Homem salta de 7,6 km de altura sem paraquedas e acerta alvo no solo que o salva

Quem realizou a façanha foi o americano Luke Aikins, de 42 anos, paraquedista e instrutor de segurança da Associação de Paraquedas dos Estados Unidos. Luke já foi dublê de cenas de ação de filmes como o famoso Homem de Ferro 3.

Luke ser tornou o primeiro ser vivo a saltar de um avião sem paraquedas e sobreviver ao pouso.

Você pode estar perguntando: COMO?

Para isso, Luke caiu em uma rede com pouco menos de 1000 m², algo equivalente a 1/3 de um campo de futebol. A rede – tinha duas camadas de material de proteção – seu fundo era verde fluorescente para que pudesse ser avistada de longe por luke.

Detalhe, caros leitos do Engenharia é:, tudo isso foi transmitido ao vivo e deixou milhares de pessoas aflitas.

Luke saltou usando máscara de oxigênio e com a companhia de três outros saltadores que prestaram todo o apoio a ele durante a queda. Os três auxiliares mais o GPS ajudaram Luke a chegar à rede instalada no deserto da Califórnia. Um deles inclusive ajudou Luke a retirar a máscara de oxigênio quando ela não era mais necessária.

Depois do salto, a primeira reação foi abraçar a esposa Monica e depois seus familiares, que assistiam ao espetáculo ansiosamente.

No começo do desafio do salto, sua primeira reação foi dizer que o mesmo era um absurdo. “Como qualquer pessoa normal, disse: ‘obrigado, mas não obrigado. Tenho uma esposa e um filho, e tenho uma vida para viver’”, relembra Luke. “Aí, duas semanas se passaram e eu ficava acordando no meio da noite, pensando: ‘se alguém me dissesse que eu tenho que fazer isso, como isso seria feito?’”.

Todo o treinamento do desafio, apelidado de “Enviado do céu”, levou dois anos. Luke já saltou mais de 18 mil vezes.

*Por Ademilson Ramos

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*Fonte: engenhariae

Veja esse vídeo incrível dos novos paraquedas da SpaceX em ação

A empresa espacial norte-americana SpaceX está cada vez mais próxima dos voos tripulados para fora da terra, razão pela qual coloca grande ênfase no teste de confiabilidade de suas naves. Um dos elementos mais importantes é o paraquedas, que permite um pouso suave e seguro.

De acordo com a empresa de Elon Musk, este é o sistema de paraquedas mais avançado do mundo, o que foi demonstrado nos 25 testes realizados. Nestes testes, sua confiabilidade foi verificada sob diferentes condições.

Como pode ser visto no vídeo, no decorrer desses testes, a espaçonave Crew Dragon, cuja estréia está prevista para novembro de 2019, foi lançada de alturas que variavam entre 3.600 e 15.000 metros.

Com isso, em abril de 2019, Bill Gerstenmaier, da NASA, disse à congressista Morris Brook que, naquela época, os resultados dos testes não eram satisfatórios. No entanto, ele também enfatizou que não é nada sério, já que os testes fracassados ​​forneceram informações valiosas.

*por Any Karolyne Galdino

 

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*Fonte: engenhariae

Saiba o que acontece com seu corpo quando você salta de paraquedas

A história do paraquedismo tem início próximo de 1306, quando foram feitos registros de acrobatas chineses que saltavam de muralhas e torres com um item semelhante a um enorme guarda-chuva. Sua função era amortecer a queda e chegada ao solo. Mesmo com tudo isso, o paraquedas só seria patenteado em 1783, por Sebatian Lenormand, que começou a realizar diversos saltos.

O auge do paraquedismo foi alcançado em 2012, quando o austríaco, Feliz Baumgartner, realizou o maior salto de paraquedas de todos os tempos, a uma altura de 39 mil metros, direto da estratosfera. Para isso, é claro que é preciso ser uma paraquedista com muitas e muitas horas de salto. Mas será que tantas aterrissagens não causam algum problema ou impacto no corpo? O Webventure conversou com o fisioterapeuta Claudio Cotter para entender mais sobre o tema.

“Tem diversas lesões características, principalmente do pouso, fraturas de tornozelo com certeza é a mais comum, durante a queda livre dificilmente acontece alguma lesão, em pessoas que já tenham tendência pode ocorrer luxação de ombro”, explica o fisioterapeuta. O base jump normalmente é mais perigoso, pois o vento pode jogar contra a encosta, caso o salto seja em montanha ou ponte perto da encosta, neste caso os tipos de lesões são variados.

Claudio conta que já atendeu um paciente que bateu na encosta de uma montanha fraturando ombro, costelas, fêmur e tornozelo, todos do mesmo lado do corpo, mas a única sequela neste caso foi uma lesão de cartilagem no pé, ele estava tão bem depois que consolidaram as fraturas que mesmo durante tratamento do tornozelo continuou saltando, mas caia na água para não atrapalhar a evolução do tratamento.

“O principal problema na minha opinião é o excesso de adrenalina. Quando pratica por muito tempo é difícil parar e muitos começam a tentar atividades mais radicais em busca de mais adrenalina, que é o caso do wingsuit que gera mais risco de colisões pela velocidade em deslocamento horizontal”, conta.

Um estudo chamado “Prevalência de lesões músculo-esquelética em militares paraquedistas” feito por fisioterapeutas da Universidade Católica de Goiás mostra a prevalência de lesões musculares e entorses em paraquedistas do exército . As três partes do corpo mais afetadas são: os joelhos, tornozelos e coluna. “A maior parte na aterrissagem, é interessante entender que antigamente com os paraquedas redondos ocorriam mais lesões nas aterrissagens, pois a velocidade era muito maior e era necessário rolar para aterrissar, com este tipo de paraquedas que se usa hoje retangular é possível desacelerar muito mais ao puxar as alças diminuindo muito o risco de lesões”, explica o fisioterapeuta.

No exército na época deste estudo ainda se usava o paraquedas redondo. Mas os praticantes do esporte hoje em dia praticamente só usam o retangular que dá mais precisão no pouso.

 

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*Fonte: webadventure