Rolezeira macanuda hoje

Enfim chegou o dia de tirar a moto da garagem, se reunir com alguns amigos e pegar a estrada. Depois de vários dias seguidos de uma semana num clima de chove-não-molha de verão por aqui, finalmente o sol deu pinta de que iria se firmar de vez. Saímos depois do meio dia, meio que sem rumo, para falar bem a verdade, já que a intenção era mesmo bem simples – pegar a estrada e curtir o momento, não importando muito para onde iríamos. Só tinha uma condição, tinha de ter trajeto asfaltado. Sei, estamos em plena pandemia (apesar de algumas pessoas não acreditarem), mas cada um aqui na sua moto, não esqueça de que estamos o tempo todo ao ar livre e nas eventuais paradas, mantemos um distanciamento correto.

Tomamos a direção no sentido de Santa Cruz do Sul, depois Vera Cruz, onde costumamos fazer uma volta maior, passando no sentido do autódromo (entrada dos fundos), para irmos até Rio Pardo. A ideia era irmos até Pantano Grande, para depois  então resolvermos por onde voltaríamos. Mas acontece que fizemos algumas paradas para pegar uma sombra, outra para abastecer e comprar uma água (sim, muito calor) e já que a conversa estava boa, o tempo acabou passou depressa demais. Lá peças tantas, já na beira do rio Jacuí, em Rio Pardo, tivemos de mudar de rumo e já começar a pensarmos em voltar. Sinônimo de que foi uma bela tarde de moto com os amigos!

Só para não perder o costume, algumas coisa engraçadas aconteceram hoje, tipo:

– Quando ultrapassamos um tio numa moto Honda CG, carregando um cachorro dentro de uma sacola (o cãozinho estava com a cabeça para fora – curtindo o a paisagem..rsrssr).


– Também teve o momento “king of the road”. Que é quando você vem viajando e chega perto (atrás) de um carro, geralmente um SUV ou caminhonete, que está de boas andando numa constante, tipo a uns 80km/h, e instantaneamente, assim que a gente o ultrapassa o motorista fica compelido numa espécia de missão divina a não deixar isso acontecer. Ele “TEM” de nos ultrapassar novamente para então seguir em frente, numa velocidade muito maior e sumir na estrada. É muito engraçado isso, acontece toda vez, sempre tem esse personagem. Acredito que a psicologia deve conseguir explicar isso. O “songamonga” estava tranquilo na media dos 80km, mas não pode ser ultrapassado de modo algum, senão sua virilidade fica avariada…kkkkkk. E quase sempre isso tende a dar merda, por que em seguida ele vem na correria e tenta ultrapassar a gente de volta de qualquer maneira, quase passando por cima, seja em faixa dupla, curva acentuada, não interessa, ele tem de recuperar o seu “cabaço-asfáltico-de-dianteira”. É engraçado mas também muito perigoso. Com o tempo a gente já aprendeu a lidar com esse tipo de motorista. Tem também, na mesma vibe ainda o CGzeiro invocado, que também é bem parecido, vai fazer de tudo para te ultrapassar nem que tenha de se deitar bem esticado, como o super-homem, na sua moto, dando todo motor possível, quase explodindo a sua moto, mas vai tentar e querer provar de que ambos – sua CG e ele, são os melhores piloto & moto do mundo! Vai por mim, isso tem toda vez. *Tá, o da CG não teve hoje, mas tem toda hora…

*Abaixo alguns retratos da empreitada de hoje.

De volta ao jogo

Hoje depois de muito tempo sem andar de moto (leia-se aqui – viajar / pegar a estrada), por causa de uma chata e incômoda tendinite que me tem atucanado, chegou a hora de rodar por aí. Não muito longe, é verdade, o pulso ainda incomoda, mas já serviu para dar uma alegria e matar um pouco da saudade do asfalto.
Eu, Rafa e o Cristiano demos um rolê aqui pela região mesmo, foi essa a minha condição para andar hoje. Enfim, uma tarde divertida como de costume. Tudo certo e tranquilo na viagem. Valeu o propósito de desanuviar um pouco das tensões, aproveitar o momento e curtir a pilotagem de moto na estrada.
E como é bom isso! Me senti bem, acho até que já dá para pensar em “alongar o trajeto”, na próxima.

A nossa primeira trip de moto do ano

Aproveitando o período de vários dias seguidos com um belo sol de verão, resolvemos (eu , Pretto e o Morch), darmos uma bela volta do moto na região. A ideia era “cruzarmos a nova ponte do Guaíba” (Porto Alegre / RS) – simples assim. Para isso resolvemos sair bem cedo na manhã, tipo 6h, para termos mais tempo na estrada e aproveitarmos bem esse sábado. Deu tudo certo!

No horário combinado já estávamos prontos para sair. Seguimos então para a direção de Vale Verde, depois General Câmara, onde fizemos uma parada para um café. De última hora uma mudança de planos. Inicialmente iríamos para a Tenda do Umbú depois de cruzarmos a ponte, resolvemos tomar uma outra direção, subir a serra até Carlos Barbosa (roteiro: Charqueadas / Eldorado do Sul / POA – Rodovia do Parque BR 448 / São Leopoldo / Portão / São Sebastião do Caí / Bom Princípio / São Vendelino), almoçar por lá e depois seguirmos de volta mas não pela Rota do Sol. O que seria o caminho óbvio. Resolvemos incrementar a coisa. Tínhamos tempo, lembra!? Descer por Barão / Montenegro, para então seguirmos para casa.

Tudo fluiu normalmente, nenhum perrengue na estrada, tudo certo com as motos, enfim uma viagem tranquila. Paramos toda vez que alguém queria ver ou fazer alguma coisa, até descansamos na sombra de uma árvore, com direito a uma palestra do mestre Morsch sobre cerveja industrializada (pós e contras).
No caminho ainda passamos por Salvador do Sul, para visitar o local do túnel da linha ferroviária que ligava  Montenegro/Caxias do Sul, que foi construído em 1906.

Um sábado e tanto. Chegamos no final da tarde e as metas alcançadas, cruzar a bela nova ponte do Guaíba (e que vista se tem de lá… báh!) e almoçar em Carlos Barbosa. Tudo num ritmo de trip sem estresse algum, só pilotando e curtindo com as motos, sempre em frente!

*Abaixo alguns retratos da empreitada de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Há 2 anos…

Apesar de ser Dia de Finados, hoje é dia também de comemorar. Nesta mesma data há dois anos atrás, aproveitando ser um feriado de sexta-feira, eu e mais 3 amigos partimos na madrugada daquela manhã para o que seria uma inesquecível trip de moto. Havíamos planejado por mais de ano esta viagem de mais de 6.500 km, saindo do Rio Grande do Sul rumo a Argentina, cruzando a Cordilheira dos Andes, descendo até Santiago do Chile, depois subindo acompanhando a costa pelo litoral do Pacífico e daí rumando então para o deserto do Atacama (San Pedro de Atacama). Depois era cruzar novamente a Cordilheira de volta para a Argentina e tomar a direção de casa. Dizendo assim até parece simples.

Fora vários dias de muitas alegrias, sensações, algumas adversidades, companheirismo e parceria, mas sobretudo de muitas experiências. Uma grande aventura em vários sentidos!
Inúmeros cenários incríveis se desvendavam a nossa frente a cada dia de viagem, nunca tivemos um visual que se repetisse em todos aqueles dias, dando assim o que pensar enquanto rodávamos com nossas motocicletas por aquelas belas e solitárias estradas, que não apreciam ter mais fim. Quase que um trip zen, de boas energias sobre duas rodas. O que deu margem até para novos significados para a percepção da vida e da grandeza deste espaço, “que por hora” ocupamos sobre a terra. Sendo que daqui não levamos nada, apenas gratas memórias de alguns momentos fantásticos, como estes.

Sou muito grato aos amigos: Pretto, Vladi e a Fabi, pela companhia incrível durante essa jornada que fizemos. Sem dúvida um dos belos momentos de minha vida. E que em breve tenhamos novas experiências e aventuras assim novamente. Gracias!!!

Vida que segue

Em tempos de pandemia por covid, distanciamento social e empatia para com o próximo, não tenho usado aqui o blog como uma ferramenta de divulgação ou incentivo para atitudes que venham a ser longe do ideal em termos de cuidados de saúde. Então tenho andado bem menos de moto do que andava antes e também não tenho feito fotos e nem divulgado por aqui os roteiros e lugares por onde andei. Mas como ficar trancado em casa também não é a melhor ou única solução, até mesmo para a saúde mental e espiritual – pegar a estrada de moto também é uma remédio e tanto. Faz um bem danado!
Hoje dei uma viajada por aí, fiz algumas fotos e vou postar abaixo. Nada de mais, apenas para dizer que a vida continua apesar dos pesares, dos cuidados da saúde e da adaptação aos novos tempos.

Japoneses criam scooter elétrica inflável que cabe dentro da mochila

O Poimo pesa 5,5 quilos e, quando desinflado, pode ser dobrado e carregado para qualquer lugar

Mobilidade e praticidade: um veículo que cabe na sua mochila. Esse é o Poimo, uma scooter elétrica inflável desenvolvida pela Universidade de Tóquio em parceria com a Mercari R4D. Pesando 5,5 quilos, o Poimo pode ser inflado em pouco mais de um minuto, usando uma bomba elétrica.

O veículo possui cinco partes destacáveis: dois conjuntos de rodas, um motor elétrico, uma bateria, guidão com um controlador sem fio embutido e o seu “quadro”, que é feito principalmente de poliuretano termoplástico, o mesmo material de alguns colchões de ar.

Segundo seus criadores, a ideia é minimizar o potencial de ferimentos em caso de acidente. Depois de esvaziado e dobrado, o Poimo pode ser transportado em uma bolsa, permitindo que o usuário o utilize entre viagens de transporte público e vá para qualquer lugar sem se preocupar em estacioná-lo.

“Cerca de 60% das viagens de carro no Japão são de curta distância, o que não é muito bom em termos de congestionamento e gases de efeito estufa. Acreditamos em um novo tipo de mobilidade, mais pessoal e de curto alcance”, afirmam os criadores do Poimo.

Por enquanto, o scooter é apenas um protótipo, mas a Mercari R4D e a equipe de pesquisa afirmam que o produto final será mais leve e ainda mais portátil.

*Por Renato Mota

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*Fonte: olhardigital

Dica de quarentena: Toda Costa Brasileira de moto – Caminhos da América (vídeo – documentário / moto)

Vantuir Boppre é escritor, documentarista de moto aventura, instrutor de pilotagem, palestrante e Mensageiro da Paz pela UNESCO.

Em 20 de março, publicou nas suas redes sociais que: “Cada um de nós pode dar sua colaboração nesse momento. A estrada ensina isso: Quer ir rápido, vá sozinho. Quer ir longe, vá em grupo.” Liberando o documentário “Beira Mar” – capítulo 3 do projeto Caminhos da América

[ Clicando aqui ] você poderá conhecer um pouco mais do projeto Caminhos da América, do próprio Vantuir Boppre com suas palestras e cursos de pilotagem off road para Big Trail.

*Confira aqui o próprio recado do Vantuir Boppre sobre a quarentena e a liberação dos eu vídeo:

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*Fonte: r7 – Andre Garcia

Conheça a moto elétrica com performance equivalente a um avião a jato

Novidade da Zero Motorcycles possui motor com 110 cavalos de potência que garantem uma velocidade máxima de 200 km/h

A empresa californiana Zero Motorcycles anunciou uma nova motocicleta totalmente elétrica e de longo alcance. Para se ter ideia do que a máquina é capaz de fazer, a fabricante compara a experiência de pilotagem do lançamento a um avião a jato.

O modelo SR/S, é uma evolução de um projeto anterior da marca, lançado no ano passado, a SR/F. A motocicleta possui um motor elétrico aprimorado que possui 110 cavalos de potência que garantem uma velocidade máxima de 200 km/h.

Sua bateria conta com suporte a um sistema opcional de carregamento rápido de 12kW. Com isso, é possível que ela vá de 0% a 95% em cerca de uma hora. Pelo método tradicional, é possível carregá-la completamente em quatro horas.

Com uma carga completa, a autonomia da moto chega a 260 quilômetros na cidade e 130 quilômetros em rodovias. É possível, ainda, aumentar a distância percorrida adquirindo o Power Tank, um sistema que estende a duração da bateria para até 323 quilômetros na rua e 165 quilômetros em rodovias.

Assim como os carros mais modernos, a motocicleta conta com uma tela digital, aplicativo para smartphone e sistema de conectividade que permite atualizações sem fio e coleta de estatísticas de pilotagem em tempo real.

A SR/S está disponível a partir de US$ 19.995 (cerca de R$ 89 mil em conversão direta). O upgrade de bateria chega no começo de março, e vai custar US$ 2.895 (aproximadamente R$ 13 mil em conversão direta).

>> https://www.zeromotorcycles.com/

*Por Luiz Nogueira

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*Fonte: olhardigital

Sabadão de verão, desde cedo na estrada

O rolê de moto de hoje teve um motivo diferenciado, acompanhei o Pretto até a IESA, em Porto Alegre, que é a revenda oficial da Harley Davidson aqui no Rio Grande do Sul, onde ele foi comprar uma peça para a sua moto. E diga-se foi tipo uma peregrinação! Eu não tinha ido até lá ainda apesar de ter uma HD (a minha foi comprada usada), portanto não tive nenhum contado com a IESA até então.

Sim, sei que existe toda uma mística nesse lance do poder da marca Harley Davidson e algumas pessoas até exageram nessa “veneração”, no meu ponto de vista. Mas daí é problema ou solução (como queiram) de cada um, eu respeito o gosto dos meus amigos, que aliás, vários deles possuem motos de outras marcas e modelos. Eu tenho o meu gosto e fiz a minha escolha e sou muito bem ciente das qualidades e defeitos do produto que estava adquirindo em termos de moto. Eu gosto da cultura e do universo das motos custom. Nada muito sofisticado. É isso. Simples assim! Sem mais explicações.

A trip começou cedo, o Pretto queria estar em POA logo na manhã e pegar a revenda ainda aberta. Saímos por volta das 7h30, tentando assim curtir mais a viagem de ida e assim fugir do calor que viria logo mais, perto do meio dia. Foi uam boa opção! Fizemos uma parada no caminho para um café, esticar as pernas, trocar uma ideia numa boa conversa e em seguida seguimos novamente rumo a estrada do Parque, que por consequência nos leva até em frente ao santuário da Arena Tricolor (dá-lhe Grêmio!!!), que era parte do trajeto até o nosso ponte de destino em POA.

Chegando lá, demos de cara com aquela vibe de café da manhã / encontro para os clientes e amigos da revenda, com direito a música ao vivo e várias belas motos no pátio. Muito bom!
Ah! Preciso aquio mencionar que os dois caras que estavam tocando lá eram MUITO BONS. Ótimas vozes, bons músicos e um belo repertório, que aliás, tinha tudo a ver com o clima estradeiro rock-country-southern da Harley Davidson, mas sem ser aquela coisa chata ou clichê, como habitualmente tende a ser nos encontros de motociclistas. E isso foi um dos pontos forte dessa manhã.

Claro que enquanto o meu chapa estava lá na lida de encontrar a sua tal peça de moto, eu por outro lado, estava de bobeira, então fiquei “zanzando” pelo loja, primeiro vendo as motos zero KM em exposição, babando e sonhando de um dia ter esse ou aquele modelo, dessa ou daquela cor…rsrsrssr. E depois vendo na lojinha as camisas, jaquetas, bonés, casacos e o escambau. Não comprei nada! Só olhei. Já disse, não tenho esse “fetiche” harleyano de ostentação da marca e tal.

Conversamos com o pessoal, peça encontrada, feito o brique, resolvemos voltar. O Vladi, nosso amigo de POA não estava na capital, ele teria sido o nosso guia pela cidade para outras prováveis aventuras, mas isso fica para uma próxima vez. Resolvemos tomar o rumo de casa então, mas antes iríamos parar junto ao monumento do “Laçador”, um dos símbolos da cidade de Porto Alegre e também do Rio Grande do Sul. Ficava no caminho e o Pretto queria conhecer de perto, mas  confesso que também jamais havia parado ali, desde que mudaram a sua localização para mais perto do aeroporto Salgado Filho. Feito o momento turistão, com direito até a fotos de avião chegando sobre nossas cabeças, seguimos pelo caminho antigo que se fazia de POA para V. Aires, ou seja, por Canos e não pela Rodovia do Parque, como agora costumeiramente se procura fazer. Aliás, há muitos anos eu não fazia esse percurso via Canos (RS). Vamu-lá!

Mas agora o destino era outro. Combinamos de paramos no caminho para comermos um churrasco em algum restaurante de posto de gasolina!
Encontramos um que parecia ser sensato, um pit-stop para almoço, mix, gasolina e  seguimos novamente em frente para casa. Opa! Não foi bem assim.
De última hora optamos fazer uma mudança de planos. Em vez de virmos direto para V. Aires, resolvemos seguir pela 386 por Lajeado-RS. A esperança de encontramos a cervejaria Salva “aberta” era forte, mas não foi o suficiente.
passamos por lá mas ainda era cedo para estarem abertos na tarde (já deixo aqui o aviso – isso acontece depois das 15h), mas passamos por lá, bem antes disso.

Uma tradicional passada pela CNG, aproveitamos para esticar as pernas junto à sombra de algumas árvores, calor pegando no começo da tarde, quando então de surpresa cruzam por nós alguns amigos do clube do Fusca de Venâncio Aires. Estavam indo para um encontro de Fuscas que acontecia à duas quadras de distância do local onde estávamos parados. Pimba! Lá vamos nós conferir o tal encontro de Fuscas de Lajeado.

Entrada grátis, aquele bate papo com a galera dos Fuscas e claro, um rolê pelo ginásio onde estavam os carros em exposição, com diversas peças e traquitanas para colecionadores desses veículos. Enfim, uma festinha/evento supimpa. Pelo calor e também por se tratar de um período de férias/verão/praia, a coisa não estava lá muito movimentada, é verdade, mas era legal, posso garantir. Feita a função, novamente era hora de voltarmos para casa e dessa vez, sem rodeios.

Mas antes ainda uma última parada! Enfim o momento tão aguardado, depois dessa jornada toda de muito asfalto, sol e calor… era hora de tomarmos aquela gelada! Báh!

Um belo sábado, vou te dizer.
Grato Pretto pela trip e a parceria.
Valeu!

*Abaixo algumas imagens dessa tal trip de hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Um rolê até o Parque Witeck (Novos Cabrais – RS)

Hoje com uma temperatura amena e não com aquele o calor intenso que fez no começo da semana, foi super de boas dar um rolê de moto até Novos Cabrais (RS), para uma visita ao Parque Witeck, e o Pretto me acompanhou nessa.
Ainda não conhecia esse parque, aliás foi dica da Laura já de uns 2 anos atrás e até agora não tinha ido até lá ainda. Mas como dizem, antes tarde do que nunca!

Saímos por volta das 11h da manhã, tomamos a rota para Santa Cruz do Sul (287), passando por Vera Cruz, Candelária até Novos Cabrais. O Parque Witeck fica há poucos kms depois da entrada de quem vai para Cachoeira do Sul (153). Não foi difícil de encontrar, mas a entrada bem que poderia ser melhor sinalizada.

Assim que chegamos foi recepcionados por uma funcionária (um professora de biologia aposentada), que foi muito simpática e atenciosa com a gente e pelo que percebi, o mesmo com todos que estavam chegando ou indo embora de uma visita ao local. O que de certa forma já dava “o tom” da vibe local. Não é um lance “zen” nem religioso, mas tem um caráter de curtir a natureza, ah tem! E tudo é muito limpo, organizado e sem “zoeira” alguma. Era tipo o vento nas árvores, pessoas caminhando pela trilha de lajotas e o que também se pode dizer – os barulhos da natureza.

Cabe aqui dizer que chegamos um pouco depois do meio-dia, então o sol já estava começando a nos judiar no asfalto e chegando lá – óbvio! – o clima mudou radicalmente. Uma brisa bacana e sim, tenho que mencionar, passou uma sensação de paz e tranquilidade incrível. O parque é um projeto de um médico do Exército Witeck (já falecido), portanto uma propriedade privada da família. Para saber mais sobre a história do local, confira [ AQUI ].

É cobrado um ingresso no valor de R$ 10,00 – (por pessoa), para a visitação e o parque tem horário de funcionamento determinado. Não tem cabana para alugar nem muito menos algum venda de lanches ou bebidas, mas tem alguns casinhas e muitos bancos para descanso ao longo do trajeto, sem falar em sanitários bem cuidados. Fique tranquilo, tudo é muito bem sinalizado. Trata-se de um parque muito bonito e exuberante, que tem 2 lagos, plantas e árvores das mais diversas espécies e partes do mundo em sua mata, que aliás é muito bonita e a palavra que me ocorre agora é – exuberante! Um local para visitar, passear, talvez fazer um piquenique (neste caso não esqueça de trazer o seu lanche!) e conhecer o local seguindo a trilha.

A trilha é sinalizada, é toda calçada mas não é assim tão curta. Não exige equipamento de trekking nem nada disso. Dá para fazer a caminha tranquilamente enquanto se observa a natureza. Claro que por se tratar de uma região de muito mato, você também pode se deparar com alguns animais estranhos, como aconteceu com a gente hoje quando encontramos um lagarto cruzando nosso caminho e depois na hora de irmos embora, uma capivara ficou parada na estrada bem a nossa frente. A ideia é simplesmente seguir uma trilha calçada o tempo todo, conforme as placas vão apontando o caminho. Acho que hoje levamos tipo 1h30min de caminhada para fechar o circuito todo – só para se ter uma ideia.

Fica difícil descrever o lugar, tem muito verde e me pareceu bastante agradável, portanto para quem gosta da natureza é um local incrível. Fica a dica.

Depois de visitarmos o parque era hora de seguirmos em frente, tomamos a direção de Cachoeira do Sul, uma parada para abastecer as motos e também matarmos a sede. Fomos então pela (153) até o trevo da da (290), quando  pegamos a direção de Pantano Grande. Uma parada para almoçarmos, isso já era por volta de umas 16h eu imagino. Estávamos sem comer nada / almoço até então. Descansamos um pouco e então tomamos o caminho para casa pela (471), passando por Rio Pardo e depois Santa Cruz do Sul e daí era só seguir em frente até em casa. Essa função toda nos rendeu tipo uns 300 km rodados e que valeu a pena!

*Confira algumas img do rolê de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Cerro do Baú com o Beeroo

Ontem, que era feriado de Natal, aproveitamos para fazermos uma pequena trip e levarmos o nosso amigo Kevin “Beeroo” Corryell, para um passeio até o Cerro do Baú, aqui em Venâncio Aires (RS).

O Beeroo, que vocês talvez não conheçam das histórias desse blog, é um amigo americano de Seattle, que veio para a nossa cidade no início da década de 90 num desses intercâmbios estudantis bancado na época, pelo Rotary ou coisa que o valha.
E assim conhecemos essa figuraça que virou um grande amigo e que de tempos em tempos, volta para o brasil e vem nos visitar. Um grande prazer a presença desse boloriano internacional.

Então voltando ao assunto, ontem fomos visitar o belo Cerro do Baú, que o Beeroo aliás já conhecia dos velhos tempos, quando a coisa não era nem de longe essa situação de agora, com tudo limpinho e ajeitado para visitação. No nosso tempo de piá a gente escalava no braço mesmo aquele paredão frontal, tudo por adrenalina e diversão. Chegamos a acampar algumas vezes no topo do cerro.

Ontem fomos numa turma: eu, Vladi, Iuri e as suas filhas, Beeroo, Alan e a Thaís. É um local muito bonito e tem um ótima visão de uma grande parte do vale, bem como da cidade de Venâncio Aires (RS). Inclusive fica a dica para caso alguém venha a se interessar em fazer esse passeio e conhecer esse belo local aqui na cidade. Na realidade fica há uns 15km do centro e no caminho tem placas de indicação. E como é um lugar bem conhecido, ao longo do caminho facilmente se consegue dicas com as pessoas locais.

*Abaixo algumas imgs da visita de ontem: