Dusty Hill (ZZ Top) R.I.P.

Hoje faleceu o baixista Dusty Hill (72 anos), da banda ZZ Top, uma das bandas preferidas de todos os tempos e que sempre foram uma grande referência musical para mim. Rock básico, direto e sempre com um feeling danado, calcado nas raízes do blues, o que sempre acaba por me fisgar. Triste isso, já que significa que num mundo pós pandemia – sendo que já haviam anunciado recentemente nos EUA uma tournê – de que não poderemos mais assistir ao ZZ Top ao vivo, em sua formação clássica – aliás, única!
Se a banda vai seguir em frente ou encerrar, não se sabe. Ainda é muito cedo para tais especulações. Billy Gibbons lançou não faz muito tempo um álbum solo, mas já haviam rumores de que a banda estaria selecionando alguns materiais para um novo álbum. Vamos aguardar e ver o que acontece.

Na lembrança fica o excelente show que assisti ao vivo da banda em Porto Alegre (RS) / 2010. Thanks God!

Descanse em paz Dusty Hill. Grato mestre!

 

Música inédita de Cazuza chega às plataformas digitais

Uma canção inédita de Cazuza acaba de ser disponibilizada para as plataformas de streaming. “Mina” é apresentada aos fãs junto de um videoclipe animado por Humberto Barros.

A composição é uma parceria com George Israel e Nilo Romero e ficou de fora da seleção de repertório do álbum Só se for a 2, de 1987.

Para a letra de “Mina”, Cazuza teve como inspiração uma confusão criada em um bar de Araxá-MG, quando o artista defendeu uma garota de um “cara que achava que era seu dono”.

Nilo lembra dessa episódio: “Saímos para comer uma pizza e a determinada altura apareceu um cara querendo mandar numa das meninas que estava ali. ‘Esse aí me viu crescer e acha que é meu dono’, ela disse. Lá pelas tantas, o cara pegou uma faca, Cazuza defendeu todo mundo, jogou uma mesa nele, o segurança chegou… Um tempo depois, veio ‘Mina’”.

A canção, que Nilo destaca como contendo “a marca de originalidade que Cazuza de crônicas da noite ácidas, viscerais”, chegou a ser lançada por Leo Jaime, em 1990, em 2007 pelo próprio George Israel.

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*Fonte: radiorock

Gilberto Gil recebe título de Doutor Honoris Causa da Berklee College of Music

O lendário Gilberto Gil recebeu o título de Doutor Honoris Causa da prestigiada Berklee College of Music nesta segunda-feira (5).

Apesar da sede da instituição, que é uma das maiores universidades de música do mundo, ficar nos Estados Unidos, a honraria foi feita pelos estudantes do campus de Valência, na Espanha.

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O multi-instrumentista, compositor e cantor baiano foi reconhecido pelas extraordinárias realizações de sua carreira e também pela forte influência de seu trabalho criativo e ativismo social e político em gerações de músicos em todo o mundo (via Berklee Valencia).

Ganhador de dois Grammys e de outras inúmeras premiações, Gil foi homenageado durante a cerimônia de formatura dos alunos realizada virtualmente e transmitida através do canal da universidade no YouTube.

Confira no vídeo abaixo, a partir de 48:10, a belíssima introdução exibida antes do discurso do aclamado artista brasileiro durante a cerimônia, incluindo passagens de sua carreira em vídeo.

*Por Lara Teixeira
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*Fonte: tenhomaisdiscosqueamigos

Scott Weiland: cinebiografia sobre vocalista está em produção

Um novo filme sobre a história do falecido vocalista do Stone Temple Pilots e Velvet Revolver Scott Weiland está em produção, segundo informações do Hollywood Reporter.

A produtora Dark Pictures está preparando um longa baseado na biografia Not Dead & Not for Sale de Weiland. De acordo com a matéria do Hollywood Reporter, o co-fundador da Dark Pictures, Jennifer Erwin, é um grande fã de Stone Temple Pilots e irá supervisionar a adaptação. Erwin escreveu o roteiro de Blink e está trabalhando em uma série de TV intitulada Bad Land.

“É uma honra poder contar a história de Scott e poder apresentar um lado desconhecido dele – o amoroso e carinhoso homem que ele era, o atleta e a alma melancólica que tinha”, disse Erwin em uma declaração à imprensa.

Informações sobre o longa devem ser divulgados em breve.

Scott Weiland
O vocalista entrou para o Stone Temple Pilots nos anos 1990, mas sua luta contra seu vício fez com que ele se afastasse da fama. Weiland acabou se separando do grupo e, mais tarde, se juntou ao Velvet Revolver em 2002. Junto com Slash, Duff McKagan e Matt Sorum, ele fez história com dois álbuns de estúdio.

Em 2008 ele voltou ao Stone Temple Pilots para sair em uma turnê com o grupo, que durou até 2013. Weiland saiu novamente da banda mas dessa vez ele focou em sua carreira solo até dezembro de 2015, quando faleceu durante uma turnê. Ele tinha 48 anos.

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*Fonte: wikimetal

Recuperado após 17 anos, Documentário Inédito sobre B.B. KING – poderá ser visto de GRAÇA!

Em entrevista exclusiva ao diretor Ricardo Nauenberg, um dos maiores nomes do Blues fala sobre preconceito racial, a evolução dos direitos civis dos negros e sua trajetória na música

Filmado em 2004, em São Paulo, durante a turnê de B.B. King (1925 – 2015) pelo Brasil, o documentário inédito ‘Black White and Blues’, dirigido por Ricardo Nauenberg, será exibido pela primeira vez após 17 anos.

Com seus arquivos desaparecidos, o filme, que acaba de ser recuperado, traz um contundente depoimento de um dos maiores nomes do Blues mundial sobre preconceito racial e sobre a evolução dos direitos civis dos negros.

O filme poderá ser visto, de graça, entre os dias 1° e 4 de julho na plataforma ZYX. Depois deste período, ficará disponível por R$10. No filme, em entrevista inédita, B.B King, um dos músicos mais respeitados e influentes do Blues, criador de um estilo musical único, fala abertamente sobre racismo e sobre o preconceito que sofreu por ser negro, tema bastante atual, que ainda é muito discutido nos dias de hoje.

Ele conta também sua visão sobre as mudanças na vida dos negros norte-americanos ao longo de 60 anos, período em que percorreu os Estados Unidos em turnês difundindo o Blues.

“B.B. King foi testemunha viva da questão dos negros. E esta foi a primeira vez que ele deu um depoimento falando sobre isso, mostrando o seu olhar sobre a questão”, conta o diretor Ricardo Nauenberg.

Com 57 minutos, ‘Black White and Blues’ é conduzido pela entrevista inédita de B.B.King, cuja voz marcante é mesclada com imagens de arquivo. B.B King conta sobre sua infância na pequena cidade de Indianola, no Mississipi, nos EUA, onde não havia estúdios musicais e cujas cordas de violão eram vendidas na farmácia.

Viveu sozinho dos 9 aos 14 anos, após a morte da mãe e precisou trabalhar na lavoura de algodão para se sustentar. Comprou, com a ajuda do patrão, seu primeiro violão, que na época custava o mesmo valor que ele ganhava em um mês inteiro de trabalho.

No entanto, o mote do filme é mesmo a questão racial. B.B. King conta que antigamente havia dois bebedouros, um para os brancos e outro para os “de cor”, assim como os banheiros, e diz que já apanhou muitas vezes por ter usado o banheiro dos brancos.

Ele conta também sobre sua trajetória na música e relembra a dolorosa vez em que foi vaiado: “Se você é negro e está ligado ao blues, é como se fosse negro duas vezes”, disse ele, que respondeu ao público cantando a música “Sweet Sexteen”, que diz: “Trate-me mal, mas eu vou continuar te amando da mesma forma”.

Luta pelos Direitos Civis dos negros
Ao longo do filme, uma narração contextualiza historicamente o período e a luta dos negros norte-americanos, desde o início, nos anos 1950, passando pelo assassinato de Emmett Till, de 14 anos, em 1955, e pela marcha que reuniu 200 mil pessoas em frente ao Lincoln Memorial, em Washington, em 1963, onde Martin Luther King proferiu seu mais famoso discurso, chegando até ao assassinato do ativista, em 1968.

O Blues foi um dos grandes responsáveis pela aceitação dos negros na sociedade norte-americana, principalmente a partir dos anos 1960. “Nós descobrimos que muitas pessoas que dificilmente falavam com os negros nas ruas vinham vê-los tocar nos festivais”, ressalta B.B. King, enfatizando o Blues como um passaporte para a mudança.

B.B. King cita a entrevista como um exemplo das transformações ocorridas nos últimos anos: “Antigamente, ninguém queria me ouvir, o que eu tinha para dizer. Hoje vocês tomaram um tempo para vir até aqui e conversar comigo. E eu queria agradecer por vocês terem feito isso”, disse ele, que aprovou o filme na época e pediu que ele fosse exibido no B.B. King Museum, museu sobre sua trajetória, que estava sendo criado na época, e que existe até hoje em sua cidade natal, nos EUA.

Sobre B.B King
Riley Ben King (Itta Bena, 1925 – Las Vegas, 2015), mais conhecido como B. B. King é considerado um dos mais geniais guitarristas de todos os tempos e, segundo a revista norte-americana Rolling Stone, um dos melhores guitarristas do mundo, ao lado de Eric Clapton e Jimi Hendrix.

Com 16 prêmios Grammy, mais de 50 discos e quase 60 anos de carreira, B.B King criou um estilo único, que fez dele um dos músicos mais respeitados e influentes de Blues. O seu primeiro grande sucesso foi nos anos 1950 com “Three o’clock blues”.

Diversos outros sucessos do astro marcaram época, como “The thrill is gone”, “When love comes to town”, “Payin’ the cost to be the boss”, “How blue can you get”, “Everyday I have the blues”, “Why I sing the blues”, “You don’t know me”, “Please love me” e “You upset me baby”.

Sobre a ZYX
A plataforma ZYX traz as melhores fontes de entretenimento, além de canais temáticos de produção própria. Separado por assunto, o conteúdo pode ser acessado com um clique, de acordo com o interesse do espectador — cinema, teatro, livros, shows, etc. Os canais por assinatura oferecem uma programação exclusiva, em primeira mão.

A plataforma abriga, ainda, a ZYX Photo Art Gallery, que surgiu a partir de uma tendência mundial, trazida pela revolução digital, que impactou diversos setores, incluindo o mundo das artes. Exposições on-line ampliam as informações sobre os artistas e as obras.

Serviço: Black White and Blues
Lançamento: 1° de julho de 2021
Plataforma Digital ZYX: www.zyx.solutions
Gratuito de 1° a 4 de julho de 2021
Após: R$10

Ficha técnica:
Direção: Ricardo Nauenberg
Produção: Indústria Imaginária
Duração: 57 minutos
Ano: 2004

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*Fonte: aventurasnahistoria