Arquivo da tag: meio ambiente

Más notícias para quem curte tomar água com gás

Muitas pessoas acham que deixar de lado o hábito de tomar refrigerante é uma boa escolha – e é mesmo. A questão é que tem gente por aí substituindo uma bebida gaseificada por outra, afinal a lógica de que água com gás não faz mal, afinal estamos falando de água, parece bastante sensata, não é mesmo? Bem… Nem tanto.

Infelizmente, tomar água com gás parece não ser uma escolha saudável, ao contrário do que pode parecer. A água gaseificada é feita com dióxido de carbono sob pressão, e isso faz mal aos dentes e, para piorar, pode contribuir para o ganho de peso de algumas pessoas.

De acordo com o dentista Adam Thorne, de Londres, o problema é que a maioria das pessoas não sabe que a água com gás é extremamente ácida, e que as suas bolhas são ótimas em corroer o esmalte dos nossos dentes – em longo prazo, isso deixa nossa dentição fraca e amarelada.
Há controvérsias

Já para Edmond R. Hewlett, da American Dental Association, o que torna uma água ácida é a adição de sabores: “é o sabor e não a carbonatação que diminui o PH (e aumenta a acidez) a um nível que potencialmente pode corroer o esmalte dentário”, disse ele, em declaração publicada no The Sun.

Segundo Hewlett, há estudos que comprovam que águas gaseificadas sem sabor, assim como a água normal, têm um potencial erosivo muito baixo, não representando risco para o esmalte dos dentes.

Ainda assim, já é comprovado que a água com gás pode nos tornar mais gordinhos, mesmo que ela não tenha calorias. Isso acontece porque o dióxido de carbono presente na bebida pode nos causar a sensação de fome, e acabamos comendo mais do que comeríamos se tivéssemos ingerido uma água normal, sem gás.

Nessa mesma pesquisa ficou comprovado que a água gaseificada aumenta os níveis do hormônio grelina, que nos causa fome – e não estamos falando de pouca coisa, não, mas de um aumento que chega a até seis vezes.

 

…………………………………………………
*Fonte: megacurioso


Empresas desenvolvem telha que substitui as placas solares

Unir sustentabilidade e beleza é um dos desafios do mercado de arquitetura. Por isso, com o objetivo de solucionar os “problemas estéticos” envolvendo as placas solares convencionais, as empresas italianas Area Industrie Ceramiche e REM aprimoraram a tecnologia e desenvolveram a Tegola Solare, uma telha cerâmica fotovoltaica, que se integra à estrutura da casa ou edifício.

Pelo fato de os painéis tradicionais serem grandes e pesados, eram alvo de reclamações de parte do público, que rejeitava os modelos alegando que não queria danificar a estética dos telhados, fator que impedia a disseminação da energia solar.

Feitas de cerâmica, as telhas possuem quatro células fotovoltaicas embutidas e a fiação segue embaixo do telhado para o conversor.

Segundo o fabricante, além de ser capaz de substituir os painéis para captação de luz do sol, a Tegola Solare pode gerar cerca de 3kw de energia em uma área instalada de 40m², ou seja, um telhado completo ou parcialmente coberto já poderia suprir as necessidades energéticas de uma casa facilmente. Entretanto, essas telhas ainda são mais caras do que as placas convencionais.

Reprodução / REM Instalação das telhas solares é igual a de qualquer outro telhado.

A Tegola Solare já faz sucesso fora do Brasil, principalmente na cidade italiana de Veneza, local onde a maioria dessas peças já foram instaladas. A Itália é um país que possui muitas casas antigas e os centros históricos têm muitas regras de preservação, logo, em algumas cidades, a colocação de painéis solares é muitas vezes proibida por lei.
Instalação

A instalação das telhas fotovoltaicas é feita normalmente, como a de qualquer outro telhado, e a área que captará a luz solar depende da necessidade do imóvel. Por isso, os fabricantes também disponibilizam o mesmo modelo em telhas comuns.

Se houver a necessidade de substituição de alguma dessas peças, o processo também é simples, devido ao aspecto modular do telhado.
Outros modelos de telhas solares

Como o mercado da arquitetura sustentável cresce cada vez mais, outras empresas pelo mundo já vinham desenvolvendo tipos de telhas solares, inclusive a própria Area Industrie Ceramiche já havia feito um modelo onde pequenos painéis fotovoltaicos eram acoplados no lado liso das peças cerâmicas. A empresa americana SRS Energy também produz uma placa em formato de telha de barro na cor azul escuro, porém, ela só é compatível com as telhas de cerâmica fabricadas por outra empresa parceira.

 

………………………………………………………
*Fonte: pensamentoverde

 


28 toneladas de sódio serão retiradas da alimentação do brasileiro até 2022

Após um acordo entre o governo federal e a Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (Abia) ocorreu uma retirada de 17 mil toneladas de sódio dos alimentos fabricados entre 2011 e 2016. A parceria, renovada até 2022, tem objetivo ainda de acabar com o total de 28,5 mil toneladas de sódio dos produtos.

De acordo com informações do Ministério da Saúde, a primeira categoria a reduzir sódio em sua composição no novo acordo foi a de pães, bisnaguinhas e massas instantâneas. Em 2011, quatro fatias de pão por dia representavam 40% da quantidade de sódio diária (796 mg). Após o acordo, esse índice, em 2016, passou a ser 22% (450 mg). Em 2020, a expectativa é chegar a 20% (400 mg).

“É uma área importante já que é a que mais aporta sal na alimentação da população. A parceria com a indústria é essencial para permitir uma redução de sódio na composição dos alimentos”, ressalta a coordenadora-geral de alimentação e nutrição do Ministério da Saúde, Michele Lessa.

O brasileiro ingere 12 gramas de sódio por dia, mais que o dobro do máximo sugerido pela Organização Mundial da Saúde (OMS), de cinco gramas. Esses hábitos são responsáveis por causar doenças como hipertensão, diabetes e obesidade que, junto a doenças cardiovasculares, respiratórias e câncer, respondem por 72% dos óbitos no país.

Durante os cinco anos de vigência do acordo entre governo e a Abia, foi detectada redução no teor de sódio em 30 categorias de produtos da indústria de alimentos, que representam cerca de 70% do faturamento do setor. Confira alguns destaques:

Mistura para sopas: quantidade caiu 65,15%. Antes, eram mais de 300mg de sódio para cada 100g de alimento. Agora, são 115,5mg.

Sopas instantâneas: a redução foi de 49,14%. Quantidade passou de 339,4mg para 170mg por 100g de alimento.

Linguiça cozida a temperatura ambiente: foram registradas reduções de 15,6% .

Linguiça frescal: a redução foi de 10,5%.

Linguiça cozida resfriada: redução de 9,4%.

Queijos e requeijões: reduções de 23,1% e 20,4%, respectivamente.

O acordo foi renovado no mês passado pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros. Na ocasião, foi lançado também o Portal Saúde Brasil -, ferramenta digital com orientações sobre os benefícios da adoção de hábitos saudáveis.

 

……………………………………………………………………..
*Fonte: ciclovivo

 


Mundo está usando quase 500 bilhões de garrafas plásticas por ano

No mundo inteiro, o uso de água engarrafada gera acúmulo de lixo plástico. Apesar da informação não ser novidade, os números não deixam de ser chocantes: a previsão é que até 2021 a população global estará consumindo mais de 580 bilhões de garrafas.

Felizmente, a venda de garrafas reutilizáveis também está aumentando – mesmo que não na mesma proporção que os descartáveis. Segundo o site Fast Company, o recipiente de aço inoxidável é um negócio que hoje movimenta, pelo menos, 100 milhões de dólares.

Já segundo o Guardian, o mundo agora compra um milhão de garrafas de plástico por minuto. O dado é baseado em uma pesquisa de mercado da Euromonitor, que o jornal teve acesso com exclusividade. Segundo o estudo, a China é responsável pela maior parte do aumento da produção de água engarrafada. No ano passado, consumiu 73,8 bilhões de garrafas, mais de 5 bilhões em relação a 2015.

Como a reciclagem não acontece na mesma medida que a produção, a solução, além de buscar sensibilizar a população mundial (o que ainda deve demorar), é encontrar formas de reaproveitar este material. O CicloVivo já mostrou algumas soluções adotadas mundo afora, como a produção de roupas com pet, na construção civil e inúmeras máquinas que, para incentivar a reciclagem, trocam o plástico por descontos em serviços.

Outra saída mais radical está sendo adotada por São Francisco, nos Estados Unidos. Por lá, a venda de água em garrafas plásticas foi proibida. E a medida tem sido replicada em outras localidades.

 

……………………………………………………………………….
*Fonte: ciclovivo


o consumo desenfreado e o tráfico internacional estão reduzindo drasticamente as reservas de areia em todo planeta

O promotor Jaime Meira, do Ministério Público paulista, tem travado uma batalha contra organizações criminosas nos últimos anos. Com a ajuda de uma pequena equipe de engenheiros ambientais, Jaime tenta impedir o funcionamento de quadrilhas que operam em cerca de trinta municípios no Vale do Paraíba. “É uma luta constante, e por vezes o tráfico leva a vantagem”, desabafa. O promotor atua à frente de uma divisão de crimes ambientais do MP, e o Vale do Paraíba é uma das regiões com o maior índice de delitos do tipo do estado de São Paulo. O produto que ele tenta proteger, muitos nem sabem que é valioso no mercado paralelo: areia.

Sim, areia.

Por conta da geografia diversificada, o Brasil tem uma lucrativa rede de tráfico de areia. Acredita-se que os sedimentos extraídos ilegalmente de litorais e rios movimentem um mercado bilionário no país. Segundo um estudo encabeçado por um agente da Polícia Federal em 2015, são mais de R$ 8 bilhões gerados por ano. A cifra aproxima a areia de produtos que já são alvos clássicos de traficantes, como drogas ilícitas, armas e animais.
Mecanismo de extração “on shore”
Mecanismo de extração “on shore” Crédito: Arquivo pessoal/Luis Fernando Ramadon

O mercado ilegal tem um motivo: mesmo que você não vá à praia, um dos principais elementos dela vai até você – e muito. É preciso areia para construir casas, apartamentos e rodovias. Copos, pratos de vidro e janelas. Peças industriais e sistemas de filtragem de água, usados em piscinas e em grandes reservatórios. A tal da areia cinética, popularizada por youtubers, tem mais de um dedo de areia em sua composição. E smartphones também.

O uso em larga escala, somado às extrações ilegais em todo o mundo, traz à tona um dado alarmante: nossa areia está acabando.

 

É pouca areia para muito caminhão

Não é de hoje que estudos internacionais alertam para o uso excessivo de areia. A indústria do cimento é apontada como a que mais utiliza o mineral. Dados da agência nacional de mineração dos Estados Unidos mostram que, no primeiro semestre do ano passado, 443 milhões de toneladas foram comercializadas para a construção civil no país. O Brasil não fica muito atrás: o último relatório do Ministério de Minas e Energias, de 2014, mostra que a construção civil nacional utilizou mais de 390 milhões de toneladas. Segundo a ONU, em 2012 o consumo mundial foi de 29,6 bilhões de toneladas. E esse número vem aumentando rapidamente, por conta do crescimento de países como a China, onde a demanda disparou quase 440% em apenas vinte anos, para construção de rodovias e prédios.

Diferentemente da água, cujo ciclo natural auxilia a repor o gasto excessivo com as chuvas, a reposição da areia leva muito tempo. Um grão é derivado de rochas que passaram por milhares de anos de erosões – e mais outros milhares para finalmente pavimentar rios, oceanos e desertos. Não à toa, a areia afeta o comportamento de toda a cadeia ambiental (para se ter uma ideia, engenheiros do governo norte-americano estão reconstruindo uma praia em Nova Jersey para evitar inundações causadas por tempestades) e tem influência na vida de espécies de animais e de plantas marinhos e terrestres.

Como cada tipo de grão passa por condições climáticas variadas e surge de diferentes rochas, cada areia é uma areia. Dubai, por exemplo, é rodeada por um longínquo mar de dunas. Os grãos que envolvem a cidade mais importante dos Emirados Árabes, porém, são muito finos para se construir. A areia utilizada na obra do maior arranha-céu do mundo, o Burj Khalifa, com 828 metros de altura, foi importada da Austrália.
Imagem aérea de campo de extração de areia legal no interior do Rio de Janeiro
Imagem aérea de campo de extração de areia legal no interior do Rio de Janeiro Crédito: Arquivo pessoal/Luis Fernando Ramadon

É difícil estimar a cifra do comércio legalizado de areia no mundo. A agência de mineração norte-americana diz que, em 2016, pouco mais de 4 mil companhias – de importação e extração – movimentaram US$ 8,9 bilhões por lá. Na indústria estadunidense, foram mais de US$ 4 bilhões no mesmo período. Segundo a Anepac, associação nacional de produtores de agregados para construção, o mercado brasileiro (incluindo também a produção de brita além de areia) movimentou R$ 19 bilhões em 2014. A atividade de mineração, como um todo, representa 5% do PIB nacional.

 

Farofa-fá-fá

De acordo com a ONU, China, Índia, Estados Unidos, Brasil e Turquia produziam 70% do cimento derivado de areia existente no mundo em 2012. De lá para cá, cada país à sua maneira tenta diminuir a extração com leis mais burocráticas para a exportação e extração – como a Índia – e leis mais rígidas para combater a prática ilegal. Mas assim que isso é feito, países com menor participação na produção mundial, como o Marrocos, logo preenchem o espaço no mercado internacional com toneladas de areia extraída ilegalmente. O mesmo acontece no Camboja, Malásia e Jamaica.

De acordo com o agente da Polícia Federal Luís Fernando Ramadon, principal estudioso da extração ilegal de areia no Brasil, o combate a esse tipo de prática é complicado. Ele conta que empresas com autorização do estado acabam excedendo a área delimitada para maximizar os lucros. Assim, areia legal e ilegal se misturam até mesmo sob os olhos da fiscalização. Os mais penalizados costumam ser aventureiros que instalam o maquinário em lugares ilegais até serem denunciados às autoridades. “A fiscalização costuma movimentar órgãos estaduais e federais, como o Ministério Público, a Polícia Federal e as Polícias Militares e Polícias Militares Ambientais. Quem estiver operando de forma ilegal recebe penas federais e estaduais, a depender de quem autuar”, diz o agente.

Os rios são os locais mais procurados pela extração, explica Luís, não só pela valiosidade do grão, mas também pelo baixo movimento de turistas. As penalidades costumam ser multas milionárias por danos morais ao meio-ambiente e obras de reflorestamento.

Tanto a ONU quanto geólogos não enxergam um futuro com muitas alternativas para substituir o consumo de areia. O governo norte-americano sugere o uso de pedras esmagadas e asfalto reciclado – embora o próprio governo reconheça que a opção alternativa ainda é extremamente baixa se comparado ao uso de areia in natura. “Ninguém vai à praia de sapato. Eu, por exemplo, quando boto o pé na areia sinto uma energia entre corpo e espírito que gostaria que as pessoas no futuro também experimentassem”, diz Luis. “A preservação da areia no ambiente é um combate a ser feito por todos, pois cada ser humano faz parte da natureza. É preciso se importar com esse crime.”

 

………………………………………………………………………….
*Fonte: revista Trip / Marcos Candido


5 coisas que você não deve fazer no meio da natureza

 

Esportes como trekking e campismo são ideais para relaxar, fugir do estresse do dia a dia e entrar em contato com a natureza. No entanto, é preciso ter atenção a alguns detalhes para não ter problemas e aproveitar ao máximo o passeio. Uma das premissas para praticar essas modalidades ao ar livre é respeitar o meio ambiente. Mas será mesmo que você sabe o que pode ou não fazer? O Webventure listou algumas atitudes que não devem ser tomadas para não trazer prejuízos ao ecossistema, confira:

 

1. Não force o contato com animais

A observação deve ser feita à distância. Você deve evitar ao máximo interferir no comportamento da fauna local, qualquer som pode ser interpretado como uma ameaça e provocar um ataque, por isso fale baixo e não use aparelhos sonoros.

Alimentar os animais parece um gesto fofo, mas pode causar um desequilíbrio no ecossistema, caso ele acabe se acostumando com alimentos de fora. Isso também pode estimulá-los a “visitar” os acampamentos em busca de alimentos. Além disso, animais silvestres podem transmitir doenças graves.

 

2. Não use atalhos

Sair da trilha pré-determinada usando (ou criando) atalhos pode favorecer a erosão e destruição da vegetação locais. Isso porque a área utilizada por humanos na natureza se tornam mais frágeis e levam um longo tempo para se recuperar após o impacto. A mesma coisa vale para escolher um local para montar a barraca, busque somente lugares que já foram usados e na hora de ir embora lembre-se de levar todas as evidências da sua passagem.

 

3. Não enterre nem papel higiênico

Todo mundo sabe que durante uma trilha é importante recolher todo seu lixo e levá-lo consigo, mas muita gente acaba buscando alternativas como queimar ou enterrar os resíduos. Essas práticas não são saudáveis ao meio ambiente, pois os animais podem cavar e espalhar o lixo de volta e queimá-lo pode trazer prejuízos ao solo. Nem mesmo o papel higiênico usado deve ficar na natureza, tudo o que foi, deve voltar e ser descartado adequadamente.

 

4. Não tire nem uma pedra do lugar

Construir qualquer tipo de estrutura , como mesas, bancos, não é saudável ao meio ambiente, mesmo que seja com galhos quebrados, árvores tombadas ou mortas, pois essas coisas podem estar servindo como abrigo para algum tipo de animal. Você não vai gostar de receber visitas que mudem as coisas da sua casa do lugar que estão, então não se sinta no direito de fazer isso na natureza, não leve de recordação nem uma flor, concha ou pedra, deixe tudo como encontrar.

 

5. Não faça fogueira, caso não precise dela para sobreviver

Além de poder causar um foco de incêndio no meio da floresta, elas causam o enfraquecimento do solo. Opte por usar fogareiros próprios para acampamento, lanternas ou lampiões. As fogueiras devem ficar como última opção e para casos extremos de necessidade e quando fizer, lembre-se sempre de apagar por completo qualquer foco de fogo e levar consigo a sujeira.

Não há problema em praticar esportes de natureza, desde que você não deixa mais do que pegadas e não leve nada além de fotografias.

 

…………………………………………………………………….
*Fonte: webadventure


A reciclagem na Suécia é tão revolucionária que eles estão ficando sem lixo

A Suécia está na liderança na gestão de resíduos sólidos urbanos, e dá exemplo ao resto do mundo. O país nórdico recicla 1,5 bilhão de garrafas e latas anualmente, uma quantidade impressionante para uma população de 9,3 milhões de pessoas. Os suecos produzem apenas 461 kg de lixo por ano (a média europeia é de 525 kg), e menos de 1% dessa quantidade acaba em aterros sanitários.

Essa ênfase na sustentabilidade, porém, tem trazido um problema para a produção de eletricidade do país. O lixo queimado em 32 instalações de incineração de resíduos produz energia elétrica e aquece casas no país. Se as usinas têm menos combustível, o país tem menos energia.

Este programa se chama resíduo-para-energia, e funciona da seguinte forma: fornalhas são carregadas com lixo, que é queimado a temperaturas entre 850 a 1000 °C, produzindo vapor. Este gás é usado para mover turbinas geradoras de eletricidade, que é transferida para a rede de energia elétrica.

Com este método, o país consegue reduzir toxinas que em aterros sanitários contaminariam o solo. “Quando o lixo fica em aterros, ele produz gás metano e outros gases do efeito estufa, e isso obviamente não é bom para o meio ambiente”, explica a diretora de comunicação da Administração de Resíduos da Suécia, Anna-Carin Gripwell.

 

Participação da população

Antes de ser incinerado, o lixo é separado pelos donos das casas e dos estabelecimentos comerciais das cidades. Resíduos que podem ser reciclados são separados e levados pelos cidadãos aos centros de coleta, que não ficam a mais de 300m das residências. Tudo o que pode ser consertado ou reaproveitado é levado para centros de reciclagem nos bairros distantes do centro das cidades.

A coleta de lixo no país é uma das mais rigorosas do mundo. Se o lixo orgânico não estiver de acordo com as especificações fornecidas pelo governo, ele não é recolhido. O contribuinte paga taxa de recolhimento do lixo proporcional à quantidade gerada, por isso os cidadãos controlam sua própria geração de lixo.

Assim, a quantidade levada às usinas, cerca de 50% do lixo produzido pelos suecos, é insuficiente para o pleno funcionamento das instalações, obrigando o país a importar 700 mil toneladas de lixo de locais como Reino Unido, Noruega, Irlanda e até Itália para garantir que a energia elétrica continue sendo gerada.

 

Lixo vira energia e cinzas

As cinzas restantes da incineração têm apenas 15% do peso que tinham antes do lixo ser queimado. Até as cinzas são recicladas. Os metais são retirados e reciclados, e o restante, como porcelana e azulejo, que não queimam, é peneirado para ser utilizado na pavimentação de estradas. Apenas 1% das cinzas não tem destino útil e é descartada em depósitos de lixo.

A fumaça da incineração consiste de 99,9% de água e dióxido de carbono não-tóxico, que é filtrada com água e filtros secos. Os filtros secos são colocados em depósitos de lixo, e a água suja é usada para encher minas abandonadas.

 

Não jogue fora, conserte

bicicleta quebrada
O país incentiva que seus cidadãos tentem consertar objetos ao invés de substitui-los. “Os consumidores estão mostrando que querem fazer a diferença e o que estamos fazendo como governo é ajudá-los a agir, tornando mais fácil viver de forma sustentável”, diz Per Bolund, Ministro do Consumo e Finanças do país.

Objetos que normalmente acabariam no lixo, como roupas, sapatos e bicicletas, são consertados. Isso cria empregos nessas áreas. Há espaço no mercado de trabalho para pessoas que consertam coisas. Essas são atividades que podem ser intelectualmente estimulantes mas que não exigem um nível muito alto de educação, permitindo que as pessoas comecem a trabalhar em alguns meses ao invés de anos.

 

…………………………………………………………………………….
*Fonte: hypescience/Julian Blume


No Japão, jornal é feito de papel que vira planta

Mesmo o papel se decompondo rapidamente quando descartado, para a sua confecção é preciso que 20 árvores sejam cortadas e retiradas da natureza, desencadeando diversos problemas ao meio ambiente.

Para acabar com esse grave problema foi desenvolvido na Inglaterra um papel reciclado, batizado de papel semente, feito com fibras e sementes de plantas que, quando picado e plantado, pode virar ervas, vegetais ou flores, como camomila, cebolinha, tomate e rosas.

O papel semente, que está a cada dia ganhando mais força no mercado em forma de convites, cartões, envelopes e sacolas, chegou no Japão no formato de jornal. Chamado de Jornal Verde, o produto foi criado pela editora do famoso jornal japonês, The Mainichi Shimbunsha, e colocado em prática pela agência publicitária Dentsu Inc.

O jornal que agora depois de lido pode ser picotado e descartado na terra, possui sementes de ervas e flores em sua composição e é impresso com tinta 100% vegetal. Depois dessa iniciativa sustentável, ele se tornou um enorme sucesso e hoje tem uma tiragem diária de 4 milhões de exemplares, chegando a uma receita de mais de U$ 700 mil. A ideia também chegou nas escolas, com o objetivo de incentivar e conscientizar as crianças sobre a importância da preservação do meio ambiente e da reciclagem.

O compromisso do jornal com a natureza já é bastante conhecido no Japão por conta de uma campanha de publicidade sobre doação de água para as populações que sofrem com a seca e a sede.

Mesmo o papel semente não sendo uma novidade, é muito interessante ver o quanto as pessoas estão preocupadas em reduzir as emissões de CO2 gerados pelos processos tradicionais de eliminação de resíduos e pelo desmatamento.

……………………………………………………….
*Fonte: pensamentoverde


Reino Unido usa plástico retirado dos oceanos para asfaltar estrada

Depois de algumas pesquisas realizadas pela Organização das Nações Unidas (ONU), foi possível detectar que 80% do lixo encontrado nos oceanos são feitos de plásticos. De acordo com as estimativas, se os números se mantiverem até 2050, os oceanos terão mais plásticos que peixes.

Para reparar os problemas causados pela poluição dos oceanos e acabar com o desperdício de recursos naturais, o engenheiro Toby McCartney teve a ideia de construir estradas feitas de plástico reciclado. O projeto desenvolvido pela sua empresa MacRebur, com sede na Escócia, traz estradas 10 vezes duráveis e 60% mais fortes.

Bem diferente das estradas convencionais que costumam com o tempo formar buracos e crateras, a nova solução encontrada por McRebur acaba com esse terrível problema. Ele criou pequenas pelotas chamadas MR6, feitas a partir de plástico doméstico, resíduos agrícolas e resíduos comerciais, que substituem o betume, além do petróleo bruto – vendido pelas empresas petrolíferas – utilizado para unir as estradas.

O processo de fabricação é feito através da mistura dos pallets de MR6 com a rocha e um pouco de betume, forma sustentável e lucrativa que o engenheiro encontrou para reciclar os resíduos plásticos encontrados nos oceanos.

Sua inspiração veio após a professora de sua filha ter perguntado para a classe o que vive no oceano, e sua filha, ao invés de responder peixes disse: “Plástico”. Para que sua filha não crescesse em um mundo onde isso fosse realidade, ele decidiu tomar uma atitude.

Entretanto, ele percebeu que a ideia de usar plásticos retirados dos oceanos era realmente possível, depois de passar um tempo na Índia e ver moradores tampando os buracos de ruas e estradas com esses resíduos e depois queimando-os.

O primeiro teste realizado por ele foi na calçada de sua casa, no Reino Unido. Agora depois de perceber que o produto funcionava, ele começou a ser colocado em novas ruas do estado de Cumbria, localizado no norte da Inglaterra.

 

……………………………………………………….
*Fonte: pensamentoverde


Can plastic roads help save the planet? BBC News


Torneira remove agrotóxicos e bactérias dos alimentos e ainda tira cheiro ruim das mãos

O Brasil é líder mundial no uso de agrotóxicos e para se ter ideia, nos últimos 10 anos, aumentou em 190% a utilização de defensivos agrícolas. A fim de ajudar os brasileiros a não ingerir ”venenos” no dia a dia, a Docol lança a torneira DocolVitalis Ozônio.

Mas o que ela tem de diferente?
Bom, ela promete remover em apenas 30 segundos qualquer tipo de agrotóxico ou bactéria da superfície dos alimentos, como por exemplo, frutas, grãos, verduras e legumes, tornando-os assim mais saudáveis para consumo humano.

Mas Como?
A torneira vem com um dispositivo que, quando acionado, botão Tech Flow, ele libera ozônio na água. Que de acordo com os fabricantes, a substância não oferece nenhum risco à saúde humana ou do meio ambiente e ainda possui propriedades capazes de remover bactérias e agrotóxicos dos alimentos.

Gostou da ideia? Tem mais: o ozônio também remove odores desagradáveis das mãos, como cheiro de alho, cebola e também peixe.

Seu lançamento oficial está previsto para setembro de 2017 e o preço estimado é de cerca de R$ 4 mil. De acordo com a gerente de marketing de produtos da Docol, ela adianta que a empresa estuda uma possível extensão da linha, com peças para serem utilizadas em outros ambientes.

 

………………………………………………………
*Fonte: engenhariae


Estudante que desenvolveu projeto para limpar oceanos deve colocá-lo em prática em 2018

A Ocean Cleanup, empresa fundada em 2013 pelo jovem empreendedor de 22 anos, Boyan Slat, com o objetivo de ajudar no processo de limpeza dos oceanos, confirmou no último mês, dia 11, que as primeiras atividades do grande projeto de coleta e remoção de lixo dos mares começará em 2018.

Com foco na captação da grande quantidade de material plástico presente nos oceanos, a empresa ratificou também que algumas de peças do sistema de limpeza já estão em produção e devem ficar prontas a tempo das primeiras ações oficiais no próximo ano.

Vale destacar que, desde o ano passado, a empresa vinha realizando uma série de testes na costa do território holandês, utilizando uma grande barreira para impedir que toneladas de lixo fossem descartadas em alto mar.

Na época, o sistema criado pelo jovem ambientalista restringia-se a uma versão reduzida de “apenas” 100 metros de comprimento e cobertura de até 4500 metros de profundidade. Para oficializar o lançamento de sua invenção, o desenvolvedor aplicou uma série de melhorias que elevaram o design do sistema, assegurando-lhe uma nova performance que fará com que, em até cinco anos, metade da área das ilhas de lixo globais seja limpada.

“Na Ocean Cleanup, estamos sempre procurando maneiras de fazer a limpeza mais rápida, melhor e mais barata. Hoje é um dia importante para se mudar nessa direção. A limpeza dos oceanos do mundo está muito próxima de acontecer”, destacou Boyan no evento de apresentação do projeto, em Utrecht, Holanda.

Outro dado comemorado pela Ocean Cleanup é o fato de que o projeto será iniciado dois anos antes do tempo estimado. De acordo com o cronograma, a primeira fase de instalação e testes com a nova tecnologia começa ainda no fim de 2017, na costa oeste americana. As instalações nas áreas que integram a chamada “Great Pacific Garbage Patch” serão realizadas até o fim do primeiro semestre do próximo ano.

“Devido à nossa atitude de ‘testar para aprender’ até que a tecnologia seja comprovada, estou confiante de que – com nossos parceiros especializados – teremos sucesso em nossa missão” concluiu Boyan.

 

……………………………………………………..
*Fonte: pensamentoverde


Os 12 produtos mais perigosos criados pela Monsanto

Do Resumen Latino americano

1. Sacarina.
John Francisco Queeny fundou a “Monsanto Chemical Works”, com o objetivo de produzir sacarina para Coca-Cola. Estudos realizados durante a década de 1970 mostraram que este químico produz câncer em ratos e outros mamíferos de testes. Porém, depois descobriu-se que causa o mesmo efeito em humanos, Monsanto subornou médicos e instituições para seguir comercializando-a.

2. PCBs.
Durante a década de 1920, a Monsanto começou a expandir sua produção química mediante bifenilos policlorados (PCB), para produzir fluídos refrigeradores de transformadores elétricos e motores. Cinquenta anos depois, a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA) publicou um informe citando os PCBs como causa do câncer em animais, e com provas adicionais indicou que estes produzem câncer em seres humanos. Quase 30 anos depois dos PCBs serem proibidos nos EUA, este químico segue aparecendo no sangue das mulheres grávidas, como informou um estudo de 2011. Em muitas áreas da Argentina ainda utilizam os PCBs.

3. Poliestireno.
Em 1941, a Monsanto começou a focar em plásticos e poliestireno sintético, que ainda é amplamente utilizado para embalar alimentos. O poliestireno foi classificado o quinto da lista de 1980 da EPA, onde se enumera os produtos químicos cuja produção gera os resíduos mais perigosos. Ao estar nas embalagens de comida ingerimos poliestireno (efeito de migração), que causa depressão, câncer e danos aos nervos. Os vasos e recipientes feitos deste material sintético são difíceis de reciclar. Devem ser derretidos utilizando um equipamento adequado que a maioria dos centros de reciclagem não possuem. Dentro de 1000 anos, a bandeja de carne que você comprou no Carrefour ou Wall-Mart seguirá existindo em alguma parte do planeta. É fatal para a vida marinha: Flutua na superfície do oceano, se decompõe em pequenas esferas que os animais comem. As tartarugas marinhas, por exemplo, perdem sua capacidade de mergulhar e morrem de fome.

4. Bomba Atômica e armas nucleares.
Pouco depois de ser adquirida por Thomas e Hochwalt Laboratories, a Monsanto tornou-se uma divisão do Departamento de Investigação Central. Entre 1943 e 1945, este departamento coordenou esforços importantes de produção para o Projeto Manhattan. Leia sobre o maior acidente industrial da América do Norte.

5. DDT.
Em 1944, a Monsanto começou a fabricar o insecticida DDT, com a desculpa de combater os mosquitos “transmissores da malária”. Em 1972, o DDT foi proibido nos EUA. – Seus efeitos adversos para a saúde humana incluem infertilidade, problemas no desenvolvimento, destruição do sistema imunológico, morte. O DDT impede que o hormônio una com seu receptor, bloqueando, por sua vez, o hormônio para obter um desenvolvimento sexual normal, dando lugar a anormalidades. Durante um experimento levado a cabo no Mar Caspio (Mediterrâneo), o DDT em uma concentração de 1 ppb reduziu a população de peixes até 50%. O transporte atmosférico desta substância atualmente afeta a todos os seres vivos do planeta. Foi detectado no ar do Ártico, terra, gelo e neve, praticamente todos os níveis da cadeia alimentar global. Os sedimentos do fundo de lagos e os leitos dos rios atuam como reservas para o DDT e seus metabolitos. Todos os bebês humanos nascem com DDT no sangue.

6. Dioxinas.
Em 1945, a Monsanto começou a promover o uso de pesticidas químicos na agricultura com a fabricação do herbicida 2,4,5-T (um dos percursores do agente laranja), que contém dioxina. As dioxinas são um grupo de compostos quimicamente relacionados que se conhece como “Os doze condenados” – São contaminadores ambientais persistentes que se acumulam na cadeia alimentar, principalmente no tecido adiposo dos animais. Durante décadas, desde que foi desenvolvido pela primeira vez, a Monsanto foi acusada de encobrir ou não informar sobre a contaminação por dioxinas em uma ampla gama de seus produtos.

7. Agente Laranja.
Durante a década de 1960, a Monsanto foi a principal fabricante do Agente Laranja, um herbicida/desfolhante utilizado como arma química na guerra do Vietnã. A fórmula da Monsanto tinha níveis de dioxinas muito maiores que o Agente Laranja produzido pela Dow Chemicals, outro fabricante (por que a Monsanto foi a denúncia chave na demanda apresentada por veteranos de guerra nos Estados Unidos). Como resultado da utilização do Agente Laranja, o Vietnã estima que mais de 400.000 pessoas foram assassinadas ou mutiladas, 500.000 crianças nasceram com defeitos de nascimento, e no máximo um 1 milhão de pessoas ficaram deficientes ou sofreram problemas de saúde, sem falar dos efeitos a largo prazo que lesionou mais de 3 milhões de soldados americanos e seus descendentes. Memorandos internos da Monsanto mostram que a corporação conhecia perfeitamente os problemas de contaminação por dioxinas do Agente Laranja quando vendeu o produto ao governo dos EUA (para seu uso no Vietnã). Porém, a “Justiça” norte-americana permitiu a Monsanto e a Dow Chemicals apelar e receber proteção financeira por parte do governo, ignorando os veteranos que buscam uma compensação por haver sido expostos ao Agente Laranja.

Só no ano de 2012, 50 anos mais tarde da pulverização com o Agente Laranja, começaram alguns esforços para limpá-lo. Entretanto, o legado da Monsanto para as gerações futuras se traduz em nascimentos de crianças disforme, que continuarão durante as próximas décadas. Você acha que não pode acontecer aqui? Vários cultivos argentinos são geneticamente modificados para resistir a um herbicida feito com o principal componente do Agente Laranja (2,4-D), com o fim de lutar contra as “super ervas maléficas” desenvolvidas pelo RoundUp. Estes químicos persistem nos alimentos até chegar às prateleiras do supermercado e mais tarde a seu estômago.

8. Fertilizante a base de petróleo.
Em 1955, a Monsanto começou com a fabricação de “fertilizantes” a base de petróleo, depois de comprar uma refinaria de petróleo. Os “fertilizantes” a base de petróleo matam micro-organismos benéficos do solo esterilizando terra e criando dependência, é como uma adição de substitutos artificiais. Dado o crescente preço do petróleo não parece uma opção muito econômica, nem próspera…

9. RoundUp.
Durante la década de 1970 a Monsanto fundou sua divisão de Produtos Químicos Agrícolas, para produzir herbicidas, e um em particular: RoundUp (glifosato). A propaganda da Monsanto é que pode erradicar “as ervas daninhas” de um dia para o outro. Claro, que os agricultores adotaram de imediato. A utilização deste químico aumentou quando a Monsanto introduziu as sementes “RoundUp Ready” (resistentes ao glifosato), o que permite aos agricultores encher o campo com herbicidas sem matar estes cultivos (transgênicos). A Monsanto é uma corporação muito poderosa, como demostrou recentemente fazendo Obama assinar uma Ata de Proteção para seus crimes. E ainda que, o glifosato inicialmente tenha sido aprovado por organismos reguladores de todo o mundo, e seja amplamente utilizado na Argentina y Estados Unidos, mais tarde foi praticamente erradicado da Europa. O RoundUp foi achado em mostras de águas subterrânea, assim como no solo, e no mar, incluindo nas correntes de ar e nas chuvas. Mas sobretudo nos alimentos.

É a causa do desaparecimento das abelhas, produz mal formações, infertilidade, câncer e destruição do sistema imunológico. Os estudos independentes demostraram efeitos sobre a saúde consistentemente negativos que vão desde tumores e função orgânica alterada, até a morte por intoxicação. O RoundUp é o Agente Laranja com nome diferente.

10. O aspartame (NutraSweet/Equal).
Foi descoberto acidentalmente em uma investigação sobre hormônios gastrointestinais. Se trata de um produto químico doce que em primeira instância, matou um macaco bebê e deixou outros 5 gravemente feridos (em um total de 7 macacos), em um ensaio clínico realizado para que a FDA aprovasse o Aspartame. E a FDA o aprovou (1974). Em 1985, a Monsanto adquiriu a empresa que fabricava aspartame (GD Searle) e começou a comercializar o produto rebatizado de NutraSweet. Vinte anos mais tarde, o Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA publicou um informe que enumera 94 problemas de saúde causados pelo aspartame.

11. Hormônio de Crescimento Bovino (rBGH).
Este hormônio geneticamente modificado foi desenvolvido pela Monsanto para ser injetado nas vacas leiteiras e aumentar a produção de leite quando não há escassez de leite. As vacas sometidas a rBGH sofrem uma dor insuportável devido a inflamação de suas tetas e mastite. O pus da infecção resultante entra no fornecimento de leite que requer o uso de antibióticos adicionais. O leite rBGH produz câncer de mama, câncer de cólon e câncer de próstata nos seres humanos.

12. Cultivos Geneticamente Modificados (OGM/GMO/GM).
No início da década de 1990, a Monsanto começou a “junção” de genes de milho, algodão, soja e canola. Utilizou ADN de fontes estranhas para lograr dos características principalmente: Um pesticida gerado internamente e resistente ao herbicida RoundUp da Monsanto. Em outras palavras, as plantas envenenam e matam aos insetos e mamíferos que as devoram, e resistem ao agroquímico (parente do Agente Laranja) RoundUp que persiste nelas inclusive depois do seu processamento até chegar ao consumidor.

Claro que a transgênese tem se expandido. Batatas, frutas, maçãs, tomates, alface, tabaco, peras, melancia. TUDO tem sua versão OGM.

Apesar das décadas de propaganda dizendo que os cultivos geneticamente modificados poderiam alimentar o mundo, que teriam mais nutrientes, resistência a seca, o maior rendimento, nenhuma dessas promessas se cumpriu. Os cultivos GM não alimentam o mundo, causam câncer. Não tem mais nutrientes, na verdade não alcançam nem 10 % dos nutrientes que tem os cultivos orgânicos. Não resistem a seca. Não fornecem maior rendimento e sim menor, enquanto encarecem a produção. A maioria das ganhos da Monsanto provém das semente desenhadas para tolerar o RoundUp, este desenho transforma aos “alimentos” em armas mortais para a humanidade. As receitas da Monsanto aumentam constantemente desde que os agricultores se veem obrigados a usar mais e mais químicos devido a proliferação de ervas daninhas que evoluem desenvolvendo resistência ao RoundUp.

A Monsanto e os meios de comunicação de massa ocultam que o Amaranto orgânico era o verdadeiro alimento projetado para a humanidade do futuro. Cura o câncer e o previne, é o cereal mais nutritivo do planeta e foi a primeira planta a germinar no espaço. Tanto é que os astronautas da NASA utilizam amaranto para manter-se saudável e não a soja.

Como durante os primeiros dias dos PCB, o DDT, o Agente Laranja, a Monsanto tem enganado e subornada com êxito os organismos públicos e reguladores gerais implantando a crença de que o RoundUp e os cultivos geneticamente modificados são benéficos e “seguros”.

Claro que a Monsanto teve que ordenar a Obama que assinasse uma Lei na salvaguarda da corporação para se defender das denúncias e demandas, produto de 100 anos de novos estudos que demonstram os efeitos negativos e impactos ambientais de los OGM. A Monsanto ataca estes estudos científicos mediante os meios de comunicação de massa controlados, difamando e ignorando as organizações independentes, e científicos honestos. Mas também, a Monsanto conta com associações industriais, blogs, cientistas subornados, “ciência independente” falsa e todo tipo de ferramentas que por sua vez, os mesmos meios de comunicação corruptos patrocinam, somado a centenas de milhões de artigos de relações públicas “privadas” realizados por empresas que com frequência foram fundadas, são financiadas e mantidas pela Monsanto.

Desafortunadamente, poucos de nós tiramos um tempo para localizar os membros fundadores e as relaciones destas fontes ilegítimas com a Monsanto.

A FDA respalda enfaticamente a Monsanto, já que compartilha funcionários com a Monsanto mediante o fenômeno “Portas Giratórias”. No seguinte gráfico elaborado por Milhões contra Monsanto pode ver alguns ex vice presidentes da Monsanto e advogados da firma que mais tarde ocuparão cargos na FDA. E não se esqueça de Clarence Thomas, o ex advogado da Monsanto, que sendo juiz da Corte Suprema de Justiça, falou a favor de Monsanto em cada caso apresentado.

O vento e as abelhas transportam as mutações genéticas da Monsanto para a natureza selvagem, comprometendo o ecossistema global. Em breve todas as plantas serão transgênicas.

13. Um produto extra para este informe: As sementes Terminator.
No final de 1990, a Monsanto desenvolveu uma tecnologia para produzir grãos estéreis incapazes de germinar. Estas “sementes Terminator” obrigariam aos agricultores a cada ano comprar novas sementes da Monsanto, no lugar de guardar e reutilizar as sementes de suas colheitas como fizeram durante séculos. Afortunadamente, esta tecnologia fracassa no mercado. Pelo qual a Monsanto decidiu exigir aos agricultores a assinatura de um contrato de acordo para que não reutilizem nem vendam as sementes, o que os obrigam a comprar novas sementes e coloca a necessidade de um “gene terminator”. O fracasso parcial das sementes terminator é uma sorte para nós… já que também eram suscetíveis a polinização cruzada e podiam ter contaminado cultivos e bosques em todo o mundo. O que não significa que este objetivo siga no planos da Monsanto.

Como se traduz o legado da Monsanto para a humanidade?

Entre 85% e 90% dos alimentos que você consome diariamente tem OGMs, agrotóxicos da Monsanto e resíduos de RoundUp. (Os números desta fonte estão desatualizados).

Como a Monsanto alcança sua impunidade? Segundo a Associação de Consumidores Orgânicos em um documento do ano de 2011, “Há uma correlação direta entre o fornecimento de alimentos geneticamente modificados e os $ 2.000.000.000.000 de dólares que o governo dos EUA gasta anualmente em atenção médica, quer dizer, uma epidemia de enfermidades crônicas relacionadas com a dieta e um vínculo comercial com os laboratórios de medicamentos e vacinas.

No lugar de frutos sadios, verduras, grãos e animais alimentados com erva natural, as granjas industriais dos Estados Unidos e da Argentina produzem um excesso de comida com fragmentos de engenharia genética que causam enfermidades cardíacas, derrame cerebral, diabetes e câncer, com o respaldo de subsídios agrícolas, enquanto que os agricultores orgânicos não recebem estes subsídios.

A historia da Monsanto é reflexo de um quadro persistente de substâncias químicas tóxicas, demandas e manipulação da ciência. É esse o tipo de entidade que queremos para controlar os fornecimento de alimentos do nosso mundo?

A Monsanto não está só. Outras empresas do “Big Six” (Seis grandes) inclui a: Pioneer Hi-Bred International (filial de DuPont), Syngenta AG, Dow Agrosciences (filial de Dow Chemical), BASF (que é uma companhia química que expande rapidamente sua divisão de biotecnologia) e a Bayer CropScience (filial da Bayer).

……………………………………………………………………………………..
*Fonte: contraagrotoxicos/Regeneración


Em BH, casas que têm quintal verde não precisam pagar IPTU

Cada vez mais caro, o IPTU (Imposto Predial Territorial Urbano) pesa no orçamento de todos os brasileiros – ou quase todos. É que em Belo Horizonte, capital de Minas Gerais, quem possui casas com grandes quintais verdes não precisa pagar o tributo à prefeitura.

Trata-se de uma espécie de “agradecimento” que o governo municipal oferece aos cidadãos que são donos dessas moradias ecológicas por contribuírem para o microclima da cidade, melhorando a qualidade do ar, diminuindo as ilhas de calor e contribuindo para a absorção da água da chuva, entre outros tantos benefícios trazidos pelas árvores.

A lei foi sancionada há mais de 20 anos, mas poucos moradores sabem de sua existência. Segundo a prefeitura, menos de 10 donos de chácaras e sítios, que possuem extensa área verde preservada em seus quintais, fazem uso do benefício.

Para popularizar a medida – e, assim, incentivar a conservação do verde no município de Belo Horizonte, que já chegou até a ser chamado de ‘cidade jardim’ e, hoje em dia, está ‘cinza’ -, a prefeitura vai passar a divulgar a lei na guia do IPTU. Mais do que isso: baterá na porta de potenciais candidatos para a isenção do tributo para explicar o benefício.

Segundo o governo, não é qualquer quintal verde que se enquadra na lei. É preciso que ele seja caracterizado como ‘Reserva Particular Ecológica’ pela legislação municipal. O que, entre outras exigências, significa que o imóvel precisa ter “condições naturais primitivas ou semiprimitivas recuperadas”.

 

…………………………………………………………………………………………………………
*Fonte: ecoguia/The Greenest Post, por Débora Spitzcovsky

 

 


A inglaterra já está testando estradas que recarregam carros elétricos durante a viagem

Um estudo realizado na Inglaterra diz que a frota de carros elétricos irá aumentar devido a chegada das  estradas que podem carregar os veículos ao longo da viagem.

A autonomia das atuais baterias de carros elétricos não são suficientes para uma viagem longa. Enquanto os carros elétricos rodam 260 milhas, algo em torno de 418 km  para uma carga completa, carros a gasolina podem rodar até 300 milhas – 482 km –  ou mais.

Já a Inglaterra, anunciou na semana passada que está testando equipamentos a 18 meses e que agora vai começar os estudos de viabilidade. (O teste não será em vias públicas, por agora.)

Durante os ensaios, os veículos serão equipados com a tecnologia sem fio e equipamento especial será instalado sob os carros. Cabos elétricos enterrados sob a superfície irá gerar campos electromagnéticos, que serão captados por uma bobina dentro de um dispositivo acoplado ao carro e convertida em eletricidade.

A conclusão de todos os estudos está marcada para acontecer no final deste ano; detalhes serão revelados quando um empreiteiro tenha sido designado. Haverá uma continuação potencial em estradas reais.

O ministro dos Transportes Andrew Jones diz que “o governo irá investir £500 milhões nos próximos cinco anos para manter a Grã-Bretanha na vanguarda desta tecnologia.”

“As tecnologias automotivas estão a avançar a um ritmo cada vez maior e estamos empenhados em apoiar o crescimento de veículos de emissões ultra-baixas nas auto-estradas da Inglaterra.” Diz Mike Wilson, engenheiro-chefe de rodovias.

Os ensaios off-road de tecnologia de energia sem fio vai ajudar a criar uma rede de estradas mais sustentáveis para a Inglaterra e abrir novas oportunidades para as empresas que transportam mercadorias em todo o país.” Continua.

Este não é o primeiro estudo do tipo. Na Coréia do Sul, um trecho de 7,5 milhas (12 km) de estrada tem abastecido até ônibus elétricos, através de um processo chamado Shaped Magnetic Field in Resonance (SMFIR)

Mas este novo projeto é muito mais ambicioso e potencialmente algo que irá revolucionar as malhas de rodovias pelo mundo. Alguns céticos se manifestaram contra o regime; Dr Paul Nieuwenhuis, o diretor do Centro de Excelência Elétrica Veicular da Cardiff Business School, disse à BBC que “soa muito ambicioso para mim. O custo será o maior problema e eu não estou totalmente convencido de que vale a pena.”

Ela aponta melhorias na tecnologia da bateria, questionado se algum dia haveria uma necessidade de tais estradas.

 

……………………………………………………..
*Fonte: engenhariae


Reino Unido testa asfalto 60% mais resistente que é feito com plástico retirado dos oceanos

A Holanda já havia anunciado querer testar um asfalto feito a partir de plástico retirado dos oceanos. O uso do material, atualmente, está “na moda”, já que se trata de um recurso demorado para se decompor na natureza e que, infelizmente, é cada vez mais descartado de forma incorreta pelo homem. Além disso, uma série de toxinas que prejudicam nossos solos têm ligação com os vestígios deixados pelo plástico. Não por acaso, o que não falta por aí são iniciativas para reutilizar e reciclar todos esses resíduos espalhados por aí!

Uma das mais recentes vem do engenheiro Toby McCartney, que desenvolveu uma técnica para revestir as ruas com material parecido com o concreto convencional, mas composto por plástico descartado. A empresa, chamada MacRebur, garante que o substituto é 60% mais resistente que o asfalto comum e tende a durar 10 vezes mais.

Substituto do famoso betume, comercializado por empresas que extraem petróleo, os plásticos descartados aos montes por domicílios e espaços comerciais são a matéria-prima do produto de Toby. Mas tudo só foi possível graças à sua filha: ao ser questionada por sua professora sobre o que vive nos oceanos, a pequena respondeu: “Plástico”. Seu pai não queria que ela vivesse em um mundo onde isso fosse verdade e tratou de fazer sua parte!

O primeiro teste do composto foi realizado na calçada do engenheiro. Ao perceber que funcionava, a empresa aplicou a técnica em novas ruas do estado de Cumbria, localizado no norte da Inglaterra. Dedos cruzados para que os próximos testes também funcionem!

Assista ao vídeo da iniciativa aqui.

…………………………………………………………..
*Fonte: thegreenestpost

 


Análise de cientistas conclui que temos apenas 10 anos para conseguir salvar o planeta

O que mais escutamos nos últimos anos são os efeitos negativos e desastrosos que as mudanças climáticas estão causando em todo o mundo, assim como o aumento das temperaturas, falta de água, derretimento das calotas polares, enchentes, desertificação, extinção, entre outros.

Agora, infelizmente, depois de mais um estudo realizado por oito pesquisadores do Internacional Institute for Applied Systems Analysis (IIASA), foi descoberto que temos apenas 10 anos para conseguir salvar o planeta Terra.

A pesquisa publicada na revista Nature Communications deixa claro a importância de seguir os acordos firmados entre os 195 países durante a Conferência de Paris, realizada em dezembro de 2015.

O estudo ainda mostra que existem duas formas de reverter o problema e reduzir as emissões de carbono no mundo: cortando as emissões produzidas pelos seres humanos e restaurando os sumidouros de carbono.

Segundo o consultor do Banco Mundial Brian Walsh, para chegar a essa conclusão foram pesquisados as emissões de carbono de combustíveis fósseis, agricultura, produção de alimentos, bioenergia e o uso da terra. Além dos ecossistemas naturais, para entender como eles fazem a absorção do CO2 e, assim, conseguir determinar de onde eles se originam e para onde vão.

As orientações feitas pelos pesquisadores para melhorar esse cenário são:

• Diminuir a utilização dos combustíveis fósseis em 25%;
• Reduzir os desmatamentos das florestas em 42% até o ano de 2100;
• Aumentar o uso das energias renováveis (eólica e solar) e bioenergia em todo o mundo.

Se nenhuma dessas medidas for aderida pelos países e não forem empregadas tecnologias de emissões negativas, haverá um aumento na temperatura global de até 3,5°C, número bastante significativo e impactante para o planeta.

O diretor do programa de energia IIASA e coautor do estudo, Keywan Riahi, disse ao site da Instituição: “O trabalho anterior sobre as estratégias de ações pelo IIASA mostrou a importância de medidas necessárias da demanda de energia, incluindo eficiência, conservação e mudança comportamental. Sucesso nessas áreas pode explicar a diferença entre atingir 1,5°C em vez de 2°C”.

Confira o estudo completo através do  link.

……………………………………………………..
*Fonte: pensamentoverde


BEE OR NOT TO BE

Organização de Proteção às Abelhas

Associação civil brasileira, sem fins lucrativos, de caráter socioambientalista, que tem por finalidade apoiar e desenvolver ações para a defesa, elevação e manutenção da vida de todas as espécies de abelhas.

http://www.beeornottobe.com.br/


Empresa transforma plástico reciclado em tijolo para construção de casas

Cada vez mais, a bioconstrução começa a chamar a atenção dentro do setor de construção civil. E no que depender da indústria italiana Presanella Building System, este novo ramo tem tudo para crescer ainda mais e se consolidar como uma das frentes da área de construção num futuro bem próximo.

Isto porque a empresa apresentou uma nova solução que promete revolucionar as atividades do setor, através da coleta e transformação de plástico reciclado em tijolo para construção de casas. Isso mesmo, de acordo com os italianos, os novos modelos de tijolo são fabricados com resíduos plásticos que seriam descartados e então são processados para serem utilizados em projetos arquitetônicos.

Segundo a empresa, o novo produto permite que a construção seja concluída em um período de tempo muito menor, além de ter um custo de aquisição mais em conta que os materiais convencionais. Vale também destacar os benefícios sustentáveis do novo tijolo para o setor, já que a construção civil é reconhecidamente um dos maiores responsáveis pela emissão de gases de efeito estufa.

Com base nos primeiros projetos erguidos com o tijolo da Presanella, um imóvel de 80m² é capaz de reciclar cerca de 2.500 kg de resíduos plásticos, o que proporcionalmente pode resultar em grandes ações de reaproveitamento de materiais. Além disso, o material plástico permite maior facilidade no transporte e armazenamento, otimizando ainda mais todo o processo.

Tendo sua produção já consolidada pela indústria italiana, o novo tijolo chega agora ao mercado do Brasil, através da importação do material, que é fabricado no Paraguai e distribuído para toda América Latina. Inclusive, a empresa afirma que já iniciou suas primeiras ações em território nacional.

Além dos tijolos, a nova tecnologia produz outros componentes usados pelo setor, como cofragens (moldes de madeira para moldagem e solidificação de concreto), peças e vigas para sustentação do telhado. A Presanella explica que o produto não pode ser comercializado de maneira  avulsa, apenas como parte do projeto completo.

 

…………………………………………………………….
*Fonte: pensamentoverde


Máquina que troca garrafa vazia de cerveja por desconto chegará a mais 500 supermercados

A cervejaria Ambev acaba de investir R$ 1,5 milhão no desenvolvimento de uma máquina própria de coleta de garrafas retornáveis, o que vai facilitar ainda mais a troca desses vasilhames para os consumidores. O investimento na tecnologia, que antes era importada, vai gerar uma economia de até 70% nos custos logísticos dessa operação. Hoje, a companhia já conta com cerca de 900 equipamentos em supermercados de todo o país. Até o final de 2017, mais 500 máquinas estarão disponíveis nas principais capitais do Brasil.

As máquinas de coleta permitem a troca das garrafas de vidro de maneira simples e prática: depois de comprar o primeiro vasilhame, o consumidor só precisa levar o casco vazio até a máquina e, assim, retirar um ticket de desconto para a compra de um outro retornável. A economia com essas garrafas pode chegar até 30%, já que, após a primeira compra, o cliente não paga por uma nova embalagem. Ou seja, com a retornável o consumidor economiza no preço da cerveja e ainda gera menos impacto no meio ambiente.

A Ambev também investiu no desenvolvimento de uma cesta, para facilitar o transporte durante a troca dos vasilhames. A ideia surgiu depois de uma pesquisa encomendada pela cervejaria indicar que dentre os consumidores que ainda não optam pela garrafa retornável no supermercado, 35% pontuam justamente a dificuldade na hora do transporte. A cesta ajuda o consumidor a reunir os seus cascos, trocar na máquina e levar novas cervejas para casa de um jeito ainda mais fácil. Os consumidores poderão adquirir suas cestinhas em grandes redes varejistas.

Essa mesma pesquisa mostrou ainda que 70% dos entrevistados já perceberam que as retornáveis são a opção mais barata e 21% consome esse tipo de vasilhame por enxergar suas vantagens sustentáveis. Esse resultado mostra que a ampliação da oferta de garrafas de vidro retornáveis é uma estratégia que tem dado certo.

No ano passado, a venda de cervejas da Ambev nessas embalagens cresceu 64% nos supermercados. Hoje, uma em cada quatro garrafas comercializadas pela cervejaria neste canal já é retornável. Por isso, a companhia está investindo em processos que facilitem a troca e o transporte desses vasilhames e também na ampliação de seu portfólio, com a aposta nas minirretornáveis, as garrafinhas de 300 ml. Esse formato, que já contava com as marcas Skol, Brahma e Antarctica, ganhou agora mais um reforço: o consumidor já pode encontrar nos supermercados a nova Bohemia na versão mini.

 

………………………………………………………
*Fonte: ciclovivo

 


Couro ecológico feito com restos de vinho ganha prêmio internacional

Um couro ecológico, feito restos de uva deixados da vinificação, foi um dos vencedores este mês do prêmio Global Change Award da Fundação H & M, em Estocolmo, na Suécia.
A novidade, que dispensa a morte de animais para fabricação de couro, foi criada na Itália e ganhou mais de 1 milhão de euros pelo primeiro prêmio. O couro é processado sem produtos químicos e ainda reduz o desperdício dos restos do vinho.
O nome do novo material é Wineleather. Ele foi criado por Gianpiero Tessitore e Francesco Merlino, em colaboração com Rossella e Valentina Longobardo.

“Criamos e patenteamos um processo de fabricação inovador que transforma as fibras e os óleos vegetais presentes no bagaço de uva em um material ecológico com as mesmas características funcionais, estéticas e sensoriais do couro”, explicou Tessitore, fundador da Vegea srl e inventor do Wineleather.

O couro ecológico pode ser empregado em vários setores, desde a moda e design até na área automotiva.
E a Itália poderá nadar de braçada porque produz 18% do vinho anual do mundo e tem muito resíduo para ser utilizado na ideia.

O prêmio

O Global Change Award acaba de celebrar a sua segunda edição.
O prêmio selecciona anualmente cinco projectos profundamente inovadores, e dá uma subvenção total de 1 milhão de euros, mais de 3,4 milhões de reais. Este ano, entre as 3.000 candidaturas de 130 países, os cinco finalistas escolhidos também incluíram:

. Solar Textiles (EUA / Suíça), um processo de produção de nylon utilizando água e energia solar,
. Content Thread (US / UK), um segmento digital que facilita a reciclagem de peças de vestuário, fornecendo aos recicladores uma lista de que as roupas são feitas,
. Denim-Dyed Denim (Austrália), que colore jeans undyed usando denim velho e
. Manure Couture (Holanda), que extrai matéria-prima do estrume para criar um tecido biodegradável.

 

……………………………………………………………………
*Fonte: ecoguianet


Produtores rurais são os maiores responsáveis pela preservação ambiental

Afirmação é de pesquisador da Embrapa com base em estudo que analisa dados do Cadastro Ambiental Rural (CAR).

Se você é do time que acha que produtor rural não ajuda a cuidar a natureza, um estudo da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) veio para abalar essas convicções. A instituição aponta que em áreas agrícolas consolidadas os agricultores e pecuaristas são, hoje, os principais responsáveis pela preservação ambiental. Nos estados do Sul do Brasil, por exemplo, enquanto as áreas de conservação mantidas pelo Estado não chegam a 4% do território, os produtores chegam a deter dentro de suas propriedades até 27% das áreas de preservação – dependendo da unidade da federação.

A conclusão é de um estudo feito pela Embrapa Monitoramento por Satélite, com sede em Campinas, interior de São Paulo. Evaristo Eduardo de Miranda, chefe-geral do local, explica que a análise foi possível graças aos dados do Cadastro Ambiental Rural (CAR). O CAR foi uma exigência do governo federal a partir da aprovação do Código Florestal de 2012. Assim, até o ano passado todos os donos de terra do Brasil foram obrigados a fazer um cadastro detalhado, com base em imagens de satélite, das áreas que possuem e onde mantêm as áreas de preservação exigidas por lei.

O estudo ainda está em andamento, mas Miranda explica que antes de olhar para qualquer número preliminar é necessário fazer uma distinção. Nesse levantamento foram considerados dois tipos de áreas para a preservação. O primeiro deles é denominado de Unidades de Conservação (UCs), que são basicamente compostas por áreas indígenas e/ou parques administrados pelo estado. O segundo tipo é de Áreas de Preservação (AP), que são partes de propriedades que os agricultores e/ou pecuaristas são obrigados a manterem dentro de suas propriedades rurais por Lei.

Ele cita como exemplo (sempre com base em dados do CAR) os estados do Sul do Brasil para comprovar a tese de que os produtores rurais tem uma fatia muito maior preservada por meio de APs do que o estado por meio das UCs. O Rio Grande do Sul tem 1% do seu território em UCs e 13% em APs. Já o Paraná tem 3% do território em UCs e 27% do território em APs. Santa Catarina, segundo Miranda, aparece com 4% do território em UCs e 23% do território em APs.

“Não existe nenhuma categoria que proteja mais o meio ambiente do que o agricultor. Não existe militar, pesquisador, jornalista, que respeita tanto o meio ambiente. Nenhuma instituição, secretaria de meio ambiente, fundação etc. Ninguém chega perto do que os agricultores fazem pelo meio ambiente”, aponta o chefe-geral da Embrapa monitoramento por satélite.

Intuito não é controlar os agricultores

O pesquisador explica que ao pegar os dados do CAR e fazer um levantamento com base neles, a intenção é gerar dados para melhorar a compreensão do campo. “Não temos o intuito de controlar agricultores, ou de verificar se está certo ou errado. Queremos compreender a agricultura. Tanto é que o máximo de detalhe em que chegamos é em escala municipal”, enfatiza.

 

………………………………………………….
*Fonte: gazetadopovo

 


Morar perto de árvores reduz casos de depressão, segundo pesquisadores

De acordo com estudo “Paisagem e Urbanismo”, publicado na revista científica Science Direct, quanto mais árvores, menos quadros de depressão são identificados. Os dados analisados pelos pesquisadores do Instituto de Medicina da Universidade de Exeter, no Reino Unido, foram coletados em Londres, no período de 2009 a 2010.

Entre as informações consideradas estão a quantidade de árvores nas proximidades das casas dos pacientes e as informações médicas acerca da saúde mental de cada um. Além disso, variáveis como as condições sociais, tabagismo e idade também entraram no levantamento.

A pesquisa levou em conta apenas as informações sobre a quantidade de árvores na rua, na proximidade das residências, sendo que os parques e outros espaços públicos de lazer não foram validados. Dessa forma, a proposta era avaliar o impacto que a natureza em meio urbano pode ter sobre as pessoas.

Um dado identificado foi que em locais com maior densidade de árvores, as taxas de prescrição médica para remédios antidepressivos foi menor. Assim, 40 árvores por quilômetro quadrado possui uma prescrição de antidepressivos que varia de 358 a 578 a cada mil pessoas.

Avaliando os resultados da pesquisa, os pesquisadores consideram que a saúde e bem-estar são estimulados por locais com paisagem mais verde, que favorecem a prática de atividades físicas e a interação com a comunidade.

 

…………………………………………………..
*Fonte: pensamentoverde

 

 


Interessante amostra de para onde fluem alguns de nossos rios


Energia solar: agora sua janela poderá se tornar um painel solar

Produzir energia limpa é um dos grandes desafios da atualidade. Algumas alternativas, como a energia solar, já existem, mas encontram barreiras como custo de implementação, o que torna seu uso absurdamente caro. Contudo, uma equipe de pesquisadores da Universidade Estadual de Michigan, nos Estados Unidos, desenvolveu um novo tipo de receptor solar que pode resolver esse problema e popularizar a energia solar.

Esse novo receptor consiste em um dispositivo que, quando colocado sobre uma janela onde bata sol, é capaz de captar a luz e transformá-la em energia, sem que a visão através da janela fique obstruída.

Ele é chamado de “concentrador solar luminescente transparente” e pode ser usado em edifícios, aparelhos celulares e qualquer outro dispositivo que tenha uma superfície clara.

 

Energia solar acessível: um sonho que se realiza?

De acordo com Richard Lunt, da Faculdade de Engenharia da Universidade de Michigan, a palavra-chave que resume a genialidade deste dispositivo é “transparente”.

A pesquisa sobre a produção de energia a partir de células solares colocadas em torno de materiais de plástico do tipo luminescentes não é nova. Estes esforços passados, no entanto, têm rendido resultados ruins, de forma que a produção de energia era ineficiente e os materiais eram altamente coloridos. E isso trás um problema óbvio: ninguém quer ficar sentado perto de um vidro colorido. Isso torna os ambientes cansativos. A comparação que o professor Lunt faz expressa muito bem o problema: seria como trabalhar em uma discoteca. Fica difícil de popularizar uma tecnologia assim, que gera um desconforto tão imediato.

Sabendo disso, os engenheiros trabalharam para resolver esse problema, com o desafio de tornar a própria camada ativa do receptor transparente.

O sistema de recepção e armazenamento de energia solar utiliza pequenas moléculas orgânicas desenvolvidas pelo professor Lunt e sua equipe para absorver comprimentos de onda específicos e não visíveis de luz solar. Segundo eles, os materiais utilizados na fabricação desse dispositivo podem ser ajustados para captar apenas as ondas ultravioletas e outras ondas infravermelhas que tenham comprimentos de onda próximos.

O “espelho” de luz infravermelha é guiado para a extremidade do plástico, onde é convertido em eletricidade por finas tiras de células solares fotovoltaicas. Como os materiais não absorvem ou emitem luz no espectro visível, eles parecem excepcionalmente transparentes ao olho humano, explica o professor Lunt.

 

Vantagem

Além de o meio ambiente agradecer (e muito), uma outra vantagem deste novo dispositivo é a sua flexibilidade. Enquanto a tecnologia está em um estágio inicial, ela tem o potencial de ser escalada para aplicações comerciais ou industriais, com um custo acessível.

As possibilidades de implantar um sistema de energia solar de forma não intrusiva agora são muito maiores. Edifícios altos, janelas de qualquer tamanho ou qualquer tipo de dispositivo móvel podem se adaptar a essa ideia.

 

Futuro

Lunt disse que mais trabalho é necessário a fim de melhorar a eficiência de produção de energia solar. Atualmente, ela é capaz de produzir uma eficiência de conversão de energia solar de cerca de 1%, mas Lunt observou que o grupo pretende atingir eficiência acima de 5% quando a captação estiver totalmente otimizada. O valor ideal de conversão, segundo o professor responsável pelo projeto, é de 7%. [sciencedaily]

 

……………………………………………………….
*Fonte: hypescience

 


Estudo revela como era o Saara antes de se tornar um deserto

Entretanto, o que poucos sabem é que antes de ser essa região extremamente seca e desértica, o Saara era uma região cheia de árvores, animais, plantas e muita chuva. Essas informações estão sendo estudadas por pesquisadores da Universidade de Estocolmo, na Suécia, e de Columbia e do Arizona, nos Estados Unidos.

De acordo com matéria publicada no site da BBC, os pesquisadores que buscam um padrão de chuvas no norte da África descobriram que entre 5 mil e 10 mil anos atrás, o deserto do Saara era conhecido como “Saara Verde” e tinha precipitações anuais entre 35 e 100mm de chuva, clima que colaborava com a fertilidade da terra local.
Saara Verde

O professor do departamento de Ciências Atmosféricas, Planetárias e da Terra do Massachusettes Institute of Technology (MIT), David McGee, equipara a vegetação existente anteriormente no Saara com a do Serengeti, localizado no norte da Tanzânia e sudoeste do Quênia, região que ainda é palco da maior migração de animais mamíferos de todo o mundo.

McGee explicou ao site da BBC Mundo: “Havia no Saara corpos hídricos permanentes, savanas, pradarias e até alguns bosques”. Ele ainda constatou outras evidências de fósseis de animais não encontrados mais na região e a presença de grandes faunas.

No Saara também são encontradas pinturas rupestre e antigos anzóis, revelando um estilo de vida completamente diferente do que é encontrado hoje. Entretanto, para o professor do MIT, mesmo sendo muito complicado saber o tamanho exato da vegetação, estima-se que ela tenha se ampliado para o norte do Saara, onde estão localizadas a Líbia, Argélia e Egito.
Do surgimento do Saara Verde até a sua desertificação

Para Francesco Pausada, da Universidade de Estocolmo, o Saara Verde surgiu da aproximação do Sol com a Terra durante o período de verão, colaborando com essas mudanças. Ele ainda explica: “O Saara se tornou verde quando saímos do período glacial. O sol do verão se tornou mais forte há uns 9 mil anos e isso trouxe uma série de consequências.”

Com as temperaturas extremas, as chuvas de monções aumentaram consideravelmente, colaborando com o surgimento da vegetação e, consequentemente, com a redução das emissões de poeira e diminuição do reflexo da luz. Essas precipitações são conhecidas como albedo, uma das principais causas da aridez na região.

Essa intensificação do albedo no Saara contribuiu significativamente com a desertificação da região. Porém, ainda é incerto quando aconteceu essa mudança drástica no clima.

Muitos cientistas acreditam que essa transformação aconteceu há 5 mil anos, devido aos fenômenos periódicos isolados que aconteceram na região. Outra hipótese é que essa transformação ocorreu de uma hora para outra, sem uma explicação especifica.

Já em 2008, mais um estudo foi divulgado por pesquisadores na Universidade de Colônia, na Alemanha, estimando que essa mudança foi mais lenta e aconteceu há apenas 2,7 mil anos. A pesquisa só foi possível após a análise de amostras de sedimentos retirados do lago Yoa, no norte do Chade, que mostraram o processo gradual de desertificação do Saara.

Entretanto, o estudo realizado por Pausata mostrou que as precipitações que aconteceram revelaram que os seres humanos que lá povoavam, abandonaram a região há 8 mil anos, em decorrência da forte seca que durou mil anos.
Possível influência humana

Estudos realizados recentemente pelo arqueólogo David Wright, da Universidade Nacional de Seul, consideram a hipótese de que os seres humanos tiveram um papel fundamental nas mudanças climáticas do deserto do Saara. Para o pesquisador existem provas arqueológicas de que o primeiro pastoreio provocou sérias consequências na ecologia da região.

Conforme a vegetação era removida e alterada para criação de gado e rebanhos, o fenômeno albedo sofria uma ampliação que colaborava com a diminuição das chuvas de monções. Porém, para Pausata, essa pesquisa não está bem fundamentada e afirmou: “Embora exista um consenso de que o crescimento intenso do rebanho de gado que pasta possa ser prejudicial à variedade de plantas, o pasto leve e moderado pode ter resultados positivos.”
O Saara Verde pode retornar?

Mesmo McGee acreditando que os seres humanos tiveram uma grande participação na desertificação do Saara, outros fatores também ajudaram no desencadeamento do problema, assim como as mudanças cíclicas. Para ele, o Saara verde aconteceu também há 125 mil anos, porém, naquela época, não houve interferência humana e sim uma mudança climática que foi do úmido para árido.

“Desta forma, se o fenômeno for cíclico, é bem provável que o Saara volte a ser verde, mesmo com as atividades humanas recentes”, declarou Pausata. E concluiu: “Daqui a milhares de anos o ciclo se repetirá. O problema agora são as forças antropogênicas. A influência humana será mais um efeito, fora da variação natural, que poderá mudar o equilíbrio no futuro do planeta, não apenas no Saara.”

 

…………………………………………………
*Fonte: pensamentoverde

 


Meio Ambiente perde metade dos recursos para 2017

O Ministério do Meio Ambiente começou abril fazendo contas. O mais incisivo corte no orçamento da área ambiental federal das últimas décadas anunciado no início do mês fez acender o alerta. O orçamento previsto para este ano – atualizado em fevereiro – de R$ 782 milhões caiu praticamente pela metade (43%), restando apenas R$ 446, 5 milhões para despesas de custeio ao longo do ano.

Não estão incluídos neste valor as emendas parlamentares, que dariam mais R$129 milhões de folga. O MMA não considera que esse recurso extra venha compor seu orçamento.

Assim, a pasta terá que se desdobrar este ano se quiser manter ações essenciais como fiscalização, atividades de licenciamento ambiental, combate ao desmatamento ilegal e queimadas e gestão de unidades de conservação.

Estas atividades estão centradas basicamente no Ibama, responsável pelo controle e fiscalização, e no Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio), a quem cabe gerir, por exemplo, os parques nacionais, que já vinham sofrendo com a penúria.

Mas os cortes não se restringem a estas duas autarquias da área ambiental. Atingem em cheio também o Serviço Florestal Brasileiro (SFB), a Agência Nacional de Águas (ANA), o Fundo Nacional do Meio Ambiente (FNMA) e o Fundo Nacional sobre Mudança no Clima (FNMC). No entanto, o Ibama e o ICMBio ficam com a maior fatia dos recursos, cerca de 70% da pasta.

Lamentável

O Diretor Executivo do WWF-Brasil, Maurício Voivodic lamentou o corte na área ambiental em um momento em que o desmatamento aumentou na Amazônia e segue em alta no Cerrado. Ele lembrou ainda que é preciso fazer todo o esforço possível para garantir o Sistema Nacional de Unidades de Conservação, as ações de fiscalização e controle e os investimentos em conservação da biodiversidade.

“O momento é sensível, pois o cenário aponta para a fragilização do licenciamento ambiental, o ataque sistemático para redução de áreas protegidas na Amazônia, comprometendo um dos principais ativos do país”, comentou.

A avaliação no MMA é de que ainda é cedo para se falar em quais as atividades finalísticas ficarão mais prejudicadas com o corte. Não há dúvidas, porém, de que os recursos são insuficientes e que o impacto poderá ser sentido na ponta. Inclusive podendo comprometer metas internacionais do país nos temas da biodiversidade e do clima. Por isso a apreensão nos corredores do ministério nesta semana. O que não se pode é parar.

Por isso, o Ministro do Meio Ambiente, José Sarney Filho, tratou de defender as ações de sua pasta. O ministro iniciou um périplo pelo Palácio do Planalto e Ministério do Planejamento para tentar garantir que não faltem os recursos para ações cruciais, tentando minimizar os efeitos do corte sobre as atividades que estão sob seu comando.

É sobre a mesa dele que batem primeiramente os números do desmatamento – que aumentou 29% no ano passado em relação ao ano anterior –, os alertas de incêndio florestal, o comércio ilegal de madeira, o tráfico de biodiversidade.

Corte raso

Os cortes orçamentários não atingem apenas a área ambiental. Além do MMA, os ministérios dos Transportes, do Esporte, do Turismo, das Cidades, da Integração Nacional e do Planejamento, Orçamento e Gestão também tiveram seus orçamentos ceifados pela metade.

O exercício no MMA também vai no sentido de identificar medidas que possam ganhar mais efetividade com menor custo. Desde a redução na quantidade de viagens feitas pelos técnicos da pasta, com maior uso de reuniões virtuais, até o planejamento de ações conjugadas com outros órgãos como a Polícia Federal, por exemplo. Vale tudo para tentar reduzir os impactos do contingenciamento de gastos.

Para dar conta das responsabilidades, os órgãos do governo terão de trabalhar de forma solidária – o que é um grande desafio em momentos de pouca verba.

Trata-se de um dos mais duros golpes no orçamento para ações de custeio no governo federal nas últimas décadas. Os efeitos são imprevisíveis.

O desequilíbrio fiscal do Brasil significa um déficit de R$ 139 bilhões – podendo chegar a R$ 200 bilhões na opinião de alguns economistas ouvidos pelo WWF-Brasil, um rombo histórico e sem perspectivas de solução no curto prazo – o que projeta um cenário futuro sombrio, infelizmente não só para a área ambiental.

Sem credibilidade, o governo não tem como atrair investimentos, nem aumentar a receita. O jeito é cortar e remediar de modo amargo para tentar tirar o paciente do estado de coma em que se encontra.

As informações são da WWF.

 

…………………………………………………………………
*Fonte: ciclovivo


Primeiro mercado 100% orgânico de São Paulo é inaugurado

A chance de encontrar alimentos orgânicos nas prateleiras dos supermercados vem crescendo gradativamente, ao passo que a demanda aumenta. Pensando nesse público, um casal acaba de investir em um supermercado no bairro Vila Madalena (SP) que vende somente produtos livres de agrotóxicos.

Atualmente, é preciso buscar em lugares diferentes opções orgânicas a depender do tipo de produto que se deseja comprar. A ideia deste novo estabelecimento, batizado de Casa Orgânica, é justamente reunir em um só lugar todos eles. Como é de fato um supermercado, será possível obter desde alimentos frescos até materiais de limpeza.

Outro diferencial é que tudo poderá ser comprado direto do produtor, tendo assim mais garantia de um preço justo e do conhecimento da cadeia produtiva do que se está adquirindo. É realmente o “mundo dos sonhos” de uma sociedade mais consciente.

O espaço está aberto desde março, mas foi inaugurado no último sábado (8), e possui wi-fi, área onde é possível estacionar a bicicleta e deixar o cachorro. Também há espaço para crianças e co-working.

A Casa Orgânica funciona da rua Fidalga, 346, de segunda a sexta das 11h às 19h e sábados das 9h às 15h.

 

………………………………………
*Fonte: ciclovivo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Chineses criam painéis solares que funcionam à noite

Duas universidades chinesas se uniram para desenvolver um painel solar revolucionário que promete gerar energia mesmo em dias chuva, nevoeiro e até à noite. Para isso, foi utlizado um material diferente dos tradicionais chamado de LPP (sigla em inglês para “fósforo de longa persistência”).

Com o LPP, o painel é capaz de armazenar energia solar durante o dia e as células solares continuam a produzir energia elétrica mesmo quando há pouca luminosidade. A eficiência da tecnologia está exatamente na conversão de eletricidade. “Só a luz parcialmente visível é que pode ser absorvida e convertida em eletricidade, mas esta matéria (LPP) pode armazenar energia solar a partir de luz não absorvida e próxima da infravermelha”, explica Tang Qunwei, da Universidade Oceânica da China.

Essa capacidade de gerar energia contínua durante dia e noite ganhou notoriedade em revistas científicas, que publicaram o trabalho de Qunwei e seu parceiro Yang Peizhi, professor da Universidade Pedagógica de Yunnan. Com suas equipes, os dois chegaram a um produto que promete reduzir os custos de captação de energia solar.

 

………………………………………………….
*Fonte: ciclovivo


A História da Água Engarrafada – A grande mentira da Indústria


Onde está sua bicicleta?

A bicicleta está bem distante de ser o principal meio de transporte no Brasil. No entanto, estudo feito em 2016 em algumas capitais brasileiras revela, entre outras coisas, que mais de 60% das pessoas gostariam de usar esse modal para ir ao trabalho. No entanto, ainda sentem falta de segurança, de respeito dos motoristas e de ausência de estrutura nas empresas. Esse é um dado importante que nos incentiva a discutir cada vez mais a mobilidade urbana, em especial em metrópoles como São Paulo.

Cidades orientadas somente ao veículo automotor não fazem mais sentido. A bicicleta deve se tornar mais uma alternativa diante do caos instaurado no trânsito diário. Para distâncias de até cinco quilômetros nas áreas urbanas mais densas das cidades, há pesquisas que constatam que a bicicleta é o modal mais rápido, podendo chegar a uma velocidade entre 12 e 15 km/h.

Incentivar o seu uso, portanto, é pensar em cidades mais inclusivas e com qualidade de vida. Para a ONU, a bicicleta é o transporte mais sustentável do mundo. Além disso, essa prática faz bem para o meio ambiente. São múltiplos benefícios, imediatos e em longo prazo: redução dos congestionamentos e do barulho, melhoria na segurança viária e diminuição significativa da poluição do ar e nas emissões de gases de efeito estufa.

O uso da bicicleta é uma tendência mundial e alguns locais já estão bem desenvolvidos em relação às ciclovias. Em Tóquio e na Holanda, por exemplo, 25% dos trajetos diários são feitos de bike. No Brasil ainda estamos engatinhando nesse assunto, mas iniciativas e pesquisas mostram que há uma demanda ainda mal explorada.

Engana-se quem acha que a introdução da ‘cultura da bicicleta’ deve ser construída prioritariamente pelos órgãos públicos. O incentivo ao uso do modal é responsabilidade de todos. As empresas que adotam o transporte em duas rodas demonstram maior comprometimento com toda a sociedade e podem se tornar referência para outras.

Pedalar faz bem para o planeta, para o bolso e para a saúde, além de aproximar as pessoas. Duvida?

Experimente tirar a sua bike da garagem. Experimente pedalar pelo seu bairro, pela cidade. Incentive o uso do modal na sua casa, nas empresas e nas escolas. É com pequenos gestos que iremos desenvolver mais fortemente essa cultura em nossas comunidades. É um grande desafio que vale a pena. Você pode começar hoje!

 

………………………………………………………………………………….
*Fonte: pensamentoverde/Leonardo Lorentz

 


Como o mar pode mudar seu cérebro?

Você já sentiu uma paz incrível quando está perto do mar, ou talvez, de repente, à beira-mar, você percebe que tem mais energia e seu humor melhorou? A verdade é que a maioria das pessoas experimenta uma agradável sensação de calma, relaxamento e bem estar quando está perto da água. Por quê? Os neurocientistas acreditam que a explicação está no nosso cérebro. Basicamente, o efeito relaxante do mar nos dá uma espécie de férias para a nossa super estimulação cerebral. Na verdade, vivemos em ambiente sobrecarregado de estímulos que nos bombardeiam continuamente e geram em nós uma tensão que nos impede de relaxar.

No entanto, ver o mar e ouvir o som das ondas do mar nos permite desconectar deste ambiente caótico. É como se criássemos uma bolha de tranquilidade em torno de nós. Na verdade, o movimento do mar e a sua imensidão têm um efeito quase hipnótico que gera a sensação de quietude e bem-estar que nos permitem recarregar nossas energias.

Induz um estado meditativo

O som das ondas promove um potente estado meditativo, uma atitude mindfulness. Não é por acaso que o som das ondas é usado frequentemente em sessões de relaxamento com comprovadas mudanças nas ondas cerebrais. Especificamente promove as ondas alfa que estão associadas a um nível de atenção sem esforço. Estas ondas aparecem quando estamos calmos e relaxados. Mas ficamos tão concentrados no processo meditativo que até o que está ao nosso redor desaparece, até mesmo o clima. Curiosamente, estas ondas também promovem um estado de clareza mental e estimula o pensamento criativo.

Estimula a criatividade

Quando estamos perto do mar o nosso cérebro muda seus interruptores do modo de funcionamento “ocupado” para o modo “relaxado”. O interessante é que neste modo “relaxado” é ativada a rede padrão neural, que é precisamente a que é associada com a visão e a aparência das ideias mais originais e criativas. O que acontece é que o mar nos permite deixar de lado nossas preocupações e controla a área pré-frontal do cérebro, deixando a criatividade fluir livremente. Neste estado nos tornamos mais abertos às experiências e somos menos críticos.

 Gera um poderoso estado de espanto e arrebatamento

Não há nada como ver a imensidão do mar para experimentar essa mistura do sentimento de temor e de maravilha diante da sua grandeza. A este respeito os psicólogos da Universidade de Stanford e Minnesota descobriram que a experiência pode promover uma profunda sensação de bem-estar. Este tipo de experiência nos força a mudar a nossa mentalidade para processar o que estamos vivendo, de modo que uma mudança drástica no nosso pensamento  até mesmo nos influencia a tomar decisões, a pensar mais nos outros e, por isso, é natural nos sentirmos mais generosos. Também foi mostrado que a energia do mar muda a nossa percepção do tempo, como se estivéssemos imersos, literalmente, em uma grande bolha.

Melhora o desempenho cognitivo

O ambiente em que vivemos está cheio de íons, tanto negativos como positivos. Está comprovado que os íons positivos, tais como aqueles emitidos por equipamentos eletrônicos, drenam a nossa energia. Em contraste, os íons negativos, que são comuns no mar, geram um estado de ativação energética. Na verdade, um estudo realizado em Mount Carmel College, em Bangalore, revelou que os íons negativos têm um efeito positivo sobre o nosso desempenho cognitivo. Esses psicólogos desenvolveram os testes em memórias diferentes, considerando a atenção e a decisão, apreciando que o desempenho diminuiu quando o ar estava cheio de íons positivos e aumentou quando havia mais íons negativos. Outro estudo realizado na Universidade da Califórnia revelou que os íons negativos também estimulam a produção de serotonina no cérebro, que ajuda a nos sentirmos mais relaxados e mais energéticos.

 

……………………………………………………
*fonte: portalraizes


Conheça a tradição japonesa do ‘banho de floresta’ (shinrin-yoku)

No Japão, o processo de experimentar profundamente a natureza, tomando-a lentamente através de todos os sentidos, chama-se shinrin-yoku, que se traduz como “banho de floresta”. Que é bom ficar rodeado pela natureza, todo mundo já sabe, mas esta prática também pode ser usada como meditação, com benefícios para a saúde física e psicológica.

Os efeitos da prática no corpo e na mente foram estudados desde que foi desenvolvido no início dos anos 80 e os resultados mostram diminuição de cortisol, principal hormônio causador do estresse, e a redução da pressão arterial. Além disso, a prática promove melhora na concentração, aumento da imunidade e fortalecimento do metabolismo, entre outros efeitos emocionalmente positivos.

Como funciona a imersão

Uma sessão típica envolve caminhar muito lentamente e deliberadamente através da floresta, mas você também pode experimentar esta técnica em outros ambientes naturais na cidade, como em um parque ou jardim botânico. Enquanto você anda, é preciso expandir seu olhar para admirar ainda mais a beleza da natureza, notando coisas que não percebia antes.

Você também pode simplesmente se sentar e observar as diferenças sutis na cor das coisas, tomando um momento para fazer uma pausa e respirar profundamente o oxigênio limpo abundante das árvores. Passe os dedos pela grama, sentindo sua textura. Abra seus ouvidos para sintonizar o ruído de abelhas zumbindo, de pássaros cantando, da água e da folhagem se movimentando. Respire profundamente pelo nariz, inalando os aromas variados.

Para desfrutar melhor da prática é melhor estar sozinho e não levar equipamentos eletrônicos, como telefones celulares e câmeras fotográficas. Se estiver acompanhado, combinem antes de não interagirem durante a prática, e quando terminarem, vocês podem se sentar em uma roda e conversar sobre o que observaram.

Você pode praticar shrinrun-yoku quantas vezes quiser. Apenas uma tarde pode trazer sentimentos positivos de bem-estar que duram semanas.

A prática do “banho de floresta” não é apenas para melhorar a saúde, é também uma forma de aumentar nossas ligações com a natureza, estimulando práticas mais sustentáveis em nosso dia a dia.

 

……………………………………………………….
*Fonte: ciclovivo


17 curiosidades sobre a água que você talvez não saiba

A água é essencial para que haja vida. Ela está presente em cada célula do corpo humano e é necessária para a produção de alimentos e qualquer tipo de bem de consumo. Nesta quarta-feira (22) é comemorado o Dia Mundial da Água, para celebrar esta data, o CicloVivo separou uma lista com 17 curiosidades sobre este recurso que podem mudar a forma como você enxerga este recurso:

1. O corpo humano de um adulto possui até 65% de água em sua composição. Em um recém-nascido o número é ainda maior: 78%.

2. O planeta Terra também é conhecido como o Planeta Água. A justificativa para o nome deve-se ao fato de que 70,9% de sua superfície é coberta por água.

3. Apenas 3% da água do mundo é doce. Deste total, 70% está na forma de gelo ou no solo.

4. 12% da água doce do mundo está no Brasil. O país é privilegiado por seus aquíferos, que armazenam a água no solo.

5. O Aquífero Guarani é o maior do mundo. Ele se estende por uma área média de 1,2 milhão de km2 e reserva, aproximadamente, 45 mil quilômetros cúbicos de água.

6. Existe mais água na atmosfera do que em todos os rios do mundo juntos.

7. De acordo com a ONU, existem 783 milhões de pessoas no mundo que vivem sem água potável. Em 2025 esse número pode chegar a 1,8 bilhão.

8. Na América Latina são 36 milhões de pessoas sem acesso à água de boa qualidade.

9. Enquanto nos EUA as pessoas gastam, em média, 370 litros de água por dia, os africanos usam de sete a dezenove litros.

10. Por não terem acesso à estrutura de saneamento básico, mulheres e crianças na África Subsaariana perdem até seis horas do dia caminhando longas distâncias para encher baldes de água. Em apenas um dia, a soma dessas viagens cobriria a distância de ida e volta à Lua.

11. Em média, 2/3 da água do mundo é usada para a produção de alimentos, em especial à agricultura e pecuária.

12. Nos EUA, 26% da água usada nas residências é gasta apenas em descargas.

13. Uma torneira que goteja a cada segundo pode vazar três mil litros em um ano.

14. Em São Paulo, os vazamentos nas redes de distribuição geram desperdício de 980 bilhões de litros de água por ano, em média, 30% da água tratada no município. Em Nova York são perdidos 13 trilhões.

15. Para fazer uma calça jeans são necessários, aproximadamente, dez mil litros de água.

16. Para produzir um quilo de manteiga são necessários 18 mil litros de água e para um quilo de carne gasta-se 15.400 litros.

17. Um banho de 15 minutos, com o registro meio aberto, consome 135 litros de água. Uma mangueira aberta pelo mesmo tempo pode desperdiçar até 280 litros.

Diante destes fatos, é impossível não valorizar a água que chega até a sua casa. Faça sua parte, economize cada gota!

 

…………………………………………………………………
*Fonte: ciclovivo

 

 

 

 

 

 

 


Plantas melíferas


Estudo mostra que agricultura orgânica pode alimentar o mundo inteiro

Um estudo feito pela Universidade Estadual de Washington, EUA, mostrou que a agricultura orgânica pode ser usada para alimentar de maneira eficiente toda a população mundial. O relatório mostra que com este tipo de produção é possível ter rendimentos suficientes aos produtores, ao mesmo tempo em que melhora as condições ambientais e dos trabalhadores rurais.

Liderado pelo professor de Ciência do Solo e Agroecologia, John Regalnold, juntamente com o doutorando Jonathan Wather, o relatório “Agricultura Orgânica para o Século 21” contou com análises detalhadas de outras centenas de estudos acadêmicos sobre o tema. A proposta era examinar a eficiência da agricultura ecológica baseada nos pilares da sustentabilidade: econômico, social e ambiental.

Para os especialistas a solução para a agricultura seria mesclar métodos orgânicos com tecnologias modernas usadas nos plantios tradicionais. Alguns dos pontos enfatizados são: rotação de culturas, gestão natural de pragas, diversificação agrícola e pecuária, melhoras na condição do solo a partir de uso de compostagem, adubação verde e animais.

Os autores garantem que a agricultura orgânica é capaz de satisfazes todas as necessidades alimentares do mundo, independente das mudanças climáticas. Eles ainda justificam esta afirmação: “fazendas orgânicas têm o potencial para produzir altos rendimentos em consequência da capacidade mais elevada de retenção de água nos solos cultivados sem agrotóxicos”.

Em termos econômicos, no entanto, o estudo deixa claro que, apesar de ser rentável, o cultivo orgânico proporciona lucros menores do que os tradicionais. A explicação para isso é óbvia, já que os pesticidas acabam barateando parte da produção. Em compensação o ganho ambiental, social e na própria saúde da população é enorme. As evidências apontam para o fato de que os sistemas agrícolas orgânicos garantem maior benefício social, o que resulta em um planeta mais saudável.

 

………………………………………………..
*Fonte: ciclovivo


Dell passa a usar resíduos plásticos retirados do oceano em embalagens de produtos

A empresa norte-americana de hardwares e computadores Dell é mais uma entre as grandes marcas globais que se empenha em desenvolver novas soluções com foco sustentável. E neste último mês, a multinacional veio a público anunciar que passará a utilizar resíduos plásticos encontrados em oceanos na fabricação de embalagens de todos os seus produtos.

A iniciativa, inédita no mercado, faz parte da meta do programa Dell Legacy of Good, que tem como meta garantir, até 2020, que 100% das embalagens da empresa sejam recicláveis. As caixas do notebook 2-em1 Dell XPS 13 serão as primeiras da empresa a serem fabricadas com os novos resíduos, a partir do dia 31 de abril.

Em conjunto com a utilização de resíduos plásticos, a Dell incluirá também informações educativas em todos os novos modelos de embalagem, com o objetivo de estimular ainda mais a conscientização global de saúde dos ecossistemas marinhos. Para se ter uma ideia, as primeiras projeções indicam que, já em 2017, a empresa impedirá que sete toneladas de materiais plásticos sejam lançadas nos oceanos.

“A Dell se orgulha em ser pioneira em programas de sustentabilidade e reciclagem a nível global. Com esse projeto, não só estamos impedindo que os resíduos plásticos entrem em nossos oceanos, mas também estamos educando os clientes, dando bons exemplos e desenvolvendo produtos que se encaixem na nossa filosofia”, destaca Kevin Brown, Diretor da Cadeia de Suprimentos da Dell.

Vale destacar também que o projeto não é o primeiro com foco na reutilização de plástico a ser executado pela empresa nos últimos anos. Desde 2008, a marca inclui plásticos reciclados em seus desktops e, em janeiro deste ano, já conseguiu atingir seu objetivo programado para 2020, de usar mais de 21.500 toneladas de materiais reciclados em seus produtos.

De acordo com sua assessoria, a Dell planeja disponibilizar gratuitamente as novas embalagens para os consumidores de seus produtos, basta entrar no site http://www.dell.com para solicitá-las. A ideia é de que as mesmas possam ser adquiridas já a partir de abril, na data de lançamento oficial do projeto, no fim do mês.

 

……………………………………………………
*Fonte: pensamentoverde


Bicicleta: a escolha do bem

Mais e mais pessoas vêm aderindo à bicicleta como forma de deslocamento nas grandes cidades. Elas vão ao trabalho, escola, passeiam, se divertem e se exercitam. Se quanto mais carros e motos circulando, mais acidentes fatais ocorrem, por analogia, conclui-se que quanto mais bicicletas nas ruas mais acidentes fatais também, certo? Felizmente, conclusão errada!

Em várias cidades do mundo que abraçaram esse meio de transporte tão eficiente chamado bicicleta, as estatísticas mostram um paradoxo: mais ciclistas, menos acidentes. Locais como Amsterdã, Nova Iorque, Londres e São Paulo reduziram não só o percentual de mortes em relação ao número de ciclistas, como o número absoluto de mortes.

As explicações são diversas: os ciclistas ficam mais visíveis; as cidades melhoram a sinalização e destinam vias exclusivas para esse modal; os motoristas entendem que os ciclistas são mais frágeis do que eles e dirigem com mais cuidado; a presença intensa de ciclistas junto aos motoristas força a conscientização e a criação de regras de convivência. Ainda não li a explicação definitiva, se é que ela existe. De qualquer forma, a maior segurança aliada à menor poluição já me deixa suficientemente contente.

Outro ponto importante é que, se as pessoas trocam uma moto por uma bicicleta, a chance de ela sobreviver a um acidente aumenta muito. Um motociclista, quando se acidenta numa avenida, está trafegando no meio de carros e cai a 50-70-90 km/h. Tanto o tombo nessa velocidade, quanto o potencial atropelamento, podem lhe causar sequelas irreversíveis. Já um ciclista, quando cai, está numa via própria ou no canto da via de carros, pedalando a 20-25-30 km/h. Ele vai se ralar, ficar roxo, vai arder na hora do banho, mas ele voltará a pedalar rapidamente.

Grande parte do caos e da violência no trânsito foi causada pelo fomento do uso do automóvel como senhor absoluto das ruas, por anos e anos. Essa realidade equivocada precisa ser transformada. O planejamento viário urbano deve ser focado nas pessoas.

Investimentos em transporte de massa, como metrôs, são fundamentais, mas nós, brasileiros, sabemos da inépcia dos nossos governos nessas obras e da alta competência no desvio dos recursos desses projetos. No planejamento das cidades brasileiras, as ciclovias devem ser prioridades para que a bicicleta tenha um papel essencial no desenvolvimento urbano, social e econômico do país. É o modal do bem, em todos os sentidos.

 

………………………………………………………….
*Fonte: pensamentoverde / Leonardo Lorentz

 

 


Plantas têm memória, sentem dor e são inteligentes

Pode uma planta ser inteligente? Alguns cientistas insistem que são – uma vez que elas podem sentir, aprender, lembrar e até mesmo reagir de formas que seriam familiares aos seres humanos. A nova pesquisa está num campo chamado neurobiologia de plantas – o que é meio que um equívoco, porque mesmo os cientistas desta área não argumentam que as plantas tenham neurônios ou cérebros.

Plantas têm memória, sentem dor e são inteligentes

“Elas têm estruturas análogas“, explica Michael Pollan, autor de livros como The Omnivore’s Dilemma (O Dilema do Onívoro) e The Botany of Desire (A Botânica do Desejo). “Elas têm maneiras de tomar todos os dados sensoriais que se reúnem em suas vidas quotidianas … integrá-los e, em seguida, se comportar de forma adequada em resposta. E elas fazem isso sem cérebro, o que, de certa forma, é o que é incrível sobre isso, porque assumimos automaticamente que você precisa de um cérebro para processar a informação”.

E nós supomos que precisamos de ouvidos para ouvir. Mas os pesquisadores, diz Pollan, tocaram uma gravação de uma lagarta comendo uma folha para plantas – e as plantas reagiram. Elas começam a segregar substâncias químicas defensivas – embora a planta não esteja realmente ameaçada, diz Pollan. “Ela está de alguma forma ouvindo o que é, para ela, um som aterrorizante de uma lagarta comendo suas folhas.”

Plantas podem sentir

Pollan diz que as plantas têm todos os mesmos sentidos como os seres humanos, e alguns a mais. Além da audição e do paladar, por exemplo, elas podem detectar a gravidade, a presença de água, ou até sentir que um obstáculo está a bloquear as suas raízes, antes de entrar em contacto com ele. As raízes das plantas mudam de direcção, diz ele, para evitar obstáculos.

E a dor? As plantas sentem? Pollan diz que elas respondem aos anestésicos. “Pode apagar uma planta com um anestésico humano… E não só isso, as plantas produzem seus próprios compostos que são anestésicos para nós.”

De acordo com os pesquisadores do Instituto de Física Aplicada da Universidade de Bonn, na Alemanha, as plantas libertam gases que são o equivalente a gritos de dor. Usando um microfone movido a laser, os pesquisadores captaram ondas sonoras produzidas por plantas que liberam gases quando cortadas ou feridas. Apesar de não ser audível ao ouvido humano, as vozes secretas das plantas têm revelado que os pepinos gritam quando estão doentes, e as flores se lamentam quando suas folhas são cortadas [fonte: Deutsche Welle].

Sistema nervoso de plantas

Como as plantas sentem e reagem ainda é um pouco desconhecido. Elas não têm células nervosas como os seres humanos, mas elas têm um sistema de envio de sinais eléctricos e até mesmo a produção de neurotransmissores, como dopamina, serotonina e outras substâncias químicas que o cérebro humano usa para enviar sinais.

As plantas realmente sentem dor

As evidências desses complexos sistemas de comunicação são sinais de que as plantas sentem dor. Ainda mais, os cientistas supõem que as plantas podem apresentar um comportamento inteligente sem possuir um cérebro ou consciência.

Elas podem se lembrar

Pollan descreve um experimento feito pela bióloga de animais Monica Gagliano. Ela apresentou uma pesquisa que sugere que a planta Mimosa pudica pode aprender com a experiência. E, Pollan diz, por apenas sugerir que uma planta poderia aprender, era tão controverso que seu artigo foi rejeitado por 10 revistas científicas antes de ser finalmente publicado.

Mimosa é uma planta, que é algo como uma samambaia, que recolhe suas folhas temporariamente quando é perturbada. Então Gagliano configurou uma engenhoca que iria pingar gotas na planta mimosa, sem ferir-la. Quando a planta era tocada, tal como esperado, as folhas se fechavam. Ela ficava pingando as plantas a cada 5-6 segundos.

“Depois de cinco ou seis gotas, as plantas paravam de responder, como se tivessem aprendido a sintonizar o estímulo como irrelevante“, diz Pollan. “Esta é uma parte muito importante da aprendizagem – saber o que você pode ignorar com segurança em seu ambiente.”

Talvez a planta estava apenas se cansando de tantos pingos? Para testar isso, Gagliano pegou as plantas que tinham parado de responder às gotas e sacudiu-as.

“Elas continuavam a se fechar“, diz Pollan. “Elas tinham feito a distinção que o gotejamento era um sinal que elas poderiam ignorar. E o que foi mais incrível é que Gagliano as testou novamente a cada semana durante quatro semanas e, durante um mês, elas continuaram a lembrar a lição.”

Isso foi o mais longe que Gagliano testou. É possível que elas se lembrem ainda mais. Por outro lado, Pollan aponta, as abelhas que foram testadas de maneira semelhante se esquecem o que aprenderam em menos de 48 horas.

Plantas: seres sentientes?

“As plantas podem fazer coisas incríveis. Elas parecem se lembrar de estresse e eventos, como essa experiência. Elas têm a capacidade de responder de 15 a 20 variáveis ambientais”, diz Pollan. “A questão é, é correto de chamar isso de aprendizagem? É essa a palavra certa? É correto chamar isso de inteligência? É certo, ainda, dizer que elas são conscientes? Alguns destes neurobiólogos de plantas acreditam que as plantas estão conscientes – não auto-conscientes, mas conscientes, no sentido que elas sabem onde elas estão no espaço … e reagem adequadamente a sua posição no espaço”.

Pollan diz que não há definição consensual de inteligência. “Vá para a Wikipedia e procure por inteligência. Eles se desesperam para dar-lhe uma resposta. Eles têm basicamente um gráfico onde dão-lhe nove definições diferentes. E cerca da metade delas dependem de um cérebro … se referem ao raciocínio abstracto ou julgamento.”

“E a outra metade apenas se referem a uma capacidade de resolver problemas. E esse é o tipo de inteligência que estamos falando aqui. Então a inteligência pode muito bem ser uma propriedade de vida. E a nossa diferença em relação a essas outras criaturas pode ser uma questão da diferença de grau e não de espécie. Podemos apenas ter mais desta habilidade de resolver problemas e podemos fazê-lo de diferentes maneiras.”

Pollan diz que o que realmente assusta as pessoas é “que a linha entre plantas e animais pode ser um pouco mais fina do que nós tradicionalmente acreditamos.”

E ele sugere que as plantas podem ser capaz de ensinar os seres humanos uma ou duas coisas, tais como a forma de processar a informação sem um posto de comando central, como um cérebro.

Veja o vídeo de Michael Pollan:

http://c.brightcove.com/services/viewer/federated_f9?isVid=1&isUI=1

 

……………………………………………………
*Fonte: pensadoranonimo


A poluição chegou na região mais profunda da Terra

As fosas abissais dos oceanos estão entupidas de poluição 17.75 de latitude e 142.5 de longitude. Se você jogar isso no mapa vai ver: nada. Um ponto no meio d’água localizado praticamente na metade do caminho entre Japão e Nova Guiné. Mas se você olhar mais afundo vai perceber; ali é a localização exata das Fossas de Mariana, a região mais profunda da Terra, com um buraco de 11 mil metros. Só para ter uma ideia, se você jogasse o Everest inteiro nesse barranco, iriam faltar ainda dois quilômetros para a montanha mais alta da Terra tocar o chão. Agora, pesquisadores das Universidades de Newcastle e Aberdeen, ambas na Inglaterra, enviaram máquinas para o fundo dessa foça e encontraram o que ninguém queria achar. Não uma nova espécie de animal, ou uma descoberta arqueológica – era poluição.

As regiões mais profundas da Terra não são muito acolhedoras. O frio, a pressão e a escuridão são inabitáveis para a maior parte dos seres vivos do nosso planeta. Tanto que, para sobreviver nessas condições, os animais das profundezas dependem de restos mortais de outros peixes que eventualmente caem das águas mais rasas até eles. Acreditava-se que essas zonas ainda se mantinham protegidas das ações de humanos, de tão inacessíveis. A nova descoberta mostra que não. A ação humana chegou lá também.

Quem desconfiou disso primeiro foi o Alan Jamieson, biólogo marinho da universidade de Newcastle. Líder da pesquisa, ele enviou máquinas não tripuladas para 10 pontos espalhados pela Fossa de Mariana e pela Fossa de Kermadec (outra profunda região, próxima da Nova Zelândia). A expedição tinha diversos tipos de profundidade, a área mais rasa estava à 7,2 km de profundidade, e o mais fundo superava os 10,2km abaixo do nível do mar.

Lá no fundo, as máquinas começaram a caçar anfípodas, um bichinho muito parecido o camarão, que costuma viver nas profundezas. Foram 12 horas de pescaria. Depois desse período, as máquinas trouxeram os animais para que pudessem ser analisados. Dentro deles, os cientistas encontraram dois poluentes: éteres difenílicos polibromados, químico usado para retardar chamas, e bifenilos policlorados, substância utilizada como isolante em equipamentos elétricos – e proibida pela convenção de Estocolmo, pelos seus dados ao homem e ao meio ambiente. Os níveis de contaminação eram altíssimos, principalmente em relação aos bifenilos, que acabaram aparecendo em grau tão elevado que superava os números encontrados em animais habitantes de rios extremamente poluídos, como o Liao, na China.

Não se sabe exatamente como essa poluição chegou no fundo do oceano. Alan suspeita que ilhas de plástico, formadas pelo lixo jogado nos mares, possa ter soltado os poluentes mar a fora. Outra dúvida do biólogo é a respeito do impacto dessa poluição no meio ambiente – e em nós. Ainda não há nenhuma conclusão a respeito disso, mas com o bidenilo sendo tão prejudicial à vida, ninguém deve esperar boas notícias.

……………………………………………
*Fonte: superinteressante