Por um mundo com mais gente “doida” e menos gente maldosa

Gente “doida” é gente feliz, alegre, que tem sempre uma palavra de otimismo e uma boa gargalhada a oferecer, mesmo em situações que geram preocupação e pessimismo.

São pessoas espontâneas e autênticas, que não têm medo de expor o que sentem, nem expor limites e pontos de vista. São pessoas que não estão preocupadas em tentar agradar a todos, embora exalem carisma e gentileza.

Gente “doida” é gente divertida, que está sempre de bem com a vida. Mesmo nos momentos de tristeza, elas se agarram ao otimismo dentro de si, pois sabem que tudo passa.

Gente “doida” é gente que vive, que não espera uma data específica para beber um bom vinho ou usar a roupa mais bonita do guarda-roupa. Elas não esperam as ocasiões especiais, elas fazem de todas as ocasiões especiais.

Gente “doida” é gente que saboreia a comida, mesmo em um almoço de 15 minutos, e que consegue parar para sentir o aroma do café ao invés de apenas ingerir cafeína para manter-se de pé.

Gente “doida” conversa sozinha, em silêncio ou em voz alta e está sempre rindo de si mesma. É gente que não se importa com defeitos nem com decepções, apenas com os aprendizados retirados de todas as experiências. Pois troca a reclamação pela gratidão por tudo o que há na vida.

Gente “doida” é gente sincera, em quem podemos confiar e confidenciar o que há de mais íntimo, pois temos certeza que elas não farão a “doideira” de espalhar por aí.

Gente “doida” não é perversa, como muitos costumam confundir. Gente perversa é gente maldosa, incapaz de sentir empatia, e que se faz de doida para, na verdade, causar transtornos psicológicos aos que estão ao seu redor.

Gente “doida” é gente do bem, mesmo quando a doideira se trata de alguma patologia. Mas se for uma doideira saudável, de pessoas que apenas fogem de uma sociedade doente de pessoas “normais” e egocêntricas, nada melhor do que sermos os estranhos que conseguem pensar e agir “fora da caixa”.

Gente “doida” é gente leve. Sou eu e é você que me lê, quando conseguimos relaxar e viver o momento, principalmente com aqueles que nos amam e a quem amamos, sem nos preocupar com o que não podemos controlar.

Por um mundo com mais gente “doida” e menos gente maldosa!

*Por Priscila Mattos

 

 

 

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*Fonte: resilienciamag

Quem era o Herbert Richers da abertura dos filmes e desenhos?

Quando o narrador diz “versão brasileira”, ele está anunciando que o programa foi dublado da língua original para o português. E Herbert Richers foi o cara que fundou, em 1950, o principal estúdio de produção e dublagem de filmes da América Latina.

Conversando com o próprio Walt Disney (Herbert era bem relacionado), ele teve a ideia de dublar filmes estrangeiros, já que naquela época os brasileiros tinham o estranho hábito de só dublarem a própria voz. Em seus 60 anos de funcionamento, o estúdio foi responsável pela produção de quase 80 filmes. E ainda lançou Renato Aragão no cinema. As versões brasileiras de novelas mexicanas como A Usurpadora, apesar de terem o anúncio (VERSÃO BRASILEIRA HERBERT RICHERS) proibido por Sílvio Santos, também foram obra do magnata, responsável pela tradução de aproximadamente 4.000 produtos – filmes, novelas, minisséries e desenhos.

O super-homem da dublagem chegou a deter, nos tempos áureos, entre 90% e 100% de tudo o que ia para os cinemas no país.

Mas o bordão está em extinção. Isso porque após a morte do dono em 2009 e a falência da empresa em 2012, o prédio foi – pasme – atingido por um incêndio que destruiu todos os originais. Ainda bem que antes do final derradeiro o senhor das dublagens ainda teve tempo de confiar ao jornalista Gonçalo Junior a sua biografia: Versão Brasileira Herbert Richers, lançada em maio deste ano.

E quem faz o anúncio de “versão brasileira Herbert Richers” antes de cada episódio do seu desenho favorito? Segundo Gonçalo, não é a mesma pessoa toda vez. Cada época teve o seu dublador, geralmente um diretor que assumia a função depois de uma longa carreira na empresa.

Curiosidade: na virada de ano de 1959, quando saiu para pescar na Baía de Guanabara, Herbert viu um avião caindo. Como era medalista do Campeonato Sulamericano de nado e treinava frequentemente com Roberto Marinho – sim, o dono da Rede Globo – se atirou na água e conseguiu resgatar oito pessoas, inclusive duas irmãs gêmeas.

 

 

 

 

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*Fonte: superinteressante

A síndrome da superioridade ilusória. Os profissionais de palco.

Desde tempos remotos personalidades como Sócrates, Darwin, Russell, Santo Agostinho e até Thomas Jefferson, entre outros, tem alertado a humanidade sobre o a ignorância e as suas características.

“Só sei que nada sei” de Sócrates (o filosofo grego). À medida que vamos acumulando experiência sobre um assunto, vamos percebendo o quanto ainda temos para aprender sobre ele.

“Charles Darwin disse que “a ignorância gera mais frequentemente confiança do que o conhecimento”. Isto é, quanto menos sabemos de um determinado assunto maior a tendência para pensarmos que sabemos tudo.

No século XX, o filósofo inglês Bertrand Russell escreveu: “O problema com o mundo é que os estúpidos são excessivamente confiantes, e os inteligentes são cheios de dúvidas”

É um pouco o reverso da medalha do que disse Santo Agostinho com “o reconhecimento da própria ignorância é a primeira prova de inteligência”

“He who knows most, knows best how little he knows” – Thomas Jefferson

René Descartes “Daria tudo que sei por metade do que ignoro”

Dunning e Kruger dois psicólogos da Universidade de Cornell estudaram este fenômeno e realizaram experiências até enunciar a sua hipótese conhecida como o efeito Dunning-Kruger. Para eles este fenômeno é um distúrbio cognitivo pelo qual indivíduos que possuem pouco conhecimento sobre um assunto acreditam saber mais que outros mais bem preparados, porém esta própria incompetência os restringe da habilidade de reconhecer os próprios erros. Estas pessoas sofrem de superioridade ilusória.

Numa sociedade onde a forma se valoriza mais do que o conteúdo a gente pode terminar contratando ou seguindo os conselhos de um suposto especialista “incompetente” que aparenta saber muito, tomando decisões erradas e chegando a resultados catastróficos.

Os portadores dessa síndrome receberam de Dunning o carinhoso apelido de “idiotas confiantes”. “Os incompetentes são frequentemente abençoados com uma confiança inadequada, afiançada por alguma coisa que, para eles, parece conhecimento.”

Este tipo de pessoas falham em:

– Reconhecer sua própria falta de habilidade e as suas limitações;
– Reconhecer as habilidades genuínas em outras pessoas, pessoas que não escutam;
– Reconhecer a extensão de sua própria incompetência;
– Reconhecer e admitir sua própria falta de habilidade, depois que forem treinados para aquela habilidade.

Os verdadeiros especialistas raramente se referem a eles como tal e são substancialmente mais modestos do que aqueles que assim se intitulam.

Os verdadeiros especialistas sabem que ainda têm um longo caminho a percorrer até o serem, se é que algum dia o serão. Sabem que haverá sempre quem seja melhor e pior do que todos nós em todas as atividades e que, por isso, devemos evitar os rótulos.

Todos nós reconhecemos ou vivenciamos uma situação semelhante. Afinal, quem nunca se deparou com alguém, totalmente ignorante em alguma área do conhecimento, que nunca leu nada sobre o assunto, agir como um sábio e tentar refutar ou debater ideias bem estabelecidas, conhecidas e elaboradas por estudiosos e talentosos especialistas?

Isso em educação é um clássico, muitos profissionais muito reconhecidos são péssimos professores, acontece que o fato de conhecer os conteúdos da sua área de estudo não faz deles especialistas em educação e muito menos bons professores.

Vivemos na sociedade do conhecimento e no império da complexidade onde o todo de qualquer cenário de atuação é muito mais do que a somatória das partes, e o conhecimento é considerado como algo transitório. Por esse motivo, esta sociedade tem como característica fundamental a reflexão, que é considerada como uma porta aberta a mudança e ao reconhecimento de que o que ontem dávamos por sabido amanha pode ser considerado um completo erro.

Ou o que é bom e certo num contexto pode ser um completo desastre em outro contexto, algo que os ignorantes de plantão nem sequer reconhecem já que não desenvolveram a sua capacidade de reflexão.

Uma sociedade onde o diálogo, a capacidade de escutar e de duvidar são os métodos por excelência para crescer e aprender a aprender; quando nos abrimos a escutar e a refletir é como se pedíssemos emprestada a mente dos outros cheia de conhecimentos e experiências para nos enriquecer.

Lamentavelmente nesta sociedade nos deixamos guiar pela aparência. E as aparências enganam.

Tanta é a quantidade de conhecimento que circula na sociedade atual que ao invés de reconhecer as nossas limitações e nos associarmos com outras pessoas que sabem o que não sabemos para completar-nos terminamos perdendo a capacidade de reconhecer os nossos limites.

Lamentavelmente possuir um titulo, seja de uma universidade nacional ou estrangeira reconhecida não configura nenhuma garantia de conhecimento, e o que é pior encontramos muita gente ocupando cargos de altíssimo nível que não entendem do que falam e que ficam possuídos com gente que pensa diferente, os ignorando e até combatendo.

Existem hoje muitos profissionais de palco como diz Felipe Machado, que são bons para apresentações, emocionam e cativam o público, mas que em muitos casos não teriam conteúdo a agregar além de frases de efeito e ideias vazias.

Uma coisa é certa somos todos aprendizes e mestres, ao mesmo tempo, quando nos topamos com profissionais cheios de si que se apresentam como gênios é um bom momento para começar a duvidar já que ninguém, ninguém sabe tudo.

Uma das qualidades mais importantes de um profissional hoje é aprender a aprender e isso só se consegue com humildade, aprendendo a escutar.

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*Fonte: Daniel Luzzi – Linkedin

O que você leva dessa vida são as experiências que você viveu. Só.

Viva a vida! O que você leva dessa vida são as experiências que você viveu. Só.
Os amores que você amou, os lugares por onde você andou, o caminho que você percorreu até chegar aqui, o aprendizado que você conquistou.

Por isso, viva, sonhe os sonhos do coração, faça o que o faz feliz, ame as pessoas como elas são, mas incondicionalmente, aceite-as como são, o que incomoda nelas pode lhe ensinar muito sobre si mesmo.

Seja quem você verdadeiramente é, na sua pura essência, desapegue de antigos valores e seja como você realmente quer ser.

Não tenha medo do que os outros vão dizer, eles não têm nada ver com você, a felicidade é sua, não deles.

Então, faça-a acontecer! Se estiver triste ou feliz, quem estará vivendo é você, só você, então, não deixe que os outros interfiram em suas escolhas!

Use coisas, não pessoa. As pessoas estão tão acostumadas a controlar tudo que sentem, como se fosse um erro, um pecado, que elas passaram a usar as pessoas só para se manterem protegidas. Seja sincero com suas emoções, não tenha orgulho, entregue-se para a vida, não tenha medo de sofrer. Quem tem medo, não vive.

Se você ama alguém especial, diga isto a este alguém, o tempo está passando e o que vale é compartilhar nossa felicidade com quem amamos. Muitas vezes, pessoas preferem não amar por medo de perder seu controle.

Mas é isso aí! Perca o controle, ame quem for, aceite o seu amor como ele é. Temos diferenças e elas existem para serem aceitas, acima da razão.
Não seja uma pessoa vazia, sua essência é de amor e luz! Preencha-se dessa beleza e olhe ao mundo com amor, seja amor!

Tudo fica aqui, dinheiro, status, vícios e nada disso o leva até você, até a sua fonte. Isso tudo o afasta da sua verdade, engana seus olhos, engane a sua mente, são apenas armadilhas do ego para desviá-lo do seu verdadeiro centro.

Se quer ser feliz, voe, saia da gaiola, olhe fora da caixinha, você não tem raízes, você é livre, você não tem posses, você não tem poder social, nada pertence a você. Quem “pensa que tem algo” é o seu ego, mas é pura ilusão.

Viaje o mundo, viajar sempre nos ajuda a encontrar respostas. Ninguém consegue conhecer a si mesmo preso à rotina.

Não se apegue a nada, nem a coisas, nem a pessoas, tudo é passageiro. Tudo que pertence a este mundo, fica.
Dance. Grite. Corra. Ame. Não reprima seus desejos, não ignore a verdade, não controle seus sentimentos. Permita tirar um tempo para você, conheça a si mesmo, encontre-se, encontre aquilo que lhe traz paz. Aquilo que você procura está dentro de você.

Pois você não leva nada dessa vida, mas pode levar o que viveu, não o que comprou, não o que conquistou socialmente, só o que viveu, só o que aprendeu, só o que encontrou dentro de si, só o que experimentou.

Então, viva a vida, viva o agora!

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*Fonte: osegredo

Somos nós que criamos a nossa própria realidade – diz neurocientista

Ter uma mente tranquila em meio à agitação e aos estímulos que estamos expostos na era da informação pode parecer um luxo. Mas, segundo o neurocientista norte-americano Frederick Travis, este é um luxo que qualquer um pode arcar: basta praticar meditação, mais precisamente a meditação transcendental — ou MT, para os íntimos —, na qual ele é especialista.

Mestre em psicologia, Travis é um dos porta-vozes mundiais desta vertente, que é uma das mais praticadas no mundo, seja por pessoas comuns que querem mudar a percepção que têm da realidade, ou por artistas que querem trabalhar a criatividade, como Jerry Seinfeld, David Lynch, Paul McCartney e Ringo Starr.

Os benefícios em relação à mente — que, além de criatividade, incluem memória, foco e outras habilidades — também atraem administradores para os cursos do Centro de Cérebro, Consciência e Cognição da Universidade de Gestão Maharishi, do qual o Travis é diretor.

Para explicar à prática, que tem base no Oriente, o neurocientista recorre à uma analogia: “Nossa mente é como uma faca. Conforme você a usa, ela fica cega. Assim, você precisa forçá-la cada vez mais para que ela funcione. Então, alguém se oferece para amolar essa faca. Na correria, você diz que não tem tempo, e continua usando-a com dificuldade. O que você não sabe é que só leva vinte minutos para afiar a faca e que quando ela voltar tudo vai ficar mais fácil e rápido. É o que a MT faz com a nossa mente”.

Para entender melhor como a MT funciona, a GALILEU conversou com o especialista, durante sua passagem pelo Brasil, em um evento da Unifesp e a Associação Internacional de Meditação (SIM). Acompanhe a conversa:

O senhor acha que alguns conceitos de física e filosofia podem ajudar na compreensão da MT?

Na verdade, não. A MT é quase como um processo mecânico, não um processo intelectual. Fazendo uma analogia: é como nossa habilidade para correr ou andar. Com a MT acredito, no entanto, que podemos ficar mais preparados para entender o que a física está querendo nos dizer, por exemplo, porque os conceitos da mecânica quântica estão muito além da nossa experiência — como o princípio da incerteza que, afirma que os elétrons podem estar em vários lugares ao mesmo tempo.

Qualquer um que ouça isso vai pensar que é loucura. Mas, uma vez que você transcende sua mente para além do tempo e do espaço, você tem a sensação de que talvez este seja mesmo o caso. Talvez, o mundo em que vivemos seja só uma superfície, embaixo dele pode existir algo mais conectado, mais expandido.

Isso tem a ver com a analogia que David Lynch faz com a MT: “As idéias são como peixes. Se você quiser pegar o peixe pequeno, pode ficar na água rasa. Mas se você quiser pegar o peixe grande, tem que ir mais fundo”. Isso é cientificamente preciso?

Sim. Por exemplo, enquanto nós estamos falando agora, pequenas áreas do seu cérebro estão se ativando. Você tem que entender inglês, pensar em como vai traduzir isso para o português e em como as pessoas vão entender tudo.

Quando você transcende, o que você vê é que as áreas do cérebro se conectam, e o cérebro todo passa a funcionar como se fosse um. É o que acontece naquele momento “eureka”, em que você soluciona um problema, você tem a reestruturação completa de uma ideia. As palavras poéticas de Lynch vem dessa experiência que observamos na ciência.

Você acha que é possível entender melhor de MT assistindo às obras de David Lynch?

Há algum tempo, estive com ele conversando sobre o cérebro e a criatividade. E ele costuma dizer que, se você quiser ter algum envolvimento com MT, “não assista aos meus filmes”. [Risos.]

O que ele faz é explorar os sentidos e para algumas pessoas isso pode ser muito perturbador. Mas ele vai para além das emoções. É como se dissesse: O que aconteceria aqui se isso acontecesse ali? Como seria isso? O que acontece quando as pessoas saem da sua zona de conforto e começam a pensar de um jeito diferente? A maioria dos filmes dele não são sobre MT, mas sobre o que a MT pode fazer.

No filme A Montanha Sagrada, do cineasta chileno Alejandro Jodorowsky, aparece a frase: “Nossos pensamentos têm formas, e existe um monstro em nossa mente”. A neurociência pode explicar isso ou é puramente poesia?

Não sei sobre a parte dos monstros, mas, em relação às formas, o que se sabe é que quando lembramos de algo, em certo nível, é possível ver a forma dos pensamentos em termos de distribuição pelo cérebro e espaço, e como essa função de distribuição muda no tempo.

Então acho que essa ideia de pensamentos tendo formas pode ser verdade. As formas não são feitas de carbono e de átomos, não seria uma coisa que você pega na mão. Seria mais como uma distribuição de atividade, com análises de sinais você pode aproximar esse fluxo do tempo e ter uma noção da forma.

Em vários livros — como em Androides Sonham com Ovelhas Elétricas?, que inspirou Blade Runner —, o escritor Philip K. Dick brinca com a forma como percebemos a realidade. Em várias de suas histórias, a “realidade” sequer é real. Com a MT podemos ter esse tipo de percepção também?

Sim. Na verdade, somos nós que criamos a nossa própria realidade. Ela não é formada por objetos concretos externos. O que acontece com esses objetos é que podemos conectá-los com o nosso entendimento de mundo, com experiências e impressões do passado. Constantemente estamos criando este tipo de realidade.

Quando você vê um indivíduo, você não o vê só como um objeto neutro, você o vê com toda carga emocional que temos dele. O problema é que essa carga emocional pode ser errada. E como isso se relaciona com a MT? Quando você acalma a mente, entende que existe um outro estado de consciência, um quarto estado, que não é o acordado, o dormindo e nem o sonhando. Para meditadores regulares, isso pode se tornar parte da vida diária.

Então, a pessoa passa a ter referências estáveis e começa a perceber o mundo de forma diferente. Em estados elevados de consciência, você passa a ver a natureza da mecânica quântica em tudo o que te cerca, você vê que tudo é criado a partir de um campo fundamental, e esse campo fundamental também é você.

Trouxe isso para falar que o mundo permanece o mesmo, mas, conforme mudamos, começamos a percebê-lo de uma forma diferente. Por exemplo, quando vamos ao trabalho e tem alguém que sempre critica o que fazemos, inicialmente, se você não medita, você vai ficar nervoso. Mas quando você se acalma, percebe que aquele é só o jeito como aquela pessoa funciona, e assim passa a percebê-la de outra forma.

Não é que você passa a pensar que tudo vai dar certo, que você tem que ter atitudes positivas. O que acontece é que você começa a perceber as coisas menos em termos de ameaças e mais em termos de que as pessoas tentam ser o melhor que elas podem. Então, você precisa dar o espaço necessário para que elas mudem.

Recentemente, estamos vivendo um boom nas pesquisas com psicotrópicos, que também são responsáveis por causar estados alterados de consciência. Esse tipo de estudo se relaciona com a TM?

Essa questão é de extrema importância. O que essas drogas fazem é aumentar o tamanho de um neurotransmissor específico do cérebro chamado serotonina, o que leva a uma mudança de percepção da realidade. O que elas fazem é dar esse senso de que existe alguma coisa a mais ali. Se você observar o cérebro durante uma experiência com ayahuasca, vai ver um crescimento de raios gama, por exemplo. Com a MT, temos outra frequência, a alfa. O resultado pode até ser parecido, mas fisiologicamente há diferenças.

Quando falo disso com meus estudantes, peço para eles imaginarem estar assistindo uma TV com uma fita que cobre 90% da tela. Com ayahuasca ou LSD, é como ver por baixo da fita, você percebe que existe mais coisa ali do que só os 10% que está vendo. Já com a MT, é como se você tirasse a fita e conseguisse ver tudo por completo. E essa habilidade de transcender é uma coisa que todos podem fazer, basta aprender.

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*Fonte: revistagalileu

Ninguém precisa ser grosseiro para ser sincero. Gentileza é bom e todo mundo gosta.

Não, eu não concordo com essa grossura toda, não. Esse negócio de achar que truculência e competência são a mesma coisa, esse estrabismo de enxergar eficiência onde só há intolerância, essa história de aceitar e elogiar a grosseria em nome do resultado. Para mim, não dá. Eu não aceito.

Vão me desculpar os autointitulados “sinceros”, mas cuspir nossas verdades pessoais na cara dos outros assim sem mais, sem pedir licença, sem jeito e sem pudor não é sinceridade. É falta de educação mesmo. Pretexto para humilhar, subjugar e acabrunhar alguém que, em nossa lógica perversa de autoproteção, precisa ficar em seu lugar.

Quase sempre, na esteira de um dissimulado “desculpe a sinceridade” vem uma enxurrada de afrontas, preconceitos e ofensas proferidos com falso desprendimento. A cada crítica forçada e opinião venenosa, o sujeito muito orgulhoso de sua “sinceridade” pisa com selvageria disfarçada as cabeças de suas vítimas enquanto festeja sua “personalidade forte”. E eu aqui me pergunto se isso não passa de fraqueza de caráter, insegurança profunda e essas coisas que ninguém assume.

Tem até quem ofenda e magoe alguém com a desculpa de tentar ajudá-lo. Balela. Mentira. Não está ajudando. Truculência não é boa intenção. É mal gosto mesmo. Digamos a verdade com firmeza mas com doçura. Por que não?

Sim, senhor! É claro que se pode ser sincero sem ser agressivo. Todos podemos declarar nossa versão da verdade sem vociferar e agredir. Mas tem gente por aí acusando pessoas de bom senso e almas cuidadosas de hipocrisia, frescura, falsidade e outros acintes pelo simples fato de elas ainda usarem o tato e a cautela para lidar com os outros.

É estranho, mas a incrível inversão de valores que nos assola transformou em “fingido” o sujeito de bons modos. Reduziu à condição de “sonso” o cidadão que ousa dizer o que pensa com firmeza, sim, mas com toda a delicadeza que lhe cabe. Na ótica míope dos hostis, o ser gentil é um molenga, um banana e um fingido. E a gentileza, veja só, é uma farsa.

Uma coisa é a nossa dificuldade de ouvir “a verdade” alheia, nosso embaraço em aceitar críticas e receber opiniões diversas. Isso se trata e se corrige. Outra coisa é o nosso direito de ouvir o outro com o mínimo de jeito e delicadeza. Isso não se negocia.

Sigamos assim, exaltando os grosseirões autointitulados “sinceros” e julgando como hipócritas, frouxos, covardes de personalidade fraca os bem educados, e estaremos cada vez mais distantes uns dos outros, rolando ladeira abaixo no caminho para o nada.

Nessas horas eu sinto saudade de minha bisavó, Benedita Rosa, que me visita com a brisa da tarde, na Hora da Ave Maria, Hora do Ângelus, “Hora da Rosa”. Pensar nela me faz bem. Olhando em nossos olhos durante uma bronca, tinha a firmeza e a direção das locomotivas. Mas nunca perdeu a doçura dos anjos e dos sonhos de padaria. Valei-me, Vovó. Valei-nos Deus! Com toda a sinceridade, está faltando sua gentileza aqui embaixo.

*Por André J. Gomes

 

 

 

 

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*Fonte: fasdapsicanalise

Alcoolismo juvenil: por que nossos jovens precisam se embriagar?

Desculpe falar assim “na lata”, mas álcool é droga, sinto muito. Pior que isso, o álcool é uma droga lícita, aceita, louvada e, muitas vezes, seu uso é incentivado pelos próprios familiares. Para ficar ainda pior, custa extremamente barato. É possível comprar uma garrafa de cachaça em qualquer esquina do Brasil por menos de dez reais.

Beber álcool é um hábito visto com olhos muito pouco críticos, como se fosse algo inofensivo. Aliás, a grande maioria das pessoas acredita que diversão e vida social não são coisas possíveis sem um copinho de birita na mão. Bem… antes fosse apenas um copinho.

As bebidas alcoólicas constituem as drogas legalizadas mais consumidas em nosso país. Brasileiro parece ter absoluta certeza de que festa sem algumas doses, não é festa. Bebe-se antes, durante e depois das refeições, bebe-se para comemorar, bebe-se para relaxar, bebe-se para esquecer. Acontece que essa insanidade coletiva não fica apenas na conta dos adultos; nossos jovens estão adquirindo o hábito de beber cada vez mais precocemente.

Mas afinal, o que pode levar um jovem, em plena melhor fase da vida, com um corpo cheio de energia vital e com incontáveis possibilidades de escolha para passar o tempo e aproveitar a vida, a achar que é uma boa ideia entorpecer o cérebro e matar alguns muitos neurônios afogados em porres de vodka, cerveja e tequila?!

O jovem bebe porque tem acesso, porque tem exemplo e porque desenvolve a crença errônea de que ficar embriagado vai resolver seus problemas de autoestima, timidez e falta de desenvoltura social. Quando está sozinho e pode refletir, o jovem até sabe que o álcool é prejudicial e que aquele efeito entorpecente não há de ser benéfico. Mas, quando está cercado pela turma, a teoria morre afogada no primeiro “shot”.

Por lei, menores de idade não podem comprar bebida alcoólica no Brasil. No entanto, a coisa mais fácil do mundo é sair de um supermercado de ambiente feliz e familiar com garrafas e latinhas, cuja quantidade seria suficiente para deixar de pilequinho a vizinhança inteira. E, se a lei não é cumprida, quem vai se responsabilizar pelo consumo de álcool dos menores? A família, que anda cada vez mais omissa? A escola, que finge que não vê o problema? Os órgãos de saúde, que andam mais trôpegos que um bebum em fim de balada?

Basta dar uma chegadinha em qualquer festinha, barzinho ou balada frequentada por jovens com idade entre 13 e 17 anos para observar a quantidade de meninos e meninas embriagados, andando pelo meio dos carros, completamente desorientados, agarrados a litros de bebida, passados de mão em mão e tragados com desenvoltura, diretamente no gargalo.

Dados inéditos de uma pesquisa sobre o uso de drogas entre os alunos de escolas particulares da cidade de São Paulo revelam que um em cada três estudantes do ensino médio se embriagou pelo menos uma vez no mês anterior ao levantamento.

Uma pesquisa realizada pelo Cebrid (Centro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas) da Unifesp, ouviu mais de cinco mil alunos do ensino fundamental e médio de trinta e sete escolas particulares da cidade de São Paulo; os dados são alarmantes. Entre os estudantes do ensino fundamental (8º e 9º anos), o total dos que se embriagaram ao menos uma vez no último mês é de 24%. Os jovens ouvidos têm entre 13 e 15 anos.

O pileque, ao contrário do que muita gente quer acreditar, não é uma brincadeira inocente. Sua prática, em verdade, é uma consequência imediata do conceito absurdo que beber é uma prática social. Crianças brasileiras crescem assistindo seus familiares entornando copos de bebida nos mais variados eventos.

É por isso que nossos meninos e meninas chegam à adolescência acreditando que ter um copo de álcool na mão é símbolo de status e de maturidade. Acontece que essa crença distorcida pode vir acompanhada de tragédias anunciadas: jovens morrem atropelados por estarem embriagados, jovens atropelam pessoas inocentes por estarem embriagados, crimes de estupro e abusos crescem assustadoramente em ambientes regados a bebida alcoólica.

O uso costumeiro de álcool desencadeia um processo inflamatório no cérebro, alterando as reações químicas e, consequentemente, as ações provenientes de sinapses neuronais. Jovens habituados a beber têm prejuízos de memória, concentração, atenção e podem desenvolver distúrbios de aprendizagem e transtornos de humor.

E é por isso que nós, os adultos, precisamos acordar e entender que é nossa responsabilidade prevenir e proteger nossas crianças dos perigos iminentes que o uso dessa droga lícita pode oferecer. E acontece que campanha nenhuma vai funcionar enquanto as mídias sociais continuarem inundadas de publicidade que associa o consumo de bebida à prazer, poder e liberdade. Nada será suficiente para alertar essa garotada, enquanto ficar alcoolizado for uma prática recorrente em festas familiares.

*Por Ana Macarini

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*Fonte: contioutra

Saiba quais são os tipos de lixo mais comuns encontrados nas cidades

Todos os dias, o ser humano gera grandes quantidades de lixo. Ao longo dos anos, todo este volume de resíduos acaba poluindo rios, solo e até mesmo o ar que respiramos. Nas grandes cidades, este problema é ainda mais grave, uma vez que há ainda todo o lixo produzido pelo comércio, pela indústria e pela rede de serviços.

Principais tipos de lixo produzidos nas cidades

Segundo dados de Organizações Não Governamentais que trabalham com reciclagem, o lixo mais comum nas cidades é o orgânico, que corresponde a cerca de 52% de todo o montante de resíduos. Em segundo lugar vem o papel e o papelão (aproximadamente 26% do total), o plástico (3%), os metais e o vidro — ambos contribuindo com 2% de todo os rejeitos que são produzidos.

Há, ainda, o descarte de lixo especial (composto por materiais como baterias, pilhas, embalagens de agrotóxicos ou veneno e restos de demolições) e lixo hospitalar (formado por medicamentos e produtos hospitalares em geral), uma grande variedade de resíduos que causam grandes prejuízos ao meio ambiente quando são descartados de forma incorreta.

Problemas associados ao lixo nas grandes cidades

Embora seja positivo o fato de a maior parte do lixo descartado ser orgânico, isso não deixa de ser um problema. Este é um dos tipos de lixo mais comuns justamente porque reúne restos de comida descartados por residências, restaurantes, hotéis e outros estabelecimentos. Este tipo de lixo é levado diretamente aos lixões, onde se acumula com diversas outras toneladas de lixo.

O lixo orgânico é fruto da falta de planejamento na hora de consumir alimentos, que acabam sendo desperdiçados e descartados mesmo quando estão em bom estado. Este é um problema que aumenta e estimula problemas de desigualdade social, uma vez que o descarte de alimentos faz com que mais pessoas deixem de se alimentar.

O papel e o papelão, por sua vez, embora sejam recicláveis, dificilmente têm este fim. Isso porque, infelizmente, a maioria das pessoas ainda não sabe fazer o descarte consciente deste tipo de produto. Como consequência, esses materiais acabam sendo descartados juntamente com outros tipos de lixo, impossibilitando seu reaproveitamento.

Minimizar este problema é fácil: basta diminuir o consumo, aproveitando ao máximo o papel e realizando o descarte de forma correta, evitando a contaminação com outros tipos de lixo.

O plástico, por sua vez, é um dos maiores problemas da atualidade — já que, além de ser descartado em grandes quantidades, é um daqueles tipos de lixo que raramente podem ser reciclados. Além disso, quando descartado de forma errada, o plástico acaba indo para o solo e para o mar, onde causa poluição e dizima milhares de espécies de animais.

O vidro e o metal, assim como o plástico, podem ser um problema gravíssimo. Estes tipos de lixo demoram milhares de anos para se decompor e acabam deixando para trás componentes químicos altamente prejudiciais para a sustentabilidade do planeta.

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*Fonte: pensamentoverde

7 Hábitos das pessoas cronicamente infelizes

Eu costumo ensinar sobre a felicidade e, quanto mais aprendo sobre isso, muito mais claros se tornam os hábitos de quem não é feliz.

Há sete características que pessoas infelizes apresentam cronicamente.

De acordo com Sonja Lyubomirsky, pesquisadora da Universidade da California: “40% da nossa da nossa capacidade de sermos felizes depende de nós mesmos.”

Se isso é verdade, e é, há esperança para todos nós. Há bilhões de pessoas no nosso planeta e sabemos claramente que algumas são verdadeiramente felizes. O resto de nós oscila entre felicidade e infelicidade, dependendo do dia.

Ao longo dos anos, eu aprendi que há certos traços e hábitos crônicos que pessoas infelizes parecem ter dominado. Mas antes de lhes mostrar, deixe-me lembrar: todos nós temos dias e até mesmo semanas ruins.

A diferença entre uma vida feliz e infeliz é quantas vezes e quanto tempo vamos ficar lá.

Aqui estão as sete características de pessoas cronicamente infelizes:

1. Sua crença padrão é que a vida é dura.

As pessoas felizes sabem que a vida pode ser dura e tendem a passar por momentos difíceis com uma atitude de enfrentamento e não de vitimização. Elas assumem a responsabilidade sobre seus atos e ficam focadas em resolver o problema o mais rápido possível.

A perseverança na direção da resolução de problemas é uma característica de uma pessoa feliz. As pessoas infelizes se veem como vítimas da vida e ficam presas no “olha o que aconteceu comigo”, em vez de encontrar um caminho para se livrar do problema.

2. Acreditam que a maioria das pessoas não é confiável.

Existe um discernimento saudável entre relações que são boas e as que são más para nós, mas, a maioria das pessoas felizes tende a confiar em seus companheiros. Elas acreditam no lado bom das pessoas em vez de achar que são perseguidas por todo mundo que está lá fora, pronto para pegá-las. Geralmente, são mais abertas e amigáveis com as pessoas que encontram. As pessoas felizes alimentam um sentimento de comunidade em torno de si e conhecem novas pessoas com o coração aberto.

As pessoas infelizes são desconfiadas e assumem previamente que estranhos não podem ser confiáveis. Infelizmente, esse comportamento começa lentamente a fechar a porta para qualquer conexão fora de um círculo interior e frustra todas as chances de encontrar novos amigos.

3. Concentram-se no que está errado neste mundo, em vez de se focarem no que está certo.

Há muita coisa errada nesse mundo, mas, as pessoas infelizes fecham os olhos para o que está realmente certo por aqui e se concentram no que está errado. Você pode reconhecê-los a um quilômetro de distância, eles serão os únicos que se queixam e respondem a quaisquer atributos positivos de nosso mundo com “sim, mas”.

As pessoas felizes são conscientes das questões globais, mas, equilibram a sua preocupação com o que é certo. Eu gosto de chamar isso de manter os dois olhos abertos. As pessoas infelizes tendem a fechar um olho em direção a algo de bom nesse mundo para não se distrair do que é errado. As pessoas felizes mantêm a vida em perspectiva. Elas sabem que o nosso mundo tem problemas, todavia, elas também mantêm um olho sobre o que é certo.

4. Comparam-se aos outros e são invejosas.

As pessoas infelizes acreditam que a sorte de outro alguém rouba a sua própria sorte. Elas acham que não há coisas boas o suficiente para todos e constantemente comparam o que têm com o dos outros. Isso leva à inveja e ressentimento.

As pessoas felizes sabem que a sua boa sorte e circunstâncias de vida são apenas sinais de que elas também podem aspirar a novas conquistas. As pessoas felizes acreditam que elas carregam um modelo único que não pode ser duplicado ou roubado por qualquer pessoa no planeta. Elas acreditam em possibilidades ilimitadas e não se atolam pensando que a boa sorte de uma pessoa é algo limitado.

5. Esforçam-se para controlar tudo.

As pessoas felizes dão alguns passos por dia para atingir seus objetivos, mas percebem, no final, que há muito pouco controle sobre o que fazemos e que a vida joga à sua própria maneira.

As pessoas infelizes tendem a tentar controlar todos os resultados e se desmoronam em uma exibição dramática quando algo não dá certo. As pessoas felizes podem ser tão focadas quanto, mas ainda têm a capacidade de seguir o fluxo e não se acabarem quando surgem os obstáculos.

A chave aqui é estar focado e orientado para o gol, mesmo sabendo que o jogo pode ter que mudar.

6. Consideram o futuro com preocupação e medo.

As pessoas infelizes enchem seus pensamentos sobre como TUDO poderia dar errado.

As pessoas felizes assumem uma saudável dose de ilusão e se permitem sonhar com o que elas gostariam de ter na vida. As pessoas infelizes preenchem esse espaço da cabeça com constante preocupação e medo.

Pessoas felizes sentem medo e preocupação, mas fazem uma importante distinção entre sentir e viver. Quando o medo ou preocupação passam por suas cabeças, elas vão se perguntar se existe uma medida que pode ser tomada para evitar que o problema aconteça (há responsabilidade novamente). Se não, elas percebem que estão exagerando e deixam o assunto para lá.

7. Enchem suas conversas com fofocas e reclamações.

As pessoas infelizes gostam de viver no passado. O que aconteceu com elas e as dificuldades da vida são sempre a escolha da conversa. Quando elas pensam em coisas para dizer, elas preenchem sua conversa falando da vida dos outros e fazendo fofocas.

As pessoas felizes vivem no agora e sonham com o futuro. Você pode sentir a energia positiva delas. Elas são animadas com o que estão fazendo, gratas pelo que elas têm e sonhando com as possibilidades da vida.

Obviamente, nenhum de nós é perfeito. Todos nadaremos em águas negativas de vez em quando, mas o que importa é o tempo que ficamos lá. Ter hábitos positivos diariamente é o que diferencia as pessoas felizes das pessoas infelizes. Não é necessário fazer tudo perfeitamente.

Caminhe, caia, levante novamente, repita. É no levantar-se que reside toda a diferença.

*Por Tamara Star

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*Fonte: fasdapsicanalise

Ciência perto de comprovar que pessoas absorvem energia de outras

No Mundo da Ciência, é comum ouvirmos dizer que tudo é energia, o que não seria diferente em nós e para nós.

O artigo trata de uma experiência feita em algas, e com o resultado, a doutora e terapeuta Olivia Bader Lee, sugere que o mesmo pode se aplicar aos humanos.

A equipe de pesquisa da Universidade de Bielefeld, na Alemanha, fez uma interessante descoberta mostrando que as plantas podem absorver fontes de energias alternativas de outras plantas.

Essa descoberta pode causar um grande impacto no futuro da bioenergia, eventualmente fornecendo a evidência de que pessoas absorvem energias de outras, da mesma maneira.

Membros da pesquisa biológica do Professor Olaf Kruse, confirmaram pela primeira vez que uma planta, Chlamydomonas Reinhardtii, não apenas realiza a fotossíntese, mas também tem uma fonte alternativa de energia, que pode absorver de outras plantas, conforme publicado no site Nature.com.

As flores precisam de água e luz para crescerem, e as pessoas não são diferentes.

Nossos corpos físicos são como esponjas, absorvendo o ambiente a nossa volta.

“É exatamente por isso que há pessoas que se sentem desconfortáveis onde há um certo grupo com mistura de energias e emoções”, disse a psicóloga e terapeuta Dr. Olivia Bader Lee.

Plantas produzem a fotossíntese a partir do dióxido de carbono, água e luz. Em uma série de experimentos, Professor Ola Kruse e sua equipe, cultivaram a alga microscopicamente pequena, Chlamydomonas Reinhardtii, e observaram quequando expostas à falta de energia, essas plantas de células únicas podem absorver energia de vegetais ao redor.

A alga ‘digere’ as enzimas de celulose, tornando-as pequenos componentes de açúcar, sendo então transportados para células e transformados em fontes de energia.

“Essa é a primeira vez que esse comportamento é confirmado em um organismo vegetal. Essas algas poderem digerir a celulose, contradiz todos os livros anteriores. Até certo ponto, o que estamos vendo é plantas se alimentando de plantas”, diz Professor Kruse.

Dr. Bader Lee diz que quando os estudos sobre energia se tornarem mais avançados nos próximos anos, nós poderemos ver toda essa ação sendo traduzida também para os seres humanos.

Bader Lee complementa: “O organismo humano é bastante similar à uma planta, que suga, absorve a energia necessária para alimentar seu estado emocional, e isso pode energizar as células ou causar o aumento de cortisol e catabolizar, alimentar as células dependendo da necessidade emocional.”

 

Finalizando, Dr. Bader fala da conexão do homem com a natureza, que se perdeu durante os anos mas que está se reencontrando novamente, afirmando que o ser humano pode absorver e curar através de outros seres humanos, animais e qualquer parte da natureza. É por isso que estar perto da natureza é frequentemente tonificante, curativo e energizante para tantas pessoas.

Ao contrário do que pensam muitos ‘cientistas’ da idade moderna, que clamam conhecer tudo, se existe o Mundo Espiritual, ele não é separado da Ciência, e sim separado da ciência reduzida do homem.

Por conta de inúmeros relatos de pessoas com capacidades ‘paranormais’ para o padrão moderno do mundo, pesquisadores da Universidade de Granada, na Espanha, conduziram um estudo sobre o fato de pessoas que afirmam verem a aura de outras, conforme publicado no site MedicalXpress.

O fenômeno neuropsicológico ‘Synesthesia’, é uma condição na qual um padrão cognitivo leva a outro, misturando seus sentidos. Dessa maneira, as pessoas que possuem essa capacidade, podem ver ou até mesmo sentir o som, ouvir um cheiro, ou associar pessoas a um tipo de cor ou música.

Vemos que não se trata apenas de uma suposição, mas algo sendo descoberto pelos cientistas e afirmado por outros, o que há milênios se sabia nas culturas orientais, por exemplo.

Sendo assim, o nosso campo áurico pode tanto afetar quanto ser afetado não só por pessoas ao nosso redor, mas também por objetos, já que conforme afirma a Ciência, tudo é energia.

O BioField Global, fala detalhadamente sobre os nossos corpos mais sutis, do conhecimento dos antigos hindus, e do aprofundamento dos estudos da aura com o auxílio da moderna tecnologia.

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*Fonte: contioutra

A síndrome de Burnout

A síndrome de Burnout é a sensação de esgotamento total, de que toda a energia já foi queimada e o corpo e a mente chegaram à exaustão. É uma condição psiquiátrica com sintomas físicos e emocionais causada pelo estresse interpessoal crônico, ou seja, estresse contínuo em todas as atividades que envolvem o contato pessoal, principalmente o trabalho.

Um único evento não leva a Burnout. Outro mito é dizer que a síndrome é o ápice do estresse, mas a pessoa pode chegar a esse estágio e desenvolver outras doenças, como a Síndrome do Pânico. Por isso, a síndrome de Burnout não é só estresse ou cansaço, são alguns fatores que levam a esse quadro.

Os fatores para se chegar a esse problema são divididos em duas categorias:

– Fatores Organizacionais: jornada de trabalho (a noturna costuma dar mais consequências); ambientes estressantes ou insalubres; pouca autonomia; desorganização

– Fatores Pessoais: ansiedade; pessoas idealistas, empolgadas (quanto mais envolvidas no trabalho, mais dedicação, maior a decepção também).
Os sintomas são vários, físicos e emocionais, e são divididos em três esferas:

– Exaustão Emocional: fadiga intensa, falta de forças para enfrentar o dia de trabalho e sensação de ser exigido além dos limites emocionais.
– Despersonalização: distanciamento emocional e indiferença.

– Diminuição da realização pessoal: falta de perspectiva para o futuro, frustração, sentimento de incompetência e fracasso.

Outros sintomas podem aparecer com frequência: dor de cabeça, gastrite, tontura, falta de ar, insônia, palpitações, irritabilidade, dificuldade de concentração e desânimo. Quando a capacidade do corpo é muito forçada, em algum momento ele não aguenta mais. Por isso, a pausa é importante. Atividade física precisa de descanso para os músculos. O trabalho também precisa, mas para a mente.

Dicas
O ideal é saber o que incomoda e tratar a origem do problema, identificar os agentes estressores, mapear as situações e fazer pequenos ajustes (que fazem grandes diferenças):

– Converse com o chefe e colegas;
– Aponte os problemas antes que eles fiquem insuportáveis;
– Procure por tratamento médico e psicológico;
– Dê um tempo do trabalho (ou uma licença ou férias). Quando voltar, volte com calma ou em outra função.

Reação no corpo
Para o corpo, tanto faz se é Burnout ou estresse, ele reage da mesma forma. O organismo está preparado para lidar com o estresse, que é importante porque os “estressados” sobreviveram à seleção natural. Conseguiram fugir do leão porque o estresse deu o gatilho para a fuga.

O problema é o estresse contínuo, em que o sistema de defesa é acionado sempre e desgasta o organismo. Quando estamos em uma situação de estresse, o sistema adrenérgico é acionado. O coração dispara, os vasos sanguíneos se fecham e aumenta a pressão arterial. O coração bate mais rápido para chegar mais sangue aos músculos e aumentar a força para a fuga. Não importa se é uma situação que precisa de fuga ou não, o organismo sempre reage assim quando colocado sob estresse.

O estresse contínuo e intenso pode causar aumento da pressão e problemas cardíacos. A Síndrome de Takotsubo (coração dilata e fica mais fraco) pode ocorrer em uma situação de estresse intenso e agudo. Se a pessoa tiver a coronária entupida, também pode enfartar.

O que ajuda?
Além de reconhecer o agente estressante e resolver esse problema, o exercício físico é um ótimo aliado, porque diminui o nível de estresse. A atividade física regula a frequência cardíaca, deixando-a mais baixa, então quando se tem um evento estressante ela aumenta menos. Por exemplo: uma pessoa que faz atividade tem a frequência em 60, na situação de estresse ela dobra para 120. Quem é sedentário já tem a frequência normal em 90 e no evento de estresse sobe muito mais rápido para 160 batimentos por minuto.

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*Fonte: fasdapsicanalise

Dez mitos e verdades sobre a calvície e a queda de cabelos

Cortar o cabelo, evitar o chapéu ou usar máscara de ovos. A cultura popular está cheia de recomendações para prevenir ou reverter a calvície, uma condição que afeta mais de 50% dos homens a partir dos 50 anos e das mulheres a partir dos 65 anos, segundo dados do NHS, o serviço de saúde pública britânico.

Mas o que será que realmente funciona? Consultamos especialistas para desvendar dez das crenças mais comuns sobre o tema e saber quais delas são verdadeiras.

1. “Raspar a cabeça evita a calvície”

É habitual ver homens rasparem a cabeça quando começam a perder o cabelo. Mas os que fazem isto pensando em estimular o crescimento dos fios estão equivocados. Isto porque a raspagem não afeta o desenvolvimento do folículo, que é onde fica a raiz do fio de cabelo.

“Quando você raspa a cabeça, pode a irritar o couro cabeludo e levar ao nascimento de fios mais finos, o que deixará a calvície mais aparente”, afirma o médico Robinson Guerrero, da Clínica Guerrero, em Santiago do Chile.

Para Ralista Bozhinova, especialista em perda de cabelo da Clínica Belgravia, de Londres, uma das empresas líderes no setor, raspar ou cortar não influencia no crescimento do cabelo.

Uma terceira especialista, a cirurgiã de transplante capilar Thomy Kouremada-Zioga, da clínica londrina The Private Clinic, diz que isto pode danificar seriamente a raiz e, em alguns casos, levar à perda de cabelo permanente.

Sobre se cortar o cabelo (e não raspá-lo) seria uma alternativa melhor, todos concordam que isto não afetaria o ciclo de crescimento do cabelo, embora Bozhinova ressalte que o cabelo “parecerá esteticamente mais saudável quando recém-cortado”.

 

2. “Lavar o cabelo com frequência faz mal”

Alguns dizem que as substâncias químicas presentes no xampu podem danificar o couro cabeludo quando lavado com muita frequência. Os especialistas garantam que esse é outro mito.

“O cabelo deveria ser lavado todos os dias ou pelo menos a cada dois dias, embora isto dependa do tipo de cabelo da pessoa”, explica Guerrero.

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É o que também destaca Bozhinova: “Se você tem a pele mais seca não é preciso lavar o cabelo tão frequentemente, mas se o seu cabelo é oleoso, você deveria aumentar a frequência para retirar a oleosidade que bloqueia o folículo”.

3. “Não se deve usar secador de cabelo”

De forma geral, especialistas dizem que isto não é verdade, mas alguns cuidados são necessários.

“Desde que não provoque queimaduras ou que não se puxe muito o cabelo na hora de secá-lo, não há nenhum risco”, afirma a especialista da Belgravia.

Mas a cirurgiã Zioga recomenda que “o secador seja usado o mínimo possível e que se prefira o ar frio para evitar que o cabelo esquente e irrite a raiz”.

4. “Evite escovar muito o cabelo”

Isto não tem base científica, segundo os especialistas.

“A única coisa que pode ocorrer é o fio ficar preso no pente ou na escova, e isso pode levar à impressão de que os cabelos estão frágeis ou caindo”, disse Bozhinova.

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“Na verdade, quanto mais se escova, se for com suavidade, melhor”, acrescenta Zioga.

A razão: “Isto aumentará a circulação sanguínea e ajudará o crescimento”.

5. “Usar elásticos de cabelo leva à queda de cabelo”

Outra afirmação que não fica de pé.
Mas é bom evitar esticar demais o cabelo na hora de prendê-lo para não arrancar os fios.

6. “Chapéu faz o cabelo cair”

Também não é verdade. Mas, como os elásticos de cabelo, deve-se evitar que ele aperte a cabeça, afirmam Guerrero e Bozhinova.

Zioga, no entanto, recomenda não usá-lo muito frequentemente e, quando o fizer, tomar cuidado para que não fique muito apertado, já que isto pode bloqueará a circulação sanguínea que estimula o crescimento do cabelo.

7. “Se ficou grisalho, não ficará calvo”

Esse é outro mito, segundo a especialista da clínica Belgravia.

“Tenho pacientes com e sem cabelos grisalhos que sofrem com a perda de cabelo, não há distinção”, garante a médica.

A calvície é em grande parte um fator genético, mas também um sintoma do envelhecimento e uma consequência da falta de cuidado com o cabelo.

8. “A dieta afeta o cabelo”

Isso tá certo. A deficiência de vitaminas pode ser muito prejudicial para nosso cabelo, como ao resto do corpo.

Zioga considera este um fator de risco especialmente para homens com predisposição genética à calvície. “Uma dieta pobre pode piorar e acelerar sua condição”, afirma.

Além disso, a médica destaca que “o que faz o cabelo crescer é a proteína” e alerta que os vegetarianos devem assegurar que tenham uma dieta com as proteínas necessárias para reduzir as chances de sofrer de calvície.

9. “Os esteroides aceleram a queda de cabelo”

Outra verdade: alguns esteroides usados no treinamento físico têm altos níveis de dihidrotestosterona, um hormônio presente na testosterona responsável pela alopecia androgenética – a calvície ligada à predisposição genética.

“O consumo destes esteroides pode acelerar a queda de cabelo”, alerta Ralista Bozhinova.

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Os demais especialistas também desaconselham o uso de esteroides a não ser que seja sob prescrição médica.

10. O mito dos remédios caseiros

Ovo, vinagre, mel, bicarbonato… Muitos são os produtos que prometem ajudar a prevenir a queda ou fazer que o cabelo volte a crescer.

Mas nada mais distante da realidade, segundo os especialistas.

“Isto pode ter um efeito estético, como uma máscara, mas não terá efeito na prevenção da queda e muito menos em recuperar o cabelo já perdido”, afirma a especialista em medicina capilar Bozhinova.

Zioga concorda: “Ele parecerá mais saudável e mais suave, mas isto não ajudará o cabelo a voltar a crescer”.

O que funciona?

De acordo com os especialistas, o que está cientificamente comprovado para recuperar o cabelo são os remédios à base de finasterida, como o propecia, e os enxertos de cabelo.

Para Ralista Bozhinova, o laser de baixa intensidade não serve como único tratamento, mas ajuda a melhorar a circulação sanguínea. Já outros especialistas discordam de sua eficácia.

Como recomendações gerais, os especialistas consultados pela BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC, indicam que não se deve maltratar o cabelo, submetê-lo a altas temperaturas, nem esticá-lo ou apertá-lo demais nos penteados.

Também recomendam uma dieta saudável, além de escovar e lavar com frequência, de preferência com um xampu neutro.

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*Fonte: bbc Brasil

Facebook e seu novo algoritmo: a distopia total

Por que o novo algoritmo converte a rede social mais poderosa do mundo em algo que combina a vigilância total, de George Orwell, com o anestesiamento permanente, de Aldous Huxley?

 

Ao se construir uma distopia, é bem difícil deixá-la aos moldes tanto de Orwell quanto de Huxley ao mesmo tempo. Mas, com as mudanças recentemente anunciadas no feed de notícias do Facebook, Mark Zuckerberg parece ter realizado esta façanha.

Os mundos assustadores de George Orwell (1984) e Aldous Huxley (Admirável mundo novo) são, de muitas maneiras, opostos simétricos. Um trata de um Estado de vigilância que controla o que as pessoas conhecem da história ao literalmente reescrever os jornais. O outro, trata do controle de seus cidadãos ao fazê-los usar uma droga dissociativa chamada soma.

Em seu esforço de “melhorar” o Facebook, Zuckerberg agora tenta ambas as táticas. Ele está reduzindo o acesso dos usuários às notícias reais — no século XX, chamávamos isso de censura — ao passo que aumenta a probabilidade de você visualizar apenas as notícias terrivelmente falsas postadas por aquele seu tio maluco. Porque, oras, conteúdo postado pela família lhe faz feliz, e apenas queremos que você seja feliz, certo?

O algoritmo, como já sabemos, nos vigia tão de perto quanto o Big Brother jamais foi capaz. Cada amizade, cada curtida, o tempo que você gasta lendo alguma coisa, se você interage com ela — tudo isso vai para a sua ficha permanente. (Ao menos com as teletelas, Orwell disse, se sabia que eles não estavam vigiando todo o tempo.)

O fato de que o Facebook vai simplesmente nos mostrar menos notícias já o torna mais eficiente que o Estado totalitário descrito por Orwell. Os líderes do Partido no Ministério da Verdade devem estar se lamentando: fazer com que bilhões de pessoas vejam notícias através das mídias sociais e depois simplesmente eliminar esse tipo de conteúdo? Sem reescrever o The Times, sem necessidade de qualquer buraco de memória, apenas fazer com que as notícias desapareçam dos meios digitais? Como não pensamos nisso?

Um breve lembrete da importância disto. Em agosto de 2017, de acordo com o Pew Research Center, 67% dos estadunidenses acessaram notícias nas mídias sociais — um aumento de 5% em relação ao ano anterior. No Facebook, 68% dos usuários acessaram notícias a partir do feed. Pela primeira vez na pesquisa Pew, a maioria dos norte-americanos com mais de 50 anos passou a acessar notícias a partir das mídias sociais.

Tornar-se a maior fonte de informações e depois simplesmente sumir com as notícias não é apenas uma escandalosa recusa de responsabilidade cívica. É também parte do manual da distopia.

Uma parte frequentemente esquecida e descaracterizada do clássico de Orwell: a vasta maioria da sociedade da Oceânia, os Proles, não recebia quaisquer notícias, nem mesmo falsas. Eles eram mantidos em estado de felicidade através de uma dieta constante de canções ruins e histórias lúgubres. O Facebook agora superou o Partido: os feeds serão igualmente repletos de porcarias, conteúdos rasos, mas os Proles serão seus produtores. E o Facebook ainda ganha dinheiro com isso!

Admirável novo feed de notícias

“O mundo infinitamente amável, muito colorido e aconchegante do soma. Que gentis, que bonitos e deliciosamente alegres todos estavam!” — Aldous Huxley, Admirável mundo novo

Substitua “soma” por “mídia social” e você verá por que Huxley foi ainda mais profético do que nós acreditamos.

O soma, droga fictícia, o tornou sociável. Ela o fez sentir-se conectado aos amigos e estranhos próximos — de modo extremamente falso. Ela o levou ao que os personagens do livro repetidamente descrevem como um “feriado perfeito”.

O Facebook que Zuckerberg agora parece projetar fará o mesmo. As pessoas mostram o melhor de si no Facebook; elas postam fotos cuidadosamente escolhidas de suas férias “perfeitas”. E agora elas poderão fazer isso sem a intromissão daquelas notícias nojentas.

“A pesquisa mostra que quando usamos as mídias sociais para entrar em contato com as pessoas que gostamos, isto pode ser bom para o nosso bem-estar,” escreveu Zuckerberg. Ele esqueceu de mencionar a pesquisa que mostra que o Facebook, na verdade, nos deprime quando vemos fotos das férias ou dos bebês perfeitos de outras pessoas.

Não importa o quanto você goste da pessoa em questão, o Facebook impele à comparação — o que, por sua vez, leva à ansiedade de status. Nós podemos postar “parabéns” nos comentários, o que o algoritmo conta como uma grande vitória. Grandes pontos por envolvimento! Mas o que nós estamos realmente pensando ou sentindo frente a estas coloridas fotos — o despertar repentino da nossa inveja, nossa autoaversão, nossa depressão — permanece escondido do olho-que-tudo-vê do Facebook.

E assim como num experimento sórdido, contudo, nós insistimos nisso. Deixe o soma do Facebook ajudar a nos aniquilar e nos deixar levar pelo feriado perfeito dos outros — que gentis, que bonitos e deliciosamente alegres eles são.

Agora, Zuckerberg quer que fiquemos naquele estado mental sem a terrível intrusão da “experiência passiva” — palavras que ele usa para se referir ao que acontece quando você está lendo ou assistindo algo que o faça pensar e refletir, em vez de simplesmente digitar “parabéns!”

O pior de tudo é que Zuck acha que está sendo nobre. Ele realmente acha que está “fazendo a coisa certa.” Ele quer que seus filhos pequenos olhem para trás um dia e digam que o Facebook salvou o mundo.

Talvez eles o façam. Pois todos que consomem conteúdo no Facebook, com as empresas de mídia que buscam a verdade retiradas do feed de notícias e falidas, não sobrará ninguém para apontar o despropósito de toda esta falsa conexão. A próxima geração de Zuckerbergs pode muito bem viver em infinitos feriados soma.

Parabéns, Mark!

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*Fonte: outraspalvras / Chris Taylor

5 hábitos que transformam sua casa num lugar horrível

Uma casa equilibrada é uma fonte de bem-estar, um lugar onde sempre queremos retornar, porque encontramos a fonte do suporte que precisamos. Uma casa tóxica gera desconforto e pode nos deixar doente, tanto física quanto psicologicamente, e adoecer também quem a frequenta. Uma casa tóxica é um lugar onde nos sentimos mal e queremos fugir.

Ambientes mentais tóxicos

O conceito de “ambientes mentais tóxicos” foi proposto pelo ativista ambiental, *Kalle Lasn, quando – há trinta anos atrás – houve um forte “movimento verde” motivado pela crescente preocupação das pessoas de que a toxicidade do meio ambiente integral poderia torná-los doentes.
Assim, um grupo de psicólogos transferiu esse conceito para a nossa saúde mental, analisando como nosso estilo de vida mudou nos últimos anos e o aumento dos transtornos mentais. Na verdade, em países ocidentais mais desenvolvidos, problemas como a esquizofrenia aumentaram 45% desde 1985, de acordo com dados da OMS. No Reino Unido, a depressão na adolescência aumentou de 6% para 18% desde 1987. Hoje, se pedimos a alguém que nos encontremos na rua, é provável que elas se sintam ansiosas, estressadas ou sobrecarregadas.
Alguns psicólogos indicam que esses problemas mentais são causados ​​por uma profunda mudança cultural que se reflete em um estilo de vida marcado pelo consumismo, a falta de inteligência emocional, uma mudança na escala de valores e uma dificuldade crescente na forma de manter relacionamentos interpessoais assertivos. O ambiente familiar é geralmente onde tudo começa, ou onde esses comportamentos tóxicos são perpetuados.

A coexistência não está isenta de conflitos. No entanto, não devemos permitir que certos comportamentos acabem transformando nossa casa em um ambiente mentalmente tóxico. Nós tocamos nossas vidas. Isto é confirmado por um estudo realizado no University College London em que eles acompanharam mais de 12 anos mais de 10 mil pessoas. Esses psicólogos descobriram que aqueles que tiveram relações negativas apresentaram maior risco de ataques cardíacos com consequências mortais.

As atitudes e hábitos que devemos banir das casas:

1. Os gritos

Os gritos começam a ser excepcionais, mas podem se tornar a norma. Acontece sem que percebamos. Um dia você grita porque você acha que eles não o entendem, no dia seguinte, porque você acha que eles não ouvem você e o outro porque você quer estar certo a todo custo. Assim, eles se tornam pão diário. No entanto, os gritos escondem o germe da violência. Eles implicam o desejo de impor poder e subjugar o outro. Suas consequências para as crianças são ainda pior. Um estudo realizado na Harvard Medical School revelaram que gritos podem alterar significativamente a estrutura do cérebro infantil e permanentemente afetar a integração entre as duas metades do cérebro, que podem causar problemas de personalidade e afetar o seu equilíbrio emocional.
Como solucionar? Na casa deve haver uma regra muito simples: não grite. Cada membro deve lembrar que gritar não lhe dará mais motivos. É importante cultivar empatia e assertividade. Os gritos são sempre um sinal da incapacidade de gerenciar a situação.

2. Hostilidade

Se você entrar na casa e de repente você sente como se um peso caísse em seus ombros, provavelmente é devido a uma atmosfera de hostilidade. Há casas onde não há entusiasmo, onde as pessoas quase nunca sorriem, mas mostram atitudes hostis e agem como se os outros fossem seus adversários. Nessas casas prevalece a lei do mais forte, por isso é muito difícil encontrar descanso e tranquilidade.
Como solucionar? Quando a casa se torna um campo de batalha, não há vencedores, todos perdem porque o saldo está quebrado. Portanto, é importante se concentrar na solução de problemas, em vez de procurar culpados.

3. O drama

Na vida, passamos por momentos dramáticos. No entanto, quando a casa se torna um drama diário, o desespero, a frustração e a depressão logo se estabelecem. Este drama geralmente vem de pessoas que sempre acham um problema para cada solução, que se concentram apenas nos aspectos negativos da vida e que fazem queixas de seu modo de vida. Essas pessoas acabam “infectando” a casa, causando uma névoa do pessimismo para flutuar sobre o meio ambiente.
Como solucionar? Adotando uma atitude mais positiva, que também acabará sendo contagiosa e pode contrariar as atitudes negativas dos outros. É importante fazer com que essa pessoa veja, sem atacar ou criticar, como suas atitudes prejudicam todos e criam um clima emocional muito negativo.

4. Caos

O espaço onde você passa várias horas por dia acaba influenciando seu humor. Portanto, um espaço desorganizado e caótico pode acabar causando esse mesmo caos mental, é um espaço onde você não quer estar e que gera estresse. Foi apreciado que, quando estamos imersos em ambientes desorganizados e caóticos, nosso cérebro tem mais dificuldades em processar informações, o que produz um sentimento de sobrecarga, afeta nossa produtividade e aumenta a ansiedade e o estresse. No entanto, essa confusão não se refere apenas ao espaço físico, mas também à falta de regras que garantem uma coexistência fluida entre os membros da família.
Como solucionar? É importante que a ordem prevaleça em todas as famílias e que existam regras de convivência, mesmo que sejam implícitas, para que todos conheçam os limites que não devem ser transferidos.

5. A desvalorização

Se os membros da família não são valorizados, apreciados e respeitados, é difícil desenvolver uma boa autoestima e ter a segurança necessária para enfrentar a vida. Existem muitas formas de desvalorização, de não reconhecer os esforços da pessoa para minimizar continuamente suas conquistas ou mesmo ignorá-las. Em algumas casas, são criadas dinâmicas muito nocivas em que um dos membros é rotulado como “ovelha negra” da família disfuncional ou o bode expiatório. Obviamente, essas dinâmicas não são apenas negativas para aqueles que culparam, mas também para o resto dos membros, pois impede que assumam suas responsabilidades e amadureçam como pessoas.
Como solucionar? Cada pessoa é única e devemos valorizá-la para isso. Devemos aprender a concentrar em seus pontos fortes e o que os torna especiais. Cada um brilha com a própria luz, devemos nos certificar de alimentar essa luz, não desligá-la.

Extraído de Rincón de la Psicología – traduzido e adaptado com mais fontes de pesquisas pelo Portal Raízes
* Kalle Lasn

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*Fonte: portalraizes

Estudo revela porque as mulheres inteligentes não conseguem se relacionar

A inteligência de uma mulher atrai os homens? Provavelmente uma grande parte dos homens diria que sim, claro. Entretanto, se perguntássemos às mulheres, muitas responderiam justamente o contrário. E curiosamente os dois teriam razão, segundo um artigo publicado em 2015 na revista Personality and Social Psychology Bulletin.

Lora Park, psicóloga social da Universidade de Buffalo (Estado de Nova York), e seus colegas Ariana Young e Paul Eastwick realizaram diversas pesquisas para comprovar o que acontece com os homens quando estão com uma mulher que parece ser mais inteligente que eles. Num primeiro experimento, pediram que avaliassem uma garota hipoteticamente mais preparada e habilidosa em matemática e em inglês.

Todos eles qualificaram a moça como um par romântico desejável em longo prazo. Até aqui tudo bem, essa era a teoria. Mas e na prática? Para responder, os pesquisadores criaram diversas situações em que as pessoas competiam entre elas. Quando uma garota demonstrava ser mais inteligente que os rapazes, “num passe de mágica” ela deixava de ser tão atrativa aos olhos deles.

E, inclusive, os garotos chegavam a reconhecer que se sentiam inseguros na frente dela. A conclusão do estudo acima, portanto, poderia ser resumida em uma ideia: teoricamente a inteligência da mulher atrai os homens, mas na prática e em distâncias curtas lhes causa insegurança (obviamente, sempre há exceções).

Pesquisas acadêmicas à parte, é provável que você conheça mulheres que considerem que a inteligência foi uma barreira na hora de encontrar parceiro e manter uma relação bem sucedida.

Também é possível que você conheça homens que apoiam as carreiras profissionais das suas parceiras e se sintam muito orgulhosos da sua inteligência. De acordo, qualquer generalização é incorreta. Mas, dito tudo isto, ainda hoje persiste uma parcela de homens que ficam inseguros ou que sentem sua masculinidade questionada quando estão diante de uma mulher brilhante.

Talvez esse resultado dependa da autoestima e da maturidade de cada um, mas vale a pena levá-lo conta para saber como agir e administrar as solidões e as possíveis frustrações.

Necessitamo-nos mutuamente. Tanto é que uma das chaves para o sucesso profissional de uma mulher (e de um homem) é ter um bom cônjuge, segundo Sheryl Sandberg, diretora financeira do Facebook.

De fato, das 28 mulheres que já foram diretoras-gerais de alguma empresa da lista Fortune 500, 26 são casadas, uma divorciada, e uma é solteira. Mas as mudanças da sociedade são tão profundas que também estão afetando as dinâmicas entre o homem e a mulher, o que nos obriga a administrar novos medos, disfarçados de outro modo. E para poder combatê-los bem é necessário melhorar o autoconhecimento a fim de ganhar confiança e segurança em si mesmo(a), e não pelo que o outro faça ou diga.

Também é importante educar em inteligência emocional desde a infância, de forma que tanto os homens como as mulheres possam se preparar para os novos papéis sociais que irão viver. E, obviamente, precisamos abrir novos diálogos dentro dos casais para encontrar os pontos de conexão e de colaboração, e não os de competição. Só assim aprenderemos a superar as dificuldades que todos e todas nós enfrentamos.

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*Fonte: portalraizes / ElPais

Reciclagem de alimentos: o que pode ser feito com restos alimentícios?

Quase todo mundo já levou bronca dos pais por deixar comida no prato, um desperdício que geralmente é visto como inocente ou insignificante. Hoje em dia, porém, há uma conscientização maior de que qualquer tipo de desperdício deve ser evitado para que não haja prejuízo aos recursos naturais e ao futuro da humanidade.

Atualmente, descartar uma casca de laranja ou limão, uma casca de ovo e até restos de comida pode ser considerado um desperdício de recursos. Isso porque esses são excelentes ingredientes para a compostagem orgânica, que resulta na formação de adubo. Além disso, muitos desses itens podem ser reaproveitados para fazer receitas deliciosas, como um pudim com cascas de goiaba ou um doce de cascas de laranja.
O que pode ser feito com restos de alimentos?

A gaúcha Raquel Patro, especialista em jardinagem e paisagismo, criou seu próprio método para transformar restos de alimento em nutrientes para as plantas. Ela armazena cascas de frutas — como banana, laranja, abacaxi e mamão —, além de cascas de cebola, ovos, borra de café e outros materiais orgânicos.

Para evitar o mau cheiro do material em decomposição, a especialista expõe os restos ao sol, de modo a enxugar a água. Em seguida, ela bate todo o material em um liquidificador, processo que dá origem a uma farinha altamente nutritiva para as plantas. Segundo Raquel, esse processo preserva os nutrientes, como o potássio das cascas de banana e o cálcio das cascas de ovo.

A gaúcha armazena a farinha em uma sacola plástica, que é mantida ao abrigo da luz, do calor e da umidade, mantendo seu valor nutritivo por muito tempo. Esse composto é usado para fertilizar as plantas. Segundo Raquel, essa prática para fazer reciclagem de alimentos é muito bem vista pelas plantas, que acabam exibindo uma aparência muito melhor em relação àquelas em que o produto não é usado.
Outras formas de reciclagem de alimentos

Você sabia que cascas de laranja e limão podem ser usadas para espantar mosquitos? Para isso, basta substituir o tablete convencional do aparelho repelente por pedaços de casca dessas frutas.

Apesar de todas essas ideias, a melhor forma de se fazer a reciclagem de alimentos ainda é por meio da compostagem orgânica, processo que converte resíduos orgânicos em adubo. O procedimento consiste no armazenamento de resíduos orgânicos em uma composteira, formada por um conjunto de três caixas plásticas contínuas — sendo as duas primeiras furadas, para dar passagem ao líquido e permitir o trânsito das minhocas entre as caixas, e a terceira fechada e com uma torneirinha por onde é retirado o adubo líquido.

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*Fonte: pensamentoverde

Daqui a 10 anos você terá se arrependido dessas 10 escolhas

“Se ao menos …” O uso dessas palavras talvez seja uma das coisas mais tristes que você fará em 10 anos.

Aqui estão dez escolhas que que podem te conduzir a frases de arrependimento como essa.

Identifique se está fazendo algo que não gostará no futuro e mude seus caminhos:

1. Ter vestido uma máscara para impressionar aos outros.
Se a cara que você sempre mostra ao mundo é uma máscara, um dia não haverá nada por baixo. Quando você gasta muito tempo concentrando-se na percepção que os outros têm de você, ou no que todo mundo quer que você seja, você acaba se esquecendo de quem você realmente é. Portanto, não tema os julgamentos dos outros; você sabe em seu coração quem é e quais são as suas verdades. Você não tem que ser perfeito para impressionar e inspirar as pessoas . Deixe-os ficar impressionados e inspirados pela forma como você lida com suas imperfeições.

2. Deixar que outra pessoas tenha sonhos por você.
O maior desafio na vida é descobrir quem você é; o segundo maior é ser feliz com o que você encontra. Uma grande parte disso é a sua decisão de permanecer fiel a seus próprios objetivos e sonhos. Existem pessoas que discordam de você? Boa. Isso significa que você está de pés no chão e escolheu seu próprio caminho. Às vezes você vai fazer coisas e ser considerado louco, mas quando você se pegar animadamente perdendo a noção do tempo….aí você saberá que fez a escolha certa.

3. Mantendo companhias negativas.
Não deixe que alguém que tem uma atitude te influencie. Não deixe quem cheguem em você. Eles não podem puxar o gatilho, se você não lhes entregar a arma. Quando você se lembrar que, na maioria das vezes, manter a companhia de pessoas negativas é uma escolha, em vez de uma obrigação, você se libertará para sentimentos de compaixão ao invés e raiva, generosidade em vez de ganância, e paciência em vez de ansiedade.

4. Ser egoísta.
Uma vida repleta de atos de amor e bom caráter é a melhor lápide que alguém pode deixar. Aqueles que te inspiraram e com quem você compartilhou seu amor sempre se lembrarão de como você os fez sentir. Então esculpa seu nome em corações da maneira mais positiva possível. O que você tem feito para si mesmo sozinho morre com você; o que você tem feito para os outros e para o mundo permanece.

5. Evitar mudanças e crescimento.
Você deve deixar o passado ir e abrir caminho para o novo; as velhas formas de agir e pensar podem não ser mais as melhores maneiras de viver. Se você reconhecer isso agora e tomar medidas para continuar e se adaptar, as suas chances de sucesso serão muito maiores.

6. Desistir quando as coisas ficam difíceis.
Não existe fracasso, apenas resultados. Mesmo se as coisas não aconteceram do jeito que você esperava, não desanime ou desista. Lembre-se do que você é capaz e siga em frente. Aquele que continua a avançar um passo de cada vez vai ganhar no final. A vitória é um processo que ocorre com pequenos passos, decisões e ações que gradualmente constroem uma realidade diferente.

7. Deixe de tentar gerenciar cada pequena coisa.
A vida deve ser tocada, não estrangulada. Às vezes você tem que relaxar e deixar a vida acontecer sem preocupações excessivas. Aprenda a deixar que algumas coisas sigam sem o seu domínio. Respire fundo e, quando a poeira baixar e você voltar, dê o próximo passo. Nem sempre você tem que saber exatamente onde vai.

8. Se contentar com menos do que você merece.
Seja forte o suficiente para deixar o que não é bom ir e sábio o suficiente para esperar o que você merece. Às vezes você tem que ser derrubado para se levantar mais forte do que jamais foi antes. Às vezes, os olhos precisam ser lavados por suas lágrimas para que você possa ver as possibilidades diante de você com uma visão mais clara e renovada. Apenas não se acomode.

9. Esquecer que tempo é finito.
O problema é que você sempre acha que tem mais tempo do que você realmente tem. Um dia você vai acordar e não haverá mais tempo para trabalhar nas coisas que você sempre quis fazer. E é nesse ponto que você se arrependerá por não ter alcançado os objetivos que você definiu para si mesmo.

10. Ser preguiçoso e passivo.
O mundo não lhe deve nada, mas você deve ao mundo alguma coisa. Então pare de sonhar e começar a fazer. Assuma total responsabilidade por sua vida – assuma o controle. É tarde demais para sentar e esperar por alguém que fará alguma coisa algum dia. Um dia é hoje; e esse alguém que o mundo precisa é VOCÊ .

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Fonte: osegredo / Marc and Angel Hack Life

A Vida devolve em dobro – as coisas boas e as coisas ruins

Parece brincadeira, mas não é. A lei do universo é simples: ação e reação. Quem nunca ouviu falar que o mundo dá voltas? Ou que coisas boas atraem coisas boas e coisas ruins atraem coisas ruins? Não importa a sua religião ou credo, o universo retribui.

Encontrar uma carteira cheia de dinheiro na rua? Acontece. Devolver? Nem sempre. E quem devolve? É bobo. “Se você perder a sua, ninguém te devolverá”, eles dizem. “Todo mundo pega, todo mundo rouba, todo mundo é esperto”. Calma lá, amigo, eu não sou ‘todo mundo’. A vida devolve em dobro.

Nunca utilize as pessoas como meio, mas sempre como fim em si mesmo. Isso é Kant. E é Deus, Oxalá, é a ciência, é ateísmo. Não importa de onde você tira esse conceito. A paz de espírito só existe se você estiver bem com você e com o outro. Ninguém aqui é uma ilha.

A vida, meu amigo, devolve cada centavo. Mas nem por isso você deve esperar sentado a retribuição pelas suas boas ações. Se você está nessa vibe, melhor mudar de perspectiva. Sem motivos, sem objetivos futuros. Amar sem compromisso. Ame, inclusive, os teus inimigos.

Falta amor por aí. Faltam boas ações e sobra intolerância. O universo devolve em dobro. E pagamos também pelos erros dos outros. Afinal de contas, somos uma comunidade. Estamos juntos nesse planetinha azul. Mais amor, menos guerra, inveja e ódio. Paz nos corações.

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*Fonte: osegredo / Valter Gerônimo Camilo Junior

Não tomar sol é tão perigoso quanto fumar, diz estudo

Pessoas que não fumam, mas também não tomam sol têm a mesma expectativa de vida de pessoas que fumam. É o que aponta uma pesquisa publicada na revista científica Journal of Internal Medicine realizada com 30 mil mulheres por cerca de 20 anos.

Este estudo indica que evitar o sol é um fator de risco de morte da mesma magnitude que fumar. Quando comparado a alguém que se expõe mais ao sol, a expectativa de vida de quem não toma muito sol pode diminuir até 2 anos e 1 mês.

Os pesquisadores do Hospital Universitário de Karolinska, na Suécia, responsáveis pelo estudo, notaram que mulheres que tomam mais sol tem menos riscos de problemas cardiovasculares e doenças crônicas como diabetes e esclerose múltipla do que quem evita o sol.

Um ponto interessante do estudo é que os benefícios aumentam conforme a pessoa toma mais sol.

Infelizmente, nem tudo são flores, os pesquisadores afirmam que também houve um aumento na incidência de câncer de pele entre quem se expunha mais ao sol.

“Contudo, o câncer de pele em pessoas que se expunham mais ao sol tinha um prognóstico melhor do que aquelas que tomavam menos sol”, diz o Dr. Pelle Lindqvist, autor do estudo.

Diante de tudo isso, Lindqvist defende que a mulher não deve se expor nem demais e nem de menos ao sol.

“Há tempos sabemos que existem três hábitos que são perigosos para a nossa saúde, são eles: fumar, sedentarismo e estar acima do peso. Agora, com esta pesquisa vimos que existe um quarto: evitar exposição ao sol”, conta Lindqvist.

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*Fonte: minhavida

5 sinais que mostram que uma pessoa não é verdadeira – (Falsiane)

Abaixo está uma lista com 5 sinais que mostram que alguém não é autêntico.
Alguns desses sinais são fáceis de detectar, enquanto outros precisam de uma convivência mais próxima, mas eles nos dão uma ideia melhor da verdadeira face daqueles ao nosso redor:

1. Extrema valorização de bens materiais
O site Huffington Post diz que pessoas autênticas conseguem enxergar o quanto os bens materiais são vazios. E o site LifeHack afirma que pessoas verdadeiramente autênticas valorizam mais as pessoas, relacionamentos e experiências do que bens materiais. As pessoas autênticas em sua vida são aquelas que estão mais interessadas em você e em seu bem-estar do que em futilidades e coisas efêmeras.

2. Viver para agradar aqueles ao seu redor
As pessoas autênticas e conscientes sabem que é impossível agradar a todos, porque temos pensamentos e opiniões diferentes. No entanto, as pessoas inautênticas saem do seu caminho para agradar os outros, com a esperança de poderem se aproveitar de seu ato de gentileza futuramente.

3. Desvalorização do autocuidado
As pessoas inautênticas não cuidam de si mesmas, isso porque não enxergam que quanto mais nos amamos e cuidamos de nossos corpos e almas, mais somos felizes e realizados com nossas vidas.

4. Inveja excessiva
As pessoas que não são autênticas sentem inveja das conquistas daqueles ao seu redor, porque não conseguem manifestar os próprios desejos em suas vidas. No entanto, essa incapacidade é fruto de suas questões internas, e tudo pode mudar com um reajuste de perspectiva e comportamento.

5. Irresponsabilidade
As pessoas inautênticas são irresponsáveis e muitas vezes forçam aqueles ao seu redor a tomarem decisões que beneficiem apenas a si mesmas. Quando chega a hora de enfrentar as consequências de suas atitudes, culpam os outros para fugir da responsabilidade.

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*Fonte: osegredo / Luiza Fletcher