As mulheres briguentas e nervosas são as que mais valem a pena se relacionar

Aquele tipo de mulher nervosa e que costuma brigar por tudo pode ter o seu lado bom e oferecer muitos benefícios ao relacionamento.

Ao contrário do que muitos pensam, elas carregam qualidades superiores diante das mulheres que sempre estão quietas e evitam qualquer tipo de desentendimento com o seu parceiro.

Se sua parceira costuma brigar por coisas bobas, isso significa que ela realmente se importa com você, e esta buscando arrumar algumas coisas que não estão indo bem na relação, tornando tudo mais harmonioso para ambos. Se ela briga constantemente é porque realmente ainda se importa… Enxergando um futuro próspero entre vocês.

Tentar equilibrar o relacionamento é algo importante para ela, fazendo com que a relação e o entendimento amoroso de vocês se tornem mais manso e completo. Se você passa a não escuta-la, certamente vai perder uma verdadeira mulher, que está disposta a trazer o melhor para a sua vida a dois.

Aquele tipo de mulher que nunca questiona nada, que não discute, não te liga mil vezes, deixa que você saia constantemente sozinho e não reclama de suas atitudes, ela não é a melhor mulher do mundo, ela está demonstrando que não está preocupada com o relacionamento ou simplesmente ela tem outros planos para o futuro, que certamente você não está incluído neles.

Homens que estão ao lado de mulheres tão serenas assim precisam ficar atentos, pois isso pode indicar a falta de compromisso que ela carrega. As que lutam pelo relacionamento, mesmo que seja através das discussões e brigas, está demonstrando o quando ela quer segurar a sua relação, e se isso for feito só por ela, um dia podem se cansar, deixando de lado essa batalha que foi inútil para ambos.

Se esforce para entendê-la, quem sabe isso fará com que você passe a ver o lado bom do seu relacionamento. Fale o que pense e dê atenção para as atitudes apresentadas por ela, uma boa conversa pode oferecer a segurança que ela tanto deseja receber de seu amor.

Mostre o quando você também deseja levar essa relação para frente, e não deixe que ela se sinta impotente diante de um possível relacionamento fracassado.

Não considere a sua companheira chata, arrogante, faladeira e briguenta, e sim, uma mulher que está completamente apaixonada, que luta pelo amor do homem que ama.

Uma mulher que pouco demonstra seus sentimentos nem sempre vai ser a melhor para se relacionar, as briguentas possivelmente são vistas com as mais confiáveis e sinceras para ter ao lado.

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*Fonte: bemmaismulher

Confira 5 fatos incríveis sobre a vagina

Se você é daqueles que não perdem as matérias mais quentes do Mega Curioso, já deve ter visto nossos artigos recheados de fatos inusitados sobre o pênis, os seios e até mesmo uma série de coisas que você definitivamente não sabe sobre sexo. Então chegou a hora de falarmos um pouco mais sobre o corpo feminino e compartilhar algumas curiosidades que o pessoal do site Oddee selecionou sobre a vagina. Confira!

 

 

 

 

 

#1 – O clitóris tem 8 mil terminações nervosas

O clitóris é um órgão reservado exclusivamente para o prazer feminino e talvez essa seja a explicação para a incrível quantidade de receptores sensoriais que podem ser encontrados em uma parte tão pequena do corpo. Ao todo, são 8 mil terminações nervosas – bastante, não é mesmo?

Se compararmos com os homens – que somam 3,5 mil terminações nervosas na glande do pênis –, veremos que as mulheres saem ganhando. Mas, se contabilizarmos o órgão masculino inteiro, incluindo o prepúcio, esse número aumenta para 24 mil receptores. Por outro lado, mesmo com essa diferença, alguns estudos já comprovaram que, em média, o orgasmo feminino dura mais tempo que o masculino.

#2 – Os tubarões e as vaginas têm algo em comum

Aposto que você deve ter pensado que a semelhança está nos dentes, mas se enganou. Na verdade, o curioso é que tanto os tubarões quanto as vaginas têm um composto orgânico chamado esqualeno. Na natureza, essa substância é encontrada no fígado dos tubarões, mas também pode ser extraída de óleos vegetais, como o óleo de gérmen de trigo e de arroz, por exemplo.

Nas mulheres, o composto serve como lubrificante e é secretado durante a excitação, acompanhando as demais mudanças no corpo, como o aumento do fluxo sanguíneo nos pequenos e grandes lábios e a dilatação da vagina.

#3 – Esqueça o sabonete íntimo!

Talvez você até já tenha ouvido alguns especialistas comentarem que o uso de sabonetes íntimos e duchas não é recomendado para as mulheres. Que fique claro: não estamos falando da higiene básica da parte externa do corpo feminino, mas sim do uso de produtos e recursos adicionais que podem alterar o equilíbrio e o pH natural da região.

A ciência já comprovou que a vagina está repleta de bactérias, mas são organismos benéficos que ajudam a manter a mulher limpa e saudável, além de garantir que tudo funcione como deve ser. Infelizmente, as mulheres cresceram acreditando que suas partes são impuras, mas a ciência provou que isso não passa de bobagem.

#4 – As mulheres não precisam se depilar

Enquanto a ciência já desvendou os detalhes do funcionamento do pênis e da vagina, é fato que ninguém sabe explicar ao certo porque os humanos têm pelos púbicos. Algumas teorias acreditam que exista uma relação entre os pelos e os feromônios, que são os odores liberados pelo corpo a partir da excitação. Também há quem diga que os pelos contribuem com a lubrificação entre os parceiros durante o sexo ou que tenha servido para manter os genitais aquecidos em períodos pré-históricos.

Independente do motivo pelo qual eles foram parar lá, parece que nos últimos tempos o hábito de uma mulher adulta retirar uma parte ou todos os seus pelos púbicos se tornou quase uma norma. Um estudo recente notou que essa tendência começou a ganhar espaço na década de 1990 e cresceu ainda mais depois dos anos 2000. Mas a conclusão é que a depilação (ou não) é uma decisão pessoal e cada mulher escolhe como se sente mais confortável.

#5 – Disney foi a primeira a usar a palavra “vagina” em um filme

Por mais estranho que isso possa parecer, Walt Disney foi um dos pioneiros a falar sobre o corpo feminino. Em 1946, a Disney Studios foi contratada pela empresa Cello-Cotton (famosa por produzir a linha de absorventes Kotex) para criar um filme chamado “A História da Menstruação”. Como era de se esperar, a palavra “vagina” foi usada para descrever o corpo feminino e essa foi a primeira vez que o termo apareceu na história do cinema.

O filme nunca chegou a ser exibido comercialmente, mas foi apresentado para 105 milhões de estudantes americanos. Logicamente, a animação tinha um aspecto educativo e trazia uma série de informações a respeito do ciclo menstrual. Se você também não conhecia esse lado vanguardista da Disney, dê o play no vídeo acima (que não apresenta legendas, mas é bastante simples de compreender) e confira!

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*Fonte: megacurioso

Dia Internacional da Mulher – 8 de Março

O Dia da Mulher é a celebração das conquistas sociais, políticas e econômicas das mulheres ao longo dos anos, sendo adotado pela Organização das Nações Unidas e, consequentemente, por diversos países.

História e Origem do Dia Internacional da Mulher

A luta das mulheres por melhores condições de vida e trabalho começou a partir do final do século XIX, principalmente na Europa e nos Estados Unidos. As jornadas de trabalho de 15 horas diárias e a discriminação de gênero eram alguns dos pontos que eram debatidos pelas manifestantes da época.

De acordo com registros históricos, o primeiro Dia da Mulher foi celebrado nos Estados Unidos em maio de 1908 (Dia Nacional da Mulher), onde mais de 1.500 mulheres se uniram em prol da igualdade política e econômica no país.

No entanto, o 8 de março teve origem com as manifestações das mulheres russas por melhores condições de vida e trabalho, durante a Primeira Guerra Mundial (1917). A manifestação que contou com mais de 90 mil russas ficou conhecida como “Pão e Paz”, sendo este o marco oficial para a escolha do Dia Internacional da Mulher no 8 de março, porém somente em 1921 que esta data foi oficializada.

Após a Guerra e a Segunda Revolução Industrial, as indústrias incorporaram as mulheres para mão-de-obra, e devido às condições insalubres de trabalho, os protestos eram frequentes.

Por muito tempo, a data foi esquecida e acabou sendo recuperada somente com o movimento feminista nos anos 60. A Organização das Nações Unidas, por exemplo, somente reconheceu o Dia Internacional da Mulher em 1977. Atualmente, além do caráter festivo e comemorativo, o Dia Internacional da Mulher ainda continua servindo como conscientização para evitar as desigualdades de gênero em todas as sociedades.

 

 

 

 

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*Fonte: calendarrbrasil

Homens desconcertados diante do novo papel da mulher

O papel da mulher mudou radicalmente nas sociedades mais desenvolvidas durante as últimas quatro décadas. Mas ainda há muito a fazer. E o apoio dos homens é fundamental para conseguir a tão esperada igualdade

A PALAVRA “empoderar” se aplica perfeitamente à mulher do século XXI. Ela, que se adapta a qualquer situação, se sente forte, capaz e independente — tanto no plano econômico como no emocional. Seu papel na sociedade mudou nos últimos 40 anos, em parte devido à sua progressiva incorporação ao mercado de trabalho. Desde então, a incessante luta pela igualdade salarial e para ocupar posições de poder empresarial e institucional, bem como a conciliação trabalhista e as medidas de ação afirmativa, configurou um papel feminino mais ativo. Mesmo assim, as estatísticas mostram que isso não é suficiente. Nenhum país alcançou a igualdade de gênero. E mesmo os mais igualitários oferecem menos oportunidades para as mulheres.

Um dado significativo: 44% dos europeus continua pensando que o papel mais importante da mulher é cuidar da casa e da família. Essa é a opinião de 44% das mulheres e de 43% dos homens. A mesma porcentagem afirma que a função mais importante do homem é ganhar dinheiro. Elas continuam ganhando muito menos. Portanto, esses dados revelam que ambos os gêneros têm um longo caminho pela frente até alcançar a verdadeira igualdade.

Para isso, é necessário não apenas definir os papéis de cada gênero. Nós, mulheres, precisamos de tanto tempo para lutar por nossos direitos que nos esquecemos que essas mudanças repercutem na figura tradicional do homem. Agora, é hora de que eles também se façam perguntas. É preciso que entendam nossa causa. Não queremos depender uns dos outros, mas compartilhar e caminhar juntos para transmitir um modelo de autêntica igualdade. Somente se trabalharmos esses valores desde a infância, entre irmãos e irmãs, companheiros e companheiras, mães e pais, e também entre casais de todos os gêneros, conseguiremos adequar as tarefas e romper com os esquemas até encontrar um equilíbrio.

Quando falo com muitos homens na terapia de casal, a sensação que tenho é que se sentem desconcertados. “Ela me pede que participe mais em casa. E, quando participo, tudo o que faço está errado porque tem que ser do jeito dela.” “Se lhe digo que saia para correr tranquila, que fico sozinho com as crianças, ela me diz que está cansada. Realmente não sei o que quer.” “Quando tenho a iniciativa de preparar o jantar, no final brigamos porque não consegui adivinhar o prato que ela teria servido.” “Mudamos de casa porque seu trabalho era melhor, ela ganhava mais que eu. Enquanto procuro emprego eu me dedico à casa, mas realmente me sinto como um completo inútil. Tenho a sensação de não contribuir com o que deveria, sinto vergonha por não poder colaborar com os gastos como minha mulher.” Essas frases refletem até que ponto a cultura machista está arraigada em nossa sociedade. E o desconcerto que os homens sentem com a mudança do papel da mulher. Muitos deles mudaram de mentalidade e se adaptaram ao seu novo papel: curtem ao máximo a licença-paternidade, tentam sair antes do trabalho para estar mais com os filhos e participam das tarefas domésticas. Outros, que continuam sendo maioria, não têm iniciativa nem ideia de como exercer sua função familiar e social. Mas tudo é questão de tempo, conscientização e luta. E se os dois gêneros se unirem nesse desafio, ambos sairão ganhando.

arte: Sol Undurraga

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*Fonte: elpais

5 frases vindas de uma mulher que você nunca deve ignorar

“As mulheres sentem-se mais atraídas por homens que prestam atenção aos pequenos detalhes sobre elas, sem que seja necessário lembrá-los.” ~ Anon.

 

Homens e mulheres são criaturas muito diferentes, de várias formas. Em geral, a mulher tem outras maneiras de ver – e se comunicar com – o mundo ao seu redor.
No contexto de um relacionamento, as mulheres valorizam a comunicação, acima de tudo.

É justo afirmar que as mulheres precisam de mais interação em um relacionamento do que um homem? Na maioria dos casos, sim.

 

Em um artigo da Psych Central, o autor explica o papel da comunicação relacionada a relacionamentos saudáveis:

“Os homens e as mulheres desejam satisfazer seus parceiros, mas podem se perder, porque é realmente difícil entender e aceitar as diferentes formas de comunicação dos nossos parceiros. Homens e mulheres precisam de educação sobre essas diferenças para ajudar seus relacionamentos, para que não acabem em um estado frustrado de ressentimento e insatisfação.”

 

Este artigo aborda cinco coisas que mulheres dizem, frequentemente, e, mais importante, o significado dessas palavras. Por que o significado é mais importante? Porque esses cinco termos são mais do que apenas cinco palavras, eles têm um significado profundo.
Abaixo estão cinco coisas que as mulheres dizem e os seus significados:

 

1. “Tudo bem”

“Tudo bem” pode significar “O que você está fazendo não está certo e estou chateada”. O significado desta palavra pode ser decifrado pelo tom. Muitas mulheres usam esta palavra para encerrar uma conversa – pelo menos por enquanto.

 

2. “Cinco minutos”

“Dê-me cinco minutos” e “Espere alguns minutos” são variações desta frase. Não vamos estereotipar – algumas mulheres são ótimas em gerenciar seu tempo e, provavelmente, terminarão tudo em apenas 5 minutos mesmo.

 

3. “Nada”

Quando uma mulher responde com um “nada”, é, provavelmente, porque: você não estava prestando atenção ou ela se estressou por você ter que perguntar sobre algo óbvio. De qualquer forma, é justo supor que suas emoções estão disparadas.

Ah, e as conversas / discussões que começam com “Nada”, geralmente, terminam com “Tudo bem”. Após o final da conversa, provavelmente é melhor você desaparecer por um tempo.

 

4. “Eu faço isso”.

Deus o ajude depois de abdicar de qualquer responsabilidade sua dentro do relacionamento.

A menos que, claro, você ainda possa fazer o trabalho. Neste caso, você deve: agir rápido, pedir desculpas, terminar sua tarefa e pedir desculpas novamente. Um doce beijo na bochecha também pode ser um toque agradável.

Se ela já começou a agir, você tem duas opções: (a) desaparecer ou (b) fazer algo para ajudá-la. (Permanecer ocioso não é uma opção).

 

5. “Deixe-me sozinha”

Não existe uma mensagem escondida por trás dessa frase. Não olhe, fale ou toque nela, até que esteja calma. Não tente, de forma alguma, conversar – não importa o quão bem-intencionado. Os utensílios domésticos e outros projéteis foram jogados em várias ocasiões por um parceiro que foi empurrado um pouco longe demais.

Uma dica: faça suas coisas por um dia ou mais. Você saberá quando ela estiver pronta para convidá-lo novamente para sua vida.

É importante – pelo bem do seu relacionamento – priorizar a comunicação efetiva com seu parceiro. Os especialistas em relacionamento citam a escuta ativa e o diálogo aberto como dois dos elementos mais importantes em uma parceria.

 

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*Fonte: osegredo / Referências do texto: psychcentral – wereblog
Traduzido pela equipe de O Segredo – Fonte: Power of Positivity

 

We Can Do It!

We Can Do It! (Nós podemos fazer isso!) – foi uma propaganda de guerra dos Estados Unidos criado por J. Howard Miller em 1943 para a fábrica Westinghouse Electric Corporation como uma imagem inspiradora para levantar o moral dos trabalhadores. O cartaz é baseado em uma fotografia em preto e branco tirada de uma operária chamada Geraldine Doyle de uma fábrica em Michigan de apenas 19 anos.

O cartaz foi visto pouco durante a Segunda Guerra Mundial. Foi redescoberto nos anos 1980 e amplamente reproduzida em muitas formas, muitas vezes não é chamado de “We Can Do It!” mas sim de Rosie the Riveter, que é a figura de uma forte trabalhadora de produção no período da guerra. A imagem de “We Can Do It!” foi usado para promover o feminismo e outros temas políticos da década de 1980. A imagem foi capa da Smithsonian em 1994 e tornou-se um selo postal dos Estados Unidos. Foi constituída em 2008, em materiais de campanha para vários políticos norte-americanos e foi reformulado por artistas em 2010 para celebrar Julia Gillard, a primeira mulher a tornar-se primeiro-ministro da Austrália. O cartaz é uma das 10 imagens mais solicitados no National Archives and Records Administration (Arquivos Nacionais e Administração de Documentos dos Estados Unidos).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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