna de Maíz

– 1º de outubro, às 17h05 – Crop Moon

– 31 de outubro, às 10h49 – Luna Azul

– 30 de novembro, às 4h29 – Luna del Castor

– 29 de dezembro, às 22h28 – Lua Fria

Sabemos que as luas possuem energias poderosas, que influenciam diretamente nossa vida. Então se prepare para um ano intenso!

*Por Luiza Fletcher

Lua cheia

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*Fonte: osegredo

Vídeo impressionante mostra como a lua está se afastando da Terra

A Lua está se afastando da Terra, lentamente, processo que teve início há bilhões de anos, quando o satélite natural foi formado.

Para explicar melhor esse fenômeno, o cientista James O’Donoghue, da Agência de Exploração Aeroespacial do Japão (AXA), criou um vídeo no qual é possível ver como o afastamento tem acontecido ao longo dos anos.

Conforme a hipótese do grande impacto, a formação da Lua se deu há 4,5 bilhões de anos, com a colisão entre a Terra e um objeto espacial denominado Theia, cujas dimensões seriam semelhantes às de Marte.

A partir daí, pedaços da crosta terrestre cobertos de magma foram lançados à nossa órbita, dando origem à Lua.

Nessa época, o satélite natural estava bem mais próximo do nosso planeta — cerca de 16 vezes mais perto do que a distância atual — mas com o passar do tempo ele se afastou milhares de quilômetros em relação à posição original, devido às interações entre ambos e também a impactos de meteoritos.
Veja o vídeo

Inicialmente, O’Donoghue pretendia apresentar uma imagem precisa da criação da Lua, como ele contou ao Business Insider. No entanto, ele se empolgou e criou uma animação que mostra toda a história, resumida em menos de 30 segundos.

O vídeo começa mostrando a posição atual da Lua e a seguir faz uma viagem no tempo, voltando ao momento da formação do satélite. Também é possível acompanhar a distância dela em relação à Terra, seu tamanho aparente e a velocidade do seu afastamento ao longo de bilhões de anos.

Como é medida a distância da Terra à Lua?

A Lua se distancia da Terra cerca de 3,8 centímetros a cada ano, atualmente, mas esse movimento nem sempre é constante.

*Por Davson Filipe

 

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*Fonte: realidadesimulada

O que a lei espacial diz sobre o que você pode ou não levar para a Lua?

Obras de arte, sacos de cocô e até bolas de golfe. Existe uma lista imensa de objetos deixados na Lua pelos seres humanos. Mais recentemente, levamos amostras de DNA humano e uma multidão dos animais mais resistentes da Terra para lá, os tardígrados. Eles estavam na nave israelense que caiu na Lua em abril deste ano. Caso o pouso tivesse sido realizado com sucesso, os pesquisadores testariam a sobrevivência dos bichinhos no espaço. Como a nave se espatifou, agora eles moram lá em cima.

Mas onde estão os fiscais da Lua? Qualquer país pode deixar o que bem entender por lá?

Bem, quase tudo. Segundo Frans von der Dunk, professor de lei espacial da Universidade de Nebraska, a única coisa que os países não podem levar para a Lua de jeito nenhum (pelo menos legalmente) são armas.

Mas essa é apenas uma interpretação das leis espaciais existentes. A coisa é bem mais complicada. Não existe um documento listando os itens que você poderia levar na sua bagagem, mas algumas coisas são proibidas. Em entrevista ao LiveScience, o professor diz que a lei é permissiva. “A menos que algo seja especificamente proibido ou restrito, ele é considerado permitido”

Quem define isso são os tratados internacionais. O mais aceito ainda é o Tratado do Espaço Sideral, formulado na época da corrida espacial, em 1967, e assinado por diversos países. O Artigo 4 do documento diz claramente que nenhum tipo de arma, base, fortificação ou instalação com fins militares pode ser levada ao espaço (incluindo corpos celestes). Todo o tratado se baseia na exploração e uso pacífico do espaço.

Tirando essa, não há nenhuma grande restrição sobre o que cada país pode ou não deixar na Lua. O tratado também não proíbe a introdução de nenhum ser vivo, mas ressalta que as naves devem evitar contaminação de microorganismos no espaço. Já que os novos moradores super resistentes da Lua não são uma grande ameaça – porque o satélite, temos quase certeza, não abriga vida que possa ser ameaçada pelos bichinhos terráqueos –, está tudo bem

Apesar da falta de regulamentação, há uma preocupação crescente com a quantidade de lixo espacial. De acordo com der Dunk, se os países não começarem a se preocupar com o que deixam por lá, em 10 ou 20 anos será impossível viajar para o espaço sem correr o risco de bater em um satélite perdido.

Legalmente, nada impede que você jogue seu lixo na Lua (a menos que exista uma bomba nuclear escondida nele). Mas pelo bem das futuras missões, pedimos que guarde o papel de bala no bolso.

*Por Mariana Clara Rossini

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*Fonte: superinteressante

Essa é a forma com a Lua pode afetar nosso humor

Seu humor oscila? Tipo, vai de um extremo a outro? Possui pensamentos negativos, mas depois, no outro dia, se sente a pessoa mais sortuda do mundo? Seu sono é irregular? Sabe por que essas variações ocorrem? A Lua. Exatamente, a culpa é da Lua.

A Lua e o nosso humor têm uma relação direta. Por ser um astro poderoso, a Lua é capaz de influenciar, diretamente, o homem em várias áreas, como, por exemplo, na alimentação, na fertilidade e nas emoções. Além disso, a Lua interfere também, obviamente, na natureza. A agricultura, a pesca ou, até mesmo, as marés são influenciadas pelos ciclos da Lua.

Tais teorias, em suma, não partem apenas da sabedoria popular das massas. Tanto o filósofo grego Aristóteles, quanto o naturalista romano Plínio, o Velho, acreditavam que a loucura e a epilepsia eram causadas pela Lua. Por outro lado, um estudo recente indicou que ações criminosas ao ar livre poderiam aumentar quando a Lua estivesse cheia, por exemplo.

Mesmo com inconsistentes evidências científicas, acredita-se também que mulheres grávidas têm mais chances de dar à luz, nesse mesmo período lunar. Em contraposição à tais evidências, há outras sobre as quais o conhecimento é consolidado.
Pesquisa

Para se ter uma ideia sobre a influência da lua, o renomado psiquiatra, Thomas Wehr, publicou um artigo, descrevendo casos de 17 pacientes com transtorno bipolar de ciclos rápidos. Ciclos em que a alternância entre depressão e mania acontecem de forma mais veloz que o habitual. Além da mudança rápida de humor, eles também apresentavam uma certa regularidade no padrão de manifestação dos sintomas.

Como explica Wehr, professor emérito de psiquiatria, do Instituto Nacional de Saúde Mental, em Bethesda, nos Estados Unidos, “o que o impressionou nesses ciclos foi que eles pareciam surpreendentemente precisos, de uma forma que você não esperaria necessariamente de um processo biológico”.

“Isso me levou a questionar se havia algum tipo de influência externa orientando esses ciclos.” Considerando a antiga crença de que a Lua afeta o comportamento humano, o pesquisador simplesmente decidiu avaliar se tal fato é, ou não, verdade. Porém, para o professor, um dos principais problemas é que nenhuma instituição havia monitorado o sono de um paciente, durante os ciclos lunares.

Para tal, o pesquisador realizou uma abordagem sistemática. Seus pacientes foram gravados, ao longo do tempo e continuamente, em diferentes fases. Wehr, então, descobriu que seus pacientes se enquadravam em duas categorias. Na primeira, o humor parecia seguir um ciclo de 14,8 dias. No segundo, o ciclo era de 13,7 dias.
Os ciclos e os pacientes

Pensemos em ciclos. Uma Lua cheia chega a cada 29,5 dias, e uma Lua nova aparece 14,8 dias depois disso. Em contrapartida aos dias, é preciso pensar também na questão gravitacional. A atração gravitacional da Lua é motor do movimento das marés, que sobem e descem a cada 12,4 horas. Temos, então, a primeira prova do poder da Lua sobre a Terra.

Além disso, as marés também seguem, aproximadamente, ciclos de duas semanas. O primeiro, de 14,8 dias, é impulsionado pela atração combinada da Lua e do Sol. Já no segundo, de 13,7 dias, a atração exercida é menor. Isso ocorre porque a Lua fica em posição perpendicular, em relação ao equador da Terra.

O humor dos pacientes de Wehr parecia estar em sincronia com estes ciclos, de aproximadamente duas semanas. Outra evidência sobre a influência da Lua, no humor dos pacientes, é que, a cada 206 dias, esses ritmos parecem ser interrompidos por outro ciclo lunar. Esse ciclo é aquele, responsável pela “superlua”, quando a órbita elíptica (ou oval) da Lua chega particularmente mais perto da Terra.

*Por Arthur Porto

 

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*Fonte: fatosdesconhecidos

NASA divulga impactante vídeo sobre a Lua

Apesar de a Lua ter sido uma obsessão da humanidade desde tempos remotos, ainda são muitos os detalhes que desconhecemos sobre nosso pequeno irmão cósmico.

Recentemente, a NASA publicou um vídeo da Lua com imagens obtidas desde 2009 pela sonda da missão Lunar Reconnaissance Orbiter (LRO).

No vídeo, intitulado “Tour of the Moon 4K Redu”, é possível apreciar numerosas características da superfície lunar nunca antes vistas, capturadas pelas câmeras de alta resolução da agência espacial.

A edição, realizada como uma verdadeira viagem pelo satélite terrestre, percorre diversas regiões da Lua, tais como o Planalto Aristarco, os dois polos, diferentes crateras, além da grande Cratera Oriental. Também permite apreciar a área próxima ao polo sul, na qual foram encontradas evidências da existência de gelo de água superficial:

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*Fonte: history

Vídeo de astronautas caindo na lua vai te lembrar de que viagem espacial não é moleza

Viajar em um foguete pelo espaço é muito legal, é verdade, mas isso não significa que não haja dificuldades envolvidas.

Por exemplo, enquanto astronautas podem andar na lua, também podem cair nela. Na verdade, isso acontece bastante.

Por que isso acontece?

Como você deve saber, a lua é um ambiente de baixa gravidade. Enquanto você pesa menos nesse ambiente, sua massa continua a mesma. Logo, a inércia – a resistência que um corpo tem a mudanças de movimento – causa algumas dificuldades de locomoção.

Simplificando, andar na lua não é igual andar na Terra e isso pode (e provavelmente vai) causar alguns pequenos acidentes.

A NASA, inclusive, encoraja os astronautas a relatarem suas quedas exatamente como elas acontecem, a fim de que possam estudar essas questões para missões futuras.

Por exemplo, durante a missão Apollo 15, o objetivo era analisar as taxas metabólicas dos astronautas enquanto atravessavam diferentes terrenos lunares. Na Apollo 16, a meta era examinar as diferenças entre destreza e locomoção na lua e na Terra para avaliar como afetam os movimentos na superfície do satélite.

A NASA faz simulações de isolamento para testar como as pessoas se sairiam em uma missão à Marte

Vida nada fácil

Já rimos dos astronautas caindo e não há mais volta, então é melhor não sentir culpa.

Dito isso, vale lembrar que a vida de um heroico navegante espacial não é das mais fáceis. Este artigo do Hype explica alguns desafios do dia a dia no espaço, este conta os problemas que surgem quando os astronautas voltam, e este reúne alguns fatos não tão legais sobre viagem espacial.

*Por Natasha Romanzoti

 

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*Fonte: hypescience

Toyota desenvolverá veículo para missão tripulada na Lua

A montadora japonesa Toyota e a Agência de Exploração Aeroespacial do Japão (Jaxa) anunciaram uma parceria para construir um veículo lunar autônomo que permitirá que os astronautas andem na superfície da Lua sem trajes espaciais.

A iniciativa faz parte de um projeto do Japão de apostar na exploração lunar. Segundo o jornal britânico The Guardian, o objetivo de que o veículo seja incluído em uma missão tripulada à Lua entre 2029 e 2034.

Por enquanto, o rover de seis rodas ainda é só um conceito, mas já se sabe que será alimentado por uma célula de combustível e poderá acomodar duas pessoas — ou quatro durante uma emergência. Com pouco mais de 5 metros de comprimento, 4,5 metros de largura e quase 4 metros de altura, o veículo teria um alcance de 100 mil km na superfície do satélite.

“Como engenheiro, não há alegria maior do que poder participar de um projeto lunar como o da Toyota”, disse o vice-presidente executivo da Toyota, Shigeki Terashi, em evento em Tóquio, no Japão, no qual o projeto foi anunciado. Para o presidente da Jaxa, Hiroshi Yamakawa, a parceria melhorá a confiança na missão: “Os rovers tripulados com cabines pressurizadas são um elemento que desempenhará um papel importante na exploração e uso da superfície lunar”.

 

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*Fonte: revistagalileu

A NASA vai para a Lua novamente, desta vez para ficar

A NASA vai para a Lua novamente. E desta vez para ficar. É isso que a Agência Espacial dos EUA anunciou com um novo vídeo publicado na web, o qual celebra também os 60 anos de existência deles.

No vídeo, vemos inspiradoras palavras de progresso e exploração espacial. Momentos históricos que ocorreram e o que há de projeções e tecnologias para serem utilizadas no futuro.

Como se fosse um trailer de uma nova temporada, mas uma temporada para a humanidade. Eles vão voltar para a Lua provavelmente para estabelecer uma base lunar, e a partir de lá explorar o “além”. Marte, e certamente outros confins do universo.

Algo extremamente inspirador, com certeza.

*Por Flávio Croffi

 

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*Fonte: geekness

Um tour pela Lua em 4K

A NASA compilou imagens impressionantes em um tour virtual pela Lua em 4k. O material foi coletado através da Lunar Reconnaissance Orbiter spacecraft, uma sonda que, desde 2009, capta informações sobre recursos científicos e terrenos favoráveis para missões lunares robóticas e humanas.
Um tour pela Lua em 4K

No tour, podemos visitar os polos norte e sul – onde encontramos focos de água e gelo – o local de pouso da Apollo 17, detalhes de cada cratera e o tão misterioso lado escuro da Lua.

Você sabia que existem crateras intituladas com nomes do astrônomo Copernicus, o filósofo Giordano Bruno e até imagens do polo sul da Lua chamadas de “Noite Estrelada”, como o famoso quadro de Van Gogh? Acesse a seção “A Lua como arte” no site da NASA e conheça mais curiosidades.

*Por Raquel Rapini

 

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*Fonte: geekness

As cores ocultas da Lua

Já falamos aqui sobre o astrofotógrafo britânico Andrew McCarthy, que tirou 50 mil fotos da Lua para criar uma imagem que revela brilhos e detalhes impressionantes. Dessa vez, ele utilizou os dados de cores de 150 mil fotos para mostrar agora as cores ocultas da Lua.

A nova imagem de 64 megapixels é um mapa geológico do astro, que mostra as cores provenientes de seus componentes minerais. Andrew nos mostra como poderíamos enxergá-la, se nossos olhos fossem mais sensíveis às cores.

O fotógrafo disponibilizou a imagem para download, e também criou uma animação que transita entre sua primeira fotografia e a mais recente.

*Por Raquel Rapini

 

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*Fonte: geekness

O que um Mapa Astral revela sobre você?

Em busca do Autoconhecimento, buscamos entender como nosso corpo trabalha, nossos gostos e aquilo que detestamos e claro, como lidamos com as outras pessoas e a forma que elas influenciam em nosso comportamento. O Autoconhecimento é vital para se ter uma vida plena, pois quando entendemos o que sentimos ou o por que agimos de determinada forma, conseguimos nos corrigir e nos tornar pessoas melhores.

A Astrologia por exemplo, não é uma ciência que visa descobrir nosso futuro e entender o desconhecido, mas nos mostrar por que temos uma determinada personalidade e comportamento e como isso influencia em nossa vida tanto no passado, presente e possivelmente no futuro.

Para isso, é feito um Mapa Astral, documento que astrólogos usam para entender como os astros se relacionam conosco e diante da posição deles no momento de nosso nascimento, o por que de vivermos de determinada maneira. O Mapa Astral pode revelar muito a seu respeito e neste artigo, vamos entender como ele funciona e o que diz a respeito de você.

Mapa Astral

O Mapa Astral é um documento que todo Astrólogo faz, para explicar a personalidade e comportamentos de uma pessoa. Para fazer o Mapa Astral, o astrólogo precisa saber o dia, mês, ano e horário do nascimento e então traçar como estavam posicionados os planetas, o Sol e a Lua, no momento do nascimento.

O Mapa Astral feito de forma correta, consegue dar informações reais e concretas sobre a vida de uma pessoa tais quais:

Personalidade;
Comportamento;
Segredos do passado;
Como são suas relações familiares;
A forma como lida com a vida profissional e com dinheiro;
O que pensa e como age em relação a vida amorosa;
Possíveis traumas na vida;
Quais seus ideais e quais os caminhos para alcançar esses objetivos.

O Mapa Astral é composto da seguinte forma, conforme a imagem abaixo:

Mapa Astral é um círculo contendo os 12 signos do zodíaco: Aries, Sagitário, Touro, Virgem, Leão, Escorpião, Capricórnio, Câncer, Libra, Aquário, Peixes e Gêmeos. Abaixo deles segue esses signos representados por um símbolo e cada símbolo é regido por um ou dois planetas e também pode ser direcionado pelo Sol ou pela Lua.

A seguir, a representação é feita pelos compostos terrenos como o Ar, Água, Terra e Fogo e logo após o Mapa Astral mostra a posição das estrelas se fixas, mutáveis ou cardeais. No fim, o Mapa enumera cada casa astral, organizando e deixando mais fácil a leitura e esclarecimento da pessoa atendida.

Existem Mapas Astrais mais complexos do que outros, como por exemplos os Mapas com os cálculos precisos do grau de cada Corpo Celeste no momento do nascimento. Além disso, um Astrólogo pode fazer vários Mapas Astrais em uma consulta, dando ainda mais respostas ao cliente. A seguir, um breve e simples dicionário astrológico para entender como é interpretado pelo Astrólogo, um Mapa Astral:

Signos:

Aries
Sagitário
Touro
Virgem
Leão
Escorpião
Capricórnio
Câncer
Libra
Aquário
Peixes
Gêmeos
Sol

No Mapa Astral, mostra quem realmente você é.

Ascendente

O Ascendente se refere a imagem que você passa, a que as outras pessoas veem em você.

Lua

A Lua define suas emoções, desde as mais superficiais até as mais profundas e até desconhecidas ou reprimidas por você.

Planetas:

Vênus – Define o prazer físico/sexual e o amor;
Mercúrio – Se refere ao intelecto e a forma de se expressar e comunicação;
Marte – O dinamismo e as iniciativas pessoais;
Júpiter – Mostra a visão do futuro que a pessoa tem e o seu entusiasmo pela vida;
Urano – Descreve a renovação que uma pessoa conquista e as inquietações de seu íntimo;
Saturno – Esclarece a ambição;
Netuno – Se refere a espiritualidade e intuições;
Plutão – Mostra a liberdade e também demonstra as forças inconscientes de um indivíduo.

Casa Zodiacal:

Casa 1- A imagem que você tem de si mesmo;
Casa 2- Finanças;
Casa 3- Forma que se comunica;
Casa 4- Família;
Casa 5- Prazer sexual e amor romântico;
Casa 6- Trabalho e cotidiano;
Casa 7- Relacionamentos em geral;
Casa 8- Intimidade como um todo e crises existenciais;
Casa 9- Viagens e educação;
Casa 10- Profissões;
Casa 11- Amizade;
Casa 12- Pessoas espirituosas.

Para que o Mapa Astral seja eficiente, é preciso que a pessoa dê o horário certo de seu nascimento, para que o Astrólogo possa encontrar no Mapa, a posição certa que cada astro estava tomando naquele momento. A diferença de 1 minuto apenas, pode interferir na montagem do Mapa e na leitura correta.

Mapa Astral e o futuro

Muitas pessoas se perguntam, se o Mapa Astral tem o poder de prever o futuro. Apesar de ser um documento que revela o mais profundo da personalidade humana, o Mapa Astral não tem o poder de definir como serão os próximos dias de uma pessoa.

O que o Mapa Astral mostra é a trajetória que a pessoa pode tomar com base em seu passado e presente, ou seja, não tem condições de delimitar por quais problemas a pessoa passará, com quem casará ou se terá filhos e quando irá morrer.

A ideia do Mapa, é de ser um guia da personalidade, uma ferramenta de Autoconhecimento e não uma forma de tentar descobrir o futuro. Através do Mapa Astral, é possível saber como a pessoa age geralmente e pode afirmar como ela continuará agindo, mas sem ter dados que deem certezas e resultados futuristas.

A importância de ter um Mapa Astral

Fazer um Mapa Astral é a melhor forma de buscar o autoconhecimento e saber, a partir do momento que estiver com o documento em mãos, como agir diante dos desafios da vida, independente de serem bons ou ruins.

É importante frisar que ao contrário dos horóscopos de jornal, onde vemos uma generalização de acontecimentos possíveis, o Mapa Astral é específico para cada pessoa segundo não apenas seu nascimento mas o horário dele, e por isso é mais preciso, com a garantia de dar informações sobre si mesmo, muito mais claras e objetivas, do que um horóscopo comum. Faça seu Mapa Astral e descubra mais de você, em você mesmo.

E você, já fez seu Mapa Astral? Conte sua experiência pra gente e não deixe de curtir nossos artigos sempre incríveis sobre Autoconhecimento e a vida.

Eu, Catarina, sempre indico aos meus leitores o livro de um grande amigo meu, chamado Nicholas Johnson. Caso você não o conheça, você logo saberá mais sobre ele. Como a maioria dos temas que escrevo se trata da Lei da Atração, o livro também entra nesse tema.

Nicholas escreveu um livro muito completo, com exercícios e conhecimentos poderosos e nunca antes mostrados sobre a poderosa Lei da Atração e os benefícios que ela trás para nossas vidas.

Como eu sempre indico para meus leitores, dessa vez não farei diferente. Caso queira começar a praticar tudo que ele ensina e aprender a fazer o universo conspirar a seu favor, responda este rápido quiz, dessa forma eu saberei se você realmente quer descobrir os ensinamentos poderosos de Nicholas Johnson.

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*Fonte: oespaço

Por que o homem não pisou mais na Lua?

Foi, nas palavras de Neil Armstrong, um pequeno passo para o homem, mas um salto enorme para a humanidade.

Em 21 de julho de 1969, às 2h56 no horário local (0h56 no horário de Brasília), um ser humano – no caso, Armstrong – pisou pela primeira vez na Lua. A notícia estremeceu o mundo. Outras cinco expedições americanas chegaram ali até dezembro de 1972, quando Eugene Cernan fechou o ciclo de alunissagens, ou seja, de pousos na superfície da Lua. Depois dele, nenhum homem voltou ao satélite natural da Terra em mais de 45 anos.

Muitas teorias de conspiração foram criadas deste então para apoiar a ideia de que as alunissagens nunca aconteceram e que as imagens que se difundiram não foram nada mais do que montagens feitas em estúdios de televisão. Mas os motivos, na verdade, são outros: dinheiro, relevância científica e, é claro, questões políticas.

Mas quase meio século depois, o governo dos Estados Unidos anunciou que pretende voltar ao satélite em breve. E que isso pode ser só uma primeira parada em uma jornada para a conquista de Marte.

Na segunda-feira, o presidente Donald Trump aprovou a Diretriz de Política Espacial 1, uma ordem presidencial que autoriza a Nasa a enviar novamente missões tripuladas à Lua.

A previsão é que a diretriz, que foi firmada sem consulta prévia ao Senado, só entre em vigor quando restar ao presidente dois anos na Casa Branca. Mas tendo em vista os prazos para a aprovação dos orçamentos, muitos especialistas temem ela não será efetiva – a menos que Trump seja reeleito em 2020.

Entenda a seguir o que fez os Estados Unidos, e nenhum outro país, não enviarem uma tripulação sequer à Lua em quase meio século – e por que isso pode mudar agora.

Questão de orçamento

Com a façanha de Armstrong, os Estados Unidos foram coroados em sua batalha pela corrida espacial com a então União Soviética, que já havia colocado um cachorro e um tripulante, Yuri Gagarin, no espaço, mas não conseguiu chegar muito além da atmosfera terrestre.

A iniciativa foi, no entanto, extremamente dispendiosa.

“Enviar uma nave tripulada à Lua era extremamente caro, e realmente não há uma explicação verdadeiramente científica para sustentá-la”, explica à BBC Mundo Michael Rich, professor de Astronomia da Universidade da Califórnia em Los Angeles.

De acordo com o especialista, para além do interesse científico, por trás das missões à Lua encontravam-se razões políticas – basicamente a competição pelo controle do espaço.

Ao longo dos anos, com a Lua “conquistada” pelos Estados Unidos, pisar no satélite começou a perder o interesse. “Não havia justificativa científica ou política para retornar”, diz Rich.

George W. Bush propôs em 2004, durante seu mandato, um plano semelhante ao de Trump: enviar uma nova tripulação à Lua e, de lá, abrir as portas para a conquista de Marte.

Mas o projeto se desfez, segundo Rich, pela mesma razão pela qual não havia se repetido antes: seu custo.

O governo Barack Obama, que sucedeu Bush, não se mostrou disposto a gastar os US$ 104 bilhões (o equivalente a R$ 344,44 bilhões) calculados como o custo da empreitada.

“Na prática, é muito difícil convencer o Congresso a aprovar um orçamento tão exorbitante quando, a partir do ponto de vista científico, não havia razões suficientes para retornar à Lua. O projeto Apollo (para levar o homem até lá) foi grandioso, mas pouco produtivo cientificamente falando”, comenta.

Durante os anos do programa, o montante que o governo dos Estados Unidos destinava aos projetos da Nasa representava quase 5% do orçamento federal. Atualmente, corresponde a menos de 1%.

“Naqueles anos, os americanos estavam convencidos de que destinar tal quantia para esses projetos era necessário. Depois disso, acredito que a maioria da população não estivesse muito convencida da ideia de que seus impostos fossem destinados a um passeio pela Lua”, afirma.

Outra razão, comenta, é que a Nasa se viu envolvida em outros projetos mais importantes nos anos que se seguiram: novos satélites, sondas a Júpiter, pôr em órbita a Estação Espacial Internacional, investigações sobre outras galáxias e planetas, ou seja, projetos que tinham mais “relevância científica” do que uma potencial viagem de volta ao satélite.
A nova corrida espacial

As potenciais viagens à Lua começaram, no entanto, a ganhar novamente interesse nos últimos anos.

Há cada vez mais iniciativas estatais e privadas que não só anunciam um retorno ao satélite, mas também planos ambiciosos de colonização, a maioria baseada no barateamento de tecnologias e na fabricação de naves espaciais.

A China, por exemplo, planeja pousar na superfície da Lua em 2018, enquanto a Rússia anunciou que pretende ter uma nave ali em 2031.

Enquanto isso, muitas iniciativas privadas buscam um modelo de negócios espacial que englobe desde explorar os minerais que existem na Lua até vender fragmentos do satélite como pedras preciosas.

E, ao que parece, os Estados Unidos não querem ficar para trás.

Novas justificativas

A agência espacial americana sustenta há anos que ainda existem grandes razões para voltar à Lua.

A Nasa considera que o retorno do homem poderia trazer um maior conhecimento da ciência lunar e permitir a aplicação de novas tecnologias no solo.

Além disso, Laurie Castillo, porta-voz da Nasa, assegurou à BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC, que a agência continua na Lua – mesmo sem a presença humana.

“Temos hoje a Lunar Reconnaissance Orbiter (uma sonda especial americana lançada em 2009 para exploração da Lua), que está fazendo coisas impressionantes”, disse

“Mas quando se leva em conta o desenvolvimento tecnológico que alcançamos, você se pergunta se ainda é necessário enviar um homem fisicamente à Lua para comprovar qualquer tecnologia. Então você conclui que as razões para voltar fogem novamente ao meramente científico”, opina o professor Rich.

Logo, o anúncio feito por Trump tem fundo político, avalia.

“Acredito que ele queira dar a ideia de que os Estados Unidos não ficarão para trás na nova corrida espacial.”

Dados os avanços tecnológicos e a aposta do setor privado na conquista especial, Rich não acredita que uma base na Lua ou em Marte esteja longe da realidade.

“Em menos de cem anos, estou quase certo de que a Lua estará muito próxima e que estaremos explorando outros lugares do Universo.”

 

 

 

 

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*Fonte: bbc-brasil

Por que o homem nunca voltou à Lua?

Desde 1972 o homem não vai mais à Lua. As missões, que se iniciaram com Apollo 11, em 1969, finalizaram com Apollo 17, Gene Cernan, há 45 anos, e muito se tem questionado sobre o real motivo que levou o Estados Unidos da América (EUA) a, se quer, lançar algum dispositivo no espaço. Algumas especulações sobre o fim do homem na Lua foram feitas, e isso tem levado algumas pessoas a afirmarem que os americanos foram expulsos pelos extraterrestres. Outros rumores afirmam que existe uma base lunar no lado escuro da lua, o lado que nunca vemos da Terra.

Porém, o fim de viagens do homem à Lua acabou devido a mudanças nos planos e prioridades do país. Isso porque os níveis de gastos federais que a NASA havia recebido antes de 1966 haviam se tornado insustentáveis ​​para um público que se tornara financeiramente cauteloso, particularmente quando sofreram uma grande crise do petróleo em 1973, que mudou as prioridades da nação.

As despesas no espaço estavam sofrendo restrições fiscais muito mais do que nunca, limitando a NASA à pesquisa e missões científicas nos próximos anos. Tais programas incluíram o desenvolvimento do programa Skylab em 1973, e o programa de ônibus espacial, bem como um número de sondas robóticas e satélites.

A mudança de prioridades afetou profundamente a força de vontade dos formuladores de políticas para implementar novas missões exploratórias para a Lua e para além dela. Os sonhos otimistas de chegar a Marte haviam morrido há muito tempo e, à medida que a NASA se concentrava no Ônibus Espacial, a infra-estrutura física que suportava as missões lunares desapareceu: os foguetes Saturn V já não eram fabricados e os foguetes não utilizados eram exibidos em museus.

Todo o aparato técnico e de fabricação, que tem apoiado operações militares e civis, também começou a diminuir. As negociações de limitação de armas estratégicas (SALT) e seus sucessores começaram a congelar o número de mísseis que poderiam ser implantados pelos Estados Unidos e pela União Soviética em 1972, e cada país começou a demitir-se de suas operações.

Até recentemente, as operações de vôos espaciais dos EUA estavam focadas inteiramente nas atividades da Baixa órbita terrestre, bem como admiráveis ​​programas internacionais cooperativos, como a Estação Espacial Internacional. E isso tem provocado algumas discussões, já que para algumas pessoas, ir até a Lua podem ser os maiores esforços científicos da nossa existência, já que nos permite compreender melhor a criação de nosso planeta e sistema solar e o mundo maior ao nosso redor. Além disso, isso demonstra a importância do país em investir na ciência. Porém, pelo que tudo indica não existem mais planos para um possível Apollo 18.

Até mesmo as peças utilizadas para o lançamento dos foguetes Saturno V não estão sendo mais fabricadas. Além disso, as máquinas fabricadas e que não foram utilizadas na época estão todas em museus para apreciação do público.

Deixe aqui a sua opinião sobre o assunto. E também não se esqueça de compartilhar com seus amigos.

 

 

 

 

 

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*Fonte: fatosdesconhecidos

Hacker escocês invade a NASA e descobre um dos maiores segredos: Seria esse o maior encobrimento de todos os tempos?

Quando Gary McKinnon conseguiu divulgar os arquivos mais secretos do Pentágono a grande mídia focou em sua luta dramática contra a extradição para os Estados Unidos. A maioria destes jornais e estações de televisão não parecem particularmente estar interessados nos detalhes sobre o Estados Unidos descoberto pelo hacker escocês.

PLANILHA EXCEL REVELA ‘OFICIAIS NÃO TERRESTRES’

McKinnon fez várias afirmações extraordinárias sobre a informação que ele acessou no topo do banco de dados militar secreto.

De acordo com McKinnon, o mais incomum ele se deparou era uma planilha do Excel listando os detalhes dos oficiais não terrestres ‘. Embora McKinnon dissesse que o fraseado do presente título pode ser interpretada de várias maneiras uma coisa era certa – esses oficiais não são baseadas no planeta Terra. Além desta lista incomum de nomes, McKinnon também encontrou listas para uma “frota espacial secreta”, cerca de dez naves de guerra todas pré-fixadas com o título ‘USS’. É a crença de McKinnon que esta frota de naves espaciais secretas estão sendo operadas pelo governo dos Estados Unidos e são totalmente composta por pessoal militar. Gary McKinnon: Eu encontrei uma planilha do Excel que listava ‘oficiais não terrestres’ e eu pensei ‘oh meu deus isso é incrível!

COLÔNIAS PLENAMENTE OPERACIONAIS EM MARTE E NA LUA

Algumas pessoas têm sido muito rápidos para julgar alegações de McKinnon como mentiras ou enganos, mas suas palavras corresponder-se com afirmações feitas por várias outras pessoas, incluindo aqueles que trabalharam no centro interior da NASA em si. Por exemplo, um engenheiro aeroespacial aposentado chamado William Tompkins declarou anteriormente publicamente que a NASA está na posse de uma frota espacial altamente secreta. Ele afirma que o pessoal a bordo desses navios são soldados comuns que se inscreveram para passeios de vinte anos de serviço. De acordo com Tompkins, esses soldados são acusados de manter as colônias plenamente operacionais em Marte e na Lua . Corey Goode, um ex-funcionário do “programa espacial secreto ‘que se tornou um informante, fez eco destas reivindicações. De acordo com Goode, Marte foi visitada pela primeira vez pelos alemães em 1930 e foi colonizada pelos americanos na década de 1970. Goode afirma que uma operação chamada Projeto Solar Warden busca ativamente planetas que estão maduros para a colonização por seres humanos.

O MAIOR ENCOBRIMENTO DE TODOS OS TEMPOS

Enquanto muitas pessoas ainda podem negar aos pedidos de McKinnon sobre o programa espacial dos Estados Unidos, é certamente incomum que sua história é tão consistente com as afirmações feitas por outros indivíduos. Talvez McKinnon realmente descobriu a prova para o maior encobrimento de todos os tempos.

 

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*Fonte: semprequestione

Maior superlua em quase 70 anos poderá ser observada nesta segunda

Nesta segunda será possível observar a maior superlua em quase 70 anos. Neste dia, a lua se encontrará a 48,2 mil quilômetros mais próxima da Terra do que quando esteve recentemente no seu apogeu – que é o ponto mais distante da órbita. O satélite não chegava tão perto assim desde 1948 e não voltará a fazê-lo até 2034.

A superlua, contudo, não será no momento do perigeu, que ocorrerá às 9h21min (horário de Brasília). O fenômeno por definição ocorre no momento da lua cheia, que será às 11h54min – nesta hora, o satélite estará a 363.338 km da Terra.

Com exceção do eclipse da Superlua de 2015, não houve nem haverá por muito tempo uma lua cheia tão especial, mesmo que curiosamente tenhamos tido três Superluas consecutivas em três meses, a anterior ocorreu em 16 de outubro e a última será no dia 14 de dezembro.

Como ocorre

Como em qualquer outra lua cheia, o corpo celeste parece maior e mais brilhante quando aparece no horizonte. E o mesmo ocorre com as superluas. Ainda que elas apareçam 14% maiores e 30% mais luminosas que as luas cheias comuns, são mais surpreendentes quando estão na linha do horizonte e não altas, no céu.

Isso acontece porque a órbita da lua não é um círculo perfeito, então em alguns pontos de sua órbita ela parece estar mais próxima do planeta Terra. “Quando a lua está em seu ponto mais distante isso é conhecido como apogeu e quando está mais perto é chamado de perigeu”, explica o cientista da Nasa Noah Petro.

No perigeu, a lua está cerca de 48 mil quilômetros mais perto da Terra do que no apogeu. Essa proximidade faz com que a lua pareça 14% maior e 30% mais brilhante do que uma lua cheia do apogeu. Por isso, a lua cheia do perigeu ficou conhecida como superlua.

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*Fonte:: correiodopovo

superlua

A Lua está se afastando da Terra

Adeus Lua. Todos os anos, a Lua se distancia alguns centímetros de nós, retardando o nosso dia. Porque a Lua está afastando de nós, e quanto tempo vai demorar antes que a Terra e a Lua estejam gravitacionalmente separadas?

Pode-se dizer que a Terra e Lua vieram da mesma parte da cidade. Há muito tempo, um objeto do tamanho de Marte, chamado Theia, se colidiu com a Terra e a Lua foi formada a partir dos restos dessa colisão.

Ambos corpos cresceram juntos. Contando desde o início, essa relação já dura por 4,5 bilhões de anos. Tiveram alguns bons momentos. Alguns maus momentos.

Mas agora, a nossa Lua, está se separando cada vez de nosso planeta. Eles estavam muito mais perto quando eram mais jovens e o tempo parecia voar muito mais rápido. De fato, 620 milhões de anos atrás, um dia tinha apenas 21 horas de duração. Agora, conforme a Lua já se distanciou um bocado, um dia dura aproximadamente 24 horas. Mas eles estão ficando mais longos. Hoje, a Lua já está a uma distância média de 384,400 km. É muito longe.

Se pensarmos de volta ao ponto em que o planeta era apenas uma criança, houve um momento em que um dia tinha apenas 2-3 horas de duração, e a Lua estava muito mais perto. Mas, assim como as pessoas, pedaços enormes de pedra e materiais que voam através do tempo e do espaço também podem mudar suas relações também.

Em 1969, durante as missões Apollo, os astronautas deixaram instrumentos refletores no solo lunar, e hoje a NASA os usa para medir o quando o satélite natural está se distanciando da Terra, entre outras coisas. A resposta é entre 2-4 cm por ano. Parece pouco, mas quando aplicado a milhões e milhões de anos, faz uma diferença brutal. Nossos dias têm 1/500 de segundo a mais a cada século.

A Terra e a Lua se “puxam” com a sua gravidade, causando distorções em suas formas e criando uma protuberância. A Terra tem um bojo virado para a Lua, e a Lua tem uma protuberância mais significativa em direção à Terra. Esses bojos de maré sobre a Terra criam uma força gravitacional sobre a Lua. Como nosso planeta gira mais rápido (1 vez a cada 24 horas) do que a Lua (1 vez a cada 27 dias), os bojos acabam acelerando o satélite, o fazendo se afastar.

Será que vai ter fim? Os corpos estão tão ligados que parece que vai demorar uma eternidade para haver um fim. 50 bilhões de anos a partir de agora, e 45 bilhões de anos após o Sol se tornar uma gigante vermelha e morrer em uma nebulosa. Nesse período, os dias teriam uma duração de 45 horas, e a Lua estaria completamente livre da Terra. Vale lembrar que após a morte do Sol o sistema solar deixará de existir. [UniverseToday]

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*Fonte: misteriosdomundo

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