A falsidade é o lado sombrio da sua personalidade

Aquele que não consegue conectar a mente ao coração, revela um lado sombrio da sua personalidade: a falsidade.

Ele prioriza as aparências e despreza a essência. Foca nas suas vontades mesquinhas, faz coisas erradas e age como se não soubesse que todo ato traz consequências.

As suas sombras lhe parecem mais atrativas, e ele se sente mais forte quando percebe que conseguiu enganar aqueles que estão a sua volta.

Ele sente necessidade de diminuir os outros porque está sendo controlado pelas suas sombras interiores. Ele escuta o ego e silência o coração, por isso, precisa se colocar no mundo como se fosse superior a tudo e a todos.

Muitas vezes, ele usa as palavras como instrumento para manipular, enganar e persuadir os outros a seu favor, porém, o seu maior prazer é ver os seus adversários e concorrentes, sofrendo as piores humilhações.

Ele está o tempo todo pensando que está sendo enganado, que estão mentindo para ele, enquanto é ele quem mente e engana, com a justificativa de que estão fazendo o mesmo ou pior com ele.

A FALSIDADE É O REQUINTE MALÍGNO DA PERSONALIDADE DOENTE, ELA CRIA CONFLITOS E SE DIVERTE QUANDO VÊ QUE AS SUAS INVESTIDAS GERARAM DOR NAQUELES QUE FORAM ALVO DAS SUAS AÇÕES MAL INTENCIONADAS.

Ele usa frases de efeito, ditas por pessoas idônias e respeitadas, como se fossem suas, para mascarar a verdade que assombra a sua mente perversa.

“O diabo pode citar as Escrituras quando isso lhe convém”. William Shakespeare

Ele usa a falsidade como ferramenta para conquistar o que ele quer porque se considera invencível e sabe que pode vencer onde muitos francassam. Isso porque, a falsidade proporciona a ele um nível exagerado de confiança.

A pessoa que usa a falsidade como escudo, o faz, porque age racionalmente e sem emoções. Não é que ela não tenha sentimentos, porém, ela não leva em conta e nem confere valor a eles.

Quando ela percebe que a falsidade usada com diplomacia não surtiu os efeitos desejados, ela promove ações mais violêntas para hostilizar e denegrir a imagem daquele que a faz sentir ameaçada de alguma maneira.

Um amigo falso e maldoso é mais temível que um animal selvagem; o animal pode ferir seu corpo, mas um falso amigo irá ferir sua alma.– Buda

A falsidade é o lado sombrio da personalidade, é quando a mente não conecta ao coração e, com isso, passa a bolar estratégias para se sobrepor aos outros.

UMA PESSOA FALSA, QUE MENTE E ENGANA, CAUSA ESTRAGOS, MUITAS VEZES, IRREPARÁVEIS, NA VIDA DE QUEM SE APROXIMA DELA.

Se você já foi ferido(a), prejudicado(a) e injustiçado(a) pela falsidade de alguém, você precisa de ajuda para ressignificar tudo isso para não atrair mais pessoas falsas para a sua vida. Me chame no direct @rhamuche e agende uma consulta individual.

*DA REDAÇÃO RH. Texto de Robson Hamuche, idealizador do Resiliência Humana, terapeuta transpessoal e Constelador Familiar.
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*Fonte: resilienciamag

Como sua personalidade muda conforme você envelhece

“Senhor presidente, quero levantar uma questão que está rondando há duas ou três semanas e apresentá-la especificamente no contexto da segurança nacional…”, dizia o jornalista Henry Trewhitt, enquanto olhava seriamente para o então presidente dos Estados Unidos, Ronald Reagan.

Era outubro de 1984 e Reagan tentava a reeleição.

Algumas semanas antes, ele havia tido um mal desempenho no debate contra seu principal adversário. E havia rumores de que, aos 73 anos, ele estava simplesmente velho demais para o cargo.

Na época, Reagan era o presidente mais velho da história dos Estados Unidos, recorde que foi quebrado por Donald Trump (74) e agora pelo atual presidente, Joe Biden (78).

Seu antecessor no cargo havia passado dias sem dormir, na época da crise dos mísseis cubanos. E Trewhitt queria saber se Regan tinha alguma dúvida de que poderia governar sob circunstâncias semelhantes.

Em 1984, Reagan era o presidente mais velho a governar os Estados Unidos até então

“E quero que saiba que também não vou fazer da idade um tema desta campanha. Não vou explorar, para fins políticos, a juventude e a inexperiência do meu oponente.”

A resposta foi recebida com gargalhadas e aplausos, que precederam uma vitória esmagadora do candidato republicano.

A ironia de Reagan, no entanto, continha mais verdade do que ele podia imaginar.

Ele não só tinha a experiência ao seu lado, como também uma “personalidade madura”.

Todos nós estamos familiarizados com a transformação física que o envelhecimento impõe: a pele perde elasticidade, a gengiva se retrai, o nariz cresce, os pelos brotam em lugares peculiares — ao mesmo tempo que desaparecem completamente de outros — e aqueles preciosos centímetros de altura a que nos agarramos começam a desaparecer.

Agora, após décadas de pesquisas sobre os efeitos do envelhecimento, os cientistas estão descobrindo mudanças mais misteriosas.

“A conclusão é exatamente esta: que não somos a mesma pessoa durante toda nossa vida”, diz René Mõttus, psicólogo da Universidade de Edimburgo, na Escócia.

Embora nossa personalidade esteja mudando constantemente, ela muda em relação às pessoas ao nosso redor

A maioria de nós gostaria de pensar na nossa personalidade como relativamente estável ao longo da vida. Mas várias pesquisas sugerem que não é o caso.

Nossas características estão mudando constantemente e, quando entramos na casa dos 70 e 80 anos, passamos por uma transformação significativa.

A modificação gradual da nossa personalidade tem algumas vantagens surpreendentes. Nos tornamos mais conscientes, agradáveis ​​e menos neuróticos. Os níveis dos traços de personalidade da chamada “tríade obscura” — maquiavelismo, narcisismo e psicopatia — também tendem a diminuir e, com eles, o risco de comportamentos antissociais, como crimes e uso abusivo de substâncias.

As pesquisas mostram que nos tornamos pessoas mais altruístas e confiantes. Nossa força de vontade aumenta e desenvolvemos um senso de humor melhor. Por fim, os idosos têm mais controle sobre suas emoções.

Sem dúvida é uma combinação imbatível — e que indica que o estereótipo de que as pessoas mais velhas são rabugentas e ranzinzas precisa ser revisto.

Longe de serem consolidadas na infância, ou por volta dos 30 anos — como a comunidade científica pensou durante anos —, parece que nossas personalidades são fluidas e maleáveis.

“As pessoas se tornam mais agradáveis e mais adaptadas socialmente”, diz Mõttus.

“São cada vez mais capazes de equilibrar suas próprias expectativas de vida com as demandas da sociedade.”

Os psicólogos chamam o processo de mudança que ocorre à medida que envelhecemos de “maturação da personalidade”.

Aqueles com maior autocontrole provavelmente serão mais saudáveis ​​

É uma mudança gradual e imperceptível que começa na nossa adolescência e continua até pelo menos a nossa oitava década no planeta.

Curiosamente, parece ser universal: a tendência é observada em todas as culturas humanas, da Guatemala à Índia.

“Geralmente é controverso fazer julgamentos de valor sobre essas mudanças de personalidade”, diz Rodica Damian, psicóloga social da Universidade de Houston, nos Estados Unidos.

“Mas, ao mesmo tempo, temos evidências de que são benéficas.”

Por exemplo, a falta de estabilidade emocional tem sido associada a problemas de saúde mental, maiores taxas de mortalidade e divórcio.

Damian explica que o parceiro de alguém com alto grau de conscienciosidade tende a ser mais feliz, porque é mais provável que essas pessoas lavem a louça na hora e sejam menos suscetíveis a trair.

Acontece que, embora nossa personalidade mude em certa direção à medida que envelhecemos, quem somos em relação a outras pessoas na mesma faixa etária tende a permanecer bastante estável.

Por exemplo, é provável que o nível de neurose de uma pessoa diminua como um todo, mas os mais neuróticos aos 11 anos de idade geralmente ainda são os mais neuróticos aos 81 anos.

“Há uma base de quem somos no sentido de que mantemos nossa posição em relação a outras pessoas em certo grau”, diz Damian.

“Mas, em relação a nós mesmos, nossa personalidade não é imutável, podemos mudar.”

Como essas mudanças de personalidade se desenvolvem? “Este é o grande debate na área”, diz Mõttus.

Como o amadurecimento da personalidade é universal, alguns cientistas acreditam que, longe de ser um efeito colateral casual por termos tido mais tempo para aprender as normas sociais, as maneiras pelas quais nossa personalidade muda podem estar geneticamente programadas — talvez até moldadas por forças evolutivas.

Por outro lado, há especialistas que acreditam que nossa personalidade é em parte criada por fatores genéticos e posteriormente esculpida por pressões sociais ao longo de nossas vidas.

Por exemplo, uma pesquisa conduzida por Wiebke Bleidorn, psicóloga da personalidade da Universidade da Califórnia, nos EUA, concluiu que, em culturas onde se esperava que as pessoas amadurecessem mais rápido (em termos de casamento, começar a trabalhar, assumir responsabilidades adultas), suas personalidades tendem a amadurecer mais cedo.

nas quais se espera que se case ou comece a trabalhar mais cedo têm personalidades que amadurecem mais rápido

“As pessoas simplesmente se veem obrigadas a mudar seu comportamento e, com o tempo, se tornam mais responsáveis. Nossa personalidade muda para nos ajudar a enfrentar os desafios da vida”, explica Damian.

Mas o que acontece quando ficamos muito velhos?

Há duas maneiras possíveis de estudar como mudamos ao longo de nossas vidas.

A primeira é pegar um grupo grande de pessoas de idades diferentes e observar como suas personalidades são distintas.

Um problema com essa estratégia é que é fácil confundir acidentalmente os traços geracionais que foram esculpidos pela cultura de um determinado período de tempo — como pudor ou uma adoração inexplicável por leite condensado e coca-cola — com as mudanças que ocorrem à medida que envelhecemos.

A alternativa é pegar o mesmo grupo de pessoas e acompanhá-las à medida que crescem.

Foi exatamente o que aconteceu com o Lothian Birth Cohort (estudo de coorte de Lothian), um grupo de pessoas na Escócia que teve sua personalidade e traços de inteligência analisados em junho de 1932 ou junho de 1947, quando ainda estavam na escola. Na época, tinham cerca de 11 anos.

Junto a seus colegas da Universidade de Edimburgo, Mõttus rastreou centenas dessas pessoas quando elas estavam na faixa dos 70 ou 80 anos — e fez mais dois testes idênticos, com vários anos de diferença entre si.

Um famoso estudo com pessoas na Escócia mostrou resultados notavelmente diferentes para duas gerações de participantes

“Como tínhamos dois coortes diferentes de pessoas, e ambos foram medidos em duas ocasiões, pudemos usar as duas estratégias de uma vez”, diz Mõttus.

Foi uma sorte, porque os resultados foram visivelmente diferentes para as duas gerações.

Enquanto as personalidades do grupo mais jovem permaneceram mais ou menos as mesmas no geral, os traços de personalidade do grupo mais velho começaram a mudar, de modo que, em média, eles se tornaram menos abertos e extrovertidos, assim como menos agradáveis e conscientes.

As mudanças benéficas que vinham ocorrendo ao longo de suas vidas começaram a se reverter.

“Acho que faz sentido, porque na velhice as coisas começam a acontecer com as pessoas num ritmo mais rápido”, explica Mõttus, destacando que a saúde do grupo mais velho pode ter piorado e é provável que elas tenham começado a perder amigos e familiares.

“Isso tem um certo impacto em sua participação ativa no mundo.”

Ninguém investigou ainda se essa tendência continuaria após os 100 anos.

Pesquisas sobre japoneses centenários mostram que eles tendem a obter uma pontuação alta em conscienciosidade, extroversão e abertura, mas podem ter apresentado mais essas características desde o início, e talvez isso até tenha contribuído para sua longevidade.

Nossa personalidade está intimamente ligada ao nosso bem-estar

Na verdade, nossa personalidade está intrinsecamente ligada ao nosso bem-estar à medida que envelhecemos.

Por exemplo, aqueles com maior autocontrole são mais propensos a ser saudáveis ​​na idade adulta; mulheres com níveis mais elevados de neurose são mais suscetíveis a apresentar sintomas durante a menopausa; e um certo grau de narcisismo foi associado a taxas mais baixas de solidão, o que por si só é um fator de risco para morte precoce.

No futuro, compreender como certos traços da personalidade estão ligados à nossa saúde — e como podemos esperar que nossa personalidade evolua ao longo da nossa vida — pode ajudar a prever quem tem mais risco de sofrer de certos problemas de saúde e assim intervir.

“Eu estava dando uma palestra ontem em uma prisão”, conta Mõttus. “E uma questão na qual eles estavam realmente interessados era: as pessoas mudam? A conclusão geral é que sim, elas mudam.”

Isso significa que, na opinião dele, não há nenhuma evidência forte para sugerir que as pessoas podem usar sua personalidade como desculpa para seu comportamento.

O conhecimento de que nossas personalidades mudam ao longo de nossas vidas, quer a gente queira ou não, é uma prova útil de como elas são maleáveis.

“É importante que saibamos disso”, afirma Damian.

“Por muito tempo, as pessoas pensaram que não.”

“Agora estamos vendo que nossa personalidade pode se adaptar e isso nos ajuda a enfrentar os desafios que a vida nos apresenta”, acrescenta.

No mínimo, isso nos dá algo para esperar à medida que envelhecemos e uma chance de descobrir quem nos tornaremos.

*Por Zaria Gorvett
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*Fonte: bbc-brasil

O que a sua foto de perfil pode dizer sobre a sua personalidade? Eis o que a ciência diz:

A ciência sugere que sua selfie pode lhe dizer muito mais sobre você do que você imaginou inicialmente …
Sua foto de selfie ou perfil nas mídias sociais pode dizer muito sobre sua personalidade. A foto do perfil ou a selfie que você escolhe compartilhar revela o que você quer que as pessoas vejam, o que pode revelar muito sobre sua personalidade.

Sua personalidade é literalmente um OCEANO, de acordo com aqueles que estudam os “Cinco grandes” traços de personalidade. Os cinco grandes traços de personalidade que compõem sua personalidade incluem Abertura, Consciência, Extroversão, Agradabilidade e Neuroticismo.

Essas cinco características se reúnem para oferecer uma melhor compreensão de sua personalidade. De acordo com o PsyBlog , você pode reconhecer todas essas cinco características de algo tão simples quanto uma foto de perfil do Twitter. A Associação para o Avanço da Inteligência Artificial divulgou um estudo chamado “Analisando a Personalidade através da Escolha de Imagens de Perfil de Mídia Social” e os resultados são bastante interessantes.

Abertura:

Pessoas com alta abertura têm fotos muito esteticamente agradáveis. Essas fotos tendem a ter maior contraste, nitidez, saturação e quase nenhum desfoque. Pessoas com alta abertura também tiveram a maior tendência de ter fotos de perfil que não se mostravam.

Consciente:
Pessoas conscientes tendem a ter imagens de perfil mais naturais, brilhantes e coloridas. Pessoas conscienciosas gostam de ordem e gostam de seguir um cronograma. Pessoas conscientes são altamente orientadas para os detalhes. Embora sejam orientadas a detalhes, a foto de uma pessoa consciente também pode ficar embaçada. Ordem e expectativas são mais importantes que a estética.

Extroversão:
Extrovertidos gostam de fotos brilhantes com cores brilhantes. Também é provável que um extrovertido tenha uma foto de perfil com várias pessoas. Essas pessoas são conversadoras e muitas vezes pensadas como a vida da festa.

Agradabilidade:
Pessoas agradáveis ​​tendem a ter fotos borradas que não são muito esteticamente agradáveis. As imagens são normalmente muito brilhantes e incluem o rosto. As pessoas com alta qualidade de imagem podem ter pouco contraste, clareza e nitidez. Pessoas agradáveis ​​são simpáticas e de coração mole.

Neuroticismo:
Pessoas com alto neuroticismo tendem a ter fotos em que o rosto ocupa mais espaço do que o normal. Elas são normalmente simples e não muito coloridos. Também é provável que exibam uma imagem agradável que nem são delas mesmas.

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*Fonte: vidaemequilibrio

7 sinais de que você tem uma personalidade forte, que assusta as pessoas invejosas

Descubra estes grandes sinais que mostram que você é uma pessoa forte, correta e que não permite nenhum tipo de inveja e negatividade em sua vida!

Você já percebeu que sua personalidade assusta algumas pessoas ao seu redor e as afasta de sua vida antes mesmo que tentem algum tipo de aproximação? Se sim, provavelmente isso pode deixá-lo um pouco confuso ou até mesmo magoado, acreditando que existe algo de errado com você.

No entanto, se você sabe que é uma pessoa autêntica e boa para aqueles à sua volta, não deve permitir que isso o magoe, porque pode ser algo muito positivo, um presente do Universo para a sua vida, mostrando-lhe que você é uma pessoa verdadeiramente forte.

Os fortes e honestos dispõem de elevado poder pessoal e uma luz interior incrível, que afastam todos os mal-intencionados. Eles sentem-se assustados com esse brilho e poder, por isso desistem de lhes fazer qualquer coisa negativa.

Abaixo estão sete sinais de que sua personalidade é forte e de que você pode parar de se preocupar com os invejosos.


1. É extremamente honesto
A verdade e a honestidade são algumas das coisas que você mais valoriza. Compromete-se a ser verdadeiro em todas as ocasiões, pois sabe que essa é uma de suas maiores forças que o ajudarão a construir uma vida de muito sucesso e alegria. Sua honestidade não tem preço e você jamais trairá a si mesmo por nada ou ninguém.

2. Quando um problema surge, você não fica parado, mas resolve-o
Se você se encontra em uma situação difícil, não fica esperando a solução cair do céu e muito menos se queixando de tudo o que vem dando errado em sua vida. Em vez disso, começa a trabalhar na solução do seu problema, porque sabe que a sua felicidade e realização estão em suas mãos.


3. Você não compromete o seu tempo

Certamente, você entende a importância da amizade e do companheirismo, mas sabe que tão importante quanto cuidar daqueles que ama é cuidar de si mesmo. Por esse motivo, estabelece um equilíbrio saudável, para que não se doe demais e se esqueça de cuidar de seu corpo, mente e espírito.

4. Reconhece as pessoas mentirosas ao seu redor
É como se você fosse um detector de mentiras em forma humana. Sempre que alguém tenta mentir para você ou se comporta de maneira desonesta, a sua intuição o avisa de que essa não é a melhor companhia para você, e o aconselha a se afastar, o que o impede de passar por muitos momentos complicados.

5. É decidido e não aceita menos do que realmente merece
Qualquer que seja a situação em que se encontre, você sabe que tipo de resultado precisa e nunca concordará em se contentar com menos. Seus objetivos estão sempre em primeiro lugar, e esse é um dos grandes motivos pelos quais sempre tem iniciativas bem-sucedidas e mantém as pessoas que desejam manipular você bem longe.

6. É fiel aos hábitos positivos
Uma rotina diária saudável e consistente, com tempo para si mesmo e para as pessoas importantes em sua vida, oferece-lhe uma base sólida para a sua vida. Você sabe analisar exatamente o que lhe faz ou não bem, e mantém-se fiel às boas coisas que lhe trazem paz e felicidade.

7. Não está interessado em relacionamentos vazios
Você toma muito cuidado com cada parte de seus dias, para que sejam significativos e promovam a sua evolução. As companhias são uma parte importante de sua rotina, por isso você só aceita relacionamentos maduros e sábios, que agregam algo positivo à sua vida. Você deixa longe de si todas as pessoas vazias e fúteis, que não lhe trazem nada de bom.

Se você se identifica com os itens acima, é porque é uma pessoa forte, por isso pode afastar de si os invejosos.

*Por Luiza Fletcher

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*Fonte: osegredo

Ter uma mente inteligente pode estar ligado a sua personalidade

Incontáveis são os benefícios de ter uma mente ágil. A precisão e a rapidez do pensar, sem dúvida alguma, nos ajuda a conquistar e a realizar diversas coisas. Muitas situações em nosso cotidiano exigem algum tipo de conhecimento prévio sobre elas. Porém, apesar do conhecimento que obtemos sobre as coisas, o que é mais importante é a nossa flexibilidade mental para analisar problemas sob várias perspectivas.

Precisamos ser capazes de observar uma situação em todas as suas possibilidades e só depois tomarmos decisões a respeito delas. Permitindo que nossa mente esteja aberta, enquanto ainda está focada em um resultado desejado.

A qualidade nessa flexibilidade é parte de um maior domínio da área cognitiva da fluência. Conhecido como ‘capacidade de fluir’, este componente da inteligência recruta a habilidade de ser capaz de encontrar novas soluções para possíveis problemas e também gerar algumas ideias para um único estímulo. Na fluência verbal, por exemplo, temos a tarefa de criar o maior número possível de palavras começando com a mesma letra. Quanto mais palavras, mais flexível é a nossa mente.

Uma nova pesquisa, liderada por Angelina Sutin, junto de seus colegas da Universidade Estadual da Florida, sugeriu que um grupo inexplorado de recursos pode existir em nossa personalidade. Eles observaram que o típico modelo de envelhecimento e inteligência mostra um declínio nas habilidades fluidas e na estabilidade ou um aumento na inteligência baseada no conhecimento. Eles também perceberam que o declínio não é inevitável.

“Os indivíduos podem desenvolver processos compensatórios que ajudam a compensar os déficits relacionados ao cérebro que prejudicam o desempenho”, escreveram os pesquisadores. A nossa personalidade pode ser o que esteja oferecendo tal compensação.

Sutine e seus colegas basearam seu trabalho no Modelo dos Cinco Fatores da personalidade. Tal modelo propõe que nossa personalidade é organizada nos traços do neuroticismo, abertura à experiência, agradabilidade, consciência e extroversão. Comumente, modelos de personalidade dão ênfase às diferenças individuais.

Traços de personalidade

Ao ver as mudanças relacionadas à cognição sob essa perspectiva, traços da personalidade são capazes de servir como “outros fatores além do envelhecimento cerebral que podem contribuir para as diferenças individuais na função cognitiva, com efeitos que se acumulam ao longo de toda vida útil”.

Se apoiando na proposta de que os traços de personalidade influenciam a cognição, Sutin citou evidências que mostravam que pessoas mais conscientes desempenham melhor tarefas de memorização. Ao menos em parte, por trabalharem muito e serem bem organizadas. Por outro lado, pessoas com alto nível de neuroticismo podem não se dar muito bem em testes cognitivos. Isso porque elas podem estar muito ansiosas e não se concentrarem.

O papel executado pela extroversão na fluência verbal fomenta a ideia de que a personalidade influencia a capacidade cognitiva. Porém, de uma maneira diferente. Extrovertidos falam muito, portanto, quando necessário, eles conseguem criar uma série de associações verbais. Mas existe um lado negativo. Efeitos do neuroticismo na fluência verbal podem estar associados a uma menor produção verbal.

No entanto, os próprios autores do estudo apontam que seu experimento enfrentou limitações. Amostras foram transversais, as medidas de personalidade foram levemente distintas, e os dados não permitiram que os autores pudessem definir uma contribuição para a fluência de cada uma das cinco características.

Então pessoal, o que acharam da matéria? Deixem nos comentários a sua opinião e não esqueçam de compartilhar com os amigos.

*Por Jesus Galvão

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*Fonte: fatosdesconhecidos

Os 6 traços de personalidade associados ao sucesso no trabalho

Você é curioso, consciente e competitivo? Você também tem qualidades mais misteriosas, como “fácil adaptação”, “aceitação de ambiguidade” e “abordagem de riscos”? Se sim, parabéns! Segundo uma pesquisa de psicologia, esses seis traços constituem uma personalidade de “alto potencial” que o levará longe na vida.

A verdade, obviamente, tem um pouco mais de nuances. É que os mesmos traços, em excesso, também podem prejudicar sua performance, e talvez o verdadeiro segredo para o sucesso seja saber exatamente onde você está em cada espectro e como aproveitar melhor suas forças e responder por suas fraquezas. Mas essa nova estratégia promete ser um passo importante para entendermos como nossos traços de personalidade afetam nosso trabalho.

Há um longo histórico de tentativas de entender nossa personalidade no trabalho. Um dos testes mais populares utilizados hoje é o Indicador de Tipos Myers-Briggs (MBTI), que classifica as pessoas de acordo com vários estilos de pensamento, como “introversão/extroversão” e “pensamento/sentimento”. Nove em cada dez empresas americanas usam o teste Myers-Briggs para classificar seus funcionários.

Infelizmente, muitos psicólogos sentem que a teoria por trás das diferentes categorias é atrasada e não inclui as medidas reais de performance. Um estudo sugeriu que o MBTI não é bom na previsão de sucesso de gestão. Alguns críticos até dizem que se trata de pseudociência.

“Como início de conversa é uma boa ferramenta, mas se você está usando em larga escala para prever uma performance ou para tentar encontrar candidatos de alta performance, não funciona”, diz Ian MacRae, um psicólogo e coautor do livro High Potentia (Alto Potencial, em tradução livre).

Pensando que avanços recentes nas pesquisas de psicologia poderiam ser melhores, MacRae e Adrian Furnham, da UCL (University College London), recentemente identificaram seis traços que estão consistentemente ligados ao sucesso no trabalho e que foram agora acrescentados ao Indicador de Traços de Alto Potencial (HPTI).

MacRae diz que, em casos extremos, cada traço pode ter limitações, o que significa que há um valor ideal para cada um. Ele também enfatiza que a importância relativa de cada traço será determinada pelo trabalho que você está fazendo, então os limites teriam que ser adaptados a depender da área em que você queira se dar bem em um cargo técnico, por exemplo. Mas a versão do teste que eu vi era focada em posições de liderança.

Com isso em mente, os seis traços são:

Consciência

Pessoas conscientes se dedicam aos seus planos e os levam até o fim. Elas são boas em controlar seus impulsos e pensar sobre a sabedoria de suas decisões a longo prazo. Depois de QI, a consciência é frequentemente considerada um dos melhores indicadores de sucesso educacional. No trabalho, uma alta consciência é essencial para um bom planejamento estratégico, mas em excesso pode significar que você é muito rígido e inflexível.

Adaptação

Todo mundo tem ansiedades, mas as pessoas com capacidade alta de adaptação conseguem lidar melhor com elas sob pressão sem deixar que elas influenciem negativamente seu comportamento e suas decisões. Pessoas com pontuações baixas nessa escala parecem ter uma performance ruim no trabalho, mas você pode combater esses efeitos com a mentalidade certa. Vários estudos mostraram que encarar uma situação estressante como uma potencial fonte de crescimento – em vez de uma ameaça ao seu bem-estar – pode ajudar as pessoas a se recuperarem de situações negativas mais rapidamente e de maneira mais produtiva.

Aceitação de ambiguidade

Você é o tipo de pessoa que prefere que as tarefas sejam bem definidas e previsíveis? Ou você gosta do desconhecido? Pessoas com uma tolerância alta para ambiguidade podem incorporar mais pontos de vista antes de tomar uma decisão, o que significa que elas são menos dogmáticas e suas opiniões têm mais nuances.

“Uma tolerância menor a ambiguidade pode ser considerada um tipo de característica ditatorial”, afirma MacRae. “Eles vão tentar destilar mensagens complicadas em um argumento fácil de vender e isso pode ser um traço típico de liderança destrutiva.”

O mais importante é que alguém capaz de aceitar ambiguidade achará mais fácil reagir a mudanças – como um clima econômico em evolução ou o surgimento de uma nova tecnologia – e lidar com problemas complexos e multifacetados. “Nós estamos tentando identificar a habilidade de líderes de ouvir opiniões diferentes, ouvir argumentos complexos e tentar entendê-los de uma maneira proativa em vez de simplificá-los”, acrescenta MacRae. “E nós descobrimos que, quanto mais sênior você é em uma posição de liderança, mais importante isso se torna para a tomada de decisão”.

Mas uma aceitação menor de ambiguidade nem sempre será um problema. Em algumas áreas, como em regulação, pode ser melhor ter uma estratégia de ordem que passa tudo a limpo no processo. Saber onde você está nesse espectro pode evitar que você saia muito de sua zona de conforto.

Curiosidade

Comparada a outros traços mentais, a curiosidade foi negligenciada por psicólogos. Ainda assim, pesquisas recentes mostram que um interesse inerente em novas ideias traz mais vantagens no local de trabalho: pode significar que você é mais criativo e flexível nos procedimentos que usa, pode ajudá-lo a aprender com mais facilidade, aumenta sua satisfação com o trabalho de maneira geral e o protege do burnout.

Em excesso, porém, a curiosidade também pode levá-lo a ter uma “mente borboleta” – que voa de projeto em projeto sem entrar de cabeça.

Abordagem de risco (ou coragem)

Você fugiria de um confronto potencialmente desagradável? Ou você encara sabendo que o desconforto de curto prazo resolverá a situação, trazendo benefícios a longo prazo? Previsivelmente, a capacidade de lidar com situações difíceis é crucial para posições de gestão nas quais você precisa agir por um bem maior, mesmo quando há oposição.

Competitividade

Há uma linha tênue entre buscar sucesso profissional e ter uma inveja não saudável dos outros. Na melhor das hipóteses, a competitividade pode ser uma motivação poderosa que o leva além; na pior, pode dividir equipes.

Juntos, esses seis traços consolidam a maior parte do conhecimento que temos até hoje das diferentes qualidades que influenciam a performance no trabalho, particularmente para aqueles que buscam posições de liderança.

Tão interessante quanto esses citados são os traços de personalidade que MacRae e Furnham não incluíram. A escala de extroversão-introversão, por exemplo, pode determinar como lidamos com algumas situações sociais, mas parece fazer pouca diferença na performance geral do trabalho. Nossa capacidade de concordar com os outros também não parece influenciar no sucesso profissional.

Para medir cada traço no Indicador de Traços de Alto Potencial (HPTI), os participantes precisam marcar quanto concordam ou discordam de uma série de afirmações, como “Eu fico frustrado quando não sei exatamente o que é esperado de mim no trabalho” (para descobrir a aceitação de ambiguidade) ou “meus objetivos pessoais vão além dos da minha organização” (o que mede consciência).

Líderes de multinacionais

MacRae agora validou o HPTI em vários setores, acompanhando a performance de líderes de organizações multinacionais ao longo de vários anos, por exemplo.

A pesquisa ainda está em andamento, mas outra pesquisa publicada no ano passado indicou que esses traços podem prever medidas subjetivas e objetivas de sucesso. Em uma análise, as respostas dos participantes explicaram cerca de 25% da variação de renda – o que é uma correlação razoavelmente forte (e comparável à influência da inteligência) mesmo que isso deixe muitas diferenças sem explicação. Nesse estudo, competitividade e aceitação de ambiguidade se tornaram indicadores mais fortes de remuneração, enquanto consciência pareceu prever melhor as medidas subjetivas de satisfação.

Os pesquisadores também examinaram a relação desses traços com o QI – outro fator importante em relação ao sucesso profissional – encontrando uma pequena correlação entre os dois.

Como parte de um processo de recrutamento, o HPTI pode ser usado para avaliar candidatos de alto potencial, mas MacRae diz que isso também pode ajudar no desenvolvimento pessoal, para que você possa identificar suas próprias forças e fraquezas e como lidar com elas. Também pode ser útil para construir uma equipe equilibrada, que reflete o espectro inteiro dos traços de “alto potencial”, considerando a fartura de pesquisas indicando que grupos se beneficiam com estilos diferentes de pensamento. Quase todos não terão todas as qualidades em níveis excelentes, mas isso não precisa ser um problema se temos colegas que podem nos dar um reforço.

Mas alguém chega a ser aprovado em todos esses critérios? MacRae me disse que ele pensa em algumas pessoas que passam em todos os critérios, incluindo o CEO de um banco do Canadá. “Ele era excelente em todos os traços”, diz MacRae. “E eu devo dizer que isso era muito intimidador”. Apesar desse sentimento assustador, os benefícios dessa personalidade única ficaram aparentes na reunião. “Mesmo que seja um pouco assustador trabalhar com esse tipo de pessoa, você sabe exatamente o que esperar – é alguém que você pode acreditar, confiar e respeitar.”

*Por David Robson

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*Fonte: bbc-brasil

Os 6 traços de personalidade associados ao sucesso no trabalho

Você é curioso, consciente e competitivo? Você também tem qualidades mais misteriosas, como “fácil adaptação”, “aceitação de ambiguidade” e “abordagem de riscos”? Se sim, parabéns! Segundo uma pesquisa de psicologia, esses seis traços constituem uma personalidade de “alto potencial” que o levará longe na vida.

A verdade, obviamente, tem um pouco mais de nuances. É que os mesmos traços, em excesso, também podem prejudicar sua performance, e talvez o verdadeiro segredo para o sucesso seja saber exatamente onde você está em cada espectro e como aproveitar melhor suas forças e responder por suas fraquezas. Mas essa nova estratégia promete ser um passo importante para entendermos como nossos traços de personalidade afetam nosso trabalho.

Há um longo histórico de tentativas de entender nossa personalidade no trabalho. Um dos testes mais populares utilizados hoje é o Indicador de Tipos Myers-Briggs (MBTI), que classifica as pessoas de acordo com vários estilos de pensamento, como “introversão/extroversão” e “pensamento/sentimento”. Nove em cada dez empresas americanas usam o teste Myers-Briggs para classificar seus funcionários.

Infelizmente, muitos psicólogos sentem que a teoria por trás das diferentes categorias é atrasada e não inclui as medidas reais de performance. Um estudo sugeriu que o MBTI não é bom na previsão de sucesso de gestão. Alguns críticos até dizem que se trata de pseudociência.

“Como início de conversa é uma boa ferramenta, mas se você está usando em larga escala para prever uma performance ou para tentar encontrar candidatos de alta performance, não funciona”, diz Ian MacRae, um psicólogo e coautor do livro High Potentia (Alto Potencial, em tradução livre).

Pensando que avanços recentes nas pesquisas de psicologia poderiam ser melhores, MacRae e Adrian Furnham, da UCL (University College London), recentemente identificaram seis traços que estão consistentemente ligados ao sucesso no trabalho e que foram agora acrescentados ao Indicador de Traços de Alto Potencial (HPTI).
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Image caption Alimentar sua curiosidade pode ajudá-lo a aprender mais facilmente, aumentar sua satisfação com o trabalho e protegê-lo do burnout

MacRae diz que, em casos extremos, cada traço pode ter limitações, o que significa que há um valor ideal para cada um. Ele também enfatiza que a importância relativa de cada traço será determinada pelo trabalho que você está fazendo, então os limites teriam que ser adaptados a depender da área em que você queira se dar bem em um cargo técnico, por exemplo. Mas a versão do teste que eu vi era focada em posições de liderança.

Com isso em mente, os seis traços são:

Consciência

Pessoas conscientes se dedicam aos seus planos e os levam até o fim. Elas são boas em controlar seus impulsos e pensar sobre a sabedoria de suas decisões a longo prazo. Depois de QI, a consciência é frequentemente considerada um dos melhores indicadores de sucesso educacional. No trabalho, uma alta consciência é essencial para um bom planejamento estratégico, mas em excesso pode significar que você é muito rígido e inflexível.

Adaptação

Todo mundo tem ansiedades, mas as pessoas com capacidade alta de adaptação conseguem lidar melhor com elas sob pressão sem deixar que elas influenciem negativamente seu comportamento e suas decisões. Pessoas com pontuações baixas nessa escala parecem ter uma performance ruim no trabalho, mas você pode combater esses efeitos com a mentalidade certa. Vários estudos mostraram que encarar uma situação estressante como uma potencial fonte de crescimento – em vez de uma ameaça ao seu bem-estar – pode ajudar as pessoas a se recuperarem de situações negativas mais rapidamente e de maneira mais produtiva.

Aceitação de ambiguidade

Você é o tipo de pessoa que prefere que as tarefas sejam bem definidas e previsíveis? Ou você gosta do desconhecido? Pessoas com uma tolerância alta para ambiguidade podem incorporar mais pontos de vista antes de tomar uma decisão, o que significa que elas são menos dogmáticas e suas opiniões têm mais nuances.

“Uma tolerância menor a ambiguidade pode ser considerada um tipo de característica ditatorial”, afirma MacRae. “Eles vão tentar destilar mensagens complicadas em um argumento fácil de vender e isso pode ser um traço típico de liderança destrutiva.”

O mais importante é que alguém capaz de aceitar ambiguidade achará mais fácil reagir a mudanças – como um clima econômico em evolução ou o surgimento de uma nova tecnologia – e lidar com problemas complexos e multifacetados. “Nós estamos tentando identificar a habilidade de líderes de ouvir opiniões diferentes, ouvir argumentos complexos e tentar entendê-los de uma maneira proativa em vez de simplificá-los”, acrescenta MacRae. “E nós descobrimos que, quanto mais sênior você é em uma posição de liderança, mais importante isso se torna para a tomada de decisão”.

Mas uma aceitação menor de ambiguidade nem sempre será um problema. Em algumas áreas, como em regulação, pode ser melhor ter uma estratégia de ordem que passa tudo a limpo no processo. Saber onde você está nesse espectro pode evitar que você saia muito de sua zona de conforto.

Curiosidade

Comparada a outros traços mentais, a curiosidade foi negligenciada por psicólogos. Ainda assim, pesquisas recentes mostram que um interesse inerente em novas ideias traz mais vantagens no local de trabalho: pode significar que você é mais criativo e flexível nos procedimentos que usa, pode ajudá-lo a aprender com mais facilidade, aumenta sua satisfação com o trabalho de maneira geral e o protege do burnout.

Em excesso, porém, a curiosidade também pode levá-lo a ter uma “mente borboleta” – que voa de projeto em projeto sem entrar de cabeça.

Abordagem de risco (ou coragem)

Você fugiria de um confronto potencialmente desagradável? Ou você encara sabendo que o desconforto de curto prazo resolverá a situação, trazendo benefícios a longo prazo? Previsivelmente, a capacidade de lidar com situações difíceis é crucial para posições de gestão nas quais você precisa agir por um bem maior, mesmo quando há oposição.

Competitividade

Há uma linha tênue entre buscar sucesso profissional e ter uma inveja não saudável dos outros. Na melhor das hipóteses, a competitividade pode ser uma motivação poderosa que o leva além; na pior, pode dividir equipes.

Juntos, esses seis traços consolidam a maior parte do conhecimento que temos até hoje das diferentes qualidades que influenciam a performance no trabalho, particularmente para aqueles que buscam posições de liderança.

Tão interessante quanto esses citados são os traços de personalidade que MacRae e Furnham não incluíram. A escala de extroversão-introversão, por exemplo, pode determinar como lidamos com algumas situações sociais, mas parece fazer pouca diferença na performance geral do trabalho. Nossa capacidade de concordar com os outros também não parece influenciar no sucesso profissional.

Para medir cada traço no Indicador de Traços de Alto Potencial (HPTI), os participantes precisam marcar quanto concordam ou discordam de uma série de afirmações, como “Eu fico frustrado quando não sei exatamente o que é esperado de mim no trabalho” (para descobrir a aceitação de ambiguidade) ou “meus objetivos pessoais vão além dos da minha organização” (o que mede consciência).

Líderes de multinacionais

MacRae agora validou o HPTI em vários setores, acompanhando a performance de líderes de organizações multinacionais ao longo de vários anos, por exemplo.

A pesquisa ainda está em andamento, mas outra pesquisa publicada no ano passado indicou que esses traços podem prever medidas subjetivas e objetivas de sucesso. Em uma análise, as respostas dos participantes explicaram cerca de 25% da variação de renda – o que é uma correlação razoavelmente forte (e comparável à influência da inteligência) mesmo que isso deixe muitas diferenças sem explicação. Nesse estudo, competitividade e aceitação de ambiguidade se tornaram indicadores mais fortes de remuneração, enquanto consciência pareceu prever melhor as medidas subjetivas de satisfação.

Os pesquisadores também examinaram a relação desses traços com o QI – outro fator importante em relação ao sucesso profissional – encontrando uma pequena correlação entre os dois.

Como parte de um processo de recrutamento, o HPTI pode ser usado para avaliar candidatos de alto potencial, mas MacRae diz que isso também pode ajudar no desenvolvimento pessoal, para que você possa identificar suas próprias forças e fraquezas e como lidar com elas. Também pode ser útil para construir uma equipe equilibrada, que reflete o espectro inteiro dos traços de “alto potencial”, considerando a fartura de pesquisas indicando que grupos se beneficiam com estilos diferentes de pensamento. Quase todos não terão todas as qualidades em níveis excelentes, mas isso não precisa ser um problema se temos colegas que podem nos dar um reforço.

Mas alguém chega a ser aprovado em todos esses critérios? MacRae me disse que ele pensa em algumas pessoas que passam em todos os critérios, incluindo o CEO de um banco do Canadá. “Ele era excelente em todos os traços”, diz MacRae. “E eu devo dizer que isso era muito intimidador”. Apesar desse sentimento assustador, os benefícios dessa personalidade única ficaram aparentes na reunião. “Mesmo que seja um pouco assustador trabalhar com esse tipo de pessoa, você sabe exatamente o que esperar – é alguém que você pode acreditar, confiar e respeitar.”

*Por David Robson

 

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*Fonte: bbc-brasil

7 pequenos hábitos que revelam muito sobre sua personalidade

Você sabia que seus comportamentos dizem muito sobre você? Alguns hábitos que temos, os quais geralmente não notamos, acabam revelando traços de nossas personalidades. Foram feitos alguns estudos e testes sobre as personalidades das pessoas. Os resultados são surpreendentes e muitas vezes não mentem.

Veja essa lista de alguns pequenos hábitos presentes em sua rotina e comece a repará-los. Com certeza você irá se identificar com alguns deles.

1 – A forma como você “rola” o papel higiênico

Uma especialista em relacionamentos, chamada Gilda Carle, entrevistou 2.000 homens e mulheres, e perguntou a eles qual a forma que rolam o papel higiênico. Eles também responderam questionários sobre como eram assertivos em seus relacionamentos.

Os resultados mostraram que as pessoas que rolam o papel higiênico para cima tendem a ser mais dominantes, enquanto aqueles que rolam para baixo, podem ser mais submissos. Algumas pessoas relataram que às vezes mudam a direção do papel. Essas têm mais probabilidade de serem dominadoras.

2 – Suas escolhas de sapato

A escolha dos sapatos das pessoas podem ser determinantes no que diz respeito às suas personalidades, segundo um estudo publicado no Journal of Research in Personality. Os voluntários que participaram da pesquisa enviaram fotos de seus sapatos e, em seguida, preencheram um questionário sobre seus traços de personalidade.

Os resultados indicaram que as pessoas que usam sapatos confortáveis ??tendem a ser relativamente agradáveis. Os sapatos mais desconfortáveis como botas e botinas são geralmente usados ??por pessoas mais agressivas. Usar sapatos mais antigos ??pode significar que a pessoa é mais calma e usar sapatos mais novos e bem conservados pode indicar que a pessoa é ansiosa ou pegajosa.

3 – Seu aperto de mão

Um simples aperto de mão pode determinar o que as pessoas vão pensar sobre você. Durante um experimento, alguns juízes foram treinados para avaliar oito características de um aperto de mão. Essas incluem temperatura, secura, força, duração, vigor, textura e contato visual.

No final do experimento, os resultados indicaram que os participantes com apertos de mão mais firmes se descreveram como mais emocionalmente expressivos, extrovertidos e positivos que outros. Os participantes com apertos mais soltos eram mais tímidos e neuróticos. As primeiras impressões dos juízes foram justamente essas.

4 – Sua pontualidade

Você é uma pessoa pontual? A pontualidade define traços positivos de caráter numa pessoa. Em um estudo publicado no Journal of Research in Personality, pesquisadores pediram que os participantes respondessem uma avaliação de personalidade em casa e fossem ao laboratório para um experimento em grupo.

Ao analisar a hora de chegada dos participantes, eles descobriram que pessoas pontuais eram mais conscientes e agradáveis. As pessoas que chegaram muito cedo ao lugar eram mais neuróticas. Já as atrasadas, ??tendem a ser mais descontraídas. Você se encaixa em qual personalidade?

5 – A forma como você anda

Se você anda com o peso para a frente e seu passo é rápido, você certamente é bastante produtivo, embora talvez seja um pouco frio e competitivo. Se você anda com o peito para a frente, ombros para trás e a cabeça erguida, você é divertido e carismático.

Quem costuma andar com o peso acima das pernas, geralmente é mais interessado em pessoas do que em tarefas, e mais focado em sua vida pessoal do que em sua carreira. Por último, se você anda com leveza nas pontas dos pés e seus olhos ficam colados ao chão, provavelmente você é introvertido e educado.

6 – Seus hábitos alimentares

Você não só é o que você come, como também é COMO você come. As pessoas que comem lentamente são geralmente as que gostam de estar no controle e sabem apreciar a vida. Já as que comem mais rápido, tendem a ser ambiciosas e impacientes. Os exigentes quando o assunto é comida, são mais ansiosos e neuróticos. As pessoas que separam diferentes alimentos no prato, são mais cautelosas e detalhistas.

7 – Seus e-mails

Seus e-mails podem indicar alguns traços de sua personalidade. Segundo o psicólogo Tomas Chamorro-Premuzic, as pessoas extrovertidas têm mais probabilidade de falar sobre coisas divertidas, como música e festas. As pessoas mais emotivas tendem a usar palavras negativas como “deprimido” e “zangado”. Já os narcisistas, geralmente falam de si mesmos, usando palavras como “eu” e “meu”.

*Por Isabela Araújo

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*Fonte: fatosdesconhecidos

5 hábitos que transformam sua casa num lugar horrível

Uma casa equilibrada é uma fonte de bem-estar, um lugar onde sempre queremos retornar, porque encontramos a fonte do suporte que precisamos. Uma casa tóxica gera desconforto e pode nos deixar doente, tanto física quanto psicologicamente, e adoecer também quem a frequenta. Uma casa tóxica é um lugar onde nos sentimos mal e queremos fugir.

Ambientes mentais tóxicos

O conceito de “ambientes mentais tóxicos” foi proposto pelo ativista ambiental, *Kalle Lasn, quando – há trinta anos atrás – houve um forte “movimento verde” motivado pela crescente preocupação das pessoas de que a toxicidade do meio ambiente integral poderia torná-los doentes.
Assim, um grupo de psicólogos transferiu esse conceito para a nossa saúde mental, analisando como nosso estilo de vida mudou nos últimos anos e o aumento dos transtornos mentais. Na verdade, em países ocidentais mais desenvolvidos, problemas como a esquizofrenia aumentaram 45% desde 1985, de acordo com dados da OMS. No Reino Unido, a depressão na adolescência aumentou de 6% para 18% desde 1987. Hoje, se pedimos a alguém que nos encontremos na rua, é provável que elas se sintam ansiosas, estressadas ou sobrecarregadas.
Alguns psicólogos indicam que esses problemas mentais são causados ​​por uma profunda mudança cultural que se reflete em um estilo de vida marcado pelo consumismo, a falta de inteligência emocional, uma mudança na escala de valores e uma dificuldade crescente na forma de manter relacionamentos interpessoais assertivos. O ambiente familiar é geralmente onde tudo começa, ou onde esses comportamentos tóxicos são perpetuados.

A coexistência não está isenta de conflitos. No entanto, não devemos permitir que certos comportamentos acabem transformando nossa casa em um ambiente mentalmente tóxico. Nós tocamos nossas vidas. Isto é confirmado por um estudo realizado no University College London em que eles acompanharam mais de 12 anos mais de 10 mil pessoas. Esses psicólogos descobriram que aqueles que tiveram relações negativas apresentaram maior risco de ataques cardíacos com consequências mortais.

As atitudes e hábitos que devemos banir das casas:

1. Os gritos

Os gritos começam a ser excepcionais, mas podem se tornar a norma. Acontece sem que percebamos. Um dia você grita porque você acha que eles não o entendem, no dia seguinte, porque você acha que eles não ouvem você e o outro porque você quer estar certo a todo custo. Assim, eles se tornam pão diário. No entanto, os gritos escondem o germe da violência. Eles implicam o desejo de impor poder e subjugar o outro. Suas consequências para as crianças são ainda pior. Um estudo realizado na Harvard Medical School revelaram que gritos podem alterar significativamente a estrutura do cérebro infantil e permanentemente afetar a integração entre as duas metades do cérebro, que podem causar problemas de personalidade e afetar o seu equilíbrio emocional.
Como solucionar? Na casa deve haver uma regra muito simples: não grite. Cada membro deve lembrar que gritar não lhe dará mais motivos. É importante cultivar empatia e assertividade. Os gritos são sempre um sinal da incapacidade de gerenciar a situação.

2. Hostilidade

Se você entrar na casa e de repente você sente como se um peso caísse em seus ombros, provavelmente é devido a uma atmosfera de hostilidade. Há casas onde não há entusiasmo, onde as pessoas quase nunca sorriem, mas mostram atitudes hostis e agem como se os outros fossem seus adversários. Nessas casas prevalece a lei do mais forte, por isso é muito difícil encontrar descanso e tranquilidade.
Como solucionar? Quando a casa se torna um campo de batalha, não há vencedores, todos perdem porque o saldo está quebrado. Portanto, é importante se concentrar na solução de problemas, em vez de procurar culpados.

3. O drama

Na vida, passamos por momentos dramáticos. No entanto, quando a casa se torna um drama diário, o desespero, a frustração e a depressão logo se estabelecem. Este drama geralmente vem de pessoas que sempre acham um problema para cada solução, que se concentram apenas nos aspectos negativos da vida e que fazem queixas de seu modo de vida. Essas pessoas acabam “infectando” a casa, causando uma névoa do pessimismo para flutuar sobre o meio ambiente.
Como solucionar? Adotando uma atitude mais positiva, que também acabará sendo contagiosa e pode contrariar as atitudes negativas dos outros. É importante fazer com que essa pessoa veja, sem atacar ou criticar, como suas atitudes prejudicam todos e criam um clima emocional muito negativo.

4. Caos

O espaço onde você passa várias horas por dia acaba influenciando seu humor. Portanto, um espaço desorganizado e caótico pode acabar causando esse mesmo caos mental, é um espaço onde você não quer estar e que gera estresse. Foi apreciado que, quando estamos imersos em ambientes desorganizados e caóticos, nosso cérebro tem mais dificuldades em processar informações, o que produz um sentimento de sobrecarga, afeta nossa produtividade e aumenta a ansiedade e o estresse. No entanto, essa confusão não se refere apenas ao espaço físico, mas também à falta de regras que garantem uma coexistência fluida entre os membros da família.
Como solucionar? É importante que a ordem prevaleça em todas as famílias e que existam regras de convivência, mesmo que sejam implícitas, para que todos conheçam os limites que não devem ser transferidos.

5. A desvalorização

Se os membros da família não são valorizados, apreciados e respeitados, é difícil desenvolver uma boa autoestima e ter a segurança necessária para enfrentar a vida. Existem muitas formas de desvalorização, de não reconhecer os esforços da pessoa para minimizar continuamente suas conquistas ou mesmo ignorá-las. Em algumas casas, são criadas dinâmicas muito nocivas em que um dos membros é rotulado como “ovelha negra” da família disfuncional ou o bode expiatório. Obviamente, essas dinâmicas não são apenas negativas para aqueles que culparam, mas também para o resto dos membros, pois impede que assumam suas responsabilidades e amadureçam como pessoas.
Como solucionar? Cada pessoa é única e devemos valorizá-la para isso. Devemos aprender a concentrar em seus pontos fortes e o que os torna especiais. Cada um brilha com a própria luz, devemos nos certificar de alimentar essa luz, não desligá-la.

Extraído de Rincón de la Psicología – traduzido e adaptado com mais fontes de pesquisas pelo Portal Raízes
* Kalle Lasn

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*Fonte: portalraizes

3 tipos de personalidade que o tornam único

A personalidade revela como você realmente é. Abrange tanto as suas características físicas quanto as mentais que o tornam diferente dos outros, único. Mas, por vezes, nos identificamos com um grupo ou com outras pessoas que têm características iguais ou semelhantes às nossas. Estamos falando dos tipos de personalidade.

Existem várias teorias a esse respeito, mas vamos nos restringir em mostrar apenas as diferenças entre as personalidades A, B e um terceiro tipo chamado C. Esta classificação de personalidades foi muito criticada na época e até hoje a discussão sobre o assunto não foi encerrada.

“A personalidade é o melhor acessório que você pode usar.”
-Roberto Cavalli-

Os tipos de personalidade A e B são conceitos criados por Fridman e Rosenman em 1959. Estes dois tipos eram completamente opostos. Desta forma, os indivíduos poderiam se identificar com um ou outro facilmente, sem o habitual problema de sentir que sua personalidade tem um pouco de A e um pouco de B.

Mas em 1980 Morris e Creer apresentaram um tipo diferente de personalidade, chamado de “personalidade C”. Este tipo permitiu que as pessoas que não se sentiam identificadas com os tipos anteriores conseguissem se enquadrar em algum grupo. Ou talvez não? Hoje vamos descobrir o que nos revela cada um destes tipos de personalidade.

 

1. Personalidade tipo A

Sabe aquela pessoa que está sempre com pressa? Existe alguém na sua família que é viciado em trabalho? Os indivíduos que se enquadram neste tipo são hiperativos, enérgicos e muito produtivos. Isto faz com que se dediquem exclusivamente ao seu trabalho e esqueçam um pouco a família e os amigos.

Com tudo isso, a personalidade A se caracteriza pela competitividade, acreditam que precisam ser melhores do que outros, o que pode levá-los a pisar nas pessoas ao seu redor, a fim de alcançar o que desejam. Isto pode gerar muita agressividade que se manifesta quando desqualificam o trabalho do outro ou negam ajuda a quem precisa.

Para as pessoas com personalidade A o trabalho é algo fundamental e indispensável em suas vidas, é o centro de tudo.

As pessoas que pertencem a este grupo são muito frias, pelo menos é a impressão que causam. Elas reprimem as suas emoções, são insensíveis e sempre se mostram duras e firmes. Às vezes, tudo isso é uma fachada para não demonstrar toda a sua insegurança. Sem dúvida, elas são muito suscetíveis a doenças como o estresse ou a ansiedade.

2. Personalidade tipo B

Ela é o oposto da personalidade A. As pessoas que se enquadram nesse grupo são muito tranquilas e não se estressam facilmente. Por tudo isso, muitas vezes se atrasam para os compromissos, mas não ficam nervosas com isso. Elas têm todo o tempo do mundo.

As pessoas com personalidade B gostam de dormir, por isso levantar-se cedo ou dormir menos de 8 horas não se encaixa nos seus planos. Isto faz com que levem uma vida muito tranquila, sem pressões. Na verdade, elas não se importam em competir para serem melhores do que outros. Elas reconhecem os seus limites e se sentem confortáveis com a sua forma de ser; não precisam ser melhores do que ninguém.

As pessoas com este tipo de personalidade aceitam a vida como ela é, permitindo que tudo siga o seu curso naturalmente.

 

Uma das características marcantes deste tipo de personalidade é que as pessoas tendem a ser muito compreensivas e acolhedoras. Elas não têm nenhum problema para socializar, porque atraem as pessoas com seu sorriso encantador. Além disso, elas são muito atraentes porque são seguras de si e possuem uma grande autoestima.

3. Personalidade tipo C

O último tipo é o mais controverso, porque são pessoas mais passivas e submissas. As pessoas que se identificam com esse grupo se sentem impotentes diante de determinadas situações estressantes ou eventos inesperados. Por mais que tentem, não conseguem evitar esse sentimento de desamparo.

Isto as transforma em vítimas de maus-tratos e de pessoas manipuladoras, porque se mostram submissas e conformadas com o que lhes acontece. Elas não são capazes de tomar decisões, são medrosas e a sua insegurança é muito mais grave do que a insegurança da personalidade A.

As pessoas com personalidade C sofrem de bloqueios emocionais que podem trazer consequências negativas para a sua saúde.

Uma consequência negativa de pertencer a este grupo é que as pessoas suprimem suas emoções, ou seja, as guardam para elas mesmas. Mesmo quando sentem raiva, decepção, tristeza, não conseguem expressá-las para desabafar. Isto pode provocar problemas sérios de depressão.

 

Você se identificou com qualquer um destes tipos? Estes conceitos criados para os tipos de personalidades já são antigos e muitas coisas mudaram nos últimos anos. Por isso, esta tem sido uma tipologia muito criticada que, para muitos, precisa de mais rigor. O que você acha? Em qual destes tipos de personalidade você se encaixa?

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*Fonte: amenteemaravilhosa/ por Raquel Etérea

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10 fatos científicos sobre personalidade de irmãos mais velhos, do meio e caçulas

Seja qual for o seu papel na família, saiba não é culpa sua, tudo é uma questão da ordem em que você nasceu. De acordo com especialistas, a idade e a hierarquia entre irmãos é capaz de definir seus gostos para uma especialidade, profissões escolhidas ou o quanto serão bem sucedidos como adultos.
Ordem em que nasceu influencia personalidade

De acordo Jeffrek Klugert, autor de “The Sibling Effect”, dependendo se você nasce por primeiro, por último ou entre seus irmãos, sua personalidade se desenvolve de uma forma diferente de outra. Conheça os principais fatos envolvidos nessa ordem hierárquica.

1. Quando filhos primogênitos chegam ao mundo se tornam os reis da casa. Seus pais, ainda iniciantes, tendem a superprotegê-los, a perdoá-los com facilidade, assim, crescem com a sensação de serem o centro das atenções. Dessa forma, é possível dizer que assumem sua liderança no sangue.

2. Primogênitos são focados e perseverantes e, de acordo com as estatísticas, são os irmãos mais velhos que vêm a assumir cargos como CEO de empresas, senador ou astronauta, e muitas vezes ganham mais do que os seus irmãos mais novos.

3. Estudos mostram que quando você conversa com algumas pessoas por 5 a 15 minutos, como se fosse um “encontro a jato”, os homens que cresceram com irmãs tendem a se dar melhor do que aqueles que cresceram apenas com irmãos ou foram filhos únicos. Da mesma forma, as mulheres com irmãos tendem se dar melhor com os meninos.

4. Os irmãos mais velhos recebem mais imersão total na orientação de seus pais antes que os irmãos mais novos nasçam. Como resultado, eles adquirem mais QI e vantagem linguística, porque eles são o foco exclusivo da atenção dos pais.

5. Falar de filhos do meio, em geral, é difícil já que uma família pode ter um ou mais filhos que se incluem nesta categoria. Alguns adotam uma posição mais próxima ao irmão mais velho, enquanto outros se movem exatamente para o lado oposto.

6. O comportamento dos irmãos do meio é uma mistura de ambos os extremos, e se caracteriza precisamente por isso: por não terem um papel definido também. Como resultado, por não serem nem os “primeiros” e nem os “últimos” a chegarem em casa, tendem a ter mais problemas de autoestima, a passar mais desapercebido e se tornarem mais introvertido. No entanto, eles também são mais independentes e observadores.

7. Filhos do meio realmente exigem um pilar de segurança em termos de atenção dos pais. É por isso que eles tendem a investir mais em amizades fora de casa e acabam sendo muito menos ligado à família.

8. Os caçulas são os mais espertos. As crianças mais novas na família tendem a desenvolver uma maior capacidade de usar estratégias de baixo consumo de energia porque elas são as menores na casa. Quando você não pode bater os seus irmãos mais velhos para conseguir o que você precisa, você aprende a desarmá-los por ser engraçado, ou você aprender a ter uma sensação melhor intuitiva.

9. Muitas vezes os filhos caçulas costumam estar em desacordo com a ordem estabelecida, especialmente, por serem o último elo da cadeia. Eles são os menores da casa, tanto no que se refere à idade e ao tamanho, se forçando a compensar sua fraqueza com um caráter forte, com certa rebeldia. Eles são carismáticos e um pouco mais espontâneos que seus antecessores.

10. Os pais, que já conhecem o ofício da paternidade, se mostram mais tranquilos diante da educação e do contato de seu filho caçula com o mundo. Isso converte os mais novos em pessoas mais intuitivas do que seus irmãos mais velhos, também mais engraçadas e, em algumas ocasiões, mais doces. Eles tendem a ouvir mais as pessoas e tentam conhecer seus desejos e intenções para poder dar um passo adiante.
Por que essas diferenças ocorrem?

Muitos psicólogos têm sugerido que os irmãos constróem personalidades diferentes à medida em que adotam estratégias distintas para ganhar atenção e favor de seus pais. Segundo esta teoria, o filho mais velho pode ser mais propenso a se identificar com a autoridade e apoiar o status quo, enquanto as crianças mais jovens são mais propensas a procurar a atenção por se rebelar.

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*Fonte: vix / texto: Jaqueline Rodrigues

 

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