As imagens mais espetaculares na história da exploração espacial: o pouso da sonta Perseverance em Marte

A NASA divulgou um vídeo do Rover Perseverance em Marte enquanto ele descia pela atmosfera do planeta e pousou como planejado na Cratera Jezero na última quinta-feira.

Falando em uma coletiva de imprensa na segunda-feira, David Gruel, do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA, disse que a equipe de vídeo manteve suas expectativas modestas: “Conseguimos o que conseguimos e não ficamos chateados”.

O que eles fizeram estão entre as imagens mais espetaculares na história da exploração espacial.

Seis pequenas câmeras compõem o sistema EDL Cam (Entrada, Descida e Aterrissagem, na sigla em inglês). Elas sobreviveram à viagem e funcionaram perfeitamente, capturando a abertura do paraquedas da espaçonave, separação do escudo térmico, descida e o suave pouso do Rover Perseverance na superfície marciana.

Há detalhes extraordinários no vídeo. A espaçonave balança um pouco debaixo do paraquedas e estabiliza à medida que os propulsores do módulo de descida assumem e o paraquedas é lançado para longe. Uma câmera no módulo de descida mostra o Rover enquanto ele desce com a ajuda de três cabos. Uma câmera no Rover captura a mesma cena de baixo; uma vez na superfície os cabos desconectam e o módulo de descida voa para longe.

Havia também dois microfones na espaçonave. Gruel disse que não conseguiu capturar o áudio do pouso, mas uma vez na superfície um dos microfones gravou – pela primeira vez – sons de Marte. O clipe disponibilizado pela NASA contém um zumbido silencioso do funcionamento do Rover, e uma rajada de vento marciana varrendo o módulo de pouso. Outro clipe cancela o som do Rover, deixando apenas a brisa.

*Por Marcelo Ribeiro

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*Fonte: hypescience

Marte atinge ponto mais próximo da Terra; a próxima vez só em 2035

Marte está o mais perto da Terra possível, em um fenômeno que só vai acontecer novamente daqui a 15 anos, em 2035. Esta semana será o período no qual o planeta vermelho estará ainda mais próximo do nosso, posicionado quase que perfeitamente para ser visto pelos dois hemisférios e com um brilho intenso que permite que ele seja visto no céu à noite.

Na última sexta-feira, 2, um pontinho brilhante embaixo da Lua causou comoção nas redes sociais: e nada mais era do que Marte ao vivo e a cores.

O que acontece é que a cada 15 anos, durante o verão marciano, o planeta fica mais próximo do Sol e também da órbita terrestre. Nesta terça-feira, 6, o planeta estará a uma distância de 62,07 milhões de quilômetros da Terra.

Marte estará visível por boa parte da noite do céu no Sul, sendo que seu pico acontecerá em torno da meia-noite. Se Marte e a Terra tivessem órbitas perfeitamente circulares, a distância mínima entre os dois planetas seria sempre a mesma — mas não é assim que funciona, uma vez que a órbita de ambos os planetas tem um formato parecido com o de um ovo.

Apesar da proximidade, esse não é o número recorde que a Terra e Marte se encontraram tão de perto. Em 2003, o planeta vermelho ficou a 55,7 milhões de quilômetros do nosso — um fenômeno que não acontecia há cerca de 60 mil anos. Agora, para vê-lo tão de perto novamente, só em 2287.

Mas a Nasa pede cuidado: Marte não ficará do tamanho da Lua em nosso céu. “Se isso fosse verdade, teríamos um grande problema, porque teríamos a gravidade da Terra, de Marte e da Lua”, explica a agência americana.

*Por Tamires Vitorio

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*Fonte: exame

Lua e marte farão uma conjunção neste domingo (9) promovendo grande espetáculo nos céus

Para as pessoas que gostam de apreciar os fenômenos que os planetas, astros e estrelas realizam no céu, anote: neste domingo, 9 de agosto (noite de sábado para domingo) o céu vai te presenciar com uma visão única e espetacular.

A lua e Marte estarão emparelhados, alinhados lado a lado, em uma conjunção rara de acontecer e se ver. Para os amantes destes fenômenos que moram no Sul e Sudeste do Brasil, poderão ver algo mais bonito ainda: em certo momento a Lua ficará bem à frente do planeta vermelho Marte, este fenômeno é chamado de ocultação.

Caso você queira observar este belo espetáculo, coloque seu relógio para despertar cedinho, pois este show começa a acontecer às 5:00 h da madrugada.

Prepare-se.

*Por JCS

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*Fonte: sensivelmente

Maior superlua de 2020 acontece esta semana; veja como observar

Evento será visível entre terça e quinta-feira

Nesta semana você poderá observar a maior superlua de 2020. Apesar de ser chamada de “Super Pink Moon” (Super Lua Rosa) nos EUA, ela não tem uma cor diferente. O nome foi dado por conta de uma planta selvagem dos EUA, a Phlox Subulata, que tem flores róseas e floresce nesta época do ano.

O fenômeno estará visível entre os dias 7 e 9 de abril (terça e quinta-feira), com seu ápice na quarta-feira (8), quando a Lua estará cheia em sua totalidade. Para observar, basta olhar para o leste desde o pôr do Sol.

O ideal é estar no ponto mais alto de sua cidade, ou em um local com uma visão livre do horizonte, já que o contraste com prédios, montanhas e árvores à frente faz a lua parecer muito maior do que de costume. Nada te impede de observar a superlua quanto ela estiver alta no céu, mas o efeito será menos impressionante.

Vai ter mais?

Segundo o astrólogo Richard Nolle, que cunhou o termo em 1979, uma “superlua” é qualquer lua cheia que ocorre enquanto a Lua está a 90% ou mais de sua maior aproximação da Terra, o chamado Perigeu. Isso faz com que ela pareça até 15% maior e 30% mais brilhante do que o de costume.

O perigeu acontece regularmente a cada 28 dias. Entretanto, a ocorrência da Lua cheia no momento exato é mais rara. Em 2020 ela já ocorreu duas vezes, em 9 de fevereiro e 9 de março, e ocorrerá também em 8 de abril e 7 de maio.

Depois disso, os eventos começam a se distanciar. Em junho, por exemplo, a Lua estará no perigeu no dia 3, mas só estará cheia no dia 5, quando já vai estar fora da posição “ideal”. Portanto, não é considerada uma superlua. Grande, talvez, mas não Super. O evento só voltará a ocorrer em 27 de abril de 2021.

Apps dão uma forcinha

Para saber o momento exato do pôr do Sol em sua cidade, basta perguntar ao Google: “OK Google, quando o sol vai se pôr hoje?”. Já para saber para onde olhar, basta usar um app de bússola.

Quem usa um iPhone não precisa de um app extra, basta usar o “Bússola”, que é parte do iOS. Para Android, uma boa opção é o “Apenas uma bússola”, da PixelProse SARL, que é bonito, simples, gratuito e, mais importante, sem anúncios.

Além da direção em que o celular está apontando, ele também indica o horário do nascer e do pôr do sol, sua altitude e até a intensidade do campo magnético próximo ao aparelho. Tudo isso em uma tela só.

Dicas para fotografar

Se você quiser registrar o fenômeno, veja este artigo com nossas dicas para fotografar a superlua. É tudo questão de usar um tripé e encontrar o momento certo.

*Por Rafael Rigues

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*Fonte: olhardigital

Livro gratuito da Nasa traz belas imagens da Terra à noite

Earth at Night também tem muita informação sobre os instrumentos disponíveis aos cientistas, como são usados e sua evolução.

Por muitos anos, as imagens de satélite da Terra à noite serviram como uma ferramenta fundamental de pesquisa, além de estimular a curiosidade do público. Essas imagens mostram como os seres humanos iluminaram e moldaram o planeta de maneiras profundas desde a invenção da lâmpada, há 140 anos.

O contraste entre as luzes e as trevas conta histórias sobre o nosso planeta, que são apresentadas no e-Book Earth at Night (Terra à Noite), desenvolvido pela Nasa e disponível gratuitamente.

Além de mostrar como os seres humanos e os fenômenos naturais iluminam a escuridão, o livro também mostra como e porque os cientistas observam as luzes noturnas da Terra há mais de quatro décadas, usando seus próprios olhos e instrumentos espaciais. Os leitores irão compreender a evolução na tecnologia de imagem, e como fenômenos como erupções vulcânicas, tempestades e incêndios florestais podem ser facilmente identificados.

Earth at Night tem 200 páginas, e está disponível em versões para o Kindle (formato MOBI), outros e-readers (EPUB) e PDF.

*Por Rafael Rigues

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*Fonte: olhardigital

Inteligência Artificial descobriu por si mesma que a Terra orbita o Sol

Assim como aconteceu com os astrônomos da antiguidade, que percorreram um longo caminho dedutivo até compreender que a Terra girava em torno do Sol, e não que tudo girava em torno dela, uma inteligência artificial também chegou a essa conclusão.

Da mesma forma que ocorreu com os humanos, essa tecnologia se baseou na observação do movimento retrógrado de Marte para concluir que o mundo se move em elipse.

Segundo um artigo da revista acadêmica Physical Review Letters, a inteligência artificial conseguiu verificar que a Terra gira em torno do Sol, partindo de uma informação fornecida pelos programadores, que a ensinaram como se movem Marte e o Sol no firmamento terrestre.

Para isso, a equipe do físico Renato Renner, do Instituto Federal Suíço de Tecnologia (ETH), projetou um algoritmo capaz de destilar grandes conjuntos de dados em algumas fórmulas básicas, imitando a maneira como os físicos apresentam suas fórmulas.

Assim, eles projetaram um novo tipo de rede neural inspirado na estrutura do cérebro. Durante séculos, astrônomos pensavam que a Terra estava no centro do Universo e explicavam o movimento de Marte sugerindo que os planetas se movessem em pequenos círculos na esfera celeste.

Mas, nos anos 1500, Nicolau Copérnico descobriu que os movimentos poderiam ser previstos com um sistema mais simples se a Terra e os planetas estivessem orbitando o Sol.

Usando os dados fornecidos por seus criadores, a inteligência artificial foi capaz de desenvolver fórmulas ao estilo de Copérnico e redescobriu por conta própria a trajetória de Marte.

Essa conquista irá ajudar os pesquisadores a criar um sistema capaz de individualizar padrões dentro de gigantescas quantidades de dados aleatórios.

A partir dessa iniciativa, Renner e sua equipe pretendem desenvolver tecnologias de machine learning (aprendizagem de máquina) que possam ajudar os físicos a resolver aparentes contradições na mecânica quântica.

*Por Davison Filipe

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*Fonte: realidadesimulada

Time-lapse | Eclipse solar

Esse vídeo mostra o nascer do sol e o eclipse solar ocorrido em 20 de março de 2015 na capital islandesa Reykjavík.

De acordo a NASA, eclipses solares ocorrem normalmente duas vezes ao ano, com o máximo de ocorrências sendo cinco vezes ao ano. Isso é raro, entretanto. Só aconteceu 25 vezes nos últimos 5.000 anos. A última vez foi em 1935, e a próxima será em 2206.

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*Fonte: hypescience

Humanos jamais vão migrar para outros planetas – diz Nobel de Física

Michel Mayor acaba de ser reconhecido com um Nobel graças aos trabalhos realizados em 1995 que culminaram na descoberta do primeiro planeta em outro sistema solar (um exoplaneta). Utilizando instrumentos feitos sob medida em seu observatório no sul da França, ele e seu aluno de doutorado Didier Queloz deram início a um campo de estudos que já revelou mais de 4 mil exoplanetas — que provavelmente ficarão para sempre fora de nosso alcance migratório.

Foi o que Mayor declarou esta semana, logo após aceitar as láureas. Ele disse que os humanos precisam abandonar a perspectiva de se mudar para outro planeta no caso de a vida se tornar impossível na Terra. “É completamente louco”, afirmou a AFP o astrônomo suíço de 77 anos, então professor da Universidade de Genebra. De lá para cá, os milhares de exoplanetas descobertos marcaram uma revolução na astronomia moderna.

Junto de seu colega Queloz, Mayor trouxe para o universo da astrofísica um estudo antes restrito às discussões dos filósofos: a possível existência de outros mundos no universo. Mas o cientista faz questão de deixar claro que pesquisa teórica é uma coisa, já o sonho de colonização, é outra. “Se estamos falando sobre exoplanetas, sejamos claros: não vamos migrar para lá.”

Na entrevista, o laureado frisou a importância de repensar o discurso de que podemos conviver com a alternativa de juntar as tralhas e partir de vez para outro sistema planetário, no caso de as coisas derem errado aqui na Terra. “Estamos falando de uma viagem centenas de milhões de dias usando os meios disponíveis hoje. Devemos cuidar de nosso planeta, que é bonito e continua absolutamente vivível”, disse. Vai ao contrário de certas visões bem atuais.

Tem ganhado popularidade o argumento de que devemos nos tornar uma civilização multiplanetária se quisermos sobreviver no longo prazo. Antes de morrer, em 2017, Stephen Hawking ressaltou a urgência de colonizarmos a Lua ou Marte em um período de 100 anos para evitar potenciais ameaças fatais para a civilização, como as mudanças climáticas, os asteroides, possíveis epidemias e o excesso de população. Elon Musk também reforça isso.

Sua empresa SpaceX atua com o objetivo maior de viabilizar a colonização humana em Marte, com o intuito maior de tornar a vida multiplanetária e evitar a extinção. Mas o fato é que não dispomos hoje da tecnologia necessária para desenvolver uma grande civilização em outros mundos quiçá no Sistema Solar, que dirá em estrelas distantes. E os métodos de propulsão disponíveis atualmente são muito lerdos para percorrer distâncias interestelares.

Há propostas teóricas para contornar o problema, como as naves geracionais: grandes “cruzeiros” em que só os descendentes distantes dos ancestrais que partiram alcançam o destino final. Mas são projetos ainda muito abstratos e mais restritos ao domínio da ficção científica. Vale salientar que Mayor não se refere aos planetas do Sistema Solar.

Em tese, o que ele rechaçou foram as ambições de habitar um eventual planeta habitável localizado nas redondezas da nossa galáxia, a algumas dezenas de anos-luz da Terra. Não especificamente sobre os planos de instituir colônias ou terraformar planetas menos amigáveis na vizinhança. Mais do que diminuir a importância de ir além da Terra, a intenção de Mayor era enaltecer a urgência de cuidar melhor do nosso planeta — o único no Universo que podemos chamar de casa.

*Por A. J. Oliveira

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*Fonte: superinteressante

O que a lei espacial diz sobre o que você pode ou não levar para a Lua?

Obras de arte, sacos de cocô e até bolas de golfe. Existe uma lista imensa de objetos deixados na Lua pelos seres humanos. Mais recentemente, levamos amostras de DNA humano e uma multidão dos animais mais resistentes da Terra para lá, os tardígrados. Eles estavam na nave israelense que caiu na Lua em abril deste ano. Caso o pouso tivesse sido realizado com sucesso, os pesquisadores testariam a sobrevivência dos bichinhos no espaço. Como a nave se espatifou, agora eles moram lá em cima.

Mas onde estão os fiscais da Lua? Qualquer país pode deixar o que bem entender por lá?

Bem, quase tudo. Segundo Frans von der Dunk, professor de lei espacial da Universidade de Nebraska, a única coisa que os países não podem levar para a Lua de jeito nenhum (pelo menos legalmente) são armas.

Mas essa é apenas uma interpretação das leis espaciais existentes. A coisa é bem mais complicada. Não existe um documento listando os itens que você poderia levar na sua bagagem, mas algumas coisas são proibidas. Em entrevista ao LiveScience, o professor diz que a lei é permissiva. “A menos que algo seja especificamente proibido ou restrito, ele é considerado permitido”

Quem define isso são os tratados internacionais. O mais aceito ainda é o Tratado do Espaço Sideral, formulado na época da corrida espacial, em 1967, e assinado por diversos países. O Artigo 4 do documento diz claramente que nenhum tipo de arma, base, fortificação ou instalação com fins militares pode ser levada ao espaço (incluindo corpos celestes). Todo o tratado se baseia na exploração e uso pacífico do espaço.

Tirando essa, não há nenhuma grande restrição sobre o que cada país pode ou não deixar na Lua. O tratado também não proíbe a introdução de nenhum ser vivo, mas ressalta que as naves devem evitar contaminação de microorganismos no espaço. Já que os novos moradores super resistentes da Lua não são uma grande ameaça – porque o satélite, temos quase certeza, não abriga vida que possa ser ameaçada pelos bichinhos terráqueos –, está tudo bem

Apesar da falta de regulamentação, há uma preocupação crescente com a quantidade de lixo espacial. De acordo com der Dunk, se os países não começarem a se preocupar com o que deixam por lá, em 10 ou 20 anos será impossível viajar para o espaço sem correr o risco de bater em um satélite perdido.

Legalmente, nada impede que você jogue seu lixo na Lua (a menos que exista uma bomba nuclear escondida nele). Mas pelo bem das futuras missões, pedimos que guarde o papel de bala no bolso.

*Por Mariana Clara Rossini

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*Fonte: superinteressante

Maioria dos planetas não tem campo magnético para sustentar a vida

Temos negligenciado um fator importante na busca por vida em outros mundos, nos concentramos em temperaturas sem considerar a importância dos campos magnéticos.

Infelizmente, parece que campos magnéticos como os da Terra são muito raros, sugerindo que quase todos os planetas que encontramos são desprovidos de vida – de como conhecemos.

Marte e Vênus inicialmente tiveram muita água.

Os cientistas agora estão convencidos de que a perda de seus campos magnéticos permitiu que a radiação solar dispersasse o vapor de água de suas atmosferas. O hidrogênio escapou, tornando-os os desertos que são hoje.

Então, todos os exoplanetas que estamos encontrando dentro das “zonas habitáveis” das estrelas provavelmente são paraísos parecidos com a Terra ou terrenos infernais como Vênus?

Sarah McIntyre, estudante de doutorado da Universidade Nacional Australiana, modelou a chance de ter campos magnéticos fortes o suficiente para torná-los lugares que você gostaria de visitar.

Infelizmente, a notícia é ruim para os caronas galácticos. No Monthly Notices da Royal Astronomical Society (pré-impressão disponível no arXiv ) McIntyre relata que entre uma amostra de 496 planetas encontrados em torno de outras estrelas, apenas um tem mesmo a possibilidade de um campo magnético mais forte do que a da Terra.

A maioria não possui nenhum, ou campos muito fracos para conseguir manter uma atmosfera.

Não podemos medir diretamente os campos magnéticos de mundos além do Sistema Solar, mas acredita-se que uma fórmula baseada em fatores como o raio de um planeta, o tamanho e a densidade de seu núcleo líquido externo e constantes universais conhecidas indiquem a força do campo.

O Telescópio Espacial Kepler nos deu boas indicações dos raios dos planetas que encontrou. McIntyre disse à IFLScience que as principais características relevantes podem ser derivadas disso, juntamente com a massa planetária e a taxa de rotação.

Acredita-se que mais de 99% dos planetas da amostra de McIntyre estejam em rotação sincronizada, de modo que o planeta sempre tem a mesma face virada para a sua estrela hospedeira, como a Lua faz com a Terra, de modo que o período de rotação coincide com o tempo que levam à órbita.

Para colocar o último prego no caixão das chances desses mundos de hospedar a vida, a maioria deles orbita estrelas tipo M (anãs vermelhas), que são propensas a explosões espetaculares de radiação que significam campos ainda mais fortes do que o de nosso próprio planeta podem ser necessário para proteger qualquer água preciosa.

Outra observação que deveria ser colocada em perspectiva, é que cerca de 70% de todas as estrelas do Universo são do tipo anã. Tudo isso pode ajudar a explicar a ausência de visitantes extraterrestres e também serve como um lembrete de que nossa casa é preciosa.

McIntyre reconhece que nossos métodos de descoberta de planetas criaram uma amostra distorcida, particularmente no ”oversampling” – esse é o processo de amostragem de um sinal em uma frequência de amostragem significativamente maior do que a taxa de Nyquist – de mundos aguáticos às vezes em rotação sincronizada, e sugere que estes sejam ampliados.

O artigo contém um apelo para priorizar os planetas que provavelmente terão campos magnéticos fortes para estudos futuros, algo que McIntyre disse à IFLScience, eque não está acontecendo com as missões em andamento e planejadas.

A única exceção na amostra de McIntyre é o Kepler-186f, que orbita uma estrela do tipo K, tornando-se duplamente digno de mais investigações.

*Por Davison Filipe

 

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*Fonte: realidadesimulada

A NASA vai para a Lua novamente, desta vez para ficar

A NASA vai para a Lua novamente. E desta vez para ficar. É isso que a Agência Espacial dos EUA anunciou com um novo vídeo publicado na web, o qual celebra também os 60 anos de existência deles.

No vídeo, vemos inspiradoras palavras de progresso e exploração espacial. Momentos históricos que ocorreram e o que há de projeções e tecnologias para serem utilizadas no futuro.

Como se fosse um trailer de uma nova temporada, mas uma temporada para a humanidade. Eles vão voltar para a Lua provavelmente para estabelecer uma base lunar, e a partir de lá explorar o “além”. Marte, e certamente outros confins do universo.

Algo extremamente inspirador, com certeza.

*Por Flávio Croffi

 

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*Fonte: geekness

Um tour pela Lua em 4K

A NASA compilou imagens impressionantes em um tour virtual pela Lua em 4k. O material foi coletado através da Lunar Reconnaissance Orbiter spacecraft, uma sonda que, desde 2009, capta informações sobre recursos científicos e terrenos favoráveis para missões lunares robóticas e humanas.
Um tour pela Lua em 4K

No tour, podemos visitar os polos norte e sul – onde encontramos focos de água e gelo – o local de pouso da Apollo 17, detalhes de cada cratera e o tão misterioso lado escuro da Lua.

Você sabia que existem crateras intituladas com nomes do astrônomo Copernicus, o filósofo Giordano Bruno e até imagens do polo sul da Lua chamadas de “Noite Estrelada”, como o famoso quadro de Van Gogh? Acesse a seção “A Lua como arte” no site da NASA e conheça mais curiosidades.

*Por Raquel Rapini

 

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*Fonte: geekness

Esta é a imagem mais profunda do Universo já capturada do espaço

A imagem que você vê aqui pode até parecer uma pintura abstrata ou uma estrutura cristalina, mas, na realidade, ela consiste em uma captura do Hubble que foi reprocessada e revela novos detalhes que até então não estavam visíveis no registro original. Mais especificamente, se trata da atualização de uma imagem obtida pelo telescópio espacial em 2004, mas que agora mostra a enorme quantidade de luz ao redor das galáxias estudadas pelo equipamento na época.

Atualização brilhante

De acordo com Michael Irving, do site New Atlas, o reprocessamento foi conduzido por cientistas do Instituto de Astrofísica de Canarias e da Universidade de La Laguna, ambas instituições espanholas, e levou cerca de 3 anos para ser concluído. O trabalho, aliás, consiste na imagem mais profunda do cosmos já capturada do espaço, e foi criado a partir da combinação dos registros obtidos pelo telescópio de uma região do Universo chamada Campo Ultra Profundo de Hubble.

Esse processo de combinação – realizado a partir de centenas de capturas – permitiu que os astrofísicos pudessem recuperar uma imensa quantidade de luz que não aparecia na foto divulgada há vários anos, brilho esse emitido pelas estrelas que compõem as maiores galáxias da região estudada pelo Hubble. No entanto, não pense que a nova imagem se limita a simplesmente ser uma mera versão mais “artística” da original.

Segundo os cientistas que trabalharam no reprocessamento, a luz gerada pelas galáxias e que havia se “perdido” no registro original equivale à emitida por uma galáxia completa. Isso significa que muitas das galáxias retratadas são bem maiores do que se pensava, algumas apresentando o dobro do tamanho estimado no passado.

Para criar a atualização, os astrofísicos combinaram a imagem original de longa exposição de 2004 com capturas obtidas em 2009, quando a câmera Wide Field Camera 3 (WFC3) foi instalada por astronautas no Hubble e a primeiro registro foi atualizado. Esse equipamento realizou mais de 230 horas de observações em 2012, o que permitiu mais obtenções de dados do Campo Ultra Profundo e a geração de uma imagem mais detalhada.

Agora, os cientistas divulgaram o resultado de mais uma atualização, resultado do desenvolvimento de um novo método de processamento que permite uma melhor combinação de imagens individuais capturadas tanto pela WFC3, como pelo telescópio propriamente dito – técnica que permitiu que a luz emitida inclusive pelos objetos mais distantes e menos brilhantes fosse recuperada. Bacana, né?

*Por Mariana Tamnini

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*Fonte: megacurioso

 

Confira todos os eventos astronômicos que irão ocorrer no ano de 2019

Não é novidade que o céu nos dá grandes surpresas e shows únicos a cada ano, revelando suas preciosas estrelas, planetas e chuvas de meteoros.

No entanto, às vezes, não sabemos quando esses fenômenos costumam acontecer, portanto, temos para você uma lista dos eventos deste 2019 que você não pode perder. Você precisa apenas estar muito atento às datas e escolher a pessoa com quem você gostaria de olhar para elas.

Então, se você é um amante da astronomia, tome nota deste calendário de 2019 que fizemos para você:

As Quadrantidas – 1 a 5 de janeiro

• Essa chuva de meteoros terá seu ponto de auge em 3 de janeiro. Depois da meia noite é quando você pode observar melhor e se divertir.

Vênus em seu maior elongação ocidental – 6 de janeiro

• Este dia pela manhã será ideal para observar o planeta a olho nu.

Eclipse Solar Parcial – 6 de janeiro

• Poderá ser visto em algumas partes da Ásia e no norte do Oceano Pacífico, mas o melhor ponto para vê-lo será na Rússia, porque terá 62% de cobertura.

Super Lua – 21 de janeiro

• Será a primeira das três superluas que ocorrerão em 2019. A Lua estará mais próxima da Terra e poderá ser vista muito maior e maravilhosa.

Eclipse Total da Lua

• Será melhor observado na América do Norte e na América do Sul.

Super Lua – 19 de fevereiro

• Esta será a segunda super lua de 2019.

Mércurio em sua maior elongação oriental – 27 de fevereiro

• O planeta estará mais perto e ficará muito melhor de se observar á tarde, quando o Sol estiver se pondo.

Super Lua – 21 de março

• Esta será a última das superluas e o satélite poderá ser observado com grande esplendor.

Mercúrio em sua maior elongação ocidental – 11 de abril

• O planeta poderá ser observado como nunca antes no amanhecer.

Líridas – 16 a 25 de abril

• A chuva de meteoros poderá ser vista em toda sua beleza na noite do dia 22 e na manhã do dia 23 de abril.

Eta Aquáridas – 19 a 28 de maio

• Você poderá observar esta chuva muito melhor do hemisfério sul e seu pico a partir de 6 e 7 de maio à noite.

Lua Azul – 18 de maio

• Por estação, são três luas cheias, mas como ocorrem a cada menos de 30 dias, são quatro luas cheias. A lua extra é conhecida como a “lua azul” e ocorre aproximadamente a cada dois anos e meio.

Júpiter na oposição – 10 de junho

• Estará mais perto da Terra e será iluminado pelo sol, então o céu estará mais brilhante. Com um telescópio você pode ver facilmente e até mesmo algumas de suas luas.

Mércurio em sua maior elongação oriental – 23 de junho

• O planeta pode ser observado melhor e mais perto, escondendo o sol.

Eclipse solar total – 2 de julho

• Pode ser visto principalmente no Chile e na Argentina e no resto da América do Sul será visto com menos intensidade.

Saturno na oposição – 9 de julho

• Estará mais perto da Terra e poderá ser visto com binóculos ou um pequeno telescópio, até seus anéis poderão ser observados.

Eclipse lunar parcial – 16 de julho

• Pode ser visto na Europa, Ásia Central, África e no Oceano Índico.

Delta Aquaridas- 12 de julho a 23 de agosto

• Ainda que poderá ser observada em todo este tempo, será possível ver melhor os dias 28 e 29 de julho.

Mercúrio em sua maior elongação ocidental – 9 de agosto

• Antes do amanhecer poderá o ver como nunca.

Perseidas – 17 de julho a 24 de agosto

• Considerada uma das melhores chuvas de meteoros, ela poderá ser observada melhor entre os dias 12 e 13 de agosto.

Netuno em oposição – 9 de setembro

• Ele só pode ser observado como um ponto azul, exceto nos telescópios mais poderosos.

Dracónidas – 6 á 10 de outubro

• Embora seja uma pequena chuva de meteoros, atingirá o pico em 8 de outubro, mas ficará melhor em áreas distantes da cidade.

Mércurio em sua maior elongação oriental – 20 de outubro

• O planeta será visto muito melhor à tarde quando o sol se pôr.

Orionidas – 2 de outubro a 7 de novembro

• Pode ser visto melhor entre 21 e 22 de outubro.

Urano na oposição – 27 de outubro

• Estará mais perto da Terra e muito brilhante, mas só pode ser visto através dos telescópios mais poderosos para capturar detalhes.

Táuridas – 7 de setembro a 10 de dezembro

• Sendo uma das menores, ela só ser vista longe da cidade e chegará ao seu pico no dia 5 de novembro.

Trânsito de Mercúrio através do Sol – 11 de novembro

• Este evento será visto até 2039, o planeta vai passar entre a Terra eo Sol, você poderá observar seu disco com um telescópio e protetor solar, será melhor visto dos Estados Unidos, América Central e América do Sul.

Leonidas 6 a 30 de novembro

• Esta chuva atingirá o pico na noite de 17 e amanhã de 18 de novembro.

Mercúrio em seu maior alongamento ocidental – 28 de novembro

• O planeta pode ser observado como nunca antes no amanhecer.

Gemínidas – 7 a 17 de dezembro

• É conhecido como a melhor chuva de meteoros e atingirá o pico nos dias 13 e 14 de dezembro.

Úrsidas – 17 a 25 de dezembro

• Será melhor observar em 21 e 22 de dezembro em um lugar escuro e remoto.

Eclipse Solar Anular – 26 de dezembro

• Quando a Lua está muito longe para cobrir o Sol, um anel permanece brilhando do lado de fora. Isso vai começar na Arábia Saudita se movendo em direção ao Oceano Pacífico.

Esses serão os eventos astronômicos mais badalados do ano de 2019. E aí, está ansioso para algum deles? Não esqueça de deixar o seu comentário e compartilhar com os seus amigos. Lembrando que transmitiremos aqui em nossa página, alguns desses eventos! 🙂

*Por: Luighi Feodrippe

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*Fonte: fiquesabendo

O que um Mapa Astral revela sobre você?

Em busca do Autoconhecimento, buscamos entender como nosso corpo trabalha, nossos gostos e aquilo que detestamos e claro, como lidamos com as outras pessoas e a forma que elas influenciam em nosso comportamento. O Autoconhecimento é vital para se ter uma vida plena, pois quando entendemos o que sentimos ou o por que agimos de determinada forma, conseguimos nos corrigir e nos tornar pessoas melhores.

A Astrologia por exemplo, não é uma ciência que visa descobrir nosso futuro e entender o desconhecido, mas nos mostrar por que temos uma determinada personalidade e comportamento e como isso influencia em nossa vida tanto no passado, presente e possivelmente no futuro.

Para isso, é feito um Mapa Astral, documento que astrólogos usam para entender como os astros se relacionam conosco e diante da posição deles no momento de nosso nascimento, o por que de vivermos de determinada maneira. O Mapa Astral pode revelar muito a seu respeito e neste artigo, vamos entender como ele funciona e o que diz a respeito de você.

Mapa Astral

O Mapa Astral é um documento que todo Astrólogo faz, para explicar a personalidade e comportamentos de uma pessoa. Para fazer o Mapa Astral, o astrólogo precisa saber o dia, mês, ano e horário do nascimento e então traçar como estavam posicionados os planetas, o Sol e a Lua, no momento do nascimento.

O Mapa Astral feito de forma correta, consegue dar informações reais e concretas sobre a vida de uma pessoa tais quais:

Personalidade;
Comportamento;
Segredos do passado;
Como são suas relações familiares;
A forma como lida com a vida profissional e com dinheiro;
O que pensa e como age em relação a vida amorosa;
Possíveis traumas na vida;
Quais seus ideais e quais os caminhos para alcançar esses objetivos.

O Mapa Astral é composto da seguinte forma, conforme a imagem abaixo:

Mapa Astral é um círculo contendo os 12 signos do zodíaco: Aries, Sagitário, Touro, Virgem, Leão, Escorpião, Capricórnio, Câncer, Libra, Aquário, Peixes e Gêmeos. Abaixo deles segue esses signos representados por um símbolo e cada símbolo é regido por um ou dois planetas e também pode ser direcionado pelo Sol ou pela Lua.

A seguir, a representação é feita pelos compostos terrenos como o Ar, Água, Terra e Fogo e logo após o Mapa Astral mostra a posição das estrelas se fixas, mutáveis ou cardeais. No fim, o Mapa enumera cada casa astral, organizando e deixando mais fácil a leitura e esclarecimento da pessoa atendida.

Existem Mapas Astrais mais complexos do que outros, como por exemplos os Mapas com os cálculos precisos do grau de cada Corpo Celeste no momento do nascimento. Além disso, um Astrólogo pode fazer vários Mapas Astrais em uma consulta, dando ainda mais respostas ao cliente. A seguir, um breve e simples dicionário astrológico para entender como é interpretado pelo Astrólogo, um Mapa Astral:

Signos:

Aries
Sagitário
Touro
Virgem
Leão
Escorpião
Capricórnio
Câncer
Libra
Aquário
Peixes
Gêmeos
Sol

No Mapa Astral, mostra quem realmente você é.

Ascendente

O Ascendente se refere a imagem que você passa, a que as outras pessoas veem em você.

Lua

A Lua define suas emoções, desde as mais superficiais até as mais profundas e até desconhecidas ou reprimidas por você.

Planetas:

Vênus – Define o prazer físico/sexual e o amor;
Mercúrio – Se refere ao intelecto e a forma de se expressar e comunicação;
Marte – O dinamismo e as iniciativas pessoais;
Júpiter – Mostra a visão do futuro que a pessoa tem e o seu entusiasmo pela vida;
Urano – Descreve a renovação que uma pessoa conquista e as inquietações de seu íntimo;
Saturno – Esclarece a ambição;
Netuno – Se refere a espiritualidade e intuições;
Plutão – Mostra a liberdade e também demonstra as forças inconscientes de um indivíduo.

Casa Zodiacal:

Casa 1- A imagem que você tem de si mesmo;
Casa 2- Finanças;
Casa 3- Forma que se comunica;
Casa 4- Família;
Casa 5- Prazer sexual e amor romântico;
Casa 6- Trabalho e cotidiano;
Casa 7- Relacionamentos em geral;
Casa 8- Intimidade como um todo e crises existenciais;
Casa 9- Viagens e educação;
Casa 10- Profissões;
Casa 11- Amizade;
Casa 12- Pessoas espirituosas.

Para que o Mapa Astral seja eficiente, é preciso que a pessoa dê o horário certo de seu nascimento, para que o Astrólogo possa encontrar no Mapa, a posição certa que cada astro estava tomando naquele momento. A diferença de 1 minuto apenas, pode interferir na montagem do Mapa e na leitura correta.

Mapa Astral e o futuro

Muitas pessoas se perguntam, se o Mapa Astral tem o poder de prever o futuro. Apesar de ser um documento que revela o mais profundo da personalidade humana, o Mapa Astral não tem o poder de definir como serão os próximos dias de uma pessoa.

O que o Mapa Astral mostra é a trajetória que a pessoa pode tomar com base em seu passado e presente, ou seja, não tem condições de delimitar por quais problemas a pessoa passará, com quem casará ou se terá filhos e quando irá morrer.

A ideia do Mapa, é de ser um guia da personalidade, uma ferramenta de Autoconhecimento e não uma forma de tentar descobrir o futuro. Através do Mapa Astral, é possível saber como a pessoa age geralmente e pode afirmar como ela continuará agindo, mas sem ter dados que deem certezas e resultados futuristas.

A importância de ter um Mapa Astral

Fazer um Mapa Astral é a melhor forma de buscar o autoconhecimento e saber, a partir do momento que estiver com o documento em mãos, como agir diante dos desafios da vida, independente de serem bons ou ruins.

É importante frisar que ao contrário dos horóscopos de jornal, onde vemos uma generalização de acontecimentos possíveis, o Mapa Astral é específico para cada pessoa segundo não apenas seu nascimento mas o horário dele, e por isso é mais preciso, com a garantia de dar informações sobre si mesmo, muito mais claras e objetivas, do que um horóscopo comum. Faça seu Mapa Astral e descubra mais de você, em você mesmo.

E você, já fez seu Mapa Astral? Conte sua experiência pra gente e não deixe de curtir nossos artigos sempre incríveis sobre Autoconhecimento e a vida.

Eu, Catarina, sempre indico aos meus leitores o livro de um grande amigo meu, chamado Nicholas Johnson. Caso você não o conheça, você logo saberá mais sobre ele. Como a maioria dos temas que escrevo se trata da Lei da Atração, o livro também entra nesse tema.

Nicholas escreveu um livro muito completo, com exercícios e conhecimentos poderosos e nunca antes mostrados sobre a poderosa Lei da Atração e os benefícios que ela trás para nossas vidas.

Como eu sempre indico para meus leitores, dessa vez não farei diferente. Caso queira começar a praticar tudo que ele ensina e aprender a fazer o universo conspirar a seu favor, responda este rápido quiz, dessa forma eu saberei se você realmente quer descobrir os ensinamentos poderosos de Nicholas Johnson.

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*Fonte: oespaço

Há 53 a 99,6% de chance de estarmos sozinhos em nossa galáxia

Se estamos ou não sozinhos no universo é uma pergunta que intriga cientistas – e a maioria de nós – há muito tempo.

Um novo estudo do Instituto do Futuro da Humanidade, da Universidade de Oxford, no Reino Unido, calculou a probabilidade de existirem outras civilizações alienígenas na galáxia e no resto do espaço e, infelizmente, as chances não são boas para os extraterrestres.

Equação de Drake mais realística

O trabalho explora o chamado Paradoxo de Fermi, a aparente contradição entre a alta probabilidade de existência de civilizações extraterrestres e a falta de evidências ou contato com elas. O universo é gigante, então, onde está todo mundo? Será que somos mesmo os únicos?

As discussões neste tópico frequentemente envolvem a equação de Drake, uma estimativa probabilística do número de civilizações extraterrestres ativas e comunicativas em nossa galáxia baseado em sete variáveis.

Os possíveis resultados desta equação levaram os cientistas deste novo estudo a concluírem que há 53 a 99,6% de chance de estarmos sozinhos na galáxia, e 39 a 85% de chances de estarmos sozinhos no universo.

“Nosso artigo analisa a hipótese sobre ‘probabilidade razoável’”, disse um dos autores da pesquisa, Anders Sandberg, ao portal Digital Trends. “As pessoas tendem a ser tendenciosas quando ligam números à equação de Drake para fazer uma estimativa aproximada de quantas civilizações alienígenas estão por aí”.

Levando em conta as incertezas

No artigo, os pesquisadores salientam que, além de estimar números, é preciso estimar quão precisos esses números são: se você apenas os multiplicar sem levar em conta que alguns poderiam ter valores muito diferentes, o resultado se torna enganoso.

“Nós demonstramos que, se alguém tomar em conta uma estimativa grosseira de quão incertos estamos, ou tentar esboçar o que a ciência sabe e estimar quão incerto isso é, o paradoxo vai embora”, argumentou Sandberg.

Em última análise, o novo estudo sugere que, mesmo se você for realmente otimista e acreditar que provavelmente existam civilizações alienígenas, uma estimativa honesta levando em conta a incerteza o forçará a admitir que há uma grande chance de estarmos sozinhos.

Isso não é motivo para pararmos de procurar, entretanto. “Devemos reconhecer que há uma chance não trivial de que tudo será em vão, mas dada a importância de descobrir se estamos sozinhos – entre outras coisas, isso nos diz um pouco sobre nossas próprias chances de sobrevivência – não devemos parar. De fato, a busca por extraterrestres está nos trazendo importantes conhecimentos e ideias sobre vida, inteligência e tecnologia”, resumiu Sandberg.

Musk: “Precisamos colonizar o espaço”

O CEO da SpaceX, Elon Musk, compartilhou o link do artigo na rede social Twitter, comentando que isso era mais uma prova de que os humanos precisam avançar com a construção de civilizações no espaço.

“É por isso que devemos preservar a luz da consciência, tornando-a uma civilização espacial e estendendo a vida a outros planetas”, escreveu. “Não se sabe se nós somos a única civilização atualmente viva no universo observável, mas qualquer chance de que somos adiciona ímpeto para estender a vida para além da Terra”, acrescentou.

Vida em outros planetas pode ter sido extinta após se tornar tecnológica

Musk admite que colonizar outros planetas não vai apagar todos os problemas do nosso. “A humanidade não é perfeita, mas é tudo o que temos”, comentou o empreendedor.

O CEO já deixou clara sua intenção de enviar humanos para Marte em breve. Apesar disso, assume que a colonização envolverá sérios riscos para os primeiros humanos que deixarem nosso planeta.

“Como indivíduos, todos morreremos em um piscar de olhos em uma escala de tempo galáctica. O que pode viver por muito tempo é a civilização. Aqueles que forem primeiro para outros planetas enfrentarão muito mais risco de morte e dificuldades do que aqueles que ficarem. Com o tempo, as viagens espaciais serão seguras [e] abertas a todos”, sugeriu em uma série de postagens no Twitter.

 

 

 

 

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*Fonte: hypescience

Os planetas são redondos e não se trata de uma simples coincidência

O mundo é uma bola. Ou, pelo menos, parece uma. Mas o formato arredondado não é exclusividade da Terra entre os planetas do sistema solar. Mercúrio, Marte, Vênus, Júpiter e os demais também são redondos.
Por que os planetas são redondos?

Pode parecer estranho, mas uma das razões para que planetas sejam globos é a mesma que explica por que bolhas de sabão são redondas: um conceito conhecido como “energia mínima”. A esfera é a mais estável de todas as formas geométricas encontradas na natureza e, por isso, as partículas necessitam da menor quantidade de energia para chegar a esse formato.

Mas o que torna a esfera tão estável? “Ela é a única figura onde todos os pontos da superfície estão à mesma distância do núcleo”, diz o astrônomo Ronaldo Mourão, do Museu de Astronomia do Rio de Janeiro. Para os planetas, isso é imprescindível. Como são corpos com uma quantidade enorme de massa, eles têm um campo gravitacional fortíssimo, que suga tudo para o seu centro. Assim, o formato esférico é a única maneira de garantir que o que está na superfície não seja sugado para o centro do planeta pela força da gravidade.

Os planetas, no entanto, não são esferas perfeitas. A distorção no formato original acontece por causa do movimento de rotação, que os achata um pouco perto dos pólos.

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*Fonte: realidadesimulada

Este cometa interestelar é diferente de tudo o que já vimos

O primeiro cometa de procedência interestelar conhecido pelo homem foi descoberto há mais de um ano. Agora, a NASA revelou algumas de suas características, absolutamente desconhecidas para um asteroide desse tipo.

O cometa interestelar C/2017 U1 tem um aspecto alongado, como um cigarro de 400 metros de comprimento, e sua cor é basicamente um vermelho escuro. Sua forma poderia ser fundamental para tentar entender como outros sistemas solares se desenvolvem.

De acordo com os especialistas, ele viaja a uma velocidade de 64 mil km/h e vem da mesma direção onde está localizada a constelação de Lyra. Demorará alguns anos para passar por nosso sistema solar e não voltará mais.

Diferentemente dos asteroides conhecidos pelo homem, este não orbita em torno do Sol, mas se desloca por uma trajetória angular com relação às órbitas de outros planetas. Muitos especialistas duvidam que ele realmente provenha de outro sistema solar.

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*Fonte: history

O Universo é um jogo de espelhos

O Universo provavelmente está povoado de cópias de você. E de sua mãe, do Stephen Hawking, do Usain Bolt e do Elon Musk. Em algumas, Hawking anda, Bolt é sedentário e Musk é pobre. Em outras, tudo segue exatamente do jeito que está – você, inclusive, lê esta revista, nesta mesma posição.

Para encontrar essas cópias, você teria que começar a viagem mais longa da sua vida. Suba em um foguete imaginário. Deixe a Terra para trás. O Sol ficará cada vez mais distante, até sumir. Depois, as estrelas também desaparecem: cada um dos pontos brilhantes que você vê agora é uma galáxia inteira. E a viagem segue.

Eis que, em certo momento, você vê pela janela uma galáxia bem parecida com a Via Láctea. Então entra nela para dar uma explorada. Lá dentro, encontra estrelas bem familiares. Entre elas, uma de tamanho médio com um punhado de planetas em volta. Chegando mais perto, você vê que o terceiro planeta mais próximo da estrela parece uma bola de gude azul. Sim: um planeta idêntico à Terra, a zilhões de mastodontilhões de milênios-luz daqui.

Tudo na superfície desta outra Terra é igual à desta aqui: continentes, montanhas, oceanos. Os mesmos seres vivos, de uma ararinha azul que acaba de nascer na Amazônia de lá até o seu cachorro, criado por um clone exato seu que mora ali. Um clone mesmo: com a sua cara, seu nome, seus medos, seus amores, seu passado.
Essa possibilidade parece absurda. É absurda. Mas pode ser real também. Mais do que isso: se o Universo for grande o suficiente (e a princípio ele é mesmo), a existência desse seu clone lá longe é uma imposição da matemática.

Quão grande o Universo precisa ser para possibilitar tal aberração? Bom, isso tem a ver com a variedade do nosso “guarda-roupa” cósmico. Imagine que no seu armário há 10 calças e 20 camisetas. Com esse conteúdo, é possível passar 200 dias sem repetir nenhum look. No 201º dia, porém, a repetição é obrigatória. No Universo é a mesma coisa. A região que ocupamos nele nada mais é que um conjunto de partículas, que se combinaram para formar o Sol, a Terra, os seus pensamentos. Tudo. Porque tudo o que existe, afinal, é feito de partículas elementares. Arranje essas partículas de um jeito, e você terá uma gosma disforme de moléculas. Arrume de outro, e você terá um cérebro, um par de olhos, um corpo, este texto. A existência da nossa realidade é só um look que o Universo escolheu para as zilhões de partículas que estão dentro dele.

O Universo é bem uniforme. Podemos supor, então, que regiões do mesmo tamanho contêm o mesmo número de partículas. Esses quarks, fótons e elétrons se combinam de muitas outras formas nas regiões vizinhas à nossa.

O que interessa é que o número de combinações dessas partículas é gigante – mas finito. Chegaremos à quantidade exata. Mas a conclusão é a mesma do guardaroupa: se tivermos mais “regiões” no Universo do que combinações possíveis entre as partículas que as habitam, em algum lugar vão existir regiões exatamente iguais.
Em um Universo imenso, portanto, um clone exato seu é bastante provável. Mais: se o Universo for infinito, é obrigatório que existam infinitos clones seus. E há motivos convincentes – impulsionados por observações feitas na última década – para acreditar que o cosmos não tem fim. E tudo por causa de algo que mal cabe na imaginação: o formato real do Universo.

É difícil entender que o Universo sequer tenha um formato. O que vemos ao olhar para o céu parece ser um imenso vazio pontuado de estrelas. Mas esse “todo” precisa se organizar em alguma forma definida.

Isso porque ele contém massa e, segundo a Teoria da Relatividade, qualquer coisa que tenha massa cria uma curva nas dimensões de tempo e espaço. O espaço pode ser pensado como um tecido bem esticado. Uma bola de gude lançada ali vai afundar um pouco o tecido. Uma bola de boliche cria uma curvatura ainda maior.

Da mesma forma, se tiver muita matéria (muita massa) no Universo, ele se curvaria até ficar esférico. Se esse fosse o caso, então, viveríamos na superfície de uma bexiga gigantesca. Uma bexiga tem três dimensões (altura, largura e comprimento). Mas uma formiga na superfície da bexiga só é capaz de perceber duas: ela pode andar de lado ou para frente e para trás, mas não para “cima” – porque, na prática, isso significa sair da bexiga.

Como a formiga, não conseguimos sair da “superfície” do Universo. O cosmos, por esse ponto de vista, consiste numa superfície 3D inserida numa esfera 4D.

Se o Universo for essa esfera quadridimensional e você sair para uma viagem espacial, sempre em linha reta, necessariamente voltaria ao ponto de início da viagem.

Mas uma esfera não é o único formato possível. O Universo pode ter muita energia escura, uma entidade que tem efeito oposto ao da massa – estica o Universo, em vez de contrair. E aí, ao contrário de uma esfera, o Universo teria uma curvatura negativa. O resultado, difícil de imaginar, mas válido para os matemáticos, é uma batata Pringles em quatro dimensões.

A última opção é um Universo que tenha uma quantidade de massa e de energia escura equivalentes, com uma anulando a outra. Nesse caso, não existe curvatura. Então o Universo não seria nem uma bexiga nem uma batata em quatro dimensões. Seria plano.

Em um Universo plano, você nunca voltaria ao ponto em que saiu, ainda que viajasse por trilhões e trilhões de anos. Se for o caso, sua viagem só teria dois itinerários possíveis: ou você encontraria o fim do Universo, uma borda depois da qual não existe nada, ou, o que é extremamente mais provável, esse Universo não tem bordas nem fronteiras. Sua extensão é infinita.

Essa discussão é importante para garantir a existência dos seus clones. Porque só um Universo plano pode ser infinito, sem limite em nenhuma direção. A boa notícia é que chegamos a uma resposta quase definitiva, graças às Micro-ondas Cósmicas de Fundo, as formas de luz mais antigas que conseguimos enxergar, emitidas poucos milhares de anos após o Big Bang.

Na última década, a sonda WMAP, da Nasa, usou essa radiação para medir a curvatura do cosmos. O cálculo final conclui que o Universo é plano, veja só. E com uma margem de erro de apenas 0,4%.

O estudo foi reforçado pela Pesquisa Espectroscópica de Oscilação Bariônica (BOSS, em inglês), publicada em 2014, que mediu a densidade do Universo com a maior exatidão já vista. O que a BOSS detectou foi que o Universo abriga basicamente a quantidade de massa exata necessária para ser plano.

Mesmo assim, um Universo plano não é necessariamente infinito. Ele pode ser como uma tela de Pac-Man. Você sai por uma ponta e aparece na outra – ideia aparentemente absurda, mas apoiada por alguns cientistas. Mesmo assim, os especialistas concordam no seguinte: se o Universo é, de fato, plano, todos os cálculos permitem supor que ele seja infinito.

Isso quer dizer que, na sua viagem de trilhões e trilhões de anos-luz de duração, você jamais voltaria para o ponto de onde saiu. E, no caminho, começaria, obrigatoriamente, a encontrar os seus clones. Porque o único padrão possível na infinitude é a repetição.

Um novo Big Bang

Em um Universo infinito, a forma como entendemos o momento de origem muda completamente

Se o Universo é de fato infinito, ele sempre foi infinito – até no Big Bang. A Lei de Hubble mostra que o cosmos está expandindo, porque as galáxias estão se afastando (e as mais distantes se afastam mais rápido). Se o relógio girasse ao contrário, veríamos o oposto: tudo se aproximando em um Universo cada vez menor, até tudo que existe estar contido em um só ponto. Nesse ponto de densidade absurda aconteceu o Big Bang. Essa é a explicação convencional. Mas em um Universo infinito, é preciso olhar por outro ângulo. A matemática, afinal, permite “infinitos maiores” e “infinitos menores”. Pegue uma reta infinita e serre ela ao meio. Você terá duas retas menores que a original, mas ainda infinitas. Se o tempo corresse ao contrário, o Universo ficaria menor, mas ainda infinito. Veríamos galáxias se aproximando, até se fundirem. Só que um cosmos infinito e homogêneo tem galáxias infinitas – e a fusão de todas elas levaria a um pico de densidade em todos os seus pontos. Conclusão: um Universo sem limites pode ter sido infinitamente denso, o que também cumpre os requisitos para o Big Bang. Boom.

Quando você encontraria sua primeira cópia? Esse cálculo foi feito pelo cosmólogo do MIT Max Tegmark. Ele é mais fácil de entender se pensarmos no Universo como uma grande colcha de retalhos. Nosso universo visível, também chamado de horizonte cósmico, é um desses retalhos, que se estende a 42 bilhões de anos-luz em todas as direções. Dentro de cada um desses retalhos, existem 10118 unidades subatômicas que formam tudo que existe. São 100000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000
00000000000000000000000000000000000000000000000000000000 partículas.

Todas elas estão presentes em todos os retalhos, mas podem ter combinações variáveis, gerando realidades totalmente diversas. Segundo Tegmark, você teria que elevar 210 , depois pegar o número resultante e elevá-lo à 118. Essa seria a quantidade de opções de retalhos diferentes, dígitos suficientes para travar seu computador.

Isso quer dizer que, a cada região composta de 210 elevado a 118 retalhos, vai existir, no mínimo, um que é uma cópia exata do horizonte cósmico em que vivemos. As mesmas galáxias, o mesmo sistema solar, a mesma Terra.

Chegando a um país igual ao Brasil, você encontraria alguém que vive em uma casa igual à sua, bebe a mesma cerveja com os mesmos amigos e tem as mesmas marcas de espinha no rosto. Daqui até lá, a distância máxima a se viajar é de 1010 elevado a 118 metros.

10 elevado a 10 elevado a 118: essa é a distância máxima (em metros) daqui até o próximo universo idêntico ao nosso. Mas, para cada xerox exato, o espaço está repleto de cópias distorcidas de tudo o que você conhece…

Não existe papel suficiente no planeta para escrever tantos zeros. Trata-se de um número tão imenso que nem faz diferença se ele for expresso em milímetros ou em anos-luz. A diferença entre um milímetro e um ano-luz, afinal, consiste em meros 18 zeros. E, de novo, estamos falando em um número com mais zeros do que grãos de areia em todas as praias e desertos da Terra – e de Marte também.

A ficção científica vira filme de terror, porém, se pensarmos que, de acordo com a matemática, é mais fácil produzir cópias inexatas do que clones perfeitos. Então, a cada cópia exata do nosso Universo conhecido, você encontraria versões distorcidas dele. Antes de completar a jornada, você certamente encontraria uma série de Universos em que as partículas nem geraram vida. Ou geraram, mas nada remotamente parecido com aquilo que existe agora na Terra. Em outra parte do Universo, nós, terráqueos, curamos o câncer. Em outra, Hitler venceu a Segunda Guerra. Em uma terceira, você ganhou na loteria. Afinal, a cura do câncer, o destino de Hitler ou a sua sorte no jogo nada mais são que configurações possíveis das partículas que formam o Universo.

Num cosmos grande o suficiente, a existência de clones infinitos de você é uma certeza inabalável. A de versões distorcidas de tudo o que você conhece também. Tudo o que pode existir irá existir.

Só tem um problema: nós nunca, em nenhuma hipótese, encontraremos nossas cópias ou essas versões alternativas da história. Porque dentre tudo o que você leu aqui, a única coisa realmente impossível é a viagem em que você embarcou no início deste texto.

Afinal, nada viaja além da velocidade da luz – isso Einstein já estabeleceu com a Teoria da Relatividade. Mas há uma “exceção”: a velocidade com que o próprio Universo está se expandindo.

O nosso horizonte cósmico, ou o retalho que habitamos na colcha do Universo, aumenta de tamanho sem parar. Com isso, a fronteira entre este retalho e o próximo fica cada vez mais distante.

Na borda do nosso retalho estão as galáxias mais longínquas que podemos ver. Elas emitiram sua luz pouco depois do Big Bang, há 13,8 bilhões de anos. Se o Universo não se expandisse, essas galáxias estariam a pouco menos de 13,8 bilhões de anos-luz de distância. Mas, desde que brilharam em nossa direção pela primeira vez, elas se afastaram cada vez mais rápido. Hoje, estão a mais de 40 bilhões de anos-luz. E a distância segue aumentando a uma velocidade bem maior que a da luz. Como é impossível construir qualquer coisa que se desloque mais rápido que a luz, jamais conseguiremos enxergar além do horizonte cósmico, do limite do retalho. A luz que esses objetos emitem jamais chegará aos nossos telescópios.

Eis a grande pegadinha da natureza: as leis que governam o cosmos são permissivas o bastante para suportar a tese de que o Universo está cheio de clones seus. Por outro lado, elas são implacáveis a ponto de manter essas maravilhas do mundo das probabilidades completamente fora do nosso alcance. Para sempre. O irônico é que, do ponto de vista do seu clone espacial que está lendo este texto agora, quem está fora de alcance é você. Vivamos com isso.

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*Fonte: superinteressante

Vida em outros planetas pode ter sido extinta após se tornar tecnológica

O universo é incompreensivelmente vasto, com bilhões de outros planetas que circulam bilhões de outras estrelas. O potencial para que a vida inteligente exista em algum lugar lá fora deve ser enorme. Então, onde está todo mundo?

Esse é o paradoxo de Fermi em poucas palavras. Daniel Whitmire, um astrofísico aposentado que ensina matemática na Universidade de Arkansas, uma vez pensou que o silêncio cósmico indicava que nós éramos uma espécie atrasada.

“Ensinei astronomia por 37 anos”, diz ele. “Eu costumava dizer aos meus alunos que, por estatística, temos que ser os caras mais tolos da galáxia. Afinal, nós só fomos tecnológicos por cerca de 100 anos, enquanto outras civilizações podem ser mais tecnologicamente avançadas que nós por milhões ou bilhões de anos”.

Recentemente, no entanto, ele mudou de ideia. Ao aplicar um conceito estatístico chamado Princípio da Mediocridade – a ideia de que, na ausência de qualquer evidência em contrário, devemos considerar-nos típicos, e não atípicos – Whitmire concluiu que, em vez de ser atrasada, nossa espécie pode estar na média. E isso não é uma boa notícia.

Em um artigo publicado no dia 3 de agosto no International Journal of Astrobiology, Whitmire argumenta que, se somos típicos, isso leva a crer que espécies como a nossa são extintas logo depois de alcançarem o conhecimento tecnológico.

O argumento baseia-se em duas observações: somos a primeira espécie tecnológica a evoluir na Terra, e estamos no início do nosso desenvolvimento tecnológico. (Ele define “tecnológico” como uma espécie biológica que desenvolveu dispositivos eletrônicos e pode alterar significativamente o planeta).

A primeira observação parece óbvia, mas, como observa Whitmire em seu artigo, os pesquisadores acreditam que a Terra ainda deve ser habitável para a vida animal pelo menos daqui um bilhão de anos no futuro. Com base em quanto tempo levou para proto-primatas evoluírem até se tornarem uma espécie tecnológica, isso deixa tempo suficiente para que algo assim aconteça novamente até 23 vezes. Nessa escala de tempo, poderia ter havido outros antes de nós, mas não há nada no registro geológico que indique que não fomos os primeiros. “Nós deixaríamos uma marca se desaparecêssemos durante a noite”, observa Whitmire.

Pela definição dele, nos tornamos “tecnológicos” após a revolução industrial e a invenção do rádio, ou há cerca de 100 anos. De acordo com o Princípio da Mediocridade, uma distribuição normal das eras de todas as civilizações tecnológicas existentes no universo nos colocaria no meio de 95% delas. Em outras palavras, as civilizações tecnológicas que duram milhões de anos, ou mais, seriam altamente atípicas. Como somos os primeiros na Terra, outras civilizações tecnológicas típicas também devem ser as primeiras. O princípio da mediocridade não permite nenhum segundo ato. A implicação é que, uma vez que as espécies tornam-se tecnológicas, elas sucumbem e levam a biosfera com elas.

Whitmire argumenta que o princípio é válido para dois desvios-padrão, ou neste caso cerca de 200 anos. Mas uma vez que a distribuição de eras em uma distribuição normal se distorce (não há limite superior absoluto, mas a idade não pode ser inferior a zero), ele duplica esse número até 500 anos, mais ou menos.

Há sempre a possibilidade de sermos atípicos e a vida útil da nossa espécie estar em algum lugar nos 5%. Se for esse o caso voltamos ao pedaço de sabedoria que Whitmire ensinou aos seus estudantes de astronomia por mais de três décadas. “Se não somos típicos, minha observação inicial seria correta”, diz ele. “Nós seríamos os homens mais estúpidos da galáxia considerando os números”. [Science Daily]

 

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*Fonte: hypescience

Astrônomos descobrem 60 novos planetas vizinhos do Sistema Solar, incluindo uma super-Terra

Uma equipe internacional descobriu 60 novos planetas que orbitam estrelas próximas ao Sistema Solar. O grupo chama a atenção para o Gliese 411b, uma super-Terra (planeta maior que o nosso, mas menor que Netuno) quente e com uma superfície rochosa.

Além desses planetas em órbita de estrelas, também foram encontrada evidências de outros 54 possíveis planetas adicionais, totalizando 114. Os resultados são baseados em observações feitas durante 20 anos (desde 1996) por meio do telescópio Keck-I, localizado no Havaí.

De acordo com os pesquisadores, a descoberta demonstra que boa parte das estrelas mais próximas do Sol têm planetas em órbita. A equipe obteve mais de 61 mil observações de 1,6 mil estrelas. O sol de Gliese 411b, a “super-Terra”, é a quarta estrela mais próxima do nosso Sol.

Mikko Tuomi, da Universidade de Hertfordshire, único baseado na Europa, analisou os dados do grupo que revelou a existência dos novos planetas.

“É fascinante pensar que, quando olhamos para estrelas mais próximas, todas parecem ter planetas em sua órbita. Isso é algo de que os astrônomos não estavam convencidos. Esses novos planesantes para futuros esforços de imagem dos planetas diretamente”, disse.

 

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*Fonte: G1

 

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NASA descobre sistema solar com 7 planetas como a Terra

A NASA descobriu um novo sistema solar recentemente, no qual pelo menos três planetas têm excelentes chances de terem evoluído vida.

A apenas 39 anos-luz de nós, há sete mundos do tamanho da Terra orbitando uma estrela anã conhecida como TRAPPIST-1.

Os seis planetas mais internos situam-se numa zona temperada onde as temperaturas na superfície variam de zero a 100° C. Destes, pelo menos três podem conter oceanos, aumentando a probabilidade de vida.

Nenhum outro sistema conhecido contém um número tão grande de planetas do mesmo tamanho que o nosso, e provavelmente rochosos.

Novo alvo

O astrônomo britânico Chris Copperwheat, da Universidade John Moores de Liverpool, na Inglaterra, um dos pesquisadores do novo estudo, disse em uma coletiva de imprensa: “A descoberta de múltiplos planetas rochosos com temperaturas superficiais que permitem a existência de água líquida torna este incrível sistema um emocionante alvo na busca pela vida [extraterrestre]”.

Um telescópio robótico operado pela Universidade John Moores e localizado em La Palma, nas Ilhas Canárias, desempenhou um papel importante na descoberta, relatada hoje na revista Nature.

Os planetas foram encontrados usando o método de trânsito, que observa pequenos “escurecimentos” no brilho de uma estrela, causados por planetas bloqueando sua luz conforme a orbitam.

 

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*Fonte: hypescience

 

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O que acontece ao descobrir que um asteroide está vindo para a Terra?

Na semana passada, a NASA anunciou a criação de um novo escritório que assumirá a responsabilidade em tal cenário. O Escritório de Coordenação de Defesa Planetária (PDCO, em inglês) ajudará a rastrear asteroides próximos da Terra, desenvolver estratégias de deflexão (alteração ou desvio da posição natural) de asteroides e planejar esforços de resposta em caso de ameaça.

“A bola-de-fogo de Chelyabinsk em 2013 e a aproximação recente do ‘asteroide do Halloween’ nos lembram do motivo pelo qual precisamos permanecer vigilantes, e manter nossos olhos para o céu, embora não existam ameaças de impacto conhecidas neste momento.”, disse John Grunsfeld, da NASA, em um comunicado.

Se uma ameaça surgir no espaço exterior, o trabalho da PDCO será a comunicação de coordenação com o público, avaliar se há alguma coisa que podemos fazer sobre ele e coordenar esforços de resposta com a Agência Federal de Gestão de Emergências (FEMA, em inglês).

Tecnicamente a NASA teria feito todas essas coisas de qualquer maneira, mas a nova estrutura organizacional formaliza quem está no comando no caso de uma emergência de asteroides.

A NASA estima que tenha encontrado 90% dos asteroides de tamanho quilométrico. Os asteroides de tamanho médio (aproximadamente com 137 metros de diâmetro) são mais difíceis de detectar, mas podem causar danos significativos.

Foram encontrados cerca de 40% desses até agora, de acordo com Paul Chodas, do programa “Asteroides Próximos da Terra“, da NASA. Com os aumentos recentes no financiamento, a meta da NASA é rastrear 90% destes asteroides de tamanho médio até 2020.

Traduzido e adaptado de what happens if we find out an asteroid is heading for Earth?.

 

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*Fonte: ciencianautas

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A Equação de Drake confirma: O universo está repleto de vida alienígena!

A Equação de Drake é uma equação criada em 1961 pelo astrônomo Frank Drake que continha uma série de fatores que em conjunto pode produzir um número destinado a indicar quantas civilizações inteligentes podem existir e detectáveis na Via Láctea, que é a nossa casa no Universo .

Esse é o modelo da equação clássica onde todos os factores são multiplicados juntos:

N = R x fp x ne x fl x fi x FC x L Os fatores são os seguintes:

N = número de civilizações alienígenas na Via Láctea

R = número de estrelas em nossa galáxia

fp = fração de estrelas com planetas

ne = número de planetas que onde a vida como a conhecemos pode existir

fl =% desses planetas onde a vida surge

fi =% desses planetas (fl) onde a inteligência se desenvolve

fc =% dessas sociedades que desenvolvem a ciência eletromagnética

fL =% das sociedades que emitem electromagneticamente para o espaço para um longo período de tempo

A equação de Drake realmente é necessária para muitos fatores importantes. Ela também forneceu os meios para quantificar com um valor o número de potenciais civilizações que emitiam algum tipo de sinais inteligentes que podem ser captados por nossa tecnologia atual no momento. Drake tinha formulado essa equação antes de qualquer pesquisa tivesse feita no mundo

Como você pode imaginar e para aqueles que estão familiarizados com a equação, nós não temos dados reais para a maioria dos fatores da equação de Drake, elas são suposições, com base nas tendências humanas, saltos tecnologia humana, e assim por diante. Assim, com apenas um planeta com vida conhecida na época, o nosso, o cálculo do valor final para a Equação de Drake sempre foi uma suposição conservadora com base na comparação com o progresso da civilização humana e os precipícios tecnológicos que enfrentamos.

Naturalmente nós não sabemos ainda se existe uma civilização avançada, embora muitos especulem. Nós representamos um único ponto de dados e apenas um tal ponto não é suficiente para criar uma tendência ou a um entendimento, por isso devemos especular com os pés no chão.

Nós ainda não temos a prova de vida inteligente extraterrestre , mas alguns dos fatores Drake pode ser tratados com mais precisão. Em nossa contagem atual de Exoplanetas nos dá um número total de 3300. Isto é muito emocionante. Originalmente os resultados de caça de planetas eram mais limitados, proporcionando-nos com a capacidade de encontrar apenas os maiores planetas do tamanho de Júpiter. Mas, como técnicas foram afinadas para uma arte mais fina, começamos a encontrar menores e mais planetas parecidos com o tamanho da Terra

No catálogo de Exoplanetas um número razoável de nossos planetas confirmados são conhecidos como “Super-Terras”. O termo é a nomenclatura aplicada a qualquer planeta que é menos de 10 massas terrestres. Super-Terra implica a um planeta parecido com a Terra. Tal planeta poderia ser apenas um paraíso maciço, um turbilhão fervilhante de gases, ou uma pedra sem ar. A capacidade de encontrar tais planetas no entanto representa uma melhoria significativa na capacidade de detecção planetas. Atualmente é teorizado em alguns círculos que até 10% das estrelas em nossa galáxia possa ter planetas de zona habitável adequada, o que é um número entre 10 bilhões e 40 bilhões.

Confira o vídeo para saber mais!

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*Fonte: universocetico

 

Ontem a Terra quase foi atingida por um asteroide e (quase) ninguém sabia

Enquanto trabalhávamos, nos refrescávamos do insano calor ou simplesmente curtíamos ontem o nada pra fazer, alguns cientistas sentiam um profundo frio na barriga – e o motivo não foi um mero detalhe: por pouco (ao menos para as escalas astronômicas) o planeta Terra escapou de ser atingido por um asteroide, e os cientistas só notaram essa possibilidade no último minuto.

Tratou-se de um asteroide pequeno, do tamanho de um apartamento médio, batizado de AG13, que viajava na velocidade de 57.600 km/h. Dizer que o que o AG13 tirou um “fino” da terra pode parecer exagero para nós, leigos, mas segundo a ciência, o asteroide passou de fato de raspão: a 160.000 quilômetros de distância – menos da metade da distância entre a Terra e a Lua.

Pelo seu tamanho, o AG13 não trouxe ameaças verdadeiramente apocalípticas, mas poderia ter causado um belo de um estrago se caísse em uma região habitada do nosso planeta.

Pois se pelo tamanho desse asteroide ele não poderia acabar com a terra, foi justamente por ser pequeno que o AG13 não pôde ser detectado com maior antecedência. Resta saber o que de fato poderíamos fazer caso se tratasse de um asteroide realmente grande – ou realmente perto.

 

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*Fonte: hypeness

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NASA não tem nenhum plano para impedir que algum asteroide destrua a Terra

Se você é fã de filmes como “Armagedom” e “Impacto Profundo”, talvez ainda tenha esperanças de que a Nasa possa fazer alguma coisa para evitar que um asteroide colida contra a Terra. Bom, saiba que uma missão tripulada por heroicos astronautas só aconteceria mesmo em Hollywood.

Em evento no centro espacial Goddard, em São Francisco, nos Estados Unidos, o pesquisador Joseph Nuth deu a má notícia para quem ainda tinha alguma esperança de que o órgão faria algo para resolver esse problema: “No momento não há nenhuma tecnologia que possa ser utilizada.”

Junto com astrônomos, os pesquisadores admitem que há diversas ideias para tentar impedir que isso aconteça, mas que, por enquanto, são apenas ideias e não planos concretos de emergência.

Para piorar ainda mais, os últimos asteroides que despertaram algum tipo de atenção da NASA só foram descobertos quando não havia mais tempo útil para formalizar qualquer plano que pudesse impedir o contato. Em 2014, por exemplo, um cometa que passou perto da órbita de Marte só foi visto 22 meses antes de quase se chocar contra o planeta vizinho.

A boa notícia é que a probabilidade de um asteroide acabar com nossa civilização é extremamente baixa, cerca de uma vez a cada 50 milhões ou 60 milhões de anos, conforme aconteceu com os dinossauros há 65 milhões de anos.

O plano provável

Apesar de não ter nenhuma tecnologia pronta para combater os pedregulhos espaciais, os cientistas já estão trabalhando para criar uma solução. A mais provável seria atirar um foguete carregado de explosivos potentes, como bombas atômicas, para tentar desviar a rota do objeto.

O lado negativo desse plano é que estilhaços do cometa poderiam cair na Terra e causar radiação em muitas regiões. Sem o uso de bombas nucleares, os foguetes ficariam mais pesados e levariam mais tempo para atingir o alvo.

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*Fonte: olhardigital

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Por que Vênus e Urano giram em sentido contrário ao dos outros planetas do Sistema Solar?

Com alguma licença poética, poderíamos dizer que foi por causa de um trauma de infância. Há cerca de 4,5 bilhões de anos, quando o Sistema Solar ainda era um disco de gás e poeira girando em torno do Sol, as nuvens que dariam origem a Vênus e a Urano sofreram turbulências particulares que modificaram para sempre sua rotação.

“O motivo foram as colisões entre os pedaços que formaram esses dois planetas”, afirma o astrônomo Roberto Dias da Costa, da USP.

Assim, a rotação dos dois astros pode, de fato, ser considerada uma anomalia, já que a dos outros seis planetas do nosso sistema acompanha a rotação do Sol antes mesmo de terem nascido. “Isso acontece porque aquele imenso disco de gás e poeira girava junto com a estrela central. Aí, a maior parte dos planetas continuou naturalmente no mesmo sentido”, diz Roberto.

Essa rotação contrária significa que um astronauta que fosse a Vênus veria o Sol nascer no oeste e se pôr no leste. Já em Urano isso não aconteceria. Como o planeta é praticamente “deitado” em relação ao Sol (com um eixo de inclinação de 98 graus), dias e noites são determinados pelo movimento de translação. Só amanhece ou anoitece quando o planeta dá meia volta em torno da estrela – o que equivale a 42 anos terrestres!

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*Fonte: mundoestranho

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Por que não Vênus? Por que a Nasa quer ir para Marte se o planeta Vênus é mais próximo da Terra?

Responda depressa: qual é o vizinho mais próximo da Terra?

Se você falou Marte, errou. Vênus fica mais perto. Ainda assim, a Nasa, a Agência Espacial Européia e até a China falam em ir para Marte. E ninguém se lembra de Vênus. Por quê? É verdade que as condições no vizinho não são nada convidativas. O calor capaz de derreter uma bala de canhão torna impossível encontrar água líquida por lá. A temperatura ambiente chega a 500 graus, o ar é composto por 96% de gás carbônico e a pressão atmosférica é tão alta que se iguala à de 1 quilômetro de profundidade no mar.

Marte, por sua vez, tem um clima nada caribenho – calor lá é quando faz 30 graus negativos. Por que a preferência pelo gelado Marte ao tórrido Vênus? Há uma razão: é mais rápido pegar uma comida no freezer e aquecê-la do que tirá-la do fogo e esperar congelar. Mesmo com a vantagem para a ocupação de Marte, qualquer um dos planetas precisaria de milhares de anos de esforço para se tornar habitável. Marte teria que ser aquecido para evaporar a água que pode existir no subsolo e criar um efeito estufa que dê chance aos primeiros candidatos à vida. Vênus teria de ser resfriado para se livrar do gás carbônico e tornar o clima viável para existência de água. Apesar de tudo, a Agência Espacial Européia planeja fazer em 2005 um reconhecimento de Vênus.

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*Fonte: superinteressante

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