Os 5 tipos de pessoas mais difíceis de lidar

As pessoas mais difíceis de lidar raramente têm consciência do efeito que a sua atitude diante da vida tem sobre os outros. De fato, elas geralmente acabam se sentindo muito inseguras no mundo social porque não conseguem identificar o problema.

Todos sabemos que algumas pessoas são mais difíceis de lidar do que outras. Porém, a verdade é que algumas delas chegam ao limite do insuportável. Não é que sejam pessoas ruins, ou algo assim. Elas simplesmente têm traços que acabam sendo muito irritantes, e é por isso que é muito difícil estar com elas sem sentir que a nossa paciência está se esgotando.

Na maioria das vezes, essas pessoas mais difíceis de lidar não são totalmente conscientes do efeito que têm sobre os outros. O mais comum é que tenham muitas razões aparentes, ou justificativas autênticas, para agir como agem. Diante de qualquer observação dos outros, reagem defendendo o “seu direito” de ser como são.

É frequente que se comportem dessa maneira porque têm alguma dificuldade consigo mesmas que não identificaram ou que não sabem como resolver. É verdade que elas precisam de compreensão, mas também é importante que se conscientizem do seu comportamento. Quais são as pessoas mais difíceis de lidar? A seguir, vamos mencionar cinco tipos.

“Na sociedade, existem dois tipos de pessoas, médicos e cozinheiros; uns trabalham sem descanso para preservar a nossa saúde e os outros para destruí-la, com a diferença de que estes últimos estão mais convencidos do que fazem que os primeiros ”. -Denis Diderot-


1. Os “reclamões”, um dos tipos de pessoas mais difíceis de lidar

Se uma pessoa fica reclamando de forma constante, isso pode ser um recurso para pedir ajuda. Ou então talvez esta seja uma forma de expressar um sofrimento que a sufoca. Também pode acontecer que este seja um recurso para chamar a atenção dos outros, porque há muita solidão ou um grande sentimento de vulnerabilidade.

Os “reclamões” ficam entre as pessoas mais difíceis de lidar porque, não importa qual seja o motivo, este é um comportamento manipulador e equivocado. O indicado é que, se uma pessoa precisa de ajuda, ela deve pedi-la.

Da mesma forma, o mais razoável é que ela se encarregue do próprio sofrimento, solidão ou sentimento de vulnerabilidade. Ela pode pedir e receber ajuda, mas, em última análise, ninguém além dessa pessoa deve cuidar dela mesma. Reclamar não resolve nada e, em vez disso, geralmente têm o efeito contrário: rejeição ou indiferença.

Os “reclamões” podem ser muito irritantes porque falam e falam, mas não agem.

2. Amigos hostis
Amigos hostis são aqueles que se tornam especialistas em dizer “preto” quando o outro diz “branco”. Ou em jogar sutilezas no ar que são ofensivas. Também são aqueles que criticam “para o seu próprio bem” a todo momento, ou que julgam e questionam o outro continuamente.

Estas são algumas das pessoas mais difíceis de lidar porque geralmente cobrem a sua hostilidade com um manto de supostas boas intenções. Estando com elas, você acaba se sentindo inadequado ou culpado, mas não sabe por quê. Ninguém se sente confortável com alguém assim por muito tempo.

3. Os condescendentes ao extremo
Os amigos condescendentes ao extremo são o oposto dos amigos hostis, mas, no fundo, eles têm várias semelhanças. Eles estão sempre dispostos a dar a razão ao outro, concordam com tudo o que é dito e parecem sempre estar presentes de forma incondicional. No entanto, nunca se sabe o que eles realmente pensam ou sentem. É por isso que essas figuras afáveis estão na lista das pessoas mais difíceis de lidar.

Muitas vezes, esse tipo de pessoa precisa intensamente da aprovação dos outros. Pela mesma razão, não é incomum que essas pessoas mudem de opinião repentinamente quando a maré está ao contrário. Elas seguem a correnteza e é por isso que podem abandonar os seus “amigos” pelo caminho se eles estiverem na direção oposta.

4. Os pessimistas absolutos
O problema não está em ser pessimista em si, mas sim em anunciar essa posição diante da realidade de forma permanente. Sem dúvida, a maioria de nós está ciente de que a vida tem suas dificuldades e que o mundo não está passando pelo seu melhor momento. Certamente estamos preocupados com as mudanças climáticas, guerras, doenças e tudo mais.

O que acontece é que procurar o ângulo mais sombrio de tudo não ajuda a resolver esses problemas. O que se consegue é aumentar a sensação de desconforto e essa certa angústia que todos nós experimentamos diante dos problemas. Por isso, os pessimistas estão entre as pessoas mais difíceis de lidar.

Os pessimistas geralmente procuram o lado escuro ou negativo de tudo, o que gera grande desconforto para os outros.

5. Os sabe-tudo
Os sabe-tudo podem ser divididos em dois grupos. Há aqueles que realmente têm grande conhecimento em muitas áreas e que falam com fundamento sobre quase qualquer assunto. Por outro lado, há aqueles que fingem saber tudo e que falam com aparente propriedade, até mesmo sobre assuntos que desconhecem completamente.

Ambos os tipos estão entre as pessoas mais difíceis de lidar. Os primeiros, porque não permitem a interação. Eles precisam de uma audiência, não de um interlocutor. Os últimos também são muito irritantes, uma vez que geralmente são teimosos e precisam ter razão o tempo todo, estejam certos ou não.

Conforme já observamos, as pessoas mais difíceis de lidar geralmente têm alguma dificuldade que as impede de se relacionar com os outros de forma fluida, amigável e natural. O mais importante, em todos os casos, é não cair em seus jogos e manipulações. Também não se deve julgá-las. Afinal, elas já têm dificuldade para tolerar a si mesmas.

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*Fonte: amenteemaravilhosa

Pesquisa aponta que metade dos jovens brasileiros possui problemas de saúde mental

Nesta quarta-feira (1), a Pfizer apresentou um estudo feito pela consultoria Ipec que mostra que 39% dos jovens brasileiros com idade entre 18 e 24 anos consideram possuir uma saúde mental “ruim”, enquanto outros 11% se classificam em um estado “muito ruim”.

Dos entrevistados, apenas 4% disseram que sua saúde mental é muito boa. A pesquisa entrevistou 2 mil pessoas com mais de 18 anos na cidade de São Paulo e regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba e Salvador.

O médico e pesquisador do departamento de Psiquiatria da Unifesp, Michel Haddad, afirmou que os transtornos mentais então em crescimento há pelo menos duas décadas e que a pandemia de Covid-19 só escancarou este problema.

O estudo relata que os jovens afirmam ter mais problemas com a saúde mental do que as pessoas mais velhas. Ao considerar o público geral entrevistado, 25% classificou a saúde mental como “ruim”, enquanto outros 5% disseram se enquadrar em “muito ruim”.

De acordo com o jornal O Globo, os entrevistados relataram algumas queixas comuns, são elas: tristeza (42%), insônia (38%), irritação (38%), angústia ou medo (36%), além de crises de choro (21%).

Apenas 11% dos entrevistados fazem acompanhamento médico profissional de maneira contínua, cerca de 21% já chegou a buscar uma ajuda especializada. Ao serem questionados sobre maneiras para lidar com o impacto imposto pela pandemia, 19% disseram que praticam atividades físicas ao ar livre e outros 18% dentro de casa.

Outros 17% acreditam que a leitura de livros pode ajudar na busca por uma solução e investem nesta saída.

Entre todos voluntários, 16% disse ter sido diagnosticado com ansiedade, 8% com depressão, 3% com síndrome do pânico e 2% com fobia social.

*Por Matheus barros
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*Fonte: olhardigital