O idiota

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23 Frases Brilhantes de Dostoiévski que vão Libertar sua Mente

Fyodor Dostoyevsky é um dos escritores mais famosos da literatura mundial. Suas obras interrogam as questões mais difíceis e importantes sobre a vida e da morte.

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Você tem que amar a vida além doo significado da própria vida.

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Dar um novo passo, pronunciar uma nova palavra: eis o que as pessoas mais temem.

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Existe um limite na mente das pessoas sobre quão longe é seguro ir. Após cruzar essa linha é impossível voltar atrás.

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Felicidade não está na felicidade, mas sim na sua busca.

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Quando você para de ler livros, você para de pensar.

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Liberdade não está na restrição, mas sim no controle de si mesmo.

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Felicidade não vem do conforto, mas sim do sofrimento.

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Num coração verdadeiramente amoroso, ou o ciúme mata o amor, ou o amor mata o ciúme.

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Não é necessário muito para destruir uma pessoa. Basta convencê-la de que todo o seu trabalho não possuiu nenhum significado.

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O silêncio é sempre bonito, e uma pessoa silenciosa é sempre mais bonita do que alguém que fala muito.

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Uma pessoa pode ser sábia, mas para agir com sabedoria a inteligência não é suficiente.

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Você nunca alcançará seu destino se você parar e jogar pedras em cada cachorro que latir.

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Quero falar sobre tudo com pelo menos uma pessoa enquanto falo sobre essas as coisas comigo mesmo.

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É incrível o que apenas um raio de luz solar pode fazer pela sua alma.

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É preciso conversar com os outros de uma maneira que revele os pensamentos mais internos através do rosto, que revele os problemas do coração diretamente em suas palavras. Uma palavra dita com o convicção, com total sinceridade, sem hesitação, enquanto se olha para os olhos de outra pessoa, significa mais que dezenas de páginas de um livro.

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Viver sem um objetivo é sufocante.

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A alma é curada na presença de crianças.

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Mesmo uma pessoa de mãos atadas pode fazer o bem, se desejar.

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A beleza salvará o mundo.

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As pessoas falam de crueldade bestial, mas essa é uma grande injustiça e insulto para os animais. Uma besta nunca pode ser tão artisticamente cruel quanto um homem.

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Adultos se esquecem que as crianças podem dar conselhos extremamente bons, mesmo nos casos mais difíceis.

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Não preencha sua memória com todas as vezes que você se sentiu ofendido; você pode acabar sem espaço para guardar os momentos mais maravilhosos que você experimentou.

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Uma pessoa que sabe como abraçar outra é uma boa pessoa.

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*Fonte: sociologialiquida

Por que os jovens já não querem comprar carro nem casa própria?

Tradicionalmente, o que se convencionou chamar de sucesso é medido pelo fato de ter casa própria e carro. Mas isso já não é mais assim. A cada dia, aumenta o número de jovens que optam em não adquirir este tipo de bens.

Diversos estudos especializados mostraram que cada vez menos pessoas da chamada ’geração Y’ (que hoje têm cerca de 30 a 35 anos) compram casa. Sem falar no número ainda menor de interessados em adquirir um automóvel. Na realidade, eles não fazem quase nenhum tipo de gasto grande, sem contar os iPhones, é claro.

Por que os jovens já não querem comprar carro nem casa própria?

Nos Estados Unidos, jovens de até 35 anos são conhecidos como ’a geração dos alugadores’. Por que isso acontece? Alguns sociólogos têm certeza de que os jovens de hoje estão mais atentos, sabendo que podem enfrentar crises financeiras e, por isso, temem fazer grandes financiamentos.

Mas isso não é o principal. O fundamental é que a ’geração Y’ se diferencia da geração de seus pais quanto aos valores. São muito diferentes.

Os jovens redefiniram sucesso. Antes, dizia-se que alguém de sucesso era aquele com casa própria e pelo menos um carro. Mas agora valoriza-se quem investe seu dinheiro em experiências, viagens e aventuras.

Jovens vêm deixando conscientemente de comprar bens móveis e imóveis, preferindo recorrer ao aluguel. Hoje em dia, as pessoas preferem horários de trabalho mais flexíveis, independência econômica e geográfica ao que antes era tido como prosperidade e estabilidade.

As coisas materiais estão deixando de despertar o interesse das pessoas. Para que ter um carro se você pode usar o transporte público, táxi, bicicleta ou Uber? Sobretudo nas grandes cidades, há alternativas ao uso do transporte motorizado próprio.

Para que comprar uma casa em um lugar lindo para poder descansar, se você pode, através de plataformas como ’Airbnb’, encontrar um lugar em qualquer lugar do Planeta? Não é necessário sequer fazer um contrato formal de aluguel, nem comprar uma casa no país onde você deseja viver naquele momento. É o mesmo que acontece com os bens imóveis na cidade natal. Em primeiro lugar, a pessoa não sabe por quanto tempo mais irá morar no mesmo lugar em que vive atualmente.

Em segundo lugar, para que se comprometer com um financiamento de 40 anos se, por um lado, isso significa viver o resto da vida como se estivesse pagando aluguel? No fim das contas, o mais provável é que a pessoa mude seu local de trabalho muitas vezes do decorrer dos anos, e quando se vive de aluguel, não há nada que impeça alguém de se mudar para um novo bairro, mais próximo do local de trabalho. A revista Forbes já disse que os jovens contemporâneos mudam de trabalho em média três vezes por ano.

O próprio conceito de propriedade das coisas já não é mais a mesmo.

O crítico James Gamblin, colunista da revista Atlantis explica o fenômeno da seguinte maneira: «Durante os últimos dez anos, psicólogos fizeram várias investigações que demonstram que, levando em conta a felicidade e a sensação de bem estar, é muito melhor gastar dinheiro adquirindo novas experiências do que comprando coisas. Isso é o que deixa as pessoas mais felizes»

Trecho extraído do artigo de Gamblin:

«Parece que as pessoas não querem ouvir histórias sobre onde você comprou uma casa, e sim ouvir o quão maravilhoso foi seu fim de semana. Até mesmo uma experiência ruim pode se transformar numa história fascinante. A interação social entre as pessoas desempenha um papel muito importante na hora de definir se elas serão felizes ou não. Logo, é preciso conversar com outras pessoas e ter muitos amigos. Obviamente, os outros irão gostar mais de ouvir sobre uma viagem maluca e inesperada, ou sobre como alguém morou em um país desconhecido, do que ouvir quantas casas alguém conseguiu comprar».

E tem mais uma coisa. O que acontece é que as coisas que nós possuímos, especialmente se forem caras, nos obrigam a nos preocupar com elas. Basta comprar um carro para se assustar sempre que algum alarme é disparado na rua. Quando se compra uma casa e muitos eletrodomésticos para que o lar seja confortável, surge o medo de a casa ser invadida por ladrões. Isso sem falar que automóveis acabam ganhando arranhões, batidas, e os televisores caros teimam em funcionar perfeitamente durante apenas um ano. Por outro lado, experiências e aventuras vividas continuam para sempre onde estão. Ninguém pode tirá-las de você.

Em sua maioria, nossos pais não tinham a chance de viajar tanto nem de ir a lugares tão distantes como nós temos hoje. Eles não tinham a possibilidade de se divertir como fazemos agora. Não tiveram tantas chances de abrir um negócio próprio, por isso investiram em bens móveis e imóveis, mas nós não precisamos seguir seus passos nesse sentido. Além disso, qualquer compra — que não seja uma casa ou apartamento — irá perder seu valor com o tempo. E se você der uma olhada no ritmo lento e na recessão do mercado imobiliário, tudo fica ainda mais óbvio.

O importante é que as experiências não se desvalorizam e não podem ser roubadas.

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*Fonte: pensadoranonimo