David Crosby (R.I.P.)

Outra lenda da música nos deixa hoje, o guitarrista e compositor David Crosby, fundador dos grupos Byrds e Crosby, Stills & Nash, morreu nesta quinta-feira, aos 81 anos. Em nota, a família do músico disse que ele enfrentou uma longa doença, mas não informou a causa da morte.
Descanse em Paz!

Vem aí um documentário sobre Billy Preston

O lendário tecladista Billy Preston, considerado por muitos fãs como sendo o “quinto beatle”, por sua contribuição nas gravações do álbum Let it Be, será o foco de um documentário produzido pela White Horse Pictures em parceria com a Homegrown Pictures. Segundo o Deadline, o filme será intitulado Fifth Beatle (Quinto Beatle, em tradução livre).

Além de ser o único músico já creditado em um álbum do quarteto de Liverpool, Preston também ajudou Joe Cocker a ganhar fama ao co-escrever o hit “You Are So Beautiful”. Preston foi incluído no Hall da Fama do Rock & Roll em 2006, 15 anos após sua morte.

Preston venceu prêmios Grammy e colecionou sucessos próprios, além de ter colaborado também com os Rolling Stones, Red Hot Chili Peppers, Nat King Cole, Sly Stone, Barbra Streisand, Ray Charles, Sam Cooke, Aretha Franklin, Mahalia Jackson e muitas outras lendas. O tecladista também aparecerá no documentário The Beatles: Get Back, de Peter Jackson, que será lançado na plataforma de streaming Disney+.

Fifth Beatle, que ainda não tem previsão de lançamento, terá direção do diretor, produtor e roteirista ganhador do Emmy Paris Barclay (Sons of Anarchy). Barclay fará parceria com Cheo Hodari Coker (Luke Cage).

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*Fonte: portalbeatlesbrasil

Nick Cave conta o “segredo” para envelhecer bem: “bigode de ator pornô e guitarra”

Se tem uma pessoa que sempre oferece ótimos conselhos — pelo menos no que diz respeito a nos fazer pensar e às vezes até dar algumas risadas — na internet, essa pessoa é Nick Cave.

O icônico cantor australiano está de volta com mais uma dessas contribuições sensacionais após ser questionado por um fã em seu site oficial sobre a sua perspectiva em relação ao envelhecimento. Direto e sagaz como sempre, o músico de 63 anos respondeu:

Meu conselho para você é que deixe crescer um bigode de ator pornô e aprenda a tocar a guitarra — funcionou pra mim — e tente aguentar as pontas até fazer 60 anos. Aí você vai perceber que você não precisa se preocupar com o que as pessoas dizem mais, e como consequência a vida se torna muito mais interessante.

Entrar nos 60 traz consigo um sentimento quente e confortável de liberdade através da redundância, da obsolescência, de viver do lado de fora das conversas e sempre existir do lado errado das coisas.

Que alívio é ser aquele tio louco, vergonhoso no canto da sala, um produto de sua idade, com suas ideias malucas sobre o discurso livre e a liberdade de expressão, com seu amor pela beleza, pelo humor, caos, provocação e raiva, pela conversação e debate, sua adoração da arte sem dogmas, sua impaciência com o que é moralmente óbvio, sua crença na compaixão universal, no perdão e na misericórdia, na nuance e nas sombras, na neutralidade e na humanidade — ah, a bela humanidade — e em Deus também, o qual ele agradece por deixá-lo, nestes tempos dementes, ser velho.

Não é à toa que muita gente chama de melhor idade, né?

*Por Felipe Ernani

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*Fonte: tenhomaisdiscosqueamigos

Luis Vagner Guitarreiro, referência da guitarra no Brasil, morre aos 73 anos

Morreu aos 73 anos o músico gaúcho Luis Vagner Guitarreiro, referência da guitarra no samba-rock e no reggae brasileiro. Com décadas de carreira, o artista foi o responsável por introduzir no Brasil, ao lado de seu amigo Jorge Ben Jor, um estilo mais swingado de tocar o instrumento.

A causa da morte específica não foi informada, mas de acordo com o produtor musical e amigo Claudiomar Carrasco Martins, em entrevista ao G1, Luis Vagner Guitarreiro estava debilitado por ter sofrido dois AVCs. O músico faleceu no último dia 9 de maio, em sua casa em Itanhaém, litoral de São Paulo.

Apesar dos recentes problemas de saúde, o artista estava em atividade nos últimos tempos. Em 2020, após hiato de 18 anos, ele lançou o álbum “Samba, Rock, Reggae, Ritmos em Blues e Outras Milongas Mais”.

A carreira de Luis Vagner Guitarreiro

Nascido na cidade de Bagé, no Rio Grande do Sul, Luis Vagner deu início à sua trajetória como membro da banda Os Jetsons. O grupo seria renomeado para Os Brasas ainda na época da Jovem Guarda.

Já nos anos 1970, o músico passeou por diversos estilos musicais, com destaque ao samba-rock, presente em discos como “Simples” (1974) e “Coisas e Lousas” (1975). Na década de 80, adicionou o reggae jamaicano ao seu repertório.

Guitarrista mixa música somente com pedais e mostra resultado; ouça
Há diversas parcerias com nomes consagrados da música brasileiras em seu currículo, a exemplo de Tim Maia, César Camargo e Mariano. Jorge Bem também era um grande parceiro do artista e chegou a compor a música “Luiz Wagner Guitarreiro”, com a letra “W”, em homenagem ao amigo.

*Texto por Gustavo Maiato / Edição por Igor Miranda
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*Fonte: guitarload

Chick Corea morre aos 79 anos

O pianista de jazz Chick Corea morreu aos 79 anos nesta terça-feira (9) por causa de uma forma rara de câncer. A notícia foi divulgada nesta quinta-feira (11) na página do músico no Facebook.

De acordo com o comunicado, a doença foi diagnosticada “muito recentemente”.

Na publicação, Corea deixou uma mensagem para os fãs, amigos e família.

“Quero agradecer a todos que ao longo de minha jornada ajudaram a manter as chamas da música queimando forte. Tenho a esperança de que aqueles que têm uma inclinação para tocar, escrever, se apresentar ou algo do tipo o façam. Se não por vocês mesmos, pelo resto de nós. Não é apenas que o mundo precisa de mais artistas, mas também porque é muito divertido”, afirmou o pianista.

“E para todos os meus amigos músicos maravilhosos que foram como uma família para mim desde que os conheço: Foi uma bênção e uma honra aprender com e ao tocar com todos vocês. Minha missão sempre foi a de trazer a alegria da criação a qualquer lugar que eu pudesse, e fazê-lo com todos os artistas que eu tanto admiro — esta foi a riqueza da minha vida.”

Armando Anthony “Chick” Corea nasceu no estado de Massachusetts, nos Estados Unidos, em 1941. Ganhador de 23 prêmios do Grammy e indicado mais de 60 vezes ao longo de uma carreira de mais de 50 anos, ele se estabeleceu como um dos principais pianistas de jazz nos anos 1960.

Com o tempo, tocou com alguns dos maiores nomes do gênero, como Stan Getz e Herbie Mann. Ao se juntar à banda de Miles Davis, fez parte do nascimento do jazz fusion, que misturava o jazz com rock, funk e R&B.

Depois, formou grupos próprios, como o Return to Forever e a Chick Corea Elektric Band. Um de seus discos mais recentes, “Antidote”, gravado com a Spanish Heart Band, ganhou o Grammy de melhor álbum de jazz latino em 2020.

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*Fonte: G1

EVH

Hoje seria aniversário de Eddie Van Halen, que faleceu em outubro do ano passado. Um dos maiores guitarristas de rock de todos os tempos. E aqui quando se diz isso não é para incensá-lo como fan e tal, é porque foi verdade-true-real mesmo!!! O cara além de ser um mestre nas seis cordas da guitarra ainda criou inúmeras “novas técnicas” para o instrumento, que aliás, foram copiadas à exaustão ali nos 80’s.

Seja lá onde você estiver Eddie, aqui vai um grande abraço de feliz aniversário!

Neil Young libera acesso on-line a todo seu arquivo de músicas até o final de 2020

Neil Young acaba de dar de presente para seus fãs a possibilidade de ouvir todo o trabalho de sua carreira de forma on-line até o fim do ano.

Para ter acesso ao conteúdo em altíssima definição sonora dessa lenda do rock, basta acessar o site oficial dele: NeilYoungArchives.Com.

Em declaração à imprensa, Young diz que o objetivo é que neste período de natal as pessoas possam se sentir confortáveis em casa ouvindo suas músicas.

“Se você está trancado em casa, estou aqui para você com horas de escuta… É minha música e nossas vidas”, comentou o músico.

Entre as preciosidades lançadas nas últimas cinco décadas, está o boxset Archives Volume II: 1972-1976 e suas Fireside Sessions, que incluíram uma cover de “The Times They Are A-Changin”, de Bob Dylan.

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*Fonte: radiorock

Gary Clark Jr. ganha 3 prêmios e se torna um dos grandes vencedores do Grammy 2020

O guitarrista Gary Clark Jr. se consagrou como um dos grandes vencedores da 62ª edição do Grammy Awards, realizado nos Estados Unidos no último domingo (26).

O músico levou três prêmios para casa: Melhor Álbum de Blues Contemporâneo, Melhor Performance de Rock e Melhor Música de Rock. O primeiro foi pelo álbum “This Land”, enquanto que os dois seguintes foram pela música que dá título ao disco, “This Land”.

O gramofone de Melhor Álbum de Blues Contemporâneo foi conquistado após concorrer com Southern Avenue, Sugaray Rayford, Larkin Poe e Robert Randolph and the Family Band. Para chegar à Melhor Performance de Rock, ele superou Rival Sons, Bones UK, Karen O & Danger Mouse e Brittany Howard. Por sua vez, em Melhor Música de Rock, o guitarrista venceu Tool, The 1975, Vampire Weekend e Brittany Howard.

Foram, no total, quatro prêmios disputados – ou seja, ele só não venceu em uma categoria. Em Melhor Videoclipe Musical, Gary Clark Jr. entrou na disputa com o clipe de “This Land”, mas “Old Town Road” garantiu o troféu para Lil Nas X e Billy Ray Cyrus.

Além de ser bastante premiado, Gary Clark Jr. tocou, durante a cerimônia, a música que rendeu a ele os dois prêmios na categoria de rock. A performance foi realizada ao lado do grupo The Roots. Ele ainda participou da apresentação final, da canção “I Sing The Body Electric”, ao lado de nomes como Cyndi Lauper, John Legend, Camila Cabello e outros mais.

A principal vencedora do Grammy 2020 foi Billie Eilish, que levou 5 prêmios para casa junto de seu irmão Finneas O’Connell: Álbum do Ano, Gravação do Ano, Música do Ano, Artista Revelação e Melhor Álbum de Pop Vocal. A cantora Lizzo também chamou atenção, ao levar três troféus: Melhor Performance Pop Solo, Melhor Performance de R&B Tradicional e Melhor Álbum de Música Urbana Contemporânea.

*Por Igor Miranda

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*Fonte: guitarload

Neil Peart (Rush) – R.I.P.

A nota triste de hoje foi a do falecimento de Neil Peart (Rush), aos 67 anos, vítima de um câncer no cérebro. Segundo a nota, o músico foi diagnosticado com a doença há 3 anos.
Peart era considerado um dos baterista mais técnicos da história do rock.
Também era um verdadeiro aficionado por motocicletas e bicicletas, tanto que escreveu 7 livros sobre o assunto e suas várias viagens em duas rodas pelo mundo.

Descanse em paz mestre!

 

 

 

 

 

 

Fernando Bergmann – R.I.P.

Há pouco recebi o comunicado de falecimento em um acidente de trânsito, do amigo Fernando Bergmann. Outra triste notícia do dia.
Uma pessoa muito bacana, super do bem, parceiro de algumas trips de moto e de várias ótimas conversas. Além do mais, era também um ótimo músico.

Descanse em paz meu amigo.

Jeff Buckley – Biografia

Jeffrey Scott Buckley (Anaheim, Califórnia, 17 de novembro de 1966 —- 29 de Maio 1997) foi um cantor, compositor e guitarrista norte-americano. Conhecido por seus dotes vocais, Buckley foi considerado pelos críticos umas das mais promissoras revelações musicais de sua época. Entretanto, Buckley morreu afogado enquanto nadava no rio Wolf, afluente do Rio Mississipi, em 1997. Seu trabalho e seu estilo único continuam sendo admirados por fãs, artistas e músicos no mundo todo.

Jeff Buckley passou a sua adolescência ouvindo diversos tipos de música como blues, rock e jazz. Após terminar o colegial, decidiu que a música seria o caminho a seguir. Com medo de ser comparado com o seu pai, Tim Buckley, em vez de cantar, Jeff decidiu inicialmente tocar guitarra, tendo ido estudar no G.I.T (Guitar Institute of Technology). Diversas experiências vieram em seguida: Jeff trabalhou em estúdio, tocou em bandas de funk, jazz e punk e até mesmo na Banana Republic, de onde foi demitido após ter sido acusado de roubar uma T-shirt.

Em 1991, ao ser convidado para participar num show tributo a seu pai, Jeff resolveu cantar. A semelhança vocal com o pai (Tim Buckley) veio à tona nesse momento. Foi nesse tributo, também, que conheceu o ex-guitarrista da banda Captain Beefheart, Gary Lucas, que, impressionado com sua voz, decidiu convidá-lo para integrar a banda Gods and Monsters. Afiada tanto nas performances ao vivo como nas composições próprias, Gods and Monsters estava prestes a assinar com uma gravadora quando Buckley decidiu abandonar o projeto por achar que um contrato, naquele momento, restringiria as suas ambições musicais.

No ano seguinte começou a apresentar-se sozinho (voz e guitarra) num bar nova-iorquino chamado “Sin-é”. Foi no “Sin-é”, segundo o próprio Jeff, onde mais tocou e gostava de tocar. Um lugar pequeno, onde as pessoas iam para conversar e não para ouvir alguém cantar músicas desconhecidas. Mas foi pela diferença que Jeff Buckley conquistou as pessoas que freqüentavam o lugar. Foi nesse pequeno bar, sem palco, que um dos empresários da Columbia o viu cantar e tocar. Em outubro de 92 assinou com a Columbia Records para a gravação do seu primeiro álbum solo. Antes do álbum, Jeff decidiu fazer uma turnê pela Europa, só depois gravaria o primeiro álbum em estúdio. Nesse período, acordou também, lançar um EP com 5 músicas, gravadas no “Sin-é”.

“Grace” chegou às lojas em agosto de 1994 e foi imediatamente aclamado pela crítica e por artistas como Paul McCartney, Chris Cornell, Bono Vox (“Jeff Buckley é uma gota cristalina num oceano de ruídos”) e Jimmy Page (“Quando o Plant e eu vimos ele tocando na Austrália, ficamos assustados. Foi realmente tocante”). Apesar disso e de uma longa turnê de dois anos “Grace” vendeu muito menos do que o esperado. A música de Buckley era considerada leve demais para as rádios alternativas e pouco comercial para as rádios FM.

Em 1996, começou a trabalhar no seu segundo álbum e, contrariando a sua gravadora, que queria um disco mais comercial, chamou Tom Verlaine, do grupo Television, para a produção. Quando as gravações estavam prestes a encerrar, Jeff, insatisfeito com o resultado, decidiu que o material não deveria ser lançado e, assim, começou a compor novas canções. Foi o que fez até Maio de 97, quando finalmente chamou os colegas da sua banda para começarem as gravações em Memphis, cidade onde morava na época.

No dia 29 de Maio de 1997, helicópteros sobrevoavam o Wolf River em busca duma pessoa que ali havia desaparecido. Segundo o relato do amigo Keith Foti, Jeff Buckley resolveu parar para nadar naquele rio antes de se encontrar com a sua banda. Depois de alguns minutos, Foti foi até ao carro para guardar alguns objetos, enquanto ouvia Jeff nadando e cantarolando “Whole Lotta Love”. Quando voltou, não viu mais nada. Gritou por “Jeff” por quase dez minutos e, não obtendo resposta, decidiu chamar a polícia. O corpo de Jeff Buckley foi encontrado apenas uma semana depois, dia 4 de Junho, perto da nascente do Mississippi.

O álbum póstumo, “Sketches for My Sweetheart the Drunk”, foi lançado em 1998. “Sketches” é composto por gravações que Jeff fez com Tom Verlaine, mais músicas nas quais Jeff trabalhava antes de morrer.

Em 2000, “Mystery White Boy” veio relembrar Jeff nas suas performances ao vivo.

Em 2007 surge uma compilação com os melhores êxitos de estúdio e ao vivo, este álbum contém uma versão acústica de “So Real” gravada no Japão e uma versão de “I Know It’s Over” dos The Smiths nunca antes editadas.

Apesar da morte trágica, Jeff Buckley tem conquistado novos fãs. Artistas como Radiohead, Coldplay e Muse não se cansam de mencionar Jeff como uma das suas principais influências. Além disso, “Grace” é constantemente citado como um dos melhores álbuns de todos os tempos.

Discografia:

>> Álbuns
1994 – “Grace”

>> Álbuns “ao vivo”:
1993 – Live at Sin-é
1995 – Live from the Bataclan
2000 – Mystery White Boy
2001 – Live À L’Olympia
2003 – Live at Sin-é (Legacy Edition)

>> Compilações:
2002 – The Grace EPs
2004 – Grace (Legacy Edition)
2007 – So Real: Songs from Jeff Buckley

>> Álbum póstumo:
1998 – Sketches for My Sweetheart the Drunk

>> Parcerias:
2002 – Songs to No One 1991-1992 (colaboração com Gary Lucas)

www.jeffbuckley.com

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Morreu Neal Casal

O músico norte-americano Neal Casal morreu ontem, 26 de agosto, aos 50 anos.

Multi-instrumentista, compositor e fotógrafo, Neal Casal lançou numerosos álbuns a solo, gravando também com artistas como Lucinda Williams, James Iha ou Willie Nelson, entre dezenas de outros.

O nativo de New Jersey seria mais conhecido, porém, pelo tempo que passou com os Cardinals, uma das bandas de Ryan Adams, que integrou entre 2005 e 2009.

Ryan Adams foi, de resto, um dos primeiros a dar a notícia da morte do antigo companheiro, num post no Instagram.

Atualmente, Neal Casal tocava com os Circles Around the Sun e a Chris Robinson Brotherhood.

Depois de vários amigos fazerem publicações sobre a sua morte, surgiu uma mensagem na sua conta oficial de Twitter, confirmando o óbito.

“É com grande tristeza que vos dizemos que o Neal Casal faleceu. Como muitos de vós sabem, o Neal era um humano bondoso e cheio de alma que viveu a sua vida com arte e gentileza”, pode ler-se na mensagem.

No passado mês de agosto, Neal Casal havia pedido aos fãs que ajudassem a financiar um disco que estava a gravar com o cantautor Kenny Roby.

A causa da sua morte não foi revelada.

*Por Lia Pereira

 

 

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: blitz

Banjogirl Junho de 2019

Em junho a agraciada com a honraria de ser a Banjogirl do mês coube a cantora e pianista de jazz, Diana Krall (16/11/64). Essa bela loira canadense que é casada com o cantor e guitarrista Elvis Costello, agora ilustra aqui o cafofo virtual. Ela tem mais de 15 álbuns gravados em sua carreira, além também de vários DVDs de shows ao vivo. Já gravou e excursionou com o cantor Tony Bennett, recentemente tocou piano na gravação de um álbum de jazz com o Beatle, Paul McCartney.
Então temos Diana Krall como a Banjogirl do mês de Junho. Parabéns!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Diana Krall

Faleceu Dr. John aos 77 anos

Outro famoso músico que faleceu na data de hoje foi o americano Dr. John (Malcolm John Bebennack), que foi participante ativo da cena rock, blues e r&b de New Orleans. Cantor, pianista e guitarrista, ganhou 6 Grammys e entrou para o Hall of Fame do Rock & Roll dos EUA em 2011.

Teve sua carreira solo de sucesso e também acompanhou outros artistas renomados como Grateful Dead, the Band, Van Morrison e The Rolling Stones, quando participou das gravações de “Exile on Main Street” (1972).

 

R.I.P – J. J. Jackson

Um dos maiores intérpretes da música americana, não apenas do blues, mas também do jazz, do R&B e até mesmo do rock, J.J. JACKSON, faleceu hoje, aos 75 anos.

O bluesman americano era ator, já participou de curtas e longas metragens nos Estados Unidos e campanhas publicitárias, como a da cerveja Budweiser, veiculada desde 2016. No mercado, tem seis álbuns e dois DVD’s, incluindo o mais recente lançado em 2016 com os “Prado Brothers”.

Com características performáticas como cantar sempre sorrindo, despojado, além da técnica musical apurada, o americano já dividiu o palco com grandes nomes do estilo, como B.B King e Lightnin Hopkins. No começo da carreira, teve Jimi Hendrix como companheiro em seu primeiro grupo, Rocking Teens.

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*Fonte: uscfm

 

Carlos Eduardo Weyrauc “Mutuca” – R.I.P.

A triste notícia de hoje foi que o músico e radialista Carlos Eduardo Weyrauch, mais conhecido como Mutuca, morreu nesta madrugada, 13, aos 71 anos, vítima de um infarto em Taquara, onde morava. Com passagens pela extinta Itapema e pela Unisinos FM, atualmente, ele comandava o programa ‘Hot Club’, na Dinâmico FM, de Porto Alegre.

Ao longo dos mais de 50 anos de trajetória, Mutuca foi uma figura importante para o cenário musical gaúcho, além de ter acompanhado o surgimento do rock local e passado por várias bandas em sua carreira.

Descanse em paz Mutuca, o rock gaúcho lhe agradece de coração!

 

 

 

Banjogirl Março de 2018

Sim, foi amor a primeira vista e não sei dizer ao certo o que bateu primeiro, se a sua música, as letras ou aqueles lindo olhar, quem sabe os dreads (coisa linda mulher com dread, tô prá te dizer!!!), talvez seu jeitinho de falar… Bem, não importa, acontece que num piscar de olhos ficou muito, muito fácil escolher Larissa Baq como a Banjogirl do mês de Março (2018). Só para constar, sua música não para de tocar por aqui também.

E tranquilo, vou aqui abrir o jogo, inicialmente a programação do blog tinha escalado outra bela mulher como a Banjogirl do mês, ela não era para ser a garota da vez. Mas OK, assim que surgiu no horizonte virtual aqui da base patrolou tudo e na boa velinho – ela furar essa fila foi uma coisa providencial. Caso de merecimento. Ela pode. Ela merece. Não há dúvida disso.

E de nossa parte só podemos desejar cada vez mais sucesso, paz, amor e muitas alegrias em sua vida & carreira, Larissa Baq.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Storynhas – O divertido e inusitado encontro de Rita Lee e Laerte num livro cheio de humor e rock‘n’roll

Os fãs de Rita Lee conhecem o humor de sua estrela. Ao longo dos anos, se acostumaram com as histórias desbocadas e surpreendentes que Rita conta em sua página do Twitter. São narrativas cômicas, ternas, tristes, biográficas, melancólicas, críticas, ferrenhas, raivosas e doces, às vezes tudo isso numa mesma história – ou numa mesma frase.

Laerte muitas vezes não precisa de frases. Seu estilo, tão icônico e marcante quanto uma canção de Rita, atravessou gerações se renovando com frescor e graça. Seja nas tiras, nas histórias longas ou nas ilustrações, os desenhos de Laerte carregam personalidade, humor, drama e política, com doses de filosofia e metafísica.

A imaginação de Rita Lee. O traço de Laerte. Storynhas marca o encontro desses grandes artistas, numa obra inusitada e escandalosamente divertida. Criado a partir dessas mini-histórias, Storynhas é um divã aberto para o pensamento anárquico, filosófico e deslumbrante da cantora.
Atenção: pode conter rock‘n’roll.

 

 

 

 

 

Título original: STORYNHAS
Capa: Alceu Chiesorin Nunes
Páginas: 96
Formato: 20.50 x 19.00 cm
Peso: 0.304 kg
Acabamento: Brochura
Lançamento: 21/11/2013
ISBN: 9788535923605
Selo: Companhia das Letras

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Fats Domino, pioneiro do rock, morre aos 89 anos

O cantor e músico americano Fats Domino, considerado uma lenda do rock e influência de Elvis Presley e Beatles, morreu nesta quarta-feira (25) aos 89 anos, de causas naturais.

Nascido em 26 de fevereiro de 1928, em Nova Orleans, nos Estados Unidos, Antoine Dominique Domino era o mais novo de oito irmãos. Na adolescência, chegou a trabalhar em um caminhão de gelo e uma fábrica de móveis, mas desde muito jovem demonstrou habilidade para tocar piano e cantar.

Na idade adulta, casou-se com Rosemary, sua esposta por mais de 60 anos. O casal teve oito filhos.

Ao longo de cinco décadas de carreira, famoso pelo seu estilo de tocar piano, Fats Domino vendeu mais de 65 milhões de discos.

Conhecido por músicas como “Ain’t that a shame”, “I’m walking”, “Blueberry hill” e “I’m walking to New Orleans”, ele foi um dos artistas mais influentes das décadas de 1950 e 1960, que marcou a popularização do gênero.

Seu single de estreia, “The Fat Man”, de 1949, é tido como uma das primeiras gravações de rock de todos os tempos. Foi o primeiro single do estilo a vender 1 milhão de cópias, chegando ao número 2 nas paradas de R&B.

Além disso, Domino foi um dos primeiros músicos de R&B e blues a fazer sucesso entre o público branco, ainda nos anos 1950.

Já Paul McCartney teria dito que a música “Lady Madonna”, dos Beatles, é inspirada no estilo de Domino.

Em 1986, Fats Domino ganhou um Grammy pelo conjunto da obra. No mesmo ano, foi incluído no Rock and Roll Hall of Fame. Em 1998, na Casa Branca, recebeu a Medalha Nacional de Artes das mãos do então presidente americano, Bill Clinton.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: G1

Charles Bradley morre aos 68 anos (soul music)

O cantor americano Charles Bradley, uma lenda do soul, morreu neste sábado aos 68 anos. Ele, que foi diagnosticado com um câncer no estômago no ano passado, se apresentaria no Rock in Rio, no palco Sunset, no dia 16. O show precisou ser cancelado pois a doença chegara ao fígado. Os substitutos foram os brasileiros Rael e Elza Soares.

“É com o coração pesado que anunciamos a passagem de Charles. O senhor Bradley era muito grato pelo carinho que estava recebendo de seus fãs, e esperava que sua mensagem de amor fosse lembrada e passada para as próximas gerações. Obrigado pelos pensamentos positivos e pelas orações durante este período difícil”, escreveu a equipe do cantor.

No começo do mês, Bradley cancelou todos os shows que faria este ano.

“Eu amo todos vocês que fizeram com que meus sonhos se tornassem realidade. Quando voltar, voltarei forte, com o amor de Deus. Com a vontade de Deus, volto logo”, disse o cantor por meio de um comunicado na época.

Nascido em Gainesville, na Flórida, Bradley teve uma infância pobre e trabalhou durante anos em bicos. Tocou em algumas bandas cover — principalment de James Brown —, até que, em 2002, sua carreira solo finalmente decolou.

O primeiro álbum do cantor, “No time for dreaming”, no entanto, só foi lançado em 2011, quando ele tinha 62 anos. Em 2012, ele foi o protagonista do documentário “Soul of America”, exibido pela primeira vez no conceituado festival South by Southwest.

Bradley também ganhou fama por conta da série “Suits”. O cantor fazia parte da trilha sonora do programa, bem como era um dos artistas favoritos do personagem principal, o advogado Harvey Specter.

O último trabalho do artista foi o disco “Changes”, de 2016. A faixa-título é uma inusitada versão da clássica canção do Black Sabbath que conseguiu convencer até fãs mais radicais da banda de heavy metal.

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*Fonte: oglobo

Chuck Berry – R.I.P.

O músico Chuck Berry, um dos pioneiros do rock, morreu neste sábado (18) aos 90 anos no Missouri, nos Estados Unidos, informa a polícia local do condado de St. Charles. O guitarrista lendário foi encontrado em sua casa já sem sinais vitais. A causa da morte ainda não foi revelada.

“O departamento de polícia do condado de St. Charles infelizmente tem de confirmar a morte de Charles Edward Anderson Berry Senior, melhor conhecido como o lendário músico Chuck Berry”, afirma a polícia, em nota. De acordo com os oficiais, a família pede “privacidade durante esse momento de perda”.

“A polícia respondeu a um chamado médico de emergência em Buckner Road às aproximadamente 12h40 [horário local, 14h40 no horário de Brasília] de hoje”, afirmou a instituição. “Dentro da casa, socorristas observaram um homem que não respondiam e imediatamente administraram técnicas salva vidas. Infelizmente, o homem de 90 anos não pôde ser ressuscitado e foi pronunciado morto às 13h26.”
Chuck Berry (Foto: Divulgação) Chuck Berry (Foto: Divulgação)

Ídolo dos Beatles e dos Rolling Stones, Chuck Berry era conhecido por clássicos como “Johnny B. Goode”, “Sweet little sixteen” e “You never can tell”. Esta última música ganhou destaque nos anos 90 por causa de uma das cenas mais famosas de “Pulp fiction”, do diretor Quentin Tarantino. Também gravou “Maybellene” e “Roll over Beethoven” e “Memphis, Tennessee”.

Sua marca no gênero foi tão grande que certa vez John Lennon, dos Beatles, falou: “Se você tiver de dar outro nome ao rock’n’roll, poderia chamá-lo de Chuck Berry”.

Ao longo dos anos, Berry realizou algumas apresentações no Brasil. Ele participou do Free Jazz Festival, em 1993, no Rio. O guitarrista voltou em 2002 para show em Jaguariúna (SP), e em 2008, para apresentações em SP, RS e PR.

Em outubro, ao completar seus 90 anos de idade, Berry anunciou através das redes sociais seu primeiro álbum desde 1979. O álbum “Chuck” estava previsto para ser lançado em 2017 com músicas novas escritas e gravadas pelo músico.

Ele dedicou o disco à sua esposa, Themetta “Toddy” Suggs , com quem viveu durante os últimos 68 anos. “Querida, estou ficando velho! Trabalhei durante muito tempo neste disco. Agora posso pendurar as chuteiras”, disse o cantor.

Berry deixa sua mulher e seus quatro filhos, Ingrid, Aloha, Charles Jr. e Melody.

Lenda

Nascido em 18 de outubro de 1926, em Saint Louis, também no Missouri, Berry dizia emular “a clareza vocal suave de seu ídolo, Nat King Cole, enquanto tocava músicas de blues de gente como Muddy Waters”, descreve a biografia em seu site oficial. Berry foi o quarto dos seis filhos de um empreiteiro e de uma diretora de escola.

Ele aprendeu a tocar guitarra durante o ensino médio, quando passava por uma fase rebelde. Tanto que foi preso por tentativa de roubo. Depois, chegou a trabalhar em uma linha de montagem de fábrica da General Motors.

Berry passou a se dedicar exclusivamente à música nos anos 1950, quando formou um trio com um baterista, Ebby Harding, e um tecladista, Johnnie Johnson. Ele atingiu sucesso em 1955 quando conheceu a lenda do blues Muddy Waters e o produtor Leonard Chess em Chicago, e passou a misturar estilos do country e do blues do sul dos EUA com uma pegada pop, mais palatável para as rádios.

“Eu queria tocar blues”, afirmou Chuck Berry em entrevista à revista “Rolling Stone”. “Mas eu não era ‘blue’ [triste] o suficiente. Eu sempre tive comida na mesa.”

Além das músicas e da influência sobre todo um gênero, o músico também deixou sua marca na famosa “duck walk”, na qual tocava sua guitarra enquanto pulava em uma perna agachado pelo palco.

Lei

Além dos problemas na adolescência, Berry se envolveu em alguns problemas com a lei ao longo do anos. O mais grave em 1959, quando foi detido em Saint Louis acusado de transportar uma garota de 14 anos por divisas estaduais com a intenção de prostituição.
Ele foi condenado dois anos depois e passou 20 meses na prisão, uma experiência que amigos relatam que mudou profundamente sua maneira de ser.

 

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*Fonte: G1

 

 

Jeff Healey – (1966-2008)

Norman Jeffrey “Jeff” Healey foi um excepcional guitarrista, nascido no Canadá e com o peculiar modo de tocar com sua guitarra deitada com o lado para cima, em suas pernas. Isso porque era cego desde o primeiro ano de vida devido à um retinoblastoma.

Mas nada disso foi problema para Jeff Healey, que se destacou pelo seu trabalho baseado no blues rock, junto da sua banda – The Jeff Healey Band. Junto com Stevie Ray Vaughan, meteram o terror no mundo da guitarra com suas performances musicais naquela virada dos 80 /90’s.  Mais tarde, no final de seu carreira também se aventurou pelo mundo do jazz.

 

 

Larry Coryell

Morreu, no domingo (19), o guitarrista de jazz Larry Coryell, considerado o “padrinho do jazz fusion”, gênero que mistura outros ritmos em suas melodias. Segundo o assessor de Corryell, Kurt Nishimura, o músico morreu de causas naturais. Ele tinha 73 anos e chegou a fazer duas apresentações às vésperas de sua morte: uma na sexta (17) e outra no sábado (18).

Nascido no Texas, EUA, em abril de 1943, Coryell cresceu em Seattle e, depois de conseguir sua primeira guitarra, se mudou para Nova York em 1964. Em sua carreira eclética, incluem parcerias com outras lendas do jazz, como Miles Davis, Gary Burton, Alphonse Mouzon e Chet Baker. Em suas composições, ele misturou jazz, música clássica e elementos do rock.

Seu álbum mais conhecido veio em 1969, Spaces, o que o tornou o principal artista do jazz fusion. Ele deixa mulher, duas filhas e dois filhos.

Principais álbuns lançados por Larry Coryell:
Bob Moses: Love Animal (1967-68)
Herbie Mann: Memphis Underground (1968, com Sonny Sharrock)
Barefoot Boy (1969)
Larry Coryell at the Village Gate (1971)
The Real Great Escape (1973)
Introducing Eleventh House (1974)
The Restful Mind (1975, com Ralph Towner, Glen Moore, Collin Walcott)
The Eleventh House – Aspects (1976)
Philip Catherine/Coryell: Twin House (1976)
Charles Mingus: Three or Four Shades of Blue (1977)
The Eleventh House at Montreux (1978)
Together (1985, com Emily Remler)
Private Concert (Live) (1999)
Tricycles (2004)
Traffic (com Lenny White e Victor Bailey, 2006)

 

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*Fonte: revistaquem