David Bowie, a soul music e um disco perdido. Ouça “The Gouster”, gravado em 1974

Não é segredo para ninguém, ao menos não para um fã de Bowie, que o homem era fissurado em música negra, em especial a soul music. Em Young americans (75) e Station to station (76) o então bicudo David Jones se mostrou ao mundo como um elegante soulman, sempre com um terno bem cortado, sapatos encerados e o nariz cheio de pó, encarnado mais uma de suas muitas personas.

Enfim, em 1974 Bowie e seu fiel escudeiro Tony Visconti trabalhavam duro no estúdio Sigma, na Filadélfia, gravando o citado Young americans, e durante esse processo criativo acabaram deixando de fora algumas faixas e versões das músicas que entraram na versão oficial do disco. E algumas dessas ‘sobras’ deram origem ao álbum que você ouve agora aqui no PCP, com o curioso nome The gouster.

O disco sai neste ano pela Parlophone como parte da caixa “Who Can I Be Now (1974-1976)”, que traz nada menos que 103 canções do mestre produzidas neste período extremamente chapado de sua vida.

The gouster (palavra que Bowie usava para se referir à moda dos jovens negros da época em Chicago) abre com uma versão longa de “John, I’m only dancing”, originalmente lançada como single em 1972 (relançada em 1991 e 2007) e fecha com uma interpretação mais crua de “Right”, que encerra o lado A de Young americans. Outras canções que só entraram nas duas reedições de Young americans também estão aqui, como as doloridas “It’s gonna be me” e “Who can I be now”. E “Fame”, o grande sucesso do álbum, curiosamente ficou de fora.

Não sei ainda como é o restante dessa luxuosa caixa, mas esse pedacinho dela resume bem o que foi esse período igualmente rico e perturbado na carreira de Bowie.

E nós aqui na terra seguimos sentindo sua falta, homem das estrelas.

 

*Por Fabio Bridges

 

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*Fonte:

Venda de vinil pode ultrapassar a venda de CDs

Colecionar discos de vinil é um hobbie que tem crescido nos últimos anos, os fãs relatam que é uma experiência única e divertida. De acordo com um novo relatório do meio do ano da RIAA, a venda de vinil pode ultrapassar os CDs em um futuro próximo.

Segundo a Associação da Indústria de Gravação da América as vendas de vinil têm aumentado constantemente, enquanto paralelamente as vendas de CDs tem caído. Além do crescimento de 13% no mercado do vinil, eles faturaram US $ 224,1 milhões (em 8,6 milhões de unidades) no primeiro semestre de 2019, fechando os US $ 247,9 milhões (em 18,6 milhões de unidades) gerados pelas vendas de CDs, que se mantem estagnadas.

De acordo com projeções do setor, se as tendências persistirem, as vendas poderão ultrapassar as vendas de Cds até o fim do ano ou no inicio de 2020. Se isso ocorrer será a primeira vez que os discos venderão mais que CDs desde 1986. Porém apesar de ser uma grande conquista para o mercado dos discos de vinil, o som digital ainda está liderando a indústria musical.

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*Fonte: bileskydiscos

Há 49 anos, Jimi Hendrix subia ao palco para último show da vida dele

Com 27 anos, Jimi Hendrix fazia o último show da vida dele no dia 16 de setembro de 1970. O palco era no Ronnie Scott’s Jazz Club em Londres. Hendrixtocou com o amigo Eric Burdon e a banda War algumas músicas famosas, como “Mother Earth” e “Tobacco Road”. Dois dias depois da apresentação, no dia 18 de setembro, o músico morreu por asfixia.

Na biografia de Burdon, Don’t Let Me Be Misunderstood, ele lembrou a performance do colega: “Hendrix entrou durante o segundo set. Eu apresentei Jimi ao público…aquela típica audiência do jazz de Londres tentou mostrar indiferença quando ele subiu no palco, mas uma onda de aplausos cumprimentou o maior guitarrista do mundo”. Burdon ainda afirma que o músico “estava voando” durante a apresentação.

Depois do show, Hendrix ainda parou e conversou com o jornalista Roy Carr da revista britânica NME. O artista foi questionado sobre possíveis músicas futuras e ele respondeu: “Talvez não seja jazz…. talvez seja”. Na saída, foi para a casa da namorada Monika Dannemann e dois dias depois morreu por asfixia.

Considerado o instrumentista mais influente da história do rock, pelo Hall da Fama e do Rock’n’roll, Jimi Hendrix foi um revolucionário e sua maior companheira era uma guitarra Fender Stratocaster. Um ano antes de morrer, Jimi Hendrix foi o principal nome da música a se apresentar no Woodstock Festival em 1969. Tocou como headliner e fez história ao apresentar o hino nacional dos EUA, “Star Spangled Banner”.

 

 

 

 

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*Fonte: rollingstone

Passo a passo de como pratos Zildjian são fabricados

Este é um vídeo de como os pratos Zildjian são fabricados, passo a passo, em uma fábrica dos Estados Unidos.

Observe como as fundições de metal são achatadas, aparadas, marteladas, fresadas e trabalhadas gradualmente na forma ideal para produzir o som perfeito.

É interessante no vídeo que os sons da fábrica estão todos ali, e não estão cobertos por músicas ou efeitos sonoros.

O vídeo é uma compilação da série lançada pela marca no Instagram, chamada #MadeInZUSA – a qual revela cada passo a ser feito para produzir um prato da marca.

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*Fonte: mundogeek

Trigger Hippy – “Don’t Wanna Bring You Down” (lançamento)

E o Trigger Hippy, a nova banda do meu chapa Steve Gormann (ex-baterista / The Black Crowes – volto a dizer na maior cada dura – “A melhor banda de rock que o mundo já viu!”) lança novo álbum, muda a formação mas segue na mesma trilha de seu trabalho antecessor. Keep on rock, baby!
Dá um confere aí.

… Keep on rock Stevão da massa!

Ah! Tenho de dizer – É um dos meus bateristas “rock/blues” preferidos de todos os tempos – não é nenhum mestre das baquetas, viradas mirabolantes e bumbos duplos (longe disso!), é quietinho, na dele, mas tava lá sempre lançando a sua magia e tempero “na cozinha” da melhor banda do mundo – The Black Crowes!
Se um dia eu encontrar um gênio da lâmpada e ele me conceder o pedido de poder formar uma banda com quem eu quisesse, o Steve Gormann seria um dos primeiros a ser chamado. Bem, talvez tivesse de disputar um camping training com o Abe Laboriel Jr. (batera do Paul McCartney). Mas daí seria a mão do destino quem decidiria qual deles ficaria com a vaga, ou até quem sabe… uma banda com dois bateristas!?…rsrsrsrsrsrs