Ciclo da água da Terra está mudando mais rápido que previsto

Um dos fatores que mais preocupa toda a humanidade é a preservação da água potável. Isso porque a mudança climática está modificando o ciclo da água que é depositada na terra.

Uma nova pesquisa, publicada na revista Nature, apontou que o ciclo da água está mudando mais rápido do que estava estimado, com base nas mudanças nos oceanos. Essa constatação mostra a necessidade de diminuir as emissões de gases que aquecem a atmosfera, antes que o ciclo da água mude de forma definitiva.

A mudança do ciclo da água
À medida que a Terra se aquece, o ciclo da água começa a intensificar-se no padrão em que o molhado fica mais molhado e seco ainda mais seco. Isso significa que a água doce está deixando as regiões mais secas do planeta e focando em regiões úmidas.

Isso representa que as áreas relativamente secas, ficarão secas com mais frequência, assim como as regiões úmidas podem ter mais tempestades e inundações extremas.

O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, sigla em inglês) da Organização das Nações Unidas (ONU) apresentou que as mudanças do ciclo da água já estão acontecendo. Um exemplo pode ser as inundações sem precedentes na Alemanha e o aumento das chuvas em Mumbai, na Índia.

No entanto, essas mudanças são apenas o começo. Nas próximas décadas, a intensificação do ciclo da água pode tornar mais difícil para as pessoas conseguirem água potável em muitas regiões do planeta.

O problema é que mesmo que o ciclo da água esteja se intensificando, não se sabe com qual rapidez isso está acontecendo.

A utilização do oceano como um pluviômetro
O principal motivo para ser difícil medir as mudanças no ciclo da água é que não existem medidas suficientes de chuvas e evaporação da Terra. Resumidamente, é muito difícil instalar pluviômetros permanentes ou tanques de evaporação em 70% das superfícies de água do nosso planeta. Além disso, ao analisar as mudanças, é preciso de medições de décadas atrás.

Por isso, os cientistas decidiram usar o oceano, visto que eles podem ser mais ou menos salgados dependendo da região. Um exemplo é que o Atlântico é mais salgado que o Pacífico, isso porque quando a chuva cai no oceano, dilui a água e ajuda a torná-la menos salgada. No entanto, quando a água evapora da superfície, o sal fica no oceano, aumentando a salinidade.

Isso significa que as mudanças mais bem registradas na salinidade do oceano podem ser usadas como um pluviômetro para detectar modificações no ciclo da água. Estudos anteriores usaram esse método para rastrear as mudanças na salinidade na superfície do oceano. Essa nova pesquisa apontou que o ciclo da água está se intensificando cada vez mais.

Porém, o oceano não fica parado como um pluviômetro convencional, já que as correntes e ondas mantêm as águas dos oceanos em constante movimento. Por causa disso, fica uma incerteza sobre a ligação entre a salinidade e a mudança do ciclo da água.

Após isso, foram desenvolvidos novos métodos, que permitem vincular com precisão as mudanças na salinidade do oceano, isso por meio das modificações no ciclo da água, em que a água doce é levada das regiões mais quentes para as mais frias.

As estimativas apontam que o ciclo mais amplo da água está mudando na atmosfera, sobre a terra e por meio dos oceanos. O estudo apontou que de 46.000 a 77.000 quilômetros cúbicos de água mudaram dos trópicos para as áreas mais frias desde 1970.

Isso simboliza uma intensificação do ciclo da água de até 7%. Isso representa a mesma porcentagem de mais chuva em áreas mais úmidas e de menos chuva, ou mais evaporação, em locais mais secos. Isso é bem superior às estimativas que estavam entre 2 e 4%.

Como seria o futuro com a mudança do ciclo da água ?
A mudança no ciclo da água significa secas extremas e chuvas mais fortes e mais frequentes. Mesmo que os governos mundiais mantenham o aquecimento global em um teto de 2℃, prevê-se que a Terra terá eventos extremos em média 14% mais fortes em comparação aos anos de 1850-1900.

O relatório do IPCC aponta que algumas pessoas e ecossistemas serão mais atingidos do que outros. Por causa disso, foi notado que as nações mediterrâneas, o sudoeste e sudeste da Austrália e a América Central ficarão mais secas, já as regiões de monções e os pólos ficarão mais úmidos ou mais nevados.

Em áreas mais secas atingidas pela mudança no ciclo da água, pode-se esperar ameaças reais de viabilidade das cidades.

Década de pesquisa científica aponta a relação entre as emissões de gases de efeito estufa e o aumento das temperaturas globais, o que provoca a mudança no ciclo. Essa é a principal razão que os cientistas apontam para a diminuição desses gases e diminuir os danos das mudanças climáticas.

*Por Nathália Matos
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*Fonte: fatosdesconhecidos / Science Alert

YouTube remove contagem pública de dislikes em vídeos

A partir desta quarta-feira (10), botão de polegar para baixo aparecerá sem números na plataforma; espectadores ainda poderão dar dislike nos vídeos

O YouTube anunciou que removerá a contagem de dislikes dos vídeos a partir desta quarta-feira (10). Segundo a empresa, a medida tem o objetivo de proteger os criadores de conteúdo de assédio e de ataques coordenados de avaliações negativas nos vídeos. O botão de dislike permanecerá sendo exibido para os espectadores, que ainda poderão avaliar negativamente o conteúdo; apenas a quantidade de dislikes será suprimida, tornando-se visível apenas para o proprietário do canal.

A remoção da contagem de dislikes vinha sendo testada desde março, e será implantada de forma gradual a partir de hoje. Segundo o YouTube, o experimento feito no início do ano resultou na redução do número de dislikes nos vídeos participantes. Esse comportamento foi percebido porque as pessoas pareceram menos dispostas a dar mais avaliações negativas em vídeos que não tinham a contagem visível.

O YouTube diz que ouviu criadores de conteúdos iniciantes e proprietários de canais de pequeno porte antes de tomar a decisão. A empresa afirma que essa fatia de produtores é a mais prejudicada com os ataques de avaliações negativas, muitas vezes injustamente, e que isso colaborou com a mudança.

Outro ponto levado em consideração pela plataforma é o fato de que os espectadores utilizavam a contagem de dislikes como parâmetro para saber se iriam assistir ao vídeo ou não. Em comunicado, o YouTube se mostrou contra esse comportamento. “Sabemos que você pode não concordar com essa decisão, mas acreditamos que essa é a coisa certa a se fazer para a plataforma”, afirmou a empresa.

Para o espectador, a mudança não afetará a experiência de avaliação dos vídeos. O botão de dislike continuará sendo exibido, sem números, localizado ao lado do botão de “gostei”, cuja contagem permanecerá visível. Isso significa que o usuário ainda poderá dar “dislike” em vídeos para ajustar as recomendações dos algoritmos da plataforma e deixar um feedback para o criador de conteúdo.

Todos os criadores de conteúdo do YouTube ainda poderão visualizar a contagem de dislikes por meio do YouTube Studio, onde também é possível conferir outras métricas de desempenho. A intenção é que os donos de canais possam usar esses dados como um feedback privado, em vez de tê-los revelados publicamente.

“Queremos criar um ambiente inclusivo e respeitoso, onde os criadores tenham a oportunidade de ter sucesso e sintam-se seguros para se expressar. Esta é apenas uma das muitas etapas que estamos realizando para continuar a proteger os criadores de conteúdo contra o assédio. Nosso trabalho não acabou e vamos continuar investindo aqui”, diz o comunicado do YouTube.

*Por Rodrigo Fernandes
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*Fonte: techtudo

O mundo como você conhece já não existe mais. É hora de se ligar nisso!

O maior hotel do mundo, não é dono de nenhum quarto. A maior empresa de transportes de passageiros, não tem sequer um automóvel. Um time de futebol, que não possui jogadores e treinador, vendeu todos os seus ingressos para a temporada inteira. Uma universidade que não possui professores. Lojas totalmente operadas por robôs. Carros que dirigem sozinhos. Postos de combustível sem… combustível! Isso não é coisa futurista, é a realidade no Vale do Silício.

Airbnb, Uber, San Francisdo Deltas, 42 University, Beam Store, Tesla… essas são apenas algumas empresas criadas no Vale do Silício que estão reescrevendo a história e mudando a forma como vivemos.

Quem faz uma imersão no Vale do Silício tem a nítida impressão de estar fazendo uma viagem ao futuro. O Vale do Silício deixou de ser um lugar físico, uma região, e passou a ser uma “forma de pensamento”.

As principais inovações das últimas décadas nasceram nessa região, assim como as empresas mais valiosas do mundo. Mas isso foi só a ponta do iceberg. Mudanças ainda mais profundas vão acontecer e o Vale do Silício continuará ditando o ritmo do que irá surgir no futuro.

Setores como educação, financeiro, saúde e agronegócio serão impactados diretamente e grandes rupturas surgirão nesses mercados, abrindo possibilidades para que startups criem modelos de negócio totalmente inovadores. A quem diga por lá, por exemplo, que a próxima geração viverá pelo menos 120 anos, por conta dos avanços na área da saúde. E que, em breve, você poderá acessar a internet através do seu pensamento (!).

Se você quer viver uma experiência fantástica de aprendizado, networking e mudança de mindset, conheça o Silicon Valley Learning Experience, programa desenvolvido pelo StartSe e liderado por Maurício Benvenutti, autor do best-seller Incansáveis.

 

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*Fonte: startse / JuniorBorneli

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