As imagens mais espetaculares na história da exploração espacial: o pouso da sonta Perseverance em Marte

A NASA divulgou um vídeo do Rover Perseverance em Marte enquanto ele descia pela atmosfera do planeta e pousou como planejado na Cratera Jezero na última quinta-feira.

Falando em uma coletiva de imprensa na segunda-feira, David Gruel, do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA, disse que a equipe de vídeo manteve suas expectativas modestas: “Conseguimos o que conseguimos e não ficamos chateados”.

O que eles fizeram estão entre as imagens mais espetaculares na história da exploração espacial.

Seis pequenas câmeras compõem o sistema EDL Cam (Entrada, Descida e Aterrissagem, na sigla em inglês). Elas sobreviveram à viagem e funcionaram perfeitamente, capturando a abertura do paraquedas da espaçonave, separação do escudo térmico, descida e o suave pouso do Rover Perseverance na superfície marciana.

Há detalhes extraordinários no vídeo. A espaçonave balança um pouco debaixo do paraquedas e estabiliza à medida que os propulsores do módulo de descida assumem e o paraquedas é lançado para longe. Uma câmera no módulo de descida mostra o Rover enquanto ele desce com a ajuda de três cabos. Uma câmera no Rover captura a mesma cena de baixo; uma vez na superfície os cabos desconectam e o módulo de descida voa para longe.

Havia também dois microfones na espaçonave. Gruel disse que não conseguiu capturar o áudio do pouso, mas uma vez na superfície um dos microfones gravou – pela primeira vez – sons de Marte. O clipe disponibilizado pela NASA contém um zumbido silencioso do funcionamento do Rover, e uma rajada de vento marciana varrendo o módulo de pouso. Outro clipe cancela o som do Rover, deixando apenas a brisa.

*Por Marcelo Ribeiro

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*Fonte: hypescience

Drone Ingenuity, da Nasa, será o primeiro a explorar Marte

O rover Perseverance, que está a caminho de Marte – com previsão de chegada para o próximo dia 18 – traz dentro de si um equipamento que fará sua estreia nas missões de exploração da Nasa. O helicóptero Ingenuity fará os primeiros voos controlados em outro planeta, enquanto registra imagens de um antigo leito marciano.

Quando pousar na cratera Jazero, o Perseverance será o quinto rover a percorrer a superfície do Planeta Vermelho, mas o Ingenuity é o primeiro veículo do seu tipo a ser utilizado fora da Terra – muito mais como demonstração de tecnologia, com um escopo limitado, que custou US$ 85 milhões.

“No futuro, isso poderia transformar a forma como fazemos ciência planetária e, eventualmente, ser como um batedor para que possamos descobrir onde exatamente precisamos enviar nossos robôs”, afirmou o administrador da Nasa, Jim Bridenstine, em uma entrevista coletiva antes o lançamento do rover, em julho de 2020.

O Ingenuity possui quatro pás de fibra de carbono, dispostas em dois rotores que giram em direções opostas a cerca de 2.400 rpm. O helicóptero também conta com células solares, baterias e outros componentes – mas não leva quaisquer instrumentos científicos. O drone é um experimento separado Perseverance.

Como acontece com qualquer tecnologia pioneira, especialmente no espaço, o Ingenuity enfrenta desafios que podem minar sua missão. A fina atmosfera de Marte (99% menos densa que a da Terra) torna difícil conseguir sustentação suficiente. Por isso o Ingenuity tem que ser muito leve (1,8 kg) e com pás muito maiores e que giram muito mais rápido do que seria necessário para um helicóptero com a mesma massa na Terra.

Os aquecedores internos do helicóptero terão que mantê-lo aquecido durante as noites geladas de Marte, que podem chegar a -90°C. Além disso, o Ingenuity não pode ser controlado em tempo real com um joystick, como um drone qualquer. O atraso na comunicação entre Terra e Marte são uma parte inerente do trabalho da Nasa.

O helicóptero tem, inclusive, autonomia para tomar suas próprias decisões sobre como voar até um local de interesse ou se manter aquecido. Os engenheiros projetaram e programaram o Ingenuity para realizar até cinco voos autonomamente, em um período de 30 dias marcianos (aproximadamente um mês na Terra).
Perseverance e Ingenuity na superfície de Marte.

“O Ingenuity é um empreendimento de alto risco e alta recompensa”, avalia Matt Wallace, vice gerente de projetos do Perseverance do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa. O seu primeiro voo irá apenas testar se o helicóptero pode sair do solo e pairar cerca de 3 metros no ar. A partir daí, cada teste será mais complexo do que o anterior, culminando em um voo final de 300 metros sobre o solo marciano.

Duas câmeras na parte inferior do drone irão capturar imagens da superfície marciana – uma em cores e outra em preto e branco. Do solo, o Perseverance também observará o drone. “Vamos ser capazes de ver com nossos próprios olhos, com vídeos, esse tipo de atividade acontecendo em outro mundo. E eu simplesmente não posso dizer o quão animado estou”, afirmou Bridenstine.

*Por Renato Mota

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*Fonte: olhardigital

Missão Marte: veja como será o pouso do rover Perseverance

Faltam 56 dias (24/12/20) – para que a missão Mars 2020, que está levando o rover Perseverance e o helicóptero Ingenuity para Marte, finalmente chegue ao seu destino. Mas depois de viajar quase 470 milhões de quilômetros, o veículo terá que sobreviver à fase final da sua aterrisagem para chegar à superfície do Planeta Vermelho. E a Nasa produziu uma animação para mostrar como serão esses momentos.

O vídeo resume o que acontece nos sete minutos em que a espaçonave diminui sua velocidade de cerca de 19.500 km/h no topo da atmosfera marciana para cerca de 3 km/h para o pouso em uma área chamada Cratera de Jezero. Essa sequência de manobras são conhecidas como os “sete minutos de terror“, porque até receberem a confirmação do pouso, os cientistas não têm o que fazer além de torcer pelo melhor.

O rover Perseverance buscará sinais de vida microbiana ancestral em Marte, coletará e armazenará rochas e regolitos marcianos (rochas quebradas e poeira), caracterizará a geologia e o clima do planeta e abrirá o caminho para a exploração humana no nosso vizinho. A missão foi lançada a bordo de um foguete Atlas V, a partir da base de Cabo Canaveral, na Flórida, em 30 de julho deste ano. A chegada à Marte está prevista para 18 de fevereiro de 2021.

Rover Perseverance terá chegada turbulenta?

O principal problema de planejar um pouso em Marte é que a atmosfera do planeta é muito mais fina que a da Terra. Com isso ela não oferece resistência ao rover, que cai em alta velocidade. Para desacelerar o veículo e impedir que ele vire uma panqueca no solo marciano é necessário combinar várias técnicas, executadas com precisão absoluta.

No início da entrada na atmosfera marciana o rover é protegido por um escudo térmico com 4,5 metros de diâmetro, que terá de suportar temperaturas de mais de 1.000 ºC. Quatro minutos após o início da manobra, a uma altitude de cerca de 11 km, um paraquedas supersônico com 21 metros de diâmetro se abre para reduzir ainda mais a velocidade.

Cerca de 20 segundos depois, o escudo térmico é ejetado para que câmeras e radares na parte de baixo do rover possam ter uma boa visão do solo. O paraquedas continua aberto até uma altura de cerca de 2 km, quando se separa.

Ainda assim o rover Perseverance, que está preso a uma plataforma, está viajando rápido demais. A penúltima etapa consiste no uso de retrofoguetes montados na plataforma para desacelerar ainda mais o veículo. A técnica é similar à usada pela SpaceX, que aciona os motores de seu foguete Falcon 9 para reduzir a velocidade antes do pouso.
Cerca de 12 segundos antes do toque, o estágio de descida abaixa o rover em um conjunto de cabos de cerca de6,4 metros de comprimento.

Quando a plataforma chega a uma altitude de 20 metros em relação ao solo, ocorre a última etapa: ela paira no ar, e usa cabos para descer o rover suavemente até o solo. Assim que ele pousa os cabos são cortados, e a plataforma voa para longe.

O trajeto da órbita ao solo leva sete minutos, e deve ser feito de forma completamente automatizada, sem comunicação nenhuma com a Terra. Isso porque um sinal de rádio leva sete minutos para ir da Terra a Marte, e uma resposta levaria mais sete minutos. Ou seja, quando recebermos a informação de que o rover iniciou a descida, ele já estará na superfície de Marte.

Em busca de vida

A principal missão da Perseverance é analisar seu local de pouso, a cratera Jezero, em busca de sinais de que ela abrigou vida no passado. Milhões de anos atrás ela era o Delta de um rio.

Além de realizar análises por conta própria, o Perseverance vai coletar amostras do solo marciano, que serão armazenadas em pequenos tubos e deixadas em locais específicos no planeta. Em 2026 uma nova missão, por enquanto chamada de Mars Sample Return Mission (Missão para Retorno de Amostras de Marte), pousará em Marte, coletará as amostras e as trará de volta à Terra.

O rover também testará novas tecnologias que vão facilitar futuras missões tripuladas, como um novo sistema de pouso com maior precisão, um helicóptero chamado Ingenuity para observação aérea do planeta e um instrumento chamado Moxie, que vai gerar oxigênio a partir do dióxido de carbono na atmosfera marciana. Uma versão em grande escala do Moxie, já em desenvolvimento, será uma peça crucial para a presença humana no planeta.

Via: Tech Times

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*Fonte: olhardigital

Marte atinge ponto mais próximo da Terra; a próxima vez só em 2035

Marte está o mais perto da Terra possível, em um fenômeno que só vai acontecer novamente daqui a 15 anos, em 2035. Esta semana será o período no qual o planeta vermelho estará ainda mais próximo do nosso, posicionado quase que perfeitamente para ser visto pelos dois hemisférios e com um brilho intenso que permite que ele seja visto no céu à noite.

Na última sexta-feira, 2, um pontinho brilhante embaixo da Lua causou comoção nas redes sociais: e nada mais era do que Marte ao vivo e a cores.

O que acontece é que a cada 15 anos, durante o verão marciano, o planeta fica mais próximo do Sol e também da órbita terrestre. Nesta terça-feira, 6, o planeta estará a uma distância de 62,07 milhões de quilômetros da Terra.

Marte estará visível por boa parte da noite do céu no Sul, sendo que seu pico acontecerá em torno da meia-noite. Se Marte e a Terra tivessem órbitas perfeitamente circulares, a distância mínima entre os dois planetas seria sempre a mesma — mas não é assim que funciona, uma vez que a órbita de ambos os planetas tem um formato parecido com o de um ovo.

Apesar da proximidade, esse não é o número recorde que a Terra e Marte se encontraram tão de perto. Em 2003, o planeta vermelho ficou a 55,7 milhões de quilômetros do nosso — um fenômeno que não acontecia há cerca de 60 mil anos. Agora, para vê-lo tão de perto novamente, só em 2287.

Mas a Nasa pede cuidado: Marte não ficará do tamanho da Lua em nosso céu. “Se isso fosse verdade, teríamos um grande problema, porque teríamos a gravidade da Terra, de Marte e da Lua”, explica a agência americana.

*Por Tamires Vitorio

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*Fonte: exame

7 minutos de terror: entenda como o Perseverance vai pousar em Marte

Após uma década de desenvolvimento, sucesso da missão dependerá de uma sequência precisa de manobras que terão de ser executadas sem nenhuma intervenção humana

Por incrível que pareça, lançar um rover pesando uma tonelada em uma jornada de mais de seis meses e 200 milhões de km é a parte “fácil” de uma missão a Marte. O verdadeiro desafio será pousar o Perseverance no planeta, algo tão complexo que até hoje só metade das missões que tentaram essa manobra tiveram sucesso.

O principal problema é que a atmosfera de Marte é muito mais fina que a da Terra. Com isso ela não oferece resistência ao rover, que cai em alta velocidade. Para desacelerar o veículo e impedir que ele vire uma panqueca no solo marciano é necessário combinar várias técnicas, executadas com precisão absoluta.

No início da entrada na atmosfera marciana o rover é protegido por um escudo térmico com 4,5 metros de diâmetro, que terá de suportar temperaturas de mais de 1.000 ºC. Quatro minutos após o início da manobra, a uma altitude de cerca de 11 km, um paraquedas supersônico com 21 metros de diâmetro se abre para reduzir ainda mais a velocidade.

20 segundos depois, o escudo térmico é ejetado para que câmeras e radares na parte de baixo do rover possam ter uma boa visão do solo. O paraquedas continua aberto até uma altura de cerca de 2 km, quando se separa.

Ainda assim o rover, que está preso a uma plataforma, está viajando rápido demais. A penúltima etapa consiste no uso de retrofoguetes montados na plataforma para desacelerar ainda mais o veículo. A técnica é similar à usada pela SpaceX, que aciona os motores de seu foguete Falcon 9 para reduzir a velocidade antes do pouso.

Quando a plataforma chega a uma altitude de 20 metros em relação ao solo, ocorre a última etapa: ela paira no ar, e usa cabos para descer o rover suavemente até o solo. Assim que ele pousa os cabos são cortados, e a plataforma voa para longe. Toda a sequência é mostrada no vídeo abaixo:

O trajeto da órbita ao solo leva sete minutos, e deve ser feito de forma completamente automatizada, sem comunicação nenhuma com a Terra. Isso porque um sinal de rádio leva 7 minutos para ir da Terra a Marte, e uma resposta levaria mais 7 minutos.

Ou seja, quando recebermos a informação de que o rover iniciou a descida, ele já estará na superfície de Marte. Por isso os cientistas chamam esse período de “7 minutos de terror”, porque até receberem a confirmação do pouso não há o que fazer além de torcer pelo melhor.

Por mais complexo que pareça, esse método já foi usado com sucesso no pouso do rover Curiosity, oito anos atrás. Os engenheiros da Nasa esperam repetir o feito em 18 de fevereiro de 2021, quando o Perseverance deve chegar à cratera Jezero, no hemisfério norte marciano. Estaremos torcendo por ele.

*Por Rafael Rigues

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*Fonte: olhardigital

Turistas já podem ir visitar a base chinesa usada para simulação de marte

Em uma área de rocha vermelha na Bacia Qaidam noroeste da China, com características, paisagens e semelhantes ao clima marciano, a China elevou sua primeira simulação de base de Marte, um acampamento com fins educacionais, turismo e científicas, ao lado a cidade de Mangya.

A construção começou em junho de 2018 a um custo total de 22 milhões de dólares. No vídeo a seguir você pode ver em todo o seu esplendor.

Aberto a turistas

O acampamento tem capacidade para 60 pessoas em suas cápsulas e centenas de lojas em sua base, e está aberto a turistas, pesquisadores e à mídia.

De acordo com Zhou Tao, chefe do departamento de educação, ciência e tecnologia na cidade de Mangya, ele disse que vários projetos de observação de Marte serão estabelecidos lá, incluindo o Grupo de Observações da Rede de Observações Astronômicas Nacionais.

O país já anunciou o objetivo de lançar sua primeira missão a Marte (a missão Huoxing) por volta de 2020. O projeto inclui um orbitador e um rover dentro. A China tentou enviar uma missão a Marte em 2012, mas não conseguiu deixar a atmosfera da Terra e acabou totalmente destruída. Oito anos depois, eles tentarão novamente a sorte e, depois de verem suas conquistas com o Chang’e 4, eles têm motivos para serem otimistas.

*Por Any Karolyne Galdino

 

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*Fonte: engenhariae

Sun City Camp: o acampamento para quem quer se sentir em Marte

Este é o Sun City Camp, um acampamento estilo marciano em que as pessoas podem relaxar e curtir a vida na calmaria de um local totalmente desértico e sem importuno.

O lugar fica em Uádi de Rum, também conhecido como O Vale da Lua, no sul da Jordânia e 60 km ao leste de Ácaba.

A experiência, no entanto, fica um pouco longe dos perrengues que as pessoas encontrariam em Marte. Há uma variedade de serviços de alto padrão e comodidades para escolher. Além de diversas atividades de entretenimento, relaxamento e aventuras.

Os hóspedes podem escolher entre as tendas panorâmicas com vista para as montanhas, sejam as tradicionais tendas beduínas (trinta tendas), as barracas reais (oito suítes), suítes familiares (duas suítes) ou exclusivas cúpulas marcianas (vinte quartos).

Este acampamento está equipado com uma grande tenda de recepção com Wi-Fi, juntamente com a área de jantar.

Um local maravilhoso para contemplar a natureza, o nascer, pôr do sol e principalmente as estrelas durante a noite.

*Por Flávio Kroffi

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: geekness

Hacker escocês invade a NASA e descobre um dos maiores segredos: Seria esse o maior encobrimento de todos os tempos?

Quando Gary McKinnon conseguiu divulgar os arquivos mais secretos do Pentágono a grande mídia focou em sua luta dramática contra a extradição para os Estados Unidos. A maioria destes jornais e estações de televisão não parecem particularmente estar interessados nos detalhes sobre o Estados Unidos descoberto pelo hacker escocês.

PLANILHA EXCEL REVELA ‘OFICIAIS NÃO TERRESTRES’

McKinnon fez várias afirmações extraordinárias sobre a informação que ele acessou no topo do banco de dados militar secreto.

De acordo com McKinnon, o mais incomum ele se deparou era uma planilha do Excel listando os detalhes dos oficiais não terrestres ‘. Embora McKinnon dissesse que o fraseado do presente título pode ser interpretada de várias maneiras uma coisa era certa – esses oficiais não são baseadas no planeta Terra. Além desta lista incomum de nomes, McKinnon também encontrou listas para uma “frota espacial secreta”, cerca de dez naves de guerra todas pré-fixadas com o título ‘USS’. É a crença de McKinnon que esta frota de naves espaciais secretas estão sendo operadas pelo governo dos Estados Unidos e são totalmente composta por pessoal militar. Gary McKinnon: Eu encontrei uma planilha do Excel que listava ‘oficiais não terrestres’ e eu pensei ‘oh meu deus isso é incrível!

COLÔNIAS PLENAMENTE OPERACIONAIS EM MARTE E NA LUA

Algumas pessoas têm sido muito rápidos para julgar alegações de McKinnon como mentiras ou enganos, mas suas palavras corresponder-se com afirmações feitas por várias outras pessoas, incluindo aqueles que trabalharam no centro interior da NASA em si. Por exemplo, um engenheiro aeroespacial aposentado chamado William Tompkins declarou anteriormente publicamente que a NASA está na posse de uma frota espacial altamente secreta. Ele afirma que o pessoal a bordo desses navios são soldados comuns que se inscreveram para passeios de vinte anos de serviço. De acordo com Tompkins, esses soldados são acusados de manter as colônias plenamente operacionais em Marte e na Lua . Corey Goode, um ex-funcionário do “programa espacial secreto ‘que se tornou um informante, fez eco destas reivindicações. De acordo com Goode, Marte foi visitada pela primeira vez pelos alemães em 1930 e foi colonizada pelos americanos na década de 1970. Goode afirma que uma operação chamada Projeto Solar Warden busca ativamente planetas que estão maduros para a colonização por seres humanos.

O MAIOR ENCOBRIMENTO DE TODOS OS TEMPOS

Enquanto muitas pessoas ainda podem negar aos pedidos de McKinnon sobre o programa espacial dos Estados Unidos, é certamente incomum que sua história é tão consistente com as afirmações feitas por outros indivíduos. Talvez McKinnon realmente descobriu a prova para o maior encobrimento de todos os tempos.

 

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*Fonte: semprequestione

Por que não Vênus? Por que a Nasa quer ir para Marte se o planeta Vênus é mais próximo da Terra?

Responda depressa: qual é o vizinho mais próximo da Terra?

Se você falou Marte, errou. Vênus fica mais perto. Ainda assim, a Nasa, a Agência Espacial Européia e até a China falam em ir para Marte. E ninguém se lembra de Vênus. Por quê? É verdade que as condições no vizinho não são nada convidativas. O calor capaz de derreter uma bala de canhão torna impossível encontrar água líquida por lá. A temperatura ambiente chega a 500 graus, o ar é composto por 96% de gás carbônico e a pressão atmosférica é tão alta que se iguala à de 1 quilômetro de profundidade no mar.

Marte, por sua vez, tem um clima nada caribenho – calor lá é quando faz 30 graus negativos. Por que a preferência pelo gelado Marte ao tórrido Vênus? Há uma razão: é mais rápido pegar uma comida no freezer e aquecê-la do que tirá-la do fogo e esperar congelar. Mesmo com a vantagem para a ocupação de Marte, qualquer um dos planetas precisaria de milhares de anos de esforço para se tornar habitável. Marte teria que ser aquecido para evaporar a água que pode existir no subsolo e criar um efeito estufa que dê chance aos primeiros candidatos à vida. Vênus teria de ser resfriado para se livrar do gás carbônico e tornar o clima viável para existência de água. Apesar de tudo, a Agência Espacial Européia planeja fazer em 2005 um reconhecimento de Vênus.

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*Fonte: superinteressante

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Fotos panorâmicas do espaço

Esta é a primeira foto panorâmica tirada na superfície do Planeta Marte.
Segundo consta, dizem que esta foto custou à humanidade U$ 2.500 milhões de dólares…

http://panoramas.dk/mars/greeley-haven.html

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>> Veja em tela “cheia”, focalize detalhes ou gire a foto em qualquer sentido várias outras fotos neste mesmo site:

http://panoramas.dk/moon/apollo-11-the-first-man-on-moon.html

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