AMA SX Arlington 2018 – 450cc / 250cc – Highlights

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Sol forte e asfalto

O rolê de hoje foi mais no estilo de manutenção mesmo, fui sozinho. Fez um dia de muito calor e por aqui também é feriado de São Sebastião Mártir. Aproveitei para descansar e sair então apenas mais tarde do que de costume, só para dar uma volta, mesmo que curta. Fui até Santa Cruz do Sul, depois passando perto de Vera Cruz pela RS 412 até os fundos do Autódromo de Sta Cruz. Gosto desse trajeto. Aliás, fazia tempo que não passava por ali e agora está com o asfalto cheio de novos remendos (recentes pelo jeito). Hummm.

Ainda na ida uma caminhão boiadeiro me deu um cagaço, simplesmente me cortou a frente quando eu cruzava pelo trevo para Passo do Sobrado – F.D.P.!!!! E o desgraçado me viu, se fez de louco e meteu o caminhão – FDP! Mas sorte que estava ligado (sempre alerta nesses cruzamentos). E sim, o motorista ouviu bastante coisa de mim. E como não bastasse, logo mais adiante, uma tiazinha numa SUV me deu uma bela fechada no momento em que a estava ultrapassando, tudo só porque ela se atucanou de que mais adiante a pista dupla viraria uma pista simples, mas cara… tinha ainda um enorme espaço até isso acontecer. Dava tranquilamente para mais um carro ultrapassá-la nesse tempo, antes de de virar uma pista única. Êta atucanação. Vou te contar, cada uma! Enfim, vamu-qui-vamu e tudo OK (apesar desses cuzões de merda).

No mais tudo tranquilo, só que um calorão danado. Mas a vontade de andar de moto é maior do que tudo isso. Tenho dito.

Uma parada no autódromo, que estava vazio. E aqui digo vazio mesmo, ninguém, ao menos que eu pude perceber. Achei estranho. Mas estava aberto na parte de fora e pude dar um rolê por lá.

Depois segui segui em frente mas já pensando no trajeto de volta, dessa vez passando por dentro de Santa Cruz para uma parada estratégica para um sorvete e curtir o lugar. Aqui um porém – como é legal quando uma cidade tem essas pistas especiais para cilcistas. Acho isso muito bom. Santa Cruz tem no trajeto das redondezas do quartel. Pimba! Pontos preá cidade.

Como o acesso do Grasel está em obras/manutenção, tive de pegar um desvio pelo caminho da AABB, que aliás é uma subida bem legal (mesmo com com suas curvas fechadas e pista estreita). Depois foi só seguir o caminho de de volta prá casa.

Uma boa tarde de sol de verão, claro que de muito calor, mas pensando bem, não poderia ser diferente. Valeu mais uma vez. Grato por esses momentos e as adversidades estão aí para serem vencidas mesmo. \m/

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Como limpar o capacete para motociclista

Item obrigatório para motociclistas, ter um capacete seguro e regulamentado como estes é fundamental. Depois de fazer a escolha do modelo preferido, é necessário manter a limpeza em dia para preservar sua saúde e a durabilidade do capacete. O seu interior pode acumular ácaros e micro-organismos, por conta da umidade e do calor, mesmo no inverno.

A falta de higiene com o equipamento pode acarretar doenças de pele e respiratórias. O ideal é limpá-lo pelo menos uma vez por semana, principalmente se o uso for diário. Capacete é um equipamento de uso individual, por isso é recomendado nunca compartilhá-lo com ninguém.

Se você ainda tem dúvidas sobre qual a forma correta para limpar o seu capacete? Confira as dicas abaixo e realize uma higienização eficaz que garanta, além de segurança, uma boa saúde para você:

Com forro removível

Retire o forro com cuidado e lave com as próprias mãos usando água morna e detergente neutro ou shampoo infantil. Deixe secar na sombra e em local bem ventilado.

Com forro fixo

Utilize um pano úmido em água morna e detergente neutro ou shampoo infantil, passando sobre todo o interior do capacete. Deixe secar com o casco virado para baixo e na sombra. Altas temperaturas podem danificar a estrutura do capacete, por isso nunca deixe secando ao sol. Não utilize secador de cabelos, porque o calor pode danificar algumas partes coladas

Não mergulhe na água

A água pode penetrar no interior do capacete, atingindo e danificando os metais da estrutura. Além disso, caso a água se acumule em locais de difícil secagem, a umidade no interior do capacete aumenta, assim como os riscos de proliferação de bactérias.

Limpeza Externa

A parte exterior do capacete também pode ser limpa. O tratamento é o mesmo feito nas partes pintadas de uma moto, limpando com água e sabão neutro. Depois, é importante polir a viseira e aplicar cera no casco para manter a beleza e a durabilidade.

Se tiver marcas deixadas por mosquitos no casco ou viseira, use um rolo de toalha de papel, daqueles de cozinha. umedeça o papel com água e sabão neutro e deixe sobre o lugar sujo por um tempo. Use toalha de papel para secar também.

Nas ranhuras, use uma escova de dentes macia e velha. Lubrifique as partes articuladas com silicone ou WD40.

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*Fonte: viagemdemoto

De lá prá cá (SRR – VA) – SRR capítulo III

Aqui a ideia do post é mostrar através de algumas imgs o nosso caminho de volta para Venâncio Aires (RS), desde o topo da Serra do Rio Rastro até Vacaria, no Rio Grande do Sul. Depois disso, o restante do trajeto fiquei sem bateria na câmera e portanto, sem imgs. Mas daí é mais do mesmo.
Sorry, baby!

*Confira:

Monumento no topo da Serra do Rio do Rastro.

 

 

 

 

 

 

No estacionamento no mirante da SRR

 

 

 

 

 

 

Lagartendo de manhã cedo, dando uma última olhada na SRR, um pouco antes da despedida do local e de começarmos de verdade a volta para casa

 

 

 

 

 

 

 

Dada a largada – SC 390 (Bom Jardim da Serra) Sem dúvida um dos mais belos e tranquilos trajetos que já andei.

 

 

 

 

 

 

Um pouco da bela paisagem da serra catarinense / SC – 390

 

 

 

 

 

 

Parada rápida para ajeitar a mochila

 

 

 

 

 

 

 

SC – 114, depois de São Joaquim

 

 

 

 

 

 

relevando (SC – 114)

 

 

 

 

 

 

Esticando as canetas (SC – 114)

 

 

 

 

 

 

Já na 116, depois de Lages – SC

 

 

 

 

 

 

Uma parada em plena pista por uns 15min devido a obras. Resolvi pedir uma informação p/ o motorista desse caminhão (o Arthur). Acho que ele se assustou com a minha abordagem e não me atendeu, sequer abriu a janela da porta ou me respondeu. Ficou quietinho dentro da cabine. Foi engraçado isso. O Pretto não parava de rir. E atrás de nós uma fila de carros. Medo de assalto? Medo do papai Noel? Tá bom então. Boa viagem.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Na 116, perto da divisa

 

 

 

 

 

 

No rio Pelotas que faz a divisa entre o RS e SC, no caminho para Vacaria (RS)

 

 

 

 

 

 

 

Então de volta ao RS

 

 

 

 

 

 

Um pouco antes de Vacaria (RS)

 

 

 

 

 

 

 

Com a chuva em nosso encalço

Mantendo aquela vibe de aproveitar bem cada momento quando se faz algo de que se gosta muito, hoje foi dia de pegar a estrada até a serra gaúcha, em Carlos Barbosa. Numa rápida combinação por telefone, marcamos eu e o Pretto para o começo da tarde a nossa saída. Inicialmente iríamos até Garibaldi, depois no meio do caminho pegamos um pouco de chuva (sem estarmos devidamente preparados para isso – melhor assim, sem frescurada de motociclista), isso quando estávamos na RS453, perto do trevo para Imigrante. Uma rápida parada e resolvemos seguir em frente, mesmo com a chuva começando.

Andamos mais alguns kms e a chuva apertou, então a coisa ficou mais séria e tivemos de fazer uma parada estratégica junto ao ponto de ônibus, na beira da estrada. Tranquilo. Esperamos alguns minutos e logo a chuva passou e assim já podíamos seguir novamente em frente.

Uma parada num posto de gasolina para um café e logo já estávamos em Carlos Barbosa. Uma circulada pelo centro da cidade, outra parada para curtir o lugar. Só que em pouco tempo surgiram nuvens pretas bem carregadas e daí a coisa ficou feia mesmo. Não deu outra, tivemos de zarpar rapidinho para ainda tentar fugir da chuva no caminho de volta pela Rota do Sol. Conseguimos descer sempre a frente da tal chuva. A coisa estava tão a nosso favor que mais uma vez resolvemos mudar o roteiro, pegamos o caminho de volta descendo por Imigrante, na RS 129 (um belo caminho). Tive de parar em um posto para abastecer (meu tanque é menor do que o da moto do Pretto), então novamente as nuvens pretas nos alcançaram.

Segue o baile e sempre em frente! Seguimos descendo até lajeado, então como de costume uma paradinha básica na CNG Motors para espiar e pegar a benção de outras motos na vitrine da revenda. Depois era só seguir para casa novamente. Um trajeto que rola meio que no piloto automático para nós. Mas é sempre bom.

O que dizer mais? Foi uma tarde muito boa, bem aproveitada como sempre e ainda mais com o tal rally de fuga da chuva. Bacana. Essa provavelmente foi a nossa última trip de moto do ano de 2017, que foi sem dúvida um bom ano com várias aventuras viajando de moto por aí. E ano que vem tem mais – MUITO mais, e bem mais longe. Aguardem…

Valeu!

*Algumas img da trip de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Na festa de final de ano do Moto Clube Cabrones de Lajeado (RS)

Hoje foi dia de um rolê mais curto mas não menos interessante. Eu e o Pretto combinamos de ir na festa de final de ano do Moto Clube Cabrones (Lajeado / RS), saímos no começo da tarde com um sol danado de quente, mas OK, valia a pena. A entrada na festa era levar um brinquedo, que depois será doado em alguma ação de final de ano do moto clube (boa iniciativa).

O evento aconteceu num local muito bacana, a Associação Atlética da Prefeitura de Lajeado, que aliás, eu nem conhecia.  Fomos muito bem recebidos pelo pessoal do moto clube dos Cabrones, 0 local além de bonito contava com bastante árvores e portanto uma sombra muito bem-vinda num dia quente como o de hoje. Aliás, tava quente – já disse, prefiro mil vezes andar de moto em dias frios do que em dias de calor assim. Tinha lá ainda um truck food com o famoso cachorro quente do Carmelito, cerveja Rockabilly e muito rock ao vivo com a banda The Waynes. Convenhamos, belos ingredientes para uma festa e tanto.

Eu e o Pretto ficamos até perto do final da tarde quando então já era hora de voltarmos para casa antes de escurecer. O interessante desses encontros de motociclistas e especificamente aqui neste caso que em sua grande maioria eram “harleyros” – são as novas amizades e a boa conversa com outros motociclistas. Nessa hora é que se confirma mais uma vez aquela coisa de que é muito melhor encontros assim, onde não tem aquela função de motoqueiro cortando giro, fazendo zerinho e esse tipoi de chalaça, que na real acaba mais incomodando do que fazendo uma festa bacana.

Mais uma tarde incrível mesmo que tenhamos feito um percurso pequeno prá nós, mas já valeu. Foi muito bom. Aqui o que importava mesmo era a confraternização e o evento em si.

Desde já esperando pela próxima festiva dos Cabrones.

*Abaixo algumas imagens da empreitada de hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Tentando escapar da chuva

Mesmo com um clima de chuva e nada favorável ainda na sexta-feira de noite, deixamos mais ou menos combinado que no sábado, eu e o Pretto iríamos até Garibaldi. Também havia tratativas para o Vladi saindo de Porto Alegre nos encontrar pelo caminho. O sábado amanheceu sem chuva mas de cara cinza e de nuvens sinistras pelo céu. Como era cedo, ainda dava para mim dar as minhas voltas antes mesmo de chegar o horário marcado para a nossa saída e até lá conferir se ainda iríamos ou não mesmo com esse clima.

Passei na oficina do Jackson, meu mecânico habitual para deixar com ele umas peças e encontro por lá o Rafa (que não poderia ir hoje com a gente), junto com dois gringos argentinos e suas motos – uma HD Sportster 1200 e o outro com uma BMW GS 800. O Rafa encontrou esse pessoal ontem a noite parado no centro de Venâncio Aires, junto com mais uns 7 amigos, esse grupo está fazendo uma viagem da Argentina até Camburiú, em Santa Catarina, passando por vários lugares interessantes no trajeto. Estavam bem informados quanto a isso. Foram na oficina para um acerto no sistema elétrico de partida da HD, que apresentou problemas durante a viagem. Dica do Rafa.

Um bom momento para uma conversa com motociclistas estrangeiros. Enquanto o Jackson, que é o mecânico dava um trato na HD a gente foi batendo um papo. Eles queriam ir ainda pela manhã até Gramado. Até dei uma dica de um trajeto alternativo mais longo mas tbém bem mais interessante, que marcaram no seu GPS e ficaram de pensar.

Incrível como essa coisa de um ideal comum é muito bacana, foi muito fácil interagir com pessoas que curtem e compartilham de um mesmo interesse comum, ou seja, viajar/andar de moto. Conversamos rapidamente sobre várias coisas, o Jackson terminou o serviço no puro espírito da camaradagem de aventureiro nem cobrou pelo seu trabalho. Os gringos ficaram contentes e agora com o problema da moto deles resolvido seguiram para darem ainda algumas voltas pela cidade, passar na loja do Rafa para uma visita e um chimarrão e depois se reunirem com seus outros amigos no hotel antes de seguirem a viagem. Nos despedimos, desejei boa sorte e uma boa viagem para eles. Gente legal.

Chegando em casa ainda tinha de resolver com o Pretto se nós iríamos fazer a nossa trip até Garibaldi, já que o dia ainda estava cinza e com cara de chuva. Resolvemos seguir o combinado assim mesmo. Nos encontramos, uma rápida conversa enquanto abastecemos as motos e pé na estrada.

Seguimos para Lajeado, depois pegamos a Rota do Sol onde aconteceu o inusitado,  um caminhão de leite a nossa frente tinha um certo vazamento que borrifava ao vento um pouco de leite de vez em quando. Essa meleca impregnou as nossas viseiras do capacete enquanto estávamos atrás do caminhão. Tivemos de fazer uma parada em um posto de gasolina para limpar essa função. Seguimos em frente e chegando na parte do trajeto em que começa a subida de serra o céu escureceu e depois veio uma chuva de leve. Resolvemos parar em um abrigo de ônibus, no trevo de Imigrante (RS) para dar um tempo e ver se a chuva era apenas passageira ou não. Esperamos uns 15min e a chuva passou. Nesse meio tempo, enquanto ainda chovia, o tal grupo de motociclistas argentinos passa por nós em viagem (equipados p/ chuva) subindo a serra pela Rota do Sol, um caminho alternativo e mais longo para seus objetivos mas demonstrando que estavam mesmo com espírito de aventura e afim de rodar e conhecer novos lugares. Mazáh!

Voltamos para a estrada mas o asfalto molhado não ajudou muito, em pouco tempo já estávamos com os pés e calças molhadas. Seguimos assim mesmo. Fomos até Carlos Barbosa (RS), onde almoçamos. Nesse tempo o clima mudou para dia limpo e até o sol resolveu aparecer. Mas ao invés de irmos até Garibaldi resolvemos voltar mas passando por dentro de Teutônia e depois fazermos uma parada na cervejaria Salva, em Bom Retiro do Sul. Um pouco mais de conversa afinal não tínhamos pressa e nem compromisso algum no dia, depois seguimos o trajeto até Lajeado onde paramos para um confere nas vitrine de motos usadas na CNG. Daí era só voltar para casa.

Outro sábado incrível de viagem por aí. Valeu!

*Confira abaixo algumas imgs do rolê de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Campeão Mundial na Moto2 – Franco Morbidelli

O piloto ítalo-brasileiro Franco Morbidelli se sagrou campeão Mundial de Motociclismo na categoria da Moto2 2017. Um dos pupilo da academia VR46 Riders Academy (de Valentino Rossi), obteve esse ano 8 vitórias, 6 poles e 11 pódiuns.

Fica aqui felicitação por  esse grande feito de Franco Morbidelli!
Parabéns garoto.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Marco Simoncelli – 6 anos

E lá se vão 6 anos do acidente fatal do jovem e muito promissor piloto italiano da MotoGP, Marco Simoncelli (#58), na prova de Sepang, na Malásia em 2011. Tenho certeza de que esse cabeludo maluco teria feito ainda muitas provas incríveis pilotando sua moto no mundial. Justo quando estava numa fase crescente muito boa em sua carreira (já havia sido Campeão Mundial nas 250cc). Sempre fui seu fan, na real sou até hoje. Depois do Valentino Rossi, era um de mesu pilotos favoritos no mundial. Uma pena ter nos deixado tão cedo.  Um piloto com um excelente futuro nas pistas. Cabe ainda lembrar também de que engraçado vê-lo colocar o capacete naquela sua vasta cabeleira.

Fica aqui essa pequena homenagem.
Muito grato e valeu pelas inúmeras alegrias que deste ao torcer por você. E agora aos domingos fica aquela saudade de não vê-lo mais alinhando a moto 58 no grid de largada.

Descanse em paz Sic#58!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Não era prá ter sido assim, mas foi legal

Já na sexta-feira havia combinado com o Pretto um rolê bacanudo para sábado, mas o tempo pelo jeito não quis colaborar com a nossa combinação e o dia amanheceu nublado e pior, a previsão já nos dava a dica de que a chuva viria sim logo mais. Então não teve jeito, deixamos para uma outra oportunidade.

Como o previsto a chuva veio logo após o meio-dia. Veio forte. Azar,me foquei então em outros afazeres em casa mas lá pela metade da tarde a chuva parou, secou a rua e recebo uma msg do Pretto convidando para irmos na festa de 3 anos da Grillu – a skate shopp do amigo Fabrício. Eu disse blz, mas então antes vamos ao menos dar um rolê de moto, mesmo que não indo muito longe, só para matar a fome de andar de moto.

E assim foi, um rolê até Santa Cruz mas que já deu para curtir a estrada. Um pingo e outro no caminho mas não teve chuva. Na volta paramos para um chopp então na skate shopp do amigo, que estava com uma festa bem pegada com chopp artesanal, panchos, brindes, sorteio de tattoo e ainda rolou um palco livre. Baita festa. Muito boa.

Esse foi o rolê de hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Rolê de hoje: Estrela / Fazenda Vila Nova

Depois de uma semana com feriado de dia das Crianças e de vários dias de chuva, não poderia se esperar coisa diferente para hoje. O dia amanheceu com um chuvisqueiro murrinhento e tudo indicava de que não seria legal dar um rolê de moto nessa condições. Perto do meio-dia o chuvisqueiro parou e até apareceu o tal do sol. Fazia tempo que não dava as caras por aqui. Me empolguei e resolvi dar o meu rolê de moto. Hoje novamente sozinho, peguei a estrada e segui na direção de Lajeado, no caminho o céu deu uma fechada novamente, pensei que choveria em seguida, então resolvi seguir em frente até a chuva cair, daria meia volta e tomaria o rumo de casa.

A chuva não veio, o sol brilhou outra vez e segui em frente de boa. Entrei na cidade de Estrela, coisa que nunca faço porque normalmente é apenas uma caminho de passagem para quando pegamos a Rota do Sol ou então a 386 (Lajeado / POA). Dei umas voltas pela cidade, parei para conferir de perto a famosa revenda “fantasma” da Volkswagen (ver post específico sobre isso), que tem lá.  Circulei pelo centro da cidade, também fui até perto do rio, que aliás está bem cheio e inclusive dava para perceber isso já na travessia da ponte da divisa entre Lajeado e Estrela (a água está acima do nível do cais, com os guindastes na beira do rio).

Depois resolvi seguir em frente o caminho pela 386 e então o céu novamente fechou quando eu estava perto da entrada da cidade de Fazenda Vila Nova. Resolvi entrar, dei novamente uma circulada pela cidade e parei junto ao prédio da prefeitura que tem um parque ao lado. Uma caminhada pelo lugar e logo começou a chover. Fraco mas chovia. Dei um tempo, esperei a chuva parar. Me ajeitei para voltar para casa, assim que pego a estrada no rumo de casa a chuva para em definitivo e sol aparece mais uma vez. Ah! Foda-se, vou prá casa. Chega! Já deu o que tinha de dar esse rolê por hoje…rsrsrsrsr

Valeu e até a próxima!

*Confira abaixo fotos do rolê de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Rolê de hoje foi subir a serra gaúcha até Veranópolis

Assim que levando hoje pela manhã vejo uma mensagem no celular, era o Pretto me convocando para um rolê de moto com a saída ainda pela parte da manhã. O tempo estava legal, um pouco de cinza num dos cantos mas não parecia que viria a cair “aquela chuva”. Rapidamente me aprontei mas antes ainda tinha de resolver algumas coisas por aí e assim, um pouco depois das 10hs da manhã já tinha encontrado o Pretto, abastecido a moto e pronto para “zarpar”.

Saímos em direção de Lajeado com o objetivo de subirmos a serra gaúcha em direção de Bento Gonçalves e Veranópolis. Pimba! Como saímos cedo dava para seguirmos numa boa e sem pressa a bacanuda “Rota do Sol”, curtindo o dia e a estrada com as motos. Em Carlos Babosa, ainda na estrada, resolvemos fizer uma parada para um lanche que na real seria o nosso almoço. Depois seguimos para Bento Gonçalves e o que logo em chamou a atenção são as obras no trevo para quem vai para Caxias do Sul (depois de Garibaldi). Até que enfim resolveram ajeitar aquilo lá, sempre achei muito perigoso, desajeitado e desleixado para um trevo tão importante e movimentado aqui no estado.

Passamos por Bento, depois mais um tanto de trajeto em encosta de morros e chegamos na ponte “Ernesto Dornelles”, que fica na divisa entre Bento Gonçalves e Veranópolis e é também conhecida por ser o símbolo no logotipo do DAER. Uma parada no local para darmos uma olhada na ponte. Já estivemos aí esse ano, não lembro quando foi. Depois seguimos novamente em frente, no outro lado da margem novamente subindo e costeando morros. Acredito que nem preciso mencionar que é uma paisagem muito bonita e a viagem passa de boa.

Chegamos então no mirante do Paradouro 99, outra parada para curtir a vista e a paisagem, coisa de viajante. Um tempo para uma água, descansar e uma boa conversa, porque ainda teríamos de nos preparar para o trajeto de volta. A descida para casa foi tranquila, ainda fizemos uma breve parada para um cafezinho, abastecer as motos.

Outra sábado incrívelmente muito bem aproveitado viajando, pegando a estrada.O bom que dessa vez é que não fui sozinho. Muito grato por mais um grande dia na minha vida!

*Confiram uma sequência de imgs da empreitada de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Tentando escapar da chuva, mas não deu

Durante a semana a previsão marcava chuva para sábado e como tal, não foi nenhuma surpresa o dia estar cinza hoje. Mais uma vez sozinho na estrada, sai para os lados de Santa Cruz do Sul (287), quando a ideia de roteiro era ir até Pantano Grande. Claro que já no meio do caminho começaram os pingos de chuva, leve no começo mas depois a coisa ficou mais forte.

Ok, quem está na chuva é para se molhar. Segui até Santa Cruz do Sul, uma volta passando pelo trevo da Unisc, entro na cidade e a chuva para. Cruzo pela parte baixa e depois subo de volta pelo Grasel. Claro que a chuva está de volta outra vez mas daí já nem importa mais – mudança de planos, caminho de casa baby. As roupas molhadas me deixaram com frio (calça), então o melhor era não forçar uma gripe ou resfriado seguindo e frente. Já de volta em casa, um rápido banho quente e tudo resolvido. Mesmo que não tenha andado tanto quanto gostaria, valeu. Moto suja mas o coração satisfeito com mais essa breve aventura em duas rodas.

Keep on rock. Valeu!

*Algumas img da empreitada de hoje: