Arquivo da tag: música

Roger Waters – Smell the Roses (áudio)


Ego Kill Talent – We All


Mas que puta baixaria!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Zakk Wylde – Till the End


Bon Jovi e The Who em Porto Alegre (set/2017)

Após anunciar shows em São Paulo e no Rock In Rio, Jon Bon Jovi e sua ‘trupe’ estão a poucos dias de anunciar o seu primeiro show em Porto Alegre. A apresentação dos estadunidenses será no dia 19 ou 20 de setembro, no Estádio Beira Rio.

Já os britânicos do The Who tocarão no dia 26, no mesmo estádio (em formato anfiteatro). Está será a primeira vez das duas bandas em Porto Alegre. O Bon Jovi já esteve sete vezes no Brasil, uma delas passou por Curitiba. E o The Who, com mais de 50 anos de carreira, nunca esteve no país. O anúncio oficial deverá ser feito está semana, pela produtora local.

A tour do The Who pela América Latina está assim: São Paulo Trip (21/09), Rock in Rio (23/09), Porto Alegre (26/09), Buenos Aires e Santiago (também com Guns N’ Roses). Já Bon Jovi se apresenta em Santiago, Chile (14/09), em Buenos Aires, Argentina (16/09), em Porto Alegre (20/09) no Rock in Rio (22/09) e no festival São Paulo Trip (23/09).

BON JOVI
Bon Jovi é uma banda estadunidense de hard rock, formada em 1983 no estado de Nova Jérsei. Até hoje, já foram vendidas mais de 130 milhões de cópias de seus trabalhos. Em turnês, o grupo já passou pelos cinco continentes e. O grupo é o pioneiro na gravação de álbuns acústicos no estilo do MTV Unplugged.

THE WHO
The Who é uma banda de rock britânica surgida em 1964. A formação original era composta por Pete Townshend (guitarra), Roger Daltrey (vocais), John Entwistle (baixo) e Keith Moon (bateria). O grupo alcançou fama internacional, se tornou conhecido pelo dinamismo de suas apresentações e passou a ser considerado uma das maiores bandas de rock and roll de todos os tempos. Eles também são julgados pioneiros do estilo, popularizando entre outras coisas a ópera rock (principalmente com Tommy).

 

*Obs: o blog está pouco se lixando para o show do Bon Jovi – queremos mesmo é saber do “The Who” e ainda até, quem sabe, da vinda do The Cult para Porto Alegre ainda este ano.

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*Fonte: nopalco


The Who – uma das melhores bandas de rock das história


Jorge Ben – Jorge da Capadócia


Jackie Greene – Paste Studios, New York, NY 2017

Já faz algum tempo que ando fissurado no som do Jackie Greene, sem contar de que ele foi um dos guitarristas da última formação do the Black Crowes. Sei que já postei várias vezs aqui músicas dele, mas enfim…. quisifuquem-se – esse blog é meu  e posto o que eu quiser e quando quiser.

 


Rex Brown – Crossing Lines (áudio)

Sim, Rex Brown – baixista de uma das mais phoda banda de metal do planeta (Pantera), agora em carreira solo. A música “Crossing Lines” é do próximo álbum de Brown, Smoke on This, que será lançado em 28 de junho via eOne.

“Meu lema nos dias de hoje é ‘Agite um pouco de merda'”, diz Brown sobre o álbum. “Eu tive meus altos e baixos, como qualquer um neste negócio. Eu queria me sentir como um verdadeiro artista novamente, onde eu posso escrever e gravar músicas sem se preocupar com qualquer das besteiras.

“Nós não vamos atender necessariamente a fãs de metal, mas os caras que cresceram com Pantera, muitos deles adoram as mesmas coisas que eu cresci, também. Esta é apenas outra coisa que estou fazendo por diversão, cara. É liberdade musical. O divertimento – tem que se entrar nele ou eu não, eu estou indo fazê-lo.

“Eu tive uma carreira tremenda e agora eu sinto que tenho 30 anos de novo novamente. Esta carreira me deu a liberdade que eu precisava. Tenho muito mais em mim. Estou apenas começando a molhar os meus.”

 

“Smoke onThis”:

01. Lone Rider
02. Crossing Lines
03. Buried Alive
04. Train Song
05. Get Yourself Alright
06. Fault Line
07. What Comes Around…
08. Grace
09. So Into You
10. Best Of Me
11. One Of These Days

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: guitarplayerusa


Guitarra barítono – Como tocar


Marcelo Gross – Trilhos


Joan Jett – I Hate Myself For Loving You


Pública – Long Plays


Led Zeppelin – The Lemon Song (RARE Pre-album Version)


Jonny Lang – II


Warren Haynes e Billy Gibbons – “Workin’ Man Blues” (Merle Haggard Sing Me Back Home Tribute Concert)


Jonny Lang – I


Warren Haynes (Gov’t Mule) – Falando sobre guitarras


Allan Holdsworth (70 anos) – R.I.P.

Morreu neste domingo, aos 70 anos, o guitarrista Allan Holdsworth. Conhecido por seu trabalho no Jazz/Fusion, influenciou uma série de guitarristas de Rock/Metal, entre eles Eddie Van Halen, Richie Kotzen, John Petrucci, Alex Lifeson, Yngwie Malmsteen e Tom Morello.

Sua obra deixa uma série de evoluções na técnica do instrumento, incluindo sequências de escalas e progressões de acordes nunca antes experimentadas. A causa do falecimento ainda não foi revelada. Seu trabalho mais recente foi Tales From The Vault, lançado em 2015.
Também participou de bandas como UK, Gong e Soft Machine.

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*Fonte: vandohalen


George Thorogood – “Bad To The Bone”


Joan Jett – Rock and Roll Hall of Fame 2015


Ex-tecladista e fundador do grupo Jamiroquai, Toby Smith, morre aos 46 anos

Toby Smith, ex-tecladista do Jamiroquai, morreu na última terça-feira (11), aos 46 anos. A informação foi divulgada pelo fã-site Funkin.

A causa da morte ainda não foi revelada. Smith foi um dos fundadores do Jamiroquia e participou dos cinco primeiros álbuns do grupo com colaborações expressivas em faixas como “Space Cowboy”, “Virtual Insanity” e “Cosmic Girl”. O tecladista deixou a banda em 2002 alegando compromissos familiares.

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*Fonte: omelete


Freddie King – Sweet Home Chicago | Boogie Funk


Led Zeppelin – Hey Hey What Can I Do *(rara versão instrumental)


Stevie Ray Vaughan – Tic Toc

Resolvi tirar a poeira de minha memória e escutar de boas novamente alguns materiais do incrível Stevie Ray Vaughan. Escutar algumas de seus álbuns me fez abrir a porta para uma viagem de volta no tempo e com isso de carona chamar inúmeras boas lembranças de histórias do passado. A primeira que me vem à cabeça é tipo da época em que fui baixista da banda de blues do Luiz Ruschel, um dos melhores guitarristas de blues da minha cidade ali pelos 80′ e 90’s. Ninguém tocava como ele e nem muito menos chegavam perto de sua técnica e conhecimento musical aqui pela região.

“Abrindo um parêntese – Me recordo de que tive de participar de um teste para entrar nessa, era um power trio de blues/rock bem famoso na cidade naquela época. O baixista anterior havia casado e estava indo de muda para uma outra cidade por causa de seu trabalho e portanto deixando a sua vaga em aberto na banda. Eu que já tocava numa outra banda com uns amigos, era divertida mas eu queria mesmo era o caminho do blues. Mesmo que eu fosse na época um gurizão de merda de cidade do interior, quando pintou essa oportunidade e me convidaram para o teste, nem acreditei. – Ôpa! – Claro que aproveitei a chance e me “puxei” para não fazer feio, tanto que ganhei a vaga numa disputa com outros baixistas veteranos. Cara, isso foi para mim quase como ter ganho na loteria….rsrsrs. Saca só, o Luis era professor de guitarra, tinha em sua casa uma coleção gigante de discos, livros de música, bios, pilhas de revistas importadas da Guitar Player, métodos, fitas k7 e de vídeo VHS (já falei – isso foi à trocentos anos atrás, no final da década de 80), enfim, um baita e interessantíssimo acervo de música, uma verdadeira Dysneilândia do rock. Resumindo, com isso aprendi muita coisa e também por tabela tive acesso a conhecer muitos artistas legais do universo blues, funk e soul music, não ficando portanto, preso naquela vibe hard rock e metal que vingava no meio adolescente rocker da época.”
Bons momentos. Gracias Luiz!

 

Voltando ao assunto do SRV. É claro que quando o assunto é SRV eu meio que num gatilho mental, automaticamente me recordo dessa fase com a banda do Luís (como já mencionei), bem como também de como ficamos intrigando na época do lançamento do álbum irmão Vaughan -“Family Style”. Não era um álbum assim tão impactante como os outros da carreira solo do SRV mas ao mesmo tempo era também cheio de timbres mágicos de guitarras e de uma apurada sutileza de gravação. Gosto desse álbum até hoje, mesmo não sendo o melhor ou então o meu preferido do Stevie Ray Vaughan.

Assim escolhi de propósito postar aqui a música “Tic Toc”, que é estranhamente pop mas eu curto bastante. Ela é exatamente o contrário de tudo que se pensa em termos de música do SRV, logo de cara. Gosto do solo ultra econômico de “meia dúzia de notinhas” mas que para mim – (não sei explicar) culpa da stratinho-clean-chorosa – acho muito bacana!

Imagino aqui que depois de Stevie  já ser um cara mundialmente famoso e ter se tornado uma referência nas seis cordas do blues, ele resolve grava um álbum de estúdio com o seu irmão Jimmie Vaughan, tipo pouco se lixando para o que os outros irão achar. Esse álbum em questão é bem bacana e passa realmente essa coisa de família como o nome sugere, uma forte ligação e respeito entre eles. Tipo os manos se divertindo num estúdio com as suas guitarras, amps e alguns amiguinhos, cada uma trazendo a sua mágia, o seu toque, para no final sair um prato especial. Tipo receita de família. Creio que os coras “Vaughan” devem ter ficado muito orgulhosos dessa reunião de seus garotos.

Aqui a música “Tic Toc” que comentei (baladinha) e + duas faixas bônus.
Aumente o volume e relaxe.

 


Rancid – Fall Back Down


Gov’t Mule – Making Of Revolution Come… Revolution Go


Volta do Led Zeppelin? Sonhar não custa nada…


Patti Smith – After Gold Rush


Yes – Rock Hall of Fame Induction 2017 – “Roundabout” c/ Geddy Lee (Rush)


Fotos de Woodstock que levarão você de volta para 1969


Neil Young – Helpless


Joe Walsh and Billy Gibbons – Life in the Fast Lane


Zakk Wylde – Till The End


The Cadillac Three – Party Like You


Mastodon – Show Yourself


The Wanton Bishops | Come To Me (áudio)


The BellRays – On Top


Black Rebel Motorcycle Club – Let the Day Begin


Warren Haynes – Feliz Aniversário gordinho!

Hoje um de meus grandes heróis da guitarra (somente talvez abaixo do Jimi Hendrix) e não dá para esquecer que ele também cantas muito – Warreen Haynes, está completando 57 anos de vida. Sua passagem pelo mítica banda americana de southern rock “The Allman Brothers”, sua carreira solo e ainda o “Gov’t Mule”… báh, por si só já são credenciais mais do que suficientes para torná-lo sem dúvida uma dos caras mais feras e pica da galáxia na música em seis cordas.

Nem tenho tempo e também nem conseguiria colocar isso aqui em apenas poucas palavras, o tanto que admiro a sua música e a importancia para o universo banjoman-boldiniano, minha vida e o escambau. Esse gordinho safado canta e toca muito, aliás, sempre com uns timbraços na sua guitarra e ainda também toca versões phodásticas de “tudo” que é estilo de música – basta uma rápida pesquisa no youtube e você vai ver a enorme gama de estilos e diferentes bandas das quais ele canta e toca versões, dando sua “pitada bluesy” na coisa. Ah, e se por acaso você não consegue reconhecer ou perceber isso, sinto muito baby. Aliás, foda-se!!! Azar o seu. Na real nem é tarefa minha aqui tentar fazer ou impor a alguém que curta esse ou aquele artista. Aqui lança-se sementes, dá-se dicas disso e daquilo, não se caga lei e que cada um decida por si o que melhor lhe convém.

Entonces hoje é dia de Warren Haynes aqui no blog e assim, de celebrarmos o seu aniversário, sua música e a sua arte, quer você goste, concorde ou não.

Muita saúde, felicidades, SORTE e também “mais” sucesso ainda por longos anos em sua carreira tio Warren! Um forte banjo abraço. THANKS man!