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Energia solar: agora sua janela poderá se tornar um painel solar

Produzir energia limpa é um dos grandes desafios da atualidade. Algumas alternativas, como a energia solar, já existem, mas encontram barreiras como custo de implementação, o que torna seu uso absurdamente caro. Contudo, uma equipe de pesquisadores da Universidade Estadual de Michigan, nos Estados Unidos, desenvolveu um novo tipo de receptor solar que pode resolver esse problema e popularizar a energia solar.

Esse novo receptor consiste em um dispositivo que, quando colocado sobre uma janela onde bata sol, é capaz de captar a luz e transformá-la em energia, sem que a visão através da janela fique obstruída.

Ele é chamado de “concentrador solar luminescente transparente” e pode ser usado em edifícios, aparelhos celulares e qualquer outro dispositivo que tenha uma superfície clara.

 

Energia solar acessível: um sonho que se realiza?

De acordo com Richard Lunt, da Faculdade de Engenharia da Universidade de Michigan, a palavra-chave que resume a genialidade deste dispositivo é “transparente”.

A pesquisa sobre a produção de energia a partir de células solares colocadas em torno de materiais de plástico do tipo luminescentes não é nova. Estes esforços passados, no entanto, têm rendido resultados ruins, de forma que a produção de energia era ineficiente e os materiais eram altamente coloridos. E isso trás um problema óbvio: ninguém quer ficar sentado perto de um vidro colorido. Isso torna os ambientes cansativos. A comparação que o professor Lunt faz expressa muito bem o problema: seria como trabalhar em uma discoteca. Fica difícil de popularizar uma tecnologia assim, que gera um desconforto tão imediato.

Sabendo disso, os engenheiros trabalharam para resolver esse problema, com o desafio de tornar a própria camada ativa do receptor transparente.

O sistema de recepção e armazenamento de energia solar utiliza pequenas moléculas orgânicas desenvolvidas pelo professor Lunt e sua equipe para absorver comprimentos de onda específicos e não visíveis de luz solar. Segundo eles, os materiais utilizados na fabricação desse dispositivo podem ser ajustados para captar apenas as ondas ultravioletas e outras ondas infravermelhas que tenham comprimentos de onda próximos.

O “espelho” de luz infravermelha é guiado para a extremidade do plástico, onde é convertido em eletricidade por finas tiras de células solares fotovoltaicas. Como os materiais não absorvem ou emitem luz no espectro visível, eles parecem excepcionalmente transparentes ao olho humano, explica o professor Lunt.

 

Vantagem

Além de o meio ambiente agradecer (e muito), uma outra vantagem deste novo dispositivo é a sua flexibilidade. Enquanto a tecnologia está em um estágio inicial, ela tem o potencial de ser escalada para aplicações comerciais ou industriais, com um custo acessível.

As possibilidades de implantar um sistema de energia solar de forma não intrusiva agora são muito maiores. Edifícios altos, janelas de qualquer tamanho ou qualquer tipo de dispositivo móvel podem se adaptar a essa ideia.

 

Futuro

Lunt disse que mais trabalho é necessário a fim de melhorar a eficiência de produção de energia solar. Atualmente, ela é capaz de produzir uma eficiência de conversão de energia solar de cerca de 1%, mas Lunt observou que o grupo pretende atingir eficiência acima de 5% quando a captação estiver totalmente otimizada. O valor ideal de conversão, segundo o professor responsável pelo projeto, é de 7%. [sciencedaily]

 

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*Fonte: hypescience

 


Câmera grudada no dorso revela olhar de ‘baleia cinegrafista’ na Antártida


Por que nós não temos predadores?

Não é muito difícil encontrar livros didáticos – geralmente de história – que possuem figuras de nossos ancestrais carregando lanças para caçar e se defender dos predadores. Mas o que parece ter sido uma evolução muito difícil para a espécie humana acaba sendo uma grande fonte de perguntas. Para onde foram os predadores que ameaçavam a evolução da nossa espécie?

Hoje em dia o planeta Terra abriga cerca de 7 bilhões de pessoas, que não estão distribuídas igualmente ao longo do território. A nossa explosão demográfica é algo recente (veja a imagem abaixo), estima-se que em 1804 a população mundial chegou pela primeira vez à marca de 1 bilhão de pessoas. Com uma população não tão abundante e que se distribui de maneira desigual pelo globo, os humanos acabavam não sendo a primeira opção para a caça de outros animais. Lembre-se: uma presa que não possui uma população considerável e que não é fácil de encontrar em uma determinada área não é uma boa presa.

Além disso, caçar humanos não é uma tarefa fácil. Os seres humanos podem ser um problema para os animais até na hora de se defenderem. Nós não possuímos armaduras, garras afiadas ou presas que nos permitem brigar, mas podemos levar nossos inimigos até exaustão, nos juntarmos em grupos para nos defendermos e somos incrivelmente bons em jogar coisas. Desses atributos, sem dúvida o que mais contribui para o nosso sucesso é o fato de sermos habilidosos com projéteis (coisas para lançarmos em nossos inimigos). Nossos ancestrais desenvolveram a habilidade de lançar coisas e ao longo da história aperfeiçoamos isso até nos tornarmos os melhores lançadores dentre os seres vivos. É muito difícil caçar algo que vai lhe causar exaustão, se juntar em grupos pra se defender ou atacar à distância antes que você possa chegar em combate corpo-a-corpo.

Então por que nós não possuímos predadores? Ao contrário do que muitos pensam, não é por causa da nossa inteligência. Nós apenas não somos interessantes para que os possíveis predadores se alimentem exclusivamente de nossa espécie. Graças a nossa pequena população durante quase todo o período evolutivo que não nos tornamos a presa ideal para que animais conseguíssem garantir sua subsistência em nossos indivíduos.

Para finalizar, um vídeo do canal Ciência Todo Dia que trata sobre o assunto! Recomendo para os seus amigos que não tiverem paciência para ler.

 

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*Fonte: universoracionalista


Conheço gente assim


Meio Ambiente perde metade dos recursos para 2017

O Ministério do Meio Ambiente começou abril fazendo contas. O mais incisivo corte no orçamento da área ambiental federal das últimas décadas anunciado no início do mês fez acender o alerta. O orçamento previsto para este ano – atualizado em fevereiro – de R$ 782 milhões caiu praticamente pela metade (43%), restando apenas R$ 446, 5 milhões para despesas de custeio ao longo do ano.

Não estão incluídos neste valor as emendas parlamentares, que dariam mais R$129 milhões de folga. O MMA não considera que esse recurso extra venha compor seu orçamento.

Assim, a pasta terá que se desdobrar este ano se quiser manter ações essenciais como fiscalização, atividades de licenciamento ambiental, combate ao desmatamento ilegal e queimadas e gestão de unidades de conservação.

Estas atividades estão centradas basicamente no Ibama, responsável pelo controle e fiscalização, e no Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio), a quem cabe gerir, por exemplo, os parques nacionais, que já vinham sofrendo com a penúria.

Mas os cortes não se restringem a estas duas autarquias da área ambiental. Atingem em cheio também o Serviço Florestal Brasileiro (SFB), a Agência Nacional de Águas (ANA), o Fundo Nacional do Meio Ambiente (FNMA) e o Fundo Nacional sobre Mudança no Clima (FNMC). No entanto, o Ibama e o ICMBio ficam com a maior fatia dos recursos, cerca de 70% da pasta.

Lamentável

O Diretor Executivo do WWF-Brasil, Maurício Voivodic lamentou o corte na área ambiental em um momento em que o desmatamento aumentou na Amazônia e segue em alta no Cerrado. Ele lembrou ainda que é preciso fazer todo o esforço possível para garantir o Sistema Nacional de Unidades de Conservação, as ações de fiscalização e controle e os investimentos em conservação da biodiversidade.

“O momento é sensível, pois o cenário aponta para a fragilização do licenciamento ambiental, o ataque sistemático para redução de áreas protegidas na Amazônia, comprometendo um dos principais ativos do país”, comentou.

A avaliação no MMA é de que ainda é cedo para se falar em quais as atividades finalísticas ficarão mais prejudicadas com o corte. Não há dúvidas, porém, de que os recursos são insuficientes e que o impacto poderá ser sentido na ponta. Inclusive podendo comprometer metas internacionais do país nos temas da biodiversidade e do clima. Por isso a apreensão nos corredores do ministério nesta semana. O que não se pode é parar.

Por isso, o Ministro do Meio Ambiente, José Sarney Filho, tratou de defender as ações de sua pasta. O ministro iniciou um périplo pelo Palácio do Planalto e Ministério do Planejamento para tentar garantir que não faltem os recursos para ações cruciais, tentando minimizar os efeitos do corte sobre as atividades que estão sob seu comando.

É sobre a mesa dele que batem primeiramente os números do desmatamento – que aumentou 29% no ano passado em relação ao ano anterior –, os alertas de incêndio florestal, o comércio ilegal de madeira, o tráfico de biodiversidade.

Corte raso

Os cortes orçamentários não atingem apenas a área ambiental. Além do MMA, os ministérios dos Transportes, do Esporte, do Turismo, das Cidades, da Integração Nacional e do Planejamento, Orçamento e Gestão também tiveram seus orçamentos ceifados pela metade.

O exercício no MMA também vai no sentido de identificar medidas que possam ganhar mais efetividade com menor custo. Desde a redução na quantidade de viagens feitas pelos técnicos da pasta, com maior uso de reuniões virtuais, até o planejamento de ações conjugadas com outros órgãos como a Polícia Federal, por exemplo. Vale tudo para tentar reduzir os impactos do contingenciamento de gastos.

Para dar conta das responsabilidades, os órgãos do governo terão de trabalhar de forma solidária – o que é um grande desafio em momentos de pouca verba.

Trata-se de um dos mais duros golpes no orçamento para ações de custeio no governo federal nas últimas décadas. Os efeitos são imprevisíveis.

O desequilíbrio fiscal do Brasil significa um déficit de R$ 139 bilhões – podendo chegar a R$ 200 bilhões na opinião de alguns economistas ouvidos pelo WWF-Brasil, um rombo histórico e sem perspectivas de solução no curto prazo – o que projeta um cenário futuro sombrio, infelizmente não só para a área ambiental.

Sem credibilidade, o governo não tem como atrair investimentos, nem aumentar a receita. O jeito é cortar e remediar de modo amargo para tentar tirar o paciente do estado de coma em que se encontra.

As informações são da WWF.

 

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*Fonte: ciclovivo


Primeiro mercado 100% orgânico de São Paulo é inaugurado

A chance de encontrar alimentos orgânicos nas prateleiras dos supermercados vem crescendo gradativamente, ao passo que a demanda aumenta. Pensando nesse público, um casal acaba de investir em um supermercado no bairro Vila Madalena (SP) que vende somente produtos livres de agrotóxicos.

Atualmente, é preciso buscar em lugares diferentes opções orgânicas a depender do tipo de produto que se deseja comprar. A ideia deste novo estabelecimento, batizado de Casa Orgânica, é justamente reunir em um só lugar todos eles. Como é de fato um supermercado, será possível obter desde alimentos frescos até materiais de limpeza.

Outro diferencial é que tudo poderá ser comprado direto do produtor, tendo assim mais garantia de um preço justo e do conhecimento da cadeia produtiva do que se está adquirindo. É realmente o “mundo dos sonhos” de uma sociedade mais consciente.

O espaço está aberto desde março, mas foi inaugurado no último sábado (8), e possui wi-fi, área onde é possível estacionar a bicicleta e deixar o cachorro. Também há espaço para crianças e co-working.

A Casa Orgânica funciona da rua Fidalga, 346, de segunda a sexta das 11h às 19h e sábados das 9h às 15h.

 

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*Fonte: ciclovivo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Nuvem preta


Conheça a tradição japonesa do ‘banho de floresta’ (shinrin-yoku)

No Japão, o processo de experimentar profundamente a natureza, tomando-a lentamente através de todos os sentidos, chama-se shinrin-yoku, que se traduz como “banho de floresta”. Que é bom ficar rodeado pela natureza, todo mundo já sabe, mas esta prática também pode ser usada como meditação, com benefícios para a saúde física e psicológica.

Os efeitos da prática no corpo e na mente foram estudados desde que foi desenvolvido no início dos anos 80 e os resultados mostram diminuição de cortisol, principal hormônio causador do estresse, e a redução da pressão arterial. Além disso, a prática promove melhora na concentração, aumento da imunidade e fortalecimento do metabolismo, entre outros efeitos emocionalmente positivos.

Como funciona a imersão

Uma sessão típica envolve caminhar muito lentamente e deliberadamente através da floresta, mas você também pode experimentar esta técnica em outros ambientes naturais na cidade, como em um parque ou jardim botânico. Enquanto você anda, é preciso expandir seu olhar para admirar ainda mais a beleza da natureza, notando coisas que não percebia antes.

Você também pode simplesmente se sentar e observar as diferenças sutis na cor das coisas, tomando um momento para fazer uma pausa e respirar profundamente o oxigênio limpo abundante das árvores. Passe os dedos pela grama, sentindo sua textura. Abra seus ouvidos para sintonizar o ruído de abelhas zumbindo, de pássaros cantando, da água e da folhagem se movimentando. Respire profundamente pelo nariz, inalando os aromas variados.

Para desfrutar melhor da prática é melhor estar sozinho e não levar equipamentos eletrônicos, como telefones celulares e câmeras fotográficas. Se estiver acompanhado, combinem antes de não interagirem durante a prática, e quando terminarem, vocês podem se sentar em uma roda e conversar sobre o que observaram.

Você pode praticar shrinrun-yoku quantas vezes quiser. Apenas uma tarde pode trazer sentimentos positivos de bem-estar que duram semanas.

A prática do “banho de floresta” não é apenas para melhorar a saúde, é também uma forma de aumentar nossas ligações com a natureza, estimulando práticas mais sustentáveis em nosso dia a dia.

 

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*Fonte: ciclovivo


17 curiosidades sobre a água que você talvez não saiba

A água é essencial para que haja vida. Ela está presente em cada célula do corpo humano e é necessária para a produção de alimentos e qualquer tipo de bem de consumo. Nesta quarta-feira (22) é comemorado o Dia Mundial da Água, para celebrar esta data, o CicloVivo separou uma lista com 17 curiosidades sobre este recurso que podem mudar a forma como você enxerga este recurso:

1. O corpo humano de um adulto possui até 65% de água em sua composição. Em um recém-nascido o número é ainda maior: 78%.

2. O planeta Terra também é conhecido como o Planeta Água. A justificativa para o nome deve-se ao fato de que 70,9% de sua superfície é coberta por água.

3. Apenas 3% da água do mundo é doce. Deste total, 70% está na forma de gelo ou no solo.

4. 12% da água doce do mundo está no Brasil. O país é privilegiado por seus aquíferos, que armazenam a água no solo.

5. O Aquífero Guarani é o maior do mundo. Ele se estende por uma área média de 1,2 milhão de km2 e reserva, aproximadamente, 45 mil quilômetros cúbicos de água.

6. Existe mais água na atmosfera do que em todos os rios do mundo juntos.

7. De acordo com a ONU, existem 783 milhões de pessoas no mundo que vivem sem água potável. Em 2025 esse número pode chegar a 1,8 bilhão.

8. Na América Latina são 36 milhões de pessoas sem acesso à água de boa qualidade.

9. Enquanto nos EUA as pessoas gastam, em média, 370 litros de água por dia, os africanos usam de sete a dezenove litros.

10. Por não terem acesso à estrutura de saneamento básico, mulheres e crianças na África Subsaariana perdem até seis horas do dia caminhando longas distâncias para encher baldes de água. Em apenas um dia, a soma dessas viagens cobriria a distância de ida e volta à Lua.

11. Em média, 2/3 da água do mundo é usada para a produção de alimentos, em especial à agricultura e pecuária.

12. Nos EUA, 26% da água usada nas residências é gasta apenas em descargas.

13. Uma torneira que goteja a cada segundo pode vazar três mil litros em um ano.

14. Em São Paulo, os vazamentos nas redes de distribuição geram desperdício de 980 bilhões de litros de água por ano, em média, 30% da água tratada no município. Em Nova York são perdidos 13 trilhões.

15. Para fazer uma calça jeans são necessários, aproximadamente, dez mil litros de água.

16. Para produzir um quilo de manteiga são necessários 18 mil litros de água e para um quilo de carne gasta-se 15.400 litros.

17. Um banho de 15 minutos, com o registro meio aberto, consome 135 litros de água. Uma mangueira aberta pelo mesmo tempo pode desperdiçar até 280 litros.

Diante destes fatos, é impossível não valorizar a água que chega até a sua casa. Faça sua parte, economize cada gota!

 

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*Fonte: ciclovivo

 

 

 

 

 

 

 


Os olhos de um animal têm o poder de falar uma língua única

Quando olho para os olhos do meu cachorro, do meu gato ou de qualquer outro animal, não vejo um “animal”. Vejo um ser vivo como eu, um amigo, uma alma que sente, que entende afetos e medos e que merece o mesmo respeito que qualquer outra pessoa.

O poder de um olhar transcende muito além do sentido da visão. Por incrível que pareça, os nossos nervos ópticos estão intimamente ligados ao hipotálamo, essa estrutura delicada e primitiva onde se localizam as nossas emoções e a nossa memória. Quem olha sente, e isto é algo que acontece também com os animais.

Se os olhos são a janela da alma, então algo me diz que os animais também a têm, porque eles sabem usar essa linguagem que não necessita de palavras como ninguém: é o idioma do afeto e do respeito mais sincero.

Todos nós, em algum momento da nossa vida, já experimentamos o seguinte: ir adotar um cachorro ou um gato e estabelecer de imediato uma conexão muito intensa com um deles só de o olhar nos olhos. Sem saber como, eles nos cativam e nos conquistam. No entanto, os cientistas dizem que existe algo mais profundo e intrigante do que tudo isto.

 

Os olhos dos animais, uma conexão muito antiga

Os cachorros e os gatos são dois dos animais habituados há muitos anos a conviver com o ser humano. Já não surpreende a ninguém a forma tão sábia, e por vezes atrevida, que eles têm de interagir conosco. Eles nos olham nos olhos fixamente e são capazes de expressar desejos e necessidades através de todo tipo de carinhos, gestos, movimentos do rabo e vários tipos de cumplicidades.

Temos harmonizado comportamentos e linguagens para nos compreendermos, e isto não é um ato casual.  É mais um resultado de uma evolução genética onde espécies diferentes se acostumaram a conviver juntas para benefício mútuo. Algo que também não nos surpreende é o que nos revelou um interessante estudo realizado pelo antropólogo Evan MacLean: os cachorros e os gatos são bastante capazes de ler as nossas próprias emoções só de nos olharem nos olhos.

Os nossos animais de estimação são mestres dos sentimentos. Eles podem identificar padrões gestuais básicos para os associar a uma determinada emoção e raramente falham. Além disso, este estudo também explica que as pessoas costumam estabelecer um vínculo com os seus cachorros e gatos muito parecido com o que criam com uma criança pequena.

Nós os criamos, entendemos e estabelecemos um laço forte como se fossem membros da família, algo que, por incrível que pareça, foi proporcionado pelos nossos mecanismos biológicos depois de tantos anos de interação mútua.

As nossas redes neurológicas e a nossa química cerebral reagem do mesmo modo como se estivéssemos cuidando de uma criança ou de uma pessoa que necessita de atenção: liberamos oxitocina, o hormônio do carinho e do cuidado. Por sua vez, os animais também agem da mesma forma: nós somos o seu grupo social, a sua família, os humanos amáveis com que eles compartilham o sofá e as sete vidas de um gato.

 

A biofilia, a conexão com a natureza e os animais

O mundo é muito mais bonito visto através dos olhos de um animal. Se todas as pessoas tivessem a excepcional habilidade para se conectar com eles deste modo, “recordaríamos” aspectos que antes eram inatos e que agora esquecemos devido à agitação da civilização.

A nossa sociedade está agarrada ao consumismo, à exploração exagerada dos recursos, e isto fere o planeta Terra que os nossos netos deveriam herdar com a beleza do passado, com os seus ecossistemas intactos, com a sua natureza tão bela, viva e reluzente, e não com tantas fraturas quase impossíveis de recuperar.
Quando ter um animal significava sobreviver melhor como espécie

Edward Osborne Wilson é um entomologista e biólogo norte-americano conhecido por ter criado o termo “biofilia”. Esta palavra define o amor por todos os seres vivos que, em geral, é algo que a maioria das pessoas que gostam de animais já experimentou. Segundo o cientista, a afinidade que estabelecemos com os nossos animais tem a sua origem nos primeiros períodos evolutivos da nossa espécie.

Ao olhar nos olhos de um animal nasce dentro de nós, de forma inconsciente, uma ancoragem emocional e genética. O ser humano estabeleceu um tipo de vinculação muito íntima com certos tipos de animais, sendo o cão um dos mais relevantes nessas épocas remotas, onde a nossa máxima prioridade era sobreviver.

Uma das teorias de Edward Osborne é que as pessoas que contavam com a companhia de vários cachorros nos seus grupos sociais tinham mais chances de viver mais tempo, em comparação com aqueles que não dispunham deste vínculo.

As pessoas que eram capazes de conquistar um animal, de domesticá-lo e de construir uma relação de afeto e respeito mútuo estavam muito mais unidas à natureza, aos seu ciclos, a esses segredos sobre encontrar mais recursos para seguir em frente: água, caça, plantas comestíveis…

 

É possível que nos dias de hoje os nossos cachorros já não sejam mais úteis para conseguir alimento. No entanto, para muitas pessoas a proximidade e a companhia de um cachorro ou gato continua a ser imprescindível para “sobreviver”.

Eles nos dão carinho, doses imensas de companhia, aliviam sofrimentos, conferem alegrias e nos recordam todos os dias por que é tão reconfortante olhá-los nos olhos. Eles não precisam de palavras, pois a sua linguagem é muito antiga, muito básica e até maravilhosamente primitiva: o amor.

Não deixe de desfrutar dos seus olhares, veja o seu reflexo neles todos os dias e você vai descobrir tudo o que há de bom em você.

 

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*Fonte: amenteemaravilhosa


Tudo que damos, nós recebemos de volta… No universo é assim!

O dar e o receber

Nós já entendemos que na vida tudo o que damos, nós recebemos de volta. Lei do carma, ação e reação. Tudo no Universo é assim. Toda energia que expressamos de dentro para fora retorna até nós.

Ela pode ser expressada por atitudes, palavras, gestos, pensamentos, não importa sua forma, mas vale a consciência de que absolutamente sempre ela retornará. Vejo muita gente querendo manipular essa energia e são constantemente surpreendidos pelo retorno negativo de suas atitudes porque não compreenderam a energia não é criada somente pela mente, mas sim, pela emoção em ação. Exemplifico:

Será aniversário do Joãozinho e lhe darei um presente para ele gostar de mim. Imagino que quando chegar o meu aniversário ele me dará um presente também e assim ficarei amiga dele. E ser amiga dele será muito bom porque terei muitas regalias já que ele tem um excelente trabalho.

Penso isso e dou o presente para o Joãozinho, Joãozinho que nunca quis ser seu amigo, agradece gentilmente meu presente e depois, segue me ignorando ou não sendo meu amigo. E o pior, naquela semana o povo do telemarketing descobre o meu telefone e me ligam constantemente, assim me deixando irritada. Xingo o telemarketing sem me dar conta que fui eu mesmo que criei tudo isso a minha volta. Por que? Minha mensagem para o Universo foi: Estou carente, não gosto da minha vida e quero ter algo que não tenho. Vou “sugar” do Joãozinho algo que eu não tenho e gostaria de ter. E assim, para mim, retorna pessoas que de certa forma estão me dando atenção e que também querem sugar algo de mim.

Portanto, o grande pulo do gato para desmistificar isso é: a sua ação deve ser genuína, ou seja, vinda do coração. Para isso, deve estar sempre atento em como andam suas emoções, como você está se sentindo para compreender o que está emitindo. Quando agimos pelo coração, nós agimos pelo prazer de agir e não esperamos por resultado nenhum. Assim, nós somos surpreendidos pela vida com resultados inesperados. Exemplifico novamente:

 

    Eu estou no supermercado fazendo compras rotineiras para a casa. Passo pela estante dos vinhos que me chamam a atenção por estarem em promoção. Começo a ver se há algum vinho que me apetece, até que uma garrafa me lembra do Joãozinho, e eu penso: “ Nossa, ele foi nessa vinícula nas últimas férias e me falou maravilhas desta viagem”. Pego uma garrafa para mim e em seguida, intuitivamente, me lembro que será aniversário dele em dois dias e decido levar uma para ele também…. Quando dou o presente ele é surpreendido e se encanta por minha gentileza. Assim, sem qualquer “segunda intenção”, criamos uma conexão emocional.

 

Neste segundo exemplo, fica claro que minhas emoções comigo mesma estão alinhadas com minha mente. Estou bem e segura comigo, não há carência ou insegurança como no outro caso onde eu queria fazer algo para agradar, onde eu me sentia em desvantagem pela vida. Escolho dar algo para ele apenas pelo meu prazer em presentear e algo que faz sentido porque de fato me lembrei genuinamente dele. É um sentimento que me faz bem, consequentemente, fará bem a ele também. Dias mais tarde posso receber uma ligação de algum amigo que mora longe e que pensou em mim, ou mesmo, ganhar algumas frutas de um feirante onde costumo comprar. O universo é assim… tudo flui, naturalmente.

Gosto da frase “deixe de lutar com a vida e ela te ajudará”. Acredito que esse é um segredo. Nos conectarmos com nossas emoções, aceitá-las e fluir. Sem luta, com união. Menos mente, mais coração. Menos fórmulas, mais ações. Menos teorias, mais práticas. E lembre-se, a vida é uma constante abundância. Ela está em todos os lugares, só precisamos percebê-la.

 

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*Fonte: osegredo / Helena Verhagen

 

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Plantas têm memória, sentem dor e são inteligentes

Pode uma planta ser inteligente? Alguns cientistas insistem que são – uma vez que elas podem sentir, aprender, lembrar e até mesmo reagir de formas que seriam familiares aos seres humanos. A nova pesquisa está num campo chamado neurobiologia de plantas – o que é meio que um equívoco, porque mesmo os cientistas desta área não argumentam que as plantas tenham neurônios ou cérebros.

Plantas têm memória, sentem dor e são inteligentes

“Elas têm estruturas análogas“, explica Michael Pollan, autor de livros como The Omnivore’s Dilemma (O Dilema do Onívoro) e The Botany of Desire (A Botânica do Desejo). “Elas têm maneiras de tomar todos os dados sensoriais que se reúnem em suas vidas quotidianas … integrá-los e, em seguida, se comportar de forma adequada em resposta. E elas fazem isso sem cérebro, o que, de certa forma, é o que é incrível sobre isso, porque assumimos automaticamente que você precisa de um cérebro para processar a informação”.

E nós supomos que precisamos de ouvidos para ouvir. Mas os pesquisadores, diz Pollan, tocaram uma gravação de uma lagarta comendo uma folha para plantas – e as plantas reagiram. Elas começam a segregar substâncias químicas defensivas – embora a planta não esteja realmente ameaçada, diz Pollan. “Ela está de alguma forma ouvindo o que é, para ela, um som aterrorizante de uma lagarta comendo suas folhas.”

Plantas podem sentir

Pollan diz que as plantas têm todos os mesmos sentidos como os seres humanos, e alguns a mais. Além da audição e do paladar, por exemplo, elas podem detectar a gravidade, a presença de água, ou até sentir que um obstáculo está a bloquear as suas raízes, antes de entrar em contacto com ele. As raízes das plantas mudam de direcção, diz ele, para evitar obstáculos.

E a dor? As plantas sentem? Pollan diz que elas respondem aos anestésicos. “Pode apagar uma planta com um anestésico humano… E não só isso, as plantas produzem seus próprios compostos que são anestésicos para nós.”

De acordo com os pesquisadores do Instituto de Física Aplicada da Universidade de Bonn, na Alemanha, as plantas libertam gases que são o equivalente a gritos de dor. Usando um microfone movido a laser, os pesquisadores captaram ondas sonoras produzidas por plantas que liberam gases quando cortadas ou feridas. Apesar de não ser audível ao ouvido humano, as vozes secretas das plantas têm revelado que os pepinos gritam quando estão doentes, e as flores se lamentam quando suas folhas são cortadas [fonte: Deutsche Welle].

Sistema nervoso de plantas

Como as plantas sentem e reagem ainda é um pouco desconhecido. Elas não têm células nervosas como os seres humanos, mas elas têm um sistema de envio de sinais eléctricos e até mesmo a produção de neurotransmissores, como dopamina, serotonina e outras substâncias químicas que o cérebro humano usa para enviar sinais.

As plantas realmente sentem dor

As evidências desses complexos sistemas de comunicação são sinais de que as plantas sentem dor. Ainda mais, os cientistas supõem que as plantas podem apresentar um comportamento inteligente sem possuir um cérebro ou consciência.

Elas podem se lembrar

Pollan descreve um experimento feito pela bióloga de animais Monica Gagliano. Ela apresentou uma pesquisa que sugere que a planta Mimosa pudica pode aprender com a experiência. E, Pollan diz, por apenas sugerir que uma planta poderia aprender, era tão controverso que seu artigo foi rejeitado por 10 revistas científicas antes de ser finalmente publicado.

Mimosa é uma planta, que é algo como uma samambaia, que recolhe suas folhas temporariamente quando é perturbada. Então Gagliano configurou uma engenhoca que iria pingar gotas na planta mimosa, sem ferir-la. Quando a planta era tocada, tal como esperado, as folhas se fechavam. Ela ficava pingando as plantas a cada 5-6 segundos.

“Depois de cinco ou seis gotas, as plantas paravam de responder, como se tivessem aprendido a sintonizar o estímulo como irrelevante“, diz Pollan. “Esta é uma parte muito importante da aprendizagem – saber o que você pode ignorar com segurança em seu ambiente.”

Talvez a planta estava apenas se cansando de tantos pingos? Para testar isso, Gagliano pegou as plantas que tinham parado de responder às gotas e sacudiu-as.

“Elas continuavam a se fechar“, diz Pollan. “Elas tinham feito a distinção que o gotejamento era um sinal que elas poderiam ignorar. E o que foi mais incrível é que Gagliano as testou novamente a cada semana durante quatro semanas e, durante um mês, elas continuaram a lembrar a lição.”

Isso foi o mais longe que Gagliano testou. É possível que elas se lembrem ainda mais. Por outro lado, Pollan aponta, as abelhas que foram testadas de maneira semelhante se esquecem o que aprenderam em menos de 48 horas.

Plantas: seres sentientes?

“As plantas podem fazer coisas incríveis. Elas parecem se lembrar de estresse e eventos, como essa experiência. Elas têm a capacidade de responder de 15 a 20 variáveis ambientais”, diz Pollan. “A questão é, é correto de chamar isso de aprendizagem? É essa a palavra certa? É correto chamar isso de inteligência? É certo, ainda, dizer que elas são conscientes? Alguns destes neurobiólogos de plantas acreditam que as plantas estão conscientes – não auto-conscientes, mas conscientes, no sentido que elas sabem onde elas estão no espaço … e reagem adequadamente a sua posição no espaço”.

Pollan diz que não há definição consensual de inteligência. “Vá para a Wikipedia e procure por inteligência. Eles se desesperam para dar-lhe uma resposta. Eles têm basicamente um gráfico onde dão-lhe nove definições diferentes. E cerca da metade delas dependem de um cérebro … se referem ao raciocínio abstracto ou julgamento.”

“E a outra metade apenas se referem a uma capacidade de resolver problemas. E esse é o tipo de inteligência que estamos falando aqui. Então a inteligência pode muito bem ser uma propriedade de vida. E a nossa diferença em relação a essas outras criaturas pode ser uma questão da diferença de grau e não de espécie. Podemos apenas ter mais desta habilidade de resolver problemas e podemos fazê-lo de diferentes maneiras.”

Pollan diz que o que realmente assusta as pessoas é “que a linha entre plantas e animais pode ser um pouco mais fina do que nós tradicionalmente acreditamos.”

E ele sugere que as plantas podem ser capaz de ensinar os seres humanos uma ou duas coisas, tais como a forma de processar a informação sem um posto de comando central, como um cérebro.

Veja o vídeo de Michael Pollan:

http://c.brightcove.com/services/viewer/federated_f9?isVid=1&isUI=1

 

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*Fonte: pensadoranonimo


Caminhos – #47

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Eu queria


Caminhos – #46

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E como o entregador de pizza chega lá?

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Coisa linda!


Ler diariamente aumenta a expectativa de vida, diz estudo

Por mais que a leitura pareça não ter muita relação com a saúde, um estudo feito durante 12 anos por pesquisadores da Universidade de Yale, nos EUA, comprovou que as pessoas que leem podem viver mais do que quem não lê.

A receita para a longevidade é simples e os resultados são sentidos com apenas 30 minutos diários de leitura. O estudo feito pelos norte-americanos tinha como intuito identificar os benefícios e a influência da leitura na saúde e qualidade de vida das pessoas.

Para que a análise fosse feita, os pesquisadores usaram dados coletados a partir de um acompanhamento de 12 anos, feito com 3.635 pessoas com mais de 50 anos de idade. Os participantes foram divididos em três grupos. O primeiro deles incluía aqueles que não tinham o hábito de ler, no segundo estavam as pessoas que mantinham uma média semanal de 3,5 horas de leitura e, por fim, o último grupo reunia os voluntários que leem mais do que 3,5 horas/semana.

Além dessa divisão, os cientistas também consideraram outras variáveis, como renda, escolaridade, capacidade cognitiva, entre outras coisas.

Após mais de uma década de estudos, os pesquisadores concluíram que, quem lê, ao menos trina minutos por dia, somando pouco mais de três horas semanais, tinha 17% menos chances de morrer do que quem não lê. Quando o comparativo considerou os leitores mais assíduos, o percentual subiu para 23%.

Uma das possíveis justificativas para este resultado é que o hábito da leitura ajuda a elevar as capacidades cognitivas, responsável por quase todas as relações e conexões entre o Homem e o que está ao seu redor.

Clique aqui para acessar o estudo.

 

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*Fonte: ciclovivo

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Marejando – VIII

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Google anuncia que a partir de 2017 usará apenas energia renovável

Após anos investindo em opções alternativas para abastecer energeticamente suas estruturas, o Google anunciou recentemente que rodará apenas a partir de fontes renováveis já em 2017. Para alcançar o objetivo, a empresa tem investido em produção própria, fornecedores de energia limpa e, principalmente, na eficiência energética em todas as suas áreas de atuação.

Conforme informado por Neha Palmer, líder global do departamento de estratégia energética do Google, a cada unidade de energia consumida, a empresa comprará o equivalente ou mais em energia renovável. A estratégia é usar diretamente a fonte, mas quando isso não for possível, fazer a compensação dentro do mesmo segmento.

A primeira vez que o Google mostrou interesse e compromisso com as renováveis foi em 2010, quando procurou pela energia eólica. Em 2014 a companhia já tinha 37% de sua demanda proveniente de fontes limpas e o percentual subiu para 44 em 2015.

O desafio não é apenas em produzir eletricidade sem emitir gases de efeito estufa, mas, principalmente reduzir o desperdício e o uso, já que a empresa cresce a cada dia e a demanda por espaços em data centers também vai na mesma proporção. Para se ter uma ideia, em apenas cinco anos, os centros de dados do Google passaram a demandar 3,5 vezes mais energia computacional.

Os investimentos em eficiência são essenciais para que a empresa chegue aos 100% de energia renovável. “Se você cobrir todo o telhado de um data center com painéis solares, talvez você consiga produzir 5% da energia necessária para o seu abastecimento. Se você espera chegar aos 100%, a única opção atualmente é comprar eletricidade a partir de outros projetos”, explicou Hervé Touati, diretor do Rocky Mountain Institute, em entrevista ao site Green Tech Media.

Em todo o mundo, a demanda energética do Google é de 2,6 gigawatts. Segundo Palmer, a empresa tem focado na busca por produtores de energia limpa nas áreas em que seus prédios estão instalados.

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*Fonte: ciclovivo

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Eddie Veder – Hard Sun


Ó céus! Raios!


Natureza


Marejando – IV

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10 plantas que atraem energias positivas

Há muito tempo as plantas são escolhidas para decorar espaços, sejam de uma casa, do escritório, de grandes centros de negócios, dentre outros, já que além de darem um toque mais fresco e natural a esses espaços também acredita-se que melhoram o fluxo de energia positiva evitando as energias negativas.

Conforme os especialistas no assunto, determinadas plantas têm mais capacidade de atrair energias positivas e nos dar a sensação de bem-estar diariamente em comparação com outras. É necessário esclarecer que essas plantas devem estar vivas, ou seja, devemos mantê-las saudáveis em um vaso e lhes proporcionar os cuidados especiais. Deixando isso em claro, falaremos a seguir das dez melhores plantas pra atrair energias positivas.

Confira!

1. Cacto
Os cactos são bem charmosos e oferecem um toque decorativo muito especial aos espaços de casa ou do escritório. É uma planta que requer cuidados especiais para sobreviver e diz-se que teria a capacidade de afastar a inveja, os intrusos, pessoas mal intencionadas, hipócritas e absorver energias eletromagnéticas dos eletrodomésticos.

2. Hortelã
Além de ser uma planta com muitos benefícios para a saúde, existe um misticismo em torno da hortelã e muitas pessoas a utilizam acreditando que seria capaz de nos proteger de malefícios e inveja das pessoas. A hortelã é a planta do bem-estar e acredita-se que quem tem um pé fresco da planta em casa atrai a prosperidade econômica.

3. Bambu
O bambu entrou na moda para decorar a casa, pois além de conferir um toque muito sofisticado a ambientes como a sala, também se tornou popular por atrair boas energias. Diz-se que o bambu combina o crescimento e a água, oferecendo pureza, transparência e vida aos ambientes. Ter essa planta em casa nos fornecerá sensação de bem estar, tranquilidade e afastará a inveja.

4. Jasmim
O jasmim é conhecido como uma planta ideal para casais, pois beneficia as relações no que diz respeito ao campo espiritual. É recomendável tê-la no quarto e/ou nos espaços que você compartilha mais com seu(a) companheiro (a), já que atrai boas energias para fortalecer o romance e o relacionamento.

5. Alecrim
O alecrim é uma planta com ótimos benefícios medicinais, utilizados e aproveitados desde a antiguidade em muitas culturas. No nível espiritual, essa planta é conhecida por atrair amores sinceros e a felicidade. Além de manter um pé fresco de alecrim em casa é recomendável colocar uns raminhos em saquinhos de tecido e distribuí-los em vários espaços de casa para atrair a felicidade para todos que a rodeiam.

6. Menta
A menta é uma planta com muitas propriedades medicinais que podemos aproveitar a qualquer momento. Ter essa planta em casa não garantirá apenas saúde, mas também promoverá as vibrações positivas em qualquer ambiente. Diz-se que a menta combate más vibrações e ajudaria a combater a insônia. Também ajuda a melhorar a comunicação no ambiente de casa.

7. Tomilho
O tomilho é uma planta que desde a antiguidade é utilizada para afastar os ambientes de más vibrações. A planta é considerada como purificadora, pois combate energias negativas, evita pesadelos e promove a autoestima. Ter ela em casa assegura a proteção do lar e de seus habitantes.

8. Crisântemo
Os crisântemos são conhecidos por sua beleza e por nos oferecer a sensação de bem-estar no lar. Essa planta promove a felicidade e o bom humor, por isso é recomendada para espaços onde existe tensão constante e/ou discussões. Os crisântemos estão relacionados com uma vida de relaxamento.

9. Eucalipto
Essa planta tem a capacidade de combater e afastar as más vibrações, que quase sempre chegam com pessoas invejosas e mal-intencionadas. É recomendada para ambientes de negócios, escritórios, lojas, pois é uma planta que atrai a prosperidade. Também é ideal para conciliar melhor o sono e limpar os espaços de energias pesadas.

10. Babosa
É uma planta utilizada em rituais contra o azar e a inveja, pois se diz que é uma das mais fortes para combater más vibrações. É conhecida por atrair a prosperidade e as boas energias em qualquer lugar da casa onde estiver localizada. Popularmente acredita-se que quando a planta da babosa cresce e esbanja saúde é porque está atraindo boa sorte. Porém, se estiver murcha é porque absorveu energias negativas e nos protegeu.

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*Fonte: osegredo / Jader Menezes

 

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Caminhos – #32

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Caminhos – #31

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Tá olhando o que?


Caminhos – #30

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Estudo comprova que árvores também descansam à noite

Um grupo de pesquisadores do Centro de Pesquisa Ecológica de Tihany, na Hungria, descobriu que as árvores também “dormem” durante a noite. Não se trata de deitarem ou mudarem bruscamente de posição, mas enquanto o sol não está brilhando, os galhos e folhas ficam mais caídos.

Os cientistas tiveram muito cuidado para analisar os hábitos das árvores, já que era imprescindível que não houvesse interferência humana alguma no sentido da luminosidade. Assim, não foram usadas câmeras comuns, para não ter problemas com o uso do flash.

Todo o monitoramento foi realizado via escaneamento a laser. Os registros foram feitos em intervalos de dez em dez minutos, entre o pôr-do-sol e o nascer no dia seguinte.

Para deixar a análise ainda melhor, o grupo escolheu duas árvores bem diferentes e em climas totalmente distintos. Um dos exemplares estava na Austrália, enquanto o outro estava na Finlândia. O dia em que a experiência foi realizada também foi pensado previamente. Todos os registros foram feitos numa noite de equinócio, quando o dia e a noite têm exatamente a mesma duração.

Após analisarem 154 imagens, os pesquisadores concluíram que, na ausência do sol, os galhos caem cerca de dez centímetros. Mas, eles logo voltam ao normal com os primeiros raios de luz. É como se as árvores passassem a noite dormindo e despertassem junto com o sol.

A explicação dos cientistas é de que o fenômeno ocorre como estratégia natural para economizar energia. Já que durante a noite as plantas não realizam sua principal atividade, que é a fotossíntese, a pressão nas células diminuem e a árvore acaba ficando mais relaxada. Assim que a luminosidade volta, as folhas se reerguem para alcançar os melhores raios solares.

Clique aqui para acessar o estudo completo.

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*Fonte: ciclovivo

 

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Caminhos – #29

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Caminhos – #28

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Outch!


Uma imagem bonita para terminar bem o dia

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Em 2050, oceanos poderão ter mais plásticos do que peixes

O cenário catastrófico para os próximos anos foi apresentado em estudo produzido pela organização britânica Ellen MacArthur Foundation e publicado no Fórum Global de Economia. De acordo com o material, se os padrões atuais forem mantidos, em 2050 a quantidade de plástico nos oceanos deverá ser maior do que o número de peixes.

O estudo mostra que mais de 32% de todo o plástico descartado acabam fugindo do controle dos sistemas de reciclagem ou coleta e têm como destino os ecossistemas naturais, principalmente os oceanos. A situação já é grave atualmente, mas tende a piorar.

Hoje, aproximadamente oito milhões de toneladas de plástico chegam aos oceanos anualmente. Esse número é equivalente a um caminhão cheio de resíduos sendo despejado a cada minuto. Em 2030, este número deve ser o dobro e, em 2050, podem ser quatro caminhões de plástico por minuto.

Em entrevista à agência Al Jazeera, Dianna Cohen, CEO da Plastic Pollution Coalition, explicou que um dos maiores problemas é o uso do plástico descartável. O estudo comprova isso mostrando que a maior parte dos resíduos plásticos nos oceanos é formada por materiais que foram usados apenas uma vez antes de serem descartados.

Diana acrescenta que não existe estrutura no mundo capaz de lidar e reciclar tanto plástico e o resultado disso é triste. “Isso impacta todo o ecossistema dos oceanos. Se você vem de um país em que a principal fonte de proteína vem dos oceanos, então o peixe no seu prato deve ter ingerido plástico, engasgado com isso ou até mesmo morrido com o organismo repleto de resíduos.”

Para tentar minimizar esse problema e impedir que a situação continue a se agravar nos próximos anos, Diana cobra medidas governamentais, com o intuito de impedir o descarte de plástico e que obriguem os produtores destes materiais a se responsabilizarem pela coleta total dos resíduos.

Fonte/Texto: ciclovivo

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Deve haver algum pinguim artista solto por lá

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Máquina de compostagem doméstica produz energia limpa e fertilizante orgânico

O HomeBiogas é um sistema que transforma os resíduos orgânicos em energia e fertilizante natural. Desenvolvido para ser usado em residências, o equipamento é capaz de produzir até quatro horas de gás para fogão ou aquecimento de água e oito litros de fertilizante líquido por dia.

Criado por uma startup israelense, o dispositivo tem potencial para revolucionar o descarte de resíduos e a produção de energia renovável em pequena escala. De acordo com os fabricantes, a máquina tem capacidade para transformar até seis litros de resíduos de alimentos por dia ou 15 litros de estrume animal.

O grande diferencial deste sistema é que ele pode trabalhar com resíduos normalmente não indicados para compostagem caseira, como laticínios ou fezes de animais de estimação. O resultado disso é energia limpa gratuita e fertilizante orgânico, ideal para melhorar a produtividade do solo, seja para o cultivo de alimentos ou para a jardinagem.

A cada quilo de alimentos, a máquina produz 200 litros cúbicos de gás, o suficiente para manter um fogão alto aceso por uma hora. Trabalhando diariamente com a capacidade máxima do sistema, uma família comum poderia reduzir suas emissões em seis toneladas de CO2 anualmente.

A empresa está atualmente buscando financiamento coletivo para produzir o HomeBiogas em larga escala. Os interessados podem reservar um exemplar por US$ 945 através da campanha. O valor é quase metade do preço do valor cheio do produto.

*Fonte: ciclovivo

 


Suecos criam máquina solar capaz de purificar 600 litros de água/hora

O desejo de encontrar soluções sustentáveis para o problema da falta de água potável – que chega a assolar um bilhão de pessoas neste planeta – é o que move o casal de empreendedores suecos Annika Johansson e Greger Nilsson. Juntos, eles criaram o kit de purificação de água Greenwater, que conta com uma combinação de tecnologias: luz ultravioleta (UV) e energia solar.

O sistema de purificação da Greenwater elimina da água as bactérias patogênicas, vírus, amebas e parasitas, inclusive bactérias resistentes ao cloro, de maneira sustentável. O sistema tem capacidade para filtrar 600 litros por hora, o que equivale a um consumo diário, em média, de 80 pessoas.

Carregado por energia solar, o kit dispensa o uso da eletricidade vinda da rede, facilitando sua aplicação em regiões com pouca infraestrutura, sem acesso à energia elétrica. Além disso, o equipamento é portátil, tornando o transporte muito mais simples.

“As soluções da Greenwater podem ser aplicadas em diversos contextos: de situações críticas, como catástrofes, em que a infraestrutura de uma região é devastada, não restando qualquer possibilidade de acesso à água potável, passando por países ou comunidades carentes de um sistema de água e esgoto, até empresas que estejam em busca de soluções sustentáveis e inovadoras para o tratamento, seja para a entrada (input) ou para a saída (output), da água”, explica Greger Nilsson, responsável pela área de desenvolvimento.

Primeiros testes

Em abril, a equipe da Greenwater fez os primeiros testes de campo em Ruanda, na África, com sucesso. Agora, a empresa finaliza algumas adaptações do Kit para torná-lo ainda mais eficiente para o tipo de água daquela região. O país africano deve receber 25 unidades do equipamento, que serão instaladas em escolas, hospitais, centros comunitários, entre outros.

No Brasil

O Brasil também está no cronograma de testes da companhia. O objetivo é atingir dois grupos: um deles é formado por comunidades carentes, como favelas, e populações que vivem em regiões afastadas dos centros urbanos, muitas vezes sem acesso a saneamento e água potável. O outro grupo é formado pelos setores da construção civil, principalmente nos novos projetos de condomínios e casas autossustentáveis, e pela agricultura de diversos portes.

“Nossa meta é, antes de mais nada, entender as necessidades específicas de cada comunidade, e então oferecer a solução mais adequada, num diálogo sustentável”, explica Telma Gomes,  gestora internacional do projeto. “Trabalhamos alinhados à meta número seis dos 17 objetivos de desenvolvimento sustentável, compilados pela ONU, que é assegurar a disponibilidade e gestão sustentável da água e saneamento para todos até 2030.”

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*Texto: ciclovivo

 


E o urso só de boa

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