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5 frases vindas de uma mulher que você nunca deve ignorar

“As mulheres sentem-se mais atraídas por homens que prestam atenção aos pequenos detalhes sobre elas, sem que seja necessário lembrá-los.” ~ Anon.

 

Homens e mulheres são criaturas muito diferentes, de várias formas. Em geral, a mulher tem outras maneiras de ver – e se comunicar com – o mundo ao seu redor.
No contexto de um relacionamento, as mulheres valorizam a comunicação, acima de tudo.

É justo afirmar que as mulheres precisam de mais interação em um relacionamento do que um homem? Na maioria dos casos, sim.

 

Em um artigo da Psych Central, o autor explica o papel da comunicação relacionada a relacionamentos saudáveis:

“Os homens e as mulheres desejam satisfazer seus parceiros, mas podem se perder, porque é realmente difícil entender e aceitar as diferentes formas de comunicação dos nossos parceiros. Homens e mulheres precisam de educação sobre essas diferenças para ajudar seus relacionamentos, para que não acabem em um estado frustrado de ressentimento e insatisfação.”

 

Este artigo aborda cinco coisas que mulheres dizem, frequentemente, e, mais importante, o significado dessas palavras. Por que o significado é mais importante? Porque esses cinco termos são mais do que apenas cinco palavras, eles têm um significado profundo.
Abaixo estão cinco coisas que as mulheres dizem e os seus significados:

 

1. “Tudo bem”

“Tudo bem” pode significar “O que você está fazendo não está certo e estou chateada”. O significado desta palavra pode ser decifrado pelo tom. Muitas mulheres usam esta palavra para encerrar uma conversa – pelo menos por enquanto.

 

2. “Cinco minutos”

“Dê-me cinco minutos” e “Espere alguns minutos” são variações desta frase. Não vamos estereotipar – algumas mulheres são ótimas em gerenciar seu tempo e, provavelmente, terminarão tudo em apenas 5 minutos mesmo.

 

3. “Nada”

Quando uma mulher responde com um “nada”, é, provavelmente, porque: você não estava prestando atenção ou ela se estressou por você ter que perguntar sobre algo óbvio. De qualquer forma, é justo supor que suas emoções estão disparadas.

Ah, e as conversas / discussões que começam com “Nada”, geralmente, terminam com “Tudo bem”. Após o final da conversa, provavelmente é melhor você desaparecer por um tempo.

 

4. “Eu faço isso”.

Deus o ajude depois de abdicar de qualquer responsabilidade sua dentro do relacionamento.

A menos que, claro, você ainda possa fazer o trabalho. Neste caso, você deve: agir rápido, pedir desculpas, terminar sua tarefa e pedir desculpas novamente. Um doce beijo na bochecha também pode ser um toque agradável.

Se ela já começou a agir, você tem duas opções: (a) desaparecer ou (b) fazer algo para ajudá-la. (Permanecer ocioso não é uma opção).

 

5. “Deixe-me sozinha”

Não existe uma mensagem escondida por trás dessa frase. Não olhe, fale ou toque nela, até que esteja calma. Não tente, de forma alguma, conversar – não importa o quão bem-intencionado. Os utensílios domésticos e outros projéteis foram jogados em várias ocasiões por um parceiro que foi empurrado um pouco longe demais.

Uma dica: faça suas coisas por um dia ou mais. Você saberá quando ela estiver pronta para convidá-lo novamente para sua vida.

É importante – pelo bem do seu relacionamento – priorizar a comunicação efetiva com seu parceiro. Os especialistas em relacionamento citam a escuta ativa e o diálogo aberto como dois dos elementos mais importantes em uma parceria.

 

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*Fonte: osegredo / Referências do texto: psychcentral – wereblog
Traduzido pela equipe de O Segredo – Fonte: Power of Positivity

 

We Can Do It!

We Can Do It! (Nós podemos fazer isso!) – foi uma propaganda de guerra dos Estados Unidos criado por J. Howard Miller em 1943 para a fábrica Westinghouse Electric Corporation como uma imagem inspiradora para levantar o moral dos trabalhadores. O cartaz é baseado em uma fotografia em preto e branco tirada de uma operária chamada Geraldine Doyle de uma fábrica em Michigan de apenas 19 anos.

O cartaz foi visto pouco durante a Segunda Guerra Mundial. Foi redescoberto nos anos 1980 e amplamente reproduzida em muitas formas, muitas vezes não é chamado de “We Can Do It!” mas sim de Rosie the Riveter, que é a figura de uma forte trabalhadora de produção no período da guerra. A imagem de “We Can Do It!” foi usado para promover o feminismo e outros temas políticos da década de 1980. A imagem foi capa da Smithsonian em 1994 e tornou-se um selo postal dos Estados Unidos. Foi constituída em 2008, em materiais de campanha para vários políticos norte-americanos e foi reformulado por artistas em 2010 para celebrar Julia Gillard, a primeira mulher a tornar-se primeiro-ministro da Austrália. O cartaz é uma das 10 imagens mais solicitados no National Archives and Records Administration (Arquivos Nacionais e Administração de Documentos dos Estados Unidos).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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