Fim de uma era: Valentino Rossi anuncia aposentadoria da MotoGP no final de 2021

Valentino Rossi, multicampeão da MotoGP e uma lenda do esporte a motor, confirmou nesta quinta-feira (05) que se aposentará da categoria após o final desta temporada. A decisão do italiano foi anunciada em uma coletiva extraordinária no Red Bull Ring, antes da disputa do GP da Estíria.

A expectativa do anúncio da aposentadoria de Rossi já existia há algumas semanas, com o italiano vivendo sua pior temporada na MotoGP. E o local da confirmação não poderia ser outro: na quarta-feira (04), completou-se 25 anos do primeiro pódio do italiano no Mundial de Motovelocidade, quando foi terceiro colocado no GP da Áustria das 125cc no próprio Red Bull Ring, quando ainda era conhecido como A1 Ring.

Mas na coletiva Rossi deixou algo claro: a aposentadoria da MotoGP não significa uma aposentadoria das pistas. O italiano passará a focar em corridas de carro, algo que ele já vinha fazendo esporadicamente nos últimos anos.

Depois de perder a vaga na equipe oficial da Yamaha para Fabio Quartararo, houve muita especulação sobre uma possível aposentadoria de Rossi ainda no ano passado, mas ele optou por seguir mais um ano nas pistas. Em 2021, o italiano corre na Petronas SRT, equipe satélite da Yamaha, tendo ao seu lado o ítalo-brasileiro Franco Morbidelli.

Mas os resultados simplesmente não vieram para Rossi. Após a primeira parte do campeonato, encerrada no fim de junho com o GP da Holanda, o multicampeão tinha como melhor resultado apenas um décimo lugar no GP da Itália, em Mugello. Na classificação do Mundial, ele se encontra muito atrás das outras Yamahas, de Quartararo, Maverick Viñales e Morbidelli.

A cada corrida neste ano, a sensação de que a aposentadoria de Rossi se aproximava ficava cada vez mais forte. Caso optasse por seguir na MotoGP em 2022, precisaria ainda cumprir critérios de performance determinados pela Yamaha em seu contrato ou teria que correr atrás de outra montadora, sendo que boa parte das vagas do próximo ano já estão fechadas.

Mas mesmo uma última temporada amarga não apaga uma carreira brilhante de Valentino Rossi no Mundial de Motovelocidade, marcada por títulos, vitórias, pódios e recordes que devem ser mantidos por um bom tempo.

Rossi estreou no Mundial de Motovelocidade em 1996, na 125 cilindradas correndo com a Aprilia e logo no ano de estreia conquistou a primeira vitória, no GP da República Tcheca. Já no ano seguinte, foi campeão da classe, garantindo sua evolução para as 250 cilindradas, onde foi vice-campeão de cara, em 1998, perdendo para o compatriota Loris Capirossi, um de seus principais rivais ao longo da carreira.

Em 1999, dominou, vencendo nove das 16 corridas do ano e subindo ao pódio em outras três, sendo campeão com folga e carimbando sua passagem para a categoria rainha: as 500 cilindradas, onde já chegou com status de futuro campeão.

Estreando com a Honda, Rossi se mostrou competitivo desde o início, vencendo duas corridas e terminando com o vice-campeonato. Mas a história na categoria que o consagrou para o mundo do esporte estava apenas começando. Entre 2000 e 2010, conquistou impressionantes sete títulos, além de dois segundos e dois terceiros, consagrando-se como um dos maiores nomes do esporte

Seu primeiro título veio já em 2001 com a Honda, conquistando ainda outros dois com a montadora. Mas Valentino Rossi é praticamente sinônimo de Yamaha, uma parceria que começou em 2004, e da melhor forma possível.

Já em seu primeiro ano com a Yamaha, Rossi foi campeão, emendando com o penta da MotoGP em 2005. E após perder os títulos de 2006 e 2007 para Nick Hayden e Casey Stoner, o Doutor voltou a brilhar nos anos seguintes, conquistando o hexa e o hepta em 2008 e 2009, seu último título na categoria.

Mas mesmo um dos maiores da história também possui sua cota de erros e momentos complicados. Para Rossi, isso veio em 2011, quando deixou a Yamaha e assinou com a Ducati.

Se para os fãs italianos a combinação de Rossi com Ducati era um sonho, na pista a situação foi muito diferente para o Doutor. Ao longo de dois anos, subiu ao pódio apenas três vezes, sem conquistar nenhuma vitória.

Após dois anos desastrosos com a Ducati, Rossi voltou à Yamaha em 2013, onde conquistou mais três vice-campeonatos, incluindo a polêmica temporada de 2015, quando teve uma disputa intensa com seu companheiro de equipe, Jorge Lorenzo.

O ano também foi marcado por uma rivalidade com Marc Márquez que rendeu um dos momentos mais polêmicos do esporte, quando Rossi chutou o piloto da Honda durante o GP da Malásia.

Depois de 2015, Rossi seguia entregando boas corridas, mas sem a mesma frequência dos anos anteriores, conquistando sua última vitória no GP da Holanda de 2017 e o último pódio em julho de 2020, no GP da Andaluzia.

No ano passado, Rossi voltou a estampar as capas dos principais veículos do mundo, mas por um motivo muito diferente: um grave acidente entre Johann Zarco e Franco Morbidelli, com as motos dos dois pilotos voando pelo Red Bull Ring e errando Rossi por questão de centímetros. O italiano criticou duramente os envolvidos e cobrou mais segurança da categoria.

Até o momento, já disputou 423 grandes prêmios, com 115 vitórias. São 235 pódios no total, 65 pole positions, 96 voltas mais rápidas e 6.330 pontos, que, no entanto é um valor que – com toda a probabilidade – será melhorado até o final do ano.

Com a despedida de Valentino, a MotoGP perde um dos maiores nomes de sua história e também um dos símbolos que, nos últimos 20 anos, obteve sucesso em todas as pistas por onde passou. Uma era chega ao fim, e isso era inevitável. Mas o que Rossi fez ficará na história.

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*Fonte: motorsportuol

MotoGP Sepang 2017 – highlights

No molhado Andrea Dovizioso ,Ducati, venceu a penúltima etapa da MotoGP, na Malásia, e diminuiu a diferença de 33 para 21 pontos com relação ao líder do campeonato, Marc Marquez.

Foi a sexta vitória de “Dovi” na temporada, igualando ao número de vitórias de Marquez, que chegou na quarta colocação. Johann Zarco (Tech 3 Yamaha) assumiu a liderança logo após a largada, superando as Hondas. O pole Dani Pedrosa caiu para quinto e não conseguiu mais recuperar posições. Na décima volta, a liderança era de Jorge Lorenzo com Dovizioso pressionando, logo atrás. Enquanto Zarco e Márquez consolidaram suas posições até a 20ª volta, as Ducatis ficaram grudadas. Até que Dovizioso aproveitou um erro de Lorenzo na última curva para assumir a liderança definitiva faltando cinco voltas para o final. Valentino Rossi (Yamaha) chegou em sétimo, atrás de Danilo Petrucci (Pramac Ducati).

 

1) Andrea Dovizioso – (Ducati)
2) Jorge Lorenzo – (Ducati)
3) Johann Zarco – (Tech3 Yamaha)
4) Marc Marquez – (Honda)
5) Dani Pedrosa – (Honda)
6) Danilo Petrucci – (Pramac Ducati)
7) Valentino Rossi – (Yamaha)
8) Jack Miller – (MVDS Honda)
9) Maverick Vinales – (Yamaha)
10) Pol Espargaro – (KTM)
11) Alvaro Bautista – (Aspar Ducati)
12) Bradley Smith – (KTM)
13) Scott Redding – (Pramac Ducati)
14) Hector Barbera – (Avintia Ducati)
15) Cal Crutchlow – (LCR Honda)
16) Michael van der Mark – (Tech3 Yamaha)
17) Andrea Iannone – (Suzuki)
18) Tito Rabat – (MVDS Honda)
OUT- Alex Rins – (Suzuki)
OUT- Sam Lowes – (Aprilia)
OUT- Karel Abraham – (Aspar Ducati)
OUT – Loris Baz – (Avintia Ducati)

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*Fonte: f1mania

Marco Simoncelli – 6 anos

E lá se vão 6 anos do acidente fatal do jovem e muito promissor piloto italiano da MotoGP, Marco Simoncelli (#58), na prova de Sepang, na Malásia em 2011. Tenho certeza de que esse cabeludo maluco teria feito ainda muitas provas incríveis pilotando sua moto no mundial. Justo quando estava numa fase crescente muito boa em sua carreira (já havia sido Campeão Mundial nas 250cc). Sempre fui seu fan, na real sou até hoje. Depois do Valentino Rossi, era um de mesu pilotos favoritos no mundial. Uma pena ter nos deixado tão cedo.  Um piloto com um excelente futuro nas pistas. Cabe ainda lembrar também de que engraçado vê-lo colocar o capacete naquela sua vasta cabeleira.

Fica aqui essa pequena homenagem.
Muito grato e valeu pelas inúmeras alegrias que deste ao torcer por você. E agora aos domingos fica aquela saudade de não vê-lo mais alinhando a moto 58 no grid de largada.

Descanse em paz Sic#58!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

MotoGP – Áustria 2017

Hoje foi dia de acordar cedo novamente para assistir ao vivo na TV a Moto GP  do grande prêmio da Áustria. E aqui cabe mencionar – que bela pista!

Uma prov sensacional com muitas ultrapassagens e cheia de emoção até o momento final na bandeirada. Prova vencida pelo piloto italiano Andrea Dovizioso (#04 – Ducati) em um belo duelo com o atual líder do campeonato, o espanhol Marc Márquez (#93 – Honda), que ficou em segundo lugar, tendo seu colega de equipe Dani Pedrosa chegando em terceiro (#26 – Honda).

A situação do campeonato MotoGP ficou a seguinte:
1. Marc Márquez (Honda), 174 pontos
2. Andrea Dovizioso (Ducati)
3. Maverick Viñales (Yamaha), 150
4. Valentino Rossi (Yamaha), 141
5. Dani Pedrosa (Honda), 139

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Homenagens para Nicky Hyden

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

*Capacete do Maverick Viñales #25 – atual lider do MOTOGP 2017 – com a sua homenagem a Nicky Hyden #69

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

*Nicky com a moto do atual campeão do AMA Motocross (EUA) – Ken Roczen #94

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

*Homenagem da Troy Lee Design

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

*Homenagem de Broc Tickle #20

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

*homenagem da Honda Team

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

*Foto de Nicky quando de seu título da Moto GP2006

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

*Nicky Hyden -Um grande piloto desde pequeno!

Nicky Hayden – 1981-2017 (R.I.P.)

Nascido em 30 de julho de 1981 em Owensbro, no Kentucky, Nicky Hayden é o último piloto norte-americano campeão mundial da MotoGP e vem de uma família de pilotos de motocicletas nos EUA, cuja trajetória teve início com seus pais, Earl e Rose Hayden, que corriam de moto na terra. Os irmãos Tommy, Jenny, Nicky, Roger e Kathleen também seguiram os passos dos pais e desde de muito cedo se aventuraram nas ruas rodas. Daí a explicação para a paixão pelo esporte. Além de Nicky, seus dois irmãos, Tommy e Roger, também se tornaram pilotos profissionais, além dos primos Frankie Lee Gillim e Hayde Gillim.

Inicialmente, a principal fonte de renda da família era uma concessionária de veículos usados de Earl. Porém, à medida que os meninos foram correndo atrás de novas oportunidades no motociclismo, a família passou a viajar atrás das competições. E Nicky acabou a adotando o icônico número 69 graças ao seu pai, que dizia: “Eu caía tanto que precisava de um número que desse para ver de ponta cabeça”.

Ao contrário de muitos pilotos que chegam à classe rainha por meio das categorias menores do próprio Mundial de Motovelocidade, Nicky construiu uma carreira nos campeonatos norte-americanos antes de aportar na Europa.

Aos 16 anos em 1997, quando pode se tornar profissional, Nicky seguiu a trajetória de seu irmão mais velho, Tommy, e ingressou no campeonato norte-americano de superbike, ganhando os holofotes por si próprio. Dois anos mais tarde, Hayden se tornou campeão do AMA Supersport 600 com a Honda.

Ainda nos Estados Unidos, Hayden foi campeão do AMA Superbike apenas três temporadas depois, em 2002, além de ter feito o início da sua carreira internacional com sua estreia no Mundial de Superbike, na rodada caseira de Laguna Seca. Era a transição para o Mundial de Motovelocidade. Contratado para defender a equipe de fábrica da Honda, o norte-americano fez sua estreia na MotoGP em 2003, tendo um primeiro ano bastante positivo, terminando em quinto lugar com a equipe de fábrica após conquistar dois pódios.

A carreira do americano evoluiu ao longo dos anos: em 2005, veio a primeira vitória na MotoGP, e logo em casa: com direito a pole em Laguna Seca, Hayden subiu ao topo do pódio pela primeira vez em 10 de julho. Além da vitória na Califórnia, o piloto faturou ainda outros cinco pódios e duas poles para terminar em terceiro lugar.

Mas o melhor estava por vir. 2006 foi o grande ano da carreira de Nicky Hayden. Em disputa direta com Valentino Rossi, o norte-americano conquistou o título mundial daquela temporada mesmo vencendo menos corridas em relação ao ‘Doutor’: foram dois triunfos de Hayden contra cinco de Rossi. No entanto, a consistência do americano da Honda e a regularidade foram decisivos para que ele conquistasse sua maior glória na carreira.

Nicky ficou mais duas temporadas na esquadra japonesa antes de, em 2009, assinar contrato com a Ducati de fábrica. Pela equipe italiana, o norte-americano disputou outros cinco campeonatos, tendo o italiano multicampeão do Mundial como companheiro em duas temporadas. Sem sucesso com a difícil moto de Borgo Panigale, Hayden ainda correr na pequena Aspar, satélite da Honda, entre 2014 e 2015, quando decidiu deixar o Mundial para competir pelo time da montadora japonesa no Mundial de Superbike. Antes, o norte-americano ganhou do Mundial o título de lenda da MotoGP.

No ano passado, Hayden encerrou um jejum que durava desde 2006 e voltou a vencer. Foi na segunda corrida da Superbike em Sepang, na Malásia. Nicky terminou aquele campeonato em quinto, com 248 pontos.

Também em 2016, o norte-americano fez sua participação derradeira na MotoGP. Primeiro foi chamado para substituir Jack Miller no GP de Aragão. E, depois, entrou no lugar de Dani Pedrosa, que se recuperava de lesão, no time de fábrica da Honda no GP da Austrália, em Phillip Island.

Neste ano, Hayden seguia com a Honda na Superbike. No último fim de semana, o piloto disputou a rodada de Ímola. Nicky não terminou a primeira corrida, mas completou a segunda em 12º. O #69 ocupava a 13ª colocação no campeonato, com 40 pontos.

Hayden ficou conhecido ao longo de sua carreira pelo apelido de ‘The Kentucky Kid’ e tinha muito respeito de seus colegas de grid e amigos. Era famoso por ter uma personalidade tranquila e amável. Nicky perdeu a vida depois de um acidente enquanto treinava de bicicleta na região de Rimini, norte da Itália. Um carro o atingiu, provocando diversas lesões.

A comunidade do esporte a motor no mundo lamenta a perda do campeão.

 

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*Fonte: grandepremio

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Acidente assustador atinge 17 pilotos da Moto3 na França

O GP da França de Moto3, na manhã deste domingo, ficou marcado por um acidente assustador. Primeiro, logo após a largada, Kornfeil, Dalla Porta, Norrodin e Suzuki caíram e a moto de um deles derramou óleo na pista. Em seguida, um total de 16 pilotos acabou escorregando e caindo.

A prova precisou ser interrompida e os pilotos foram para os boxes – nenhum se feriu com gravidade. Na volta, a vitória ficou com o espanhol Joan Mir. Veja o acidente no vídeo acima.

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*Fonte: esporteaominuto

Piloto de motos Nicky Hayden é atropelado por carro enquanto andava de bicicleta

O piloto americano de motos Nicky Hayden foi atropelado por um carro enquanto andava de bicicleta em Rimini, na Itália. Campeão mundial de MotoGP em 2006, o Hayden compete atualmente o Mundial de Superbike pela equipe Red Bull Honda.

O estado do piloto, que tem 35 anos, é grave, com o sofrimento de traumatismos pelo corpo, disse o jornal “Rimini Today”.

De acordo com a organização do Mundial de Superbike, o piloto foi levado para uma hospital local. O americano fazia o treinamento físico com bicicleta para a próxima corrida, marcada para este final de semana, em Rimini.

“Dedos cruzados para Nicky Hayden”, disse a MotoGP em seu Twitter oficial.

 

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A situação de Nicky Hayden está «estável», mas o piloto norte-americano mantém um quadro clinico de «extrema gravidade», de acordo com a última informação médica.

O Hospital Bufalini de Cesena fez um comunicado na manhã desta sexta-feira em que não regista evoluções relativamente à véspera.

«A situação é estável. O quadro clínico permanece de extrema gravidade e em relação ao dia anterior não há variações», relata a «Gazzetta dello Sport».

 

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*Fontes: G1  / autoportal

Banjoman: *Mais uma triste notícia dessa semana cinzenta.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Moto GP – Catalunha 2016

Valeu mesmo o árduo trabalho de sair cedo da cama nessa fria manhã de frio domingo, báh….. mas isso é só para os fortes, tudo para assistir afortunadamente a uma espetacular prova do Moto GP, a MELHOR deste ano! Sim, isso mesmo que você leu. A melhor (ao menos até agora).

A prova da Catalunã, onde o velho leão Valentino Rossi, que não largou no grupo da frente no grid, mas que de qualquer forma acabou dando um verdadeiro curso grátis de pilotagem desde a sua primeira volta na pista, largando na sexta posição. Teve de tudo o que uma boa corrida de motos precisa, muita emoção desde a larga, belas ultrapassagens, disputas, tombos e pilotos afoitos. Tá feito o show!

Eu gosto especialmente quando o Valentino Rossi (Yamaha #46) faz uma bela prova e ultrapassa o seu colega de equipe e babaca de plantão, Jorge  Lorenzo (Yamaha #99), que aliás largou na frente e era o líder do campeonato. Valentino Rossi foi ultrapassando um a um até chegar na primeira posição, mas não foi nada fácil nem tranquilo, teve uma bela disputa com trocas de ultrapassagens quando Marc Marquez (Honda #93) entrou na luta pela liderança. è bacana demais escutar ao fundo a torcida ovacionando Rossi a cada ultrapassagem que faz. Báh!

Quanto a prova em si, deu Valentino Rossi em primeiro, Marc Marquez em segundo e o terceiro lugar para os eu colega, Dani Pedrosa (Honda #26). Gostei que o futuro colega de equipe de Rossi na Yamaha em 2017, Maverick Viñales (Suzuki #25), também fez uma bela prova e chegou em 4º lugar, quase dando um podium para o novato. Já Lorenzo, que largou na frente foi perdendo posições em função do desgaste de seu kit de pneus (tem a ver com a escolha da composição de material que o piloto faz antes da prova) até que sofrei uma batida e foi derrubado em uma curva arriscada e mal feita pelo afoito piloto Iannone (Ducati #29). Ambos tiveram de abandonar a prova.

O legal que na prova da Itália, terra do Rossi, os pilotos espanhóis é que venceram e agora foi o troco!
Agora o campeonato toma uma novo fôlego e uma reviravolta na classificação, com Marquez na liderança, seguido por Lorenzo e depois Rossi com poucos pontos de diferença, o que o deixa mais competitivo novamente porque Lorenzo não marcou pontos e assim os demais avançaram na tabela. Muito interessante foi Marquez cumprimentar a vitória de Rossi no final da prova, o que pode ser um recomeço de amizade entre os dois pilotos. Boa!

*A nota triste da prova da Catalunã foi a morte na parte dos treinos e qualificação do jovem e promissor piloto Lui Salom.

 

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*Luis Salom

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Rossi em um dia de luxo

Em outra prova exuberante de Valentino Rossi, dessa vez no Moto GP da França, quando não largou muito bem mas foi subindo de posição até se estabelecer na segunda colocação. Lugar este que ocupou no pódio, sendo o seu desafeto Lorenzo (Yamaha #99) o vencedor e o terceiro lugar a cargo do novato Maverick Viñales (Suzuki #25) – que nome show esse!
Com este resultado agora Rossi está apenas à 12 pontos atrás do líder do campeonato, o espanhol e bundão de plantão, Jorge Lorenzo.

E que sensação boa a de ouvir o grito da torcida (sim, tem torcida nas pistas de corrida de moto), ovacionando uma ultrapassagem ou até mesmo a chegada nos boxes de Valentino Rossi, o som chega a vazar no áudio da transmissão da prova, de tão intenso. Dá-lhe Rossi! Esse cara é phoda.

*Nesse blog não tem frescura nem “emcimadomurismo”, aqui a torcida é descarada sempre, seja por algum piloto, carro, time, seleção ou o que for…

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Moto GP – Texas (EUA) 2016

Em dia de prova de Moto GP no Texas, Estados Unidos, a festa foi do garoto Marc Márquez (Honda #93), que largou muito bem e não teve grande dificuldade em vencer. Um passeio para ele, digamos assim.

De minha parte o ponto baixo  foi a queda de Valentino Rossi (Yamaha #46), por quem torço sempre descaradamente. Aliás, várias quedas nessa prova, inclusive uma muito interessante. A câmera onboard da moto de Dani Pedrosa (Honda #26) selecionada como img principal no momento da corrida e pimba! O cara cai na curva e a moto escorrega atingindo a moto de Dovizioso (Ducati #04), que se safou de um grave acidente (ufa!), mesmo tendo a queda como resultado também. O lamentável é que nesse momento Dovi estava na terceira posição e provavelmente terminara no pódium, ao final da prova.

No mais foi isso mesmo, um “passeio” de domingo com alguns tantos tombos também de retardatários, mas ficou assim com Marc Márquez em primeiro, Lorenzo (o bundão da Yamaha #99) em segundo e pela a primeira vez no pódium o Iannone (Ducati #29), em terceiro lugar.

Mas para mim, a grande cena do dia foi o pedido de desculpas ao vivo, do piloto Honda, Dani Pedrosa, que ao chegar nos boxes (desistiu no meio da corrida), foi diretamente aos boxes da equipe adversária Ducati, falar pessoalmente com Dovizioso e lhe pedir desculpas pelo ocorrido na pista. Um bela atitude

A próxima etapa será no dia 24 de abril, no circuito de Jerez, na Espanha.  Até mais.

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Valentino Rossi um guerreiro

Na última prova do ano do MotoGP de 2015 não deu para o Valentino Rossi (Yamaha #46), a sua tarefa era difícil, largar lá atrás e chegar na frente do Lorenzo, mas ao menso tentou, e como. Então o campeonato ficou com o piloto e “bundão-de-plantão” Jorge Lorenzo (Yamaha #99) e o vice-campeonato para Rossi, que aliás, tem 9 títulos mundiais em sua carreira. Tá bom ou quer mais? Eu queria mais… mas não foi dessa vez.

Foi um belo ano para o velho leão, ganhou várias provas, fez muitos pódiuns, correu super bem mas a trampinagem da galerinha espanhola (será!?) o atrapalhou, uma pena. Mas de certa forma foi o campeão para o público que acompanha o MotoGP o ano todo, foi mais braço na pista, tanto que hoje largou na vigésima sexta posição e chegou em quarto.

Go! Rossi,go!!!! Ano que vem tem mais. Esse Lorenzo-sem-carisma e o guri-chorão do Marquez terão que pedalar muito ainda para terem a metade de suas qualidades e do seu crisma como um “dos grandes” pilotos da história do motociclismo.

Valeu Rossi!

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Deu Valentino em Silverstone

Numa bela prova de recuperação e com duas largadas por causa da chuva intensa em Silverstone (Inglaterra), o piloto Valentino Rossi (Yamaha #46), o rei da chuva, venceu o Moto GP de hoje e já acumula 4 vitórias nesta temporada e esteve em TODOS os pódiuns do ano. Prova esta que teve 3 italianos nas primeiras colocações, com o segundo lugar para Danilo Petrucci (Ducati #9), que teve seu primeiro pódium em toda carreira e o terceiro lugar para Andrea Dovizioso (Ducati #04), numa corrida com inúmeras quedas. Rossi agora assume novamente a liderança do campeonato de 2015, abrindo 12 pontos de vantagem para o seu companheiro de equipe Jorge Lorenzo (Yamaha #99).
Fazia tempo que não via uma corrida com chuva forte na pista, uma prova cheia de emoções.

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MotoGP e rock’n roll

Uma cena muito comum no MotoGP é o piloto espanhol Jorge Lorenzo (Yamaha #99) estar posicionado no grid de largada (ou antes, nos boxes), concentrado e focado na corrida mas com um fone de ouvidos. A questão que ocorre aqui, é que música será que o campeão (não existe ex-campeão) estaria escutando? É uma pergunta que já me ocorreu em outros momentos em que vi esta cena e interessante, na prova de hoje, no circuito de Brno – GP da República Tcheca de MotoGP, o comentarista mencionou tal fato e disse que perguntaram ao piloto que música ele escutava. E a resposta foi curta e direta – Lenny Kravitz.
Ah! Só para constar, Jorge Lorenzo venceu o Moto GP de ponta a ponta e agora assumiu a liderança do campeonato de 2015, sendo que até agora ocorreram apenas 11 etapas

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Franco Morbidelli – Mundial da Moto 2

Fique de olho nesse piloto italo-brasileiro, Franco Morbidelli, ainda vai dar muito o que falar. Ele corre atualmente o Mundial da MOTO2. E o legal que ele tem orgulho de ter raízes brasileiras em seu sangue. Saca só o capacete do rapaz. Dá-lhe Morbidelli.

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Valentino Rossi vence o Moto GP da Argentina 2015

Em uma incrível prova de recuperação, o piloto italiano Valentino Rossi (Yamaha #46), que largou em oitavo lugar, venceu a prova do Moto GP da Argentina superando o garoto prodígio Marc Marquez (Honda #93), o atual bi-campeão da categoria, a duas voltas do final da prova. A corrida terminou com Rossi em primeiro, o italiano Andrea Doviziozo (Ducati #04) em segundo e completando o terceiro lugar no pódium, o piloto inglês Cal Crutchlow (Honda #35) . Dá-lhe Rossi! O velho leão ainda morde.

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Valentino voltou!

E o piloto Valentino Rossi regressou ao primeiro lugar no pódium, foi na prova de hoje em Assen, na Holanda, quando venceu pela primeira vez em 2013, ou então como queiram, desde que voltou ao time oficial da Yamaha no Moto GP. Foi a sua 80 vitória na categoria principal sendo que a sua última vez no lugar mais alto do pódium havia sido no GP da Malásia, em 2010. O nove vezes Campeão do Mundo partilhou o pódio com Marc Márquez (#93 –  Honda), que chegou em segundo lugar e Cal Crutchlow (#35 –  Yamaha) em terceiro, enquanto Jorge Lorenzo (#99 –  Yamaha), terminou em quinto apesar de fractura na clavícula.

*Eu, enquanto grande fan de Valentiono Rossi, há muito tempo esperava por uma vitória do piloto italiano, agora de volta ao time Yamaha. Desde já fico com as expectativas ampliadas depois desta prova, para que mais vezes seguida ele retorne ao seu devido lugar que o pódium.

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Márquez vence pela primeira vez o MotoGP

Na prova de hoje em Austin, Texas (EUA), o espanhol Marc Márquez, de vinte anos de idade se tornou o mais jovem piloto na história a vencer uma prova de MotoGP, que ainda teve seu companheiro de equipe Dani Pedrosa (#26) em segundo lugar, seguido do piloto da Yamaha, Jorge Lorenzo (#99). Márquez (#93) que faz parte da equipe oficial de fábrica Repsol / Honda, foi campeão nos anos anteriores nas categorias Moto 2 e Moto 3, uma carreira meteórica para esse jovem piloto. Teremos aí um novo Valentino Rossi despontando!?

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Marc Márquez é o cara da vez

A última prova do mundial de motovelocidade (Moto3, Moto2 e Moto GP), em Valencia, na Espanha, só veio a confirmar que o jovem piloto Marc Márquez (#93), campeão antecipado na Moto2 2012, é realmente um prodígio, um excelente piloto. Por conta de uma penalização teve de largar na última colocação e mesmo assim conseguiu terminar a prova em primeiro lugar, ou seja, ultrapassou todos os outros 33 concorrentes de sua categoria na prova. Márquez já tem contrato com o time oficial da Honda para no ano que vem (2013), quando deve subir para a categoria principal da motovelocidade, a MotoGP (1.000 cc). Keep on rock, Márquez!

Então tá Lorenzo

O piloto espanhol Jorge Lorenzo é o campeão da MotoGP 2012. É sem dúvida um ótimo piloto, agressivo e sempre disputando a ponta nas corridas, muito regular nas provas e em seus ótimos resultados. Merecido, apesar de eu ainda acreditar na qualidade do semi-aposentado-prematuro Stoner e no eterno master-fucker Valentino Rossi (Sic 58 também era uma forte promessa – R.I.P.). Parabéns Lorenzo! Agora é aguardar o campeonato de 2013 e ver como o Valentino vai se sair em sua volta a equipe oficial Yamaha como companheiro (novamente) de Jorge Lorenzo.
Go Rossi, go!

Motegi

Na Moto GP deste final de semana deu Dani Predrosa (Honda – #26) no duelo com Lorenzo (Yamaha – #99), foi o Gran Prix do Japão, que ocorreu na pista de Motegi. Com este resultado, a diferença entre os dois cai para 28 pontos e ainda restam 3 provas do campeonato para Pedrosa tentar buscar Lorenzo, que é o líder. Esta prova também marcou o retorno do australiano Casey Stoner, que chegou em quinto lugar, tendo Valentino Rossi alcançado apenas a sétima colocação. É, pelo jeito vou ter mesmo de esperar pelo ano que vem para quem sabe ver Valentino Rossi detonando nas pistas, outra vez.

A próxima prova é na Malásia, no circuito de Sepang, dia 21 de outubro.

Valentino de volta

Outra notícia esportiva muita boa foi o segundo lugar de Valentino Rossi (46), hoje de manhã cedo na prova da França de Moto GP, a super categoria do mundial de motovelocidade. Fazia um bom tempo que Rossi estava devendo uma boa colocação numa prova da categoria, desde a sua mudança da Yamaha para a Ducati há 2 anos. Esse seu segundo lugar me soa como uma vitória, tamanha alegria, se é que você me entende. Rossi está de volta! O problema é que ratiei feio, acordei tarde e não consegui assistir a prova desde o começo, vi somente as voltas finais, o que prá mim já valeu, foi emocionante ver o Valentino Rossi mandando-bala a frente do australiano Casey Stoner da Honda Team (ótimo piloto e atual campeão da categoria). Não curto o piloto Jorge Lorenzo (99) da Yamaha, então que se dane, só vou mencionar que foi o vencedor dessa prova. Pronto, só isso sobre ele.
Dia feliz, agora fico ainda mais pilhado na torcida da Ducati 46 para a sua primeira vitória e melhores colocações neste campeonato, quero mesmo é ver o Valentino novamente no topo do pódium.