Tentando escapar da chuva

Mesmo com um clima de chuva e nada favorável ainda na sexta-feira de noite, deixamos mais ou menos combinado que no sábado, eu e o Pretto iríamos até Garibaldi. Também havia tratativas para o Vladi saindo de Porto Alegre nos encontrar pelo caminho. O sábado amanheceu sem chuva mas de cara cinza e de nuvens sinistras pelo céu. Como era cedo, ainda dava para mim dar as minhas voltas antes mesmo de chegar o horário marcado para a nossa saída e até lá conferir se ainda iríamos ou não mesmo com esse clima.

Passei na oficina do Jackson, meu mecânico habitual para deixar com ele umas peças e encontro por lá o Rafa (que não poderia ir hoje com a gente), junto com dois gringos argentinos e suas motos – uma HD Sportster 1200 e o outro com uma BMW GS 800. O Rafa encontrou esse pessoal ontem a noite parado no centro de Venâncio Aires, junto com mais uns 7 amigos, esse grupo está fazendo uma viagem da Argentina até Camburiú, em Santa Catarina, passando por vários lugares interessantes no trajeto. Estavam bem informados quanto a isso. Foram na oficina para um acerto no sistema elétrico de partida da HD, que apresentou problemas durante a viagem. Dica do Rafa.

Um bom momento para uma conversa com motociclistas estrangeiros. Enquanto o Jackson, que é o mecânico dava um trato na HD a gente foi batendo um papo. Eles queriam ir ainda pela manhã até Gramado. Até dei uma dica de um trajeto alternativo mais longo mas tbém bem mais interessante, que marcaram no seu GPS e ficaram de pensar.

Incrível como essa coisa de um ideal comum é muito bacana, foi muito fácil interagir com pessoas que curtem e compartilham de um mesmo interesse comum, ou seja, viajar/andar de moto. Conversamos rapidamente sobre várias coisas, o Jackson terminou o serviço no puro espírito da camaradagem de aventureiro nem cobrou pelo seu trabalho. Os gringos ficaram contentes e agora com o problema da moto deles resolvido seguiram para darem ainda algumas voltas pela cidade, passar na loja do Rafa para uma visita e um chimarrão e depois se reunirem com seus outros amigos no hotel antes de seguirem a viagem. Nos despedimos, desejei boa sorte e uma boa viagem para eles. Gente legal.

Chegando em casa ainda tinha de resolver com o Pretto se nós iríamos fazer a nossa trip até Garibaldi, já que o dia ainda estava cinza e com cara de chuva. Resolvemos seguir o combinado assim mesmo. Nos encontramos, uma rápida conversa enquanto abastecemos as motos e pé na estrada.

Seguimos para Lajeado, depois pegamos a Rota do Sol onde aconteceu o inusitado,  um caminhão de leite a nossa frente tinha um certo vazamento que borrifava ao vento um pouco de leite de vez em quando. Essa meleca impregnou as nossas viseiras do capacete enquanto estávamos atrás do caminhão. Tivemos de fazer uma parada em um posto de gasolina para limpar essa função. Seguimos em frente e chegando na parte do trajeto em que começa a subida de serra o céu escureceu e depois veio uma chuva de leve. Resolvemos parar em um abrigo de ônibus, no trevo de Imigrante (RS) para dar um tempo e ver se a chuva era apenas passageira ou não. Esperamos uns 15min e a chuva passou. Nesse meio tempo, enquanto ainda chovia, o tal grupo de motociclistas argentinos passa por nós em viagem (equipados p/ chuva) subindo a serra pela Rota do Sol, um caminho alternativo e mais longo para seus objetivos mas demonstrando que estavam mesmo com espírito de aventura e afim de rodar e conhecer novos lugares. Mazáh!

Voltamos para a estrada mas o asfalto molhado não ajudou muito, em pouco tempo já estávamos com os pés e calças molhadas. Seguimos assim mesmo. Fomos até Carlos Barbosa (RS), onde almoçamos. Nesse tempo o clima mudou para dia limpo e até o sol resolveu aparecer. Mas ao invés de irmos até Garibaldi resolvemos voltar mas passando por dentro de Teutônia e depois fazermos uma parada na cervejaria Salva, em Bom Retiro do Sul. Um pouco mais de conversa afinal não tínhamos pressa e nem compromisso algum no dia, depois seguimos o trajeto até Lajeado onde paramos para um confere nas vitrine de motos usadas na CNG. Daí era só voltar para casa.

Outro sábado incrível de viagem por aí. Valeu!

*Confira abaixo algumas imgs do rolê de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Campeão Mundial na Moto2 – Franco Morbidelli

O piloto ítalo-brasileiro Franco Morbidelli se sagrou campeão Mundial de Motociclismo na categoria da Moto2 2017. Um dos pupilo da academia VR46 Riders Academy (de Valentino Rossi), obteve esse ano 8 vitórias, 6 poles e 11 pódiuns.

Fica aqui felicitação por  esse grande feito de Franco Morbidelli!
Parabéns garoto.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Marco Simoncelli – 6 anos

E lá se vão 6 anos do acidente fatal do jovem e muito promissor piloto italiano da MotoGP, Marco Simoncelli (#58), na prova de Sepang, na Malásia em 2011. Tenho certeza de que esse cabeludo maluco teria feito ainda muitas provas incríveis pilotando sua moto no mundial. Justo quando estava numa fase crescente muito boa em sua carreira (já havia sido Campeão Mundial nas 250cc). Sempre fui seu fan, na real sou até hoje. Depois do Valentino Rossi, era um de mesu pilotos favoritos no mundial. Uma pena ter nos deixado tão cedo.  Um piloto com um excelente futuro nas pistas. Cabe ainda lembrar também de que engraçado vê-lo colocar o capacete naquela sua vasta cabeleira.

Fica aqui essa pequena homenagem.
Muito grato e valeu pelas inúmeras alegrias que deste ao torcer por você. E agora aos domingos fica aquela saudade de não vê-lo mais alinhando a moto 58 no grid de largada.

Descanse em paz Sic#58!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Não era prá ter sido assim, mas foi legal

Já na sexta-feira havia combinado com o Pretto um rolê bacanudo para sábado, mas o tempo pelo jeito não quis colaborar com a nossa combinação e o dia amanheceu nublado e pior, a previsão já nos dava a dica de que a chuva viria sim logo mais. Então não teve jeito, deixamos para uma outra oportunidade.

Como o previsto a chuva veio logo após o meio-dia. Veio forte. Azar,me foquei então em outros afazeres em casa mas lá pela metade da tarde a chuva parou, secou a rua e recebo uma msg do Pretto convidando para irmos na festa de 3 anos da Grillu – a skate shopp do amigo Fabrício. Eu disse blz, mas então antes vamos ao menos dar um rolê de moto, mesmo que não indo muito longe, só para matar a fome de andar de moto.

E assim foi, um rolê até Santa Cruz mas que já deu para curtir a estrada. Um pingo e outro no caminho mas não teve chuva. Na volta paramos para um chopp então na skate shopp do amigo, que estava com uma festa bem pegada com chopp artesanal, panchos, brindes, sorteio de tattoo e ainda rolou um palco livre. Baita festa. Muito boa.

Esse foi o rolê de hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Rolê de hoje: Estrela / Fazenda Vila Nova

Depois de uma semana com feriado de dia das Crianças e de vários dias de chuva, não poderia se esperar coisa diferente para hoje. O dia amanheceu com um chuvisqueiro murrinhento e tudo indicava de que não seria legal dar um rolê de moto nessa condições. Perto do meio-dia o chuvisqueiro parou e até apareceu o tal do sol. Fazia tempo que não dava as caras por aqui. Me empolguei e resolvi dar o meu rolê de moto. Hoje novamente sozinho, peguei a estrada e segui na direção de Lajeado, no caminho o céu deu uma fechada novamente, pensei que choveria em seguida, então resolvi seguir em frente até a chuva cair, daria meia volta e tomaria o rumo de casa.

A chuva não veio, o sol brilhou outra vez e segui em frente de boa. Entrei na cidade de Estrela, coisa que nunca faço porque normalmente é apenas uma caminho de passagem para quando pegamos a Rota do Sol ou então a 386 (Lajeado / POA). Dei umas voltas pela cidade, parei para conferir de perto a famosa revenda “fantasma” da Volkswagen (ver post específico sobre isso), que tem lá.  Circulei pelo centro da cidade, também fui até perto do rio, que aliás está bem cheio e inclusive dava para perceber isso já na travessia da ponte da divisa entre Lajeado e Estrela (a água está acima do nível do cais, com os guindastes na beira do rio).

Depois resolvi seguir em frente o caminho pela 386 e então o céu novamente fechou quando eu estava perto da entrada da cidade de Fazenda Vila Nova. Resolvi entrar, dei novamente uma circulada pela cidade e parei junto ao prédio da prefeitura que tem um parque ao lado. Uma caminhada pelo lugar e logo começou a chover. Fraco mas chovia. Dei um tempo, esperei a chuva parar. Me ajeitei para voltar para casa, assim que pego a estrada no rumo de casa a chuva para em definitivo e sol aparece mais uma vez. Ah! Foda-se, vou prá casa. Chega! Já deu o que tinha de dar esse rolê por hoje…rsrsrsrsr

Valeu e até a próxima!

*Confira abaixo fotos do rolê de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Rolê de hoje foi subir a serra gaúcha até Veranópolis

Assim que levando hoje pela manhã vejo uma mensagem no celular, era o Pretto me convocando para um rolê de moto com a saída ainda pela parte da manhã. O tempo estava legal, um pouco de cinza num dos cantos mas não parecia que viria a cair “aquela chuva”. Rapidamente me aprontei mas antes ainda tinha de resolver algumas coisas por aí e assim, um pouco depois das 10hs da manhã já tinha encontrado o Pretto, abastecido a moto e pronto para “zarpar”.

Saímos em direção de Lajeado com o objetivo de subirmos a serra gaúcha em direção de Bento Gonçalves e Veranópolis. Pimba! Como saímos cedo dava para seguirmos numa boa e sem pressa a bacanuda “Rota do Sol”, curtindo o dia e a estrada com as motos. Em Carlos Babosa, ainda na estrada, resolvemos fizer uma parada para um lanche que na real seria o nosso almoço. Depois seguimos para Bento Gonçalves e o que logo em chamou a atenção são as obras no trevo para quem vai para Caxias do Sul (depois de Garibaldi). Até que enfim resolveram ajeitar aquilo lá, sempre achei muito perigoso, desajeitado e desleixado para um trevo tão importante e movimentado aqui no estado.

Passamos por Bento, depois mais um tanto de trajeto em encosta de morros e chegamos na ponte “Ernesto Dornelles”, que fica na divisa entre Bento Gonçalves e Veranópolis e é também conhecida por ser o símbolo no logotipo do DAER. Uma parada no local para darmos uma olhada na ponte. Já estivemos aí esse ano, não lembro quando foi. Depois seguimos novamente em frente, no outro lado da margem novamente subindo e costeando morros. Acredito que nem preciso mencionar que é uma paisagem muito bonita e a viagem passa de boa.

Chegamos então no mirante do Paradouro 99, outra parada para curtir a vista e a paisagem, coisa de viajante. Um tempo para uma água, descansar e uma boa conversa, porque ainda teríamos de nos preparar para o trajeto de volta. A descida para casa foi tranquila, ainda fizemos uma breve parada para um cafezinho, abastecer as motos.

Outra sábado incrívelmente muito bem aproveitado viajando, pegando a estrada.O bom que dessa vez é que não fui sozinho. Muito grato por mais um grande dia na minha vida!

*Confiram uma sequência de imgs da empreitada de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Tentando escapar da chuva, mas não deu

Durante a semana a previsão marcava chuva para sábado e como tal, não foi nenhuma surpresa o dia estar cinza hoje. Mais uma vez sozinho na estrada, sai para os lados de Santa Cruz do Sul (287), quando a ideia de roteiro era ir até Pantano Grande. Claro que já no meio do caminho começaram os pingos de chuva, leve no começo mas depois a coisa ficou mais forte.

Ok, quem está na chuva é para se molhar. Segui até Santa Cruz do Sul, uma volta passando pelo trevo da Unisc, entro na cidade e a chuva para. Cruzo pela parte baixa e depois subo de volta pelo Grasel. Claro que a chuva está de volta outra vez mas daí já nem importa mais – mudança de planos, caminho de casa baby. As roupas molhadas me deixaram com frio (calça), então o melhor era não forçar uma gripe ou resfriado seguindo e frente. Já de volta em casa, um rápido banho quente e tudo resolvido. Mesmo que não tenha andado tanto quanto gostaria, valeu. Moto suja mas o coração satisfeito com mais essa breve aventura em duas rodas.

Keep on rock. Valeu!

*Algumas img da empreitada de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Rolê de 20 de Setembro (feriado no RS)

Nada como uma quarta-feira com um feriado de sol para se aproveitar o dia. Em tempo, feriado de 20 de setembro aqui no Rio Grande do Sul (Revolução Farroupilha). Depois de uma belo almoço de família com um “carreteiro” no capricho, especialmente feito pela minha mãe em função desta data de celebração das tradições gaúchas, era hora de pegar a estrada para um rolê de moto.

Como já disse, dia de sol. Muito sol. Perecia um dia de verão, o que automaticamente torna o ato de andar de moto todo equipado uma coisa não tão agradável. Dando um jeito aqui e ali, simbora aproveitar o dia. Fui sozinho outra vez, aliás, faz tempo que tenho andado sozinho.

Sai em direção à Lajeado /RS (RS-130), uma rápida passada por dentro da cidade e depois o caminho da 386, já em direção de Bom retiro e Fazendo Vilanova. A ideia era rodar pela boa 386 entre Lajeado e Tabaí (curto essa parto do trajeto). Apesar de agora estarem com alguns trechos em reforma e outros ainda em construção, é muito boa, sem falar de que o limite é de 100km/h. Beleza!

Chegando na parte no final dela onde se encontra com a 287 (que essa eu não curto), tem a Casa do Mel e do outro lado uma fruteira que faz um suco de frutas muito bom, na hora. Puramente em função do calor a opção de hoje foi parar no suco. Uma boa sombra, um pit stop mais do que providencial por causa do calor. Depois do refrescada na moleira com suco gelado era hora de tomar o caminho de volta, poderia escolher entre dois caminhos, a merda da 287 ou então, o mesmo que eu fui. Ok. Voltei pela via dupla da 386, o mesmo trajeto da ida que além de ter um visual mais bonito, a pista do asfalto é bem melhor.

É claro que hoje ao longo do caminho, em vários momentos encontrei na beira da estrada gaúchos pilchados cavalgando em grupo em função dos festejos do 20 de setembro. Claro que tudo sempre com um aceno e uma buzinada, em respeito a esses que cultivam mais do que ninguém as tradições dessa terra.

No mais, apenas tirando o forte calor foi tudo de boa, um ótimo passeio de moto.
Valeu!

*Algumas imgs do rolê de moto de hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mariante

Com a chuva rolando quase sem parar desde a sexta-feira, o final de semana teve uma vibe totalmente diferente, meio que somente entre 4 paredes, mas OK, dias assim quando bem aproveitado também tem o seu lado bom.

No domingo pela manhã a chuva deu uma pequena trégua, a rua até deu uma certa secada e então resolvi pegar minhas coisas rapidamente (antes de vir a voltar chover) para uma breve saída de moto. Mas não fui rápido o bastante, o que até foi bom e providencial, porque antes mesmo de fechar a porta de casa o tempo já voltou ao seu modo “rain” outra vez. Tive então de apelar para a paciência e esperar. Dito e feito, sabia que uma outra “janela” de tempo sem chuva iria acontecer logo mais. Assim foi, por volta das 11hs da manhã o tempo novamente deu uma firmada e se eu me apressasse dessa vez, “talvez” até daria tempo de matar a vontade de rodar de moto, nem que fosse por um rolê de alguns kms – só para poder tirar a moto da garagem.

Desse vez deu certo, planejei ir ao menos até a ponte de Mariante e voltar. Já seria mais do que suficiente. Tomei o caminho e mesmo com o dia nublado estava legal para andar de moto, mas não deu outra, depois de um tempo e já quase em Mariante, a chuva veio. Tudo bem, já tinha contabilizado essa possibilidade e até que fui longe se me molhar levando em conta a situação do clima. Não tive opção, dei meia volta e tomei o rumo de casa. Não fui com roupa de chuva nem nada disso. Aventura de verdade não requer muito cálculo e programação – apenas vá e tente se divertir o melhor que puder! Foi o que fiz e afinal, é só um banho de chuva mesmo. Quando estou chegando de volta no trevo da cidade, a chuva para novamente… rsrsrssrsr. Faz parte.

Teve rolê mesmo que no domingo e com um pouco de chuva, mas valeu e foi bom para dar uma acalmada nessa ansiedade de andar de moto.
Keep on rock! \m/

*Fotos da empreitada

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Rolê de hoje: Imigrante / Colinas / Carlos Barbosa / Rota do Sol

Este sábado foi novamente dia de rolê solitário de moto. Tranquilo! Como não dependia de nada nem ninguém, resolvi que iria sair ainda pela manhã, antes mesmo do meio-dia e almoçar depois em algum lugar no caminho. Mas para onde?

Sai novamente em direção de Lajeado sem pensar muito (gosto bem mais de ir nessa direção do que para os lados de Santa Cruz), me dá uma sensação mais bacanuda, seja para onde for. Só que a coisa não saiu bem como o combinado comigo mesmo, já no caminho para Lajeado o estômago deu uma resmungada forte de fome. Resolvi então passar no Carmelito, como fiz na semana passada depois de mais de ano em jejum dessa parada. Acho que ainda não saciei o desejo do cachorro quente deles. Cheguei lá mas havia uma fila enorme até a calçada. No way! Bem, que se foda, minha fome pode esperar. Segue o baile. Vamos em frente.

O parâmetro do rolê agora passou a ser medido pela fome e onde eu iria parar para comer. Resolvi tomar o caminho de subir a serra mas não pela evidente “Rota do Sol”, escolhi subir por Imigrante e Colinas, um caminho um pouco mais longo mas não menos bonito e interessante. A fome poderia esperar.

Já que o dia hoje amanheceu com cara de chuva, meio que numa vibe cinza nublado, até coloquei uma jaqueta (iria sem) só por causa dessa possibilidade de pegar chuva em algum momento pelo caminho. Mas depois a medida que eu rodava em frente e o tempo foi avançando a possibilidade de chuva se dissipou e o Sol “pegou folha” (como se diz na rinha de galo), e ficou bem mais pujante, passei calor. Faz parte.

Já no caminho de Imigrante/RS, a cidade das bicicletas decorativas nas calçadas, fiz uma parada em uma praça perto da ponte sobre os trilhos do trem. Uma referência a trip semana passada quando da minha empreitada em Roca Sales/RS, só que dessa vez não tentei chegar até os trilhos. Dessa vez dei só uma conferida, umas fotos e rra isso para hoje…rsrsrsrs.

Seguindo em frente, que para variar a rota passa por lugares com um visual incrível – taí o segredo dessa vontade de andar de moto por aí todos os finais de semana (cada lugar bonito e interessante), logo já estava em Colinas, que em seguida já tem um trecho de subida mais acentuada que leva até o trevo para a Rota Do Sol. Claro que ainda não era hora de voltar, segui adiante subindo até perto de Carlos Barbosa. Almocei no La Cantinela (show – sanduíche de gigante de copa) e então com a fome “muito bem'” resolvida, o rolê tinha de prosseguir. Agora era só rodar mais um pouco por ali e depois voltar pela Rota do Sol até Estrela / Lajeado e V.Aires. Pimba! Caminho que a minha moto já faz quase sozinha.

Valeu! Outro daqueles dias bem aproveitados rodando por aí.

*Hey curioso! Abaixo algumas fotos do rolê de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Rolê até Vespasiano Correa

Enfim o sábado chegou e comod e costume, dia de pegar a estrada. Já sabia que hoje seria um daqueles dias de rolê de moto solitário, então preparei a cãmera e já saí de casa focado de que iria parar pelo caminho,onde desse na telha. E assim foi.

Como iria sozinho nem me preocupei com horário, por volta das 11h  da manhã já tinha dados todas as minhas voltas e estava com a motocicleta preparada com tudo pronto para zarpar. a ideia inicial era sair meio que sem rumo, apenas decidi que seria na direção de Lajeado. Tudo porque faz um bom tempo que queria comer novamente o famoso cachorro quente do Carmelito. Dia bonito de sol, com cara de verão. Peguei a estrada e fui de boa até Lajeado. Ainda parei no caminho porque queria ver uma santa ao lado de um prédio abandonado, que me chama a atenção toda vez que passo por ali. Estava sozinho, ninguém iria reclamar dessa parada então. Depois fui direto no Carmelito, já estava com bastante fome e nessa hora perto do meio-dia, já tinha uma grande fila. Mas beleza, vale a pena (fica a dica)! Depois de matar o desejo desse “almoço”, na hora de pegar a moto para seguir a trip, chega um grupo de motociclistas de Caxias do Sul que também estavam focados nessa mesma empreitada do cachorro quente…rsrsrssr

Trocamos uma ideia rápida e já que eles estavam todos de Harley Davidson e estacionaram ao lado da minha moto, daí uma coisa já puxa a outra. Mas era hora de seguir em frente. Mesmo com o sol a pino atravessei a cidade e tomei a direção da RS-130 para Arroio do Meio -RS, depois pela RS-129 fui até Roca Sales – RS, onde passei pela ponte de entrada da cidade e fui até o centro da cidade. daí a aventura começou, resolvi que iria até os trilhos do trem que cruzam a cidade num elevado. Estacionei parto de um trecho desses e procurei um lugar menos íngreme para subir. Tinha muito mato e cascalho no chão,não seria fácil e se por acaso escorregasse, renderia um belo de um tombo. Numa primeira tentativa de subida a coisa não foi boa, era um bom local mas muito íngreme o terreno e na metade da subida já dei uma boa escorregada. Resolvi descer e procurar algum outro lugar melhor, com menos mato ao redor para essa subida. Um garoto que passava me deu uma boa dica de um local mais adiante. Chegando lá percebi que a dica foi boa mas a subida ficava dentro de uma propriedade particular ao lado da passagem dos trilhos e portão estava fechado. Mas não desisti. Segui com minhas pesquisas então encontrei um legar melhor para meus dotes de escalada alpina. Báh! E como valeu, porque foi bem legal caminhar nos trilhos do trem, fiz várias fotos e caminhei até um túnel. A empreitada rendeu. Depois voltei e peguei a moto e fui até a uma praça em frente a igreja que eu já conhecia, de outras passadas pela cidade. Descansei um pouco do sol numa bela sombra e como já disse, o dia hoje foi como de verão e ainda mais, tinha um bom ventinho. … (Já repararam que toda cidade de interior sempre tem uma praça em frente a igreja matriz e um hospital ao lado. Sim, uma sorveteria tem de estar por ali também). Ainda nessa função de estar ali na praça, novamente vi os prédios antigos e abandonados que há ao lado do hospital e eu curto bastante. Acho eles muito bonitos, uma pena o estado em que se encontram atualmente, mas deveriam de ser uns belos prédios em seu tempo de glória. Toda vez que passo por ali, dou uma olhada neles da calçada, vejo o pátio e fico imaginando mil histórias…

Mesmo que estivesse bom, sem pressa ou compromisso algum e com todo tempo do mundo, curtindo bastante essa função toda, eu queria seguir em frente. Decidi em meu descanso que iria ainda até Vespasiano Correa /RS. Então de volta para a moto saí da cidade pela ponte e já estava outra vez na RS-129, agora na direção de Encantado /RS, onde só passei, não entrei na cidade e o mesmo quando em Muçum /RS. Esse trajeto é muito bom de andar e bonito, já tem aquela coisa de subida de serra, vários trechos com 3 pistas e daí a viagem já fica mais interessante. O movimento na estrada estava de boa, poucos caminhões e dessa vez nenhum perrengue, o que torna tudo mais agradável ainda.

Em Vespasiano Correa eu curto bastante aquela entrada da cidade, que aliás é bem mais bonita no outono e começo de inverno, do que agora, muito por causa das árvores ao redor da estradinha. Mas isso é somente uma opinião.

Depois de tudo isso o negócio era fazer todo esse trajeto de volta, o que de forma alguma é uma coisa ruim, pelo contrário, é muito bom. Cara, hoje foi sensacional e é sempre um grande prazer andar de moto, idependente da condição do clima, tempo e o escambau. Que curte e gosta disso,me entende muito bem.

É claro que tenho mais fotos e aconteceram tantas outras coisas nesse dia de estrada, parei em mais lugares, conversei com outras pessoas, mas foda-se, isso aqui não é o “Meu querido diário”, então fiquem com esses comentários e quem sabe dêem um jeito de pegarem a estrada também para qualquer lugar, longe ou perto, não importa. O que importa é sair do lugar comum. Ver coisas novas, outros lugares e ter novas sensações. Flw.

Grato por mais um sábado incrível na estrada.

*Confira algumas imagens da trip de moto de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Cara, sensacional o dia de hoje! Sei lá o que houve,mas com certeza os deuses conspiraram para ser um dia tão bom para se pegar a estrada de moto nesse sábado. A nossa empreitada dessa vez começou cedo. As 10h30  já estávamos no posto enchendo o tanque para partirmos para mais um rolê de moto, eu, Pretto, Rafa e o Luís Carlos. O roteiro da vez era subirmos até Carlos Barbosa via Montenegro e depois voltarmos pela Rota do Sol.

Como o previsto saímos mesmo no horário combinado, tomamos o rumo da RS 287 em direção a Montenegro/RS. Essa viagem é um tanto sem graça porque andamos por ela muito seguido e vou aproveitar e dizer uma coisa – “que estrada ruim”. Não curto andar por aqui. Mas é caminho. Tudo tranquilo nesse trajeto, até fizemos uma rápida parada para um suco natural em uma tradicional tenda do caminho. Sim, tem de curtir o todo da coisa, não é só andar de moto.

Depois seguimos até o trevo para Montenegro, seguimos em frente até chegarmos na rotatória para Barão/RS. Daí sim a coisa começa a ficar legal de verdade, a paisagem muda, o roteiro vira para um visual muito mais agradável e até o asfalto passa a ter uma qualidade melhor, inclusive o tráfego também dá uma diminuída. Mas aqui cuidado, é um dos trechos da região com a maior quantidade de curvas que conheço e nesse sentido em que estávamos seguindo, é em ritmo de subida. E como é bom andar de moto em um lugar assim…báh!

No caminho ainda paramos para dar uma conferida no túnel de Salvador do Sul/RS (sim, esses tempos mesmo estivemos lá junto com o Vladi, Fabi e o Paulão), desse vez era a hora de mostrarmos então o lugar para os nossos outros amigos. Então ali rola aquela coisa de aventura turística local, a gente se saí do asfalto (numa curva bem perigosa – eu diria – muito cuidado aí, hein!), em frente a um casaão antigo (vermelho e branco). Tem placas na beira da estrada indicando o local como parte da “Rota Colonial de Linha Stein” – em Salvador do Sul. Se liga nisso. O cara sai da estrada, pega essa estradinha de chão lateral, depois anda por um pequeno trecho de estrada pavimentada (tem um descida bem inclinada), mais um pouco de estrada de chão por entre paredes de pedra e daí se chega no tal túnel. Aliás, muito bacana de passar, é uma escuridão total, o que salva é a luz da moto. O túnel é antigo e não tem iluminação alguma. Muito legal. Já do outro lado tem uma cascatinha e algumas placas de informação. Dessa vez não descemos na cascatinha e nem nos embrenhamos caminhando pelo mato ao redor. Mas taí um lugar bem interessante de se conhecer, fica a dica!

Depois disso voltamos para o roteiro original, pegamos novamente o caminho na estrada 470 e seguimos em subindo em frente, passando então pela cidade de Barão, rumo até Carlos Barbosa/RS. Não entramos na cidade, apenas passamos ao largo já em direção ao trevo de Garibaldi/RS, onde pegamos a direção no sentido de volta (descida da serra), na Rota do Sol. O objetivo aqui era descermos até um posto de gasolina que tem uma lancheria incrível e lá travarmos uma batalha contra um delicioso e delicioso gigante sanduíche de pão colonial (de copa ou salame) – coisa de gringo, é muito bom. Hey! Outra dica grátis aqui do blog para esse roteiro……huahuahaua.

Depois desse farto almoço – a essa altura já era tipo 14h30, quando almoçamos. Começamos o trajeto de volta para casa. Mas dessa vez havia um porém, o rafa avisou de que haveria um encontro de “Harleyros” (Harley Davidson) na cervejaria da Salva, em Bom Retiro do Sul/RS. Ok, resolvemos passar por lá então! Tudo tranquilo, bastou continuarmos descendo em nosso caminho normal e quando chegamos em Teutônia/RS, mudamos a direção no trevo do acesso da cidade no sentido de Fazendo Vilanova, pela RS-128, para chegarmos então na 386. Aí era seguir em frente até perto da entrada de Bom Retiro do Sul, onde fica a cervejaria da Salva, local de onde estava acontecendo o encontro de motociclistas. Isso só acrescentou mais pontos bons nessa tarde sensacional de sábado. O que já estava sensacional, ficou melhor ainda.

Chegando lá encontramos vários outros amigos de Venâncio Aires que andam junto com a gente de vez em quando (Professor, Bolinha, etc…). Muito bom. Várias motos legais, pena que chegamos um pouco depois que a banda Mother Sin havia tocado (também são meus amigos os músicos). Nessa hora o sol já estava ardendo na cabeça e ficar ali de bobeira com a galera no calorão bem em frente a uma fábrica de cerveja, tendo que pegar a estrada para casa logo mais, não era uma boa ideia no momento. Putz! Que droga. E a tentação era grande de ficar ali mais um tempo e tomar de boas vários copos de cerva bem gelada. O clima estava perfeito e ainda tem mais essa, é muito boa essa cerveja….

Mas tudo bem, não dava. Vamos respeitar a lei a dirigir são! Ninguém da galera bebeu, voltamos para a estrada e seguimos o caminho de casa. Assim que chegamos em V.Aires, fomos direto para uma choperia. Daí sim. Agora vai…

Claro que teve muito mais coisa nessa tarde incrível, mas o saldo foi imensamente positivo, recheado de belíssimas paisagens por onde passamos, ronco da moto como sinfonia nos ouvidos, a pareceria legal e o melhor – tudo sem nenhum perrengue ou entrevero e todo mundo faceiro, são e salvo, de volta em casa.

Valeu e muito satisfeito por mais um dia de aventura para a vida!

 

*Abaixo, a sei lá quem interessar possa, algumas imagens desse rolê de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Rolê de manutenção – tiro curto

Ontem, sábado, fez um belo dia de sol com uma temperatura amena de inverno, muito bom para andar de moto. Mesmo assim o rolê foi apenas de manutenção, coisa pouca. Tudo porque eu iria em um evento – “encontro de cervejeiros” da Cervale, que tem um limitado número de convites (sim, conseguiu o meu), e a coisa toda começava cedo, ainda na tarde. Assim eu não teria uma boa margem de tempo para dar um rolê mais extenso. Mas tranquilo, de qualquer forma foi uma tarde muito bem aproveitada, pude trocar uma ideia melhor de mais tempo com o meu amigo Pretto, dar um curto rolê de moto até Passo do sobrado e Vale Verde e voltar a tempo ainda de ir no evento de cervejeiros da região.

Só para manter a ritualística aqui do blog, abaixo algumas imgs do mini-rolê deste final de semana. Um tiro curto é verdade, só para não deixar passar em branco e perder o costume.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Um rolê até Triunfo

Outro sábado incrível para um belo rolê de motos com os amigos. Dessa vez eu, o Rafa e Luís Carlos, saindo no começo da tarde  para uma empreitada que fiz esses tempos com outros amigos e agora procuramos repetir a dose, só que eles ainda não conheciam esse roteiro. Fomos até Triunfo com o intuito de atravessar o rio Jacuí com as nossas motos pela balsa. Taí uma boa dica para você também pegar a estrada e fazer essa função. Vale a pena para quem curte uma aventura de leve, pode ser de carro mesmo, não precisa ser como nós, que fomos de moto. Quem gosta de pegar a estrada, descobrir novos lugares, ver novas paisagens, deveria conferir essa.

A empreitada começa daqui seguindo para Passo do Sobrado, logo depois vem Vale Verde (RS 244), daí seguindo adiante até General Câmara, onde fizemos uma parada estratégica para uma água, um café e banheiro. Depois seguimos adiante onde tem a ponte do Rio Jacuí. Dessa vez ao invés de cruzarmos direto a ponte rumo à São Jerônimo, resolvemos dar uma brecada no roteiro. Descemos até as margens do rio Jacuí, logo embaixo da ponte numa prainha que tem por lá. Uma parada rápida, algumas fotos, conversa fiada e retomamos o roteiro inicial novamente. Em frente e avante até São Jerônimo (RS), onde entramos na cidade e depois pegamos uma breve trecho de estrada de chão até o ancoradouro da balsa de veículos, para então atravessarmos o rio e assim chegar em Triunfo (RS), na outra margem.

Travessia tranquila, sem nenhum perrengue, aliás, nem precisamos esperar muito na fila pela chegada da balsa e ser a nossa vez. Ah! Só por curiosidade, o custo para cada moto é de R$2,55 e a travessia em si leva apenas alguns minutos (sei lá, calculo a grosso modo algo em torno de uns 10 min). Outra informação pertinente é a de que esses serviço de travessia para veículos funciona 24hs por dia e a cada meia hora tem saída de balsa.

Chegando na outra margem, já em Triunfo (cidade histórica do Rio Grande do Sul – por causa da Revolução Farroupilha –  terra onde nasceu Bento Gonçalves), demos uma passada na praça da Igreja Bom Jesus (erguida em 1754), outra parada, uma curtida no local e depois seguimos em frente.

Agora vem outra coisa interessante para deixar de recado aqui… Cara! Como eu curto esse trajeto da RS 470 que liga Triunfo até até a 287 (pertinho do trevo que bifurca o caminho para Montenegro ou Porto Alegre). Um asfalto bom com uma pista muito legal e uma  paisagem de campo bonita, inclusive com vários trechos de árvores ao redor da pista. Sério, é muito legal. É bom andar de moto ali, dá aquela sensação clichê de “liberdade” de comercial de moto que os comerciais de TV tentam te empurrar guela abaixo – sentir o vento e tal…. rsrsrsrsrssrs
Ah! ali tem isso…kkkkk. Tudo bem que eu também curto bastante os caminhos da serra, aliás, os “mais” bonitos aqui do sul com certeza, mas esse meu chapa, tem uma vibe muito legal também. Mas só sabe quem por ali passa. Pronto, falei!

Daí com a turma já na tradicional 286, que é o caminho master POA/ V.Aires e já rodamos tantas vezes por ali, demos uma parada na Casa do Mel (outra boa dica para viajantes – anote aí, tem um ótimo pastel). Não, isso aqui não é jabá de blog. é dica mesmo!

De resto era então voltarmos para casa. Só que agora teríamos de enfrentar uma situação ruim, diga-se, é que nesse horário de final de tarde o sentido da viagem que teríamos pela frente é todo com o sol batendo direto no rosto/olho. e quando digo direto, é direto mesmo. Putz, não tem como. É assim e foda-se. Mas tudo OK, faz parte.

Tudo tranquilo, mais um rolê que durou a tarde toda e fomos de boa, sem pressa nem correria. mais um sábado MUITO bem aproveitado, acredite-me. Thanks.

Ah! Ia já me esquecendo. Sim, teve aquele momento engraçado-motocicletêichãn-imbecil-da-vez novamente, foi quando na ida estávamos ainda antes de General Câmara e dois motoqueiros de CG nos ultrapassam completamente deitados – retinhos, tipo o Ultraman voando), só de bermuda e chinelos…..kkkkkkk. Cara, pelo jeito ainda vai ter o dia em que vou ver um belo tombo de um desses garotos abilolados cairem (e não é praga minha! Sério!). A coisa é muito louca, eles deveriam estar a mais de 100km/h naquela pose. E claro que isso é um fenômeno psicológico que merece ser estudado ainda –  o garoto vês alguns motociclistas passarem em grupo por eles, daí automaticamente deve ocorrer um start qualquer no seu cérebro que liga alguma enzima maluca que o faz ter prazer de se submeter a um exercício extremo de “enrolação-de-cabo-plus” em sua CG e nos ultrapassar de qualquer modo, cusrte o que custar, para provar alguma coisa – que eu realmente não sei o que é…kkkk Talvez isso seja um ritual xamãnico-on-the-road qualquer que eu desconheça. Mas acontece, ah… acontece. e seguido!

*Abaixo algumas imagens da empreitada de hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Feriado, inverno com dia de sol e uma boa tarde para repor as energias

Hoje 25 de julho, dia do colono e motorista e também data de feriado municipal em Venâncio Aires /RS – se bem que a data oficial do município é o 11 de maio, mas mudam até isso hoje em dia, vá entender uma coisa dessas… De qualquer forma, foi dia de folga e portanto dia de pegar a estrada de moto. Dessa vez sozinho mesmo, um rolê tranquilo e não muito longe, até Herveiras (já comentei várias vezes – lugar du caramba para andar de moto), mas já de bom tamanho para curtir e repor as energias junto de belas paisagens e lugares.

Quando ando sozinho aproveito para fazer mais paradas. E aliás, nem sempre fotografo essa função. Na real esse tipo de momento bacana tem de ser é aproveitado e curtido, registrá-los já é outra coisa. Aqui entra aquele tipo de ideia de que nem sempre necessário, por mais belo ou intenso que seja, de se fotografar, filmar ou o escambau. Registra na memória, guarde as sensações.

Se nessa voltas de moto vejo um lugar que de alguma forma me chama a atenção e eu venha a curtir, eu paro. Foda-se! Até porque de moto é mais fácil mesmo do que quando se está viajando de carro. Encosta de canto aqui ou ali e deu. Claro, com cuidado e atenção, onde não prejudique o trânsito e tal. Dai desço e boto o pé no trecho. Assim nessa função, hoje acabei subindo em dois morros de pedra e ainda também caminhei por um mato que havia na beira da estrada, só porque percebi que daria para uma bela vista de um vale mais adiante, logo abaixo.

Foi uma tarde interessante e sempre é bom um pouco de aventura. Saí cedo, no começo da tarde justamente para ter mais tempo para aproveitar esse rolê. Nenhum problema no caminho, tanto na ida como na volta. E com as várias paradas que fiz e a empolgação toda, nem tive tempo para lembrar de ter fome ou querer parar em algum lugar para ao menos um café. Mas valeu. E como….

*Algumas imagens da função de hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sábado de sol em plena semana de uma grande friaca

Depois de uma semana de muito frio aqui no sul, o sábado foi um mais generoso apesar de começar o dia com uma neblina que somente sumiu por voltas das 10h da manhã. Semana passada não teve rolê de moto com a rapaziada apesar do dia incrivelmente bacanudo. teve sim, mas foi coisa pequena. Então a moto ficou meio que de canto a semana toda no meio dessa friaca e hoje pela manhã, quando fui ligá-la… pffffffff. Ninguém em casa. Por causa do frio a bateria não deu conta do recado e isso quando estava começando a dar uma ajeitada nas coisas e um confere na moto para o rolê de logo mais. Mas ainda havia tempo de resolver essa parada. Tudo de boa.

Liguei para o Pretto que veio em seguida, demos mais umas “tentiadas” e nada. Então resolvemos chamar o nosso mecânico de confiança, que veio e fez uma direta com uma outra bateria e tudo ok. Depois levei a moto até a sua oficina e a deixei lá “tomando uma generosa carga” até a hora de sairmos, que seria depois do meio-dia.

Mas ainda havia um problema, a minha moto negou fogo por causa da friaca e resolvemos, mas e a do Pretto? Claro que também fomos dar um confere e tudo ok. No horário combinado nos encontramos no local de costume para abastecermos e sairmos, ainda apareceu o “Professor” Jeferson e partimos em formação de power trio rumo à São Sebastião do Caí.

Já mencionei que o dia estava muito bom, com um sol bacanudo e o frio meio que de cantinho, sem incomodar muito. Assim saímos em direção de Montenegro, só que quando estávamos quase lá, mas ainda na 287, a moto do Professor repentinamente mudou o seu ronco. Percebemos isso e paramos para conferir o que havia acontecido. Logo descobrimos o motivo do ronco forte, era o abafador de uma das duas ponteiras dos canos da motos dele que havia simplesmente “caído”no caminho. Claro que em função da trepidação e tal. Resolvemos seguir em frente até um posto de gasolina, para darmos uma melhor olhada na situação.

Em Montenegro paramos num posto de gasolina e demos então uma boa olhada na moto. Conseguimos algumas ferramentas emprestadas e a situação era então a de sacar fora o outro abafador também, para assim moto não ficar “descompensada”. Mas o cano estava muito quente, o miolo dilatado nessa função de calor e assim ficou difícil de conseguir sacá-lo fora em pouco tempo e naquela situação. A solução foi deixar por isso mesmo e seguirmos em frente assim mesmo.

O rolê prosseguiu tranquilo e nada mais de anormal aconteceu. A moto do Professor reagiu bem e assim foi. Chegamos em São Sebastião do Caí, passamos ainda por umas 3 pontes antigas que permitem a passagem de carros em somente um sentido por vez (não cabem dois carros lado a lado) e demos uma volta pela cidade. Depois seguimos em frente em busca de uma famosa lancheria temática de visual rockabilly 50’s, que fica em um posto de gasolina às margens da RS 122 (que estrada boa de andar).

Fizemos um pit-stop para um lanche, tivemos tempo de curtir o lugar, uma boa conversa, boas risadas, aquelas coisas de sempre. Com isso a tarde passou rapidamente (quando a coisa é boa, o tempo voa) e já era hora de começarmos o trajeto de volta para casa. A ideia era chegarmos antes de escurecer, mas não rolou. Chegamos quando já estava escuro e o frio deu as caras novamente. Então dessa vez nada do tradicional chopp no final de rolê.

Cara, na boa, outro sabadão incrível em duas rodas e com os amigos. Só tenho a agradecer por esses momentos mágicos. Muita coisa não tem como descrever aqui e nem tampouco as imagens fazem jus ao que acontece ou as coisa que vemos pelo caminho. Aliás, cada vez mais acredito naquela coisa de que a viagem e tudo que acontece em sua função, é mais importante do que o destino em si.

Thanks!

*Algumas imagens do rolê de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Transforme-se em um mestre da pilotagem noturna com estas 10 dicas

Não são muitos os motociclistas que curtem dar seus rolês pela noite, mas apesar de muito divertido, o passeio noturno é algo que deve ser feito com certa frequência para colocar em dia nossas habilidades, caso sejamos pegos desprevenidos numa viagem que vai além do pôr do sol.

Um dos prazeres de andar de moto é a possibilidade de isolar-se do mundo numa bolha meditativa. Nela permeiam sentimentos de proteção e isolamento que são ainda mais intensos no escuro, onde a sua visão é restrita a uma estreita faixa de estrada iluminada pelo farol.

No entanto, existem perigos afora, ocultos no escuro e você precisa armar-se com habilidades especiais para superá-los minimizando o perigo.

Aqui estão algumas dicas para aproveitar e conservar-se como um bom piloto noturno:

1 Visão

Obviamente, a sua visão é restrita durante a noite. Então certifique-se de limpar sua viseira e/ou pára-brisa com muito cuidado. O que pode parecer limpo na luz do dia poderia ser ofuscante e cegante quando iluminados pelos faróis de um carro, então sempre que possível, remova todas as manchas destas superfícies.

2 Óculos amarelos

Algumas pessoas são verdadeiros fãs destes óculos de lentes amarelas; dizem que eles restauram as três dimensões – achatadas pela iluminação dos faróis, reduzem drasticamente o brilho, melhoram o contraste e lhe dão uma melhor percepção de profundidade. No entanto, tenha muito cuidado com a adição de qualquer tonalidade para uma situação e ambiente já escuros! Se você usa óculos prescritos por um médico, você pode pedir um revestimento anti-reflexo amarelo em suas lentes.

3 Iluminação

Faróis devem auxiliar de forma decente a pilotagem noturna. Muitas motos possuem configuração de iluminação apenas visando o passeio urbano, portanto informe-se sobre as lâmpadas de seus faróis e pesquise por opções com maior cobertura de luz se você precisa pegar a estrada durante a noite. Existe uma infinidade de faróis (halógenos, de xenon ou LED) fabricados por diversas empresas que conseguem melhorar significantemente a experiência noturna com a moto, mas cuidado para não infringir nenhuma lei e lembre-se de sempre verificar a regulagem de seus faróis para não irritar os motoristas que estão à sua frente. Outra dica importante é: use seus faróis de neblina somente quando houver neblina.

4 Curvas

Os faróis da sua moto estão sempre focados para frente, o que quer dizer que quando você faz uma curva, você ilumina o lado de fora da curva, e não o ponto para o qual você está indo. Algumas motocicletas, como a BMW K1600, têm faróis que viram enquanto a motocicleta faz a curva, iluminando a parte de dentro da pista; e outras, como em alguns modelos da KTM, possuem luzes LED que iluminam o interior da pista quando você faz a curva. Como dito no ponto anterior, há sempre a opção de se repor o farol original da moto por um modelo mais novo que também possui este tipo de tecnologia. Porém se nenhum destes últimos é o seu caso esteja ciente de que todas as curvas à noite estão cheias de pontos cegos. Portanto, preste muita atenção à…

5 Superfície da estrada

…Pedras, buracos, óleo, água, combustível, desníveis, tampas de esgoto, quebra-molas, etc. Tudo isto pode ser visto e desviado facilmente durante o dia, porém à noite não são raros os casos em que quando você não os vê, já é tarde demais. Então quando for rodar à noite, pilote sempre como se houvessem obstáculos à frente.

6 Ajuste a sua velocidade

Consequentemente, você deve reduzir para uma velocidade onde você consiga parar sua moto dentro do limite de alcance de seus faróis. Você andaria com os olhos fechados mesmo que por alguns breves segundos? Bom, se você andar rápido demais, ao ponto de não conseguir parar dentro do alcance de seu farol, então é exatamente isso o que você está fazendo!

7 Seja visto

Você e sua moto são menos visíveis durante a noite, especialmente se você estiver usando roupas de couro preto e sua moto for de cores escuras. Não estamos aconselhando você a vestir roupas hi-vis, que muitas vezes podem acabar ofuscando e atrapalhando a atenção dos motoristas. No entanto, um pouco de fita adesiva 3M reflexiva na moto e alguns itens refletivos em seu equipamento irão chamar um pouco de atenção extra. Certifique-se de que os refletores traseiros e das bengalas estão limpos e que as luzes também estão limpas e funcionando corretamente. Jamais conduza em um ponto cego de outro motorista, especialmente à noite.

8 Estilo de pilotagem

Como você não sabe exatamente o que vem à sua frente, pilote como se a pista toda estivesse molhada: seja suave com os freios, acelerador e na direção. Esta dica simples pode ajudar muito, principalmente se você estiver sozinho.

9 Ajustes de garupa

Se você vai levar alguém na garupa, é bem possível que o peso extra na traseira afete a regulagem de seus faróis, ocasionando ofuscamento da visão dos outros motoristas. Não ignore este tipo de regulagem antes de sair na estrada, a reação natural de quem se vê incomodado com farol alto é revidar com luz alta imediatamente, o que é muito pior em uma moto durante a noite. Caso isso aconteça, mantenha seu olhar fixo na estrada, não foque sua atenção no ponto de luz adiante (você pode tentar ajudar sua visão colocando sua mão à frente da luz).

10 Animais na pista, insetos, ciclistas e pedestres

Pessoas e animais errantes são sempre um perigo à beira da pista. Muitas vezes focados em seus smartphones e/ou usando roupas escuras, alguns desavisados podem tentar cruzar a rodovia – ou a rua, se estiver na cidade. Animais serão um pouco mais fácil de visualizar pois geralmente estes, instintivamente, olharão diretamente para o ponto focal de luz e você poderá ver suas retinas refletindo, portando preste sempre atenção à pequenos reflexos em seu caminho. Com o grande crescimento do interesse pelo ciclismo, muitas pessoas de bicicleta andam devidamente esquipados e iluminados, porém sempre rola aquele tiozão que tá voltando do trabalho sem nenhum tipo de proteção ou acessório refletivo, cuidado. Insetos são um perigo eminente e irritante para o viajante noturno, eles irão cobrir seu farol, viseira e pára-brisas. Sempre que puder, lave tudo antes que fique com péssima visibilidade e, se possível, leve lenços umedecidos para a viseira.

Estas dicas são de vital importância para quem precisa, gosta ou quer pilotar à noite, reduzir as chances de se dar mal é o que se deve ter em vista quando se pega a estrada. Prudência e bom senso sempre fazem parte de qualquer lista de um bom piloto.

 

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*Fonte: usebandana

Rolê dos bons

Uma coisa temos de combinar, essa semana foi muito maluca em termos de clima aqui no sul. Tivemos um começo com dias de bastante frio e terminamos com dias bem amenos, quase como se fosse primavera. Bem, não dá para reclamar, o tal sábado sagrado do rolê de moto com os amigos foi mais uma vez fantástico.

Nos encontramos no local de costume no começo da tarde, o Pretto não foi junto mas estava lá na resenha da “largada”, junto com o Prof. Jeferson, eu e o Luís Carlos. Com o time reunidos partimos para um rolê com um roteiro que curtimos bastante – Herveiras. Feito. Let’s go! Como vamos seguido naquela direção nem tem muito mais o que descrever. O negócio foi curtir o dia e a a vigem e não tem como descrever isso aqui. Sorry baby.

Dessa vez nem paramos na famosa ponte, passamos direto e deixamos a parada para um outro local no caminho. Mais tarde chegamos no tradicional postinho onde tomamos um café, conversamos um bocado e então voltamos. Fizemos nesse retorno o caminho “alongado” que passa por Vera Cruz e depopis por trás do autódromo de Santa Cruz do Sul. Um trajeto muito bom e de pouco movimento nos finais de semana. ainda entramos no autódromo, demos uma olhada no que acontecia por lá. Estava rolando um “Track Day” de motos esportivas mas quando chegamos a coisa já estava no seu final. Vimos apenas umas poucos motos “dando pau” na pista, mas nada deslumbrante. Como já era final de tarde e a gora escurece mais cedo, a galera estava mesmo era arrumando as suas motos e equipamentos nos boxes para irem embora. O sol já dava seus últimos sinais e também tínhamos de seguir o nosso caminho prá casa.

Um dia bonito e de clima super agradável para essa época do ano e mais uma vez muito bem aproveitado em companhia com os amigos de moto.
Só valeu!

*Algumas img do rolê