Ozzy – “Patient Number 9”

Confira “Patient Number 9”, a primeira faixa a ser lançada que também dá o nome ao novo álbum de Ozzy Osbourne – com o lançamento previsto para 09/09/2022. O álbum virá recheados com a participação especial de vários guitarristas famosos: Jeff Beck, Tony Iommi, Eric Clapton, Mike McCready e Zakk Wylde. Além de contar ainda com os baixistas Robert Trujillo (Metallica) e Duff McKagan (G&R) e o baterista Chad Smit (RHCP).

Por que Bowie criou Ziggy Stardust? (em desenho animado)

The rise and fall of Ziggy Stardust and The Spiders From Mars, álbum que foi o primeiro sucesso de verdade de David Bowie, chega aos 50 anos na semana que vem, dia 16 de junho. A história do popstar de outro planeta que vem à Terra trazer uma mensagem aos seus fãs e impedir o apocalipse, completa cinco décadas com direito a documentário sobre o cantor previsto para setembro deste ano, Moonage daydream, de Brett Morgen. E deve render mais e mais homenagens ao cara que viu o futuro, numa época tão conturbada em termos políticos, sociais e ecológicos (sobre isso, vale ler este artigo, em inglês, fazendo comparações entre a chegada de Ziggy Stardust e a primeira cúpula climática da ONU, ambos acontecimentos de junho de 1972).

O personagem criado por Bowie, cuja gênese já ganhou um podcast nosso, representou a virada na carreira dele. Mais do que um alterego que mudou a visão que o público tinha dele, foi o personagem que de fato angariou um público real para Bowie – o fãs conquistados com o hit Space oddity (do segundo álbum David Bowie, de 1969) eram uma turma, os poucos que se animaram a ouvir o disco The man who sold the world (1970) eram uma galera diferente, e o quarto LP, Hunky dory (1971), ainda não havia chegado a uma galera tão numerosa.

Em 17 de abril de 1988, o jornalista Joe Smith bateu um papo com Bowie, e um dos assuntos, por acaso, foi o personagem que tirou o cantor do dia a dia de artista que fazia shows para plateias pequenas e vendia poucos discos, para o universo de popstar que encarava multidões e recorria a truques no palco. Em poucos meses após sair o disco, Bowie estaria longe de ser a estrela mal compreendida de músicas como Life on mars? (de 1971, mas que só viraria hit em 1973), e se tornaria o cara que esfregava a verdade daqueles apocalípticos anos 1970 na cara de uma juventude que, antes de tudo, se sentia muito só – sem ídolos, sem ideologia, com vários pré-punks desenturmados.

“Eu nunca me senti como um cantor de rock, ou uma estrela do rock, ou qualquer outra coisa”, Bowie diz a Smith. “Sempre me senti um pouco fora do meu elemento, que é uma maneira ridiculamente arrogante de olhar para isso. Agora, do meu ponto de vista, quando olho para trás, percebo que de 1972 a 1976, eu era a estrela do rock definitiva. Eu não poderia ter sido mais estrela do rock”.

E essa longa introdução é só para avisar que o canal de vídeos Blank On Blank fez uma versão desenho animado da entrevista de Joe Smith com Bowie. O cantor descreve Ziggy como “metade ficção científica, metade teatro japonês” e se recorda que precisou acabar com o personagem antes que não se sentisse capaz de escrever mais nada para ele “ou para o mundo que eu quis criar para ele”.

*Por Ricardo Schott
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*Fonte: popfantasma

Beavis and Butt-Head embarcam em aventura espacial em novo filme

A dupla Beavis and Butt-Head está oficialmente de volta. A Paramount+ divulgou o trailer de seu próximo filme animado, intitulado Beavis and Butt-Head Do The Universe.

O divertido vídeo mostra os personagens embarcando em um ônibus espacial em 1998. Eles então são sugados para um buraco negro, no qual ressurgem em nosso tempo, no ano de 2022. Confira abaixo.

Beavis and Butt-Head Do The Universe será lançado já neste mês, em 23 de junho no Paramount+ dos Estados Unido. O longa ainda não tem uma data de estreia no Brasil.

O segundo filme da insana dupla chega 26 anos depois de Beavis and Butt-Head Detonam a América, e 11 anos após o revival da série.

Mike Judge, o criador da série Beavis and Butt-head, retorna como diretor, roteirista e dublador.

*Por Marcos Chapeleta
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*Fonte: ligadoamusica

Jimi Hendrix seria famoso se surgisse hoje em dia? Rick Beato responde

Famoso produtor musical refletiu sobre como músicos eram valorizados nos anos 1970 e 1980 e como isso mudou nos dias atuais

Jimi Hendrix é sem dúvidas um dos grandes revolucionários da guitarra de todos os tempos e contribuiu para o desenvolvimento do instrumento. Mas será que se o guitarrista surgisse nos dias de hoje ele faria o mesmo sucesso?

Em vídeo em que disserta sobre o assunto, o youtuber e produtor Rick Beato explicou que, em sua visão, na época de Jimi Hendrix os músicos em geral eram mais valorizados e isso dava brecha para que grandes guitarristas lotassem arenas e fizessem muito sucessos.

“Os músicos não são tão valiosos quanto eram nos anos 1970, eles dominavam a indústria. Hoje, isso não conta tanto. Os guitarristas de hoje que fazem sucesso, como Tosin Abasi e Mateus Asato são estrelas, mas não como Eddie Van Halen. Esses antigos tocavam em arenas, que ditavam as regras na indústria. Nos anos 1980, os shows costumavam ter pausas onde o guitarrista solava, para dar um refresco ao cantor”, explicou.

Jimi Hendrix faria sucesso hoje?
Em outro trecho, Rick Beato afirmou que como a música não é tão valorizada atualmente, isso acaba refletindo no valor que os fãs dão aos guitarristas. Esse fator seria determinante para explicar o motivo pelo qual guitarristas de hoje em dia não conseguem o mesmo impacto.

“Agora, dizem que o Jimi Hendrix não seria conhecido se surgisse hoje. Acredito nisso. Antes, as pessoas faziam aulas de guitarra, piano, bateria, baixo etc. Na minha escola era assim. Até os caras que curtiam esportes, tocavam instrumentos. Por causa disso, quando surgia um Van Halen, todos curtiam. Não só as músicas eram legais, mas os músicos também eram reverenciados. Os solos do Brian May, por exemplo, davam para cantar junto. Quero me convencer que o Hendrix seria conhecido, mas não sei. Os jovens que surgem não são desse tamanho”, concluiu.

*Por Gustavo Maiato
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*Fonte: guitarload

Venda de vinil cresce em 27% durante a pandemia

Uma pesquisa intitulada “Revelações sobre a revolução do vinil“, publicada na semana passada pela empresa americana de pesquisa e análise MusicWatch, que atende a indústria da música há quase um quarto de século, e afirmou que cerca de 18 milhões de pessoas acima de 13 anos compraram um disco em 2021 – um aumento de 27% em relação às vendas em 2020.

O maior interesse do público, consequentemente também influenciou outro mercado, o da venda de toca-discos e outros componentes de áudio. O estudo publicado estima que um em cada três proprietários de toca-discos planeja atualizar seus equipamentos pelo próximo ano.

A pesquisa ouviu cerca de 1.400 consumidores nos Estados Unidos, em quase todos os segmentos de estilo de vida, incluindo a população em geral e os entusiastas do vinil. O trabalho foi realizado em parceria com a Recording Industry Association of America (RIAA) e Music Business Association.

“Esta pesquisa histórica conduzida pela MusicWatch ressalta o papel único que os discos de vinil estão desempenhando hoje. O relatório mostra que o vinil ajuda os fãs a apoiar e se conectar com artistas e a música que eles amam, tanto da maneira antiga quanto da nova”, afirma Mitch Glazier, presidente e CEO da RIAA.

Um olhar mais atento aos números do estudo MusicWatch

Entre os itens que o estudo descobriu em sua pesquisa incluem:

– Entre os consumidores de vinil nos últimos dois anos, 71% compraram discos novos e 67% compraram discos de vinil usados.

– Quase todos os consumidores pesquisados ​​(95%) esperam continuar comprando discos no próximo ano.

– Mais de um em cada três compradores compram vinil há mais de 10 anos, e esses consumidores valorizam a “autenticidade e aconchego” que os discos de vinil oferecem.

– O estudo mostra que os consumidores que começaram a comprar discos mais recentemente apreciam a qualidade do som que o vinil oferece, bem como sua embalagem e arte, que compõem a experiência total do disco de vinil.

– A coleta de discos também é popular com 16% dos compradores comprando discos estritamente para possuí-los, enquanto 21% compram discos para possuir seus LPs e ouvir vinil.

– O MusicWatch também diz que os compradores de vinil também estão utilizando uma variedade de outros formatos de compra de música, incluindo as mais recentes soluções de streaming.

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*Fonte: noize

Bob Dylan – Subterranean Homesick Blues (2022 Remake)

Os canais digitais de Bob Dylan compartilharam na manhã desta sexta-feira (06) um novo videoclipe para o clássico “Subterranean Homesick Blues”.

O lançamento celebra os 60 anos da parceria do artista com a gravadora Columbia Records e traz ainda um novo microsite Dylan60 (AQUI), que está disponibilizando o clipe junto com um filtro interativo de lentes de Realidade Aumentada (AR).

“Subterranean Homesick Blues 2022″homenageia o icônico vídeo de Dylan para sua faixa de 1965, que formou a sequência de abertura do documentário Don’t Look Back de D.A. Pennebaker, cineasta pioneiro do “Direct Cinema”, falecido em 2019.

Inspirada nas cartas manuscritas que Dylan mostra no clipe original, uma animação destaca neste novo videoclipe nomes de celebridades criativas como Bruce Springsteen, Patti Smith, Wim Wenders, Noel Fielding, Jim Jarmusch, entre outros.

Confira o novo clipe de Bob Dylan utilizando o player abaixo:

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*Fonte: radiorock

Beatles: Um em cada três jovens britânicos não conhece a banda

A pesquisa tinha o intuito de levantar quantos jovens de 16 a 23 anos conheciam as ‘estrelas mais velhas da música’

Os Beatles são considerados a banda mais influente de todos os tempos — no entanto, uma pesquisa realizada pela empresa Censuswide no Reino Unido apontou que praticamente um em cada três jovens britânicos não conhece o grupo.

A pesquisa foi realizada com 2 mil entrevistados no Reino Unido — e tinha o intuito de levantar quantos jovens de 16 a 23 anos conheciam as “estrelas mais velhas da música.”

O levantamento mostrou que “68,97% da Geração Z estava familiarizada com o trabalho dos Beatles”. O que equivale a um a cada três jovens britânicos — uma ótima média se comparada com Aretha Franklin, já que menos de 40% dos entrevistados conheciam a artista.

Além dos Beatles, Queen,David Bowie e Pink Floyd receberam resposta positiva, acumulando, respectivamente, 66,81%, 53,88% e 51,72% de jovens familiarizados com seus sons.

“Quando perguntamos se as pessoas acham músicas ou artistas antigos chatos, a Gen Z foi a geração que mais concordou que sim, com quase 34% [das respostas]”, explicaram os realizadores da pesquisa.

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*Fonte: rollingstone

Uma em cada três pessoas da geração Z não sabe quem são os Beatles, diz estudo

Um novo estudo encomendado pela companhia britânica Roberts Radio sobre como a música pop trafega através de gerações, descobriu que muitos nomes do universo musical podem se manter em destaque ao longo dos anos, enquanto outros desaparecem quase que completamente. A pesquisa ouviu um total de 2.000 entrevistados no Reino Unido para descobrir o quão familiarizadas as pessoas estão com os principais artistas do mercado mundial.

A Roberts perguntou aos seus entrevistados da Geração Z, que envolve pessoas nascidas entre a segunda metade dos anos 1990 até o início do ano 2010, sobre seu conhecimento a respeito de artistas mais velhos. Sem surpresa, grandes nomes como Beatles, Elvis Presley e Whitney Houston eram bem conhecidos, mas pelo menos uma em cada três pessoas não soube dizer quem são os Beatles e duas em cada três não conheciam o U2.

A pesquisa detectou que o trabalho de nomes como Beach Boys e The Supremes estão perdendo influência entre as gerações mais jovens. O que pode explicar isso é um dado assustador: um terço dos entrevistados da Geração Z disse que não ouviria uma música mais velha do que eles.

É evidente que o mundo da música mudou drasticamente desde os anos 1970 e 1980, mas isso não é um grande problema, pois apenas 18% das pessoas de todas as idades ouvidas pelos pesquisadores admitiram que têm dificuldade em se relacionar com músicas lá do passado.

O estudo completo da Roberts Radio está disponível AQUI e embaixo você tem a lista dos artistas das antigas mais conhecidos por quem nasceu depois dos anos 1990:

1º – Beatles – 68.97%
2º – Elvis Presley – 67.24%
3º – Whitney Houston – 67.24%
4º – Queen – 66.81%
5º – Madonna – 62.07%
6º – Paul McCartney – 57.76%
7º – Prince – 56.03%
8º – David Bowie – 53.88%
9º – Tina Turner – 53.45%
10º – Pink Floyd – 51.72%
11º – Bon Jovi – 51.72%
12º – Blondie – 46.55%
13º – Beach Boys – 42.24%
14º – Phil Collins – 42.24%
15º – Bee Gees – 41.81%

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*Fonte: radiorock

Fito Paez – “La Música de los Sueños de Tu Juventud”

Fito Paez
“La Música de los Sueños de Tu Juventud”

El sol se levanta y a tu lado ya no está
El oso de peluche o el Pinocho de tu corazón
La música de los sueños de tu juventud
Ni la vida de locos que creíste alguna vez te cobijó
Te vas esfumando en el viento
Nos vamos perdiendo en el tiempo
La muerte ha salido otra vez a buscar
A los niños de tu pensamiento
La gente se esconde de la libertad
Bailando en las playas de Delfos
Ya no muero, ni siento, ni pienso
Ya no muero, ni siento, ni pienso
Te vas esfumando en el viento
Nos vamos flotando en el tiempo
El vino rojo se derrama sobre tu collar
De perlas en esta tarde sangrienta de invierno
Se anuncian tormentas de fuego en el mar
Yo voy hacia ellas, riendo
Lo único que veo dentro de tus ojos hoy
Es a un lobo enfermo de rabia ladrándole a la luna
Comiéndose la última tajada del dolor
Te fuiste y dejaste mi mundo vacío de amor
Ya no muero, ni siento, ni pienso
Ya no muero, ni siento, ni pienso
Te vas esfumando en el viento
Nos vamos perdiendo en el tiempo
Ya no existen mamá ni papá
Ya no hay más tierra a tus pies
Solo te queda amar
Nadie vendrá por ti
Nadie vendrá por mí
Ves que ahí afuera no hay nada
Ahí afuera no hay nada
No hay nada en ningún lugar
Ya no muero, ni siento, ni pienso
Ya no muero, ni siento, ni pienso
Me voy esfumando en el viento
Nos vamos perdiendo en el tiempo
La música de los sueños de tu juventud
La gente se esconde de la niebla
Me voy esfumando en el viento
Para siempre, amor

Álbum fodástico completa 30 anos!

Ontem completou 30 anos do lançamento desse magnífico álbum de rock – “The Southern Harmony and Musical Companion” – The Black Crowes. Foi o segundo disco da banda e gerou simplesmente 4 músicas de primeiro lugar consecutivos de um único álbum nas paradas dos EUA, só para deixar a dica. Uma aula de como se faz um disco de rock’n roll. Claro que eles fizeram bem direitinho o tema de casa (The Rolling Stones + The Faces + blues e pitadas soul music …).

*Nem sei se a essa altura do championship eu aqui preciso mais mencionar de que se trata de um dos melhores e mais importantes álbuns de rock na minha vida. Sim, seria com certeza um dos 10 que levaria para uma ilha deserta (lembram dessa brincadeira?). De alguma forma me influenciou e mudou minha percepção naquela época. Sim, alguns álbuns podem fazer isso. E olha que da minha coleção de vinil e CDs, poucos foram os álbuns que me fizeram ficar assim de verdade tão fissurado. E nem vou entrar aqui nos inúmeros detalhes e porquês de eu achar esse álbum simplesmente sensacional, poderia ficar falando por horas sobre os timbres de guitarra, o groove, batidas, as sacadas de arranjos, letras, o estilo da banda, da chalaça, dos riffs marcantes e o feeling da coisa toda, mas deixa prá lá. Cada um que tire as suas próprias conclusões.

Então só posso agradecer por esse excelente álbum de rock’n roll, há 30 anos trás ter chegado em minhas mãos. Thanks God – Peace and Love!

*Escute aqui o álbum todo:

New York Times: “Solo de guitarra não é instituição ultrapassada e machista”

Prestigiado jornal americano lembrou que recurso é pouco utilizado hoje em dia, mas ainda é ferramenta artística importante para músicos

Uma rápida análise da história da música nas últimas décadas revela que o solo de guitarra sempre foi um elemento presente em sucessos de muitos estilos musicais. Nos últimos tempos, entretanto, a presença desse momento onde o guitarrista brilha está diminuindo se levarmos em consideração os hits que alcançam grande sucesso internacional

Em um artigo que debate a importância do solo de guitarra, o prestigiado jornal americano The New York Times lembrou que embora menos utilizada hoje em dia, esse recurso é extremamente válido e relevante artisticamente falando.

“É fácil descartar o solo de guitarra como uma instituição ultrapassada e machista, mas o poder emocional perdura. Um solo de guitarra não é apenas uma demonstração de carisma musical e maestria técnica. Na melhor das hipóteses, é um momento de vulnerabilidade primorosa, em que o músico se abre inteiramente para os ouvintes”, diz o texto.

O poder do solo de guitarra
Em outro trecho, o artigo explica que os solos de guitarra não morreram, mas estão se adaptando e se envolvendo com outros gêneros musicais. O jornal cita exemplos de artistas que utilizam esse recurso de forma magistral.

“O solo é muito mais do que uma demonstração das habilidades de um músico. A guitarrista Adrianne Lenker, no show do Big Thief, é prova disso. Seu solo tem a capacidade de evocar uma humanidade visceral em nós: reconhecemos alguém que assume um risco, não importa o quão confiante possa parecer”, conclui.

*Por Gustavo Maiato
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*Fonte: guitarload