Paul McCartney morreu? Como nasceu o boato e como a teoria é sustentada

Pistas e dicas estariam espalhadas pelos álbuns dos Beatles, que desde 1966 contariam com Billy Shears no lugar de Paul

Paul McCartney está morto desde o dia 9 de novembro de 1966, quando, as 5h da manhã, sofreu um acidente de carro. O então integrante dos Beatles foi substituído por um sósia chamado Billy Shears, que se passa por ele até hoje.

A história narrada no parágrafo anterior, obviamente, não é real. Porém, muita gente acreditou nesse boato e até encontrou pistas do “fato” nos discos dos Beatles.

Essa teoria bizarra surgiu através de um DJ da cidade americana de Detroit, Russ Gibb, que teria recebido ligações de fãs ao vivo contando sobre supostas pistas que encontravam a respeito da morte de Paul McCartney. As primeiras surgiram no clássico “White Album” (1968), quando ao tocar a introdução de “Revolution #9” ao contrário, era possível ouvir “turn me on, dead man” (“me excite, homem morto”).

O boato já existia desde 1967, mas graças a Gibb, começou a ganhar força. Com o tempo, os próprios Beatles passaram a entrar na brincadeira, que continuou forte ao longo dos anos 70 e, de vez em quando, é ressuscitada.

O próprio Paul McCartney (ou Billy Shears?) falou em 1974 para a Rolling Stone sobre como descobriu a teoria.

“Alguém do escritório me ligou e falou: ‘olha, Paul, você está morto’. E eu disse: ‘oh, eu não concordo com isso.’”


Paul McCartney morreu?

Segundo a teoria da conspiração, o acidente de carro supostamente sofrido por Paul McCartney teria ocorrido após o músico furar um sinal vermelho. Ele não teria visto o sinal vermelho, como mostra mais uma “dica” dos Beatles, deixada na letra da música “A Day in the Life”: “he blew his mind out in a car / he didn’t notice that the lights had changed” (“Ele estourou sua mente num carro / não percebeu que as luzes haviam mudado”).

Segundo o rumor, a colisão teria causado um esmagamento do crânio de McCartney, tornando quase impossível o reconhecimento do corpo.

A solução encontrada pelos Beatles, supostamente, foi substituir um dos principais membros por um sósia, chamado William Campbell e também conhecido como Billy Shears – o mesmo citado no álbum “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band” (1967). De origem escocesa, ele teria sido inclusive o dublê de Paul em algumas cenas dos filmes “A Hard Day’s Night” e “Help!” e teria passado por procedimentos estéticos para aumentar a semelhança.

A data da tal substituição casa com o momento em que os Beatles pararam de se apresentar ao vivo, o que corroboraria ainda mais a teoria. Shears teria apenas que aparecer como McCartney em fotos e vídeos, sem ter que necessariamente cantar e tocar. Mesmo assim havia um problema: ele seria cerca de 5 centímetros mais alto do que o verdadeiro e falecido artista.

As pistas para o boato
Além das já citadas, as pistas sobre a morte de Paul McCartney teriam sido deixada pelos Beatles em inúmeros lugares, tanto em músicas como em capas de discos. Tudo começaria em “Rubber Soul” (1966), cuja capa, distorcida para dificultar a identificação de Shears, traz os Beatles olhando para baixo, como se observassem uma sepultura.

Na música “Girl”, há o verso “Will she still believe it when he’s dead?” (“Ela ainda acreditará nisso quando ele estiver morto?”). Em “In My Life”, a situação da banda estaria explícita no trecho “Some are dead and some are living” (“Alguns estão mortos e alguns estão vivos”), em uma das pistas mais óbvias segundo os conspiracionistas.

Ainda no mesmo álbum, “I’m Looking Through You” falaria mais diretamente sobre o sósia de Paul: “You don’t look different, but you have changed” (“Você não parece diferente, mas você mudou”), ou ainda em “The only difference is you’re down there” (“A única diferença é você estar aí embaixo”) – ou seja, morto.

Referências a acidentes de carro estariam espalhadas por várias músicas, mas se destacam dois álbuns nesse grande quebra-cabeça. O primeiro é “Sgt. Peppers Lonely Hearts Club Band”, onde a capa mostraria a sepultura de Paul, com direito a um baixo Hofner canhoto feito com flores e com 3 cordas – uma para cada Beatle “sobrevivente”.

Ainda nesse disco, “Good Morning Good Morning” cita o horário do suposto acidente de carro, 5 da manhã. A faixa-título vai ainda mais longe: “So let me introduce to you the one and only Billy Shears” (“Então deixem-me apresentar a vocês o primeiro e único Billy Shears”), citando diretamente o tal sósia.

Outro disco importante na teoria é “Abbey Road” (1969), com sua famosa capa que, segundo os conspiracionistas, ilustraria um funeral. John Lennon, de branco, representaria a divindade. Ringo Starr seria o agente funerário, de preto. O último da fila, George Harrison, seria o coveiro.

Paul, terceiro da fila, é o único descalço e com os olhos fechados. Ele também está com o passo trocado em relação aos outros três e, canhoto, ainda segura um cigarro na mão direita. Para completar, a placa do Fusca ao fundo ainda traz LMW28IF, indicando Linda McCartney, Widow (“viúva”), e que Paul teria 28 anos se (“if”) estivesse vivo.

Há ainda detalhes menores, como o submarino amarelo de “Yellow Submarine” (1969), que mais parece um caixão enterrado em uma colina. Já na capa de “Let It Be” (1970), Paul é o único retratado em um fundo vermelho, enquanto os outros aparecem em um fundo branco.

A verdade
Paul McCartney realmente sofreu um acidente na época em que a teoria começou a circular. Ele caiu de moto e quebrou um dente, além de ganhar uma cicatriz na parte superior do lábio. Esse também teria sido o motivo de Paul ter usado um bigode na época de “Sgt. Peppers”. Obviamente, nunca passou disso.

No início, os Beatles se zangaram um pouco com a situação. Mal-humorado, Paul detalhou à Rolling Stone como reagiu ao rumor – que parece ter sido bem maior nos Estados Unidos do que no Reino Unido.

“Disseram: ‘Olha, o que você vai fazer sobre isso? É uma coisa grande estourando na América. Você está morto’. E então eu disse: ‘deixe que falem’. Será provavelmente a melhor publicidade que já tivemos e eu não vou ter que fazer nada exceto continuar vivo. Então, consegui sobreviver a isso.”

John Lennon foi ainda mais longe. O músico ligou para a estação de rádio de Detroit onde tudo começou e desmentiu várias das tais pistas.

Sobre o trecho de “Revolution #9” tocado ao contrário, ele chegou a dizer que não sabe como as músicas dos Beatles soam dessa forma, já que nunca as tocou assim.

“É o rumor mais estúpido que eu já ouvi. Soa como o mesmo cara que distorceu minha frase sobre Jesus Cristo.”

Paul McCartney está vivo!
Em 1993, já mais tranquilo, o próprio Paul McCartney resolveu trazer o mito de volta com um álbum ao vivo, intitulado “Paul is Live” – uma piada com “Paul is Dead”, título pelo qual a teoria ficou conhecida. A capa traz uma imagem de Macca com seu cachorro no mesmo lugar onde foi feita a foto de “Abbey Road”.

Desta vez, porém, há várias diferenças. O artista agora usa sapato, está com a perna esquerda na frente e segura a guia do cachorro com a mão esquerda, como bom canhoto. Na placa do fusca, agora se lê 51IS, mostrando que ele tem 51 anos naquele momento e está bem vivo.

Quando o trabalho foi relançado, em 2019, o Beatle divulgou declarações em seu site oficial a respeito das teorias citadas na capa. Ele brinca que chegou a ficar paranoico em relação a si mesmo.

“Conheço todos os rumores, pois as pessoas perguntavam para mim sobre eles! Literalmente as pessoas me ligavam e perguntavam: ‘você está morto?’. E eu dizia: ‘bem, não.. estou aqui atendendo sua ligação’. E a resposta era: ‘não posso ter certeza de que é você’. Então você começa a ficar paranoico em relação a você mesmo e pensa: ‘como irei provar para eles ou para qualquer pessoa que eu sou eu?’. Achei que com o tempo esse sósia iria compor algumas boas músicas – e se não era eu, como o treinei para compor?”

Bem pensado!

* Texto por André Luiz Fernandes, com pauta e edição de Igor Miranda.
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*Fonte: igormiranda

Ronnie Lane

Há questão de uma hora atrás li uma postagem do Ron Wood, guitarrista dos Rolling Stones, mencionando que hoje fazem 24 anos que seu grande amigo e parceiro musical Ronnie Lane, partiu. Ronnie foi baixista e seu parceiro numa das bandas de rock’n roll mais incríveis do ínicio dos 70’s – “The Faces”. Uma banda que além de Ron Wood, Ronnie Lane, contava ainda com Rod Stewart nos vocais e com Kenney Jones (bateria), que depois veio a ser baterista do The Who. Preciso dizer mais? Que time hein!?
Pena que o tempo e o desinteresse da nova geração de rockers por pesquisar e ouvir grandes bandas do passado, muito além das já consagradas e tradicionais – que escutam sempre! Jovem, saia da bolha, vá mais além e descobra tantas outras jóias raras.

Em sua homenagem, fica aqui um vídeo de que me vem à cabeça e gosto MUITO, toda vez em que escuto o nome de Ronnie Lane. The Faces tocando ao vivo um cover de Paul McCartney (Wings), com Lane numa “marra” de terno branco e um baixo com um “timbrão”, aliás uma bela música, diga-se.

*Já postei diversas vezes essa música aqui, de tanto que eu gosto. Tem a versão original do Paul que também, obviamente é incrível. Mas aqui tem toda uma magia da banda que eu considero, como sendo os pais do The Black Crowes.

Paul McCartney lança clipe em animação de ‘When Winter Comes’

Paul McCartney acaba de divulgar um clipe em animação do single “When Winter Comes”, que faz parte de seu recém-lançado álbum, McCartney III. O design e direção do vídeo é de Geoff Dunbar. Assista abaixo.

“A melhor coisa para mim sobre esse álbum é que eu não sabia que estava realmente fazendo um álbum e tudo começou com essa faixa, na verdade”, revelou Paul em comunicado. “A música em que eu estava trabalhando era para um curta-metragem de animação sobre a música ‘When Winter Comes’”.

E acrescentou: “Essa música é uma coisa meio idealista, uma existência hippie em uma fazenda, plantando árvores, consertando cercas e vivendo uma boa vida, algo que eu gosto. Eu amo a natureza e amo essa ideia de descer e sujar as mãos”.

McCartney III finaliza a trilogia do ex-beatle que iniciou há 50 anos com seu álbum solo de estreia, McCartney. A continuação chegou em 1980 com McCartney II. O novo trabalho foi produzido e gravado pelo próprio Paul McCartney durante a pandemia, que também tocou todos os instrumentos, assim como ocorreu nos discos anteriores.

*Por Marcos Chapeleta

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*Fonte: ligadoamusica

Paul McCartney – “McCartney III” (novo álbum em que toca todos os instrumentos)

O músico Paul McCartney, lendário ex-integrante dos Beatles, lançou um novo álbum solo nesta sexta-feira (18). O disco é intitulado “McCartney III” e chama atenção por trazer o artista, novamente, assumindo todos os instrumentos e composições, além da produção.

A ideia era fazer uma continuação direta aos álbuns “McCartney” (1970) e “McCartney II” (1980), que seguiram a mesma proposta “solitária”. O trabalho acabou nascendo em meio à pandemia do novo coronavírus: Paul se isolou em sua fazenda junto da família e passou a gravar em seu estúdio todos os dias.

“A cada dia, começava a gravar com o instrumento que compus a música e, gradualmente, colocava as outras camadas. Foi muito divertido. É sobre fazer música para você mesmo, em vez de fazer música que tenha um objetivo. Só fiz coisas que eu imaginava fazer. Não sabia que acabaria em um álbum”, explica Paul McCartney, em nota.

Tal forma de trabalho originou um álbum de sonoridade mais minimalista e experimental, assim como os próprios “McCartney” e “McCartney II”.

Fora o ex-Beatle, o novo disco credita participações de Rusty Anderson na guitarra e Abe Laboriel Jr na bateria, ambos em apenas uma música: “Slidin'”. De resto, tudo foi feito por Macca: voz, baixo, guitarra, piano, bateria, mellotron e cravo, além da produção.

Tracklist:
1. Long Tailed Winter Bird
2. Find My Way
3. Pretty Boys
4. Women and Wives
5. Lavatory Lil
6. Deep Deep Feeling
7. Slidin’
8. The Kiss of Venus
9. Seize the Day
10. Deep Down
11. Winter Bird / When Winter Comes

*Por Igor Miranda

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*Fonte: whiplash

Paul McCartney lança clipe inédito em apoio à luta pelo clima

O legendário músico Paul McCartney acaba de lançar um novo clipe para a música Wine Dark Open Sea. A ação é uma parceria com a ONG Surfistas pelo Clima (Surfers For Climate) e vídeo foi elaborado pelo premiado cineasta de surf Jack McCoy.

O novo clipe de Wine Dark Open Sea apresenta a ex-campeã surfista e co-fundadora da Surfers For Climate, Belinda Baggs. McCoy diz que o vídeo leva os espectadores em uma viagem e apela para que eles abram seus corações para o oceano.

“Estou entusiasmado por apoiar Surfers For Climate. O trabalho deles é algo que realmente me atrai, pois todos nós temos a responsabilidade de fazer nossa parte e esta é uma ótima maneira de reunir pessoas com uma paixão compartilhada pelos mares e oceanos de todo o mundo por uma ação climática positiva”.

Paul McCartney

“É uma honra trabalhar novamente com o artista mais influente do mundo moderno e tê-lo apoiando uma causa tão grande para aumentar a consciência sobre a importância de agir agora na luta contra a mudança climática”, diz McCoy. “É nosso dever proteger nosso meio ambiente e limitar o impacto que fazemos como seres humanos”.

McCartney e McCoy já trabalharam juntos no passado, na criação do clipe da música Blue Sway, que ganhou vários ‘Best Music Video Awards’ nos principais festivais de cinema ao redor do mundo.

Conexão pelos oceanos

“As filmagens impressionantes da longboarder Belinda Baggs e sua dança na água são um poderoso lembrete de como nossos oceanos são incríveis e que eles precisam de nossa ajuda para protegê-los e preservar suas maravilhas para as gerações vindouras”, diz McCartney.

“Acreditamos que as pessoas se conectarão com o vídeo para fazer um esforço consciente para apoiar nossa luta contra a mudança climática”, diz Baggs.

É possível ver a estreia do vídeo no Epicentre.tv com uma doação de US$ 5 dólares que serão destinados a duas organizações parceiras: Surfrider Foundation Australia e Seed Mob.

Um aperitivo do vídeo de Wine Dark Open Sea pode ser conferido aqui.

“Para os surfistas, o oceano é vida. A mudança climática, alimentada por combustíveis fósseis, ameaça o modo de vida de todos. Nosso objetivo é simples, queremos passar um oceano saudável para as gerações vindouras”.
Belinda Baggs

Surfistas pelo clima

Surfers for Climate é uma instituição de caridade australiana que promove alianças com cientistas climáticos, ativistas, comunidades surfistas em todo o mundo e outros grupos ambientais, incluindo Climate Council, Surfrider Australia, Seed, Sea Trees, Sea Shepherd, Surfers Against Sewage and Plastic Pollution Coalition.

Os objetivos da ONG são:

Fornecer ferramentas e idéias para que os surfistas reduzam suas próprias emissões e restabeleçam ecossistemas locais;
Criar um núcleo para discutir as ameaças costeiras e gerar soluções;
Enfrentar novos desenvolvimentos de carvão, petróleo e gás.

Paul McCartney – “Maybe I’m Amazed” (Official Video)

Uma das músicas do Paul McCartney em sua fase pós Beatles que eu mais curto é “Maybe I’m Amazed”, é simplesmente fantástica! E essa semana o Paul lançou um vídeo oficial para ela, mesmo depois de tantos anos de sua composição.
Uhúúúú!!!!

Confere aí.

Paul McCartney “Maybe I’m Amazed” official video, now remastered in HD.

‘Maybe I’m Amazed’ was first released on Paul McCartney’s debut solo album McCartney which celebrated its 50th Anniversary on April 17, 2020. ‘Maybe I’m Amazed’ has become a firm favourite with fans and is a staple of Paul’s live show. The music video features Linda McCartney’s photography which can now be seen in its full HD remastered vibrancy.

 

Roteirista de “Os Simpsons” diz que Paul McCartney “sempre checa” se Lisa ainda é vegetariana

O escritor, revisor e consultor de “Os Simpsons”, David Mirkin, revelou em nova entrevista ao Radio Times que Paul McCartney “sempre verifica” se Lisa ainda é vegetariana na série, visto que isso se tornou uma condição essencial para sua participação no programa em 1995.

O ícone dos Beatles apareceu ao lado de sua falecida esposa Linda, em “Lisa The Vegetarian”, um episódio em que Lisa promete parar de comer carne depois de conhecer os McCartney.

Mirkin – que também é vegetariano – disse estar “feliz em cumprir” o pedido de McCartney. “Ele sempre checa. E ele sempre está cercado por nove ou dez advogados, por isso é bastante assustador”, revelou o escritor.

Yeardley Smith, que dá voz à Lisa, também disse que a consciência social do personagem sempre esteve anos à frente, admitindo: “Lisa é uma maneira realmente eficaz de transmitir uma mensagem sofisticada e adulta”.

“Os Simpsons”, que agora faz parte da Disney, chega ao serviço de streaming da empresa nesta semana. A multinacional do Mickey Mouse também fará um novo documentário dos Beatles com o diretor de “Senhor dos Anéis”, Peter Jackson.

Intitulado “The Beatles: Get Back”, o projeto promete mostrar os bastidores do álbum “Let It Be”. Jackson retirou as cenas em estúdio de uma filmagem de quase 55 horas feita por Michael Lindsay-Hogg no ano de 1969. Como se isso já não bastasse, o filme ainda traz registros do último show da banda como um grupo, que aconteceu em Londres.

Bob Iger, um dos executivos da Disney, fez questão de garantir que a qualidade das imagens é alta. “A restauração dos vídeos foi espetácular. Parece que foi filmado ontem!”, comentou. O doc chega no dia 04 de setembro.

*Por Ana Reis

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*Fonte: papelpop

Ringo Starr divulga música em parceria com Paul McCartney – “We’re On the Road Again” (áudio)

Nesta quinta-feira (27), Ringo Starr disponibilizou a canção “We’re On The Road Again”, com a participação de Paul McCartney. Esta é mais uma faixa inédita de seu novo álbum “Give More Love”.

Na canção, Paul McCartney foi o responsável pela criação da linha do baixo, sua grande especialidade. Joe Walsh, Steve Lukather e Edgar Winter também participam colaboraram na faixa. McCartney ainda participa de outra canção do disco, “Show Me the Way”, que ainda não foi disponibilizada.

A música já é o segundo single divulgado do novo trabalho do eterno baterista dos Beatles, que também teve a participação de diversos outros artistas renomados, como Joe Walsh, Peter Frampton, Richard Marx, Glen Ballard, Dave Stewart, Don Was, Timothy B. Schmit, Edgar Winter e Steve Lukather. Estes dois últimos fazem parte da formação atual da All-Starr Band, de Ringo.

 

 

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*Fonte: popcultura

Beatles: Ringo Starr e Paul McCartney se juntam para gravar novo material

Ringo Starr e Paul McCartney se reuniram neste final de semana que passou para gravar material que estará no próximo álbum solo do baterista, ainda sem data de lançamento. Paul McCartney fez contribuições com linhas de baixo.

A ultima vez em que os dois ex-BEATLES se juntaram para gravar algo inédito, foi no álbum Y Not de Ringo, lançado em 2010.

ROCK!

 

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*Fonte: whiplash

ringomacca2017

 

Desert Trip – festival

O festival Desert Trip, que reúne seis dos maiores artistas e bandas de rock em todos os tempos, adicionou um segundo fim de semana à sua programação. O anúncio foi feito nesta segunda, 9, mesmo data em que se iniciaram as vendas dos ingressos para – os agora seis dias de – evento.

O megaevento criado por organizadores do Coachella confirmou na semana passada as presenças de Neil Young, The Rolling Stones, Paul McCartney, Bob Dylan, The Who e Roger Waters. O Desert Trip acontece no Empire Polo Club, em Indio, na Califórnia (Estados Unidos)

A divisão do line-up por dia – que se repete no segundo fim de semana – também já foi revelada: Bob Dylan e os Rolling Stones tocam nas sextas (7 e 14), Neil Young (acompanhado pelo Promise of the Real) se juntará a Paul McCartney nos sábados (8 e 15) e o ex-Pink Floyd Roger Waters dividirá as noites com The Who, nos domingo (9 e 16).

*Fonte: rollingstone

Paul McCartney – Blackbird

Independentemente do que rolou na noite de ontem na celebração do Oscar, esse post já havio sido elaborado há mais dias. então por um mero acaso o tema é o mesmo, o som Blackbird dos The Beatles tocado por Paul. Mas então aproveitando o momento, segue anexado de última hora, a versão (muito bonita por sinal), de Dave Grohl ao violão.

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Uma de minhas músicas preferidas dos Beatles (acho que já comentei várias vezes aqui antes, mas but), na verdade é uma música do Paul McCartney que nem “era” o meu Beatle favorito até então. Esse cargo pertencia ao George Harisson desde minha infância e o tal show no telhado que vi na TV. Mas depois de algumas bios lidas, a coisa mudou um pouco ao sabor do vento, o velho Paul sabe das coisas assim como o Jon snow também (não vem que não tem)…