Uma parada aqui pertinho na cidade histórica de Rio Pardo

Então chega o sábado, dia oficial do rolê de moto mas o céu estava cinza e com aquela cara de que poderia começar a chover a qualquer momento. Confesso de que desta vez nem pesquisei em algum site do clima/tempo, combinei com o Rafa o passeio e fim de papo, era isso, foda-se a chuva.

Hoje também foi dia de passar pela primeira vez no novo viaduto junto ao trevo de Santa Cruz do Sul /RS – (RS-287), obra recentemente liberada depois de um bom tempo em construção. Me pareceu que ficou legal e acredito que deva facilitar bastante o fluxo por ali.

A nossa ideia inicial era de irmos até Pantano Grande /RS, mas resolvemos mudar o foco dessa vez e seguirmos apenas até Rio Pardo /RS, claro, alongando um pouco o trajeto indo pela RS 412, depois de Vera Cruz /RS, para então retomar o caminho normal de ida até, que seria direto pela RS-471. Com isso acabamos fazendo a nossa tradicional parada no Autódromo de Santa Cruz do Sul. Dessa vez não tinha nenhum carro ou moto na pista, estavam era em obras e manutenção em vários pontos do local. Acho que terá uma prova do calendário da Stock Car em breve por lá. Demos então uma passeada pelos boxes, pátio interno da pista alguns outros locais do autódromo.

Já em Rio Pardo, dessa vez optamos por entrar na cidade e conhecer o centro histórico. Assim mudamos um pouco a situação, porque toda vez que vamos até lá a gente visita a região da beira do rio, que é bonita e interessante também, mas hoje resolvemos mudar o itinerário. Aproveitei para mostrar para o Rafa a rua da Ladeira, que é a rua calçada mais antiga do Rio Grande do Sul, reconhecida inclusive como patrimônio histórico do Brasil.

*Curiosidade: a rua foi calçada por mão escrava em 1813 (205 anos), e que segue o modelo de construção e engenharia da Via Appia Romana, com o escoamento no centro do calçamento. A rua foi visitada por ilustres personagens da nossa história, como a Princesa Isabel, Dom Pedro II, Conde D’eu e Getúlio Vargas.

Depois de visitar a Rua da Ladeira passamos pelo histórico prédio da Prefeitura de Rio Pardo (aliás, prédios antigos e históricos é o que não falta por lá)  e uma quadra logo acima, a Capela de São Francisco de Assis. Fato interessante é que bem na porta fica o túmulo datado de 1831, que é do Capitão dos Dragões Felisberto Pinto Bandeira. Segundo me contou a moça do museu que lá, ele foi uma pessoa muito má em seus tempos de comandante e que nos seus últimos momentos de vida pediu para ser sepultado ali mesmo, justamente a entrada da Igreja, como uma espécie de castigo ou penitência. Sendo assim até os dias de hoje, todo mundo pisa sobre o seu túmulo ao passar por aquela porta.

Em seguida estacionamos junto a uma das rua centrais, demos uma volta a pé e acabamos descobrindo uma cafeteria sensacional, chamada – O Cruzeiro. Lugar bonito e agradável, onde fomos muito bem atendidos e tomamos um ótimo café. Fica a dica.

Após a parada para o tal café mais um pouco de caminhada pela cidade. No caminho de volta, uma passada também pelo centro da cidade de Santa Cruz do Sul aliás, cada vez mais bonita! E então o trajeto de casa.

Novamente uma passeio de moto bacanudo. Grato ao Rafa pela parceria dessa vez e vamu-qui-vamu.

*Ah! Cada vez mais sinto vontade de mudar de cidade. Venâncio Aires é uma bosta de lugar. Muitas pessoas escrotas e cretinas. Tenho dito.

Aqui algumas imgs do rolê de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Tenda vazia mas um dia cheio

Se tem uma coisa que se pode dizer com toda tranquilidade e com aquele baita sorriso estampado no rosto, é de que hoje foi um excelente dia para andar de moto. Esses últimos dias da semana já prometiam, um pouco de neblina pela manhã e depois um belo sol. E foi nessa mesma vibe que o sabadão começou. Combinei com o Pretto já cedo na manhã um rolê até a Tenda do Umbú, um famoso local de encontro de motociclistas na BR 116, sendo que fazia um bom tempo que não íamos até lá.

Saímos ainda pela manhã e sem pressa alguma com horário para nada. Assim é melhor. Rodar de moto e curtir a viagem numa boa. Resolvemos parar para um suco no caminho (parada previamente planejada) aliás, meio que já virou uma regra chegarmos ali ou então na casa do Mel, fica a dica! Seguimos então em direção à Montenegro e depois Novo Hamburgo pela BR 116 (uma parada para abastecer) e tocar em frente. Gosto dessa viagem, acho bonito o trajeto ainda mais depois que se passa por Novo Hamburgo e começa a subida da serra gaúcha (bem, esse é apenas “um” dos tantos belos caminhos da nossa serra). Esse trajeto é bacanudo por causa daquelas árvores nos dois lados da estrada, dá um clima muito bom para a viagem.

Hoje também fizemos uma breve parada no Belvedere de Morro Reuter, coisa que não havíamos feito até então apesar de já termos passado inúmeras vezes pelo local anteriormente.

Foi tudo tranquilo até o destino planejado, apenas achei estranho quando chegamos na Tenda do Umbú, de que havia bem pouca gente lá. Pouca gente mesmo! Sempre é um atrolho de gente e motos por lá. Talvez seja por causa do feriado de terça, acredito que muitos devem ter feito feriadão. Mas enfim, isso pouco importa, para mim o que vale mesmo é a viagem, a pareceria e a trip de moto. E vou te dizer… hoje o dia estava mesmo fantástico para andar de moto.

Como uma das coisas interessantes ao se visitar esse tradicional paradouro de motociclistas é justamente dar uma conferida nas motos estacionadas, mas hoje não foi um bom dia para isso…rsrsrsrs. De diferente mesmo, só o fato de encontrarmos uma moto Amazonas – coisa típica de nossa engenhosa indústria brasileira dos 80’s. Mais por um fato de curiosidade mesmo do que por apego – nunca curti essa moto. Mas OK, eram outros tempos, entendo, faz parta de história e tal.

Enfim, a viagem foi normal, tanto na ida como na volta, um ou outro imbecil fazendo alguma merda no trânsito (sempre tem), mas nada que nos importunasse. Na tardinha já estávamos de volta e com certeza satisfeitos com mais esse dia muito bem aproveitado numa viagem de moto.

*Abaixo algumas imgs do ride de moto hoje. Valeu!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Comparação do preço da gasolina no Brasil e no Mundo

Um estudo da Bloomberg confirma o que nós brasileiros já sabemos: o Brasil é uma das grandes potências em recursos naturais do mundo e mesmo assim os combustíveis aqui (gasolina, etanol, gás natural, diesel e agora o gás de cozinha), cada mês antingem valores records. E o pior é que o brasileiro aceita e paga calado.

Neste vídeo eu faço uma comparação do preço da gasolina em vários estados brasileiros e depois mostro que, em relação à renda, o brasileiro é um dos povos que paga mais caro pelo combustível. Porque isto acontece? impostos, incompetência e corrupção fazem com que o preço da gasolina no brasil seja um dos mais altos do mundo.

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*Fonte: viagemdemoto

Rolê até Santo Amaro do Sul

Tem coisa que às vezes é até difícil de explicar. Uma delas é como e porque até então ainda não tinha visitado a cidade histórica de Santo Amaro (RS), que não fica tão longe assim de minha cidade. Pois é, depois de tantos anos de vida finalmente chegou a hora. Uma das coisas que posso justificar é que já passamos inúmeras vezes pela entrada para a tal parte histórica da cidade, mas acontece nessas ocasiões estávamos (ou eu estava) de moto custom e há um trajeto de alguns bons kms de estrada de chão batido, com pedregulhos soltos e tal. Ou seja, nada muito agradável para uma moto custom de suspensão dura.

Mas tudo mudou depois que pintou a Honda XRE300 – novos caminhos, novas possibilidades, novas empreitadas. E pau na máquina. Aliás hoje então foi dia de pegar o asfalto mais uma vez com ela e também de acelerar na estrada de chão batido também. E foi legal. Estou cada vez mais satisfeito com essa moto.

Essa semana vi alguumas fotos do Vladi e da Fabi, quando de uma visita deles em Santo Amaro do Sul, pôxa, essa viagem já estava na minha cabeça há um bom tempo. Foi um sinal…rsrsrsr

O dia estava cinza e depois do meio dia, com aquela cara de que iria chover na tarde. Resolvi encarar a estrada assim mesmo, com ou sem possibilidade de chuva. Fui sozinho não tive problema algum. Choveu bem pouco e foi somente em um pequeno trajeto da viagem. Na saída já peguei um off road cortando caminho até Passo do Sobrado pela estrada velha. Uma parada na ponte e segui em frente até o trevo da RS 244, então tomando o rumo de Vale Verde e Santo Amaro do Sul, meu objetivo (uns 80km de ida).

Esse trajeto a gente faz seguido, é bonito, asfalto bom e bem calmo para um rolê de final de semana e afinal, não havia andado ainda com a XRE por ali. Então a coisa foi meio que no automático desta vez. Um pouco preocupado com a possibilidade de chuva, mas ela não deu as caras. Seguindo em frente até a entrada de Santo Amaro. Daí outra vez era a hora de encarar um bom trajeto de estrada de chão batido.

Chegando quase na região histórica da cidade, me deparo com uma construção tipo um mirante na beira da estrada. Claro que não pensei duas vezes, parei e subi nessa coisa. O interessante é que não me pareceu ser nada tão deslumbrante assim a visão do local. Eu talvez não tenha entendido o seu real propósito ali, mas foi legal. Diferente e inusitado.

Voltando ao caminho, logo já estava estacionando na quadra da praça da igreja de Santo Amaro. Uma bonita construção histórica, onde deu também para perceber que as casinhas ao redor ainda mantém um estilo antigo. Essa preservação dá uma boa ideia de como era o local nos tempos passados. Gostei disso. Uma caminha ao redor da igreja, fotos e depois segui em frente, até a prainha deles, que fica bem perto.

Já no caminho dá para perceber muitas dessas casinhas de pescadores, chego perto da praia e resolvo me aventurar com a moto até a areia, na beira do rio. Desço então por um lugar onde não havia estrada, mas era tipo um caminhozinho de pessoas. Um pouco de aventura na tarde. Desci, mas não tinha lá tanta certeza de que conseguiria depois voltar por ali. Assim que cheguei na beira da prainha outra surpresa, a moto deu sinal de começar a atolar na areia. Ôps! Gostei, a aventura tava ficando melhor e mais desafiadora. Parei, desci e logo arrumei um calço para sustentar o pezinho da moto, ela ficou ali de boas e tudo OK. Assim ganhei tempo para curtir o lugar, nisso apareceu um cachorro, que pelo jeito gostou de mim e ao redor o tempo todo em que andei por ali. Grato pela parceria. Estranho, éramos somente nós dois ali naquele horário. Parecia que todo mundo havia sumido (Walking Dead style, saca?).

E essa sensação de sozinho no mundo seguiu depois também. Quando cheguei na eclusa Amarópolis (Santo Amaro do Sul), também não havia ninguém por lá. Fiquei por lá tipo quase uma hora caminhando prá cá e prá lá, subi escadas e não vi e nem apareceu ninguém nesse tempo.

Depois de conhecer o local, descansar um pouco resolvi então voltar para casa. O objetivo era esse, conhecer os lugares históricos, ver o rio e chegar até a eclusa.
No trajeto da volta ainda parei no que deveria ter sido uma antiga estação de trem local, mas não tinha como saber maiores detalhes, não havia ninguém por perto para perguntar alguma coisa. Olha aí o efeito Walking Dead mais uma vez…

A viagem de volta foi de boas, ainda parei num posto para abastecer a moto quando bateu a reserva (ainda não me acostumei que ela gasta bem menos do que a HD), – estou rodando com esse tanque abastecido há um tempão, já estava até preocupado, parecia que nunca tinha fim o combustível….rsrsrsr.

Mais um sabadão muito bem aproveitado. Andar de moto faz muito bem a alma,  traz felicidade e acima de tudo, novas descobertas e aprendizados.

*Ah! Já ia me esquecendo. Sim, consegui subir de boas de volta, aquele caminho de quando desci de moto até a areia da praia e ela começou a atolar. O aprendizado dos tempos de trilheiro, volta e meia ainda me servem (thanks).

 

*Confira algumas imgs da viagem de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Rolê rockn’roll com convidado especial

O rolê de hoje teve um convidado especial, foi o Alexandre Móica, guitarrista da banda Acústicos & Valvulados. A banda vai se apresentar esta noite em Venâncio Aires (RS) e como é um amigo já de longa data, desde os tempos de Troublemakers e Carbura (duas bandas das quais fiz parte), sendo que desta segunda – ele produtor do nosso CD.

Conversamos durante a semana e então hoje ele não veio junto no bus da banda, mas sim pilotando a sua Royal Enfield Classic 500. Depois de um desencontro que atrasou um pouco a nossa partida no rolê na tarde, eu e o Pretto, que já o aguardávamos em minha casa, saímos na metade da tarde para Herveiras – lugar que já conhecemos bem, mas que o Móica, apesar de rodar há vários anos por esse Rio Grande fazendo shows com a banda, não conhecia esse trajeto ainda. E como já falei de outras “tantas” vezes, é um trajeto bonito e muito bom para andar de moto.

Sobre o rolê em si não tenho muito o que contar, foi tudo de boa, tirando que um cara atravessou o nosso caminho cruzando o asfalto perpendicularmente bem na nossa frente, sem dar sinal algum; uma tiazinha muito desligada que me deu um “chega-prá-lá” no trevo de Vera Cruz, no mais foi tudo OK! Um dia normal de estrada por aqui, sempre cheio de imbecis  ao volante.

Fizemos uma tradicional parada na ponte (alta) do caminho. Depois seguimos até o também já tradicional posto onde fizemso um pit-stop e depois retornamos. O caminho é sempre muito agradável e em sua grande parte com um visual bacanudo. Pelo jeito o Móica curtiu. A ideia era essa mesmo, mostrar para ele um lugar bom para andar de moto e também diferente do que ele está acostumado até agora.

Pena que na volta a logo começou a escurecer e praticamente voltamos de farol aceso, o que não deve ter sido muito interessante para ele em termos de curtir o visual do trajeto nessa hora. Já era noite escura e fechada quando chegamos, deixamos nosso convidado são e salvo na porta do hotel, pronto para se reunir com banda e logo mais tocarem no FECEVA.

Valeu, sem dúvida uma passeio diferente, bem divertido e pelo deu para perceber, o ilustre convidado gostou da empreitada. As aventuras seguem e quem sabe logo mais outras viagens de moto com o amigo também.

Até mais. Valeu!

*Confira algumas imgs do rolê de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Rolê até Carlos Barbosa – 3º Harley’s Day

Hoje foi dia de subir a serra (ao menos para nós e a nossa direção) até Carlos Barbosa (RS), no 3º Harley’s Day. Evento anual que cada vez mais está maior e melhor e creio que ainda vai crescer mais. Anote aí… Acredito que seja um dos encontros mais legais aqui do estado. Mas enfim, isso é apenas a minha opinião.

Saimos cedo, eu e o Pretto, ainda pela manhã e com a ideia de almoçarmos por lá mesmo. Já havíamos marcado com o Vladi e a Fabi de nos encontrarmos no evento. Ainda no posto de gasolina, quando fui abastecer a moto encontrei o Thiago N., que também estava indo ao mesmo lugar, aguardei ele também abastecer e seguimos em frente. Fomos até Lajeado, depois pegamos a Rota do Sol e daí era somente rodar em frente. Sempre em frente! No trajeto o Thiago ficou um tanto para trás da gente, ele ainda é novato mas é guerreiro. Acabamos fazendo uma parada no posto do pedágio para aguardá-lo e nisso chega um casal de Roca Sales, numa HD zero km e pedem para se juntar ao nosso grupo e seguirmos juntos até Carlos Barbosa. Isso é justamente uma das coisas legais  desse universo da motocicleta – o constante ato de se fazer “novas amizades” na estrada. O Thiago não demorou a se juntar ao grupo, que agora com a mandada toda reunida, seguiu viagem.

Uma viagem boa e tranquila. Aliás, dia bonito fez hoje! Tudo bem, fez um calor e tanto mas na real não atrapalhou em nada. O evento foi tão bom quanto o do ano passado. Muita gente, muita Harley Davidson na prça central da cidade, que aliás, cada vez parece menor para receber tanta gente/moto. E bonito ver tantas HDs reunidas assim, estacionadas uma ao lado da outra. E olha, não contei, mas são centenas…

Assim que chegamos encontramos o pessoal, daí aquela chalaça de sempre quando se encontra com os amigos de longa data. Demos uma boa volta por todo o lugar, curtimos as bandas que se apresentaram ao longo do dia – muito rock (boas bandas!), almoçamos lá mesmo (haviam várias tendas de alimentação), conseguimos uma boa sombra na grama para ser o nosso QG e o resto foi curtição. Também havia um estande da HD – IESA, algumas tendas vendendo camisetas, capacetes, jaquetas e outros tantos acessórios para moto e piloto. Até fica difícil dizer de alguma moto que achei a mais bonita, eram tantas, de encher os olhos para quem curte uma Harley Davidson. Muitos modelos customizados, outras antigas bem cuidadas e até modelos da nova geração de motores 2018. Muito bom.

O dia assim nessa toada passou rápido e lá pelas tantas já era hora de voltarmos. É claro que também encontramos ainda outros amigos e conhecidos. Nos despedimos do Vladi e da Fabi (sempre uma bela parceria), eles iriam seguir para POA, já o Thiago (o novato), ficou por lá mesmo, já tinha saído de casa com o equipamento p/ camping na bagagem. A volta foi tranquila, é trajeto que conhecemos muito bem, então foi normal. Fizemos ainda uma clássica breve parada no posto predileto do caminho (não vou aqui fazer propaganda), e tudo blz.

Taí mais um bom dia bem aproveitado com os amigos e a moto na estrada.

*Confira abaixo algumas imgs de nossa trip e do evento:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

10 Hábitos que podem acabar com sua moto

1 – Ignorar o óleo
Apenas fazer a troca de óleo no prazo recomendado não é o suficiente. Em geral, os motores de motos exigem mais atenção do que os motores de carros. A utilização de qualquer tipo de óleo assim como o descuido com o nível recomendado, são erros graves. É importante criar um hábito frequente de verificar com a varetinha se a quantidade de óleo está correta.

2 – Mão grudada na embreagem
Quanto menos a embreagem for usada, mais ela vai durar. Parou no semáforo? Adquira o hábito de colocar o câmbio em ponto morto. O péssimo hábito de usar a embreagem para dar a famosa “queimada” também ajuda a acabar com ela. O melhor mesmo é usar a embreagem o mínimo possível e aprender a dosar o acelerador de modo correto.

3 – Pneus murchos
Nada de bom acontece com pneus murchos. Primeiro, os pneus furam mais facilmente e, dependendo do buraco, podem comprometer a carcaça. Com pneus murchos as rodas podem ser amassadas ou quebradas mais facilmente. Então, pelo menos uma vez por semana, dê uma olhada nos pneus e respeite a calibragem recomendada.

4 – Amortecedor que não acaba
Alguns motociclistas esquecem que o amortecedor não é eterno e esquecem de fazer a troca. Mais cedo ou mais tarde vai ser preciso trocar o amortecedor. Quando ficam velhos e perdem a capacidade podem causar danos sérios, o chassi pode trincar ou até mesmo quebrar, coisa que definitivamente você não quer que aconteça.

5 – Desligar o motor na descida
Mais popularmente conhecido como “o barato que sai caro”. Para economizar gasolina, muitos motoqueiros percorrem distâncias longas de descida com o motor desligado. Má idéia, porque o motor para de funcionar, mas a transmissão não. As engrenagens internas do câmbio continuam trabalhando, e a lubrificação interna nessa condição não conta com a pressão necessária da bomba de óleo, porque o motor está desligado.

6 – Corrente frouxa e ressecada
A vida útil de uma corrente, depende de quanto você vai lubrificá-la. A corrente pode ter uma vida muito mais duradoura caso receba frequentemente lubrificante. Também se você mantiver a corrente na tensão adequada, nem muito esticada e nem muito frouxa, você vai estar ajudando a aumentar a vida útil da corrente da sua moto.

7 – Caixa de direção folgada
Fique atento se a caixa de direção afrouxou. O sintoma mais evidente são barulhos vindos da região abaixo do guidão. Mas pior do que andar com a caixa de direção solta é andar com ela muito apertada, o que pode se perceber pela dificuldade em girar o guidão. Nesse caso, não só o rolamento sofre assim como a dirigibilidade fica prejudicada.

8 – Rotação baixa ou alta demais
Existem motociclistas que têm preguiça de reduzir as marchas e deixam o motor cair de rotação de forma exagerada. Outro erro que custa caro, porque isso reduz a durabilidade, seja com rotação baixa ou alta demais. O ideal é nunca exagerar nos extremos.

9 – Lavagem com jato d’água
Na hora de lavar sua moto, tome cuidado com lavadoras que lançam jato d’água de alta pressão. Os motores têm retentores que são dispositivos para reter óleo ou qualquer outro tipo de líquido. O segredo, ao lavar a moto, é não exagerar na proximidade do jato e evitar mirar em um só lugar por muito tempo.

10 – Gasolina
Sempre desconfie de gasolina muito barata. Gasolina “batizada” pode causar um desgaste prematuro dos componentes internos do motor e do carburador. As motos com injeção eletrônica aceitam melhor a gasolina adulterada, mas com o tempo, a potência e o desempenho diminuem, assim como a capacidade de aceleração.

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*Fonte: Harley no AMINO

Testando

Hoje foi dia de testar melhor na estrada (prá valer) a nova Honda XRE 300. Até então apenas tinha andado com ela na cidade e um breve esticada em estrada secundária de asfalto. Fui inicialmente até Lajeado (RS) e depois resolvi seguir mais adiante, com direito uma entrada em Estrela (RS), na volta. Aliás foi bem interessante, porque há muito tempo não entrava na cidade e ia até a beira do rio. Dessa vez encontrei tipo uma praça com um paradouro, com direito a uma escadaria até a margem. Muito bonito e legal. Aliás, nem nem me recordava mais que existia esse lugar, depois me caiu a ficha de que já estive lá, há muitos anos atrás. Bom relembrar essas coisas!

Andei sozinho hoje, mais na função de matar a fome andando com a moto nova e naquela de pegar suas manhas e macetes, ver como ela se comporta na estrada e em diversas situações diferentes (retas, curvas, retomadas, aceleração, freiadas, etc… essa baboseira toda – mas que é importante). E nesse caso quanto mais andar com ela, melhor. O resultado foi bem interessante e fiquei muito satisfeito. Vai servir muito bem ao seu propósito.

Já de volta, encontrei o Pretto, conversamos sobre a moto e depois fomos dar mais um rolê, foi quando apareceu um amigo dele que é um feliz proprietáriode uma Yamaha 200cc (2T), ano 2000 – que diga-se, está inteiraça e muito bem cuidada. Isso é legal e eu curto. Uma relíquia e que moto bacanuda. Daí a conversa, comom de costume já se estendeu até a noite. Bem, taí mais um belo dia.
Gracias.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Rolê da vez – não muito longe mas bem interessante

Há algum tempo não postava mais sobre os tais rolês de moto de final de semana sozinho ou com a galera. Meio que enchi o saco dessa função. Quanto às fotos? Fotos faço sempre que ando de moto quando nessa vibe de dar um rolê para fora de minha cidade, pode ter certeza. Gosto disso e olhe lá que nem sou um bom fotógrafo. É meio que um hobby, um passatempo, saca? Tanta gente viaja para lugares e faz, ou vê coisas interessantes, mas não registra o momento. Sou daqueles que acha que vale a pena fazer isso. é só um click. É digital a parada, não gasta nada além de bateria. Se ficar ruim. Apaga. Uma foto de merda qualquer pode empolgar a uma outra pessoa em algum lugar e momento em que você nem imagina. Estamos on line sempre baby! A vida é bem maior do que os limites do seu quarto. Ok, mas nem por isso sinto necessidade ou vontade de publicar sempre. Mas hoje foi um dia bem interessante, então achei que valia.

Combinamos ainda pela manhã o horário e para onde iríamos na tarde. Nos encontramos no horário marcado, eu, o Rafa e o Luís Carlos. Inicialmente iríamos até Herveiras, que é um trajeto muito bom e bonito para andar de moto (anote aí – fica a dica). Mas durante o caminho, já no trevo de Santa Cruz do Sul para a entrada da UNISC, resolvemos parar e mudar o nosso trajeto. Fugindo do roteiro original dobramos à direita, rumo à Sinimbu.

O dia estava muito bonito e convidativo para um rolê de moto com os amigos, mas também foi um dia quente. Então para não judiar da carcaça resolvemos diminuir o trajeto da viagem, mas sem com isso perder a vibe de um caminho bom e bonito também. Afinal, andar de moto nesse tipo de empreitada, um dos requisitos básicos é o curtir o trajeto como um todo e não apenas se focar em chegar a algum lugar ou então andar o mais rápido possível – bobagem.

Então nessa de curtir a viagem fomos sem pressa. Hoje ainda mais de boas do que normalmente o fazemos. Foi tudo tranquilo e não teve perrengue algum.

Essa região é muito bonita, com muitas casas antigas no estilo colonial alemão e também boa para andar de moto nos finais de semana, ou seja, sem muito movimento ou então, caminhões na estrada (o que ajuda e muito).

Uma volta pela cidade, que não é muito grande e então parada na praça central da cidade. Claro que tratamos de logo procurar uma boa sombra junto a algumas árvores em frente a um bar. Calma, apenas para um refri beeem gelado (sim, nada de álcool nessa hora). Daí aproveitamos para também para aquele papo todo de motociclista de sempre e depois resolvemos voltar. Na real essa viagem nem é longa, mas vale a pena. Tem gente que não dá bola para coisas boas e bonitas que estão bem de baixo do seu “nariz empolado”. Andam muito longe para nada.

Dessa vez o Luís antes da volta nos sugeriu aproveitar darmos uma passada para uma visita no estande e clube de tiro de Santa Cruz do Sul. Ele é sócio, pratica lá sempre que possível e queria nos mostrar o local. Beleza!

Então já no caminho da volta uma nova mudança no roteiro, entramos em Santa Cruz do Sul e fomos direto até o clube de tiro. Chegamos lá e logo fomos “muito bem” recebidos pelo pessoal. Verde! Muito bem mesmo. O vice-presidente inclusive estava lá praticando e reconheceu o Rafa, que lá pelas tantas até acabou experimentando dar alguns tiros (supervisionado por um responsável, é claro). Muito legal o lugar. Nessa mesma pilha o Luís já se empolgou e também aproveitou para praticar um pouco enquanto nos mostravam o local. Encontrei amigos que nem sabia que praticavam essa modalidade. Bom saber disso. Me ofereceram também para experimentar dar uns tiros com uma espingarda. Ficamos ainda mais um bom tempo por lá e assim acabamos conhecemos todo o local, tanto as velhas como as novas instalações, muito interessante. Taí um local que sempre me deixava intrigado e que gostaria de conhecer. Hoje foi a vez. E o pessoal gente fina prá caramba. Quem sabe ainda não volte lá para algumas aulas, uma hora dessas!??

Depois dessa experiência bacanuda, resolvemos seguir para casa. Cabe aqui mencionar que está uma confusão xaropenta aquela obra no trevo de Santa Cruz, nunca tem fim e cada vez mais cheia de entreveros e desvios.

Chegando em Venâncio Aires, então era a hora do chopp com os amigos e assim celebrar mais um belo e agradável dia de rolê de moto por aí.

Keep on rock. \m/

 

*Abaixo algumas imgs da função de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sol forte e asfalto

O rolê de hoje foi mais no estilo de manutenção mesmo, fui sozinho. Fez um dia de muito calor e por aqui também é feriado de São Sebastião Mártir. Aproveitei para descansar e sair então apenas mais tarde do que de costume, só para dar uma volta, mesmo que curta. Fui até Santa Cruz do Sul, depois passando perto de Vera Cruz pela RS 412 até os fundos do Autódromo de Sta Cruz. Gosto desse trajeto. Aliás, fazia tempo que não passava por ali e agora está com o asfalto cheio de novos remendos (recentes pelo jeito). Hummm.

Ainda na ida uma caminhão boiadeiro me deu um cagaço, simplesmente me cortou a frente quando eu cruzava pelo trevo para Passo do Sobrado – F.D.P.!!!! E o desgraçado me viu, se fez de louco e meteu o caminhão – FDP! Mas sorte que estava ligado (sempre alerta nesses cruzamentos). E sim, o motorista ouviu bastante coisa de mim. E como não bastasse, logo mais adiante, uma tiazinha numa SUV me deu uma bela fechada no momento em que a estava ultrapassando, tudo só porque ela se atucanou de que mais adiante a pista dupla viraria uma pista simples, mas cara… tinha ainda um enorme espaço até isso acontecer. Dava tranquilamente para mais um carro ultrapassá-la nesse tempo, antes de de virar uma pista única. Êta atucanação. Vou te contar, cada uma! Enfim, vamu-qui-vamu e tudo OK (apesar desses cuzões de merda).

No mais tudo tranquilo, só que um calorão danado. Mas a vontade de andar de moto é maior do que tudo isso. Tenho dito.

Uma parada no autódromo, que estava vazio. E aqui digo vazio mesmo, ninguém, ao menos que eu pude perceber. Achei estranho. Mas estava aberto na parte de fora e pude dar um rolê por lá.

Depois segui segui em frente mas já pensando no trajeto de volta, dessa vez passando por dentro de Santa Cruz para uma parada estratégica para um sorvete e curtir o lugar. Aqui um porém – como é legal quando uma cidade tem essas pistas especiais para cilcistas. Acho isso muito bom. Santa Cruz tem no trajeto das redondezas do quartel. Pimba! Pontos preá cidade.

Como o acesso do Grasel está em obras/manutenção, tive de pegar um desvio pelo caminho da AABB, que aliás é uma subida bem legal (mesmo com com suas curvas fechadas e pista estreita). Depois foi só seguir o caminho de de volta prá casa.

Uma boa tarde de sol de verão, claro que de muito calor, mas pensando bem, não poderia ser diferente. Valeu mais uma vez. Grato por esses momentos e as adversidades estão aí para serem vencidas mesmo. \m/

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Como limpar o capacete para motociclista

Item obrigatório para motociclistas, ter um capacete seguro e regulamentado como estes é fundamental. Depois de fazer a escolha do modelo preferido, é necessário manter a limpeza em dia para preservar sua saúde e a durabilidade do capacete. O seu interior pode acumular ácaros e micro-organismos, por conta da umidade e do calor, mesmo no inverno.

A falta de higiene com o equipamento pode acarretar doenças de pele e respiratórias. O ideal é limpá-lo pelo menos uma vez por semana, principalmente se o uso for diário. Capacete é um equipamento de uso individual, por isso é recomendado nunca compartilhá-lo com ninguém.

Se você ainda tem dúvidas sobre qual a forma correta para limpar o seu capacete? Confira as dicas abaixo e realize uma higienização eficaz que garanta, além de segurança, uma boa saúde para você:

Com forro removível

Retire o forro com cuidado e lave com as próprias mãos usando água morna e detergente neutro ou shampoo infantil. Deixe secar na sombra e em local bem ventilado.

Com forro fixo

Utilize um pano úmido em água morna e detergente neutro ou shampoo infantil, passando sobre todo o interior do capacete. Deixe secar com o casco virado para baixo e na sombra. Altas temperaturas podem danificar a estrutura do capacete, por isso nunca deixe secando ao sol. Não utilize secador de cabelos, porque o calor pode danificar algumas partes coladas

Não mergulhe na água

A água pode penetrar no interior do capacete, atingindo e danificando os metais da estrutura. Além disso, caso a água se acumule em locais de difícil secagem, a umidade no interior do capacete aumenta, assim como os riscos de proliferação de bactérias.

Limpeza Externa

A parte exterior do capacete também pode ser limpa. O tratamento é o mesmo feito nas partes pintadas de uma moto, limpando com água e sabão neutro. Depois, é importante polir a viseira e aplicar cera no casco para manter a beleza e a durabilidade.

Se tiver marcas deixadas por mosquitos no casco ou viseira, use um rolo de toalha de papel, daqueles de cozinha. umedeça o papel com água e sabão neutro e deixe sobre o lugar sujo por um tempo. Use toalha de papel para secar também.

Nas ranhuras, use uma escova de dentes macia e velha. Lubrifique as partes articuladas com silicone ou WD40.

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*Fonte: viagemdemoto