Rolezeira macanuda hoje

Enfim chegou o dia de tirar a moto da garagem, se reunir com alguns amigos e pegar a estrada. Depois de vários dias seguidos de uma semana num clima de chove-não-molha de verão por aqui, finalmente o sol deu pinta de que iria se firmar de vez. Saímos depois do meio dia, meio que sem rumo, para falar bem a verdade, já que a intenção era mesmo bem simples – pegar a estrada e curtir o momento, não importando muito para onde iríamos. Só tinha uma condição, tinha de ter trajeto asfaltado. Sei, estamos em plena pandemia (apesar de algumas pessoas não acreditarem), mas cada um aqui na sua moto, não esqueça de que estamos o tempo todo ao ar livre e nas eventuais paradas, mantemos um distanciamento correto.

Tomamos a direção no sentido de Santa Cruz do Sul, depois Vera Cruz, onde costumamos fazer uma volta maior, passando no sentido do autódromo (entrada dos fundos), para irmos até Rio Pardo. A ideia era irmos até Pantano Grande, para depois  então resolvermos por onde voltaríamos. Mas acontece que fizemos algumas paradas para pegar uma sombra, outra para abastecer e comprar uma água (sim, muito calor) e já que a conversa estava boa, o tempo acabou passou depressa demais. Lá peças tantas, já na beira do rio Jacuí, em Rio Pardo, tivemos de mudar de rumo e já começar a pensarmos em voltar. Sinônimo de que foi uma bela tarde de moto com os amigos!

Só para não perder o costume, algumas coisa engraçadas aconteceram hoje, tipo:

– Quando ultrapassamos um tio numa moto Honda CG, carregando um cachorro dentro de uma sacola (o cãozinho estava com a cabeça para fora – curtindo o a paisagem..rsrssr).


– Também teve o momento “king of the road”. Que é quando você vem viajando e chega perto (atrás) de um carro, geralmente um SUV ou caminhonete, que está de boas andando numa constante, tipo a uns 80km/h, e instantaneamente, assim que a gente o ultrapassa o motorista fica compelido numa espécia de missão divina a não deixar isso acontecer. Ele “TEM” de nos ultrapassar novamente para então seguir em frente, numa velocidade muito maior e sumir na estrada. É muito engraçado isso, acontece toda vez, sempre tem esse personagem. Acredito que a psicologia deve conseguir explicar isso. O “songamonga” estava tranquilo na media dos 80km, mas não pode ser ultrapassado de modo algum, senão sua virilidade fica avariada…kkkkkk. E quase sempre isso tende a dar merda, por que em seguida ele vem na correria e tenta ultrapassar a gente de volta de qualquer maneira, quase passando por cima, seja em faixa dupla, curva acentuada, não interessa, ele tem de recuperar o seu “cabaço-asfáltico-de-dianteira”. É engraçado mas também muito perigoso. Com o tempo a gente já aprendeu a lidar com esse tipo de motorista. Tem também, na mesma vibe ainda o CGzeiro invocado, que também é bem parecido, vai fazer de tudo para te ultrapassar nem que tenha de se deitar bem esticado, como o super-homem, na sua moto, dando todo motor possível, quase explodindo a sua moto, mas vai tentar e querer provar de que ambos – sua CG e ele, são os melhores piloto & moto do mundo! Vai por mim, isso tem toda vez. *Tá, o da CG não teve hoje, mas tem toda hora…

*Abaixo alguns retratos da empreitada de hoje.

De volta ao jogo

Hoje depois de muito tempo sem andar de moto (leia-se aqui – viajar / pegar a estrada), por causa de uma chata e incômoda tendinite que me tem atucanado, chegou a hora de rodar por aí. Não muito longe, é verdade, o pulso ainda incomoda, mas já serviu para dar uma alegria e matar um pouco da saudade do asfalto.
Eu, Rafa e o Cristiano demos um rolê aqui pela região mesmo, foi essa a minha condição para andar hoje. Enfim, uma tarde divertida como de costume. Tudo certo e tranquilo na viagem. Valeu o propósito de desanuviar um pouco das tensões, aproveitar o momento e curtir a pilotagem de moto na estrada.
E como é bom isso! Me senti bem, acho até que já dá para pensar em “alongar o trajeto”, na próxima.

Imigrante

Dia de sol, dia de dar uma arejada nas ideias e para isso, nada melhor do que pegar a moto e a estrada, mudar o cenário, ver novas paisagens.
Fui junto com o Pretto, até Imigrante (RS), uma viagem que sempre é bonita. Fomos bem de boa, na tranquilidade e sem pressa alguma.

Aproveitamos para conhecer um bar novo de motociclistas que passamos na frente esses tempos numa outra “rodada”, mas que não paramos. Hoje então resolvemos fazer o trajeto e dar uam chegada lá para conferir.|
Valeu a tarde, como de costume.

*Abaixo alguns retratos da empreitada:

Aproveitando o dia de sol

Em tempos de Covid, distanciamento social, home office, quarentena e questões de segurança e saúde, tenho andado bem pouco de moto, logo eu que gosto muito disso. Habitualmente postava aqui algumas imgs de alguns rolês de final de semana. Ultimamente tenho dado algumas poucas voltas por aí, algumas com o Pretto, outras sozinho, mas nada muito distante da base e nem que eu poderia caracterizar como parecido com uma “viagem de moto”. Tem sido mais na base de uma volta de manutenção para uma carga na bateria (a moto tem ficado mais parada agora) e até por isso não tenho me motivado andar por aí e fazer algumas fotos, como normalmente ocorria.

Hoje o parceiro foi o mestre cervejeiro e também um fan de mostos custom,  Cristiano Morsh. E já que ele fez algumas fotos, pedi para me enviasse e disse que postaria aqui. Então conforme o combinado, segue abaixo alguns retratos do rolê de hoje, quando fomos até Sinimbú (RS), cidade que ele não conhecia ainda. Como a situação do covid, usar máscara e distanciamento emn vigência, resolvemos ao menos fazer um pit stop em um café, que eu não conhecia até então – fica num casarão que existe no trevo de entrada da cidade. Um prédio antigo que foi reformado, eu curti e pelo jeito esse café abriu faz pouco tempo, não tinha nas outras vezes em que estivemos na cidade. Fizemos a tal parada para pegar um solzinho nas mesas do lado de fora, conversar um pouco. Depois era voltar para casa e curtindo um pouco mais dessa volta de moto. Basicamente isso, mas já valeu o sábado para uma mudança de ares. Que venham dias melhores sem a tal pandemia.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Por um novo trecho

Depois de algum tempo sem postar sequer alguma imagem ou comentários de trip de moto, hoje resolvi publicar aqui alguma coisa já que fez um belo sábado de sol, mas não de muito calor, um dia muito bom para se pegar a estrada. Resolvemos dar um rolê na tarde, eu, Pretto e o Rafa.  Nada de mais, um tiro curto mas por um caminho diferente. Partimos para a direção de Taquari (RS) pela 287, onde a ideia era de no trevo da cidade tomarmos então um caminho de atalho até a 386, pela 436. E foi isso que fizemos, tudo de boas e aproveitando cada minuto de moto nessa incrível tarde.

Uma pequena alteração no trajeto habitual desse rolê. Aliás, agora a 386 tem pedágio, inclusive para motos (R$2,20) – só para constar. Claro que planejamos uma passada também na cervejaria Salva, que fica no caminho. Mas chegamos lá e estava fechada (essa é já a segunda vez que nos acontece isso). Encontramos nessa função um parceiro de Encantado, que também chegou por lá com sua HD e a mesma intenção nossa. Mas não deu, fica para a próxima uma visitinha na Salva.

Seguimos viagem, uma parada em Lajeado e depois para casa. Tudo tranquilo, exceto uma abilolado que quase me atropela me utrapasando em um pequeno espaço de estrada (sabe aquela cara que vem em alta velocidade e força uma ultrapassagem onde não dá, quase jogando o carro pra cima de ti?…pois é…). Mas tranquilo, esse bosta vai arder no inferno…kkkk

Na chegada então aquela tradicional pausa para um cerveja e mais um tanto de boa conversa. valeu! Até a próxima.

*Veja alguns retratos da trip de hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Um rolê até o Parque Witeck (Novos Cabrais – RS)

Hoje com uma temperatura amena e não com aquele o calor intenso que fez no começo da semana, foi super de boas dar um rolê de moto até Novos Cabrais (RS), para uma visita ao Parque Witeck, e o Pretto me acompanhou nessa.
Ainda não conhecia esse parque, aliás foi dica da Laura já de uns 2 anos atrás e até agora não tinha ido até lá ainda. Mas como dizem, antes tarde do que nunca!

Saímos por volta das 11h da manhã, tomamos a rota para Santa Cruz do Sul (287), passando por Vera Cruz, Candelária até Novos Cabrais. O Parque Witeck fica há poucos kms depois da entrada de quem vai para Cachoeira do Sul (153). Não foi difícil de encontrar, mas a entrada bem que poderia ser melhor sinalizada.

Assim que chegamos foi recepcionados por uma funcionária (um professora de biologia aposentada), que foi muito simpática e atenciosa com a gente e pelo que percebi, o mesmo com todos que estavam chegando ou indo embora de uma visita ao local. O que de certa forma já dava “o tom” da vibe local. Não é um lance “zen” nem religioso, mas tem um caráter de curtir a natureza, ah tem! E tudo é muito limpo, organizado e sem “zoeira” alguma. Era tipo o vento nas árvores, pessoas caminhando pela trilha de lajotas e o que também se pode dizer – os barulhos da natureza.

Cabe aqui dizer que chegamos um pouco depois do meio-dia, então o sol já estava começando a nos judiar no asfalto e chegando lá – óbvio! – o clima mudou radicalmente. Uma brisa bacana e sim, tenho que mencionar, passou uma sensação de paz e tranquilidade incrível. O parque é um projeto de um médico do Exército Witeck (já falecido), portanto uma propriedade privada da família. Para saber mais sobre a história do local, confira [ AQUI ].

É cobrado um ingresso no valor de R$ 10,00 – (por pessoa), para a visitação e o parque tem horário de funcionamento determinado. Não tem cabana para alugar nem muito menos algum venda de lanches ou bebidas, mas tem alguns casinhas e muitos bancos para descanso ao longo do trajeto, sem falar em sanitários bem cuidados. Fique tranquilo, tudo é muito bem sinalizado. Trata-se de um parque muito bonito e exuberante, que tem 2 lagos, plantas e árvores das mais diversas espécies e partes do mundo em sua mata, que aliás é muito bonita e a palavra que me ocorre agora é – exuberante! Um local para visitar, passear, talvez fazer um piquenique (neste caso não esqueça de trazer o seu lanche!) e conhecer o local seguindo a trilha.

A trilha é sinalizada, é toda calçada mas não é assim tão curta. Não exige equipamento de trekking nem nada disso. Dá para fazer a caminha tranquilamente enquanto se observa a natureza. Claro que por se tratar de uma região de muito mato, você também pode se deparar com alguns animais estranhos, como aconteceu com a gente hoje quando encontramos um lagarto cruzando nosso caminho e depois na hora de irmos embora, uma capivara ficou parada na estrada bem a nossa frente. A ideia é simplesmente seguir uma trilha calçada o tempo todo, conforme as placas vão apontando o caminho. Acho que hoje levamos tipo 1h30min de caminhada para fechar o circuito todo – só para se ter uma ideia.

Fica difícil descrever o lugar, tem muito verde e me pareceu bastante agradável, portanto para quem gosta da natureza é um local incrível. Fica a dica.

Depois de visitarmos o parque era hora de seguirmos em frente, tomamos a direção de Cachoeira do Sul, uma parada para abastecer as motos e também matarmos a sede. Fomos então pela (153) até o trevo da da (290), quando  pegamos a direção de Pantano Grande. Uma parada para almoçarmos, isso já era por volta de umas 16h eu imagino. Estávamos sem comer nada / almoço até então. Descansamos um pouco e então tomamos o caminho para casa pela (471), passando por Rio Pardo e depois Santa Cruz do Sul e daí era só seguir em frente até em casa. Essa função toda nos rendeu tipo uns 300 km rodados e que valeu a pena!

*Confira algumas img do rolê de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Polarizando no Taquari

O rolê de hoje contou com a volta da turma dos amigos na estrada, o Pretto já de volta de suas férias na praia e o Vladi, que está nos seus pais de visita em Venâncio Aires, também pode participar. Mesmo com esse calor danado que fez hoje, não teve essa de arregar, partimos para a estrada ainda na primeira hora da tarde. Primeiro uma passada na pista de BMX local no Parque da Fenachim, onde o Pretto nos aguardava. Estava rolando por lá uma etapa do gaúcho de bicicross (será que é assim que se diz hoje em dia?). Uma rápida reunião de pauta e decidimos o nosso roteiro do dia. Sempre assim, de última hora…rsrsrsr

A ideia era dar uma volta por algum lugar não muito longe e que ainda o Vladi não tivesse anteriormente andado com a gente. Optamos então por começarmos indo até Estrela (RS), onde mostramos a famosa revenda da Volkswagen que está fechada há mais de uma década – “Revenda Gaúcha”, e é mantida pelo proprietário intacta até hoje, como se estivesse parada no tempo, mesmo que não esteja mais funcionando.

*Mais informações sobre a história dessa revenda [ AQUI ].

Depois uma passada no centro da cidade, onde tem algusn lugares com escadarias que dão na margem do Rio Taquari. Uma delas inclusive fica no local onde era antigamente a cervejaria da Polar. Hoje também abandonada. Não Estrela não é uma Detroit da vida, no sentido de cidade onde faliu muitas coisas – nada disso! É uma cidade muito bonita, mas casualmente esses dois pontos de referências que visitamos são de empresas “fechadas”. Aliás esse ponto onde fica a Polar, também tem uma bela escadaria até o rio e conta com uma estrutura bem bacanuda ao redor para visitantes. Uma breve caminhada pelo local. Não esqueça de que o sol hoje estava muito forte e deu um calorão na turma. Mas sempre em frente!

Depois dessa parada seguimos a viagem, ainda tínhamos de pegar a RS 453 em direção da serra gaúcha mas desviarmos no caminho para Imigrantes (RS). Antes uma parada num posto de gasolina para uma devida hidratação. O bicho tava pegando. Que calor! Uma sombra, uma água gelada e já estávamos prontos outra vez. Seguimos então adiante até chegamos no trevo para Imigrantes. Gosto desse trajeto em diante, muitas paisagens incríveis e bonito, com diversas casas e fazendas muito bem cuidadas (talvez por causa de estarmos próximo do Natal, mas hoje estavam especialmente  muito bem ajeitadas). Uma parada no monumento do imigrante, que eu não conhecia ainda. Mais adiante um pinguela antiga e uma nova contruída ao lado. Foi divertido. Mas na real até que um banho no riacho abaixo não teria sido uma má ideia.

Passamos então na sequência por Colinas (RS), que também mantém uma vibe bem parecida com Imigrantes. Cidades vizinhas, muito parecidas e ambas bem legais eu diria. Então chegamos outra vez em Lajeado e daí era só tomar o tradicional caminho de casa. Na chegada uma nova hidratação, mas agora com cerveja e uma boa conversa com os amigos.

Gracias por mais um dia incrível!

*Abaixo as já tradicionais fotos do rolê do dia:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Um passeio até Ilópolis

Hoje cedo da manhã e já estava de pé, fiz minhas voltas todas antes do esperado e assim já estava liberado para dar um rolê de moto bem mais cedo do que normalmente acontece. O dia estava estranho com cara de chuva e mesmo que eu conferisse várias vezes a situação do clima/tempo, no celular – que indicava de que não iria chover, mesmo assim o céu dava indícios de chuva. Ok! Foda-se, vamos lá!

Sai de casa por volta das 10h da manhã, peguei a estrada e ainda nem tinha um rumo definido em minha cabeça. Acabei escolhendo seguir até Ilópolis (RS), terra da erva-mate, lugar bacana de ir – tem o Museu do Pão, moinhos e casarões antigos, e um lago supimpa perto do centro da cidade. Fui!

Há um bom tempo que não pilotava até Ilópolis, acho que esse ano (pelo que consigo me recordar agora), não tinha viajado até lá ainda. Andei sim por perto, nas redondezas algumas vezes.

E a previsão se confirmou apesar de minhas sérias dúvidas, o tempo mesmo fechado e nublado se manteve sem chuva durante todo o trajeto, tanto de ida como o da volta. A viagem foi tranquila, uma ou outra gauchada de carros à minha frente saindo da pista de uma hora prá outra sem darem sinal, normal (SIC!). Vou para Lajeado, depois Encantado, trevo novo, rumo para Dr. Ricardo e em seguida temos Ilópolis. Cidade tranquila, bacana, gosto deste lugar. Apesar de meu ranking pessoal de cidades pequenas de interior que eu curto ter ainda algumas outras cidades na sua frente.

Uma volta pelo centro, uma clássica parada na praça central e depois uma passada pelo Museu do Pão, que estava aberto mas dessa vez somente passei e dei uma espiada (já visitei outras 2 vezes anteriormente e não vi necessidade de hoje fazer uma nova visita). Depois segui até o lago, que esse sim eu acho sensacional. Gosto muito desse lugar. Dessa vez tinha um pessoal fazendo um churrasco na margem, parei para fazer algumas fotos e vieram conversar comigo. Pessoal bem hospitaleiro. A conversa foi boa, me deram algumas dicas e resolvi então seguir em frente e dar uma volta completa no lago. Estrada de chão batido mas em perfeito estado. Já estive ali várias vezes anteriormente, mas ainda não tinha feito a volta completa ao redor do lago. Já fui também na cascata que tem ali perto, mas hoje de moto custom achei melhor não!

Dado a volta, mais um passeio pela cidade. A fome já apertava, até porque já era por volta de 14hs. Resolvi tomar a direção de casa e no caminho então parar para comer alguma coisa. A volta foi também muito tranquila, não tinha pressa alguma e a viagem estava muito agradável. Mesmo fazendo um pouco de calor não estava naquela vibe de insuportável de sol rachando na cabeça. Bom!

Mais um daqueles bons dias de moto perdido por aí.
Até a próxima.

*Algumas fotos do rolê de hoje (as de cor mais acentuadas são do meu celular):

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Feriado de 15 de novembro – rolê de moto

Aproveitando o feriado de 15 de Novembro e também que a chuva finalmente parece ter dado uma trégua nessa história de que chove num dia e no outro faz sol, dando sempre uma sensação de não saber como vai ser o clima do dia. Mas parece que agora resolver firmar o tal do sol e então aproveitei para pegar a moto e dar uma rolê pela redondeza.

A ideia inicial era ir até Encantado (RS) só para tirar a moto da garagem e dar uma passeada mesmo Mas mudei de ideia durante o caminho, procedimento que tenho feito meio que seguido até ultimamente – mudar de roteiro já durante o caminho. Resolvi mudar a direção e seguir até a Vila Palanque, um trecho que há muito tempo não fazia. Depois me empolguei e mesmo seguindo em frente, entrei também em Mato Leitão (RS), outro lugar que eu não  visitava há bastante tempo. Dia de feriado, tudo na calma na estrada então também não tive pressa alguma nessa volta de moto. Parei várias vezes, curti a paisagem, o lugar, aproveitando o momento. Foi legal dar uma pasada em alguns pontos importantes de Mato Leitão., até mesmo na CEUB, onde no passado fui em várias festas com meus amigos. E toda essa paisagem de cidade pequena e seus arredores, tem lá também a sua peculiaridade e beleza própria especial. Muito bom.

Depois tomei a estrada novamente para Lajeado e tal. Daí já virou novamente um trajeto só de estrada e tudo normal como de costume. Já na volta, outra vez resolvi mudar o caminho vindo pelo acesso da linha Grão Pará, isso já em Venâncio Aires (RS), portanto, entrando em minha cidade mas por um caminho que não faço normalmente quando venho dessa mesma direção. Também foi interessante como as coisas mudaram por ali nos últimos tempos.

Enfim, o rolê de hoje foi super tranquilo, estava sozinho e como não tinha a intenção de ir muito longe mesmo, valeu muito por passar em lugares que mesmo não sendo longe daqui, não cruzo seguido.

Thanks! Valeu.

*Veja abaixo algumas fotos do rolê de moto de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sem roteiro

Depois do final de semana anterior, que foi de chuva, chegou a vez de pegar a estrada novamente em um belo dia de sol. E o lado bom disso é que hoje não estava calor para andar de moto (prefiro andar no inverno do que no verão).
Hoje fui sozinho, tomei o rumo de Lajeado (RS 453), mas resolvi antes entrar em Cruzeiro do Sul – RS, fazia tempo que não entrava na cidade. Primeiro uma parada no estádio do Lajeadense. Depois para uma volta no centro da cidade e depois subir o morro, para lá do alto poder ter uma vista melhor e bonita do rio Taquari,

Feito esse desvio no roteiro inicial (sempre é bom mudar de última hora esses roteiros mentais de viagem – aí é que geralmente se aproveita mais), voltei para o caminho. Já era meio-dia passado, então resolvi almoçar mesmo em Lajeado. Depois procurar algum lugar para um bom café e então seguir em frente.

Hoje foi uma volta meio esquisita, é verdade, eu tinha um plano estabelecido inicialmente em minha cabeça que até incluía ir assistir ao novo filme do Coringa, no cinema do Shopping em Lajeado, mas aos poucos, ainda enquanto estava andando, fui reformulando esse roteiro, desisti do cinema e de ir até tal lugar e assim acabei rodando como barata tonta, prá cá e prá lá, pela região. Sem destino (easy rider). Vai na direção de Encantado, volta, dobra para tomar a direção daqui e dali. Uma função…rsrsrssr. E até de uma forma inesperada, foi mesmo assim foi muito bom. Enfim, nem todo rolê de moto é igual mesmo que se passe por caminhos tão normais de tantas outras vezes.

E obviamente, é claro, em alguns momentos enquanto pilotava me lembrei do amigo Fernando – “Thunder”, como era chamado; que faleceu na semana anterior e além de ser uma pessoa muita legal, gostava muito de andar de moto com a galera. No final de semana passado teve o 12º Vênus Rock e fizeram uma bonita homenagem no telão para ele. Agora acontecerá também o 3º Festival de Balonismo de Venâncio Aires (14 à 17 nov), sendo que no dia 16 de novembro vai acontecer um encontro de motociclistas – o 1º Moto Balão, que mais uma vez terá com uma homenagem especial para o Thunder.

Seja lá onde você estiver, descanse em paz meu amigo!

E assim foi a volta de moto de hoje, do final da manhã até agora na tarde. Um bom passeio, sem pressa, sem stress, parando onde eu estava afim e tudo de boas, só curtindo esse clima e a estrada.

Valeu e sempre grato por poder aproveitar bem cada um desses momentos.
\m/

*Abaixo algumas imagens do rolê de hoje (fiz bem poucas fotos, quase só do começo e outras já no fim da viagem).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Aquele sábado maroto de sol

Na expectativa do sábado chegar logo para poder pegar a estrada, já pela manhã como previsto, o dia já dava sinais de que seria um belo de um sábado de sol. Mas como tive que resolver algumas coisas ainda pela manhã, já que fui deixando-as de lado ao longo da semana, acabaram assim, por me impossibilitar de fazer algum programa de viagem mais longo, que er a o que eu inicialmente queria fazer. Tudo bem, fica para uma outra oportunidade.

Tive de me contentar com uma volta mais curta e tradicional mesmo. O que eu resolvi agora chamar de “VRP”, ou seja – Volta Rápida Padrão. Rsrsrsrsrsrs. Uma volta de moto apenas para tomar um sol, vento na cara e andar por locais que já conheço muito bem e que de alguma forma não ficam tão distantes e assim. Isso não atrapalharia a minha programação par ao resto do dia (que tbém andou mudando de última hora). Ou seja, hoje a coisa acabou sendo meio que na marra mesmo, não tinha como perder de pegar a estrada com esse sol, mesmo que por pouco tempo e uma distância não tão longa.

Hoje fui sozinho, o Pretto ainda está no estaleiro se recuperando de uma cirurgia (melhoras aí!) e a dupla Rafa & Luís não deram sinal de vida (trabalho provavelmente). Então fui por conta própria. Tudo tranquilo, tudo certo, até parei algumas vezes no caminho mesmo que nem precisasse. Gosto disso. Faço o meu caminho e o meu tempo quando estou de moto! Acabei indo até Santa Cruz do Sul, ainda passei no autódromo (não fiz fotos de várias coisas), fui até Rio Pardo e voltei. Tudo de boa e na tranquilidade. Apenas o fato de um Gol , que num determinando trevo, converge e entra bem na minha frente, só que tem um dos passageiros descascando bergamota e atirando as cascas pela janela do carro. É claro que as tais cascas voavam e vinham direto na minha direção e da moto. Cada uma….kkkkkk

Abaixo, como de costume, alguns registros do passeio de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Um volta até Pantano Grande, coisa que não fazia há tempo

Já sabendo que o sábado prometia ser um belo dia de sol mesmo que um pouco frio, me preparei para pegar a estrada de moto na tarde. Troquei uma ideia com o Rafa e o Luís Carlos, que foram os parceiro dessa vez e combinamos nossa saída. A ideia era irmos até Santa Cruz do Sul (RS), darmos a nossa tradicional volta por trás, ou seja, passando pelos fundos do autódromo local e depois seguirmos para Rio Pardo (RS).

Tudo certo tudo tranquilo, o sol por testemunha e a nos guiar, numa viagem muito boa. O frio nem se fez sentir, todo mundo equipado, então tudo certo. Em Rio Pardo entramos para dar uma olha de perto na prainha do rio Jacuí. Demos um tempo por lá, umas voltas e tal e seguimos em frente, rumo à Pantano Grande (RS). Fazia já um bom tempo que eu não ia até lá. Fizemos uma parada na Raabelândia. Chegando lá percebi uma coisa que eu nem tinha conhecimento, estão construindo um viaduto bem em frente – a obra já está bem adiantada – eu disse que fazia tempo que não ia até lá! Me parece uma coisa bem providencial, porque está situado em um entroncamento entre importantes rodovias, de bastante tráfego de veículos pesados e tal, sendo que seguido acontecia algum acidente no local. Era um trevo bem “trevoso” … tu-dum-pásh! Pelo jeito agora as coisas irão melhorar bastante.

Tomamos um café, um pouco de conversa e novamente subimos nas motos, agora na direção de casa. Este trajeto entre Pantano grande e Rio Pardo eu curto bastante. Gosto desses campos e da visão ampla que se tem ao longo da estrada. Muito bonito. em um dia como esse, nem se fala. Pena que minhas fotos não fazem jus ao visual do lugar. Em Rio Pardo, na volta, ainda uma parada para abastecermos as 3 motos, tudo porque o preço da gasolina estava muito em conta (promoção) em um novo posto à beira da estrada. Tudo é oportunidade.

Depois seguimos para Santa Cruz do Sul, onde me separei do pessoal, porque o Rafa e Luís ficaram para dar uma chegada no estande de tiro. De volta prá casa, são e salvo e de alma plena e satisfeita de mais um bom dia de moto no asfalto. Thanks!

*Abaixo algumas imgs do rolê de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pá-pum!

Durante a semana já estava na expectativa de um sábado de sol, e não é que foi assim mesmo! Dia frio mas agradável. Sim, eu curto o inverno e também acho que é uma das melhores épocas para se andar de moto (exceto na chuva). Basta estar bem equipado para encarar o frio e seguir em frente. No verão se passa muito calor com todo o equipamento.

Como pela manhã tive várias coisas por resolver, assim que terminei toda essa função estava finalmente liberado para dar um rolê de moto e aproveitar o dia.
Acontece que mesmo tendo um compromisso ainda hoje, já na metade da tarde – o evento anual da CERVALE, então não me sobrava muito tempo para esse passeio. Tive de otimizar as coisas para conseguir dar uma volta de moto. Resolvi dar uma volta até Lajeado e redondeza, fazer um lanche bem de boa no Carmelito, lagartear um pouco no sol e depois dar mais algumas voltas. Mas tudo isso sempre com o relógio na cabeça para estar em casa em tempo da ignição da chalaça. Prosit!

Deu tudo verto, muito bom e agradável a volta de moto hoje, vamu-qui-vamu!
Outra hora tem mais.

*Alguns retratos da parada de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Frio, mas e daí!?

Sou daqueles que gosta do inverno e o mesmo vale para andar de moto nessa época do ano. No verão fica complicado usar o equipamento de motociclista (capacete, luvas, jaqueta, etc…) naquele calorão. Já no inverno tudo parece mais natural, até mesmo o ato de andar equipado fica mais tranquilo, sim o frio incomoda um pouco e no caso de chuva, pior ainda, mas tudo tem solução nesse universo da motocicleta. Basta se ajustar com roupas e equipamentos certos / adequados, para cada situação. Enfim, tudo para dizer que hoje mesmo fazendo um belo sábado de sol, estava frio pra caralho sim, mas mesmo assim acordei já focado em dar um rolê de moto na tarde. A vontade era grande.

Hoje andei sozinho, não tive parceria alguma. Sai um pouco mais tarde do que o habitual, até porque estando sozinho, não havia pressa alguma e nem também pensei em roteiro algum, deixei para a estrada me guiar, apenas fui seguindo em frente e sem nada em especial na ideia. Mas senti um incômodo. Estou com um machucado no pé, um dedo está com um baita curativo e tal, isso acabou deixando uma sensação ruim para andar de moto. É que bota ficou bem mais apertada e  um pouco de dor. Mas tudo bem, vamu-qui-vamu. Queria dar uma volta de moto mas não precisava ir muito longe mesmo. Segui na direção de Lajeado e na metade do caminho resolvi entrar em Cruzeiro do Sul (RS), fazia tempo que não ia até lá. Dei uma passeada pelo centro da cidade, subi até o restaurante do morro, uma olha para a vista da cidade lá embaixo, adiante aproveitei e parei num parque municipal com uma pista de skate. Não tinha ninguém andando naquele momento, então estava bom para conhecer o lugar e aproveitar um pouco do sol. Depois voltei para a estrada novamente, entrei em Lajeado (RS), outra volta no centro da cidade e então segui adiante. Fui parar em Estrela (RS), tava com vontade de dar uma olhada na beira do rio. Como já conheço o lugar e gosto dessa cidade, aliás, acho até mais do que de Lajeado (só para constar), sempre vale uma conferida nessa bonita paisagem, ainda mais num dia de sol assim como o que fez hoje. Tudo isso sem pressa ou compromisso algum. Paro, dou uma caminhada, curto o lugar, daí também teve vários sobe e desce escadarias, até chegar literalmente na beira do rio, enfim, essas baboseiras todas de quem está de boas e com tempo para aproveitar. Aliás, finais de semana são para isso mesmo.

Feito o roteiro local de turistão, me dei por satisfeito, atpé por causa de meu machucado incomodando, resolvi pegar o trecho de volta para casa. Foi um passeio bem de boas, na real nem fui muito longe e assim mesmo, nessa tocada, a tarde passou preguiçosamente iluminada por um belo sol, o tempo todo! Coisa boa. Tudo numa good vibes total. Valeu!

*Abaixo algumas fotos do rolê de moto de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Trip to Relvado

Com o final de semana surgindo e a promessa de um dia de sol e bastante calor – antes da volta do frio, novamente por aqui, a pedida da vez foi então uma trip de moto até a cidade de Relvado (RS). Na verdade não é uma viagem muito distante daqui de Venâncio Aires (RS), inclusive inúmeras vezes já passamos de viagem pelo trevo da cidade. Algo por volta de uns 90km de distância daqui. Dessa vez resolvemos mudar um pouco os planos e a rota, assim entramos para conhecer a cidade de Relvado.

Como disse, é um trajeto já é bem conhecido pela gente em nossas trips anteriores. Primeiro saímos em direção de Lajeado (RS 453), como já era perto do meio dia (saímos por volta das 11h30), optamos por uma pit stop no caminho, com um clássico cachorro-quente do Carmelito, mesmo encarando uma enorme fila com tipo umas 40 possoas a nossa frente – mas sempre vale a pena! Depois dessa parada estratégica, tomamos o rumo de Arrio do Meio e Encantado pela RS 130, então mudando mais adiante para a RS 332, e quando finalmente chegamos no trevo para Relvado, pegamos a RS 433. Aí sim, um caminho totalmente novo para nós, eu e o Pretto. E para nossa grande surpresa, um trajeto MUITO bonito, uma subida de serra cheio (eu disse – cheio) de curvas, bom para andar de moto. Só que teve um detalhe no dia de hoje, com esse calor e o clima bastante abafado, quando a estrada era em um trecho de sombra em subida e bem junto parede de um morro, então a pista ficava completamente molhada (isso deixa a coisa um pouco perigosa no caso de motocicletas. Ainda tendo em conta de que depois, na volta esse mesmo trajeto seria uma bela descida para nós. Mas tudo bem, nada como pilotar com uma certa atenção e cuidado a mais, nessa hora. E a tal prudência não faz mal a ninguém! Em um determinado momento desse trajeto em direção à cidade, tem uma ponte com uma só via de veículos, ou seja, tem de parar e verificar se vem algum veículo no sentido contrário – só passa um de cada vez.

Chegando lá, deu par aperceber que é uma cidade pequena, mas bonita, bem organizada e limpa, coisa típica dessa região. Me fez lembrar de que é parecida com outras em que já estivemos, tipo Nova Bréscia ou então Canudos. Eu gosto de lugares assim. Aproveitamos para darmos uma volta pela cidade, passamos por uma ponte do arroio Jacaré e também por um moinho bem antigo, no centro da cidade. Pararmos na quadra da praça central (toda cidade tem essa tal praça), descansamos um pouco e depois demos uma caminhada pelo local. Bem em frente tem a igreja da cidade com uma grande escadaria. Claro que subimos lá para termos uma boa visão da cidade. Como já disse, uma cidade bem agradável, inclusive alguns garotos vieram conversar com a gente, curiosos com as nossa motos.

Depois de todas essa função era hora de voltarmos para casa. Ainda uma parada no caminho para abastecer a moto e tomarmos um café. No mais era seguir o nosso rumo costumeiro de volta. Um passeio muito bom, um lugar novo e interessante. Pretendo voltar. Valeu! Mais um sábado daqueles.

Abaixo algumas fotos na sequência dos fatos do rolê de hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Hoje foi dia de ir até a Tenda do Umbú

Hoje cedo já dava para perceber de que o dia seria sensacional. Um sol bonito e brilhante, somado a uma temperatura ideal para andar de moto. Perfeito! Então sem perder tempo, liguei para o meu chapa, o Pretto, e em meia hora já estávamos montados nas motos, abastecidos e partindo para a estrada mais uma vez.

O plano era ir até a região de Picada Café, na Tenda do Umbú, que é tipo um dos tradicionais pontos de encontro de motociclista aqui no estado. Resolvemos que iríamos parar no caminho para tomar e comer alguma coisa rapidamente e seguir viagem. Também fizemos uma segunda parada em um posto de gasolina em Novo Hamburgo, queríamos ver se o Vladi já havia respondido a nossa mensagem de celular, sobre o rolê de hoje e se ele iria se juntar a nós no meio do caminho, vindo de POA. Nada. Nenhuma resposta, então seguimos o roteiro como o estipulado.

Uma viagem tranquila e como já disse, um dia muito bom para andar de moto. Chegando na Tenda do Umbú, tudo OK, como de costume e dessa vez tinha mais gente, aliás, muito mais do que nas últimas vezes em que estive por lá.
Bom isso.

Ficamos um tempo por lá, descansamos, batemos um papo e sempre, tem muitas motos interessantes e diferentes para se dar uma conferida bem de perto, trocar uma ideia com outros motociclistas, esse tipo de função – o que já vale o rolê. Na volta outra vez tudo certo.

Sobre o trajeto de hoje, gosto bastante da parte de Novo Hamburgo em diante, quando começa a subida da serra na direção de Ivoti e Dois Irmãos, onde a paisagem ao redor muda e bastante, muito por causa do relevo e das várias curvas, mas creio que o toque principal são mesmo as árvores de plátano, nos dois lados da pista. Dá uma sensação muito boa andar de moto por essa estrada.

Enfim, outro dia incrível, por aí, na estrada.

Abaixo algumas fotos da trip de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Harley’s Day em Carlos Barbosa (RS)

Então finalmente chegou o dia do esperado Harley’s Day (ao menos para mim), em Carlos Barbosa / RS. O evento já era para ter acontecido há duas semanas atrás, mas teve de ser transferido para a data de hoje em função de uma “chuvarada” que ocorreu naquela vez. Creio que foi mesmo melhor assim, afinal o cara fica aguardando esse baita evento que acontece apenas uma vez por ano, então tem mesmo que ser realizado em um dia viável, sem chuva ao menos.

E por falar nisso, hoje foi um belo dia. Apesar de ter amanhecido com um tímido solzinho e somente depois até tomou ares do que poderia ser um belo dia de sol sem chuva. Uma breve conferida no clima/tempo do celular e – nah! Nada de marcar chuva para hoje. Eu e o Pretto já havíamos combinado de sair por volta das 10h da manhã, foi uma viagem tranquila pela Rota do Sol até Carlos Barbosa. Ah! Teve bocaberta num caminhão, perto de Lajeado, que propositalmente nos cortou a frente por duas vezes, mas OK (não vou aqui entrar em detalhes desse perrengue), relevamos essa palhaçada e seguimos de boa, sempre em frente.

Chegamos cedo no evento, por volta das 11h e cada vez mais gente ia chegando de moto. Tudo que é tipo de HD. Uma incrível festa.

Sou suspeito em comentar isso, mas curto bastante esse evento do Harley’s Day em Carlos Barbosa – essa foi a 4ª edição e a minha terceira participação (não pude comparecer na primeira edição). Como de costume, trata-se de um evento muito bem organizado pelos “gringos” locais. Estão de parabéns!!! E sem dúvida me parece que está cada vez melhor. O local é sensacional, tem um belo e grande espaço na praça central da cidade, que é muito bem aproveitado pelo o público. Conta com um boa estrutura, várias tendas de alimentação e também de outras coisas relacionadas ao mundo HD e das motos custom. Tem um gramado bacanudo e boas bandas de rock tocando o tempo todo e o melhor, muita mulher bonita!
Tá…. Também tem motos Harley Davidson bonitaças (é claro), em um grande estacionamento ao redor da praça, o que sem dúvida alguma rende um belo e demorado passeio de observação – para quem curte motos.

Não tenho muito mais o que comentar, é sempre um dia muito bem aproveitado, é de encher os olhos com tantas coisas boas e bonitas. Vale a viagem.

*Abaixo algumas imgs da empreitada de hoje

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Viaduto 13 (Vespasiano Corrêa)

Em final de semana de carnaval, com tempo livre e fazendo um belo e agradável dia de sol, nada melhor do que pegar a estrada de moto. Resolvi então dar uma esticada até Vespasiano Corrêa (RS), no famoso viaduto 13. Já estive outras vezes por lá, mas sempre é um bom passeio.

Sai no começo da tarde, segui na direção de Lajeado, depois Roca Sales, Encantado, Muçum e por fim, Vespasiano Corrêa. Uma cidade pequena mas muito agradável. Aliás, curto muito essas cidadezinhas dos arredores da serra gaúcha.

No caminho resolvi chegar em um mirante que há em uma pequena entrada, na beira da estrada, acho que logo depois de Muçum (não tenho certeza agora). Acontece que já tinha visto uma sinalização para este, em uam outreo viagem. Hoje, sem pressa alguma, resolvi sair da estrada e ver esse lugar. Tudo tranquilo, um mirante com uma Santa (não lembro o nome dela – sorry!), que tem uma bela vista para a cidade e o rio, logo abaixo. Não tinha ninguém no local, que mesmo perto da estrada era um pouco isolado, e sabe como é – isso as vezes é preocupante. Sempre é bom estar seguro. Dei um tempo, curti o lugar mas tinha meu roteiro para seguir em frente. Ah! Numa próxima vez, pretendo também desviar do caminho da RS129 (Lajeado – Guaporé), e dar uma conferida no caminho que leva até o topo do Morro Gaúcho.

Segui em frente, tudo certo e tranquilo. Logo estava no pórtico de Vespasiano Corrêa – cara, como gosto dessa entrada da cidade, muitas árvores de ambos os lados, uma estrada sinuosa e muito bonita! Assim que se chega na cidade, rapidamente se toma uma rua lateral, anda e até um desvio, que depois vira uma estrada de chão batido, que leva enfim, até o Viaduto 13. O caminho é bem sinalizado, mas a estrada agora tem mais aquela cara de pavimentação de colônia, com muitas britas soltas (cuidado nas freagens) e como são inúmeras curvas em clima de constante descida (por vezes bem íngreme até) – é bom tomar cuidado nesa hora. Mas não tem erro, é seguir sempre em frente, prestar atenção nas placas das bifurcações e tudo resolvido. Pimba! Logo se tem o imponente viaduto a sua frente.

O local é muito interessante e como hoje é um final de semana de carnaval, de feriadão prolongado e tal, haviam várias pessoas acampadas por lá. Aproveitei e dei algumas voltas além dos lugares que havia conhecido, nas vezes anteriores em que estive por lá. Por último subi pela estradinha lateral, até o topo, no viaduto propriamente dito. Daí era só curtir a paisagem, algumas fotos e aquela coisa toda de caminhar pelos trilhos, lá no alto.

Aproveitei paras descansar um pouco do sol, que estava forte naquela hora. Depois foi voltar para casa. Antes uma passada em Lajeado para comer algo e repor os líquidos – afinal, estamos em pleno verão e a coisa é forte….rsrsrsr.

Mais um sábado bem aproveitado viajando de boas, de moto por aí.

*Como normalmente faço, abaixo algumas imagens da empreitada da vez. Procuro publicá-las na ordem dos fatos e acontecimentos. Também coloco imgs de estrada para assim dar uma melhor ideia do tipo de terreno que a viagem apresenta. Isso serve mais para o caso de alguém se pilhar de também resolver fazer essa trip. Então já tem assim uma boa ideia do que irá encontrar pela frente (paisagens, terreno, tipo de estrada, etc.). Eu tambémm vejo blogs e sites de outros motociclistas, o que é muito bom para dar ideia de lugares interessantes para se conhecer. Flw!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Chuva de verão

Com um sábado de clima bem ameno, nada daquele calor exagerado das última semanas (ufa!… ainda bem.), bem convidativo para uma volta de moto. Só que dessa vez o Pretto, grande parceiro desse tipo de empreitada, está lesionado. Se machucou jogando bola essa semana, inclusive tem andado de muletas (poucos dias), ou seja, nada de motocas por enquanto. Mas ele está bem e com certeza vai estar novamente inteiro em breve. Andei sozinho hoje.

Recebi de bônus ainda uma boa dica para o rolê de hoje, aliás, do próprio Pretto – um encontro de Harley Davidson em Garibaldi. Era sim uma boa pedida, mas acontece que não sou um cara lá muito sociável para ir num encontro desse tipo, sozinho. Aliás, como já mencionei aqui várias vezes – não sou muito da vibe desses encontros de motociclistas. Deixei passar.

Gosto é de andar de moto! É isso. É bom, é terapêutico, é libertador e acima de tudo, incrível! Mas “muito” papinho e chalaça de moto prá cá e prá lá, às vezes me incomoda. Conversa de moto é bom, com “os amigos”, não com pintas esquisitas e metidas. E como tem gente assim – andei a tantos por hora em tal lugar / fiz uma curva assim / fiz uma ultrapassagem assim / passei todo mundo / fui naté tal lugar em tantos minutos / bláh…bláh..bláh.  Me afasto e deixo lá falando e contando suas glórias. Aliás, se você perceber nas conversas de motociclista, todo mundo é um excelente piloto, o pica das galáxias. Já notaram?
Daí depois um desses tu vê o cara andando e pensa… humm… tá bom então… kkkkk (*Mas ok, quem sou eu para julgar!?)

Enfim, vamos voltar ao papo de hoje aqui no blog. Aliás, aproveitando a deixa, cabe mencionar de que procuro aqui relatar e ilustrar o rolê de moto do dia e na boa, não é para me aparecer ou coisa do tipo. Isso não me torna mais ou menos phoda do qualquer um que ande de moto. cada um tem lá os seus interesses e vontades. Foda-se!

E agora vou lhes contar um segredo.  Isso aqui na real tem um propósito bem básico e definido para mim- “Cada relato dessas viagens, grande ou pequena – que seja, serve como um registro pessoal, que depois posso acessar em qualquer plataforma. Fica muito mais fácil eu acessar esse blog em qualquer lugar ou momento, por um celular ou computador em qualquer lugar e assim mostrar alguma determinada imagem de viagem, local, moto ou detalhe que fotografei e o escambau, para alguém. Muito mais prático e melhor do que ficar catando inúmeras fotos em meu celular ou meu computador pessoal. Sacaram? Um arquivo pessoal de fácil acesso em festas, churrascos e chalaça com os amigos, que volta e meia me perguntam dessas viagens.

Bem, foda-se! De volta ao rolê de hoje. Saí com o céu bem claro, dia bonito e com uma temperatura prá lá de agradável para andar de moto. Havia também cuma certa possibilidade de chuva mas não levei fé nisso. O plano inicial era ir até Pantano Grande/RS e tomar um café no Raabelândia. Sim, volta de moto tem de ter uma parada para um café na jogada. Uma regra pessoal. Curto fazer paradas em viagens. A vida é breve e convenhamos, de moto é bem prático e legal de parar em qualquer lugar.

Há um bom tempo não fazia esse trajeto. Sai em direção de Santa Cruz do Sul pela RS 287, optei como de costume por um caminho maior (gosto dessa volta), ingressando pela RS 412 (viaduto / Vera Cruz -RS) seguindo até a conexão com a 471, para seguir então na direção de Rio Pardo e depois Pantano Grande. Só que não foi bem assim.

Chegando perto de ingressar na 471 o tempo fechou e um nuvem solitária e bem irritada pelo jeito, resolveu desabar um aguaceiro onde eu estava rodando. Por sorte eu já me encontrava perto do viaduto (perto da Expoagro Afubra) e pude me abrigar embaixo da ponte. Interessante foi que em seguida vieram outros motociclistas também. Todos com a mesma intenção, ou seja, escapar da chuva. Uns com mais ou menos sucesso do que os outros. Dei um tempo ali, conversei com os outros caras que ali pararam, trocamos uma ideia e assim que a chuva passou, cada um retomou o seu caminho. Claro que haviam mais nuvens assim espalhadas pela frente, uma mistura de céu com bastante sol e algumas manchas cinzentas escuras, aqui e ali. Resolvi voltar, com certeza se seguisse em frente em algum momento tomaria um banho de chuva. Como não sai de casa preparado para esse tipo de coisa, então não era bom abusar da sorte, visto que há pouco havia me escapado de um belo banho de chuva. Me molhei, mas foi pouca coisa. Chuva de verão.

Esse então foi o rolê interrompido de hoje. Tudo bem, de certa forma foi divertido buscar escapar da chuva. Sempre se aprende algo (alguma lição) e ainda tem um quê de aventura em duas rodas.

*Alguns retratos de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Um rolê bem sério

Com o clima por aqui se mantendo no modo “nublado” e assim dando uma boa amenizada no calor infernal que esteve fazendo nos últimos dias, novamente a ideia foi de aproveitar para pegar a estrada de moto. Dessa vez o roteiro do rolê foi por uma estrada de chão batido mesmo, off-road (nada muito pesado), mas totalmente fora do esquema habitual de asfalto.

Resolvi ir até a cidade de Sério (RS), seguindo apenas por caminhos do interior de Venâncio Aires (RS) até lá, o que dá cerca de uns 70 km – ida e volta (logo no começo tem um trecho asfaltado, mas depois muda). Uma viagem muito bonita entre belas paisagens rurais, passando pela localidade de Santa Emília (ainda V. Aires), com os tradicionais campos, plantações, pastagens de gado, cachorro correndo na beira da estrada, “bolichos”, gente que passa e te cumprimenta cordialmente (coisa boa!), igrejas, salões de festa, riachos, açudes enfim, um incrível trecho de colônia e um pedaço da nossa serra gaúcha – que aliás, é fantástica! Se fosse bem explorada turisticamente essa nossa região, teríamos por aqui também belos cenários de montanha. Tanto que o trajeto de V. Aires até lá a grosso modo, é basicamente de subida.

Já havíamos feito esse percurso ano passado, não lembro agora ao certo quando foi, mas eu, Pretto e o Vladi (a gangue do Atacama…rsrsrsrs), subimos até quase chegar em Sério, quando lá pelas tantas um prego furou o pneu da moto do Pretto. Mas então foi aquele perrengue todo na função de arrumar uma ferramenta emprestada, tirar a roda, levar até uma borracharia, voltar, recolocar o roda e ajustar tudo. E assim, num piscar de olhos se foi a tarde. Deixamos para uma próxima.

Hoje deu tudo certo, foi tranquilo, sem pneu furado e resumindo a coisa toda, uma boa trip. Esse é o tipo de viagem que te deixa satisfeito de andar de moto por lugares tão interessantes e melhor, perto de casa. Fica a dica.

Como de costume segue abaixo uma série de fotos dessa empreitada de hoje.
Fiquem em paz. Grande abraço!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Passeio de índio

Como fazia tempo que não postava nada sobre algum passeio de moto por aí, hoje aproveitando o dia e o final de minhas férias, tempo nublado e a grata amenizada que deu no clima, de calor infernal que tem feito por aqui nos últimos dias, fui dar um rolê básico, aqui por perto mesmo. Nesse entrevero de pegar a estrada e tal, na volta estive de passagem pelo Parque da “Gruta dos Índios”, em Santa Cruz do Sul (RS).

Fazia tempo que não passava por lá. Se você é de fora e não conhece o local, então fica a dica de quando vir ou passar por Santa Cruz do Sul. Fica então como uma de dica e divulgação do local para visitas e um bom relax. É um parque bem estruturado e cuidado, bastante arborizado, mata nativa, restaurante, banheiros, mesas e churrasqueiras, uma pracinha, caminhos para trilhas e passeios, até um laguinho. Ah! e a tal gruta dos índios. Vale a visita, hein! Um lugar calmo e tranquilo (quando não tem excursão), belo contato com natureza e bem perto do centro da cidade, por mais incrível que pareça.

Da trip de hoje vou postar apenas imgs do parque, no mais, era só estrada e os mesmos caminhos que seguido percorremos aqui perto.

Flw. Até a próxima.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Carlos Barbosa / Banidos do Inferno M.C. – 3 anos

Hoje foi dia de subir a serra gaúcha junto com o Pretto até Carlos Barbosa (RS), para o evento de comemoração de 3 anos dos Banidos do Inferno M.C.. O mesmo esquema de sempre, V. Aires até Lajeado, depois a Rota do sol até Carlos Barbosa (Desvio Machado) e pimba! Viagem tranquila, saímos ainda pela manhã, dia bonito de sol mas com um vento bem bacana, só para dizer que o verão e o calorão ainda não se estabeleceram de vez. Boa, melhor assim.

Chegamos no local (um bom lugar para um encontro de motociclistas) e o evento já estava em andamento, prá falar a verdade já era quase hora do almoço. E o que posso dizer é que tinha bastante moto custom, a maioria eram HD’s e também muita gente supimpa, show de rock e um excelente almoço com galeto e churrasco. E uma coisa é certa, o pessoal de lá sabe fazer uma boa festa! Sendo que também rola por lá o já famoso evento anual “Harley’s Day”, que é organizado pelo mesmo pessoal. Parabéns!

Na volta tudo tranquilo e ainda resolvemos mudar o roteiro, passamos pelo caminho de Imigrantes e Colinas, que aliás, é um trajeto fantástico (fica a dica). E na chegada ainda teve a tradicional resenha com  os amigos.

Mais um sábado daqueles. Valeu.
Já pelo ano que vem na comemoração dos 4 anos.
\m/

*Ah! Em tempo. Curti bastante o setlist de músicas que estava rolando na festa, coisa bem diferente dos habituais “Creedence e AC/DC” que rola em tudo que é encontro. Nada contra essas bandas, sou fan também, mas não precisa ser sempre a mesma coisa! Muito bom isso. Ainda bem.

*Confira algumas fotos do rolê de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Depios de vários dias de céu cinza, então um sábado de sol

E o final de semana chegou depois de vários dias de chuva ou então nublado, um sol bonito já dava as coaras logo cedo pela manhã. Bom sinal!
No começo da tarde já estava pronto para pegar a estra a estrada, não fui muito longe, até porque estou em modo econômico nos últimos tempos – (projetos futuros), mas não dá para deixar de andar de moto. É muita vontade.

Como hoje eu estava sozinho na empreitada sai com mais calma e sem pressa alguma. Estava muito bom tomar um sol andando d e moto no asfalto. Sério, isso é realmente muito bom aqui no sul nessa época do ano (inverno), ainda mais depois de vários dias escuros e sem graça.

Passei primeiro por Cruzeiro do Sul, depois rumei para Lajeado e segui até Estrela. Essas cidades ficam bem próximas umas das outras, mas sempre é interessante chegar e dar uma volta. Inclusive hoje procurei não passar nos locais de costume, quando circulo nessas cidades.  Também hoje fiz bem pouca fotos do rolê, sei lá, acho que foi preguiça mesmo e na real, estava mais afim de curtir a a moto e a estrada. Como se diz por aqui: – “lagartear no sol” (só que de moto).

Enfim, um volta interessante, bem tranquila e mais um sábado bem curtido de moto. Thanks!

Abaixo algumas fotos:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Até o Viaduto 13

Depois de algum tempo teremos por aqui novamente fotografias do rolê do dia. Como o Vladi e Fabi nos avisaram que viriam de POA este final de semana, então eu e o Pretto combinamos um uma viagem diferente dessa vez. Resolvemos ir até o Viaduto 13 (Ferrovia do Trigo), em Vespasiano Corrêa (RS) – uma construção da época da ditadura militar

Um pequeno entrevero atrasou a nossa saída na tarde, uma chave que o Vladi não encontrava, mas tudo resolvido. Logo estávamos no caminho de Lajeado e depois no rumo de Encantado, Muçum e finalmente Vespasiano Corrêa. Um dia de sol bonito, muito bom para andar de moto, achei até que seria frio, mas não, estava até quente (passei calor na ida – Na volta tudo bem). Foi uma viagem tranquila, nada de anormal, apenas as coisas de sempre, tipo carros que estão a nossa frente e não dão sinal de pisca (seta).

Antes mesmo de se chegar na dia base do viaduto, tem uma estrada de chão batido muito legal, com vários relevos altos e baixos mas bem compacta e lisa. Essa parte off-raod foi muito boa hoje. Sem falar depois na emoção que é descida íngreme e de piso de brita solta, que aliás, é bem perigosa – fácil de numa freada mais brusca a moto escorregar o cara ir ao chão. Mas tudo bem, assim mesmo é que a coisa fica divertida.

O local é bonito, bacana o rio que tem ali. Algumas fotos na base, um pouco de conversa e resolvemos subir até o topo do viaduto, onde estão os trilhos, literalmente. Outra subida numa estrada de chão batido e logo se está no topo. Não sou muito chegado em “alturas” mas tudo tranquilo dessa vez. Caminhei com a galera pelo viaduto, lá no alto e tudo beleza. Creio que nem era necessário mencionar, mas lá vai, uma vista sensacional dos morros e do rio lá em baixo. Também não teve nenhuma preocupação do tipo: – Ah! Se o trem vem e a gente está aqui em cima? Tudo de boa, daria para escutar e até mesmo tem uma área de escape na beirada de ambos os lados dos trilhos. Entramos um pedaço para dentro do túnel, mas não fazia muito sentido seguir em frente no escuro e tal. Não sei dizer a extenção do viaduto e nem também a do túnel.

Uma pesquisa rápida:
Foi construído pelo 1º Batalhão Ferroviário do Exército Brasileiro durante a década de 1970, tendo sido projetado desde o final da Segunda Guerra Mundial, pela empresa Serviços de Engenharia Emílio Baumgart (SEEBLA). Com seus 143 metros de altura e 509 de extensão, foi inaugurado pelo então presidente Ernesto Geisel em 19 de agosto de 1978, é o maior viaduto ferroviário das Américas e o terceiro mais alto do mundo, superado apenas pelo Viaduto Mala Rijeka, em Montenegro, de 198 metros de altura, e a ponte de Beipanjiang, na China, que possui uma altura de 275 metros.

A volta também foi tranquila, chegamos já estava escuro e asism foi mais uma tarde de moto muito bem aproveitada com os amigos. Até a próxima.

*Abaixo como de costume, algumas imagens do rolê de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Um dia de muito frio mas também dia de moto

Mesmo com a manhã de hoje sendo uma das frias do ano até então, com os termômetros beirando a casa dos 0º, o sol deu as caras e desde cedo dava pintas de que seria um belo dia. Já mencionei anteriormente de que o frio não importa muito para quem gosta de verdade de andar de moto e assim foi.

No começo da tarde, já pensando em aproveitar o calor do sol, eu, Rafa e Luiz Carlos já estávamos a postos para mais uma empreitada de moto na tarde. Hoje fomos até Sério e Imigrante, e claro, passando por Lajeado antes e tendo a a volta pela Rota do Sol. Mesmo com um dia frio basta se agasalhar adequadamente que está tudo bem para andar de moto. Tendo o sol por companhia o trajeto todo, foi mais uma tarde bem aproveitada em nosso rolê de moto.

Tanto na ida como na volta tudo transcorreu bem. Teve  também uma parada para café, para aquecer os ânimos e trocarmos uma ideia como de costume. Um rolê tranquilo, super de boas e com belas paisagens ao longo de todo o trajeto. Valeu! Sempre é bom passar novamente por essa região.

*Abaixo algumas imagens desse passeio e sempre naquele esquema de ser na ordem e sequência dos fatos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Um rolê prá lá de rock’n roll

Hoje foi dia de acordar cedo e encarar de frente a friaca que fez pela manhã, pegar a moto e ir até Porto Alegre para visitar o amigo Vladimir. Um rolê bacana e mesmo com esse clima frio da manhã, valeu a pena. Aliás, quem curte andar de moto não 0pode ter medo de frio e calor, nem nada disso.

O bom foi que dessa vez não havia cerração no caminho. Eu e o Pretto saímos cedo e mesmo que ambos estivéssemos bem equipados para o frio, as luvas não deram conta do recado no começo. Nada que uma costumeira parada no caminho para um tradicional café, não ajudasse a superar a situação. Com isso o sol também já tomou fôlego e foi ficando mais forte. Seguimos em frente, passamos pelo templo sagrado – a Arena do Grêmio e fomos até o encontro do Vladi. Demos alguma voltas pela cidade e fomos almoçar na cidade baixa num local muito maneiro que o Vladi nos levou.

Após um farto almoço era chegada então a hora de finalmente conferirmos de perto no Barra Shopping Sul a Exposição “Beatlemania Experience”. Um evento muito bacanudo, que mostrava todas as fases da história dos Beatles. Realmente uma bela experiência pela história dessa incrível banda. Havia muitas fotos, posters, revistas e cartazes de shows da época, capas de LPs, réplicas dos instrumentos e de várias de suas roupas originais. Havia até uma sala com interação em 3D (para a pessoa se sentir como se estivesse em um show da banda), também é claro, como o esperado, diversos produtos antigos com a marca dos Beatles. Sensacional. Uma verdadeira viagem no tempo.

E tudo isso ainda num clima muito bem elaborado, com uma decoração pertinente a cada período da banda, como uma recriação do clima do The Cavern Club, bem como do Submarino Amarelo e outras tantas “referências” de locais e temas clássicos da banda andou. Sempre com muitos dados de turnês, shows e uma enorme montueira de quinquilharias dos Fab Four.

Muito bom mesmo. Essa exposição em Porto Alegre (RS), vai até o dia 12 de junho – fica a dica!

Depois disso era hora de voltarmos para casa. Nos despedimos de nosso anfitrião, marcamos novas empreitadas e assim a vida segue o seu curso. Sempre curtindo bons e divertidos momentos com os amigos, traçando novos planos e empreitadas de moto. A viagem  tanto de ida como a da volta foi tranquila. Enfim, mais um daqueles dias especiais muito bem aproveitados e que com certeza ficarão na memória, junto ao arquivo do bons momentos. Valeu!

*Abaixo algumas imgs do rolê thunde-mega-blaster-bacanudo de hoje.
Não é preciso ir longe para ser feliz.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pelo interior até Sério

Neste final de semana de Dia das Mães, o Vladi apareceu em Venâncio Aires e então o nosso rolê de moto foi naturalmente por uma opção mais off road. Hoje fez um belo dia de sol e com um clima super agradável para andar de moto.

Como de costume nos encontramos (eu, Pretto e o Vladi), logo no começo da tarde e sem muita perda de tempo e frescura resolvemos que iríamos até a cidade de Sério /RS, mas fazendo um trajeto através do interior de Venâncio Aires, até lá. Um caminho que tem a subida pela nossa serra e conta com uma sucessão de belas paisagens (fica a dica!). Paramos uma vez que outra para pedirmos alguma informações – tem várias bifurcações nas estradas deste caminho, o que torna fácil sair do rumo lá pelas tantas. Mas tudo certo, na verdade o caminho era bem mais fácil do que imaginávamos.

Como tudo na vida tem uma primeira vez, hoje deu ruim. Lá pelas tantas, já quase chegando na cidade de Sério, furou o pneu traseiro da moto do Pretto. Um prego! Avaliamos a situação e o que fazer, resolvemos que o Vladi ficaria junto com o Pretto enquanto eu seguiria em frente à procura de uma borracharia. Não muito longe dali encontrei um salão de festa com uma cancha de bocha lotada de gente – coisa bem normal em finais de semana, aqui no interior de nossa região. Parei pedi informações (fui bem atendido – valeu pessoal!) e me indicaram mais adiante a casa de um borracheiro. Fui até lá mas ele não estava, tinha saído para visitar um parente. Seguindo adiante encontrei um rapaz junto com um homem que estava de trator junto a beira da estrada. Novamente pedi informações e dessa vez um rapaz (Lucas), se ofereceu para ajudar mas teríamos de passar antes na casa dele para pegar algumas ferramentas.

De volta para junto de onde estava a moto do Pretto, tiramos a roda traseira e então eu, junto com o Lucas de carona (que carregou a roda), seguimos até Sério em busca de uma borracharia. Não foi difícil de encontrar mas tinha um porém, estava fechada. Putz!

Mas essa coisa de cidade pequena tem também as suas vantagens, batendo na porta de um vizinho descobrimos que o filho do borracheiro, um garoto de 13 anos, que trabalha com o pai poderia nos atender e fazer o tal reparo. Tranquilo. Em seguida lá estava o garoto metendo a mão na massa, fazendo o reparo na camara de ar. Vi que havia uma moto de trilha no fundo da oficina, descobri que era dele mesmo e daí a conversa já ficou mais interessante. Ele rapidamente aprontou o serviço (que foi bem feito) e assim podemos trazer de volta a roda até a moto, para ser instalada novamente. Para mim isso tudo foi bem rápido, mas pelo jeito para o Pretto e o Vladi a coisa foi demorada. Ficaram lá parados à beira da estrada de colônia por um bom tempo. Mas tudo bem, faz parte. Algo tinha de ser feito e foi o melhor possível ali naquele momento e situação.

De volta, recolocamos a roda (nunca havíamos feito isso), o que de qualquer forma foi interessante, porque já está valendo como experiência e aprendizado. Tudo certo, agradecemos a ajuda do novo amigo Lucas, deixei ele em casa e seguimos então de volta para V. Aires.

Apesar de tudo não tem como dizer que não foi uma bela tarde de aventura mesmo com essa função do pneu furado. O dia estava muito bom e a viagem até a hora de nossa parada estava incrível. O mesmo depois, quando da volta. Muito grato pela pareceria e mais um dia incrível de moto por aí.

A lição do dia foi ver dois garotos que, cada um a seu modo, nos prestaram um grande favor, foram prestativos e grato por descobrir que tem garotada gente boa por aí. Valeu gurizada! Agradecido também por mais uma sábado incrível na companhia dos amigos.

*Confira abaixo algumas fotos dessa trip do dia:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Uma parada aqui pertinho na cidade histórica de Rio Pardo

Então chega o sábado, dia oficial do rolê de moto mas o céu estava cinza e com aquela cara de que poderia começar a chover a qualquer momento. Confesso de que desta vez nem pesquisei em algum site do clima/tempo, combinei com o Rafa o passeio e fim de papo, era isso, foda-se a chuva.

Hoje também foi dia de passar pela primeira vez no novo viaduto junto ao trevo de Santa Cruz do Sul /RS – (RS-287), obra recentemente liberada depois de um bom tempo em construção. Me pareceu que ficou legal e acredito que deva facilitar bastante o fluxo por ali.

A nossa ideia inicial era de irmos até Pantano Grande /RS, mas resolvemos mudar o foco dessa vez e seguirmos apenas até Rio Pardo /RS, claro, alongando um pouco o trajeto indo pela RS 412, depois de Vera Cruz /RS, para então retomar o caminho normal de ida até, que seria direto pela RS-471. Com isso acabamos fazendo a nossa tradicional parada no Autódromo de Santa Cruz do Sul. Dessa vez não tinha nenhum carro ou moto na pista, estavam era em obras e manutenção em vários pontos do local. Acho que terá uma prova do calendário da Stock Car em breve por lá. Demos então uma passeada pelos boxes, pátio interno da pista alguns outros locais do autódromo.

Já em Rio Pardo, dessa vez optamos por entrar na cidade e conhecer o centro histórico. Assim mudamos um pouco a situação, porque toda vez que vamos até lá a gente visita a região da beira do rio, que é bonita e interessante também, mas hoje resolvemos mudar o itinerário. Aproveitei para mostrar para o Rafa a rua da Ladeira, que é a rua calçada mais antiga do Rio Grande do Sul, reconhecida inclusive como patrimônio histórico do Brasil.

*Curiosidade: a rua foi calçada por mão escrava em 1813 (205 anos), e que segue o modelo de construção e engenharia da Via Appia Romana, com o escoamento no centro do calçamento. A rua foi visitada por ilustres personagens da nossa história, como a Princesa Isabel, Dom Pedro II, Conde D’eu e Getúlio Vargas.

Depois de visitar a Rua da Ladeira passamos pelo histórico prédio da Prefeitura de Rio Pardo (aliás, prédios antigos e históricos é o que não falta por lá)  e uma quadra logo acima, a Capela de São Francisco de Assis. Fato interessante é que bem na porta fica o túmulo datado de 1831, que é do Capitão dos Dragões Felisberto Pinto Bandeira. Segundo me contou a moça do museu que lá, ele foi uma pessoa muito má em seus tempos de comandante e que nos seus últimos momentos de vida pediu para ser sepultado ali mesmo, justamente a entrada da Igreja, como uma espécie de castigo ou penitência. Sendo assim até os dias de hoje, todo mundo pisa sobre o seu túmulo ao passar por aquela porta.

Em seguida estacionamos junto a uma das rua centrais, demos uma volta a pé e acabamos descobrindo uma cafeteria sensacional, chamada – O Cruzeiro. Lugar bonito e agradável, onde fomos muito bem atendidos e tomamos um ótimo café. Fica a dica.

Após a parada para o tal café mais um pouco de caminhada pela cidade. No caminho de volta, uma passada também pelo centro da cidade de Santa Cruz do Sul aliás, cada vez mais bonita! E então o trajeto de casa.

Novamente uma passeio de moto bacanudo. Grato ao Rafa pela parceria dessa vez e vamu-qui-vamu.

*Ah! Cada vez mais sinto vontade de mudar de cidade. Venâncio Aires é uma bosta de lugar. Muitas pessoas escrotas e cretinas. Tenho dito.

Aqui algumas imgs do rolê de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Don’t kill my vibe

Não sei se você já percebeu mas seguido posto aqui fotos de minhas viagens de moto prá lá e prá cá, trips que algumas vezes são para longe ou então bem perto, tanto faz. A intenção aqui não é me gabar, me mostrar ou aparecer (aliás apareço bem pouco nas minhas fotos), mas é para “quem sabe”, lhe dar o seguinte recado:

– Saia do sofá! Tem vida lá fora, muita coisa bacana, bonita e interessante para ser descoberta. Conhecer novos lugares, conversar com pessoas estranhas que você jamais imaginou que iria conhecer, saber de histórias sobre coisas, pessoas ou fatos históricos, comer e beber coisas diferentes, ver a vida por um novo ângulo.

E para isso nem precisa ser aquela viagem tradicional de anúncios de pacotes turísticos (hey! nada contra isso), mas pode ser uma coisa bem simples e com uns poucos trocados no bolso, já se pode fazer uma bela trip. Não precisa ser de moto como normalmente eu faço, pode ser de carro, vá sozinho, com a família, namorada ou então junte alguns amigos, colegas, sei lá, mas vá… Afinal de contas, qualquer viagem por mais curta que seja já é um novo passo. Um passo à frente. E depois mantenha o ritmo, dê então mais passos e quando menos esperar você já terá uma boa “milhagem” de novas histórias na sua vida. E acredite, é bastante recompensador. E já aviso, vicia!

Tire a bunda do sofá, saia de casa e vá conhecer a sua região, tem todo um grande universo ao seu ao redor. Muitas vezes nessas cidades pequenas tem tanta coisa interessante para lhe oferecer. Basicamente em toda cidade tem uma praça. Sente lá, procure uma sombra, tome um chimarrão quem sabe? Coma um pastel de uma lancheria meio esquisita, isso não importa, mas aventure-se. A vida é curta, então “curta” a sua vida.

Ouse. Conheça novos lugares. Com ou sem planejamento prévio (às vezes não estar preparado/planejado, é a melhor coisa que existe). Saia por algumas horas apenas ou então viaje com bagagem para mais dias. Aventure-se!

Anote coisas, fotografe, não fotografe porra nenhuma. Pare o carro/moto em qualquer lugar do caminho que lhe der vontade (claro, estacione em um lugar seguro). Desça, caminhe, suba morros, pule cercas, ande por pequenas trilhas, atire pedra o mais longe que conseguir, cante enquanto dirige, conte piadas para quem estiver junto, sente-se em algum lugar que lhe seja agradável e quem sabe, fique totalmente calado só curtindo a paisagem. É mais ou menos por aí baby! Simples assim.

Eu mesmo, até alguns anos atrás conhecia bem pouco dos arredores da minha região, se muito, umas três ou quatro cidades vizinhas. Sigo e peço dicas de amigos, vejo fotos de trips de outras pessoas e também quero conhecer esses lugares. Depois de algum tempo já conheci “uma penca” de cidades da região e cada vez mais amplio essa lista, curto esse tipo de experiência. Não é preciso viajar para longe para se ter boas histórias. E é muito gratificante sair por aí e conhecer coisas novas a cada viagem. Com o tempo serão tantas histórias para contar de coisas boas e é claro, algumas ruins também. Lugares inusitados, papos com pessoas incríveis e outras muito imbecis (mas faz parte – cuzão tem em todo lugar), mas é justamente isso o que te torna mais forte, te faz crescer.

Enfim. A vida é sua, faça o que quiser. Mas considere, fica o recado e aqui também a torcida para que você crie o seu próprio roteiro, seja lá qual for – apenas não fique aí parado, sentado assistindo a vida passar, só preocupado em likes, cliques ou o quanto você é popular no seu Facebook, Whatsapp ou Instagram.

Keep motor running!
\m/

 

 

Testando

Hoje foi dia de testar melhor na estrada (prá valer) a nova Honda XRE 300. Até então apenas tinha andado com ela na cidade e um breve esticada em estrada secundária de asfalto. Fui inicialmente até Lajeado (RS) e depois resolvi seguir mais adiante, com direito uma entrada em Estrela (RS), na volta. Aliás foi bem interessante, porque há muito tempo não entrava na cidade e ia até a beira do rio. Dessa vez encontrei tipo uma praça com um paradouro, com direito a uma escadaria até a margem. Muito bonito e legal. Aliás, nem nem me recordava mais que existia esse lugar, depois me caiu a ficha de que já estive lá, há muitos anos atrás. Bom relembrar essas coisas!

Andei sozinho hoje, mais na função de matar a fome andando com a moto nova e naquela de pegar suas manhas e macetes, ver como ela se comporta na estrada e em diversas situações diferentes (retas, curvas, retomadas, aceleração, freiadas, etc… essa baboseira toda – mas que é importante). E nesse caso quanto mais andar com ela, melhor. O resultado foi bem interessante e fiquei muito satisfeito. Vai servir muito bem ao seu propósito.

Já de volta, encontrei o Pretto, conversamos sobre a moto e depois fomos dar mais um rolê, foi quando apareceu um amigo dele que é um feliz proprietáriode uma Yamaha 200cc (2T), ano 2000 – que diga-se, está inteiraça e muito bem cuidada. Isso é legal e eu curto. Uma relíquia e que moto bacanuda. Daí a conversa, comom de costume já se estendeu até a noite. Bem, taí mais um belo dia.
Gracias.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Rolê da vez – não muito longe mas bem interessante

Há algum tempo não postava mais sobre os tais rolês de moto de final de semana sozinho ou com a galera. Meio que enchi o saco dessa função. Quanto às fotos? Fotos faço sempre que ando de moto quando nessa vibe de dar um rolê para fora de minha cidade, pode ter certeza. Gosto disso e olhe lá que nem sou um bom fotógrafo. É meio que um hobby, um passatempo, saca? Tanta gente viaja para lugares e faz, ou vê coisas interessantes, mas não registra o momento. Sou daqueles que acha que vale a pena fazer isso. é só um click. É digital a parada, não gasta nada além de bateria. Se ficar ruim. Apaga. Uma foto de merda qualquer pode empolgar a uma outra pessoa em algum lugar e momento em que você nem imagina. Estamos on line sempre baby! A vida é bem maior do que os limites do seu quarto. Ok, mas nem por isso sinto necessidade ou vontade de publicar sempre. Mas hoje foi um dia bem interessante, então achei que valia.

Combinamos ainda pela manhã o horário e para onde iríamos na tarde. Nos encontramos no horário marcado, eu, o Rafa e o Luís Carlos. Inicialmente iríamos até Herveiras, que é um trajeto muito bom e bonito para andar de moto (anote aí – fica a dica). Mas durante o caminho, já no trevo de Santa Cruz do Sul para a entrada da UNISC, resolvemos parar e mudar o nosso trajeto. Fugindo do roteiro original dobramos à direita, rumo à Sinimbu.

O dia estava muito bonito e convidativo para um rolê de moto com os amigos, mas também foi um dia quente. Então para não judiar da carcaça resolvemos diminuir o trajeto da viagem, mas sem com isso perder a vibe de um caminho bom e bonito também. Afinal, andar de moto nesse tipo de empreitada, um dos requisitos básicos é o curtir o trajeto como um todo e não apenas se focar em chegar a algum lugar ou então andar o mais rápido possível – bobagem.

Então nessa de curtir a viagem fomos sem pressa. Hoje ainda mais de boas do que normalmente o fazemos. Foi tudo tranquilo e não teve perrengue algum.

Essa região é muito bonita, com muitas casas antigas no estilo colonial alemão e também boa para andar de moto nos finais de semana, ou seja, sem muito movimento ou então, caminhões na estrada (o que ajuda e muito).

Uma volta pela cidade, que não é muito grande e então parada na praça central da cidade. Claro que tratamos de logo procurar uma boa sombra junto a algumas árvores em frente a um bar. Calma, apenas para um refri beeem gelado (sim, nada de álcool nessa hora). Daí aproveitamos para também para aquele papo todo de motociclista de sempre e depois resolvemos voltar. Na real essa viagem nem é longa, mas vale a pena. Tem gente que não dá bola para coisas boas e bonitas que estão bem de baixo do seu “nariz empolado”. Andam muito longe para nada.

Dessa vez o Luís antes da volta nos sugeriu aproveitar darmos uma passada para uma visita no estande e clube de tiro de Santa Cruz do Sul. Ele é sócio, pratica lá sempre que possível e queria nos mostrar o local. Beleza!

Então já no caminho da volta uma nova mudança no roteiro, entramos em Santa Cruz do Sul e fomos direto até o clube de tiro. Chegamos lá e logo fomos “muito bem” recebidos pelo pessoal. Verde! Muito bem mesmo. O vice-presidente inclusive estava lá praticando e reconheceu o Rafa, que lá pelas tantas até acabou experimentando dar alguns tiros (supervisionado por um responsável, é claro). Muito legal o lugar. Nessa mesma pilha o Luís já se empolgou e também aproveitou para praticar um pouco enquanto nos mostravam o local. Encontrei amigos que nem sabia que praticavam essa modalidade. Bom saber disso. Me ofereceram também para experimentar dar uns tiros com uma espingarda. Ficamos ainda mais um bom tempo por lá e assim acabamos conhecemos todo o local, tanto as velhas como as novas instalações, muito interessante. Taí um local que sempre me deixava intrigado e que gostaria de conhecer. Hoje foi a vez. E o pessoal gente fina prá caramba. Quem sabe ainda não volte lá para algumas aulas, uma hora dessas!??

Depois dessa experiência bacanuda, resolvemos seguir para casa. Cabe aqui mencionar que está uma confusão xaropenta aquela obra no trevo de Santa Cruz, nunca tem fim e cada vez mais cheia de entreveros e desvios.

Chegando em Venâncio Aires, então era a hora do chopp com os amigos e assim celebrar mais um belo e agradável dia de rolê de moto por aí.

Keep on rock. \m/

 

*Abaixo algumas imgs da função de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sol forte e asfalto

O rolê de hoje foi mais no estilo de manutenção mesmo, fui sozinho. Fez um dia de muito calor e por aqui também é feriado de São Sebastião Mártir. Aproveitei para descansar e sair então apenas mais tarde do que de costume, só para dar uma volta, mesmo que curta. Fui até Santa Cruz do Sul, depois passando perto de Vera Cruz pela RS 412 até os fundos do Autódromo de Sta Cruz. Gosto desse trajeto. Aliás, fazia tempo que não passava por ali e agora está com o asfalto cheio de novos remendos (recentes pelo jeito). Hummm.

Ainda na ida uma caminhão boiadeiro me deu um cagaço, simplesmente me cortou a frente quando eu cruzava pelo trevo para Passo do Sobrado – F.D.P.!!!! E o desgraçado me viu, se fez de louco e meteu o caminhão – FDP! Mas sorte que estava ligado (sempre alerta nesses cruzamentos). E sim, o motorista ouviu bastante coisa de mim. E como não bastasse, logo mais adiante, uma tiazinha numa SUV me deu uma bela fechada no momento em que a estava ultrapassando, tudo só porque ela se atucanou de que mais adiante a pista dupla viraria uma pista simples, mas cara… tinha ainda um enorme espaço até isso acontecer. Dava tranquilamente para mais um carro ultrapassá-la nesse tempo, antes de de virar uma pista única. Êta atucanação. Vou te contar, cada uma! Enfim, vamu-qui-vamu e tudo OK (apesar desses cuzões de merda).

No mais tudo tranquilo, só que um calorão danado. Mas a vontade de andar de moto é maior do que tudo isso. Tenho dito.

Uma parada no autódromo, que estava vazio. E aqui digo vazio mesmo, ninguém, ao menos que eu pude perceber. Achei estranho. Mas estava aberto na parte de fora e pude dar um rolê por lá.

Depois segui segui em frente mas já pensando no trajeto de volta, dessa vez passando por dentro de Santa Cruz para uma parada estratégica para um sorvete e curtir o lugar. Aqui um porém – como é legal quando uma cidade tem essas pistas especiais para cilcistas. Acho isso muito bom. Santa Cruz tem no trajeto das redondezas do quartel. Pimba! Pontos preá cidade.

Como o acesso do Grasel está em obras/manutenção, tive de pegar um desvio pelo caminho da AABB, que aliás é uma subida bem legal (mesmo com com suas curvas fechadas e pista estreita). Depois foi só seguir o caminho de de volta prá casa.

Uma boa tarde de sol de verão, claro que de muito calor, mas pensando bem, não poderia ser diferente. Valeu mais uma vez. Grato por esses momentos e as adversidades estão aí para serem vencidas mesmo. \m/

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Tentando escapar da chuva

Mesmo com um clima de chuva e nada favorável ainda na sexta-feira de noite, deixamos mais ou menos combinado que no sábado, eu e o Pretto iríamos até Garibaldi. Também havia tratativas para o Vladi saindo de Porto Alegre nos encontrar pelo caminho. O sábado amanheceu sem chuva mas de cara cinza e de nuvens sinistras pelo céu. Como era cedo, ainda dava para mim dar as minhas voltas antes mesmo de chegar o horário marcado para a nossa saída e até lá conferir se ainda iríamos ou não mesmo com esse clima.

Passei na oficina do Jackson, meu mecânico habitual para deixar com ele umas peças e encontro por lá o Rafa (que não poderia ir hoje com a gente), junto com dois gringos argentinos e suas motos – uma HD Sportster 1200 e o outro com uma BMW GS 800. O Rafa encontrou esse pessoal ontem a noite parado no centro de Venâncio Aires, junto com mais uns 7 amigos, esse grupo está fazendo uma viagem da Argentina até Camburiú, em Santa Catarina, passando por vários lugares interessantes no trajeto. Estavam bem informados quanto a isso. Foram na oficina para um acerto no sistema elétrico de partida da HD, que apresentou problemas durante a viagem. Dica do Rafa.

Um bom momento para uma conversa com motociclistas estrangeiros. Enquanto o Jackson, que é o mecânico dava um trato na HD a gente foi batendo um papo. Eles queriam ir ainda pela manhã até Gramado. Até dei uma dica de um trajeto alternativo mais longo mas tbém bem mais interessante, que marcaram no seu GPS e ficaram de pensar.

Incrível como essa coisa de um ideal comum é muito bacana, foi muito fácil interagir com pessoas que curtem e compartilham de um mesmo interesse comum, ou seja, viajar/andar de moto. Conversamos rapidamente sobre várias coisas, o Jackson terminou o serviço no puro espírito da camaradagem de aventureiro nem cobrou pelo seu trabalho. Os gringos ficaram contentes e agora com o problema da moto deles resolvido seguiram para darem ainda algumas voltas pela cidade, passar na loja do Rafa para uma visita e um chimarrão e depois se reunirem com seus outros amigos no hotel antes de seguirem a viagem. Nos despedimos, desejei boa sorte e uma boa viagem para eles. Gente legal.

Chegando em casa ainda tinha de resolver com o Pretto se nós iríamos fazer a nossa trip até Garibaldi, já que o dia ainda estava cinza e com cara de chuva. Resolvemos seguir o combinado assim mesmo. Nos encontramos, uma rápida conversa enquanto abastecemos as motos e pé na estrada.

Seguimos para Lajeado, depois pegamos a Rota do Sol onde aconteceu o inusitado,  um caminhão de leite a nossa frente tinha um certo vazamento que borrifava ao vento um pouco de leite de vez em quando. Essa meleca impregnou as nossas viseiras do capacete enquanto estávamos atrás do caminhão. Tivemos de fazer uma parada em um posto de gasolina para limpar essa função. Seguimos em frente e chegando na parte do trajeto em que começa a subida de serra o céu escureceu e depois veio uma chuva de leve. Resolvemos parar em um abrigo de ônibus, no trevo de Imigrante (RS) para dar um tempo e ver se a chuva era apenas passageira ou não. Esperamos uns 15min e a chuva passou. Nesse meio tempo, enquanto ainda chovia, o tal grupo de motociclistas argentinos passa por nós em viagem (equipados p/ chuva) subindo a serra pela Rota do Sol, um caminho alternativo e mais longo para seus objetivos mas demonstrando que estavam mesmo com espírito de aventura e afim de rodar e conhecer novos lugares. Mazáh!

Voltamos para a estrada mas o asfalto molhado não ajudou muito, em pouco tempo já estávamos com os pés e calças molhadas. Seguimos assim mesmo. Fomos até Carlos Barbosa (RS), onde almoçamos. Nesse tempo o clima mudou para dia limpo e até o sol resolveu aparecer. Mas ao invés de irmos até Garibaldi resolvemos voltar mas passando por dentro de Teutônia e depois fazermos uma parada na cervejaria Salva, em Bom Retiro do Sul. Um pouco mais de conversa afinal não tínhamos pressa e nem compromisso algum no dia, depois seguimos o trajeto até Lajeado onde paramos para um confere nas vitrine de motos usadas na CNG. Daí era só voltar para casa.

Outro sábado incrível de viagem por aí. Valeu!

*Confira abaixo algumas imgs do rolê de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Um café em Herveiras

O sábado prometia desde cedo, o dia amanheceu com um céu limpo e tranquilo e sem a menor chance de chuva – dia de rolê de moto! Logo depois do meio-dia, sai em direção de Santa Cruz do Sul, havia combinado com o amigo Marcelo Montini de que iria passar lá para darmos juntos um rolê de moto. Aqui cabe a explicação de que o amigo tem uma Honda Shadow 600 vintage, toda originalzona, mas que está sem andar “forte” há mais de ano. Então normal ir aos poucos dando uma esticada na suas andanças. Hoje resolvemos por essa bela máquina para rodar até Herveira/ Barros Cassal.

Depois de chegar em Sta Cruz, nos encontrarmos no trevo da cidade aos pés dos gigantes “Fritz e Frita”, mesmo sem sombra alguma colocamos um pouco da conversa em dia e seguimos em frente. Já mencionei, fez um dia muito bonito de sol e com uma boa temperatura para andar de moto. O único inconveniente eram os fortes ventos que em certos momentos do trajeto chegavam a empurrar a moto um pouco para o lado. Mas tudo bem, desafios assim fazem parte da empreitada. A moto gastou um pouco mais de combustível com isso, mas ok, não acontece toda hora.

Já que Montini não conhecia ainda o trajeto, a função ficou mais interessante, tudo era novidade. É trajeto muito bom e realmente bonito, impressiona mesmo. então fica aquela coisa de dever cumprido, legal que ele curtiu – essa é a ideia, agora que já sabe o caminho vai poder dar os seus rolês por ali quando quiser e com mais frequência.

Foi uma viagem tranquila, fizemos algumas paradas eventuais e é claro que a grande ponte não poderia ficar de fora. É bem alta e tem a sua mureta de proteção baixa (acredito que menos de meio metro de altura), então quando se caminha pela beirada e chega tipo pela metade dela, dá até um certo medo olhar para baixo. A coisa piora quando passa algum caminhão “embalado” descendo o morro, a ponte toda treme. Não vai cair é claro (assim espero), se bem que as minhas pernas também tremem nessa hora, tenho de confessar….kkkkkkk

Depois da ponte seguimos o trajeto até o tradicional posto/restaurante em que normalmente a nossa turma faz a sua parada. O pessoal hoje resolveu ir até o encontro de motociclistas de Charqueadas, por isso não vieram junto para esse nosso rolê. Se tem encontro eu vou para outro lado. Esse é o meu lema.

*Tá, às vezes vou em encontros de motocilcistas sim. Mas só às vezes. E bem raramente. Não curto! Muita chalaça, zerinho, cortação de giro e gente pagando pau de machão lá S.O.A. – menos, né!

Uma parada, sombra, vento, um café na varanda do restaurante (nada de álcool, estamos dirigindo), uma boa conversa, abasteço a moto e então voltamos. Simples assim, tudo tranquilo. Só que um pouco antes chegarmos outra vez no trevo de em Santa Cruz do Sul, a moto do Montini “do nada” apaga rodando em plena estrada. Uma pane no sistema elétrico. Sem outra alternativa, a moto tem de ser empurrada até um posto de gasolina que por nossa sorte, ficava tipo uns 500m à frente. Lá tentamos dar um verificada melhor na moto e pareceu mesmo ser pane elétrica. Vamos rebocar! Começamos então a procura por uma corda e nada. O pessoal do posto até tentou ajudar, mas não rolou. Nesse hora interpelei um rapaz que chegou para abastecer numa caminhonete, perguntei se ele tinha uma corda e ele disse que sim. Ôpa! Prontamente o sujeito foi até a sua caminhonete e de lá tirou várias cordas (estava indo a um acampamento de pescaria) – Sorte 2!
Nos emprestou uma delas que pareceu ter tamanho adequado para a empreitada. Vendo a nossa situação o Robson (o cara da caminhonete), se ofereceu para rebocar a moto do Montini até em casa, que na real não era muito longe dali. Báh! Incrível, demos sorte de encontrar uma pessoa de espírito bom e disposta a ajudar, coisa rara nos dias atuais. Muito grato Robson!

Feito o carreto, moto rebocada até a casa do Montini. Hora de darmos algumas risadas do fato, afinal não foi nada de grave, só um pequeno contratempo mecânico-motocilístico, então tá valendo. Durante essa semana arruma a moto e na próxima já estará alinhando junto no grid de largada outra vez.

Conversarmos mais um pouco e então era hora de eu seguir o meu caminho fazendo o restante da viagem de volta até em casa. Tudo tranquilo e assim que chego outra surpresa, encontro a turma toamndo um chopp – o Rafa, Bolinha e o Professor Jéferson, recém chegados do encontro de Charqueadas. Feito! Me junto ao grupo.

Enfim, mais um sábado de aventuras em duas rodas. E como isso é bom!
Gracias.

*Abaixo algumas fotos de hoje. Minha câmera estava sem bateria, então foram apenas de celular memso (não curto), mas é o que temos para hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O que era para ser um final de semana só de chuva, teve um belo domingo de sol

Já que o sábado foi dia de chuva por aqui, o habitual rolê de moto ficou prejudicado (apesar de assim mesmo ter ido até Lajeado, entre uma chuva e outra), mas hoje o domingo começou bonitaço e bem ensolarado. Se não tem chuva e a vontade de andar de moto era grande, simbora para a estrada.

Saí cedo, logo no começo da tarde, tentando assim evitar todo aquele provável tráfego de volta do feriadão na metade da tarde em diante. Fui na direção de Santa Cruz do Sul e até desse vez entrei na cidade, dei um rolê pelas ruas centrais e depois segui em frente. Passei pelo autódromo, aproveitei para dar uma volta por uma área com uma boa estrada de chão batido ali por perto e depois retornei par ao asfalto seguindo para Rio Pardo. Depois a volta foi num trajeto mais alongada, passando por Vera Cruz e então, enfim, o caminho de casa. Mais um daqueles dias muito bom para andar de moto, ainda mais com este sol e o clima que fez de hoje. E eu que achei que seria um final de semana só de chuva. Beleza! Valeu.

*Algumas imgs do rolê de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Não era prá ter sido assim, mas foi legal

Já na sexta-feira havia combinado com o Pretto um rolê bacanudo para sábado, mas o tempo pelo jeito não quis colaborar com a nossa combinação e o dia amanheceu nublado e pior, a previsão já nos dava a dica de que a chuva viria sim logo mais. Então não teve jeito, deixamos para uma outra oportunidade.

Como o previsto a chuva veio logo após o meio-dia. Veio forte. Azar,me foquei então em outros afazeres em casa mas lá pela metade da tarde a chuva parou, secou a rua e recebo uma msg do Pretto convidando para irmos na festa de 3 anos da Grillu – a skate shopp do amigo Fabrício. Eu disse blz, mas então antes vamos ao menos dar um rolê de moto, mesmo que não indo muito longe, só para matar a fome de andar de moto.

E assim foi, um rolê até Santa Cruz mas que já deu para curtir a estrada. Um pingo e outro no caminho mas não teve chuva. Na volta paramos para um chopp então na skate shopp do amigo, que estava com uma festa bem pegada com chopp artesanal, panchos, brindes, sorteio de tattoo e ainda rolou um palco livre. Baita festa. Muito boa.

Esse foi o rolê de hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Trolado pelo tempo

Novamente final de semana e o momento oportuno de pegar a estrada, só que hoje o sábado amanheceu com chuva, nada muito forte mas o bastante para desencorajar o tal rolê de moto. Com o avançar das horas o tempo mudou, passou modo de “dia chuvoso feio e cinza”, mas sem chuva, o que já basta e é mais do que suficiente.

Depois de um bom almoço tratei de me ajeitar o quanto antes para partir, até porque o tempo não me pareceu que ficaria por muito tempo nessa vibe de “sem chuva”. E na real eu ainda nem tinha um roteiro em mente, o que na maioria das vezes nem importa muito, queria mesmo era “andar de moto” seja para onde fosse. Ride, baby, ride!

Saí cedo e novamente sozinho, peguei a estrada rumo à Santa Cruz do Sul com esse tempo nublado, já pensando em ir esticando o trajeto até Pantano Grande se a chuva assim deixasse. Esse era o mesmo plano da semana passada só que não deu muito certo, me molhei logo no começo antes mesmo de chegar a Santa Cruz do Sul, me deu uma “friaca” e voltei. Aliás, faz um bom tempo que não ando até Pantano Grande, gosto muito desse trajeto. Então hoje fui na mesma pilha e o bom é que não choveu. Fui de boa, sem pressa e curtindo o rolê. Passei por Sta Cruz passando por trás do Autódromo, no caminho de passa por trás de Vera Cruz. Uma chegada na pista, que estava de portões fechados, uma caminhada e resolvi seguir em frente. Fui até a entrada de Rio Pardo quando o tempo e o céu deram uma certa escurecida, então pensei que era a minha dica para retornar e não me molhar como na semana passada. Não curti aquele banho de chuva…rsrsrsrs.

Retornei de boa, chego em casa e percebo que não teve nada de chuva. Me dei mal, deveria ter continuado em frente quando lá em Rio Pardo que teria dado tempo de ri até Pantano e voltado sem chuva. Mas ok,  já valeu a viagem hoje.

*Abaixo algumas fotos desse rolê de hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Tentando escapar da chuva, mas não deu

Durante a semana a previsão marcava chuva para sábado e como tal, não foi nenhuma surpresa o dia estar cinza hoje. Mais uma vez sozinho na estrada, sai para os lados de Santa Cruz do Sul (287), quando a ideia de roteiro era ir até Pantano Grande. Claro que já no meio do caminho começaram os pingos de chuva, leve no começo mas depois a coisa ficou mais forte.

Ok, quem está na chuva é para se molhar. Segui até Santa Cruz do Sul, uma volta passando pelo trevo da Unisc, entro na cidade e a chuva para. Cruzo pela parte baixa e depois subo de volta pelo Grasel. Claro que a chuva está de volta outra vez mas daí já nem importa mais – mudança de planos, caminho de casa baby. As roupas molhadas me deixaram com frio (calça), então o melhor era não forçar uma gripe ou resfriado seguindo e frente. Já de volta em casa, um rápido banho quente e tudo resolvido. Mesmo que não tenha andado tanto quanto gostaria, valeu. Moto suja mas o coração satisfeito com mais essa breve aventura em duas rodas.

Keep on rock. Valeu!

*Algumas img da empreitada de hoje: