Atração física não basta, tem que haver atração mental

Algumas pessoas nos atraem, de primeira, somente pela aparência, sem nem sabermos explicar o porquê direito. É a chamada atração física, que muitas vezes aproxima as pessoas, de início, para aventuras iniciais. No entanto, caso o físico não nos revele uma essência interessante, o relacionamento não dura, não se sustenta.

Embora hoje as aparências e superficialidades sejam supervalorizadas, em meio à rapidez que permeia todos os setores de nossas vidas, transformando-nos em robôs ligados no modo automático, na maioria das vezes insensíveis, não existe relacionamento capaz de sobreviver somente pautado sobre a materialidade. Se sobreviver, será aos pedaços, desconexo, inverídico.

Viver não é fácil, ainda mais com as dificuldades que crescem a cada dia. Sem que tenhamos alguém que nos receba com verdade e transparência ao final do dia, tudo ficará pior. Os pesos de fora se acumularão aos que nos aguardarão no lar, onde o amor não estará. Ou ficamos com a nossa própria companhia, ou com alguém que nos seja recíproco, porque, ao menos em nosso tempo livre, teremos que nos distanciar do que é falso, vazio e irreal.

O amor é muito mais do que atração física

Conviver com alguém requer entrega, partilha, sinceridade, o que não se sustenta sob aparências e frivolidades. A atração física pode até servir para a aproximação, porém, o que faz o amor durar é exatamente o que não se vê, o que é de dentro, íntimo e pessoal. Somente quem se desnuda para além do corpo é capaz de se entregar e de receber sentimentos verdadeiros. A superficialidade é como um muro que barra o que vem de dentro.

O corpo envelhece, a pele enruga, os cabelos vão ficando brancos, a força física se esvai aos poucos, porém, sentimentos verdadeiros e recíprocos permanecem acesos e renovados a cada amanhecer. No final de nossas vidas o sexo já não fará diferença alguma, mas sim as conversas entre nós e a pessoa amada. E é assim que o amor fica. E é assim que o para sempre não acaba.

*Por Marcel Camargo

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*Fonte: portalraizes

21 frases do Dr. House para quem aprecia o seu humor ácido

A série House foi lançada em 2004, oferecendo um complicado elenco de personagens e novos mistérios para desvendar a cada semana. Os fãs continuavam voltando para assistir o sarcástico, brilhante e anti-social Dr. House lidar com casos inesperados e navegar pelas complexidades sociais do hospital.

O cientista House (Hugh Laurie) é especializado em infectologia e nefrologia, realiza excelentes diagnósticos mantendo uma postura cética, distanciada e até mesmo mau humorada com os pacientes do fictício hospital de Princeton-Plainsboro. Ele trabalha com uma equipe de médicos selecionada de acordo com critérios duvidosos na busca de soluções para os piores males relacionados à saúde.

O público passou a amar o médico rabugento, porém muito inteligente, que a cada episódio se via envolto em casos escabrosos, repletos de mistérios e de difícil solução. Suas “tiradas” sarcásticas e métodos empregados para se chegar a um diagnóstico, métodos nem sempre convencionais, faziam cada episódio ser único.

Antes de apresentarmos as famosas citações do rabugento House, vamos destacar algumas curiosidades sobre a série:

1 – O personagem de House é fortemente baseado no personagem fictício Sherlock Holmes, particularmente com seu vício em drogas e seu desejo de resolver o insolvente.

2 – Hugh Laurie, que interpreta House no programa, é na verdade britânico. Ele estrelou muitos filmes de comédia e séries de televisão britânicas, mas House é seu primeiro trabalho como ator de televisão norte-americana.

3 – Em entrevista, o ator Hugh Laurie afirmou que é tão rabugento quanto seu personagem na vida real.

4 – O ator Patrick Dempsey chegou a fazer testes para House, mas acabou ficando com o papel de Derek em Greys Anatomy.

5 – A série é claramente inspirada em uma coluna do jornal The New York Times, chamada O Diagnóstico. Assim como na série, a coluna trazia sempre casos médicos inusitados, com difícil identificação por médicos.

5 – O episódio “Três Histórias” ganhou um Globo de Ouro em 2005 e é considerado por muitos veículos especializados como um dos melhores episódios de todos os tempos da TV americana.

Agora vamos às frases mais sarcásticas do Dr House:

1• O fato de você ser infeliz não o torna melhor que ninguém, o torna apenas infeliz.

2 • Se você fala com Deus, você é religioso. Se Deus fala com você, você é um psicótico.

3 • Se você acredita em eternidade, então a vida é irrelevante.

4 • Podemos viver com dignidade. Não podemos morrer com ela.

5 • O seu raciocínio não presta. Para a próxima, use o meu!

6 • Perseverança não é igual a merecimento.

7 • Você está me comparando a Deus? Quero dizer, isso é bom, mas só para você saber, eu nunca criei uma árvore.

8 • Quando se quer saber a verdade sobre alguém, essa deve ser a última pessoa a ser consultada.

9 • Nós somos o que as pessoas acham que nós somos.

10 • Bizarro é algo bom. O comum tem milhares de explicações. O bizarro dificilmente tem alguma.

11 • Quando alguém te criticar, apenas responda: sou o que sou e não o que você quer que eu seja.

12 • Se você está morrendo, todo mundo passa a te amar.

13 • Eu sou fisicamente incapaz de ser gentil.

14 • É uma verdade básica da condição humana que todo mundo mente. A única variável é sobre o quê.

15 • Existem três opções nessa vida: ser bom em algo, ficar bom ou desistir.

16 • Mentiras são como as crianças: apesar de inconvenientes, o futuro depende delas.

17 • Por que Deus ganha crédito quando alguma coisa boa acontece?

18 • O que você pensa sobre mim não vai mudar quem eu sou, mas pode mudar o meu conceito sobre você.

19 • Gentilezas inesperadas são a principal característica de alguém com más intenções.

20 • Religião não é o ópio da massa, é o placebo dela.

21 • Só é teimosia se você estiver errado. Se estiver certo, é seguir seus princípios.

 

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*Fonte: pensarcontemporaneo

Entenda como operam as técnicas de lavagem cerebral

O conceito de lavagem cerebral é definido como – um método – cujo o objetivo é mudar certas atitudes e crenças de pessoas ou grupos, através de técnicas agressivas de persuasão. Esse processo iniciou-se com os prisioneiros de guerras dos regimes totalitários.

Hoje essas técnicas se aproveitam dos desejos de sucesso dos indivíduos e da dinâmica dos grupos. Além disso, mantém o controle mental das pessoas por meio de palavras mágicas, mensagens subliminares, comandos hipnóticos e manipulação mediática.

Essas estratégias estão ligadas ao marketing de fabricação de falsas necessidades, que são aplicadas em certas organizações religiosas e empresariais. É no grupo que as pessoas são capazes de extrema devoção e de exaltação das emoções, onde ocorre o êxtase da “libertação” em escala coletiva.

Os membros dos grupos, na sua maioria, estão motivados por uma fé irracional, que teria sido revelada em um evento sobrenatural – dirigido por líderes talentosos – na utilização de técnicas de lavagem cerebral.

Isso ocorre porque os líderes simbolizam o “superego”, ou seja, as normas morais que vamos interiorizando desde que somos crianças, e que termina entre a culpa e a moral. Eles também usam o marketing pessoal para “vender a imagem” de homens e mulheres de sucesso, asseverando aos seus seguidores o respeito pela tradição e a aversão pelas ideias progressistas.

Os discursos desses líderes são ancorados nas mentiras e nas falácias. Contudo, as mentiras são erros sobre fatos reais e as falácias são retóricas para causar enganos nos ouvintes, telespectadores e internautas, que muitas vezes estão desavisados.

Assim, os membros desses círculos ficam tomados pela culpa ou pelo medo das advertências dos seus líderes, que abusam nos discursos de cooptação para manter todos reféns da expectativa de riqueza ofertada por tais organizações.

Na coletividade os anseios e as ações são contagiantes ao ponto das pessoas sacrificarem os seus interesses pessoais em benefício dos grupos, – comandados pelos líderes – que buscam impor esse modelo de vida, que precisa de quantidade e de rotatividade de gente, para atingir os seus objetivos.

A lavagem cerebral opera no inconsciente coletivo e no individual, que se aproveita das carências econômicas e emocionais das pessoas. Porém, os líderes precisam agir com presteza, visto que os seus adeptos querem a realização dos seus desejos de forma imediata, já que os seus sentimentos só conhecem a certeza da vitória.

Os sacrifícios emocionais e financeiros realizados pelos membros dessas reuniões garantem os privilégios dos seus líderes. Entretanto, quando eles percebem que seus desejos se converteram em prejuízos, terminam desistindo dos grupos e sentem-se desiludidos com os seus líderes.

A trucagem dessas técnicas tem convertido muitas pessoas em fanáticos, que buscam respostas fora de si mesmo, pois creem que os seus líderes encarnam um projeto de êxito total. Por isso, é importante lembrar que apenas o que vem a partir dos nossos próprios esforços e do nosso interior podem nos fazer felizes e não as propostas “miraculosas” que levam ao endividamento e ao adoecimento.

Enfim, a lavagem cerebral reforça os valores da economia de consumo, que se baseia na ideia de que se pode comprar tudo, até a felicidade. Mas, é necessário bastante cuidado, porque se não tiver dinheiro para pagar, as pessoas terão perdidas todas as chances de serem felizes.

*Por Jackson Cesar Buonocore

 

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*Fonte: contioutra

A linda falsa vida que muitos sentem a necessidade de mostrar

Tem gente que anda tão preocupado em se mostrar bem e agradar, que acaba se perdendo de si mesmo. Quando a pessoa se deixa seduzir pelas tentações do ego e da vaidade, acaba entregando a vida para uma viagem só de ida. Só na tela.

São tantos que vivem iludidos por espelhos de pequenas ilusões e escondidos atrás de cortinas de grandes mentiras, que com o passar do tempo perdem a noção da realidade. Já não conseguem viver sendo verdadeiros. É há uma cobrança coletiva por baixo disso. Somos cobrados pelo sucesso alheio e incentivados a sermos iguais. Mal sabemos que, em algumas situações, por detrás de uma foto postada, quase sempre há máscaras, quase sempre há pessoas com a alma ferida, tentando se mostrar fortalecidas.

Quando a pessoa se deixa seduzir pelas tentações do ego e da vaidade, acaba entregando a vida para uma viagem só de ida. Só na tela. Tentar competir com o mundo é a melhor e mais rápida maneira de ser derrotado.

Existe um enquadramento relacionado entre as redes sociais e sua fábrica de ilusões. Parece absurdo, mas, na maioria das vezes, só postamos aquilo que queremos que os outros vejam. Postamos aquilo que queremos ser (e muitas vezes não somos). A verdade nem sempre é mostrada. Poses e mais poses, filtros e mais filtros para se chegar na foto perfeita. Quantas são as vezes que em busca de aprovação de outras pessoas, pintamos um quadro totalmente disforme da realidade. Nem sempre é o que parece, por vezes as pessoas estão prestes a cair num precipício, mas querem que todos pensem o contrário. A busca doentia por “likes” transforma fulanos e fulanas em reféns de suas próprias mentiras.

A postagem dos outros se torna uma provocação e é preciso se mostrar melhor. Mudar a aparência não é mais suficiente, é preciso fingir outra vida.
Na verdade, há casos em que a diferença de imagem entre a pessoa real e a pessoa mostrada na tela do computador é tão grande, que, na grande parte das vezes, é algo inacreditável. São figuras distintas, quase que irreconhecíveis quando colocadas lado a lado. A sociedade se reconfigura quando se projeta uma imagem vitoriosa. Há uma aceitação maior. Há uma glorificação da figura do ser bonito, rico e perfeito e não se enquadrar nisso é dolorido para pessoas (em sua maioria) com a autoestima abalada demais ou elevada demais. Umas de um lado, outras de outro. Paradoxos difíceis de compreender. Um sonho de consumo que faz muitos se sentir inseguros e tristes. Um sonho de consumo que faz muitos se mostrar alegres e bem-sucedidos. Um sonho de ser além do que as outras pessoas comuns aparentemente são.

Os perfis são tão perfeitos, as pessoas tão alegres, as fotos tão bonitas, as comidas tão gostosas, as selfies mais incríveis, as festas mais chiques, os amigos tão sorridentes, as famílias tão impecáveis, empregos poderosos, romances maravilhosos, viagens inesquecíveis, as roupas mais caras: A melhor vida possível! Depois desse prazer dos diversos likes, essas ações viciam e tendem a se repetir.

Quando tudo isso é verdadeiro e realmente vivemos e temos essa vida, é bom demais expor as conquistas.
Ostentar sucesso e trabalhar o marketing pessoal, pode fazer parte, saudavelmente, do dia a dia do vaidoso. Quando é sem muitos exageros, melhor ainda. O perigo é quando muita parte do que é exibido não é real, é montado, disfarçado, é fake. Existe o risco de ser descoberto e o castelo cair, o prazer pode virar dor, a luxúria pode virar amargura, aplausos viram vaias, beleza vira vergonha e sorrisos viram choro.

É complicado pensar que atualmente os níveis de felicidade, realização e sucesso das pessoas são calculados pelo número de likes e coraçõezinhos em seu perfil. Cliques esses, muitas vezes feitos por pessoas que nem se conhecem.

Fica mais difícil saber que isso também nos atinge. Essa falsa prosperidade que muitas vezes encontramos na vida dos outros, nós tentamos concretizar na vida da gente também e nem sempre conseguimos.

A vida não nos cobra perfeição, mas a sociedade sim, os amigos sim, a família sim e com isso projetamos uma imagem de vencedor para agradar. Esse limite entre o real e o virtual, nos traz para uma reflexão sobre o que fazemos e o quanto ficamos invejosos sobre o que os outros fazem melhor do que nós. É como se a felicidade interior só tivesse alguma serventia se as outras pessoas vissem e curtissem. Como se a felicidade alheia fosse algo para incitar inveja.

Muitas vezes a gente se sente assim, insuficiente. Sentimos inveja. Sentimos que não chegamos lá. Mas não queremos assumir e não pretendemos nos esconder. Mas, se você precisa mudar seu jeito e esconder suas verdades para caber no mundo, saiba que jamais nada disso o deixará mais feliz, nem mais aceito, nem mais bonito ou bem-sucedido.

Quando você se mostra grande em cima de algo que você não construiu, a queda é certa e sua pequenez será exposta algum dia. Não existe quem não precise de melhorias, sempre deve haver uma inspiração que nos guie aos acertos, mas é preciso repelir os erros, é preciso aceitar quem somos.

Se a gente tiver um coração do bem, ele se abre e cria espaço para receber energia positiva e somente um coração cheio de alegria e verdades pode fazer uma alma repleta de felicidade.
A alma é que deve se mostrar feliz e não aquela foto maquiada da rede social. Só por isso já vale a pena a gente lutar para se mostrar como é. Não deixe que as vaidades o impeçam de andar somente pelos caminhos da verdade. Somente a verdade deve ser mostrada, mesmo que ela não o enobreça, mesmo que ela não o cresça, mesmo que ela não o coloque em palanques e palcos, não lhe traga prêmios e palmas. Mas entenda que só ela importa. Só ela é nobre. Só ela interessa.

A imagem verdadeira é a única coisa que a gente deve ter de melhor e mais belo a se mostrar.

*Por Cleonio Dourado

 

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*Fonte: osegredo

Os 8 ciclos que você precisa fechar durante toda a sua vida

Todos nós passamos por várias crises existências ao longo de toda a nossa vida e estamos habituados a vê-las como algo negativo. No entanto, para Erik Erikson, as crises são processos que nos levam à evolução e a mudanças. São circunstâncias que nos permitem transcender, crescer e tornar-nos conscientes de nós mesmos. Erik Homburger Erikson foi um psicanalista norte-americano que desenvolveu uma teoria do desenvolvimento da personalidade de ampla aceitação e divulgação. Embora inicialmente tenha se baseado nos conceitos de Freud, ele se distanciou dos mesmos ao perceber que a influência cultural tinha muito mais importância do que Freud havia mencionado.

Erikson, postulou a visão do desenvolvimento a partir de uma perspectiva global e nos fornece informações muito úteis acerca das etapas da vida de um indivíduo, desde o seu nascimento até a sua morte. O doutor Erikson se transformou em um dos precursores do estudo do ciclo da vida. E, apesar de sua obra ser extensa, este estudo é o que mais recebeu reconhecimento.

Segundo Erik Erikson, o nosso caminho pela vida é composto por oito idades ou ciclos, e cada um deles é marcado por um conflito específico. Mas nunca se esqueça que cada etapa se baseia em habilidades aprendidas nas etapas anteriores. Confira:

1 – Confiança vs. Desconfiança

A primeira etapa da teoria do desenvolvimento psicossocial de Erikson ocorre entre o nascimento e um ano de idade e é a fase mais fundamental na vida.

Uma criança é totalmente dependente. O desenvolvimento da confiança é baseado na confiabilidade e qualidade dos cuidadores da criança. Neste ponto do desenvolvimento, a criança é totalmente dependente de cuidadores adultos para tudo o que ela precisa para sobreviver, incluindo comida, amor, carinho, segurança. Tudo. Se um cuidador não fornece cuidado e amor adequado, a criança sentirá que não pode confiar ou depender dos adultos em sua vida.

Se uma criança se desenvolve com sucesso a confiança, sentir-se-a segura no mundo. Os cuidadores que são inconsistentes em suas emoções, são indisponíveis e/ou rejeitam; contribuem para sentimentos de desconfiança nas crianças que cuidam. A incapacidade de desenvolver a confiança resultará em medo e uma crença de que todos são indignos de confiabilidade.

Claro, nenhuma criança desenvolverá um senso de 100% de confiança ou 100% dúvida. Erikson acredita que o desenvolvimento bem sucedido se baseia sobre um equilíbrio entre os dois lados opostos. Quando isso acontece, as crianças adquirem a esperança, que Erikson descreveu como uma abertura à experiência temperada por algum receio de que o perigo possa se apresentar.

2 – Autonomia vs. Vergonha e Dúvida

Nesse ponto do desenvolvimento, que ocorre entre os 3 anos, as crianças estão apenas começando a ganhar um pouco de independência. Elas estão começando a executar ações básicas por conta própria e a tomar decisões simples sobre o que elas preferem. Ao permitir que as crianças façam escolhas e tomem o controle, os pais e/ou os cuidadores podem ajudar as crianças a desenvolverem um senso de autonomia.

Como Freud, Erikson acredita que o treinamento do toalete era uma parte vital desse processo. No entanto, o raciocínio de Erikson foi muito diferente do de Freud. Erikson acreditava que aprender a controlar as funções corporais leva a uma sensação de controle e um senso de independência.

Outros eventos importantes incluem ganhar mais controle sobre as escolhas alimentares, preferências de brinquedo, e seleção de roupas.

Crianças que concluem com êxito esta fase se sentem seguras e confiantes, enquanto que aquelas que não o fazem são deixadas com um sentimento de inadequação e insegurança.

Erikson acredita que a obtenção de um equilíbrio entre a autonomia e a vergonha, e a dúvida, levaria a vontade, que é a crença de que as crianças podem agir com intenção, dentro da razão e limites.

3 – Iniciativa vs. Culpa

A terceira etapa do desenvolvimento psicossocial tem lugar durante os anos pré-escolares, entre os 4 e 6 anos.

Nesse ponto no desenvolvimento psicossocial, as crianças começam a afirmar o seu poder e controle sobre o mundo através de liderar o jogo e outras interações sociais. As crianças que são bem sucedidas nessa fase se sentem capazes de conduzir os outros. Aquelas que não conseguem adquirir essas habilidades começa a experienciar o sentimento de culpa, auto-dúvida e falta de iniciativa, por causa das exigências impostas socialmente.

Quando um equilíbrio ideal entre a iniciativa individual e uma vontade de trabalhar com outras pessoas é alcançado, a qualidade do ego como finalidade, emerge.

4 – Construtividade vs. Inferioridade

A quarta etapa psicossocial tem lugar durante os primeiros anos escolares, cerca de 6 anos de idade a 11.

Por meio de interações sociais, as crianças começam a desenvolver um sentimento de orgulho em suas realizações e habilidades. Quando são encorajadas e elogiadas pelos pais e professores desenvolvem um sentimento de competência e crença em suas habilidades. Aquelas que recebem pouco ou nenhum incentivo de pais, professores ou colegas, vão duvidar de suas habilidades em serem bem sucedidas.O sucesso no equilíbrio dessa fase, pode levar à força conhecida como a competência ou a crença de nossas próprias capacidades para lidar com as tarefas definidas por outros.

5 – Identidade vs. Confusão

O quinto estágio psicossocial ocorre durante a adolescência, às vezes turbulenta. Esta fase tem um papel essencial no desenvolvimento de um senso de identidade pessoal que continuará a influenciar o comportamento e desenvolvimento para o resto da vida de uma pessoa.

Durante a adolescência, as crianças exploram a sua independência e desenvolvem um sentido de si.

Aquelas que recebem incentivo e reforço adequados por meio da exploração pessoal vão emergir desta fase com um forte senso de si mesmas e uma sensação de independência e controle. Aquelas que permanecem inseguras de suas crenças e desejos, seguirão inseguras e confusas sobre si mesmas, sobre os outros, sobre o seu futuro. Se essa etapa for concluída com sucesso para a fidelidade, o adolescente terá capacidade de viver de acordo com as normas e as expectativas da sociedade.

6 – Intimidade vs. Isolamento

Essa etapa abrange o período em que os indivíduos estão explorando as relações pessoais, entre os 21 e 35 anos, e é a fase mais difícil de toda a nossa existência, pois é quando o nosso cérebro passa pelo processo de poda da vida jovem para a vida adulta.

Erikson acreditava que nessa fase, é vital que as pessoas desenvolvam relações estreitas e comprometidas com outras pessoas. Aquelas que são bem sucedidas nessa etapa terão relacionamentos duradouros e seguros. Nunca se esqueça de que cada etapa se baseia em habilidades aprendidas nas etapas anteriores. Erikson postulou que um forte senso de identidade pessoal é muito importante para o desenvolvimento de relações íntimas. Estudos têm demonstrado que as pessoas com um mau senso de si tendem a ter relações menos comprometidas e são mais propensas a sofrer isolamento emocional, solidão e depressão. O fechamento bem sucedido dessa etapa difícil, resulta na força conhecida como amor próprio para amar o outro. Ela é marcada pela capacidade de formar relacionamentos duradouros e significativos consigo mesmo e consequentemente com outras pessoas.

7 – Produtividade vs. Estagnação

Durante a idade adulta, continuamos a construir nossas vidas, com foco em nossa carreira e família. Entre os 36 e 55 anos.

Aqueles que são bem sucedidos durante essa fase, se sentirão – por serem ativos em sua casa e na comunidade – como indivíduos uteis para o mundo. Aqueles que não conseguem atingir essa habilidade se sentirão improdutivos e não envolvidos com os acontecimentos comuns a todos. Como se não houvesse lugar para eles no mundo. Essa etapa da vida é quando ocorre a metanoia: onde uma revolução pode acontecer em nossas vidas.

Cuidado é a virtude alcançada quando esse estágio é tratado com sucesso. Ser orgulhoso de suas realizações, ver os seus filhos se tornam adultos, e exercitar mútua sintonia com a pessoa amada, e principalmente consigo mesmo, são realizações importantes dessa fase.

8 – Integridade vs. Desespero

O estágio psicossocial final ocorre durante o início da velhice até o estágio final e está focado em serenar a existência ou lamentá-la profundamente. Ocorre a partir dos 60 anos.

Nesse ponto do desenvolvimento, o indivíduo começa a uma incessante busca por serenidade. A serenidade não é feita nem de troça nem de narcisismo, é conhecimento supremo e amor, afirmação da realidade, atenção desperta junto à borda dos grandes fundos e de todos os abismos; é uma virtude dos santos e dos cavaleiros, é indestrutível e cresce com a idade e a aproximação da morte. É o segredo da beleza e a verdadeira substância de toda a arte. Se a pessoa conseguiu fechar todos os ciclos anteriores, ou pelo menos a maioria deles, se sentirá plena o bastante para usufruir dos benefícios de seu autoconhecimento.

Mas se algum ciclo que não foi vivenciado com consciência, for um enorme abismo para si, isso poderá ocasionar uma velhice doentia, depressiva e com grandes riscos de desenvolver transtornos mentais do tipo: depressão, Alzheimer, ansiedade e até suicídio. O isolamento é a pior coisa que pode acontecer a uma pessoa nessa fase. Os mais jovens têm a obrigação de fazer companhia e conversar com os seus pais: quanto mais você conversar com os seus pais, mais eles viverão. E mesmo que não esteja preparado para ser pais de seus pais, é importante observar o comportamento deles: se eles estão buscando a serenidade ou têm se desesperado sempre que relembram o passado com perspectiva à morte.

 

 

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*Fonte: portalraizes

As pessoas se ofendem com quem é autêntico

“Ser autêntico virou ofensa pessoal. Ou a criatura faz parte do rebanho, ou é um metido a besta.” (Martha Medeiros)

Uma de nossas características enquanto seres humanos gregários vem a ser a necessidade de interação com o próximo e, para tanto, precisamos ser aceitos. É na comunicação com o mundo que nos rodeia que amadurecemos nossas ideias e nos tornamos capazes de agir frente ao que nos desagrada. Em determinadas situações, é em grupo que nos fortaleceremos e nos motivaremos a continuar.

Essa necessidade de aceitação é mais forte entre os adolescentes, que querem se autoafirmar junto àqueles com os quais se identifica, ou mesmo junto aos que julgam descolados. A maturidade vem nos tranquilizar nesse sentido, facilitando nossa conformidade com o que somos e temos, tornando-nos mais aptos a nos aceitar, a sermos o que pulula aqui dentro.

Infelizmente, muitos não conseguem encontrar a própria individualidade, incapazes que são de se tornarem seres autônomos, com vontades e desejos próprios, permanecendo dependentes do julgamento alheio enquanto viverem. Passam a vida seguindo o rebanho homogêneo do que é comum, socialmente disseminado como o certo, do que é da maioria, menos de si próprio. Lutam contra si mesmos, deixando adormecidos seus sonhos e aspirações, por medo da censura alheia.

Isso porque não é fácil viver as próprias verdades, correr atrás do que faz o nosso coração vibrar, dizer o que sentimos, exprimir o que pensamos, haja vista o policiamento ostensivo de gente que critica agressivamente qualquer um que não siga o rebanho dos ditames e convenções sociais já cristalizadas. Hoje, ser alguém único, autêntico, verdadeiro consigo mesmo, é ofensivo e passível de ataques condenatórios por parte da sociedade.

Até entendemos a homogeneidade nas vestimentas e linguajares de adolescentes, porém, a vida adulta nos impõe nada menos do que viver o que se é, lutar pelo que se acredita, fazer o que se gosta, sem ferir ninguém, mas agindo de acordo com que pulsa dentro de cada um de nós. Agradar a maioria, enquanto se vive em desagrado íntimo, equivale a uma tortura diária e injusta. Nascemos livres para sermos nós mesmos, porque não há nada mais belo e prazeroso do que uma vida sem mentiras e frustrações.

*Por Marcel Camargo

 

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*Fonte: resilienciamag

O melhor presente que você pode dar a alguém é seu tempo!

Tempo e interesse. Essas são as duas palavrinhas que você tem que gravar na sua mente, colar um post-it na tela do seu computador, ou até mesmo colocar de lembrete no seu celular.

São as duas coisas mais valiosas que você pode dar a alguém. Presente caro como anel da Pandora, pulseira da Vivara, relógio Rolex, sapato Manolo Blahnik, vestido Diane von Furstenberg, carro do ano, ou até mesmo gestos mais simples como flores e chocolates, nada disso chega perto do tempo e interesse que você demonstra a pessoa que gosta.

É horrível se preocupar com alguém que não está nem aí para você, ou que só te procura quando quer algo, como ajuda ou algo mais.

Tempo nos dias de hoje é um bem precioso.
Todos querem mais uma hora no dia, pois sabemos que a vida anda mais corrida, mais caótica e mais cheia de coisas para fazer. Por isso, você separar, nem que seja cinco minutos do seu dia para mandar uma mensagem para quem gosta, perguntando como está, é um presente é dádiva.

Todos gostam de se sentir importantes na vida do outro. Demonstrar interesse no dia a dia, nos planos, ou no que está ou não fazendo, mostra uma preocupação. Queremos e precisamos saber que somos notáveis.

As pessoas hoje com a tecnologia, que seria para unir mais as pessoas, estão fazendo com que elas fiquem no modo automático. Respostas curtas, grossas, sem sentimento, carinho ou interesse.

Nada mais decepcionante do que você se preocupar com alguém, mandar uma mensagem perguntando se está tudo bem e ela responder apenas “sim”.

A falta de interesse machuca, pode não parecer mas deixa um buraco no peito, ainda mais se você gosta da pessoa e se preocupa com ela.

Infelizmente o que fazemos pelos outros não significa que farão por nós.

Se você está doando seu tempo e interesse para quem não está ligando a mínima para isso, não se sinta um idiota.
Saiba que está dando o melhor presente que alguém poderia querer receber.

Não que os mimos que citei acima, os presentes, não sejam legais. Eles são, mas nada como a presença, preocupações, tempo e interesse. Para mim, isso é o mais importante.

Agora, é hora de ver se está doando tudo isso para a pessoa certa. Como eu disse, tempo é dádiva, por isso, não desperdice com quem não merece.

Lembre-se que tudo o que fizeres, faça de todo coração. Jamais se arrependa, mesmo que não deem o devido valor. As coisas boas devem sempre ser maiores que a negatividade e a falta de interesse dos demais.

*Por Aline Felix

 

 

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*Fonte: resilienciamag

7 fatos fascinantes sobre mentirosos patológicos que valem a pena conhecer

Enquanto todos nós contamos pequenas mentirinhas ocasionalmente, há uma grande diferença entre alguém que mente de vez em quando e alguém que é um mentiroso patológico. “Um mentiroso patológico é alguém que mente sem esforço, alguém para quem contar uma mentira é mais natural do que dizer a verdade”, diz a psicóloga Michelle Barton, diretora de Psicologia da Life Well. Mentir pode se tornar parte da vida cotidiana do mentiroso, a ponto de toda a sua existência ser uma invenção.

Como você deve ter adivinhado, esse nível de mentira geralmente é um sintoma de um problema maior. Embora a mentira patológica possa ser seu próprio distúrbio – conhecido como pseudologia fantástica – ela também pode ser um sintoma de psicopatia, distúrbio de personalidade narcisista, ansiedade, depressão e transtorno obsessivo-compulsivo, entre outras coisas.

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Veja só 7 fatos científicos fascinantes sobre mentirosos patológicos que valem a pena conhecer:


7 – A mentira patológica é muitas vezes ligada a um transtorno de personalidade

“A maioria dos mentirosos patológicos tem distúrbio de personalidade narcisista (DPN) ou pelo menos fortes traços narcísicos e mentem compulsivamente (e sabem que estão mentindo) só para parecerem melhores”, disse o psiquiatra Scott Carroll. E por um dos sintomas característicos do NPD ser “um senso exagerado de importância pessoal”, faz sentido porque isso ocorre.


6 – Mentirosos patológicos têm diferentes níveis de hormônio do que a maioria das pessoas

“Uma das teorias mais interessantes sobre mentirosos patológicos é que eles podem ter a proporção oposta de cortisol e testosterona do que a maioria das pessoas”, diz Bill Eddy, terapeuta. “Isso permite que eles sejam altamente agressivos e sem preocupação com os riscos envolvidos, como mentir descaradamente sobre algo que poderia ter sérias consequências se eles fossem pegos”.

E isso pode conectá-los a outro distúrbio de personalidade. Como diz Eddy, “os mentirosos patológicos mais bem-sucedidos são os sociopatas, condição também conhecida como ‘transtorno de personalidade anti-social’ para os profissionais de saúde mental”.

5 – Eles geralmente mentem sobre problemas médicos
Já que que as mentiras são frequentemente contadas como uma forma de buscar simpatia, faz sentido porque mentirosos patológicos podem acabar mentindo sobre ter problemas de saúde. “Alguns mentirosos patológicos mentem exclusivamente sobre sintomas e condições médicas porque compulsivamente buscam a simpatia de outras pessoas que estão doentes e/ou compulsivamente procuram ser cuidadas por outros”, diz Carroll. “Isso é chamado de transtorno factício e pode levar pessoas saudáveis ​​a fazerem cirurgias e outros tratamentos médicos que não precisam”.

4 – Muitos deles realmente acreditam em suas próprias mentiras
Alguns mentirosos patológicos são “delirantes funcionais”, diz Carroll, o que significa que eles realmente acreditam em suas próprias mentiras e podem até passar no teste do detector de mentiras.

“Isso é chamado de ‘micro-psicótico’ para distinguir essas pessoas das que têm esquizofrenia e que deliram fortemente”, diz Carroll. “A maioria das pessoas micro-psicóticas têm Transtorno da Personalidade Borderline e realmente acreditam no que estão dizendo (o que as ajuda a serem ainda mais convincentes), mas se forem pegos mentindo, podem reescrever suas memórias para acreditar em uma nova mentira na hora”.

3 – Crianças que mentem às vezes têm ansiedade ou depressão
É comum crianças e adolescentes mentirem enquanto passam por seus diferentes estágios de desenvolvimento, testando seus limites. Mas algumas crianças que mentem podem estar fazendo isso devido à ansiedade ou depressão.

Como Carroll diz: “As crianças podem mentir compulsivamente negando erros ou violações de regras que obviamente fizeram. Sua mentira compulsiva tende a estar associada à ansiedade, depressão e baixa autoestima, o que torna mais difícil admitirem seus erros”. Felizmente, isso geralmente é tratável, trazendo bons resultados.

2 – É difícil tratar adultos mentirosos
Adultos mentirosos patológicos podem ser mais difíceis de tratar. “Para os adultos, a mentira compulsiva é difícil de parar porque pode ser extremamente reflexiva e habitual”, diz Carroll. “Além disso, pessoas com Transtorno de Personalidade Narcisista não tendem a procurar tratamento para seu narcisismo – apenas para sua ansiedade ou depressão”. Portanto, se essa for a causa da mentira, pode ser complicado.

1 – Mentir pode ser viciante
Mentir pode na verdade ser viciante, devido ao que faz ao cérebro. “Seus comportamentos e sistemas de recompensa são muito parecidos com jogos de azar – você nunca sabe quando é um colapso ou um grande prêmio”, diz Barton. “Como o mentiroso patológico se acostuma com esse nível de medo e ansiedade, eles quase não conseguem funcionar sem ele”.

O mesmo é verdadeiro para muitos mecanismos não saudáveis para lidar com a realidade. Mas há esperança: se você ou alguém que você conhece mente compulsivamente, ou tiver outros hábitos prejudiciais como forma de lidar com o estresse ou a depressão, existem meios de ajustar sua forma de pensar e lidar com sua ansiedade de uma maneira mais saudável. Abrir-se para um ente querido de confiança ou um profissional da saúde mental é um bom modo de começar.

*Por Luciana Calogeras

 

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*Fonte: misteriosdomundo

7 dicas para conversar com quem pensa muito diferente de você

Nesses dias eu li um artigo muito bom cuja temática nunca esteve tão atual: “Como conversar com quem pensa muito diferente de você?”, que você pode ler na íntegra clicando [aqui].

Nesse artigo produzido pelo site “Papo de Homem” eles compartilham também um minidocumentário sobre esse tema, além de um e-book gratuito que o aprofunda, por isso recomendo fortemente que você o leia.

No final do artigo fiquei um bom tempo refletindo sobre as “7 habilidades e atitudes que podemos treinar para aperfeiçoar nosso lado Construtor de Pontes” e quero ampliar um pouco mais a reflexão com você!

1) Desenvolver mais equilíbrio emocional

O equilíbrio emocional eu diria que é o ponto mais importante, talvez por isso mesmo tenha sido colocado em 1º lugar. Mas precisamos entender que não se desenvolve nada sem praticar. Até já escrevi em outros textos que a palavra desenvolver significa DES+ENVOLVER, ou seja, é deixar de se envolver com algo para passar a se envolver com outra coisa. Existe sempre um ciclo de ascensão: envolver – desenvolver – envolver. Não é interessante? Por exemplo: eu desenvolvo mais empatia a partir de experiência na qual eu me envolva com pessoas que me testem nesse sentido. E dessa forma vou me envolvendo com cada vez mais sabedoria e amorosidade nas novas experiências.

2) Nos comunicar de modo menos violento

Nessa hora não posso deixar de sugerir o maravilhoso livro “Comunicação Não Violenta” do Marshall Rosenberg. Esse livro deveria ser leitura obrigatória até mesmo nas escolas de Ensino Médio, porque o autor desenvolve um método quase infalível para se comunicar com eficiência com todas as pessoas, e isso é o que mais precisamos nesse tempo de tantas intolerâncias e violências.

Segundo esse autor, o grande segredo é desenvolvermos a sensibilidade para perceber quais são as necessidades de quem abordamos. Ao saber quais são podemos ajustar nossa forma de falar para que tanto ela quanto a gente mesmo consiga ter mais harmonia.

3) Cultivar empatia pelo outro

Empatia é a capacidade de ver pela perspectiva do outro, sairmos um pouco no nosso próprio mundo para entrar no mundo do outro. A melhor forma de cultivar a empatia é prestando atenção aos nossos preconceitos, às nossas premissas, às nossas verdades e convicções e questionarmos isso na gente!

O outro tem sua própria forma de enxergar a vida e a sociedade, não cabe a nós julgar o que é certo ou errado, justo ou injusto, digno ou indigno. Cabe a nós desenvolvermos mais sensibilidade para não se prender à uma visão maniqueísta de tudo! A empatia desenvolvida leva ao fim do maniqueísmo entranhado em nós e na sociedade.

4) Evitar posturas radicais

O radicalismo surge do que disse no ponto 3. Surge de acharmos que a nossa visão é “a certa” e a do outro é “a errada”. Como assim? Se mudarmos o foco da lente, como algumas pessoas brincam, é exatamente assim que o outro lado vê. Ele está “certos” e você “errado”.

É muito arriscado agir dessa maneira, porque o radicalismo é o caminho dos EXTREMOS, e isso tem sido uma das coisas que mais venho estudando nos últimos meses. Todos os extremos levam ao nosso próprio sofrimento e o da coletividade. O ideal é buscarmos o “caminho do meio”, tão lindamente ensinado por tantos mestres e professores, como Buda, Jesus, Confúcio, Aristóteles etc. Ainda voltarei a falar sobre esse assunto, pois há muito o que se aprofundar nele…

5) Pedir desculpas quando formos agressivos

Esse ponto é magnífico e vou confessar aqui uma coisa que tenho certeza que ajudará muita gente. Já me aconteceu de eu agir com agressividade em algumas ocasiões e me arrepender pedindo desculpas sinceras e convidando para conversar olho no olho e daí surgiram amizades muito verdadeiras sabe?

Alguns dos meus melhores amigos hoje foram pessoas que lá atrás eu tive bate-bocas feios e o pedido de desculpas fortaleceu a amizade. Agora reforço algo de suma importância. Pedir desculpas requer uma atitude de humildade, de se reconhecer falho e ainda um ser alguém que precisa de muita melhoria pessoal.

6) Estudar e melhorar nossos argumentos

O estudo é um dos melhores caminhos para desenvolvermos consciência e sabedoria. Percebo isso na minha própria vida. Indiretamente, parte do que estou escrevendo aqui foi inspirado num livro que estou lendo agora que se chama “Ética à Nicômaco”, de Aristóteles. Uau! Eu me surpreendo ao perceber a atualidade dos seus escritos. Ele viveu há cerca de 2300 anos e esse livro parece que foi escrito ontem.

Quer ter argumentos melhores? Leia grandes obras e grandes autores, leia os clássicos como obras de Machado de Assis ou Guimarães Rosa entre outros. Garanto que você só crescerá com essa experiência.

7) Não ter vergonha de admitir que não sabemos algo e fazer perguntas

Esse ponto novamente nos remete à humildade. É um belo traço de humildade dizer “Não sei”. Inclusive essa é uma das coisas que me orgulha no exercício do Magistério. Sempre que dou aulas e algum aluno me pergunta algo que ainda não sei, simplesmente digo, “Me desculpe, não sei responder a isso no momento, mas vou estudar e na próxima aula eu respondo com certeza…”.

Muitos professores, por arrogância, tentam enrolar uma resposta para tentarem se passar por sábios ou conhecedores, mas é exatamente o contrário. Ser sábio é estudar para conhecer a fundo e ter firmeza na hora de responder!

*Por Isaias Costa

 

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*Fonte: provocacoesfilosoficas

O encontro mais íntimo não é o sexual, e sim despir-se emocionalmente

O encontro mais íntimo entre duas pessoas não é o sexual, mas sim despir-se emocionalmente. Uma troca que acontece quando o medo é vencido e nos entregamos ao outro do jeito que somos, em cada uma das nossas vertentes.

Isso não é fácil de alcançar. De fato, despir-se emocionalmente não é algo que se consiga rapidamente, muito menos com qualquer um. É preciso tempo, força e vontade de ouvir, sentir e abraçar emoções. Autoconhecimento e heteroconhecimento, isto é, o conhecimento de si mesmo e o da realidade do outro.

Visto assim, não parece à toa que o termo que as escrituras bíblicas usam para falar do amor sexual ou do estabelecimento da intimidade seja CONHECER. Este artigo trata de se conhecer e se despir em paixões, em sentimentos e em história emocional…

O ato de despir-se emocionalmente começa em si mesmo

O despir emocional começa por si próprio. Isto é, é muito importante se identificar com o que se sente e perceber como nos sentimos confortáveis ou desconfortáveis, o que pensamos e como podemos usar as nossas emoções a serviço dos nossos pensamentos.

Ouvir-se, conectar-se e conhecer a própria herança emocional, isto é, escanear o nosso corpo emocional, é imprescindível para liberar os próprios medos, conflitos, as próprias inseguranças, conquistas, os próprios aprendizados, etc.

Conhecer a nossa filosofia emocional, explorar as nossas vulnerabilidades permanentes, ser consciente do que é doloroso e deixar que isso flua, é imprescindível para poder contemplar a imagem que o nosso espelho emocional projeta ao tirarmos a vestimenta que nos “cobre”.

O autoconhecimento das nossas vulnerabilidades emocionais não faz que estas desapareçam, mas ter um conhecimento mais profundo sobre elas implica que cada vez que apareçam nas nossas vidas poderemos identificá-las e agir, impedindo-as de afogarem as nossas conexões emocionais.

A nossa herança emocional, a chave para se conectar

A nossa herança emocional exerce um forte impacto em nossa capacidade de nos conectarmos emocionalmente com os outros. É exatamente esta bagagem, esta pele, a que nos faz agir sobre as nossas sensações, sentimentos e emoções de uma determinada forma.

Estar exposto as próprias lembranças e a aquelas sensações que podem ser desagradáveis não é fácil, e muitas vezes nem sequer é visto como útil. Contudo, existem muitos motivos pelos quais recomenda-se tirar as vestimentas:

Se queremos ter relacionamentos mais significativos, é importante parar um pouco para olhar o passado e curar as feridas emocionais da nossa infância.

A fiação condutora que transporta as nossas mensagens emocionais precisa estar descoberta para que as nossas reações não nos dominem. Por exemplo, quando você diz “meu irmão me tira do sério”, você tem a sensação de que ele sabe exatamente onde pegar para afetar você.

Conhecer esses temas de reações emocionais e saber comunicá-las nos ajuda a regenerar os nossos pensamentos e o nosso estado de bem-estar geral.

Assim, quando fazemos um trabalho de autoconhecimento, o nosso diálogo interior pode conseguir mudar de “As pessoas são perigosas para mim” para “A forma como me trataram me fez mal, mas sou consciente e procuro que isso não me afete”.

Quando acessamos nossa herança emocional e compreendemos como os sentimentos do passado influenciam as experiências do presente, podemos ser mais ágeis na hora de estabelecer laços fortes e saudáveis de união com quem nos rodeia.

Ser conscientes dos filtros emocionais, dos abrigos e das couraças que vestimos contribui para nos tornar ágeis leitores e intérpretes tanto das tentativas de conexão dos outros como das nossas próprias.

O encontro mais íntimo é despir-se emocionalmente

 

Despir emocionalmente as pessoas muito marcadas pelo seu passado pode ser muito difícil, pois é necessário lidar com as couraças, com as roupas que a tornam inacessível, as desilusões que envolvem a pessoa, os medos das rejeição, do abandono, da solidão…

Para fazer isto é preciso ser inteligente, amar a pessoa e abrir os ouvidos, os olhos e a pele banindo os preconceitos e a atitude de julgamento. Isto é, uma escuta ativa emocional através de todos os sentidos sem “mas” nem vírgulas fora do lugar.

Para fazer isto, é preciso saber que um nu emocional não se consegue em qualquer tipo de ambiente, mas é preciso que se deem as condições ideais para gerar emoções, senti-las, manipulá-las, examiná-las e usá-las.

Os cenários emocionais ideais para despir-se emocionalmente são aqueles onde prima a escuta a partir do interior, a empatia e a inteligência emocional. Cenários nos quais se potencializa a comunicação e a compreensão com uma grande base de respeito e tolerância.

Somente assim poderemos criar um ambiente emocionalmente relaxado no qual realmente possa se dar o encontro íntimo, o despir dos medos, das inseguranças e da verdade emocional. Somente assim conseguiremos esses abraços que quebram os medos, que fecham os nossos olhos e que nos entregam 200% de corpo e alma.

 

 

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*Fonte: resilienciamag

5 falhas psicológicas que distorcem sua visão do mundo

Essa poderosa “máquina” de raciocínio localizada entre suas orelhas infelizmente não está livre de falhas e, embora diversos desses defeitos já sejam conhecidos pela ciência (como você lerá a seguir), é difícil contorná-los. Confira:

5. Você enxerga menos do que imagina

falhas psicológicas
A visão humana é impressionante, mas, acredite se quiser, é extremamente limitada no que diz respeito a foco: seus olhos só conseguem focalizar áreas pequenas, quando a luz refletida por elas atinge uma região específica da retina (a fóvea). O resto é um monte de borrões.

Apesar disso, a maioria das pessoas consegue ter uma boa ideia do que ocorre ao seu redor, graças à sua visão periférica. O segredo está na capacidade do cérebro de focar no que você observa diretamente e “adivinhar” o resto, com base em informações prévias – você reconhece uma garrafa d’água e uma cadeira mesmo que apareçam borradas, por exemplo.

Contudo, nem sempre o cérebro acerta, e o que você achou que fosse um cachorro na verdade era um arbusto, e o que você achou que era apenas uma sombra era um assaltante.

Outro problema com a visão humana é que nossa memória seletiva pode falhar – seu cérebro descarta informações relevantes por julgar que não precisaria mais delas. Isso pode acontecer, por exemplo, quando somos apresentados a alguém e, mesmo que a pessoa tenha acabado de dizer seu nome, nós esquecemos logo em seguida, achando que nunca mais vamos vê-la.

O vídeo abaixo mostra outro caso em que nossa visão é comprometida por causa de memória seletiva: um pesquisador se aproxima e pede informações a uma pessoa na rua; em seguida, troca de lugar com outro. Em metade dos casos, o participante (que não sabia da pesquisa) sequer notou a troca, e continuou a conversa como se nada tivesse acontecido.

Os olhos viram, mas o cérebro não guardou a informação.

4. Você é mais tendencioso do que imagina

Existem fenômenos conhecidos como “viéses cognitivos”, falhas que as pessoas cometem quando pensam sobre algo – e, para nosso azar, existem centenas deles.

Um exemplo é a “falácia do apostador“, que é a tendência de acreditar que eventos passados podem influenciar eventos futuros independentes – como achar que, depois de tirar “cara” cinco vezes seguidas no cara ou coroa, com certeza vai tirar “coroa” na próxima jogada.

Existe também o “viés de retrospecto”, que faz a pessoa acreditar que um evento passado aleatório era totalmente previsível (“Ah, eu SABIA que isso ia acontecer!”).

Outro viés é o “efeito da vítima identificável”: temos uma tendência maior a nos importar com crimes em que há poucas vítimas (cujo rosto podemos ver) do que com crimes em que há muitas vítimas (“sem rosto”).

3. Você cria muitos modelos simplistas

Fenômeno agravado pela obrigação social de “ter opinião sobre tudo”, o simplismo é um recurso que usamos com frequência para lidar com assuntos com os quais estamos pouco familiarizados.

Um exemplo clássico é o de acreditar que uma empresa está em péssima situação simplesmente porque o preço de suas ações caiu muito. Quem sabe “mais do que um pouco” sobre economia reconhece que a queda de ações não significa, necessariamente, que uma empresa está faturando pouco ou está a ponto de falir.

Atividade cerebral aumenta momentos antes da morte

Não é segredo que muitas pessoas opinem sobre acontecimentos sem realmente saber o que há por trás deles.

O pior é que isso não acontece apenas em relação a eventos: também podemos ser simplistas em relação a pessoas, pressupondo que elas tomaram determinadas atitudes por causa de traços de sua personalidade (ou, melhor, por causa de traços que acreditamos que elas tenham – egoísmo, preguiça, orgulho, prepotência, generosidade, humildade), e não por conta de fatores externos.

Pensamos, por exemplo, “ah, Fulano não me telefonou porque não se importa comigo” ao invés de “talvez Fulano não tenha me telefonado porque aconteceu algo com ele ou com a família dele”. “Beltrana está atrasada porque é preguiçosa e deve ter acordado tarde” ao invés de “Beltrana provavelmente está atrasada porque ficou ‘presa’ no trânsito”.

Quantas vezes você se surpreendeu com a atitude de alguém porque achava que ela era metida, egoísta ou algo do tipo? O problema não está em enxergar os defeitos alheios, mas em achar que toda uma personalidade pode ser resumida em poucas ações ou palavras.

2. Você não (necessariamente) aprende com seus erros

Em 2009, cientistas do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts – EUA) monitoraram o cérebro de macacos durante uma série de desafios. Resultado: o aprendizado (medido pela formação ou pelo reforço de conexões entre neurônios) era mais intenso quando os animais eram bem-sucedidos, em comparação com os momentos em que falhavam. Por conta da semelhança entre o cérebro dos macacos e o nosso, é possível que esse fenômeno também ocorra com seres humanos.

No lugar de “aprendemos com os nossos erros”, talvez seja mais seguro dizer “aprendemos com nossas tentativas” (supondo, claro, que vamos evitar cometer os mesmos erros mais de uma vez).

1. Você tem excesso de autoconfiança

Certa vez, o célebre cientista Charles Darwin disse que “a ignorância gera confiança com mais frequência do que o conhecimento”. Esse fenômeno, conhecido no meio acadêmico como “efeito Dunning-Kruger”, faz com que uma pessoa, justamente por falta de conhecimento, acredite que é melhor numa atividade do que de fato é, e não note suas próprias falhas. É como não saber as regras de um jogo, mas acreditar que é um bom jogador.

Para piorar, o excesso de confiança também pode atingir pessoas que são muito boas no que fazem: com o passar do tempo, um médico ou um piloto de avião, por exemplo, podem abandonar certas medidas de cautela que adotavam quando eram menos experientes.

O melhor remédio para esse problema é a adoção de protocolos e checklists – um dos segredos por trás do baixo número de acidentes aéreos (centenas de detalhe são verificados antes, durante e após os voos, para evitar falhas). Pode ser chato (especialmente ao longo do tempo), mas é seguro. [Cracked]

*Por Guilherme de Souza

 

 

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*Fonte:  hypescience

Pessoas que se gabam de seu intelecto sabem menos do que pensam

Ninguém gosta de um sabichão. Além de ser chato, uma nova pesquisa agora nos dá mais um motivo para fazer cara feia para essas pessoas: elas literalmente não sabem tanto quanto pensam que sabem.

Liderado pela psicóloga Elizabeth J. Krumrei-Mancuso, da Universidade Pepperdine (EUA), o estudo mostrou que pessoas que são capazes de admitir que seus próprios conhecimentos e opiniões podem não estar corretos são, na verdade, mais bem informadas.

Humildade versus arrogância intelectual

A ideia da pesquisa era examinar o conceito de “humildade intelectual”, ou seja, saber aceitar falhas intelectuais de uma forma aberta e equilibrada.

O oposto de tal humildade é o excesso de confiança intelectual: ter certeza de que você está certo sobre as coisas.

Enquanto a confiança é boa, o excesso de confiança pode realmente ser um problema para o conhecimento que você tem certeza de que possui.

“A pesquisa demonstra que aqueles que acreditam que seu conhecimento é certo são susceptíveis de tirar conclusões definitivas incorretas de evidências ambíguas”, Krumrei-Mancuso e seus coautores explicam em um artigo. “Ou seja, os indivíduos tendem a distorcer as informações para se ajustarem às suas crenças epistemológicas, o que pode afetar sua interpretação da informação e aquisição de conhecimento”.

O lado “ruim” da humildade

Quando se trata de crenças, as pessoas tendem a apreciar aqueles que possuem mente aberta. Ao mesmo tempo, também podem ver esses indivíduos que não têm certeza sobre suas crenças como fracos, ou aqueles que mudam seu ponto de vista como instáveis ​​ou manipuladores.

A nova pesquisa foi motivada por um desejo de compreender o valor potencial dessa humildade intelectual. Será que nos beneficia ou nos atrapalha?
O estudo

Krumrei-Mancuso e sua equipe realizaram cinco experimentos separados envolvendo quase 1.200 participantes, projetados para examinar os vários elos entre a humildade intelectual e o aprendizado.

Os participantes foram questionados e classificados em uma escala de humildade intelectual desenvolvida pelos pesquisadores, que avaliou, entre outras coisas, atitudes excessivas de superioridade intelectual e abertura intelectual (como estar aberto a aprender com os outros).

Em última análise, os resultados mostraram que a humildade intelectual parece ter um efeito misto na capacidade das pessoas de adquirir conhecimento.

Ser intelectualmente humilde foi associado a melhores pontuações em um teste que avaliou o conhecimento geral, mas não parecia estar relacionado à capacidade cognitiva dos participantes.

 

Conhecimentos adquiridos

O fato de que a humildade intelectual estava ligada ao conhecimento geral, mas não à capacidade cognitiva, pode sugerir que essa humildade está associada à inteligência cristalizada (habilidades e conhecimentos aprendidos), mas não à inteligência fluida (capacidade de resolver problemas).

De qualquer forma, a humildade intelectual está associada a uma avaliação mais precisa do conhecimento geral de alguém – os menos humildes pensavam que sabiam mais do que realmente sabiam.

“Isto é, saber (e estar disposto a admitir) o que você não tem certeza pode ser o primeiro passo para buscar novos conhecimentos”, explicou Krumrei-Mancuso.

Possíveis desvantagens

A humildade intelectual também pode vir com alguns problemas. Em um dos estudos, o traço foi relacionado a ter uma média de notas mais baixa. Não está totalmente claro por que isso acontece, mas os pesquisadores supõem que a escolha dos participantes, que incluiu alunos formados “com louvores”, possa ter afetado os resultados de alguma forma.

Outra descoberta foi que pessoas intelectualmente humildes subestimaram sua capacidade cognitiva. Isso pode ser ruim para elas, que poderiam se beneficiar de acreditar mais em si.

No geral, os pesquisadores reconhecem que mais estudos precisam ser feitos para entender como a humildade intelectual afeta o conhecimento, a cognição e nossa capacidade de aprender coisas novas, mas esses dados iniciais já são importantes, uma vez que a humildade pode ter um efeito mais amplo sobre a sociedade como um todo.

“A humildade intelectual pode contribuir para os bens sociais de várias maneiras. Vai além das percepções das opiniões e das pessoas, o que tem implicações para as atitudes sociais e, possivelmente, para os comportamentos sociais. Isso pode ajudar muito as pessoas a tratarem os outros com civilidade e benevolência, mesmo diante de divergências persistentes”, argumentou Krumrei-Mancuso.

As descobertas do estudo foram relatadas em um artigo publicado na revista científica The Journal of Positive Psychology. [ScienceAlert]

*Por Natasha Romanzoti

 

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*Fonte: hypescience

Seja inadequado, porque não se adequar a uma sociedade doente é uma virtude

A vida contemporânea cheia de regras e adestramento fez com que houvesse uma padronização completa das pessoas, de tal maneira que todos se comportam do mesmo modo, falam das mesmas coisas, se vestem mais ou menos do mesmo jeito, possuem as mesmas ambições, compartilham dos mesmos sonhos, etc.

Ou seja, as particularidades, as idiossincrasias, aquilo que os indivíduos possuem de único, inexistem diante de um mundo tão pragmático e controlado.

Vivemos engaiolados, tendo sempre que seguir o padrão, que se encaixar em normas pré-determinadas, como se fôssemos todos iguais. Sendo assim, a vida acaba se transformando em uma grande linha de produção, em que todos têm que fazer as mesmas coisas, ao mesmo tempo e no mesmo ritmo, de modo a tornar todos iguais, sem qualquer peculiaridade que possa definir um indivíduo de outro e, por conseguinte, torná-lo especial em relação aos demais.

Somos enjaulados em vidas superficiais e nos tornamos seres superficiais, totalmente desinteressantes, inclusive, para nós mesmos. Sempre conversamos sobre as mesmas coisas com quer que seja, ouvindo respostas programadas pelo padrão, o qual nos torna seres adequados à vida em sociedade.

Entretanto, para que serve uma adequação que transforma todos em um exército de pessoas completamente iguais e chatas, que procuram sucesso econômico, enquanto suas vidas mergulham em depressões?

Qual o sentido de adequar-se a uma sociedade que mata sonhos, porque eles simplesmente não se encaixam no padrão? Uma sociedade que prefere teatralizar a felicidade a permitir que cada um encontre as suas próprias felicidades. Uma sociedade que possui a obrigação de sorrir o tempo inteiro, porque não se pode jamais demonstrar fraqueza. Uma sociedade que retira a inteligência das perguntas, para que nos contentemos com respostas rasas. Então, por que se adequar?

Os nossos cobertores já estão ensopados com os nossos choros durante a madrugada. O choro silencioso para que ninguém saiba o quanto estamos sofrendo. Para manter a farsa de que estamos felizes. Para fazer com que mentiras soem como verdade, enquanto, na verdade, não temos sequer vontade de levantar das nossas camas.

O pior de tudo isso é que preferimos vidas de silencioso desespero a romper com as amarras que nos aprisionam e nos distanciam daquilo que grita dentro de nós, esperando aflitamente que o escutemos, a fim de que sejamos nós mesmos pelo menos uma vez na vida sem a preocupação de agradar aos outros.

Somos uma geração com medo de assumir as rédeas das próprias vidas. E, assim, temos permitido que outros sejam protagonistas destas. É preciso coragem para retomá-las e viver segundo aquilo que arde dentro de nós, mesmo que sejamos vistos como loucos, pois só assim conseguiremos sair das depressões que nos encontramos.

É preciso sacudir as gaiolas, já que, como diz Alain de Botton: “As pessoas só ficam realmente interessantes quando começam a sacudir as grades de suas gaiolas”. E, sobretudo, é preciso ser inadequado, porque não se adequar a uma sociedade doente é uma virtude.

*Por Erik Morais

 

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*Fonte: contioutra

Elimine de sua vida o hábito de reclamar. É a gratidão que vai transformar a sua vida Por Pensador Anônimo

Quem vive lamentando está gerando uma energia contrária ao sucesso e à felicidade.

Ser grato pode ser uma ferramenta poderosa para transformar a sua vida.

Somos um corpo energético, cada molécula do corpo humano na verdade é uma vibração de energia. O átomo quando muda o seu estado, está absorvendo e emitindo frequências eletromagnéticas. Hoje já se sabe que diferentes estados de emoção, percepção e sentimentos resultam em diferentes frequências eletromagnéticas.

Reclamar da vida e dos outros, causa insatisfação geral e cria um campo magnético na mesma frequência, atraindo pessoas e situações que trazem mais insatisfação e desconforto. Assim trabalha o universo, pois traz em retorno aquilo que emitimos.

Elimine de sua vida o hábito de olhar o lado ruim das pessoas e das situações. É possível que, hoje, você veja seus obstáculos e tenha se tornado um especialista em reclamar e não em agradecer. Por isso, não consegue deixar de falar da crise financeira, das pessoas que o machucam e das frustrações da vida.

Ser grato auxilia a reduzir o estresse, a ansiedade e a depressão. Ameniza as situações adversas, deixando-as mais leves, além de provocar o sentimento de valor ao que se tem, e menos frustração pelo que não tem.

Quando nos concentramos no que nos falta, nós criamos bloqueios e limitações. Ficamos aprisionados pela vibração da nossa energia negativa. Como resultado, nós atraímos o que pensamos, o que neste caso é a negatividade.

Comece a observar as pequenas coisas a sua volta, muitas delas são fundamentais para sua sobrevivência. O ar que você respira, a água, o sol, a chuva, o dia, a noite, etc. Você já agradeceu por isso hoje? Não fique esperando acontecimentos espetaculares para sentir gratidão, seja grato pelas pequenas coisas do seu dia a dia.

A gratidão torna a vida mais alegre, agradável e gloriosa. E ela precisa ser cultivada e expressa, mesmo em situações aparentemente desfavoráveis.

Mesmo que a nossa volta pareçam existir milhares de motivos para reclamações, devemos olhar por outro foco e assim encontrar motivos para ser gratos.

A gratidão é uma das mais poderosas ferramentas para elevar a vibração que você pode praticar. Um exercício fundamental para o seu crescimento é ser grato por pessoas e situações em sua vida que o tiram do sério e o irritam. Descubra por que irritam tanto. Considere a possibilidade de que eles podem estar agindo como um espelho para mostrar aspectos de si mesmo que precisa mudar.

O que nós precisamos saber é que todos temos potencial, inteligência, energia e capacidade para sermos felizes. Mas precisamos dar os comandos corretos para nossa mente, para que ela possa acionar nossos talentos mais apropriados em cada situação, tornando-nos o mais eficientes, mais plenos, mais inteiros em cada um dos projetos a que nos propusermos realizar.

Um dos principais ingredientes da felicidade é sermos grato por tudo aquilo que temos e pelas pessoas que enriquecem as nossas vidas.

 

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*Fonte: pensadoranonimo

Os cérebros estão ocos. A empatia foi pro saco. A tolerância virou algo descartável

No tutorial de hoje vamos ensinar a construir relações com baixo limiar de tolerância. Você vai precisar de cola, barbante, cartolina, caneta e tesoura sem ponta. Recorte a cartolina em formato retangular e cole o barbante formando um cordão. Escreva em letras garrafais “RESPEITO É BOM E EU GOSTO”. Coloque no pescoço e use na rua, em casa e no trabalho focando exclusivamente no que você acredita merecer e ignorando quem à sua volta anseia pelo mesmo. Simples e prático: está pronto o mecanismo que tem nos tornado cada vez mais alheios ao outro, submersos em egocentrismo mimado.

Escutamos desde cedo que o nosso direito termina quando começa o do outro. Sempre achei essa máxima um tanto furada. Criança, pensava como havia sido relapsa a pessoa que elaborou tal teoria, sem ao menos nos deixar mapeadas as delimitações dessa suposta fronteira. Eu, por exemplo, achava que ao xingar meu irmão ele tinha o direito de replicar a injúria na mesma moeda. Ele, por sua vez, sentia-se credenciado a reagir com pontapés aos meus desaforos. “É desproporcional” eu gritava, pedindo socorro à minha mãe, que punia ambos nos tirando a TV. Meu irmão acreditava ter sido injustiçado, afinal quem começou merecia o pior castigo. Eu não me conformava com a equidade de tratamento dispensada a xingamentos e chutes. Minha mãe não tinha dúvidas de que estava certa. Três cabeças, três sentenças, e eu ainda procurando a demarcação desse limite que estipula até onde cada um pode ir.

Em uma sala pequena, entre pessoas da mesma família, com criação e valores semelhantes, eu já percebia a complexidade inerente ao convívio. Acomodar de maneira minimamente respeitosa nossas crenças, comportamentos e ideologias em uma sociedade multifacetada, portanto, não é tarefa das mais fáceis. Nós caminhamos desejando ser bons, mas tropeçamos em nossos próprios preconceitos. Falhamos no propósito de ser mais complacentes com aquilo que é estranho ao nosso mundo, mergulhados em ideais rígidos do que é certo ou errado. De repente nos vemos no meio de um fogo cruzado, munidos do desejo incontrolável de provar que temos razão, feridos pela fúria dos que tentam o mesmo do lado oposto.

A falta de maleabilidade com causas que destoam das nossas tem edificado muros entre nós — simbolicamente tão perigosos quanto aquele que criticamos do alto de nossa poltrona enquanto assistimos ao jornal. Alimentamos um misto de má vontade com ego inflado, de prepotência com apreço pelo confronto, de indisposição em ouvir com necessidade de falar e chegamos ao inevitável desfecho: culturas, vontades e histórias atropeladas pelo trator da intransigência. Porque olhar os outros com olhos menos severos dá trabalho. E, tragicamente, tripudiar muitas vezes dá prazer.

Eu não sei mensurar se machuca mais não ter a quimioterapia tratada com dignidade por conta de um turbante ou ver um símbolo de luta contra a subjugação do seu povo ser banalizado. Não sei dimensionar dor, categorizar discussões como quem coloca etiqueta em potes de plástico. Não sei se grafite é arte, se comprar cachorro é monstruosidade, se fui mais lesada pela direita ou pela esquerda. Se não há consenso sequer sobre se o vestido é azul e preto ou branco e dourado, como esperar um olhar linear sobre todas as subjetividades que nos cercam? Mas é preciso um pouco de disponibilidade em compreender as pessoas e toda a carga de vida que as acompanha. Enquanto insistirmos em pisotear aqueles que fogem dos padrões que sacramentamos como corretos, perdemos humanidade. A empatia respira por aparelhos. Mas é possível que se recupere.

*Por Larissa Bittar

 

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*Fonte: revistabula

Confirmado: tomar MATE faz as pessoas felizes

A erva-mate está na lista de “alimentos da felicidade”.

Você quer descobrir as razões? Aqui nós as compartilhamos:

Quando nos perguntamos … o que comer para ser feliz? A resposta é: aqueles alimentos saudáveis que, por seus componentes químicos, proporcionam bem-estar graças ao “hormônio da felicidade”. Os alimentos saudáveis liberam a serotonina, conhecida como o hormônio da felicidade e do prazer.

Bom humor é diretamente proporcional ao que consumimos. Alimentos ricos em antioxidantes e vitaminas são os elementos ideais em uma dieta para alcançar um bom humor todos os dias, dizem especialistas em Nutrição Gabriela Fretes e Fidel Zenteno.

A serotonina – conhecida como o hormônio da felicidade – está presente no chocolate, também nos cereais e no leite. Cereais contêm vitamina B1, que permite a aceleração e produção deste hormônio no cérebro, para que eles sejam ideais para ter um bom humor.

O chocolate, com 60% a 80%, é ideal para o excelente humor, pois contém antioxidantes, atrasa os danos às células e permite uma boa saúde. Este alimento dos deuses, é seguido pela proposta de grãos integrais com leite, preferencialmente frutas cítricas, vegetais crus, peixe, erva-mate e nozes, como amendoim, que são essenciais em uma dieta diária.

“Existem certos tipos de alimentos que possuem alguns nutrientes relacionados ao bom humor, como antioxidantes e citocinas vegetais; outros que são encontrados em frutas e legumes “, explicou Gabriela Fretes, formada em Nutrição.

A erva-mate é outra opção: Um tereré refrescante, seguido pela companhia de amigos, é o complemento ideal para a felicidade.

“A erva-mate e o guaraná são estimulantes do sistema nervoso, mantêm a pessoa acordada. E são antioxidantes que ajudam a um bom estado de saúde. Antioxidantes eliminam uma substância que temos no corpo; quais são os radicais livres que envelhecem as pessoas, e eliminando o estado de desânimo “, disse Zenteno.

Aí nós somamos a isso uma roda de amigos e uma conversa cheia de cumplicidade. O que poderia ser mais perfeito?

Lembre-se, porém, que uma dieta deve sempre ser equilibrada. Tenha em mente que consumir apenas alguns grupos de alimento não é suficiente para manter o bom humor. Também é necessário ter práticas saudáveis, como fazer exercícios, descansar e consumir bastante água.

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Nota da Página: Nunca dispense a opinião de um profissional quando quiser mudar seus hábitos alimentares.

 

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*Fonte: psicologiadobrasil

Todo “hater” é infeliz, pois comentários de ódio são o resultado de frustrações pessoais.

A impressão que dá é que a humanidade está doente, porque a disponibilidade para odiar parece vencer de longe a bondade e o altruísmo. As pessoas odeiam políticos, artistas ou qualquer pessoa que faça um comentário contrário às suas convicções nem sempre tão certeiras. Então, é uma chuva de julgamentos generalizados por uma foto postada, de comentários depreciativos sobre o corpo e a alma de quem as pessoas nem sequer conhecem de verdade.

Expressar opinião nas redes sociais virou um “Deus nos acuda”. Parecem as antigas cruzadas onde as pessoas se matavam aleatoriamente engalfinhadas num sem sentido de vida. Então, precisamos de armaduras para protegermo-nos dos ataques insanos de quem a gente nunca viu na vida ou até do amiguinho que resolve destilar sua amargura opinando sobre aquilo que não faz a mínima ideia.

E essa onda de haters parece que aumenta cada vez mais. Alguns se escondem atrás do computador e distribuem um ódio pela internet que jamais seriam capazes de demonstrar ao vivo. Descarregam os rancores que guardam por seus familiares ou detratores, tentam escoar os desafetos que carregam e doem no peito, ou o desvalor quem têm de si mesmos.

Um hater certamente não deve estar satisfeito com seu trabalho ou talvez sua frustração seja na cama. Quem sabe sofra pelas qualidades que lhe faltam e agredir aos outros seja a única forma de se sentir vivo. Pode ser a postura de um mal-amado, abandonado, desprotegido, rejeitado, abusado, de um frustrado e até de um adicto. Agora, com certeza não é de alguém feliz. Porque funciona assim: odeia-se alguém porque existe algo dentro de si ou na vida que não admite-se odiar mais ainda.

A pessoa pode até discordar ou achar um absurdo um post, mas o que move alguém a comentar algo ofensivo e mal educado é a infelicidade que carregam consigo todos os dias. São as frustrações de uma vida medíocre que impulsionam um ser nem tão humano a usar o espaço de comentário nas redes sociais como uma faca.

Só que o ódio é paliativo, como uma substância química que aquieta um vício por um tempo, mas logo passa o efeito o corpo pede mais. Então, nossos ódios são liberados trazendo uma falsa sensação de plenitude, a qual esvai-se em cinco minutos e, então, o teclado do celular vira uma metralhadora de insultos, ironias e agressões desnecessárias que não constroem a felicidade de ninguém.

Porque as pessoas felizes, não estão na internet odiando e provocando brigas, elas estão correndo atrás de seus objetivos ou realizando seus sonhos. Estão amando seus parceiros, amigos e sua família porque são lovers em vez de haters. Estão fazendo sucesso, em vez de torcer pelo fracasso dos outros e agregam paz e amor, em vez de desarmonia e confusão porque inspiram luz e não escuridão.

Por isso, da próxima vez que você ler um comentário cheio de maldade na internet ou alguém lhe escrever algo com essa energia, lembre-se: Todo hater é infeliz…

Então, sorria e passe para o próximo. Afinal de contas, pessoas bem resolvidas, em vez de responderem aos haters simplesmente os ignoram porque preferem usar seu precioso tempo para ser feliz ao lado de quem sabe amar.

*Por Luciano Cazz

 

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*Fonte: provocacoesfilosoficas

Não conte às pessoas mais do que elas precisam saber

Tem muita gente que deturpa a nossa fala. Tem muita gente torcendo contra nossas conquistas. Conte às pessoas, quando muito, o estritamente necessário.

Existem pessoas que são extrovertidas e bastante transparentes, pois não conseguem esconder o que sentem, de maneira nenhuma. A gente percebe pela expressão do rosto delas quando estão bem, quando estão felizes, ou quando estão tristes e chateadas. Algumas delas, inclusive, abrem-se e contam como se sentem a quem estiver por perto, pois sentem necessidade de compartilhar o que possuem dentro de si. Isso, porém, nem sempre é bom.

Colocar para fora o que engasga pode ser muito benéfico, uma vez que, à medida que expomos o que incomoda, é como se dividíssemos o peso, que sai um pouco de nossas costas. Além disso, o ouvinte enxerga aquilo tudo de fora, sendo capaz de analisar racionalmente, acalmando-nos. Muitas vezes, ao verbalizar nossos sentimentos, eles podem se tornar menos pesados, menos densos, à medida que vão saindo um pouco de dentro de nós.

Por outro lado, pode haver quem nunca fará bom uso do que souber a respeito de alguém. Algumas pessoas são incapazes de guardar segredo e, pior ainda, deturpam o que sabem e transmitem aquilo de uma forma negativa e descontextualizada, para simplesmente sujar a imagem do outro. Jamais teremos certeza absoluta sobre todo mundo, sobre as reais intenções de quem se aproxima de nós, pois é preciso muito tempo para conhecer minimamente alguém.

Alguns indivíduos perguntam sobre nossa com o mero intuito de obter munição a ser usada de forma distorcida e cruel. Da mesma forma, há quem não queira nem pensar em ajudar, apenas tem curiosidade, apenas é enxerido e vive se metendo onde não é chamado. O mundo anda por demais superficial e materialista, portanto, nossos sentimentos devem ser preservados e não expostos a qualquer um.

Temos, pois, que tomar muito cuidado com nossos sentimentos, porque eles são preciosos, são tesouros, que não merecem ser violados pela maldade e pela falsidade de quem não sabe fazer nada mais do que destruir tudo o que toca. E tem muita gente torcendo contra nossas conquistas. Não conte às pessoas mais do que elas precisam saber. Na verdade, a maioria delas não tem que saber nada sobre nós.

*Por Marcel Camargo

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*Fonte: provocacoesfilosoficas

Metade dos seus amigos não te considera tão amigo assim

Você já parou para contar quantos amigos possui? Não, não falo de amigos das redes sociais ou seguidores no Instagram. Amigos, aqueles com quem você tem longas conversas ou sai para beber uma cerveja nos fins de semana.

Contou? Pois agora reduza essa quantidade pela metade: esse é o número mais preciso de amigos que você realmente tem. Pelo menos é isso que uma pesquisa de psicologia social publicada na revista PLoS One quer provar: metade das pessoas que consideramos amigos não pensa da mesma forma.

Quantos amigos você realmente tem?

Os autores do estudo realizaram a pesquisa com 84 estudantes de uma mesma sala e pediram para que eles avaliassem os seus colegas. A escala era simples: eles deveriam pontuar cada pessoa com uma nota de 0 a 5, sendo “0” correspondente a “eu não conheço esta pessoa” e “5” a “este é um dos meus melhores amigos” – 3 era a pontuação mínima para caracterizar uma amizade. Além disso, eles também deveriam adivinhar como os seus colegas iriam avaliá-los.

O resultado foi alarmante: apenas 53% das amizades eram recíprocas! Os pesquisadores acreditam que esse baixo número se deve à dificuldade que temos em pensar como as pessoas nos enxergam. É chato, mas você pode achar que é um dos melhores amigos de alguém enquanto ela pensa bem diferente.

Se você acha que o grupo de análise foi muito pequeno para tais conclusões, saiba que a equipe foi ainda mais longe e examinou testes anteriores envolvendo 3,1 mil pessoas – para a nossa tristeza, os resultados foram bem parecidos.

Por isso, se você gosta de alguém e anda deixando a amizade meio de lado, é melhor aproveitar esse toque para convidá-lo para sair no próximo fim de semana.

*Por Camila Galvão

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*Fonte: megacurioso

Quando a ignorância critica, a sabedoria observa e sorri

Orson Welles disse que “muitas pessoas são educadas demais para falar com a
boca cheia, mas não se preocupam em fazê-lo com a cabeça vazia”. O diretor
americano não foi o primeiro a se referir à ignorância e seus ataques.

O escritor espanhol Baltasar Gracián havia dito ” o primeiro passo da ignorância é
presumir saber ” e Antonio Machado afirmou que ” tudo o que é ignorado é
desprezado “. A ignorância não é uma doença, mas podemos classificá-la como tal
porque seus efeitos são tão incapacitantes que impedem a pessoa de crescer
enriquecendo-se com novas perspectivas. A armadilha da ignorância é que ela
envolve a pessoa em uma gaiola de ouro, na qual ele está tão confortável que nem
percebe que está prisioneiro da rigidez de seu pensamento.

Como são pessoas ignorantes?

Ignorância não é propriedade exclusiva de pessoas que não tiveram acesso à
educação. De fato, podemos encontrar pessoas que não têm estudos, mas são
profundamente sábias e de mente aberta, assim como podemos encontrar
professores e cientistas que são profundamente ignorantes.

O filósofo inglês Karl Popper explica o porquê: “a ignorância não é a ausência de
conhecimento, mas a recusa em adquiri-lo “. Isto é, a ignorância implica abraçar um
pensamento rígido, idéias preconcebidas e rejeitar o resto. Esse modo de entender
a ignorância é um sinal de alerta que nos diz para permanecermos vigilantes
porque todos e cada um de nós podem adotar atitudes ignorantes.

Ignorância é rejeitar argumentos ou idéias das quais não sabemos nada ou sobre
as quais não temos dados para chegar a conclusões lógicas. Nesse caso, em vez
de nos esforçarmos para captar e compreender todo o quadro, preferimos nos
apegar ao pequeno fio de “verdade” que achamos que temos. Entrincheirados
nessa posição, não apenas atacamos os outros, mas também semeamos as
sementes da intolerância, já que a ignorância sempre rejeita o que é diferente, o
que não compreende.

Ignorância emocional

Não é uma ignorância que faz ainda mais danos: a ignorância emocional das
pessoas mais próximas que julgam e criticam-nos sem ter andado em nossos
sapatos ou saber todos os detalhes da situação de uma visão parcial da realidade.

Há uma ignorância que causa ainda mais danos: a ignorância emocional das pessoas mais próximas a nós que nos julgam e criticam sem ter andado com nossos sapatos ou nem conhece todos os detalhes da situação, a partir de uma visão parcial da realidade.

Essas pessoas não são capazes de se colocar no lugar do outro e nem sequer
tentam conhecer sua história, necessidades e ilusões para entender o porquê de
seu comportamento. Essa ignorância dói muito mais e deixa feridas emocionais
profundas, já que normalmente a opinião dessas pessoas é geralmente importante.

Em face da ignorância, é melhor agir com cautela

Um estudo muito interessante de PsychTests analisou como 3.600 pessoas
responderam a críticas. Esses psicólogos descobriram que 70% admitem que se
sentem magoados quando recebem uma crítica e 20% a rejeitam com raiva.
Apenas 10% das pessoas refletem sobre críticas e deixam ir quando não
contribuem com nada.

Também foi apreciado que as mulheres são duas vezes mais propensas a aceitar
as críticas como algo pessoal e a assumi-las como uma demonstração de que elas
não são capazes de fazer algo certo. Pelo contrário, os homens tendem a pensar
que a crítica está errada e a responder agressivamente.

No entanto, o mais interessante é que as pessoas que adotam uma atitude
defensiva em relação às críticas são também aquelas que se sentem menos
felizes, têm baixa auto-estima e apresentam um desempenho pior no trabalho.

Aparentemente, quando as pessoas têm baixa auto-estima, elas bloqueiam a parte
construtiva da crítica e se concentram apenas nos aspectos negativos. Por outro
lado, aqueles que se defendem das críticas muitas vezes sentem que estão
perdendo o controle, o que afeta ainda mais sua autoconfiança.

Portanto, quando a crítica vem da ignorância, a coisa mais sábia é responder com
calma.

Para palavras tolas, ouvidos inteligentes

Como a crítica ignorante pode causar muitos danos, é essencial não cair no seu
jogo. As palavras nocivas, as críticas maliciosas e as opiniões infundadas não
devem encontrar um terreno fértil em nossa mente. Devemos lembrar que ninguém
pode nos prejudicar sem o nosso consentimento. Portanto, o melhor é não dar
crédito a eles.

O problema das pessoas ignorantes é que elas não estão abertas para ouvir outras
opiniões, portanto, qualquer tentativa de se defender ou fazê-las cair em seus
sentidos é muitas vezes deixada de lado. Isso nos fará desperdiçar energia
inutilmente e é provável que no final ficaremos com raiva. É por isso que é quase
sempre melhor aprender a ignorá-los.

O sábio sabe que batalhas valem a pena lutar, ele não desperdiça sua energia. Ele
também está ciente de que a crítica muitas vezes diz mais sobre quem critica do
que sobre quem é criticado, então ele assume uma atitude desinteressada, valoriza
a verdade que a opinião contém e, se considerar irrelevante e prejudicial, não
permite que isso o afete.

E quando é necessário responder à ignorância, as pessoas sábias fazem isso com
firmeza e respeito. A melhor maneira de superar a ignorância é provar a ele que ele
não tem poder sobre nós.

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*Fonte: pensarcontemporaneo

A vida é trem bala, parceiro. E a gente é só passageiro prestes a partir

Ouvindo a música Trem Bala, de Ana Vilela, refleti o quão frágil a vida é e o quanto temos valorizado as coisas e descartando cada vez mais as pessoas.

Vivemos cansados e não conseguimos tirar um tempo para assistir àquele filme que tanto queríamos. Passamos horas e horas em frente ao computador, ao lado de livros, e cada vez menos tempo com quem realmente amamos.

A vida segue a uma velocidade assustadora, que não nos permite pausas e retrocessos, e tudo o que precisamos fazer é avançar. Passamos a vida tentando alcançar o sucesso e nos esquecemos de alcançar as pessoas. Almejamos aprender a tocar algum instrumento, mas nos esquecemos de como é tocar um coração. Lutamos pelo sucesso com unhas e dentes, mas desistimos das pessoas nos primeiros erros. Abraçamos oportunidades e nos esquecemos de abraçar as pessoas.

Se existe algo que aprendi com todas as perdas, de pessoas que tanto amo, é que o hoje é tempo de amar, de pedir perdão e de perdoar. O hoje é tempo de se dizer que está com saudade e correr para um abraço cansado no final do dia, porque o depois pode não chegar e só a saudade não será suficiente para trazer quem amamos de volta, para viver momentos que não vivemos e fazer diferente.

Acreditamos tanto no sucesso e deixamos de acreditar em quem corre do nosso lado, de incentivar os planos e os sonhos de quem amamos. Quanto tempo você tira para ligar para aquele amigo que você não vê há tempo? Há quanto tempo você não aproveita tempo de qualidade para estar com quem gosta? Quanto tempo você tem investido em coisas, compromissos e interesses e não em quem realmente se importa com você?

Quanto tempo você investe em quem não repara no seu riso sincero e não aplaude as suas vitorias? Repare bem, porque a vida é um trem bala e, quando se vê, tudo já passou. O maior tesouro que você pode ter é o amor de quem cuida e se importa com você, pois a vida é muito mais que viagens, dinheiro, sucesso e coisas.

A vida é sobre quem está ao nosso lado, quem segue nessa caminhada conosco e quem não abandona o barco quando a tempestade vem. A vida é muito mais do que carros, jantares caros, é sobre ter com quem contar quando você não tem nada e o outro se dispõe a ser tudo em nossas vidas.

Por isso, reafirmo: o tempo de amar e valorizar as pessoas é hoje, porque, como diz a música, “quando menos se espera, a vida já ficou pra trás”.

*Por Thamilly Rozendo

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*Fonte: resilienciamag

Cães veem os donos como se fossem seus pais

Que lindo. E como você é o pai seu cachorro age como se fosse uma criança.

Numa pesquisa liderada pela veterinária Lisa Horn, da Universidade de Viena, na Áustria. Ela os separou em três grupos: um terço ficaria sem o dono, enquanto os outros estariam acompanhados por eles – só que parte dos donos deveria se manter em silêncio, e outra parte deveria encorajar os cães a fazer as atividades. E tudo o que os bichinhos precisavam fazer era interagir com alguns brinquedos. Em troca, ganhariam comida.

Os cães que estavam com os donos passavam muito mais tempo brincando. Enquanto os outros nem a comida servia para motiva-los.

A pesquisadora refez o teste, mas dessa vez os donos foram substituídos por pessoas desconhecidas. Nenhum dos cães mostrou muito interesse pelos brinquedos.

De acordo com Lisa Horn, os testes são suficientes para provar a existência da “área de segurança”. Ou seja, os cães se sentem mais seguros, confiantes e confortáveis na presença dos donos. Sem eles, tudo parece mais perigoso – e sem graça.

E é exatamente o que acontece na relação entre pais e filhos pequenos. “Esta é a primeira evidência da similaridade entre o ‘efeito de base segura’ encontrado na relação dono-cachorro e na criança-pai”, diz a pesquisa.

Quem tem um bichinho é fácil perceber isso. Muitas vezes ja dissemos por ai que nosso cãozinho age sempre como se fosse uma criança.

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*Fonte: resilienciamag

Experimento vai pagar alguém para não fazer nada pro resto da vida, na Suécia

Tudo começou quando o governo de Gotemburgo lançou uma competição internacional para atrair artistas dispostos a contribuir com ideias de design para a estação de trem Korsvagen, oferecendo um prêmio de 7 milhões de coroas suecas (quase 3 milhões de reais) ao vencedor. Porém, ao invés de apresentar ideias de design, a dupla de artistas suecos Simon Goldin e Jakob Senneby sugeriu que o dinheiro do prêmio fosse usado para pagar o salário de um trabalhador, sem que ele fizesse praticamente nada o dia todo.

Apelidado de Eternal Employement, este é um projeto de arte pra lá de conceitual, 100% financiado pelo governo sueco, que pagará um salário mensal de cerca de 8 mil reais, mais aumentos anuais, benefícios, tempo de férias e um fundo de pensão garantido. O sortudo selecionado poderá ficar neste emprego até o final de sua vida, a não ser que canse de receber bem sem fazer nada ou tenha outros projetos.

O ‘trabalho’ consistirá em ligar um conjunto de luzes fluorescentes sobre a plataforma de embarque. Depois disso, a pessoa fica livre para fazer o que quiser, ou nada, contanto que retorne à estação para desligar e desligar as luzes quando o turno acabar. O funcionário não precisará ficar na estação de trem durante o horário de trabalho e poderá sair ou ser substituído por outra pessoa sempre que quiser. A má notícia é que a vaga dos sonhos ainda não está disponível, já que a estação ainda está sendo construída. Portanto, a posição só estará disponível em 2026, após a inauguração da mesma. Até lá, muito trabalho, meus amigos!

 

 

 

 

 

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*Fonte: hypeness

Inveja: tendência a perceber com desprazer o bem dos outros

Voltando ao tempo dos gregos antigos, inúmeros filósofos têm contemplado a natureza da inveja, ou o que Immanuel Kant descreveu como a “tendência a perceber com desprazer o bem dos outros”. (Immanuel Kant)

Aqueles que escreveram sobre a inveja, seja Aristóteles, Tomás de Aquino, Adam Smith, Schopenhauer ou Nietzsche, chegaram a uma conclusão semelhante – a inveja é um estado de espírito destrutivo e doente que prejudica não apenas o invejoso, mas aqueles a quem inveja. direcionado para a sociedade como um todo.

Mas hoje o vício pessoal da inveja foi transformado em virtude pelos políticos. Ao manipular a tendência humana à inveja, os políticos tropeçaram em um meio muito eficaz de ganhar poder e controle sobre populações desprevenidas. Neste artigo, examinaremos esse fenômeno enquanto analisamos a natureza da inveja em geral, como as tentativas de impor a uniformidade só exacerbam ironicamente a inveja e como os aflitos de inveja devem, para seu próprio bem-estar, se livrar dela .

A inveja é uma emoção dirigida, em outras palavras, pressupõe a coexistência de duas ou mais pessoas – o invejoso que experimenta a emoção e o invejado que é o alvo da emoção. Uma boa definição de inveja é encontrado no dicionário alemão do século de Grimm:

“A inveja expressa aquele estado de espírito vingativo e interiormente atormentador, o desprazer com que se percebe a prosperidade e as vantagens dos outros, inveja-os dessas coisas e, além disso, deseja que alguém seja capaz de destruir ou possuir a si mesmo.” (Grimm’s German Dictionary )

Um equívoco comum é confundir inveja com indignação. Na obra Retórica de Aristóteles, ele enfatiza a diferença entre os dois conceitos que escrevem:

“A pessoa indignada sente raiva da prosperidade daqueles que não a merecem e da inveja de todos.” (Retórica, Aristóteles)

Ou como ele coloca de maneira mais simples:

“A indignação é sentida no bem-estar das pessoas más, enquanto a inveja é da felicidade das boas.” (Retórica, Aristóteles)

Em contraste com a inveja, a indignação não é vice-versa, pois está enraizada em um desejo de justiça. A inveja, por outro lado, como observou Schopenhauer, está enraizada na

“A inevitável comparação entre a nossa própria situação e a dos outros” (Ensaios e Aforismos, Arthur Schopenhauer)

Quando comparado a outros desperta a consciência de nossas inferioridades – seja em termos de riqueza, posses, características mentais ou físicas – isso pode gerar inveja se acreditarmos que o que nos falta em comparação a outros explica nossa relativa infelicidade.

Indivíduos tomados pela inveja vêem aqueles superiores a eles como inimigos. Em vez de se concentrar em melhorar a si mesmos, os invejosos acreditam que seu caminho para a felicidade está ligado ao destino daqueles que invejam. Em outras palavras, eles acreditam que de alguma forma a felicidade deles será aumentada se eles puderem puxar os outros para baixo.

O desejo de ver outros derrubados não alimenta uma sociedade próspera, mas impede o progresso social. Aqueles que são devorados pela inveja provavelmente não se tornarão os grandes inventores, artistas, escritores, empreendedores ou cientistas que ajudam a promover uma sociedade. Pelo contrário, eles desprezam indivíduos de grande talento, pois sua existência apenas torna mais óbvias as inferioridades da inveja.

A natureza destrutiva da inveja tem feito o uso de instituições e práticas para inibir seu impacto extremamente comum ao longo da história. Como Helmut Schoeck afirma em seu livro Envy: A Theory of Social Behavior

“… nenhuma sociedade pode existir na qual a inveja é elevada ao status de uma virtude normativa … Mesmo a superstição de sociedades simples, vê a inveja como uma doença, o homem invejoso como perigosamente doente – um câncer do qual o indivíduo e o grupo deve ser protegido – mas nunca como um caso normal de comportamento e empreendimento humano. Em nenhum lugar, com pouquíssimas exceções, encontramos a crença de que a sociedade deve se adaptar ao homem invejoso, mas sempre deve procurar proteger-se contra ele. ”(Inveja: Uma Teoria do Comportamento Social, Helmut Schoeck)

Mas, desconcertantemente, uma perversão perigosa parece estar ocorrendo no mundo moderno. Em vez de confiar em práticas e instituições para inibir os efeitos da inveja, Gonzalo Fernández de la Mora, em seu livro Igualitarian Envy, adverte que as sociedades ocidentais estão sendo moldadas por políticos que estão alimentando as chamas da inveja com o propósito de ganhar poder e controle. .

Este é um fenômeno relativamente recente, que remonta ao final do século 19 e ao surgimento das tecnologias de comunicação de massa. Antes do surgimento dessas tecnologias, a inveja era direcionada, quase exclusivamente, para os membros da própria comunidade. Alguém que vive na Europa no século 17, por exemplo, dificilmente invejaria as riquezas de um imperador de uma terra distante, como condição para o surgimento da inveja a observação da felicidade de outra. No entanto, a ascensão da mídia de massa mudou essa situação. Agora podemos observar intimamente a vida de pessoas com quem não temos contato pessoal e, assim, fazer julgamentos sobre sua felicidade. de La Mora explica o significado desta situação, afirmando:

“As pessoas contemporâneas estão sujeitas a um fornecimento maciço de informações através da mídia de massa; consequentemente, as pessoas podem ter opiniões sobre a felicidade daqueles que nunca conheceram ou grupos de pessoas às quais não pertencem; e, como resultado desses sentimentos, eles podem invejar. Essa possibilidade torna-se uma probabilidade se, como é habitual nos meios de comunicação, a informação é distribuída já “focalizada” por uma seleção parcial, uma edição intencional, mistificadora ou simplesmente um preconceito que, no nosso caso, é direcionado para ressaltar as diferenças. entre os indivíduos. . . Ninguém inveja esta ou aquela pessoa, mas uma abstração, como “os ricos” ou “os elitistas”. ”(Gonzalo Fernández de la Mora, Inveja Igualitária)

Ao promover e apelar para essa inveja, os demagogos podem desencadear conflitos e tornar potenciais vítimas fora de todos nós – pois quem não se achará inferior a um grupo idealizado de pessoas. Mas aqueles que invejam dessa forma coletiva, e especialmente aqueles que a promovem, nunca admitirão seus verdadeiros motivos, ao contrário do que afirma La Mora em uma passagem extremamente relevante para os dias modernos:

“Um disfarce contemporâneo da inveja coletiva é o que é chamado de“ justiça social ”. Como essa argumentação ideológica… é executada? Estabelece-se um postulado fundamental de que, quanto mais justa a sociedade, mais iguais seus membros são em oportunidades, posição e riqueza; e imediatamente fica estabelecido que o partido lutará sem descanso para alcançar tal “justiça”. ”(Gonzalo Fernández de la Mora, Egalitarian Envy)

Mas a justiça social, ou a tentativa de nos tornar mais iguais usando a força do Estado, não trará uma sociedade menos propensa à inveja. De fato, à medida que essa uniformidade antinatural é imposta a uma sociedade, novas fontes de inveja surgirão e serão muito mais perniciosas. Por exemplo, se de alguma forma todos fossem feitos iguais em termos de riqueza material, isso não livraria o mundo da inveja. Pelo contrário, isso só significaria que aqueles propensos à inveja iriam direcionar sua atenção para outras formas de desigualdade, como as desigualdades nas características físicas e mentais. Schopenhauer alertou sobre esse tipo de inveja, escrevendo que a inveja

“Dirigido contra as qualidades pessoais é o mais insaciável e venenoso, porque o invejoso fica sem esperança; é também o tipo mais baixo de inveja, pois odeia o que deveria amar e respeitar. ”(Arthur Schopenhauer)

Além de trazer à tona formas mais perigosas de inveja, as sociedades que são vítimas do apelo demagógico por mais igualdade, ironicamente, vêem o crescimento da forma mais insidiosa de desigualdade possível – uma vasta desigualdade de poder entre a elite dominante e o resto da população. Para cumprir sua promessa de trazer cada vez mais justiça ao mundo e cada vez mais igualdade, os governos devem ter poderes imensos para refazer a sociedade.

Mas com tudo isso dito, podemos escolher não sermos vítimas desse estratagema político. Em vez de ver nossas inadequações como razões para derrubar os outros, podemos escolher reações mais construtivas, como emulação e auto-aperfeiçoamento. A emulação ocorre quando o reconhecimento de suas inferioridades os leva a ver o superior não como inimigos, mas exemplos para aprender e figuras de motivação. Em vez do desejo de nivelar tudo, a emulação leva a pessoa a elevar-se ao nível dos melhores, ou mesmo a superar aqueles que uma vez procuraram. Kierkegaard observou que “a inveja é uma admiração oculta” e, portanto, a emulação pode ser vista como a reação positiva ao que leva os indivíduos mais fracos à inveja.

Reagir às inferioridades da pessoa com o desejo de melhorar a si mesmo não é apenas bom para o indivíduo, mas para a sociedade como um todo. Isso significa que mais pessoas se concentrarão na criação do novo e do melhor, em vez de na destruição de outros. Mas, por outro lado, se a nossa sociedade continua a percorrer um caminho conduzido pela inveja que alimenta a retórica dos demagogos, chegaremos a um ponto, segundo Nietzsche, em que as pessoas ficarão tão ressentidas com outras que até mesmo o feliz entre nós começará a questionar se tem direito a sua felicidade:

Todas essas pessoas ressentidas são fisiologicamente distorcidas e alimentam o verme da inveja em seu intimo, em muitos casos não se contentando apenas em deturpar a imagem do seu invejado, mas planejando derrubá-lo e destitui-lo da posição vista e entendida como superior. Como disse Nietzsche: “É uma pena ser feliz! Há muita miséria!” (Sobre a Genealogia da Moralidade, Nietzsche)

*Esse artigo foi transcrito e traduzido a partir do vídeo (Em Inglês) The Psychology of Envy and Social Justice

 

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*Fonte: pensarcontemporaneo

A ignorância motivada: não nascemos ignorantes, aprendemos a ser ignorantes

Nós sempre pensamos que ignorar é um verbo passivo. Ignorância é a falta de conhecimento, um estado de desinformação ou falta de compreensão. Portanto, qualificamos uma pessoa como “ignorante” quando ela não sabe ou não entende alguma coisa.

Esse caráter passivo implica que, de certa forma, essa pessoa não é responsável por sua ignorância, ele simplesmente carrega consigo aquela “falta”. É curioso, no entanto, que não se aplique a qualificação de ignorantes às crianças, mesmo que elas geralmente não dominem o mesmo conhecimento dos adultos.

Isso significa que a ignorância começa com um pressuposto: algo que devemos saber, mas não sabemos, um caminho pelo qual deveríamos ter percorrido, mas não o fizemos. Então a ignorância abandona seu significado passivo para ter um significado ativo que implica não reconhecer algo ou agir como se não fosse conhecido. Nós caímos no que é conhecido como “ignorância motivada”.

O que é ignorância motivada?

A ignorância motivada é quando escolhemos, mais ou menos conscientemente, não saber mais, não nos aprofundar, não entender. Essa ignorância é terrivelmente perigosa porque tende a levar a posições extremas e reduz nossa capacidade de continuar crescendo e amadurecendo. Quando decidimos ser ignorantes, alguém decidirá em nosso lugar. Nós nos tornamos manipuláveis.

Goethe já havia dito: “não há nada mais terrível que a ignorância ativa”. O filósofo Karl Popper pensava o mesmo: “A verdadeira ignorância não é a ausência de conhecimento, mas a recusa em adquiri-lo”.

Essa ignorância motivada pode ocorrer em todas as áreas de nossas vidas. Algumas pessoas começam a se sentir mal, mas ao invés de ir ao médico para receber um diagnóstico, elas preferem se refugiar na ignorância assumindo que está tudo bem. Outras pessoas suspeitam que seu parceiro é infiel, mas, em vez de esclarecer suas dúvidas, escolhem permanecer ignorantes. O mesmo acontece no nível político ou social: quando já temos uma ideia formada, optamos por não escutar ou valorizar os argumentos contrários.

Por que escolhemos a ignorância motivada?

Um experimento realizado na Universidade de Winnipeg e na Universidade de Illinois mostrou quão forte e irracional nossa tendência para a ignorância motivada pode ser. Esses psicólogos recrutaram 200 pessoas e deram a elas duas opções: ler e responder perguntas sobre uma opinião (casamento gay) com as quais concordavam ou ler um ponto de vista oposto.

Aqueles que decidiram ler a opinião com a qual concordaram ganhariam $ 7; mas se eles escolhessem a opinião contrária, ganhariam 10 dólares. Surpreendentemente, 63% das pessoas preferiram ler a opinião com a qual concordaram, rejeitando a possibilidade de ganhar mais dinheiro.

Nesse caso, escolhemos ser ignorantes para evitar a dissonância cognitiva. Nós desenvolvemos uma concepção do mundo que manipula nossas idéias e crenças, e tememos que opiniões contrárias possam desestabilizar aquele castelo de cartas. É por isso que preferimos ignorar tudo o que não corresponde à nossa visão. E isso significa que, no fundo, a ignorância motivada é uma expressão de medo.
Como nós instilamos esse medo?

“O medo da nossa ignorância é uma sensação de que fomos sistematicamente inculcados durante o período escolar. É sobre a sensação de que não sabemos algo que muitos conhecem, por isso é melhor ficar quieto e se acomodar ”, disse o filólogo Igor Sibaldi.

Na escola, a ignorância é revestida com um halo negativo. Começa a apontar o dedo para o ignorante. E isso gera um paradoxo porque, para superar a ignorância, devemos primeiro reconhecê-la, mas não podemos reconhecê-la por medo de ser rotulado como ignorante. O escritor Baltasar Gracian disse que “o primeiro passo da ignorância é presumir saber”.

Livrar-se da ignorância não é realmente difícil, basta informar-se, “mas esse comportamento é impossível para a grande maioria das pessoas porque o hábito de se sentir ignorante se tornou algo mais forte do que o desejo de aprender”, segundo Sibaldi.

A ignorância se torna uma zona de conforto em que nos sentimos muito à vontade para sair. Ou talvez nem nos sintamos tão confortáveis, mas o medo do que está fora, tudo o que desafia nossas crenças, é tão forte que nos mantém paralisados naquela zona de conforto. Assim escolhemos a ignorância.

Escolha saber

O ignorante não é aquele que não conhece, mas aquele que não quer saber. Portanto, o primeiro passo para expulsar a ignorância é desenvolver uma mentalidade de crescimento, uma mente aberta que nos permita explorar o maior número de possibilidades.

Não podemos nos livrar de nossos estereótipos e crenças da noite para o dia, mas podemos questioná-los e olhar além do que sempre consideramos garantido. Deveria nos deixar mais receosos de morrer todos os dias em uma zona de conforto que se estreitará mais e mais do que sair para descobrir o mundo, por mais diferente ou incerta que seja.

 

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*Fonte: pensarcontemporaneo

50% das mulheres possuem um “homem reserva” como “plano B” – diz estudo estatístico

Um estudo realizado na Inglaterra pela empresa de pesquisa de mercado online, One Poll, descobriu que 50% das mulheres comprometidas mantêm um “homem de reserva”, como uma forma de “plano B”, caso a relação não dê certo. Entre os candidatos prováveis estavam velhos amigos, ex-namorados/maridos, colegas de trabalho ou parceiros de academia.

Segundo informações do jornal britânico Daily Mail, a pesquisa contou com a participação de 1.000 mulheres. 50% das mulheres que participaram admitiram ter um “plano B”, cerca de 10% disseram que já juraram amor eterno aos “reservas”, enquanto 20% disseram que largariam tudo (marido, namorado) no momento que eles chamassem.

Verificou-se ainda que as mulheres casadas são mais propensas a ter um reserva do que as que estão apenas namorando. Inacreditavelmente, 12% chegaram a admitir que seus sentimentos eram mais fortes para o “Plano B” do que o atual “plano A”, e 7 entre 10 admitiram que atualmente estão em contato com o reserva – diariamente.

Mais curioso do que isso só o fato de que 1 em cada 4 mulheres admitiu que o parceiro atual conhece o reserva, enquanto 1 em cada 5 afirmou, surpreendentemente, que o reserva era amigo do companheiro.

A boa notícia para os homens, no entanto, é que 1 em cada 3 disseram “duvidar” que algo realmente sério acontecesse para ficarem com o reserva. Enquanto cerca da metade tinha uma abordagem que usava o ditado “nunca diga nunca”, mas 1 em cada 6 disseram “considerar seriamente a possibilidade de troca”.

Segundo um porta-voz da OnePoll, uma pesquisa estabelecer que 50% das mulheres nos relacionamentos têm um “Plano B” é um sinal preocupante.

“Esta notícia pode fazer com que alguns homens em relacionamentos pensem duas vezes antes de ter preguiça em levar o lixo para fora de casa ou optar por passar ficar no bar ao invés de passar uma noite agradável com sua parceira”, alertou e aconselhou Kevin Smith.

*Por Merelyn Cerqueira

 

 

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*Fonte: jornnalciencia

Ouvir música no trabalho atrapalha a sua criatividade, diz pesquisa

Um novo estudo da Universidade de Lancaster, no Reino Unido, aponta que escutar música enquanto você trabalha ou estuda diminui a sua criatividade verbal.

O pesquisador Neil McLatchie decidiu testar se as canções poderiam afetar a produtividade das pessoas. Na análise, participantes tiveram que observar três palavras que não estavam necessariamente relacionadas. Depois, eles precisaram encontrar uma palavra que combinava com os três termos.

Por exemplo, uma resposta aceita para “vestir”, “discar” e “florescer” seria “sol”. Essa técnica é usada frequentemente por psicológos para testar a criatividade verbal e quais condições a melhoram.

Os participantes participaram da avaliação em três momentos. Em algumas situações, o ambiente continha música; um estava silencioso; e no outro, havia somente pequenos ruídos comuns em bibliotecas, por exemplo.

Os resultados da pesquisa, publicada na revista Applied Cognitive Psychology, apontaram que na maximização do número de respostas que as pessoas podem fornecer, o silêncio sempre vence.

No primeiro experimento, 30 estudantes britânicos resolveram mais de 20% dos desafios sem ouvir nenhuma música. Já quando escutaram canções pop dos anos 1980 com letras em espanhol, os resultados foram menos satisfatórios.

Isso pode ser explicado pelo efeito da audição em sintonia com as letras que as pessoas não conseguiam entender (visto que estavam em espanhol). No entanto, quando 18 participantes ouviram música cantadas em inglês (mais fáceis de entender), a performance foi ainda menor.

De acordo com McLatchie, o ruído da biblioteca foi o “melhor barulho” de todos, embora a diferença em relação ao silêncio não fosse estatisticamente significativa.

Além das questões de criatividade, os participantes também avaliaram seu humor antes e depois dos experimentos. A maioria gostou das músicas e indicou que ficou mais animada em comparação quando o ambiente estava silencioso.

McLatchie reconheceu que a pesquisa não explica por que a música interfere com a criatividade verbal. Segundo ele, pode ser que o som reduza a atenção das pessoas para as tarefas.

É possível que a música seja boa para alguns tipos de criatividade e ruim para outras. Um estudo de 2017 indicou que músicas felizes, por exemplo, ajudam a estimular a criatividade – mas talvez seja melhor escutá-las no caminho para o trabalho, e não no meio do expediente.

 

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*Fonte: revistagalileu

A dopamina que suas músicas favoritas liberam

Sabe aquela sensação boa que você sente ao dar play nas suas músicas favoritas? Aquelas que fazem seu dia melhor e te fazem sorrir. A ciência explica que se trata de aumento dos níveis de dopamina no cérebro.

Um estudo conduzido pela Universidade de Lyon, na França, indica que ouvir as músicas que gostamos estimula a produção de dopamina.

A dopamina é um neurotransmissor que desempenha um papel importante em nossa função cognitiva, emocional e comportamental.

“Na vida cotidiana, os humanos buscam regularmente a participação em experiências altamente complexas e prazerosas, como ouvir música, cantar ou tocar, que não parecem ter nenhuma vantagem específica de sobrevivência. Compreender como o cérebro traduz uma sequência estruturada de sons, como a música, em uma experiência agradável e gratificante é, portanto, uma questão desafiadora e fascinante”, explica autora do estudo Laura Ferreri, professora de psicologia cognitiva na Universidade de Lyon.

No estudo, os pesquisadores manipularam a transmissão de dopamina através de farmacológicos em 27 voluntários enquanto ouviam música.

Os participantes foram divididos em três grupos. Com intervalo de uma semana, cada um recebeu via oral, levedopa (estimulante de dopamina), risperidona (inibidor de dopamina) e placebo (grupo de controle).

Ao avaliar os resultados, os pesquisadores registraram um aumento de produção do hormônio em voluntários que receberam o estimulante, enquanto quem recebeu o inibidor encontrou limitações em apreciar músicas.

“É importante ressaltar que não estávamos procurando por uma pílula mágica capaz de aumentar os sentimentos de prazer enquanto ouvíamos música. Estávamos interessados ​​em encontrar os mecanismos neuroquímicos que sustentam o prazer evocado pela música, e usamos uma abordagem farmacológica para tratar essa questão”, acrescentou Ferreri.

Ou seja, o estudo não indica que dopamina induzida através de farmacológicos pode aumentar seu prazer musical. Mas as músicas que você ama são capazes de produzi-la naturalmente.

Essa é também a explicação porque ouvimos repetidas vezes as músicas que gostamos, e até mesmo um dos benefícios que tocar instrumentos musicais proporcionam.

*Por Raquel Rapini

 

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*Fonte: geekness

Psicólogo comprova que viajar nos traz mais felicidade do que bens materiais

A maioria das pessoas vive em busca da felicidade. Sabemos que o dinheiro pode trazer felicidade até certo ponto, mas depois que suas necessidades básicas são atendidas, é apenas isso. Mas uma das maiores questões é: aonde alocar nosso dinheiro tendo em vista o nível de felicidade proporcionado, já que é (para a maioria de nós) um recurso limitado?

Há uma suposição muito lógica de que a maioria das pessoas faz quando gastam seu dinheiro: já que um objeto físico durará mais tempo, nos fará mais felizes por mais tempo do que uma experiência única como um show ou uma viagem. De acordo com pesquisas recentes, no entanto, essa suposição está bastante errada.

“Um dos inimigos da felicidade é a adaptação”, diz o dr. Thomas Gilovich, professor de psicologia da Universidade de Cornell que estuda a questão do dinheiro e da felicidade há mais de duas décadas. “Nós compramos coisas para nos fazer felizes e conseguimos. Mas só por um tempo bem curto. Coisas novas são empolgantes para nós no começo, mas depois nos acostumamos com elas”.

Então, em vez de comprar apenas o celular ou carro mais recente para se sentir feliz, Gilovich sugere que você o use principalmente em experiências como ir a exposições de arte, fazer atividades ao ar livre, aprender uma nova habilidade ou viajar.

As descobertas de Gilovich são a síntese de estudos psicológicos realizados por ele e por outros no paradoxo de Easterlin, que descobriu que o dinheiro compra felicidade, mas só até certo ponto. Como a adaptação afeta a felicidade, por exemplo, foi medida em um estudo que pediu às pessoas para relatarem sua felicidade com grandes compras materiais e experienciais. Inicialmente, a felicidade com ambos tipos de compras foi classificada da mesma forma. Mas com o tempo, a satisfação das pessoas com as coisas que compraram diminuiu, enquanto a satisfação delas com as experiências em que gastaram dinheiro aumentou.

É contra intuitivo que algo como um objeto físico que você pode manter por um longo tempo não o mantém tão feliz quanto uma experiência única. Ironicamente, o fato de uma coisa material estar sempre presente funciona contra ela mesma, facilitando sua adaptação. Ela se torna parte do cotidiano, do normal com o tempo. E, enquanto a felicidade proporcionada por compras materiais diminui com o tempo, as experiências tornam-se uma parte arraigada de nossa identidade.

“Nossas experiências são uma parte maior de nós mesmos do que nossos bens materiais”, diz Gilovich. “Você pode realmente gostar de suas coisas materiais. Você pode até pensar que parte de sua identidade está ligada a essas coisas, mas mesmo assim elas permanecem separadas de você. Em contraste, suas experiências realmente fazem parte de você. Nós somos a soma total de nossas experiências”.

Outra razão é que as experiências compartilhadas nos conectam mais a outras pessoas do que ao consumo compartilhado. É muito mais provável que você se sinta conectado a alguém com quem você passou as férias em Bogotá do que alguém que também tenha comprado uma TV 4K, não é mesmo?

*Por Luciana Calogeras

 

 

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*Fonte: misteriosdomundo

Você sabia? Essa é a razão pela qual temos medo do escuro

Crianças em geral têm muitos medos estranhos e específicos. As razões pelas quais alguém acabará desenvolvendo um medo durante a infância são diversas e complicadas – muitas coisas podem influenciar se uma criança se assusta com cães ou chora com o som do trovão, etc.

Todavia, há um medo que a maioria das pessoas experimenta em certo ponto da vida: o medo do escuro. E, ao contrário da maioria dos medos de infância, é algo de que muitas pessoas nunca deixam de ter.

Crianças são praticamente “programadas” para terem medo do escuro

Alguns medos são adquiridos com base em experiências de vida específicas; outros são mais universais e inatos. O medo da escuridão, que em formas extremas é conhecido como nictofobia ou aclaofobia, cai nessa última categoria. A razão: não é a escuridão em si que é assustadora. É o medo do que a escuridão mascara. O escuro nos deixa vulneráveis ​​e expostos, incapazes de detectar quaisquer ameaças que possam estar à espreita nas proximidades. Durante grande parte da história humana, a escuridão significava perigo e temê-la significava tomar precauções para permanecer seguro. Evolutivamente, isso foi uma grande vantagem.

Mas esse não é mais o caso – não há muito a temer quando passamos a noite em segurança em nossas camas – mas a escuridão, no entanto, manteve seu lugar em nossa psique como uma manifestação do aterrorizante desconhecido. O psicólogo Thomas Ollendick, diretor do Centro de Estudos Infantis da Virginia Tech University, disse à Live Science que esse medo na infância vem do medo do “inesperado”: ​​“Crianças acreditam em tudo que é possível imaginar”, disse ele. “Que no escuro, ladrões podem aparecer ou que elas podem ser sequestradas, ou alguém pode vir e levar seus brinquedos embora”. Nossos cérebros, em outras palavras, associaram a escuridão com o lado assustador das ilimitadas possibilidades.

É um medo preocupantemente comum entre os adultos também

À medida que envelhecem, as pessoas geralmente aprendem a desconsiderar esse vínculo na vida cotidiana. A escuridão pode elevar o fator assustador de uma nova situação, mas a maioria de nós acaba se tornando confortável o suficiente para apagar as luzes em suas próprias casas durante a noite. Mas nem todos: em uma pesquisa do Reino Unido em 2012, quase 40% dos entrevistados disseram que tinham medo de andar pela casa com as luzes apagadas. De fato, 10% disseram que nem sairiam da cama para usar o banheiro no meio da noite. E em um pequeno estudo, cerca de metade dos participantes que possuem problemas para dormir também admitiram ter medo do escuro, em comparação com apenas um quarto que consegue dormir bem, sugerindo que, em alguns casos, o medo pode ser potente o suficiente para causar insônia crônica.

Muito mais comum do que pensávamos ser

Mas a conexão com maus hábitos de sono também torna fácil confundir medo do escuro com outros medos ou uma forma de ansiedade mais geral. “Um indivíduo pode não conseguir adormecer quando está escuro e sua mente começa a vagar”, disse a autora do estudo, Colleen Carney, professora de psicologia da Ryerson University. “Eles pensam: ‘E se alguém invadisse minha casa?’ Ao invés de perceber que essas associações podem indicar um medo do escuro, eles pulam um passo e presumem que têm medo de ladrões”; Como outras fobias, Carney acrescentou, um intenso medo do escuro pode ser tratado através de terapia de exposição; a chave em primeiro lugar é reconhecê-lo.

O problema é que o gatilho é tão incrivelmente comum – e ao contrário do medo de cães, aranhas ou de pessoas se aproximando, é um medo quase impossível de conter: uma vez que as luzes se apagam, o medo se constrói e se espalha, se manifestando como um pavor ou fobia do que pode estar no quarto ou qualquer outra coisa que sua imaginação possa inventar.

*Por Luciana Calogeras

 

 

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*Fonte: misteriosdomundo

O mundo não é dos espertos, mas sim dos honestos

Se olharmos à nossa volta, teremos uma visão pouco otimista sobre a vida, uma vez que muita gente sem caráter vive em meio ao luxo e à riqueza. Duvidaremos, de início, da máxima que diz ser o tempo implacável na colheita do que cada um semeia, afinal, tem muita gente que semeia discórdia, porém, não parece colher tempestade alguma, muito pelo contrário.

Isso ocorre porque nossa sociedade supervaloriza as aparências, as conquistas materiais e tudo o que se pode consumir. Relacionamos automaticamente o poder de compra de uma pessoa ao seu grau de felicidade, ou seja, revolta-nos, por exemplo, políticos corruptos desfrutando de dinheiro público impunemente. E, mesmo no nosso convívio social, não entendemos algumas pessoas fúteis e mesquinhas vivendo em luxuoso conforto material.

Na verdade, porém, pouco ou nada sabemos sobre o que acontece na vida particular de cada um, tampouco sobre o quanto estão lutando contra a própria consciência, porque é quase impossível concebermos que alguém possa dormir tranquilamente, por exemplo, enquanto desvia dinheiro público da educação ou da saúde. Nem imaginamos como uma pessoa consegue tentar ferrar com a vida de alguém e seguir tranquilamente orando aos domingos.

Mesmo que pareçam se tratar de maldades impunes, tais pessoas não devem conseguir se olhar no espelho sem um mínimo de vergonha, não podem se sentir bem o tempo todo, sem que a culpa lhes assombre os pensamento, mesmo que por alguns instantes, a não ser que sejam psicopatas. A punição, às vezes, implica ter que seguir com o peso do que se destruiu, vivendo uma tempestade íntima e interminável. Ninguém vê ou percebe, mas a pessoa há de sofrer dentro de si.

Ainda que se diga o contrário, o mundo não é dos espertos coisa nenhuma, a não ser apenas o que se relaciona àquilo que se compra, mas ninguém leva consigo, dentro do coração. Como diz Chico Xavier, o mundo é dos honestos, que engrandecem o mundo, tocando a vida das pessoas no que elas possuem de melhor. E é essa grandeza que fica, é essa grandeza que se leva, porque ilumina, cura, multiplica-se e salva. E se eterniza. E ponto.

*Por Marcel Camargo

 

 

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*Fonte: psicologiasdobrasil

Elimine de sua vida o hábito de reclamar. É a gratidão que vai transformar a sua vida!

A gratidão é uma das mais poderosas ferramentas para elevar a vibração que você pode praticar.
Viver lamentando da vida e reclamando das pessoas e situações a sua volta não vai ajudar em nada.

 

Quem vive lamentando está gerando uma energia contrária ao sucesso e à felicidade.

Ser grato pode ser uma ferramenta poderosa para transformar a sua vida.
Somos um corpo energético, cada molécula do corpo humano na verdade é uma vibração de energia. O átomo quando muda o seu estado, está absorvendo e emitindo frequências eletromagnéticas. Hoje já se sabe que diferentes estados de emoção, percepção e sentimentos resultam em diferentes frequências eletromagnéticas.

Reclamar da vida e dos outros, causa insatisfação geral e cria um campo magnético na mesma frequência, atraindo pessoas e situações que trazem mais insatisfação e desconforto. Assim trabalha o universo, pois traz em retorno aquilo que emitimos.

Elimine de sua vida o hábito de olhar o lado ruim das pessoas e das situações. É possível que, hoje, você veja seus obstáculos e tenha se tornado um especialista em reclamar e não em agradecer. Por isso, não consegue deixar de falar da crise financeira, das pessoas que o machucam e das frustrações da vida.

Ser grato auxilia a reduzir o estresse, a ansiedade e a depressão. Ameniza as situações adversas, deixando-as mais leves, além de provocar o sentimento de valor ao que se tem, e menos frustração pelo que não tem.

Quando nos concentramos no que nos falta, nós criamos bloqueios e limitações. Ficamos aprisionados pela vibração da nossa energia negativa. Como resultado, nós atraímos o que pensamos, o que neste caso é a negatividade.

Comece a observar as pequenas coisas a sua volta, muitas delas são fundamentais para sua sobrevivência. O ar que você respira, a água, o sol, a chuva, o dia, a noite, etc. Você já agradeceu por isso hoje? Não fique esperando acontecimentos espetaculares para sentir gratidão, seja grato pelas pequenas coisas do seu dia a dia.

A gratidão torna a vida mais alegre, agradável e gloriosa. E ela precisa ser cultivada e expressa, mesmo em situações aparentemente desfavoráveis.
Mesmo que a nossa volta pareçam existir milhares de motivos para reclamações, devemos olhar por outro foco e assim encontrar motivos para ser gratos.

A gratidão é uma das mais poderosas ferramentas para elevar a vibração que você pode praticar. Um exercício fundamental para o seu crescimento é ser grato por pessoas e situações em sua vida que o tiram do sério e o irritam. Descubra por que irritam tanto. Considere a possibilidade de que eles podem estar agindo como um espelho para mostrar aspectos de si mesmo que precisa mudar.

O que nós precisamos saber é que todos temos potencial, inteligência, energia e capacidade para sermos felizes. Mas precisamos dar os comandos corretos para nossa mente, para que ela possa acionar nossos talentos mais apropriados em cada situação, tornando-nos o mais eficientes, mais plenos, mais inteiros em cada um dos projetos a que nos propusermos realizar.

Um dos principais ingredientes da felicidade é sermos grato por tudo aquilo que temos e pelas pessoas que enriquecem as nossas vidas.
SOU GRATO!

 

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*Fonte: osegredo

Não há nada mais perigoso do que uma pessoa cruel, convencida de que é uma boa pessoa

O autoconhecimento é uma das coisas mais importantes a que devemos aspirar como seres em desenvolvimento, é o que nos permite saber quais são os nossos pontos fortes e quais são as nossas oportunidades de melhoria, permite-nos adquirir as ferramentas necessárias para interagir adequado ao nosso ambiente e nos dá a oportunidade de trabalhar por uma melhor versão de nós mesmos no curso de nossas vidas.

Muitas vezes acontece que as virtudes ou defeitos são evidentes para o mundo inteiro, menos para aqueles que os carregam. Quando falamos das virtudes, a ignorância não gera nenhum tipo de dano colateral, você só sentirá o benefício da boa ação e, ao longo de sua vida, coletará o fruto daquilo que é semeado através dessas virtudes.

No entanto, quando uma pessoa é especificamente cruel, mas ignora que seja, não se assume como tal ou simplesmente se sente uma boa pessoa em equilíbrio, pode gerar muitos problemas para os que a rodeiam, pois agirá com o seu lado ruim, sem medir as conseqüências e justificando ações, sob o pretexto de benefício e bondade para com os outros.

Pessoas cruéis geralmente manifestam esse modo de ser em relação a pessoas que percebem mais fracas ou desamparadas, geralmente a crueldade é acompanhada por um sentimento de superioridade, mais ou melhor do que as pessoas à sua volta, uma necessidade imperiosa de impor sua vontade.

Aqueles que possuem estas características podem achar que estão fazendo um favor àqueles que cruzam seu caminho, mas podem desmoralizar a vida de muitos, são especialistas em desmotivar, extinguir sonhos, ferir e encher corações de desespero
Crueldade, como qualquer outro vício, não requer nenhum motivo para ser praticado.

As vítimas que são mais afetadas por esse tipo de pessoa, paradoxalmente, são aquelas com quem têm um vínculo emocional mais forte, seja de pais para filhos, como um casal ou de qualquer tipo que exija um relacionamento próximo, embora suas doses de crueldade possam ser deixadas a seu critério e com a plena convicção de que estão fazendo o bem em todos os lugares.

Esses tipos de pessoas podem até ver e, pior ainda, sentir suas vítimas como vitimizadoras, tendo uma capacidade extrema de se livrar da responsabilidade e culpar os outros. É importante, como em qualquer tipo de maus-tratos, preservar a integridade da vítima, tentando marcar a distância e colocando em evidência aqueles que maltratam seu comportamento dessa maneira, a fim de colaborar com o que é para ela em seu campo cego.

 

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*Fonte: pensarcontemporaneo

Preguiça de levantar da cama é sinal de inteligência, diz estudo

Quando o celular desperta você levanta da cama no mesmo momento ou você é do time de adia a hora de levantar por mais cinco, dez, ou até quinze minutos?

Se a segunda opção representa você, fique sabendo que, ao invés de se sentir preguiçoso, você pode se considerar uma pessoa mais inteligente que os demais. Dá para acreditar nisso?

De acordo com um estudo inglês, desenvolvido pelos psicólogos Satoshi Kanazawa e Kaja Perina, quem tem preguiça de levantar da cama pode ser considerada uma pessoa mais inteligente, criativa e feliz.

Isso porque reconhecer a necessidade de dormir mais e, assim apertar o botão de soneca, demonstra sua capacidade de resolução de problemas e sua independência.

Preguiça de levantar da cama x prosperidade

Conforme os estudiosos, aqueles que sentem preguiça de levantar da cama também costumam ser mais bem sucedidos. Durante o estudo, eles analisaram a situação econômica e o padrão de sono de 1.229 pessoas e registraram que aqueles que dormiam depois das 23h e acordavam após as 8h ganhavam mais dinheiro e tinham um estilo de vida mais feliz.

Pode confessar, nesse momento você está lembrando de tudo o que sua mãe já disse a você sobre “Deus ajuda a quem cedo madruga” e coisas do tipo. É ou não é?

Durma com moderação

Mas, como alertam os cientistas, existe um limite para essa indisposição. Enquanto ter preguiça de levantar da cama é sinal de evolução, dormir demais não é nada bom. O estudo revelou ainda que pessoas que dormem mais de 12 horas por noite tendem a morrer mais cedo.

 

 

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*Fonte: fasdapsicanalise

Este exercício pode acabar com a sua insônia em 1 minuto

Para a maioria das pessoas, dormir é uma dádiva, uma alegria, um alívio. Para outras, no entanto, deitar a cabeça no travesseiro é o começo de uma longa luta para pegar no sono. Quem não tem problemas de insônia geralmente acredita que quem não consegue dormir não se cansa ou não sente sono, mas não é bem assim. A verdade é que dormir, ao contrário do que se possa imaginar, não é uma tarefa tão fácil.

O Mother Nature Network abordou essa questão e nos deixou com uma pergunta interessante: será que existe uma cura para a insônia? Até existem alguns truques para quando o sono resolve ir embora, assim como há uma série de alimentos que devemos evitar consumir antes de ir para cama e dicas sobre o que vestir para dormir bem – spoiler: nada!

O fato é que dormir pouco é um péssimo negócio para a nossa saúde, e isso é visível no dia seguinte a uma noite mal dormida: cansaço, irritação, falta de energia, dificuldades de concentração e por aí vai. Já é comprovado, inclusive, que genes importantes são “desligados” em pessoas que dormem pouco – bizarro, né? E há quem diga que a culpa da insônia é da Lua. E aí você se pergunta: tá, mas tem como resolver o problema? Talvez sim.

A “cura”

Como insônia é um problema extremamente comum, muitos são os esforços dos pesquisadores para um dia, quem sabe, chegarmos a alguma espécie de cura. O Dr. Andrew Weil, que estuda insônia há muito tempo em Harvard, acredita que o que pode fazer a diferença nesse sentido são alguns exercícios de respiração.

Ele sabe que a respiração é ingrediente fundamental em atividades de meditação e yoga, que são duas conhecidas por seu poder de relaxamento corporal e mental. A verdade é que respirar profundamente melhora a oxigenação do nosso corpo, o que é ótimo para diminuir os níveis de estresse e, assim, cair no sono.

O Dr. Jose Colon, que também é expert em insônia, explica que quando enchemos os pulmões de ar, nosso coração bate mais rápido; e quando esvaziamos os pulmões, o ritmo cardíaco desacelera. Ao que tudo indica, explorar esses fatores pode garantir uma noite de algumas horas bem dormidas.

A receita

O exercício de respiração que você vai conhecer agora é chamado também de 4-7-8 ou, ainda, Respiração Relaxante. A promessa é ambiciosa: depois de realizar a série a seguir, é possível que você pegue no sono em mais ou menos um minuto. Preste atenção e boa sorte:

. Deixe a ponta da língua encostada à parte da gengiva que fica logo acima dos seus dentes da frente (no caso, do lado de trás dos dentes, em direção ao céu da boca) e a mantenha lá enquanto realiza o exercício;
. Esvazie seus pulmões completamente, exalando o ar pela boca até sentir que não há mais nada;
. Feche a boca e respire pelo nariz enquanto conta até quatro;
. Segure a respiração e conte até sete;
. Exale o ar completamente pela boca enquanto conta até oito;
. Repita esse ciclo mais três vezes e bons sonhos.

A etapa mais importante do processo é a de segurar a respiração por sete segundos – é esse o tempo necessário para que seu corpo receba mais oxigênio e comece a ficar relaxado o suficiente para deixar você prestes a cair no sono.

De acordo com Dr. Murray Grossman, quando o tempo de expiração é mais longo do que o de inspiração, que é o que acontece no exercício, nosso cérebro recebe a mensagem de que não há ameaças ou fatores estressantes por perto e, adivinha: isso faz nosso corpo querer dormir.

O exercício é bom também por outros motivos além da oxigenação – quando nos mantemos focados e começamos a contar, nossa mente também fica relaxada: nesse momento, só pensamos nos números, e não no aluguel que vai vencer ou na bronca que levamos do chefe.

Grossman recomenda que pessoas hipertensas também realizem esse exercício de respiração, já que o relaxamento corporal também diminui a pressão arterial. Para pessoas muito estressadas, o médico recomenda que o exercício seja feito até 10 vezes por dia – segundo ele, isso vai reduzir a quantidade de hormônios do estresse.

Os médicos que estudam essa técnica de respiração preferem não dizer que ela é uma cura para a insônia, justamente porque talvez ela não funcione para todas as pessoas. Ainda assim, os resultados são bastante positivos, e você pode testar em casa sem grandes dificuldades.

Alguns casos de insônia merecem tratamentos mais rigorosos, pois podem ser apenas um sintoma de algum tipo de distúrbio do sono – por isso, quando nada parece fazer efeito, o ideal é procurar ajuda médica. Se por acaso você resolver testar a regra do 4-7-8-, depois nos conte se deu certo.

*Por Daiana Geremias

 

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*Fonte: megacurioso

Bons amigos são a cura para nossa alma

Com certeza você já ouviu o jargão “Quem tem um amigo tem um tesouro”, e essa é uma afirmação 100% verdadeira. É certo que à medida em que avançamos em nossa vida, há pessoas que vão e pessoas que vêm, mas os bons amigos estarão perto de você sem se importar com as circunstâncias da vida, e de um modo ou de outro sempre estarão ao seu lado.

No entanto, mesmo que você tenha bons amigos, isso não significa que novas pessoas não possam entrar na sua vida, muito pelo contrário. Se você deixar pessoas entrarem em sua vida, a qualquer momento poderá se beneficiar de tudo que as amizades proporcionam. Até mesmo amizades rápidas (quando está viajando, por exemplo) podem acrescentar muito e ajudar a crescer internamente.

Se não regarmos as amizades, elas morrem

A realidade das amizades é que perdemos amigos com o passar dos anos porque nos limitamos a seguir nossas vidas sem cultivar as amizades. Mas os amigos de verdade sempre estarão ao seu lado de qualquer modo, e você também terá a oportunidade de fazer novas amizades se estiver aberto a isso.

Em algumas ocasiões, podemos perder os amigos mais próximos porque eles, ou nós mesmos, mudamos de trabalho, mudamos de cidade, porque estamos muito ocupados para oferecer a eles nosso tempo ou simplesmente porque manter contato parece muito complicado em alguns casos.

“As boas fontes se mostram nas grandes secas; os bons amigos, nas épocas difíceis.”
-Provérbio chinês-

A amizade é como uma planta, precisa ser regada e receber amor todos os dias

A amizade é como o amor: pode ser comparada com uma planta que tem suas necessidades; se não é regada todos os dias, por exemplo, não cresce e floresce, seca pouco a pouco, murcha e acaba morrendo. As amizades devem ser cuidadas como as plantas, devem ser regadas todos os dias para que floresçam bonitas e cresçam com raízes fortes.

Embora a interação social ao vivo ainda seja a mais efetiva, a realidade é que com as novas formas de comunicação não há desculpa para não estar em contato com as pessoas que mais gostamos. Além disso, é necessário construir relações e vínculos saudáveis como uma forma de seguir crescendo tanto pessoal quanto socialmente, porque os bons amigos oferecem benefícios que duram para sempre.

“A única maneira de possuir um amigo é ser um.”
-Ralph W. Emerson-

Amigos fazem com que a vida dure mais

Ter amigos que trazem felicidade ao dia a dia podem fazer com que sua vida dure mais. Suas amizades farão você se sentir querido, ver que você é importante em seu mundo, em uma pequena sociedade, e além disso terá alguém que se preocupa com você, com seu bem-estar físico e emocional.

Um verdadeiro amigo falará as coisas que realmente pensa, falará quando algo não parecer bem pensando no seu bem-estar e na sua felicidade, será seu conselheiro. Além disso, bons amigos poderão ajudar você a se sentir mais saudável, a ter uma vida melhor e se sentir de uma forma diferente ao compartilhar amor com os outros.

Os amigos são bons para o coração e para a mente

Seus amigos poderão fazer com que você se sinta muito mais feliz no dia a dia, até mesmo nos dias em que não tem vontade de nada. Nos dias cinza, seus amigos serão como raios de luz. Eles serão um ponto de apoio muito importante nos momentos difíceis, como quando estamos muito estressados ou desanimados.

“Cada um mostra como é pelos amigos que tem.”
-Baltasar Gracian-

Os amigos felizes e otimistas são os melhores

Se você se rodear de amigos felizes e otimistas, estará aumentando sua felicidade quase sem se dar conta. Pelo contrário, se decidir ter amigos tóxicos ou infelizes, seguramente será menos feliz do que merece e sofrerá problemas com alguns deles. Por isso é tão importante ter relações saudáveis com todas as amizades.

Os bons amigos lhe trarão segurança emocional e poderão melhorar seu senso de pertencimento e propósito. Como um bando de aves que voam juntas, você se sentirá em uma família de amigos, voando por si mesmo mas rodeado por pessoas que lhe acompanharão na longa viagem da vida com as mesmas idéias de visões de mundo.

“A amizade perfeita é a de boas pessoas e daqueles que se assemelham pelas mesmas virtudes. Pessoas que se desejam mutuamente o bem no mesmo sentido.”
-Aristóteles-

Trate seus amigos como gostaria de ser tratado

A forma mais fácil de ser um bom amigo é tratar os outros como gostaria de ser tratado. Seria excelente tratar suas amizades como você trataria a si mesmo, e lembre-se sempre de algo importante: nunca é tarde para agir dessa forma. Os verdadeiros amigos saberão o quanto você vale e como você é importante.

 

 

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*Fonte: resilienciamag

Às vezes, temos que nos fingir de bobos para ver até onde chega a falsidade alheia…

Muitas vezes, teremos que nos fingir de bobos mesmo, como se nada percebêssemos, como se não soubéssemos das más intenções da falsidade que se aproxima. Iniciar embates com quem mente o tempo todo é inútil.

Certas pessoas subestimam a nossa inteligência, agindo como se não fôssemos capazes de perceber o quanto estão sendo maldosas, o quanto são fingidas, o quanto não são nossas amigas de fato. Teremos que conviver com quem não gostaríamos, em algumas situações que nos forçarão a isso, porém, caberá a nós não sermos sugados para dentro de suas tempestades.

Em todos os setores da vida, existirão indivíduos que não gostam de ninguém, tampouco de si mesmos, que vivem insatisfeitos com tudo, de olho nas vidas alheias, para envenenar tudo o que tocarem com sua maledicência, com a maldade que domina seus corações. Eles são infelizes e pretendem disseminar sua infelicidade, pois não suportam ver ninguém alegre – a luz lhes ofusca os olhos.

Infelizmente, a vida real é recheada de vilões, tais como aqueles das novelas, filmes e livros, e nos depararemos com eles, uma hora ou outra. Teremos que nos manter equilibrados e fortes, pois a miséria emocional costuma contagiar ambientes e pessoas, ou seja, quanto mais seguros estivermos quanto a tudo o que nos faz felizes e ao que somos de fato, nada nos distanciará de nossa essência.

Muitas vezes, teremos que nos fingir de bobos mesmo, como se nada percebêssemos, como se não soubéssemos das más intenções da falsidade que se aproxima. Precisaremos ouvir as fofocas, assistir às dissimulações, fingindo acreditarmos nas fantasias maldosas do colega. Iniciar embates com quem mente o tempo todo é inútil, pois ele está acostumado a sustentar inverdades e não largará mão disso. Provavelmente, nós é que esgotaremos nossas forças inutilmente.

O melhor que temos a fazer, nesses casos, é manter o nosso equilíbrio, exercitando a calma e a paciência, observando, como meros espectadores, ao desenrolar dos fatos. Mais cedo ou mais tarde, sem dúvidas, tudo se esclarece, pois, a verdade vem à tona, sempre, ninguém foge às consequências do que se faz, do que se é. E então a pessoa sucumbirá ao peso de toda maldade que plantou em seus jardins.

Às vezes, até seremos nós que desmascaremos quem finge e dissimula, sim, pois poderemos estar sendo alvo direto dessa maldade. Mesmo assim, a paciência é que determinará o momento certo de agir. O exercício da tolerância, da calma e da paciência, como se vê, será essencial para que sobrevivamos com saúde a tudo de desagradável que encontraremos pela frente.

Assim é que poderemos sempre, ao final do dia, voltar e nos fortalecer junto a quem nos ama de verdade, sem fingimento. É isso que faz a vida valer a pena.

*Por Marcel Camargo

 

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*Fonte:

Geralmente, quem não consegue nos manipular tenta manipular os outros contra nós

Manipuladores são perigosos, pois são mestres na arte de seduzir, com lábia e encenação teatral, para tão somente atingir aos próprios interesses. Não enxergam mais ninguém, além de si mesmos, ou seja, as vítimas sempre se machucarão, sem qualquer rastro de dúvida.

Existem vários tipos de manipulação que podem ser feitas, seja por chantagem emocional, por discursos encantadores, seja por ostentação material. Não importam quais meios se utilizem, o objetivo final sempre será alcançar o que se quer, não se levando em conta quantas vidas possam se machucar nesse percurso. Manipuladores são egoístas natos, portanto, não estão nem aí para o que fica de fora do próprio umbigo.

E, uma vez que não se cansam, enquanto não atingem o que pretendem, os manipuladores lançam mão de quaisquer oportunidades que tiverem para satisfazerem o seu ego. Por isso é que, caso um manipulador não consiga sucesso junto ao alvo principal, ele não se furtará a enredar em sua trama doentia as pessoas que fazem parte do convívio daquele que não caiu em sua lábia.

Muitas vezes, o manipulador tentará denegrir a imagem da pessoa perante seus amigos e familiares, para que se compadeçam dele, para que tenham dó, como se ele fosse o coitado, uma vítima, um injustiçado, incompreendido. E, por incrível que pareça, conseguirá convencer a muitos, uma vez que costumam ser ótimos atores, a ponto de manterem a calma enquanto a verdadeira vítima perde as estribeiras. Quem está mais nervoso transmite menos segurança, assim, a calma do manipulador enganará muita gente.

Não poderemos acertar sempre, nem conhecer as pessoas ao nosso lado com propriedade, ou seja, vez ou outra, estaremos perto de quem se mostrará o oposto do que era de início, machucando-nos demais. Evitar gente falsa nunca será possível, portanto, cabe-nos ser o mais transparente e ético que pudermos, para que nossas verdades sejam sempre mais fortes do que qualquer mentira que tentarem lançar contra nós. A verdade sempre será nosso escudo mais eficaz contra os manipuladores de plantão.

*Por Prof. Marcel Camargo

 

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*Fonte: resilienciamag