Storynhas – O divertido e inusitado encontro de Rita Lee e Laerte num livro cheio de humor e rock‘n’roll

Os fãs de Rita Lee conhecem o humor de sua estrela. Ao longo dos anos, se acostumaram com as histórias desbocadas e surpreendentes que Rita conta em sua página do Twitter. São narrativas cômicas, ternas, tristes, biográficas, melancólicas, críticas, ferrenhas, raivosas e doces, às vezes tudo isso numa mesma história – ou numa mesma frase.

Laerte muitas vezes não precisa de frases. Seu estilo, tão icônico e marcante quanto uma canção de Rita, atravessou gerações se renovando com frescor e graça. Seja nas tiras, nas histórias longas ou nas ilustrações, os desenhos de Laerte carregam personalidade, humor, drama e política, com doses de filosofia e metafísica.

A imaginação de Rita Lee. O traço de Laerte. Storynhas marca o encontro desses grandes artistas, numa obra inusitada e escandalosamente divertida. Criado a partir dessas mini-histórias, Storynhas é um divã aberto para o pensamento anárquico, filosófico e deslumbrante da cantora.
Atenção: pode conter rock‘n’roll.

 

 

 

 

 

Título original: STORYNHAS
Capa: Alceu Chiesorin Nunes
Páginas: 96
Formato: 20.50 x 19.00 cm
Peso: 0.304 kg
Acabamento: Brochura
Lançamento: 21/11/2013
ISBN: 9788535923605
Selo: Companhia das Letras

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Fats Domino, pioneiro do rock, morre aos 89 anos

O cantor e músico americano Fats Domino, considerado uma lenda do rock e influência de Elvis Presley e Beatles, morreu nesta quarta-feira (25) aos 89 anos, de causas naturais.

Nascido em 26 de fevereiro de 1928, em Nova Orleans, nos Estados Unidos, Antoine Dominique Domino era o mais novo de oito irmãos. Na adolescência, chegou a trabalhar em um caminhão de gelo e uma fábrica de móveis, mas desde muito jovem demonstrou habilidade para tocar piano e cantar.

Na idade adulta, casou-se com Rosemary, sua esposta por mais de 60 anos. O casal teve oito filhos.

Ao longo de cinco décadas de carreira, famoso pelo seu estilo de tocar piano, Fats Domino vendeu mais de 65 milhões de discos.

Conhecido por músicas como “Ain’t that a shame”, “I’m walking”, “Blueberry hill” e “I’m walking to New Orleans”, ele foi um dos artistas mais influentes das décadas de 1950 e 1960, que marcou a popularização do gênero.

Seu single de estreia, “The Fat Man”, de 1949, é tido como uma das primeiras gravações de rock de todos os tempos. Foi o primeiro single do estilo a vender 1 milhão de cópias, chegando ao número 2 nas paradas de R&B.

Além disso, Domino foi um dos primeiros músicos de R&B e blues a fazer sucesso entre o público branco, ainda nos anos 1950.

Já Paul McCartney teria dito que a música “Lady Madonna”, dos Beatles, é inspirada no estilo de Domino.

Em 1986, Fats Domino ganhou um Grammy pelo conjunto da obra. No mesmo ano, foi incluído no Rock and Roll Hall of Fame. Em 1998, na Casa Branca, recebeu a Medalha Nacional de Artes das mãos do então presidente americano, Bill Clinton.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: G1

Charles Bradley morre aos 68 anos (soul music)

O cantor americano Charles Bradley, uma lenda do soul, morreu neste sábado aos 68 anos. Ele, que foi diagnosticado com um câncer no estômago no ano passado, se apresentaria no Rock in Rio, no palco Sunset, no dia 16. O show precisou ser cancelado pois a doença chegara ao fígado. Os substitutos foram os brasileiros Rael e Elza Soares.

“É com o coração pesado que anunciamos a passagem de Charles. O senhor Bradley era muito grato pelo carinho que estava recebendo de seus fãs, e esperava que sua mensagem de amor fosse lembrada e passada para as próximas gerações. Obrigado pelos pensamentos positivos e pelas orações durante este período difícil”, escreveu a equipe do cantor.

No começo do mês, Bradley cancelou todos os shows que faria este ano.

“Eu amo todos vocês que fizeram com que meus sonhos se tornassem realidade. Quando voltar, voltarei forte, com o amor de Deus. Com a vontade de Deus, volto logo”, disse o cantor por meio de um comunicado na época.

Nascido em Gainesville, na Flórida, Bradley teve uma infância pobre e trabalhou durante anos em bicos. Tocou em algumas bandas cover — principalment de James Brown —, até que, em 2002, sua carreira solo finalmente decolou.

O primeiro álbum do cantor, “No time for dreaming”, no entanto, só foi lançado em 2011, quando ele tinha 62 anos. Em 2012, ele foi o protagonista do documentário “Soul of America”, exibido pela primeira vez no conceituado festival South by Southwest.

Bradley também ganhou fama por conta da série “Suits”. O cantor fazia parte da trilha sonora do programa, bem como era um dos artistas favoritos do personagem principal, o advogado Harvey Specter.

O último trabalho do artista foi o disco “Changes”, de 2016. A faixa-título é uma inusitada versão da clássica canção do Black Sabbath que conseguiu convencer até fãs mais radicais da banda de heavy metal.

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*Fonte: oglobo

Chuck Berry – R.I.P.

O músico Chuck Berry, um dos pioneiros do rock, morreu neste sábado (18) aos 90 anos no Missouri, nos Estados Unidos, informa a polícia local do condado de St. Charles. O guitarrista lendário foi encontrado em sua casa já sem sinais vitais. A causa da morte ainda não foi revelada.

“O departamento de polícia do condado de St. Charles infelizmente tem de confirmar a morte de Charles Edward Anderson Berry Senior, melhor conhecido como o lendário músico Chuck Berry”, afirma a polícia, em nota. De acordo com os oficiais, a família pede “privacidade durante esse momento de perda”.

“A polícia respondeu a um chamado médico de emergência em Buckner Road às aproximadamente 12h40 [horário local, 14h40 no horário de Brasília] de hoje”, afirmou a instituição. “Dentro da casa, socorristas observaram um homem que não respondiam e imediatamente administraram técnicas salva vidas. Infelizmente, o homem de 90 anos não pôde ser ressuscitado e foi pronunciado morto às 13h26.”
Chuck Berry (Foto: Divulgação) Chuck Berry (Foto: Divulgação)

Ídolo dos Beatles e dos Rolling Stones, Chuck Berry era conhecido por clássicos como “Johnny B. Goode”, “Sweet little sixteen” e “You never can tell”. Esta última música ganhou destaque nos anos 90 por causa de uma das cenas mais famosas de “Pulp fiction”, do diretor Quentin Tarantino. Também gravou “Maybellene” e “Roll over Beethoven” e “Memphis, Tennessee”.

Sua marca no gênero foi tão grande que certa vez John Lennon, dos Beatles, falou: “Se você tiver de dar outro nome ao rock’n’roll, poderia chamá-lo de Chuck Berry”.

Ao longo dos anos, Berry realizou algumas apresentações no Brasil. Ele participou do Free Jazz Festival, em 1993, no Rio. O guitarrista voltou em 2002 para show em Jaguariúna (SP), e em 2008, para apresentações em SP, RS e PR.

Em outubro, ao completar seus 90 anos de idade, Berry anunciou através das redes sociais seu primeiro álbum desde 1979. O álbum “Chuck” estava previsto para ser lançado em 2017 com músicas novas escritas e gravadas pelo músico.

Ele dedicou o disco à sua esposa, Themetta “Toddy” Suggs , com quem viveu durante os últimos 68 anos. “Querida, estou ficando velho! Trabalhei durante muito tempo neste disco. Agora posso pendurar as chuteiras”, disse o cantor.

Berry deixa sua mulher e seus quatro filhos, Ingrid, Aloha, Charles Jr. e Melody.

Lenda

Nascido em 18 de outubro de 1926, em Saint Louis, também no Missouri, Berry dizia emular “a clareza vocal suave de seu ídolo, Nat King Cole, enquanto tocava músicas de blues de gente como Muddy Waters”, descreve a biografia em seu site oficial. Berry foi o quarto dos seis filhos de um empreiteiro e de uma diretora de escola.

Ele aprendeu a tocar guitarra durante o ensino médio, quando passava por uma fase rebelde. Tanto que foi preso por tentativa de roubo. Depois, chegou a trabalhar em uma linha de montagem de fábrica da General Motors.

Berry passou a se dedicar exclusivamente à música nos anos 1950, quando formou um trio com um baterista, Ebby Harding, e um tecladista, Johnnie Johnson. Ele atingiu sucesso em 1955 quando conheceu a lenda do blues Muddy Waters e o produtor Leonard Chess em Chicago, e passou a misturar estilos do country e do blues do sul dos EUA com uma pegada pop, mais palatável para as rádios.

“Eu queria tocar blues”, afirmou Chuck Berry em entrevista à revista “Rolling Stone”. “Mas eu não era ‘blue’ [triste] o suficiente. Eu sempre tive comida na mesa.”

Além das músicas e da influência sobre todo um gênero, o músico também deixou sua marca na famosa “duck walk”, na qual tocava sua guitarra enquanto pulava em uma perna agachado pelo palco.

Lei

Além dos problemas na adolescência, Berry se envolveu em alguns problemas com a lei ao longo do anos. O mais grave em 1959, quando foi detido em Saint Louis acusado de transportar uma garota de 14 anos por divisas estaduais com a intenção de prostituição.
Ele foi condenado dois anos depois e passou 20 meses na prisão, uma experiência que amigos relatam que mudou profundamente sua maneira de ser.

 

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*Fonte: G1

 

 

Jeff Healey – (1966-2008)

Norman Jeffrey “Jeff” Healey foi um excepcional guitarrista, nascido no Canadá e com o peculiar modo de tocar com sua guitarra deitada com o lado para cima, em suas pernas. Isso porque era cego desde o primeiro ano de vida devido à um retinoblastoma.

Mas nada disso foi problema para Jeff Healey, que se destacou pelo seu trabalho baseado no blues rock, junto da sua banda – The Jeff Healey Band. Junto com Stevie Ray Vaughan, meteram o terror no mundo da guitarra com suas performances musicais naquela virada dos 80 /90’s.  Mais tarde, no final de seu carreira também se aventurou pelo mundo do jazz.

 

 

Larry Coryell

Morreu, no domingo (19), o guitarrista de jazz Larry Coryell, considerado o “padrinho do jazz fusion”, gênero que mistura outros ritmos em suas melodias. Segundo o assessor de Corryell, Kurt Nishimura, o músico morreu de causas naturais. Ele tinha 73 anos e chegou a fazer duas apresentações às vésperas de sua morte: uma na sexta (17) e outra no sábado (18).

Nascido no Texas, EUA, em abril de 1943, Coryell cresceu em Seattle e, depois de conseguir sua primeira guitarra, se mudou para Nova York em 1964. Em sua carreira eclética, incluem parcerias com outras lendas do jazz, como Miles Davis, Gary Burton, Alphonse Mouzon e Chet Baker. Em suas composições, ele misturou jazz, música clássica e elementos do rock.

Seu álbum mais conhecido veio em 1969, Spaces, o que o tornou o principal artista do jazz fusion. Ele deixa mulher, duas filhas e dois filhos.

Principais álbuns lançados por Larry Coryell:
Bob Moses: Love Animal (1967-68)
Herbie Mann: Memphis Underground (1968, com Sonny Sharrock)
Barefoot Boy (1969)
Larry Coryell at the Village Gate (1971)
The Real Great Escape (1973)
Introducing Eleventh House (1974)
The Restful Mind (1975, com Ralph Towner, Glen Moore, Collin Walcott)
The Eleventh House – Aspects (1976)
Philip Catherine/Coryell: Twin House (1976)
Charles Mingus: Three or Four Shades of Blue (1977)
The Eleventh House at Montreux (1978)
Together (1985, com Emily Remler)
Private Concert (Live) (1999)
Tricycles (2004)
Traffic (com Lenny White e Victor Bailey, 2006)

 

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*Fonte: revistaquem

 

Eddie Van Halen – 62 anos

Hoje completa 62 anos de idade um dos maiores guitarristas de todos os tempos, Edward Lodewijk Van Halen, mais conhecido como Eddie Van Halen (26/01/1955 – Nimegue / Holanda), da banda Van Halen.

Feliz aniversário mestre!

Taí um cara diferenciado e um dos “poucos” realmente grandes guitarristas da história do rock. Criou e desenvolveu técnicas de guitarra que foram e ainda são copiadas ou tomadas como base, até hoje. Fez sua própria customização de guitarra, que depois também foi copiada em todo o planeta, desenvolveu muitas outras coisas interessantes no universo das seis cordas.

E a banda que leva o nome de família (fundada junto com o irmão baterista), também é muito “phoda”. Quem não viveu aqueles loucos anos 80/90 ou então não sentiu os efeitos da imensa cratera que abriram no universo do rock, da paulada que foram naquela época. O que falar daqueles primeiros álbuns? bem, imagino que jamais vai entender o quanto revolucionário para o rock Edward Van Halen e a banda foram. E na boa, nem vou perder meu tempo em tentar explicar isso aqui.

Se você pensar em banda de hard rock de qualidade e muita competência, pode pensar no Van Halen direto. E mais, se quiser também ter a ideia de como uma banda de rock tocava prá caralho e ao mesmo tempo os caras eram muito loucos. Taí! Basta pesquisarem por suas tantas histórias de bastidores de shows, tours e gravações. Já não fazem mais bandas assim…. sinto pena e vergonha da galera de agora escutando e curtindo tanta banda cagada, sem fibra nem tampouco com o rock na veia.

Mas o que importa é o que o Van Halen e mais precisamente, o que o Eddie V. H. fez. Esse não precisa provar porra nenhuma para ninguém.

Parabéns aqui do Banjoblog, mestre!
Keep on rock.

 

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Butch Trucks (R.I.P.) – The Allman Brothers Band

Faleceu ontem Butch Trucks, aos 69 anos, em West Palm Beach, Florida (EUA) – veterano baterista e também um dos fundadores do The Allman Brothers Band. Descanse em paz Butch.

 

“Estou com o coração partido”, disse Gregg Allman em um comunicado. “Eu perdi outro irmão e dói além das palavras, Butch e eu nos conhecemos desde que éramos adolescentes e fomos companheiros de banda por mais de 45 anos. Ele era um grande homem e um grande baterista e eu vou sentir falta dele para sempre. Descanse em paz, irmão Butch. “

 

Junto com o baterista e percussionista Jai “Jaimoe” Johnny Johanson, Trucks ajudou a estabelecer a fundação da bateria para o estilo southern-rock americano. Jamoe uma vez perguntou para Duane Allman por que ele queria dois bateristas no grupo, de acordo com a biografia “Allman Brothers – One Way Out”, e o guitarrista referenciou Otis Redding e James Brown que tinham bandas com uma dupla de bateristas.

 

*Em tempo! Claude Hudson “Butch” Trucks é tio do talentoso guitarrista de blues e southern rock, Derek Trucks, sendo que ambos tocaram juntos no ABB nesses últimos anos, antes da banda encerrar a sua trajetória com a tour de despedida.

 

Descanse em paz amigo. E muito obrigado pela sua música.

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*Fonte: rollingstone

 

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Bootsy Collins

Hoje é o aniversário do baixista Bootsy Collins (65 anos), um dos maiores baixistas quando o assunto envolve o groove e a música funk americana. Já participou de inúmeras bandas: The J.B.’s, Parliament-Funkadelic, Bootsy’s Rubber Band, Axiom Funk, Praxis, Material.

Collins faz parte do Rock and Roll Hall of Fame, para o qual foi indicado em 1997 com quinze outros membros do Parliament-Funkadelic.

Um forte abraço, mesmo que há distância e o nosso Feliz Aniversário Bootsy Collins!

*Saca só a discografia do querido:
1976 – Bootsy’s Rubber Band – Stretchin’ Out in Bootsy’s Rubber Band (Warner Bros. Records)
1977 – Bootsy’s Rubber Band – Ahh… The Name Is Bootsy, Baby! (Warner Bros. Records)
1978 – Bootsy’s Rubber Band – Bootsy? Player of the Year (Warner Bros. Records)
1979 – Bootsy’s Rubber Band – This Boot is Made for Fonk-N (Warner Bros. Records)
1980 – Bootsy Collins – Ultra Wave (Warner Bros. Records)
1980 – Sweat Band – Sweat Band – (Uncle Jam/Columbia Records)
1982 – Bootsy Collins – The One Giveth, the Count Taketh Away (Warner Bros. Records)
1988 – Bootsy Collins – What’s Bootsy Doin’? (Columbia)
1990 – Bootsy’s Rubber Band – Jungle Bass (4th & Broadway)
1994 – Bootsy’s New Rubber Band – Blasters of the Universe (Rykodisc)
1994 – Zillatron – Lord of the Harvest (Rykodisc)
1995 – Bootsy’s New Rubber Band – Keepin’ Dah Funk Alive 4-1995 (Rykodisc)
1997 – Bootsy Collins – Fresh Outta ‘P’ University (WEA/Black Culture)
1998 – Bootsy’s Rubber Band – Live in Louisville 1978 (Disky)
2002 – Bootsy Collins – Play With Bootsy (WEA International)
2006 – Bootsy’s New Rubber Band – Live In Concert 1998 (ABC Entertainment / A Charly Films Release)
2006 – Bootsy Collins – Christmas Is 4 Ever (Shout Factory)
2008 – Science Faxtion – Living on Another Frequency (Mascot Records)

 

 

Lou Reed – Transformer

O livro da biografia de Lou Reed, Transforme: A História Completa de Lou Reed, narra a trajetória e as transformações do líder da emblemática banda The Velvet Underground, ao longo de 40 anos de sua carreira.

O autor, Victor Bockris, relata desde o tratamento de eletrochoque ao qual Lou foi submetido na adolescência – último recurso da tentativa frustrada de seus pais de barrar sua rebeldia e sua homossexualidade – até os sucessos e as polêmicas de sua carreira solo, passando pelas relações conflituosas com suas musas e pelos problemas com drogas. A obra também traz relatos de quem o conheceu de perto, como John Cale, Andy Warhol, Nico, Laurie Anderson, William S. Burroughs e David Bowie.

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Prince – R.I.P.

E a grande surpresa do dia é a morte do cantor e multi-instrumentista Prince, aos 57 anos. Putz! Mais um artista de nível phodamaster da música que se vai. Desde os anos 80 o cara tava arrasando, hora com sucessos nas paradas musicais, vídeos incríveis (no auge da época dos clips) e muita, muita inventividade musical. Ele também teve a coragem de mudar seu nome para um símbolo apenas, mudou seu visual a lá David Bowie a carreira toda, brigou com o selo de sua gravadora quando se achava um escravo deles, enfim, o cara era realmente muito bom mesmo. Uma lástima. Bem, toda morte de um grande artista é uma baita perda para a humanidade.

Prince “o diferentão”, descanse em paz. Sempre admirei os eu trabalho e com certeza você foi uma das mais vitais peças da enorme engrenagem na renovação da música negra americana, dessas últimas décadas.

 

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Ry Cooder

Me empolguei com aquela história de pai e filho, Tim e Jeff Buckley (ver post mais abaixo na página do blog), que acabei me esquecendo de comentar sobre o aniversário de 69 anos de Ry Cooder.

Imagino que dos 873.206 leitores diários desse blog, a grande maioria ao menos, não conhece ou sequer ouviu falar de Ry Cooder. Talvez até não faça na a menor diferença, mas para mim faz. O cara é ganhador de carteirinha de Grammys, é o pica das galáxias em termos de slide guitar (pilota aquele vidrinho no dedo enquanto tira um som diferente, com afinações diferentes na guitarra), seguidamente toca e grava com músicos estrangeiros (mexicanos, africanos, cubanos, etc.) e seus trabalhos são influenciados por várias vertentes musicais, como o tex-mex, soul, country, folk, gospel, blues, rock, jazz, instrumental e reggae. Ufa!!!

Na década de 80 fizeram dois filmes que me marcaram muito, um deles o drama “Paris Texas”, dirigido por Win Wenders e com o roteiro de Sam Shepard, que aliás tem influências diretas da cultura beatnik (alguém aí lembrou do clássico livro “On the Road”), pois é.
O segundo é “Crossroads”, um filme bem mais fraco, de temática blues mas com uma trilha sonora muito phoda, que na época foi uma verdadeira e oportuna chinelada na minha cara de metalhead. Descobri na marra que o rock não era feito apenas riffs com muito drive e um amp Marshall no talo. Havia mais coisas bem mais interessante logo ali a frente de meu nariz e eu não conseguia perceber. Ok! Valeu a lição e graças a isso o blues entrou em minha vida pela porta da frente, sem pedir licença e muito menos usando a chave, foi com um pontapé direto na maçaneta. Pimba! E já estava lá então o blues estabelecido confortavelmente no sofá puído do meu coração, com os pés em cima da mesinha e deixando marcas de rodela de copo molhado em todos os móveis da sala.

E afinal o que tem a ver esses dois filmes com essa embromação toda?
É dele a trilha sonora de ambos os filmes, que aliás, fica a dica para escutarem por inteiro um dia desses. Ainda vão me agradecer.

 
Em Paris Texas, trata-se de um som mais melancólico, climático, literalmente uma trilha sonora para o filme.

 

Já em Crossroads, a sonoridade é puro blues com várias canções em diversos estilos desse ritmo. O tema é um garoto talentoso que estuda música clássica mas tem uma grande queda pelo blues, a música de Robert Johnson e a busca por descobrir uma de suas músicas perdidas.

 

Ambos os filmes me influênciaram bastante, mudaram meu gosto musical e isso se reflete até os dias atuais, tudo graças aos acordes e a sonoridade blues do Ry Cooder. Por isso tudo sou imensamente grato.

O cara simplesmente é um dos maiores slide guitar man do mundo até hoje. Um verdadeiro estudioso e pesquisador das raízes musicais americanas, note que quando aqui menciono americanas são em referência a América como um todo e não somente ao seu país, os Estados Unidos da América.

Chega de papo furado, parabéns Ry Cooder!
E como diz meu primo EiJozecão… Era isso e um abraço pro gaiteiro.

 

Discografia de Ry Cooder:
Rising Sons featuring Taj Mahal and Ry Cooder (gravado em 1965/1966, lançado em 1992)
Ry Cooder, (1970)
Into the Purple Valley, (1971)
Boomer’s Story, (1972)
Paradise and Lunch, (1974)
Chicken Skin Music, (1976)
Showtime, (1976)
Jazz, (1978)
Bop Till You Drop, (1979)
The Long Riders, (1980)
Borderline, (1980)
The Slide Area, (1982)
Paris, Texas, (1984)
Music from Alamo Bay, (1985)
Blue City, (1986)
Crossroads (1986)
Why Don’t You Try Me Tonight’, (1986)
Get Rhythm, (1987)
Johnny Handsome (1989)
Little Village (1991)
Trespass, (1992)
A Meeting By The River, (1993) (com VM Bhatt)
Geronimo, An American Legend, (1993)
King Cake Party, (1994) (com a The Zydeco Party Band)
Talking Timbuktu, (1994) (com Ali Farka Touré)
Music by Ry Cooder, (1995)
Last Man Standing, (1996)
Enf of Violence, (1997)
Buena Vista Social Club (1997)
The End of Violence, (1997)
Mambo Sinuendo, (2003)
Chávez Ravine, (2005)
My Name Is Buddy, (2007)

 

Keith Emerson (Emerson, Lake & Palmer) – R.I.P.

Mais uma baixa no mundo dos dinossauros do rock, dessa vez foi Keith Emerson (71 anos) , tecladista e fundador do Emerson, Lake & Palmer, que faleceu na noite de 10 de março. Até agora as causas de sua morte não foram exclarecidas, o corpo foi encontrado em sua casa pela amorada e as autoridades suspeitam que seja caso de suicídio. Uma pena.

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Beatle George

Se estivesse vivo, o chamado beatle “tímido” George Harisson, estaria hoje completando 73 anos.

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Adeus amigo

Mais um dia triste nessa coleção de dias tristes em função da morte de um ídolo do rock. E olha que foram vários em seguida neste final de 2015. Numa listinha breve mas de pessos pesados para mim, partiram: Lemmy, Scott Weiland, Jupiter Apple e BB King,entre outros. Faz bem pouco tempo que começamos 2016 e agora mais essa cacetada… David Bowie!

Assim fica complicado. Confesso de que foi um dia bastante pesado e não estou falando isso por falar. Foi mesmo. Um dia cinza e bem triste. O tempo todo me lembrava de suas músicas, capas de álbuns, vídeos e de shows que assisti em DVD ou então no Youtube. Comentei de que essa coisa de ser admirador do trablho de um determinado artista gera essa proximidade de nossa parte, algo que o fan cria em sua cabeça (que via de regra não é de mão dupla, mas no problem) e assim nos sentimos tão próximos de alguém que julgamos entender tão bem. Ok, isso aqui não é um texto filosófico ou então de alguma verve psicológica, longe disso, não entendo nada desse assunto, mas li muitas coisas sobre o Bowie, assim não vejo problema em dizer algo tipo – era alguém próximo para mim, alguém com quem me importava e curtia seu discurso, aliás, seu múltiplos discursos dos tantos Bowies que ele criou. A vida segue seu ritmo, nem sempre da forma como gostaríamos que fosse, mas há de se seguir o curso.

Da morte de Lemmy de certa forma já se podia esperar, estava há tempos dando mostra de seu estado debilitado de saúde em seus últimos shows, quanto a  Jupiter Apple e Scott Weiland também foram surpresa, mas agora David Bowie foi demais, um susto. Consigo me lembrar da primeira vez que eu o ouvi ali no anos 80, quando do lançamento do álbum “Let’s Dance” e mesmo sendo um metalhead de carteirinha eu curti o som, também tinha aquela vibe de seu visual extravagante (lembro de um vídeo dele tocando de luvas brancas) e logo de cara eu curti – santa blasfêmia (rsrsrsrsr…).

Depois disso foi um estrago, abriu a porta para mim ter logo mais adiante a um outro novo ídolo, o seu ex-guitarrista e também um grande fenômeno da música (blues) Stevie Ray Vaughan gostei de todas as suas “novas” vidas, mais do que um gato pode ter, se você for realmente contar. Seus álbuns com conceitos diferenciados, uma marca registrada de cada nova “encarnação” musical, sempre com um apurado senso estético e artístico, não importando se o resultado fosse apenas bom ou então super bom. Com Bowie nunca teve o ruim. E ele lançou sua arte além dos álbuns, teve muito mais aí nesse pacote, como figurinos, a luz, a fotografia, os palcos e o cinema. Seu trabalho há décadas influencia muita gente e assim com certeza o seu legado vai permanecer vivo entre nós.

David Robert Jones lutou os últimos 18 meses contra um câncer e recentemente, dia 8 de janeiro, comemorou seu aniversário de 69 anos, quando na mesma data lançou seu último álbum de estúdio “Blackstar” (o 25° álbum em sua prolífica carreira), uma despedida calculada como o fechar de uma cortina de palco.

Só me resta dizer mais uma vez um sincero MUITO OBRIGADO por tudo David Bowie!

 

Discografia de David Bowie:

1967: David Bowie
1969: Space Oddity
1970: The Man Who Sold the World
1971: Hunky Dory
1972: The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars
1973: Aladdin Sane
1973: Pin Ups
1974: Diamond Dogs
1975: Young Americans
1976: Station to Station
1977: Low
1978: “Heroes”
1979: Lodger
1980: Scary Monsters (and Super Creeps)
1983: Let’s Dance
1984: Tonight
1987: Never Let Me Down
1993: Black Tie White Noise
1993: The Buddha of Suburbia
1995: Outside
1997: Earthling
1999: ‘Hours…’
2002: Heathen
2003: Reality
2013: The Next Day
2016: Blackstar

 

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Slowhand At 70 – Live At The Royal Albert Hall

Em comemoração ao seu aniversário de 70 anos, Eric Clapton realizou em maio de 2015, sete shows no Royal Albert Hall, em Londres. Os melhores momentos dessa série de shows chegam às lojas nesse mês pela parceria da Som Livre com a Eagle Rock Entertainment.

Slowhand At 70 – Live At The Royal Albert Hall será lançado agora em dezembro em DVD, Blu-Ray e CD duplo, com um setlist que passa por toda a carreira de Clapton, dos tempos de Cream até sua carreira-solo.

Confira a tracklist:

Somebody’s Knockin’ On My Door  (J J Cale)
Key To The Highway (William Broonzy / Charles Segar)
Tell The Truth (Eric Clapton / Bobby Whitlock)
Pretending (Jerry Lynn Williams)
Hoochie Coochie Man (Willie Dixon)
You Are So Beautiful (Billy Preston / Bruce Fisher)
Can’t Find My Way Home (Steve Winwood)
I Shot The Sheriff (Bob Marley)
Driftin’ Blues (Charles Brown / Johnny Moore / Eddie Williams)
Nobody Knows You When You’re Down And Out (James Randall Cox)
Tears In Heaven (Eric Clapton / Will Jennings)
Layla (Jim Gordon / Eric Clapton)
Let It Rain (Eric Clapton / Bonnie Bramlett)
Wonderful Tonight (Eric Clapton)
Crossroads (Robert Johnson)
Cocaine (J J Cale)
High Time We Went (Chris Stainton / Joe Cocker)
Little Queen Of Spades (Robert Johnson)

*Fonte: guitarload

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Killy Freitas – CD D’Alma

Sexta-feira, 6 de maio às 19h 30, acontece em Porto Alegre o Pocket Show de lançamento do Cd D’alma do músico santacruzense, Killy Freitas.
O evento é no auditório do Bourbon Shopping Country (Av. Túlio de Rose, 80 – Passo DAreia – Porto Alegre/RS).

Autógrafo:
Sexta-feira, 6 de maio às 20h 30
Tema: CD: ‘D’alma
Intérprete: Killy Freitas

*Sujeito a lotação. Capacidade de 89 lugares.

Seu ingresso é 1 kg de alimento não perecível!

O pocket show vai mostrar um pouco do CD ‘D’alma’, que é o trabalho de estreia da carreira solo do guitarrista e violonista santacruzense Killy Freitas. Canções que nos remetem ao sotaque sulista, com composições que valorizam a melodia e a harmonia. Para esse projeto acompanha Killy Freitas o tecladista Jairo Padilha e outros músicos da cena instrumental do Estado.