Até o Viaduto 13

Depois de algum tempo teremos por aqui novamente fotografias do rolê do dia. Como o Vladi e Fabi nos avisaram que viriam de POA este final de semana, então eu e o Pretto combinamos um uma viagem diferente dessa vez. Resolvemos ir até o Viaduto 13 (Ferrovia do Trigo), em Vespasiano Corrêa (RS) – uma construção da época da ditadura militar

Um pequeno entrevero atrasou a nossa saída na tarde, uma chave que o Vladi não encontrava, mas tudo resolvido. Logo estávamos no caminho de Lajeado e depois no rumo de Encantado, Muçum e finalmente Vespasiano Corrêa. Um dia de sol bonito, muito bom para andar de moto, achei até que seria frio, mas não, estava até quente (passei calor na ida – Na volta tudo bem). Foi uma viagem tranquila, nada de anormal, apenas as coisas de sempre, tipo carros que estão a nossa frente e não dão sinal de pisca (seta).

Antes mesmo de se chegar na dia base do viaduto, tem uma estrada de chão batido muito legal, com vários relevos altos e baixos mas bem compacta e lisa. Essa parte off-raod foi muito boa hoje. Sem falar depois na emoção que é descida íngreme e de piso de brita solta, que aliás, é bem perigosa – fácil de numa freada mais brusca a moto escorregar o cara ir ao chão. Mas tudo bem, assim mesmo é que a coisa fica divertida.

O local é bonito, bacana o rio que tem ali. Algumas fotos na base, um pouco de conversa e resolvemos subir até o topo do viaduto, onde estão os trilhos, literalmente. Outra subida numa estrada de chão batido e logo se está no topo. Não sou muito chegado em “alturas” mas tudo tranquilo dessa vez. Caminhei com a galera pelo viaduto, lá no alto e tudo beleza. Creio que nem era necessário mencionar, mas lá vai, uma vista sensacional dos morros e do rio lá em baixo. Também não teve nenhuma preocupação do tipo: – Ah! Se o trem vem e a gente está aqui em cima? Tudo de boa, daria para escutar e até mesmo tem uma área de escape na beirada de ambos os lados dos trilhos. Entramos um pedaço para dentro do túnel, mas não fazia muito sentido seguir em frente no escuro e tal. Não sei dizer a extenção do viaduto e nem também a do túnel.

Uma pesquisa rápida:
Foi construído pelo 1º Batalhão Ferroviário do Exército Brasileiro durante a década de 1970, tendo sido projetado desde o final da Segunda Guerra Mundial, pela empresa Serviços de Engenharia Emílio Baumgart (SEEBLA). Com seus 143 metros de altura e 509 de extensão, foi inaugurado pelo então presidente Ernesto Geisel em 19 de agosto de 1978, é o maior viaduto ferroviário das Américas e o terceiro mais alto do mundo, superado apenas pelo Viaduto Mala Rijeka, em Montenegro, de 198 metros de altura, e a ponte de Beipanjiang, na China, que possui uma altura de 275 metros.

A volta também foi tranquila, chegamos já estava escuro e asism foi mais uma tarde de moto muito bem aproveitada com os amigos. Até a próxima.

*Abaixo como de costume, algumas imagens do rolê de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Travis Pastrana revendo alguns feitos de Evel Knievel

O History Channel vai apresentar um evento de três horas com a superestrela do automobilismo Travis Pastrana, tentando recriar as acrobacias de Evel Knievel na televisão, ao vivo. Pastrana montará uma réplica moderna da moto que Knievel usou, tentando três saltos: mais de 50 carros, mais de 14 ônibus e sobre a fonte do Caesars Palace – o salto que resultou em um acidente quase fatal para Knievel.

Lá nos EUA o “Evel Live” irá ao ar no domingo, 8 de julho, como parte do bloco de programação anual “Car Week” da rede, e também contará com entrevistas ao vivo com membros da família Knievel e Pastrana, imagens de arquivo da história por trás dos muitos saltos audazes do Knievel.

Um dia de muito frio mas também dia de moto

Mesmo com a manhã de hoje sendo uma das frias do ano até então, com os termômetros beirando a casa dos 0º, o sol deu as caras e desde cedo dava pintas de que seria um belo dia. Já mencionei anteriormente de que o frio não importa muito para quem gosta de verdade de andar de moto e assim foi.

No começo da tarde, já pensando em aproveitar o calor do sol, eu, Rafa e Luiz Carlos já estávamos a postos para mais uma empreitada de moto na tarde. Hoje fomos até Sério e Imigrante, e claro, passando por Lajeado antes e tendo a a volta pela Rota do Sol. Mesmo com um dia frio basta se agasalhar adequadamente que está tudo bem para andar de moto. Tendo o sol por companhia o trajeto todo, foi mais uma tarde bem aproveitada em nosso rolê de moto.

Tanto na ida como na volta tudo transcorreu bem. Teve  também uma parada para café, para aquecer os ânimos e trocarmos uma ideia como de costume. Um rolê tranquilo, super de boas e com belas paisagens ao longo de todo o trajeto. Valeu! Sempre é bom passar novamente por essa região.

*Abaixo algumas imagens desse passeio e sempre naquele esquema de ser na ordem e sequência dos fatos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Uma parada aqui pertinho na cidade histórica de Rio Pardo

Então chega o sábado, dia oficial do rolê de moto mas o céu estava cinza e com aquela cara de que poderia começar a chover a qualquer momento. Confesso de que desta vez nem pesquisei em algum site do clima/tempo, combinei com o Rafa o passeio e fim de papo, era isso, foda-se a chuva.

Hoje também foi dia de passar pela primeira vez no novo viaduto junto ao trevo de Santa Cruz do Sul /RS – (RS-287), obra recentemente liberada depois de um bom tempo em construção. Me pareceu que ficou legal e acredito que deva facilitar bastante o fluxo por ali.

A nossa ideia inicial era de irmos até Pantano Grande /RS, mas resolvemos mudar o foco dessa vez e seguirmos apenas até Rio Pardo /RS, claro, alongando um pouco o trajeto indo pela RS 412, depois de Vera Cruz /RS, para então retomar o caminho normal de ida até, que seria direto pela RS-471. Com isso acabamos fazendo a nossa tradicional parada no Autódromo de Santa Cruz do Sul. Dessa vez não tinha nenhum carro ou moto na pista, estavam era em obras e manutenção em vários pontos do local. Acho que terá uma prova do calendário da Stock Car em breve por lá. Demos então uma passeada pelos boxes, pátio interno da pista alguns outros locais do autódromo.

Já em Rio Pardo, dessa vez optamos por entrar na cidade e conhecer o centro histórico. Assim mudamos um pouco a situação, porque toda vez que vamos até lá a gente visita a região da beira do rio, que é bonita e interessante também, mas hoje resolvemos mudar o itinerário. Aproveitei para mostrar para o Rafa a rua da Ladeira, que é a rua calçada mais antiga do Rio Grande do Sul, reconhecida inclusive como patrimônio histórico do Brasil.

*Curiosidade: a rua foi calçada por mão escrava em 1813 (205 anos), e que segue o modelo de construção e engenharia da Via Appia Romana, com o escoamento no centro do calçamento. A rua foi visitada por ilustres personagens da nossa história, como a Princesa Isabel, Dom Pedro II, Conde D’eu e Getúlio Vargas.

Depois de visitar a Rua da Ladeira passamos pelo histórico prédio da Prefeitura de Rio Pardo (aliás, prédios antigos e históricos é o que não falta por lá)  e uma quadra logo acima, a Capela de São Francisco de Assis. Fato interessante é que bem na porta fica o túmulo datado de 1831, que é do Capitão dos Dragões Felisberto Pinto Bandeira. Segundo me contou a moça do museu que lá, ele foi uma pessoa muito má em seus tempos de comandante e que nos seus últimos momentos de vida pediu para ser sepultado ali mesmo, justamente a entrada da Igreja, como uma espécie de castigo ou penitência. Sendo assim até os dias de hoje, todo mundo pisa sobre o seu túmulo ao passar por aquela porta.

Em seguida estacionamos junto a uma das rua centrais, demos uma volta a pé e acabamos descobrindo uma cafeteria sensacional, chamada – O Cruzeiro. Lugar bonito e agradável, onde fomos muito bem atendidos e tomamos um ótimo café. Fica a dica.

Após a parada para o tal café mais um pouco de caminhada pela cidade. No caminho de volta, uma passada também pelo centro da cidade de Santa Cruz do Sul aliás, cada vez mais bonita! E então o trajeto de casa.

Novamente uma passeio de moto bacanudo. Grato ao Rafa pela parceria dessa vez e vamu-qui-vamu.

*Ah! Cada vez mais sinto vontade de mudar de cidade. Venâncio Aires é uma bosta de lugar. Muitas pessoas escrotas e cretinas. Tenho dito.

Aqui algumas imgs do rolê de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Tenda vazia mas um dia cheio

Se tem uma coisa que se pode dizer com toda tranquilidade e com aquele baita sorriso estampado no rosto, é de que hoje foi um excelente dia para andar de moto. Esses últimos dias da semana já prometiam, um pouco de neblina pela manhã e depois um belo sol. E foi nessa mesma vibe que o sabadão começou. Combinei com o Pretto já cedo na manhã um rolê até a Tenda do Umbú, um famoso local de encontro de motociclistas na BR 116, sendo que fazia um bom tempo que não íamos até lá.

Saímos ainda pela manhã e sem pressa alguma com horário para nada. Assim é melhor. Rodar de moto e curtir a viagem numa boa. Resolvemos parar para um suco no caminho (parada previamente planejada) aliás, meio que já virou uma regra chegarmos ali ou então na casa do Mel, fica a dica! Seguimos então em direção à Montenegro e depois Novo Hamburgo pela BR 116 (uma parada para abastecer) e tocar em frente. Gosto dessa viagem, acho bonito o trajeto ainda mais depois que se passa por Novo Hamburgo e começa a subida da serra gaúcha (bem, esse é apenas “um” dos tantos belos caminhos da nossa serra). Esse trajeto é bacanudo por causa daquelas árvores nos dois lados da estrada, dá um clima muito bom para a viagem.

Hoje também fizemos uma breve parada no Belvedere de Morro Reuter, coisa que não havíamos feito até então apesar de já termos passado inúmeras vezes pelo local anteriormente.

Foi tudo tranquilo até o destino planejado, apenas achei estranho quando chegamos na Tenda do Umbú, de que havia bem pouca gente lá. Pouca gente mesmo! Sempre é um atrolho de gente e motos por lá. Talvez seja por causa do feriado de terça, acredito que muitos devem ter feito feriadão. Mas enfim, isso pouco importa, para mim o que vale mesmo é a viagem, a pareceria e a trip de moto. E vou te dizer… hoje o dia estava mesmo fantástico para andar de moto.

Como uma das coisas interessantes ao se visitar esse tradicional paradouro de motociclistas é justamente dar uma conferida nas motos estacionadas, mas hoje não foi um bom dia para isso…rsrsrsrs. De diferente mesmo, só o fato de encontrarmos uma moto Amazonas – coisa típica de nossa engenhosa indústria brasileira dos 80’s. Mais por um fato de curiosidade mesmo do que por apego – nunca curti essa moto. Mas OK, eram outros tempos, entendo, faz parta de história e tal.

Enfim, a viagem foi normal, tanto na ida como na volta, um ou outro imbecil fazendo alguma merda no trânsito (sempre tem), mas nada que nos importunasse. Na tardinha já estávamos de volta e com certeza satisfeitos com mais esse dia muito bem aproveitado numa viagem de moto.

*Abaixo algumas imgs do ride de moto hoje. Valeu!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Comparação do preço da gasolina no Brasil e no Mundo

Um estudo da Bloomberg confirma o que nós brasileiros já sabemos: o Brasil é uma das grandes potências em recursos naturais do mundo e mesmo assim os combustíveis aqui (gasolina, etanol, gás natural, diesel e agora o gás de cozinha), cada mês antingem valores records. E o pior é que o brasileiro aceita e paga calado.

Neste vídeo eu faço uma comparação do preço da gasolina em vários estados brasileiros e depois mostro que, em relação à renda, o brasileiro é um dos povos que paga mais caro pelo combustível. Porque isto acontece? impostos, incompetência e corrupção fazem com que o preço da gasolina no brasil seja um dos mais altos do mundo.

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*Fonte: viagemdemoto

Rolê até Santo Amaro do Sul

Tem coisa que às vezes é até difícil de explicar. Uma delas é como e porque até então ainda não tinha visitado a cidade histórica de Santo Amaro (RS), que não fica tão longe assim de minha cidade. Pois é, depois de tantos anos de vida finalmente chegou a hora. Uma das coisas que posso justificar é que já passamos inúmeras vezes pela entrada para a tal parte histórica da cidade, mas acontece nessas ocasiões estávamos (ou eu estava) de moto custom e há um trajeto de alguns bons kms de estrada de chão batido, com pedregulhos soltos e tal. Ou seja, nada muito agradável para uma moto custom de suspensão dura.

Mas tudo mudou depois que pintou a Honda XRE300 – novos caminhos, novas possibilidades, novas empreitadas. E pau na máquina. Aliás hoje então foi dia de pegar o asfalto mais uma vez com ela e também de acelerar na estrada de chão batido também. E foi legal. Estou cada vez mais satisfeito com essa moto.

Essa semana vi alguumas fotos do Vladi e da Fabi, quando de uma visita deles em Santo Amaro do Sul, pôxa, essa viagem já estava na minha cabeça há um bom tempo. Foi um sinal…rsrsrsr

O dia estava cinza e depois do meio dia, com aquela cara de que iria chover na tarde. Resolvi encarar a estrada assim mesmo, com ou sem possibilidade de chuva. Fui sozinho não tive problema algum. Choveu bem pouco e foi somente em um pequeno trajeto da viagem. Na saída já peguei um off road cortando caminho até Passo do Sobrado pela estrada velha. Uma parada na ponte e segui em frente até o trevo da RS 244, então tomando o rumo de Vale Verde e Santo Amaro do Sul, meu objetivo (uns 80km de ida).

Esse trajeto a gente faz seguido, é bonito, asfalto bom e bem calmo para um rolê de final de semana e afinal, não havia andado ainda com a XRE por ali. Então a coisa foi meio que no automático desta vez. Um pouco preocupado com a possibilidade de chuva, mas ela não deu as caras. Seguindo em frente até a entrada de Santo Amaro. Daí outra vez era a hora de encarar um bom trajeto de estrada de chão batido.

Chegando quase na região histórica da cidade, me deparo com uma construção tipo um mirante na beira da estrada. Claro que não pensei duas vezes, parei e subi nessa coisa. O interessante é que não me pareceu ser nada tão deslumbrante assim a visão do local. Eu talvez não tenha entendido o seu real propósito ali, mas foi legal. Diferente e inusitado.

Voltando ao caminho, logo já estava estacionando na quadra da praça da igreja de Santo Amaro. Uma bonita construção histórica, onde deu também para perceber que as casinhas ao redor ainda mantém um estilo antigo. Essa preservação dá uma boa ideia de como era o local nos tempos passados. Gostei disso. Uma caminha ao redor da igreja, fotos e depois segui em frente, até a prainha deles, que fica bem perto.

Já no caminho dá para perceber muitas dessas casinhas de pescadores, chego perto da praia e resolvo me aventurar com a moto até a areia, na beira do rio. Desço então por um lugar onde não havia estrada, mas era tipo um caminhozinho de pessoas. Um pouco de aventura na tarde. Desci, mas não tinha lá tanta certeza de que conseguiria depois voltar por ali. Assim que cheguei na beira da prainha outra surpresa, a moto deu sinal de começar a atolar na areia. Ôps! Gostei, a aventura tava ficando melhor e mais desafiadora. Parei, desci e logo arrumei um calço para sustentar o pezinho da moto, ela ficou ali de boas e tudo OK. Assim ganhei tempo para curtir o lugar, nisso apareceu um cachorro, que pelo jeito gostou de mim e ao redor o tempo todo em que andei por ali. Grato pela parceria. Estranho, éramos somente nós dois ali naquele horário. Parecia que todo mundo havia sumido (Walking Dead style, saca?).

E essa sensação de sozinho no mundo seguiu depois também. Quando cheguei na eclusa Amarópolis (Santo Amaro do Sul), também não havia ninguém por lá. Fiquei por lá tipo quase uma hora caminhando prá cá e prá lá, subi escadas e não vi e nem apareceu ninguém nesse tempo.

Depois de conhecer o local, descansar um pouco resolvi então voltar para casa. O objetivo era esse, conhecer os lugares históricos, ver o rio e chegar até a eclusa.
No trajeto da volta ainda parei no que deveria ter sido uma antiga estação de trem local, mas não tinha como saber maiores detalhes, não havia ninguém por perto para perguntar alguma coisa. Olha aí o efeito Walking Dead mais uma vez…

A viagem de volta foi de boas, ainda parei num posto para abastecer a moto quando bateu a reserva (ainda não me acostumei que ela gasta bem menos do que a HD), – estou rodando com esse tanque abastecido há um tempão, já estava até preocupado, parecia que nunca tinha fim o combustível….rsrsrsr.

Mais um sabadão muito bem aproveitado. Andar de moto faz muito bem a alma,  traz felicidade e acima de tudo, novas descobertas e aprendizados.

*Ah! Já ia me esquecendo. Sim, consegui subir de boas de volta, aquele caminho de quando desci de moto até a areia da praia e ela começou a atolar. O aprendizado dos tempos de trilheiro, volta e meia ainda me servem (thanks).

 

*Confira algumas imgs da viagem de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Rolê rockn’roll com convidado especial

O rolê de hoje teve um convidado especial, foi o Alexandre Móica, guitarrista da banda Acústicos & Valvulados. A banda vai se apresentar esta noite em Venâncio Aires (RS) e como é um amigo já de longa data, desde os tempos de Troublemakers e Carbura (duas bandas das quais fiz parte), sendo que desta segunda – ele produtor do nosso CD.

Conversamos durante a semana e então hoje ele não veio junto no bus da banda, mas sim pilotando a sua Royal Enfield Classic 500. Depois de um desencontro que atrasou um pouco a nossa partida no rolê na tarde, eu e o Pretto, que já o aguardávamos em minha casa, saímos na metade da tarde para Herveiras – lugar que já conhecemos bem, mas que o Móica, apesar de rodar há vários anos por esse Rio Grande fazendo shows com a banda, não conhecia esse trajeto ainda. E como já falei de outras “tantas” vezes, é um trajeto bonito e muito bom para andar de moto.

Sobre o rolê em si não tenho muito o que contar, foi tudo de boa, tirando que um cara atravessou o nosso caminho cruzando o asfalto perpendicularmente bem na nossa frente, sem dar sinal algum; uma tiazinha muito desligada que me deu um “chega-prá-lá” no trevo de Vera Cruz, no mais foi tudo OK! Um dia normal de estrada por aqui, sempre cheio de imbecis  ao volante.

Fizemos uma tradicional parada na ponte (alta) do caminho. Depois seguimos até o também já tradicional posto onde fizemso um pit-stop e depois retornamos. O caminho é sempre muito agradável e em sua grande parte com um visual bacanudo. Pelo jeito o Móica curtiu. A ideia era essa mesmo, mostrar para ele um lugar bom para andar de moto e também diferente do que ele está acostumado até agora.

Pena que na volta a logo começou a escurecer e praticamente voltamos de farol aceso, o que não deve ter sido muito interessante para ele em termos de curtir o visual do trajeto nessa hora. Já era noite escura e fechada quando chegamos, deixamos nosso convidado são e salvo na porta do hotel, pronto para se reunir com banda e logo mais tocarem no FECEVA.

Valeu, sem dúvida uma passeio diferente, bem divertido e pelo deu para perceber, o ilustre convidado gostou da empreitada. As aventuras seguem e quem sabe logo mais outras viagens de moto com o amigo também.

Até mais. Valeu!

*Confira algumas imgs do rolê de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Rolê até Carlos Barbosa – 3º Harley’s Day

Hoje foi dia de subir a serra (ao menos para nós e a nossa direção) até Carlos Barbosa (RS), no 3º Harley’s Day. Evento anual que cada vez mais está maior e melhor e creio que ainda vai crescer mais. Anote aí… Acredito que seja um dos encontros mais legais aqui do estado. Mas enfim, isso é apenas a minha opinião.

Saimos cedo, eu e o Pretto, ainda pela manhã e com a ideia de almoçarmos por lá mesmo. Já havíamos marcado com o Vladi e a Fabi de nos encontrarmos no evento. Ainda no posto de gasolina, quando fui abastecer a moto encontrei o Thiago N., que também estava indo ao mesmo lugar, aguardei ele também abastecer e seguimos em frente. Fomos até Lajeado, depois pegamos a Rota do Sol e daí era somente rodar em frente. Sempre em frente! No trajeto o Thiago ficou um tanto para trás da gente, ele ainda é novato mas é guerreiro. Acabamos fazendo uma parada no posto do pedágio para aguardá-lo e nisso chega um casal de Roca Sales, numa HD zero km e pedem para se juntar ao nosso grupo e seguirmos juntos até Carlos Barbosa. Isso é justamente uma das coisas legais  desse universo da motocicleta – o constante ato de se fazer “novas amizades” na estrada. O Thiago não demorou a se juntar ao grupo, que agora com a mandada toda reunida, seguiu viagem.

Uma viagem boa e tranquila. Aliás, dia bonito fez hoje! Tudo bem, fez um calor e tanto mas na real não atrapalhou em nada. O evento foi tão bom quanto o do ano passado. Muita gente, muita Harley Davidson na prça central da cidade, que aliás, cada vez parece menor para receber tanta gente/moto. E bonito ver tantas HDs reunidas assim, estacionadas uma ao lado da outra. E olha, não contei, mas são centenas…

Assim que chegamos encontramos o pessoal, daí aquela chalaça de sempre quando se encontra com os amigos de longa data. Demos uma boa volta por todo o lugar, curtimos as bandas que se apresentaram ao longo do dia – muito rock (boas bandas!), almoçamos lá mesmo (haviam várias tendas de alimentação), conseguimos uma boa sombra na grama para ser o nosso QG e o resto foi curtição. Também havia um estande da HD – IESA, algumas tendas vendendo camisetas, capacetes, jaquetas e outros tantos acessórios para moto e piloto. Até fica difícil dizer de alguma moto que achei a mais bonita, eram tantas, de encher os olhos para quem curte uma Harley Davidson. Muitos modelos customizados, outras antigas bem cuidadas e até modelos da nova geração de motores 2018. Muito bom.

O dia assim nessa toada passou rápido e lá pelas tantas já era hora de voltarmos. É claro que também encontramos ainda outros amigos e conhecidos. Nos despedimos do Vladi e da Fabi (sempre uma bela parceria), eles iriam seguir para POA, já o Thiago (o novato), ficou por lá mesmo, já tinha saído de casa com o equipamento p/ camping na bagagem. A volta foi tranquila, é trajeto que conhecemos muito bem, então foi normal. Fizemos ainda uma clássica breve parada no posto predileto do caminho (não vou aqui fazer propaganda), e tudo blz.

Taí mais um bom dia bem aproveitado com os amigos e a moto na estrada.

*Confira abaixo algumas imgs de nossa trip e do evento: