Dica de quarentena: Toda Costa Brasileira de moto – Caminhos da América (vídeo – documentário / moto)

Vantuir Boppre é escritor, documentarista de moto aventura, instrutor de pilotagem, palestrante e Mensageiro da Paz pela UNESCO.

Em 20 de março, publicou nas suas redes sociais que: “Cada um de nós pode dar sua colaboração nesse momento. A estrada ensina isso: Quer ir rápido, vá sozinho. Quer ir longe, vá em grupo.” Liberando o documentário “Beira Mar” – capítulo 3 do projeto Caminhos da América

[ Clicando aqui ] você poderá conhecer um pouco mais do projeto Caminhos da América, do próprio Vantuir Boppre com suas palestras e cursos de pilotagem off road para Big Trail.

*Confira aqui o próprio recado do Vantuir Boppre sobre a quarentena e a liberação dos eu vídeo:

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*Fonte: r7 – Andre Garcia

Conheça a moto elétrica com performance equivalente a um avião a jato

Novidade da Zero Motorcycles possui motor com 110 cavalos de potência que garantem uma velocidade máxima de 200 km/h

A empresa californiana Zero Motorcycles anunciou uma nova motocicleta totalmente elétrica e de longo alcance. Para se ter ideia do que a máquina é capaz de fazer, a fabricante compara a experiência de pilotagem do lançamento a um avião a jato.

O modelo SR/S, é uma evolução de um projeto anterior da marca, lançado no ano passado, a SR/F. A motocicleta possui um motor elétrico aprimorado que possui 110 cavalos de potência que garantem uma velocidade máxima de 200 km/h.

Sua bateria conta com suporte a um sistema opcional de carregamento rápido de 12kW. Com isso, é possível que ela vá de 0% a 95% em cerca de uma hora. Pelo método tradicional, é possível carregá-la completamente em quatro horas.

Com uma carga completa, a autonomia da moto chega a 260 quilômetros na cidade e 130 quilômetros em rodovias. É possível, ainda, aumentar a distância percorrida adquirindo o Power Tank, um sistema que estende a duração da bateria para até 323 quilômetros na rua e 165 quilômetros em rodovias.

Assim como os carros mais modernos, a motocicleta conta com uma tela digital, aplicativo para smartphone e sistema de conectividade que permite atualizações sem fio e coleta de estatísticas de pilotagem em tempo real.

A SR/S está disponível a partir de US$ 19.995 (cerca de R$ 89 mil em conversão direta). O upgrade de bateria chega no começo de março, e vai custar US$ 2.895 (aproximadamente R$ 13 mil em conversão direta).

>> https://www.zeromotorcycles.com/

*Por Luiz Nogueira

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*Fonte: olhardigital

Sabadão de verão, desde cedo na estrada

O rolê de moto de hoje teve um motivo diferenciado, acompanhei o Pretto até a IESA, em Porto Alegre, que é a revenda oficial da Harley Davidson aqui no Rio Grande do Sul, onde ele foi comprar uma peça para a sua moto. E diga-se foi tipo uma peregrinação! Eu não tinha ido até lá ainda apesar de ter uma HD (a minha foi comprada usada), portanto não tive nenhum contado com a IESA até então.

Sim, sei que existe toda uma mística nesse lance do poder da marca Harley Davidson e algumas pessoas até exageram nessa “veneração”, no meu ponto de vista. Mas daí é problema ou solução (como queiram) de cada um, eu respeito o gosto dos meus amigos, que aliás, vários deles possuem motos de outras marcas e modelos. Eu tenho o meu gosto e fiz a minha escolha e sou muito bem ciente das qualidades e defeitos do produto que estava adquirindo em termos de moto. Eu gosto da cultura e do universo das motos custom. Nada muito sofisticado. É isso. Simples assim! Sem mais explicações.

A trip começou cedo, o Pretto queria estar em POA logo na manhã e pegar a revenda ainda aberta. Saímos por volta das 7h30, tentando assim curtir mais a viagem de ida e assim fugir do calor que viria logo mais, perto do meio dia. Foi uam boa opção! Fizemos uma parada no caminho para um café, esticar as pernas, trocar uma ideia numa boa conversa e em seguida seguimos novamente rumo a estrada do Parque, que por consequência nos leva até em frente ao santuário da Arena Tricolor (dá-lhe Grêmio!!!), que era parte do trajeto até o nosso ponte de destino em POA.

Chegando lá, demos de cara com aquela vibe de café da manhã / encontro para os clientes e amigos da revenda, com direito a música ao vivo e várias belas motos no pátio. Muito bom!
Ah! Preciso aquio mencionar que os dois caras que estavam tocando lá eram MUITO BONS. Ótimas vozes, bons músicos e um belo repertório, que aliás, tinha tudo a ver com o clima estradeiro rock-country-southern da Harley Davidson, mas sem ser aquela coisa chata ou clichê, como habitualmente tende a ser nos encontros de motociclistas. E isso foi um dos pontos forte dessa manhã.

Claro que enquanto o meu chapa estava lá na lida de encontrar a sua tal peça de moto, eu por outro lado, estava de bobeira, então fiquei “zanzando” pelo loja, primeiro vendo as motos zero KM em exposição, babando e sonhando de um dia ter esse ou aquele modelo, dessa ou daquela cor…rsrsrssr. E depois vendo na lojinha as camisas, jaquetas, bonés, casacos e o escambau. Não comprei nada! Só olhei. Já disse, não tenho esse “fetiche” harleyano de ostentação da marca e tal.

Conversamos com o pessoal, peça encontrada, feito o brique, resolvemos voltar. O Vladi, nosso amigo de POA não estava na capital, ele teria sido o nosso guia pela cidade para outras prováveis aventuras, mas isso fica para uma próxima vez. Resolvemos tomar o rumo de casa então, mas antes iríamos parar junto ao monumento do “Laçador”, um dos símbolos da cidade de Porto Alegre e também do Rio Grande do Sul. Ficava no caminho e o Pretto queria conhecer de perto, mas  confesso que também jamais havia parado ali, desde que mudaram a sua localização para mais perto do aeroporto Salgado Filho. Feito o momento turistão, com direito até a fotos de avião chegando sobre nossas cabeças, seguimos pelo caminho antigo que se fazia de POA para V. Aires, ou seja, por Canos e não pela Rodovia do Parque, como agora costumeiramente se procura fazer. Aliás, há muitos anos eu não fazia esse percurso via Canos (RS). Vamu-lá!

Mas agora o destino era outro. Combinamos de paramos no caminho para comermos um churrasco em algum restaurante de posto de gasolina!
Encontramos um que parecia ser sensato, um pit-stop para almoço, mix, gasolina e  seguimos novamente em frente para casa. Opa! Não foi bem assim.
De última hora optamos fazer uma mudança de planos. Em vez de virmos direto para V. Aires, resolvemos seguir pela 386 por Lajeado-RS. A esperança de encontramos a cervejaria Salva “aberta” era forte, mas não foi o suficiente.
passamos por lá mas ainda era cedo para estarem abertos na tarde (já deixo aqui o aviso – isso acontece depois das 15h), mas passamos por lá, bem antes disso.

Uma tradicional passada pela CNG, aproveitamos para esticar as pernas junto à sombra de algumas árvores, calor pegando no começo da tarde, quando então de surpresa cruzam por nós alguns amigos do clube do Fusca de Venâncio Aires. Estavam indo para um encontro de Fuscas que acontecia à duas quadras de distância do local onde estávamos parados. Pimba! Lá vamos nós conferir o tal encontro de Fuscas de Lajeado.

Entrada grátis, aquele bate papo com a galera dos Fuscas e claro, um rolê pelo ginásio onde estavam os carros em exposição, com diversas peças e traquitanas para colecionadores desses veículos. Enfim, uma festinha/evento supimpa. Pelo calor e também por se tratar de um período de férias/verão/praia, a coisa não estava lá muito movimentada, é verdade, mas era legal, posso garantir. Feita a função, novamente era hora de voltarmos para casa e dessa vez, sem rodeios.

Mas antes ainda uma última parada! Enfim o momento tão aguardado, depois dessa jornada toda de muito asfalto, sol e calor… era hora de tomarmos aquela gelada! Báh!

Um belo sábado, vou te dizer.
Grato Pretto pela trip e a parceria.
Valeu!

*Abaixo algumas imagens dessa tal trip de hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Um rolê até o Parque Witeck (Novos Cabrais – RS)

Hoje com uma temperatura amena e não com aquele o calor intenso que fez no começo da semana, foi super de boas dar um rolê de moto até Novos Cabrais (RS), para uma visita ao Parque Witeck, e o Pretto me acompanhou nessa.
Ainda não conhecia esse parque, aliás foi dica da Laura já de uns 2 anos atrás e até agora não tinha ido até lá ainda. Mas como dizem, antes tarde do que nunca!

Saímos por volta das 11h da manhã, tomamos a rota para Santa Cruz do Sul (287), passando por Vera Cruz, Candelária até Novos Cabrais. O Parque Witeck fica há poucos kms depois da entrada de quem vai para Cachoeira do Sul (153). Não foi difícil de encontrar, mas a entrada bem que poderia ser melhor sinalizada.

Assim que chegamos foi recepcionados por uma funcionária (um professora de biologia aposentada), que foi muito simpática e atenciosa com a gente e pelo que percebi, o mesmo com todos que estavam chegando ou indo embora de uma visita ao local. O que de certa forma já dava “o tom” da vibe local. Não é um lance “zen” nem religioso, mas tem um caráter de curtir a natureza, ah tem! E tudo é muito limpo, organizado e sem “zoeira” alguma. Era tipo o vento nas árvores, pessoas caminhando pela trilha de lajotas e o que também se pode dizer – os barulhos da natureza.

Cabe aqui dizer que chegamos um pouco depois do meio-dia, então o sol já estava começando a nos judiar no asfalto e chegando lá – óbvio! – o clima mudou radicalmente. Uma brisa bacana e sim, tenho que mencionar, passou uma sensação de paz e tranquilidade incrível. O parque é um projeto de um médico do Exército Witeck (já falecido), portanto uma propriedade privada da família. Para saber mais sobre a história do local, confira [ AQUI ].

É cobrado um ingresso no valor de R$ 10,00 – (por pessoa), para a visitação e o parque tem horário de funcionamento determinado. Não tem cabana para alugar nem muito menos algum venda de lanches ou bebidas, mas tem alguns casinhas e muitos bancos para descanso ao longo do trajeto, sem falar em sanitários bem cuidados. Fique tranquilo, tudo é muito bem sinalizado. Trata-se de um parque muito bonito e exuberante, que tem 2 lagos, plantas e árvores das mais diversas espécies e partes do mundo em sua mata, que aliás é muito bonita e a palavra que me ocorre agora é – exuberante! Um local para visitar, passear, talvez fazer um piquenique (neste caso não esqueça de trazer o seu lanche!) e conhecer o local seguindo a trilha.

A trilha é sinalizada, é toda calçada mas não é assim tão curta. Não exige equipamento de trekking nem nada disso. Dá para fazer a caminha tranquilamente enquanto se observa a natureza. Claro que por se tratar de uma região de muito mato, você também pode se deparar com alguns animais estranhos, como aconteceu com a gente hoje quando encontramos um lagarto cruzando nosso caminho e depois na hora de irmos embora, uma capivara ficou parada na estrada bem a nossa frente. A ideia é simplesmente seguir uma trilha calçada o tempo todo, conforme as placas vão apontando o caminho. Acho que hoje levamos tipo 1h30min de caminhada para fechar o circuito todo – só para se ter uma ideia.

Fica difícil descrever o lugar, tem muito verde e me pareceu bastante agradável, portanto para quem gosta da natureza é um local incrível. Fica a dica.

Depois de visitarmos o parque era hora de seguirmos em frente, tomamos a direção de Cachoeira do Sul, uma parada para abastecer as motos e também matarmos a sede. Fomos então pela (153) até o trevo da da (290), quando  pegamos a direção de Pantano Grande. Uma parada para almoçarmos, isso já era por volta de umas 16h eu imagino. Estávamos sem comer nada / almoço até então. Descansamos um pouco e então tomamos o caminho para casa pela (471), passando por Rio Pardo e depois Santa Cruz do Sul e daí era só seguir em frente até em casa. Essa função toda nos rendeu tipo uns 300 km rodados e que valeu a pena!

*Confira algumas img do rolê de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Cerro do Baú com o Beeroo

Ontem, que era feriado de Natal, aproveitamos para fazermos uma pequena trip e levarmos o nosso amigo Kevin “Beeroo” Corryell, para um passeio até o Cerro do Baú, aqui em Venâncio Aires (RS).

O Beeroo, que vocês talvez não conheçam das histórias desse blog, é um amigo americano de Seattle, que veio para a nossa cidade no início da década de 90 num desses intercâmbios estudantis bancado na época, pelo Rotary ou coisa que o valha.
E assim conhecemos essa figuraça que virou um grande amigo e que de tempos em tempos, volta para o brasil e vem nos visitar. Um grande prazer a presença desse boloriano internacional.

Então voltando ao assunto, ontem fomos visitar o belo Cerro do Baú, que o Beeroo aliás já conhecia dos velhos tempos, quando a coisa não era nem de longe essa situação de agora, com tudo limpinho e ajeitado para visitação. No nosso tempo de piá a gente escalava no braço mesmo aquele paredão frontal, tudo por adrenalina e diversão. Chegamos a acampar algumas vezes no topo do cerro.

Ontem fomos numa turma: eu, Vladi, Iuri e as suas filhas, Beeroo, Alan e a Thaís. É um local muito bonito e tem um ótima visão de uma grande parte do vale, bem como da cidade de Venâncio Aires (RS). Inclusive fica a dica para caso alguém venha a se interessar em fazer esse passeio e conhecer esse belo local aqui na cidade. Na realidade fica há uns 15km do centro e no caminho tem placas de indicação. E como é um lugar bem conhecido, ao longo do caminho facilmente se consegue dicas com as pessoas locais.

*Abaixo algumas imgs da visita de ontem:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Um passeio até Ilópolis

Hoje cedo da manhã e já estava de pé, fiz minhas voltas todas antes do esperado e assim já estava liberado para dar um rolê de moto bem mais cedo do que normalmente acontece. O dia estava estranho com cara de chuva e mesmo que eu conferisse várias vezes a situação do clima/tempo, no celular – que indicava de que não iria chover, mesmo assim o céu dava indícios de chuva. Ok! Foda-se, vamos lá!

Sai de casa por volta das 10h da manhã, peguei a estrada e ainda nem tinha um rumo definido em minha cabeça. Acabei escolhendo seguir até Ilópolis (RS), terra da erva-mate, lugar bacana de ir – tem o Museu do Pão, moinhos e casarões antigos, e um lago supimpa perto do centro da cidade. Fui!

Há um bom tempo que não pilotava até Ilópolis, acho que esse ano (pelo que consigo me recordar agora), não tinha viajado até lá ainda. Andei sim por perto, nas redondezas algumas vezes.

E a previsão se confirmou apesar de minhas sérias dúvidas, o tempo mesmo fechado e nublado se manteve sem chuva durante todo o trajeto, tanto de ida como o da volta. A viagem foi tranquila, uma ou outra gauchada de carros à minha frente saindo da pista de uma hora prá outra sem darem sinal, normal (SIC!). Vou para Lajeado, depois Encantado, trevo novo, rumo para Dr. Ricardo e em seguida temos Ilópolis. Cidade tranquila, bacana, gosto deste lugar. Apesar de meu ranking pessoal de cidades pequenas de interior que eu curto ter ainda algumas outras cidades na sua frente.

Uma volta pelo centro, uma clássica parada na praça central e depois uma passada pelo Museu do Pão, que estava aberto mas dessa vez somente passei e dei uma espiada (já visitei outras 2 vezes anteriormente e não vi necessidade de hoje fazer uma nova visita). Depois segui até o lago, que esse sim eu acho sensacional. Gosto muito desse lugar. Dessa vez tinha um pessoal fazendo um churrasco na margem, parei para fazer algumas fotos e vieram conversar comigo. Pessoal bem hospitaleiro. A conversa foi boa, me deram algumas dicas e resolvi então seguir em frente e dar uma volta completa no lago. Estrada de chão batido mas em perfeito estado. Já estive ali várias vezes anteriormente, mas ainda não tinha feito a volta completa ao redor do lago. Já fui também na cascata que tem ali perto, mas hoje de moto custom achei melhor não!

Dado a volta, mais um passeio pela cidade. A fome já apertava, até porque já era por volta de 14hs. Resolvi tomar a direção de casa e no caminho então parar para comer alguma coisa. A volta foi também muito tranquila, não tinha pressa alguma e a viagem estava muito agradável. Mesmo fazendo um pouco de calor não estava naquela vibe de insuportável de sol rachando na cabeça. Bom!

Mais um daqueles bons dias de moto perdido por aí.
Até a próxima.

*Algumas fotos do rolê de hoje (as de cor mais acentuadas são do meu celular):

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Prá cá e prá lá

Sabadeira de dia de clima estranho com cara de chove-mas-não-molha e mesmo assim dia de pegar a estrada e se divertir um pouco. Mas antes de tudo tive ainda de resolver a questão de manutenção da moto, que precisava de uma troca de óleo & filtros. Feitos os ajustes, estava liberado para rodar mesmo sem saber se tomaria um banho de chuva ou não pelo caminho. Mais hoje valia pena arriscar.

Já perto do meio-dia, primeiro fui até Lajeado, a ideia era almoçar no Carmelito e depois pegar um cinema. O almoço “macanudo” foi tudo maravilha, o problema foi depois quando resolvi então ir no cinema. Já no shopping, na hora de comprar o ingresso, a moça da bilheteria me informa de que o filme que eu queria assistir seria numa sala onde ar-condicionado estava estragado, desde ontem. No way!

Então de volta para a estrada, resolvi vir para casa. Mas assim que cheguei me dei conta de que ainda estava com vontade de andar de moto. Sem nada de importante ou urgente por resolver – voltei para a estrada. Só que agora no sentido contrário, na direção de Santa Cruz do Sul. Então o roteiro do rolê de hoje foi tipo – tiro prá tudo que é lado…kkkkkkk. Encontrei amigos nas duas cidades, conversas aqui e ali, enfim, mais um dia bem aproveitado.

No final a tal chuva nem aconteceu. Melhor assim, dei as minhas voltas e aproveitei bem o dia. Até a próxima! – Já pensando para onde ir nas férias.

*abaixo algumas fotos do rolê de hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Feriado de 15 de novembro – rolê de moto

Aproveitando o feriado de 15 de Novembro e também que a chuva finalmente parece ter dado uma trégua nessa história de que chove num dia e no outro faz sol, dando sempre uma sensação de não saber como vai ser o clima do dia. Mas parece que agora resolver firmar o tal do sol e então aproveitei para pegar a moto e dar uma rolê pela redondeza.

A ideia inicial era ir até Encantado (RS) só para tirar a moto da garagem e dar uma passeada mesmo Mas mudei de ideia durante o caminho, procedimento que tenho feito meio que seguido até ultimamente – mudar de roteiro já durante o caminho. Resolvi mudar a direção e seguir até a Vila Palanque, um trecho que há muito tempo não fazia. Depois me empolguei e mesmo seguindo em frente, entrei também em Mato Leitão (RS), outro lugar que eu não  visitava há bastante tempo. Dia de feriado, tudo na calma na estrada então também não tive pressa alguma nessa volta de moto. Parei várias vezes, curti a paisagem, o lugar, aproveitando o momento. Foi legal dar uma pasada em alguns pontos importantes de Mato Leitão., até mesmo na CEUB, onde no passado fui em várias festas com meus amigos. E toda essa paisagem de cidade pequena e seus arredores, tem lá também a sua peculiaridade e beleza própria especial. Muito bom.

Depois tomei a estrada novamente para Lajeado e tal. Daí já virou novamente um trajeto só de estrada e tudo normal como de costume. Já na volta, outra vez resolvi mudar o caminho vindo pelo acesso da linha Grão Pará, isso já em Venâncio Aires (RS), portanto, entrando em minha cidade mas por um caminho que não faço normalmente quando venho dessa mesma direção. Também foi interessante como as coisas mudaram por ali nos últimos tempos.

Enfim, o rolê de hoje foi super tranquilo, estava sozinho e como não tinha a intenção de ir muito longe mesmo, valeu muito por passar em lugares que mesmo não sendo longe daqui, não cruzo seguido.

Thanks! Valeu.

*Veja abaixo algumas fotos do rolê de moto de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Moto Trip Atacama 2018 – Vanâncio Aires | Pampa ao Pacífico

Hoje para mi é um dia especial. Há exatamente um ano atrás, na madrugada do feriado de Finados eu e meus amigos André, Vladimir e Fabiana, partimos em uma aventura em duas rodas da modesta Venâncio Aires (RS), até a Argentina, passando por Santa Fé, Mendoza para então cruzarmos a Cordilheira dos Andes e depois descermos, já no Chile, até a capital Santiago. Depois subimos a costa chilena até Antofagasta, quando tomamos a direção do deserto em San Pedro de Atacama. Na sequência novamente tínhamos a gigante cordilheira em nossa frente no caminho já de volta e ultrapassada essa barreira, cruzamos a Argentina e retornamos ao Brasil /Rio grande do Sul, chegando em casa depois de 18 dias de viagem e cerca de 6.500km rodados de moto.

É claro que foi uma viagem bastante emocionante e divertida, sem dúvida também a parceria de bons amigos, o que é importante nessas viagens e obviamente, inúmeras histórias e lembranças guardadas para sempre na memória. Foram momentos fantásticos, nem consigo descrever a sensação de estar de moto na cordilheira, poder parar, caminhar na beira da estrada e sentir, apreciar toda aquela imensa paisagem. Cara! Sem palavras. Me emociono agora só de lembrar. E o mesmo vale para o interior da Argentina e seus campos, as cidades pequenas e o horizonte reto em qualquer direção, sem montanhas. Depois claro, a medida em que nos aproximávamos da Cordilheira tudo vai mudando e o coração começa já a bater diferente de pura ansiedade.

Depois teve a cordilheira em si, daí entramos no Chile, com um clima totalmente diferente e a Cordilheira sempre ao fundo na paisagem. Um belo mar azul e as estradas muito boas o tempo todo, raríssimos foram os momentos de estrada ruim. e Assim sempre seguindo em frente rumo a mão do deserto, que era – digamos assim, o nosso ponto e objetivo maior dessa viagem. Chegar lá! Claro que a viagem toda é o que conta, na real. Depois seguimos para o deserto do Atacama e a cada dia a situação era completamente diferente da do dia anterior, o relevo, clima e temperatura, as paisagens – até poderia ser deserto, mas o próprio deserto tinha outras cores, uma hora vegetação, outra nenhuma, montanhas perto, depois somente ao longe. E o bom de tudo isso é que não tivemos nenhum grande problema, tudo transcorreu numa boa, as motos que eram duas Honda XRE 300 e uma Yamaha Teneré 250, aguentaram o tranco legal – e olha que estavam “carregadas”. Acontece que o nosso plano inicial era de acamparmos em algumas cidades para baratear os custos da trip, então levamos barracas, sacos de dormir e outras equipamentos que no final nem chegamos a utilizar em momento algum. Os preços de hotéis e pousadas eram super em conta, não valia a pena montarmos acampamento. O que até iria atrasar bastante a nossa viagem.
Então costumo dizer que levamos nossos equipamentos de camping para dar uma volta pela América do Sul.

 

 

 

 

 

Mas tudo bem, apesar de termos planejado tantas coisas, essa foi uma das que não saíram lá muito bem (não levar essas tralhas teria sido um alívio e tanto). Mas o planejamento prévio em nossos eventuais encontros nos dois anos anteriores a essa viagem acontecer, foram muito bons e essenciais eu diria. Estávamos bem preparados para o que viria pela frente em vários momentos e situações. Foram raros os momentos em que nos perdemos ou saímos de rota, até mesmo quando resolvemos improvisar alguma coisa. O problema maior que encontramos foi rodar dentro de grandes cidades, quando tudo é muito rápido, cheio de carros ao redor, um movimento intenso, muita gente e uma muvuca geral, justo na hora em que tu mais precisa prestar bastante atenção não só no trânsito mas também em alcançar os seus objetivos naquele momento. Mas deu tudo certo!

Aliás, cabe aqui mencionar de que fomos via de regra muito bem tratados pelos argentinos e chilenos, quando lhes solicitávamos alguma informação ou auxílio. Inúmeras foram as demonstrações ao longo do caminho de amizade, carinho, respeito e solidariedade para com a gente. Nos ajudaram, deram dicas além de solicitarem fotos com a gente, explicações de nossas motos, dicas sobre o Brasil além de ótimas conversas. Não tivemos perrengue algum com polícia rodoviária, tudo tranquilo. Aliás, o melhor dessa viagem foram os tantos momentos de horas e horas rodando por uma estrada com bem pouco movimento e a retidão e calma serena do gigante deserto ao redor.
E isso não tem preço! Uma paz incrível. Quando não faz vento forte!…rsrsrsrs

Teve vez em que até chegou a me dar uma preocupação de estarmos tão isolados, em meio ao nada literalmente por tantos quilômetros de alguma cidade mais próxima. Mas era uma coisa ao mesmo tempo também desafiadora, o que naturalemnte caracteriza isso como uma aventura, que tem lá os seus riscos (faz parte), e ao mesmo tempo de uma sensação estranhamente muito boa também.

Assim a cada dia de viagem o cenário mudava completamente, até mesmo em dias consecutivos de deserto ao redor, ele era diferente. Não pegamos chuva na estrada, tivemos sorte de que a chuva veio justamente em dias em que estávamos de folga curtindo alguma cidade grande ou então apenas durante a noite.

Em determinadas cidades grandes optamos por ficarmos de bobeira , turistando mesmo, curtindo o local, passeando e aproveitando o rolê dentro da grande viagem. Mas o melhor para mim mesmo era estar de moto na estrada. E a volta de San Pedro do Atacama, quando então cruzamos novamente a Cordilheira (em outro local – óbvio), com um cenário complemente diferente, também foi um dos altos momentos dessa trip. Foi mágico! Apesar de um sol brilhante, estávamos entrochados de roupas para o frio e por causa da altitude, que fez as nossas motos andarem no máximo à 40km/h….. rsrsrsrsrs. Foi muito engraçado.

Poderia ficar aqui contando mil coisas e mesmo ao escrever agora já me veio mais uma porção de outras memórias dessa viagem. Mas o que importa de verdade aqui é agradecer aos meus amigos e parceiros de viagem por esse grande momento, também agradecer por não termos sofrido nenhum perrengue forte ou algum acidente sequer (Gracias!), e termos realizado um sonho que inúmeras vezes foi conversado em meio a jantas, bebedeiras e conversas – mas que em um determinado dia de feriado de Finados teve seu início e ACONTECEU MESMO!

O resumo disso é: faça você também a sua viagem dos sonhos!
Não deixe poara depois ou desista. Vai lá fazer a sua trip, seja para onde for, junte seus amigos, o seu amor, parentes, ou sei lá quem, mas vá.

*Abaixo selecionei algumas imagens dessa viagem. As fotos estão na sequência dos fatos, mas claro que alguns dias foram mais importantes ou diferentes do que outros. São apenas algumas de milhares de fotos dessa empreitada. Não contam toda a história, mas dão pistas de alguns momentos do que foi essa aventura.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Oktober

Agora com a notícia de que o meu amigo Pretto já está melhor de seu pós operatório no joelho e de que tem condições de andar de moto (desde que não forçando a barra), o sábado játomou novas cores. Aliás, que belo sábado de sol foi esse. com cara de verão.

De manhã cedo já tinha mensagens do Rafa querendo saber se eu iria andar hoje. Mas claro meu chapa! Combinado o local e horário, a rapaziada apareceu e decidimos o roteiro.Tudo ficou mais em conta com Pretto, já que estava voltando do depto médico, então ele é que iria determinar se andaríamos longe o ou perto. Veio com a notícia do encontro do Oktobermoto em Santa Cruz do Sul, que aliás, eu nem lembrava.

Acontece que há tempos eu não curto mais esses encontros de motociclistas, gosto daquele de Carlos Barbosa e olhe lá. Mas tudo bem, hoje eu estava de sangue doce, vamos lá então, já que o pessoal estava afim.

Então o roteiro foi esse, dar um chego no Oktobermoto em Santa Cruz do Sul, mas combinamos de que seria jogo rápido, porque a intenção na real era “andar de moto”, seguindo em frente na estrada. Fomos até lá, tudo tranquilo na viagem, é perto daqui, então meio que vai no automático. Chegamos, arrumamos um bom lugar para estacionar, o calor pegando, tivemos de tomar uma água (cerveja só na volta – em casa). Uma olha aqui e ali, uma bate papo com esse e aquele amigo da estrada e pimba! Vamos em frente. Já nas mtos ligadas para irmos embora chega o amigo Ideraldo, ex-gerente da Valecross aqui de V. Aires e grande parceiro da turma. Deu um grande apoio para mim e o Pretto, quando ano passado fizemos a nossa trip pela Argentina e Chile de Honda XRE, cruzando as Cordilheiras e depois o Atacama. Baita parceiro.

Seguimos o caminho, resolvemos dar uma espiada no track day de motos que estava rolando no autódromo local. Uma parada, novamente procuramos uma boa sombr, já na área dos boxes e mais uma vez, uma água para acalmar com o calor que estava fazendo. Mas foi de boas. Muita conversa fiada e seguimos em frente novamente.

De volta para Santa Cruz do Sul,  uma passada pelo centro, Grasel e para casa. Nessa hora, em meio a trajeto já no caminho, o Ideraldo aparece novamente a se junta ao grupo voltando conosco para V. Aries. E daí sim chega o momento tão esperado de uma cerveja bem gelada no final de tarde, da turma com o amigo de POA. A conversa se alonga, mais cerveja e o sábado está bem resolvido no quesito estrada. Convite para nos encontrarmos em POA e darmos uma volta por lá, já agendado. E segue o baile. Duas rodas é tudo de bom, com certeza.
A viagem foi curta mas bem produtiva. Mais uma vez – valeu!

Algumas imgs da trip de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sem roteiro

Depois do final de semana anterior, que foi de chuva, chegou a vez de pegar a estrada novamente em um belo dia de sol. E o lado bom disso é que hoje não estava calor para andar de moto (prefiro andar no inverno do que no verão).
Hoje fui sozinho, tomei o rumo de Lajeado (RS 453), mas resolvi antes entrar em Cruzeiro do Sul – RS, fazia tempo que não entrava na cidade. Primeiro uma parada no estádio do Lajeadense. Depois para uma volta no centro da cidade e depois subir o morro, para lá do alto poder ter uma vista melhor e bonita do rio Taquari,

Feito esse desvio no roteiro inicial (sempre é bom mudar de última hora esses roteiros mentais de viagem – aí é que geralmente se aproveita mais), voltei para o caminho. Já era meio-dia passado, então resolvi almoçar mesmo em Lajeado. Depois procurar algum lugar para um bom café e então seguir em frente.

Hoje foi uma volta meio esquisita, é verdade, eu tinha um plano estabelecido inicialmente em minha cabeça que até incluía ir assistir ao novo filme do Coringa, no cinema do Shopping em Lajeado, mas aos poucos, ainda enquanto estava andando, fui reformulando esse roteiro, desisti do cinema e de ir até tal lugar e assim acabei rodando como barata tonta, prá cá e prá lá, pela região. Sem destino (easy rider). Vai na direção de Encantado, volta, dobra para tomar a direção daqui e dali. Uma função…rsrsrssr. E até de uma forma inesperada, foi mesmo assim foi muito bom. Enfim, nem todo rolê de moto é igual mesmo que se passe por caminhos tão normais de tantas outras vezes.

E obviamente, é claro, em alguns momentos enquanto pilotava me lembrei do amigo Fernando – “Thunder”, como era chamado; que faleceu na semana anterior e além de ser uma pessoa muita legal, gostava muito de andar de moto com a galera. No final de semana passado teve o 12º Vênus Rock e fizeram uma bonita homenagem no telão para ele. Agora acontecerá também o 3º Festival de Balonismo de Venâncio Aires (14 à 17 nov), sendo que no dia 16 de novembro vai acontecer um encontro de motociclistas – o 1º Moto Balão, que mais uma vez terá com uma homenagem especial para o Thunder.

Seja lá onde você estiver, descanse em paz meu amigo!

E assim foi a volta de moto de hoje, do final da manhã até agora na tarde. Um bom passeio, sem pressa, sem stress, parando onde eu estava afim e tudo de boas, só curtindo esse clima e a estrada.

Valeu e sempre grato por poder aproveitar bem cada um desses momentos.
\m/

*Abaixo algumas imagens do rolê de hoje (fiz bem poucas fotos, quase só do começo e outras já no fim da viagem).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Aquele sábado maroto de sol

Na expectativa do sábado chegar logo para poder pegar a estrada, já pela manhã como previsto, o dia já dava sinais de que seria um belo de um sábado de sol. Mas como tive que resolver algumas coisas ainda pela manhã, já que fui deixando-as de lado ao longo da semana, acabaram assim, por me impossibilitar de fazer algum programa de viagem mais longo, que er a o que eu inicialmente queria fazer. Tudo bem, fica para uma outra oportunidade.

Tive de me contentar com uma volta mais curta e tradicional mesmo. O que eu resolvi agora chamar de “VRP”, ou seja – Volta Rápida Padrão. Rsrsrsrsrsrs. Uma volta de moto apenas para tomar um sol, vento na cara e andar por locais que já conheço muito bem e que de alguma forma não ficam tão distantes e assim. Isso não atrapalharia a minha programação par ao resto do dia (que tbém andou mudando de última hora). Ou seja, hoje a coisa acabou sendo meio que na marra mesmo, não tinha como perder de pegar a estrada com esse sol, mesmo que por pouco tempo e uma distância não tão longa.

Hoje fui sozinho, o Pretto ainda está no estaleiro se recuperando de uma cirurgia (melhoras aí!) e a dupla Rafa & Luís não deram sinal de vida (trabalho provavelmente). Então fui por conta própria. Tudo tranquilo, tudo certo, até parei algumas vezes no caminho mesmo que nem precisasse. Gosto disso. Faço o meu caminho e o meu tempo quando estou de moto! Acabei indo até Santa Cruz do Sul, ainda passei no autódromo (não fiz fotos de várias coisas), fui até Rio Pardo e voltei. Tudo de boa e na tranquilidade. Apenas o fato de um Gol , que num determinando trevo, converge e entra bem na minha frente, só que tem um dos passageiros descascando bergamota e atirando as cascas pela janela do carro. É claro que as tais cascas voavam e vinham direto na minha direção e da moto. Cada uma….kkkkkk

Abaixo, como de costume, alguns registros do passeio de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sto. Amaro do Sul / Eclusa de Amarópolis

Em tempo de feriadão aqui no sul por causa de uma final de semana prolongado (20 de setembro – Revolução Farroupilha), ontem não cheguei a andar de moto mas hoje a coisa já foi diferente. Desde cedo já estava pilhado pensando em para fazer alguma trip na tarde, pensando par aonde poderia ser.  Um sábado bonito de sol e uma temperatura agradável para andar de moto. O Rafa e o Luís Carlos já haviam mencionado de que se eu fosse andar hoje, era para avisá-los. E assim foi.

Saímos cedo para aproveitar bem a tarde. Fomos direto na direção de Passo do Sobrado (RS), pela 287 e depois 244, logo mais adiante já tem o túnel verde, prenúncio de que estamos em Vale Verde (RS). Ainda seguido viagem sempre em frente pela 244, vamos até a entrada de Santo Amaro do Sul (RS). Trajeto tranquilo e de pouco movimento, ainda mais no final de semana. Curto muito mesmo andar por aí.

Mas uma coisa estranha hoje me aconteceu, lá pelas tantas, já no trajeto, do nada me vaio na lembrança vários momentos da viagem que fiz com o Vladi, Fabi e o Pretto, ano passado, de moto para o Chile, atravessando a cordilheira. Sei lá porque. Não tinha me acontecido isso antes em nenhum dos rolês d emoto que fiz desde aquela viagem. Mas era uam sensação boa, me deu um sentimento de satisfação daquela aventura toda e também saudades. Talvez esteja na hora de uma nova trip assim, de alguns dias seguidos em cima da moto (!?).

Na entrada de Sto. Amaro o caminho muda de perspectiva, de asfalto passamos para uma estrada de chão batido muito ruim. Aliás, hoje havia uma patrola lá dando uma nivelada na estrada bem na hora em que passamos.Acabou deixando muitas pedras grandes soltas, um monte de costeletas e a terra bem fofa. Nada muito bacana, mas tudo bem, faz parte. Eu até curto isso, mas meus parceiros não! Paramos um pouco no caminho para uma subida no mirante que há na entrada. Depois seguimos até o vilarejo, quando então fizemos uma outra parada clássica, na praça central, para uma visita na histórica igreja (construída em 1787). Um tempinho de caminhada por ali e já estávamos de volta nas motos. Queríamos ainda seguir adiante e chegar até a barragem de Amararópolis. E não é que demos sorte dessa vez! Sim, porque haviam dois barcos utilizando o sistema da eclusa. Nunca antes havia testemunhado esse procedimento quando de alguma visita nas eclusas aqui dos estado. Foi bem legal assistir. Depois demos uma passeada pelo local e então era hora de tomarmos o rumo de casa.

Tanto na ida como na volta, tudo tranquilo. Viagem muito boa e a parceria também.
Mais uma vez, um sábado muito bem aproveitado de moto na estrada.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Trip Carmelita

Tem algumas coisas na vida que são bem simples, mas insuperáveis. Mesmo com essa recente e aliás, muito bem-vinda, onda de gourmetização dos fast-food, alguns lanches tradicionais ainda se mantém muito bem firmes e fortes na competição por um espaço na manutenção de seus clientes de bom gosto – aqui no sentido literal.
O tempo passa mas assim como a sagrada tríade de gostosura trash – o Xis do Ilgo aqui em Venâncio Aires, o cachorro-quente do Rasário (Porto Alegre) e o do Carmelito (Lajeado) – na minha contabilidade, todos esses fast-food clássicos, permancem na topzeira do meu ranking particular. E sim, sou desses que é capaz de viajar em peregrinação até esse lanche.
Hoje mais uma vez foi dia de pegar a benção no Carmelito…rsrsrsrs.
Thanks!

Um volta até Pantano Grande, coisa que não fazia há tempo

Já sabendo que o sábado prometia ser um belo dia de sol mesmo que um pouco frio, me preparei para pegar a estrada de moto na tarde. Troquei uma ideia com o Rafa e o Luís Carlos, que foram os parceiro dessa vez e combinamos nossa saída. A ideia era irmos até Santa Cruz do Sul (RS), darmos a nossa tradicional volta por trás, ou seja, passando pelos fundos do autódromo local e depois seguirmos para Rio Pardo (RS).

Tudo certo tudo tranquilo, o sol por testemunha e a nos guiar, numa viagem muito boa. O frio nem se fez sentir, todo mundo equipado, então tudo certo. Em Rio Pardo entramos para dar uma olha de perto na prainha do rio Jacuí. Demos um tempo por lá, umas voltas e tal e seguimos em frente, rumo à Pantano Grande (RS). Fazia já um bom tempo que eu não ia até lá. Fizemos uma parada na Raabelândia. Chegando lá percebi uma coisa que eu nem tinha conhecimento, estão construindo um viaduto bem em frente – a obra já está bem adiantada – eu disse que fazia tempo que não ia até lá! Me parece uma coisa bem providencial, porque está situado em um entroncamento entre importantes rodovias, de bastante tráfego de veículos pesados e tal, sendo que seguido acontecia algum acidente no local. Era um trevo bem “trevoso” … tu-dum-pásh! Pelo jeito agora as coisas irão melhorar bastante.

Tomamos um café, um pouco de conversa e novamente subimos nas motos, agora na direção de casa. Este trajeto entre Pantano grande e Rio Pardo eu curto bastante. Gosto desses campos e da visão ampla que se tem ao longo da estrada. Muito bonito. em um dia como esse, nem se fala. Pena que minhas fotos não fazem jus ao visual do lugar. Em Rio Pardo, na volta, ainda uma parada para abastecermos as 3 motos, tudo porque o preço da gasolina estava muito em conta (promoção) em um novo posto à beira da estrada. Tudo é oportunidade.

Depois seguimos para Santa Cruz do Sul, onde me separei do pessoal, porque o Rafa e Luís ficaram para dar uma chegada no estande de tiro. De volta prá casa, são e salvo e de alma plena e satisfeita de mais um bom dia de moto no asfalto. Thanks!

*Abaixo algumas imgs do rolê de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Peter Fonda, ator de ‘Easy Rider’, morre aos 79 anos

O ator Peter Fonda morreu nesta sexta, 16, aos 79 anos, em sua casa, em Los Angeles, cercado por sua família. Ele tinha câncer de pulmão e teve insuficiência pulmonar.

Famoso por atuar e assinar o roteiro do filme Easy Rider (Sem Destino no Brasil), Peter vem de família do mundo artístico, era filho de Henry Fonda e irmão de Jane Fonda, sendo pai de Justin e Bridget Fonda.

“Enquanto nós lamentamos a perda desse doce e gracioso homem, também desejamos que todos celebrem seu indomável espírito de amor e vida”, disse a família.

Nascido em Nova York em 23 de fevereiro de 1940, fez sua estreia na Broadway em 1961. Dois anos depois, o ator entrou no mundo do cinema com Tammy and the Doctor, antes de interpretar um papel em The Victors.

Mais tarde, em 1966, estrelou Wild Angels ao lado de Nancy Sinatra e Bruce Dern. Seu papel principal veio em 1969, quando interpretou Wyatt em Easy Rider. Pelo trabalho, Peter Fonda foi indicado ao Oscar de melhor roteiro original. O filme é uma das obras que representam a contracultura americana dos anos 1960.
Fonda e Dennis Hopper em cena do filme “Easy Rider”, de 1969.

Vida pessoal

Em 1961, Peter Fonda se casou com Susan Brewer e eles tiveram dois filhos: a atriz Bridget Fonda e Justin Fonda. Se divorciaram em 1972, e três anos depois, Peter se casou com Portia Crockett, de quem se separou em 2011.

Em junho do mesmo ano, ele se casou com Margaret DeVogelaere.

O ator, ambientalista de carteirinha, causou espanto no Festival de Cannes de 2011 ao xingar o então presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, de traidor por causa da maneira como os Estados Unidos lidaram com as conseqüências do vazemento de petróleo no Golfo do México, no ano anterior. Ele havia coproduzido o documentário The Big Fix, de Rebecca e Josh Tickell, que conta a história da explosão da plataforma de extração da BP no Golfo do México, que provocou a maior catástrofe ambiental da história dos Estados Unidos.

 

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*Fonte: revista veja / estadao

Peter Fonda R.I.P.

Hoje nos deixou mais um de meus grandes ídolos, o ator Peter Fonda, que imortalizou o clássico cult movie “Easy Rider” (no Brasil – Sem Destino). E se por ventura existe de fato uma definição ou um esteriótipo de motociclista phodão, para mim e o meu universo caótico, é a figura de Peter Fonda como o capitão América,  nesse filme.

É difícil até de explicar essa paixão. Talvez seja uma coisa de guri, sabe aquele filme que tu assiste uma vez, já ansioso e morrendo de curiosidade de tanto que algum amigo ou conhecido mencionar (no meu caso, meu irmão), e depois quando finalmente tu assiste, não é o suficiente. De tão impactado, tem de assistir de novo e de novo. Pois é, comigo foi assim e nesse caso parei de contabilizar em minha vida lá pela 16ª vez. Tenho plena certeza de que essa imagem de Peter Fonda e seu parceiro Dennis Hopper, rodando com suas motos chopper por sinuosas estradas tradicionais dos EUA, naqueles longíquos 60’s, tudo isso ainda por belas paisagens e regado a uma trilha sonora de muito rock… Báh! Inesquecível.

Se gosto tanto de motocicletas, curto andar e tenho uma custom hoje em dia, sem dúvida alguma é por causa disso, coisa que me marcou lá na minha infância. Aliás, é um tipo de filme não muito recomendado para um garoto de 9 anos, mas enfim, coisas da vida….rsrsrsrsr. Vem daí o gosto por motos simples, desprovida de todas essas baboseiras e apetrechos tecnológicos de hoje em dia – isso não é moto ROCK! Se é que você me entende! – Não, com certeza não me entende.

Mas enfim, descanse em paz Peter Fonda. Espero que esteja feliz lá em cima rodando LIVRE, junto novamente com o seu grande parceiro Dennis Hopper.
Que Deus o abençoe. (R.I P.)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Vamu-qui-vamu

O dia hoje para um rolê de moto não prometia muito, desde cedo. Como não arrumei parceria para uma volta mais longa e pela manhã eu estive ocupado resolvendo algumas coisas pela cidade, somente na tarde me foi possível desentocar a moto da garagem para um passeio. Com um céu de aspecto nublado, a volta do frio e a grande possibilidade de uma chuva, mesmo que pequena (como a previsão do tempo apontava), resolvi mesmo assim pegar a estrada, visto que dava a impressão de o clima dar uma “segurada” ainda por uma hora e tanto. Assim, já imaginando que poderia ocorrer a chance de me molhar na estrada, optei por não ir muito longe, afinal ficar gripado não é lá uma boa opção.

Interessante é que assim que deixei o trevo da cidade o sol resolveu aparecer.
*Uma observação IMPORTANTE AQUI – isso não é a primeira vez que percebo acontecer, hein! Só posse ser mais um indício da “grande” energia ruim que emana dessa cidade…

Já que o sol resolveu colaborar, o que deixou ainda mais interessante esse pequeno passeio, onde a ideia inicial era bem simples, só dar uma movimentar na moto que estava parada há alguns finais de semana na garagem (bateria), indo até Santa Cruz do Sul, mudou, resolvi seguir em frente então. Foi um passeio tranquilo, tanto que nem me preocupei em fazer fotos, como de costume – uma ou outra apenas. Então a coisa se resume a isso, de um dia feio e nublado para um sol bem bom na estrada. Coisa boa!

*imgs do rolê de hoje

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pá-pum!

Durante a semana já estava na expectativa de um sábado de sol, e não é que foi assim mesmo! Dia frio mas agradável. Sim, eu curto o inverno e também acho que é uma das melhores épocas para se andar de moto (exceto na chuva). Basta estar bem equipado para encarar o frio e seguir em frente. No verão se passa muito calor com todo o equipamento.

Como pela manhã tive várias coisas por resolver, assim que terminei toda essa função estava finalmente liberado para dar um rolê de moto e aproveitar o dia.
Acontece que mesmo tendo um compromisso ainda hoje, já na metade da tarde – o evento anual da CERVALE, então não me sobrava muito tempo para esse passeio. Tive de otimizar as coisas para conseguir dar uma volta de moto. Resolvi dar uma volta até Lajeado e redondeza, fazer um lanche bem de boa no Carmelito, lagartear um pouco no sol e depois dar mais algumas voltas. Mas tudo isso sempre com o relógio na cabeça para estar em casa em tempo da ignição da chalaça. Prosit!

Deu tudo verto, muito bom e agradável a volta de moto hoje, vamu-qui-vamu!
Outra hora tem mais.

*Alguns retratos da parada de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Frio, mas e daí!?

Sou daqueles que gosta do inverno e o mesmo vale para andar de moto nessa época do ano. No verão fica complicado usar o equipamento de motociclista (capacete, luvas, jaqueta, etc…) naquele calorão. Já no inverno tudo parece mais natural, até mesmo o ato de andar equipado fica mais tranquilo, sim o frio incomoda um pouco e no caso de chuva, pior ainda, mas tudo tem solução nesse universo da motocicleta. Basta se ajustar com roupas e equipamentos certos / adequados, para cada situação. Enfim, tudo para dizer que hoje mesmo fazendo um belo sábado de sol, estava frio pra caralho sim, mas mesmo assim acordei já focado em dar um rolê de moto na tarde. A vontade era grande.

Hoje andei sozinho, não tive parceria alguma. Sai um pouco mais tarde do que o habitual, até porque estando sozinho, não havia pressa alguma e nem também pensei em roteiro algum, deixei para a estrada me guiar, apenas fui seguindo em frente e sem nada em especial na ideia. Mas senti um incômodo. Estou com um machucado no pé, um dedo está com um baita curativo e tal, isso acabou deixando uma sensação ruim para andar de moto. É que bota ficou bem mais apertada e  um pouco de dor. Mas tudo bem, vamu-qui-vamu. Queria dar uma volta de moto mas não precisava ir muito longe mesmo. Segui na direção de Lajeado e na metade do caminho resolvi entrar em Cruzeiro do Sul (RS), fazia tempo que não ia até lá. Dei uma passeada pelo centro da cidade, subi até o restaurante do morro, uma olha para a vista da cidade lá embaixo, adiante aproveitei e parei num parque municipal com uma pista de skate. Não tinha ninguém andando naquele momento, então estava bom para conhecer o lugar e aproveitar um pouco do sol. Depois voltei para a estrada novamente, entrei em Lajeado (RS), outra volta no centro da cidade e então segui adiante. Fui parar em Estrela (RS), tava com vontade de dar uma olhada na beira do rio. Como já conheço o lugar e gosto dessa cidade, aliás, acho até mais do que de Lajeado (só para constar), sempre vale uma conferida nessa bonita paisagem, ainda mais num dia de sol assim como o que fez hoje. Tudo isso sem pressa ou compromisso algum. Paro, dou uma caminhada, curto o lugar, daí também teve vários sobe e desce escadarias, até chegar literalmente na beira do rio, enfim, essas baboseiras todas de quem está de boas e com tempo para aproveitar. Aliás, finais de semana são para isso mesmo.

Feito o roteiro local de turistão, me dei por satisfeito, atpé por causa de meu machucado incomodando, resolvi pegar o trecho de volta para casa. Foi um passeio bem de boas, na real nem fui muito longe e assim mesmo, nessa tocada, a tarde passou preguiçosamente iluminada por um belo sol, o tempo todo! Coisa boa. Tudo numa good vibes total. Valeu!

*Abaixo algumas fotos do rolê de moto de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Trip to Relvado

Com o final de semana surgindo e a promessa de um dia de sol e bastante calor – antes da volta do frio, novamente por aqui, a pedida da vez foi então uma trip de moto até a cidade de Relvado (RS). Na verdade não é uma viagem muito distante daqui de Venâncio Aires (RS), inclusive inúmeras vezes já passamos de viagem pelo trevo da cidade. Algo por volta de uns 90km de distância daqui. Dessa vez resolvemos mudar um pouco os planos e a rota, assim entramos para conhecer a cidade de Relvado.

Como disse, é um trajeto já é bem conhecido pela gente em nossas trips anteriores. Primeiro saímos em direção de Lajeado (RS 453), como já era perto do meio dia (saímos por volta das 11h30), optamos por uma pit stop no caminho, com um clássico cachorro-quente do Carmelito, mesmo encarando uma enorme fila com tipo umas 40 possoas a nossa frente – mas sempre vale a pena! Depois dessa parada estratégica, tomamos o rumo de Arrio do Meio e Encantado pela RS 130, então mudando mais adiante para a RS 332, e quando finalmente chegamos no trevo para Relvado, pegamos a RS 433. Aí sim, um caminho totalmente novo para nós, eu e o Pretto. E para nossa grande surpresa, um trajeto MUITO bonito, uma subida de serra cheio (eu disse – cheio) de curvas, bom para andar de moto. Só que teve um detalhe no dia de hoje, com esse calor e o clima bastante abafado, quando a estrada era em um trecho de sombra em subida e bem junto parede de um morro, então a pista ficava completamente molhada (isso deixa a coisa um pouco perigosa no caso de motocicletas. Ainda tendo em conta de que depois, na volta esse mesmo trajeto seria uma bela descida para nós. Mas tudo bem, nada como pilotar com uma certa atenção e cuidado a mais, nessa hora. E a tal prudência não faz mal a ninguém! Em um determinado momento desse trajeto em direção à cidade, tem uma ponte com uma só via de veículos, ou seja, tem de parar e verificar se vem algum veículo no sentido contrário – só passa um de cada vez.

Chegando lá, deu par aperceber que é uma cidade pequena, mas bonita, bem organizada e limpa, coisa típica dessa região. Me fez lembrar de que é parecida com outras em que já estivemos, tipo Nova Bréscia ou então Canudos. Eu gosto de lugares assim. Aproveitamos para darmos uma volta pela cidade, passamos por uma ponte do arroio Jacaré e também por um moinho bem antigo, no centro da cidade. Pararmos na quadra da praça central (toda cidade tem essa tal praça), descansamos um pouco e depois demos uma caminhada pelo local. Bem em frente tem a igreja da cidade com uma grande escadaria. Claro que subimos lá para termos uma boa visão da cidade. Como já disse, uma cidade bem agradável, inclusive alguns garotos vieram conversar com a gente, curiosos com as nossa motos.

Depois de todas essa função era hora de voltarmos para casa. Ainda uma parada no caminho para abastecer a moto e tomarmos um café. No mais era seguir o nosso rumo costumeiro de volta. Um passeio muito bom, um lugar novo e interessante. Pretendo voltar. Valeu! Mais um sábado daqueles.

Abaixo algumas fotos na sequência dos fatos do rolê de hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Tirando o mofo num belo dia de sol

Enfim aquele chuva fina e insistente que rolou quase toda a semana, coisa do clima dessa época de outono por aqui, terminou. E prá falar a verdade, assim o dia já começou com uma outra vibe, mesmo que com uma leve cerração, o que por si só já era um prenúncio de que faria um bom dia de sol. E não deu outra! Foi um sábado e tanto de sol nesse começo de temporada de frio, ou seja, dia perfeito para dar uma rolê de moto sem passar um calorão danado por causa dos equipamentos. Para mim, agora está começando o que é a melhor época para se andar de moto, aqui no sul.

Combinei com o Pretto de sairmos depois do meio-dia, pegamos a estrada sem nenhum grande destino traçado, simplesmente saímos de moto rodando por aí. A ideia era tomar um sol passeando de moto. Fomos na direção à Santa Cruz do Sul, passamos a tarde nessa função. Chegamos no Autódromo de Santa Cruz do Sul, onde estava rolando um track day de motos esportivas, foi muito bom ver o pessoal acelerando forte suas motos. Hoje até tinha um bom números de pilotos enrolando o cabo no asfalto. Teve até uma curso de pilotagem esportiva para iniciantes acontecendo por lá.

Na volta ainda deu tempo de pararmos para um café e dessa vez fomos num parador diferente do que normalmente vamos. Aprovado! Achei bem melhor do que o outro. Então depois era só seguir o caminho de volta para casa. Não tenho muito o que contar através de fotos dessa vez, aliás, até nem levei a GoPro e acabei fazendo somente algumas poucas imagens com o celular (que logo acabou a carga da bateria), e bem aleatórias é verdade…rsrsrsrsrs. Poderia até explicar o contexto de cada uma delas, ah! Mas agora não estou afim.

Valeu! Mais um daqueles dias bem aproveitado de moto por aí. Quem curte um rolê de moto assim, sabe muito bem o que estou dizendo!
Flw

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Hoje foi dia de ir até a Tenda do Umbú

Hoje cedo já dava para perceber de que o dia seria sensacional. Um sol bonito e brilhante, somado a uma temperatura ideal para andar de moto. Perfeito! Então sem perder tempo, liguei para o meu chapa, o Pretto, e em meia hora já estávamos montados nas motos, abastecidos e partindo para a estrada mais uma vez.

O plano era ir até a região de Picada Café, na Tenda do Umbú, que é tipo um dos tradicionais pontos de encontro de motociclista aqui no estado. Resolvemos que iríamos parar no caminho para tomar e comer alguma coisa rapidamente e seguir viagem. Também fizemos uma segunda parada em um posto de gasolina em Novo Hamburgo, queríamos ver se o Vladi já havia respondido a nossa mensagem de celular, sobre o rolê de hoje e se ele iria se juntar a nós no meio do caminho, vindo de POA. Nada. Nenhuma resposta, então seguimos o roteiro como o estipulado.

Uma viagem tranquila e como já disse, um dia muito bom para andar de moto. Chegando na Tenda do Umbú, tudo OK, como de costume e dessa vez tinha mais gente, aliás, muito mais do que nas últimas vezes em que estive por lá.
Bom isso.

Ficamos um tempo por lá, descansamos, batemos um papo e sempre, tem muitas motos interessantes e diferentes para se dar uma conferida bem de perto, trocar uma ideia com outros motociclistas, esse tipo de função – o que já vale o rolê. Na volta outra vez tudo certo.

Sobre o trajeto de hoje, gosto bastante da parte de Novo Hamburgo em diante, quando começa a subida da serra na direção de Ivoti e Dois Irmãos, onde a paisagem ao redor muda e bastante, muito por causa do relevo e das várias curvas, mas creio que o toque principal são mesmo as árvores de plátano, nos dois lados da pista. Dá uma sensação muito boa andar de moto por essa estrada.

Enfim, outro dia incrível, por aí, na estrada.

Abaixo algumas fotos da trip de hoje: