Casa-móvel autossuficiente começa a ser vendida comercialmente – Ecocapsule

Às vezes, falamos de projetos tão interessantes e futurísticos que parecem que eles nunca vão sair do papel. Felizmente, nos surpreendemos positivamente. Este é caso do projeto Ecocapsule, uma casa que gera toda a energia que precisa e pode ser levada para qualquer lugar do mundo, que acaba de fazer sua estreia internacional.

Foram lançadas 50 moradias para clientes que vivem nos Estados Unidos, Japão, Austrália e União Europeia. Quem vê de fora não imagina que as minúsculas casas têm tantas vantagens: sua superfície é coberta por placas fotovoltaicas, uma pequena turbina eólica e ainda é capaz de coletar e filtrar sua própria água.

Em forma de cápsula, a casa é feita com fibra de vidro e aço e pode acomodar até duas pessoas. Esta é uma tendência bastante comum em alguns países, como nos Estados Unidos. O interessante é perceber o esforço dos escritórios de arquitetura em tornar esses pequenos espaços residenciais em verdadeiros oásis autossustentáveis.

A turbina eólica produz 750W de energia limpa, enquanto os painéis solares embutidos produzem 880W. A energia é armazenada em uma bateria e o “microhome” ainda pode ser conectado a uma tomada externa, caso seja necessário energia adicional.

A Ecocapsule se encaixa em qualquer contêiner de tamanho padrão e também pode ser transportada através de reboque para qualquer lugar do mundo.

Como morar em uma casa minúscula?

O projeto foi pensado inicialmente para ser uma habitação temporária. Cientistas e fotógrafos da natureza selvagem fariam parte do público alvo. Mas, todo o potencial da cápsula foi sendo percebido ao longo do tempo. A casa-móvel é capaz de oferecer o mesmo tipo de conforto disponível em uma residência tradicional.

Os moradores contam com torneiras, chuveiro quente e banheiros equipado com vasos sanitários com descarga. A água, assim como a energia, também é obtida de maneira sustentável. Sua forma esférica é otimizada para recolher a água da chuva e do orvalho. O recurso passa por um filtro e pode ser usado para o consumo humano. O mesmo sistema serve para limpar água de outros mananciais.

A segunda série de produção em massa estima-se que seja até o final de 2018. Para saber valores e mais informações, confira o site da empresa.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: ciclovivo

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Saiba quais são as 10 cidades mais quentes do mundo

O aquecimento global é caracterizado pelo aumento da temperatura média dos oceanos e da atmosfera terrestre, sendo causado pelo aumento inconsequente da emissão dos gases responsáveis pelo efeito estufa — um fenômeno natural que é intensificado pelas ações predatórias do ser humano, causando mudanças climáticas drásticas e preocupantes.

Além do aumento da temperatura do planeta, portanto, o aquecimento global está associado à elevação do nível do mar e ocorrência de mudanças nos padrões de precipitação das chuvas, resultando em enchentes e secas. Outras consequências que merecem destaque são as alterações na frequência e intensidade de fenômenos naturais extremos, extinção de espécies e alterações na produção de alimentos.

Descubra, a seguir, quais são as cidades mais quentes do ano e que podem registrar temperaturas ainda mais elevadas nos próximos anos por conta do aquecimento global:

As 10 cidades mais quentes do mundo

Vale da Morte, Califórnia – Estados Unidos
A Organização Mundial de Meteorologia reconheceu em 2017 que o local é o mais quente do planeta. O deserto californiano já registrou 57,8°C.

Dallol – Etiópia
A cidade é habitada, sendo que sua proximidade com o vulcão Dallol é determinante para tanto calor, ajudando a formar os minerais presentes no local e a cidade já chegou a 60°C.

Wadi Halfa – Sudão
No deserto do Saara, Wadi Halfa é um centro de pobreza da região, fazendo fronteira com o Egito. O calor é tanto que já atingiu a média de 53°C e, para chegar até a cidade, é preciso pegar um trem e carro de alugue e as hospedagens não possuem muito conforto.

Deserto Lut – Irã
No sudeste do Irã, o deserto Lut é um dos maiores do mundo e já registrou temperaturas de 70°C. Apesar da dimensão do calor, ele é cercado por lagos que proporcionam uma levíssima sensação de frescor no local.

Tirat Tsvi – Israel
A cidade faz fronteira com o Rio Jordão e está localizada no vale Beit Shean. Sua temperatura média é de 54°C.

Timbuktu – Mali
A média de temperatura do local é de 54°C. A cidade é coberta de histórias e possui uma importante universidade.

Queensland – Austrália
O local já chegou aos 69°C e possui exemplares da vegetação tropicais e semidesérticos, fazendo com que o calor se amenize diante de tantas belezas.

Turfan – China
No noroeste da China, Turfan tem paisagens desérticas e é repleto de templos budistas com montanhas e florestas.

Kebilli – Tunísia
Seus maiores picos foram de 55°C e o local fica entre o deserto do Saara e um oásis, sendo um grande centro comercial.

Ghadames – Líbia
A cidade é dividida entre a parte nova e a antiga, mas ambas reservam temperaturas de 55°C. Pela sua beleza única o local é Patrimônio Mundial da Humanidade da Unesco.

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*Fonte: pensamentoverde

Descubra quais são os materiais mais reciclados no Brasil

A reciclagem é um processo que permite o reaproveitamento de determinados materiais, que são utilizados para a confecção de novos itens que poderão ser consumidos para diversos fins. Esta é uma ação que contribui para a redução das taxas de exploração de recursos básicos, naturais e essenciais à vida, destacando-se como um processo de enorme importância para o meio ambiente e para a manutenção da fauna, flora e da própria vida humana.
Quais são os materiais mais reciclados no mundo?

Mundialmente, os materiais mais reciclados são:

Caixa de papelão: cerca de 80% delas podem ser reaproveitadas;
Borracha: os pneus, por exemplo, podem ser transformados em adesivos, solados de calçado, tapetes para carros, passadeiras e outros itens;
Garrafa PET: são usadas para a confecção de tapetes, vassouras, enfeites, brinquedos e para produção artesã;
Plástico: costuma ser utilizado para produção de materiais de limpeza, cabides, baldes e inúmeros acessórios para carro;
Alumínio: gera pesas decorativas, acessórios para bicicletas e até para carros.

No Brasil, determinados materiais são reciclados com maior frequência que outros. A seguir, confira quais são os materiais mais reciclados no Brasil e entenda porque isso ocorre:

Quais são os materiais mais reciclados no Brasil?

O Brasil, felizmente, possui resultados muito positivos quando o assunto é reciclagem. Considerando o trabalho de coletores de lixo, limpeza pública e cooperativas de reciclagem, o esforço da reciclagem torna-se uma atividade de ótimo custo-benefício para todos. Entre os materiais mais reciclados no País, podemos destacar:

Aço

O aço está no topo do ranking entre os materiais mais reciclados no Brasil, e a razão é compreensível, visto que ele é utilizado para a confecção de uma série de produtos, peças e objetos. Para se ter uma ideia, 49% de todo o metal descartado no País é reciclado, voltando quase que integralmente às indústrias.

Papel

O segundo lugar entre os materiais mais reciclados no Brasil fica com o papel, que apresenta cerca de 47% de taxa de reaproveitamento. O principal benefício desse processo está na redução da quantidade de árvores cortadas para a produção de folhas de papel.

Vidro

O vidro, que ocupa a terceira posição entre os materiais mais reciclados por aqui, possui 45% de taxa de reaproveitamento. Esse índice só não é maior porque o vidro possui maior dificuldade para ser reaproveitado, o que consequentemente diminui o interesse da indústria e da população em geral (incluindo casas e comércios).

 

 

 

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*Fonte: pensamentoverde

Bilionário cria bicicleta que gera energia para toda a casa

Foi por meio do documentário Billions in Change, um movimento que busca salvar o mundo com iniciativas para preservar o meio ambiente e garantir o desenvolvimento sustentável, que o bilionário Manoj Bhargava se tornou conhecido em todo o mundo.

Com uma ideia animadora, que une a saúde e a preservação, ele se destacou e chamou a atenção por querer garantir a inclusão social e levar energia limpa àquelas pessoas que não tem acesso.

O norte-americano de origem indiana criou uma bicicleta especial, batizada de Free Electric, que transforma a energia cinética, obtida durante a pedalada, em energia elétrica – uma bateria é responsável pelo armazenamento. O modelo faz parte de um projeto muito maior, no qual Bhargava está utilizando grande parte de sua fortuna.

As primeiras 50 bikes serão testadas em 20 pequenas aldeias no norte do estado de Uttarakhand, na Índia, antes do lançamento oficial, que deve acontecer em 2016. A ideia é implantar, só neste país, cerca de 10.000 bicicletas que, depois de terem sido pedaladas por uma hora, garantirão um dia cheio de energia elétrica.

A escolha do local se deu pela sua descendência e, principalmente, pela falta de recursos financeiros que a região enfrenta.

Novas iniciativas já estão sendo testadas

O magnata tem investido seu tempo e dinheiro em novas iniciativas que buscam garantir melhores condições de sobrevivência em áreas mais remotas do mundo. Em Detroit, sua equipe tem trabalhado ativamente no Stage 2 Innovations Lab, onde estudam maneiras de tornar potável a água salgada e de produzir energia limpa em todos os lugares.

Para o magnata, é preciso que aqueles que tem mais ajudem os que tem menos, a fim de garantir o desenvolvimento de todo o planeta de forma sustentável e mais igualitária.

Na sua participação no documentário, ele ressalta que os projetos não precisam do seu dinheiro, mas da sua voz. Falando com as pessoas e incentivando-as a buscar soluções reais para os problemas mais urgentes do mundo, é possível levar o movimento adiante e ajudar as pessoas.

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*Fonte: pensamentoverde

Saiba quais fontes poluidoras se devem a atividades humanas

Diversas atividades humanas contribuem negativamente para o efeito estufa: tratam-se de ações pequenas e grandes que liberam gases e excedem um fenômeno que deveria ser natural na atmosfera. Os gases principais desse efeito são o metano, gás carbônico, óxido nitroso e vapor de água. São eles que, em conjunto, tornam a Terra superaquecida e levam a problemas como o derretimento das calotas polares, aumento do nível dos oceanos e outras consequências perigosas.

Vale destacar que muitas destas ações que colaboram para o aumento do efeito estufa também prejudicam o ecossistema de outras formas — causando a intoxicação do solo e da água, além de desmatamento e extinção de animais. Se focarmos apenas na poluição do planeta, já é possível listar muitas fontes que estão associadas à ação do homem. Descubra algumas a seguir:

 

PRINCIPAIS ATIVIDADES HUMANAS QUE AFETAM O MEIO AMBIENTE

 

Trabalhos industriais e laboratoriais com toxinas químicas

Todo tipo de atividade que usa toxinas químicas e não as descarta corretamente pode resultar na contaminação da água e do solo. Em alguns casos, a água pode se tornar inviável de ser bebida ou usada por humanos de qualquer maneira — isso é um grave problema, especialmente em uma época na qual as secas e a escassez de água são cada vez mais presentes.

Poluentes gasosos

Indústrias e veículos motorizados são os principais culpados pela poluição do ar, em especial por conta da emissão de gás carbono. Outras atividades, porém, também colaboram para isso, ainda que em menor escala. É o caso dos cigarros que, além de poluírem o ar, são prejudiciais ao solo quando as bitucas não são descartadas corretamente.

Poluição sonora

Por incrível que pareça, a gigantesca quantidade de sons produzidos em cidades afeta o ecossistema. Isso afasta a natureza, quebra o ciclo natural dos locais preservados e espanta todo tipo de espécie animal. Mesmo os ruídos provocados por grupos de pessoas são o bastante para influenciar no ecossistema de um local, especialmente se feitos repetitivamente.

Desmatamento

Conforme as cidades foram tomando o lugar das florestas, o desmatamento passou a se destacar como um problema sério. Além disso, indústrias de papel, bem como algumas outras, desmatam para conseguir a matéria-prima para seus produtos. Essas ações afetam o ciclo natural da água, aumenta, a erosão do solo e diminuem a vida silvestre.

O ciclo do ar também é extremamente prejudicado pelo desmatamento, já que as árvores são responsáveis pelo desenvolvimento do oxigênio.

Como reduzir a poluição gerada pelo ser humano?

O primeiro passo para reduzir o efeito das fontes poluidoras é esquecer a ideia equivocada de que ações individuais não ajudam o meio ambiente. Adotar novos hábitos ou meios de consumo ajuda bastante no combate aos efeitos nocivos da ação humana. Você pode, por exemplo, contribuir para o processo de coleta seletiva e reciclagem, diminuir o uso de veículos motorizados, usar veículos híbridos, boicotar indústrias que não cumpram com as regras básicas de preservação ambiental e ainda conversar sobre o assunto com outras pessoas, estimulando-as a adotar as mesmas medidas.

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*Fonte: pensamentoverde

Afinal, quantas árvores são necessárias para produzir uma folha de papel?

Você sabe quantas árvores são necessárias para produzir uma folha de papel? Para responder a essa pergunta a partir de uma lógica puramente matemática, é preciso saber quantas folhas é possível produzir a partir de uma única árvore.

Considere que uma árvore padrão na produção de papel, que é o eucalipto, é capaz de produzir 20 resmas de papel. Como cada resma possui 500 folhas, 20 resmas possuem 10 mil folhas tamanho A4 de 75 g/m2 de gramatura por tronco. Se uma árvore é capaz de dar vida a 10 mil dessas folhas, isso significa que para produzir uma folha de papel é necessário 1/10.000 de árvore.

Embora este pareça um número irrelevante, o problema vai muito além de uma simples folha de papel. Isso porque, atualmente, a maior parte do papel produzido no Brasil é oriunda do reflorestamento, o que ajuda a resolver a questão do prejuízo ambiental associado ao desmatamento das florestas e o consequente esgotamento dos recursos naturais. O consumo de papel, na verdade, acarreta problemas associados ao processo de produção e descarte do material.
Descarte de papel: um problema ainda em aberto

O consumo de papel acarreta diversos problemas relacionados com o descarte, uma vez que este material pode demorar de duas semanas a seis meses para se decompor no meio ambiente. Embora pareça pouco, este é um tempo suficiente para causar muito estrago, sobretudo em função da quantidade de papel descartada nos córregos, rios e áreas urbanas, que contribuem para a ocorrência de enchentes e colocam em risco a vida de animais.

Além disso, a própria produção de papel pode causar diversos prejuízos ambientais. A reciclagem de papel, ainda que contribua para a redução do descarte no ambiente, demanda a utilização de mais produtos químicos no processamento, tornando poluente uma atividade que já tem essa característica quando utiliza matéria-prima original.
Qual a melhor solução para o uso de papel?

O reflorestamento resolve parte da questão, enquanto a reciclagem contribui na outra ponta. Além disso, a reutilização do papel pode atrasar a necessidade do descarte, mas é preciso atacar o terceiro vértice do problema — que é justamente a produção. Nesse caso, o caminho é a substituição do papel e redução de sua utilização no dia a dia.

Para que isso ocorra, é preciso que mudem os hábitos da sociedade. Nesse aspecto, o uso da tecnologia pode ser vital: com o aumento do uso da informática, da tecnologia digital e da internet, é possível reduzir bastante o uso de papel na atividade humana. A questão não é quantas árvores são necessárias para produzir uma folha de papel, mas quantas folhas de papel devemos deixar de consumir e produzir?

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*Fonte: pensamentoverde

Conheça 8 formas de como reduzir o lixo jogado no meio ambiente

Sustentabilidade certamente é uma das palavras de ordem do século XXI. Isso porque já foi provado inúmeras vezes que o mundo está chegando ao seu limite de fornecimento de recursos naturais para custear as atividades humanas. Diante disso, existem diversas atitudes que as pessoas podem tomar para fazer com que o mundo se torne mais sustentável, de modo a fazer a diferença no futuro da Terra e da humanidade.

Uma das questões mais fundamentais e urgentes em termos de sustentabilidade diz respeito a encontrar formas de reduzir o lixo que é descartado no meio ambiente. De acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), os brasileiros geram 230.000 toneladas de lixo por dia, um número que representa aproximadamente um quilo por cada habitante ao dia.

COMO REDUZIR O LIXO JOGADO NO MEIO AMBIENTE?

A principal maneira de reduzir a quantidade de lixo descartado na natureza é reduzindo a quantidade de produtos consumidos. Por isso, as dicas a seguir consistem em maneiras de reduzir não apenas o descarte de lixo, mas o consumo desenfreado de embalagens e itens. Confira:

Colabore com a coleta seletiva

Encaminhar seu lixo para a coleta seletiva é uma das principais formas de reduzir o lixo que é descartado no meio ambiente, uma vez que somente 2% de todo o lixo produzido no Brasil é devidamente reciclado. Caso seu bairro não conte com um serviço de coleta seletiva, é possível realizar o descarte em ecopontos espalhados pela cidade.

Utilize produtos em refil sempre que possível

Por meio da aquisição de produtos a granel, como grãos e cereais, e de produtos de higiene, como sabonetes líquidos, é possível reduzir significativamente a quantidade de plástico e outros materiais utilizados na fabricação de embalagens, minimizando os danos ambientais.

Opte por embalagens desmontáveis

Caixas de papelão para carregar compras e caixas de leite UHT, além de serem mais sustentáveis e passíveis de reciclagem, podem ser desmontadas no momento do descarte. Desse modo, elas ocupam menos espaço e geram economia no momento do transporte, já que não é necessário fazer diversas viagens para transportar determinada quantidade de resíduo.

Evite produtos descartáveis

Use açucareiro ao invés de saquinhos de açúcar, evite utilizar canudos e sempre use os dois lados do papel para impressão ou escrita. Desse modo, você otimiza a utilização de itens que seriam descartados, minimizando a quantidade de lixo gerada.

Reutilize roupas e acessórios

Além de conter produtos naturais como algodão, os tecidos passam por diversos tratamentos químicos que são nocivos ao meio ambiente. Por isso, ao invés de descartar roupas e acessórios que não são mais utilizados, tente customizá-los e dar uma nova roupagem a eles. Confira algumas dicas de customização de roupas neste post.

Dê atenção ao lixo orgânico

Restos de comida e cascas de alimentos podem ser utilizados em processos de compostagem orgânica, resultando em um excelente adubo para ser utilizados em hortas ou como alimentos de criação de suínos.
Reduza suas correspondências

Dê preferência a receber correspondências por e-mail, de modo a reduzir o uso do papel.

Leia online

Outra excelente forma de reduzir o lixo, especialmente o derivado de papel, é ler revistas e livros online, comprando somente aquilo que é essencial ter impresso.

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*Fonte: pensamentoverde

Reciclagem de alimentos: o que pode ser feito com restos alimentícios?

Quase todo mundo já levou bronca dos pais por deixar comida no prato, um desperdício que geralmente é visto como inocente ou insignificante. Hoje em dia, porém, há uma conscientização maior de que qualquer tipo de desperdício deve ser evitado para que não haja prejuízo aos recursos naturais e ao futuro da humanidade.

Atualmente, descartar uma casca de laranja ou limão, uma casca de ovo e até restos de comida pode ser considerado um desperdício de recursos. Isso porque esses são excelentes ingredientes para a compostagem orgânica, que resulta na formação de adubo. Além disso, muitos desses itens podem ser reaproveitados para fazer receitas deliciosas, como um pudim com cascas de goiaba ou um doce de cascas de laranja.
O que pode ser feito com restos de alimentos?

A gaúcha Raquel Patro, especialista em jardinagem e paisagismo, criou seu próprio método para transformar restos de alimento em nutrientes para as plantas. Ela armazena cascas de frutas — como banana, laranja, abacaxi e mamão —, além de cascas de cebola, ovos, borra de café e outros materiais orgânicos.

Para evitar o mau cheiro do material em decomposição, a especialista expõe os restos ao sol, de modo a enxugar a água. Em seguida, ela bate todo o material em um liquidificador, processo que dá origem a uma farinha altamente nutritiva para as plantas. Segundo Raquel, esse processo preserva os nutrientes, como o potássio das cascas de banana e o cálcio das cascas de ovo.

A gaúcha armazena a farinha em uma sacola plástica, que é mantida ao abrigo da luz, do calor e da umidade, mantendo seu valor nutritivo por muito tempo. Esse composto é usado para fertilizar as plantas. Segundo Raquel, essa prática para fazer reciclagem de alimentos é muito bem vista pelas plantas, que acabam exibindo uma aparência muito melhor em relação àquelas em que o produto não é usado.
Outras formas de reciclagem de alimentos

Você sabia que cascas de laranja e limão podem ser usadas para espantar mosquitos? Para isso, basta substituir o tablete convencional do aparelho repelente por pedaços de casca dessas frutas.

Apesar de todas essas ideias, a melhor forma de se fazer a reciclagem de alimentos ainda é por meio da compostagem orgânica, processo que converte resíduos orgânicos em adubo. O procedimento consiste no armazenamento de resíduos orgânicos em uma composteira, formada por um conjunto de três caixas plásticas contínuas — sendo as duas primeiras furadas, para dar passagem ao líquido e permitir o trânsito das minhocas entre as caixas, e a terceira fechada e com uma torneirinha por onde é retirado o adubo líquido.

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*Fonte: pensamentoverde

A importância a logística reversa de embalagens e a responsabilidade dos fabricantes

As estratégias para a preservação do meio ambiente têm estado cada vez mais em pauta nos últimos anos. Observando os estudos sobre degradação ambiental, os governos têm incentivado ações e criado leis para que as empresas adotem medidas sustentáveis em seus processos produtivos, levando a sociedade a um consumo mais consciente e menos prejudicial.

Em 2010, o Governo Federal Brasileiro aprovou a Lei nº 12.305, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) e deu diretrizes sobre a gestão e o gerenciamento de resíduos, delegando responsabilidades aos produtores e ao poder público. A PNRS determina uma responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos, usando como instrumento o conceito de Logística Reversa.
O que é logística reversa?

O conceito de logística reversa pode ser definido como um conjunto de ações e procedimentos que têm como objetivo possibilitar a coleta e o reaproveitamento de resíduos sólidos, fazendo com que eles retornem ao produtor e sejam utilizados novamente em seus ciclos produtivos. Caso isso não seja possível, cabe ao produtor dar a correta destinação ao item, minimizando os impactos ambientais.

A ideia é similar à da reciclagem, sendo que a principal diferença entre essas ações consiste no fato de que o resíduo descartado deve ser retornado e reutilizado pela empresa fabricante de origem.
Logística reversa de embalagens

Embora seja considerada essencial para a preservação ambiental, a logística reversa de embalagens pode acabar se tornando um grande desafio para as empresas. Isso porque o processo depende da ação do consumidor, que precisa ter a atitude de devolver as embalagens e resíduos para que elas retornem à empresa de origem.

O que geralmente acontece, entretanto, é as pessoas descartarem as embalagens e produtos inservíveis juntamente com o lixo comum. Para reverter esse quadro, é necessário que as empresas invistam em estratégias de marketing e conscientização, de modo que seu consumidor entenda a importância de fazer sua parte neste processo.

Embora o processo de logística reversa de embalagens seja de responsabilidade dos fabricantes, é muito comum que a empresa não tenha muito retorno financeiro com a prática. Entretanto, empresários podem encontrar outros tipos de benefícios na apropriação desse processo. O principal deles consiste na possibilidade de associar a marca a práticas sustentáveis em relação ao meio ambiente, criando valor de marketing e ganhando a confiança de consumidores.

Para auxiliar produtores no processo de logística reversa, a Dinâmica Ambiental se especializou justamente na descaracterização e destinação correta de embalagens, além de todos os tipos de aerossóis e demais produtos inservíveis. Localizada em Diadema (São Paulo), a empresa atua em todo o território nacional oferecendo soluções de engenharia reversa, ajudando empresas e indústrias a melhorar seus processos de maneira responsável e sustentável.

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*Fonte: dinamicaambiental

Como evitar as consequências da poluição radioativa?

O planeta Terra possui uma quantidade natural de radioatividade que vem da liberação de radiação de elementos químicos presentes na natureza, como o rádio e o urânio. Porém, este índice de radiação não é suficiente para uma contaminação, já que os elementos liberados vão se transformando em átomos não radioativos como ocorre na produção de chumbo.

Ao fim da Segunda Guerra Mundial, o mundo conheceu armas atômicas que causaram grandes explosões e, consequentemente, geraram uma quantidade enorme de lixo radioativo. Outra vertente de elementos radioativos está na criação de energia elétrica, com a crescente fabricação de usinas nucleares. As consequências desses dois tipos de ação é a poluição radioativa, que afeta o meio ambiente de maneira irremediável.

O que é a poluição radioativa?

Considerada o tipo de poluição mais perigoso, apesar de existir naturalmente no meio ambiente, a poluição radioativa vem sendo liberada em excesso por vários procedimentos industriais, ações do homem e vazamentos. O contato direto ou indireto com a radiação pode causar mutações de várias características e intensidades, sendo que uma delas é o câncer.

O homem ainda não encontrou uma forma efetiva de descontaminar uma área afetada pela radioatividade, que é apenas isolada do contato humano. Como os átomos radioativos têm uma durabilidade muito mais longa que a maioria, o risco pode durar milhares de anos. Também não há um método de limpeza da poluição apresentada.

A radioatividade está presente em vários setores, como a medicina — por meio de exames radiográficos, radioterapia e esterilização — produção agrícola para eliminar insetos, fabricação de armas como as bombas nucleares e até mesmo na geração de energia elétrica nuclear.

A contaminação por radiação pode ser feita de forma interna, por meio da ingestão de algum item contaminado por radioatividade, ou externa — com o contato com a radiação ambiental e a poluição. Ao contrário do que se imagina, a poluição radioativa não acontece só por usinas nucleares, mas pode estar em agentes bacteriológicos como adubos, embalagens, no próprio ar e em esgotos não tratados adequadamente.

Agentes químicos como detergentes não biodegradáveis e inseticidas também apresentam alto risco de contaminação. Os agentes físicos radioativos se materializam na erosão do solo, que vazam gases e elementos químicos radioativos. Uma das formas de poluição mais comum nas usinas nucleares é da água: usada na refrigeração de reatores, ela é devolvida ao ambiente com uma pequena, mas significativa taxa de radioatividades.

Como diminuir as consequências da poluição radioativa

 

A poluição radioativa possui três tipos de lixo atômico:

Resíduo de alto nível (HLW): combustíveis dos núcleos de reatores nucleares;
Resíduo de nível intermediário (ILW): latas de combustível metálicas que continham o urânio;
Resíduo de nível baixo (LLW): são as roupas de proteção e equipamentos.

A primeira ação para diminuir os efeitos da radiação no meio ambiente é isolar o lixo em recipientes totalmente resistentes e capazes de manter sua integridade por um longo tempo, independentemente do local onde esteja armazenado.

É muito comum enterrar esses recipientes em formações geográficas, mas o método não é seguro e não é suficiente para realmente resolver a questão. Para muitos cientistas, os riscos e as consequências da energia nuclear não compensam seu uso, que é muito caro para montagem e manutenção. Mas, para outra parte da ciência, a energia nuclear é fundamental para países que não produzem energia suficiente pelas outras fontes.

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*Fonte: pensamentoverde

O Banco Mundial vai parar de financiar negócios de combustíveis fósseis a partir de 2019

O Banco Mundial fez um anúncio importantíssimo na cúpula One Planet, convocada pelo presidente francês Emmanuel Macron: seu plano de interromper o financiamento de projetos de petróleo e gás em 2019.

A declaração ocorreu no aniversário de dois anos do Acordo de Paris, e certamente será celebrada pelos opositores da energia baseada em combustíveis fósseis e pelos defensores do meio ambiente.

A decisão

O Banco Mundial concede empréstimos aos países em desenvolvimento para promover crescimento econômico.

No último 12 de dezembro, no entanto, informou que já não oferecerá suporte financeiro para exploração de petróleo e gás após 2019.

Durante a cúpula, o banco divulgou um comunicado citando a necessidade de mudar para agir de acordo com um mundo em transformação.

Em 2015, o banco já havia prometido ter 28% de seu portfólio dedicado para a ação climática até 2020. A decisão recente sobre o financiamento de combustíveis fósseis sugere que a instituição está atuando para atingir esse objetivo.

Acordo climático

Este é mais um golpe para a indústria de energia de combustíveis fósseis e uma vitória aparentemente significativa para os defensores do meio ambiente.

A economia em torno do setor de energia está cada vez mais atraente para a energia renovável. Em todo o mundo, tornou-se mais barato construir novas instalações de energia renovável (como a solar e a eólica) do que operar e manter plantas de energia de carvão existentes.

O plano do Banco Mundial estabelece uma ressalva, no entanto: em “circunstâncias excepcionais”, considerará “financiar gás nos países mais pobres, onde há um claro benefício em termos de acesso à energia para os pobres e [se] o projeto se encaixar dentro dos compromissos do Acordo de Paris”.

O Acordo de Paris é um fator importante na decisão. Ele parecia incerto depois que o atual presidente dos Estados Unidos, um dos principais e mais influentes países membros, decidiu retirar-se, mas o acordo parece prosperar, mesmo por lá, o que pode ajudar a alcançar os objetivos estabelecidos em Paris contra todas as probabilidades.

 

 

 

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*Fonte: hypescience

Conheça as consequências da biopirataria no Brasil, suas soluções e como evitar

Pesquisas apontam que o Brasil possui a maior biodiversidade do mundo. Com tanta riqueza natural, não é de estranhar que o País faça parte da rota internacional da biopirataria, um termo que diz respeito à apropriação e exploração ilegal de recursos da flora e fauna, além da monopolização dos conhecimentos das populações nativas de uma região.

No Brasil, a biopirataria foi registrada desde a época do Descobrimento, quando recursos biológicos do País já eram levados para outros continentes. O exemplo mais conhecido é o próprio pau-brasil, cuja exploração no período colonial foi responsável por devastar um dos maiores biomas brasileiros: a Mata Atlântica.

Daquela época até os dias de hoje, o Brasil continua incompetente no que diz respeito à proteção de sua biodiversidade. Na Conferência das Nações Unidades para o Meio Ambiente e Desenvolvimento (Rio 92), o País assinou um documento que estabelece regras para proteger a biodiversidade, a sustentabilidade dos recursos naturais e a distribuição dos resultados financeiros obtidos com a exploração do patrimônio natural do País. Na prática, no entanto, a realidade está distante do ideal e a biopirataria ainda não é considerada crime, gerando somente penalidades administrativas.

Consequências da biopirataria para o Brasil

Por ano, o Brasil perde mais de 5 bilhões de dólares com o tráfico de extratos de plantas nativas, madeira, animais silvestres, entre outros recursos biológicos. O principal alvo da biopirataria é a Floresta Amazônica, que concentra 70% da biodiversidade do planeta. Porém, há outros ecossistemas brasileiros que estão na rota do tráfico internacional — como o cerrado, caatinga, pantanal e até os manguezais remanescentes.

Além de surrupiar o patrimônio natural, a biopirataria praticada no Brasil também se apropria de conhecimentos acumulados por comunidades tradicionais, como a medicina da floresta e práticas da cultura indígena. A exploração ilegal de recursos de nossos biomas resulta em prejuízos como:

Perda da biodiversidade;
Extinção de espécies;
Desequilíbrio ecológico;
Prejuízos socioeconômicos;
Subdesenvolvimento da pesquisa científica e tecnológica nacional.

Casos de biopirataria no Brasil

Podemos encontrar alguns exemplos clássicos da biopirataria no Brasil. Uma delas diz respeito ao cupuaçu, que por pouco não se tornou patente de uma empresa japonesa — o que só não ocorreu devido a mobilização nacional e internacional que forçou o governo japonês a cassar a patente. O mesmo não pode ser dito da patente do princípio ativo contido no veneno da jararaca, que ainda pertence a uma empresa americana que na década de 70 desenvolveu um remédio usado no tratamento de hipertensão arterial.

Outro caso é o conhecimento indígena sobre o veneno do sapo verde, que gerou 10 patentes para indústrias farmacêuticas e nenhum retorno financeiro aos índios da Amazônia. Outros alvos da biopirataria na Amazônia foram o açaí, acerola, andiroba, espinheira santa e camu-camu.

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*Fonte: pensamentoverde

Saiba quais os principais tipos de logística reversa praticados no Brasil

A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) define a logística reversa como uma série de ações e procedimentos que objetivam viabilizar uma coleta segura dos resíduos sólidos, restituindo-os ao setor empresarial para reaproveitamento ou destinação final apropriada. Trata-se, portanto, de um processo em que a indústria responsável pela fabricação de determinado produto consiga recolhe-lo para evitar descarte inadequado e poluição do ambiente.

A logística reversa corresponde a um dos instrumentos voltados para a aplicação da responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos, sendo considerada um instrumento de caráter econômico e social que permite a coleta de determinados resíduos para o setor empresarial, de modo que eles tenham a possibilidade de ser reaproveitados no ciclo produtivo.

Qual a importância da logística reversa para as empresas?

Empresas que fazem uso da logística reversa em sua cadeia produtiva contam com a capacidade de acrescentar um maior valor para sua imagem perante a sociedade, justamente por conta de seu empenho em proporcionar um maior benefício para meio ambiente. Além disso, elas propiciam oportunidades inéditas de negócio, resultando em mais possibilidades de emprego e geração de renda.

No presente contexto, em que a má administração do lixo acarreta em uma série de transtornos para o meio ambiente e prejudica a qualidade de vida das pessoas em várias regiões do planeta, a logística reversa demonstra ser uma excelente oportunidade para analisar e gerenciar as maneiras como os subprodutos de um procedimento produtivo serão descartados ou reintroduzidos ao processo.

Nesse sentido, empresas que contam com um eficiente sistema de logística podem obter uma significativa vantagem competitiva sustentável em relação às que não possuem, inclusive reduzindo os custos e melhorando sua relação com o consumidor.

Exemplos de logística reversa realizados no Brasil

Hoje em dia, é possível encontrar diversos exemplos da prática de logística reversa no Brasil. O Guaraná Antártica, por exemplo, enfatiza em seus materiais publicitários que as garrafas de seu produto são produzidas com PET reciclada — reaproveitando garrafas que, em vez de serem descartadas, retornaram ao fabricante para serem novamente utilizados em seu ciclo produtivo.

A reciclagem de eletrônicos também é outro excelente exemplo: diversas empresas recebem materiais eletrônicos usados e recolhem lixo especial para dar um destino adequado a eles, evitando que esses resíduos contaminem a água, o solo e o meio ambiente como um todo.

A Dinâmica Ambiental é outro excelente exemplo de empresa que realiza um importante trabalho quando o assunto é a logística reversa. Especializada na área de engenharia reversa, esta é uma empresa 100% nacional que se destaca como referência quando o assunto é descaracterização e destinação correta de produtos inservíveis. Para conhecer mais sobre este trabalho, acesse o site da Dinâmica Ambiental.

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*Fonte: pensamentoverde

Equipamento produz até 37 L de água potável/dia através da umidade do ar

O WaterSeer é um equipamento criado para solucionar os problemas com a escassez de água mesmo nos pontos mais extremos e carentes da Terra. Desenvolvido pela empresa norte-americana VICI Labs, em parceria com pesquisadores e estudantes da Universidade de Berkeley, ele promete produzir água limpa, com custo praticamente zero.

O sistema funciona de maneira muito simples. O WaterSeer é formado por um condensador, uma mini turbina eólica, filtros e um reservatório. Durante todo o dia, a turbina eólica gira, fazendo funcionar lâminas internas, que direcionam o ar à câmara de condensação. Como o reservatório é instalado no solo, onde a temperatura é menor, o ar quente que vem de fora se transforma em vapor de água, que fica armazenado no reservatório.

O equipamento possui filtros, que impedem que partículas menores entrem na câmara e contaminem a água. O recurso gerado a partir da umidade do ar permanece armazenado sob o solo, o que faz com que a água seja sempre fresca.

De acordo com os criadores, o WaterSeers pode ser instalado em qualquer local em que seja possível perfurar o solo para a instalação. Isso, aproximaria a produção de água das comunidades, impedindo que mulheres e crianças caminhem por horas em busca de água para satisfazer suas necessidades diárias. Além disso, o sistema oferece recursos de extrema qualidade e que continuam em excelentes condições para o consumo humano por mais de uma semana.

A retirada da água do reservatório também é extremamente simples. O WaterSeers possui uma bomba manual, que puxa a água do “poço”, direto para a torneira. Conforme os testes já realizados, a quantidade de água produzida diariamente varia de acordo com a localização e as condições climática de cada região. No entanto, em situações ideais, ele é capaz de produzir até 37 litros de água potável por dia.

A equipe está vendendo o sistema por US$ 134. Mas, o principal alvo da campanha, que está em financiamento coletivo, é conseguir compradores para a opção de US$ 268, que inclui também a doação de um sistema a uma comunidade carente de água, através de uma parceria feita com a Associação Nacional do Corpo de Paz.

 

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*Fonte:: ciclovivo

Iluminação com LED pode levar a aumento nos gastos com energia

Embora fosse esperado que a transição para lâmpadas de LED gerasse uma queda no consumo de energia, o que está acontecendo em escala global é justamente o contrário. Foi isso que concluiu um estudo publicado ontem no periódico “Science Advances” por pesquisadores europeus.

Os pesquisadores usaram o primeiro radiômetro calibrado equipado em um satélite para avaliar imagens da superfície da Terra durante o período noturno entre 2012 e 2016. As imagens mostram a Terra durante a noite, e deixam claro as áreas que são mais iluminadas por luz artificial. Com o avanço das lâmpadas de LED, os cientistas esperavam observar uma queda nas áreas iluminadas captadas pelo satélite.

No entanto, observou-se justamente o oposto. Durante o período, a área da Terra iluminada artificialmente durante a noite cresceu 2,2% ao ano em média, e a intensidade dessa iluminação aumentou em média 1,8% ao ano. Dentre os países observados, 20 deles tiveram um aumento de 150% ou mais em sua iluminação noturna. Outros 60 países tiveram aumento entre 110% e 150%, cerca de 40 países se mantiveram em nível estável de iluminação, e apenas 16 apresentaram queda.

Motivos

De acordo com o Gizmodo, a taxa de iluminação noturna se manteve estável em países desenvolvidos, como Estados Unidos e Espanha, mas aumentou na maioria dos países da Ásia, América do Sul e África. As quedas aconteceram em países agravados por crises ou guerras como Síria e Iêmen. Portanto, é possível concluir que, de certa forma, o mundo todo ainda está chegando aos padrões do mundo desenvolvido de emissão de luz à noite.

Isso, segundo o físico John Barentine, ouvido pelo site, é importante porque prova que a “poluição de luz” continua a crescer apesar da transição para iluminação com LED. Além disso, mostra que as luzes de LED não têm o benefício esperado de reduzir o uso de energia com luz. “Esse último ponto é especialmente importante porque uma série de governos foram convencidos a converter suas matrizes de luzes externas para LED com a promessa de uma redução no consumo”, disse Barentine.

Segundo o físico, esses dados sugerem que embora as lâmpadas de LED realmente sejam mais econômicas, a economia que elas geram acaba fazendo com que as pessoas e governos instalem mais luzes. Com isso, mesmo que o consumo de energia se mantenha constante ou caia um pouco, o nível de iluminação continua a aumentar

Problemas

Barentine, no entanto, chamou a atenção para os riscos que essa situação apresenta. “Não é exagero descrever o problema global de poluição de luz como algo estarrecedor e sem precedentes”, considerou. “Além da questão energética, o principal impacto ambiental do aumento da luz noturna é na saúde e no bem-estar de praticamente todos os organismos da Terra”, argumentou.

Realmente, a quantidade e a qualidade da luz podem ter impactos profundos no bem estar das pessoas. Excesso de luz azul durante a noite pode atrapalhar o ritmo circadiano das pessoas, o que pode levar a problemas de metabolismo como insônia. Esse problema também afeta a saúde e o comportamento de animais, plantas e até microorganismos.

Para resolver o problema, de acordo com o físico, seriam necessárias políticas públicas voltadas para “garantir que as fontes de luz noturna externa fossem totalmente resguardadas, o que significa que elas não emitem luz acima do horizonte”. Além disso, o problema ainda poderia ser amenizado garantindo que as luzes fossem instaladas de forma a iluminar apenas a sua área designada, e fossem escolhidas de forma a emitir o mínimo possível de luz azul (que é a mais poluente nesse caso).

Luz azul, aliás, pode ser um problema ainda maior do que revelado pelo estudo. Isso porque o sensor usado pelo satélite do estudo era sensível a luzes com comprimento de onda entre 500 e 900 nanômetros, e os humanos enxergam luz a partir dos 400 nanômetros. O espectro de menor comprimento de ondas é justamente o de luzes azuis ou azuladas, e por isso há ainda mais luz azul no mundo do que o satélite foi capaz de detectar.

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*Fonte: olhardigital

7 dicas de como economizar energia e a importância da conscientização na escola

A energia elétrica é um dos bens mais consumidos em todo o mundo, um dado que também vale para o Brasil: um país de grandes dimensões e que precisa gerar uma quantidade muito grande de eletricidade para suprir às necessidades de toda a população.

Para que a energia elétrica não seja utilizada de maneira desordenada e irresponsável, podendo acarretar em crises relacionadas à escassez, é importante que haja uma conscientização da população a respeito da economia de energia. Isso se torna ainda mais importante se levarmos em conta que o consumo desenfreado representa também um prejuízo ambiental muito grande.

A conscientização sobre a importância da economia de eletricidade, portanto, é fundamental para a sociedade como um todo e deve ser iniciada ainda nas escolas, de modo a garantir que as crianças desenvolvam conscientização ambiental desde cedo.

7 dicas importantes para economizar energia elétrica

Prefira lâmpadas econômicas

As lâmpadas fluorescentes podem representar uma grande economia de energia em relação ao uso lâmpadas incandescentes, gerando um consumo bem menor de eletricidade para seu funcionamento.

Utilize a luz natural

A luz do dia pode ser melhor utilizada para que não seja necessário acender lâmpadas para iluminar ambientes durante o dia. Nesse sentido, a instalação de janelas, claraboias ou prateleiras de luz podem contribuir para a economia de energia.

Pinte ambientes em cores claras

A utilização da luz natural pode ser ainda melhor no caso de ambientes pintados em cores claras, pois isto fará com que a luz reflita no espaço e o ambiente seja mais facilmente iluminado. Além disso, ambientes com cores claras podem ser iluminados com lâmpadas mais econômicas, não demandando de um grande consumo de energia.

Não deixe luzes acesas desnecessariamente

Embora pareça uma dica óbvia, grande parte do consumo de energia em residências acontece pelo hábito de deixar luzes acesas em ambientes vazios. Desta forma, uma maneira simples de diminuir o consumo de energia é simplesmente apagando as luzes ao sair de cada cômodo.

Mantenha os aparelhos sempre em bom estado

Aparelhos elétricos e eletrodomésticos desgastados podem facilmente contribuir para um maior consumo de energia, pois necessitam de mais força para compensar quaisquer defeitos. Assim, itens como a borracha de vedação da geladeira ou filtros de ar-condicionado devem sempre ser verificados e limpos ou trocados quando necessário.

Não deixe aparelhos eletrônicos ligados

Entre os aparelhos que mais consomem energia, os eletrônicos aparecem entre os líderes sem sombra de dúvidas. Isso acontece especialmente pelo fato de eles ficarem ligados sem necessidade quando estão fora de uso. Mantê-los em stand-by, por exemplo, pode significar um aumento de até 12% no consumo de energia.

Opte por um sistema de aquecimento solar para água

Um modo prático de economizar energia é a utilização de aquecimento solar de água. Este tipo de aquecimento proporciona uma significativa economia, pois pode proporcionar um gasto mínimo com chuveiros elétricos, um dos itens que mais consomem energia dentro de uma residência.

 

 

 

 

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*Fonte: pensamentoverde

O homem aponta sua câmera no gelo – Segundos depois ele CAPTA o inesperado

O fotógrafo James Balog e sua equipe estavam examinando uma geleira quando suas câmeras capturaram algo fora do comum.

O incidente ocorreu na Groenlândia, onde James e seus companheiros estavam reunindo imagens de câmeras que foram implantadas ao redor do Círculo Ártico ao longo dos anos.

James e sua equipe estavam procurando por algumas boas fotos para um documentário, mas ninguém estava preparado para o que logo se desdobraria na frente de seus olhos.

Embora o fotógrafo americano James Balog se especialize em fotografia da natureza, por um longo tempo, ele não acreditou nas mudanças climáticas.

Na verdade, por quase 20 anos, provocou cientistas sobre o aquecimento global.

 

“Eu não pensei que os humanos fossem capazes de mudar a física e a química básicas de todo esse planeta enorme. Não pareceu provável, não pareceu possível “, diz Balog.

 

Não foi até 2005 que Balog percebeu que algo estava errado enquanto faz uma análise detalhada de como as mudanças climáticas afetam a natureza.

Durante uma expedição fotográfica com o National Geographic para o Ártico, ele viu o enorme dano de primeira mão. Exatamente 10 anos depois, o filme “Pasing Ice” de Balogs estreou, e ele decidiu documentar o derretimento das geleiras com um exército de câmeras.

E foi nesse contexto que Balog pegou uma das cenas mais espetaculares já filmadas.

Em menos de uma hora e 15 minutos, Balog e sua equipe e viu um pedaço de geleira do tamanho do Lower Manhattan cair no oceano.

O evento histórico foi gravado no Guinness Book of Records e mostra claramente quão grave é a situação para o clima da Terra. Tanto quanto alguém sabe, foi um desastre geológico sem precedentes. Infelizmente, porém, é improvável que seja o último de seu tipo.

Em novembro de 2016, o Ártico foi 20 graus mais quente do que a média, o que é muito mais quente do que os modelos de pesquisa já predisseram.

Infelizmente, somos confrontados com um desastre se não reduziremos as emissões globais de gases com efeito de estufa até 2070. Mas, no lado positivo, ainda temos a chance de fazer isso acontecer.

Felizmente, este vídeo ajudará a convencer mais pessoas do quão grave é a situação, de modo que juntos podemos ajudar a reverter a tendência!

Ninguém pode fazer tudo, mas todos podem fazer alguma coisa. Por favor compartilhe!
O que você acha ?

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*Fonte: loyalys

Níveis de dióxido de carbono são os mais altos em 3 milhões de anos

A concentração de dióxido de carbono atmosférico (CO2) na Terra é a mais alta já vista em pelo menos 3 milhões de anos.

Em 2015, as concentrações médias globais de CO2 na atmosfera encontravam-se em 400 partes por milhão (ppm), aumentando para 403,3 ppm no ano passado, devido a emissões causadas por humanos em paralelo com um forte fenômeno El Niño.

Este é um novo recorde. Antes disso, o maior aumento anual registrado de CO2 ocorreu entre 2012 e 2013.

“Os números não mentem”, disse o chefe do departamento de meio ambiente da ONU, Erik Solheim. “Nós ainda estamos emitindo muito CO2 e isso precisa ser revertido. Devemos redobrar nossos esforços para garantir que novas tecnologias com baixa emissão de carbono possam prosperar”.

 

Cenário sombrio

As observações, recolhidas pelo programa Global Atmosphere Watch Program, da Organização Meteorológica Mundial (OMM), revelam que o CO2 atmosférico médio está agora em 145% o seu nível pré-industrial (antes de 1750), enquanto o metano e o óxido nitroso estão em 257% e 122%, respectivamente.

Não é possível saber quanto desse aumento é devido ao El Niño, que desencadeia secas que reduzem a capacidade dos sumidouros naturais de carbono, como as florestas, de absorver o gás.

No entanto, é claro que o resto desse aumento sem precedentes cai diretamente nos ombros da humanidade.

 

Luta mundial

Felizmente, muitos países já estão adotando medidas importantes para melhorar esta situação desoladora.

Por exemplo, na China, o governo está fechando cerca de 40% das fábricas para reduzir a poluição, enquanto a Holanda está se preparando para acabar com todo o uso de carvão na sua indústria até o final da próxima década.

A cidade de Oxford, no Reino Unido, quer se tornar a primeira livre de emissões de carbono no mundo até 2035, enquanto a Austrália está preparando o que será em breve a maior usina de energia solar do mundo.

Apesar da falta de ação dos Estado Unidos, que se recusa a deixar o carvão de lado, apesar de ser um dos maiores produtores de CO2 do mundo, muitas nações estão se unindo para enfrentar a mudança climática na esteira do Acordo de Paris da ONU – e é por elas que o meio ambiente está torcendo. [ScienceAlert]

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*Fonte: hypescience

6 exemplos de hábitos de higiene ambiental para fazer na cozinha

O principal hábito para manter a higiene dentro da cozinha é manter o local limpo e desinfetado.

O conceito de higiene ambiental diz respeito a técnicas de higienização de ambientes para que eles se adéquem às condições sanitárias necessárias. Em outras palavras, este é um cuidado que garante que não haja prejuízo à saúde humana, já que ela impede a contaminação por bactérias, vírus, fungos e outros seres nocivos. Além disso, ela contribui para a redução dos riscos de transmissão de doenças por ar, água e solo.

Apesar de ser importante em todos os lugares, a higiene ambiental na cozinha merece atenção especial. Isso porque os hábitos de higiene neste local garantem que ele se torne mais seguro e saudável para os alimentos e, consequentemente, para as pessoas.
Exemplos de hábitos de higiene ambiental para a cozinha

Lavar legumes, verduras, vegetais e frutas

Para os alimentos folhosos, lave-os folha a folha em água corrente potável, além de retirar as partes estragadas e qualquer resíduo. Depois, tanto no caso dos folhosos quanto outros, emerja-os em uma solução clorada e, por fim, escorra as sujeiras que se soltarem e termine enxaguando bem com água corrente.

Separar o lixo

Utilize lixeiras com tampa e com sacolas plásticas para afastar possíveis roedores, baratas e outras pragas. Além disso, separe os resíduos orgânicos dos recicláveis e deposite-os nos lugares certos para a remoção.

Limpeza e desinfecção

A limpeza das bancadas e locais de preparo dos alimentos deve ser feita com atenção e, dependendo do caso, com produtos químicos específicos. Para começar, é preciso retirar toda a sujeira sobressalente — incluindo sobras, gorduras e poeira — e depois, para desinfetar, use detergente neutro e aplique uma solução clorada ou álcool sobre a superfície.

Proteção dos alimentos

Proteja os alimentos quando estiverem armazenados e quando estiverem no meio do processo de preparo. O melhor jeito de fazer isso é utilizando plástico filme para guardar os itens.

Atenção à validade dos alimentos

Sempre que possível, faça quantidades de comida suficientes apenas para as refeições do dia — ou, no máximo, para o dia seguinte. Isso porque os alimentos têm uma durabilidade limitada, especialmente depois de preparados, e o ideal é que eles sejam consumidos apenas algumas horas depois de prontos.

Contaminação cruzada

Usar os mesmos potes, panelas ou talheres durante o preparo da refeição pode levar bactérias e sujeiras de um produto para outro. Evite a contaminação cruzada separando os utensílios.

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*Fonte: pensamentoverde

Conheça o destino do lixo no Brasil e sua relação com a produção e descarte

Você sabia que o Brasil é responsável por produzir cerca de 240 mil toneladas de lixo por dia? Além disso, o País ainda não dispõe de programas de reciclagem suficientes para acabar com o problema: embora se fale muito sobre sustentabilidade, o Brasil ainda são poucas as prefeituras brasileiras que apresentam projetos que visam resolver o problema do lixo nas cidades.

Além de não realizarem um bom reaproveitamento dos resíduos, a maioria das grandes cidades ainda não tem um destino adequado para o lixo que é gerado por sua população. Essa é uma questão que tem gerado grandes problemas ambientais, prejudicando a saúde e o futuro da sociedade como um todo.
Qual o destino do lixo no Brasil?

De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 73% do lixo produzido no País ainda tem como destino os aterros sanitários. Isso ocorre, de forma geral, porque enviar o lixo para esses locais ainda é muito mais barato do que investir em programas eficientes de reciclagem.

Nesse aspecto, vale ressaltar que o restante do lixo produzido no Brasil tem como destino os lixões, além de terrenos baldios e rios. Nenhum desses espaços são controlados pelas prefeituras e, como consequência, geram alto índice de poluição do solo e das águas. Em outras palavras, a maior parte do lixo do País é descartada em terrenos em céu aberto, sem qualquer tipo de controle, enquanto apenas 2% é enviado para os programas de reciclagem.

Consequências do destino incorreto do lixo

– Poluição e contaminação dos solos e das águas;
– Liberação de gases do efeito estufa e, consequentemente, proliferação de insetos transmissores de doenças;
– Desperdício de materiais recicláveis e de energia;
– Produção de gases nocivos à atmosfera.

O que tem sido feito para acabar com o problema do lixo?

Atualmente, algumas prefeituras vêm desenvolvendo programas de reciclagem e estimulando a coleta seletiva, que consiste na separação do lixo por categorias (papel, vidro, plástico, metal, entre outros). Porém, essas medidas ainda não têm sido suficientes para resolver o problema.

Outra medida que vale a pena destacar é a logística reversa, que vem sendo uma excelente solução para minimizar o acúmulo de lixo nas cidades. Esse processo consiste no retorno do produto para o fabricante, após o consumido. É o que as fábricas de lâmpadas e pilhas, por exemplo, vêm fazendo para recolher os resíduos dos produtos que eles mesmos produzem.

A dinâmica Ambiental é uma empresa especializada em gerenciamento de resíduos, atuando em todo o território nacional na área de engenharia reversa, oferecendo descaracterização e destinação correta para aerossóis e produtos inservíveis. Conheça nossos serviços!

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*Fonte: dinamicamabiental

Impacto das embalagens: o que fazer com os problemas gerados no meio ambiente?

Você já reparou que praticamente todos os produtos que você leva para casa estão associados a pelo menos uma embalagem? Isso vale inclusive para as frutas e outros produtos in natura, que geralmente são carregados dentro de uma ou mais sacolas plásticas. Se você comprar sabão em pó, detergente, refrigerante e aveia em flocos, por exemplo, já são quatro embalagens diferentes.

Para onde vão todas elas? Como você faz o descarte de cada uma delas? Em geral, espera-se que as embalagens acabem em aterros sanitários e lixões, mas isso nem sempre acontece: basta uma chuva mais forte para vermos diversas delas nos rios, entupindo bueiros e causando enchentes e diversos outros problemas ambientais.

Mesmo as embalagens que são descartadas corretamente nos aterros ocupam espaço e causam transtornos. Isso porque uma simples embalagem de papel ou papelão leva entre 3 e 6 meses para se decompor na natureza, enquanto a embalagem de metal leva mais de 100 anos para completar o processo de decomposição, o alumínio mais de 200 anos, o plástico mais de 400 anos e o vidro mais de mil.

Esses números são assustadores, especialmente se levarmos em conta que apenas o Brasil registra um volume de 25 mil toneladas de embalagens que são direcionadas diariamente aos depósitos de lixo. Elas correspondem a somente 20% do lixo produzido pela população brasileira. Vale destacar que esse descarte, quando feito no meio ambiente, ameaça espécies aquáticas e terrestres, além de poluir o solo, a atmosfera e prejudicar a vida como um todo.

Qual a solução para reduzir o impacto das embalagens no meio ambiente?

A solução para o problema não é fácil, pois depende essencialmente de uma evolução da consciência humana em vários níveis. Uma das formas de combater a proliferação de embalagens e de resíduos no meio ambiente é reduzindo o próprio consumo. Se as pessoas se preocuparem em consumir somente aquilo do que necessitam, já fará uma grande diferença.

Ainda sob a perspectiva da conscientização, as pessoas podem dar preferência a embalagens que sejam reutilizáveis e/ou recicláveis, pois o ideal é que essas embalagens não retornem ao meio ambiente na forma de resíduos. Além disso, com a reutilização, o reaproveitamento e a reciclagem, é reduzida a demanda por novas matérias-primas, preservando os recursos naturais e tornando a relação do homem com a natureza menos predatória.

Do ponto de vista governamental, é preciso que sejam criadas políticas de conscientização em todos os níveis, envolvendo empresas e cidadãos, programas de pesquisas em tecnologia de transformação e reciclagem de materiais, sobretudo no que diz respeito à utilização de plásticos biodegradáveis para confecção das embalagens.

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*Fonte: pensamentoverde

Veja 5 exemplos de recursos naturais não-renováveis que são muito utilizados

Os recursos naturais não-renováveis são matérias-primas que foram extraídas da natureza e que não poderão nunca mais voltar para seu lugar de origem, ou seja: uma vez extraído, o elemento não será renovado. Tratam-se de fontes de reservas limitadas e que, se não forem utilizadas da maneira correta, podem acabar por completo ou levar milhares de anos para serem produzidas novamente pela natureza.

Esses recursos são diferentes dos chamados naturais renováveis, que estão em constante regeneração por possuírem reservatórios e fontes que nunca acabam — como é o caso da energia solar, energia eólica e energia hidráulica.

Exemplos de recursos naturais não renováveis:

Combustíveis fósseis

Os combustíveis fósseis são excelentes exemplos de recursos naturais não renováveis, uma vez que se tratam de reservas limitadas, que precisam de muito cuidado e responsabilidade ao serem extraídas. O petróleo, o gás natural e o carvão são os principais exemplos dos combustíveis fósseis.

Pedras preciosas

Diamante e outras pedras preciosas são extremamente difíceis de serem encontradas e, por isso, são itens muito desejados e valiosos.

Carvão

Combustível fóssil responsável por impulsionar a Revolução Industrial entre os séculos XVIII e XIX, o carvão é um recurso natural não renovável que não é encontrado em abundância na natureza, devendo ser usado e extraído conscientemente.

O carvão é encontrado em locais subterrâneos e campos mais superficiais e, junto com o petróleo, é um dos recursos que mais agridem a natureza, pois produz materiais altamente tóxicos que poluem mares e rios.

Matéria prima do vidro

Embora o vidro não seja um recurso natural não renovável, os elementos utilizados para desenvolvê-lo são: soda cáustica, cal e sílica.

Ouro e prata

O ouro e a prata são muito difíceis de serem encontrados e, quando o são, acabam sendo transformados de maneira intensa. Por esse motivo eles se tonam incapazes de voltar à natureza. São valorizados e muito bonitos, assim como as pedras preciosas.

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*Fonte: pensamentoverde

Por qual razão ambiental o gás CFC tem sido substituído?

O Clorofluorcarboneto (CFC) é um tipo de gás que está presente na estrutura de geladeiras e aparelhos de ar condicionado, além de sprays, aerossóis e solventes. Por se tratar de um composto que prejudica a natureza de diversas maneiras, no entanto, o CFC tem sido substituído por outras soluções que são menos agressivas ao meio ambiente.

O CFC foi criado em 1928, sendo composto por carbono, flúor e cloro. A principal razão que leva este produto a ser substituído é a forma como ele afeta negativamente a camada de ozônio — que tem o papel de amenizar os efeitos nocivos dos raios solares. Para efeitos comparativos, vale lembrar que esse gás é 15 mil vezes mais prejudicial ao meio ambiente do que o dióxido de carbono.

Quais são os malefícios causados pelo gás CFC?

Como já foi dito, o clorofluorcarbono é um dos principais causadores do buraco na camada de ozônio, a grande responsável por proteger os seres vivos dos raios solares. Esse composto pode agir por até 75 anos, prejudicando a natureza e a vida terrestre ao longo de décadas.

Esse efeito devastador ocorre porque o CFC, após ser liberado na atmosfera, fica concentrado na estratosfera — que é justamente a camada do planeta na qual está localizada a camada de ozônio. Com isso, o gás passa a apresentar uma reação que libera radicais livres de Cloro, que causa a decomposição do ozônio.

Devido aos malefícios causados ao planeta, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) determinou o banimento de produtos aerossóis, perfumes e sprays contendo CFC.

Quais compostos substituem o gás CFC?

O CFC vem sendo substituído principalmente pelos hidroclorofluorcarbonetos (HCFC) e hidrofluorcarbonetos (HFC), que causam danos bem menores à estratosfera, embora também contribuam para o efeito estufa e para o aquecimento global.

Desde que o Brasil firmou o acordo com o Protocolo de Montreal, que foi desenvolvido para banir gradativamente o uso do CFC, o País se comprometeu a eliminar a utilização deste tipo de gás até 2010. Porém, até o momento, o Brasil não conseguiu cumprir completamente o prometido.

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*Fonte: pensamentoverde

Ônibus elétrico bate recorde fazendo 1.772 km com apenas uma carga

Há uma semana, a empresa de transporte elétrico Proterra anunciou que estabeleceu um recorde mundial em direção de maior distância já percorrida por um veículo elétrico com uma única carga. O feito foi alcançado em New Carlisle, Indiana (EUA).

O modelo de ônibus “Catalyst E2 max” andou 1.772,2 quilômetros com velocidade média de 24 km/h. Nos últimos três anos consecutivos, a empresa demonstrou melhor desempenho em suas baterias. “Para o nosso ônibus elétrico quebrar o recorde mundial anterior de 1.631 quilômetros foi uma grande façanha”, disse Matt Horton, chefe comercial da Proterra.

A empresa espera que Catalyst E2 max surpreenda o mercado de automóveis devido ao baixo custo operacional por quilômetro em comparação com os ônibus convencionais movidos a combustíveis fósseis. De acordo com a Bloomberg New Energy Finance, os preços das baterias de íon de lítio caíram cerca de 72% desde 2010, e a economia de baterias continua a melhorar.

“Impulsionado pela melhor economia de custos por quilometragem, acreditamos que o business case para ônibus elétricos é superior a todas as outras aplicações e será o primeiro mercado a transitar completamente para veículos com energia elétrica”, acredita Ryan Popple, CEO da Proterra.

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*Fonte/textos: ciclovivo

França proíbe venda de copos e pratos plásticos descartáveis

A nova lei faz parte do projeto “Transição Energética para o Crescimento Verde”. O primeiro passo foi dado em Julho com a proibição da venda de sacos de plástico.

Aprovada no mês passado, a nova legislação vai ser implementada progressivamente até 2020, dando tempo aos fabricantes e aos estabelecimentos comerciais para se adaptarem às novas regras.

Os utensílios descartáveis vão, ainda assim, continuar a existir mas deverão sofrer alterações: Os produtos devem ser 50% constituídos por materiais de origem vegetal e devem ser biodegradáveis. Esses materiais incluem, em particular, amido de milho, amido de batata, fibras têxteis ou de celulose, ou de bambu. Cinco anos depois, em 2025, o conteúdo vai aumentar para 60%.

Com esta medida, o país espera reduzir o impacto ambiental do plástico convencional, derivado de petróleo, que leva várias décadas para se decompor e é frequentemente associado a substâncias que podem ser tóxicas. Além disso, é esperada uma redução dos custos com energia para reciclagem dos utensílios descartáveis.

De acordo com a AFP, organizações ambientalistas elogiaram a lei francesa e esperam que sirva de exemplo a outros países. No entanto, os críticos argumentam que a proibição de produtos prejudica os consumidores e que as medidas francesas violam as regras da União Europeia sobre a livre circulação de mercadorias.

As estatísticas apontam que em 2015 os franceses descartaram 4,7 mil milhões de utensílios de plástico e que foram utilizados 17 mil milhões de sacos nos supermercados.

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*Fonte: jornaleconomico

Inspirado em técnica japonesa, Ibirapuera realiza banho de parque

Quem nunca se sentiu bem menos estressado ao entrar em contato com a natureza? Isso não é da sua cabeça, pois pesquisas comprovam que este contato é extremamente benéfico para a sua saúde física e mental.

Os japoneses sabendo disso criaram a técnica “Banho de Floresta”, onde comprovam os benefícios gerados durante um período de contemplação na natureza.

Diante da importância de difundirmos a necessidade de aumentarmos nossa conexão com a natureza nos centros urbanos, foi criado o Banho de Parque, baseado nessa técnica japonesa e aliado aos conceitos da Ecologia Profunda.

Quais são as melhoras do nosso corpo com a prática, segundo estudo?

Redução de batimentos cardíacos, da pressão arterial, da atividade do nervo simpático e melhoria da atividade do nervo parassimpático, melhora o humor, aumento nos níveis de energia e disposição, aceleração dos processos de recuperação de doenças, clareza mental e melhora na capacidade de focar, aumento da atividade das células de defesa do organismo.

A atividade será realizada em duas partes:

Parte teórica: sobre o benefício das árvores e sobre o Banho de Floresta;

Parte prática: Banho de Parque no Viveiro Manequinho Lopes.

A atividade acontece no dia 14 de setembro (quinta-feira) das 14h às 15h30 e 19 de setembro (terça-feira), das 10h às 11h30, na sede da UMAPAZ – Parque Ibirapuera. Av. Quarto Centenário, 1268. Mas é preciso se inscrever aqui antes.

 

 

 

 

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*Fonte: ciclovivo

Poluição por agrotóxicos: consequências “invisíveis” para a água, solo e ar

Estima-se que 99% dos agrotóxicos utilizados nas plantações se dispersam na natureza e causam diversos impactos ambientais

Desenvolvidos para eliminar pragas e doenças que atacam plantações, os agrotóxicos são produtos muito eficientes nessa função. Por outro lado, sua utilização contínua traz consequências graves para o meio ambiente e para a saúde humana.

O agrotóxico só perde para o esgoto não tratado quando se trata dos maiores contaminadores de rios brasileiros. Sua utilização nunca foi tão discutida e condenada, especialmente se levarmos em conta os altos índices de poluição de rios, solos e ar associados ao uso de inseticidas na agricultura.

Consequências do uso de agrotóxicos

Estima-se que o Brasil use 19% de todo o agrotóxico do mundo, sendo seu maior consumidor no planeta inteiro. Um dado curioso e alarmante é que 99% do inseticida inserido na plantação não ataca a praga que deveria matar, se dispersando na natureza e causando muitos impactos ambientais.

Os agrotóxicos se esvaem pelos rios, impregnam o solo e chegam às águas subterrâneas. O mesmo vale para o ar e os seres vivos que estão a seu redor. É possível mensurar o nível de contaminação dos rios pelo fato da agricultura ser a maior consumidor de água doce do mundo, chegando ao patamar de 70% de sua totalidade.

Essa água repleta de inseticida contamina os seres vivos presentes na região, inclusive as plantas aquáticas. De acordo com sua influência e localização, o dano pode ser muito maior e até irreversível para determinadas espécies.

Muitos desses danos são invisíveis, já que peixes contaminados por agrotóxicos podem ser consumidos por pessoas, propagando um efeito em cadeia de disseminação do inseticida. O ser humano que consome hortaliças contaminadas também acumula veneno por meio do consumo de alimentos.

No solo, a contaminação por agrotóxicos se torna contínua pelo poder que ele tem de reter grande quantidade de veneno ao longo dos anos, reduzindo sua fertilidade e empobrecendo seus nutrientes. A intoxicação do ar, por sua vez, acontece quando o produto fica em suspensão, sendo disseminado mais rapidamente pela força dos ventos e contaminando as pessoas através das vias respiratórias.

O papel dos agrotóxicos na poluição

O primeiro veneno a ser utilizado em cadeia foi o DDT, um pesticida que, quase um século depois de sua massificação, foi proibido em muitos países pela sua correlação com o câncer. No Brasil, embora ele tenha sido proibido para uso na agricultura, continuou a ser fabricado e usado em outros produtos até recentemente.

Outros venenos já proibidos por lei ainda são utilizados tranquilamente, sem que haja uma fiscalização rigorosa para impedir essa ação. A avaliação do poder do inseticida em prejudicar a natureza é feita baseada em quanto tempo eles persistem nos locais contaminados. Alguns mais simples se evaporam com um curto espaço de tempo, enquanto outros levam mais de 30 anos para sumirem por completo.

Mesmo com as informações sobre os danos causados pelos agrotóxicos, as proibições e os métodos alternativos de agricultura sem utilizá-los, o Brasil também se destaca pela falta de conscientização real da população e do Governo para adotar medidas que impeçam esses agentes poluentes e perigosos a permanecer no ciclo da contaminação.

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*Fonte: pensamentoverde

Mogno Brasileiro: conheça os riscos que colocam a árvore a caminho da extinção

O mogno é uma madeira de cor castanho avermelhada, de grande dureza e elevada intensidade, muito valorizada na marcenaria pela sua resistência e facilidade de manuseio. Considerada uma madeira nobre, o mogno está em grave risco de extinção.

O desmatamento da Floresta Amazônica tem como um dos seus principais fatores a extração clandestina do mogno. Todas as espécies do gênero Swietenia — que, além do mogno, inclui o cedro brasileiro e a andiroba — estão listadas como espécies que precisam ser protegidas e receber tratamento para serem devidamente preservadas.

Mogno: uma madeira de lei

A madeira de lei é definida pela sua qualidade e resistência, destacando-se por ser capaz de manter alta durabilidade mesmo com a proliferação de insetos e do excesso de umidade. Por conta dessas características, são as mais procuradas para construir móveis de alto nível e alicerces em obras. O mogno é considerado uma madeira de lei e, por conta de sua beleza e tonalidade depois de polido, é muito utilizado para a criação de móveis.

Além disso, o mogno possui timbre original e acústica para ressonância sonora, sendo também muito procurado para a produção de instrumentos musicais que valorizam as notas médio-grave — como violão, violoncelo, contrabaixo e alguns modelos de percussão.

A árvore é típica de florestas tropicais chamadas de “terra firme” (sem a presença direta do mar), sendo encontrada no Brasil na Região Amazônica, bem como nos estados do Goiás, Mato Grosso, Tocantins e Maranhão.
O desmatamento das florestas pela busca do mogno

A maior parte das reservas de mogno da Floresta Amazônica já não existe mais, e sua concentração está nas áreas mais difíceis da região. Esta árvore já é considerada uma espécie em vias de extinção, o que não impede que ela continue sendo extraída de forma clandestina por madeireiros.

A retirada clandestina do mogno não destrói apenas sua árvore: uma vez que ela fica no meio da floresta, quando derrubada, cerca de 30 outras árvores acabam sendo levadas junto. A criação de estradas para transporte da madeira também é feita irregularmente, sem qualquer estudo geográfico ou cuidado com o desmatamento desmedido e com as espécies que são destruídas.

Conhecido como “ouro verde”, o mogno é muito cobiçado pelo mercado internacional, e seus maiores compradores são os Estados Unidos, Holanda, Alemanha e Inglaterra. O valor das peças no mercado diz muito sobre essa procura, já que é possível vender o metro cúbico de mogno pela média de U$ 1400, e um móvel já pronto vale muito mais. No Brasil, o mesmo metro cúbico custa cerca de R$ 25 quando adquirido diretamente com os donos de fazenda e tribos indígenas — isso quando o material não pé roubado.

 

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: pensamentoverde

Como a exposição ao silêncio pode beneficiar o seu cérebro (e a sua saúde)

Pesquisas recentes sugerem que a exposição prolongada e repetida ao silêncio pode resultar em melhora na saúde.
Duas horas de silêncio por dia poderia melhorar a região do cérebro relacionada à formação da memória, envolvendo os sentidos.

Como a exposição ao silêncio pode beneficiar o seu cérebro (e a sua saúde)

Nos últimos anos, os pesquisadores têm destacado o poder peculiar do silêncio para acalmar nossos corpos, aumentar o volume em nossos pensamentos internos e sintonizar nossa conexão com o mundo. Suas descobertas começam em pesquisas sobre o contrário do silêncio – o barulho.

Muito já se escreveu sobre a “poluição sonora”, uma expressão criada na década de 1960, quando os cientistas descobriram que a exposição diária ao barulho intenso das estradas e aeroportos estava ligada a uma variedade de problemas de saúde: doenças cardíacas, problemas de sono, pressão alta e, menos surpreendentemente, perda auditiva. Os sons podem ser tão intensos que podem até causar danos muito mais imediatos, forte o suficiente para rasgar um buraco em seus tímpanos.

Se a exposição excessiva a sons altos é ruim para nós, a falta de som significa a falta de danos físicos causados pela poluição sonora. O silêncio é neutro. Segundo um artigo de Daniel Gross publicado na revista Nautilus, diversas pesquisas recentes sugerem que a exposição prolongada e repetida ao silêncio pode resultar em saúde melhorada, assim como a exposição prolongada e repetida ao ruído pode debilitá-la.

Estudos de fisiologia humana ajudam a explicar: as ondas sonoras vibram os ossos da orelha, que transmitem o movimento para a cóclea em forma de caracol. A cóclea converte as vibrações físicas em sinais elétricos que o cérebro recebe. O corpo reage imediatamente e poderosamente a esses sinais, mesmo no meio do sono profundo. Pesquisas neurofisiológicas sugerem que os ruídos ativam primeiramente a amígdala cerebeloza, aglomerados de neurônios localizados nos lobos temporais do cérebro, associados à formação de memória e à emoção. A ativação solicita uma liberação imediata de hormônios do estresse, como o cortisol. Pessoas que vivem em ambientes barulhentos, muitas vezes experimentam níveis cronicamente elevados de hormônios do estresse.

Em 2011, a Organização Mundial de Saúde concluiu que os 340 milhões de habitantes da Europa Ocidental – aproximadamente a mesma população dos Estados Unidos – perderam anualmente um milhão de anos de vida saudável por causa do ruído. Eles até argumentaram que três mil mortes por doenças cardíacas eram, em sua raiz, o resultado de ruído excessivo.

Então, a primeira conclusão é que o silêncio é bom pelo o que ele não faz – não acorda, não nos irrita ou não nos mata. Mas quais seriam então seus benefícios pelo que faz?

O artigo de Gross cita algumas pesquisas com interessantes revelações e a maioria delas foi descoberta por acaso, como no caso do pesquisador Luciano Bernardi que realizava um estudo dos efeitos fisiológicos da música em 2006. Bernardi queria mostrar o impacto da música relaxante no cérebro, e, para sua surpresa, descobriu que entre as faixas musicais, em trechos de silêncio inseridos aleatoriamente revelaram-se muito mais relaxantes do que a música “relaxante”. As pausas em branco que Bernardi considerava irrelevantes, em outras palavras, tornou-se o objeto de estudo mais interessante.

Outra pesquisadora citada no artigo que analisou esta questão foi a bióloga regenerativa da Universidade Duke, Imke Kirste. Em 2013, ela estudava os efeitos dos sons no cérebro de ratos adultos. Como Bernardi, ela pensou no silêncio como um controle que não produziria um efeito. Mas para sua grande surpresa, Kirste descobriu que duas horas de silêncio por dia levaram ao desenvolvimento celular no hipocampo, a região do cérebro relacionada à formação da memória, envolvendo os sentidos. Isso era profundamente intrigante: a ausência total de insumos estava tendo um efeito mais pronunciado do que qualquer tipo de entrada testada.

O crescimento de novas células no cérebro nem sempre tem benefícios para a saúde. Mas, neste caso, Kirste diz que as células pareciam se tornar neurônios funcionais. “Vimos que o silêncio está realmente ajudando as novas células geradas a se diferenciar em neurônios, e se integrar no sistema”.

Imagine, por exemplo, que você está ouvindo uma música que gosta muito quando o rádio de repente desliga. Neurologistas descobriram que se você conhece bem a música, o córtex auditivo do seu cérebro permanece ativo, como se a música ainda estivesse tocando. “O que você está ‘ouvindo’ não está sendo gerado pelo mundo exterior”, diz David Kraemer, que conduziu esses tipos de experimentos em seu laboratório de Dartmouth College. “Você está recuperando uma memória”. Os sons nem sempre são responsáveis pelas sensações, às vezes nossas sensações subjetivas são responsáveis pela ilusão do som.

Alguns cientistas esperam que essas descobertas possam conduzir a tratamentos potenciais para pessoas com distúrbios associados ao abrandamento do crescimento celular no hipocampo, como demência ou depressão. Mas até agora, pelo menos, a neurociência do silêncio parece sugerir isso: para o cérebro, o silêncio faz bem.

Uma maneira de aproveitar o silêncio é através da prática do tradicional banho de floresta japônes (shinrin-yoku), que traz divesros benefícios à saúde, veja aqui. Um outro estudo também avaliou que sentir o cheiro da naturza reduz estresse e doenças, veja aqui.

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*Fonte: ciclovivo

Entenda a importância do descarte correto das embalagens de aerossol

Segundo a Associação Brasileira de Aerossóis e Saneamento (ABAS), em 2014 foram consumidos aproximadamente 946 milhões de unidades de produtos aerossóis. Este número evidencia como este tipo de embalagem está presente em nosso cotidiano, sendo utilizado para higiene pessoal, odorizadores de ambiente, inseticidas e até medicamentos.

Entretanto, o que poucos sabem que é que, após o uso, essas embalagens não devem ser descartadas como um resíduo comum ou como um metal reciclável. Isso porque as embalagens aerossóis são extremamente perigosas, podendo causar explosões quando expostas a temperaturas próximas a 50ºC.

A destinação correta dos aerossóis pode evitar diversos problemas e minimizar os impactos negativos causados ao meio ambiente. Existem várias empresas que coletam as embalagens de aerossol, como é o caso da Dinâmica Ambiental, empresa especializada na engenharia reversa de produtos inservíveis.

Para entender melhor a importância do descarte das embalagens aerossóis, confira o vídeo produzido pelo canal GloboNews, em que Hélio Makoto, diretor comercial da Dinâmica Ambiental, fala a respeito do tema:

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*Fonte: dinamicaambiente

Blocos de vidro que geram energia solar prometem revolucionar a construção

Pesquisadores da Universidade de Exeter, na Inglaterra, desenvolveram blocos de vidros que possuem pequenas células solares embutidas. Imagine construir uma casa inteira usando blocos que geram energia? Um sonho que pode se tornar realidade.

Chamado Solar Squared (, eles ainda garantem isolamento térmico (o que é um problema em blocos de vidro comuns) e, ainda sim, permitem que a luz natural entre nos edifícios. Eles foram fabricados com tecnologia para garantir a máxima absorção solar.

Outra vantagem é que tais blocos de construção podem tanto ser integrados em novas construções quanto inseridos em reformas.
Foto:

“O design modular é completamente escalável e permite uma integração arquitetônica perfeita”, garantem os pesquisadores. “A natureza simplificada da tecnologia permite que ela seja incorporada em materiais de construção convencionais, o que significa que suas aplicações são inúmeras”.

A maior dificuldade até então é em relação ao preço. O professor Dr. Hasan Baig salienta que mais do que comparar com os painéis solares convencionais, é preciso agregar a economia energética que o produto vai gerar, além do valor do próprio bloco enquanto material de construção.

Os blocos estão em fase de protótipo e a equipe da Exeter aguarda uma patente sobre a tecnologia e logo começará os testes piloto.

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*Fonte: ciclovivo

 

 

 

Belo fenômeno no qual as copas das árvores evitam se tocar

Você provavelmente nunca ouviu falar desse fenômeno, mas pode já ter apreciado sua beleza.

A “copa tímida” (ou, em inglês, “crown shyness”) é um fenômeno que ocorre naturalmente em algumas espécies arbóreas, no qual as coroas de árvores vizinhas de altura similar não se tocam, mas ficam separadas por uma lacuna.

O efeito visual é impressionante, uma vez que cria bordas claramente definidas, semelhantes a rachaduras ou rios no céu, quando vistas de baixo.

A principal hipótese

Embora o fenômeno tenha sido observado pela primeira vez na década de 1920, os cientistas ainda não conseguiram chegar a um consenso sobre o que o causa.

Uma teoria sugere que esse espaço vazio pode ser causado por quebras de galhos e ramos em colisões violentas que ocorrem durante tempestades e ventos fortes. Experiências mostraram que, se as árvores com copa tímida forem artificialmente impedidas de balançar e colidir ao vento, elas gradualmente preenchem os espaços vazios no dossel.

Os pesquisadores também descobriram que o fenômeno não ocorre quando as árvores são jovens e curtas, mas sim se desenvolve mais tarde, uma vez que alcançam uma certa altura e são capazes de influenciar o vento.

As árvores com troncos finos têm copas relativamente pequenas por causa de sua menor capacidade de resistir à deflexão no vento. Portanto, balançam amplamente no vento e são mais propensas a colidir com as vizinhas.

Dúvidas

Um estudioso da Malásia que analisou a Dryobalanops aromatica, no entanto, não encontrou evidências de colisão de galhos devido ao contato. Ele sugeriu que as pontas crescentes dessas árvores eram sensíveis aos níveis de luz, e paravam de crescer quando se aproximavam de folhagem adjacente.

Talvez a “copa tímida” seja uma espécie de medida preventiva contra o sombreamento (otimizando a exposição à luz para a fotossíntese).

Alguns ainda sugerem que as árvores apresentam esse fenômeno como proteção, para evitar a propagação de larvas de insetos que destroem folhas.

Um dos poucos lugares onde o fenômeno pode ser observado é o Instituto de Pesquisa Florestal da Malásia, em Kuala Lumpur. Algumas das fotos que acompanham este artigo foram tiradas lá. A imagem do topo foi feita por Dag Peak na Plaza San Martins, em Buenos Aires, na Argentina. [ThisIsColossal, AmusingPlanet]

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*Fonte: hypescience

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Poluição ameaça ‘tornar a Terra um ‘Planeta de plástico’

Cientistas americanos calcularam a quantidade total de plástico já produzida pela humanidade, e afirmam que ela chega a 8,3 bilhões de toneladas.

E essa massa impressionante de material foi criada apenas nos últimos 65 anos.

A quantidade de plástico pesa tanto quanto 25 mil edifícios Empire State Building, em Nova York, ou um bilhão de elefantes.

A questão, no entanto, é que itens plásticos, como embalagens, costumam ser usados por curtos períodos de tempo antes de serem descartados.

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Mais de 70% da produção total de plástico está em esgotos, que vão principalmente para aterros sanitários – apesar de que a maior parte dela é acumulada nos ambientes abertos, incluindo os oceanos.

“Estamos caminhando rapidamente para um ‘Planeta de plástico’, e se não quisermos viver neste mundo, teremos que repensar a maneira como usamos alguns materiais”, disse à BBC o especialista em ecologia industrial Roland Geyer.

O estudo sobre o plástico feito por Geyer e seus colegas da Universidade de Califórnia, nos Estados Unidos foi divulgado pela publicação científica Science Advances.

Trata-se da primeira estimativa global de quanto plástico foi produzido, como o material é usado em todas as suas formas e aonde ele parar. Estes são alguns dos principais dados.

. 8,3 milhões de toneladas de plástico virgem foram produzidas nos últimos 65 anos

. Metade deste material foi produzido apenas nos últimos 13 anos

. Cerca de 30% da produção histórica continua sendo usada até hoje;

. Do plástico descartado, apenas 9% foi reciclado;

. Cerca de 12% foi incinerado, mas 79% terminou em aterros sanitários;

. Os itens de menos uso são embalagens, utilizadas por menos de um ano;

. Os produtos plásticos com uso mais longo estão nas áreas de construção civil e maquinaria;

. Tendências atuais apontam para a produção de 12 bilhões de toneladas de lixo plástico até 2050;

. Em 2014, a Europa teve o maior índice de reciclagem de plástico: 30%. A China veio em seguida com 25% e os EUA reciclaram apenas 9%.

Resíduo

Não há dúvida de que o plástico é um material impressionante. Sua adaptabilidade e durabilidade fizeram com que a produção e uso ultrapassasse a maior parte dos materiais feitos pelo homem, com a exceção de aço, cimento e tijolos.

Desde o começo da produção em massa do plástico nos anos 1950, os polímeros estão em toda parte – incorporados a tudo, desde embalagens até roupas, de partes de aviões a retardadores de chamas. Mas são justamente essas qualidades maravilhosas do plástico que representam um problema crescente.

Nenhum dos plásticos normalmente usados são biodegradáveis. A única forma de se desfazer de seus resíduos é destrui-los através de um processo de decomposição conhecido como pirólise ou por simples incineração – apesar de que este último é mais complicado, por causa de preocupações com as emissões de gases poluentes.

Enquanto não se desenvolve uma maneira eficiente e sustentável, o resíduo se acumula. Atualmente, segundo Geyer e seus colegas, há restos de plástico suficientes no mundo para cobrir um país inteiro do tamanho da Argentina.

A expectativa da equipe é que o novo levantamento dê impulso ao diálogo sobre como lidar com a questão.

“Nosso mantra é: não dá para administrar o que não dá pra medir. Então queremos divulgar esses números sem dizer ao mundo o que ele deveria estar fazendo, mas para começar uma discussão real”, afirma o pesquisador.

Os índices de reciclagem no mundo estão aumentando e a química moderna trouxe alternativas biodegradáveis ao plástico, mas fabricá-lo continua sendo tão barato que é difícil deixar de lado o produto.

A mesma equipe de pesquisadores da Universidade da Califórnia, Santa Barbara já havia produzido, em 2015, um levantamento do total de resíduos plásticos que vai para os oceanos a cada ano: 8 milhões de toneladas.

‘Tsunami’

A ida dos resíduos plásticos para o mar, em particular, é o principal alvo da preocupação dos cientistas nos últimos anos, por causa da comprovação de que parte deste material vai para a cadeia alimentar dos peixes e de que outras criaturas marinhas ingerem pequenos fragmentos de polímeros.

“Estamos enfrentando um tsunami de resíduos plásticos e precisamos lidar com isso”, disse à BBC o oceanógrafo Erik van Sebille, da Universidade de Utrecht, na Holanda, que monitora a presença do plástico nos oceanos.

“Precisamos de uma mudança radical na maneira como lidamos com os restos do plástico. Mantendo os padrões atuais, teremos que esperar até 2060 para que mais plástico seja reciclado do que jogado em aterros e no meio ambiente. É devagar demais, não podemos esperar tanto”, afirmou.

Por que algumas pessoas não conseguem olhar para esta flor de lótus?

Outro motivo pelo qual a reciclagem de plástico ainda pode estar avançando lentamente é o design dos produtos, segundo Richard Thompson, professor de biologia marinha na Universidade de Plymouth, no Reino Unido.

“Se os produtos de plástico fossem criados com a reciclagem em mente, eles poderiam ser reutilizados muitas vezes. Uma garrafa, segundo alguns estudos, poderia ser reciclada até 20 vezes. Isso seria uma redução significativa dos resíduos”, disse à BBC.

Para Rolando Geyer, o ideal da reciclagem “é manter o material circulando pelo maior tempo possível”.

“No entanto, percebemos no nosso levantamento que 90% do material que de fato foi reciclado – cerca de 600 milhões de toneladas – só foi reciclado uma vez”, explica.

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*Fonte: bbc/brasil

É possível tomar “banho infinito” gastando apenas 10 litros de água – “Showerloop”

O princípio de seu funcionamento é o mesmo de outros chuveiros ecológicos, isto é, o reaproveitamento da água. Mas, com uma diferença, em vez de reaproveitar a água para outros fins, como no uso de descarga do vaso sanitário, por exemplo, o chuveiro Showerloop reaproveita a água para o próprio banho. Achou estranho? Então entenda logo abaixo.

De acordo com seus criadores, graças a essa tecnologia, a pessoa pode tomar banho por quanto tempo ela quiser usando apenas 10 litros de água. O segredo está no reaproveitamento da água, que por sua vez, passa por várias etapas de limpeza antes de ir literalmente para o ralo.

Explicando a ilustração abaixo. Na primeira etapa, uma tela retém os fios de cabelo. Mais adiante a água passa por um filtro de microfibra, depois uma camada de areia, depois uma de carvão ativado, que eliminam as partículas de sabão, e depois desses processos, a água é esterilizada por uma lâmpada de luz ultravioleta, sendo bombeada novamente para o chuveiro.

Um outra e importante vantagem do chuveiro é sua economia de energia elétrica, pois a água é esquentada no momento em que o registro do chuveiro está sendo aberto.

O kit do produto foi lançado na Europa por um preço de 1.500 euros, sem incluir o custo da instalação. Veja o vídeo abaixo – em inglês.

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*Fonte: engenhariae

Más notícias para quem curte tomar água com gás

Muitas pessoas acham que deixar de lado o hábito de tomar refrigerante é uma boa escolha – e é mesmo. A questão é que tem gente por aí substituindo uma bebida gaseificada por outra, afinal a lógica de que água com gás não faz mal, afinal estamos falando de água, parece bastante sensata, não é mesmo? Bem… Nem tanto.

Infelizmente, tomar água com gás parece não ser uma escolha saudável, ao contrário do que pode parecer. A água gaseificada é feita com dióxido de carbono sob pressão, e isso faz mal aos dentes e, para piorar, pode contribuir para o ganho de peso de algumas pessoas.

De acordo com o dentista Adam Thorne, de Londres, o problema é que a maioria das pessoas não sabe que a água com gás é extremamente ácida, e que as suas bolhas são ótimas em corroer o esmalte dos nossos dentes – em longo prazo, isso deixa nossa dentição fraca e amarelada.
Há controvérsias

Já para Edmond R. Hewlett, da American Dental Association, o que torna uma água ácida é a adição de sabores: “é o sabor e não a carbonatação que diminui o PH (e aumenta a acidez) a um nível que potencialmente pode corroer o esmalte dentário”, disse ele, em declaração publicada no The Sun.

Segundo Hewlett, há estudos que comprovam que águas gaseificadas sem sabor, assim como a água normal, têm um potencial erosivo muito baixo, não representando risco para o esmalte dos dentes.

Ainda assim, já é comprovado que a água com gás pode nos tornar mais gordinhos, mesmo que ela não tenha calorias. Isso acontece porque o dióxido de carbono presente na bebida pode nos causar a sensação de fome, e acabamos comendo mais do que comeríamos se tivéssemos ingerido uma água normal, sem gás.

Nessa mesma pesquisa ficou comprovado que a água gaseificada aumenta os níveis do hormônio grelina, que nos causa fome – e não estamos falando de pouca coisa, não, mas de um aumento que chega a até seis vezes.

 

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*Fonte: megacurioso

Empresas desenvolvem telha que substitui as placas solares

Unir sustentabilidade e beleza é um dos desafios do mercado de arquitetura. Por isso, com o objetivo de solucionar os “problemas estéticos” envolvendo as placas solares convencionais, as empresas italianas Area Industrie Ceramiche e REM aprimoraram a tecnologia e desenvolveram a Tegola Solare, uma telha cerâmica fotovoltaica, que se integra à estrutura da casa ou edifício.

Pelo fato de os painéis tradicionais serem grandes e pesados, eram alvo de reclamações de parte do público, que rejeitava os modelos alegando que não queria danificar a estética dos telhados, fator que impedia a disseminação da energia solar.

Feitas de cerâmica, as telhas possuem quatro células fotovoltaicas embutidas e a fiação segue embaixo do telhado para o conversor.

Segundo o fabricante, além de ser capaz de substituir os painéis para captação de luz do sol, a Tegola Solare pode gerar cerca de 3kw de energia em uma área instalada de 40m², ou seja, um telhado completo ou parcialmente coberto já poderia suprir as necessidades energéticas de uma casa facilmente. Entretanto, essas telhas ainda são mais caras do que as placas convencionais.

Reprodução / REM Instalação das telhas solares é igual a de qualquer outro telhado.

A Tegola Solare já faz sucesso fora do Brasil, principalmente na cidade italiana de Veneza, local onde a maioria dessas peças já foram instaladas. A Itália é um país que possui muitas casas antigas e os centros históricos têm muitas regras de preservação, logo, em algumas cidades, a colocação de painéis solares é muitas vezes proibida por lei.
Instalação

A instalação das telhas fotovoltaicas é feita normalmente, como a de qualquer outro telhado, e a área que captará a luz solar depende da necessidade do imóvel. Por isso, os fabricantes também disponibilizam o mesmo modelo em telhas comuns.

Se houver a necessidade de substituição de alguma dessas peças, o processo também é simples, devido ao aspecto modular do telhado.
Outros modelos de telhas solares

Como o mercado da arquitetura sustentável cresce cada vez mais, outras empresas pelo mundo já vinham desenvolvendo tipos de telhas solares, inclusive a própria Area Industrie Ceramiche já havia feito um modelo onde pequenos painéis fotovoltaicos eram acoplados no lado liso das peças cerâmicas. A empresa americana SRS Energy também produz uma placa em formato de telha de barro na cor azul escuro, porém, ela só é compatível com as telhas de cerâmica fabricadas por outra empresa parceira.

 

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*Fonte: pensamentoverde

 

28 toneladas de sódio serão retiradas da alimentação do brasileiro até 2022

Após um acordo entre o governo federal e a Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (Abia) ocorreu uma retirada de 17 mil toneladas de sódio dos alimentos fabricados entre 2011 e 2016. A parceria, renovada até 2022, tem objetivo ainda de acabar com o total de 28,5 mil toneladas de sódio dos produtos.

De acordo com informações do Ministério da Saúde, a primeira categoria a reduzir sódio em sua composição no novo acordo foi a de pães, bisnaguinhas e massas instantâneas. Em 2011, quatro fatias de pão por dia representavam 40% da quantidade de sódio diária (796 mg). Após o acordo, esse índice, em 2016, passou a ser 22% (450 mg). Em 2020, a expectativa é chegar a 20% (400 mg).

“É uma área importante já que é a que mais aporta sal na alimentação da população. A parceria com a indústria é essencial para permitir uma redução de sódio na composição dos alimentos”, ressalta a coordenadora-geral de alimentação e nutrição do Ministério da Saúde, Michele Lessa.

O brasileiro ingere 12 gramas de sódio por dia, mais que o dobro do máximo sugerido pela Organização Mundial da Saúde (OMS), de cinco gramas. Esses hábitos são responsáveis por causar doenças como hipertensão, diabetes e obesidade que, junto a doenças cardiovasculares, respiratórias e câncer, respondem por 72% dos óbitos no país.

Durante os cinco anos de vigência do acordo entre governo e a Abia, foi detectada redução no teor de sódio em 30 categorias de produtos da indústria de alimentos, que representam cerca de 70% do faturamento do setor. Confira alguns destaques:

Mistura para sopas: quantidade caiu 65,15%. Antes, eram mais de 300mg de sódio para cada 100g de alimento. Agora, são 115,5mg.

Sopas instantâneas: a redução foi de 49,14%. Quantidade passou de 339,4mg para 170mg por 100g de alimento.

Linguiça cozida a temperatura ambiente: foram registradas reduções de 15,6% .

Linguiça frescal: a redução foi de 10,5%.

Linguiça cozida resfriada: redução de 9,4%.

Queijos e requeijões: reduções de 23,1% e 20,4%, respectivamente.

O acordo foi renovado no mês passado pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros. Na ocasião, foi lançado também o Portal Saúde Brasil -, ferramenta digital com orientações sobre os benefícios da adoção de hábitos saudáveis.

 

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*Fonte: ciclovivo