Insane Harescramble – 2017 Tarawera 100

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Como limpar o capacete para motociclista

Item obrigatório para motociclistas, ter um capacete seguro e regulamentado como estes é fundamental. Depois de fazer a escolha do modelo preferido, é necessário manter a limpeza em dia para preservar sua saúde e a durabilidade do capacete. O seu interior pode acumular ácaros e micro-organismos, por conta da umidade e do calor, mesmo no inverno.

A falta de higiene com o equipamento pode acarretar doenças de pele e respiratórias. O ideal é limpá-lo pelo menos uma vez por semana, principalmente se o uso for diário. Capacete é um equipamento de uso individual, por isso é recomendado nunca compartilhá-lo com ninguém.

Se você ainda tem dúvidas sobre qual a forma correta para limpar o seu capacete? Confira as dicas abaixo e realize uma higienização eficaz que garanta, além de segurança, uma boa saúde para você:

Com forro removível

Retire o forro com cuidado e lave com as próprias mãos usando água morna e detergente neutro ou shampoo infantil. Deixe secar na sombra e em local bem ventilado.

Com forro fixo

Utilize um pano úmido em água morna e detergente neutro ou shampoo infantil, passando sobre todo o interior do capacete. Deixe secar com o casco virado para baixo e na sombra. Altas temperaturas podem danificar a estrutura do capacete, por isso nunca deixe secando ao sol. Não utilize secador de cabelos, porque o calor pode danificar algumas partes coladas

Não mergulhe na água

A água pode penetrar no interior do capacete, atingindo e danificando os metais da estrutura. Além disso, caso a água se acumule em locais de difícil secagem, a umidade no interior do capacete aumenta, assim como os riscos de proliferação de bactérias.

Limpeza Externa

A parte exterior do capacete também pode ser limpa. O tratamento é o mesmo feito nas partes pintadas de uma moto, limpando com água e sabão neutro. Depois, é importante polir a viseira e aplicar cera no casco para manter a beleza e a durabilidade.

Se tiver marcas deixadas por mosquitos no casco ou viseira, use um rolo de toalha de papel, daqueles de cozinha. umedeça o papel com água e sabão neutro e deixe sobre o lugar sujo por um tempo. Use toalha de papel para secar também.

Nas ranhuras, use uma escova de dentes macia e velha. Lubrifique as partes articuladas com silicone ou WD40.

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*Fonte: viagemdemoto

Trip Serra do Rio do Rastro 2018

Esse post vai parecer estranho já que normalmente registro aqui com um breve texto e “várias fotos” a grande maioria de minhas viagens de moto. Só que dessa vez postei apenas uma única imagem.

Acontece que há anos tem uma coisa que me irrita muito. É que todas vez que alguns motociclistas conhecidos meus se reúnem e começam a conversar sobre viagens e tal, SEMPRE surge o nome da Serra do rio do Rastro, em Santa Catarina. Uma coisa tipo mítica, quase que uma peregrinação em busca de uma benção. Sei lá… Óh meu Deus, se tu tem uma moto e se julga um motociclista de verdade – “tem de ir até lá”.

E depois de um tempo e com essa conversa sempre vindo à tona, já de saco cheio disso, como afinal se lá fosse o único lugar ou estrada legal no mundo (ninguém parece que conhece outros lugares bonitos além desse? – CLARO QUE SIM!), Eu mesmo conheço vários lugares legais, com diferentes aspectos de paisagem e geografia e que também são bonitos por suas próprias características.

Então eu até cheguei a dizer só de birra que nunca iria até lá, ou então se um dia fosse, postaria aqui apenas 1 foto do lugar. Justamente porque posto sempre várias imgs e nesse caso seria uma provocação para com os meus amigos. Mas claro que é besteira, já tinha visto vários vídeos e muitas fotos e histórias do lugar, deles mesmos, os meus amigos e conhecidos. Já sabia que era realmente muito bonito.

Então esse ano finalmente o Pretto, meu parceiro de empreitadas em duas rodas me me convenceu de fazermos uma trip até lá, com o argumento de que não apenas a serra era interessante, mas como a viagem como até lá e depois a volta também, poderiam ser bem interessantes. Tanto que me mostrou um roteiro alternativo que fugia ao tradicional – mais rápido e prático até lá. Curti a ideia assim tive de dar o braço a torcer. E foi memso realmente incrível, a viagem até o local e depois aquela subida serpenteando a serra com uma estrada estreita mas com uma visão incrível lá de cima. É fantástico! Pronto, me redimi. O lugar é realmente muito bonito, curti bastante.

Mas não esqueçamos de que não é somente o fim, mas toda a jornada de ida e volta, o que realmente importa. Tanto que agora eu acho a região/natureza e geografia da serra Catarinense mais bonita do a da serra gaúcha – me refiro no sentido de paisagens naturais (e sim, podem reclamar e espernear à vontade).

E o que é aquela SC-390 / SC-114!!!? Que lugar e rota incrível para uma viagem. Estrada muito boa, com pouco movimento e uma paisagem de visual bucólico (é verdade), mas sensacional. Aquilo passa uma sensação de paz e tranquilidade incrivelmente boa enquanto se pilota e admira o lugar. Pôxa!

*Saímos nessa quarta de madrugada, fomos até lá passando por Lajeado / Rota do Sol / Caxias do Sul – 453 / Terra de Areia / 101 / Criciúma, até Orleans, onde foi o nosso pouso. subimos e descemos 3 vezes a serra. E voltamos hoje, não pela 101 ou litoral (que seria bem prático e mais fácil), mas seguindo a serra catarinense pelas SC 390 e 114 até Lages, depois descendo até Vacaria, seguindo para Antônio Prado / Flores da Cunha  e Caxias do Sul, quando daí era só ligar o piloto automático para a Rota do sol até Venâncio Aires. tudo de boa e tudo tranquilo. Sim, tem muitas histórias, muito mais coisas para contar mas isso vou deixar para comentar com os amigos pessoalmente e não aqui no blog. Assim como mostrar as trocentas imgs da viagem que eu fiz.

**Abaixo então, como o prometido: a tal foto que escolhi como a mais representativa do que foi essa trip da Serra do Rio do Rastro (SC).

Selecionei essa img de dentre de mais de uma centena (sim, fiz muitas fotos como de costume), inclusive várias da estrada visto lá do topo, do mirante e também de outros lugares, mas penso que isso seria óbvio demais. Tinha de ser diferente. Foi difícil escolher. E como sou um homem de palavra e cumpro o que prometo. Aqui está. Uma foto simples, talvez nem seja a melhor de todas que fiz, mas sem dúvida representa bem e sintetiza a história dessa viagem. Ainda faz jus ao temo proposto de “uma única foto” para a minha primeira ida até a Serra do Rio do Rastro. Tem a serra do Rio do Rastro ao fundo, bem como as motos da viagem com as nossas tralhas, um céu incrivelmente claro e bonito para completar a paisagem e ainda o meu amigo e parceiro de viagem, André Pretto (que conseguiu me convencer de ir até lá). Valeu, muito obrigado.