Al Gore TED Talk: Caso de otimismo nas mudanças climáticas (TED Talk 2016)

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7 dicas de como economizar energia e a importância da conscientização na escola

A energia elétrica é um dos bens mais consumidos em todo o mundo, um dado que também vale para o Brasil: um país de grandes dimensões e que precisa gerar uma quantidade muito grande de eletricidade para suprir às necessidades de toda a população.

Para que a energia elétrica não seja utilizada de maneira desordenada e irresponsável, podendo acarretar em crises relacionadas à escassez, é importante que haja uma conscientização da população a respeito da economia de energia. Isso se torna ainda mais importante se levarmos em conta que o consumo desenfreado representa também um prejuízo ambiental muito grande.

A conscientização sobre a importância da economia de eletricidade, portanto, é fundamental para a sociedade como um todo e deve ser iniciada ainda nas escolas, de modo a garantir que as crianças desenvolvam conscientização ambiental desde cedo.

7 dicas importantes para economizar energia elétrica

Prefira lâmpadas econômicas

As lâmpadas fluorescentes podem representar uma grande economia de energia em relação ao uso lâmpadas incandescentes, gerando um consumo bem menor de eletricidade para seu funcionamento.

Utilize a luz natural

A luz do dia pode ser melhor utilizada para que não seja necessário acender lâmpadas para iluminar ambientes durante o dia. Nesse sentido, a instalação de janelas, claraboias ou prateleiras de luz podem contribuir para a economia de energia.

Pinte ambientes em cores claras

A utilização da luz natural pode ser ainda melhor no caso de ambientes pintados em cores claras, pois isto fará com que a luz reflita no espaço e o ambiente seja mais facilmente iluminado. Além disso, ambientes com cores claras podem ser iluminados com lâmpadas mais econômicas, não demandando de um grande consumo de energia.

Não deixe luzes acesas desnecessariamente

Embora pareça uma dica óbvia, grande parte do consumo de energia em residências acontece pelo hábito de deixar luzes acesas em ambientes vazios. Desta forma, uma maneira simples de diminuir o consumo de energia é simplesmente apagando as luzes ao sair de cada cômodo.

Mantenha os aparelhos sempre em bom estado

Aparelhos elétricos e eletrodomésticos desgastados podem facilmente contribuir para um maior consumo de energia, pois necessitam de mais força para compensar quaisquer defeitos. Assim, itens como a borracha de vedação da geladeira ou filtros de ar-condicionado devem sempre ser verificados e limpos ou trocados quando necessário.

Não deixe aparelhos eletrônicos ligados

Entre os aparelhos que mais consomem energia, os eletrônicos aparecem entre os líderes sem sombra de dúvidas. Isso acontece especialmente pelo fato de eles ficarem ligados sem necessidade quando estão fora de uso. Mantê-los em stand-by, por exemplo, pode significar um aumento de até 12% no consumo de energia.

Opte por um sistema de aquecimento solar para água

Um modo prático de economizar energia é a utilização de aquecimento solar de água. Este tipo de aquecimento proporciona uma significativa economia, pois pode proporcionar um gasto mínimo com chuveiros elétricos, um dos itens que mais consomem energia dentro de uma residência.

 

 

 

 

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*Fonte: pensamentoverde

O homem aponta sua câmera no gelo – Segundos depois ele CAPTA o inesperado

O fotógrafo James Balog e sua equipe estavam examinando uma geleira quando suas câmeras capturaram algo fora do comum.

O incidente ocorreu na Groenlândia, onde James e seus companheiros estavam reunindo imagens de câmeras que foram implantadas ao redor do Círculo Ártico ao longo dos anos.

James e sua equipe estavam procurando por algumas boas fotos para um documentário, mas ninguém estava preparado para o que logo se desdobraria na frente de seus olhos.

Embora o fotógrafo americano James Balog se especialize em fotografia da natureza, por um longo tempo, ele não acreditou nas mudanças climáticas.

Na verdade, por quase 20 anos, provocou cientistas sobre o aquecimento global.

 

“Eu não pensei que os humanos fossem capazes de mudar a física e a química básicas de todo esse planeta enorme. Não pareceu provável, não pareceu possível “, diz Balog.

 

Não foi até 2005 que Balog percebeu que algo estava errado enquanto faz uma análise detalhada de como as mudanças climáticas afetam a natureza.

Durante uma expedição fotográfica com o National Geographic para o Ártico, ele viu o enorme dano de primeira mão. Exatamente 10 anos depois, o filme “Pasing Ice” de Balogs estreou, e ele decidiu documentar o derretimento das geleiras com um exército de câmeras.

E foi nesse contexto que Balog pegou uma das cenas mais espetaculares já filmadas.

Em menos de uma hora e 15 minutos, Balog e sua equipe e viu um pedaço de geleira do tamanho do Lower Manhattan cair no oceano.

O evento histórico foi gravado no Guinness Book of Records e mostra claramente quão grave é a situação para o clima da Terra. Tanto quanto alguém sabe, foi um desastre geológico sem precedentes. Infelizmente, porém, é improvável que seja o último de seu tipo.

Em novembro de 2016, o Ártico foi 20 graus mais quente do que a média, o que é muito mais quente do que os modelos de pesquisa já predisseram.

Infelizmente, somos confrontados com um desastre se não reduziremos as emissões globais de gases com efeito de estufa até 2070. Mas, no lado positivo, ainda temos a chance de fazer isso acontecer.

Felizmente, este vídeo ajudará a convencer mais pessoas do quão grave é a situação, de modo que juntos podemos ajudar a reverter a tendência!

Ninguém pode fazer tudo, mas todos podem fazer alguma coisa. Por favor compartilhe!
O que você acha ?

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*Fonte: loyalys

Níveis de dióxido de carbono são os mais altos em 3 milhões de anos

A concentração de dióxido de carbono atmosférico (CO2) na Terra é a mais alta já vista em pelo menos 3 milhões de anos.

Em 2015, as concentrações médias globais de CO2 na atmosfera encontravam-se em 400 partes por milhão (ppm), aumentando para 403,3 ppm no ano passado, devido a emissões causadas por humanos em paralelo com um forte fenômeno El Niño.

Este é um novo recorde. Antes disso, o maior aumento anual registrado de CO2 ocorreu entre 2012 e 2013.

“Os números não mentem”, disse o chefe do departamento de meio ambiente da ONU, Erik Solheim. “Nós ainda estamos emitindo muito CO2 e isso precisa ser revertido. Devemos redobrar nossos esforços para garantir que novas tecnologias com baixa emissão de carbono possam prosperar”.

 

Cenário sombrio

As observações, recolhidas pelo programa Global Atmosphere Watch Program, da Organização Meteorológica Mundial (OMM), revelam que o CO2 atmosférico médio está agora em 145% o seu nível pré-industrial (antes de 1750), enquanto o metano e o óxido nitroso estão em 257% e 122%, respectivamente.

Não é possível saber quanto desse aumento é devido ao El Niño, que desencadeia secas que reduzem a capacidade dos sumidouros naturais de carbono, como as florestas, de absorver o gás.

No entanto, é claro que o resto desse aumento sem precedentes cai diretamente nos ombros da humanidade.

 

Luta mundial

Felizmente, muitos países já estão adotando medidas importantes para melhorar esta situação desoladora.

Por exemplo, na China, o governo está fechando cerca de 40% das fábricas para reduzir a poluição, enquanto a Holanda está se preparando para acabar com todo o uso de carvão na sua indústria até o final da próxima década.

A cidade de Oxford, no Reino Unido, quer se tornar a primeira livre de emissões de carbono no mundo até 2035, enquanto a Austrália está preparando o que será em breve a maior usina de energia solar do mundo.

Apesar da falta de ação dos Estado Unidos, que se recusa a deixar o carvão de lado, apesar de ser um dos maiores produtores de CO2 do mundo, muitas nações estão se unindo para enfrentar a mudança climática na esteira do Acordo de Paris da ONU – e é por elas que o meio ambiente está torcendo. [ScienceAlert]

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*Fonte: hypescience

6 exemplos de hábitos de higiene ambiental para fazer na cozinha

O principal hábito para manter a higiene dentro da cozinha é manter o local limpo e desinfetado.

O conceito de higiene ambiental diz respeito a técnicas de higienização de ambientes para que eles se adéquem às condições sanitárias necessárias. Em outras palavras, este é um cuidado que garante que não haja prejuízo à saúde humana, já que ela impede a contaminação por bactérias, vírus, fungos e outros seres nocivos. Além disso, ela contribui para a redução dos riscos de transmissão de doenças por ar, água e solo.

Apesar de ser importante em todos os lugares, a higiene ambiental na cozinha merece atenção especial. Isso porque os hábitos de higiene neste local garantem que ele se torne mais seguro e saudável para os alimentos e, consequentemente, para as pessoas.
Exemplos de hábitos de higiene ambiental para a cozinha

Lavar legumes, verduras, vegetais e frutas

Para os alimentos folhosos, lave-os folha a folha em água corrente potável, além de retirar as partes estragadas e qualquer resíduo. Depois, tanto no caso dos folhosos quanto outros, emerja-os em uma solução clorada e, por fim, escorra as sujeiras que se soltarem e termine enxaguando bem com água corrente.

Separar o lixo

Utilize lixeiras com tampa e com sacolas plásticas para afastar possíveis roedores, baratas e outras pragas. Além disso, separe os resíduos orgânicos dos recicláveis e deposite-os nos lugares certos para a remoção.

Limpeza e desinfecção

A limpeza das bancadas e locais de preparo dos alimentos deve ser feita com atenção e, dependendo do caso, com produtos químicos específicos. Para começar, é preciso retirar toda a sujeira sobressalente — incluindo sobras, gorduras e poeira — e depois, para desinfetar, use detergente neutro e aplique uma solução clorada ou álcool sobre a superfície.

Proteção dos alimentos

Proteja os alimentos quando estiverem armazenados e quando estiverem no meio do processo de preparo. O melhor jeito de fazer isso é utilizando plástico filme para guardar os itens.

Atenção à validade dos alimentos

Sempre que possível, faça quantidades de comida suficientes apenas para as refeições do dia — ou, no máximo, para o dia seguinte. Isso porque os alimentos têm uma durabilidade limitada, especialmente depois de preparados, e o ideal é que eles sejam consumidos apenas algumas horas depois de prontos.

Contaminação cruzada

Usar os mesmos potes, panelas ou talheres durante o preparo da refeição pode levar bactérias e sujeiras de um produto para outro. Evite a contaminação cruzada separando os utensílios.

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*Fonte: pensamentoverde

Conheça o destino do lixo no Brasil e sua relação com a produção e descarte

Você sabia que o Brasil é responsável por produzir cerca de 240 mil toneladas de lixo por dia? Além disso, o País ainda não dispõe de programas de reciclagem suficientes para acabar com o problema: embora se fale muito sobre sustentabilidade, o Brasil ainda são poucas as prefeituras brasileiras que apresentam projetos que visam resolver o problema do lixo nas cidades.

Além de não realizarem um bom reaproveitamento dos resíduos, a maioria das grandes cidades ainda não tem um destino adequado para o lixo que é gerado por sua população. Essa é uma questão que tem gerado grandes problemas ambientais, prejudicando a saúde e o futuro da sociedade como um todo.
Qual o destino do lixo no Brasil?

De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 73% do lixo produzido no País ainda tem como destino os aterros sanitários. Isso ocorre, de forma geral, porque enviar o lixo para esses locais ainda é muito mais barato do que investir em programas eficientes de reciclagem.

Nesse aspecto, vale ressaltar que o restante do lixo produzido no Brasil tem como destino os lixões, além de terrenos baldios e rios. Nenhum desses espaços são controlados pelas prefeituras e, como consequência, geram alto índice de poluição do solo e das águas. Em outras palavras, a maior parte do lixo do País é descartada em terrenos em céu aberto, sem qualquer tipo de controle, enquanto apenas 2% é enviado para os programas de reciclagem.

Consequências do destino incorreto do lixo

– Poluição e contaminação dos solos e das águas;
– Liberação de gases do efeito estufa e, consequentemente, proliferação de insetos transmissores de doenças;
– Desperdício de materiais recicláveis e de energia;
– Produção de gases nocivos à atmosfera.

O que tem sido feito para acabar com o problema do lixo?

Atualmente, algumas prefeituras vêm desenvolvendo programas de reciclagem e estimulando a coleta seletiva, que consiste na separação do lixo por categorias (papel, vidro, plástico, metal, entre outros). Porém, essas medidas ainda não têm sido suficientes para resolver o problema.

Outra medida que vale a pena destacar é a logística reversa, que vem sendo uma excelente solução para minimizar o acúmulo de lixo nas cidades. Esse processo consiste no retorno do produto para o fabricante, após o consumido. É o que as fábricas de lâmpadas e pilhas, por exemplo, vêm fazendo para recolher os resíduos dos produtos que eles mesmos produzem.

A dinâmica Ambiental é uma empresa especializada em gerenciamento de resíduos, atuando em todo o território nacional na área de engenharia reversa, oferecendo descaracterização e destinação correta para aerossóis e produtos inservíveis. Conheça nossos serviços!

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*Fonte: dinamicamabiental

Impacto das embalagens: o que fazer com os problemas gerados no meio ambiente?

Você já reparou que praticamente todos os produtos que você leva para casa estão associados a pelo menos uma embalagem? Isso vale inclusive para as frutas e outros produtos in natura, que geralmente são carregados dentro de uma ou mais sacolas plásticas. Se você comprar sabão em pó, detergente, refrigerante e aveia em flocos, por exemplo, já são quatro embalagens diferentes.

Para onde vão todas elas? Como você faz o descarte de cada uma delas? Em geral, espera-se que as embalagens acabem em aterros sanitários e lixões, mas isso nem sempre acontece: basta uma chuva mais forte para vermos diversas delas nos rios, entupindo bueiros e causando enchentes e diversos outros problemas ambientais.

Mesmo as embalagens que são descartadas corretamente nos aterros ocupam espaço e causam transtornos. Isso porque uma simples embalagem de papel ou papelão leva entre 3 e 6 meses para se decompor na natureza, enquanto a embalagem de metal leva mais de 100 anos para completar o processo de decomposição, o alumínio mais de 200 anos, o plástico mais de 400 anos e o vidro mais de mil.

Esses números são assustadores, especialmente se levarmos em conta que apenas o Brasil registra um volume de 25 mil toneladas de embalagens que são direcionadas diariamente aos depósitos de lixo. Elas correspondem a somente 20% do lixo produzido pela população brasileira. Vale destacar que esse descarte, quando feito no meio ambiente, ameaça espécies aquáticas e terrestres, além de poluir o solo, a atmosfera e prejudicar a vida como um todo.

Qual a solução para reduzir o impacto das embalagens no meio ambiente?

A solução para o problema não é fácil, pois depende essencialmente de uma evolução da consciência humana em vários níveis. Uma das formas de combater a proliferação de embalagens e de resíduos no meio ambiente é reduzindo o próprio consumo. Se as pessoas se preocuparem em consumir somente aquilo do que necessitam, já fará uma grande diferença.

Ainda sob a perspectiva da conscientização, as pessoas podem dar preferência a embalagens que sejam reutilizáveis e/ou recicláveis, pois o ideal é que essas embalagens não retornem ao meio ambiente na forma de resíduos. Além disso, com a reutilização, o reaproveitamento e a reciclagem, é reduzida a demanda por novas matérias-primas, preservando os recursos naturais e tornando a relação do homem com a natureza menos predatória.

Do ponto de vista governamental, é preciso que sejam criadas políticas de conscientização em todos os níveis, envolvendo empresas e cidadãos, programas de pesquisas em tecnologia de transformação e reciclagem de materiais, sobretudo no que diz respeito à utilização de plásticos biodegradáveis para confecção das embalagens.

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*Fonte: pensamentoverde

Veja 5 exemplos de recursos naturais não-renováveis que são muito utilizados

Os recursos naturais não-renováveis são matérias-primas que foram extraídas da natureza e que não poderão nunca mais voltar para seu lugar de origem, ou seja: uma vez extraído, o elemento não será renovado. Tratam-se de fontes de reservas limitadas e que, se não forem utilizadas da maneira correta, podem acabar por completo ou levar milhares de anos para serem produzidas novamente pela natureza.

Esses recursos são diferentes dos chamados naturais renováveis, que estão em constante regeneração por possuírem reservatórios e fontes que nunca acabam — como é o caso da energia solar, energia eólica e energia hidráulica.

Exemplos de recursos naturais não renováveis:

Combustíveis fósseis

Os combustíveis fósseis são excelentes exemplos de recursos naturais não renováveis, uma vez que se tratam de reservas limitadas, que precisam de muito cuidado e responsabilidade ao serem extraídas. O petróleo, o gás natural e o carvão são os principais exemplos dos combustíveis fósseis.

Pedras preciosas

Diamante e outras pedras preciosas são extremamente difíceis de serem encontradas e, por isso, são itens muito desejados e valiosos.

Carvão

Combustível fóssil responsável por impulsionar a Revolução Industrial entre os séculos XVIII e XIX, o carvão é um recurso natural não renovável que não é encontrado em abundância na natureza, devendo ser usado e extraído conscientemente.

O carvão é encontrado em locais subterrâneos e campos mais superficiais e, junto com o petróleo, é um dos recursos que mais agridem a natureza, pois produz materiais altamente tóxicos que poluem mares e rios.

Matéria prima do vidro

Embora o vidro não seja um recurso natural não renovável, os elementos utilizados para desenvolvê-lo são: soda cáustica, cal e sílica.

Ouro e prata

O ouro e a prata são muito difíceis de serem encontrados e, quando o são, acabam sendo transformados de maneira intensa. Por esse motivo eles se tonam incapazes de voltar à natureza. São valorizados e muito bonitos, assim como as pedras preciosas.

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*Fonte: pensamentoverde

Por qual razão ambiental o gás CFC tem sido substituído?

O Clorofluorcarboneto (CFC) é um tipo de gás que está presente na estrutura de geladeiras e aparelhos de ar condicionado, além de sprays, aerossóis e solventes. Por se tratar de um composto que prejudica a natureza de diversas maneiras, no entanto, o CFC tem sido substituído por outras soluções que são menos agressivas ao meio ambiente.

O CFC foi criado em 1928, sendo composto por carbono, flúor e cloro. A principal razão que leva este produto a ser substituído é a forma como ele afeta negativamente a camada de ozônio — que tem o papel de amenizar os efeitos nocivos dos raios solares. Para efeitos comparativos, vale lembrar que esse gás é 15 mil vezes mais prejudicial ao meio ambiente do que o dióxido de carbono.

Quais são os malefícios causados pelo gás CFC?

Como já foi dito, o clorofluorcarbono é um dos principais causadores do buraco na camada de ozônio, a grande responsável por proteger os seres vivos dos raios solares. Esse composto pode agir por até 75 anos, prejudicando a natureza e a vida terrestre ao longo de décadas.

Esse efeito devastador ocorre porque o CFC, após ser liberado na atmosfera, fica concentrado na estratosfera — que é justamente a camada do planeta na qual está localizada a camada de ozônio. Com isso, o gás passa a apresentar uma reação que libera radicais livres de Cloro, que causa a decomposição do ozônio.

Devido aos malefícios causados ao planeta, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) determinou o banimento de produtos aerossóis, perfumes e sprays contendo CFC.

Quais compostos substituem o gás CFC?

O CFC vem sendo substituído principalmente pelos hidroclorofluorcarbonetos (HCFC) e hidrofluorcarbonetos (HFC), que causam danos bem menores à estratosfera, embora também contribuam para o efeito estufa e para o aquecimento global.

Desde que o Brasil firmou o acordo com o Protocolo de Montreal, que foi desenvolvido para banir gradativamente o uso do CFC, o País se comprometeu a eliminar a utilização deste tipo de gás até 2010. Porém, até o momento, o Brasil não conseguiu cumprir completamente o prometido.

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*Fonte: pensamentoverde

Ônibus elétrico bate recorde fazendo 1.772 km com apenas uma carga

Há uma semana, a empresa de transporte elétrico Proterra anunciou que estabeleceu um recorde mundial em direção de maior distância já percorrida por um veículo elétrico com uma única carga. O feito foi alcançado em New Carlisle, Indiana (EUA).

O modelo de ônibus “Catalyst E2 max” andou 1.772,2 quilômetros com velocidade média de 24 km/h. Nos últimos três anos consecutivos, a empresa demonstrou melhor desempenho em suas baterias. “Para o nosso ônibus elétrico quebrar o recorde mundial anterior de 1.631 quilômetros foi uma grande façanha”, disse Matt Horton, chefe comercial da Proterra.

A empresa espera que Catalyst E2 max surpreenda o mercado de automóveis devido ao baixo custo operacional por quilômetro em comparação com os ônibus convencionais movidos a combustíveis fósseis. De acordo com a Bloomberg New Energy Finance, os preços das baterias de íon de lítio caíram cerca de 72% desde 2010, e a economia de baterias continua a melhorar.

“Impulsionado pela melhor economia de custos por quilometragem, acreditamos que o business case para ônibus elétricos é superior a todas as outras aplicações e será o primeiro mercado a transitar completamente para veículos com energia elétrica”, acredita Ryan Popple, CEO da Proterra.

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*Fonte/textos: ciclovivo

França proíbe venda de copos e pratos plásticos descartáveis

A nova lei faz parte do projeto “Transição Energética para o Crescimento Verde”. O primeiro passo foi dado em Julho com a proibição da venda de sacos de plástico.

Aprovada no mês passado, a nova legislação vai ser implementada progressivamente até 2020, dando tempo aos fabricantes e aos estabelecimentos comerciais para se adaptarem às novas regras.

Os utensílios descartáveis vão, ainda assim, continuar a existir mas deverão sofrer alterações: Os produtos devem ser 50% constituídos por materiais de origem vegetal e devem ser biodegradáveis. Esses materiais incluem, em particular, amido de milho, amido de batata, fibras têxteis ou de celulose, ou de bambu. Cinco anos depois, em 2025, o conteúdo vai aumentar para 60%.

Com esta medida, o país espera reduzir o impacto ambiental do plástico convencional, derivado de petróleo, que leva várias décadas para se decompor e é frequentemente associado a substâncias que podem ser tóxicas. Além disso, é esperada uma redução dos custos com energia para reciclagem dos utensílios descartáveis.

De acordo com a AFP, organizações ambientalistas elogiaram a lei francesa e esperam que sirva de exemplo a outros países. No entanto, os críticos argumentam que a proibição de produtos prejudica os consumidores e que as medidas francesas violam as regras da União Europeia sobre a livre circulação de mercadorias.

As estatísticas apontam que em 2015 os franceses descartaram 4,7 mil milhões de utensílios de plástico e que foram utilizados 17 mil milhões de sacos nos supermercados.

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*Fonte: jornaleconomico

Inspirado em técnica japonesa, Ibirapuera realiza banho de parque

Quem nunca se sentiu bem menos estressado ao entrar em contato com a natureza? Isso não é da sua cabeça, pois pesquisas comprovam que este contato é extremamente benéfico para a sua saúde física e mental.

Os japoneses sabendo disso criaram a técnica “Banho de Floresta”, onde comprovam os benefícios gerados durante um período de contemplação na natureza.

Diante da importância de difundirmos a necessidade de aumentarmos nossa conexão com a natureza nos centros urbanos, foi criado o Banho de Parque, baseado nessa técnica japonesa e aliado aos conceitos da Ecologia Profunda.

Quais são as melhoras do nosso corpo com a prática, segundo estudo?

Redução de batimentos cardíacos, da pressão arterial, da atividade do nervo simpático e melhoria da atividade do nervo parassimpático, melhora o humor, aumento nos níveis de energia e disposição, aceleração dos processos de recuperação de doenças, clareza mental e melhora na capacidade de focar, aumento da atividade das células de defesa do organismo.

A atividade será realizada em duas partes:

Parte teórica: sobre o benefício das árvores e sobre o Banho de Floresta;

Parte prática: Banho de Parque no Viveiro Manequinho Lopes.

A atividade acontece no dia 14 de setembro (quinta-feira) das 14h às 15h30 e 19 de setembro (terça-feira), das 10h às 11h30, na sede da UMAPAZ – Parque Ibirapuera. Av. Quarto Centenário, 1268. Mas é preciso se inscrever aqui antes.

 

 

 

 

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*Fonte: ciclovivo

Poluição por agrotóxicos: consequências “invisíveis” para a água, solo e ar

Estima-se que 99% dos agrotóxicos utilizados nas plantações se dispersam na natureza e causam diversos impactos ambientais

Desenvolvidos para eliminar pragas e doenças que atacam plantações, os agrotóxicos são produtos muito eficientes nessa função. Por outro lado, sua utilização contínua traz consequências graves para o meio ambiente e para a saúde humana.

O agrotóxico só perde para o esgoto não tratado quando se trata dos maiores contaminadores de rios brasileiros. Sua utilização nunca foi tão discutida e condenada, especialmente se levarmos em conta os altos índices de poluição de rios, solos e ar associados ao uso de inseticidas na agricultura.

Consequências do uso de agrotóxicos

Estima-se que o Brasil use 19% de todo o agrotóxico do mundo, sendo seu maior consumidor no planeta inteiro. Um dado curioso e alarmante é que 99% do inseticida inserido na plantação não ataca a praga que deveria matar, se dispersando na natureza e causando muitos impactos ambientais.

Os agrotóxicos se esvaem pelos rios, impregnam o solo e chegam às águas subterrâneas. O mesmo vale para o ar e os seres vivos que estão a seu redor. É possível mensurar o nível de contaminação dos rios pelo fato da agricultura ser a maior consumidor de água doce do mundo, chegando ao patamar de 70% de sua totalidade.

Essa água repleta de inseticida contamina os seres vivos presentes na região, inclusive as plantas aquáticas. De acordo com sua influência e localização, o dano pode ser muito maior e até irreversível para determinadas espécies.

Muitos desses danos são invisíveis, já que peixes contaminados por agrotóxicos podem ser consumidos por pessoas, propagando um efeito em cadeia de disseminação do inseticida. O ser humano que consome hortaliças contaminadas também acumula veneno por meio do consumo de alimentos.

No solo, a contaminação por agrotóxicos se torna contínua pelo poder que ele tem de reter grande quantidade de veneno ao longo dos anos, reduzindo sua fertilidade e empobrecendo seus nutrientes. A intoxicação do ar, por sua vez, acontece quando o produto fica em suspensão, sendo disseminado mais rapidamente pela força dos ventos e contaminando as pessoas através das vias respiratórias.

O papel dos agrotóxicos na poluição

O primeiro veneno a ser utilizado em cadeia foi o DDT, um pesticida que, quase um século depois de sua massificação, foi proibido em muitos países pela sua correlação com o câncer. No Brasil, embora ele tenha sido proibido para uso na agricultura, continuou a ser fabricado e usado em outros produtos até recentemente.

Outros venenos já proibidos por lei ainda são utilizados tranquilamente, sem que haja uma fiscalização rigorosa para impedir essa ação. A avaliação do poder do inseticida em prejudicar a natureza é feita baseada em quanto tempo eles persistem nos locais contaminados. Alguns mais simples se evaporam com um curto espaço de tempo, enquanto outros levam mais de 30 anos para sumirem por completo.

Mesmo com as informações sobre os danos causados pelos agrotóxicos, as proibições e os métodos alternativos de agricultura sem utilizá-los, o Brasil também se destaca pela falta de conscientização real da população e do Governo para adotar medidas que impeçam esses agentes poluentes e perigosos a permanecer no ciclo da contaminação.

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*Fonte: pensamentoverde

Mogno Brasileiro: conheça os riscos que colocam a árvore a caminho da extinção

O mogno é uma madeira de cor castanho avermelhada, de grande dureza e elevada intensidade, muito valorizada na marcenaria pela sua resistência e facilidade de manuseio. Considerada uma madeira nobre, o mogno está em grave risco de extinção.

O desmatamento da Floresta Amazônica tem como um dos seus principais fatores a extração clandestina do mogno. Todas as espécies do gênero Swietenia — que, além do mogno, inclui o cedro brasileiro e a andiroba — estão listadas como espécies que precisam ser protegidas e receber tratamento para serem devidamente preservadas.

Mogno: uma madeira de lei

A madeira de lei é definida pela sua qualidade e resistência, destacando-se por ser capaz de manter alta durabilidade mesmo com a proliferação de insetos e do excesso de umidade. Por conta dessas características, são as mais procuradas para construir móveis de alto nível e alicerces em obras. O mogno é considerado uma madeira de lei e, por conta de sua beleza e tonalidade depois de polido, é muito utilizado para a criação de móveis.

Além disso, o mogno possui timbre original e acústica para ressonância sonora, sendo também muito procurado para a produção de instrumentos musicais que valorizam as notas médio-grave — como violão, violoncelo, contrabaixo e alguns modelos de percussão.

A árvore é típica de florestas tropicais chamadas de “terra firme” (sem a presença direta do mar), sendo encontrada no Brasil na Região Amazônica, bem como nos estados do Goiás, Mato Grosso, Tocantins e Maranhão.
O desmatamento das florestas pela busca do mogno

A maior parte das reservas de mogno da Floresta Amazônica já não existe mais, e sua concentração está nas áreas mais difíceis da região. Esta árvore já é considerada uma espécie em vias de extinção, o que não impede que ela continue sendo extraída de forma clandestina por madeireiros.

A retirada clandestina do mogno não destrói apenas sua árvore: uma vez que ela fica no meio da floresta, quando derrubada, cerca de 30 outras árvores acabam sendo levadas junto. A criação de estradas para transporte da madeira também é feita irregularmente, sem qualquer estudo geográfico ou cuidado com o desmatamento desmedido e com as espécies que são destruídas.

Conhecido como “ouro verde”, o mogno é muito cobiçado pelo mercado internacional, e seus maiores compradores são os Estados Unidos, Holanda, Alemanha e Inglaterra. O valor das peças no mercado diz muito sobre essa procura, já que é possível vender o metro cúbico de mogno pela média de U$ 1400, e um móvel já pronto vale muito mais. No Brasil, o mesmo metro cúbico custa cerca de R$ 25 quando adquirido diretamente com os donos de fazenda e tribos indígenas — isso quando o material não pé roubado.

 

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: pensamentoverde

Como a exposição ao silêncio pode beneficiar o seu cérebro (e a sua saúde)

Pesquisas recentes sugerem que a exposição prolongada e repetida ao silêncio pode resultar em melhora na saúde.
Duas horas de silêncio por dia poderia melhorar a região do cérebro relacionada à formação da memória, envolvendo os sentidos.

Como a exposição ao silêncio pode beneficiar o seu cérebro (e a sua saúde)

Nos últimos anos, os pesquisadores têm destacado o poder peculiar do silêncio para acalmar nossos corpos, aumentar o volume em nossos pensamentos internos e sintonizar nossa conexão com o mundo. Suas descobertas começam em pesquisas sobre o contrário do silêncio – o barulho.

Muito já se escreveu sobre a “poluição sonora”, uma expressão criada na década de 1960, quando os cientistas descobriram que a exposição diária ao barulho intenso das estradas e aeroportos estava ligada a uma variedade de problemas de saúde: doenças cardíacas, problemas de sono, pressão alta e, menos surpreendentemente, perda auditiva. Os sons podem ser tão intensos que podem até causar danos muito mais imediatos, forte o suficiente para rasgar um buraco em seus tímpanos.

Se a exposição excessiva a sons altos é ruim para nós, a falta de som significa a falta de danos físicos causados pela poluição sonora. O silêncio é neutro. Segundo um artigo de Daniel Gross publicado na revista Nautilus, diversas pesquisas recentes sugerem que a exposição prolongada e repetida ao silêncio pode resultar em saúde melhorada, assim como a exposição prolongada e repetida ao ruído pode debilitá-la.

Estudos de fisiologia humana ajudam a explicar: as ondas sonoras vibram os ossos da orelha, que transmitem o movimento para a cóclea em forma de caracol. A cóclea converte as vibrações físicas em sinais elétricos que o cérebro recebe. O corpo reage imediatamente e poderosamente a esses sinais, mesmo no meio do sono profundo. Pesquisas neurofisiológicas sugerem que os ruídos ativam primeiramente a amígdala cerebeloza, aglomerados de neurônios localizados nos lobos temporais do cérebro, associados à formação de memória e à emoção. A ativação solicita uma liberação imediata de hormônios do estresse, como o cortisol. Pessoas que vivem em ambientes barulhentos, muitas vezes experimentam níveis cronicamente elevados de hormônios do estresse.

Em 2011, a Organização Mundial de Saúde concluiu que os 340 milhões de habitantes da Europa Ocidental – aproximadamente a mesma população dos Estados Unidos – perderam anualmente um milhão de anos de vida saudável por causa do ruído. Eles até argumentaram que três mil mortes por doenças cardíacas eram, em sua raiz, o resultado de ruído excessivo.

Então, a primeira conclusão é que o silêncio é bom pelo o que ele não faz – não acorda, não nos irrita ou não nos mata. Mas quais seriam então seus benefícios pelo que faz?

O artigo de Gross cita algumas pesquisas com interessantes revelações e a maioria delas foi descoberta por acaso, como no caso do pesquisador Luciano Bernardi que realizava um estudo dos efeitos fisiológicos da música em 2006. Bernardi queria mostrar o impacto da música relaxante no cérebro, e, para sua surpresa, descobriu que entre as faixas musicais, em trechos de silêncio inseridos aleatoriamente revelaram-se muito mais relaxantes do que a música “relaxante”. As pausas em branco que Bernardi considerava irrelevantes, em outras palavras, tornou-se o objeto de estudo mais interessante.

Outra pesquisadora citada no artigo que analisou esta questão foi a bióloga regenerativa da Universidade Duke, Imke Kirste. Em 2013, ela estudava os efeitos dos sons no cérebro de ratos adultos. Como Bernardi, ela pensou no silêncio como um controle que não produziria um efeito. Mas para sua grande surpresa, Kirste descobriu que duas horas de silêncio por dia levaram ao desenvolvimento celular no hipocampo, a região do cérebro relacionada à formação da memória, envolvendo os sentidos. Isso era profundamente intrigante: a ausência total de insumos estava tendo um efeito mais pronunciado do que qualquer tipo de entrada testada.

O crescimento de novas células no cérebro nem sempre tem benefícios para a saúde. Mas, neste caso, Kirste diz que as células pareciam se tornar neurônios funcionais. “Vimos que o silêncio está realmente ajudando as novas células geradas a se diferenciar em neurônios, e se integrar no sistema”.

Imagine, por exemplo, que você está ouvindo uma música que gosta muito quando o rádio de repente desliga. Neurologistas descobriram que se você conhece bem a música, o córtex auditivo do seu cérebro permanece ativo, como se a música ainda estivesse tocando. “O que você está ‘ouvindo’ não está sendo gerado pelo mundo exterior”, diz David Kraemer, que conduziu esses tipos de experimentos em seu laboratório de Dartmouth College. “Você está recuperando uma memória”. Os sons nem sempre são responsáveis pelas sensações, às vezes nossas sensações subjetivas são responsáveis pela ilusão do som.

Alguns cientistas esperam que essas descobertas possam conduzir a tratamentos potenciais para pessoas com distúrbios associados ao abrandamento do crescimento celular no hipocampo, como demência ou depressão. Mas até agora, pelo menos, a neurociência do silêncio parece sugerir isso: para o cérebro, o silêncio faz bem.

Uma maneira de aproveitar o silêncio é através da prática do tradicional banho de floresta japônes (shinrin-yoku), que traz divesros benefícios à saúde, veja aqui. Um outro estudo também avaliou que sentir o cheiro da naturza reduz estresse e doenças, veja aqui.

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*Fonte: ciclovivo

Entenda a importância do descarte correto das embalagens de aerossol

Segundo a Associação Brasileira de Aerossóis e Saneamento (ABAS), em 2014 foram consumidos aproximadamente 946 milhões de unidades de produtos aerossóis. Este número evidencia como este tipo de embalagem está presente em nosso cotidiano, sendo utilizado para higiene pessoal, odorizadores de ambiente, inseticidas e até medicamentos.

Entretanto, o que poucos sabem que é que, após o uso, essas embalagens não devem ser descartadas como um resíduo comum ou como um metal reciclável. Isso porque as embalagens aerossóis são extremamente perigosas, podendo causar explosões quando expostas a temperaturas próximas a 50ºC.

A destinação correta dos aerossóis pode evitar diversos problemas e minimizar os impactos negativos causados ao meio ambiente. Existem várias empresas que coletam as embalagens de aerossol, como é o caso da Dinâmica Ambiental, empresa especializada na engenharia reversa de produtos inservíveis.

Para entender melhor a importância do descarte das embalagens aerossóis, confira o vídeo produzido pelo canal GloboNews, em que Hélio Makoto, diretor comercial da Dinâmica Ambiental, fala a respeito do tema:

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*Fonte: dinamicaambiente

Blocos de vidro que geram energia solar prometem revolucionar a construção

Pesquisadores da Universidade de Exeter, na Inglaterra, desenvolveram blocos de vidros que possuem pequenas células solares embutidas. Imagine construir uma casa inteira usando blocos que geram energia? Um sonho que pode se tornar realidade.

Chamado Solar Squared (, eles ainda garantem isolamento térmico (o que é um problema em blocos de vidro comuns) e, ainda sim, permitem que a luz natural entre nos edifícios. Eles foram fabricados com tecnologia para garantir a máxima absorção solar.

Outra vantagem é que tais blocos de construção podem tanto ser integrados em novas construções quanto inseridos em reformas.
Foto:

“O design modular é completamente escalável e permite uma integração arquitetônica perfeita”, garantem os pesquisadores. “A natureza simplificada da tecnologia permite que ela seja incorporada em materiais de construção convencionais, o que significa que suas aplicações são inúmeras”.

A maior dificuldade até então é em relação ao preço. O professor Dr. Hasan Baig salienta que mais do que comparar com os painéis solares convencionais, é preciso agregar a economia energética que o produto vai gerar, além do valor do próprio bloco enquanto material de construção.

Os blocos estão em fase de protótipo e a equipe da Exeter aguarda uma patente sobre a tecnologia e logo começará os testes piloto.

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*Fonte: ciclovivo

 

 

 

Belo fenômeno no qual as copas das árvores evitam se tocar

Você provavelmente nunca ouviu falar desse fenômeno, mas pode já ter apreciado sua beleza.

A “copa tímida” (ou, em inglês, “crown shyness”) é um fenômeno que ocorre naturalmente em algumas espécies arbóreas, no qual as coroas de árvores vizinhas de altura similar não se tocam, mas ficam separadas por uma lacuna.

O efeito visual é impressionante, uma vez que cria bordas claramente definidas, semelhantes a rachaduras ou rios no céu, quando vistas de baixo.

A principal hipótese

Embora o fenômeno tenha sido observado pela primeira vez na década de 1920, os cientistas ainda não conseguiram chegar a um consenso sobre o que o causa.

Uma teoria sugere que esse espaço vazio pode ser causado por quebras de galhos e ramos em colisões violentas que ocorrem durante tempestades e ventos fortes. Experiências mostraram que, se as árvores com copa tímida forem artificialmente impedidas de balançar e colidir ao vento, elas gradualmente preenchem os espaços vazios no dossel.

Os pesquisadores também descobriram que o fenômeno não ocorre quando as árvores são jovens e curtas, mas sim se desenvolve mais tarde, uma vez que alcançam uma certa altura e são capazes de influenciar o vento.

As árvores com troncos finos têm copas relativamente pequenas por causa de sua menor capacidade de resistir à deflexão no vento. Portanto, balançam amplamente no vento e são mais propensas a colidir com as vizinhas.

Dúvidas

Um estudioso da Malásia que analisou a Dryobalanops aromatica, no entanto, não encontrou evidências de colisão de galhos devido ao contato. Ele sugeriu que as pontas crescentes dessas árvores eram sensíveis aos níveis de luz, e paravam de crescer quando se aproximavam de folhagem adjacente.

Talvez a “copa tímida” seja uma espécie de medida preventiva contra o sombreamento (otimizando a exposição à luz para a fotossíntese).

Alguns ainda sugerem que as árvores apresentam esse fenômeno como proteção, para evitar a propagação de larvas de insetos que destroem folhas.

Um dos poucos lugares onde o fenômeno pode ser observado é o Instituto de Pesquisa Florestal da Malásia, em Kuala Lumpur. Algumas das fotos que acompanham este artigo foram tiradas lá. A imagem do topo foi feita por Dag Peak na Plaza San Martins, em Buenos Aires, na Argentina. [ThisIsColossal, AmusingPlanet]

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*Fonte: hypescience

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Poluição ameaça ‘tornar a Terra um ‘Planeta de plástico’

Cientistas americanos calcularam a quantidade total de plástico já produzida pela humanidade, e afirmam que ela chega a 8,3 bilhões de toneladas.

E essa massa impressionante de material foi criada apenas nos últimos 65 anos.

A quantidade de plástico pesa tanto quanto 25 mil edifícios Empire State Building, em Nova York, ou um bilhão de elefantes.

A questão, no entanto, é que itens plásticos, como embalagens, costumam ser usados por curtos períodos de tempo antes de serem descartados.

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Mais de 70% da produção total de plástico está em esgotos, que vão principalmente para aterros sanitários – apesar de que a maior parte dela é acumulada nos ambientes abertos, incluindo os oceanos.

“Estamos caminhando rapidamente para um ‘Planeta de plástico’, e se não quisermos viver neste mundo, teremos que repensar a maneira como usamos alguns materiais”, disse à BBC o especialista em ecologia industrial Roland Geyer.

O estudo sobre o plástico feito por Geyer e seus colegas da Universidade de Califórnia, nos Estados Unidos foi divulgado pela publicação científica Science Advances.

Trata-se da primeira estimativa global de quanto plástico foi produzido, como o material é usado em todas as suas formas e aonde ele parar. Estes são alguns dos principais dados.

. 8,3 milhões de toneladas de plástico virgem foram produzidas nos últimos 65 anos

. Metade deste material foi produzido apenas nos últimos 13 anos

. Cerca de 30% da produção histórica continua sendo usada até hoje;

. Do plástico descartado, apenas 9% foi reciclado;

. Cerca de 12% foi incinerado, mas 79% terminou em aterros sanitários;

. Os itens de menos uso são embalagens, utilizadas por menos de um ano;

. Os produtos plásticos com uso mais longo estão nas áreas de construção civil e maquinaria;

. Tendências atuais apontam para a produção de 12 bilhões de toneladas de lixo plástico até 2050;

. Em 2014, a Europa teve o maior índice de reciclagem de plástico: 30%. A China veio em seguida com 25% e os EUA reciclaram apenas 9%.

Resíduo

Não há dúvida de que o plástico é um material impressionante. Sua adaptabilidade e durabilidade fizeram com que a produção e uso ultrapassasse a maior parte dos materiais feitos pelo homem, com a exceção de aço, cimento e tijolos.

Desde o começo da produção em massa do plástico nos anos 1950, os polímeros estão em toda parte – incorporados a tudo, desde embalagens até roupas, de partes de aviões a retardadores de chamas. Mas são justamente essas qualidades maravilhosas do plástico que representam um problema crescente.

Nenhum dos plásticos normalmente usados são biodegradáveis. A única forma de se desfazer de seus resíduos é destrui-los através de um processo de decomposição conhecido como pirólise ou por simples incineração – apesar de que este último é mais complicado, por causa de preocupações com as emissões de gases poluentes.

Enquanto não se desenvolve uma maneira eficiente e sustentável, o resíduo se acumula. Atualmente, segundo Geyer e seus colegas, há restos de plástico suficientes no mundo para cobrir um país inteiro do tamanho da Argentina.

A expectativa da equipe é que o novo levantamento dê impulso ao diálogo sobre como lidar com a questão.

“Nosso mantra é: não dá para administrar o que não dá pra medir. Então queremos divulgar esses números sem dizer ao mundo o que ele deveria estar fazendo, mas para começar uma discussão real”, afirma o pesquisador.

Os índices de reciclagem no mundo estão aumentando e a química moderna trouxe alternativas biodegradáveis ao plástico, mas fabricá-lo continua sendo tão barato que é difícil deixar de lado o produto.

A mesma equipe de pesquisadores da Universidade da Califórnia, Santa Barbara já havia produzido, em 2015, um levantamento do total de resíduos plásticos que vai para os oceanos a cada ano: 8 milhões de toneladas.

‘Tsunami’

A ida dos resíduos plásticos para o mar, em particular, é o principal alvo da preocupação dos cientistas nos últimos anos, por causa da comprovação de que parte deste material vai para a cadeia alimentar dos peixes e de que outras criaturas marinhas ingerem pequenos fragmentos de polímeros.

“Estamos enfrentando um tsunami de resíduos plásticos e precisamos lidar com isso”, disse à BBC o oceanógrafo Erik van Sebille, da Universidade de Utrecht, na Holanda, que monitora a presença do plástico nos oceanos.

“Precisamos de uma mudança radical na maneira como lidamos com os restos do plástico. Mantendo os padrões atuais, teremos que esperar até 2060 para que mais plástico seja reciclado do que jogado em aterros e no meio ambiente. É devagar demais, não podemos esperar tanto”, afirmou.

Por que algumas pessoas não conseguem olhar para esta flor de lótus?

Outro motivo pelo qual a reciclagem de plástico ainda pode estar avançando lentamente é o design dos produtos, segundo Richard Thompson, professor de biologia marinha na Universidade de Plymouth, no Reino Unido.

“Se os produtos de plástico fossem criados com a reciclagem em mente, eles poderiam ser reutilizados muitas vezes. Uma garrafa, segundo alguns estudos, poderia ser reciclada até 20 vezes. Isso seria uma redução significativa dos resíduos”, disse à BBC.

Para Rolando Geyer, o ideal da reciclagem “é manter o material circulando pelo maior tempo possível”.

“No entanto, percebemos no nosso levantamento que 90% do material que de fato foi reciclado – cerca de 600 milhões de toneladas – só foi reciclado uma vez”, explica.

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*Fonte: bbc/brasil

É possível tomar “banho infinito” gastando apenas 10 litros de água – “Showerloop”

O princípio de seu funcionamento é o mesmo de outros chuveiros ecológicos, isto é, o reaproveitamento da água. Mas, com uma diferença, em vez de reaproveitar a água para outros fins, como no uso de descarga do vaso sanitário, por exemplo, o chuveiro Showerloop reaproveita a água para o próprio banho. Achou estranho? Então entenda logo abaixo.

De acordo com seus criadores, graças a essa tecnologia, a pessoa pode tomar banho por quanto tempo ela quiser usando apenas 10 litros de água. O segredo está no reaproveitamento da água, que por sua vez, passa por várias etapas de limpeza antes de ir literalmente para o ralo.

Explicando a ilustração abaixo. Na primeira etapa, uma tela retém os fios de cabelo. Mais adiante a água passa por um filtro de microfibra, depois uma camada de areia, depois uma de carvão ativado, que eliminam as partículas de sabão, e depois desses processos, a água é esterilizada por uma lâmpada de luz ultravioleta, sendo bombeada novamente para o chuveiro.

Um outra e importante vantagem do chuveiro é sua economia de energia elétrica, pois a água é esquentada no momento em que o registro do chuveiro está sendo aberto.

O kit do produto foi lançado na Europa por um preço de 1.500 euros, sem incluir o custo da instalação. Veja o vídeo abaixo – em inglês.

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*Fonte: engenhariae

Más notícias para quem curte tomar água com gás

Muitas pessoas acham que deixar de lado o hábito de tomar refrigerante é uma boa escolha – e é mesmo. A questão é que tem gente por aí substituindo uma bebida gaseificada por outra, afinal a lógica de que água com gás não faz mal, afinal estamos falando de água, parece bastante sensata, não é mesmo? Bem… Nem tanto.

Infelizmente, tomar água com gás parece não ser uma escolha saudável, ao contrário do que pode parecer. A água gaseificada é feita com dióxido de carbono sob pressão, e isso faz mal aos dentes e, para piorar, pode contribuir para o ganho de peso de algumas pessoas.

De acordo com o dentista Adam Thorne, de Londres, o problema é que a maioria das pessoas não sabe que a água com gás é extremamente ácida, e que as suas bolhas são ótimas em corroer o esmalte dos nossos dentes – em longo prazo, isso deixa nossa dentição fraca e amarelada.
Há controvérsias

Já para Edmond R. Hewlett, da American Dental Association, o que torna uma água ácida é a adição de sabores: “é o sabor e não a carbonatação que diminui o PH (e aumenta a acidez) a um nível que potencialmente pode corroer o esmalte dentário”, disse ele, em declaração publicada no The Sun.

Segundo Hewlett, há estudos que comprovam que águas gaseificadas sem sabor, assim como a água normal, têm um potencial erosivo muito baixo, não representando risco para o esmalte dos dentes.

Ainda assim, já é comprovado que a água com gás pode nos tornar mais gordinhos, mesmo que ela não tenha calorias. Isso acontece porque o dióxido de carbono presente na bebida pode nos causar a sensação de fome, e acabamos comendo mais do que comeríamos se tivéssemos ingerido uma água normal, sem gás.

Nessa mesma pesquisa ficou comprovado que a água gaseificada aumenta os níveis do hormônio grelina, que nos causa fome – e não estamos falando de pouca coisa, não, mas de um aumento que chega a até seis vezes.

 

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*Fonte: megacurioso

Empresas desenvolvem telha que substitui as placas solares

Unir sustentabilidade e beleza é um dos desafios do mercado de arquitetura. Por isso, com o objetivo de solucionar os “problemas estéticos” envolvendo as placas solares convencionais, as empresas italianas Area Industrie Ceramiche e REM aprimoraram a tecnologia e desenvolveram a Tegola Solare, uma telha cerâmica fotovoltaica, que se integra à estrutura da casa ou edifício.

Pelo fato de os painéis tradicionais serem grandes e pesados, eram alvo de reclamações de parte do público, que rejeitava os modelos alegando que não queria danificar a estética dos telhados, fator que impedia a disseminação da energia solar.

Feitas de cerâmica, as telhas possuem quatro células fotovoltaicas embutidas e a fiação segue embaixo do telhado para o conversor.

Segundo o fabricante, além de ser capaz de substituir os painéis para captação de luz do sol, a Tegola Solare pode gerar cerca de 3kw de energia em uma área instalada de 40m², ou seja, um telhado completo ou parcialmente coberto já poderia suprir as necessidades energéticas de uma casa facilmente. Entretanto, essas telhas ainda são mais caras do que as placas convencionais.

Reprodução / REM Instalação das telhas solares é igual a de qualquer outro telhado.

A Tegola Solare já faz sucesso fora do Brasil, principalmente na cidade italiana de Veneza, local onde a maioria dessas peças já foram instaladas. A Itália é um país que possui muitas casas antigas e os centros históricos têm muitas regras de preservação, logo, em algumas cidades, a colocação de painéis solares é muitas vezes proibida por lei.
Instalação

A instalação das telhas fotovoltaicas é feita normalmente, como a de qualquer outro telhado, e a área que captará a luz solar depende da necessidade do imóvel. Por isso, os fabricantes também disponibilizam o mesmo modelo em telhas comuns.

Se houver a necessidade de substituição de alguma dessas peças, o processo também é simples, devido ao aspecto modular do telhado.
Outros modelos de telhas solares

Como o mercado da arquitetura sustentável cresce cada vez mais, outras empresas pelo mundo já vinham desenvolvendo tipos de telhas solares, inclusive a própria Area Industrie Ceramiche já havia feito um modelo onde pequenos painéis fotovoltaicos eram acoplados no lado liso das peças cerâmicas. A empresa americana SRS Energy também produz uma placa em formato de telha de barro na cor azul escuro, porém, ela só é compatível com as telhas de cerâmica fabricadas por outra empresa parceira.

 

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*Fonte: pensamentoverde

 

28 toneladas de sódio serão retiradas da alimentação do brasileiro até 2022

Após um acordo entre o governo federal e a Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (Abia) ocorreu uma retirada de 17 mil toneladas de sódio dos alimentos fabricados entre 2011 e 2016. A parceria, renovada até 2022, tem objetivo ainda de acabar com o total de 28,5 mil toneladas de sódio dos produtos.

De acordo com informações do Ministério da Saúde, a primeira categoria a reduzir sódio em sua composição no novo acordo foi a de pães, bisnaguinhas e massas instantâneas. Em 2011, quatro fatias de pão por dia representavam 40% da quantidade de sódio diária (796 mg). Após o acordo, esse índice, em 2016, passou a ser 22% (450 mg). Em 2020, a expectativa é chegar a 20% (400 mg).

“É uma área importante já que é a que mais aporta sal na alimentação da população. A parceria com a indústria é essencial para permitir uma redução de sódio na composição dos alimentos”, ressalta a coordenadora-geral de alimentação e nutrição do Ministério da Saúde, Michele Lessa.

O brasileiro ingere 12 gramas de sódio por dia, mais que o dobro do máximo sugerido pela Organização Mundial da Saúde (OMS), de cinco gramas. Esses hábitos são responsáveis por causar doenças como hipertensão, diabetes e obesidade que, junto a doenças cardiovasculares, respiratórias e câncer, respondem por 72% dos óbitos no país.

Durante os cinco anos de vigência do acordo entre governo e a Abia, foi detectada redução no teor de sódio em 30 categorias de produtos da indústria de alimentos, que representam cerca de 70% do faturamento do setor. Confira alguns destaques:

Mistura para sopas: quantidade caiu 65,15%. Antes, eram mais de 300mg de sódio para cada 100g de alimento. Agora, são 115,5mg.

Sopas instantâneas: a redução foi de 49,14%. Quantidade passou de 339,4mg para 170mg por 100g de alimento.

Linguiça cozida a temperatura ambiente: foram registradas reduções de 15,6% .

Linguiça frescal: a redução foi de 10,5%.

Linguiça cozida resfriada: redução de 9,4%.

Queijos e requeijões: reduções de 23,1% e 20,4%, respectivamente.

O acordo foi renovado no mês passado pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros. Na ocasião, foi lançado também o Portal Saúde Brasil -, ferramenta digital com orientações sobre os benefícios da adoção de hábitos saudáveis.

 

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*Fonte: ciclovivo

 

Mundo está usando quase 500 bilhões de garrafas plásticas por ano

No mundo inteiro, o uso de água engarrafada gera acúmulo de lixo plástico. Apesar da informação não ser novidade, os números não deixam de ser chocantes: a previsão é que até 2021 a população global estará consumindo mais de 580 bilhões de garrafas.

Felizmente, a venda de garrafas reutilizáveis também está aumentando – mesmo que não na mesma proporção que os descartáveis. Segundo o site Fast Company, o recipiente de aço inoxidável é um negócio que hoje movimenta, pelo menos, 100 milhões de dólares.

Já segundo o Guardian, o mundo agora compra um milhão de garrafas de plástico por minuto. O dado é baseado em uma pesquisa de mercado da Euromonitor, que o jornal teve acesso com exclusividade. Segundo o estudo, a China é responsável pela maior parte do aumento da produção de água engarrafada. No ano passado, consumiu 73,8 bilhões de garrafas, mais de 5 bilhões em relação a 2015.

Como a reciclagem não acontece na mesma medida que a produção, a solução, além de buscar sensibilizar a população mundial (o que ainda deve demorar), é encontrar formas de reaproveitar este material. O CicloVivo já mostrou algumas soluções adotadas mundo afora, como a produção de roupas com pet, na construção civil e inúmeras máquinas que, para incentivar a reciclagem, trocam o plástico por descontos em serviços.

Outra saída mais radical está sendo adotada por São Francisco, nos Estados Unidos. Por lá, a venda de água em garrafas plásticas foi proibida. E a medida tem sido replicada em outras localidades.

 

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*Fonte: ciclovivo

o consumo desenfreado e o tráfico internacional estão reduzindo drasticamente as reservas de areia em todo planeta

O promotor Jaime Meira, do Ministério Público paulista, tem travado uma batalha contra organizações criminosas nos últimos anos. Com a ajuda de uma pequena equipe de engenheiros ambientais, Jaime tenta impedir o funcionamento de quadrilhas que operam em cerca de trinta municípios no Vale do Paraíba. “É uma luta constante, e por vezes o tráfico leva a vantagem”, desabafa. O promotor atua à frente de uma divisão de crimes ambientais do MP, e o Vale do Paraíba é uma das regiões com o maior índice de delitos do tipo do estado de São Paulo. O produto que ele tenta proteger, muitos nem sabem que é valioso no mercado paralelo: areia.

Sim, areia.

Por conta da geografia diversificada, o Brasil tem uma lucrativa rede de tráfico de areia. Acredita-se que os sedimentos extraídos ilegalmente de litorais e rios movimentem um mercado bilionário no país. Segundo um estudo encabeçado por um agente da Polícia Federal em 2015, são mais de R$ 8 bilhões gerados por ano. A cifra aproxima a areia de produtos que já são alvos clássicos de traficantes, como drogas ilícitas, armas e animais.
Mecanismo de extração “on shore”
Mecanismo de extração “on shore” Crédito: Arquivo pessoal/Luis Fernando Ramadon

O mercado ilegal tem um motivo: mesmo que você não vá à praia, um dos principais elementos dela vai até você – e muito. É preciso areia para construir casas, apartamentos e rodovias. Copos, pratos de vidro e janelas. Peças industriais e sistemas de filtragem de água, usados em piscinas e em grandes reservatórios. A tal da areia cinética, popularizada por youtubers, tem mais de um dedo de areia em sua composição. E smartphones também.

O uso em larga escala, somado às extrações ilegais em todo o mundo, traz à tona um dado alarmante: nossa areia está acabando.

 

É pouca areia para muito caminhão

Não é de hoje que estudos internacionais alertam para o uso excessivo de areia. A indústria do cimento é apontada como a que mais utiliza o mineral. Dados da agência nacional de mineração dos Estados Unidos mostram que, no primeiro semestre do ano passado, 443 milhões de toneladas foram comercializadas para a construção civil no país. O Brasil não fica muito atrás: o último relatório do Ministério de Minas e Energias, de 2014, mostra que a construção civil nacional utilizou mais de 390 milhões de toneladas. Segundo a ONU, em 2012 o consumo mundial foi de 29,6 bilhões de toneladas. E esse número vem aumentando rapidamente, por conta do crescimento de países como a China, onde a demanda disparou quase 440% em apenas vinte anos, para construção de rodovias e prédios.

Diferentemente da água, cujo ciclo natural auxilia a repor o gasto excessivo com as chuvas, a reposição da areia leva muito tempo. Um grão é derivado de rochas que passaram por milhares de anos de erosões – e mais outros milhares para finalmente pavimentar rios, oceanos e desertos. Não à toa, a areia afeta o comportamento de toda a cadeia ambiental (para se ter uma ideia, engenheiros do governo norte-americano estão reconstruindo uma praia em Nova Jersey para evitar inundações causadas por tempestades) e tem influência na vida de espécies de animais e de plantas marinhos e terrestres.

Como cada tipo de grão passa por condições climáticas variadas e surge de diferentes rochas, cada areia é uma areia. Dubai, por exemplo, é rodeada por um longínquo mar de dunas. Os grãos que envolvem a cidade mais importante dos Emirados Árabes, porém, são muito finos para se construir. A areia utilizada na obra do maior arranha-céu do mundo, o Burj Khalifa, com 828 metros de altura, foi importada da Austrália.
Imagem aérea de campo de extração de areia legal no interior do Rio de Janeiro
Imagem aérea de campo de extração de areia legal no interior do Rio de Janeiro Crédito: Arquivo pessoal/Luis Fernando Ramadon

É difícil estimar a cifra do comércio legalizado de areia no mundo. A agência de mineração norte-americana diz que, em 2016, pouco mais de 4 mil companhias – de importação e extração – movimentaram US$ 8,9 bilhões por lá. Na indústria estadunidense, foram mais de US$ 4 bilhões no mesmo período. Segundo a Anepac, associação nacional de produtores de agregados para construção, o mercado brasileiro (incluindo também a produção de brita além de areia) movimentou R$ 19 bilhões em 2014. A atividade de mineração, como um todo, representa 5% do PIB nacional.

 

Farofa-fá-fá

De acordo com a ONU, China, Índia, Estados Unidos, Brasil e Turquia produziam 70% do cimento derivado de areia existente no mundo em 2012. De lá para cá, cada país à sua maneira tenta diminuir a extração com leis mais burocráticas para a exportação e extração – como a Índia – e leis mais rígidas para combater a prática ilegal. Mas assim que isso é feito, países com menor participação na produção mundial, como o Marrocos, logo preenchem o espaço no mercado internacional com toneladas de areia extraída ilegalmente. O mesmo acontece no Camboja, Malásia e Jamaica.

De acordo com o agente da Polícia Federal Luís Fernando Ramadon, principal estudioso da extração ilegal de areia no Brasil, o combate a esse tipo de prática é complicado. Ele conta que empresas com autorização do estado acabam excedendo a área delimitada para maximizar os lucros. Assim, areia legal e ilegal se misturam até mesmo sob os olhos da fiscalização. Os mais penalizados costumam ser aventureiros que instalam o maquinário em lugares ilegais até serem denunciados às autoridades. “A fiscalização costuma movimentar órgãos estaduais e federais, como o Ministério Público, a Polícia Federal e as Polícias Militares e Polícias Militares Ambientais. Quem estiver operando de forma ilegal recebe penas federais e estaduais, a depender de quem autuar”, diz o agente.

Os rios são os locais mais procurados pela extração, explica Luís, não só pela valiosidade do grão, mas também pelo baixo movimento de turistas. As penalidades costumam ser multas milionárias por danos morais ao meio-ambiente e obras de reflorestamento.

Tanto a ONU quanto geólogos não enxergam um futuro com muitas alternativas para substituir o consumo de areia. O governo norte-americano sugere o uso de pedras esmagadas e asfalto reciclado – embora o próprio governo reconheça que a opção alternativa ainda é extremamente baixa se comparado ao uso de areia in natura. “Ninguém vai à praia de sapato. Eu, por exemplo, quando boto o pé na areia sinto uma energia entre corpo e espírito que gostaria que as pessoas no futuro também experimentassem”, diz Luis. “A preservação da areia no ambiente é um combate a ser feito por todos, pois cada ser humano faz parte da natureza. É preciso se importar com esse crime.”

 

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*Fonte: revista Trip / Marcos Candido

5 coisas que você não deve fazer no meio da natureza

 

Esportes como trekking e campismo são ideais para relaxar, fugir do estresse do dia a dia e entrar em contato com a natureza. No entanto, é preciso ter atenção a alguns detalhes para não ter problemas e aproveitar ao máximo o passeio. Uma das premissas para praticar essas modalidades ao ar livre é respeitar o meio ambiente. Mas será mesmo que você sabe o que pode ou não fazer? O Webventure listou algumas atitudes que não devem ser tomadas para não trazer prejuízos ao ecossistema, confira:

 

1. Não force o contato com animais

A observação deve ser feita à distância. Você deve evitar ao máximo interferir no comportamento da fauna local, qualquer som pode ser interpretado como uma ameaça e provocar um ataque, por isso fale baixo e não use aparelhos sonoros.

Alimentar os animais parece um gesto fofo, mas pode causar um desequilíbrio no ecossistema, caso ele acabe se acostumando com alimentos de fora. Isso também pode estimulá-los a “visitar” os acampamentos em busca de alimentos. Além disso, animais silvestres podem transmitir doenças graves.

 

2. Não use atalhos

Sair da trilha pré-determinada usando (ou criando) atalhos pode favorecer a erosão e destruição da vegetação locais. Isso porque a área utilizada por humanos na natureza se tornam mais frágeis e levam um longo tempo para se recuperar após o impacto. A mesma coisa vale para escolher um local para montar a barraca, busque somente lugares que já foram usados e na hora de ir embora lembre-se de levar todas as evidências da sua passagem.

 

3. Não enterre nem papel higiênico

Todo mundo sabe que durante uma trilha é importante recolher todo seu lixo e levá-lo consigo, mas muita gente acaba buscando alternativas como queimar ou enterrar os resíduos. Essas práticas não são saudáveis ao meio ambiente, pois os animais podem cavar e espalhar o lixo de volta e queimá-lo pode trazer prejuízos ao solo. Nem mesmo o papel higiênico usado deve ficar na natureza, tudo o que foi, deve voltar e ser descartado adequadamente.

 

4. Não tire nem uma pedra do lugar

Construir qualquer tipo de estrutura , como mesas, bancos, não é saudável ao meio ambiente, mesmo que seja com galhos quebrados, árvores tombadas ou mortas, pois essas coisas podem estar servindo como abrigo para algum tipo de animal. Você não vai gostar de receber visitas que mudem as coisas da sua casa do lugar que estão, então não se sinta no direito de fazer isso na natureza, não leve de recordação nem uma flor, concha ou pedra, deixe tudo como encontrar.

 

5. Não faça fogueira, caso não precise dela para sobreviver

Além de poder causar um foco de incêndio no meio da floresta, elas causam o enfraquecimento do solo. Opte por usar fogareiros próprios para acampamento, lanternas ou lampiões. As fogueiras devem ficar como última opção e para casos extremos de necessidade e quando fizer, lembre-se sempre de apagar por completo qualquer foco de fogo e levar consigo a sujeira.

Não há problema em praticar esportes de natureza, desde que você não deixa mais do que pegadas e não leve nada além de fotografias.

 

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*Fonte: webadventure

A reciclagem na Suécia é tão revolucionária que eles estão ficando sem lixo

A Suécia está na liderança na gestão de resíduos sólidos urbanos, e dá exemplo ao resto do mundo. O país nórdico recicla 1,5 bilhão de garrafas e latas anualmente, uma quantidade impressionante para uma população de 9,3 milhões de pessoas. Os suecos produzem apenas 461 kg de lixo por ano (a média europeia é de 525 kg), e menos de 1% dessa quantidade acaba em aterros sanitários.

Essa ênfase na sustentabilidade, porém, tem trazido um problema para a produção de eletricidade do país. O lixo queimado em 32 instalações de incineração de resíduos produz energia elétrica e aquece casas no país. Se as usinas têm menos combustível, o país tem menos energia.

Este programa se chama resíduo-para-energia, e funciona da seguinte forma: fornalhas são carregadas com lixo, que é queimado a temperaturas entre 850 a 1000 °C, produzindo vapor. Este gás é usado para mover turbinas geradoras de eletricidade, que é transferida para a rede de energia elétrica.

Com este método, o país consegue reduzir toxinas que em aterros sanitários contaminariam o solo. “Quando o lixo fica em aterros, ele produz gás metano e outros gases do efeito estufa, e isso obviamente não é bom para o meio ambiente”, explica a diretora de comunicação da Administração de Resíduos da Suécia, Anna-Carin Gripwell.

 

Participação da população

Antes de ser incinerado, o lixo é separado pelos donos das casas e dos estabelecimentos comerciais das cidades. Resíduos que podem ser reciclados são separados e levados pelos cidadãos aos centros de coleta, que não ficam a mais de 300m das residências. Tudo o que pode ser consertado ou reaproveitado é levado para centros de reciclagem nos bairros distantes do centro das cidades.

A coleta de lixo no país é uma das mais rigorosas do mundo. Se o lixo orgânico não estiver de acordo com as especificações fornecidas pelo governo, ele não é recolhido. O contribuinte paga taxa de recolhimento do lixo proporcional à quantidade gerada, por isso os cidadãos controlam sua própria geração de lixo.

Assim, a quantidade levada às usinas, cerca de 50% do lixo produzido pelos suecos, é insuficiente para o pleno funcionamento das instalações, obrigando o país a importar 700 mil toneladas de lixo de locais como Reino Unido, Noruega, Irlanda e até Itália para garantir que a energia elétrica continue sendo gerada.

 

Lixo vira energia e cinzas

As cinzas restantes da incineração têm apenas 15% do peso que tinham antes do lixo ser queimado. Até as cinzas são recicladas. Os metais são retirados e reciclados, e o restante, como porcelana e azulejo, que não queimam, é peneirado para ser utilizado na pavimentação de estradas. Apenas 1% das cinzas não tem destino útil e é descartada em depósitos de lixo.

A fumaça da incineração consiste de 99,9% de água e dióxido de carbono não-tóxico, que é filtrada com água e filtros secos. Os filtros secos são colocados em depósitos de lixo, e a água suja é usada para encher minas abandonadas.

 

Não jogue fora, conserte

bicicleta quebrada
O país incentiva que seus cidadãos tentem consertar objetos ao invés de substitui-los. “Os consumidores estão mostrando que querem fazer a diferença e o que estamos fazendo como governo é ajudá-los a agir, tornando mais fácil viver de forma sustentável”, diz Per Bolund, Ministro do Consumo e Finanças do país.

Objetos que normalmente acabariam no lixo, como roupas, sapatos e bicicletas, são consertados. Isso cria empregos nessas áreas. Há espaço no mercado de trabalho para pessoas que consertam coisas. Essas são atividades que podem ser intelectualmente estimulantes mas que não exigem um nível muito alto de educação, permitindo que as pessoas comecem a trabalhar em alguns meses ao invés de anos.

 

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*Fonte: hypescience/Julian Blume

No Japão, jornal é feito de papel que vira planta

Mesmo o papel se decompondo rapidamente quando descartado, para a sua confecção é preciso que 20 árvores sejam cortadas e retiradas da natureza, desencadeando diversos problemas ao meio ambiente.

Para acabar com esse grave problema foi desenvolvido na Inglaterra um papel reciclado, batizado de papel semente, feito com fibras e sementes de plantas que, quando picado e plantado, pode virar ervas, vegetais ou flores, como camomila, cebolinha, tomate e rosas.

O papel semente, que está a cada dia ganhando mais força no mercado em forma de convites, cartões, envelopes e sacolas, chegou no Japão no formato de jornal. Chamado de Jornal Verde, o produto foi criado pela editora do famoso jornal japonês, The Mainichi Shimbunsha, e colocado em prática pela agência publicitária Dentsu Inc.

O jornal que agora depois de lido pode ser picotado e descartado na terra, possui sementes de ervas e flores em sua composição e é impresso com tinta 100% vegetal. Depois dessa iniciativa sustentável, ele se tornou um enorme sucesso e hoje tem uma tiragem diária de 4 milhões de exemplares, chegando a uma receita de mais de U$ 700 mil. A ideia também chegou nas escolas, com o objetivo de incentivar e conscientizar as crianças sobre a importância da preservação do meio ambiente e da reciclagem.

O compromisso do jornal com a natureza já é bastante conhecido no Japão por conta de uma campanha de publicidade sobre doação de água para as populações que sofrem com a seca e a sede.

Mesmo o papel semente não sendo uma novidade, é muito interessante ver o quanto as pessoas estão preocupadas em reduzir as emissões de CO2 gerados pelos processos tradicionais de eliminação de resíduos e pelo desmatamento.

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*Fonte: pensamentoverde

Reino Unido usa plástico retirado dos oceanos para asfaltar estrada

Depois de algumas pesquisas realizadas pela Organização das Nações Unidas (ONU), foi possível detectar que 80% do lixo encontrado nos oceanos são feitos de plásticos. De acordo com as estimativas, se os números se mantiverem até 2050, os oceanos terão mais plásticos que peixes.

Para reparar os problemas causados pela poluição dos oceanos e acabar com o desperdício de recursos naturais, o engenheiro Toby McCartney teve a ideia de construir estradas feitas de plástico reciclado. O projeto desenvolvido pela sua empresa MacRebur, com sede na Escócia, traz estradas 10 vezes duráveis e 60% mais fortes.

Bem diferente das estradas convencionais que costumam com o tempo formar buracos e crateras, a nova solução encontrada por McRebur acaba com esse terrível problema. Ele criou pequenas pelotas chamadas MR6, feitas a partir de plástico doméstico, resíduos agrícolas e resíduos comerciais, que substituem o betume, além do petróleo bruto – vendido pelas empresas petrolíferas – utilizado para unir as estradas.

O processo de fabricação é feito através da mistura dos pallets de MR6 com a rocha e um pouco de betume, forma sustentável e lucrativa que o engenheiro encontrou para reciclar os resíduos plásticos encontrados nos oceanos.

Sua inspiração veio após a professora de sua filha ter perguntado para a classe o que vive no oceano, e sua filha, ao invés de responder peixes disse: “Plástico”. Para que sua filha não crescesse em um mundo onde isso fosse realidade, ele decidiu tomar uma atitude.

Entretanto, ele percebeu que a ideia de usar plásticos retirados dos oceanos era realmente possível, depois de passar um tempo na Índia e ver moradores tampando os buracos de ruas e estradas com esses resíduos e depois queimando-os.

O primeiro teste realizado por ele foi na calçada de sua casa, no Reino Unido. Agora depois de perceber que o produto funcionava, ele começou a ser colocado em novas ruas do estado de Cumbria, localizado no norte da Inglaterra.

 

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*Fonte: pensamentoverde

Torneira remove agrotóxicos e bactérias dos alimentos e ainda tira cheiro ruim das mãos

O Brasil é líder mundial no uso de agrotóxicos e para se ter ideia, nos últimos 10 anos, aumentou em 190% a utilização de defensivos agrícolas. A fim de ajudar os brasileiros a não ingerir ”venenos” no dia a dia, a Docol lança a torneira DocolVitalis Ozônio.

Mas o que ela tem de diferente?
Bom, ela promete remover em apenas 30 segundos qualquer tipo de agrotóxico ou bactéria da superfície dos alimentos, como por exemplo, frutas, grãos, verduras e legumes, tornando-os assim mais saudáveis para consumo humano.

Mas Como?
A torneira vem com um dispositivo que, quando acionado, botão Tech Flow, ele libera ozônio na água. Que de acordo com os fabricantes, a substância não oferece nenhum risco à saúde humana ou do meio ambiente e ainda possui propriedades capazes de remover bactérias e agrotóxicos dos alimentos.

Gostou da ideia? Tem mais: o ozônio também remove odores desagradáveis das mãos, como cheiro de alho, cebola e também peixe.

Seu lançamento oficial está previsto para setembro de 2017 e o preço estimado é de cerca de R$ 4 mil. De acordo com a gerente de marketing de produtos da Docol, ela adianta que a empresa estuda uma possível extensão da linha, com peças para serem utilizadas em outros ambientes.

 

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*Fonte: engenhariae

Estudante que desenvolveu projeto para limpar oceanos deve colocá-lo em prática em 2018

A Ocean Cleanup, empresa fundada em 2013 pelo jovem empreendedor de 22 anos, Boyan Slat, com o objetivo de ajudar no processo de limpeza dos oceanos, confirmou no último mês, dia 11, que as primeiras atividades do grande projeto de coleta e remoção de lixo dos mares começará em 2018.

Com foco na captação da grande quantidade de material plástico presente nos oceanos, a empresa ratificou também que algumas de peças do sistema de limpeza já estão em produção e devem ficar prontas a tempo das primeiras ações oficiais no próximo ano.

Vale destacar que, desde o ano passado, a empresa vinha realizando uma série de testes na costa do território holandês, utilizando uma grande barreira para impedir que toneladas de lixo fossem descartadas em alto mar.

Na época, o sistema criado pelo jovem ambientalista restringia-se a uma versão reduzida de “apenas” 100 metros de comprimento e cobertura de até 4500 metros de profundidade. Para oficializar o lançamento de sua invenção, o desenvolvedor aplicou uma série de melhorias que elevaram o design do sistema, assegurando-lhe uma nova performance que fará com que, em até cinco anos, metade da área das ilhas de lixo globais seja limpada.

“Na Ocean Cleanup, estamos sempre procurando maneiras de fazer a limpeza mais rápida, melhor e mais barata. Hoje é um dia importante para se mudar nessa direção. A limpeza dos oceanos do mundo está muito próxima de acontecer”, destacou Boyan no evento de apresentação do projeto, em Utrecht, Holanda.

Outro dado comemorado pela Ocean Cleanup é o fato de que o projeto será iniciado dois anos antes do tempo estimado. De acordo com o cronograma, a primeira fase de instalação e testes com a nova tecnologia começa ainda no fim de 2017, na costa oeste americana. As instalações nas áreas que integram a chamada “Great Pacific Garbage Patch” serão realizadas até o fim do primeiro semestre do próximo ano.

“Devido à nossa atitude de ‘testar para aprender’ até que a tecnologia seja comprovada, estou confiante de que – com nossos parceiros especializados – teremos sucesso em nossa missão” concluiu Boyan.

 

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*Fonte: pensamentoverde

Os 12 produtos mais perigosos criados pela Monsanto

Do Resumen Latino americano

1. Sacarina.
John Francisco Queeny fundou a “Monsanto Chemical Works”, com o objetivo de produzir sacarina para Coca-Cola. Estudos realizados durante a década de 1970 mostraram que este químico produz câncer em ratos e outros mamíferos de testes. Porém, depois descobriu-se que causa o mesmo efeito em humanos, Monsanto subornou médicos e instituições para seguir comercializando-a.

2. PCBs.
Durante a década de 1920, a Monsanto começou a expandir sua produção química mediante bifenilos policlorados (PCB), para produzir fluídos refrigeradores de transformadores elétricos e motores. Cinquenta anos depois, a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA) publicou um informe citando os PCBs como causa do câncer em animais, e com provas adicionais indicou que estes produzem câncer em seres humanos. Quase 30 anos depois dos PCBs serem proibidos nos EUA, este químico segue aparecendo no sangue das mulheres grávidas, como informou um estudo de 2011. Em muitas áreas da Argentina ainda utilizam os PCBs.

3. Poliestireno.
Em 1941, a Monsanto começou a focar em plásticos e poliestireno sintético, que ainda é amplamente utilizado para embalar alimentos. O poliestireno foi classificado o quinto da lista de 1980 da EPA, onde se enumera os produtos químicos cuja produção gera os resíduos mais perigosos. Ao estar nas embalagens de comida ingerimos poliestireno (efeito de migração), que causa depressão, câncer e danos aos nervos. Os vasos e recipientes feitos deste material sintético são difíceis de reciclar. Devem ser derretidos utilizando um equipamento adequado que a maioria dos centros de reciclagem não possuem. Dentro de 1000 anos, a bandeja de carne que você comprou no Carrefour ou Wall-Mart seguirá existindo em alguma parte do planeta. É fatal para a vida marinha: Flutua na superfície do oceano, se decompõe em pequenas esferas que os animais comem. As tartarugas marinhas, por exemplo, perdem sua capacidade de mergulhar e morrem de fome.

4. Bomba Atômica e armas nucleares.
Pouco depois de ser adquirida por Thomas e Hochwalt Laboratories, a Monsanto tornou-se uma divisão do Departamento de Investigação Central. Entre 1943 e 1945, este departamento coordenou esforços importantes de produção para o Projeto Manhattan. Leia sobre o maior acidente industrial da América do Norte.

5. DDT.
Em 1944, a Monsanto começou a fabricar o insecticida DDT, com a desculpa de combater os mosquitos “transmissores da malária”. Em 1972, o DDT foi proibido nos EUA. – Seus efeitos adversos para a saúde humana incluem infertilidade, problemas no desenvolvimento, destruição do sistema imunológico, morte. O DDT impede que o hormônio una com seu receptor, bloqueando, por sua vez, o hormônio para obter um desenvolvimento sexual normal, dando lugar a anormalidades. Durante um experimento levado a cabo no Mar Caspio (Mediterrâneo), o DDT em uma concentração de 1 ppb reduziu a população de peixes até 50%. O transporte atmosférico desta substância atualmente afeta a todos os seres vivos do planeta. Foi detectado no ar do Ártico, terra, gelo e neve, praticamente todos os níveis da cadeia alimentar global. Os sedimentos do fundo de lagos e os leitos dos rios atuam como reservas para o DDT e seus metabolitos. Todos os bebês humanos nascem com DDT no sangue.

6. Dioxinas.
Em 1945, a Monsanto começou a promover o uso de pesticidas químicos na agricultura com a fabricação do herbicida 2,4,5-T (um dos percursores do agente laranja), que contém dioxina. As dioxinas são um grupo de compostos quimicamente relacionados que se conhece como “Os doze condenados” – São contaminadores ambientais persistentes que se acumulam na cadeia alimentar, principalmente no tecido adiposo dos animais. Durante décadas, desde que foi desenvolvido pela primeira vez, a Monsanto foi acusada de encobrir ou não informar sobre a contaminação por dioxinas em uma ampla gama de seus produtos.

7. Agente Laranja.
Durante a década de 1960, a Monsanto foi a principal fabricante do Agente Laranja, um herbicida/desfolhante utilizado como arma química na guerra do Vietnã. A fórmula da Monsanto tinha níveis de dioxinas muito maiores que o Agente Laranja produzido pela Dow Chemicals, outro fabricante (por que a Monsanto foi a denúncia chave na demanda apresentada por veteranos de guerra nos Estados Unidos). Como resultado da utilização do Agente Laranja, o Vietnã estima que mais de 400.000 pessoas foram assassinadas ou mutiladas, 500.000 crianças nasceram com defeitos de nascimento, e no máximo um 1 milhão de pessoas ficaram deficientes ou sofreram problemas de saúde, sem falar dos efeitos a largo prazo que lesionou mais de 3 milhões de soldados americanos e seus descendentes. Memorandos internos da Monsanto mostram que a corporação conhecia perfeitamente os problemas de contaminação por dioxinas do Agente Laranja quando vendeu o produto ao governo dos EUA (para seu uso no Vietnã). Porém, a “Justiça” norte-americana permitiu a Monsanto e a Dow Chemicals apelar e receber proteção financeira por parte do governo, ignorando os veteranos que buscam uma compensação por haver sido expostos ao Agente Laranja.

Só no ano de 2012, 50 anos mais tarde da pulverização com o Agente Laranja, começaram alguns esforços para limpá-lo. Entretanto, o legado da Monsanto para as gerações futuras se traduz em nascimentos de crianças disforme, que continuarão durante as próximas décadas. Você acha que não pode acontecer aqui? Vários cultivos argentinos são geneticamente modificados para resistir a um herbicida feito com o principal componente do Agente Laranja (2,4-D), com o fim de lutar contra as “super ervas maléficas” desenvolvidas pelo RoundUp. Estes químicos persistem nos alimentos até chegar às prateleiras do supermercado e mais tarde a seu estômago.

8. Fertilizante a base de petróleo.
Em 1955, a Monsanto começou com a fabricação de “fertilizantes” a base de petróleo, depois de comprar uma refinaria de petróleo. Os “fertilizantes” a base de petróleo matam micro-organismos benéficos do solo esterilizando terra e criando dependência, é como uma adição de substitutos artificiais. Dado o crescente preço do petróleo não parece uma opção muito econômica, nem próspera…

9. RoundUp.
Durante la década de 1970 a Monsanto fundou sua divisão de Produtos Químicos Agrícolas, para produzir herbicidas, e um em particular: RoundUp (glifosato). A propaganda da Monsanto é que pode erradicar “as ervas daninhas” de um dia para o outro. Claro, que os agricultores adotaram de imediato. A utilização deste químico aumentou quando a Monsanto introduziu as sementes “RoundUp Ready” (resistentes ao glifosato), o que permite aos agricultores encher o campo com herbicidas sem matar estes cultivos (transgênicos). A Monsanto é uma corporação muito poderosa, como demostrou recentemente fazendo Obama assinar uma Ata de Proteção para seus crimes. E ainda que, o glifosato inicialmente tenha sido aprovado por organismos reguladores de todo o mundo, e seja amplamente utilizado na Argentina y Estados Unidos, mais tarde foi praticamente erradicado da Europa. O RoundUp foi achado em mostras de águas subterrânea, assim como no solo, e no mar, incluindo nas correntes de ar e nas chuvas. Mas sobretudo nos alimentos.

É a causa do desaparecimento das abelhas, produz mal formações, infertilidade, câncer e destruição do sistema imunológico. Os estudos independentes demostraram efeitos sobre a saúde consistentemente negativos que vão desde tumores e função orgânica alterada, até a morte por intoxicação. O RoundUp é o Agente Laranja com nome diferente.

10. O aspartame (NutraSweet/Equal).
Foi descoberto acidentalmente em uma investigação sobre hormônios gastrointestinais. Se trata de um produto químico doce que em primeira instância, matou um macaco bebê e deixou outros 5 gravemente feridos (em um total de 7 macacos), em um ensaio clínico realizado para que a FDA aprovasse o Aspartame. E a FDA o aprovou (1974). Em 1985, a Monsanto adquiriu a empresa que fabricava aspartame (GD Searle) e começou a comercializar o produto rebatizado de NutraSweet. Vinte anos mais tarde, o Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA publicou um informe que enumera 94 problemas de saúde causados pelo aspartame.

11. Hormônio de Crescimento Bovino (rBGH).
Este hormônio geneticamente modificado foi desenvolvido pela Monsanto para ser injetado nas vacas leiteiras e aumentar a produção de leite quando não há escassez de leite. As vacas sometidas a rBGH sofrem uma dor insuportável devido a inflamação de suas tetas e mastite. O pus da infecção resultante entra no fornecimento de leite que requer o uso de antibióticos adicionais. O leite rBGH produz câncer de mama, câncer de cólon e câncer de próstata nos seres humanos.

12. Cultivos Geneticamente Modificados (OGM/GMO/GM).
No início da década de 1990, a Monsanto começou a “junção” de genes de milho, algodão, soja e canola. Utilizou ADN de fontes estranhas para lograr dos características principalmente: Um pesticida gerado internamente e resistente ao herbicida RoundUp da Monsanto. Em outras palavras, as plantas envenenam e matam aos insetos e mamíferos que as devoram, e resistem ao agroquímico (parente do Agente Laranja) RoundUp que persiste nelas inclusive depois do seu processamento até chegar ao consumidor.

Claro que a transgênese tem se expandido. Batatas, frutas, maçãs, tomates, alface, tabaco, peras, melancia. TUDO tem sua versão OGM.

Apesar das décadas de propaganda dizendo que os cultivos geneticamente modificados poderiam alimentar o mundo, que teriam mais nutrientes, resistência a seca, o maior rendimento, nenhuma dessas promessas se cumpriu. Os cultivos GM não alimentam o mundo, causam câncer. Não tem mais nutrientes, na verdade não alcançam nem 10 % dos nutrientes que tem os cultivos orgânicos. Não resistem a seca. Não fornecem maior rendimento e sim menor, enquanto encarecem a produção. A maioria das ganhos da Monsanto provém das semente desenhadas para tolerar o RoundUp, este desenho transforma aos “alimentos” em armas mortais para a humanidade. As receitas da Monsanto aumentam constantemente desde que os agricultores se veem obrigados a usar mais e mais químicos devido a proliferação de ervas daninhas que evoluem desenvolvendo resistência ao RoundUp.

A Monsanto e os meios de comunicação de massa ocultam que o Amaranto orgânico era o verdadeiro alimento projetado para a humanidade do futuro. Cura o câncer e o previne, é o cereal mais nutritivo do planeta e foi a primeira planta a germinar no espaço. Tanto é que os astronautas da NASA utilizam amaranto para manter-se saudável e não a soja.

Como durante os primeiros dias dos PCB, o DDT, o Agente Laranja, a Monsanto tem enganado e subornada com êxito os organismos públicos e reguladores gerais implantando a crença de que o RoundUp e os cultivos geneticamente modificados são benéficos e “seguros”.

Claro que a Monsanto teve que ordenar a Obama que assinasse uma Lei na salvaguarda da corporação para se defender das denúncias e demandas, produto de 100 anos de novos estudos que demonstram os efeitos negativos e impactos ambientais de los OGM. A Monsanto ataca estes estudos científicos mediante os meios de comunicação de massa controlados, difamando e ignorando as organizações independentes, e científicos honestos. Mas também, a Monsanto conta com associações industriais, blogs, cientistas subornados, “ciência independente” falsa e todo tipo de ferramentas que por sua vez, os mesmos meios de comunicação corruptos patrocinam, somado a centenas de milhões de artigos de relações públicas “privadas” realizados por empresas que com frequência foram fundadas, são financiadas e mantidas pela Monsanto.

Desafortunadamente, poucos de nós tiramos um tempo para localizar os membros fundadores e as relaciones destas fontes ilegítimas com a Monsanto.

A FDA respalda enfaticamente a Monsanto, já que compartilha funcionários com a Monsanto mediante o fenômeno “Portas Giratórias”. No seguinte gráfico elaborado por Milhões contra Monsanto pode ver alguns ex vice presidentes da Monsanto e advogados da firma que mais tarde ocuparão cargos na FDA. E não se esqueça de Clarence Thomas, o ex advogado da Monsanto, que sendo juiz da Corte Suprema de Justiça, falou a favor de Monsanto em cada caso apresentado.

O vento e as abelhas transportam as mutações genéticas da Monsanto para a natureza selvagem, comprometendo o ecossistema global. Em breve todas as plantas serão transgênicas.

13. Um produto extra para este informe: As sementes Terminator.
No final de 1990, a Monsanto desenvolveu uma tecnologia para produzir grãos estéreis incapazes de germinar. Estas “sementes Terminator” obrigariam aos agricultores a cada ano comprar novas sementes da Monsanto, no lugar de guardar e reutilizar as sementes de suas colheitas como fizeram durante séculos. Afortunadamente, esta tecnologia fracassa no mercado. Pelo qual a Monsanto decidiu exigir aos agricultores a assinatura de um contrato de acordo para que não reutilizem nem vendam as sementes, o que os obrigam a comprar novas sementes e coloca a necessidade de um “gene terminator”. O fracasso parcial das sementes terminator é uma sorte para nós… já que também eram suscetíveis a polinização cruzada e podiam ter contaminado cultivos e bosques em todo o mundo. O que não significa que este objetivo siga no planos da Monsanto.

Como se traduz o legado da Monsanto para a humanidade?

Entre 85% e 90% dos alimentos que você consome diariamente tem OGMs, agrotóxicos da Monsanto e resíduos de RoundUp. (Os números desta fonte estão desatualizados).

Como a Monsanto alcança sua impunidade? Segundo a Associação de Consumidores Orgânicos em um documento do ano de 2011, “Há uma correlação direta entre o fornecimento de alimentos geneticamente modificados e os $ 2.000.000.000.000 de dólares que o governo dos EUA gasta anualmente em atenção médica, quer dizer, uma epidemia de enfermidades crônicas relacionadas com a dieta e um vínculo comercial com os laboratórios de medicamentos e vacinas.

No lugar de frutos sadios, verduras, grãos e animais alimentados com erva natural, as granjas industriais dos Estados Unidos e da Argentina produzem um excesso de comida com fragmentos de engenharia genética que causam enfermidades cardíacas, derrame cerebral, diabetes e câncer, com o respaldo de subsídios agrícolas, enquanto que os agricultores orgânicos não recebem estes subsídios.

A historia da Monsanto é reflexo de um quadro persistente de substâncias químicas tóxicas, demandas e manipulação da ciência. É esse o tipo de entidade que queremos para controlar os fornecimento de alimentos do nosso mundo?

A Monsanto não está só. Outras empresas do “Big Six” (Seis grandes) inclui a: Pioneer Hi-Bred International (filial de DuPont), Syngenta AG, Dow Agrosciences (filial de Dow Chemical), BASF (que é uma companhia química que expande rapidamente sua divisão de biotecnologia) e a Bayer CropScience (filial da Bayer).

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*Fonte: contraagrotoxicos/Regeneración

Em BH, casas que têm quintal verde não precisam pagar IPTU

Cada vez mais caro, o IPTU (Imposto Predial Territorial Urbano) pesa no orçamento de todos os brasileiros – ou quase todos. É que em Belo Horizonte, capital de Minas Gerais, quem possui casas com grandes quintais verdes não precisa pagar o tributo à prefeitura.

Trata-se de uma espécie de “agradecimento” que o governo municipal oferece aos cidadãos que são donos dessas moradias ecológicas por contribuírem para o microclima da cidade, melhorando a qualidade do ar, diminuindo as ilhas de calor e contribuindo para a absorção da água da chuva, entre outros tantos benefícios trazidos pelas árvores.

A lei foi sancionada há mais de 20 anos, mas poucos moradores sabem de sua existência. Segundo a prefeitura, menos de 10 donos de chácaras e sítios, que possuem extensa área verde preservada em seus quintais, fazem uso do benefício.

Para popularizar a medida – e, assim, incentivar a conservação do verde no município de Belo Horizonte, que já chegou até a ser chamado de ‘cidade jardim’ e, hoje em dia, está ‘cinza’ -, a prefeitura vai passar a divulgar a lei na guia do IPTU. Mais do que isso: baterá na porta de potenciais candidatos para a isenção do tributo para explicar o benefício.

Segundo o governo, não é qualquer quintal verde que se enquadra na lei. É preciso que ele seja caracterizado como ‘Reserva Particular Ecológica’ pela legislação municipal. O que, entre outras exigências, significa que o imóvel precisa ter “condições naturais primitivas ou semiprimitivas recuperadas”.

 

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*Fonte: ecoguia/The Greenest Post, por Débora Spitzcovsky

 

 

A inglaterra já está testando estradas que recarregam carros elétricos durante a viagem

Um estudo realizado na Inglaterra diz que a frota de carros elétricos irá aumentar devido a chegada das  estradas que podem carregar os veículos ao longo da viagem.

A autonomia das atuais baterias de carros elétricos não são suficientes para uma viagem longa. Enquanto os carros elétricos rodam 260 milhas, algo em torno de 418 km  para uma carga completa, carros a gasolina podem rodar até 300 milhas – 482 km –  ou mais.

Já a Inglaterra, anunciou na semana passada que está testando equipamentos a 18 meses e que agora vai começar os estudos de viabilidade. (O teste não será em vias públicas, por agora.)

Durante os ensaios, os veículos serão equipados com a tecnologia sem fio e equipamento especial será instalado sob os carros. Cabos elétricos enterrados sob a superfície irá gerar campos electromagnéticos, que serão captados por uma bobina dentro de um dispositivo acoplado ao carro e convertida em eletricidade.

A conclusão de todos os estudos está marcada para acontecer no final deste ano; detalhes serão revelados quando um empreiteiro tenha sido designado. Haverá uma continuação potencial em estradas reais.

O ministro dos Transportes Andrew Jones diz que “o governo irá investir £500 milhões nos próximos cinco anos para manter a Grã-Bretanha na vanguarda desta tecnologia.”

“As tecnologias automotivas estão a avançar a um ritmo cada vez maior e estamos empenhados em apoiar o crescimento de veículos de emissões ultra-baixas nas auto-estradas da Inglaterra.” Diz Mike Wilson, engenheiro-chefe de rodovias.

Os ensaios off-road de tecnologia de energia sem fio vai ajudar a criar uma rede de estradas mais sustentáveis para a Inglaterra e abrir novas oportunidades para as empresas que transportam mercadorias em todo o país.” Continua.

Este não é o primeiro estudo do tipo. Na Coréia do Sul, um trecho de 7,5 milhas (12 km) de estrada tem abastecido até ônibus elétricos, através de um processo chamado Shaped Magnetic Field in Resonance (SMFIR)

Mas este novo projeto é muito mais ambicioso e potencialmente algo que irá revolucionar as malhas de rodovias pelo mundo. Alguns céticos se manifestaram contra o regime; Dr Paul Nieuwenhuis, o diretor do Centro de Excelência Elétrica Veicular da Cardiff Business School, disse à BBC que “soa muito ambicioso para mim. O custo será o maior problema e eu não estou totalmente convencido de que vale a pena.”

Ela aponta melhorias na tecnologia da bateria, questionado se algum dia haveria uma necessidade de tais estradas.

 

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*Fonte: engenhariae

Reino Unido testa asfalto 60% mais resistente que é feito com plástico retirado dos oceanos

A Holanda já havia anunciado querer testar um asfalto feito a partir de plástico retirado dos oceanos. O uso do material, atualmente, está “na moda”, já que se trata de um recurso demorado para se decompor na natureza e que, infelizmente, é cada vez mais descartado de forma incorreta pelo homem. Além disso, uma série de toxinas que prejudicam nossos solos têm ligação com os vestígios deixados pelo plástico. Não por acaso, o que não falta por aí são iniciativas para reutilizar e reciclar todos esses resíduos espalhados por aí!

Uma das mais recentes vem do engenheiro Toby McCartney, que desenvolveu uma técnica para revestir as ruas com material parecido com o concreto convencional, mas composto por plástico descartado. A empresa, chamada MacRebur, garante que o substituto é 60% mais resistente que o asfalto comum e tende a durar 10 vezes mais.

Substituto do famoso betume, comercializado por empresas que extraem petróleo, os plásticos descartados aos montes por domicílios e espaços comerciais são a matéria-prima do produto de Toby. Mas tudo só foi possível graças à sua filha: ao ser questionada por sua professora sobre o que vive nos oceanos, a pequena respondeu: “Plástico”. Seu pai não queria que ela vivesse em um mundo onde isso fosse verdade e tratou de fazer sua parte!

O primeiro teste do composto foi realizado na calçada do engenheiro. Ao perceber que funcionava, a empresa aplicou a técnica em novas ruas do estado de Cumbria, localizado no norte da Inglaterra. Dedos cruzados para que os próximos testes também funcionem!

Assista ao vídeo da iniciativa aqui.

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*Fonte: thegreenestpost

 

Análise de cientistas conclui que temos apenas 10 anos para conseguir salvar o planeta

O que mais escutamos nos últimos anos são os efeitos negativos e desastrosos que as mudanças climáticas estão causando em todo o mundo, assim como o aumento das temperaturas, falta de água, derretimento das calotas polares, enchentes, desertificação, extinção, entre outros.

Agora, infelizmente, depois de mais um estudo realizado por oito pesquisadores do Internacional Institute for Applied Systems Analysis (IIASA), foi descoberto que temos apenas 10 anos para conseguir salvar o planeta Terra.

A pesquisa publicada na revista Nature Communications deixa claro a importância de seguir os acordos firmados entre os 195 países durante a Conferência de Paris, realizada em dezembro de 2015.

O estudo ainda mostra que existem duas formas de reverter o problema e reduzir as emissões de carbono no mundo: cortando as emissões produzidas pelos seres humanos e restaurando os sumidouros de carbono.

Segundo o consultor do Banco Mundial Brian Walsh, para chegar a essa conclusão foram pesquisados as emissões de carbono de combustíveis fósseis, agricultura, produção de alimentos, bioenergia e o uso da terra. Além dos ecossistemas naturais, para entender como eles fazem a absorção do CO2 e, assim, conseguir determinar de onde eles se originam e para onde vão.

As orientações feitas pelos pesquisadores para melhorar esse cenário são:

• Diminuir a utilização dos combustíveis fósseis em 25%;
• Reduzir os desmatamentos das florestas em 42% até o ano de 2100;
• Aumentar o uso das energias renováveis (eólica e solar) e bioenergia em todo o mundo.

Se nenhuma dessas medidas for aderida pelos países e não forem empregadas tecnologias de emissões negativas, haverá um aumento na temperatura global de até 3,5°C, número bastante significativo e impactante para o planeta.

O diretor do programa de energia IIASA e coautor do estudo, Keywan Riahi, disse ao site da Instituição: “O trabalho anterior sobre as estratégias de ações pelo IIASA mostrou a importância de medidas necessárias da demanda de energia, incluindo eficiência, conservação e mudança comportamental. Sucesso nessas áreas pode explicar a diferença entre atingir 1,5°C em vez de 2°C”.

Confira o estudo completo através do  link.

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*Fonte: pensamentoverde

Empresa transforma plástico reciclado em tijolo para construção de casas

Cada vez mais, a bioconstrução começa a chamar a atenção dentro do setor de construção civil. E no que depender da indústria italiana Presanella Building System, este novo ramo tem tudo para crescer ainda mais e se consolidar como uma das frentes da área de construção num futuro bem próximo.

Isto porque a empresa apresentou uma nova solução que promete revolucionar as atividades do setor, através da coleta e transformação de plástico reciclado em tijolo para construção de casas. Isso mesmo, de acordo com os italianos, os novos modelos de tijolo são fabricados com resíduos plásticos que seriam descartados e então são processados para serem utilizados em projetos arquitetônicos.

Segundo a empresa, o novo produto permite que a construção seja concluída em um período de tempo muito menor, além de ter um custo de aquisição mais em conta que os materiais convencionais. Vale também destacar os benefícios sustentáveis do novo tijolo para o setor, já que a construção civil é reconhecidamente um dos maiores responsáveis pela emissão de gases de efeito estufa.

Com base nos primeiros projetos erguidos com o tijolo da Presanella, um imóvel de 80m² é capaz de reciclar cerca de 2.500 kg de resíduos plásticos, o que proporcionalmente pode resultar em grandes ações de reaproveitamento de materiais. Além disso, o material plástico permite maior facilidade no transporte e armazenamento, otimizando ainda mais todo o processo.

Tendo sua produção já consolidada pela indústria italiana, o novo tijolo chega agora ao mercado do Brasil, através da importação do material, que é fabricado no Paraguai e distribuído para toda América Latina. Inclusive, a empresa afirma que já iniciou suas primeiras ações em território nacional.

Além dos tijolos, a nova tecnologia produz outros componentes usados pelo setor, como cofragens (moldes de madeira para moldagem e solidificação de concreto), peças e vigas para sustentação do telhado. A Presanella explica que o produto não pode ser comercializado de maneira  avulsa, apenas como parte do projeto completo.

 

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*Fonte: pensamentoverde