Feriado, inverno com dia de sol e uma boa tarde para repor as energias

Hoje 25 de julho, dia do colono e motorista e também data de feriado municipal em Venâncio Aires /RS – se bem que a data oficial do município é o 11 de maio, mas mudam até isso hoje em dia, vá entender uma coisa dessas… De qualquer forma, foi dia de folga e portanto dia de pegar a estrada de moto. Dessa vez sozinho mesmo, um rolê tranquilo e não muito longe, até Herveiras (já comentei várias vezes – lugar du caramba para andar de moto), mas já de bom tamanho para curtir e repor as energias junto de belas paisagens e lugares.

Quando ando sozinho aproveito para fazer mais paradas. E aliás, nem sempre fotografo essa função. Na real esse tipo de momento bacana tem de ser é aproveitado e curtido, registrá-los já é outra coisa. Aqui entra aquele tipo de ideia de que nem sempre necessário, por mais belo ou intenso que seja, de se fotografar, filmar ou o escambau. Registra na memória, guarde as sensações.

Se nessa voltas de moto vejo um lugar que de alguma forma me chama a atenção e eu venha a curtir, eu paro. Foda-se! Até porque de moto é mais fácil mesmo do que quando se está viajando de carro. Encosta de canto aqui ou ali e deu. Claro, com cuidado e atenção, onde não prejudique o trânsito e tal. Dai desço e boto o pé no trecho. Assim nessa função, hoje acabei subindo em dois morros de pedra e ainda também caminhei por um mato que havia na beira da estrada, só porque percebi que daria para uma bela vista de um vale mais adiante, logo abaixo.

Foi uma tarde interessante e sempre é bom um pouco de aventura. Saí cedo, no começo da tarde justamente para ter mais tempo para aproveitar esse rolê. Nenhum problema no caminho, tanto na ida como na volta. E com as várias paradas que fiz e a empolgação toda, nem tive tempo para lembrar de ter fome ou querer parar em algum lugar para ao menos um café. Mas valeu. E como….

*Algumas imagens da função de hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sábado de sol em plena semana de uma grande friaca

Depois de uma semana de muito frio aqui no sul, o sábado foi um mais generoso apesar de começar o dia com uma neblina que somente sumiu por voltas das 10h da manhã. Semana passada não teve rolê de moto com a rapaziada apesar do dia incrivelmente bacanudo. teve sim, mas foi coisa pequena. Então a moto ficou meio que de canto a semana toda no meio dessa friaca e hoje pela manhã, quando fui ligá-la… pffffffff. Ninguém em casa. Por causa do frio a bateria não deu conta do recado e isso quando estava começando a dar uma ajeitada nas coisas e um confere na moto para o rolê de logo mais. Mas ainda havia tempo de resolver essa parada. Tudo de boa.

Liguei para o Pretto que veio em seguida, demos mais umas “tentiadas” e nada. Então resolvemos chamar o nosso mecânico de confiança, que veio e fez uma direta com uma outra bateria e tudo ok. Depois levei a moto até a sua oficina e a deixei lá “tomando uma generosa carga” até a hora de sairmos, que seria depois do meio-dia.

Mas ainda havia um problema, a minha moto negou fogo por causa da friaca e resolvemos, mas e a do Pretto? Claro que também fomos dar um confere e tudo ok. No horário combinado nos encontramos no local de costume para abastecermos e sairmos, ainda apareceu o “Professor” Jeferson e partimos em formação de power trio rumo à São Sebastião do Caí.

Já mencionei que o dia estava muito bom, com um sol bacanudo e o frio meio que de cantinho, sem incomodar muito. Assim saímos em direção de Montenegro, só que quando estávamos quase lá, mas ainda na 287, a moto do Professor repentinamente mudou o seu ronco. Percebemos isso e paramos para conferir o que havia acontecido. Logo descobrimos o motivo do ronco forte, era o abafador de uma das duas ponteiras dos canos da motos dele que havia simplesmente “caído”no caminho. Claro que em função da trepidação e tal. Resolvemos seguir em frente até um posto de gasolina, para darmos uma melhor olhada na situação.

Em Montenegro paramos num posto de gasolina e demos então uma boa olhada na moto. Conseguimos algumas ferramentas emprestadas e a situação era então a de sacar fora o outro abafador também, para assim moto não ficar “descompensada”. Mas o cano estava muito quente, o miolo dilatado nessa função de calor e assim ficou difícil de conseguir sacá-lo fora em pouco tempo e naquela situação. A solução foi deixar por isso mesmo e seguirmos em frente assim mesmo.

O rolê prosseguiu tranquilo e nada mais de anormal aconteceu. A moto do Professor reagiu bem e assim foi. Chegamos em São Sebastião do Caí, passamos ainda por umas 3 pontes antigas que permitem a passagem de carros em somente um sentido por vez (não cabem dois carros lado a lado) e demos uma volta pela cidade. Depois seguimos em frente em busca de uma famosa lancheria temática de visual rockabilly 50’s, que fica em um posto de gasolina às margens da RS 122 (que estrada boa de andar).

Fizemos um pit-stop para um lanche, tivemos tempo de curtir o lugar, uma boa conversa, boas risadas, aquelas coisas de sempre. Com isso a tarde passou rapidamente (quando a coisa é boa, o tempo voa) e já era hora de começarmos o trajeto de volta para casa. A ideia era chegarmos antes de escurecer, mas não rolou. Chegamos quando já estava escuro e o frio deu as caras novamente. Então dessa vez nada do tradicional chopp no final de rolê.

Cara, na boa, outro sabadão incrível em duas rodas e com os amigos. Só tenho a agradecer por esses momentos mágicos. Muita coisa não tem como descrever aqui e nem tampouco as imagens fazem jus ao que acontece ou as coisa que vemos pelo caminho. Aliás, cada vez mais acredito naquela coisa de que a viagem e tudo que acontece em sua função, é mais importante do que o destino em si.

Thanks!

*Algumas imagens do rolê de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Transforme-se em um mestre da pilotagem noturna com estas 10 dicas

Não são muitos os motociclistas que curtem dar seus rolês pela noite, mas apesar de muito divertido, o passeio noturno é algo que deve ser feito com certa frequência para colocar em dia nossas habilidades, caso sejamos pegos desprevenidos numa viagem que vai além do pôr do sol.

Um dos prazeres de andar de moto é a possibilidade de isolar-se do mundo numa bolha meditativa. Nela permeiam sentimentos de proteção e isolamento que são ainda mais intensos no escuro, onde a sua visão é restrita a uma estreita faixa de estrada iluminada pelo farol.

No entanto, existem perigos afora, ocultos no escuro e você precisa armar-se com habilidades especiais para superá-los minimizando o perigo.

Aqui estão algumas dicas para aproveitar e conservar-se como um bom piloto noturno:

1 Visão

Obviamente, a sua visão é restrita durante a noite. Então certifique-se de limpar sua viseira e/ou pára-brisa com muito cuidado. O que pode parecer limpo na luz do dia poderia ser ofuscante e cegante quando iluminados pelos faróis de um carro, então sempre que possível, remova todas as manchas destas superfícies.

2 Óculos amarelos

Algumas pessoas são verdadeiros fãs destes óculos de lentes amarelas; dizem que eles restauram as três dimensões – achatadas pela iluminação dos faróis, reduzem drasticamente o brilho, melhoram o contraste e lhe dão uma melhor percepção de profundidade. No entanto, tenha muito cuidado com a adição de qualquer tonalidade para uma situação e ambiente já escuros! Se você usa óculos prescritos por um médico, você pode pedir um revestimento anti-reflexo amarelo em suas lentes.

3 Iluminação

Faróis devem auxiliar de forma decente a pilotagem noturna. Muitas motos possuem configuração de iluminação apenas visando o passeio urbano, portanto informe-se sobre as lâmpadas de seus faróis e pesquise por opções com maior cobertura de luz se você precisa pegar a estrada durante a noite. Existe uma infinidade de faróis (halógenos, de xenon ou LED) fabricados por diversas empresas que conseguem melhorar significantemente a experiência noturna com a moto, mas cuidado para não infringir nenhuma lei e lembre-se de sempre verificar a regulagem de seus faróis para não irritar os motoristas que estão à sua frente. Outra dica importante é: use seus faróis de neblina somente quando houver neblina.

4 Curvas

Os faróis da sua moto estão sempre focados para frente, o que quer dizer que quando você faz uma curva, você ilumina o lado de fora da curva, e não o ponto para o qual você está indo. Algumas motocicletas, como a BMW K1600, têm faróis que viram enquanto a motocicleta faz a curva, iluminando a parte de dentro da pista; e outras, como em alguns modelos da KTM, possuem luzes LED que iluminam o interior da pista quando você faz a curva. Como dito no ponto anterior, há sempre a opção de se repor o farol original da moto por um modelo mais novo que também possui este tipo de tecnologia. Porém se nenhum destes últimos é o seu caso esteja ciente de que todas as curvas à noite estão cheias de pontos cegos. Portanto, preste muita atenção à…

5 Superfície da estrada

…Pedras, buracos, óleo, água, combustível, desníveis, tampas de esgoto, quebra-molas, etc. Tudo isto pode ser visto e desviado facilmente durante o dia, porém à noite não são raros os casos em que quando você não os vê, já é tarde demais. Então quando for rodar à noite, pilote sempre como se houvessem obstáculos à frente.

6 Ajuste a sua velocidade

Consequentemente, você deve reduzir para uma velocidade onde você consiga parar sua moto dentro do limite de alcance de seus faróis. Você andaria com os olhos fechados mesmo que por alguns breves segundos? Bom, se você andar rápido demais, ao ponto de não conseguir parar dentro do alcance de seu farol, então é exatamente isso o que você está fazendo!

7 Seja visto

Você e sua moto são menos visíveis durante a noite, especialmente se você estiver usando roupas de couro preto e sua moto for de cores escuras. Não estamos aconselhando você a vestir roupas hi-vis, que muitas vezes podem acabar ofuscando e atrapalhando a atenção dos motoristas. No entanto, um pouco de fita adesiva 3M reflexiva na moto e alguns itens refletivos em seu equipamento irão chamar um pouco de atenção extra. Certifique-se de que os refletores traseiros e das bengalas estão limpos e que as luzes também estão limpas e funcionando corretamente. Jamais conduza em um ponto cego de outro motorista, especialmente à noite.

8 Estilo de pilotagem

Como você não sabe exatamente o que vem à sua frente, pilote como se a pista toda estivesse molhada: seja suave com os freios, acelerador e na direção. Esta dica simples pode ajudar muito, principalmente se você estiver sozinho.

9 Ajustes de garupa

Se você vai levar alguém na garupa, é bem possível que o peso extra na traseira afete a regulagem de seus faróis, ocasionando ofuscamento da visão dos outros motoristas. Não ignore este tipo de regulagem antes de sair na estrada, a reação natural de quem se vê incomodado com farol alto é revidar com luz alta imediatamente, o que é muito pior em uma moto durante a noite. Caso isso aconteça, mantenha seu olhar fixo na estrada, não foque sua atenção no ponto de luz adiante (você pode tentar ajudar sua visão colocando sua mão à frente da luz).

10 Animais na pista, insetos, ciclistas e pedestres

Pessoas e animais errantes são sempre um perigo à beira da pista. Muitas vezes focados em seus smartphones e/ou usando roupas escuras, alguns desavisados podem tentar cruzar a rodovia – ou a rua, se estiver na cidade. Animais serão um pouco mais fácil de visualizar pois geralmente estes, instintivamente, olharão diretamente para o ponto focal de luz e você poderá ver suas retinas refletindo, portando preste sempre atenção à pequenos reflexos em seu caminho. Com o grande crescimento do interesse pelo ciclismo, muitas pessoas de bicicleta andam devidamente esquipados e iluminados, porém sempre rola aquele tiozão que tá voltando do trabalho sem nenhum tipo de proteção ou acessório refletivo, cuidado. Insetos são um perigo eminente e irritante para o viajante noturno, eles irão cobrir seu farol, viseira e pára-brisas. Sempre que puder, lave tudo antes que fique com péssima visibilidade e, se possível, leve lenços umedecidos para a viseira.

Estas dicas são de vital importância para quem precisa, gosta ou quer pilotar à noite, reduzir as chances de se dar mal é o que se deve ter em vista quando se pega a estrada. Prudência e bom senso sempre fazem parte de qualquer lista de um bom piloto.

 

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*Fonte: usebandana

Rolê dos bons

Uma coisa temos de combinar, essa semana foi muito maluca em termos de clima aqui no sul. Tivemos um começo com dias de bastante frio e terminamos com dias bem amenos, quase como se fosse primavera. Bem, não dá para reclamar, o tal sábado sagrado do rolê de moto com os amigos foi mais uma vez fantástico.

Nos encontramos no local de costume no começo da tarde, o Pretto não foi junto mas estava lá na resenha da “largada”, junto com o Prof. Jeferson, eu e o Luís Carlos. Com o time reunidos partimos para um rolê com um roteiro que curtimos bastante – Herveiras. Feito. Let’s go! Como vamos seguido naquela direção nem tem muito mais o que descrever. O negócio foi curtir o dia e a a vigem e não tem como descrever isso aqui. Sorry baby.

Dessa vez nem paramos na famosa ponte, passamos direto e deixamos a parada para um outro local no caminho. Mais tarde chegamos no tradicional postinho onde tomamos um café, conversamos um bocado e então voltamos. Fizemos nesse retorno o caminho “alongado” que passa por Vera Cruz e depopis por trás do autódromo de Santa Cruz do Sul. Um trajeto muito bom e de pouco movimento nos finais de semana. ainda entramos no autódromo, demos uma olhada no que acontecia por lá. Estava rolando um “Track Day” de motos esportivas mas quando chegamos a coisa já estava no seu final. Vimos apenas umas poucos motos “dando pau” na pista, mas nada deslumbrante. Como já era final de tarde e a gora escurece mais cedo, a galera estava mesmo era arrumando as suas motos e equipamentos nos boxes para irem embora. O sol já dava seus últimos sinais e também tínhamos de seguir o nosso caminho prá casa.

Um dia bonito e de clima super agradável para essa época do ano e mais uma vez muito bem aproveitado em companhia com os amigos de moto.
Só valeu!

*Algumas img do rolê

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

POA (saindo na madruga e voltando na noite)

Já há dois finais de semana o tempo não ajuda em nada no quesito rolê de moto. Até então era sempre chuva e mais chuva. Mas esse sábado a meteorologia acertou, fez sol e foi bonito. O Pretto tinha agendado uma revisão geral de sua moto em POA e me convidou para ir junto, só que tinha um perrengue, teríamos de sair cedo, de madrugada, mesmo sabendo que faria bastante frio. Ele precisava estar lá quando abrissem a oficina para dar tempo que fizessem o trabalho. E já que eu curto esse tipo de aventura topei na hora.

Sexta de noite já deixei a moto e as minhas coisas arrumadas, tudo para facilitar o serviço na manhã seguinte, ainda dei uma conferida no site do clima/tempo e a previsão era de dia de um belo dia sol mas de uma madrugada bem fria. O despertador tocou e já me ativei, em pouco tempo já estava na garagem pegando a moto. Nos encontramos no local cominado e mesmo com a friaca toda, demos a ignição na empreitada.

O céu ainda estava escuro quando saímos, a cidade amanhecia ainda quieta e vazia nesse horário perto das 7 horas. Não precisou andarmos muitos kms para descobrir que um sereno iria baixar e tomaríamos uma belo banho nessa condição. Não deu outra, acho que em menos de 15km percorridos eu já estava com as as minhas roupas molhadas. Putz! Mas de resto tudo bem, a jaqueta de couro e as botas deram conta do recado, o problema eram as luvas e a calça jeans, que logo estavam molhadas como se fosse um dia de chuva e a viseira do capacete que ia aos poucos embaçando e se enchendo de pingos (a situação de andar com sereno é diferente de andar num dia de chuva). Mas não tinha mais volta, o negócio era seguir sempre em frente e depois secar lagarteando ao sol, lá em POA.

Mas daí me ocorreu o seguinte, “o que molha rodando, depois também seca rodando”. E foi isso mesmo.

Só que essa porra de neblina durante a viagem não terminava nunca, só piorava e é bem ruim não conseguir enxergar muito à frente no asfalto. Bastante perigoso. Em um certo trecho finalmente ficamos alguns kms sem neblina, o que ajudou bastante, mas depois ela voltou e nos acompanhou até quase Porto Alegre. Em um determinado momento tivemos de fazer uma parada num posto de gasolina para secar as viseiras e conferir as roupas molhadas. Mas foda-se, não tinha muito o que fazer. Seguimos em frente.

A neblina nos acompanhou até mais ou menos o final da estrada da Arena do Grêmio, quando pegamos o trajeto da Freeway para entramos em POA pela trajeto da FIERGS. Daí o sol apareceu legal, colaborativo e participante no processo de secagem e aquecimento. Até que enfim.

Chegamos no horário marcado, uma conversa bem amigável e o pessoal de lá muito gente fina. Tomamos um café para esquentar a máquina e daí era só aguardar o Vladi e a Fabi chegarem, já havíamos cominado com eles essa empreitada e estavam ciente do nosso horário e local. Enquanto a moto ainda estava sob os cuidados na oficina, saímos para dar uma caminhada pela redondeza e pegarmos um sol para secar as roupas e as luvas.

No meio dia a moto já estava OK e então partimos para um almoço na cidade baixa. Depois de uma boa refeição regada à uma ótima conversa com  muitas risadas, resolvemos dar um rolê por Porto Alegre. O sábado de tarde de outono é mágico em POA.  Só isso o que tenho para dizer.

Passamos pelo Beira Rio que estava em movimentação de dia de jogo, depois uma ida até a zona sul em Ipanema. Várias paradas, muitos comentários e histórias. Até acabamos passando em frente a onde era a casa do Marceleza (nosso QG e estúdio de ensaios), do meu amigo e parceiro de banda na “Troublemakers” e “Carbura”, afinal foram vários anos de muitas histórias em função de banda. Deu saudades!
Cara, foi um dia e tanto em Porto Alegre. Báh! Valeu. E como.

 

*Abaixo uma sequência de imagens dessa empreitada toda.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ilópolis

Com essa história de feriadão junto do final de semana ficou bem melhor a questão de dar o rolê de moto. Dava para escolher o dia e até mais de um. E hoje prá variar também foi dia. Mesmo com uma cara cinzenta até depois mesmo do ainda do meio-dia, o céu estava dando pinta de que não caso para chuva. Dessa vez nem olhamos a previsão do tempo. Marcamos o horário para a partida e pimba!

Dessa vez o Pretto estava à postos para ir junto e combinamos de seguir com destino cheio de subidas e curvas até Ilópolis (RS), a terra da erva-mate.

Aos poucos enquanto seguíamos na direção de Lajeado, Arroio do Meio e depois Encantado, o clima foi mudando para mais frio (claro, subida de serra), mas ao mesmo tempo o sol resolveu aparecer e dar uma colorida diferente na região. Melhor! Perto de Encantado uma breve parada no posto do pedágio para uma água, uma ida ao banheiro e um pouco de conversa. Inclusive ajudamos um parceiro que queria ir para a cidade de Travesseiro e estava meio atrapalhado, só para não dizer perdido.

De volta às motos, seguimos o nosso destino de subida, agora já com um movimento menor de carros após o trevo já no caminho de Ilópolis. Esse trajeto já teve asfalto melhor, no começo muito buraqueira e aqueles espaços “derretidos” ondulados de asfalto por causa do peso de caminhões (grande perigo para as motos), superando isso tudo de boa logo estávamos passando por Dr Ricardo e depois Anta Gorda (nomes interessantes de cidades). Nem vou comentar muito sobre a beleza dos lugares ao longo do trajeto, fica compreendido aqui de que é uma viagem muito boa e de quem curte esse tipo de atividade, porra meu, é sensacional. De vez em quando é preciso sair de sua zona de conforto e conhecer lugares assim, sem shopping, sem sinal de celular mas por outro lado, cheio de vida. Fica a dica.

Fizemos uma ou outra parada eventualmente no caminho para curtir o visual, até porque afinal não se trata apenas de subir na moto e acelerar. Essa função de andar de moto e se sentir livre, buscar essa sensação de paz, realização, interagir com a estrada, a paisagem, o deslocamento e a máquina é muito boa.

Chegando em Ilópolis a missão então passou a ser encontrarmos um bom café. Só que hoje foi dia de feriado do trabalhador e assim a maioria dos estabelecimentos estavam fechados, coisa que não acontece nos outros rolês durante o ano. Nenhum café aberto. Então resolvemos dar uma rápida passada na lagoa que há perto do centro da cidade. Um pouco de conversa com um cara que estava com a sua família ali pescando, na real era mais dando banho em minhoca do que pegando peixe mesmo. Nessa hora o céu já começava a dar indícios de escurecer então era momento de preparar a volta. Uma parada no posto para abastecer (nada de café ali) e seguimos o caminho de volta.

No trevo de saída da cidade encontramos um vendedor de pinhão na beira do asfalto. Paramos, perguntamos o preço, negociação feita e a mala então cheia de pinhão até a boca. Seguindo em frente, planejamos uma parada para um café em um posto de gasolina que vimos pelo caminho. Nada feito, lancheria fechada. Tentamos ainda um mini mercado com um balcão de lancheria, também nada feito. E olha que nessa hora um café seria uma boa, já estava começando a fica rum pouco frio. Vamos em frente com o caminho de descida de morro.

O trajeto foi tranquilo, só que a medida em que chegávamos mais perto de Encantado outra vez, o movimento também aumentou (sem contar que era dia de final de feriadão) e daí veio aquela situação xaropenta de descida de morro com várias curvas, em faixa dupla com um caminhão na frente segurando uma fila de carros… putz! Logo chegamos em Encantado, depois mais adiante já era Lajeado e por aí em diante nossas motos já andam meio que no piloto automático.

Chegamos loucos por um café, a tarde passou voando, afinal rodamos centenas de kms sem comer nada, já estava ficando escuro e frio pegando. Por aqui as coisas também eram em clima de feriado de dia do trabalho. A solução foi o postinho. Até que enfim o tão esperado café…rsrsrsr.ainda conversamos com mais alguns amigos que encontramos e já era momento de ir mesmo prá casa. Fome batendo, assuntos ainda por resolver antes dedar por encerradas as grandes atividades do feriado.

Tenham uma boa semana. Esse foi um feriado supimpa, com muita coisa bacana e sempre bom contar com a parceria dos amigos nesse tipo de aventura. Valeu!

 

*Com já é costume, abaixo uma sequência narrativa de imgs do rolê do dia.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nada de novo, mas muito bom

Se ontem tive azar com aquela chuvarada toda no lombo em meio a tentativa de dar um rolê de moto até Taquari entre uma bomba d’água e outra, hoje não. Dia bonitaço de sol e com aquela temperatura ideal para se andar de moto. Beleuza!

No horário combinado eu, Professor Jeff e o Luís Carlos nos encontramos e partimos à caminho para Herveiras, um trajeto já bem tradicional e comum para nós, mas sempre muito tranquilo e bom demais de pilotar (pouco movimento nos finais de semana). Sei lá, hoje não tenho muito o que escrever sobre essa parada, foi tudo tão de boa, beleza e o dia ainda estava realmente incrível para se andar de moto – não sei como descrever isso aqui, transmitir essa sensação, mas podem me acreditar – ESTAVA MESMO du caralho!

Ah! Sim, como via de regra acontece, hoje teve mais um lanced da série “o imbecil da estrada”.

Dois caras numa Honda CG (sempre essa moto…) logo na saída de VAires, assim que subíamos em direção à Santa Cruz do Sul, nos ultrapassam naquela vibe do – “Ahã, minha CG-thunder-mega-blaster-turbo é bem melhor do que as motos de vocês,vejam só”…
Eles nos ultrapassam, tipo há mais de 100km/h e eu não dei a menor bola para isso, que se vão (viu, já estou vacinado!). Os dois na motinho se viravam o tempo todo olhando para trás esperando uma reação… E nada. A gente seguimos na nossa velocidade normal, bem de boa. E eles (os dois na mesma moto) viram prá trás o tempo todo. Mas daí vem o lance inesperado (sempre tem). Como tiveram de acelerar com tudo para nos ultrapassarem nessa subida em direção ao Restaurante Casa Cheia (só p termos aqui uma referência), a vitória deles foi pífia, porque um pouco acima eles precisavam sair do asfalto e dobrar à direita para entrarem numa estradinha de chão. Acontece que eles estavam ligeiro demais para saírem do asfalto e logo entrarem no de vez acostamento “irregular” e com buracos (o que com certeza lhes daria um belo tombo) e pior, era uma curva muito fecha em “cotovelo”o caminho deles, cheia de pedras soltas. Cara, muito louco isso… Era mais importante eles nos ultrapassarem do que seguirem o seu caminho numa boa.Em resumo. Cara! Cena linda ver os dois na motinho se esperniando para tudo que é lado para não cairem assim que sairam do asfalto e tentaram frear de vez para entrar na estradinha lateral. Não deu muito certo, a moto meio que em linha reta (óbvio), não fez a curva que seria muito fechada naquela situação (como são burros) foi em direção à macega à sua frente. Sim, pararam, mas essa função toda levantou uma poeira danada. Não caíram por pouco.
Tô falando! Esse mundo tá cheio de imbecil.
Vi essa merda toda de camarote e dei muitas risadas. Depois quando fizemos uma parada foi a primeira coisa que perguntei para os parceiros que estavam junto, se tinham visto essa chgalaça também. Sim! Claro que viram. A risada foi grande!!!!!

Seguimos em frente, passamos pela tradicional ponte da 153, uma paradinha e aqui volto à dizer, que trajeto bonito e bom de andar. Paramos depois no postinho de sempre para um café, jogar conversa fora e depois voltar. um rolê simples, tranquilo mas muito bom. Esticamos ainda um pouco mais o trajeto da volta passando por de trás do autódromo de Santa Cruz do Sul,  no caminho ainda paramos no Rancho América (aliás, aqui cabe um comentário – já foi melhor).

E assim se aproveita muito bem mais um dia de moto com os amigos. Por mais dias assim.
Valeu!

*Algumas imagens da tarde:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Jogo do rolê antes da chuva

Hoje é feriado de sexta-feira (21 de abril) e inicialmente eu havia planejado uma outra coisa para o dia. Iria viajar sozinho mesmo porque meus amigos já tinham outros planos, queria sair bem cedo e assim aproveitar bem o dia todo andando de moto. Mas acontece que desde logo nessa semana a previsão do tempo indicava chuvas para quinta d enoite e o dia de sexta-feira. Então nem me animei muito com esse veriado e a possibilidade de pegar a estrada de moto.

Hoje amanheceu um dia legal apesar de sem sol. Aproveitei e fui na casa do meu amigo Jeferson fazer alguns ajustes e mudanças na minha moto. E meio a uma conversa legal, um chimarrão e outro a HD agora tem então pedaleira eum banco para carona (mulheres somente!). Vamos ver….

Depois de uma pancada de chuva antes do meio-dia, o céu deu uma limpada e me pareceu de que a chuva daria uam boa trégua ainda no período da tarde. Por volta das 15h saí de moto com o objetivo de ir até Taquari. Na altura da ponte de Mariante o céu já deu sinal de não seria tão fácil assim esse rolê sem me molhar… e bastante! Passei a ponte, parei e dei uma boa avaliada na situação. Seguia em frente ou voltava e encarava a chuva que então eu encontraria de frente? De qualquer jeito eu pegaria chuva, mas se voltasse (e foi o que escolhi), seria por um tempo menor, contando que eu nem estava de jaqueta ou qualquer aparato desses para dia de chuva.

Voltei e claro desabou o aguaceiro. Eu estava a semana toda com dores de garganta, agora nem podia reclamar. Era seguir o trecho em frente de volta e chegar o quanto antes em casa. Nem preciso dizer de que curto esses desafios mentais. Gosto de apostar “comigo mesmo”  esse tipo de coisa em frente adversidades.

Daí você aí vai dizer: Pô,ele não se liga de que vai chover?
Me ligo sim, sei da possibilidade, já disse é uma aposta, é um jogo que faço – será que vai dar ou não!?
Hoje não deu. Semana passada também não. Mas outras tantas vezes deram certo. Então… Play the game.

Mas tem outra, cansei de sair de moto todo “preparado” para chuva e não dar em nada. Nah! Não quero andar “empacotadinho”.
Cara, eu não gosto de andar de moto e levar trocentas coisas comigo. No way. E essas roupas para motociclista em dia de chuva… piça! Não gosto.
Então rodo, qdo começa a chover volto se não estiver longe (hoje e semana passada era menos de 30km para chegar em casa). Ninguém vai sofrer por andar uns 15min na chuva, que seja. Se estiver longe de casa ou de um ponto objetivo de viagem, daí sim procuro um posto de gasolina, algum refúgio, parada de bus e pronto. Se for uma viagem mais longa e programada, calro que terei junto meu kit de chuva (bosta). A vida é simples, não precisamos complicá-la ainda mais.

Foi tudo bem, cheguei em casa e direto para o chuveiro quente. Até agora estou legal. Talvez amanhã minha garganta exploda, mas amanhã já é um outro dia. Cada coisa a seu tempo e o seu dia. E vou te dizer, garanto que amanhã tem rolê com rapaziada!

*Sempre levo a minha câmera fotográfica junto e até então não custa nada fazer alguns cliques (já virou um costume e também percebo que gera pico de visualizações aqui no blog qdo rola isso – capicce).
Abaixo algumas imagens desse curto e atrevido antes da chuva rolê.

Rolê curtinho mas de bom tamanho

Feriado de Páscoa, então aquela hora de encontrar os amigos aqui da cidade bem como e os quem vem fora, voltam para visitar a família. Assim ontem levei o Vladi para conhecer Canudos do Vale, que eu havia comentado esses tempos com de que havia curtido bastante. Ontem mesmo, na volta e com o Pretto junto, combinamos de hoje, no sábado, sairmos mais cedo e assim darmos um rolê mais “forte”.

Acontece que o clima não ajudou dessa vez, nem vou reclamar porque foram tantos finais de semanas seguidos nos últimos tempos sem chuva, que renderam vários rolês de moto incrivelmente bons. Contabilidade OK.

Depois do meio dia percebi que não haveria jeito, nem prorrogando a partida a coisa escaparia de uma chuva no lombo. Melhor se resignar, ficar em casa e curtir um sábado de chuva de boas. Na metade da tarde a chuva para e em menos de 15min já estou pronto para sair de moto. Aviso os camaradas da minha intenção, roteiro, metereologia, carta de vôo e um abraço pro gaiteiro. ninguém responde. Pelo jeito estava muito bom o nâni da tarde. Vamu-qui-vamu.

Fui para Santa Cruz, depois Vera Cruz indo passando pelo autódromo. O portão estava fechado, teria de dar a volta mas daí por causa da chuva de antes o trecho tava com barro e isso já não é tão legal assim com uma moto custom. Náh! Gosto dessa volta pelo autódromo, já comentei aqui trocentas vezes. Bem pouco movimento aos finais de semana e assim pista livre para um desempenho mais ganjudo na “pretinha” (sacarem!?). Sabia que não teria uma janela muiot grande de tempo tempo bom para isso, justamente aí o motivo desse rolê meio básico, mas bacana. Tiro curto.

Na volta passou por dentro de Santa Cruz e já na subida do Grasel a chuva veio. E veio forte daí. Achei que não tomaria banho de chuva hoje, mas não deu. Paro no acostamento para ajeitar rapidamente minhas coisas (saco plástico na carteira, docs e celular), sigo em frente agora ligado o modo “fica esperto garoto”. Cada vez mais forte a chuva. Ok. Faz parte.

Sou da teoria de que o cara tem de andar de moto nas mais diversas situações de clima/tempo, assim quando for pego de surpresa em uma viagem mais longa por exemplo, tudo vai ser bem mais tranquilo e não vai ser nenhum grande perrengue. Acho importantíssimo essa coisa de ter o controle, dominar e saber controlar toda função com a sua moto, sentir como ela reage nas mais diversas situações de clima e terreno. Como ela freia na chuva em caso de uma freada longa ou então rápida e curta, como se comporta nas curvas em diferentes velocidades na pista seca ou molhada, na brita, asfalto ou terrão, o mesmo também na situação de dia com bastante vento (já fiquei com torcicolo por causa do vento contrário ficar empurrando meu capacete – putz!). Quem foi que disse que a vida é fácil?

O bom que foi que hoje na tarde o trajeto de chuva seria no máximo de uns 30km, talvez nem isso. Beleza, estava já voltando mesmo. E claro que assim que passei pelo mítico “chuvedouro” da região da linha Pinheral, a chuva milagrosamente parou e os asfalto estava sequinho a minha frente. e eu, todo ensopado. No mais tudo tranquilo. Nenhum abobado fora do normal na estrada da estrada dessa vez.

Mesmo sozinho e com a chuva a empreitada foi bem bacanuda.

 

OBS: Claro!… Tem sempre aquele cara que está andando à 80km a sua frente, daí tu te aproxima de moto atrás dele, não ultrapassa porque está em uma faixa dupla ou então tem um trânsito mais intenso no sentido contrário que o impede de ultrapassá-lo naquele momento. Daí como num passe de mágica o cara do carro a sua frente percebe a sua movimentação atrás dele e do nada – pimba! – resolve virar o Ayrton Senna d o asfalto. Isso é lindo! Sempre tem essa parada – Sim, eu disse, SEMPRE! – Já estou vacinado.

O que acontece então? Tu acelera um pouco já para preparar a ultrapassagem, ele (o da frente) acelera também, daí tu está tipo a uns 85km/h, tu acelera um pouco mais, ele também acelera (não esqueça que até então esse mesmo sujeito estava comodamente no asfalto andando nos seus oitentinha e não estava nem aí…); então tu aperta um pouco mais, tipo já estamos a 90km/h, ele então também vai estar aumentando para essa velocidade…..rsrsrsrssr

Vem cá. Ele quer o que? Me diga? Não posso ultrapassá-lo? É isso? ele é dono da estrada, o capitão do mato do asfalto local?
Claro que é óbvio que farei a ultrapassagem brincando, motor tem até de sobra tem para isso, só não faço pq tem carros no sentido contrário me impedindo ou a tal faixa dupla. Daí essa novela se arrasta até o momento em passo a ter a possibilidade de uma utrapassagem segura e tranquila, boto a moto para o lado e FEITO! Daí é adiós, até ele se dar conta do que aconteceu e resolver reagir já Elvis. Mas que saco isso!

*Não esqueça – quando esse cara que estava há poucos minutos atrás viajando numa velocidade tranquila e constante de 80km/h, tava tudo OK na cabeça dele. Então porque ele fica galo e resolve acelerar somente quando está prestes a ser ultrapassado?

Mais um dos grandes mistérios da natureza humana. Cartas para a redação. Tsk.tsk.tsk…
Como tem imbecil nesse mundo. Aliás, demais.

 

*Retratinhos da função.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Progresso

Então surge o sábado novamente, o ânimo já dispara só pensando no rolê de moto com os amigos logo mais, o dia tá bacanudo e a coisa vai rolar.
No encontramos no local e horário de costume, nada planejado, dessa vez sem piadinhas de estranhos e tudo beleza. Estamos lá, eu, o Pretto, o mano César, Professor Jéferson e o Luiz Carlos. Beleza. É Só dar a partida e pegar o trecho.

Ah! Mas para onde? Para a cidade de Progresso (RS).

Saímos na direção de Lajeado, tudo tranquilo, clima bom, nada de calorão, depois no trevo seguimos pela 386, que normalmente tem um movimento maior de caminhões e tal, o que já causa um certo transtorno por andarmos “juntos” num grupo de 5 motos. Mas tudo bem.
Chegamos no trevo para Progresso, daí a estrada já muda de qualidade, um asfalto ruim, antigo e bem judiado, sendo que na maioria das vezes não há acostamento ou área de escape algum, cheguei a encostar meu ombro na plantação em algumas curvas. E tem curvas! Algumas bem fechadas e sem um bom campo de visão para  quem vem no sentido contrário, tudo num clima constante de subida de serra. Mas de vez em quando dava para curtir a paisagem do lugar, que aliás, é muito bonita. E mesmo com o asfalto ruim, foi uma boa viagem.

*Aqui cabe uma pequena obs. – Gostei mais da trip de semana passada, que fica numa região mais ou menos perto e de visual semelhante.

Chegamos em Progresso, uma volta rápida de reconhecimento pela centro da cidade e resolvemos parar em uma lancheria/padaria. Muita coisa boa para comer, nos juntamos em uma mesa na calçada, uma boa conversa e o tempo passa rápido. Interessante notar como nessas cidades pequenas de interior o povo é bastante cordial. A maioria das pessoas que passaram por nós, faziam questão de nos cumprimentar e de uma maneira bem simpática. Legal isso.

Depois dessa pausa e de resolvemos algumas coisas do mundo, era hora de voltarmos. E adivinha. Agora era basicamente só descida. Já nesse caso a pista se mostrou de qualidade bem melhor. Ok!

Chegando em casa, a velha parada para um chopp.

Engraçado foi que na volta encontramos pelo caminho um casal numa Honda CG, em que o piloto encasquetou de que teria de nos mostrar de que era um “pica-grossa-da-pilotagem” e que a sua moto CG era na verdade uma moto supersônica disfarçada – na capa de sua ignorância. Muito bonito isso!
Ou seja, vou traduzir  e simplificar essa conversa aqui… É muito, mas muito comum mesmo encontramos pelo caminho algum imbecil desses que sei lá porque que, PRECISA PROVAR PARA A HUMANIDADE a sua capacidade de quase se matar ou explodir o motor de sua moto de pequena cilindrada, nos ultrapassando ou andando a nossa frente.

Cara! Isso é muito chato e até perigoso porque estávamos num grupo de 5 motos, todos andando juntos e numa mesma velocidade condizente com o trânsito local (isso entre Lajeado e VAires) e esse bosta além de quase se matar tentando nos ultrapassar várias vezes, por pouco não se arrebentou na frente de um carro, quando estávamos entrando no Posto de Pedágio – tudo isso, só para entrar antes no “brete” reservado para as motos passarem. Mas que merda isso! Será que não percebem que estamos falando de motos muito diferentes e que se ele vai nos ultrapassar, que o faça e desapareça ou então fique atrás do grupo mesmo. Mas não, passamos por ele, ele nos utrapassava e ficava ali, um pouquinho na nossa frente e assim foram várias vezes. Porra! Isso torra a paciência.

Eu particularmente fiquei esperando a hora em que o piloto de CG (via de regra – no auge de sua empolgação esportiva cotidiana) se deita todo esticadinho na sua moto, para assim aerodinamicamente pegar ainda mais um pingo de uma super velocidade, mas dessa vez me decepcionei. O nosso herói do dia não chegou ao ponto de fazer essa chalaça (talvez porque estava com uma caroneira – coitada, tenho pena dela).

Mas apesar dele fazer o seu showzinho do “master-fucker-da-CG-fodona”…..kkkkkkkkkk. Isso é simplesmente ridículo. Se ao menos soubesse o papel de imbecil que está fazendo. O pior é que provavelmente isso pode ainda causar um sério acidente na estrada e que com grandes chances de acabar envolvendo junto algum de nós. PQP! Nem vou comentar aqui o que me passa pela cabeça nessa hora e o que dá vontade de fazer com um cara desses.

O que ele quer? Uma medalha? Provocar a gente? Provar alguma nova teoria da física? E o interessante é que isso é uma coisa que ninguém mais tá vendo ou assistindo. Que porra de efeito psicológico é esse que é tão comum assim em tudo que é lugar?
Tudo para depois poder estufar o seu peito e contar no próximo churrasco da firma de que ultrapassou um grupo de motociclistas, com a sua CG flamejante? No que isso vai dar? O que de bom tem nisso? Qual a vantagem? Qual o mérito?

Cartas para a redação.

 

Tirando essa palhaçada, foi mais uma vez um passeio incrível com os amigos. Valeu!
*Vou começar a levar junto um bodoque ou algumas “velas” velhas, no caso de sentir a necessidade de fazer algum arremesso.

Como de costume, abaixo algumas imagens da empreitada de hoje.
Sim, levei minha câmera fotográfica com a bateria carregada dessa vez.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Cinco dicas de segurança para novos motociclistas

Muitas vezes, as pessoas que abrem mão de utilizar a moto como meio de transporte é porque nunca pilotaram uma, ou então, tiveram como sua primeira e única experiência algo desagradável. Confira algumas dicas básicas de segurança para você que está iniciando a vida sobre duas rodas ou está criando coragem para começar a usar a moto no dia-a-dia:

1 – Respeite o medo: O conhecimento é a melhor forma de controlar o medo, então, quanto mais você conhecer sobre o veículo, sua dinâmica, os pontos fortes e fracos e as formas de se proteger, maior será a sensação de segurança.

2 – Escolha a moto certa: Antes de decidir que moto comprar, defina para qual será o seu uso. Não adianta comprar uma moto grande e pesada para enfrentar longos congestionamentos, e nem uma moto off-road se você nunca andará por estradas de terra, por exemplo. Faça uma boa pesquisa e avalie principalmente suas dimensões

3 – Respeitar os limites: É bastante comum o motociclista iniciante querer passear com um grupo de amigos, porém, nem todos possuem o mesmo nível de experiência. Não tente acompanhar um motociclista mais experiente, vá no seu próprio ritmo.

4 -Prepotência: Existem três principais fatores que levam ao acidente: negligência, imprudência e imperícia. Mas existe ainda um quarto fator que é ligado às nossas características: a prepotência. Prepotência é a sensação de que nada de ruim pode nos acontecer. Portanto, fazer apenas aquilo que é capaz é a melhor escolha para quem quer pilotar bem e por muitos anos.

5 – Calma: Errado quem pensa que moto é um veículo para quem tem pressa. Quem usa moto não precisa correr para ganhar tempo porque normalmente já está bem mais rápido do que o trânsito, pela agilidade e uso dos “corredores” entre os carros.

 

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*Fonte: magnetron

Canudos do Vale

Hoje foi dia de rolê de moto e de descobertas, ao menos para parte do grupo. Nos encontramos no horário e local de costume, eu, Pretto, César (o irmão dele), Rafa e Luiz Carlos. Dia bonito e ainda bem, já nem tão mais quente como era apesar de fazer um certo calor ainda.

Quando nos encontramos hoje ficamos naquela e aí… para onde vamos? Dessa vez não havia um roteiro programado. Daí sempre aparece um espertinho que menciona – Ah, eu sempre sei para onde ir….bláh, bláh, bláh. Ah! Tá bom! PQP.

Cara, o legal é justamente de vez em quando se preparar para um rolê e nem ter um destino específico. É por vezes deixar a vida, o destino ou sei lá o que, nos levar a algum lugar. É jogar a moeda e deixá-la cair e ver no que vai dar. Precisamos deixar de achar que temos tudo sob o nosso controle o tempo todo. Andar de moto é um exercício de liberdade (e sinceramente não sei até quando isso vai durar), então por vezes girar a chave e deixar a moto rodar por aí, já é sensacional.

Passado o breve mimimi das gurias (rsrsrsrsrsrs…), o irmão do Pretto aparece com a sugestão de irmos até Canudos do Vale. Pimba! Gol.
É isso aí. Um lugar que a maioria de nós não conhecia, além dos manos Pretto. Beleza. A moeda caiu e deu cara.
– Cara! Vamos para Canudos do Vale.

Com a turma no trecho, seguimos para a direção de Lajeado (Rs 130). No caminho uma parada fora de ordem. O Pretto sentiu uma vibração diferente na sua moto, demos uma conferida, uma breve reunião de pauta, deliberações, sugestões anotadas, votos computados, um chutinho no pneu para dar sorte e seguimos em frente.

Um pouco mais adiante paramos em um posto de gasolina. Uma calibrada no pneu 9que na real já estava ok), mas pelo jeito a simpatia funcionou e deu tudo certo até o final.

A rapaziada chega até o trevo, depois de Lajeado e já na 386 que indica o trevo para Forqueta e Canudos do Vale na RS 424. Caraca, daí já começou a magia. Que lugar legal prá caralho e aqui pertinho. Muito bonito, asfalto em beira de morros e com o arroio Forquetinha ao largo nos acompanhando. Daí veio uma sucessão de curvas maravilhosas para se andar de moto, só que tem de se ter muito cuidado sempre, além de ser um trajeto com uma bela vista para tudo que é lado, não se esqueça – se trata de asfalto de colônia com muitas moradias na beira da faixa e a qualquer momento uma pessoa, animal ou veículo pode cruzar na sua frente (fica a dica).

Com a gente foi tudo bem. Novamente vou usar um clichê aqui, uma dos melhores passeios de moto com a turma, dos últimos tempos. Lugar incrível e já contando o tempo para voltar. Como de costume levei a minha câmera fotográfica mas já na primeira fotografia descubro de que estava sem bateria. Azar. Claro que fizeram um monte de piadinhas sobre isso. Assim as imgs de hoje nesse post são por conta de algumas fotos de celular do Rafa. Valeu Rafa!

*Acho até que foi bom, se tivesse com a minha máquina fotográfica em dia teria passado o tempo todo clicando e assim foi melhor, só rodar, curtir o momento, a moto e o caminho com a rapaziada. Canudos do Vale é uma cidade pequena, mas bem legal. Gosto de cidades nessa vibe meio provinciana, até pontezinha de madeira havia no caminho.

Uma parada para bebermos uma água gelada em frente a um ginásio, onde rolava uma empolgada partida de “bocha” num canto e uma reunião de clube de mães no salão principal. Depois de uma conversa com habitantes locais, até porque os manos Pretto conheciam a cidade de seu tempo de infância, alguns esclarecimentos, dicas, troca de informações e já estávamos em frente a uma placa de rua, que dá o nome ao avô dos manos Pretto. Se trata da Rua João Pretto, em Canudos do Vale, Rio grande do Sul. Com direito a fotografia e tudo mais. Mazáh!

Em seguida resolvemos retornar e curtir novamente o caminho. volto a dizer – muito bonito! Uma parada no interessante parque com características germânicas da localidade, com várias casinhas de estilo alemão, um labirinto “verde” (sim, tentei chegar no centro, mas tava muito sujo e com galhos travando o caminho – na real precisava de uma boa podada aquilo lá e desisti), uma ponte/pinguela muito bacana e divertida de cruzar, algumas fotos de chalaça e também uma breve caminhada de reconhecimento pelo local. Em seguida retomamos a estrada novamente no caminho de volta. Uma volta tranquila e aqui chegando, um bom chopp com os parceiros e tempo para por algumas conversas em dia.

Keep on rock.
Até a próxima. Valeu!

*Algumas imgs do celular do Rafa, na tarde de hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Rolê até Teutônia no encontro de carros antigos

O dia começou bem, o Vladi e a Fabi estavam vindo de POA para comemorarem o seu aniversário de número “50” e a chuva, que estava prevista não deu as caras, ou seja, seria uma para a galera dar um rolê de moto na tarde junto comigo e o Pretto, que aliás, dessa vez tinha uma missão. Entregar um envelope com documentos na revenda da Scania de Lajeado.

O céu permaneceu limpo até o começo da tarde e ao menos daria tempo para sairmos e chegarmos ainda “secos” em Teutônia, que na real não fica assim tão longe. É que lá tem nesse final de semana (fica a dica), o 4º Encontro Sul Brasileiro de Veículos Militares Antigos e é claro, como de costume nesses encontros de carros antigos, sempre tem muito mais coisa. Tem banda de rock tocando ao vivo, praça de alimentação, feira de artesanato, feira de peças de tudo que é tipo para colecionadores de carros antigos, venda de camisetas, pins, patches, adesivos, posters, livros e o escambau do universo dos carros. Sim e é óbvio, exposição de carros antigos. Muitos carros.

Interessante ter essa oportunidade de ver de bem de perto vários modelos de carros que a gente faz tempo que não encontra mais rodando pelas ruas das cidades e ali no caso, são veículos de colecionadores, portanto, todos bem limpos, ajeitados e muito bem cuidados, inclusive os veículos militares.

Por falar nisso, encontramos a Taciane que é uma amiga em comum da galera, já lá do tempo de nossa adolescência. Agora está casada e ela e o marido são donos de 4 veículos militares da Segunda Guerra, que estavam lá em exposição (um Jeep, uma ambulância, um caminhão e mais um outro que não me recordo agora). Legal poder encontrá-la, muito menos numa situação assim. Fazia um bom tempo que não à viamos.

Ela inclusive nos contou de que são amigos do baterista do Paralamas do Sucesso, o João Barone, que também é um colecionador de veículos militares antigos e inclusive já escreveu um livro (eu tenho!) e dirigiu um documentário sobre o tema da Segunda Guerra e participação do Exército Brasileiro no evento. Seu pai era membro das Forças Expedicionárias Brasileira naquela época. Por isso o seu envolvimento no assunto. Aliás, a “Taci” ainda comentou de que o João Barone fica na casa deles quando a banda eventualmente toca aqui pela nossa região. Legal isso!

Também encontramos passeando por lá a lenda Zacarias Selvagem Kern, narrador de provas de provas automobilísticas, principalmente de “Km de arrancada”. Já o nosso comparsa de aventura de moto, o Jeferson “Professor”, estava lá mas daí o papo era diferente. Estava expondo a sua Honda CG 125 vintage (de “bolinha”). \m/

Em meio a tudo isso teve ainda um encontro com a corte de rainha e princesas, que também estavam por lá dando o seu recado num rolezinho por entre os carros e uma demonstração de força e potência de um “motor ligado”, de um antigo avião da Segunda Guerra.

Outra coisa interessante foi encontrar em exposição uma moto Yamaha RX125cc, vermelha. Igual ao que o meu irmão tinha lá pelos anos 80 e que com meus 13 anos, aprendi a andar e eventualmente dava umas voltas pelas quadras, perto de nossa casa. Foi então “ali” o começo dessa paixão que é tão forte e permanece até os dias de hoje. Sou eternamente grato ao meu irmão por ter me dado essa força. Claro que naquela época os costumes eram outros, então não era nada tão anormal assim uma pessoa de menor idade andar dirigir, desde que não fosse nas vias mais movimentadas da cidade, ainda mais, como neste caso, uma cidade pequena de interior. Gracias!!!

Na volta o tempo ainda não tinha mudado par ao “modo chuva”. Mas isso quando chegamos perto de Lajeado, mudou a configuração. Começou a chover e então o pessoal resolveu dar uma parada e esperar a chuva passar. Eu já não, segui direto em frente para casa. Logo que sai de Lajeado a chuva já passou e até me sequei ao vento andando de moto. Quando chegava em casa começou novamente a chover, mas daí já nem importava mais.

Mais uma boa e bem interessante tarde em duas rodas, junto com os amigos.
Valeu.

 

*Confira algumas imagens do rolê de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sábado de chuva

Conversando com os amigos sobre o final de semana, já sabia que seria ruim para o lance de andar de moto por causa da previsão de chuva. Hoje pela manhã o céu estava estranho mas não com aquela cara de que choveria logo, então já me agilizei para o caso de ainda dar um role de moto, mesmo que não muito longe. é o vício, sabe como é!

Depois do almoço já comecei a dar um jeito nas coisas, arruma aqui, arruma ali, pega as luvas, capacete e pimba! Olho para fora da janela e pingos de chuva. Putz! Zebrou a empreitada, pensei. Não vou sair de casa de moto “já com chuva”. Desisti. Hoje o Luiz Carolos iria junto, havia me ligado, então avisei ele de que não iria mais. Ele também achou justo. Fica para outra hora.

Desisti, dei um tempo e o chuvisqueiro foi diminuindo aos poucos e parou. Daí passou mais um tempo, tipo uma hora e nada. Nah!!! Foda-se. Vou pegar a estrada. Me ajeitei rapidamente, sabia que a janela de tempo bom seria curta entre essa pausa e a próxima chuva, precisava tomar logo as providências de me equipar e rapidamente já estava abrindo a garagem e saindo com a Bros (ela já estava bem suja, então se chovesse não seria muita mão de obra).

Fui em direção à Lajeado, mas antes mesmo de sair do trevo da cidade a chuva recomeçou e depois então só foi ficando cada vez mais forte. Simifudi. Agora que estou na chuva, azar. Segue o baile.

Fui em frente até Lajeado. Isso tudo seria um role normal, talvez teria feito essa volta e tale nem estaria agora escrevendo, comentando ou postando aqui algum foto se não fosse o que aconteceu. Geralmente em meus roles (toc!…toc!…toc!… 3x na madeira), sozinho ou com os amigos, não acontece nada de mais, nem pneu furado, mas hoje quando estava chegando perto de Lajeado e rolando uma baita chuvarada a moto resolve simplesmente perder rotação do nada. Não desligou o motor mas perdeu força, eu acelerava e ele nada. Encostei, dei uma rápida conferida e não percebi nada de anormal. Beleza, agora eu estava praticamente todo encharcado. A diversão não é completa se a gente não se atola. Então tá.

Não era falta de gasolina, nem bateria, não é uma moto carburada (é injetada), poderia ser a vela – olhei, me pareceu tudo seco e OK. Depois de um tempo liguei novamente e morreu outra vez. E a chuvarada rolando. Mais um tempo e liguei novamente, senti que agora ela estava normal. Bem, aproveitei a oportunidade e segui até o primeiro posto que encontrei. O bem da entrada de Lajeado, o que fica ao lado da rodoviária da cidade.

Parei a moto debaixo da aba do posto, desci, dei uma olhada novamente e nisso já veio o frentista que prontamente resolveu me ajudar. Expliquei o que havia acontecido e ele então me disse que teve uma moto igual a minha Honda Bros e que já imaginava o que tinha acontecido. A explicação é de que a água (no caso pq estava rodando na chuva), desce pelo cabo da vela e penetra na borracha do topo do cachimbo, então ele tirou o cachimbo da vela da moto, passou um ar no compressor da borracharia para secá-lo bem e o recolocamos. Ok! Já estava tudo certo novamente! Thanks man!

Assim a coisa segue em frente na “brothagem” da vida nesse universo de motos, carros e estrada. Quando se está numa situação ruim, sempre tem alguém que pode nos ajudar. Mais uma vez o meu muito obrigado ao auxílio do frentista.

A volta foi tranquila, não falhou mais, passamos uma fita isolante bem apertada nessa área da junção do cachimbo com o cabo da vela e pimba! Agora pode chover canivete que vai rolar…rsrsrsr.  O interessante é que não foi a primeira vez que andei com essa moto na chuva. E digo chuva mesmo. Chuva forte e por muito mais tempo sem parar, nunca apresentou problema algum. Talvez com o passar do tempo a tal borracha fique ressecada e facilite de isso acontecer (passar a água). Enfim. Feitoria. \m/

Mais um sábado de história para a caderneta rasurada da vida. Blz!

 

*Fotos da chalaça:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Rolê de Carnaval – II

Em dia de feriado de carnaval para alguns (final e feriadão para outros ou então, dia normal de trabalho para outros tantos), resolvi pôr meu bloco na rua, pegar a estrada para um rolê de moto sozinho mesmo, ainda pela parte da manhã. Os amigos estavam de ressaca, ocupados ou tinham de trabalhar, então resolvi ir sozinho mesmo. Sempre é mais interessante e divertido andar em grupo, especialmente com os brothers, mas se não dá, paciência.

Sai sem um rumo definido, abasteci a moto e apenas peguei a estrada. Estava afinzão de andar de moto, só isso, aproveitar a manhã de um modo diferente, mas já também pensando na muvuca que seria a parte da tarde quando o pessoal estaria de retorno do feriadão de carnaval. Melhor evitar essa função.

Claro que era manhã de carnaval tinha de ver e encontrar coisas estranhas pelo caminho, lá pelas tantas cruzei por um cara andando com uma velha e detonada bicicleta no acostamento, todo vestido de Batman – sério! – dos pés a cabeça. Não deu para fotografar porque já tinha um certo movimento na estrada e eu teria de parar, retornar e então fazer uma foto. Pena. Também encontrei um sofá vermelho em uma esquina de estarada de chão que fazia ligação com o asfalto. Nesse deu para parar e fazer uma foto. E outra coisa estranha era um busão de algum grupo musical, parado no acostamento com várias meninas tipo “sensualizando de shortinho” (deveriam ser da tal banda) arrancando parte do adesivamento do bus. Muito estranho isso, mas ok, é carnaval.

No mais tudo relax, não fez tanto calor assim e foi de boas, um rolê muito bom e pena os amigos não estarem juntos. As coisas ainda meio calmas pelo caminho, mas não se esqueçam – a calmaria que precede o esporro! Quando voltava para casa já estava diferente e mais movimentado o tráfego. Em determinado momento na minha frente havia uma caminhonete com o motor queimando óleo, uma fumaceira danada. A foto que fiz é claro, não faz jus a quantidade de fumaça que expelia….rsrsrsrsrsr.

 

*Algumas imagens do rolê de hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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