A síndrome de Burnout

A síndrome de Burnout é a sensação de esgotamento total, de que toda a energia já foi queimada e o corpo e a mente chegaram à exaustão. É uma condição psiquiátrica com sintomas físicos e emocionais causada pelo estresse interpessoal crônico, ou seja, estresse contínuo em todas as atividades que envolvem o contato pessoal, principalmente o trabalho.

Um único evento não leva a Burnout. Outro mito é dizer que a síndrome é o ápice do estresse, mas a pessoa pode chegar a esse estágio e desenvolver outras doenças, como a Síndrome do Pânico. Por isso, a síndrome de Burnout não é só estresse ou cansaço, são alguns fatores que levam a esse quadro.

Os fatores para se chegar a esse problema são divididos em duas categorias:

– Fatores Organizacionais: jornada de trabalho (a noturna costuma dar mais consequências); ambientes estressantes ou insalubres; pouca autonomia; desorganização

– Fatores Pessoais: ansiedade; pessoas idealistas, empolgadas (quanto mais envolvidas no trabalho, mais dedicação, maior a decepção também).
Os sintomas são vários, físicos e emocionais, e são divididos em três esferas:

– Exaustão Emocional: fadiga intensa, falta de forças para enfrentar o dia de trabalho e sensação de ser exigido além dos limites emocionais.
– Despersonalização: distanciamento emocional e indiferença.

– Diminuição da realização pessoal: falta de perspectiva para o futuro, frustração, sentimento de incompetência e fracasso.

Outros sintomas podem aparecer com frequência: dor de cabeça, gastrite, tontura, falta de ar, insônia, palpitações, irritabilidade, dificuldade de concentração e desânimo. Quando a capacidade do corpo é muito forçada, em algum momento ele não aguenta mais. Por isso, a pausa é importante. Atividade física precisa de descanso para os músculos. O trabalho também precisa, mas para a mente.

Dicas
O ideal é saber o que incomoda e tratar a origem do problema, identificar os agentes estressores, mapear as situações e fazer pequenos ajustes (que fazem grandes diferenças):

– Converse com o chefe e colegas;
– Aponte os problemas antes que eles fiquem insuportáveis;
– Procure por tratamento médico e psicológico;
– Dê um tempo do trabalho (ou uma licença ou férias). Quando voltar, volte com calma ou em outra função.

Reação no corpo
Para o corpo, tanto faz se é Burnout ou estresse, ele reage da mesma forma. O organismo está preparado para lidar com o estresse, que é importante porque os “estressados” sobreviveram à seleção natural. Conseguiram fugir do leão porque o estresse deu o gatilho para a fuga.

O problema é o estresse contínuo, em que o sistema de defesa é acionado sempre e desgasta o organismo. Quando estamos em uma situação de estresse, o sistema adrenérgico é acionado. O coração dispara, os vasos sanguíneos se fecham e aumenta a pressão arterial. O coração bate mais rápido para chegar mais sangue aos músculos e aumentar a força para a fuga. Não importa se é uma situação que precisa de fuga ou não, o organismo sempre reage assim quando colocado sob estresse.

O estresse contínuo e intenso pode causar aumento da pressão e problemas cardíacos. A Síndrome de Takotsubo (coração dilata e fica mais fraco) pode ocorrer em uma situação de estresse intenso e agudo. Se a pessoa tiver a coronária entupida, também pode enfartar.

O que ajuda?
Além de reconhecer o agente estressante e resolver esse problema, o exercício físico é um ótimo aliado, porque diminui o nível de estresse. A atividade física regula a frequência cardíaca, deixando-a mais baixa, então quando se tem um evento estressante ela aumenta menos. Por exemplo: uma pessoa que faz atividade tem a frequência em 60, na situação de estresse ela dobra para 120. Quem é sedentário já tem a frequência normal em 90 e no evento de estresse sobe muito mais rápido para 160 batimentos por minuto.

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*Fonte: fasdapsicanalise

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Tomar café com um amigo: uma das melhores terapias do mundo!

Não há quem possa manter um mínimo de equilíbrio sem ter ao menos uma pessoa com quem dividir momentos de descontração e divertimentos, como um cafezinho ou uma cervejinha, para espairecer e se esquecer, por breves momentos que sejam, do montante de dissabores que fazem parte da vida.

É cada vez mais difícil alguém conseguir ter algum tempinho de sobra ao longo do dia. Tudo é tão corrido, tão urgente, que as pessoas não mais têm tempo para desfrutar de um passatempo, de uma amizade, para não fazer absolutamente nada, apenas descansar. Trabalha-se mais, acumula-se serviço, enquanto os relacionamentos humanos se esvaziam cada vez mais.

Ninguém aguenta, por muito tempo, passar as horas tão somente num pique atarefado e comprometido com responsabilidades que não trazem algum sossego. Por mais que se goste de trabalhar, o corpo e a mente precisam de descanso, de um intervalo em que se consiga tirar um pouco de peso dos ombros. E nada melhor do que um amigo verdadeiro para ajudar essa vida a se tornar menos densa e pesada.

Não há quem possa manter um mínimo de equilíbrio sem ter ao menos uma pessoa com quem dividir momentos de descontração e divertimentos, mesmo que simples, como um cafezinho ou uma cervejinha, para espairecer e se esquecer, por breves momentos que sejam, do montante de dissabores que fazem parte da vida. Rir com verdade, conversar sobre amenidades, lembrar-se de momentos especiais, tudo isso alivia a carga massacrante que o cotidiano nos obriga a enfrentar.

Amigos não devem servir somente para consolar e ouvir nossas agruras, mas também podem ser ótimas companhias para as ocasiões em que dividimos amenidades frugais, sem nada de sério pairando sobre a conversa, apenas sorvendo aquele ócio que recarrega nossas baterias e nossas energias. Amigos nos ajudam nos momentos de escuridão, mas também nos alegram quando precisamos apenas estar com alguém para dividir café e risadas.

Não podemos deixar de lado a necessidade de desfrutar momentos de lazer, junto a pessoas boas e verdadeiras, para que não sucumbamos diante dos inúmeros problemas que lotam nossa vida de entraves. Nosso emocional precisa de refresco e serão as pessoas que nos amam sem ressalvas os calmantes especiais que tornarão nossos passos mais seguros. Nada como um café com a pessoa certa.

*Por: Marcel Camargo

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*Fonte: revistapazes

Umberto Eco alerta: “Nem todas as verdades são para todos os ouvidos.”

Uma das maiores dificuldades comunicativas diz respeito à capacidade de expor pontos de vista sem exagerar no tom impositivo ou mesmo agressivo com que se defendem argumentos, mesmo os mais incoerentes. Cada vez mais intolerantes, as pessoas parecem precisar revestir seus discursos de agressividade, para que pareçam convincentes.

Com o advento da Internet, todos possuímos espaços virtuais onde podemos nos expressar, expondo nossos pontos de vista sobre assuntos vários. Ilusoriamente protegidos pela distância que a tela fria traz, muitas vezes excedemos no radicalismo com que pontuamos nossos comentários, sem levar em conta a maneira como aquelas palavras atingirão o outro.

A frieza do cotidiano e a concorrência de mercado acabam por contaminar nocivamente os relacionamentos humanos, que se tornam cada vez menos afetivos, tão robóticos quanto as máquinas de café que nos entopem os sentidos. Importamo-nos quase nada com os sentimentos alheios, com a historia de vida alheia, com a necessidade de entender as razões que não são nossas, pois queremos a todo custo extravasar tudo isso que se acumula dentro de nós em meio à velocidade estressante de nossas vidas.

Nesse contexto, quando expomos aquilo que pensamos sobre determinado assunto, principalmente relacionados à política e/ou à religião, acabamos sendo vítimas de contra-ataques violentos que não rebatem o que expusemos, mas tão somente tentam neutralizar nossa verdade com destemperos emocionais isentos de criticidade. Aceitável seria, entretanto, uma contra-argumentação pautada por reflexões plausíveis, o que não ocorre, em grande parte dos casos.

O fato é que poucos estão dispostos a se abrir ao que o outro tem a oferecer, a dizer, a mostrar, a trazer de diferente para suas vidas, porque é trabalhoso refletir sobre idéias já postas e cristalizadas dentro de nós, ao passo que manter intacto aquilo que carregamos há tempos é cômodo e tranquilo. E quem não quer não muda, não recebe o novo, somente dá em troca o pouco que tem e, pior, muitas vezes de forma deselegante e depreciativa.

Portanto, é necessário que aprendamos a nos expressar e a debater nossas ideias com quem realmente estiver pronto para trocar conhecimentos, com quem possui uma postura receptiva para com o novo e que não se importa com a quebra de certezas. Não percamos nosso precioso tempo com quem só ouve o que quer e da forma que lhe convém, diminuindo-nos por conta da diversidade de opiniões. Esses definitivamente não merecem nem mesmo nossa presença.

*Por: Manoel Camargo

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*Fonte:

Estudo revela porque as mulheres inteligentes não conseguem se relacionar

A inteligência de uma mulher atrai os homens? Provavelmente uma grande parte dos homens diria que sim, claro. Entretanto, se perguntássemos às mulheres, muitas responderiam justamente o contrário. E curiosamente os dois teriam razão, segundo um artigo publicado em 2015 na revista Personality and Social Psychology Bulletin.

Lora Park, psicóloga social da Universidade de Buffalo (Estado de Nova York), e seus colegas Ariana Young e Paul Eastwick realizaram diversas pesquisas para comprovar o que acontece com os homens quando estão com uma mulher que parece ser mais inteligente que eles. Num primeiro experimento, pediram que avaliassem uma garota hipoteticamente mais preparada e habilidosa em matemática e em inglês.

Todos eles qualificaram a moça como um par romântico desejável em longo prazo. Até aqui tudo bem, essa era a teoria. Mas e na prática? Para responder, os pesquisadores criaram diversas situações em que as pessoas competiam entre elas. Quando uma garota demonstrava ser mais inteligente que os rapazes, “num passe de mágica” ela deixava de ser tão atrativa aos olhos deles.

E, inclusive, os garotos chegavam a reconhecer que se sentiam inseguros na frente dela. A conclusão do estudo acima, portanto, poderia ser resumida em uma ideia: teoricamente a inteligência da mulher atrai os homens, mas na prática e em distâncias curtas lhes causa insegurança (obviamente, sempre há exceções).

Pesquisas acadêmicas à parte, é provável que você conheça mulheres que considerem que a inteligência foi uma barreira na hora de encontrar parceiro e manter uma relação bem sucedida.

Também é possível que você conheça homens que apoiam as carreiras profissionais das suas parceiras e se sintam muito orgulhosos da sua inteligência. De acordo, qualquer generalização é incorreta. Mas, dito tudo isto, ainda hoje persiste uma parcela de homens que ficam inseguros ou que sentem sua masculinidade questionada quando estão diante de uma mulher brilhante.

Talvez esse resultado dependa da autoestima e da maturidade de cada um, mas vale a pena levá-lo conta para saber como agir e administrar as solidões e as possíveis frustrações.

Necessitamo-nos mutuamente. Tanto é que uma das chaves para o sucesso profissional de uma mulher (e de um homem) é ter um bom cônjuge, segundo Sheryl Sandberg, diretora financeira do Facebook.

De fato, das 28 mulheres que já foram diretoras-gerais de alguma empresa da lista Fortune 500, 26 são casadas, uma divorciada, e uma é solteira. Mas as mudanças da sociedade são tão profundas que também estão afetando as dinâmicas entre o homem e a mulher, o que nos obriga a administrar novos medos, disfarçados de outro modo. E para poder combatê-los bem é necessário melhorar o autoconhecimento a fim de ganhar confiança e segurança em si mesmo(a), e não pelo que o outro faça ou diga.

Também é importante educar em inteligência emocional desde a infância, de forma que tanto os homens como as mulheres possam se preparar para os novos papéis sociais que irão viver. E, obviamente, precisamos abrir novos diálogos dentro dos casais para encontrar os pontos de conexão e de colaboração, e não os de competição. Só assim aprenderemos a superar as dificuldades que todos e todas nós enfrentamos.

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*Fonte: portalraizes / ElPais

Reféns de nossas neuroses, nos entregamos a problemas quase sempre inventados

Adoro quando, do nada e sem nada esperar, levo uma bofetada na cara dada por alguém supostamente morto. Acontece sempre da mesma forma: estou desprotegida e inocente, quando surge um conjunto de letras que saltam das páginas e aplicam golpes milenares de artes marciais. Caio morta. Uma sacanagem, devo dizer. Essa é a definição de clássico, afinal: uma obra cujos tentáculos se estendem indefinidamente pelo espaço-tempo, sem perder sua mensagem original.

Gibran Khalil perfurou décadas do calendário e cravou sua adaga ao ser questionando sobre liberdade. Diz Al-Mustafa, O Profeta: “se é uma preocupação que quereis rejeitar, essa preocupação foi escolhida por vós mais do que a vós imposta”. Leio de novo. Ai! E continua: “E se é um déspota que quereis destronar, verificai primeiro se seu trono erigido dentro de vós está destruído. Pois, como pode um tirano dominar os livres e os altivos se não houver tirania na sua própria liberdade e vergonha na sua própria altivez?”

A pontada de culpa bate como um mamute por todos os déspotas a quem dei meus mais caros tronos. Quantas pontadas não nos agulham o peito por ofensas sabidamente falsas, mas que teimam a queimar os canais lacrimais? Quantas vezes não cede o homem, mirrado e fracote que é, espaço de sua vida para bandalheiros de meia tigela? Quantas vezes não se lhe entrega a sofrer por hipóteses? A sentir-se só por abandonar-se de si mesmo? A não se perdoar por erros banais ou preferir sofrer a agir para a correção de erros imensos?

Por outro lado, muitas são também as necessidades desnecessárias que de repente surgem como bombas-relógio: enriquecer, emagrecer, alcançar poder, agradar os outros, atingir a perfeição em algo… Há tanta neurose que criminosamente permitimos que se instale!

É fácil demais ceder o trono da alma a sanguessugas que, na maioria das vezes, poderiam simplesmente ser encarados como parte do caminho. Por mais simplista que seja o pensamento binário, por vezes poderia ser útil se a vida fosse uma sequência de constatações do tipo: “Estou ferrado. Posso fazer algo sobre isso?” Se sim, faço. Se não, não faço e me resigno a caminhar, sem permitir que a preocupação se instale como um câncer em metástase pungente. Não vai adiantar nada mesmo.

Somos os culpados de nossas preocupações. Somos os culpados de nossos capatazes. Somos os culpados de nossas culpas. Somos escravos de nós. Ah… os nós cegos que falsamente cuidamos para evitar, mas que os dedos já treinaram a fazer na oscilante linha da vida. Nós de marinheiro. Nós, que adoramos nós. Nós, escravos de nós inventados.

Se fôssemos livres de verdade, a liberdade não seria assunto tão recorrente em livros, e poesias, e crônicas, e discursos. Ninguém comenta o tempo inteiro aquilo que é inconteste, do contrário sairíamos por aí constatando maluquices como “tenho mãos, veja que interessante! Tenho mãos! Tenho um nome, sabia? Juro, tenho um nome!” A necessidade sintomática de se autodeclarar livre naturalmente decorre do fato de que sê-lo é coisa rara, quando não impossível. Se é uma meta, é porque ainda não se fez presente.

Reféns de nossas neuroses, nos entregamos a problemas quase sempre inventados. Resta-nos resistir à rendição.

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*Fonte: revistabula / Lara Brenner

Cientistas descobrem como desligar a ansiedade

O interruptor é uma proteína que controla a emissão de neurotransmissores ligados à sensação de medo e nervosismo.

E se existisse um interruptor da ansiedade, que você pudesse ligar e desligar a hora que quisesse? Pois é nisso que alguns cientistas da Universidade da North Carolina estão trabalhando. O foco da pesquisa são pequenas proteínas cerebrais que podem ser a resposta para tratar várias doenças mentais, sendo a ansiedade a principal delas.

Essas tais proteínas, chamadas receptores de opioides Kappa (KORs, na sigla em inglês), têm um papel importante na liberação de um neurotransmissor ligado à dor e às alterações de humor, o glutamato. As KORs são justamente a porta desse neurotransmissor: é como se elas fossem um portão que regula a sua saída do cérebro para o corpo. O que os cientistas descobriram é a chave para abrir e fechar este portão.

O problema é que os pesquisadores ainda não compreendem totalmente como essa chave funciona, e nem os possíveis efeitos desse abre e fecha no organismo. Eles só sabem que funciona. Eles usaram ratos de laboratório para estudar o mecanismo: os bichinhos tiveram as KORs ligadas e desligadas em situações com diferentes níveis de stress, como, por exemplo, ser colocado em um campo aberto – o que é bastante assustador se você tiver o tamanho de um rato.

A partir daí, eles perceberam que o comportamento das cobaias mudava bastante de uma situação para a outra. Quando as proteínas estavam desligadas, os ratinhos mostravam sinais de estar menos ansiosos: eles permaneciam mais tempo no espaço aberto, e não ficavam tão agitados buscando abrigo. Quando os neurotransmissores saíam do cérebro de uma forma normal, acontecia o oposto: eles entravam em pânico e ficavam o tempo todo tentando achar abrigo.

Os resultados indicam que as proteínas em questão podem realmente ser portas que fecham o caminho da ansiedade no cérebro. Ainda não se sabe se elas funcionam da mesma forma no cérebro dos ratos e no dos humanos, mas como as estruturas das duas espécies são similares e como nós também temos as KORs, os cientistas estão confiantes para começar testes em humanos em breve.

O próximo passo para o estudo dessas portas é explorar as diferentes formas de ansiedade, suas causas e seus diferentes impactos no organismo humano. Essa fase é importante para que os cientistas possam identificar os usos mais corretos das proteínas em cada neurotransmissão, já que as quantidades de glutamato que saem do cérebro são diferentes em cada situação.

As KORs são conhecidas há pelo menos 20 anos na ciência e são, inclusive, a base para o funcionamento de alguns analgésicos e de medicamentos que tratam a adicção. Mas foi a primeira vez que os cientistas conseguiram estudar os efeitos dessas proteínas sobre as variações de humor – e, efetivamente, desligar essas pequenas portas.

Mas então, por que a gente não desliga tudo de uma vez? Afinal, ninguém gosta de ficar suando frio. Acontece que a ansiedade tem um papel muito importante nas nossas vidas: ela nos avisa sobre situações de perigo, nos ajuda a ficar espertos e prepara nossa cabeça para importantes eventos futuros. É só imaginar o que poderia acontecer com um ratinho desses se ele não ficasse ansioso em espaços abertos: ele seria uma presa muito fácil.

O problema real, que é o que os cientistas buscam solucionar, é quando os sintomas da ansiedade são constantes e interferem nas atividades do dia a dia e na nossa capacidade de viver uma vida normal. Essa situação configura o transtorno de ansiedade, termo guarda-chuva que abrange várias doenças, como a síndrome do pânico, a fobia social e as fobias específicas. Para dar uma ideia, só no Brasil, cerca de 47 milhões de pessoas sofrem com o transtorno em suas diferentes formas. Por isso, a descoberta, se levada adiante, pode ajudar muita gente a ter uma vida mais equilibrada.

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*Fonte: fasdapsicanalise   **(Fonte: super.abril.com.br)

Homens desconcertados diante do novo papel da mulher

O papel da mulher mudou radicalmente nas sociedades mais desenvolvidas durante as últimas quatro décadas. Mas ainda há muito a fazer. E o apoio dos homens é fundamental para conseguir a tão esperada igualdade

A PALAVRA “empoderar” se aplica perfeitamente à mulher do século XXI. Ela, que se adapta a qualquer situação, se sente forte, capaz e independente — tanto no plano econômico como no emocional. Seu papel na sociedade mudou nos últimos 40 anos, em parte devido à sua progressiva incorporação ao mercado de trabalho. Desde então, a incessante luta pela igualdade salarial e para ocupar posições de poder empresarial e institucional, bem como a conciliação trabalhista e as medidas de ação afirmativa, configurou um papel feminino mais ativo. Mesmo assim, as estatísticas mostram que isso não é suficiente. Nenhum país alcançou a igualdade de gênero. E mesmo os mais igualitários oferecem menos oportunidades para as mulheres.

Um dado significativo: 44% dos europeus continua pensando que o papel mais importante da mulher é cuidar da casa e da família. Essa é a opinião de 44% das mulheres e de 43% dos homens. A mesma porcentagem afirma que a função mais importante do homem é ganhar dinheiro. Elas continuam ganhando muito menos. Portanto, esses dados revelam que ambos os gêneros têm um longo caminho pela frente até alcançar a verdadeira igualdade.

Para isso, é necessário não apenas definir os papéis de cada gênero. Nós, mulheres, precisamos de tanto tempo para lutar por nossos direitos que nos esquecemos que essas mudanças repercutem na figura tradicional do homem. Agora, é hora de que eles também se façam perguntas. É preciso que entendam nossa causa. Não queremos depender uns dos outros, mas compartilhar e caminhar juntos para transmitir um modelo de autêntica igualdade. Somente se trabalharmos esses valores desde a infância, entre irmãos e irmãs, companheiros e companheiras, mães e pais, e também entre casais de todos os gêneros, conseguiremos adequar as tarefas e romper com os esquemas até encontrar um equilíbrio.

Quando falo com muitos homens na terapia de casal, a sensação que tenho é que se sentem desconcertados. “Ela me pede que participe mais em casa. E, quando participo, tudo o que faço está errado porque tem que ser do jeito dela.” “Se lhe digo que saia para correr tranquila, que fico sozinho com as crianças, ela me diz que está cansada. Realmente não sei o que quer.” “Quando tenho a iniciativa de preparar o jantar, no final brigamos porque não consegui adivinhar o prato que ela teria servido.” “Mudamos de casa porque seu trabalho era melhor, ela ganhava mais que eu. Enquanto procuro emprego eu me dedico à casa, mas realmente me sinto como um completo inútil. Tenho a sensação de não contribuir com o que deveria, sinto vergonha por não poder colaborar com os gastos como minha mulher.” Essas frases refletem até que ponto a cultura machista está arraigada em nossa sociedade. E o desconcerto que os homens sentem com a mudança do papel da mulher. Muitos deles mudaram de mentalidade e se adaptaram ao seu novo papel: curtem ao máximo a licença-paternidade, tentam sair antes do trabalho para estar mais com os filhos e participam das tarefas domésticas. Outros, que continuam sendo maioria, não têm iniciativa nem ideia de como exercer sua função familiar e social. Mas tudo é questão de tempo, conscientização e luta. E se os dois gêneros se unirem nesse desafio, ambos sairão ganhando.

arte: Sol Undurraga

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*Fonte: elpais

6 coisas que apenas pessoas com BAIXA autoestima postam no Facebook

A maioria das pessoas tem uma conta no Facebook, é, sem dúvida, uma das redes sociais mais famosas, onde podemos interagir com nossos entes queridos, amigos e familiares. Inclusive muitas vezes é usado como uma ferramenta de trabalho. No entanto, muitas coisas que são postadas nas redes sociais nem sempre estão a nosso favor.

Muitas empresas de recursos humanos, qualquer pessoa com habilidades na internet e autoridades podem navegar facilmente pelo nosso perfil, mesmo se tivermos a ferramenta de política de privacidade do aplicativo ativada. Muitas coisas são reveladas quando compartilhamos imagens, fotografias, vídeos e textos, tais como: nosso estilo de vida, nossa personalidade, relações sociais, até mesmo algum problema psicológico como baixa autoestima.

De acordo com o que foi publicado em Mujer 10 e outros meios de comunicação, os especialistas confirmaram as 6 coisas postadas no Facebook que detectam a baixa autoestima em uma pessoa.

1. Compartilhar sua localização

É uma maneira de gritar ao mundo o que você está fazendo. As pessoas com baixa autoestima precisam do reconhecimento e aprovação da sociedade. Uma maneira de fazer isso é compartilhar sua localização o tempo todo, para que os demais saibam da grande vida social que têm, e até uma boa situação financeira. É comum encontrar fotos viajando, quando vão a algum restaurante, cinema ou teatro. Compartilham tudo, cada um de seus movimentos.

Não é necessário publicar onde você está, que lugar você visita frequentemente, ao fazer isso você corre o risco de alguém lhe prejudicar ao saber que você está longe de sua casa.

2. Postar fotos na academia

É uma maneira de mostrar ao mundo que a cada dia que você vai à academia seu corpo se fortalece e que você está muito atraente. Ao fazer isso, seus resultados não se multiplicarão, pelo contrário, seus pensamentos são direcionados a alcançar uma aceitação de alguém. Inclusive, você pode até se expor a críticas, ofensas ou até mesmo algum desconhecido que possa querer prejudicar você.

3. Postar fotos da comida

Claro que é delicioso desfrutar de uma refeição saborosa, mas as pessoas que fazem isso o tempo todo só querem ganhar muitos likes. Não é algo que interessa aos outros, ver o que você está comendo o tempo todo. Você pode parecer ser uma pessoa frívola e até mesmo um pouco presunçosa.

4. Milhares de selfies

Os sociólogos e psiquiatras confirmam que as pessoas que compartilham muitas selfie excessivamente é porque têm baixa autoestima, insegurança e pouco amor-próprio. Podemos pensar que é o contrário, no entanto, as pessoas constroem uma identidade que precisa receber feedback e ser validada.

5. Marcas e todas as compras

Fazer compras é uma atividade que muitas mulheres amam, é uma maneira de nos satisfazer, alimentar nossa autoestima e relaxar. No entanto, ostentar cada vez que você faz compras e mostrar as marcas, é uma maneira de provar que você precisa da aprovação dos outros e que as coisas materiais importam muito para você. É uma maneira de demonstrar a baixa autoestima de uma pessoa.

6. Estado sentimental

Estudos das universidades de Brimingham, Edimburgo e Heriot-Waltt, no Reino Unido, confirmam que as pessoas que postam seus estados sentimentais, revelam que não possuem relacionamentos íntimos, isso enfraquece os vínculos afetivos que existem na vida real. Muitas pessoas postam quando se irritam com seus parceiros ou qualquer coisa que fazem com eles, o que gera falta de privacidade e realismo.

Tenha cuidado com o que você posta nas redes sociais, ao invés de passar uma boa imagem sua, pode ser o contrário. Se você precisa aumentar sua autoestima, é recomendável procurar um especialista que poderá dar-lhe o suporte e ajuda que você necessita.

Adriana Acosta Bujan – Traduzido e adaptado por Sarah Pierina do original 6 cosas que SÓLO publicanlas personas con BAJA autoestima en Facebook.

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*Fonte:

Seja inadequado, porque não se adequar a uma sociedade doente é uma virtude

A vida contemporânea cheia de regras e adestramento fez com que houvesse uma padronização completa das pessoas, de tal maneira que todos se comportam do mesmo modo, falam das mesmas coisas, se vestem mais ou menos do mesmo jeito, possuem as mesmas ambições, compartilham dos mesmos sonhos, etc. Ou seja, as particularidades, as idiossincrasias, aquilo que os indivíduos possuem de único, inexistem diante de um mundo tão pragmático e controlado.

Vivemos engaiolados, tendo sempre que seguir o padrão, que se encaixar em normas pré-determinadas, como se fôssemos todos iguais. Sendo assim, a vida acaba se transformando em uma grande linha de produção, em que todos têm que fazer as mesmas coisas, ao mesmo tempo e no mesmo ritmo, de modo a tornar todos iguais, sem qualquer peculiaridade que possa definir um indivíduo de outro e, por conseguinte, torná-lo especial em relação aos demais.

Somos enjaulados em vidas superficiais e nos tornamos seres superficiais, totalmente desinteressantes, inclusive, para nós mesmos. Sempre conversamos sobre as mesmas coisas com quem quer que seja, ouvindo respostas programadas pelo padrão, o qual nos torna seres adequados à vida em sociedade.

Entretanto, para que serve uma adequação que transforma todos em um exército de pessoas completamente iguais e chatas, que procuram sucesso econômico, enquanto suas vidas mergulham em depressões?

Qual o sentido de adequar-se a uma sociedade que mata sonhos, porque eles simplesmente não se encaixam no padrão? Uma sociedade que prefere teatralizar a felicidade a permitir que cada um encontre as suas próprias felicidades. Uma sociedade que possui a obrigação de sorrir o tempo inteiro, porque não se pode jamais demonstrar fraqueza. Uma sociedade que retira a inteligência das perguntas, para que nos contentemos com respostas rasas. Então, por que se adequar?

Os nossos cobertores já estão ensopados com os nossos choros durante a madrugada. O choro silencioso para que ninguém saiba o quanto estamos sofrendo. Para manter a farsa de que estamos felizes. Para fazer com que mentiras soem como verdade, enquanto, na verdade, não temos sequer vontade de levantar das nossas camas.

O pior de tudo isso é que preferimos vidas de silencioso desespero a romper com as amarras que nos aprisionam e nos distanciam daquilo que grita dentro de nós, esperando aflitamente que o escutemos, a fim de que sejamos nós mesmos pelo menos uma vez na vida sem a preocupação de agradar aos outros.

Somos uma geração com medo de assumir as rédeas das próprias vidas. E, assim, temos permitido que outros sejam protagonistas destas. É preciso coragem para retomá-las e viver segundo aquilo que arde dentro de nós, mesmo que sejamos vistos como loucos, pois só assim conseguiremos sair das depressões que nos encontramos.

É preciso sacudir as gaiolas, já que, como diz Alain de Botton: “As pessoas só ficam realmente interessantes quando começam a sacudir as grades de suas gaiolas”. E, sobretudo, é preciso ser inadequado, porque não se adequar a uma sociedade doente é uma virtude.

*Autor: Erick Morais

 

 

 

 

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*Fonte: fasdapsicanálise

O Mito da Caverna – (Platão)

É Platão quem nos dá uma idéia magnífica sobre a questão da ordem implícita e explícita no seu célebre “Mito da Caverna” que se encontra no centro do Diálogo A República.

O Mito da Caverna

Vejamos o que nos diz Platão, através da boca de Sócrates:

Imaginemos homens que vivam numa caverna cuja entrada se abre para a
luz em toda a sua largura, com um amplo saguão de acesso. Imaginemos que esta caverna seja habitada, e seus habitantes tenham as pernas e o pescoço amarrados de tal modo que não possam mudar de posição e tenham de olhar apenas para o fundo da caverna, onde há uma parede. Imaginemos ainda que, bem em frente da entrada da caverna, exista um pequeno muro da altura de um homem e que, por trás desse muro, se movam homens carregando sobre os ombros estátuas trabalhadas em pedra e madeira, representando os mais diversos tipos de coisas. Imaginemos também que, por lá, no alto, brilhe o sol. Finalmente, imaginemos que a caverna produza ecos e que os homens que passam por trás do muro estejam falando de modo que suas vozes ecoem no fundo da caverna.

Se fosse assim, certamente os habitantes da caverna nada poderiam ver além das sombras das pequenas estátuas projetadas no fundo da caverna e ouviriam apenas o eco das vozes. Entretanto, por nunca terem visto outra coisa, eles acreditariam que aquelas sombras, que eram cópias imperfeitas de objetos reais, eram a única e verdadeira realidade e que o eco das vozes seriam o som real das vozes emitidas pelas sombras.

Suponhamos, agora, que um daqueles habitantes consiga se soltar das correntes que o prendem. Com muita dificuldade e sentindo-se freqüentemente tonto, ele se voltaria para a luz e começaria a subir até a entrada da caverna. Com muita dificuldade e sentindo-se perdido, ele começaria a se habituar à nova visão com a qual se deparava. Habituando os olhos e os ouvidos, ele veria as estatuetas moverem-se por sobre o muro e, após formular inúmeras hipóteses, por fim compreenderia que elas possuem mais detalhes e são muito mais belas que as sombras que antes via na caverna, e que agora lhes parece algo irreal ou limitado.

Suponhamos que alguém o traga para o outro lado do muro. Primeiramente ele ficaria ofuscado e amedrontado pelo excesso de luz; depois, habituando-se, veria as várias coisas em si mesmas; e, por último, veria a própria luz do sol refletida em todas as coisas. Compreenderia, então, que estas e somente
estas coisas seriam a realidade e que o sol seria a causa de todas as outras coisas.

Mas ele se entristeceria se seus companheiros da caverna ficassem ainda em sua obscura ignorância acerca das causas últimas das coisas. Assim, ele, por amor, voltaria à caverna a fim de libertar seus irmãos do julgo da ignorância e dos grilhões que os prendiam. Mas, quando volta, ele é recebido como um louco que não reconhece ou não mais se adapta à realidade que eles pensam ser a verdadeira: a realidade das sombras. E, então, eles o desprezariam….

Platão

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*Fonte: holos

Por que a culpa não é do Tinder

Estava conversando com meu sobrinho sobre aplicativos de encontros, trocando ideias e experiências, quando ele me disse: “os aplicativos sempre servindo para nos apresentar pessoas interessantes… só que não”. Respondi a ele que os aplicativos são apenas ferramentas e que não podem fazer milagre. Eles nos mostram quem está disponível no “mercado” e supostamente interessado em ter um relacionamento afetivo ou sexual.

Há uma tendência generalizada de se “culpar” os aplicativos, a internet ou a tecnologia de forma geral pela queda na qualidade dos relacionamentos de hoje em dia. É como se o fato de usarmos um aplicativo para celular pudesse nos transformar em pessoas piores, passíveis de descartar outras pessoas em um piscar de olhos. Aliás, não… é como se isso acontecesse com todos os outros – menos com a gente. O que mais se vê são pessoas reclamando que não encontram outras pessoas interessantes, mas, por que será que essas pessoas não se encontram? Se quase todo mundo comenta a mesma coisa, quem são esses outros, afinal?

Os aplicativos de encontros são apenas mais uma forma de conhecer pessoas. Eles têm vantagens e desvantagens com relação a outras formas mais tradicionais de se buscar possibilidades de relacionamentos afetivos. Não é melhor em tudo, nem pior em tudo. É só mais uma forma. Facilita o descarte de pessoas – já pensou se cada cara mala que viesse nos abordar em um bar pudéssemos arrastar para a esquerda com um “nope” gigante? No bar, fica mais complicado. As pessoas selecionam mais, até porque, o descarte é mais difícil. Por outro lado, o aplicativo ajuda os tímidos. Poderia ficar aqui enumerando dezenas de vantagens e desvantagens, mas não é esse o ponto. A grande questão é: o problema não é o Tinder. O problema são as pessoas que usam o Tinder.

Quando dizemos “hoje em dia” ninguém quer mais relacionamento, estamos comparando com “antigamente”. Se dizemos que hoje é assim, é porque consideramos que antes não era. Ora, não era mesmo. Antes as pessoas se casavam por outros motivos – que não necessariamente o amor – e não se separavam. Não havia a possibilidade de buscar relacionamentos de melhor qualidade. Casava-se e vivia-se casado para sempre. Isso garantia felicidade? Obviamente, não. Novamente, temos vantagens e desvantagens. Havia a segurança, mas não havia a liberdade. Porém, essa tal liberdade que conquistamos hoje não é garantidora de felicidade, afinal. Porque você nunca sabe direito se está agindo certo ou não. Porque você não é obrigado a seguir script, o que lhe dá um número absurdo de possiblidades que você simplesmente não sabe se serão boas ou ruins.

Vivemos hoje a angústia descrita por Sartre, de sermos “condenados à liberdade”. Temos opções que não tínhamos antes, o que é ótimo, mas isso vem com uma carga de responsabilidade e maturidade que talvez as pessoas não tenham percebido. Vem também com uma questão interessante: afinal, o que você espera de um relacionamento? O quanto está disposto a se doar também?

Zygmunt Bauman em seu livro Amor Líquido cita a seguinte frase: “poucas coisas se parecem tanto com a morte quanto o amor realizado”, de Ivan Klima. Ele diz que no amor – assim como na morte – só sabemos como é vivendo. Se a morte é uma experiência única, ou seja, só morremos uma vez, o amor não necessariamente é assim. No entanto, cada história de amor é única. “Não se pode aprender a amar, assim como não se pode aprender a morrer”, diz Bauman.

Há um alto grau de insegurança ao se embarcar em uma relação. Diante disso, “em vez de haver mais pessoas atingindo mais vezes os elevados padrões do amor, esses padrões foram baixados. Como resultado, o conjunto de experiências às quais nos referimos com a palavra amor expandiu-se muito”, continua Bauman. Então, vive-se a ilusão de que pode-se “ganhar experiência” com o amor, aprender a amar. No entanto, “amar significa abrir-se ao destino, a mais sublime de todas as condições humanas, em que o medo se funde ao regozijo num amálgama irreversível”.

Em outras palavras, há um medo generalizado dessa insegurança, desse frio na barriga que vem junto com o amor correspondido. Há uma vontade de ter o lado bom do relacionamento, mas sem ter o lado ruim – ou seja, a possibilidade iminente de sofrimento. As pessoas querem ter, mas não querem depender. Tem coisa pior do que depender? Bauman diz que as pessoas querem “comer o bolo e ao mesmo tempo conservá-lo; desfrutar das doces delícias de um relacionamento evitando, simultaneamente, seus momentos mais amargos e penosos”.

Bauman cita, então, uma frase de Erich Fromm que diz: “A satisfação no amor individual não pode ser atingida sem a humildade, a coragem, a fé e a disciplina verdadeiras. Em uma cultura na qual são raras essas qualidades, atingir a capacidade de amar será sempre, necessariamente, uma rara conquista”. Essa frase praticamente resume o que quis dizer quando afirmei que o problema não é o Tinder, mas as pessoas que usam o Tinder.

A ideia de que “eu mereço uma pessoa que faça isso ou aquilo e não aceito menos que isso” é completamente coerente com os tais “amores de bolso” que Bauman cita, com o consumo de pessoas que satisfaçam nossos anseios. Arrisco a dizer que a maioria das pessoas não está, mesmo, preparada para o amor, mas não por causa do Tinder; nunca estiveram.

Rilke, no livro Cartas a um jovem poeta, um dos livros mais bonitos que já li, escreve que o amor é algo para o qual nós nos preparamos durante toda a vida. “O amor de duas criaturas humanas talvez seja a tarefa mais difícil que nos foi imposta, a maior e última prova, a obra para a qual todas as outras são apenas uma preparação. (…) O amor é uma ocasião sublime para o indivíduo amadurecer, tornar-se algo em si mesmo, tornar-se um mundo para si, por causa de outro ser; é uma grande e ilimitada exigência que se lhe faz, uma escolha e um chamado para longe”.

Ele também compara o amor à morte. “Quem examina a questão com seriedade acha que, como para a morte, que é difícil, também para o difícil amor não foi encontrada até hoje uma luz, uma solução, um aceno ou um caminho. Não se poderá encontrar, para ambas estas tarefas (…) nenhuma regra comum, baseada em qualquer acordo”.

Essas cartas do Rilke foram escritas entre 1903 e 1908, muito antes do Tinder, o que mostra que o problema mesmo está nas pessoas, sempre esteve, e que os aplicativos somente são mais uma forma de explicitar isso.

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*Fonte: genialmentelouco/ Juliana Santin

Homens mais velhos

Muitas pessoas dizem que idade não conta numa relação amorosa. De fato, cada um tem o seu tempo para amadurecer e enxergar a vida de outra forma exaltando as particularidades. E é nesse “exaltar” que com a maturidade acabamos percebendo coisas que não perceberíamos como antes.

Pois bem, talvez se você estiver num relacionamento e o seu parceiro for mais velho ou você se sente atraído por homens mais velhos, vos digo: : vai se identificar com esse texto por mais que você acredite que o Amor não vem com receita e que não devemos padronizar as pessoas. Porém, quero opiniões sobre isso depois, ok?

Os homens mais velhos são mais maduros. Em tese, já passamos da fase de “vou naquela festa e ficar com todas as mulheres e depois contar para todos os meus amigos”. E poxa, aprendemos muitas coisas que vocês mulheres adoram. Como por exemplo, na hora do sexo! Para um homem que já passou por diversas situações, pode ser muito mais prazeroso o ato sexual com um homem mais velho que já teve várias parceiras e conhecem os pontos estratégicos do prazer. Além de sentir prazer, gostamos de dar prazer também. A maturidade nos ensina a sermos menos egoístas.

Os homens mais velhos já estão com a sua estabilidade financeira. Ou pelo menos já sabem o que querem da vida. E podem te ensinar ou te dar dicas de como superar os problemas que eles passaram até descobrirem o que querem. Pode ser divertida uma troca mútua. Já podemos dar conselhos e muitas vezes sabemos qual é o melhor caminho. Isso é um ponto interessante.

E quando o assunto é relacionamentos? Já passamos por vários – ai, com mais afinco, vem a tese da maturidade. Sabemos como lidar com certas coisas que quando éramos jovens não sabíamos. Já erramos muito e com isso aprendemos também e consequentemente temos muito a ensinar.

Os caras mais velhos já tem mais paciência quando vocês estão na TPM e acham delicioso quando vocês ficam irritadas por qualquer coisa. Porque isso é tão natural para nós que passamos a ver isso como mais um charme que a mulher tem e não como uma coisa horrorosa. TPM é só uma fase em que a mulher passa todo mês e que é hiper-ultra normal ela mudar a personalidade. A sua feição de irritada para um homem que já passou por tantas irritações é apenas mais um motivo para continuar a ser seu parceiro e entender tudo isso.

Outra coisa interessante é que os homens mais velhos querem logo juntar as coisas e morar sozinhos. Encaram essa empreitada, mulheres? Às vezes encarar a sogra não é legal, não é? Não precisa ter aquela cerimônia toda bonitinha – isso vai a critério do casal, mas morar junto é maravilhoso! Vocês não tem ideia de como é bom ter com quem trocar confidências com quem vos ama e querem a sua felicidade.

Namorar homens mais velhos e que eles tenham todas essas qualidades, não é uma regra. Mas posso te garantir: momentos de prazer e aprendizado mútuos que lhe proporcionarão uma imensa felicidade vinda de ambos os lados. Porque estamos aqui para aprender com quem sabe mais. E dentro dessa regra, os homens mais velhos costumam dar “um show à parte” nos garotinhos mais novos.

Sem contar que somos mais charmosos e não temos mais aquela cara de “bebê da mamãe”. Sim, o aspecto físico também é importante, porque não? Ou então, você que é desprendida de beleza exterior, vai gostar mais ainda. Porque uma “barriguinha” não atrapalha a relação não. O que importa é o bom papo e a compreensão que o homem mais velho tem com você.

Resumindo: os homens mais velhos são uma boa pedida para uma vida mais duradoura de aprendizados e se você cansou desses “moleques” que te trocam pela primeira gostosa que aparece pela frente, saiba: nós estamos à procura de uma pessoa que podemos contar pra vida inteira. Já que o momento de “diversões” triviais já passou.

Queremos mulheres para a vida inteira!

Daniel Velloso

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*Fonte: fasdapsicanalise /Daniel Velloso

Não permita ser julgado por quem não vive a sua história!

É preciso coragem para se colocar no lugar das dores alheias, porque isso dói, isso traz consciência de que, muitas vezes, estamos sendo injustos com quem apenas necessita de apoio.

Olhar de longe os acontecimentos, como mero espectador, não dá a ninguém autoridade suficiente para julgar o que vê. Frequentemente, as pessoas são julgadas pelas atitudes que tomam, sofrendo olhares de censura e comentários reprovadores de quem não conhece o que se passou de fato até que se chegasse àquela tomada de decisão.

Um dos maiores favores que faremos aos outros será o de conhecer antes de julgar.

Quem rompe um relacionamento, quem larga o emprego, quem ama como quiser, quem fala o que pensa, são inúmeros os exemplos de comportamentos que acabam sendo alvo da maldade alheia, alvo do veneno de quem não consegue enxergar a si próprio e foge disso denegrindo o outro. Como podem emitir juízos de valor baseados somente no conhecimento superficial, sem ter vivido de perto nenhuma das histórias que não são suas?

Cada pessoa sente o mundo, os acontecimentos, a vida, de um jeito próprio, ajeitando aquilo tudo conforme o que possui dentro de si, de acordo com o que vem se tornando enquanto a vida lhe envia as bagagens. Ninguém sente igual, nem dor nem prazer, o que nos impede de querer que o outro aja como achamos que deveria ou como nós mesmos agiríamos. E quem disse que o que pensamos é o mais correto? É muita presunção mesmo.

Da mesma forma, bem como tanto se alerta, é preciso exercitar a empatia, colocando-se no lugar do outro, entendendo-o antes de criticá-lo. E é preciso coragem para se colocar nas dores alheias, porque isso dói, isso traz consciência de que, muitas vezes, estamos sendo injustos com quem apenas necessita de apoio. Atitudes extremas quase nunca são tomadas por quem está bem e tranquilo, mas sim por pessoas enredadas em meio à dor e ao desespero.

Portanto, não permita que ninguém o julgue sem ter vivido a sua história, sem ter compartilhado nada com você, sem nunca ter perguntado se precisava de algo.

Ignore quem ataca sem entender, quem julga sem conhecer, quem fofoca sem saber, porque a maioria das pessoas só está preocupada com o que acham serem erros alheios que poderiam ser evitados, embora elas próprias errem e tentem se esconder, apontando o dedo para fora de si. Afinal, ninguém conseguirá ser tão implacável quanto a nossa própria consciência.

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*Fonte: osegredo / Marcel Camargo

Brasileiro não é apaixonado por carros, é apaixonado por status

Ao longo dos anos nos acostumamos com a afirmação de que nós brasileiros somos apaixonados por carros.

Por conta da minha vivência e trabalho com o público, me acostumei a fazer uma análise mais fria sobre o assunto. Levo em conta alguns aspectos que acabam escapando do senso comum.

Cheguei a uma conclusão um pouco diferente sobre o tema. Aprendi que o brasileiro, mais do que ser apaixonado por carros, é apaixonado pelo status que o carro confere, ou seja, leva uma pseudo-vida de falsas aparências.

Quem efetivamente gosta de carros, leva em consideração muitos aspectos na hora de escolher um bom modelo. Entre eles está a segurança, a confiabilidade da marca, o projeto mecânico. Também o histórico de vendas e o relacionamento do fabricante e distribuidores com os clientes.

O brasileiro, via de regra, define o carro pelo valor. Já cansei de ouvir alguns amigos se gabando de comprar veículos de valor expressivo a acabarem se frustrando em pouco tempo.

A crise é reveladora

Com a crise, o mercado se contraiu. A indústria automobilística foi um dos setores que mais sentiu o golpe.

O brasileiro, louco por carros (ou melhor, louco pelo glamour que o carro confere), passou a não ter mais a opção de financiá-los com a mesma facilidade de antes. Conclusão: a venda dos novos despencou.

Se já antes muitos “compravam” seu carro e na maioria do tempo o mantinham na garagem por não dispôr de recursos para poder usá-lo frequentemente, agora a situação está ainda mais crítica para esses, e não são poucos neste perfil.

O brasileiro, em nome do status gasta sua vida a serviço do seu objeto de manutenção de um falso status, e não o contrário, que deveria ser a questão lógica, quando o carro deveria estar aí para servir a quem o possui.

Em muitas outras sociedades essa realidade brasileira é até mesmo incompreensível, pois se relatar que há pessoas que deixam de investir em si mesmas, que deixam de viajar, investir em estudos, livros, e o pior delas, deixam de se alimentar como deveriam para servir ao carro, chegam a ser vista como piada por cidadão de outros países, como o Japão, por exemlo.

O preço pago é alto, num simples cálculo feito sobre a forma de financiamento que a maioria dos brasileiros adquirem seus carros, em que pagam juros altíssimos, chega-se a um resultado incrédulo, onde a gritante maioria acaba pagando 3 vezes o valor do carro que ele terá quando o financiamento será quitado, isso quando chega a ser quitado. ( ex: Financia um carro de 30 mil, acaba pagando mais de 45 mil, e quando terminar de quitar o mesmo, já estará valendo menos de 15 mil, ou seja, vai ter pago 3 x o valor do carro que terá em mãos). Isso é algo inteligente? Gastar tamanho tempo de vida em algo que é só despesa e perda de valor não aparenta ser nem mesmo razoável.

Mas é claro, muitos discordarão disso, pois sabemos que a pior escravidão é aquela em que o acorrentado não enxerga, ou não quer enxergar, as correntes da escravidão moderna às quais está preso. Saber diferenciar o que é viver e saber aproveitar a vida da mera luta pela sobrevivência, primeiramente, requer vontade para tal, e sobre isso Platão retrata claramente neste texto sobre o “Mito da Caverna” (clique no link para ler).

Em pleno século 21, a maioria ainda nasce, vive e morre sem sair da era das cavernas.

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*Fonte: pensadoranonimo/ Ademir Fabio Quinot Ströher

Narcisismo coletivo, um vírus que se expande cada vez mais

O narcisismo coletivo se transformou em um vírus. Nós podemos defini-lo assim porque causa danos, contagia e se expande facilmente. Embora não pareça, a busca pela exaltação do próprio grupo em detrimento dos demais é uma dinâmica que aconteceu em todas as épocas; variando em intensidade e alcançando suas máximas em determinados momentos históricos, como na Alemanha nazista.

Expressa certa nostalgia pela existência de uma “raça superior”. Mesmo que, é claro, não precise ser necessariamente uma raça. Cabe, então, a qualquer grupo que compartilhe algum elemento de identidade comum. Podemos falar de nações, mas também podemos falar de times esportivos ou de profissões.

Ele se manifesta de forma muito visível no futebol. O narcisismo coletivo faz com que, para alguns torcedores, seja impossível aceitar tranquilamente que seu time perca para o time oponente; também os leva a fazer grandes exibições de poder, com músicas, barulhos irritantes ou atitudes que buscam intimidação.

“Narcisismo. Não acredito que você não tenha um espelho de corpo inteiro”.
– David Levithan –

O mesmo acontece com os países e o sentimento nacionalista. Há aqueles que se irritam porque alguém não gosta de seu país. Não toleram nenhuma crítica contra seu país e desejam, fortemente, que sua pátria seja admirada por todos e destacada em todas as circunstâncias.

É claro que todos nós queremos sentir orgulho do lugar de onde viemos, ou do grupo ao qual pertencemos. No entanto, quando isso toma outras dimensões, já não se trata de um sentimento saudável. Mais cedo ou mais tarde este sentimento se transformará em intolerância e violência.

Do orgulho de grupo ao narcisismo coletivo

Qual seria a diferença entre o orgulho nacional, o de grupo e o narcisismo coletivo? Quem sofre do vírus do narcisismo coletivo não quer sentir orgulho pelo seu grupo, e sim demonstrar ser superior aos demais. No fundo, habita a insegurança e, por isso, buscam a reafirmação do que os outros pensam.

Em qualquer sentimento, atitude ou comportamento humano onde haja exagero, o mais provável é que também haja um sintoma neurótico. O narcisismo não é uma excessão. Quando construído a nível individual, surgem as pessoas que gostam de ostentar e mostrar uma imagem de segurança, em vez da realidade que vivem.

O mesmo acontece nos grupos. É mais fácil que o narcisismo coletivo floresça naqueles grupos nos quais o que mais se compartilha é uma autovalorização fraca e fortes dúvidas sobre seu próprio prestígio. Por isso o que estas pessoas mais desejam é serem reconhecidas pelos demais. E não só isso: também desejam a derrota dos outros, nas mais diversas situações.

Um estudo realizado pela Universidade de Varsóvia, na Polônia, indicou que os grupos que sofrem de narcisismo coletivo são, geralmente, compostos por indivíduos que têm fortes sentimentos de insuficiência pessoal. O grupo é uma tentativa de compensar esta percepção de vazio.

A manipulação nos grupos narcisistas

É comum que os grupos que exibem um narcisismo coletivo gerem líderes autoritários e, muitas vezes, totalitários. O fato de se sentir guiado por alguém que não demonstra nenhuma vulnerabilidade, ou, em todo caso, é extremamente forte, dá segurança aos seus seguidores. Estes líderes costumam explorar todos estes sintomas e, por isso, exaltam com veemência a suposta superioridade que existe em pertencer a um grupo, comparado a não pertencer.

Este assunto foi estudado pela Universidade de Londres e concluíram que esse tipo de líder tende a construir teorias da conspiração contra eles. Um inimigo comum pode ser aquela peça que vai ajudar a consolidar sua uniformidade e a união dentro destes coletivos. O próprio narcisismo faz com que fantasiem sobre o fato de serem observados, invejados e potencialmente atacados por outros.

A agressão e a vingança começam a adquirir outro significado neste tipo de grupo. Cometer atos violentos contra aqueles que não pertencem ao coletivo pode ser visto de forma positiva. Isso pode acontecer especialmente caso a agressão seja dirigida a um possível inimigo, conspirador ou um aliado destes. O mesmo acontece com a vingança, que já não é vista como uma paixão irracional ou que causa mal, e sim como um direito legítimo, sustentado pela aparente necessidade de se defender.

Diferentemente deles, os grupos que têm um senso saudável de orgulho coletivo geram efeitos construtivos. Neste caso, produz-se uma maior coesão e confiança mútua. Uma união que, para ser consolidada, não precisa diminuir os outros nem passar por cima daqueles que sejam diferentes. Enquanto o orgulho razoável é o fundamento da democracia, o narcisismo coletivo é a base do fascismo e de seus métodos de imposição e controle.

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*Fonte: amenteemaravilhosa

A geração de pessoas que se sabotam emocionalmente

Aí você conhece uma pessoa que parece incrível. Vocês conversam sobre tudo, fazem todos os passeios imagináveis, viram madrugadas em confissões e gargalhadas e têm uma química nunca antes vista na história da humanidade. Tudo parece perfeito, até que aquela pessoa começa a sumir, deixando você sem entender o que aconteceu. Você tenta respeitar o espaço, deixa a pessoa respirar, até que um dia, por não entender o que teria acontecido de errado, você chega com a pessoa e pergunta o que houve. E aí ela diz que não tem como continuar porque não quer se envolver.

Você fica sem entender o que aconteceu, vai investigando, até que a pessoa diz ou que teve um/uma ex que deixou traumas ou que gosta muito de um outro alguém, mas esse alguém não sente o mesmo por ela.

Nessa hora, você pode se sentir como se não fosse uma pessoa boa o suficiente para fazer com que esse alguém que você gosta deixe para trás os traumas e o passado. Você pode sentir um forte sentimento de rejeição, capaz de abalar até a mais inabalável das seguranças. Mas de uma coisa você precisa ter a mais absoluta certeza: tudo isso não é problema seu. Você não tem culpa se a pessoa que você gosta é uma das milhares de pessoas que se sabotam.

Se o outro prefere ficar se sabotando, é problema dele. Se ele não quer se permitir viver uma experiência que seria completamente diferente de tudo o que ele já viveu antes, é problema dele. Você não tem nenhuma culpa ou responsabilidade pelas escolhas das outras pessoas, independentemente de quais sejam elas.

Infelizmente, vivemos em uma geração de pessoas covardes, que se envolvem, mas depois ficam afastando os envolvimentos porque preferem ficar se escondendo atrás dos seus traumas. Eu já fiz isso, você também já deve ter feito. E sabe por que tanta gente faz isso? Porque é mais fácil ficar em uma zona de conforto de auto-piedade, reclamando que os traumas deixaram marcas ou dizendo “Ninguém me ama, ninguém me quer”. Mas tudo isso não é problema seu, amig@: é problema da pessoa. É problema dela se ela só se permite se apegar a sentimentos tão pequenos de mágoa, rancor, egoísmo e pena de si mesma.

Todos nós somos imperfeitos, mas nem as suas piores imperfeições justificam que alguém faça isso com você: se envolva, te trate como se fosse ser algo para valer e depois decida ir embora sem dar explicações. Mas, se essa pessoa quer sair da sua vida, deixe que ela vá embora. Você não merece alguém tão covarde.

Do outro lado da mesa

Agora, se você que está aí do outro lado se identifica com o perfil do covarde, pense no que você está fazendo com a sua própria vida. As pessoas são diferentes. O trauma que você teve com uma não necessariamente vai se repetir com outra. Cada um é de um jeito, e, consequentemente, as experiências que você terá com cada pessoa serão diferentes. Pense em todas as pessoas legais que você deixou passar pela sua vida por esse medo de se envolver. Até quando você vai ficar se sabotando por puro medo?

Eu sei que ninguém está dentro de você para saber o que você está sentindo. Ninguém está aí dentro para saber o quanto aquela rejeição te doeu e você tem todo o direito de sofrer o quanto achar que tem que sofrer. Mas pense comigo: se você não está preparado para se envolver, então não prolongue as coisas. Não tenha atitudes que deem brechas para que o outro crie expectativas. Quer beijar? Beije, mas deixe claro que você só quer o beijo. Quer transar? Transe, mas seja sincer@ e diga que você só quer isso. Quer só uma companhia para não se sentir sozinh@? Ok, todo mundo tem suas carências, mas deixe tudo bem claro para a outra pessoa. Será uma escolha dela se ela decidir ficar com você mesmo nessas condições. Mas ela precisa saber o que, de fato, está acontecendo.

O problema não é você viver o seu luto, mas sim iludir a pessoa e sumir do nada, sem dar nenhuma explicação, fazendo com que ela pense que o problema é com ela, que ela fez algo de errado. Seja uma pessoa adulta o suficiente para assumir as consequências dos seus atos.

Inclusive a de talvez, daqui a algum tempo, estar aí se remoendo porque não deixou que a Júlia ou o João entrassem para valer na sua vida e te mostrassem que o presente e o futuro podem ser completamente diferentes do passado.

*Texto publicado originalmente por Ana Paula Souza no Site Lado M e reeditado com autorização do administrador

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*Fonte: fasdapsicanalise

6 maneiras de treinar seu cérebro para lidar com a ansiedade

Sofrer com a ansiedade é mais comum do que muitos imaginam: somente no Brasil, cerca de 13,3 milhões de pessoas têm distúrbios de ansiedade, doença que atrapalha relacionamentos, desempenho profissional e o bem-estar físico e emocional do indivíduo.

No ano passado, 6,4% da população brasileira sofria com transtornos do tipo, bem mais que a média global, de 3,9%, de acordo com estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Mas o que é um transtorno de ansiedade e como diferenciá-lo da ansiedade natural? De acordo com Olivia Remes, doutoranda e pesquisadora do Departamento de Saúde Pública e Cuidados Primários da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, transtornos de ansiedade generalizada são caracterizados por sensações frequentes de medo, inquietação, e de “sentir-se no limite”.

“Quando uma pessoa tem um prazo apertado ou uma emergência no trabalho, ela se sente ansiosa e isso é normal. Mas há pessoas que se preocupam com cada ponto de suas vidas e não conseguem se livrar disso”, explica. “Pessoas com esse transtorno se preocupam muito mais frequentemente e com mais intensidade que aquelas com uma boa saúde mental.”

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Apesar dos distúrbios de ansiedade serem um problema sério, que muitas vezes demanda acompanhamento com especialistas, é possível desenvolver habilidades para lidar com o transtorno.

Abaixo, Remes compartilha diferentes estratégias para enfrentar o problema, com base em um estudo recente que liderou.

1. Monitore os seus pensamentos

Quem sofre com transtornos de ansiedade geralmente se vê tomado por pensamentos negativos que invadem a mente sem aviso. “Pessoas com transtornos de ansiedade são pessimistas. Elas acreditam que algo ruim está prestes a acontecer, mesmo que não haja nenhuma evidência que aponte para isso. Elas temem o futuro e acham muito difícil evitar esse tipo de preocupação”, descreve a pesquisadora.

Para contornar tal situação corriqueira aos ansiosos, Remes sugere não lutar contra os pensamentos negativos, mas escolher uma hora do dia como o “momento da preocupação” e se permitir um período limitado de tempo para ruminar. Como exemplo, Remes recomenda designar o horário das 16h para as preocupações e dar a si mesmo 20 minutos para preocupar-se.

“A literatura psicológica mostra que nossos pensamentos murcham se não os alimentamos com energia. Ao empurrar esses pensamentos para um outro momento do dia, quando você chegar no momento designado para a preocupação, eles talvez não pareçam tão confusos ou preocupantes como pareciam quando brotaram em sua mente pela primeira vez”, explica Remes.

2. Faça atividades físicas e pratique meditação

A famosa citação latina “uma mente sã num corpo são” não é gratuita. Saúde mental e física são codependentes, afirma Remes, e a prática de exercícios físicos é um aliado essencial para o bem-estar psíquico. Em conjunto com exercícios regulares, a meditação consciente também pode ajudar mentes ansiosas.

Um estudo da Universidade de Nova Jersey, publicado recentemente na revista Nature, mostrou que apenas duas sessões semanais de meditação e atividades físicas, de 30 minutos cada, reduziram drasticamente sintomas depressivos nos 52 participantes da pesquisa. Os pesquisadores concluíram que, ao cabo de oito semanas, além de auxiliar aqueles com depressão, a prática também poderia ser útil para aqueles que tendem a ruminar pensamentos, algo comum entre os ansiosos.

“Eu realmente fiquei muito surpresa com esse estudo, com o quanto essas mudanças de hábito podem ter um impacto tão grande”, afirma Remes. “Quando você se exercita, você diminui seus níveis de ansiedade e você tem mais energia. Você simplesmente se sente melhor como um todo”, aponta.

3. Encontre um propósito – nem que seja cuidar de seu animal de estimação

Em 1946, o médico austríaco Viktor Frankl publicou o livro Em busca de sentido: um psicólogo no campo de concentração, no qual narrou suas experiências como prisioneiro em Auschwitz. Frankl também analisa a resposta psicológica de diferentes prisioneiros expostos ao campo de concentração nazista e argumenta que encontrar sentido no cotidiano é uma forma de lidar com a adversidade.

De acordo com Remes, pessoas com distúrbios de ansiedade muitas vezes não conseguem identificar um propósito claro em suas vidas e nem sempre acreditam que vale a pena investir esforços para endereçar os desafios que encontram. Em seu estudo recente sobre níveis de ansiedade em mulheres que vivem em situações de privação econômica, Remes encontrou que aquelas que tinham senso de coesão, de propósito e que enxergavam sentido em suas vidas, tinham menos distúrbios de ansiedade, mesmo vivendo situações difíceis.

Para a pesquisadora, as lições de Frankl, mesmo extraídas de uma experiência dramática, são um mecanismo útil para aqueles que sofrem com ansiedade. “Nos relatos de Frankl, um traço de personalidade que diferenciava os prisioneiros eram aqueles que conseguiam manter um propósito mesmo naquela situação. Para um era saber que sua filha o aguardava, então ele precisava sobreviver para ela e isso lhe deu esperança. Para outra, era saber que ela tinha um trabalho importante para finalizar”, afirma.

No cotidiano, ter a sensação de que você é necessário para a vida de outra pessoa ou para uma atividade específica auxilia na construção de propósito. Tal senso de conexão pode ser traduzido em atividades de voluntariado, em cuidados com um familiar enfermo, na educação de uma criança ou mesmo nos cuidados com um animal de estimação, aponta Remes.

“Quando você coloca seu foco em algo além de você, esse ato te ajuda a dar um tempo de si mesmo”, explica. “Ter outras pessoas em mente é muito importante, porque torna um pouco menos penoso passar pelos momentos mais difíceis.”

4. Veja o lado bom da vida (por mais que isso seja desafiador)

Por mais clichê que possa soar, adotar uma atitude positiva perante à vida, com foco nos aspectos bons ao invés dos ruins, é essencial para lidar com a ansiedade. Para domar a mente e espantar os pensamentos negativos, Remes recomenda olhar para elementos que te dão prazer, ao invés daqueles que te irritam ou que te deprimem.

Embora controlar quais pensamentos te veem à mente seja impossível, é possível dialogar com eles uma vez que se fazem presente. Se, ao chegar em um ambiente, algo negativo te chamar a atenção, busque encontrar algo que seja positivo. Se no caminho para o trabalho o trânsito estiver estressante, busque ouvir uma música que te conforte – ou mesmo mude a maneira de se deslocar ao trabalho. Essa atitude positiva perante os pequenos momentos da vida tendem a reverberar também no bem estar emocional do indivíduo, aponta Remes.

Nas situações em que pensamentos negativos intensos invadem a mente, focar em outras atividades do corpo, como a respiração, também é uma forma de amenizar seus efeitos. “Reconheça que esses pensamentos catastróficos que vêm à mente, que te fazem se sentir péssimo, são apenas eventos mentais que irão passar”, diz Remes.

5. Viva no presente

A prática de ruminar pensamentos e ser constantemente tragado por memórias do passado tende a alimentar a ansiedade. Preocupar-se com o que pode ocorrer no futuro também pode deixar o indivíduo mais ansioso. Embora muitas vezes esses pensamentos sejam difíceis de controlar, Remes aponta que é importante manter um foco constante no que você está fazendo agora.

“Estudos mostram que, quando nós vivemos no passado, revivendo memórias antigas, essa atitude nos deixa depressivos e menos felizes. Na verdade, ficamos mais felizes quando vivemos no momento presente. Se você está trabalhando, simplesmente foque naquilo que você está fazendo. Simplesmente viva no presente”, diz.

6. Busque terapia

Nem sempre é possível lidar sozinho com distúrbios de ansiedade, e a terapia é uma grande aliada para melhorar a saúde mental. Em casos assim, uma possibilidade é a terapia cognitivo-comportamental, cujo princípio básico é buscar uma postura construtiva do paciente.

Nesse sistema de psicoterapia, a hipótese central aponta que a forma como entendemos eventos internos e externos – e não o evento em si – é que determina nossas respostas emocionais e comportamentais.

De acordo com Remes, a solução é preferencial ao consumo de medicamentos, quando for possível optar. “Em muitos casos, medicamentos não funcionam, ou funcionam apenas no curto prazo e os problemas retornam depois de um tempo”, aponta. Para a pesquisadora, trabalhar para desenvolver habilidades de enfrentamento à ansiedade e buscar terapia são as melhores formas de lidar com o transtorno.

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*Fonte: bbcbrasil

Feedback facial: como enganar o cérebro para ser feliz

Você sabia que pode usar o feedback facial para enganar o seu cérebro e provocar um momento de felicidade? Sim, a felicidade é uma emoção/estado emocional que podemos atrair, mesmo em circunstâncias aparentemente desfavoráveis.

Já sabemos há algum tempo que as emoções são acompanhadas de inúmeras mudanças no nosso corpo, como o aumento da frequência cardíaca ou a flexão de certos músculos do rosto que dão origem a esse gesto de que tanto gostamos: sorrir.

Descobrimos recentemente que isto pode ser uma via de “mão dupla”. Dessa forma, podemos enganar o cérebro provocando algumas reações físicas através das emoções e, da mesma forma, através das reações físicas facilitar a aparição da emoção.

Podemos atrair a felicidade com um sorriso

O nosso cérebro presta atenção ao que o nosso corpo está fazendo, e isso afeta as nossas emoções. Assim, o simples fato de sorrir, mesmo que não haja um motivo, dá ao corpo um momento de felicidade que traz grandes benefícios.

O sorriso é uma careta facial que coloca em xeque todo o rosto quando alguma coisa parece simpática, alegre ou divertida. Isto é, poderia ser considerado o retrato de uma emoção ou um estado agradável que nos provoca um bem-estar transitório. Embora muitas vezes seja difícil controlar as nossas emoções, é muito mais fácil controlar os nossos músculos.

Tenha em mente que o seu sorriso é uma ferramenta poderosa. A maioria das pessoas pensam que sorrimos porque nos sentimos felizes, mas também pode ser o contrário: nos sentimos felizes porque sorrimos.

A maneira mais fácil de obter um momento de felicidade, assim como de tranquilidade e confiança, é tão simples como esboçar um sorriso.

Hipótese do feedback facial

Para muitos, pode parecer bobo dizer que um simples sorriso pode atrair uma emoção tão intensa quanto a felicidade. No entanto, não é tão bobo assim porque a ciência dedicou vários experimentos e estudos para investigar a hipótese do feedback facial.

Uma das melhores experiências para demonstrar essa hipótese foi realizada no final da década de 1980. Os pesquisadores não queriam influenciar os resultados contando aos participantes do que se tratava a experiência e então inventaram uma maneira engenhosa de obter a flexão de certos músculos do rosto sem a necessidade deles conhecerem o propósito final do estudo.

Os participantes foram divididos em grupos e tinham que segurar um lápis de três formas diferentes. O primeiro grupo segurou o lápis entre os dentes, forçando um sorriso. O segundo grupo segurou o lápis com os lábios, para que não pudessem sorrir; na verdade, essa postura os obrigava a franzir ligeiramente as sobrancelhas. O terceiro grupo segurava o lápis na mão.

Os participantes do estudo examinaram algumas caricaturas e classificaram o quanto elas eram engraçadas. O grupo que era obrigado a sorrir deu para as caricaturas notas mais altas do que o grupo com o cenho franzido, enquanto o terceiro grupo deu notas intermediárias.

Em um estudo mais recente, mostraram aos participantes uma série de rostos com expressões felizes, neutras ou irritadas. Eles foram informados de que o estudo estava tentando medir o tempo de reação dos músculos faciais, mas na realidade, estavam estudando a emoção. Independentemente da imagem, as pessoas deviam “levantar as bochechas” (sorriso) ou “franzir as sobrancelhas” (cenho franzido).

A expressão facial influenciou a forma como as pessoas percebiam as imagens. Quando sorriram, acharam as imagens mais agradáveis ​​do que quando franziram a testa. Além disso, os efeitos do breve sorriso persistiram por 4 minutos.

A hipótese do feedback facial afirma que o movimento facial pode influenciar a experiência emocional.

Sorriso forçado, felicidade real

O feedback facial funciona porque o cérebro detecta a flexão de certos músculos faciais (o zigomático principal e zigomático menor, que são utilizados para sorrir) e a interpreta como motivo para estar feliz por alguma coisa. Da mesma forma, se esse músculo não está flexionado, o cérebro acredita que não é o momento de estar feliz.

Mas isso não é tudo. Além do feedback que obtemos fisicamente a nível individual, há outra questão que influencia a emoção da felicidade: o feedback social. O sorriso é contagioso. Na verdade, mesmo que você não se sinta muito feliz, se as pessoas ao seu redor estiverem sorrindo, você acaba se contagiando e sorrindo também.

Se nos esforçarmos para melhorar essa energia que nos faz sorrir, especialmente quando estamos com outras pessoas, o benefício será ainda maior, porque estaremos carregando a atmosfera com boas vibrações, promovendo um ambiente onde é mais fácil ser feliz.

Então, se você realmente quer tirar o máximo proveito do feedback facial, encontre algo para sorrir ou simplesmente levante os cantos dos seus lábios para enganar o seu cérebro. O que, em princípio, é um sorriso forçado rapidamente, se transformará em um verdadeiro sorriso. E desde o primeiro momento, a sua felicidade será real.

Não importa qual é o problema que você está enfrentando, esse pequeno momento de felicidade o tornará muito mais fácil.

 

 

 

 

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*Fonte: amenteemaravilhosa

Aprenda a identificar pessoas que possuem real falta de caráter

E o que é FALTA de caráter:

A falta de caráter é percebida quando, mesmo errando repetidamente com os outros, causando prejuízo a terceiros, e ferindo sentimentos através de manipulações e mentiras, a pessoa insiste no ato. A falta de caráter é característica de pessoas com baixa consciência moral, uma vez que essas pessoas não objetivam melhorar, pelo menos não sinceramente.

Alguns exemplos de FALTA de caráter:

Mentiras:

Todos nós mentimos, quer admitamos, quer não. As mentiras podem ser coisas banais do dia a dia, como dizer que vamos para casa, quando realmente não queremos sair com alguém. (nesse caso, até uma maneira de tentar abrandar um mal-estar), como podem ser mentiras mais graves, e que envolvem consequências importantes.

Entretanto, como eu disse no começo, todos estamos sujeitos a um erro grave. A diferença entre uma mentira acontecer em uma pessoa normal (cheia de falhas, mas que tem consciência), e em uma pessoa com falta de caráter, será a repetição e a não correção do ato, mesmo após ter passado por situações delicadas com as mentiras anteriores. Uma, duas mentiras são aceitáveis. Entretanto, um mentiroso (a) frequente mostra sérios sinais de falta de caráter.

Traição:

Longe de ser um tópico moralista, a traição pode ser entendida como falta de caráter, quando também acontece recorrentemente em uma relação em que o pacto do casal é de fidelidade. A traição também deve ser lembrada nos contextos de sociedade, no trabalho e amizade, em que o raciocínio é o mesmo: quebra de acordos e confiança.

Dívidas:

Uma coisa é a pessoa passar por situações complexas e que impossibilitem o pagamento de suas contas, outra coisa é a má administração do dinheiro, o consumismo desnecessário e o “comprar sem ter a intenção de pagar”. Um exemplo que deve ser observado são as pessoas que emprestam dinheiro de familiares e/ou amigos e não se veem na obrigação de pagar, aproveitando-se do vínculo afetivo existente. Mais uma vez, a falta e caráter será observada na frequência das ações.

Tratamento diferenciado:

O que motiva alguém a tratar bem algumas pessoas em detrimento de outras? O que pensar de alguém que só trata bem àqueles que têm dinheiro ou que podem lhe oferecer algo em troca? A arrogância, a hipocrisia e comportamento interesseiro também são, sem dúvidas, sinais de falta de caráter.

Manipulação:

Tentar convencer alguém a pensar ou fazer algo de maneira diferente são coisas completamente diferentes de manipular pessoas a fazerem coisas que elas, se estivessem em plena consciência de seus atos, talvez não fizessem. A manipulação é um comportamento egoísta, uma vez que tira o direito de escolha do outro, e mostra falta ou total ausência de consideração pelo outro. O manipulador sempre visa driblar vontades e regras para favorecimento pessoal.

Falta de palavra:

A falta de palavra pode caminhar próximo à mentira e à manipulação. Quando alguém combina algo ou assume um compromisso, a espera social é que o mesmo seja cumprido. Mais uma vez, descartando os casos isolados, uma “Palavra” quebrada com frequência oferece sérios indícios de falta de caráter.

Não assumir as próprias responsabilidades:

Um dos maiores sinais de maturidade que pode ser encontrado em alguém é a capacidade de assumir as próprias responsabilidades. A falta de caráter pode ser observada se uma pessoa repetidamente atribui a outros a responsabilidade por atos que deveriam ser assumidos pessoalmente, principalmente, no que se refere às quebras de regras e leis que infringem com frequência.

Nota da página: Não é por acaso que as características acima são frequentes em sociopatas, pessoas com ausência de consciência e consideração pelos outros.

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*Fonte: bemmaismulher

11 coisas que você faz devido à sua ansiedade (e ninguém percebe)

Embora a ansiedade seja uma resposta natural de nosso corpo diante de uma ameaça, ela pode aparecer de forma regular ou crônica.
Quando fora de controle, a ansiedade pode afetar nossa saúde, assim como nossos hábitos.

Essa lista traz atitudes desencadeadas por uma ansiedade descontrolada que nem sempre são compreendidas por pessoas que não sofrem do mesmo mal.

Confira:

1 – Recusa convites para fazer coisas que realmente gostaria de fazer

Às vezes, a ansiedade pode ser tão debilitante que você não consegue reunir energia o suficiente para sair.
Não importa o quão excitado de antemão você esteja para o evento, quando o dia realmente chega e sua ansiedade está em pleno vigor, você diz não.
Você não quer ser um fardo para ninguém, então a melhor escolha é não participar.

2 – Fica obcecado por coisas que normalmente as pessoas nem pensariam duas vezes sobre

Você fica obcecado com tudo que está em sua cabeça.
Muito provavelmente, as coisas nas quais você fica obcecado nunca passariam pela mente de alguém que não sofre de ansiedade.
Talvez você fique obcecado com uma conversa que teve na semana passada, ou na maneira como seu chefe te encarou outro dia.
Talvez você se assuste com o fato de seu parceiro não ter lhe enviado uma mensagem naquele dia e fique preocupada sobre ter dito alguma coisa que o aborreceu.
Seja como for, é difícil para pessoas sem ansiedade entender por que você está se atrapalhando com coisas que nem lhes importariam.

3 – Acordar muito cedo mesmo quando está muito cansado(a)

Dormir é sempre um problema para você. É difícil dormir porque você tem tantas coisas para digerir sobre o dia que acabou de passar.
Sua mente parece nunca desligar, você sempre acorda cedo com preocupações que já estavam em sua mente.
Dormir é realmente um desafio para você, porque você não pode desligar sua ansiedade uma vez que já esteja acordado.

4 – Ter medo constantemente do pior cenário possível

Antes dos primeiros encontros, você está convencido(a) de que tudo dará errado. Antes de viajar, você imagina como tudo irá se desmoronar.
Antes de cair na estrada, você imagina o pior dos acidentes. Quando você fica doente, fica com medo de que haja realmente algo muito errado com seu corpo.
A lista sempre continua. Isso pode parecer bobeira para os outros, mas e para você?
Seus medos são reais. É real para você!

5 – Você repete as conversas repetidamente em sua cabeça

Você evita confrontos a todo custo, pois isso faz com que sua ansiedade piore.
Quando você tem algo a dizer que parece adorável a alguém, você continua a pensar sobre isso depois que é dito.
Você nunca consegue tirar isso da sua cabeça e você sempre acha que disse algo errado.
Isso pode te machucar muito por dentro e você deve sempre se lembrar que é apenas sua ansiedade falando e que tudo está bem.

6 – Você se preocupa mais com você quando as pessoas expressam preocupação por você

Quando as pessoas lhe perguntam se você está bem quando você está tendo um ataque de ansiedade, ou quando as pessoas vêm até você quando você está com a cabeça em pensamentos negativos, isso piora sua ansiedade.
Claro que todos eles querem seu bem, mas quando os outros se preocupam com você, isso faz você pensar:

“Se eles estão preocupados, então eu deveria me preocupar ainda mais comigo mesmo!”

7 – Você acha que é sua culpa quando alguém não te responde imediatamente

Se é o amor da sua vida, seu melhor amigo ou irmão, você fica constantemente cansado quando as pessoas não te respondem.
Pessoas sem ansiedade geralmente não ligam para isso, mas você sim. Normalmente quando pessoas não te respondem ou te mandam mensagem você acha que a culpa é sua.
Você sempre pensa que fez algo errado, quando, na maioria das vezes, está tratando com pessoas ruins em se comunicar.

8 – Você sente ter um colapso quando alguém começa a falar do futuro

O futuro é um grande gatilho para você.
Você odeia quando as pessoas lhe perguntam quais seus planos para os próximos cinco anos, e isso irá fazer você se retirar.
A graduação do ensino médio e da faculdade para a maioria das pessoas é muito emocionante, mas para você pode ser incrivelmente assustador.
Você odeia quando as pessoas falam sobre seu próprio futuro porque isso faz com que você sinta que não é bom o suficiente.

9 – Constantemente, você compara o seu sucesso ao de pessoas de mesma idade

Você vê constantemente no Facebook que as pessoas da sua idade estão conseguindo o trabalho dos sonhos, e isso faz com que sua cabeça queira explodir.
Você não quer comparar-se aos outros, mas às vezes sua ansiedade o força.
Você se pergunta se algum dia irá se igualar a eles e se seus objetivos se tornarão realidade.

10 – Você se recorda de cada erro que cometeu e sofre com isso

Especialmente se você comete um erro no trabalho, isso pode consumir seus pensamentos e arruinar seu dia, ou mesmo sua semana.
Você se esforça para fazer o melhor que pode, mas quando envia algo acidentalmente ou faz algo que não deveria fazer no escritório, você fica muito para baixo.
A ansiedade pode realmente ser sua pior inimiga.

11 – Em alguns dias, você está exausto física e mentalmente para sair da cama

Alguns dias, sua ansiedade pode ser tão forte que você realmente se sente incapaz de fazer qualquer coisa além de ficar deitado na cama e chorar.
Às vezes o mundo pode ser demais para sua mente, você precisa de alguns dias para descansar sua mente e seu corpo.
A ansiedade pode ter um enorme efeito sobre a nossa saúde, não é algo que devemos deixar para lá. Ela pode ser realmente prejudicial e muitas pessoas não entendem os efeitos que ela pode ter em um indivíduo.

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*Fonte: awebic

A ideia de uma vida boa foi substituída pela de uma vida a ser invejada

“Um dos mais influentes psicanalistas da Inglaterra, autor de dez livros e editor da nova tradução da obra de Sigmund Freud (1856-1939), Adam Phillips, mais parece um profeta do que um homem da ciência. Pelo menos essa é a ideia que se tem depois de ler a entrevista que ele concedeu à revista Veja em 12 de março de 2003, “Páginas amarelas”), mas que sete anos depois me parece atualizadíssima as questões erguidas por ele, da qual se extraíram as dez denúncias abaixo numeradas:

1. Hoje as pessoas têm mais medo de morrer do que no passado. Há uma preocupação desmedida com o envelhecimento, com acidentes e doenças. É como se o mundo pudesse existir sem essas coisas.

2. A ideia de uma vida boa foi substituída pela de uma vida a ser invejada.

3. Hoje todo mundo fala de sexo, mas ninguém diz nada interessante. É uma conversa estereotipada atrás da outra. Vemos exageros até com crianças, que aprendem danças sensuais e são expostas ao assunto muito cedo. Estamos cada vez mais infelizes e desesperados, com o estilo de vida que levamos.

4. Nos consultórios, qualquer tristeza é chamada de depressão.

5. As crianças entram na corrida pelo sucesso muito cedo e ficam sem tempo para sonhar.

6. No século 14, se as pessoas fossem perguntadas sobre o que queriam da vida, diriam que buscavam a salvação divina. Hoje a resposta é: “ser rico e famoso”. Existe uma espécie de culto que faz com que as pessoas não consigam enxergar o que realmente querem da vida.

7. Os pais criam limites que a cultura não sanciona. Por exemplo: alguns pais tentam controlar a dieta dos filhos, dizendo que é mais saudável comer verduras do que salgadinhos, enquanto as propagandas dão a mensagem diametralmente oposta. O mesmo pode ser dito em relação ao comportamento sexual dos adolescentes. Muitos pais procuram argumentar que é necessário ter um comportamento responsável enquanto a mídia diz que não há limites.

8. [Precisamos] instruir as crianças a interpretar a cultura em que vivemos, ensiná-las a ser críticas, mostrar que as propagandas não são ordens e devem ser analisadas.

9. Uma coisa precisa ficar clara de uma vez por todas: embora reclamem, as crianças dependem do controle dos adultos. Quando não têm esse controle, sentem-se completamente poderosas, mas ao mesmo tempo perdidas. Hoje há muitos pais com medo dos próprios filhos.

10. Ninguém deveria escolher a profissão de psicanalista para enriquecer. Os preços das sessões deveriam ser baixos e o serviço, acessível. Deve-se desconfiar de analistas caros. A psicanálise não pode ser medida pelo padrão consumista, do tipo “se um produto é caro, então é bom”. Todos precisam de um espaço para falar e refletir sobre sua vida.”

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*Fonte: pensarcontemporaneo

8 regras simples para se comunicar com um manipulador

Os manipuladores têm a capacidade de cultivar em nós o sentimento de culpa, nos chantagear e mentir descaradamente. Acabamos fazendo o que eles querem e mandam, mesmo que para isso seja preciso ultrapassar nossos próprios limites, como se nossa vontade nem sequer existisse. Esse jogo pode durar anos, envenenando a vida quem é manipulado.

Para que você se defenda deste tipo de pessoa, algumas “normas de segurança” que foram criadas pelo expert em comunicação e treinamento Preston Ni:

Lembre-se de seus direitos inalienáveis

Você tem direito a ser respeitado por outras pessoas.

Tem direito a expressar seus sentimentos, opiniões e vontades

Tem direito de estabelecer suas prioridades.

Tem o direito de dizer “não” sem que se sinta culpado.

Tem direito de receber aquilo pelo que pagou.

Tem direito a expressar seus pontos de vista, mesmo que eles sejam diferentes dos demais.

Tem direito de se proteger de ameaças físicas, morais e emocionais.

E você tem direito a construir sua vida de acordo com sua própria noção de felicidade.

Estes são os limites do seu espaço pessoal. Claro que os manipuladores são grandes destruidores dos nossos limites, que não respeitam nem reconhecem nossos direitos. Porém apenas nós mesmos somos os responsáveis por nossas próprias vidas.

Mantenha distância

Durante a comunicação, um manipulador mudará sua máscara o tempo todo: com uma pessoa pode ser extremamente educado, enquanto com outro pode reagir com violência e grosseria. Em uma situação se fará passar por alguém indefeso, enquanto em outra deixará aparecer seu lado agressivo.

Se você já percebeu que a personalidade de alguém tem a tendência de refletir este tipo de extremos, o melhor que você pode fazer é manter uma distância segura dessa pessoa e não se relacionar com ela a menos que seja realmente necessário.

O mais comum é que os motivos que levam a este comportamento sejam complexos e tenham raízes na infância. Corrigir, educar ou salvar um manipulador não é problema seu.

Não leve-o a sério

A tarefa de um manipulador é brincar com suas fraquezas. Não surpreende se, na presença de alguém assim, você passar a sentir sua “incapacidade” e até tentar culpar a si mesmo por não obedecer às ordens daquela pessoa.

Identifique essas emoções e lembre que o problema não está em você. Estão te manipulando para fazer com que você sinta que não é suficientemente bom, e por isso deveria estar disposto a se submeter às vontades de outro alguém, chegando a renunciar aos seus próprios direitos.

Analise sua relação com um manipulador respondendo mentalmente às seguintes perguntas:

Esta pessoa me demonstra verdadeiro respeito?

Suas exigências e solicitações são bem fundamentadas?

É uma relação equilibrada? Talvez você seja um dos que se esforça enquanto o outro só recebe os benefícios?

Esta relação me impede de manter uma boa relação comigo mesmo?

As respostas a estas perguntas ajudarão você a entender de quem é o problema, se ele está em você ou na outra pessoa.

Faça-o perguntas para testar

Os manipuladores sempre tentarão coagir você com suas solicitações ou pedidos, fazendo com que você se esqueça de si mesmo e das suas necessidades. Se o manipulador tenta te ofender ou refutar seus argumentos, mude o foco de atenção: de você mesmo para seu interlocutor.

Faça-o algumas perguntas de teste e ficará mais claro para você se tal pessoa tem ao menos um pouco de autocrítica e/ou vergonha.

“Você acha que é justo o que está me pedindo?”

“Você acha que isso é justo comigo?”

“Posso ter minha própria opinião a respeito disso?”

“Você está perguntando ou afirmando?”

“O que eu recebo em troca?”

“Você acha mesmo que eu… (reformule o pedido do manipulador)…?”

Fazer estas perguntas é como colocar o manipulador em frente a um espelho, onde a pessoa verá o “reflexo”, a verdadeira natureza de seu pedido.

Ainda assim, existe um tipo único de personagem que sequer se dará ao trabalho de ouvir você, e insistirá constantemente em favor próprio. Nesse caso, siga os seguintes conselhos:

Não se apresse!

Outra das estratégias preferidas do manipulador é forçar você a responder ou agir de imediato. Numa situação em que o tempo passa rápido, é mais fácil para ele manipular para conseguir o que deseja (na linguagem de vendas, seria como dizer “fechar logo o negócio”).

Se você sente que estão te pressionando, não se apresse a tomar uma decisão. Use o fator tempo a seu favor, retire a chance de ter sua vontade coagida. Você manterá o controle da situação dizendo apenas “eu vou pensar”.

São palavras muito eficientes! Faça uma pausa para analisar prós e contras: determine se você quer continuar discutindo sobre o assunto ou dar um “não” definitivo.

Aprenda a dizer ‘não’

Saber dizer ‘não’ é a parte mais importante na arte da comunicação. Uma negação clara permite que você se mantenha imóvel em sua opinião, criando uma boa relação com seu interlocutor (se as intenções dele forem saudáveis).

Lembre-se de que você tem o direito de estabelecer suas prioridades, tem direito a dizer ‘não’ sem por isso sentir qualquer tipo de culpa. Você tem direito a escolher seu próprio caminho à felicidade.

Fale-o sobre as consequências

Como resposta às intromissões grosseiras no seu espaço pessoal e à dificuldade em aceitar seu ‘não’, fale ao manipulador sobre as consequências de seus atos.

A capacidade de identificar e expor de forma convincente os possíveis resultados é um dos métodos mais eficientes de truncar o jogo do manipular. Você o colocará num beco sem saída, obrigando-o a mudar de atitude com relação a você ou até a revelar qual era seu plano, inviabilizado-o.

Defenda-se de zombarias e ofensas

Às vezes os manipuladores chegam a ofender ou até zombar diretamente, tentando assustar suas vítimas ou causar nelas algum tipo de sofrimento. O mais importante é lembrar que as pessoas assim se apegam ao que acreditam ser uma fraqueza. Enquanto você for passivo e obediente, será um alvo fácil diante de seus olhos.

O curioso sobre isso é que, na maior parte dos casos, este tipo de pessoa é, na realidade, covarde: logo que a vítima começa a demonstrar personalidade e a defender seus direitos, o manipulador se retira. Esta regra funciona em qualquer esfera da sociedade, seja na escola, na família, ou até no trabalho.

Lembre-se que não vale a pena entrar numa briga, basta manter a calma e deixar clara sua opinião.

De acordo com estudos, muitos abusadores foram ou são vítimas de abusos. É óbvio que esta condição não justifica de maneira alguma seu comportamento, mas é importante lembrar para responder a seus atos com sangue frio e sem remorso algum.

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*Fonte: resilienciamag

15 minutinhos fazendo isso na cama vão melhorar radicalmente seu relacionamento

Quando alguém pensa em apimentar o relacionamento ou melhorar a intimidade do casal, logo imagina pétalas de rosas, velas e jantares românticos. Um estudo revela, porém, que talvez seja mais interessante investir no pós-coito do que nas preliminares.

Ficar juntinhos na cama por cerca de 15 minutos ajuda muito no relacionamento segundo pesquisa da Universidade de Toronto Mississauga, publicana na revista Archives of Sexual Behaviour. O melhor de tudo é que o resultado é observado independentemente da frequência do sexo, mas parece funcionar melhor em casais com filhos em relação aos sem filhos.

A pesquisadora Amy Muise estudou os efeitos do comportamento pós-coito em casais monogâmicos e descobriu que o que o par faz logo após o sexo tem um grande impacto sobre como eles se sentem em relação à satisfação sexual com o parceiro.

“Quando as pessoas pensam em sexo, elas tendem a focar no coito ou no orgasmo. Essa pesquisa sugere que outros aspectos afetivos do sexo são importantes para a satisfação sexual”, explica ela.

Muise testou a relação entre comportamento afetivo pós-sexo como beijos, carinhos e conversa amorosa com a satisfação sexual. O estudo foi dividido em duas fases: na primeira coletou informações de uma pesquisa online com 355 pessoas, enquanto na segunda aplicou questionários por 21 dias em 101 casais.

Na fase online, os participantes relataram ter comportamento afetivo por cerca de 15 minutos depois do sexo. A pesquisa mostrou que casais que passavam mais tempo juntos relataram ter maior satisfação sobre sua vida sexual e melhor relacionamento com o parceiro. Na segunda fase, casais eram orientados a se abraçar por mais tempo do que o seria normal, e três meses depois relataram sentir níveis mais altos de satisfação.

“Pais normalmente têm menos tempo para sexo e romance. O tempo passado se abraçando depois do sexo mostrou um maior impacto nos relacionamentos do que nos não-pais. É possível que o tempo de conexão depois do sexo seja mais importante para casais que têm problema de falta de tempo para conexão íntima”, diz ela. [OZY, Universidade de Toronto, Archives of Sexual Behaviour]

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*Fonte: hypescience

A ciência comprova: poesia é mais eficaz que autoajuda

Ler poesia pode ser mais eficaz em tratamentos do que os livros de autoajuda, segundo um estudo da Universidade de Liverpool.

Especialistas em ciência, psicologia e literatura inglesa da universidade monitoraram a atividade cerebral de 30 voluntários que leram primeiro trechos de textos clássicos de Henry Vaughan,John Donne, Elizabeth Barrett Browning e Philip Larkin e depois essas mesmas passagens traduzidas para a “linguagem coloquial”.

Os resultados da pesquisa mostraram que a atividade do cérebro “acelera” quando o leitor encontra palavras incomuns ou frases com uma estrutura semântica complexa, mas não reage quando esse mesmo conteúdo se expressa com fórmulas de uso cotidiano.

Os especialistas descobriram que a poesia é mais útil que os livros de autoajuda porque afeta o lado direito do cérebro, onde são armazenadas as lembranças autobiográficas, e ajuda a refletir sobre eles e entendê-los desde outra perspectiva.

Os especialistas buscam agora compreender como afetaram a atividade cerebral as contínuas revisões de alguns clássicos da literatura para adaptá-los à linguagem atual, caso das obras de Charles Dickens.

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*Fonte: revistapazes

Aprenda a se colocar no lugar do outro, e tente ser amor, sempre que puder. O Universo te devolverá em dobro, quando você mais precisar.

Até pouco tempo eu concordava cem por cento com a citação ‘Sou responsável, pelo que digo e não pelo que você entende’.

Refleti muito sobre toda a verdade que essa simples sentença carrega.

E cheguei à conclusão de que, ela a frase, é egoísta e cruel.

Nós, ou muitos de nós, gostamos de não nos responsabilizar por quase nada.

Porque o sentimento de culpa pesa, sufoca, e acharmos que somos ou fomos culpados por alguma coisa, é assustador.

Com frequência ouvimos frases como, ‘a culpa é sua, você quis assim, eu não fiz nada para você’.

Eu acredito firmemente, que não existem culpas, existem consequências, então, para tudo o que você fizer ou disser, existe uma consequência. É aí que entra nossa responsabilidade. Sim eu disse nossa, minha, sua, todos nós deveríamos nos preocupar com o que acontece a nossa volta, deveríamos sim prestar atenção ao que acontece com as pessoas, porque um sorriso, um abraço, um simples conta comigo, pode mudar uma história. Acha que é exagero? Então pare para pensar com cuidado, e talvez você encontre algum momento em sua vida, no qual alguém salvou o seu dia com um gesto simples, uma palavra que conforta ou um simples ombro amigo.

Se alguém salva um dia, ele(a) pode estar salvando uma vida, porque vidas podem começar e terminar em apenas alguns minutos, quem sabe até segundos.

A falta de empatia tem deixado o mundo mais frio e triste. Quando nos deparamos com pessoas que moram na rua, com aqueles, que por um motivo ou outro estão ou são menos favorecidos, sentimos pena sim, mas pensamos primeiro que é um problema social, que a culpa é do governo, lamentamos, mas não fazemos nada, certo?

Você deve estar se perguntando, e porque deveríamos fazer alguma coisa se a culpa não é nossa? Mas a verdadeira pergunta é, porque não fazer qualquer coisa que seja para ajudar, mudar ou melhorar a situação de alguém, nem que seja por alguns minutos ? Sem mais rodeios, onde eu quero chegar é, cada pessoa que você encontra, está lutando batalhas que talvez ninguém saiba, então seja mais gentil, pense antes de falar, e não se preocupe só com você, não faça o mundo girar somente ao seu redor, seja humano e se sinta sim responsável pelo que diz, porque você tem o poder de salvar o dia de alguém, ou de acabar com ele.

A maioria das pessoas é emocionalmente fraca, carente e isso não as torna inferiores, são apenas humanos imperfeitos, como eu e você, e ajudaria muito se cada um de nós fizesse a nossa parte.

Já ouvi pessoas dizendo que não podem ajudar aos outros porque mal conseguem ajudar a si próprios, e isso eu chamo de egoísmo, de olhar somente para o próprio umbigo, porque viver só para si é se entregar a uma existência miserável e sem sentido, sem propósito.

Se puder ajudar com dinheiro, ajude, se puder ajudar somente com palavras de motivação, assim o faça, se achar que não tem nada a oferecer, então pelo menos, se responsabilize sim, por tudo o que diz e tudo o que faz, porque isso com certeza pode e vai influenciar ou mudar o dia, quem sabe a vida de alguém.

Se estiver irritado, respire fundo e lembre-se ninguém precisa pagar o preço da raiva ou frustração que você sente, mas quem sabe a tranquilidade ou conforto que você precisa, virá de um gesto, quem sabe até de um estranho. Afinal, estamos nessa caminhada juntos, todas as pessoas que encontramos na rua, no parque, no supermercado, todos eles respiram o mesmo ar, todos têm um coração batendo forte no peito e sangue correndo nas veias, todos nós somos iguais, independente da posição social, cor da pele, nacionalidade, sexo, ou qualquer outra mera particularidade.

Nada disso faz diferença quando o coração para de bater, até porque quase todos os caixões tem tamanhos iguais, queimados ou enterrados, a única que sobra é nossa alma, nossa essência e nosso espírito.

O ser humano não sobrevive sozinho, todos nós necessitamos das interações sociais, todos nós sem exceção, precisamos um dos outros, então aprenda a se colocar no lugar do outro, e tente ser amor, sempre que puder.
O Universo te devolverá em dobro, quando você mais precisar. Vidas serão melhores e quem sabe o mundo se torne um lugar mais feliz.

 

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*Fonte/texto: Wandy Luz: resilienciamag

20 fatos da psicologia que vão te ensinar muito sobre comportamento humano

1 – Amizades feitas entre os 16 e os 28 anos de idade tendem a ser as mais duradouras, sabia?

2 – Mulheres se sentem mais atraídas por homens com a voz rouca porque eles parecem ser menos agressivos;

3 – Quem tem mais problemas na vida costuma ser sempre um bom conselheiro;

4 – Quanto mais inteligente é uma pessoa, mais ela pensa rápido e mais ilegível é a sua caligrafia;

5 – É a maneira como nos comunicamos que afeta as nossas emoções, e não o contrário;

6 – É muito verdadeiro aquilo que dizem sobre a forma como alguém trata um garçom no restaurante: realmente condiz com o caráter dessa pessoa;

7 – Quem tem sentimento de culpa com frequência é capaz de entender melhor os sentimentos alheios;

8 – Homens tendem a fazer mais piadas do que as mulheres;

9 – Pessoas tímidas falam pouco, mas muito bem, sobre si mesmas;

10 – Mulheres têm o dobro de receptores de dor do que os homens, mas são muito mais tolerantes à dor do que eles;

11 – Uma forma de parar seus pensamentos acelerados à noite é levantar-se e anotá-los em um papel. Isso faz com que seu cérebro se sinta aliviado, e você vai conseguir dormir, finalmente;

12 – Mensagens de ‘bom dia’ e de ‘boa noite’ ativam a parte do cérebro responsável por nos deixar felizes;

13 – Tentar fazer todo mundo à sua volta feliz vai deixar você se sentindo solitário;

14 – Segurar a mão de uma pessoa que você ama faz com que sua dor diminua;

15 – Quanto mais inteligente é uma pessoa, mais seletiva ela se torna na hora de fazer amizades;

16 – Casar-se com seu melhor amigo faz com que as chances de divórcio diminuam 70%;

17 – Mulheres que têm mais amigos homens costumam ser mais bem-humoradas;

18 – Viver em solidão por muito tempo faz tão mal à saúde quanto fumar 15 cigarros por dia;

19 – Viajar é algo que melhora a saúde do cérebro e diminui as chances de uma pessoa ter depressão ou sofrer um ataque cardíaco;

20 – Quando falam sobre algo de seu real interesse, as pessoas ficam mais atraentes.

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*Fonte: megacurioso

5 truques de lavagem cerebral que funcionam, não importa quão inteligente você seja

O mundo está cheio de pessoas que sofreram lavagens cerebrais e fizeram coisas absurdas, como se matar ou matar a outros. É claro que isso nunca vai acontecer com você, que é bem educado e inteligente, não é mesmo?

Exceto que não funciona assim. Mesmo os mais espertos estão sujeitos a apoiarem causas não tão espertas, por conta de coisas como:

5. Ideias não importam – as pessoas só se preocupam com o que “funciona”

Cientologia é um conjunto de crenças e práticas relacionadas a autoajuda. Enquanto seus cursos incluem conselhos interessantes, a cientologia também ensina que o governante do mal Xenu congelou bilhões de vítimas e escondeu-as em vulcões da Terra.

Por que cargas d’água as pessoas abraçam essa e outras mitologias aparentemente bizarras? Bom, porque tem coisas na cientologia que funcionam. Por exemplo, eles recomendam que as pessoas se concentrem em completar uma tarefa rapidamente e corretamente, esquecendo-se de todas as outras coisas que também precisam fazer. Então, uma vez que essa tarefa for concluída, as pessoas têm a confiança para avançar para a próxima e conseguem fazer tudo que querem.

A cientologia não inventou isso – provavelmente só adaptou essa ideia de tantas outras que existem e que funcionam há séculos. Mas aqui está a chave: quando um cientologista (ou qualquer outra pessoa que tenha qualquer outra crença) diz que isso funciona, é verdade. Funciona. A mitologia adjacente já não é tão importante – se dizem que a técnica funciona por causa de seres pequenos alienígenas que vivem dentro do seu corpo, beleza por você. Isso não muda nada.

Nós não temos espaço no cérebro para manter o controle de como tudo no mundo funciona – por isso, não estamos interessados em explicações científicas complexas sobre por que aqueles conselhos dão certo. Você pode se sentir superior a um cristão que não acredita em evolução, por exemplo, mas em algum lugar há um engenheiro que se sente superior a você por você não saber como funciona o seu iPhone. No fim das contas, a realidade é que você não sabe como o seu iPhone funciona porque saber isso não iria mudar o seu uso desse objeto no dia-a-dia. Da mesma forma, pensar que a Terra tem apenas 6.000 anos de idade não muda muita coisa no seu dia-a-dia, mas outros conselhos, como ter autodisciplina e paciência, podem de fato ajudá-lo, então você aceita o pacote inteiro e prontoacabou.

E SIM, todo mundo FAZ ISSO.

4. O outro lado é sempre pior

Você está assistindo O Senhor dos Anéis. De um lado da batalha, tem os humanos e do outro lado, tem orcs. Para quem você torce? Fácil. Se amanhã você topasse com um grupo de caras em um beco lutando contra orcs, você iria se juntar aos caras, sem sequer perguntar sobre a natureza da briga. Não importa – você iria lutar ao lado dos humanos, mesmo que eles fossem neonazistas.

É isso que acontece com a maioria das pessoas que você vê lutando por uma causa realmente terrível ao lado de pessoas terríveis: elas estão fazendo isso porque pensam que estão lutando contra um inimigo que é pior ainda.

As pessoas definem-se principalmente pelo que odeiam. É mais comum ouvir alguém falando mal de Bieber do que defendendo sua banda preferida, ou xingando um candidato político do que exaltando outro.

A verdade é que um grupo de pessoas de fato alimenta a adesão a outro grupo de pessoas com ideias opostas e há uma relação simbiótica estranha entre esses dois “lados”, que é o que garante a sobrevivência de ambos.

Esse também é o motivo pelo qual as pessoas sempre atribuem características negativas a seus “inimigos” que não são de fato relacionadas com quem elas discordam. Por exemplo, não é o suficiente dizer que os antifeministas estão errados ou equivocados; temos que dizer que eles são gordos frustrados assexuados (então a resposta desses gordos frustrados assexuados é que feministas são mulheres irritadiças e fracas ou homens efeminados). Os conservadores são caipiras ignorantes, os liberais são hippies sonhadores, e assim por diante – essa é a chave para manter o foco sempre em quão desumano o outro lado é, de modo que nunca temos de olhar para nossos próprios umbigos.

Nós vamos desculpar qualquer coisa dentro do nosso próprio movimento, porque não importa o quão errado, bisonho ou ilegal ele seja, pelo menos nós não somos orcs.

 

3. Pertencer a um grupo importa mais do que ter uma opinião sensata

Se você chegar em casa e ver um estranho batendo em sua mãe, você não vai perguntar: “Senhor, qual é a natureza de sua disputa? O que ela fez para você?”. Não, você vai pegar uma faca e mergulhá-la nas costas desse filho da p***. Naquele momento, a lealdade a sua mãe supera qualquer outra coisa.

Da mesma forma, se você conversar com alguém que esteve em uma guerra e perguntar-lhe como ele conseguiu fazer tudo o que fez, a pessoa provavelmente não vai dizer que foi o seu amor pelo país ou sua crença na causa (muitos soldados nem sequer podem articular a razão que levou às batalhas nas quais lutaram). Não. O soldado certamente vai responder que aguentou firme pelo cara que estava do lado dele. Ele precisava ajudá-lo, do mesmo modo que o colega o estava protegendo também. É assim que as pessoas em guerras sobrevivem e não pensam no que estão fazendo – porque precisam cuidar umas das outras.

É também a razão pela qual nós gostamos de torcer por equipes esportivas, é a razão pela qual adolescentes formam panelinhas e é a razão pela qual as pessoas se unem a gangues.

Queremos pertencer a um grupo, uma “tribo”. Desde que essa tribo não tenha qualquer crença que seja absolutamente repulsiva para você, qual é a crença em si não importa. Por exemplo, um ex-neonazista já contou que se juntou a um grupo de skinheads antes mesmo de saber que eles eram skinheads. Antes apenas um grupo de pessoas que saíam juntos, foi como se eles tivessem decidido um dia que agora odiavam judeus. E esta é a chave: se alguém aparecesse e falasse para esse ex-neonazista que seus amigos eram idiotas vendedores de ódio, ele teria ouvido isso como uma crítica às pessoas mais próximas a eles. “Vendedores do ódio?!? Eu confio nos meus manos com a minha vida!”.

“Mas”, você insiste, “eu nunca odiaria todo um grupo étnico de pessoas só para agradar meus amigos!”. Talvez não, mas há maneiras mais sutis de ser arrastado para dentro de um grupo sem concordar totalmente ou sequer entender suas ideias e crenças. Seja honesto: você provavelmente nem conhece todas as propostas que seu candidato político fez, e votou nele mesmo assim. Pior: o defendeu mesmo sem poder dizer o que ele defendia.

Muitas vezes, quando uma nova controvérsia de qualquer natureza surge – biscoito ou bolacha? -, a maioria das pessoas não estuda cuidadosamente a questão para descobrir como se sente e o que pensa dela. Não. Elas apenas seguem sua tribo. Frequentemente, adotam opiniões alheias como suas (porque foi meu pai que falou, ou aquele amigo que eu acho que é inteligente!). Além disso, acham que entendem de algo porque viram uma única informação vinda de uma fonte conhecida (mas não necessariamente com credibilidade), quando a realidade é que provavelmente têm chocantemente pouco conhecimento sobre o assunto o qual estão opinando.

Meu ponto não é que todo mundo seja idiota e hipócrita. Meu ponto é que nós não temos espaço em nossos cérebros para manter controle de tanta informação, e nossa primeira prioridade é pertencer a um grupo – isso garante companhia, apoio, sobrevivência. Não é culpa de ninguém, mas significa que você não vai mudar a cabeça das pessoas apenas bombardeando-as com informações.

 

2. Geralmente, todo mundo tem o mesmo código moral, só que o usam de forma diferente

Você se considera moralmente superior às pessoas que costumavam queimar bruxas? Eu espero que sim – essas pessoas sequestravam homens e mulheres inocentes e os executavam com base em uma superstição ridícula.

Mas e se, em uma surpreendente reviravolta, nós descobríssemos que as bruxas não apenas são reais, mas que tudo dito sobre elas é verdade? Que elas de fato têm poderes mágicos obscuros que usam para torturar e assassinar pessoas em massa? E, uma vez que são mágicas, que a única maneira de pará-las é matando-as? Quero dizer, você aplaudiu quando Voldemort morreu, não?

Tá-dá! Fica claro que você não é, necessariamente, mais tolerante do que os caçadores de bruxas – você apenas não compartilha de sua crença em bruxas. Seu código moral pode de fato ser exatamente o mesmo do deles – você só discorda sobre esse fato em particular. E fatos podem estar certos ou errados, mas não podem ser morais ou imorais.

É isso que acontece em praticamente todo debate político. Ambos os lados concordam com o princípio moral de que a tirania do governo é ruim. Eles simplesmente discordam sobre se os ideais de um ou de outro são um exemplo de tirania do governo.

Mas não conseguimos ver claramente essa questão moral. A fim de preservar a narrativa “bem contra o mal”, muitas vezes as pessoas decidem que o outro lado do debate está simplesmente mentindo sobre o que acreditam. “Os caçadores de bruxas nem sequer pensavam que bruxas existiam, eles só queriam uma desculpa para mutilar mulheres!”.

Isso é sem dúvida verdade em alguns casos, mas não na maioria. Isso não impede ambos os lados de desejarem acreditar que o seu inimigo é realmente pior. Só não é o caso. As pessoas de lados opostos de certas questões na verdade geralmente possuem os mesmos valores morais, embora possam priorizá-los de forma diferente.

Se você quer um exemplo cotidiano disso, basta pensar naquele amigo chato que é excessivamente franco com suas opiniões, arruinando o bom humor alheio por onde passa. Não é que ele seja imoral; é que ele está priorizando um valor moral (honestidade) em detrimento de outro (minimizar danos emocionais). E torna-se ainda mais difícil odiá-lo quando você percebe que ele está realmente fazendo escolhas morais corajosas todos os dias – ele pode ter tomado uma decisão angustiante de dizer que sua camisa parece algo que um urso cagaria depois de comer um palhaço porque viu isso como a coisa “certa” a fazer, de acordo com sua moral interna. Provavelmente, é o que ele gostaria que você fizesse por ele, caso um dia ele usasse uma camisa que parece algo que um urso cagaria depois de comer um palhaço.

 

1. A maioria das pessoas caem em sua “tribo” por acidente

Se você procurar livros que explicam por que as pessoas brancas são a raça superior do mundo, você vai encontrar uma coincidência surpreendente quando olhar para os seus autores: eles são todos brancos.

Louco, não? Qual a probabilidade???

Ano passado, a revista TIME fez um experimento onde antecipou com precisão as convicções políticas de americanos apenas pedindo-lhes que respondessem uma série de perguntas completamente não políticas, como “Você prefere gatos ou cães?” e “Seu espaço de trabalho é organizado ou bagunçado?”. Outro estudo descobriu que você pode antever a posição política de alguém estudando como seu cérebro processa riscos.

É. Não é difícil prever o grupo no qual uma pessoa pensa que se encaixa. Geralmente, elas acreditam que a pior característica que uma pessoa pode ter é justamente algo que para elas é fácil não ter. Por exemplo, muitas pessoas em forma acham que os gordos são “lesmas preguiçosas” – para elas, as pessoas não estão no mesmo nível que elas por culpa própria. Muitos ricos também pensam que pobres são inferiores por serem vagabundos que não querem trabalhar ou estudar. E daí por diante.

Tudo isso pode parecer preconceito – e provavelmente é -, mas assim que é a vida: você apoia os grupos dos quais você por um acaso faz parte. Você pode pensar nisso como sua “Configuração de Padrão Moral”, e ela é em grande parte determinada por onde você nasceu, como você foi criado e em qual grupo de amigos você caiu.

Porque o preconceito é racional, natural e até moral

Se você quiser ver sua Configuração de Padrão Moral em ação, imagine que você e sua mãe foram visitar um país estrangeiro. Na entrada, eles exigem que todas as mulheres removam suas camisas e sutiãs para que possam ser fotografadas para fins de identificação. Você acha isso nojento e misógino – secretamente, eles só querem ver tetas e são uma cultura estranha e machista.

E, no entanto, quando mulheres muçulmanas levantam essa mesma objeção quando precisam remover suas coberturas de cabeça para fotos de identificação em países estrangeiros, nós dizemos que SUA cultura é primitiva e misógina – porque as suas regras arbitrárias sobre quanto do corpo de uma mulher deve ser coberto em público são lógicas e respondem ao bom senso, enquanto as dos outros são o resultado de superstição e loucura.

Na realidade, ambos estão apenas reagindo ao seu “Ambiente Moral Padrão”, como se fosse uma verdade absoluta proferida na criação do universo. Que outras pessoas têm diferentes padrões – e acreditam neles tão fortemente quanto você – é um fato quase impossível de compreender.

Admita: você secretamente tem certeza de que se tivesse vivido no Brasil escravo como um homem branco, teria sido um dos menos racistas. Você também teria sido um dos jovens alemães que não foram sugados por Hitler. Ao imaginar-nos transportados para outro tempo e lugar, nós sempre assumimos que nosso Ambiente Moral Padrão de alguma forma viaja com a gente, porque não podemos conceber uma vida sem ele.

E esse ambiente é o que faz com que seja praticamente impossível realmente entendermos e respeitarmos uns aos outros. Quando você tenta fazer com que alguém desvie de seu próprio padrão, meu amigo, é quando todos os outros itens nesta lista reúnem-se em um único Power Ranger para se opor a você. Você está pedindo a ele para A) abandonar o que funcionou para ele até agora, B) deixar os bastardos maléficos do lado oposto ganharem, C) trair seus amigos e D) abraçar o que ele vê como imoralidade.

Muitas pessoas preferem, literalmente, morrer do que desviar de sua Configuração de Padrão Moral, também conhecido como mudar de opinião.

 

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*Fonte: hypescience

Busque um tempo só para você. É uma questão de vida!

É preciso, é essencial na vida. É parte da existência. Sim o tempo nos espera para tê-lo só para nós. O tempo quer nos mostrar algumas coisas, que dar algumas respostas, mesmo que algumas não muito claras. Ele quer fazer perguntas. Ele quer ser amigo.

A vida se torna louca quando corremos contra o tempo. Quando precisamos pensar, agir, ir mais rápido, terminar, recomeçar.
O tempo cobra que a gente pare, que a gente respire um pouco mais devagar, que a gente esqueça todo o resto.

Como às vezes sentimos falta deste tempo. Só nosso, sem ninguém para nos cobrar nada, sem nos cobrarmos nada. Sem nos culparmos por não termos tempo para mais ninguém.

Durante o tempo em que ficamos dentro das nossas quatro paredes, observando nossos quadros mentais, revirando nossas coisas internas conseguimos avaliar a vida, organizar sentimentos, conseguimos aquietar o coração, chorar se for preciso, fazer planos deixados para trás, amar em silêncio.

Sem vozes alheias, sem opiniões, sem o barulho do que há lá fora. O tempo quer que estejamos de corpo e alma para nós. O tempo quer que descansamos, que nos aquietamos, que nenhuma voz além da que carregamos em nosso interior se manifeste.

O tempo quer que possamos assistir um filme qualquer sozinhos, que tomemos um banho de mar ou um drink sem ninguém por perto, que olhemos para o nada por certo período sem nenhuma interrupção.

Um momento para um sono, para uma caminhada, para ouvir uma música ou um CD inteiro. Que façamos algo que gostamos muito, sem que estejamos preocupados com o outro, devendo algo para o outro ou tendo que cumprir um prazo.
O tempo que tanto se fala é a vida, que em muitas situações quer tomar uma nova forma, mas estamos tão preocupados em dar conta, dar satisfações.

A vida está sempre pedindo um tempo. E parece tão difícil. A necessidade de ser para ontem o que poderia ser para amanhã.

É angústia, é indisciplina, é inquietação. É dor, é cansaço é desespero. Somos nós e o tempo, ou melhor, a vida, brigando. É um terminar e já começar de novo que estressa, que consome.

É o tempo pedindo tempo. E somos nós cobrando mais tempo. Sempre com medo de que não dê tempo de viver tudo, mesmo vivendo nada ou muito pouco do que que desejamos ou planejamos nos raros momentos em que tiramos um verdadeiro tempo para nós.

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*Fonte: osegredo/ Kênia Casagrande

A técnica do convite: descubra como deixamos que nos ofendam

Na psicologia sempre há a intenção de permitir que o paciente tome as rédeas de sua vida e não se deixe levar tanto pelas emoções nem pelas situações externas que com frequência terá que enfrentar. A ideia é promover a aceitação incondicional, tanto de si mesmo quanto dos demais e da vida no geral, de forma que tudo que aconteça conosco nos afete na medida certa: nem mais, nem menos.

Não queremos pessoas conformistas. Gostamos das pessoas apaixonadas, com vontade de morder a vida e espremê-la, com metas, desejos e sonhos para realizar. Isto não é excludente de ser uma pessoa madura a nível emocional, que sabe regular suas emoções, que controla sua maneira de interpretar e perceber o mundo e que é capaz de aceitar a derrota, o fracasso ou as críticas e vê-las como uma parte normal da vida.

Quantas vezes ficamos enfurecidos porque alguém nos disse ou fez algo “injusto”? Quantas vezes pusemos a culpa pelos nossos próprios sentimentos nos demais? Todos nós fizemos e todos nós erramos. As emoções são só nossas e quando estamos mal, com o ânimo abalado, é porque nós o decidimos assim.
Os demais não lhe ofendem, você se ofende a si mesmo

É certo que ninguém gosta de ter um defeito ressaltado, que lembrem de alguma coisa errada ou que critiquem no geral. Nós preferimos as demonstrações de afeto e os elogios porque assim nos sentimos aceitos e essa aprovação nos gera um grande prazer (estimula nosso circuito cerebral de recompensa, tanto que a busca por reconhecimento pode virar um vício). Por outro lado, as críticas ou rejeições podem gerar de sentimentos de ansiedade até a depressão ou a irritação.

Quando recebemos um comentário negativo sobre nós, o primeiro que fazemos é ficar na defensiva, tentamos nos justificar, dar explicações ou contestar com outra crítica de maneira ressentida. Por que o fazemos? Porque nos ofendemos, mas não pelo que a outra pessoa acabou de dizer, mas porque nós, com nosso diálogo interior, dizemos que o que esta pessoa pensa de nós é a única verdade possível. Aos outros podemos negar, mas a nós mesmos, temos que afirmar.

Digamos que “compramos” as críticas do outro, que cremos nelas, as tomamos como nossas e as integramos como corretas, permitindo que modifiquem nossos pensamentos. Somos nós os que decidimos fazê-lo assim e essa decisão implica que deixemos ser manipulados como marionetes pela opinião de alguém alheio a nós mesmos.

Não é curioso que com os elogios isso não aconteça tanto? Não tendemos a comprar da mesma forma uma demonstração de afeto, louvor ou até mesmo um flerte. Mas se nos dizem algo negativo, em seguida nós damos uma resposta.
A técnica do convite, você a aceita?

A técnica do convite é usada em consultórios para fazer com que o paciente veja o que acabamos de comentar mais acima. Buda dizia: “Se alguém pretende me dar um cavalo de presente e eu não o aceito, de quem acaba sendo o cavalo?” Claro! Segue sendo da pessoa que pretende nos dar o cavalo, e com as críticas acontece o mesmo.

Se existem pessoas que pretendem gastar suas energias da maneira errada conosco de forma negativa, é problema delas. O nosso é aceitar ou não seus insultos ou grosserias. Assim, se o fazemos, é nossa responsabilidade e de nada serve pretender mudar a opinião do outro pois o mais provável é de que não o faça, e então seremos nós que gastaremos energia.

Com a técnica do convite, o terapeuta convida o paciente para que se sinta de uma maneira específica. Por exemplo, um fracassado, uma má pessoa, alguém fisicamente feio, etc. Ele o faz quando o paciente vai à consulta com a queixa de que recebe esses comentários ou de que há pessoas que lhe fazem sentir desta maneira.

O terapeuta lhe oferece um cartão, de maneira a lhe convidar, em que aparece escrita a seguinte frase: “Eu, sua (mãe, irmã, colega, namorada), lhe convido a sentir-se (inútil, culpado, sem graça, feio, gordo…). Você aceita meu convite? Aqui, o paciente tem que escrever que não aceita se sentir assim já que não pensa que isso defina a sua pessoa, mas que entende o ponto de vista do outro.

Esta aceitação nos livra da pesada carga que supõe tentar agradar a todos, algo que jamais conseguiremos completamente. A técnica do convite deve ser praticada a nível mental tantas vezes quanto sejam necessárias, cada vez que esbarrarmos com alguém que nos julgue de forma negativa. Assim, com a prática, seremos capazes de nos ofender cada vez menos e de inclusive utilizar qualquer crítica a nosso favor.

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*Fonte: amenteemaravilhosa

Nove truques eficientes para se tornar a pessoa mais encantadora do mundo

Uma das pessoas mais influentes e populares no LinkedIn, autor de 30 livros sobre negócios e comunicação, Jeff Haden, explica por que algumas pessoas são capazes de ganhar simpatia e provocar emoções positivas de quem quer que seja e como fazem isso.

Coragem para reconhecer as próprias fraquezas

As pessoas encantadoras não procuram sempre ganhar. Em vez disso, elas tentam dar o melhor que podem, sem esperar nada em troca. Não é difícil para elas aceitarem sua própria culpa, seu fracasso ou falar sobre suas fraquezas, uma qualidade que nem todo mundo possui.

Podem falar abertamente: “Eu invejo muito você“ ou ”Eu não sei, me ensine”, porque sabem que as pessoas valorizam as emoções sinceras.

Demonstram uma alegria sincera de estar com outras pessoas

É muito importante manter o contato visual numa conversa e as pessoas encantadoras sabem disso. Sorriem quando você sorri. Franzem as sobrancelhas ou concordam com a cabeça, quando você também o faz. Elas não fazem isso para te imitar, mas porque estão focadas no que você está dizendo e aceitam as suas emoções e palavras abertamente. Esta forma de feedback ajuda você a se dar bem basicamente com qualquer tipo de pessoa.

Procuram temas em comum

A maioria das pessoas inconscientemente busca as diferenças no outro, o que leva mais a uma discussão do que a uma conversa. As pessoas encantadoras e carismáticas sempre procuram falar sobre temas em comum.

Tente encontrar algo que conecte você com o seu interlocutor, isso ajuda a iniciar uma conversa interessante e a receber emoções positivas dessa comunicação.

Usam o poder do tato

O toque é uma ferramenta para transmitir emoções. Em um experimento, os participantes tentaram transmitir 12 emoções diferentes aos seus interlocutores por meio do toque, sem o uso de palavras. Verificou-se que em 50-83% dos casos, essas emoções foram transmitidas de forma adequada.

Por isso, sempre que você quiser, por exemplo, dar parabéns a alguém, pense em como fazer isso da melhor maneira: com um aperto de mão ou, talvez, com uns tapinhas no ombro, dependendo da situação. Isso vai ajudar você a demonstrar sinceridade de suas palavras e a transmitir a emoção certa, saindo-se melhor com o seu interlocutor. Mas lembre-se: contato físico exagerado pode pegar mal. Algumas pessoas que fazem isso excessivamente são vistas como pegajosas.

Usam expressões faciais e gestos

As pessoas adoráveis transmitem suas emoções de forma dramática e usam todos os meios possíveis para fazer isso. Elas são capazes de transformar até mesmo a história mais chata em uma narrativa interessante. Gesticulando e fazendo caretas (quando for o caso), com todas as suas forças transmitem os sentimentos da história, causando, assim, um interesse genuíno em seu interlocutor.

Não têm medo de parecerem ridículos

Talvez patinar ou jogar ’Twister’ não seja o forte de algumas pessoas, mas não elas não têm medo de pagar mico diante de todos. Por mais estranho que possa parecer, os outros as respeitam ainda mais.

Quando você estiver realmente disposto a demonstrar suas fraquezas e não tiver medo de parecer ridículo, os outros não vão rir de você. Mas vão rir com você, porque todos entendem que isso é completamente normal.

Sabem fazer perguntas

As pessoas adoráveis conseguem facilmente fazer com que você fale sobre você mesmo. Elas não têm vergonha de fazer perguntas e falar abertamente sobre si mesmas. Porque honestamente elas querem saber o que você pensa e isso as torna ainda mais encantadoras.

Quando você descobrir algo sobre uma pessoa, pergunte-lhe ou fale algo semelhante sobre você. Isso vai mostrar que vocês têm algo em comum e algo para compartilhar.

Lembre-se sempre dos nomes

As pessoas adoráveis sempre se lembram dos nomes e dos mínimos detalhes com uma precisão surpreendente. O fato de que alguém te chame pelo nome, mesmo que você tenha acabado de conhecer, faz com que você se sinta mais importante em uma conversa. Chame seu interlocutor pelo nome e se lembre de como chama seus amigos, familiares ou o animal de estimação. Isso provocará no outro emoções positivas em relação a você.

Escutam mais e falam menos

A maioria das pessoas não sabe ouvir tudo, é verdade. Todo mundo quer compartilhar algo e é sempre bom quando você conta uma história e vê que os outros prestam atenção e sentem emoções que correspondem ao seu relato. As pessoas adoráveis querem ouvir mais do que falar. Isso permite saber mais sobre seu interlocutor e encontrar mais coisas em comum.

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*Fonte: incrivelclub

Neurocientistas confirmam: em 21 dias você reprograma o seu cérebro!

O título é impactante não é? Por que 21? 21 dias para mudar e transformar. 21 dias para ser uma pessoa mais feliz e de bem com a vida. 21 dias para começar a fazer yoga. 21 dias para meditar. 21 dias para mudar os hábitos alimentares…21 dias para abandonar e quebrar um hábito, como parar de comer carne, parar de fumar, parar de criticar, adotar condutas altruístas… etc.

Tudo o que você precisa são 21 dias de determinação e disciplina fazendo ou deixando de fazer determinada coisa.

Você sabia que tudo o que você conquistou, assim como o seu padrão de pensamento e comportamento, estão relacionados aos seus hábitos? Ou seja, os seus hábitos influenciam diretamente a sua vida.

Os hábitos são, essencialmente, padrões de comportamentos e acabam se tornando uma parte do que somos.

Quando algum comportamento se repete o cérebro cria vias sinápticas mais rápidas, de maneira que uma ação aciona a ação seguinte, de forma quase automática.

Ninguém está inteiramente certo de onde a regra dos 21 dias se originou. Um dos pioneiros na Teoria dos 21 Dias foi o cirurgião plástico e psicólogo Maxwell Maltz, em 1960. Ele relatou que seus pacientes notavam as mudanças nas cirurgias apenas após 21 dias da operação, e registrou no livro Psico-cibernética que 21 dias é o tempo que o cérebro precisa para se adaptar a uma mudança. Em 1983 o artigo Three Weeks to a Better Me, na Reader’s Digest, relatou os esforços de uma mulher em não criticar durante 3 semanas. John Hargrave também descreve a importância dos 21 dias em seu livro Mind Hacking: How to Change Your Mind for Good in 21 Days. No livro best seller O Poder do Hábito, Charles Duhhig considera que são necessários 21 dias de repetição de uma ação para que ela se torne um hábito. Claro que existe a individualidade de cada um que pode levar a uma variação, como mostrado no estudo de Phillipa Lally, pesquisador de psicologia da saúde na University College London, publicado no European Journal of Social Psychology, no qual foi evidenciado que a partir de 18 dias consegue-se mudar um hábito, mas pode variar dependendo da pessoa, do comportamento e circunstâncias, sendo que o tempo médio foi de 60 dias para um comportamento tornar-se automático.

O cérebro tem duas formas de tratar as informações e ações vividas: uma de maneira consciente e a outra inconsciente. Mas talvez você pergunte: é possível fazer algo de forma inconsciente, sem nos darmos conta?

Sim, é o que costumamos chamar de “modo automático”, são as ações que você executa sem a necessidade de prestar atenção em cada movimento. E muitas das coisas que executamos com frequência ao longo do nosso dia, de forma repetitiva, estão no modo automático, seja na nossa rotina doméstica ou mesmo no trabalho. Dirigir, por exemplo, é um hábito tão mecanizado que muitas vezes você sai de um lugar e chega ao outro e nem se lembra do percurso que fez, seja de carro ou mesmo a pé. Seu cérebro está tão treinado com aquele caminho que você o faz com a mente focada em mil e uma ideias, menos no ato de dirigir, caminhar ou no percurso.

Toda ação, primeiro, é consciente

Acontece que quando você repete essa ação muitas vezes o cérebro cria um caminho neural que envolve os atos de pensar, sentir e agir. Depois que o cérebro se considera treinado o suficiente para determinada coisa, sai do modo consciente e vai para o inconsciente. E, nesse processo, pelo menos 95% das nossas ações são comandadas pela mente subconsciente, um super computador carregado com uma base de dados de comportamentos programados.

A transferência ocorre quando uma ação já programada migra da zona CONSCIENTE do cérebro, ou seja, da zona pensante, para a zona de execução automática do cérebro, ou seja, INCONSCIENTE.

É isto que nos permite ser multifuncionais. Vamos citar novamente o exemplo de dirigir, algo fácil e totalmente mecânico. Observe quantos movimentos são realizados sem que você precise prestar atenção. O pé direito no acelerador ou no freio e o pé esquerdo na embreagem, os 3 pedais em movimentos sincronizados para o carro não morrer. Você pensa na meia embreagem quando dirige? Certamente não. Enquanto isso os olhos monitoram 3 retrovisores e as mãos controlam o volante, câmbio e setas para sinalizar as conversões, etc… E você faz tudo isso enquanto conversa com alguém no carro ou ao telefone, canta, toma decisões importantes, ouve o rádio, enfim, sua atenção está sempre voltada para alguma outra coisa, pois dirigir não requer sua atenção uma vez que se tornou algo automático.

Até aí, estaria tudo ok não fosse a comprovação pela neurociência de que estamos no piloto automático, sob o comando da mente inconsciente, 95% do tempo.

Ou seja, você não está consciente na maior parte do tempo. Apesar disso, é bom saber que você pode programar e desprogramar o seu cérebro no que se refere a qualquer ação cognitiva que envolva o pensamento, a linguagem, a percepção, a memória, o raciocínio e o intelecto. É através da repetição que você adquire uma nova forma de pensar, sentir, agir e se comportar, esteja você ciente ou não.

Uma forma simples de adquirir um novo hábito é estabelecer um programa de 21 dias. Determine o que você quer ou precisa que se torne uma rotina. Estabeleça um horário que você possa se dedicar a isso. E passe a repetir por 21 dias consecutivos. Muito provavelmente você encontrará resistência no início, mas do 22º dia em diante a ação será executada com naturalidade e você sentirá falta se não realizá-la, pois seu cérebro já estará habituado com a prática. Sem esforço nem desconforto.

Eduque seu cérebro, faça essa ginástica mental para ter sua mente trabalhando a seu favor e tenha autodisciplina.

Para isso, a rotina de repetição deve ser empregada por 21 dias consecutivos. Consecutivos mesmo, sem falhar nem 1 dia, ok? E é aí que entra a sua disciplina. Esse método de 21 dias pode ser aplicado para qualquer coisa, seja para adquirir uma rotina de estudo, organização no trabalho, forma de pensar positivamente, fazer uma atividade física, ou, o que eu super recomendo: MEDITAR!!!

Talvez você pense. Nossa, desse jeito é possível criar um novo hábito por mês e, ao final de 1 ano, terei 12 novos hábitos. Desculpe mas terei que jogar um balde de água fria no seu entusiasmo.

CUIDADO, porque se você não fizer de forma consciente pode se transformar num robô, um amontoado de ações inconscientes. Será que você já não está nesse estágio? Ser multifuncional parece ser bom não é? Considerando o quanto pessoas que conseguem fazer várias coisas ao mesmo tempo são elogiadas. No entanto, acabam ficando ligadas no “piloto automático”. E, quando chegam ao final do dia, são incapazes de se lembrar detalhes do que fizeram e como realizaram as suas tarefas.

Saiba que quanto mais automático você for, maior também será sua dificuldade de concentração. Isso acontece porque os pensamentos e comportamentos automáticos tiram nossa atenção do momento presente. Eles são estruturados em experiências do passado. Pessoas automatizadas tendem a ser menos criativas, pois costumam seguir padrões repetidos e, por isso, são inflexíveis, têm dificuldade de se adaptar a novas situações, de encontrar novos caminhos e enxergar possibilidades inovadoras. Então, tenha sabedoria para usar a ferramenta dos 21 dias a seu favor e não ficar condicionado a hábitos que possam te robotizar e tirar de você algo precioso, que é a sua consciência.

A ideia aqui, mais do que te dar dicas sobre como adquirir novos hábitos, é te conscientizar sobre você mesmo, pra que você saiba que seus hábitos guiam o teu destino. Se os teus pensamentos, atitudes e comportamentos não te favorecem, então está na hora de mudar e você pode fazer isso através de uma disciplina diária e mudança na sua rotina no que se refere ao pensar e agir.

No entanto, observe se mais importante do que adquirir novos hábitos não é melhor fazer uma reprogramação para desestruturar hábitos antigos e sabotadores. Desconstruir padrões mentais, esvaziar e zerar conceitos velhos é um caminho para se abrir ao novo e para adquirir novos conhecimentos. Usar a metodologia dos 21 Dias para adquirir o hábito da meditação e do relaxamento pode ser um forma edificante de usar o inconsciente para atingir a consciência.

Mudar ou abandonar hábitos antigos não é tão simples. Há um consenso de que esta prática é mais difícil. Uma vez que as sinapses foram ativadas por uma repetição de comportamento, mesmo que se consiga quebrar por forte determinação e disciplina, essas sinapses podem ser reativadas sob o menor estímulo. Isso fica muito evidenciado no caso de vícios.

De qualquer forma, para aumentar suas chances de sucesso, tente mudar um hábito de cada vez. Estabeleça planos e repita o comportamento de forma que ele se torne instintivo e seja parte de você.

Seu destino está traçado na sua mente. A pergunta é: Você programou a sua mente a favor ou contra você? Até que você se conscientize da necessidade de criar um movimento interno para mudar os seus hábitos, seja no pensar, falar ou agir, seus padrões inconscientes determinarão o seu destino. Sabe o que tem de ruim nisso? Você nem vai se dar conta.

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*Fonte: osegred0 / Elaine Silveiras

Distimia: o peso constante da tristeza

Todas as pessoas se sentem desanimadas em alguns momentos da vida. É normal que, ocasionalmente, nos sintamos tristes. Vivemos algumas situações, muitas vezes, necessárias para reagirmos e buscarmos novos caminhos na nossa vida ou para superarmos acontecimentos desagradáveis.

Agora imagine que esse desânimo está presente na sua vida por mais de dois anos. Não é difícil perceber o desconforto que pode experimentar alguém que se sente assim. É o que acontece quando a distimia aparece. Continue lendo para saber mais sobre ela!

“Estou muito triste e me sinto mais infeliz do que posso dizer, e não sei até onde cheguei … Não sei o que fazer ou o que pensar, mas desejo sair deste lugar … Eu sinto tanta tristeza!”
– Vincent Van Gogh –

O que é distimia?

A distimia surge quando uma pessoa fica deprimida por pelo menos dois anos. A observação pode ser feita por aqueles que sofrem desse transtorno ou ser percebida pelas pessoas ao seu redor. Mas, embora possam ser semelhantes, distimia não é o mesmo que depressão.

Nestes casos, pelo menos durante os últimos dois anos, não houve um período superior a dois meses no qual a pessoa não tenha tido pelo menos dois dos seguintes sintomas: perda ou aumento do apetite, insônia ou sonolência excessiva, falta de energia ou fadiga, baixa autoestima, dificuldade de concentração ou para tomar decisões, ou sentimentos de angústia e desespero.

Como podemos notar, é possível que as pessoas com distimia não tenham tantos sintomas e talvez não sejam tão intensos como naquelas com depressão. No entanto, existe um outro problema: é muito persistente e dura mais tempo. As pessoas com distimia estão sempre tristes e se não houver um tratamento psicológico adequado, pode se tornar um transtorno depressivo mais grave.

“A melancolia é uma tristeza, um desejo sem qualquer dor, parecido com a tristeza, da mesma forma que a névoa se assemelha à chuva”.
– Henry Wadsworth Longfellow –

Além disso, podem ocorrer outras psicopatologias e a terapia é necessária porque a distimia gera muita angústia no doente. Como resultado de tudo isso, a qualidade de vida dessas pessoas fica prejudicada, influenciando o seu sofrimento psicológico em diversas áreas de forma significativa.

Qual é a diferença entre depressão e distimia?

Com tudo o que dissemos até agora, você deve estar se perguntando… Distimia não é o mesmo que depressão? A resposta é não, embora seja verdade que elas tenham algumas características em comum, o que pode nos deixar confusos.

Na verdade, as pessoas com depressão também têm um humor deprimido na maior parte do dia e quase todos os dias. Isto também acontece na distimia, como o próprio doente ou as pessoas que convivem com ele podem perceber. A diferença é que para caracterizar uma depressão os sintomas devem persistir por pelo menos duas semanas, e na distimia devem estar presentes durante dois anos ou mais.

“E nessa hesitação entre coragem e agonia, cheio de dores que apenas suporto, você não ouve as gotas da minha tristeza caírem?”
– Ruben Dario –

Outros sintomas comuns seriam os problemas do sono, aumento ou perda de apetite (embora na depressão possa haver uma variação significativa de peso sem uma dieta especial para isso), fadiga (na depressão é uma perda persistente de energia) e dificuldade de concentração ou de tomar decisões (acompanhada por uma diminuição persistente na capacidade de pensar).

Como podemos ver, nas semelhanças existem algumas nuances que criam as diferenças. É preciso acrescentar que na depressão é notável a perda ou diminuição de interesse ou prazer em todas ou quase todas as atividades da pessoa. Isto acontece todos os dias durante a maior parte do tempo. Mas, ainda há mais.

Também aparecem outros sintomas como a agitação ou retardo psicomotor, sentimentos de inutilidade ou culpa excessivos ou inadequados, pensamentos e ideias recorrentes de morte ou suicídio e, tentativas e planos para realizá-los. Tudo isso não vemos na distimia, somente na depressão. O que é comum em ambos os casos é o desgaste e o desconforto que causam naqueles que sofrem, o que destaca a necessidade de buscar ajuda para sair dessa situação.

 

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*Fonte: amenteemaravilhosa

 

Vídeo resume as mentiras que se escondem por trás do que postamos nas redes sociais

Que a maioria das postagens que vemos nas redes sociais não é a realidade do que as pessoas vivem todos sabemos. Mas se todos sabemos, por que continuamos a encenar a preferência por uma vida que não é real? Por que a vida real não é a campeã de likes? Por que não tentamos de fato viver a vida que queremos então? Você está vivendo uma Insta Lie, ou uma mentira no Instagram?

 

 

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*Fonte: hypeness

Pessoas que gostam de ficar sozinhas são as mais inteligentes e leais que você pode conhecer

Na verdade, a inteligência os torna capazes de viver contentes mesmo na solidão. Estou cansada de escutar toda aquela conversa negativa sobre pessoas que gostam de passar um tempo sozinhas. Que elas são doentes, estranhas ou más companhias. Carregamos um estigma só porque gostamos de passar mais tempo sozinhos do que com outras pessoas, e isso não é justo.

 

Não tem nada de errado em gostar de ficar sozinho:

Você está errado se pensa que tem alguma coisa de errado com pessoas que gostam de ficar sozinhas, e isso não é apenas a minha opinião, é um fato! Primeiro quero deixar claro que não estou atacando ninguém, só estou defendendo uma parcela da população que vem sendo intimidada há muito tempo. Gostaria que você conhecesse um pouco mais sobre essas pessoas.

 

Existem dois tipos de pessoas que gostam de ficar sozinhas:

As pessoas que gostam de ficar sozinhas nem sempre são introvertidas, na verdade algumas são bem extrovertidas e têm uma grande habilidade em fazer amigos, socializar e receber atenção. Sim! Elas também têm amigos! Pessoas que gostam de ficar sozinhas podem fazer grandes amigos, já que escolhem com cuidado suas amizades, também podem ter um grupo seleto de amigos em quem confiam.

Geralmente amam aprender mais sobre si mesmos e sobre a vida, gostam de conversas interessantes e não têm muita paciência para conversas fiadas, e isso não significa que sejam egoístas. Também há aqueles que são mais introvertidos, esses geralmente não gostam de multidões, sentem-se mais seguros quando estão sozinhos, e preferem um animal como companhia. Isso não significa que eles não dão a mínima para os outros, apenas que têm um jeito singular de interagir com o mundo. São pessoas inteligentes e socializam através de redes sociais ou grupos na internet, ir a um evento ou a show é simplesmente devastador para a sua paz de espírito, por isso eles preferem ficar sozinhos.

 

Muitas pessoas acham que não é saudável passar tanto tempo sozinho:

Elas acham que as pessoas que passam muito tempo sozinhas têm depressão ou ansiedade. Eu as entendo, pois já experienciei um ataque de pânico quando fui a um parque de diversões quando era mais jovem. Isso ocorre porque os introvertidos sentem-se sobrecarregados quando são expostos a muitos estímulos ao mesmo tempo. Não há nada de errado em passar um tempo sozinho, essas pessoas geralmente têm muito autoconhecimento e sabem bem do que gostam.

Ufa!
Espero que isso ajude tanto a você quanto a mim, para ser honesta, existem muitas outras razões pelas quais alguém escolhe passar mais tempo sozinho. Pode ser pelo desejo de mais privacidade ou até mesmo como resultado de não ter tantos amigos, mas gostar de ficar sozinho não é a mesma coisa que se sentir sozinho. Eu, por exemplo, passei um ano inteiro como mãe solteira por causa da custódia dos meus filhos. Eu sentia saudade dos meus filhos quando eles estavam longe, mas não porque estava sozinha. Nas semanas em que eu fiquei sozinha, eu me encontrei. Isto foi de valor inestimável para mim, pois descobri que não precisava de ninguém para me dizer quem eu sou ou como devo interagir com os outros. Passei um tempo comigo mesma e encontrei uma base sólida sobre a qual construí minha vida e abracei quem eu sou verdadeiramente.

As pessoas que gostam de ficar sozinhas são algumas das pessoas mais intelectuais e leais que você pode encontrar. Essas pessoas se conhecem muito bem e sabem do que são capazes, constroem a vida em cima do conhecimento e da solidão, não são intimidadas quando se trata de conhecimento, só têm um jeito diferente de ser, é melhor respeitarmos as diferenças, pois é aí que mora a verdadeira inteligência e lealdade.

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*Fonte: resilienciamag
HigherPerspective traduzido e adaptado por Psiconlinews

 

23 das mais magníficas sensações de nossa existência. Confira se já as sentiu!

As pessoas vivem e sentem suas experiências de forma particular e única. Entretanto, existem algumas sensações que pensamos ser praticamente uma unanimidade entre as mais agradáveis e/ou necessárias.

É claro que a maneira como as coisas acontecem é diferente em outras culturas, mas pensando aqui, nesse nosso mundinho mais próximo, penso que a descrição oferecida pela jornalista Elizabeth Costa, e escrita por motivo da proximidade de seu aniversário, vai ao encontro de muito o que nós todos pensamos.

Das 26 sensações listadas pela autora reproduzimos, abaixo, as 23 que consideramos mais marcantes. Obrigada Elisabeth por tornar esse material lindo algo público!

1. A sensação de viajar para um lugar novo.
Poucas coisas são mais emocionantes que explorar territórios desconhecidos, seja em outro país ou na sua própria cidade. A ciência confirma: pesquisas mostram que as pessoas são mais felizes quando gastam dinheiro com experiências do que com bens materiais.

2. A sensação de rir até a barriga doer.
É o melhor tipo de barato. O riso é realmente o melhor remédio. Estudos sugerem que ele pode melhorar seu sistema imunológico, reduzir a pressão arterial e, sim, aumentar seus níveis de felicidade.

3. A sensação ao ouvir “eu te amo”.
Não importa se quem disse foi seu par, seus pais ou seu melhor amigo: o amor é uma experiência que une biologicamente mente e corpo. É a sensação realmente universal.

4. A sensação de fazer uma gentileza aleatória.

Colocar um sorriso no rosto de alguém pode ter impacto sobre o seu nível de felicidade. Sem falar que você também está fazendo o mundo um lugar melhor.

5. A sensação de receber uma gentileza.
Mantenha o ciclo.

6. A sensação de falar o que realmente pensa.
Pesquisa sugerem que pensar demais pode não só gerar mais estresse mas também atrapalhar a execução de tarefas simples. Você tem todo o direito de expressar seus pensamentos e opiniões. Afirme-os claramente e com convicção.

7. A sensação quando alguém te entende.

O resultado é que você se torna uma pessoa muito melhor: um estudo de 2011 mostrou que estar junto do seu melhor amigo ajuda a reduzir o estresse.

8. A sensação de se apreciar a si mesmo.
Pesquisas mostram que a autoaceitação é a chave para uma vida mais feliz, mas o hábito que as pessoas menos cultivam.

9. A sensação de um coração partido.
É impossível passar a vida inteira tendo apenas sensações agradáveis. Ela também é feita de fases difíceis, incluindo a dor do coração. Mas são nestes momentos que mais aprendemos sobre nós mesmos.

10. A sensação de relaxamento total.
A estafa é real, e a melhor maneira de combatê-la é separar um tempo para apenas ser.
Relaxar não é bom somente para a sua saúde física e mental, é simplesmente uma delícia.

11. A sensação de acordar depois de uma ótima noite de sono.
Dormir é para os fortes. Acordar descansado te ajuda a enfrentar o dia com entusiasmo (sem falar que faz bem para a saúde. Ninguém acorda exausto dizendo: “Me sinto espetacular!”

12. A sensação de curtir intensamente o momento.

Aquele show incrível. Uma conversa com um amigo. Brincar com seus filhos no playground. Permitir-se viver no aqui e agora. Estar presente tem muito poder.

13. A sensação de transformar um lugar novo em um lar.
Pesquisadores há muito estudam a saudade de casa. Segundo eles, trata-se de uma forma de ansiedade. Como relata a CNN, o fenômeno se explica “pela nossa necessidade instintiva de amor, proteção e segurança – sensações normalmente associadas ao lar”.

Portanto, quando você de adaptar a um novo ambiente, aquela ânsia pelo que é família se dissipa porque sua nova casa é o que é familiar – e isso é uma forma excepcional de crescimento.

14. A sensação de fracasso.
A vida não é escrita a lápis. Você não vive se cometer erros que não podem ser corrigidos. O que importa é como você muda depois deles. Isso constrói o caráter e te ajuda a ter sucesso.

15. A sensação depois de uma sessão de exercícios.
Não tente brigar com a ciência: as endorfinas são reais. Você fica mais feliz depois de se exercitar.

16. A sensação da raiva.
Conter a raiva não é necessariamente bom para seu bem-estar.

Às vezes é um alerta. Isso não significa que você tenha de dar porrada em quem te contrariou, mas talvez seja um sinal para reavaliar as circunstâncias (e a pessoa) que te fizeram sentir-se assim.

17. A sensação de fazer uma nova amizade.
Essa ligação não está só na sua cabeça. Estudos mostram que conexões sociais ativam o centro de recompensas do cérebro.

18. A sensação do sucesso.
Não importa se ele é grande ou pequeno, você merece se sentir realizado. Um truque para atingir seus objetivos: coloque-os no papel. Pesquisas mostram que isso te ajuda a manter-se no caminho certo.

19. A sensação de aceitação.
Ser aceito é uma sensação muito importante. Isso não vale só para os outros, mas também para você (veja o item sobre a auto aceitação). Você é o seu maior fã.

20. A sensação de conseguir o emprego dos sonhos.
Os funcionários ficam mais felizes quando se envolvem com o trabalho. Você passa muitas horas por dia trabalhando e merece sentir-se satisfeito com seu emprego.

21. A sensação de validação.Não deixe que os outros confirmem que você realmente é. Suas opiniões são válidas. Seu trabalho é válido. E, sim, seus sentimentos são válidos.

22. A sensação de estar sozinho.Não confunda com solidão. Ficar sozinho faz bem. Passar um tempo na própria companhia é saudável para seu bem-estar mental. Você é incrível. Por que não ficar um tempo consigo mesmo?

23. A sensação da felicidade plena.Porque, acima de tudo, você merece sentir felicidade.

 

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*Fonte: contioutra

20 hábitos das pessoas autênticas

Você se acha uma pessoa autêntica? Aqui está o que você precisa fazer para se tornar uma

Encontrar alguém que vive sua vida fiel a si mesmo é algo realmente raro. É preciso ter coragem e autoconfiança para ser quem você realmente é, apesar das opiniões e reações de terceiros.

 

Se você está pronto para mostrar ao mundo o seu verdadeiro eu, aqui estão 20 coisas que as pessoas autênticas fazem de forma diferente.

 

1. Elas não têm medo de expressar suas opiniões, mesmo que essas opiniões sejam diferentes das opiniões da maioria.

2. Eles nunca aplicam um conselho dado sem consultar seu guia anterior.

3.Eles são movidos à ação pelo motor interno, ao invés de gatilhos externos.

4. Eles são orgulhosos pelas suas características únicas que os fazem se destacar na multidão.

5. Eles têm rituais diários exclusivos, como fazer o café de forma especial ou meditar à luz de velas antes de ir pra cama.

6. Eles permitem que os seus amigos e as pessoas se reúnam para mostrarem seu verdadeiro eu.

7. Eles procuram por conversas de profundidade, e não para fofocas ou notícias sem sentido.

8. Eles estão felizes em suas empresas e são grandes amigos de seus próprios egos.

9. Eles valorizam as experiências e as coisas.

10. Eles tiram o máximo proveito das situações em que se encontram, seja ela boa ou ruim.

11. Eles não julgam os outros, porque eles olham além das aparências.

12. Eles falam menos porque economizam energia para coisas que importam.

13. Eles ouvem atentamente, porque são fascinados por explorar as outras pessoas.

14. Eles não se queixam, pois assumem todas as responsabilidades por suas vidas.

15. Eles têm autoestima elevada e parecem confiantes, porque não têm nada a esconder.

16. Eles não ficam chateados quando alguém não gosta deles. Eles permitem que outras pessoas tenham suas próprias opiniões.

17. Eles veem beleza e perfeição em coisas que outras pessoas descartam

18. Eles tentam apoiar os outros e desejam sinceramente que as outras pessoas cresçam.

19. Eles não se importam com críticas e pessoas mal intencionadas.

20. Eles veem a unidade e a interligação de toda a vida, e escuta a sinfonia harmoniosa em todas as situações da vida.

 

*Este artigo foi adaptado do original, “20 Habits of Highly Authentic People”, doMindBodyGreen.

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*Fonte: jornaldoempreendedor

Contardo Calligaris: não devemos buscar a felicidade

Considerando a tendência de pensadores como Gilles Lipovetsky Eduardo Giannetti, que ministraram conferência no Fronteiras do Pensamento 2017, reflexões sobre o culto à felicidade são sempre pertinentes, pois dizem respeito à vida de todos nós.

O filósofo francês e Contardo Calligaris, psicanalista italiano, têm muitos pontos em comum ao pensar o ideal de felicidade nos tempos atuais: a busca por realização no consumo, o constante surgimento de novos desejos – tão logo os desejos anteriores são atendidos – e a consequente frustração e sentimento de vazio, quando constatamos que nossos objetos de desejo não nos tornaram mais felizes.

Em entrevista concedida à revista Claudia, Calligaris se aprofunda, trazendo sua visão como doutor em psicologia clínica e psicanalista, na importância de vivermos integralmente – o que inclui vivenciar os sentimentos negativos. O italiano, hoje residente no Brasil, fala sobre a necessidade de se construir uma vida interessante, pela qual tenhamos apreço de fato, e não projetar nossa busca por motivação e significado naquilo que não possuímos.

Contardo Calligaris foi conferencista da edição especial do Fronteiras do Pensamento em Salvador, em 2015.
Confira a entrevista na íntegra, abaixo.

 

O que é felicidade hoje?

Não gosto muito da palavra felicidade, para dizer a verdade. Acho que é, inclusive, uma ilusão mercadológica. O que a gente pode estudar são as condições do bem-estar. A sensação de competência no exercício do trabalho, já se sabe, é a maior fonte de bem-estar, mais que a remuneração. Nós temos um ideal de felicidade um pouco ridículo.

Um exemplo é a fala do churrasco. Você pega um táxi domingo ao meio-dia para ir ao escritório e o taxista diz: “Ah, estamos aqui trabalhando, mas legal seria estar num churrasco tomando cerveja”. Talvez você ou o taxista sofram de úlcera, e não haveria prazer em tomar cerveja. Nem em comer picanha.

Mesmo que não vissem problema, pode ser que detestassem as pessoas lá e não se divertissem. Em geral, somos péssimos em matéria de prazer. Por exemplo, estamos sempre lamentando que nossos filhos seriam uma geração hedonista, dedicada a prazeres imediatos, quando, de fato, vivemos numa civilização muito pouco hedonista. Por isso, nos queixamos de excessos e nos permitimos prazeres medíocres ou muito discretos.

Mas continuamos acreditando que ser feliz é ter esses prazeres que não nos permitimos. E agora?

Ligamos felicidade à satisfação de desejos, o que é totalmente antinômico com o próprio funcionamento da nossa cultura, fundada na insatisfação. Nenhum objeto pode nos satisfazer plenamente.

O fato de que você pode desejar muito um homem, uma mulher, um carro, um relógio, uma joia ou uma viagem não tem relevância. No dia em que você tiver aquele homem, aquela mulher, aquele carro, aquele relógio, aquela joia ou aquela viagem, se dará conta de que está na hora de desejar outra coisa. Esse mecanismo sustenta ao mesmo tempo um sistema econômico, o capitalismo moderno, e o nosso desejo, que não se esgota nunca. Então, costumo dizer que não quero ser feliz.. Quero é ter uma vida interessante.

Mas isso inclui os pequenos prazeres?

Inclui pequenos prazeres, mas também grandes dores. Ter uma vida interessante significa viver plenamente. Isso pressupõe poder se desesperar quando se fica sem alguma coisa que é muito importante para você. É preciso sentir plenamente as dores: das perdas, do luto, do fracasso. Eu acho um tremendo desastre esse ideal de felicidade que tenta nos poupar de tudo o que é ruim.

O que adianta garantir uma vida longa se não for para vivê-la de verdade? É isso que temos de nos perguntar?

Quem descreveu isso bem foi (o escritor italiano) Dino Buzatti, no romance O Deserto dos Tártaros. Conta a história de um militar que passa a vida inteira em um posto avançado diante do deserto na expectativa de defender o país contra a invasão dos tártaros, que nunca chegam. Mas tem um lado simpático na ideologia do preparo. É que está subentendida a ideia de que um dia a pessoa viverá uma grande aventura. Mas o que acontece, em geral, é que a preparação é a única coisa a que a gente se autoriza.

Então, pelo menos há um desejo de viver uma aventura?

Mas os sonhos estão pequenos. A noção de felicidade hoje é um emprego seguro, um futuro tranquilo, saúde e, como diz a música dos aniversários, muitos anos de vida. Acho estranho quando vejo alguém de 18 anos que, ao fazer a escolha profissional, leva em conta o mercado de trabalho, as oportunidades, o dinheiro… Isso nem passaria pela cabeça de um jovem dos anos 1960.

A julgar pela quantidade de fotos colocadas nas redes sociais de pessoas sorridentes, elas têm aproveitado a vida e se sentem felizes. Ou, como você aborda em uma crônica, hoje mais importante do que ser é parecer feliz?

O perfil é a sua apresentação para o mundo, o que implica um certo trabalho de falsificação da sua imagem e até autoimagem. Nas redes sociais, a felicidade dá status. Mas esse fenômeno é anterior ao Facebook. Se você olhar as fotografias de família do final do século 19, início do 20, todo mundo colocava a melhor roupa e posava seriíssimo. Ninguém estava lá para mostrar que era feliz. Ao contrário, era um momento solene. É a partir da câmera fotográfica portátil que aparecem as fotos das férias felizes, com todo mundo sempre sorridente.

E a gente olha para elas e pensa: “Eu era feliz e não sabia”.

Não gosto dessa frase porque contém uma cota de lamentação. E acho que a gente nunca deveria lamentar nada, em particular as próprias decisões. Acredito que, no fundo, a gente quase sempre toma a única decisão que poderia tomar naquelas circunstâncias. Então, não vale a pena lamentar o passado. Mas é verdade que existe isso.

As escolhas ao longo da vida geram insegurança e medo. Em relação a isso, você diz que há dois tipos de pessoa: os “maximizadores”, que querem ter certeza antes de que aquela é a opção certa, e a turma do “suficientemente bom”. O segundo grupo sofre menos?

Tem uma coisa interessante no “maximizador”: é como se ele acreditasse que existe o objeto mais adequado de todos, aquele que é perfeito. Mas é claro que não existe.

A busca da perfeição não gera frustração, pois sempre haverá algo que a gente perdeu?

Freud dizia que o único objeto verdadeiramente insubstituível para a gente é o perdido. E não é que foi perdido porque caiu do bolso. Ele fala daquilo que nunca tivemos. Então, faz sentido que nossa relação com o desejo seja esta: imaginamos existir algo que nunca tivemos, mas que teria nos satisfeito totalmente. Só não sabemos o que é.

Como nos livrar desse sentimento?

Temos de tornar cada uma de nossas escolhas interessante. Isso só é possível quando temos simpatia pela vida e pelos outros – o que parece básico, mas não é no mundo de hoje. Não por acaso, o grande espantalho do nosso século é a depressão. A falta de interesse pelo mundo e pelos outros é o que pode nos acontecer de pior.

Complica ainda mais o fato de, como você já abordou, enfrentarmos um dilema eterno: desejamos a estabilidade e também a aventura. Então, entramos em uma relação ou um emprego, mas sofremos porque nos sentimos presos e achamos que estamos deixando de viver grandes aventuras. Isso tem solução?

Não sei se tem solução. A gente vive mesmo eternamente nesse conflito. Agora, como cada um o administra é outra história. Pode-se optar por uma espécie de inércia constante, que será sempre acompanhada da sensação de que você está realmente desperdiçando seu tempo e sua vida, porque toda a aventura está acontecendo lá fora e, a cada instante, você está perdendo os cavalos encilhados que passam e não passarão nunca mais. Viver dessa maneira não é uma das opções. Mas você pode também, em vez disso, permitir se perder.

Permitir se perder no sentido de transformar a vida em uma eterna aventura?

Mas também nesse caso você terá coisas a lamentar. Eu, pessoalmente, fui mais por esse caminho. Mas o preço foi muito alto. Por exemplo, eu não estive presente na morte de nenhum dos meus entes próximos, porque morava em outro país e sempre chegava atrasado, no avião do dia seguinte. Hoje, por sorte, meu filho – que é grande, tem 30 anos – vive perto de mim. Por acaso, ele decidiu vir para o Brasil. Mas não o vi crescer realmente.

Para ser feliz, enfim, o segredo é não buscar a felicidade?

Isso eu acho uma excelente ideia. A felicidade, em si, é realmente uma preocupação desnecessária. Se meu filho dissesse “quero ser feliz”, eu me preocuparia seriamente.

Preferia que dissesse o quê?

Só gostaria que ele me dissesse: “Estou a fim de…” A partir disso, qualquer coisa é válida. O que angustia é ver falta de desejo nas pessoas, em particular nos jovens. Agora, se ele está a fim de algo, mesmo que isso pareça muito distante do campo do possível dentro da vida que leva, eu acho ótimo.

 

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*Fonte: fronteiras

Porque é a desculpa que você inventa, que te limita!

Quais desculpas você inventa para si que te impedem de viver os teus sonhos?

Não se preocupe, você não é o único! Todos somos especialistas em encontrar obstáculos para deixar de trilhar o caminho da realização e da felicidade.

Temos medo … e como defesa, encontramos diversas justificativas para nos mantermos exatamente na situação em que nos encontramos.

Pelo menos, nesta situação, já sabemos exatamente quais as dores que sentimos e, por isso, permanecemos nela … esta dor já é uma antiga conhecida e há tempos a suportamos! Então, não precisamos encarar o desconhecido e permanecemos na dor … arriscar para que?

Acontece que esquecemos que o nosso propósito maior é a evolução, pense na história da humanidade! Então, o movimento faz parte de nossa vida … nada é permanente!

Leia mais: TESTE: Como Você Toma Decisões?

Se você não decidir, “a vida acaba decidindo por você” e, muitas vezes, acabará direcionado para situações indesejadas. Aí, só restará aquela velha e antiga frase: “Não sei porque isso está acontecendo comigo.” Continuará culpando todas as circunstâncias à sua volta e perpetuará ainda mais o sofrimento!

Ao invés de culpar o mundo por suas frustrações, encare as suas próprias limitações com CORAGEM e VERDADE!

O que te impede? Anda doente? Melhore a sua saúde emocional que, certamente, impactará a sua saúde física. Está limitado por falta de dinheiro? Encontre novos caminhos para que a prosperidade entre em sua vida. Dificuldades nos relacionamentos? Perdoe e releve mais, critique menos e abrirá as portas para a harmonia entrar em suas relações.

Liberte-se de todo o passado que te aprisiona … escreva um novo capítulo na história da sua vida! Silencie e encontrará dentro as respostas que tanto busca lá fora!

Leia mais: Acredite: você pode mudar!

Mude o que necessita de mudança! Tenha autocompaixão e erga a cabeça … CORAGEM!

Os resultados que obtém em sua vida não mudarão se você continuar alimentando os hábitos de sempre! É A SUA VIDA … só você tem o poder de transformá-la … ninguém mais!

Você pode e deve brilhar muito mais!

 

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*Fonte: fansdapsicanálise