Peter Fonda, ator de ‘Easy Rider’, morre aos 79 anos

O ator Peter Fonda morreu nesta sexta, 16, aos 79 anos, em sua casa, em Los Angeles, cercado por sua família. Ele tinha câncer de pulmão e teve insuficiência pulmonar.

Famoso por atuar e assinar o roteiro do filme Easy Rider (Sem Destino no Brasil), Peter vem de família do mundo artístico, era filho de Henry Fonda e irmão de Jane Fonda, sendo pai de Justin e Bridget Fonda.

“Enquanto nós lamentamos a perda desse doce e gracioso homem, também desejamos que todos celebrem seu indomável espírito de amor e vida”, disse a família.

Nascido em Nova York em 23 de fevereiro de 1940, fez sua estreia na Broadway em 1961. Dois anos depois, o ator entrou no mundo do cinema com Tammy and the Doctor, antes de interpretar um papel em The Victors.

Mais tarde, em 1966, estrelou Wild Angels ao lado de Nancy Sinatra e Bruce Dern. Seu papel principal veio em 1969, quando interpretou Wyatt em Easy Rider. Pelo trabalho, Peter Fonda foi indicado ao Oscar de melhor roteiro original. O filme é uma das obras que representam a contracultura americana dos anos 1960.
Fonda e Dennis Hopper em cena do filme “Easy Rider”, de 1969.

Vida pessoal

Em 1961, Peter Fonda se casou com Susan Brewer e eles tiveram dois filhos: a atriz Bridget Fonda e Justin Fonda. Se divorciaram em 1972, e três anos depois, Peter se casou com Portia Crockett, de quem se separou em 2011.

Em junho do mesmo ano, ele se casou com Margaret DeVogelaere.

O ator, ambientalista de carteirinha, causou espanto no Festival de Cannes de 2011 ao xingar o então presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, de traidor por causa da maneira como os Estados Unidos lidaram com as conseqüências do vazemento de petróleo no Golfo do México, no ano anterior. Ele havia coproduzido o documentário The Big Fix, de Rebecca e Josh Tickell, que conta a história da explosão da plataforma de extração da BP no Golfo do México, que provocou a maior catástrofe ambiental da história dos Estados Unidos.

 

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*Fonte: revista veja / estadao

Peter Fonda R.I.P.

Hoje nos deixou mais um de meus grandes ídolos, o ator Peter Fonda, que imortalizou o clássico cult movie “Easy Rider” (no Brasil – Sem Destino). E se por ventura existe de fato uma definição ou um esteriótipo de motociclista phodão, para mim e o meu universo caótico, é a figura de Peter Fonda como o capitão América,  nesse filme.

É difícil até de explicar essa paixão. Talvez seja uma coisa de guri, sabe aquele filme que tu assiste uma vez, já ansioso e morrendo de curiosidade de tanto que algum amigo ou conhecido mencionar (no meu caso, meu irmão), e depois quando finalmente tu assiste, não é o suficiente. De tão impactado, tem de assistir de novo e de novo. Pois é, comigo foi assim e nesse caso parei de contabilizar em minha vida lá pela 16ª vez. Tenho plena certeza de que essa imagem de Peter Fonda e seu parceiro Dennis Hopper, rodando com suas motos chopper por sinuosas estradas tradicionais dos EUA, naqueles longíquos 60’s, tudo isso ainda por belas paisagens e regado a uma trilha sonora de muito rock… Báh! Inesquecível.

Se gosto tanto de motocicletas, curto andar e tenho uma custom hoje em dia, sem dúvida alguma é por causa disso, coisa que me marcou lá na minha infância. Aliás, é um tipo de filme não muito recomendado para um garoto de 9 anos, mas enfim, coisas da vida….rsrsrsrsr. Vem daí o gosto por motos simples, desprovida de todas essas baboseiras e apetrechos tecnológicos de hoje em dia – isso não é moto ROCK! Se é que você me entende! – Não, com certeza não me entende.

Mas enfim, descanse em paz Peter Fonda. Espero que esteja feliz lá em cima rodando LIVRE, junto novamente com o seu grande parceiro Dennis Hopper.
Que Deus o abençoe. (R.I P.)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Vamu-qui-vamu

O dia hoje para um rolê de moto não prometia muito, desde cedo. Como não arrumei parceria para uma volta mais longa e pela manhã eu estive ocupado resolvendo algumas coisas pela cidade, somente na tarde me foi possível desentocar a moto da garagem para um passeio. Com um céu de aspecto nublado, a volta do frio e a grande possibilidade de uma chuva, mesmo que pequena (como a previsão do tempo apontava), resolvi mesmo assim pegar a estrada, visto que dava a impressão de o clima dar uma “segurada” ainda por uma hora e tanto. Assim, já imaginando que poderia ocorrer a chance de me molhar na estrada, optei por não ir muito longe, afinal ficar gripado não é lá uma boa opção.

Interessante é que assim que deixei o trevo da cidade o sol resolveu aparecer.
*Uma observação IMPORTANTE AQUI – isso não é a primeira vez que percebo acontecer, hein! Só posse ser mais um indício da “grande” energia ruim que emana dessa cidade…

Já que o sol resolveu colaborar, o que deixou ainda mais interessante esse pequeno passeio, onde a ideia inicial era bem simples, só dar uma movimentar na moto que estava parada há alguns finais de semana na garagem (bateria), indo até Santa Cruz do Sul, mudou, resolvi seguir em frente então. Foi um passeio tranquilo, tanto que nem me preocupei em fazer fotos, como de costume – uma ou outra apenas. Então a coisa se resume a isso, de um dia feio e nublado para um sol bem bom na estrada. Coisa boa!

*imgs do rolê de hoje

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pá-pum!

Durante a semana já estava na expectativa de um sábado de sol, e não é que foi assim mesmo! Dia frio mas agradável. Sim, eu curto o inverno e também acho que é uma das melhores épocas para se andar de moto (exceto na chuva). Basta estar bem equipado para encarar o frio e seguir em frente. No verão se passa muito calor com todo o equipamento.

Como pela manhã tive várias coisas por resolver, assim que terminei toda essa função estava finalmente liberado para dar um rolê de moto e aproveitar o dia.
Acontece que mesmo tendo um compromisso ainda hoje, já na metade da tarde – o evento anual da CERVALE, então não me sobrava muito tempo para esse passeio. Tive de otimizar as coisas para conseguir dar uma volta de moto. Resolvi dar uma volta até Lajeado e redondeza, fazer um lanche bem de boa no Carmelito, lagartear um pouco no sol e depois dar mais algumas voltas. Mas tudo isso sempre com o relógio na cabeça para estar em casa em tempo da ignição da chalaça. Prosit!

Deu tudo verto, muito bom e agradável a volta de moto hoje, vamu-qui-vamu!
Outra hora tem mais.

*Alguns retratos da parada de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Frio, mas e daí!?

Sou daqueles que gosta do inverno e o mesmo vale para andar de moto nessa época do ano. No verão fica complicado usar o equipamento de motociclista (capacete, luvas, jaqueta, etc…) naquele calorão. Já no inverno tudo parece mais natural, até mesmo o ato de andar equipado fica mais tranquilo, sim o frio incomoda um pouco e no caso de chuva, pior ainda, mas tudo tem solução nesse universo da motocicleta. Basta se ajustar com roupas e equipamentos certos / adequados, para cada situação. Enfim, tudo para dizer que hoje mesmo fazendo um belo sábado de sol, estava frio pra caralho sim, mas mesmo assim acordei já focado em dar um rolê de moto na tarde. A vontade era grande.

Hoje andei sozinho, não tive parceria alguma. Sai um pouco mais tarde do que o habitual, até porque estando sozinho, não havia pressa alguma e nem também pensei em roteiro algum, deixei para a estrada me guiar, apenas fui seguindo em frente e sem nada em especial na ideia. Mas senti um incômodo. Estou com um machucado no pé, um dedo está com um baita curativo e tal, isso acabou deixando uma sensação ruim para andar de moto. É que bota ficou bem mais apertada e  um pouco de dor. Mas tudo bem, vamu-qui-vamu. Queria dar uma volta de moto mas não precisava ir muito longe mesmo. Segui na direção de Lajeado e na metade do caminho resolvi entrar em Cruzeiro do Sul (RS), fazia tempo que não ia até lá. Dei uma passeada pelo centro da cidade, subi até o restaurante do morro, uma olha para a vista da cidade lá embaixo, adiante aproveitei e parei num parque municipal com uma pista de skate. Não tinha ninguém andando naquele momento, então estava bom para conhecer o lugar e aproveitar um pouco do sol. Depois voltei para a estrada novamente, entrei em Lajeado (RS), outra volta no centro da cidade e então segui adiante. Fui parar em Estrela (RS), tava com vontade de dar uma olhada na beira do rio. Como já conheço o lugar e gosto dessa cidade, aliás, acho até mais do que de Lajeado (só para constar), sempre vale uma conferida nessa bonita paisagem, ainda mais num dia de sol assim como o que fez hoje. Tudo isso sem pressa ou compromisso algum. Paro, dou uma caminhada, curto o lugar, daí também teve vários sobe e desce escadarias, até chegar literalmente na beira do rio, enfim, essas baboseiras todas de quem está de boas e com tempo para aproveitar. Aliás, finais de semana são para isso mesmo.

Feito o roteiro local de turistão, me dei por satisfeito, atpé por causa de meu machucado incomodando, resolvi pegar o trecho de volta para casa. Foi um passeio bem de boas, na real nem fui muito longe e assim mesmo, nessa tocada, a tarde passou preguiçosamente iluminada por um belo sol, o tempo todo! Coisa boa. Tudo numa good vibes total. Valeu!

*Abaixo algumas fotos do rolê de moto de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Trip to Relvado

Com o final de semana surgindo e a promessa de um dia de sol e bastante calor – antes da volta do frio, novamente por aqui, a pedida da vez foi então uma trip de moto até a cidade de Relvado (RS). Na verdade não é uma viagem muito distante daqui de Venâncio Aires (RS), inclusive inúmeras vezes já passamos de viagem pelo trevo da cidade. Algo por volta de uns 90km de distância daqui. Dessa vez resolvemos mudar um pouco os planos e a rota, assim entramos para conhecer a cidade de Relvado.

Como disse, é um trajeto já é bem conhecido pela gente em nossas trips anteriores. Primeiro saímos em direção de Lajeado (RS 453), como já era perto do meio dia (saímos por volta das 11h30), optamos por uma pit stop no caminho, com um clássico cachorro-quente do Carmelito, mesmo encarando uma enorme fila com tipo umas 40 possoas a nossa frente – mas sempre vale a pena! Depois dessa parada estratégica, tomamos o rumo de Arrio do Meio e Encantado pela RS 130, então mudando mais adiante para a RS 332, e quando finalmente chegamos no trevo para Relvado, pegamos a RS 433. Aí sim, um caminho totalmente novo para nós, eu e o Pretto. E para nossa grande surpresa, um trajeto MUITO bonito, uma subida de serra cheio (eu disse – cheio) de curvas, bom para andar de moto. Só que teve um detalhe no dia de hoje, com esse calor e o clima bastante abafado, quando a estrada era em um trecho de sombra em subida e bem junto parede de um morro, então a pista ficava completamente molhada (isso deixa a coisa um pouco perigosa no caso de motocicletas. Ainda tendo em conta de que depois, na volta esse mesmo trajeto seria uma bela descida para nós. Mas tudo bem, nada como pilotar com uma certa atenção e cuidado a mais, nessa hora. E a tal prudência não faz mal a ninguém! Em um determinado momento desse trajeto em direção à cidade, tem uma ponte com uma só via de veículos, ou seja, tem de parar e verificar se vem algum veículo no sentido contrário – só passa um de cada vez.

Chegando lá, deu par aperceber que é uma cidade pequena, mas bonita, bem organizada e limpa, coisa típica dessa região. Me fez lembrar de que é parecida com outras em que já estivemos, tipo Nova Bréscia ou então Canudos. Eu gosto de lugares assim. Aproveitamos para darmos uma volta pela cidade, passamos por uma ponte do arroio Jacaré e também por um moinho bem antigo, no centro da cidade. Pararmos na quadra da praça central (toda cidade tem essa tal praça), descansamos um pouco e depois demos uma caminhada pelo local. Bem em frente tem a igreja da cidade com uma grande escadaria. Claro que subimos lá para termos uma boa visão da cidade. Como já disse, uma cidade bem agradável, inclusive alguns garotos vieram conversar com a gente, curiosos com as nossa motos.

Depois de todas essa função era hora de voltarmos para casa. Ainda uma parada no caminho para abastecer a moto e tomarmos um café. No mais era seguir o nosso rumo costumeiro de volta. Um passeio muito bom, um lugar novo e interessante. Pretendo voltar. Valeu! Mais um sábado daqueles.

Abaixo algumas fotos na sequência dos fatos do rolê de hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Tirando o mofo num belo dia de sol

Enfim aquele chuva fina e insistente que rolou quase toda a semana, coisa do clima dessa época de outono por aqui, terminou. E prá falar a verdade, assim o dia já começou com uma outra vibe, mesmo que com uma leve cerração, o que por si só já era um prenúncio de que faria um bom dia de sol. E não deu outra! Foi um sábado e tanto de sol nesse começo de temporada de frio, ou seja, dia perfeito para dar uma rolê de moto sem passar um calorão danado por causa dos equipamentos. Para mim, agora está começando o que é a melhor época para se andar de moto, aqui no sul.

Combinei com o Pretto de sairmos depois do meio-dia, pegamos a estrada sem nenhum grande destino traçado, simplesmente saímos de moto rodando por aí. A ideia era tomar um sol passeando de moto. Fomos na direção à Santa Cruz do Sul, passamos a tarde nessa função. Chegamos no Autódromo de Santa Cruz do Sul, onde estava rolando um track day de motos esportivas, foi muito bom ver o pessoal acelerando forte suas motos. Hoje até tinha um bom números de pilotos enrolando o cabo no asfalto. Teve até uma curso de pilotagem esportiva para iniciantes acontecendo por lá.

Na volta ainda deu tempo de pararmos para um café e dessa vez fomos num parador diferente do que normalmente vamos. Aprovado! Achei bem melhor do que o outro. Então depois era só seguir o caminho de volta para casa. Não tenho muito o que contar através de fotos dessa vez, aliás, até nem levei a GoPro e acabei fazendo somente algumas poucas imagens com o celular (que logo acabou a carga da bateria), e bem aleatórias é verdade…rsrsrsrsrs. Poderia até explicar o contexto de cada uma delas, ah! Mas agora não estou afim.

Valeu! Mais um daqueles dias bem aproveitado de moto por aí. Quem curte um rolê de moto assim, sabe muito bem o que estou dizendo!
Flw

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Hoje foi dia de ir até a Tenda do Umbú

Hoje cedo já dava para perceber de que o dia seria sensacional. Um sol bonito e brilhante, somado a uma temperatura ideal para andar de moto. Perfeito! Então sem perder tempo, liguei para o meu chapa, o Pretto, e em meia hora já estávamos montados nas motos, abastecidos e partindo para a estrada mais uma vez.

O plano era ir até a região de Picada Café, na Tenda do Umbú, que é tipo um dos tradicionais pontos de encontro de motociclista aqui no estado. Resolvemos que iríamos parar no caminho para tomar e comer alguma coisa rapidamente e seguir viagem. Também fizemos uma segunda parada em um posto de gasolina em Novo Hamburgo, queríamos ver se o Vladi já havia respondido a nossa mensagem de celular, sobre o rolê de hoje e se ele iria se juntar a nós no meio do caminho, vindo de POA. Nada. Nenhuma resposta, então seguimos o roteiro como o estipulado.

Uma viagem tranquila e como já disse, um dia muito bom para andar de moto. Chegando na Tenda do Umbú, tudo OK, como de costume e dessa vez tinha mais gente, aliás, muito mais do que nas últimas vezes em que estive por lá.
Bom isso.

Ficamos um tempo por lá, descansamos, batemos um papo e sempre, tem muitas motos interessantes e diferentes para se dar uma conferida bem de perto, trocar uma ideia com outros motociclistas, esse tipo de função – o que já vale o rolê. Na volta outra vez tudo certo.

Sobre o trajeto de hoje, gosto bastante da parte de Novo Hamburgo em diante, quando começa a subida da serra na direção de Ivoti e Dois Irmãos, onde a paisagem ao redor muda e bastante, muito por causa do relevo e das várias curvas, mas creio que o toque principal são mesmo as árvores de plátano, nos dois lados da pista. Dá uma sensação muito boa andar de moto por essa estrada.

Enfim, outro dia incrível, por aí, na estrada.

Abaixo algumas fotos da trip de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Um pouco de montanhas ao redor

Ontem foi dia de dar um rolê de moto com os amigos até Herveiras (RS), na real, um passeio que fazemos já há vários anos e sempre é bom andar por essa região. Estrada tranquila, belas paisagens e bem pouco movimento aos finais de semana.

O clima estava bom, fez um bom dia para andar de moto. Sem aquele habitual calorão de verão, ficou numa vibe do tipo – “pode até chover”, o que de fato não chegou a acontecer (enquanto andávamos). Também foi interessante andar novamente em grupo com os amigos, minhas últimas voltas haviam sido sozinho.

Então como já é de costume, confira baixo algumas imgs do rolê de ontem, junto com o Pretto, Rafa e Luís Carlos. Já que é um lugar ao qual vamos várias vezes ao ano, não vou postar muitas fotos. Apenas um registro. Já postei muitas fotos desse trajeto anteriormente.

Flw / vlw!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Viaduto 13 (Vespasiano Corrêa)

Em final de semana de carnaval, com tempo livre e fazendo um belo e agradável dia de sol, nada melhor do que pegar a estrada de moto. Resolvi então dar uma esticada até Vespasiano Corrêa (RS), no famoso viaduto 13. Já estive outras vezes por lá, mas sempre é um bom passeio.

Sai no começo da tarde, segui na direção de Lajeado, depois Roca Sales, Encantado, Muçum e por fim, Vespasiano Corrêa. Uma cidade pequena mas muito agradável. Aliás, curto muito essas cidadezinhas dos arredores da serra gaúcha.

No caminho resolvi chegar em um mirante que há em uma pequena entrada, na beira da estrada, acho que logo depois de Muçum (não tenho certeza agora). Acontece que já tinha visto uma sinalização para este, em uam outreo viagem. Hoje, sem pressa alguma, resolvi sair da estrada e ver esse lugar. Tudo tranquilo, um mirante com uma Santa (não lembro o nome dela – sorry!), que tem uma bela vista para a cidade e o rio, logo abaixo. Não tinha ninguém no local, que mesmo perto da estrada era um pouco isolado, e sabe como é – isso as vezes é preocupante. Sempre é bom estar seguro. Dei um tempo, curti o lugar mas tinha meu roteiro para seguir em frente. Ah! Numa próxima vez, pretendo também desviar do caminho da RS129 (Lajeado – Guaporé), e dar uma conferida no caminho que leva até o topo do Morro Gaúcho.

Segui em frente, tudo certo e tranquilo. Logo estava no pórtico de Vespasiano Corrêa – cara, como gosto dessa entrada da cidade, muitas árvores de ambos os lados, uma estrada sinuosa e muito bonita! Assim que se chega na cidade, rapidamente se toma uma rua lateral, anda e até um desvio, que depois vira uma estrada de chão batido, que leva enfim, até o Viaduto 13. O caminho é bem sinalizado, mas a estrada agora tem mais aquela cara de pavimentação de colônia, com muitas britas soltas (cuidado nas freagens) e como são inúmeras curvas em clima de constante descida (por vezes bem íngreme até) – é bom tomar cuidado nesa hora. Mas não tem erro, é seguir sempre em frente, prestar atenção nas placas das bifurcações e tudo resolvido. Pimba! Logo se tem o imponente viaduto a sua frente.

O local é muito interessante e como hoje é um final de semana de carnaval, de feriadão prolongado e tal, haviam várias pessoas acampadas por lá. Aproveitei e dei algumas voltas além dos lugares que havia conhecido, nas vezes anteriores em que estive por lá. Por último subi pela estradinha lateral, até o topo, no viaduto propriamente dito. Daí era só curtir a paisagem, algumas fotos e aquela coisa toda de caminhar pelos trilhos, lá no alto.

Aproveitei paras descansar um pouco do sol, que estava forte naquela hora. Depois foi voltar para casa. Antes uma passada em Lajeado para comer algo e repor os líquidos – afinal, estamos em pleno verão e a coisa é forte….rsrsrsr.

Mais um sábado bem aproveitado viajando de boas, de moto por aí.

*Como normalmente faço, abaixo algumas imagens da empreitada da vez. Procuro publicá-las na ordem dos fatos e acontecimentos. Também coloco imgs de estrada para assim dar uma melhor ideia do tipo de terreno que a viagem apresenta. Isso serve mais para o caso de alguém se pilhar de também resolver fazer essa trip. Então já tem assim uma boa ideia do que irá encontrar pela frente (paisagens, terreno, tipo de estrada, etc.). Eu tambémm vejo blogs e sites de outros motociclistas, o que é muito bom para dar ideia de lugares interessantes para se conhecer. Flw!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O tal sábado bandido

Hoje foi dia de subir de moto até a serra gaúcha em Garibaldi, no Parque da Fenachamp, tudo para conferir de perto o evento “Sábado Bandido”. Um encontro que reúne muitos carros antigos, customizados e ainda alguns belos modelos V8. Ah! E é claro, tem bastante rock, chalaça e muito borrachão….rsrsrsrsr.

Saímos no começo da tarde, eu e o Pretto, dia de muito sol e calor por aqui – e não sei se perceberam, mas eu falei dia de MUITO CALOR. Tava um dia de derreter. Mas foda-se, o bom dessa coisa de andar de moto é que assim que tu gira a chave e arranca, tudo muda ao seu redor, daí nem esse calor desgraçado te incomoda. E tem mais, o legal dessa função da trip de hoje é que a medida que se vai subindo em direção a serra o clima também muda um pouco, o que já dá uma amenizada. Então tranquilo e de boas.

Em resumo, foi uma viagem tranquila tanto na ida como na volta, nenhum perrengue, um passeio divertido e sempre bacanudo pela Rota do Sol. E claro, sem dúvida alguma, com muito carro bacana por lá. Como já é de costume fica a dica de que esse evento é supimpa. Fiz muitas fotos, mas vou postar apenas algumas que selecionei, só para dar uma ideia geral do rolou por lá.

Flw

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Chuva de verão

Com um sábado de clima bem ameno, nada daquele calor exagerado das última semanas (ufa!… ainda bem.), bem convidativo para uma volta de moto. Só que dessa vez o Pretto, grande parceiro desse tipo de empreitada, está lesionado. Se machucou jogando bola essa semana, inclusive tem andado de muletas (poucos dias), ou seja, nada de motocas por enquanto. Mas ele está bem e com certeza vai estar novamente inteiro em breve. Andei sozinho hoje.

Recebi de bônus ainda uma boa dica para o rolê de hoje, aliás, do próprio Pretto – um encontro de Harley Davidson em Garibaldi. Era sim uma boa pedida, mas acontece que não sou um cara lá muito sociável para ir num encontro desse tipo, sozinho. Aliás, como já mencionei aqui várias vezes – não sou muito da vibe desses encontros de motociclistas. Deixei passar.

Gosto é de andar de moto! É isso. É bom, é terapêutico, é libertador e acima de tudo, incrível! Mas “muito” papinho e chalaça de moto prá cá e prá lá, às vezes me incomoda. Conversa de moto é bom, com “os amigos”, não com pintas esquisitas e metidas. E como tem gente assim – andei a tantos por hora em tal lugar / fiz uma curva assim / fiz uma ultrapassagem assim / passei todo mundo / fui naté tal lugar em tantos minutos / bláh…bláh..bláh.  Me afasto e deixo lá falando e contando suas glórias. Aliás, se você perceber nas conversas de motociclista, todo mundo é um excelente piloto, o pica das galáxias. Já notaram?
Daí depois um desses tu vê o cara andando e pensa… humm… tá bom então… kkkkk (*Mas ok, quem sou eu para julgar!?)

Enfim, vamos voltar ao papo de hoje aqui no blog. Aliás, aproveitando a deixa, cabe mencionar de que procuro aqui relatar e ilustrar o rolê de moto do dia e na boa, não é para me aparecer ou coisa do tipo. Isso não me torna mais ou menos phoda do qualquer um que ande de moto. cada um tem lá os seus interesses e vontades. Foda-se!

E agora vou lhes contar um segredo.  Isso aqui na real tem um propósito bem básico e definido para mim- “Cada relato dessas viagens, grande ou pequena – que seja, serve como um registro pessoal, que depois posso acessar em qualquer plataforma. Fica muito mais fácil eu acessar esse blog em qualquer lugar ou momento, por um celular ou computador em qualquer lugar e assim mostrar alguma determinada imagem de viagem, local, moto ou detalhe que fotografei e o escambau, para alguém. Muito mais prático e melhor do que ficar catando inúmeras fotos em meu celular ou meu computador pessoal. Sacaram? Um arquivo pessoal de fácil acesso em festas, churrascos e chalaça com os amigos, que volta e meia me perguntam dessas viagens.

Bem, foda-se! De volta ao rolê de hoje. Saí com o céu bem claro, dia bonito e com uma temperatura prá lá de agradável para andar de moto. Havia também cuma certa possibilidade de chuva mas não levei fé nisso. O plano inicial era ir até Pantano Grande/RS e tomar um café no Raabelândia. Sim, volta de moto tem de ter uma parada para um café na jogada. Uma regra pessoal. Curto fazer paradas em viagens. A vida é breve e convenhamos, de moto é bem prático e legal de parar em qualquer lugar.

Há um bom tempo não fazia esse trajeto. Sai em direção de Santa Cruz do Sul pela RS 287, optei como de costume por um caminho maior (gosto dessa volta), ingressando pela RS 412 (viaduto / Vera Cruz -RS) seguindo até a conexão com a 471, para seguir então na direção de Rio Pardo e depois Pantano Grande. Só que não foi bem assim.

Chegando perto de ingressar na 471 o tempo fechou e um nuvem solitária e bem irritada pelo jeito, resolveu desabar um aguaceiro onde eu estava rodando. Por sorte eu já me encontrava perto do viaduto (perto da Expoagro Afubra) e pude me abrigar embaixo da ponte. Interessante foi que em seguida vieram outros motociclistas também. Todos com a mesma intenção, ou seja, escapar da chuva. Uns com mais ou menos sucesso do que os outros. Dei um tempo ali, conversei com os outros caras que ali pararam, trocamos uma ideia e assim que a chuva passou, cada um retomou o seu caminho. Claro que haviam mais nuvens assim espalhadas pela frente, uma mistura de céu com bastante sol e algumas manchas cinzentas escuras, aqui e ali. Resolvi voltar, com certeza se seguisse em frente em algum momento tomaria um banho de chuva. Como não sai de casa preparado para esse tipo de coisa, então não era bom abusar da sorte, visto que há pouco havia me escapado de um belo banho de chuva. Me molhei, mas foi pouca coisa. Chuva de verão.

Esse então foi o rolê interrompido de hoje. Tudo bem, de certa forma foi divertido buscar escapar da chuva. Sempre se aprende algo (alguma lição) e ainda tem um quê de aventura em duas rodas.

*Alguns retratos de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O encontro do desencontro

Depois das chuvas ocasionais que até tiveram um certo estrago com a ventania por aqui, o clima mudou bastante e saímos do calorão “modo inferno” para o “modo levemente torrado em dia nublado”. Esse sábado amanheceu com um som bem menos intenso, o que despertou a luzinha de que hoje renderia um bom rolê de moto. Na metade da manhã vou pegar meu celular para trocar uma ideia com o Pretto, sobre darmos uma volta de moto e pimba! O telefone toca e é o Pretto querendo combinar uma volta de moto…..rsrsrsrssrsr

Precisava ainda fazer algumas coisas poucas coisas, pagar uns boletos e então estaria liberado para pegarmos a estrada. J[a deixamos marcado um horário e um local para nos encontrarmos e daí sairmos em viagem. Tudo certo, resolvidas todas as minhas paradas e quando estava novamente em casa, já empolgado para ligar a moto e partir – pimba! Nada da bateria resolver colaborar. A moto não liga. É que que com essa onda terrível de calor das últimas semanas, ela ficou na garagem. Então ligo para o Pretto e cancelo a minha participação no rolê de hoje.

Depois falo com um amigo mecânico, que vem e me socorre com uma carga só p ligar a moto. Ela responde e liga rapidamente. Como o processo foi bem rápido (achei que dessa vez a bateria teria ido-pro-pau de vez) com ela ativada o problema estava resolvido. Depois andando, naturalmente a bateria carregaria um pouco mais. Rapidamente resolvo voltar ao plano original de pegar a estrada. Mas tinha um problema, o Pretto já havia saído, seguir mesmo sozinho a viagem depois que liguei para ele cancelando. Tive de me ativar rapidamente com o equipamento e o mais rápido possível já estava no trecho. Será que conseguiria alcançá-lo? Telefonar não adiantaria, ele de moto e não atenderia. A intenção era ao menos tentar encontrá-lo pela RS 287, até a Casa do Suco (Tabaí/RS). Imaginei que ele iria fazer uma parada ali , um velho hábito da turma. Se não conseguisse encontrá-lo, então tudo bem, daria meia volta e ficaria por isso mesmo.

Tentei ganhar tempo e segui acelerando sempre em frente. Quando já estou perto do antigo posto da Polícia Rodoviária, fico trancado na faixa dupla atrás de uma lenta caminhonete de fretes e báh, quem vejo no meu retrovisor? O Pretto!

É que ele não saiu logo em seguida que recebeu o meu telefonema. Deu um tempo, o céu estava meio nublado, com cara de chuva e então me disse que ficou naquela dúvida de “vou-não-vou” até a Tenda do Umbú (Picada Café/RS) – que era o nosso roteiro. Depois de um tempo, optou seguir em frente mas foi por um outro caminho, por Lajeado. Com esse seu trajeto maior e ainda mais o tempo da indecisão inicial dele, me deram maiores chances, sem querer, de conseguir encontrá-lo no caminho. Isso tudo foi bem inusitado, bacana e demos muitas risadas. De certa forma fiquei até surpreso, eu tinha quase certeza de que não conseguiria alcançá-lo até Tabaí, no tempo previsto. Sorte ele ter escolhido um outro trajeto até lá.

Depois dessa chalaça de pura sorte e acaso, enfim paramos para o tal suco e trocamos uma ideia. Como o céu estava ficando cada vez mais fechado, com nuvens escuras de chuva, resolvemos mudar o roteiro inicial da trip. Optamos voltar então de Tabaí pela RS 386, em direção à Lajeado. No caminho ainda resolvemos desviar por Teutônia/RS, aumentando um pouco mais o trajeto. E assim fizemos. Tudo tranquilo e sem nenhum perrengue. Em Estrela/RS, ainda fomos até a antiga fábrica da Polar na beira do rio Taquari. Conseguimos entrar um pouco em um dos  prédios abandonados – que me pareceram bem mais depredados, do que as vezes anteriores em que estive na praça, na beira do rio. Ainda passamos pelo centro de Lajeado e depois direto para casa, loucos para tomarmos uma cerveja bem gelada. Acabamos pegando um pouco de chuva no caminho. Em resumo foi isso, mais um daqueles bons e divertidos sábados de moto, por aí.

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*Abaixo algumas imgs da função de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Um rolê bem sério

Com o clima por aqui se mantendo no modo “nublado” e assim dando uma boa amenizada no calor infernal que esteve fazendo nos últimos dias, novamente a ideia foi de aproveitar para pegar a estrada de moto. Dessa vez o roteiro do rolê foi por uma estrada de chão batido mesmo, off-road (nada muito pesado), mas totalmente fora do esquema habitual de asfalto.

Resolvi ir até a cidade de Sério (RS), seguindo apenas por caminhos do interior de Venâncio Aires (RS) até lá, o que dá cerca de uns 70 km – ida e volta (logo no começo tem um trecho asfaltado, mas depois muda). Uma viagem muito bonita entre belas paisagens rurais, passando pela localidade de Santa Emília (ainda V. Aires), com os tradicionais campos, plantações, pastagens de gado, cachorro correndo na beira da estrada, “bolichos”, gente que passa e te cumprimenta cordialmente (coisa boa!), igrejas, salões de festa, riachos, açudes enfim, um incrível trecho de colônia e um pedaço da nossa serra gaúcha – que aliás, é fantástica! Se fosse bem explorada turisticamente essa nossa região, teríamos por aqui também belos cenários de montanha. Tanto que o trajeto de V. Aires até lá a grosso modo, é basicamente de subida.

Já havíamos feito esse percurso ano passado, não lembro agora ao certo quando foi, mas eu, Pretto e o Vladi (a gangue do Atacama…rsrsrsrs), subimos até quase chegar em Sério, quando lá pelas tantas um prego furou o pneu da moto do Pretto. Mas então foi aquele perrengue todo na função de arrumar uma ferramenta emprestada, tirar a roda, levar até uma borracharia, voltar, recolocar o roda e ajustar tudo. E assim, num piscar de olhos se foi a tarde. Deixamos para uma próxima.

Hoje deu tudo certo, foi tranquilo, sem pneu furado e resumindo a coisa toda, uma boa trip. Esse é o tipo de viagem que te deixa satisfeito de andar de moto por lugares tão interessantes e melhor, perto de casa. Fica a dica.

Como de costume segue abaixo uma série de fotos dessa empreitada de hoje.
Fiquem em paz. Grande abraço!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Passeio de índio

Como fazia tempo que não postava nada sobre algum passeio de moto por aí, hoje aproveitando o dia e o final de minhas férias, tempo nublado e a grata amenizada que deu no clima, de calor infernal que tem feito por aqui nos últimos dias, fui dar um rolê básico, aqui por perto mesmo. Nesse entrevero de pegar a estrada e tal, na volta estive de passagem pelo Parque da “Gruta dos Índios”, em Santa Cruz do Sul (RS).

Fazia tempo que não passava por lá. Se você é de fora e não conhece o local, então fica a dica de quando vir ou passar por Santa Cruz do Sul. Fica então como uma de dica e divulgação do local para visitas e um bom relax. É um parque bem estruturado e cuidado, bastante arborizado, mata nativa, restaurante, banheiros, mesas e churrasqueiras, uma pracinha, caminhos para trilhas e passeios, até um laguinho. Ah! e a tal gruta dos índios. Vale a visita, hein! Um lugar calmo e tranquilo (quando não tem excursão), belo contato com natureza e bem perto do centro da cidade, por mais incrível que pareça.

Da trip de hoje vou postar apenas imgs do parque, no mais, era só estrada e os mesmos caminhos que seguido percorremos aqui perto.

Flw. Até a próxima.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Vantuir Boppre em Venâncio Aires

Hoje o sábado começou muito bem, foi dia de ouvir um bate-papo/palestra do documentarista e aventureiro em duas rodas, Vantuir Boppre. Foi aqui na Honda Valecross, do amigo e gerente Ideraldo “Paulista”. Sempre interessante esse tipo de evento, ainda mais quando a pessoa é organizada, profissional e tem um belo material de apoio (DVD’s muito bem feitos de suas trips), mas ao mesmo tempo também tem um bom papo e sobretudo, conhecimento sobre o que fala. É o caso do Vantuir.

Isso foi muito conveniente hoje, porque há poucos mais de uma semana, eu e alguns amigos retornamos de uma trip de moto de vários dias pela Argentina e Chile. Assim é evidente que em muitos momentos dos vídeos e comentários hoje apresentados, me remetiam diretamente a fatos e acontecimentos similares de nossa viagem (guardadas as devidas proporções, é claro – a parada dele é muito mais “forte” e off road – do que foi a nossa). Mas os sentimentos e pensamentos de quem faz uma trip assim de moto, são parecidos, pode crer. E sabe aquele chavão de sensação de liberdade…PQP, é uma grande verdade! Se bem que quem curte andar de moto, seja lá onde for ou que tipo de terreno for, entende muito bem isso. Mas viajar para longe tem uma coisa diferente, ainda mais quando se ultrapassa fronteiras, isso proporciona outros conhecimentos e aprendizados, talvez pelo esforço e empenho aplicados na rotina do dia a dia na estrada. Mas enfim, estamos sempre aprendendo e é isso o que no final de contas realmente vale. A cada viagem você retorna outra pessoa. Melhor ou pior talvez eu não saiba afirmar (tenho a minha opinião sobre isso), mas retorna diferente. Com uma outra visão do mundo. Ainda bem.

Assim foi a viagem de hoje, mesmo que tenha sido apenas uma trip de palavras e vídeos, um outro tipo de viagem, mas incrível mesmo assim, com aquela vibe boa de sabedoria a ser compartilhada.

Grato mais uma vez Vantuir Broppe. Valeu!

Por mais eventos assim por aqui.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Carlos Barbosa / Banidos do Inferno M.C. – 3 anos

Hoje foi dia de subir a serra gaúcha junto com o Pretto até Carlos Barbosa (RS), para o evento de comemoração de 3 anos dos Banidos do Inferno M.C.. O mesmo esquema de sempre, V. Aires até Lajeado, depois a Rota do sol até Carlos Barbosa (Desvio Machado) e pimba! Viagem tranquila, saímos ainda pela manhã, dia bonito de sol mas com um vento bem bacana, só para dizer que o verão e o calorão ainda não se estabeleceram de vez. Boa, melhor assim.

Chegamos no local (um bom lugar para um encontro de motociclistas) e o evento já estava em andamento, prá falar a verdade já era quase hora do almoço. E o que posso dizer é que tinha bastante moto custom, a maioria eram HD’s e também muita gente supimpa, show de rock e um excelente almoço com galeto e churrasco. E uma coisa é certa, o pessoal de lá sabe fazer uma boa festa! Sendo que também rola por lá o já famoso evento anual “Harley’s Day”, que é organizado pelo mesmo pessoal. Parabéns!

Na volta tudo tranquilo e ainda resolvemos mudar o roteiro, passamos pelo caminho de Imigrantes e Colinas, que aliás, é um trajeto fantástico (fica a dica). E na chegada ainda teve a tradicional resenha com  os amigos.

Mais um sábado daqueles. Valeu.
Já pelo ano que vem na comemoração dos 4 anos.
\m/

*Ah! Em tempo. Curti bastante o setlist de músicas que estava rolando na festa, coisa bem diferente dos habituais “Creedence e AC/DC” que rola em tudo que é encontro. Nada contra essas bandas, sou fan também, mas não precisa ser sempre a mesma coisa! Muito bom isso. Ainda bem.

*Confira algumas fotos do rolê de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Cerro do Baú – parte II

Há umas duas semanas atrás estive no cerro do Baú, que fica aqui mesmo no interior de Venâncio Aires (RS). Hoje foi dia de voltar lá mas dessa vez junto com os amigos Pretto e Vladimir. Uma viagem normal até lá, tudo por estrada de chão batido, algumas “britas”, buracos pelo caminho mas nada de absurdo. Um passeio legal até , eu diria.

Quando chegamos lá encontramos o proprietário, Marcolino Coutinho, que estava dando um “trato” na propriedade. Como ele já é um velho conhecido da gente, aproveitamos para trocar uma ideia com ele. Dessa vez também haviam outras pessoas de passagem apreciando o local e a bela vista que se tem da cidade e arredores, lá de cima. É bom ver uma área tão bonita como essa sendo visitada, ainda mais aos cuidados do Marcolino, que quando nos falava sobre fatos e histórias do local, se percebia claramente um certo brilho nos olhos de satisfação e alegria. Bom saber que ele cuida bem do local e ainda permite a sua visitação. Outros talvez já teriam cercado bem toda a propriedade, metido placas de advertência, solto cachorros e construído uma casa com uma bela vista exclusiva.
Ele não! Palmas para o Marcolino.

Ficamos ainda um tempo por lá caminhando e admirando o local, depois fomos ver uma nascente que fica ali pertinho, ainda no mesmo morro.

Um bom passeio de um sábado de tarde. Rápido, perto e muito bom.

*Algumas imagens de hoje: