Vantuir Boppre em Venâncio Aires

Hoje o sábado começou muito bem, foi dia de ouvir um bate-papo/palestra do documentarista e aventureiro em duas rodas, Vantuir Boppre. Foi aqui na Honda Valecross, do amigo e gerente Ideraldo “Paulista”. Sempre interessante esse tipo de evento, ainda mais quando a pessoa é organizada, profissional e tem um belo material de apoio (DVD’s muito bem feitos de suas trips), mas ao mesmo tempo também tem um bom papo e sobretudo, conhecimento sobre o que fala. É o caso do Vantuir.

Isso foi muito conveniente hoje, porque há poucos mais de uma semana, eu e alguns amigos retornamos de uma trip de moto de vários dias pela Argentina e Chile. Assim é evidente que em muitos momentos dos vídeos e comentários hoje apresentados, me remetiam diretamente a fatos e acontecimentos similares de nossa viagem (guardadas as devidas proporções, é claro – a parada dele é muito mais “forte” e off road – do que foi a nossa). Mas os sentimentos e pensamentos de quem faz uma trip assim de moto, são parecidos, pode crer. E sabe aquele chavão de sensação de liberdade…PQP, é uma grande verdade! Se bem que quem curte andar de moto, seja lá onde for ou que tipo de terreno for, entende muito bem isso. Mas viajar para longe tem uma coisa diferente, ainda mais quando se ultrapassa fronteiras, isso proporciona outros conhecimentos e aprendizados, talvez pelo esforço e empenho aplicados na rotina do dia a dia na estrada. Mas enfim, estamos sempre aprendendo e é isso o que no final de contas realmente vale. A cada viagem você retorna outra pessoa. Melhor ou pior talvez eu não saiba afirmar (tenho a minha opinião sobre isso), mas retorna diferente. Com uma outra visão do mundo. Ainda bem.

Assim foi a viagem de hoje, mesmo que tenha sido apenas uma trip de palavras e vídeos, um outro tipo de viagem, mas incrível mesmo assim, com aquela vibe boa de sabedoria a ser compartilhada.

Grato mais uma vez Vantuir Broppe. Valeu!

Por mais eventos assim por aqui.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Carlos Barbosa / Banidos do Inferno M.C. – 3 anos

Hoje foi dia de subir a serra gaúcha junto com o Pretto até Carlos Barbosa (RS), para o evento de comemoração de 3 anos dos Banidos do Inferno M.C.. O mesmo esquema de sempre, V. Aires até Lajeado, depois a Rota do sol até Carlos Barbosa (Desvio Machado) e pimba! Viagem tranquila, saímos ainda pela manhã, dia bonito de sol mas com um vento bem bacana, só para dizer que o verão e o calorão ainda não se estabeleceram de vez. Boa, melhor assim.

Chegamos no local (um bom lugar para um encontro de motociclistas) e o evento já estava em andamento, prá falar a verdade já era quase hora do almoço. E o que posso dizer é que tinha bastante moto custom, a maioria eram HD’s e também muita gente supimpa, show de rock e um excelente almoço com galeto e churrasco. E uma coisa é certa, o pessoal de lá sabe fazer uma boa festa! Sendo que também rola por lá o já famoso evento anual “Harley’s Day”, que é organizado pelo mesmo pessoal. Parabéns!

Na volta tudo tranquilo e ainda resolvemos mudar o roteiro, passamos pelo caminho de Imigrantes e Colinas, que aliás, é um trajeto fantástico (fica a dica). E na chegada ainda teve a tradicional resenha com  os amigos.

Mais um sábado daqueles. Valeu.
Já pelo ano que vem na comemoração dos 4 anos.
\m/

*Ah! Em tempo. Curti bastante o setlist de músicas que estava rolando na festa, coisa bem diferente dos habituais “Creedence e AC/DC” que rola em tudo que é encontro. Nada contra essas bandas, sou fan também, mas não precisa ser sempre a mesma coisa! Muito bom isso. Ainda bem.

*Confira algumas fotos do rolê de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Cerro do Baú – parte II

Há umas duas semanas atrás estive no cerro do Baú, que fica aqui mesmo no interior de Venâncio Aires (RS). Hoje foi dia de voltar lá mas dessa vez junto com os amigos Pretto e Vladimir. Uma viagem normal até lá, tudo por estrada de chão batido, algumas “britas”, buracos pelo caminho mas nada de absurdo. Um passeio legal até , eu diria.

Quando chegamos lá encontramos o proprietário, Marcolino Coutinho, que estava dando um “trato” na propriedade. Como ele já é um velho conhecido da gente, aproveitamos para trocar uma ideia com ele. Dessa vez também haviam outras pessoas de passagem apreciando o local e a bela vista que se tem da cidade e arredores, lá de cima. É bom ver uma área tão bonita como essa sendo visitada, ainda mais aos cuidados do Marcolino, que quando nos falava sobre fatos e histórias do local, se percebia claramente um certo brilho nos olhos de satisfação e alegria. Bom saber que ele cuida bem do local e ainda permite a sua visitação. Outros talvez já teriam cercado bem toda a propriedade, metido placas de advertência, solto cachorros e construído uma casa com uma bela vista exclusiva.
Ele não! Palmas para o Marcolino.

Ficamos ainda um tempo por lá caminhando e admirando o local, depois fomos ver uma nascente que fica ali pertinho, ainda no mesmo morro.

Um bom passeio de um sábado de tarde. Rápido, perto e muito bom.

*Algumas imagens de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Aproveitando o sol do sábado de feriadão

Fim de semana de feriadão de dias bonitos e ainda com uma temperatura prá lá de agradável, bom momento para se pegar a estrada. Hoje enteão, como de costume quando o trajeto não é muito longe, eu e o Pretto saímos logo no começo da tarde e fomos até Santo Amaro do Sul/RS. Uma viagem muito boa, que nos finais de semana a estrada é de pouco movimento com belas paisagens de campos, criação de gado e lavouras, sendo que a maior parte do caminho é em asfalto, mas somente até a entrada da cidade (parte histórica), onde começa um trecho de estrada de chão, que não é muito longo (alguns poucos Kms).

As coisas mudaram desde a última vez em que estive por lá esse ano, há alguns meses atrás. E digo – prá melhor! Agora tem uma bela sinalização já na entra, junto a RS 244, ficando assim bem mais fácil e prático de se chegar até o centro histórico de Santo Amaro do Sul que tem uma região central com casarios antigos, uma bela praça com uma árvore frondosa em frente a tradicional igreja e depois, não muito longe (algumas quadras rua abaixo), já se encontra a margem do Rio Jacuí. E nesse mesmo pacote de viagem, um pouco mais adiante apenas, se encontra a Barragem Eclusa de Amarópolis.

Enfim, um pacote completo de viagem com tudo bem perto uma coisa da outra. Fica a dica, porque vale a pena o passeio. Na entrada da cidade, ainda no trecho de estrada de chão, tem um mirante de madeira com uma altura tipo de uns dois ou três andares. Muito bacana, a intenção deve ser a de se enxergar a vila mais adiante, mas só que de longe, ou ao menos foi o que deu para perceber hoje, apenas dá para ver um pouco das torres da igreja por entre as árvores e tal, vide que o povoado não tem nenhum grande prédio. Mas já começa bem a coisa porque é legal subir nesse mirante de qualquer modo. Depois voltamos para as motos e seguimos em frente.

Estacionamos na praça central, que mais do que óbvio, perto da igreja. Então fomos dar uma conferida bem de perto, fazer uma fotos, aquela função de sempre.

Contando depois dessa trip de hoje para minha mãe, ela comentou que num desses casarões perto da árvores da igreja, era a casa onde em sua infância morou a mãe do cantor Wander Wildner, meu primo.

Em seguida rumamos até a beira do rio Jacuí, que estava bem cheio. A outra vez em que estive ali no começo do ano, havia até uma prainha, que aliás, hoje estava submersa. Demos uma apreciada no local e seguimos em frente rumo até a eclusa. O caminho é cheio de casinhas de pescadores, creio que talvez a maioria seja de pessoas que curtem pescar mais como um hobby de final de semana, férias ou temporadas, do que vivem propriamente dito da atividade mesmo.

Aí vem a parte que eu julgo a mais interessante dessa trip, o local é bonito, uma obra do Estado Federal, num estado bem cuidado (ao menos a grama e a grande parte da estrutura) que e lembra muito de ser um versão “redux” de outra eclusa, aqui perto também, de Bom Retiro do Sul / RS. Muitos detalhes parecidos, só que numa proporção talvez um pouco menor em termos de estrutura. Daí é aquela coisa, caminha prá cpá, caminha prá lá, sobe na escadaria do prédio de controle, que aliás, parece ser uma sala tirada do estúdio do seriado de TV LOST, uma coisa tecnológica mas travada no tempo tipo anos 60, saca!? Interessante. Mais umas fotos, o rio estava cheio e com uma forte correnteza, situação bem diferente da outra vez também.

Ficamos um tempo por lá, caminhamos por tudo que lado,até conversamos com o vigia do local, que nos deu algumas informações do procedimento do local e algumas coisas mais. Muito legal.

Depois era só voltar para casa. Um passeio bem legal e interessante, num belo dia de sol para se andar de moto. Essa função toda foi de uns 150 Km rodados, não durou a tarde inteira e assim mesmo rendeu um passeio curto e bem diferente do habitual para nós (V. Aires – Santo Amaro do Sul). Na volta ainda uma passagem pela estrada velha que liga V.Aires / Sta Cruz do Sul, com muitos buracos diga-se, com direito a curzar na frente do encontro de Balonismo que está acontecendo na cidade esse final de semana.

A viagem toda foi tranquila e sem nenhuma perrengue (blz). Mais um sábado muito bem aproveitado. Valeu!

*Confira então abaixo um pouco dessa viagem de hoje, através de algumas fotos:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sábado de sol, hora de pegar a estrada

Com a previsão de um final de semana de sol e tempo bom, não tinha como não pegar a estrada de moto hoje. Fui sozinho, meus parceiros já tinham outros compromissos. Como estou no modo econômico ultimamente, mais uma vez não fui longe mas mesmo assim foi um ótimo passeio.

Fui até vera Cruz e depois dei uma passada no autódromo de Santa Cruz do Sul, não tinha nenhum evento por lá hoje, mas sempre é um lugar bacana para chegar. Uma volta de boas, tudo tranquilo.

Confira abaixo algumas fotos do rolê de moto de hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Test drive na Africa Twin

Hoje foi dia de conhecer de perto a moto Honda CRF 1000 Africa Twin, que estava em um evento especial de exposição na revenda local da Valecross. Tive ainda a grata oportunidade de fazer um test drive com a moto.

Bem, não sou nenhum grande piloto ou sequer um grande entendido, mas fiquei com uma boa impressão. Logo de largada o tamanho meio que intimida e confesso que não estou acostumado a andar de big trail mas isso foi logo superado, já nas primeiras aceleradas. Não vou ficar comparando ela com os demais modelos big trails de outras marcas, achei uma boa moto, não me pareceu muito pesada e com uma boa situação de controle e pilotagem, um tanto mais fina do que as outras e talvez por isso mesmo com um manejo rápido, me ajustando rapidamente com a pilotagem.

Gostei bastante dela além é claro de ter um belo grafismo. O motor respondeu rapidamente aos meus comandos, senti firmeza e de motor cheio na mão foi bem legal – deu aquela emoção… Mas isso foi tudo num breve rolê (na real não tão breve assim) que dei com ela pela cidade. Claro que não a testei no modo off road nem também acionei algum de seus módulos especiais de pilotagem, tração ou alguma outra regulagem. Em resumo foi uma boa e breve aventura, já deu para matar sentir o gostinho e dizer que já andei com numa Africa Twin. Grato ao pessoal da Valecross e fico agradecido pela oportunidade deste test drive.

 

 

 

 

 

 

Depios de vários dias de céu cinza, então um sábado de sol

E o final de semana chegou depois de vários dias de chuva ou então nublado, um sol bonito já dava as coaras logo cedo pela manhã. Bom sinal!
No começo da tarde já estava pronto para pegar a estra a estrada, não fui muito longe, até porque estou em modo econômico nos últimos tempos – (projetos futuros), mas não dá para deixar de andar de moto. É muita vontade.

Como hoje eu estava sozinho na empreitada sai com mais calma e sem pressa alguma. Estava muito bom tomar um sol andando d e moto no asfalto. Sério, isso é realmente muito bom aqui no sul nessa época do ano (inverno), ainda mais depois de vários dias escuros e sem graça.

Passei primeiro por Cruzeiro do Sul, depois rumei para Lajeado e segui até Estrela. Essas cidades ficam bem próximas umas das outras, mas sempre é interessante chegar e dar uma volta. Inclusive hoje procurei não passar nos locais de costume, quando circulo nessas cidades.  Também hoje fiz bem pouca fotos do rolê, sei lá, acho que foi preguiça mesmo e na real, estava mais afim de curtir a a moto e a estrada. Como se diz por aqui: – “lagartear no sol” (só que de moto).

Enfim, um volta interessante, bem tranquila e mais um sábado bem curtido de moto. Thanks!

Abaixo algumas fotos:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Até o Viaduto 13

Depois de algum tempo teremos por aqui novamente fotografias do rolê do dia. Como o Vladi e Fabi nos avisaram que viriam de POA este final de semana, então eu e o Pretto combinamos um uma viagem diferente dessa vez. Resolvemos ir até o Viaduto 13 (Ferrovia do Trigo), em Vespasiano Corrêa (RS) – uma construção da época da ditadura militar

Um pequeno entrevero atrasou a nossa saída na tarde, uma chave que o Vladi não encontrava, mas tudo resolvido. Logo estávamos no caminho de Lajeado e depois no rumo de Encantado, Muçum e finalmente Vespasiano Corrêa. Um dia de sol bonito, muito bom para andar de moto, achei até que seria frio, mas não, estava até quente (passei calor na ida – Na volta tudo bem). Foi uma viagem tranquila, nada de anormal, apenas as coisas de sempre, tipo carros que estão a nossa frente e não dão sinal de pisca (seta).

Antes mesmo de se chegar na dia base do viaduto, tem uma estrada de chão batido muito legal, com vários relevos altos e baixos mas bem compacta e lisa. Essa parte off-raod foi muito boa hoje. Sem falar depois na emoção que é descida íngreme e de piso de brita solta, que aliás, é bem perigosa – fácil de numa freada mais brusca a moto escorregar o cara ir ao chão. Mas tudo bem, assim mesmo é que a coisa fica divertida.

O local é bonito, bacana o rio que tem ali. Algumas fotos na base, um pouco de conversa e resolvemos subir até o topo do viaduto, onde estão os trilhos, literalmente. Outra subida numa estrada de chão batido e logo se está no topo. Não sou muito chegado em “alturas” mas tudo tranquilo dessa vez. Caminhei com a galera pelo viaduto, lá no alto e tudo beleza. Creio que nem era necessário mencionar, mas lá vai, uma vista sensacional dos morros e do rio lá em baixo. Também não teve nenhuma preocupação do tipo: – Ah! Se o trem vem e a gente está aqui em cima? Tudo de boa, daria para escutar e até mesmo tem uma área de escape na beirada de ambos os lados dos trilhos. Entramos um pedaço para dentro do túnel, mas não fazia muito sentido seguir em frente no escuro e tal. Não sei dizer a extenção do viaduto e nem também a do túnel.

Uma pesquisa rápida:
Foi construído pelo 1º Batalhão Ferroviário do Exército Brasileiro durante a década de 1970, tendo sido projetado desde o final da Segunda Guerra Mundial, pela empresa Serviços de Engenharia Emílio Baumgart (SEEBLA). Com seus 143 metros de altura e 509 de extensão, foi inaugurado pelo então presidente Ernesto Geisel em 19 de agosto de 1978, é o maior viaduto ferroviário das Américas e o terceiro mais alto do mundo, superado apenas pelo Viaduto Mala Rijeka, em Montenegro, de 198 metros de altura, e a ponte de Beipanjiang, na China, que possui uma altura de 275 metros.

A volta também foi tranquila, chegamos já estava escuro e asism foi mais uma tarde de moto muito bem aproveitada com os amigos. Até a próxima.

*Abaixo como de costume, algumas imagens do rolê de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Travis Pastrana revendo alguns feitos de Evel Knievel

O History Channel vai apresentar um evento de três horas com a superestrela do automobilismo Travis Pastrana, tentando recriar as acrobacias de Evel Knievel na televisão, ao vivo. Pastrana montará uma réplica moderna da moto que Knievel usou, tentando três saltos: mais de 50 carros, mais de 14 ônibus e sobre a fonte do Caesars Palace – o salto que resultou em um acidente quase fatal para Knievel.

Lá nos EUA o “Evel Live” irá ao ar no domingo, 8 de julho, como parte do bloco de programação anual “Car Week” da rede, e também contará com entrevistas ao vivo com membros da família Knievel e Pastrana, imagens de arquivo da história por trás dos muitos saltos audazes do Knievel.

Um dia de muito frio mas também dia de moto

Mesmo com a manhã de hoje sendo uma das frias do ano até então, com os termômetros beirando a casa dos 0º, o sol deu as caras e desde cedo dava pintas de que seria um belo dia. Já mencionei anteriormente de que o frio não importa muito para quem gosta de verdade de andar de moto e assim foi.

No começo da tarde, já pensando em aproveitar o calor do sol, eu, Rafa e Luiz Carlos já estávamos a postos para mais uma empreitada de moto na tarde. Hoje fomos até Sério e Imigrante, e claro, passando por Lajeado antes e tendo a a volta pela Rota do Sol. Mesmo com um dia frio basta se agasalhar adequadamente que está tudo bem para andar de moto. Tendo o sol por companhia o trajeto todo, foi mais uma tarde bem aproveitada em nosso rolê de moto.

Tanto na ida como na volta tudo transcorreu bem. Teve  também uma parada para café, para aquecer os ânimos e trocarmos uma ideia como de costume. Um rolê tranquilo, super de boas e com belas paisagens ao longo de todo o trajeto. Valeu! Sempre é bom passar novamente por essa região.

*Abaixo algumas imagens desse passeio e sempre naquele esquema de ser na ordem e sequência dos fatos.