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Nada de novo, mas muito bom

Se ontem tive azar com aquela chuvarada toda no lombo em meio a tentativa de dar um rolê de moto até Taquari entre uma bomba d’água e outra, hoje não. Dia bonitaço de sol e com aquela temperatura ideal para se andar de moto. Beleuza!

No horário combinado eu, Professor Jeff e o Luís Carlos nos encontramos e partimos à caminho para Herveiras, um trajeto já bem tradicional e comum para nós, mas sempre muito tranquilo e bom demais de pilotar (pouco movimento nos finais de semana). Sei lá, hoje não tenho muito o que escrever sobre essa parada, foi tudo tão de boa, beleza e o dia ainda estava realmente incrível para se andar de moto – não sei como descrever isso aqui, transmitir essa sensação, mas podem me acreditar – ESTAVA MESMO du caralho!

Ah! Sim, como via de regra acontece, hoje teve mais um lanced da série “o imbecil da estrada”.

Dois caras numa Honda CG (sempre essa moto…) logo na saída de VAires, assim que subíamos em direção à Santa Cruz do Sul, nos ultrapassam naquela vibe do – “Ahã, minha CG-thunder-mega-blaster-turbo é bem melhor do que as motos de vocês,vejam só”…
Eles nos ultrapassam, tipo há mais de 100km/h e eu não dei a menor bola para isso, que se vão (viu, já estou vacinado!). Os dois na motinho se viravam o tempo todo olhando para trás esperando uma reação… E nada. A gente seguimos na nossa velocidade normal, bem de boa. E eles (os dois na mesma moto) viram prá trás o tempo todo. Mas daí vem o lance inesperado (sempre tem). Como tiveram de acelerar com tudo para nos ultrapassarem nessa subida em direção ao Restaurante Casa Cheia (só p termos aqui uma referência), a vitória deles foi pífia, porque um pouco acima eles precisavam sair do asfalto e dobrar à direita para entrarem numa estradinha de chão. Acontece que eles estavam ligeiro demais para saírem do asfalto e logo entrarem no de vez acostamento “irregular” e com buracos (o que com certeza lhes daria um belo tombo) e pior, era uma curva muito fecha em “cotovelo”o caminho deles, cheia de pedras soltas. Cara, muito louco isso… Era mais importante eles nos ultrapassarem do que seguirem o seu caminho numa boa.Em resumo. Cara! Cena linda ver os dois na motinho se esperniando para tudo que é lado para não cairem assim que sairam do asfalto e tentaram frear de vez para entrar na estradinha lateral. Não deu muito certo, a moto meio que em linha reta (óbvio), não fez a curva que seria muito fechada naquela situação (como são burros) foi em direção à macega à sua frente. Sim, pararam, mas essa função toda levantou uma poeira danada. Não caíram por pouco.
Tô falando! Esse mundo tá cheio de imbecil.
Vi essa merda toda de camarote e dei muitas risadas. Depois quando fizemos uma parada foi a primeira coisa que perguntei para os parceiros que estavam junto, se tinham visto essa chgalaça também. Sim! Claro que viram. A risada foi grande!!!!!

Seguimos em frente, passamos pela tradicional ponte da 153, uma paradinha e aqui volto à dizer, que trajeto bonito e bom de andar. Paramos depois no postinho de sempre para um café, jogar conversa fora e depois voltar. um rolê simples, tranquilo mas muito bom. Esticamos ainda um pouco mais o trajeto da volta passando por de trás do autódromo de Santa Cruz do Sul,  no caminho ainda paramos no Rancho América (aliás, aqui cabe um comentário – já foi melhor).

E assim se aproveita muito bem mais um dia de moto com os amigos. Por mais dias assim.
Valeu!

*Algumas imagens da tarde:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Jogo do rolê antes da chuva

Hoje é feriado de sexta-feira (21 de abril) e inicialmente eu havia planejado uma outra coisa para o dia. Iria viajar sozinho mesmo porque meus amigos já tinham outros planos, queria sair bem cedo e assim aproveitar bem o dia todo andando de moto. Mas acontece que desde logo nessa semana a previsão do tempo indicava chuvas para quinta d enoite e o dia de sexta-feira. Então nem me animei muito com esse veriado e a possibilidade de pegar a estrada de moto.

Hoje amanheceu um dia legal apesar de sem sol. Aproveitei e fui na casa do meu amigo Jeferson fazer alguns ajustes e mudanças na minha moto. E meio a uma conversa legal, um chimarrão e outro a HD agora tem então pedaleira eum banco para carona (mulheres somente!). Vamos ver….

Depois de uma pancada de chuva antes do meio-dia, o céu deu uma limpada e me pareceu de que a chuva daria uam boa trégua ainda no período da tarde. Por volta das 15h saí de moto com o objetivo de ir até Taquari. Na altura da ponte de Mariante o céu já deu sinal de não seria tão fácil assim esse rolê sem me molhar… e bastante! Passei a ponte, parei e dei uma boa avaliada na situação. Seguia em frente ou voltava e encarava a chuva que então eu encontraria de frente? De qualquer jeito eu pegaria chuva, mas se voltasse (e foi o que escolhi), seria por um tempo menor, contando que eu nem estava de jaqueta ou qualquer aparato desses para dia de chuva.

Voltei e claro desabou o aguaceiro. Eu estava a semana toda com dores de garganta, agora nem podia reclamar. Era seguir o trecho em frente de volta e chegar o quanto antes em casa. Nem preciso dizer de que curto esses desafios mentais. Gosto de apostar “comigo mesmo”  esse tipo de coisa em frente adversidades.

Daí você aí vai dizer: Pô,ele não se liga de que vai chover?
Me ligo sim, sei da possibilidade, já disse é uma aposta, é um jogo que faço – será que vai dar ou não!?
Hoje não deu. Semana passada também não. Mas outras tantas vezes deram certo. Então… Play the game.

Mas tem outra, cansei de sair de moto todo “preparado” para chuva e não dar em nada. Nah! Não quero andar “empacotadinho”.
Cara, eu não gosto de andar de moto e levar trocentas coisas comigo. No way. E essas roupas para motociclista em dia de chuva… piça! Não gosto.
Então rodo, qdo começa a chover volto se não estiver longe (hoje e semana passada era menos de 30km para chegar em casa). Ninguém vai sofrer por andar uns 15min na chuva, que seja. Se estiver longe de casa ou de um ponto objetivo de viagem, daí sim procuro um posto de gasolina, algum refúgio, parada de bus e pronto. Se for uma viagem mais longa e programada, calro que terei junto meu kit de chuva (bosta). A vida é simples, não precisamos complicá-la ainda mais.

Foi tudo bem, cheguei em casa e direto para o chuveiro quente. Até agora estou legal. Talvez amanhã minha garganta exploda, mas amanhã já é um outro dia. Cada coisa a seu tempo e o seu dia. E vou te dizer, garanto que amanhã tem rolê com rapaziada!

*Sempre levo a minha câmera fotográfica junto e até então não custa nada fazer alguns cliques (já virou um costume e também percebo que gera pico de visualizações aqui no blog qdo rola isso – capicce).
Abaixo algumas imagens desse curto e atrevido antes da chuva rolê.


Rolê curtinho mas de bom tamanho

Feriado de Páscoa, então aquela hora de encontrar os amigos aqui da cidade bem como e os quem vem fora, voltam para visitar a família. Assim ontem levei o Vladi para conhecer Canudos do Vale, que eu havia comentado esses tempos com de que havia curtido bastante. Ontem mesmo, na volta e com o Pretto junto, combinamos de hoje, no sábado, sairmos mais cedo e assim darmos um rolê mais “forte”.

Acontece que o clima não ajudou dessa vez, nem vou reclamar porque foram tantos finais de semanas seguidos nos últimos tempos sem chuva, que renderam vários rolês de moto incrivelmente bons. Contabilidade OK.

Depois do meio dia percebi que não haveria jeito, nem prorrogando a partida a coisa escaparia de uma chuva no lombo. Melhor se resignar, ficar em casa e curtir um sábado de chuva de boas. Na metade da tarde a chuva para e em menos de 15min já estou pronto para sair de moto. Aviso os camaradas da minha intenção, roteiro, metereologia, carta de vôo e um abraço pro gaiteiro. ninguém responde. Pelo jeito estava muito bom o nâni da tarde. Vamu-qui-vamu.

Fui para Santa Cruz, depois Vera Cruz indo passando pelo autódromo. O portão estava fechado, teria de dar a volta mas daí por causa da chuva de antes o trecho tava com barro e isso já não é tão legal assim com uma moto custom. Náh! Gosto dessa volta pelo autódromo, já comentei aqui trocentas vezes. Bem pouco movimento aos finais de semana e assim pista livre para um desempenho mais ganjudo na “pretinha” (sacarem!?). Sabia que não teria uma janela muiot grande de tempo tempo bom para isso, justamente aí o motivo desse rolê meio básico, mas bacana. Tiro curto.

Na volta passou por dentro de Santa Cruz e já na subida do Grasel a chuva veio. E veio forte daí. Achei que não tomaria banho de chuva hoje, mas não deu. Paro no acostamento para ajeitar rapidamente minhas coisas (saco plástico na carteira, docs e celular), sigo em frente agora ligado o modo “fica esperto garoto”. Cada vez mais forte a chuva. Ok. Faz parte.

Sou da teoria de que o cara tem de andar de moto nas mais diversas situações de clima/tempo, assim quando for pego de surpresa em uma viagem mais longa por exemplo, tudo vai ser bem mais tranquilo e não vai ser nenhum grande perrengue. Acho importantíssimo essa coisa de ter o controle, dominar e saber controlar toda função com a sua moto, sentir como ela reage nas mais diversas situações de clima e terreno. Como ela freia na chuva em caso de uma freada longa ou então rápida e curta, como se comporta nas curvas em diferentes velocidades na pista seca ou molhada, na brita, asfalto ou terrão, o mesmo também na situação de dia com bastante vento (já fiquei com torcicolo por causa do vento contrário ficar empurrando meu capacete – putz!). Quem foi que disse que a vida é fácil?

O bom que foi que hoje na tarde o trajeto de chuva seria no máximo de uns 30km, talvez nem isso. Beleza, estava já voltando mesmo. E claro que assim que passei pelo mítico “chuvedouro” da região da linha Pinheral, a chuva milagrosamente parou e os asfalto estava sequinho a minha frente. e eu, todo ensopado. No mais tudo tranquilo. Nenhum abobado fora do normal na estrada da estrada dessa vez.

Mesmo sozinho e com a chuva a empreitada foi bem bacanuda.

 

OBS: Claro!… Tem sempre aquele cara que está andando à 80km a sua frente, daí tu te aproxima de moto atrás dele, não ultrapassa porque está em uma faixa dupla ou então tem um trânsito mais intenso no sentido contrário que o impede de ultrapassá-lo naquele momento. Daí como num passe de mágica o cara do carro a sua frente percebe a sua movimentação atrás dele e do nada – pimba! – resolve virar o Ayrton Senna d o asfalto. Isso é lindo! Sempre tem essa parada – Sim, eu disse, SEMPRE! – Já estou vacinado.

O que acontece então? Tu acelera um pouco já para preparar a ultrapassagem, ele (o da frente) acelera também, daí tu está tipo a uns 85km/h, tu acelera um pouco mais, ele também acelera (não esqueça que até então esse mesmo sujeito estava comodamente no asfalto andando nos seus oitentinha e não estava nem aí…); então tu aperta um pouco mais, tipo já estamos a 90km/h, ele então também vai estar aumentando para essa velocidade…..rsrsrsrssr

Vem cá. Ele quer o que? Me diga? Não posso ultrapassá-lo? É isso? ele é dono da estrada, o capitão do mato do asfalto local?
Claro que é óbvio que farei a ultrapassagem brincando, motor tem até de sobra tem para isso, só não faço pq tem carros no sentido contrário me impedindo ou a tal faixa dupla. Daí essa novela se arrasta até o momento em passo a ter a possibilidade de uma utrapassagem segura e tranquila, boto a moto para o lado e FEITO! Daí é adiós, até ele se dar conta do que aconteceu e resolver reagir já Elvis. Mas que saco isso!

*Não esqueça – quando esse cara que estava há poucos minutos atrás viajando numa velocidade tranquila e constante de 80km/h, tava tudo OK na cabeça dele. Então porque ele fica galo e resolve acelerar somente quando está prestes a ser ultrapassado?

Mais um dos grandes mistérios da natureza humana. Cartas para a redação. Tsk.tsk.tsk…
Como tem imbecil nesse mundo. Aliás, demais.

 

*Retratinhos da função.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Robbie Maddison’s Pipe Dream 2 – Chasing the Dream


ôps!


Progresso

Então surge o sábado novamente, o ânimo já dispara só pensando no rolê de moto com os amigos logo mais, o dia tá bacanudo e a coisa vai rolar.
No encontramos no local e horário de costume, nada planejado, dessa vez sem piadinhas de estranhos e tudo beleza. Estamos lá, eu, o Pretto, o mano César, Professor Jéferson e o Luiz Carlos. Beleza. É Só dar a partida e pegar o trecho.

Ah! Mas para onde? Para a cidade de Progresso (RS).

Saímos na direção de Lajeado, tudo tranquilo, clima bom, nada de calorão, depois no trevo seguimos pela 386, que normalmente tem um movimento maior de caminhões e tal, o que já causa um certo transtorno por andarmos “juntos” num grupo de 5 motos. Mas tudo bem.
Chegamos no trevo para Progresso, daí a estrada já muda de qualidade, um asfalto ruim, antigo e bem judiado, sendo que na maioria das vezes não há acostamento ou área de escape algum, cheguei a encostar meu ombro na plantação em algumas curvas. E tem curvas! Algumas bem fechadas e sem um bom campo de visão para  quem vem no sentido contrário, tudo num clima constante de subida de serra. Mas de vez em quando dava para curtir a paisagem do lugar, que aliás, é muito bonita. E mesmo com o asfalto ruim, foi uma boa viagem.

*Aqui cabe uma pequena obs. – Gostei mais da trip de semana passada, que fica numa região mais ou menos perto e de visual semelhante.

Chegamos em Progresso, uma volta rápida de reconhecimento pela centro da cidade e resolvemos parar em uma lancheria/padaria. Muita coisa boa para comer, nos juntamos em uma mesa na calçada, uma boa conversa e o tempo passa rápido. Interessante notar como nessas cidades pequenas de interior o povo é bastante cordial. A maioria das pessoas que passaram por nós, faziam questão de nos cumprimentar e de uma maneira bem simpática. Legal isso.

Depois dessa pausa e de resolvemos algumas coisas do mundo, era hora de voltarmos. E adivinha. Agora era basicamente só descida. Já nesse caso a pista se mostrou de qualidade bem melhor. Ok!

Chegando em casa, a velha parada para um chopp.

Engraçado foi que na volta encontramos pelo caminho um casal numa Honda CG, em que o piloto encasquetou de que teria de nos mostrar de que era um “pica-grossa-da-pilotagem” e que a sua moto CG era na verdade uma moto supersônica disfarçada – na capa de sua ignorância. Muito bonito isso!
Ou seja, vou traduzir  e simplificar essa conversa aqui… É muito, mas muito comum mesmo encontramos pelo caminho algum imbecil desses que sei lá porque que, PRECISA PROVAR PARA A HUMANIDADE a sua capacidade de quase se matar ou explodir o motor de sua moto de pequena cilindrada, nos ultrapassando ou andando a nossa frente.

Cara! Isso é muito chato e até perigoso porque estávamos num grupo de 5 motos, todos andando juntos e numa mesma velocidade condizente com o trânsito local (isso entre Lajeado e VAires) e esse bosta além de quase se matar tentando nos ultrapassar várias vezes, por pouco não se arrebentou na frente de um carro, quando estávamos entrando no Posto de Pedágio – tudo isso, só para entrar antes no “brete” reservado para as motos passarem. Mas que merda isso! Será que não percebem que estamos falando de motos muito diferentes e que se ele vai nos ultrapassar, que o faça e desapareça ou então fique atrás do grupo mesmo. Mas não, passamos por ele, ele nos utrapassava e ficava ali, um pouquinho na nossa frente e assim foram várias vezes. Porra! Isso torra a paciência.

Eu particularmente fiquei esperando a hora em que o piloto de CG (via de regra – no auge de sua empolgação esportiva cotidiana) se deita todo esticadinho na sua moto, para assim aerodinamicamente pegar ainda mais um pingo de uma super velocidade, mas dessa vez me decepcionei. O nosso herói do dia não chegou ao ponto de fazer essa chalaça (talvez porque estava com uma caroneira – coitada, tenho pena dela).

Mas apesar dele fazer o seu showzinho do “master-fucker-da-CG-fodona”…..kkkkkkkkkk. Isso é simplesmente ridículo. Se ao menos soubesse o papel de imbecil que está fazendo. O pior é que provavelmente isso pode ainda causar um sério acidente na estrada e que com grandes chances de acabar envolvendo junto algum de nós. PQP! Nem vou comentar aqui o que me passa pela cabeça nessa hora e o que dá vontade de fazer com um cara desses.

O que ele quer? Uma medalha? Provocar a gente? Provar alguma nova teoria da física? E o interessante é que isso é uma coisa que ninguém mais tá vendo ou assistindo. Que porra de efeito psicológico é esse que é tão comum assim em tudo que é lugar?
Tudo para depois poder estufar o seu peito e contar no próximo churrasco da firma de que ultrapassou um grupo de motociclistas, com a sua CG flamejante? No que isso vai dar? O que de bom tem nisso? Qual a vantagem? Qual o mérito?

Cartas para a redação.

 

Tirando essa palhaçada, foi mais uma vez um passeio incrível com os amigos. Valeu!
*Vou começar a levar junto um bodoque ou algumas “velas” velhas, no caso de sentir a necessidade de fazer algum arremesso.

Como de costume, abaixo algumas imagens da empreitada de hoje.
Sim, levei minha câmera fotográfica com a bateria carregada dessa vez.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Beautiful Single Trail Enduro


Taí um gif majestoso


Cinco dicas de segurança para novos motociclistas

Muitas vezes, as pessoas que abrem mão de utilizar a moto como meio de transporte é porque nunca pilotaram uma, ou então, tiveram como sua primeira e única experiência algo desagradável. Confira algumas dicas básicas de segurança para você que está iniciando a vida sobre duas rodas ou está criando coragem para começar a usar a moto no dia-a-dia:

1 – Respeite o medo: O conhecimento é a melhor forma de controlar o medo, então, quanto mais você conhecer sobre o veículo, sua dinâmica, os pontos fortes e fracos e as formas de se proteger, maior será a sensação de segurança.

2 – Escolha a moto certa: Antes de decidir que moto comprar, defina para qual será o seu uso. Não adianta comprar uma moto grande e pesada para enfrentar longos congestionamentos, e nem uma moto off-road se você nunca andará por estradas de terra, por exemplo. Faça uma boa pesquisa e avalie principalmente suas dimensões

3 – Respeitar os limites: É bastante comum o motociclista iniciante querer passear com um grupo de amigos, porém, nem todos possuem o mesmo nível de experiência. Não tente acompanhar um motociclista mais experiente, vá no seu próprio ritmo.

4 -Prepotência: Existem três principais fatores que levam ao acidente: negligência, imprudência e imperícia. Mas existe ainda um quarto fator que é ligado às nossas características: a prepotência. Prepotência é a sensação de que nada de ruim pode nos acontecer. Portanto, fazer apenas aquilo que é capaz é a melhor escolha para quem quer pilotar bem e por muitos anos.

5 – Calma: Errado quem pensa que moto é um veículo para quem tem pressa. Quem usa moto não precisa correr para ganhar tempo porque normalmente já está bem mais rápido do que o trânsito, pela agilidade e uso dos “corredores” entre os carros.

 

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*Fonte: magnetron


Canudos do Vale

Hoje foi dia de rolê de moto e de descobertas, ao menos para parte do grupo. Nos encontramos no horário e local de costume, eu, Pretto, César (o irmão dele), Rafa e Luiz Carlos. Dia bonito e ainda bem, já nem tão mais quente como era apesar de fazer um certo calor ainda.

Quando nos encontramos hoje ficamos naquela e aí… para onde vamos? Dessa vez não havia um roteiro programado. Daí sempre aparece um espertinho que menciona – Ah, eu sempre sei para onde ir….bláh, bláh, bláh. Ah! Tá bom! PQP.

Cara, o legal é justamente de vez em quando se preparar para um rolê e nem ter um destino específico. É por vezes deixar a vida, o destino ou sei lá o que, nos levar a algum lugar. É jogar a moeda e deixá-la cair e ver no que vai dar. Precisamos deixar de achar que temos tudo sob o nosso controle o tempo todo. Andar de moto é um exercício de liberdade (e sinceramente não sei até quando isso vai durar), então por vezes girar a chave e deixar a moto rodar por aí, já é sensacional.

Passado o breve mimimi das gurias (rsrsrsrsrsrs…), o irmão do Pretto aparece com a sugestão de irmos até Canudos do Vale. Pimba! Gol.
É isso aí. Um lugar que a maioria de nós não conhecia, além dos manos Pretto. Beleza. A moeda caiu e deu cara.
– Cara! Vamos para Canudos do Vale.

Com a turma no trecho, seguimos para a direção de Lajeado (Rs 130). No caminho uma parada fora de ordem. O Pretto sentiu uma vibração diferente na sua moto, demos uma conferida, uma breve reunião de pauta, deliberações, sugestões anotadas, votos computados, um chutinho no pneu para dar sorte e seguimos em frente.

Um pouco mais adiante paramos em um posto de gasolina. Uma calibrada no pneu 9que na real já estava ok), mas pelo jeito a simpatia funcionou e deu tudo certo até o final.

A rapaziada chega até o trevo, depois de Lajeado e já na 386 que indica o trevo para Forqueta e Canudos do Vale na RS 424. Caraca, daí já começou a magia. Que lugar legal prá caralho e aqui pertinho. Muito bonito, asfalto em beira de morros e com o arroio Forquetinha ao largo nos acompanhando. Daí veio uma sucessão de curvas maravilhosas para se andar de moto, só que tem de se ter muito cuidado sempre, além de ser um trajeto com uma bela vista para tudo que é lado, não se esqueça – se trata de asfalto de colônia com muitas moradias na beira da faixa e a qualquer momento uma pessoa, animal ou veículo pode cruzar na sua frente (fica a dica).

Com a gente foi tudo bem. Novamente vou usar um clichê aqui, uma dos melhores passeios de moto com a turma, dos últimos tempos. Lugar incrível e já contando o tempo para voltar. Como de costume levei a minha câmera fotográfica mas já na primeira fotografia descubro de que estava sem bateria. Azar. Claro que fizeram um monte de piadinhas sobre isso. Assim as imgs de hoje nesse post são por conta de algumas fotos de celular do Rafa. Valeu Rafa!

*Acho até que foi bom, se tivesse com a minha máquina fotográfica em dia teria passado o tempo todo clicando e assim foi melhor, só rodar, curtir o momento, a moto e o caminho com a rapaziada. Canudos do Vale é uma cidade pequena, mas bem legal. Gosto de cidades nessa vibe meio provinciana, até pontezinha de madeira havia no caminho.

Uma parada para bebermos uma água gelada em frente a um ginásio, onde rolava uma empolgada partida de “bocha” num canto e uma reunião de clube de mães no salão principal. Depois de uma conversa com habitantes locais, até porque os manos Pretto conheciam a cidade de seu tempo de infância, alguns esclarecimentos, dicas, troca de informações e já estávamos em frente a uma placa de rua, que dá o nome ao avô dos manos Pretto. Se trata da Rua João Pretto, em Canudos do Vale, Rio grande do Sul. Com direito a fotografia e tudo mais. Mazáh!

Em seguida resolvemos retornar e curtir novamente o caminho. volto a dizer – muito bonito! Uma parada no interessante parque com características germânicas da localidade, com várias casinhas de estilo alemão, um labirinto “verde” (sim, tentei chegar no centro, mas tava muito sujo e com galhos travando o caminho – na real precisava de uma boa podada aquilo lá e desisti), uma ponte/pinguela muito bacana e divertida de cruzar, algumas fotos de chalaça e também uma breve caminhada de reconhecimento pelo local. Em seguida retomamos a estrada novamente no caminho de volta. Uma volta tranquila e aqui chegando, um bom chopp com os parceiros e tempo para por algumas conversas em dia.

Keep on rock.
Até a próxima. Valeu!

*Algumas imgs do celular do Rafa, na tarde de hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Marejando – 23

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Moto Game – MR74 Vs Nachette10


Uma boa dica


Rolê até Teutônia no encontro de carros antigos

O dia começou bem, o Vladi e a Fabi estavam vindo de POA para comemorarem o seu aniversário de número “50” e a chuva, que estava prevista não deu as caras, ou seja, seria uma para a galera dar um rolê de moto na tarde junto comigo e o Pretto, que aliás, dessa vez tinha uma missão. Entregar um envelope com documentos na revenda da Scania de Lajeado.

O céu permaneceu limpo até o começo da tarde e ao menos daria tempo para sairmos e chegarmos ainda “secos” em Teutônia, que na real não fica assim tão longe. É que lá tem nesse final de semana (fica a dica), o 4º Encontro Sul Brasileiro de Veículos Militares Antigos e é claro, como de costume nesses encontros de carros antigos, sempre tem muito mais coisa. Tem banda de rock tocando ao vivo, praça de alimentação, feira de artesanato, feira de peças de tudo que é tipo para colecionadores de carros antigos, venda de camisetas, pins, patches, adesivos, posters, livros e o escambau do universo dos carros. Sim e é óbvio, exposição de carros antigos. Muitos carros.

Interessante ter essa oportunidade de ver de bem de perto vários modelos de carros que a gente faz tempo que não encontra mais rodando pelas ruas das cidades e ali no caso, são veículos de colecionadores, portanto, todos bem limpos, ajeitados e muito bem cuidados, inclusive os veículos militares.

Por falar nisso, encontramos a Taciane que é uma amiga em comum da galera, já lá do tempo de nossa adolescência. Agora está casada e ela e o marido são donos de 4 veículos militares da Segunda Guerra, que estavam lá em exposição (um Jeep, uma ambulância, um caminhão e mais um outro que não me recordo agora). Legal poder encontrá-la, muito menos numa situação assim. Fazia um bom tempo que não à viamos.

Ela inclusive nos contou de que são amigos do baterista do Paralamas do Sucesso, o João Barone, que também é um colecionador de veículos militares antigos e inclusive já escreveu um livro (eu tenho!) e dirigiu um documentário sobre o tema da Segunda Guerra e participação do Exército Brasileiro no evento. Seu pai era membro das Forças Expedicionárias Brasileira naquela época. Por isso o seu envolvimento no assunto. Aliás, a “Taci” ainda comentou de que o João Barone fica na casa deles quando a banda eventualmente toca aqui pela nossa região. Legal isso!

Também encontramos passeando por lá a lenda Zacarias Selvagem Kern, narrador de provas de provas automobilísticas, principalmente de “Km de arrancada”. Já o nosso comparsa de aventura de moto, o Jeferson “Professor”, estava lá mas daí o papo era diferente. Estava expondo a sua Honda CG 125 vintage (de “bolinha”). \m/

Em meio a tudo isso teve ainda um encontro com a corte de rainha e princesas, que também estavam por lá dando o seu recado num rolezinho por entre os carros e uma demonstração de força e potência de um “motor ligado”, de um antigo avião da Segunda Guerra.

Outra coisa interessante foi encontrar em exposição uma moto Yamaha RX125cc, vermelha. Igual ao que o meu irmão tinha lá pelos anos 80 e que com meus 13 anos, aprendi a andar e eventualmente dava umas voltas pelas quadras, perto de nossa casa. Foi então “ali” o começo dessa paixão que é tão forte e permanece até os dias de hoje. Sou eternamente grato ao meu irmão por ter me dado essa força. Claro que naquela época os costumes eram outros, então não era nada tão anormal assim uma pessoa de menor idade andar dirigir, desde que não fosse nas vias mais movimentadas da cidade, ainda mais, como neste caso, uma cidade pequena de interior. Gracias!!!

Na volta o tempo ainda não tinha mudado par ao “modo chuva”. Mas isso quando chegamos perto de Lajeado, mudou a configuração. Começou a chover e então o pessoal resolveu dar uma parada e esperar a chuva passar. Eu já não, segui direto em frente para casa. Logo que sai de Lajeado a chuva já passou e até me sequei ao vento andando de moto. Quando chegava em casa começou novamente a chover, mas daí já nem importava mais.

Mais uma boa e bem interessante tarde em duas rodas, junto com os amigos.
Valeu.

 

*Confira algumas imagens do rolê de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Jorge Negretti – Yamaha Lander – Descida das escadas de Santos / SP


Sábado de chuva

Conversando com os amigos sobre o final de semana, já sabia que seria ruim para o lance de andar de moto por causa da previsão de chuva. Hoje pela manhã o céu estava estranho mas não com aquela cara de que choveria logo, então já me agilizei para o caso de ainda dar um role de moto, mesmo que não muito longe. é o vício, sabe como é!

Depois do almoço já comecei a dar um jeito nas coisas, arruma aqui, arruma ali, pega as luvas, capacete e pimba! Olho para fora da janela e pingos de chuva. Putz! Zebrou a empreitada, pensei. Não vou sair de casa de moto “já com chuva”. Desisti. Hoje o Luiz Carolos iria junto, havia me ligado, então avisei ele de que não iria mais. Ele também achou justo. Fica para outra hora.

Desisti, dei um tempo e o chuvisqueiro foi diminuindo aos poucos e parou. Daí passou mais um tempo, tipo uma hora e nada. Nah!!! Foda-se. Vou pegar a estrada. Me ajeitei rapidamente, sabia que a janela de tempo bom seria curta entre essa pausa e a próxima chuva, precisava tomar logo as providências de me equipar e rapidamente já estava abrindo a garagem e saindo com a Bros (ela já estava bem suja, então se chovesse não seria muita mão de obra).

Fui em direção à Lajeado, mas antes mesmo de sair do trevo da cidade a chuva recomeçou e depois então só foi ficando cada vez mais forte. Simifudi. Agora que estou na chuva, azar. Segue o baile.

Fui em frente até Lajeado. Isso tudo seria um role normal, talvez teria feito essa volta e tale nem estaria agora escrevendo, comentando ou postando aqui algum foto se não fosse o que aconteceu. Geralmente em meus roles (toc!…toc!…toc!… 3x na madeira), sozinho ou com os amigos, não acontece nada de mais, nem pneu furado, mas hoje quando estava chegando perto de Lajeado e rolando uma baita chuvarada a moto resolve simplesmente perder rotação do nada. Não desligou o motor mas perdeu força, eu acelerava e ele nada. Encostei, dei uma rápida conferida e não percebi nada de anormal. Beleza, agora eu estava praticamente todo encharcado. A diversão não é completa se a gente não se atola. Então tá.

Não era falta de gasolina, nem bateria, não é uma moto carburada (é injetada), poderia ser a vela – olhei, me pareceu tudo seco e OK. Depois de um tempo liguei novamente e morreu outra vez. E a chuvarada rolando. Mais um tempo e liguei novamente, senti que agora ela estava normal. Bem, aproveitei a oportunidade e segui até o primeiro posto que encontrei. O bem da entrada de Lajeado, o que fica ao lado da rodoviária da cidade.

Parei a moto debaixo da aba do posto, desci, dei uma olhada novamente e nisso já veio o frentista que prontamente resolveu me ajudar. Expliquei o que havia acontecido e ele então me disse que teve uma moto igual a minha Honda Bros e que já imaginava o que tinha acontecido. A explicação é de que a água (no caso pq estava rodando na chuva), desce pelo cabo da vela e penetra na borracha do topo do cachimbo, então ele tirou o cachimbo da vela da moto, passou um ar no compressor da borracharia para secá-lo bem e o recolocamos. Ok! Já estava tudo certo novamente! Thanks man!

Assim a coisa segue em frente na “brothagem” da vida nesse universo de motos, carros e estrada. Quando se está numa situação ruim, sempre tem alguém que pode nos ajudar. Mais uma vez o meu muito obrigado ao auxílio do frentista.

A volta foi tranquila, não falhou mais, passamos uma fita isolante bem apertada nessa área da junção do cachimbo com o cabo da vela e pimba! Agora pode chover canivete que vai rolar…rsrsrsr.  O interessante é que não foi a primeira vez que andei com essa moto na chuva. E digo chuva mesmo. Chuva forte e por muito mais tempo sem parar, nunca apresentou problema algum. Talvez com o passar do tempo a tal borracha fique ressecada e facilite de isso acontecer (passar a água). Enfim. Feitoria. \m/

Mais um sábado de história para a caderneta rasurada da vida. Blz!

 

*Fotos da chalaça:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


AMA 5 year old racing Cobra 50cc Dirtbike


Rolê de Carnaval – II

Em dia de feriado de carnaval para alguns (final e feriadão para outros ou então, dia normal de trabalho para outros tantos), resolvi pôr meu bloco na rua, pegar a estrada para um rolê de moto sozinho mesmo, ainda pela parte da manhã. Os amigos estavam de ressaca, ocupados ou tinham de trabalhar, então resolvi ir sozinho mesmo. Sempre é mais interessante e divertido andar em grupo, especialmente com os brothers, mas se não dá, paciência.

Sai sem um rumo definido, abasteci a moto e apenas peguei a estrada. Estava afinzão de andar de moto, só isso, aproveitar a manhã de um modo diferente, mas já também pensando na muvuca que seria a parte da tarde quando o pessoal estaria de retorno do feriadão de carnaval. Melhor evitar essa função.

Claro que era manhã de carnaval tinha de ver e encontrar coisas estranhas pelo caminho, lá pelas tantas cruzei por um cara andando com uma velha e detonada bicicleta no acostamento, todo vestido de Batman – sério! – dos pés a cabeça. Não deu para fotografar porque já tinha um certo movimento na estrada e eu teria de parar, retornar e então fazer uma foto. Pena. Também encontrei um sofá vermelho em uma esquina de estarada de chão que fazia ligação com o asfalto. Nesse deu para parar e fazer uma foto. E outra coisa estranha era um busão de algum grupo musical, parado no acostamento com várias meninas tipo “sensualizando de shortinho” (deveriam ser da tal banda) arrancando parte do adesivamento do bus. Muito estranho isso, mas ok, é carnaval.

No mais tudo relax, não fez tanto calor assim e foi de boas, um rolê muito bom e pena os amigos não estarem juntos. As coisas ainda meio calmas pelo caminho, mas não se esqueçam – a calmaria que precede o esporro! Quando voltava para casa já estava diferente e mais movimentado o tráfego. Em determinado momento na minha frente havia uma caminhonete com o motor queimando óleo, uma fumaceira danada. A foto que fiz é claro, não faz jus a quantidade de fumaça que expelia….rsrsrsrsrsr.

 

*Algumas imagens do rolê de hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Rolê de Carnaval – I

Em clima de final de semana de carnaval, as coisas começaram meio que devagar hoje em função da ressaca de ontem. Mas não tá morto quem peleia.

Dados os recados, convites foram feitos, horário marcado para zarparmos e assim foi. No começo da tarde, mesmo com o calor e sol forte que tava rolando – foda-se! Lá fomos nós outra vez. Eu, o brother Pretto, o Alexandre e o casal especialmente convidado lá da capital – Vladi e a Fabi.

O roteiro de hoje começou com a gente indo até General Cãmara (RS) depois de uns 90km rodados com o sol na moleira, uma parada para aliviar o calor e bebermos alguma coisa. Um breve pit stop no postinho do trevo da cidade e então fomos até Charqueadas (RS), passando a bela ponte sobre a prainha do Rio Jacuí (não, dessa vez não chegamos na prainha – mas tinha bastante gente pelo que deu parta ver), seguindo até São Jerônimo (RS).

Em São Jerônimo a brincadeira começou a ficar ainda mais interessante, é porque pegamos o caminho até a balsa para então atravessarmos o rio. Muito legal. Bacana, rápido e seguro. Uma boa dica que o irmão do Pretto, nos deu esses dias Valeu!

Já na outra margem do Jacuí, chegamos em Triunfo e aí outra breve parada pagando uma de “turistão”, no centro antigo da cidade. Tudo incluso no pacote completo, com direito a descanso na sobra da bela praça e uma visita a famosa igreja, óbvio, em frente a praça…rsrsrsr

Outra grata surpresa foi o trajeto de mais ou menos uns 30km, de Triunfo até a 386. Cara! Sensacional. Um lugar bonito e uma boa estrada para se andar de moto. Boa de curvas. Minha moto elétrica (sic!…rsrsrs), agradece. Tava muito bom andar ali. Não sei se era por causa do carnaval, mas havia pouco movimento no caminho, o que tornou mais agradável ainda esse nosso rolê de hoje. Eu curti bastante. Aliás, esse foi sem dúvida um dos mais legais dos últimos tempos.

Chegamos na 386, tomamos a direção de casa, mas antes uma chegada na Casa do Mel. A diferença é que agora essa parada foi por puro prazer, nada a ver com sombra, calor, água gelada e o escambau. Ali qualquer coisa que se come é muito bom. Fica a dica aos viajantes.

Para deixar a tarde ainda melhor, resolvemos então alongar o trajeto da volta, fomos para a direção de Lajeado (RS), para depois seguirmos para casa. Esse trajeto da 386 de pista dupla, asfalto novo e com o limite de velocidade de 100km/h, é show! Se é que me entendem.

Uma vez em casa, era hora então de finalmente tomarmos aquela cerveja bem gelada, para fechar com chave de ouro a empreitada. Óbvio que foi mais uma dia daqueles de moto por aí.

Abraços e um bom carnaval. Se divirtam! e cuidem-se.

“SE BEBER NÃO DIRIJA”.

*algumas imagens do rolê de hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


5 Coisas que eu gosto quase tanto como andar com a minha moto

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GoPro das corridas da sexta etapa do AMA Supercross 2017


I CRASHED MY MOTORBIKE (Vietnam Moto Trip Ep. 3/8)


Até “ele” sabe das coisas

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Honda CRF 450 RX 2017 – Teste

*Fonte: enduropro


Dicas – capacete de moto


Não espere nada de ninguém

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Ontem x hoje

E você aí se achando “o cara” da pilotagem na motocicleta, quando há bastante tempo existe (existiu), gente muito mais phoda do que você,vivendo uma grande ou arriscada aventura, inclusive com um perigo muito maior que o seu. Não se esqueça disso antes de estufar o peito e dizer besteira…

 

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KTM Factory Dakar Bike 2017 – Test


Road trip V.Aires – Mostardas 2016 *(parte 1 – A Ida)

Já que o final de ano está aí e período de férias chegou, estava na hora de uma boa road trip. Não demoramos muito para decidir para onde ir e quem iria junto. No final das contas e em função de horários, agenda, trabalho e compromissos pessoais, a nossa trip de moto até Mostardas (RS), rolou somente comigo e o Vladimir. Até porque tínhamos a ideia de rodarmos um bom trajeto por estrada de chão e inclusive na beira da praia.

O Vladi já fez esse roteiro anteriormente, aliás, é uma trip que há dois anos já que me proponho a fazer no final de ano e não rola em função das condições climáticas (leia-se aqui “chuvas”). Ano passado a previsão marcava chuva e o céu um dia antes de partirmos estava muito escuro e com o aspecto de chuva, assim cancelamos na última hora a empreitada. E como já era no final das minhas férias, resolvemos deixar para uma outra oportunidade. Mas o irônico disso, foi que acabou não chovendo nos dias seguintes, ou seja, confiamos demais na previsão do tempo…rsrsrsr.

Esse ano eu prometi para mim mesmo de que iria de qualquer jeito, com o sem chuva. Não deu outra, chegou o dia marcado e lá estava a previsão do tempo indicando muita chuva. Inicialmente iríamos sair na segunda-feira (26/dezembro), mas adiamos, parecia que iria chover muito mas choveu bem pouco. Aiaiaiai…. Então nessa terça de madrugada, às 5 horas da manhã me acordo, dou uma rápida olhada pela janela e mesmo sabendo de que as chuvas iriam acontecer durante o dia, resolvemos partir. Saímos do postinho, conforme já havíamos combinado, por volta das 6 horas da manhã. Ainda um pouco escuro e tudo tranquilo e sem sinal de chuva.

Seguimos pela RS-287 em direção à Porto Alegre (RS), fizemos uma breve parada para colocar óculos escuros por causa do sol nascente, que ficava em nossa frente. Um pouquinho antes de tomarmos a Rodovia do Parque (BR -448), chegamos em um posto de gasolina para um café. Coisa rápida. seguimos até Porto Alegre (RS), atravessamos a cidade até a Av. Ipiranga, depois tomamos a direção de Viamão (RS). Então uma parada para abastecermos as motos e colocarmos as capas de chuva (que tanto odeio!), porque repentinamente o tempo fechou e começou a chover forte. Até então tudo estava de boa e nem um pingo d’água.

Sem perder tempo era a hora de seguirmos em frente mesmo com aquela chuvarada toda. Quem está na chuva é prá se molhar, não é assim!? Me recusei a colocar aquelas ridículas polainas de chuva e bingo! Não deu outra, em pouco tempo meus pés já estavam ensopados e pior, gelados. Shit! Andamos vários quilômetros nessa condição de chuva forte, depois que a chuva parou então estávamos naquele estágio onde a combinação vento + andar de moto promove um “secamento rápido” e providencial das roupas. Mas as minhas botas relutavam bravamente em secar…

Daí em diante começou uma constante de chove e para, foi assim até chegarmos em Mostardas. O trajeto todo nesse perrengue. Um determinado momento na RS-101 estacionei  ao lado de uma dessas casinhas de parada de ônibus, para espichar as pernas e também tirar as meias e as botas (que estavam cada vez mais encharcadas). Deveria ter usado aquelas polainas ridículas, que deixam a gente com pés de palhaço. Nah!

Já bem melhor depois de ter tirado a água das meias e dos meus calçados, continuamos em frente. Ainda faltava uma boa parte do trajeto. Depois de vários quilômetros rodados chegamos na entrada para a estrada do Farol da Solidão. Aliás, mal sinalizada. Tinha sim uma placa mas com a flecha que indicava a direção para o lado contrário…rsrsrsrs. Mas tranquilo, pedimos informação numa casa ali perto e tudo resolvido.

Então era a hora de encarar uma estrada de chão com uma mistura de barro e a areia molhada. Achei que era um trajeto curto até a praia do farol, mas nada disso! Isso tudo ainda antes de chegarmos em Mostardas e pior, com a fome batendo. E que fome! Bem, mas isso fica para o próximo capítulo da road trip.

*Abaixo algumas fotos da empreitada, na primeira parte da viagem:

 

A saída - 6h

A saída – 6h

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

RS-287

RS-287

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Parada para por óculos de sol

Alguns ajustes

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Sol a nossa frente

O Sol a nossa frente

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Um café

Café

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Rodovia do Parque

Rodovia do Parque

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Já depois de Viamão, quando a chuva veio.

Depois de Viamão, quando a chuva veio.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Chuvarada

Chuvarada

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Entre uma chuva e outra

Entre uma chuva e outra

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O que ainda viria pela frente

O que ainda viria pela frente

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Já bem depois de Palmares do Sul, parada para tirar a água das botas.

Depois de Palmares do Sul, parada para tirar a água das botas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Quase em Mostardas (RS) - BR 101

Quase em Mostardas (RS) – BR 101

 


Se estiver escutando Papai Noel, poderia trazer um presentinho prá mim, né!?

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Terrifying and Hilarious Dirtbike Crashes


Como planejar uma viagem de moto em 5 passos

Todo mundo sabe que um viagem de moto exige bastante planejamento e preparação para que tudo dê certo, não é mesmo? De ônibus, avião ou carro, os cuidados devem levar em conta vários fatores, mas especialmente os motociclistas devem estar atentos aos detalhes.

E se você decidir radicalizar e colocar a sua moto para rodar na estrada? Você sabe exatamente como se preparar e planejar uma viagem de moto? Tomar as rodovias com sua fiel escudeira requer cuidados especiais para nenhum dos dois passar perrengues.

Para te ajudar nessa aventura, fizemos uma lista com 5 passos indispensáveis para quem sonha em viajar sobre duas rodas. Confira e prepare os motores!

 

Passo 1: escolha a melhor rota

Após definir o destino, será necessário traçar a rota que você e sua moto irão percorrer para chegarem até lá. A escolha deve levar em consideração vários fatores, como: tempo de viagem, condições das estradas, se há paradas para abastecer a moto, se existem locais para se alimentar, descansar ou até mesmo dormir.

Além disso, é recomendável também fazer um caminho alternativo, assim você consegue descobrir qual a rota mais vantajosa para chegar à parada final. Por último, não confie apenas no GPS. Leve um ou mais mapas com você e pesquise pontos de referência para garantir que está seguindo a estrada correta.

 

Passo 2: prepare todos os documentos necessários

Tão importante quanto colocar as rodas para acelerar no caminho certo, é levar e estar em dia com todos os documentos (seus e da moto) no dia da viagem. Não se esqueça da carteira de identidade, habilitação, cartão de crédito e até carteirinha de saúde para o caso de imprevistos.

Por falar em contratempos, também é válido anotar o seu endereço, o contato de alguém e guardar no bolso. Se prevenir nunca é demais, principalmente quando a viagem vai ter emoção e adrenalina desde a partida.

 

Passo 3: certifique-se de que a sua moto está em perfeito estado

Com certeza uma viagem de moto será uma experiência incrível e que fará você ter muitas histórias para contar aos amigos. Então, não vacile e leve-a para uma revisão completa, sempre considerando o relevo do seu destino (montanha, planalto, terra, asfalto, etc.).

Tenha certeza de que os pneus, assentos, transmissão, freios e sistema elétrico estejam funcionando perfeitamente antes de dar a partida. Além disso, durante o trajeto e quando chegar ao destino avalie com frequência o estado e as condições da moto. Caso seja necessário, faça os devidos reparos. Afinal, ela precisa estar inteira para te levar de volta pra casa.

Passo 4: faça uma bagagem compacta para viajar de moto

Um dos grandes problemas para quem utiliza moto é o transporte de malas e bagagens, devido ao pouco espaço disponível. Mas isso não significa que a viagem deve ser cancelada. É só saber dosar o que levar, levando em conta a quantidade de dias que ficará fora, o clima da cidade de destino e o que realmente será útil para você.

Uma dica é colocar as roupas mais pesadas dentro do baú da moto. Além disso, você pode pesquisar e comprar mochilas adequadas, além de utilizar redes e ganchos para que fique tudo bem preso e seguro. Bom senso e planejamento serão essenciais para ter uma bagagem compacta e fácil de transportar.

 

Passo 5: escolha trajes adequados no dia da viagem

Finalmente chegou o grande dia e você já está mais do que pronto para subir na moto e ganhar o mundo, exato? Errado! Ainda falta o último passo para que a sua viagem seja um verdadeiro sucesso: a roupa que irá usar no dia.

Quem anda de moto sabe que é necessário se proteger do vento forte, do frio e de eventuais chuvas. Por isso, use botas, luvas e não dispense a clássica jaqueta de couro. Para não errar, confira as condições climáticas do dia. E claro, não deixe de usar o capacete.

Com essas dicas, planejar uma viagem de moto ficou até mais simples que pilotar, não acha? Então, aproveite e conte pra gente nos comentários abaixo para onde você gostaria de viajar com a sua moto. Com certeza você tem um destino incrível em mente para compartilhar!

……………………………….
*Fonte: acelera2mt

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Época de torrar de calor na estrada

Uma conferida ontem de noite sobre o clima e o tempo para esse sábado e lá estava marcando nublado. Ok!
Só que não foi bem isso que aconteceu. Hoje fez um dia muito bonito, ensolarado, aliás bastante ensolarado e assim, convidativo para andar de moto. Só que não tem esse mimimimi de muito calor e tal. O negócio é seguir em frente. Sempre!

Como de costume, combinamos um local e horário para sairmos. Dessa vez marcamos um pouco mais tarde do que o habitual porque a intenção era apenas dar um pequeno rolê. E novamente também não foi o que aconteceu. Mudamos de plano e acabamos indo até General Câmara (RS), com o time formado por mim, o Pretto e o Alexandre.

Essa foi a primeira vez em uma das motos apresentou problema na empreitada, isso quando já tínhamos rodado algo por volta de uns 50km. De uma hora prá outra a moto do Alexandre deu algumas falhadas na aceleração e ele ficou preocupado com isso. Paramos, fizemos uma breve reunião de pauta, estabelecemos novas metas, prazos e diretrizes e assim sendo, ele próprio deliberou no sentido de entender ser melhor retornar casa e pediu para continuarmos seguindo em frente em nosso roteiro, não vendo necessidade alguma de o acompanharmos em sua volta.

Deu tudo certo. Depois ele nos mandou um recado pelo celular, de que  já estava em casa e seu retorno tinha sido tranquilo. Foi mais por uma questão de prevenção do que uma pane ou problema sério com sua moto. E segue o baile.

Com calor que estava fazendo hoje também foi dia de abandonar as jaquetas de couro. Liberdade! Nada como andar assim num dia quente, de boa e com menos equipamentos, sentindo o vento e curtindo a bela paisagem da região.

Em General Câmara uma parada num postinho para repor um pouco o organismo com uma água gelada. Que maravilha. Nada de café hoje, apenas uma boa conversa, onde deliberamos e resolvemos algumas centenas de problemas do mundo com nossas ideias.

Depois já era hora de pegar a estrada novamente no sentido de volta. Bem pouca gente no caminho hoje, mas por outro lado, contei uns seis lagartos mortos atropelados sobre o asfalto, ao longo do nosso trajeto. Uma pena. Esses bichos gostam e precisam de lugares quentes para digerirem sua comida dentro de seu estômago e nada melhor do que o asfalto quente para dar essa mãozinha, só que daí o perigo de serem atropelados é bem grande.

Tivemos um retorno tranquilo, só eu meio que desligado, contemplando a vista da paisagem (muito bonita) e um determinado momento, numa parte de pouco movimento quase passo direto, em alta velocidade, por um desse redutores de velocidade eletrônico. Me escapei por pouco, consegui diminuir na “champinha”. Ufa! Senão seria uma multa muito boba.

Outro dia incrível e bem aproveitado com os amigos. Tudo certo com a gente e também com o Alexandre, que teve de retornar mais cedo

Abaixo algumas imagens de hoje.

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O tempo é curto

E não é que já é outra vez final de semana, mais um sábado bonito de sol e o dia oficial de se pegar a estrada. Dessa vez apenas entre dois, eu e o Pretto. O Alexandre resolveu ir no encontro de Encantado, enquanto que o Rafael e o Luiz Carlos foram com uma outra galera até o Rio do Rastro.

De qualquer forma foi uma tarde muito boa, clima ameno e nada daquele calor intenso das últimas vezes, que na real torna muito ruim andar de moto por causa da jaqueta e alguns outros apetrechos de proteção, isso que a gente nem usa tanta coisa assim.

Nos encontramos no ponto de partida como o combinado, foi só abastecer as magrelas e rodar. Saímos na direção de Lajeado, depois uma passada numa revenda de motos para conferir de perto algumas motos em sua exposição, trocar uma ideia e então daí, seguir rumo à Teutônia. Em seguida mudar o curso até Tabaí, direto para a Casa do Mel. Sim, o lugar pode a primeira vista não parecer muito bacana, mas uma vez lá dentro…bãisch! Cada coisa boa. Já se tornou também um de nossos pontos tradicionais durante nossas empreitadas motociclísticas pela região.

Depois de um pit stop para um café, um relax sem pressa alguma na sombra das árvores e já era hora de tomar a direção de casa novamente. Planejamos seguir pela RS 386, o mesmo caminho, só que desta vez indo direto até Lajeado, sendo que o lance era dar uma passada para um confere no Marreta. Depois o óbvio, vir para casa. E uma vez aqui, daí sim abrir de verdade os trabalhos com um bom chopp.

A frase final e que na real é uma das mais importantes toda vez que descrevo brevemente o que rolou nesses nossos rolês de moto (se é que isso interessa a alguém???), é a seguinte:
– “Foi tudo bem, tudo tranquilo, uma boa curtição em mais um sábado daqueles! Ponto.

E enfim, é isso o que importa >>> ir e voltar, bem e inteiro!

 

*Nota: Semana passada faleceu um conhecido nosso, em um acidente de moto durante uma viagem com os amigos. Fato triste e lamentável.

Mas a vida é assim mesmo, corremos riscos SEMPRE, o dia todo e não somente quando se está andando de moto. O ato de viver, por si só já é bem perigoso, não importa o que você faça!

 

Abaixo algumas imagens deste sábado.

 

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Dica – Como empinar de moto em pé? Aprenda!


Calor pouco é bobagem

Uma coisa que há um bom tempo não acontecia foi a de nos desencontramos para um rolê. Hoje teve isso. Não combinamos direito previamente um ponto de partida, horário e nem nada e deu no que deu. Desencontramos total, cada um acabou indo para um lado diferente. Mas enfim, o que importa mesmo é a galera se divertir, e curtir bastante o rolê de moto, seja lá para onde for.

Dia de sol forte e calor, então era hora de se preparar com protetor solar e uma roupa não tão pesada como de costume. Ah esse verão… Eu prefiro andar de moto em dias amenos e até mesmo de vento ou frio, mas no calor a coisa fica bem complicada. Um passeio na cidade tudo bem, mas encarar uma rolê mais forte no asfalto já muda bastante de figura. A velocidade, o ritmo da andada, o tempo de exposição ao sol, o calor do motor e da moto em si, tudo muda, até a reação do corpo. Tudo bem, faz parte e já que é a vez de calor e do verão chegar, que assim seja.

Sai sozinho (depois de tentar encontrar a rapaziada e não achar ninguém), segui para o lado de Lajeado. No caminho encontrei um carro esportivo que me pareceu ser um Shelby Cobra, mas não sei dizer se era um original mesmo ou apenas uma cópia desse carro. Tenho uma miniatura desse em casa. De qualquer forma é um belo carro esportivo conversível.

Seguindo em frente resolvi de última hora mudar o trajeto e entrar em Cruzeiro do Sul, fazia tempo que não ia até lá. Uma breve passada pela cidade e voltei novamente ao caminho em direção à Lajeado, onde passei apenas por fora e dessa vez, não entrando na cidade. Segui depois então até Estrela, onde fui até o porto. Sol à pino, calorão danado, dei apenas uma parada, uma curtida no lugar e de volta ao caminho.

Fui para em direção à Bom Retiro do Sul, onde aproveitei e entrei até a cidade. E aqui cabe dizer uma coisa importante – que belo trajeto de entrada de cidade! Muitas árvores dos dois lados da via. Muito bom, muito bacana e quem não gosta de um trajeto com sombra, hein!? Mas também foi só uma volta, uma entrada na cidade apenas de passagem, nem parei.

Então segui o plano original que eu havia traçado em minha mente, que era ir até Teutônia, atravessando todas aquelas três localidades e sair no trevo do Posto da Polícia Rodoviária, na Rota do Sol, para então tomar a direção de volta, ou seja, Lajeado / V.Aires. E assim foi mais uma boa tarde de moto.

Um rolê diferente porque estava sozinho, mas de qualquer forma foi bom e deu para curtir bem o rolê, apesar de “ainda” não estar acostumado com o forte calor. Abaixo algumas fotos dessa empreitada de hoje.

 

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Dia de tiro curto com a moto

Como acontece todo ano hoje, foi dia de Oktober Moto em Santa Cruz do Sul. E sempre me parece uma coisa engraçada, rodar tão pouco para logo estar num encontro de motociclistas, aqui do lado, no quintal do vizinho.  Mas tudo bem, sempre é um encontro bom e divertido.

Só que este ano eu não achei graça nenhuma, aliás há um bom tempo eu não curto mais esse tipo de encontro, encontro algum de motociclistas. Tem muito lobo alfa envolvido, muito machão (posudo), muita chinfra, muita “ode” e referência ao S.O.A. (que saco isso!!!!) e bandas que tocam sempre, eu disse SEMPRE a mesma coisa (Creedence, ZZ Top, AC/DC e o hino “Born to be Wild”) – porra meu” PQP. Eu gosto dessas bandas, mas não há necessidade de ser repetitivo assim. Putz! Isso é coisa de anos e anos, em tudo que lugar. Nah! Não é prá mim.

Não estou de modo algum malhando o encontro, que afinal é bem organizado sempre e hoje fez um belo dia de sol (sol de rachar), portanto, tinha bastante gente que aproveitou o tempo para o seu rolê tomar essa direção. Bacana. Encontramos vários amigos e conhecidos, lado bom desse tipo de evento e estavam se divertindo, enfim, é isso o que importa.

Sobre o nosso rolê, fomos eu, Pretto, Rafa, Luis Carlos, Vladi e a Fabi, a turma de que anda junto na maioria das vezes. Na ida demos uma esticada no trajeto, até para não ser um passeio curto demais de só 60Km (ida e volta). Assim aumentamos essa quilometragem simplesmente passando bem por fora de Santa Cruz do Sul, dando a volta pelos fundos do autódromo local para depois então tomarmos a direção da cidade. Isso por si só já dá uma boa empreitada de uns trinta Km a mais e o rolê já fica mais interessante. Uma volta bacanuda.

Tudo tranquilo, os caras ficaram por lá mais tempo mas eu, como já disse, não tenho mais paciência para esse tipo de empreitada.
A vida segue. Keep on rock, baby!

Ainda estou com minha máquina fotográfica estragada desde a semana passada, não sei o que houve com ela, apelei então para a GoPro novamente. então agora é tudo no automático, mas até rolam algumas boas fotos.

 

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ôpa! Deu ruim….


ISDE Espanha 2016 – Dia 2 e 3 Highlights

*Fonte: enduro21


Com ou sem chuva

Mesmo com o site do clima alertando para período de chuvas na parta de tarde, a manhã e e boa parte da tarde apenas apresentavam uma textura de cinza no céu, sim, iria chover mas talvez, eu disse talvez, desse para dar um rolê de moto ainda antes da água cair. Claro que não foi assim.

Nos reunimos no point habitual e dessa vez tinha mais gente na troupe: eu, Pretto, Alexandre, Rafa e o Luiz Carlos, que está com uma moto nova. Conseguimos sair ainda com um clima ameno, apesar do calor e sem um sol algum na cabeça mas já esperando tomar uma chuvarada no caminho. Melhor assim, ir em frente já sabendo o que esperar. Deu para seguirmos até o nosso ponto de objetivo, que era o posto em Herveiras, a chuva veio sim mas foi mesmo fraca e isso já quando faltavam apenas alguns km para chegarmos lá.

Sem muito nos molharmos, fizemos o tradicional pit stop, um café (nada de álcool), bate-papo, o dog amigo local já veio parar junto da rapaziada, a chuva aumenta e 3esperamos um pouco mais. No que os pingos diminuem, era hora de montar nas motos e voltar prá casa. Dessa vez sem mais nenhuma parada ou desvio, direto prá casa.

Então no final o tal chopp amigo, encontrar algumas conhecidos, papo de buteco, risadas, trocar uma ideia e pimba! Ir prá casa para um banho e trocar de roupa, que a essa altura do championship já estava bem molhada e depois se preparar paras o churrasco de logo mais.

Algumas imagens deste rolê de dia de chuva. Nada de tão especial, mas foi bom e bem divertido sim, apesar dos cuidados redobrados de toda a galera.

 

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