Encontrado navio de James Cook, um mestre dos mares

Encontrado navio de James Cook: após buscas no Atlântico Norte foi achado o navio britânico que deu a volta ao mundo há 250 anos

O Projeto de Arqueologia Marinha de Rhode Island (RIMAP) acredita que foi encontrado navio de James Cook. O barco foi usado para completar sua volta ao mundo no século XVIII. O navio foi encontrado por arqueólogos no fundo do mar do Atlântico Norte. Perto do estado de Rhode Island, na costa Nordeste dos Estados Unidos.

James Cook foi um explorador e oficial da Marinha Real inglesa
O britânico James Cook foi um explorador e oficial da Marinha Real inglesa. Em 1768, assumiu o comando da HMS Endeavour, navio no qual daria a volta ao mundo, explorando partes desconhecidas do Oceano Pacífico.

Em 1771 Cook estabeleceu o primeiro contato com a costa leste da Austrália. Fez a primeira visita à Nova Zelândia, descobriu inúmeras ilhas no Pacífico e visitou o Taiti.

O navegador ainda faria mais duas viagens para explorar o Pacífico. Numa delas (1779), morreu ao entrar em conflito com nativos do Havaí, berço do surf. Foi um dos maiores navegadores de todos os tempos.

E mestre de muitos navegadores que entraram para a história, entre eles o capitão William Bligh, protagonista do motim do Bounty, o mais famoso da história.

HMS Endeavour é transformado em navio de carga
Historiadores já sabiam que após voltar ao Reino Unido o navio HMS Endeavour havia sido convertido em navio de transporte. Ele fazia a ligação entre o Reino Unido e as ilhas Malvinas. A embarcação ficou tão danificada na viagem de exploração de Cook que, mesmo após reparos, só pôde assumir esse tipo de serviço.

O Endeavour fez três viagens de ida e volta até as Malvinas. Até que foi vendido a um empresário, J. Mather, por £ 645 (cerca de £ 80 mil, ou R$ 411 mil) em 1.875. Ele tentou revender, ou alugar, para a marinha inglesa durante a Guerra da Independência dos EUA. O almirantado não aceitou.


O desaparecimento do Endeavour dos registros oficiais

O Endeavour desaparece dos registros oficiais até que, em 2007, pesquisadores do Projeto de Arqueologia Marinha de Rhode Island descobriram que Mather enganou o governo.

O magnata dos transportes tentou vender outro navio à Marinha: o Lord Sandwich. Descobrindo isso, sabiam onde o navio estava: muito danificado, foi afundado de propósito no litoral de Rhode Island em 1778, durante um bloqueio naval da costa americana.

Encontrado navio de James Cook
Depois de nove anos de buscas os pesquisadores acreditam que encontraram os restos do navio, entre “80% e 100% intactos”.

Outros tesouros no fundo do mar…
Recentemente, canadenses encontraram um navio lendário desaparecido no século 19. A Embarcação ficou presa no gelo do Ártico em 1845. E outro navio que estava desaparecido há 60 anos também foi encontrado a quase um quilômetro de profundidade, perto da ilha havaiana de Oahu.

*Por João Lara Mesquita
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*Fonte: marsemfim

Expedição irá procurar pelo Endurance: o navio perdido de Shackleton

No começo de 1915, o navio Endurance ficou preso no Mar de Weddell, no Oceano Antártico. O seu capitão, Ernest Shackleton, mandou que os tripulantes abandonassem o navio perdido e andassem sobre o gelo algumas semanas após o navio ficar preso.

Numa façanha inacreditável, o capitão Shackleton conseguiu retornar todos os 28 tripulantes à Inglaterra, após mais de 500 dias perdidos no gelo. Durante esse período, os tripulantes precisaram comer focas, penguins, seus próprios cachorros, além de aturar temperaturas de -40°C.

Contudo, um grupo de cientistas agora quer encontrar o navio perdido do capitão Shackleton. A expedição Endurance22 deve partir em fevereiro de 2022 levando submarinos remotos a bordo do navio quebra-gelo sul-africano Agulhas II.

Boa parte do Mar de Weddell fica congelada durante os períodos mais frios do ano. Imagem: Sarah N/Pixabay
De acordo com a equipe, as condições de temperatura, luz e pressão no local do naufrágio devem ter mantido o navio quase intacto. Assim, os pesquisadores esperam que o navio perdido esteja a pelo menos 3000 metros de profundidade.

Além do mais, a lenda dos mares do século 20 pode abrigar uma biodiversidade peculiar, incluindo, talvez, novas espécies.

Como encontrar um navio perdido no oceano
Para encontrar essa agulha no palheiro do Mar de Weddell, os pesquisadores vão contar com tecnologias de ponta no que tange à exploração submarina. O submarino autônomo Saab Sabertooth, por exemplo, deve ser lançado ao mar assim que o Agulhas II atingir regiões próximas do naufrágio.

Um dos poucos possíveis pontos positivos do aquecimento global é que a equipe Endurance22 deve encontrar camadas de gelo muito mais finas do que sir Shackleton encontrou em 1915. No entanto, ainda assim a viagem deve ser desafiadora e a chegada às coordenadas aproximadas do navio será a parte mais difícil da missão.

Portanto, a equipe deve utilizar tecnologias de localização via satélites para facilitar a chegada ao local e também a navegação dos submarinos.

Os pesquisadores não irão coletar quaisquer itens do navio, ademais. Isso porque o navio perdido se encontra em águas internacionais.

Ainda assim os pesquisadores acreditam que a descoberta do navio deve reacender o gosto pela exploração nas próximas gerações.

Donald Lamont, diretor do Falklands Maritime Heritage Trust afirma ao Live Science: “Nós esperamos que trazer esta história a novas gerações irá inspirá-las a explorar, superar quaisquer desafios que elas possam enfrentar, e entender mais sobre o ambiente da Antártica e o quão importante ele é mesmo para aqueles de nós que vivem a milhares de milhas ao norte.”


*Por Matheus Marchetto

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*Fonte: socientifica

A lenda do holandês voador: a história do navio fantasma

Entre os mitos e lendas náuticas, poucos são tão famosos quanto o Holandês Voador. Muitos alegaram ter visto o navio fantasmagórico do capitão Hendrick van der Decken (o holandês) desde que afundou em 1641. É por causa de sua atitude ousada em face da ira tempestuosa de Deus que o capitão van der Decken e sua tripulação teriam sido amaldiçoados a navegar em alto mar até o dia do juízo final.

O Capitão van der Decken fizera a perigosa viagem da Holanda às Índias do Extremo Oriente para comprar produtos lucrativos como especiarias, sedas e tinturas. Depois de comprar o máximo que o casco podia aguentar e fazer os reparos necessários no navio, o capitão van der Decken partiu para Amsterdã.

Enquanto seu navio contornava a costa da África, o capitão van der Decken pensou em como seria conveniente se seus empregadores, a Companhia Holandesa das Índias Orientais, fizessem um assentamento perto do Cabo da Boa Esperança na África do Sul para servir de porto seguro devido à turbulência das águas.

Viagem e maldição do holandês voador
O capitão estava imerso em pensamentos quando seu navio de guerra começou a contornar o Cabo. De repente, um terrível vendaval surgiu, ameaçando virar o navio e afogar todos a bordo. Os marinheiros incitaram seu capitão a virar, mas o capitão van der Decken recusou. Alguns dizem que ele estava louco, outros dizem que ele estava bêbado, mas por qualquer motivo, o capitão ordenou que sua tripulação continuasse. Ele acendeu o cachimbo e fumou enquanto as ondas enormes batiam contra o navio. Os ventos rasgaram as velas e a água derramou no casco. No entanto, o capitão “manteve seu curso, desafiando a ira do Deus Todo-Poderoso ao fazer um juramento de blasfêmia” (Occultopedia, 2016).

Ilustração do capitão Hendrick van der Decken. Imagem: moonfireprojekt
Levados ao limite, a tripulação se amotinou. Sem hesitar, o capitão van der Decken matou o líder rebelde e jogou seu corpo no mar revolto. No momento em que o corpo do rebelde atingiu a água, a embarcação falou com o capitão “perguntando se ele não pretendia entrar na baía naquela noite. Van der Decken respondeu: ‘Que eu seja eternamente condenado se o fizer, embora deva andar por aqui até o dia do julgamento’” (Wagner citado em Music with Ease, 2005).

Com isso, a voz falou novamente, dizendo: “Como resultado de suas ações, você está condenado a navegar pelos oceanos pela eternidade com uma tripulação fantasmagórica de homens mortos, trazendo a morte a todos que avistarem seu navio espectral e a nunca fazer porto ou conhecer um momento de Paz. Além disso, o fel será a sua bebida e o ferro em brasa, a sua carne. “Com isso, o capitão van der Decken não tremeu por um instante. Em vez disso, ele simplesmente gritou “Amém para isso!” (Occultopedia, 2016).

Legado do Navio Fantasma
Desde então, o capitão van der Decken recebeu o apelido de Flying Dutchman (holandês voador), navegando em seu navio fantasma por todo o mundo. Os marinheiros afirmam que os holandeses desviaram os navios, fazendo-os bater em rochas ou recifes escondidos. Eles dizem que se você olhar para uma tempestade violenta se formando no Cabo da Boa Esperança, você verá o Capitão e sua tripulação esquelética. Mas cuidado, diz a lenda que quem quer que avistar o holandês certamente terá uma morte horrível.

A lenda do holandês voador ganhou popularidade pela primeira vez com a ópera de Wagner de 1843, The Flying Dutchman. No entanto, a razão pela qual a lenda durou tanto tempo e tem sido o assunto de tantas recontagens (vista ou inspirando não apenas a ópera de Wagner, mas também The Rime of the Ancient Mariner, de Coleridge, Piratas do Caribe, um personagem do Bob Esponja, um (Episódio de Scooby-Doo e mais) é porque existem supostos avistamentos do navio fantasma.

Um dos relatos mais famosos foi feito em 11 de julho de 1881 pelo Príncipe George de Gales (futuro Rei George V) e seu irmão, o Príncipe Albert Victor de Gales. Na época, eles estavam navegando na costa da Austrália. Registros do Príncipe George:

“11 de julho. Às 4 da manhã, o holandês voador cruzou nossa proa. Uma estranha luz vermelha como a de um navio fantasma todo aceso, no meio do qual iluminavam os mastros e velas de um brigue a 200 metros de distância destacavam-se em forte relevo quando ela subia na proa de bombordo, onde também o oficial do relógio da ponte a viu claramente, assim como o guarda-marinha do tombadilho, que foi enviado imediatamente para o castelo de proa; mas, ao chegar, não havia vestígio nem qualquer sinal de qualquer navio material que pudesse ser visto perto ou bem ao longe no horizonte, a noite sendo clara e o mar calmo. Ao todo, treze pessoas a viram … Às 10h45, o marinheiro comum que relatou esta manhã que o holandês voador caiu das árvores cruzadas do mastro da proa no castelo de proa e foi despedaçado em átomos.” (Ellis, 2016)

Hoje, sabemos que o navio do holandês nada mais é do que uma miragem, uma refração da luz nas águas do oceano, conhecida como Fata Morgana.

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*Fonte: socientifica

Maior navio a vela do mundo é lançado

O maior navio a vela do mundo foi lançado no dia 10 de junho de 2017 no estaleiro Brodosplit em Split, na Croácia. Nomeado o Flying Clipper, é uma réplica próxima do France II encomendado em 1911 no estaleiro Bordeaux de La Gironde”.

O France II

O France II foi o segundo maior navio mercante comercial já construído. Foi usado para o comércio de minério de níquel e pertencia ao “Société Anonyme des Navires Mixtes (Prentout-Leblond, Leroux & Cie.)”.

Maior navio a vela do mundo : 162 metros de comprimento e 18,5 metro de largura

A embarcação ficou em construção por dois anos para o Star Clippers, com sede em Monaco, reconhecida como uma das principais linhas de cruzeiros. O Flying Clipper tem um casco de aço e terá deck de teca. Ele tem 162 metros (532 pés) de comprimento e 18,5 metros (60 pés) de largura, com um peso morto de 2.000 toneladas. O navio terá uma superfície total de vela de 6.347 metros quadrados (68.300 pés quadrados).

Maior navio a vela do mundo terá cinco decks

O Flying Clipper tem cinco decks, com alojamento para 450 pessoas. Trezentos passageiros em 150 cabines de luxo, e 74 cabines para 150 membros da tripulação.

O navio destina-se exclusivamente a velejar, embora tenha dois motores elétricos totalmente independentes.

O Flying Clipper foi projetado para navegar em todos os oceanos, incluindo o Ártico e o oceano austral. Ele foi construído para atender aos requisitos da classe de gelo. Espera-se que seja capaz de navegar em até 20 nós sob as condições climáticas favoráveis, e a cerca de 16 nós quando acionado os dois motores”. O Flying Clipper será a quarta embarcação à vela da Star Clippers quando entrar em serviço.

*Por João Lara Mesquita

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*Fonte: marsemfim

Timelapse de 30 dias em um navio de contêiner te leva para uma viagem pelo mundo

Jeffrey Tsang é um vlogger que fala sobre o mar, também é marinheiro e fotógrafo em um navio de contêineres que viaja por todo o mundo. Seu último vídeo é um timelapse que captura 30 dias da viagem, traçando seu caminho do Mar Vermelho até Hong Kong. O vídeo em 4K é composto por cerca de 80.000 fotos que capturam vistas deslumbrantes de céus, pores do sol vermelhos profundos e iluminação azul brilhante em meio a tempestades ferozes.

“Navegar ao ar livre é uma maneira verdadeiramente única de entender como somos pequenos neste lindo mundo”, diz o fotógrafo canadense. “Perseguindo o horizonte infinito, testemunhando o clima em constante mudança e apreciando as brilhantes estrelas e galáxias”.

Recomendamos que você assista o vídeo em tela cheia, exibindo a experiência que o transporta diretamente para ao navio de cargueiro. Você pode ver mais fotografias marítimas de Tsang em seu Instagram e Youtube.

*Por: Bruno Silveira

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*Fonte: misteriosdomundo

Navio na Indonésia: tripulação inteira teria morrido assustada com algo…o quê?

As terríveis mortes de toda a tripulação do cargueiro holandês SS Ourang Medan despertam várias teorias em torno do que teria ocorrido no interior deste navio fantasma.

Acredita-se que o acidente com o cargueiro ocorreu entre junho de 1947 e fevereiro de 1948. Pouco se sabe sobre as circunstâncias do incidente – muitos dizem que não passa de uma lenda dos mares -, mas conta-se que duas embarcações norte-americanas que navegavam pelo estreito de Malaca, entre a Indonésia e a Malásia, receberam um pedido de socorro, em código Morse, do navio holandês. A mensagem não era clara, mas uma parte assustadora foi compreendida com exatidão: “eu” e “morrendo”.

Um dos navios que recebeu a mensagem, o Silver Star, se dirigiu ao Ourang Medan para prestar socorro. Assim que chegaram perto do cargueiro holandês, marinheiros da embarcação norte-americana não notaram avarias ou problemas aparentes. Os tripulantes decidiram subir a bordo para procurar pela tripulação que pediu socorro. Foi então que presenciaram um cenário terrível.

Todas as pessoas dentro do Ourang Medan estavam mortas, com as bocas abertas e os olhos arregalados, como se estivessem muito assustadas. Alguns até pareciam estar apontando para alguma coisa, como se estivessem aterrorizados. O capitão do Silver Star decidiu rebocar o navio até o porto mais próximo, solicitando a ajuda de sua tripulação. Enquanto isso, uma explosão violenta ocorreu no compartimento de cargas do Ourang Medan. Foi o suficiente para que o navio holandês fosse abandonado. Minutos depois, o cargueiro foi para o fundo do mar, levando todos os seus segredos às profundezas.

Teorias

Enquanto muitas pessoas acreditam que tudo não passa de uma lenda dos mares, há teorias que apontam que a morte da tripulação foi causada por piratas. Mas como não foram encontrados sinais de luta ou machucados nos corpos, essa hipótese foi descartada.

Uma possível explicação é que o Ourang Medan estaria carregado com produtos químicos. Um vazamento destas substâncias poderia ter, de alguma maneira, levado toda à tripualação à asfixia. Mais tarde, com o balanço do navio, os produtos poderiam ter reagido e causado a explosão no compartimento de cargas. O envenenamento por monóxido de carbono a partir da caldeira do navio é outra teoria.

Fenômenos paranormais

Há ainda algumas teorias que creditam o terrível incidente a seres extraterrestres, fantastamas e forças sobrenaturais. Afinal, o que seria capaz de deixar as pessoas tão aterrorizadas assim? De qualquer maneira, o certo é que dificilmente alguém saberá a resposta do que realmente aconteceu dentro daquele navio.

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*Fonte: history

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O paradoxo do navio de Teseu

O que é o paradoxo do navio de Teseu?
Se o navio de Teseu trocar de peças ao longo de uma viagem, ainda será o mesmo? Filósofos tentam solucionar o mistério

1) Eu sou o mito
Fruto de uma relação dupla de Edra com Egeu (rei de Atenas) e Poseidon (deus dos mares), Teseu foi importante na mitologia grega. Sua façanha mais conhecida foi derrotar o Minotauro no labirinto de Creta, que se alimentava anualmente de sete rapazes e sete moças atenienses, como parte de um tributo imposto pelo rei de Creta.

2) Barca furada
Vidas Paralelas, do pensador grego Plutarco, propõe o seguinte: Teseu parte de navio do ponto A para o ponto B. Mas, ao longo de uma viagem de 50 anos, vai substituindo cada peça do barco conforme se desgasta, até que todas tenham sido trocadas. Eis o paradoxo: dá para dizer que o navio que chegou em B é o mesmo que saiu de A? Ou já é outro?

3) O espírito da coisa
Muitos filósofos tentaram solucionar o enigma. Heráclito comparou o navio e suas peças a um rio: suas águas são constantemente renovadas, mas ele é sempre o mesmo. Aristóteles estabeleceu que uma coisa é definida por quatro causas: a formal, a material, a final e a eficiente. Em sua análise, entre os pontos A e B, o navio só mudava sua causa material, então ainda era o mesmo.

4) Queimando os neurônios
Filósofos modernos também palpitaram. Gottfried Leibniz concluiu que não, usando a lógica de que “X é o mesmo que Y se, e apenas se, X e Y têm as mesmas propriedades e relações e tudo que for verdade para X também é para Y”. Já Thomas Hobbes jogou lenha na fogueira: se um segundo barco for montado com as peças jogadas fora, qual dos dois será considerado onavio de Teseu?

5) Dúvida eterna
O paradoxo também ganhou novas versões. O filósofo John Locke pensou em uma meia furada: se o buraco for remendado, ela continuaria sendo a mesma meia? Se um dia o teletransporte for possível e alguém for “desmontado” molecularmente no ponto A e remontado no ponto B… vai ser a mesma pessoa? Será que terá as mesmas memórias e a mesma personalidade?

 

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*Fonte: mundoestranho

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Os Piratas do Rock

Deixando o Grêmio e o futebol um pouco de lado por aqui, hoje assisti ao divertido filme – “Os piratas do Rock” (The Boat That Rocked), pode-se dizer que é uma comédia leve, mas bem interessante quanto ao assunto rock’n roll. Não vou aqui contar o filme mas vale mencionar que se trata de um bando de DJ’s malucos, que montam uma emissora de rádio (pirata – óbvio), funcionando em um velho navio de pesca atracado na costa da Inglaterra, em 1966. A rádio tem uma programção onde toca somente rock’n roll, 24h por dia, numa época em que as rádios inglesas oficiais eram super conservadoras. Fica a dica.

*Ah! Aqui a referência ao termo “DJ’s”, é do tempo em que tocavam música de verdade e não apenas tunts… tunts, como hoje em dia. Só para deixar bem claro. Bons tempos!