6 indicativos de que você é um livre pensador

Pensamento livre, ou Livre Pensamento é o ponto de vista, filosófico ou não, que sustenta que os fenômenos e todas as coisas devem ser formados a partir da ciência, da lógica e da razão e não devem ser influenciados por nenhuma tradição, autoridade ou qualquer dogma, cujo adepto se proclama livre pensador e cuja aplicação por vezes é chamada de livre pensar.

A maioria das pessoas tem o que é chamado de “mentalidade de rebanho”. A Wikipedia define o termo “mentalidade de rebanho” como pessoas adotando “certos comportamentos em uma base emocional, em vez de racional”. Vários estudos confirmaram – e re-confirmaram – a presença de uma mentalidade de rebanho. Considere este estudo de pesquisadores da Universidade de Leeds, no Reino Unido, apropriadamente intitulado “Ovelhas em roupas humanas – cientistas revelam nossa mentalidade de rebanho”:

Os cientistas instruíram todos os participantes do estudo a simplesmente andar pelos corredores da escola sem falar ou gesticular uns com os outros. Os pesquisadores então instruíram secretamente alguns alunos a agir com confiança e caminhar em uma determinada direção, como se soubessem para onde estavam indo. O resultado: aqueles que não receberam “instruções especiais” seguiram – todos eles – instintivamente.

Por que nós apenas seguimos o rebanho?

Psicólogos e outros especialistas têm suas teorias sobre por que as pessoas preferem seguir. Primeiro, não gostamos da ideia de estar errado, especialmente quando estamos em um grupo grande. Em segundo lugar, receamos ficar de fora. Afinal de contas, somos animais sociais – e preferimos “seguir em frente para nos darmos bem”. Terceiro, é muito mais fácil para nossos recursos cognitivos. A tomada de decisão é exaustiva, e nosso cérebro preferiria tomar um atalho em vez de ter que vasculhar as informações e encontrar uma solução.
Ser um livre pensador

“Livres pensadores … estão dispostos a usar suas mentes sem preconceito e sem temer entender coisas que colidem com seus próprios costumes, privilégios ou crenças. Esse estado de espírito não é comum, mas é essencial para o pensamento correto. ”- Leo Tolstoy

Ser um pensador livre não é fácil, especialmente hoje em dia. Embora as razões para tal sejam numerosas demais para serem listadas, podemos confiantemente apontar para o establishment político, a academia, as mídias sociais e os grupos religiosos super-zelosos como não apenas catalisadores da mentalidade de rebanho, mas proponentes dela.

Aqui listamos 6 características comuns às pessoas que são pensadoras livres. Talvez alguma delas (ou todas) descreva o seu modo de ser e enxergar o mundo, as pessoas e as coisas. Confira:

1- Entende que há sempre mais de uma perspectiva para qualquer coisa

Como um pensador livre, você deve saber que a perspectiva é tudo e que, tanto quanto é tudo, pode mudar em um piscar de olhos. Você poderia ter uma opinião forte sobre algo e mudá-la depois de passar por uma determinada situação que abriria seus olhos para fatos diferentes. Você também sabe que sua perspectiva tem o poder de determinar seu humor. Que toda situação ruim pode ser vista de uma perspectiva mais positiva. Um livre pensador entende que o que se pode considerar um problema, outro poderia chamar uma solução.

2 – Entende que a criatividade é a chave para a vida

A criatividade não se restringe apenas a Picasso e Van Gogh, apesar de as pessoas lhe dizerem o contrário. É um direito de nascimento para todos os pensadores humanos, especialmente os livres. Embora as escolas possam tirar a maioria de nós de nossa característica criativa, tentando constantemente nos dizer o que fazer e o que pensar, não há dúvida de que um livre pensador consegue manter sua criatividade apesar dos esforços resilientes da sociedade para livrá-lo. disso.

3- Um pensador livre “sabe que nada sabe”

OK, estou definitivamente citando Sócrates neste. Mas o que posso dizer? Ele descreveu perfeitamente. Um pensador livre sempre reconheceria que qualquer conhecimento que ele ou ela tenha agora, pode ser mudado ou falsificado. Que não existe a palavra “tenho certeza disso ou daquilo”. Nada neste mundo é certo e o mundo tem muito a nos ensinar, apenas se mantivermos uma mente aberta e reconhecermos o quanto nos falta conhecimento.

4. Um pensador livre não tem medo de ser chamado de “diferente”

De fato, ser um não-conformista é um dos fatores-chave para ser um pensador livre. No final do dia, eles não querem as mesmas coisas na vida que as outras pessoas. Eles não querem um trabalho diário chato ou um comprometimento vitalício cheio de dívidas e dor. Você os encontraria desafiando todas as probabilidades e indo contra todas as normas sociais às quais nos acostumamos. Eles são aqueles que passam suas vidas viajando pelo mundo, se voluntariando no exterior ou defendendo princípios que estão condenados pela sociedade e cultura.

5. O livre pensador questiona a autoridade

Eles sabem que quanto mais conhecimento ou poder uma pessoa possui, não precisa de forma alguma que ela tenha um sistema de crenças superior. Eles aprenderam com a história que, só porque as pessoas com autoridade são poderosas, isso não significa que elas são as pessoas certas para seguir ou confiar. Hitler foi eleito pelo povo e ele foi uma das pessoas mais inteligentes do mundo, mas ele conseguiu danificar metade do mundo!

6. Eles são curiosos!

Há uma certa idade que todos nós passamos onde estávamos constantemente pedindo explicações para cada pequena coisa que vimos. E enquanto nós crescemos fora disso, é seguro dizer que um pensador livre nunca fez. Pensadores livres nunca param de perguntar por quê. A vida os fascina genuinamente, e eles estão destinados a explorar e entender cada pequeno aspecto disso.

Então, você acha que é um livre pensador?

 

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*Fonte: pensarcontemporaneo

O que realmente nos faz felizes? As lições de uma pesquisa de Harvard que há quase oito décadas tenta responder a essa pergunta

O que realmente nos faz felizes na vida?

Por 76 anos, pesquisadores da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, têm procurado uma resposta.

O Estudo sobre o Desenvolvimento Adulto (Study of Adult Development, no original em inglês) começou em 1938, analisando 700 rapazes – entre estudantes da renomada universidade e moradores de bairros pobres de Boston.

A pesquisa acompanhou esses jovens durante toda a vida, monitorando seu estado mental, físico e emocional. O estudo continua agora com mais de mil homens e mulheres, filhos dos participantes originais.

O atual diretor do estudo, o quarto desde o início, é o psiquiatra americano Robert Waldinger, que também é um sacerdote zen. Sua palestra no TED (sigla em inglês para Tecnologia, Entretenimento, Design): “O que torna uma vida boa? Lições do estudo mais longo sobre a felicidade”, viralizou na internet. O vídeo da conferência já foi baixado mais de 11 milhões de vezes.

“Há muitas conclusões deste estudo”, disse Waldinger à BBC. “Mas o fundamental, que ouvimos uma vez ou outra, é que o importante para nos mantermos felizes e saudáveis ao longo da vida, é a qualidade dos nossos relacionamentos”.

Conectados

“O que descobrimos é que, no caso das pessoas mais satisfeitas em seus relacionamentos, mais conectadas ao outro, seu corpo e cérebro permanecem saudáveis ​​por mais tempo”, afirma o acadêmico americano.
Direito de imagem Thinkstock
Image caption Para Waldinger, uma relação de qualidade é aquela em que você se sente à vontade

“Uma relação de qualidade é uma relação em que você se sente seguro, em que você pode ser você mesmo. Claro que nenhum relacionamento é perfeito, mas essas são qualidades que fazem com que a gente floresça”.

No outro extremo, há a experiência da solidão, sentimento subjetivo de sermos menos conectados do que gostaríamos.

“Estou fazendo as coisas que têm significado para mim? Esse é o tipo de pergunta que devemos nos fazer quando falamos de felicidade”, sugere Waldinger.

“Não se trata de ser feliz em todos os momentos, porque isso é impossível, e todos nós temos dias, semanas ou anos difíceis”.

E a fama?

“Não é que seja ruim, há celebridades felizes e também infelizes”, avalia.

O mesmo vale para o dinheiro. O estudo mostra que, além de um nível onde as nossas necessidades são satisfeitas, o aumento da renda não necessariamente traz felicidade.

“Nós não estamos dizendo que você não pode querer ganhar mais dinheiro ou estar orgulhoso do seu trabalho. Mas é importante não esperar que sua felicidade dependa dessas coisas”, destaca.

Registros médicos

Os participantes do estudo responderam, ao longo de décadas, questionários sobre sua família, seu trabalho e sua vida social.

“Também tivemos acesso aos seus registros médicos, de modo a avaliar a saúde deles, não só pelo que diziam, mas também pelo que seus médicos e exames relatavam”, explica.

Ele conta que, quando começou a trabalhar no estudo, em 2003, também gravou vídeos dos participantes falando com suas esposas sobre suas preocupações mais profundas.

“E enviamos a seus filhos perguntas sobre o relacionamento com seus pais”, acrescenta.

Os participantes foram submetidos ainda a exames de sangue para checagem de indicadores de saúde e, inclusive, análise de DNA.

“Alguns autorizaram escanear seu cérebro e doaram o órgão para que pudéssemos estudá-lo em relação a todos os outros dados que já tínhamos coletado sobre sua vida”, contou.

‘Na minha própria vida’

Quando a palestra de Waldinger se tornou viral, o acadêmico resolveu fazer um retiro por três semanas.

“A tradição Zen sustenta que a contemplação nos ajuda a manter os pés no chão e focar no que é mais importante na vida”, escreveu Waldinger, na ocasião.

Diante da enorme repercussão, o acadêmico criou um blog na internet sobre o estudo. E revela que a pesquisa também teve um impacto profundo na sua vida.

“Me fez prestar mais atenção nos meus próprios relacionamentos, não só em casa, mas no trabalho e na sociedade”, contou à BBC.

“Percebi que meus relacionamentos me dão energia quando invisto neles, quando lhes dedico tempo. Se tornam mais vivos e não desgastantes”, acrescentou.

“A tendência é nos isolarmos, ficar em casa para ver televisão ou nas redes sociais. Mas, na minha própria vida, eu percebi que sou mais feliz quando não estou fazendo isso”.

Oferecer nossa presença

Para Waldinger, investir em um relacionamento significa estar presente.

“Isso faz parte da minha vida como praticante Zen. O que eu percebo é que, quando oferecemos nossa atenção total, nos sentimos mais conectados uns aos outros, e isso também acontece no ambiente de trabalho”.

“Não se trata de passar mais tempo no trabalho, mas de prestar mais atenção no outro, para se conectar mais com as pessoas, em vez de dar como certo que o outro estará sempre ali”, explica.

Conflitos

Waldinger reconhece que pode ser difícil não perder de vista o que realmente importa.

Em parte, isso se deve ao bombardeio de mensagens que recebemos – anúncios de publicidade dizendo, diariamente, que se comprarmos algo seremos mais felizes ou amados.

“E, nos últimos 30 ou 40 anos, se glorificou a riqueza. Há bilionários que são heróis só porque são bilionários. Essa medida parece mais fácil porque as relações são difíceis, mudam, são complicadas”.

Qual a mensagem final de Waldinger para os leitores da BBC?

“Eu diria que eles devem tentar construir laços com as outras pessoas. E é particularmente importante fazer isso com quem se tem algum conflito”.

De acordo com o psiquiatra americano, o estudo deixou claro algo que é importante lembrar:

“Conflitos minam, de fato, a nossa energia. E acabam com a nossa saúde.”

*Por Alejandra Martins

 

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*Fonte: bbc-brasil

As pessoas que leem muitos livros são muito mais educadas, gentis e empáticas, mostra o estudo

Ser um rato de biblioteca é compreensivelmente considerado um hobby solitário. Afinal, ao contrário de assistir televisão, seria muito difícil ler um livro com um grupo ou mesmo com outra pessoa. As pessoas livrescistas têm sido estereotipadas como solitárias e introvertidas.

Bem, a ciência está nos dizendo que esses rótulos podem ser falsos. Segundo a pesquisa, as pessoas que leem mais especificamente ficção tendem a exibir comportamentos mais sociáveis ​​e são mais empáticas.

Esta conclusão é baseada em um estudo britânico da Kingston University, em Londres. Os pesquisadores perguntaram a 123 pessoas sobre seus hábitos de leitura ou televisão. Eles também notaram que gêneros gostavam – comédia, não-ficção, romance ou drama.

Os pesquisadores então testaram suas habilidades sociais, fazendo perguntas como: Com que frequência você considera os pontos de vista de outras pessoas em comparação com os seus? Ou você sai do seu caminho para ajudar ativamente os outros?

Pode-se pensar que aqueles que preferem assistir à televisão exibem um comportamento mais sociável. Isso faria sentido. Devido ao enorme fluxo de livros, é mais provável que duas pessoas tenham assistido ao mesmo programa do que lido o mesmo livro.

No entanto, os resultados mostraram o contrário. Em leitores de livros versus espectadores de TV, os leitores de livros ficaram no topo ao exibir um comportamento mais empático. Eles também descobriram que aqueles que assistiam principalmente à televisão na verdade exibiam um comportamento mais antissocial.

O que é interessante, como observou a pesquisadora Rose Turner, foi que “todas as formas de ficção não eram iguais”. Os leitores de ficção mostraram as melhores habilidades sociais. Especificamente, quando divididos por gênero, eles viram que os leitores de comédia eram os melhores em se relacionar com as pessoas. Os amantes de romance e drama eram os mais empáticos e mais habilidosos em ver as coisas através dos olhos dos outros.

Estes resultados são fascinantes (para não mencionar um impulso do ego para nós, os leitores); no entanto, eles levantam a antiga questão “galinha ou ovo”. É que ler ficção pode ajudar uma pessoa a tornar-se mais empática ou pessoas com empatia simplesmente leem mais ficção?

Talvez os telespectadores que acham que poderiam usar um pouco mais de empatia possam fazer sua própria experiência. Pegue um pouco de ficção e observe as mudanças dentro de você.

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*Fonte: revistapazes

“Pessoas felizes não precisam consumir”, a afirmação brutal do filósofo Serge Latouche

O ideólogo do decrescimento analisa como nossa sociedade criou uma religião em torno do crescimento e do consumismo.

Nascido em Vannes (França) há 70 anos, diante de uma platéia que escutava sentada nos corredores de acesso ao salão do Colegio Larraona de Pamplona, ​​salientando que o ritmo atual de crescimento da economia global é tão insustentável como a deterioração e a falta de recursos no planeta.

Convidados pelo coletivo Dale Vuelta-Bira Beste Aldera, sob o título de sua palestra “A diminuição, uma alternativa ao capitalismo?”, Ele afirmou que a sociedade estabelecesse uma autolimitação do seu consumo e exploração ambiental. Do seu ponto de vista, não se trata de propor uma involução, mas de acoplar a velocidade do gasto dos recursos naturais com a sua regeneração.

Especialista em relações econômicas Norte/Sul, o prêmio europeu de sociologia e ciências sociais Amalfi, seu movimento decrescentista, nascido nos anos 70 e estendido na França, defende a sobriedade na vida e a preservação dos recursos naturais antes de sua exaustão.

Em sua opinião, se a queda não for controlada, “a queda que já estamos experimentando” será o resultado do colapso de uma forma insustentável de capitalismo, e também será excessiva e traumática.

Uma bomba semântica. Serge Latouche afirma que o termo decrescimento é um slogan, “uma bomba semântica causada para neutralizar a intoxicação do chamado desenvolvimento sustentável”, uma forma de pensar, sustentabilidade, estendida pelo economismo liberal dos anos 80, e que favorece o pagamento de tudo.

“Por exemplo, no caso do trigo, obriga-nos a pagar pelo excedente, pelo seu armazenamento e também temos de pagar para destruir o excedente.”

“Devemos falar sobre o A-crescimento”, ele disse como um convite para refletir sobre nosso estilo de vida, incluindo a exibição do supérfluo e do enriquecimento excessivo.

Do seu ponto de vista “vivemos fagotizados pela economia da acumulação que leva à frustração e a querer o que não temos e não precisamos”, o que, diz ele, leva a estados de infelicidade.

“Detectamos um aumento de suicídios na França em crianças”, acrescentou ele, para referir-se à concessão por bancos de empréstimos ao consumidor para pessoas sem salários e ativos, como aconteceu nos Estados Unidos no início da crise econômica global. . Para o professor Latouche, “pessoas felizes geralmente não consomem”.

Seus números como economista dizem que ele está certo: todos os anos há mais habitantes no planeta, enquanto os recursos estão diminuindo, sem esquecer que consumir significa produzir resíduos e que o impacto ambiental de uma pessoal equivale a 2,2 hectares, e que a cada ano 15 milhões de hectares de floresta são consumidos “essenciais para a vida”.

“E se vivemos nesse ritmo, é porque a África permite isso”, enfatizou. Para o professor Latouche, qualquer tipo de escassez, alimentos ou petróleo, levará à pobreza da maioria e ao maior enriquecimento das minorias representadas nas grandes empresas petrolíferas ou agroalimentares.

Trabalhe menos e produza de forma inteligente.

Tachado de ingênuo por seus detratores, postulou trabalhar menos e distribuir melhor o emprego, mas trabalhar menos para viver e cultivar mais a vida, insistiu.

A partir de um projeto qualificado como “ecossocialista”, além de consumir menos, a sociedade deve consumir melhor, para qual propos que se produzisse perto de onde mora e de forma ecológica evitar que por qualquer fronteira entre Espanha e França circule até 4 mil caminhões uma semana “com tomates da Andaluzia cruzando com tomates holandeses”.

Ele terminou com um louvor ao estoicismo representada em Espanha por Seneca: “A felicidade não é alcançada se não podemos limitar nossos desejos e necessidades.”

 

 

 

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*Fonte: pensarcontemporaneo

21 Benefícios de se viver com menos

Querer cada vez mais é um modelo quebrado. Não está funcionando. Mais posses materiais, além de um certo ponto, é apenas mais coisas que temos que gerenciar. Mais dinheiro, além de um certo ponto, não equivale, necessariamente, a mais felicidade.

É claro, “mais” nem sempre é a resposta que buscamos.

Isso nos leva a menos. Mas precisamos reduzir para uma quantidade que é o suficiente para cada indivíduo. Nem todos nós estaremos felizes com o mesmo número de coisas. Então, nós começamos a chegar na nossa própria versão de menos e depois a vivemos. Quando fazemos isso, podemos começar a experimentar alguns dos seguintes benefícios em nossas vidas.

1) Menos coisas, mais leveza
Posses materiais precisam ser gerenciadas. Elas precisam de algum lugar para serem armazenadas. Elas podem precisar de manutenção regular. Muitas coisas podem começar a nos pesar.

2) Mais escolhas e liberdade
Menos coisas e desordem em nossas vidas nos libertam. Temos mais liberdade e podemos fazer escolhas que vão de encontro com nosso estilo de vida ideal.

3) Querer menos o mais e mais
Saber quando é suficiente significa sair de um ciclo sem fim de querer sempre mais.

4) Mais contente com o que já temos
Ao escolher ficar apenas com o necessário, começamos a dar valor ao pouco que temos. Assim, ficamos felizes por ter aquelas poucas coisas para administrar e cuidar.

5) Menos arrependimento
O arrependimento é uma emoção desperdiçada e tóxica. Viver com menos em nossas vidas pode significar que temos menos motivos para sentir arrependimento.

6) Mais gratidão
Já temos muito em nossas vidas para as quais devemos agradecer. Isso pode passar se não tirarmos um tempo para criar o hábito de gratidão.

7) Menos comparação, apenas ser
Quando sabemos o que é suficiente para nós, nos preocupamos menos com a manutenção e a comparação. Nós não julgamos os outros por querer mais, mas igualmente sabemos que estamos felizes com o suficiente.

8) Mais dança para nossa própria música
Quando precisamos de menos, somos livres para seguir um caminho que nós mesmos criamos.

9) Menos complexidade
A vida pode complicar-se quando temos demais.

10) Mais simplicidade
A vida se torna mais simples quando queremos menos coisas, comparar menos e tentar manter menos.

11) Menos dívidas
Quando buscamos o menos, menos provável é que nos encontremos em dívida. Estar fora da dívida também nos dá mais liberdade de escolha e oportunidades na vida.

12) Mais economias
Gaste menos dinheiro em coisas que, realmente, não precisa pode significar mais poupanças.

13) Menos estresse
Manter o ritmo e preencher nossas vidas com mais, causa sua própria forma de estresse que, muitas vezes, pode passar despercebida.

14) Gastar com o que vale a pena
Perseguindo menos bens materiais e tendo menos compromissos em nosso dia a dia, não sendo apaixonado por querer mais, significa que temos tempo para gastar com o que temos e com pessoas que são importantes.

15) Mais espaço
Mais espaço físico, mas também mais espaço mental para respirar, refletir, focar e apenas ser.

16) Menos bens físicos
Os bens materiais que possuímos podem acabar nos possuindo se não tivermos cuidado. Seja seletivo sobre o que e quem você deixa sua vida.

17) Mais experiências de vida e aventura
Perseguir menos bens materiais deixa espaço para perseguir mais aventuras e experiências de vida.

18) Menos inveja
Quanto menos comparamos e mais temos controle em nossas vidas, deixamos a inveja de lado.

19) Mais felicidade
A redução dos bens e das coisas em nossas vidas e a compreensão do que parece ser suficiente nos leva a mais felicidade. Chegamos ao cerne do que verdadeiramente canta nossos corações e procuramos encher nossas vidas com ele.

20) Menos egoísmo
Quanto menos inclinados a comparar e focar no que não temos, mais provável é que acabemos o egoísmo de nossas vidas.

21) Mais compartilhamento e devolução
Tendo a quantidade certa em nossas vidas significa que temos mais espaço para compartilhar aos outros de alguma forma. Isso pode incluir atos de bondade e generosidade.

O dimensionamento certo do menos nos leva a termos um pouco de trabalho. É preciso algum pensamento crítico. É preciso uma grande dose de honestidade sobre o que é realmente importante para nós na vida. Pode significar reprioritização. Isso também requer um grande grau de ação e esforço.

Tentamos perseguir por mais e falhamos. Talvez seja a hora de irmos em busca do menos.

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*Fonte: jardimdomundo

7 maneiras de acabar com qualquer argumento rapidamente

Há quem acredite que quando duas pessoas se amam, esse relacionamento não vai ter momentos difíceis na qual os dois brigarão e surgirão argumentos. Infelizmente, isso não é verdade. O fato é que, passar seus dias com outra pessoa, nunca é uma tarefa fácil e discussões e conflitos são coisas que acontecem naturalmente.

A verdade é que o amor traz intensidade em praticamente todos os sentimentos. E entender o porquê das brigas acontecerem pode ajudar o casal a evitá-las e saber o que fazer quando elas surgirem. Estar junto com uma pessoa pode ser uma das coisas mais maravilhosas do mundo, mas desde que lembrando que nada é perfeito. Muitos casais brigam frequentemente, arrumam confusão por coisas desnecessárias e às vezes acabam falando coisas que não deveriam. É preciso ter muita paciência e compreensão para conseguir viver com uma pessoa e não brigar com ela.

Mas também para um relacionamento ser bom, ele precisa de algumas discussões. Quem foi que disse que um relacionamento perfeito não tem brigas? Não que isso precise ser uma regra universal, mas todo relacionamento tem suas desavenças, e às vezes, é até necessário. Pode ser que uma briguinha até faça bem, principalmente para matar aquela saudade gostosa na reconciliação.

O que não se pode deixar acontecer, ou pelo menos deve-se tentar evitar, é que esses argumentos entre as duas partes durem muito. O prolongamento de uma discussão pode levar a um resultado bastante ruim. Por isso, resolvemos mostrar aqui como resolver conflitos para que nenhuma das partes se arrependa depois das coisas que foram ditas.

1 – Não critique

Críticas em geral já não são muito bem vistas, ainda mais se elas não tiverem nenhum propósito construtivo. E criticar a personalidade do seu parceiro, irá apenas deixar a situação ainda pior. Não insulte o seu parceiro, ao invés disso, fale a ele das coisas que te incomodam.

2 – Não desconsidere sentimentos

Guardar coisas para nós mesmos sempre é ruim. A outra pessoa não é capaz de adivinhar o que você está sentindo se não for falado a ela. Então, fale com seu parceiro sobre os seus sentimentos e mostre também interesse em saber como ele está emocionalmente.

3 – Não crie paranoias

Nossa mente é capaz de criar os mais variados cenários, que muitas das vezes podem não ser o cenário real. Acreditar que o seu parceiro está mais feliz quando está longe de você, não é um comportamento saudável. Além de poder desencadear uma briga futuramente. É sempre bom esclarecer com o parceiro as suas dúvidas.

4 – Não se sinta superior

Em uma relação, é preciso entender que vocês estão no mesmo barco e caminhando juntos. Nenhum está acima do outro ou é mais importante que o outro. Se você se demonstrar superior ao seu parceiro, ele não se sentirá bom o suficiente para você. Trabalhem na solução do problema em conjunto.

5 – Não procure culpar alguém

Em uma briga ou situação que não está boa, sempre procuramos alguém para culpar. Mas debater quem é culpado é uma coisa desnecessária, visto que a situação já aconteceu. Gaste seu tempo procurando soluções para sair daquela situação ruim e não tentando achar como você chegou nela.

6 – Não reviva brigas

Na hora da briga, uma das piores coisas a se fazer é trazer de volta brigas antigas, As situações do passado não mudarão, elas só trarão mais uma discussão à tona. O melhor a se fazer é se discutir o que está incomodando no momento. E depois que ela for resolvida, não retome a discussão.

7 – Outro ponto de vista

Toda a história tem dois lados, dois pontos de vista. São duas pessoas envolvidas no relacionamento e ter uma flexibilidade é melhor na hora da discussão. Os argumentos virão dos dois lados e saber ponderá-los é o que vai fazer a discussão ir embora mais rápido.

*Por Bruno Dias

 

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*Fonte: fatosdesconhecidos

Amigos são analgésicos naturais mais eficazes que a morfina

A preciosa ajuda das pessoas mais queridas para nós, na superação dos tempos difíceis, e até mesmo na superação da dor física, foi confirmada pela ciência: os amigos seriam ainda melhores que morfina!

Já se falava dessa possibilidade há algum tempo, mas uma pesquisa da Universidade Britânica de Oxford confirmou que os amigos ajudam a suportar melhor a dor e afastar a depressão pra longe da gente. Tudo isso é possível porque, quando estamos na companhia deles, muitas endorfinas são liberadas em nosso corpo. As endorfinas são substâncias úteis para nos trazer sensações de bem-estar, gratificação e para regular o nosso estado de ânimo.

Existe, portanto, uma conexão entre a depressão, o nível baixo de endorfinas com o fato de ter poucos amigos? Segundo Katerina Johnson, coordenadora do estudo, a resposta é sim:

“Os resultados são interessantes também porque pesquisas recentes sugerem que o circuito de endorfinas pode ser interrompido em distúrbios como a depressão, e isso também poderia explicar por que as pessoas deprimidas muitas vezes fazem uma vida socialmente mais retraída”.

O experimento no qual o estudo foi baseado, publicado na revista Scientific Reports, foi muito simples. Em primeiro lugar, os pesquisadores preencheram um questionário com 101 voluntários (entre 18 e 34 anos), no qual cada um deles precisava especificar os principais aspectos das suas relações sociais. Depois, todos eles foram submetidos a um pequeno teste de dor que consistia em estar em uma posição muito desconfortável (posição de agachamento com as costas retas contra a parede) pelo tempo que pudessem resistir.

Viu-se que, precisamente aqueles que tinham mais amigos, também eram aqueles que resistiam mais, demonstrando assim uma maior tolerância à dor, semelhante àqueles que tiveram que tomar morfina como analgésico.

Amigos portanto (a ciência confirma isso), são verdadeiros analgésicos naturais: aliviam as nossas dores física e emocional. Nós só temos que agradecer pelo fato de termos amigos, e aproveitar essa sorte!

 

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*Fonte: greenme

Amizade é também estar separados sem que nada mude

A amizade autêntica não precisa de supervisão diária para saber se o afeto de hoje é sincero ou se diminuiu. Não há pressão ou obrigação de revelar todo pensamento, toda experiência no mesmo momento em que algo acontece.

As autênticas amizades que são forjadas na magia das coincidências, deixam espaço e oferecem liberdades. Porque o vínculo é alimentado com confiança e sentimentos sinceros. Quem nos diz quase sem palavras, que “não lhe devo nada e lhe devo tudo”, “estou aqui para você sempre que você precisar”.

É possível que hoje você ainda tenha essa amizade de infância. Aquela pessoa com quem você compartilhou aventuras universitárias, tardes de corrida, jogos e sanduíches de chocolate na rua. Ou talvez, em sua vida, alguém novo tenha chegado no momento mais apropriado.

São relações íntimas que são mantidas por todo o afeto e, às vezes, até um pouco daquela inexplicável magia que hospeda os corações que se conectam quase sem saber por quê. Isso já aconteceu com você?

Eu gosto daquelas amizades que não sabem sobre tempo e espaço. As pessoas que a vida separa do seu lado por qualquer motivo e que, depois de meses ou anos, voltam para você com a mesma cumplicidade, como se apenas uma hora tivesse se passado desde a última vez.

Apesar do tempo, apesar da distância … Você sempre me terá aqui

Robert M. Seyfarth e Dorothy L. Cheney, cientistas do departamento de psicologia e biologia da Universidade da Pensilvânia, nos dizem que a amizade favorece nossa adaptação. Promove bem-estar, reduz o estresse e até melhora a sobrevida. Além disso, foi demonstrado que os animais criam laços de amizade.

A vida, por outro lado, toma mais voltas do que a haste de um relógio, sabemos. Nós nunca sabemos que direção nossos passos vão tomar. Seja por motivos de trabalho ou por motivos pessoais para ter novos parceiros, às vezes somos forçados a colocar quilômetros entre nós e nossos amigos.

A vida é movimento e somente aqueles que se movem podem alcançar com os dedos os seus sonhos. Agora, às vezes, isso implica ter que desistir das coisas: deixamos nosso lar, nossas raízes e também essas amizades da alma.

Certamente isso aconteceu com você também. É precisamente nesses momentos de mudança e crescimento pessoal. quando descobrimos quem são as pessoas mais importantes da nossa vida.

Distância esclarece relações autênticas

– Existem aqueles que precisam de um contato diário, uma interação onde suas necessidades são satisfeitas. Eles valorizam essa proximidade quase dependente, onde a interação é contínua.

– Essa “fluência” de interação e contato nem sempre pode ocorrer, especialmente quando somos forçados a nos distanciar por motivos profissionais ou pessoais.

– É quando há um risco maior de perder muitos desses amigos que deixamos em nossos espaços de origem. As reprovações aparecem, o “é que você não tem tempo para mim”, “é que você acabou de conectar”, “é que você não me conta tudo como antes”.

– Há amizades que se tornam quase como relações de parceria opressivas e tóxicas. Eles causam pressão e sofrimento.

Por outro lado, existem outras pessoas que entendem e sabem respeitar. A preocupação e carinho ainda está lá, seu carinho é sincero, sabemos que eles estão conosco, mas não há obrigação de “monitorar”. Não há necessidade de palavras para entender que, apesar da distância, elas ainda fazem parte de nós mesmos.

Amizades efêmeras, amizades de coração de diamante

Você não precisa se preocupar em deixar muitas pessoas para trás. Faz parte do nosso processo pessoal de crescimento, porque crescer significa carregar o final com o menor peso possível em sua mente e máximo em nosso coração.

As amizades autênticas são muito poucas, mas brilham com o brilho dos diamantes: elas são indestrutíveis e viverão com você todos os dias da sua vida para lhe dar luz nos dias sombrios e harmonia nos momentos de felicidade.

Há amizades que vêm e vão, como o vento quente do verão. Elas nos trazem suas experiências, nos fazem felizes e desaparecem com a delicadeza de um breve perfume, deixando-nos suas memórias.

– Existem outras amizades que se transformam em más experiências. O mundo também às vezes nos espirra com egoísmo, interesses pessoais e alguma outra traição. Assim, estudos como o realizado pelo Dr. Robert Sternberg, um renomado psicólogo especializado em inteligência e personalidade, nos diz que os comportamentos tóxicos são comuns hoje em dia e precisamos aprender a lidar com eles.

– Agora, as experiências ruins com amizades que nunca foram realmente, não devem nos desencorajar ou afundar nossas esperanças. Boas pessoas existem e os amigos da alma também.

– Amizade autêntica é oferecida com liberdade e sem compromisso. E ele cuida de si mesmo como um bem precioso, como um habitante de sua alma que precisa de reciprocidade, confiança e gratidão.

Se hoje você ainda se lembra daquela amizade que você deixou para trás devido à chance que às vezes nos traz vida, não hesite em entrar em contato com essa pessoa novamente. Se o carinho fosse sempre sincero, se essa intimidade fosse tão mágica, recompensadora e divertida que até hoje você se lembra dela com um sorriso, não hesite em recuperá-lo. Porque para amizades autênticas não há tempo nem distância.

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*Fonte: revistapazes

Aprenda a rir de si mesmo novamente

Quando criança, não nos envergonhamos e não pensamos em nossas falhas ou méritos, somos simplesmente felizes e sorrimos diante da vida. O sorriso, portanto, também é uma questão de autoestima. Se nos amamos, somos capazes de aceitar nossos defeitos e nossos méritos e deixar de lado a importância que damos às opiniões dos outros.

Mas não só somos capazes de rir de nós mesmos, se temos uma forte autoestima, rindo de nós mesmos, na verdade, vamos fortalecer nossa autoestima. Então é algo que funciona nos dois sentidos.

Outra maneira de aprender a rir de si mesmo é superar a timidez, a vergonha de encarar a opinião dos outros, porque é precisamente a sensibilidade à crítica negativa que nos paralisa e nos impede de desfrutar de nossos sorrisos. Caros leitores, aprendam a ser espontâneos, digam tudo o que vem à sua cabeça, brincam, sorriam, não tenham medo, nada vai acontecer e vocês se divertem.

“Um sorriso é a chave secreta que abre muitos corações.”
Robert Baden Powell

O sorriso como terapia
A terapia do sorriso não é mais apenas uma maneira de lutar contra o estresse ou de se divertir. Tornou-se um método, um tratamento médico e psicológico. Na base está o conceito de que, mesmo quando um sorriso é forçado, nos sentimos bem e, por fim, o sorriso se torna um gesto espontâneo.

O psicólogo José Elías, especialista em ressoterapia na Espanha, destacou que o riso fortalece o coração, porque quando rimos movemos 420 músculos do nosso corpo, inclusive o coração. O riso também reduz a pressão sanguínea porque aumenta o tamanho dos vasos sanguíneos e promove a respiração porque a ventilação aumenta significativamente.

Consequentemente, o sorriso melhora nossa qualidade de vida e nossa saúde e tem efeitos físicos e psicológicos positivos. Aprenda a rir, você também será capaz de ver a vida de um ponto de vista diferente, muito mais agradável e saudável. Sorria, ria, porque esta é a linguagem da alma, a maneira de sair e voar.

 

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*Fonte: revistapazes

As 9 dicas para a felicidade eterna de acordo com um psiquiatra russo

Aqui no Mega, a gente está sempre pensando na felicidade dos nossos leitores. Por isso, trazemos dicas do como atingir a plenitude – seja pelo contato com a natureza, pela Ciência, para quem já passou dos 30 e por aí vai. Agora, porém, você verá alguns conselhos do psiquiatra russo Mikhail Efimovich Litvak, que em junho completará 80 anos e tem bagagem de sobra para saber ao que vale a pena darmos valor e o que devemos defenestrar de nossas vidas.

1. A felicidade é um efeito natural de uma vida organizada
A felicidade, a alegria e o sucesso são apenas o efeito secundário de quem investe em uma vida bem organizada em todos os sentidos. Assim, tente colocar tudo em ordem para poder viver uma vida mais plena.

2. Lembre-se que todo mundo tem uma opinião sobre si mesmo
Ao cruzar com pessoas na sua vida, é natural que você pense que pode dar dicas para ela ser melhor e mais feliz – afinal, julgar a vida alheia é muito mais fácil do que a própria. Porém, você deve sempre se lembrar que todo mundo tem uma autoestima que merece ser valorizada. Por isso, nunca ultrapasse esse limite na hora de dar os seus conselhos.

3. Se você não fizer nada por você mesmo, como você pode querer ajuda?
Ao colocar metas na sua vida, comece a executá-las! Não adianta nada dizer para todo mundo que está infeliz com o corpo e que vai começar a fazer exercícios se de fato você não cumprir essa tarefa. Os outros não podem resolver os seus problemas. Eles podem, no máximo, apoiar e dar conselhos, mas a atitude tem que partir de você!

4. O sucesso tem o poder de apagar o fracasso
Aqui vale a máxima do ser sempre positivo. Seus fracassos ocorrem por conta das insatisfações que você alimenta durante a vida. Porém, se você turbinar seu dia a dia com elogios a si mesmo e a perseverança de que o ápice está chegando, logo tudo será um mar de rosas – ou, ao menos, as tempestades serão encaradas com mais tranquilidade.

5. Não conhece seu pior inimigo? Então olhe em um espelho
Pare de procurar inimigos no mundo exterior e culpar os outros por suas insatisfações. Seu maior inimigo é você mesmo! É impossível desviarmos das barreiras do mundo para a nossa felicidade se não tirarmos a primeira delas: a que está dentro de nós! Acredite em si que os problemas vão acabar tendo mais medo de você do que o contrário.

6. O caminho correto nem sempre é o mais curto
Se você está no 30º andar e quer ir para a rua, o caminho mais curto é se jogar da janela. Só que você vai morrer ao chegar ao chão. Então, não tenha preguiça de procurar os caminhos certos para conduzir sua vida, mesmo que às vezes eles sejam cheios de curvas, subidas e descidas.

7. A falta de objetivos nos deixa cegos
Quando você precisa se mudar de casa, seu objetivo de vida, no momento, é conseguir caixas para guardar as coisas. Nesse momento, você começa a reparar e ver caixas em todos os lugares do mundo. O mesmo vale para tudo na vida; por isso, tenha sempre uma meta a ser alcançada e preste atenção nos sinais que o mundo te dá.

8. Tolerar (e até amar) momentos de solidão é um sinal de maturidade
A solidão costuma ser encarada como algo extremamente negativo, mas a gente tem muito a aprender com ela. As pessoas emocionalmente maduras são aquelas que aproveitam fases e momentos de solidão para um autodesenvolvimento. Pense nisso!

9. Equilibre o “Eu quero”, o “Eu posso” e o “Eu devo”
Muita gente vem com a ladainha de “Eu devo, mas não quero” ou com a de “Eu posso, mas não devo”. Pare de ficar criando empecilhos para essas três regrinhas que ordenam a nossa vida. Se você quer, queira pra valer. Se você deve, faça. Se você pode, o que o impede? O que você “deve” tem que ser regulado pelo que você “precisa”. E o que você “pode” é o motor que deixa tudo isso girando corretamente.

*Por Diego Denck

 

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*Fonte: megacurioso

Pensar é difícil, é por isso que as pessoas preferem julgar

“Pensar é difícil, é por isso que as pessoas preferem julgar “, escreveu Carl Gustav Jung. Na época da opinião, onde tudo é julgado e criticado, muitas vezes sem uma base sólida, sem uma análise prévia e sem um profundo conhecimento da situação, as palavras de Jung assumem maior destaque, tornando-se quase proféticas.

Julgar nos empobrece

Identificar o ato de pensar com o ato de julgar pode nos levar a viver em um mundo distópico mais típico dos cenários imaginados por George Orwell do que da realidade. Quando os julgamentos suplantam o pensamento, qualquer indício se torna evidência, a interpretação subjetiva torna-se uma explicação objetiva e a mera conjectura adquire uma categoria de evidência.

À medida que nos afastamos da realidade e entramos na subjetividade, corremos o risco de confundir nossas opiniões com os fatos, tornando-nos juízes incontestáveis – e bastante parciais – de outros. Essa atitude empobrece o que julgamos e empobrecemos como pessoas.

Quando estamos muito focados em nós mesmos, quando deixamos de acalmar o ego, e ele adquire proporções excessivas, ou simplesmente temos muita pressa para nos impedir de pensar, preferimos julgar. Adicionamos rótulos duplos para catalogar coisas, eventos e pessoas em um espectro limitado de “bom” ou “ruim”, tomando como medida de comparação nossos desejos e expectativas.

Agir como juízes não apenas nos afasta da realidade, mas também nos impede de conhecê-la – e desfrutá-la – em sua riqueza e complexidade, transformando-nos em pessoas hostis – e não muito empáticos. Toda vez que julgamos algo, simplificamos a expressão mínima e fechamos uma porta para o conhecimento. Nós nos tornamos mero animalis iudicantis.

Pensar é um ato enriquecedor

Na sociedade líquida em que vivemos, é muito mais fácil julgar, criticar rapidamente e passar para o próximo julgamento. O que não ressoa em nosso sistema de crenças nós julgamos como inútil ou estúpido e passamos para o seguinte. Na era da gratificação instantânea, o pensamento exige um esforço que muitos não estão dispostos – ou não querem – a assumir.

O problema é que os juízos são tarefas interpretativas que damos a eventos, coisas ou pessoas. Cada julgamento é um rótulo que usamos para atribuir um valor – profundamente tendencioso – já que é um ato subjetivo baseado em nossos preconceitos, crenças e paradigmas. Julgamos com base em nossas experiências pessoais, o que significa que muitas críticas são um ato mais emocional que racional, a expressão de um desejo ou uma decepção.

Pensar, pelo contrário, exija reflexão e análise. Mais uma dose de empatia com o que foi pensado. É necessário separar o emocional dos fatos, lançar luz sobre a subjetividade adotando uma distância psicológica essencial.

Para Platão, o homem sábio é aquele que é capaz de observar tanto o fenômeno quanto sua essência. Uma pessoa sábia é aquela que não apenas analisa as circunstâncias contingentes, que geralmente são mutáveis, mas é capaz de rasgar o véu da superficialidade para alcançar o mais universal e essencial.

Portanto, o ato de pensar tem um enorme potencial enriquecedor. Através do pensamento, tentamos chegar à essência dos fenômenos e das coisas. Vamos além do percebido, superamos essa primeira impressão para mergulhar nas causas, efeitos e relacionamentos mais profundos. Isso exige uma árdua atividade intelectual através da qual crescemos como pessoas e expandimos nossa visão de mundo.

Pensar significa parar. Fazer silêncio. Prestar atenção. Controle o impulso de julgar precipitadamente. Pesar as possibilidades. Aprofundar nas coisas, com racionalidade e da empatia.

O segredo está em “ser curioso, não crítico”, como disse Walt Whitman.

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*Fonte: pensarcontemporaneo

Por que você deve se esforçar por uma vida significativa, não feliz

“Há apenas um erro inato, e essa é a noção de que existimos para sermos felizes … Enquanto persistirmos nesse erro inato, e até mesmo nos confirmarmos através de dogmas otimistas, o mundo parece estar cheio contradições ”. — Arthur Schopenhauer

O mundo moderno é obcecado com a noção de felicidade. Isso é visto como a medida e o objetivo da vida boa e, como Sigmund Freud observou, muito do que fazemos é motivado pelo desejo, que tudo consome, de ser feliz.

“… O que o comportamento dos próprios homens revela como o propósito e objeto de suas vidas, o que eles exigem da vida e desejam alcançar nela. A resposta para isso dificilmente pode ficar em dúvida: eles buscam a felicidade, querem se tornar felizes e permanecer assim ”. — Sigmund Freud

Mas essa busca sem fim pela felicidade é realmente uma maneira saudável de viver? Pois se estamos infelizes, o que para a maioria das pessoas é assim que é a maior parte do tempo, provavelmente nos perguntaremos o que há de errado conosco. Nós não somos recortados para este mundo? Os produtos químicos em nosso cérebro precisam de um ajuste farmacêutico? Ou melhor, Schopenhauer estava certo ao sugerir que visar a felicidade é um esforço fútil? Poderíamos considerar nossas vidas mais gratificantes se, em vez de lutarmos pela felicidade, dedicássemos nossas energias ao cultivo de uma vida significativa?

A felicidade nem sempre foi considerada uma meta pela qual vale a pena lutar. A raiz da palavra felicidade, na maioria das línguas indo-europeias, é sorte ou destino, implicando que a felicidade era originalmente vista como algo a ser dado e levado pelos deuses, ou pelo acaso. Não foi pensado para ser atingível apenas pelo esforço humano.

No Ocidente, foi Sócrates quem popularizou a ideia de que a felicidade é o maior bem e, portanto, deveria ser o objetivo final da vida.

A suposição de Sócrates de que devemos almejar a felicidade foi amplamente aceita pelos filósofos da Grécia Antiga que vieram depois dele. Os filósofos iluministas dos séculos XVII e XVIII, cujas ideias lançaram as bases para a civilização moderna, também adotaram a visão de Sócrates da felicidade como o fim último. Mas enquanto os gregos antigos tendiam a fundar a felicidade no cultivo da virtude e da excelência pessoal, alguns dos mais proeminentes pensadores do Iluminismo amarravam a busca da felicidade à busca do prazer.

“A felicidade, então, é em toda a sua extensão, o máximo prazer de que somos capazes e a miséria, a maior dor.” – John Locke

A maximização do prazer e a minimização da dor é a receita que muitos em nossos dias usam na tentativa de alcançar a felicidade. Mas estruturar nossa vida dessa maneira nos coloca em uma esteira hedônica. Passamos nossas vidas freneticamente correndo em direção aos bens, objetivos, eventos e pessoas que esperamos que imbuirão nossa vida com o prazer necessário para uma existência feliz. No entanto, ao atingir os objetos do nosso desejo, nos adaptamos rapidamente às novas condições e retornamos ao nosso estado padrão de ser. Ou como o filósofo Arthur Schopenhauer observou:

“… [Esforçar-se pela felicidade] é como uma sede insaciável: podemos alcançar breves satisfações, alguma liberação momentânea, mas, na natureza das coisas, elas nunca podem ser mais do que temporárias, e então estamos de novo no suporte. Portanto, a infelicidade, ou pelo menos a insatisfação, é o nosso estado normal de coisas. ” – Arthur Schopenhauer

Em nossos momentos mais introspectivos, muitos de nós reconhecem a busca constante da felicidade como um apego às sombras. Mas, qual é a alternativa? Se abandonarmos a busca da felicidade, o que deve tomar o seu lugar? No restante deste artigo, argumentaremos que devemos buscar uma vida significativa, pois, como Carl Jung observou:

“… a falta de significado na vida é uma doença da alma, cuja extensão e importância total ainda não começou a compreender.” – Carl Jung

Uma das principais razões em favor do cultivo do significado como nosso objetivo primário é devido à inevitabilidade do sofrimento. Embora a maior parte do nosso sofrimento seja menor e administrável, tendemos a ignorar o fato de estarmos sempre em risco de cair em períodos de grande adversidade – tempos em que somos forçados a lidar com o que Shakespeare chamou de “as eslingas e flechas da ultrajante fortuna”. (Shakespeare) Nestes momentos de crise, é apenas o significado – não a felicidade – que pode nos fornecer a resiliência necessária para perdurar. “Aquele que tem um porquê pode suportar quase qualquer coisa”, escreveu Nietzsche. Ou, como Carl Jung colocou “… o significado torna muitas coisas suportáveis – talvez tudo.” (Carl Jung, Memórias, Sonhos, Reflexões) O significado, em outras palavras, é a matéria-prima a partir da qual podemos construir nossa “cidadela interna”. Ou fortaleza psicológica, a partir da qual podemos navegar pelas correntes caóticas da vida.

Mas como cultivamos significado em nossa vida? Embora não exista receita garantida, algumas abordagens parecem ser muito mais sustentáveis ​​do que outras. Uma abordagem que não se enquadra na categoria de tenacidade é a tentativa de encontrar significado por meio da obtenção de bens externos, como dinheiro, fama, status ou relacionamentos. Esses bens podem aumentar a qualidade de nossa vida, mas é improvável que eles sejam imbuídos de significado. Muitas pessoas desenvolvem uma carreira de sucesso, criam uma família, acumulam riqueza e status social, apenas para descobrir, muitas vezes na meia-idade, que, apesar de seu sucesso externo, sua existência interior permanece desolada e desprovida de significado. Ou como Jung escreveu:

“Uma carreira, produção de filhos, são todos maya [ilusão] em comparação com aquela coisa que faz com que sua vida seja significativa” – Carl Jung

Uma abordagem muito mais prática para a busca do significado é focar no cultivo de nosso caráter. “O que sua consciência diz? “Você deve se tornar a pessoa que você é” (Nietzsche, A Gaia Ciência). Ou como diz o pré-socrático Heráclito: “Caráter é destino” . Se nos concentrarmos em nos tornarmos um indivíduo mais integrado e completo, aumentamos muito nossa chance de encontrar significado por duas razões principais. Em primeiro lugar, esta abordagem é um antídoto para a estagnação e passividade que garante uma existência sem sentido. E em segundo lugar, esforçando-se para cultivar nossas forças, provavelmente descobriremos o “porquê” ou o propósito de nossa existência, que é a chave para uma vida subjetivamente significativa. Para ajudar nesse caminho, precisamos discutir o papel que os objetivos desempenham nesse processo.

A importância de estabelecer metas para o desenvolvimento pessoal é bem conhecida. Pois assim como a pedra só pode ser moldada em uma escultura através da força de um martelo e cinzel, também nosso potencial, ou o desenvolvimento de nosso caráter, só pode ser realizado por meio de disciplina e esforço. Simplesmente flutuar com a corrente da vida promove um corpo fraco e uma mente macia. Portanto, devemos aprender a nadar com o fluxo da vida e esforçar-se e lutar por nossos objetivos dignos.

“Tolos são aqueles que… não têm objetivo para o qual possam direcionar todo impulso e, na verdade, todo pensamento.”
Marco Aurélio

Enquanto a maioria está ciente da importância do estabelecimento de metas, muitos cometem o erro de se sacrificarem por seus objetivos. Eles acreditam que é a consecução de objetivos que constrói caráter e cultiva significado, quando na verdade é a luta contínua para eles que mais importa. Este tema da importância do esforço incessante é fundamental no conto clássico de Fausto de Goethe. Para Goethe, Fausto só alcança a auto-realização através do seu compromisso com a luta perpétua e o esforço.

“Quem quer que se empenhe em constante esforço, Ele pode nos redimir.”
Goethe, Fausto

Ao se esforçar continuamente para alcançar objetivos, é crucial ter em mente que nossos objetivos só valem a pena se contribuírem para o crescimento de nosso caráter. Às vezes, nossos objetivos não nos levam adiante, pois podem ter sido apropriados apenas para um estágio de nosso desenvolvimento que superamos. Com a idade de 20 anos, o escritor Hunter Thompson elaborou este conselho em uma carta para um amigo:

“Quando você era jovem, digamos que você queria ser bombeiro. Eu me sinto razoavelmente seguro em dizer que você não quer mais ser um bombeiro. Por quê? Porque sua perspectiva mudou. Não é o bombeiro que mudou, mas você. Todo homem é a soma total de suas reações à experiência. À medida que suas experiências diferem e se multiplicam, você se torna um homem diferente e, portanto, sua perspectiva muda … Portanto, não nos esforçamos para ser bombeiros, não nos esforçamos para ser banqueiros, nem policiais, nem médicos. Nós nos esforçamos para sermos nós mesmos … O objetivo é absolutamente secundário: é o funcionamento em direção ao objetivo que é importante ”. — Hunter Thompson

Ao seguir este conselho – esforçando-se implacavelmente pelos objetivos, modificando-os continuamente para facilitar o desenvolvimento contínuo de nosso caráter – nos colocaremos em um caminho de vida potencialmente significativo. Escolher esse caminho requer que abandonemos nossa obsessão por felicidade e prazer, mas, ironicamente, ao sairmos da esteira hedônica e nos expormos às lutas e conflitos necessários para cultivar o caráter, provavelmente alcançaremos o estado transitório de felicidade com muito mais frequência do que aqueles que apontam diretamente para isto. Pois, como Hunter Thompson escreveu:

“… Quem é o homem mais feliz, aquele que enfrentou a tempestade da vida e viveu ou aquele que permaneceu seguro na praia e simplesmente existiu?”
Hunter Thompson

 

 

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*Fonte: pensarcontemporaneo

Por que as mães confundem os nomes dos filhos? Existe uma resposta… e é linda!

Quando temos crianças em casa, muitas vezes pode acontecer de chamar uma com o nome do irmão, despertando assim o riso e tornando-se o objeto de brincadeiras. Esses pequenos erros, no entanto, não são preocupantes, não são sintomas de problemas de memória ou consequências da fadiga, são “erros de sistema” normais que o cérebro comete. Isto é afirmado por um estudo coordenado por David Rubin, um neurocientista da Duke University.

A mente humana funciona um pouco como um computador e armazena os nomes de todos aqueles que fazem parte de suas vidas, colocando informações em categorias e grupos sociais. Então, descrevendo os dados como se estivessem em um disco rígido no cérebro, existem pastas chamadas “entes queridos”, “irmãos”, “amigos”, “conhecidos” e assim por diante.

Quando ele tenta lembrar o nome de uma dessas pessoas, pode haver um pequeno “erro” cognitivo, porque naquele momento esse indivíduo é confundido com outro que foi incluído no mesmo grupo. A razão é que, ao contrário de uma máquina, o cérebro humano também inclui um componente emocional.

Em resumo, confundir um nome com outro, quando eles pertencem a pessoas do mesmo grupo social, é apenas devido ao fato de que todos nós os percebemos com o mesmo valor e carinho. Para um pai misturar os nomes de vários filhos significa que não há diferença entre eles e que ele os ama da mesma maneira.

Um aspecto curioso e interessante foi que, em uma amostra de mais de 1700 sujeitos da pesquisa, 42% deles confundiram o nome de um parente com o do animal doméstico. Isso mostra como os amigos de quatro patas são vistos exatamente como membros da família de pleno direito.

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*Fonte: olhaquevideo

Pensar demais em um problema ajuda ou atrapalha?

Por algum motivo você acabou discutindo com alguém do trabalho e teve um dia complicado. A discussão, e o que pode ou não acontecer por causa dela, é o assunto que começa a dominar a sua mente, e você fica revivendo diálogos e imaginando o que poderia ter dito e o que deveria ter omitido – esses pensamentos ficam martelando em sua mente durante o dia inteiro, durante o banho que você toma quando chega em casa e, inclusive, durante a insônia que resolve fazer companhia quando a noite chega.

É bastante possível que todos nós já tenhamos vivido esse tipo de experiência, de ficar ruminando situações e pensando em como resolver determinados problemas. A questão é: pensar demais em alguma coisa nos ajuda ou só nos faz mal? O que você acha? A verdade é que pensar demais em um problema pode nos fazer muito mal – a seguir, confira três perigos dessa história de viver martelando um mesmo assunto:

1 – Aumenta suas chances de desenvolver algum tipo de doença mental

Uma pesquisa realizada em 2013 comprovou que ficar revivendo mentalmente seus problemas, seus erros e as coisas que não saíram como o planejado é uma atitude que aumenta suas chances de desenvolver algum tipo de doença mental, como depressão e ansiedade.

O pior de tudo é que ficar ruminando as coisas é um círculo vicioso difícil de interromper: quanto mais você pensa no que deu errado, mais a sua saúde mental se prejudica e, por consequência, mais você tende a ficar pensando nas coisas ruins.

2 – Prejudica sua capacidade de resolver problemas

Outra coisa que já foi comprovada cientificamente: ruminar aquela discussão ou aquele seu problema familiar é uma forma de ficar reforçando para você mesmo todos os seus “defeitos”, e isso é algo que simplesmente paralisa sua capacidade de análise racional.

Ao pensar demais em um problema, você tem cada vez mais dificuldades de encontrar uma forma de resolvê-lo. É algo que faz com que você afunde nos erros em vez de buscar meios de corrigir a coisa toda. É estranho pensar nisso, mas a verdade é que mergulhar de cabeça em um problema não nos faz tomar boas atitudes para resolvê-lo.

3 – Prejudica seu sono

Quem é que nunca perdeu o sono por ficar pensando demais? Isso acontece porque, mesmo sem perceber, acabamos fazendo com que nossa mente trabalhe em excesso, e aí ela demora muito mais para desligar e ficar calma, que é o necessário para uma boa noite de sono.

Inúmeras pesquisas feitas sobre o tema já nos comprovaram que levar a preocupação para a cama é algo que potencialmente diminui nosso tempo e a nossa qualidade de sono, justamente porque ficamos pensando sem parar antes de finalmente decidirmos relaxar e dormir.

4 – E como parar de pensar demais nos problemas?

Se você se identificou com o que falamos até agora, não entre em pânico. O bom de saber que se tem um problema é que, a partir da consciência dele, podemos trabalhar para resolvê-lo.

Sempre que você perceber que está pensando demais em alguma coisa ruim e que isso está aumentando seu estresse e fazendo com que seu sono vá embora, respire fundo e pense se você tem o poder de mudar ou não a situação. Se não puder, como é o caso de uma previsão de chuva bem no dia da sua viagem de férias, entenda que isso não é sua culpa e que outras coisas semelhantes já aconteceram, já preocuparam você e já passaram.

Se você puder mudar a situação, como no caso de uma briga com seu melhor amigo, pense no que falará para ele, anote, se for possível, e se concentre no fato de que você vai fazer algo para mudar o cenário.

Entenda que ruminar é bem diferente de resolver problemas e tente sempre pescar a sua mente desse mar de preocupações, direcionando-a para lugares mais calmos e tranquilos. Busque formas de diminuir seus níveis de estresse – meditação, exercícios físicos, aquela ligação para a pessoa que sempre entende o que você fala.

Outra coisa bacana é ter em mente as suas qualidades e os seus pontos fortes, para se lembrar deles sempre que algo der errado. Nem tudo o que acontece é culpa sua, e as coisas ruins geralmente podem ser contornadas. Se não puderem: vida que segue.

*Por Daiana Geremias

 

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*Fonte: megacurioso

Síndrome da superioridade ilusória: quando a ignorância se disfarça de conhecimento

A superioridade é um conceito ilusório, estamos todos juntos na jornada da vida e, independentemente do nível de instrução, salário ou treinamento, você sempre pode aprender com qualquer pessoa, mesmo daqueles que considera “inferiores”.
A ignorância humana é o objeto de estudo de ensaios de todas as gerações:

De Sócrates a Darwin, muitos estudos foram realizados para determinar o que desperta o comportamento de superioridade nas pessoas, o que quase sempre resulta de um grande sentimento de falta interior.

Uma das teorias mais aceitas sobre o assunto é conhecida como o efeito Dunning-Kruger. Preparado pelos psicólogos David Dunning e Justin Kruger e unning pela Cornell University, o efeito Dunning-Kruger tem um distúrbio cognitivo, no qual as pessoas que são ignorantes em um determinado assunto acreditam que sabem mais do que aquelas que são estudadas e experimentadas, sem reconhecer sua própria ignorância e limitações.

Essas pessoas vivem em um estado de superioridade ilusória, acreditando serem muito sábias, mas na realidade estão muito atrás daquelas que as cercam.
Como diz o artigo de Dunning e Kruger, publicado em 1999: “Os incompetentes são muitas vezes abençoados com uma confiança inadequada, protegidos por algo que lhes parece conhecimento”.

As pessoas que têm essa síndrome acreditam que suas habilidades são muito mais altas que a média, mesmo quando elas claramente não entendem o que estão falando. Elas não têm a humildade de reconhecer sua necessidade de melhoria. Elas também não reconhecem o potencial daqueles que as rodeiam, pois seu egoísmo os impede.

Você provavelmente conhece alguém assim, que vive preso em sua própria ignorância, que não faz sua parte para melhorar e ainda acredita que está acima do bem e do mal, e tem o direito de julgar todos ao seu redor.

Essas pessoas, que não sabem nada de um assunto, comportam-se como se fossem mestres e tentam reverter os argumentos bem planejados de estudiosos e especialistas, isso é realmente desagradável.

Para que possamos evoluir como pessoas e sociedade, devemos nos engajar em um diálogo saudável no qual ambas as partes têm o mesmo direito de expressar suas opiniões e de serem ouvidas. Aprender uns com os outros é uma habilidade muito importante, que deve ser encorajada, afinal, não fazemos nada por nós mesmos neste mundo. Sempre podemos usar a experiência de alguém para simplificar nossas vidas.

As pessoas estão se tornando mais convencidas e menos dispostas a crescer coletivamente. Acreditamos que um diploma nos torna imbatíveis, infalíveis. Isso está longe da verdade, e somente quando aprendemos a reconhecer nossas limitações e nos associamos a pessoas que podem nos oferecer o que nos falta, podemos realmente evoluir.

A superioridade é um conceito indescritível, estamos todos juntos na jornada da vida e, independentemente do nível de instrução, salário ou educação, sempre podemos aprender com qualquer pessoa, mesmo a que consideramos “inferior”.

Devemos trabalhar para controlar o sentimento de superioridade dentro de nós mesmos e nos abrir para todas as oportunidades de crescimento que surgem quando somos humildes.

 

 

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*Fonte: pensarcontemporaneo

Afinal, do que é feita uma boa vida?

Conhecido como Grant Study, um estudo ambicioso iniciado em 1939 por pesquisadores de Harvard tinha como objetivo analisar dimensões centrais que fazem uma boa vida.

A proposta era buscar respostas para questões como: quem vive mais e por quê, o que prediz a autorrealização e o sucesso na carreira, e como a interação da natureza e criação molda quem nos tornamos.

Os pesquisadores estudaram 724 pessoas durante 75 anos. O método revolucionário utilizado visava acompanhar a vida inteira dos voluntários para analisar como eles se desenvolveram ao longo dos anos e o que influenciou na saúde e bem-estar de cada um deles.

Para o estudo, foram selecionados dois grupos distintos: um formado por estudantes de Harvard, com boas condições de vida, que se formaram durante a Segunda Guerra e logo após serviram ao exército. O segundo, por jovens de um dos bairros mais pobres de Boston, cujas famílias eram uma das mais disfuncionais e problemáticas da década de 30.

Anualmente os voluntários eram submetidos a exames médicos e entrevistas presenciais sobre trabalho, casa, relacionamento e saúde. Mais tarde, com avanços tecnológicos, seus cérebros também foram acompanhados através da Ressonância Magnética.

Robert Waldinger, psicólogo de Harvard, é o mais recente diretor do estudo de quatro gerações de cientistas, e revela que até hoje a pesquisa segue os voluntários e expande o experimento para seus filhos e mulheres. 60 dos participantes ainda estão vivos, e muito deles já com seus 90 anos.

O psicólogo explica que, ao longo de 7 décadas, eles puderam ver de perto como muito dos voluntários, de ambos os grupos, ascenderam socialmente, outros declinaram e um deles inclusive chegou à presidência dos EUA.

Com a solidez de dados massivos, a conclusão é a seguinte:

“A mensagem mais clara que recebemos deste estudo de 75 anos é: bons relacionamentos nos mantêm mais felizes e saudáveis”, compartilha Phil.

Em um TEDTalk, o diretor do estudo destaca 3 importantes lições que o estudo concluiu:

1- Relações sociais realmente são benéficas aos humanos; a solidão mata. Pessoas que são socialmente ligadas à família, amigos e comunidade são mais felizes, saudáveis fisicamente e têm maior expectativa de vida do que aquelas que não possuem tais laços sociais.

Pessoas que se isolam são mais infelizes, apresentam problemas de saúde mais cedo e têm a função cerebral prejudicada antes do que deveriam.

2- Não é a quantidade de amigos e familiares que uma pessoa tem ou estar em uma relação amorosa que importa, mas a qualidade das relações que ela mantém ao longo da vida.

Viver em ambientes conflituosos é nocivo para a saúde; manter relações saudáveis trazem segurança aos indivíduos.

Ao analisar os voluntários em seus 80 anos, os pesquisadores analisaram os dados de quando tinham 50 e concluíram que não era o nível de colesterol que já apontava se uma pessoa envelheceria bem, mas sua satisfação nas relações. Ou seja, quem tinha boas relações aos 50, eram os mais saudáveis aos 80.

As relações também influenciam em como as pessoas reagem a dores. Quando questionados, quem tinha uma boa relação se dizia tranquilo ao sentir alguma dor, enquanto quem estava infeliz com suas relações relatava a dor física agravada pela dor emocional.

3- Boas relações não são apenas benéficas para o corpo, mas para o cérebro. Estar conectado a alguém em uma relação onde há companheirismo ajuda a reduzir os problemas de memória, ao contrário dos que não têm.

Ao se depararem com a aposentadoria, os mais felizes eram aqueles que chegaram à esta fase da vida com boas relações, não dinheiro, fama ou aquisições.

Essa conclusão já nos foi dita muitas vezes por escritores, poetas, músicos e filósofos. Então por que é tão fácil entendê-la, mas ignorá-la?

A possível resposta é que tendemos a sempre buscar soluções fáceis e imediatas. Relações são construídas ao longo de uma vida inteira, cujas bases são paciência e dedicação. É preciso estar disposto a se doar inteiramente.

Se ainda é necessário uma fórmula mágica, eu fico com a de Bertrand Russel em seu tratado sobre a natureza de uma boa vida, escrita em 1925:

“Uma vida boa é aquela inspirada pelo amor e guiada pelo conhecimento”

*Por Raquel Rapini

 

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*Fonte: geekness

5 perfis psicológicos conforme nossa relação com o dinheiro

Nosso extrato bancário reflete mais fielmente o que somos do que muitos testes de personalidade

Embora na nossa cultura o dinheiro seja quase um tabu, um assunto sobre o qual muitos evitam falar, certo é que o dinheiro fala de nós. A forma de usá-lo revela se somos reflexivos ou impulsivos. As coisas com as quais gastamos mostram nossas prioridades vitais. Segundo o espanhol Joan Antoni Melé, que promove a ética nos bancos e a economia consciente, o extrato bancário permite fazer uma radiografia das motivações da pessoa e dos seus pontos fracos. Esse é um dos temas abordados em Money Mindfulness, um ensaio de Cristina Benito que foi traduzido a sete idiomas (não ao português). A economista traça cinco perfis psicológicos conforme nossa relação com o dinheiro.

1. O piromaníaco define a pessoa cujo dinheiro “queima nas mãos” e, portanto, gasta de maneira compulsiva. Segundo a autora, por trás de um consumismo desenfreado há muitas vezes uma grande insatisfação. Quem não está contente com o trabalho ou com a vida precisa “se premiar” para compensar tudo de que não gosta, dando-se presentes cujo prazer evapora tão rápido quanto o próprio dinheiro.

2. O desprendido é uma variante altruísta do perfil anterior, mas, em seu extremo patológico, pode sofrer consequências igualmente nefastas. A pessoa precisa entregar seu dinheiro e seu tempo – ambos estão associados – aos demais. Quem se relaciona dessa forma com o dinheiro se apressará em pagar a conta de um jantar entre amigos ou emprestará uma quantia que depois não será devolvida. Sobre este último ponto, o romancista Henry Miller, que reconhecia ter vivido em Paris pedindo dinheiro sem devolver, dizia que, para que aconteça essa relação de abuso, é necessário um encontro entre dois doentes: o viciado em pedir e o viciado em dar. Por trás da síndrome do desprendido, costuma haver uma baixa autoestima que leva a pessoa a comprar o amor dos outros.

3. O neurótico com a pobreza é menos habitual, mas ocorre com frequência entre artistas e pessoas de índole idealista. Nelas está presente a crença de que se enriquecer é ruim, o que as leva a boicotar a si mesmas. Se as coisas saem bem, isso significa que traíram seus princípios ou prejudicaram os outros. A ideia de que é preciso ser pobre para ser puro está enraizada na cultura judaico-cristã. A Bíblia nos recorda que “é mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no reino de Deus”. O sujeito que tem essa neurose com a pobreza também pode ter medo de ser criticado, ou inclusive de perder afetos, se melhorar seu nível de vida. Por isso, profissionais competentes muitas vezes não se atrevem a pedir um aumento de salário ou a cobrar honorários mais altos.

4. A formiguinha é um perfil muito comum e, dentro da moderação, sua relação com o dinheiro pode ser saudável. O problema é quando a pessoa vive num estado de carestia permanente, inclusive tendo uma renda mais que suficiente. A fixação doentia com a austeridade pode fazê-la passar dificuldades e privações injustificadas. Levada ao extremo, essa atitude se apoia no temor. Há um medo de que surjam gastos inesperados, de perder o trabalho, de uma catástrofe geral da qual ela só se livrará graças às economias. Mas fazer tanta reserva pode nos tornar incapazes de curtir os prazeres simples da vida.

5. A nuvem do não saber, o último perfil mencionado em Money Mind­­fulness, diz respeito às pessoas que preferem que o outro se ocupe do seu dinheiro. Delegam essa responsabilidade ao companheiro, à família ou a um representante. A despreocupação pode acabar em desastre, como foi o caso de Leonard Cohen, que, depois de se aposentar, com mais de 70 anos teve que voltar a fazer turnês devido à má gestão de sua assessora financeira. Em um nível mais modesto, muitas pessoas descobrem, ao se divorciarem, que o companheiro que se ocupava das finanças só deixou um buraco sem fundo.

Seja qual for a nossa relação com o dinheiro, tomar consciência sobre o que fazemos com ele nos ensina não apenas quem somos e como temos que mudar, mas também como evitar vínculos tóxicos com os outros, tornando-nos responsáveis por nossa vida.

*Por Franceso Miralles

 

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*Fonte: elpais-brasil

8 sinais preocupantes de que você está física e mentalmente exaurido

Há momento em nossa vida em que nos sentimos exaustos, o nosso dia a dia com o trabalho, as crianças, a casa, etc. Isso nos faz viver em um ritmo frenético.

Mas você deve saber que há uma grande diferença entre uma pessoa que está cansada devido ao seu dia a dia e que é teimosa para viver porque perdeu a visão do futuro .

Mostraremos os sinais que indicam se você está em uma fase de exaustão física e mental:

1. Você fica irritado facilmente.
Tudo te incomoda mesmo se você não tem razão e você precisa ficar sozinho para que ninguém te incomode, este é um sintoma de exaustão. Se um pequeno problema para você se tornar um grande problema, você precisa descansar imediatamente.

2. As coisas incomodam você que não importam.
Você é mais sensível que o normal e qualquer coisa incomoda você, pequenas coisas que não são muito importantes agora o irritam. Não deixe isso acontecer, relaxe, medite e organize sua vida para que você nem sempre se sinta assim.

3. Você tem náuseas e fica tonto.
Uma pessoa mentalmente esgotada, também será fisicamente, eles podem até ter náuseas e tonturas, se isso aconteceu com você, você não pode continuar assim! A primeira coisa é a saúde, então você deve fazer uma pausa, a primeira coisa a ser fazer, é você estar bem para ser bom com os outros.

4. Você não sente nada motivado.
Você não tem nenhum tipo de motivação no seu trabalho, o que antes não lhe custava nada a fazer agora custa-lhe duas vezes, precisa de uma nova inspiração para voltar a sentir-se motivado e ansioso.
Você não gosta mais de fazer coisas que normalmente fazia e com as quais se sentia à vontade. Este é um sinal claro de que você precisa de uma pausa tanto fisicamente quanto mentalmente.

5. Você tem ataques de ansiedade com freqüência.
É uma das conseqüências de sua fadiga crônica, ataques de ansiedade, se você os tem de vez em quando eles não vão permitir-lhe desfrutar de atividades diferentes. O estresse é ruim para sua saúde, você deve fazer uma pequena pausa e avaliar o que é realmente importante.

6. Você tem problemas para dormir.
É um exemplo claro de exaustão extrema, insônia. A conciliação do sonho torna-se cada vez mais difícil, pois você não pode parar de pensar constantemente sobre o que o preocupa ou aquele trabalho inacabado.

7. Chorando por nenhuma razão.
Nestes momentos da exaustão você está mais sensível do que nunca, você chora por qualquer coisa e não pode evitar.

Chorar é o modo como seu corpo tem que expulsar tudo o que você conteve por exaustão.

8. Você se sente em um limbo.
Não sabe muito bem o que fazer com sua vida, se continuar como estava ou mudar. A sensação mais extrema de que uma pessoa que está realmente cansada pode sentir é que sua vida não tem mais sentido. Você nunca precisa chegar a esses extremos, é importante reconhecer esses sintomas e acabar com eles.

 

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*Fonte: fiquesabendo

10 coisas “espirituais” que as pessoas fazem e são uma total besteira

Cada vez mais as pessoas se dedicam a estarem em maior contato com seu lado espiritual, por conta dos benefícios que essa escolha de vida traz para corpo, alma e espírito. No entanto, é preciso estar atento, para não ficar preso em armadilhas do ego.

Quando entramos em modo de escape espiritual, podemos acabar praticando uma espiritualidade que não nos ajuda a evoluir, pelo contrário, só nos afasta de nós mesmos e das pessoas ao nosso redor, mantendo-nos em uma realidade de vida limitada.

O termo escape espiritual foi cunhado pelo psicólogo John Welwood na década de 1980, e se refere ao uso de práticas espirituais e crenças como uma maneira de evitarmos o contato com sentimentos, feridas e necessidades que vivem em nós mesmos, e que acabam por prejudicar nossas vidas.

Em seu livro “Spiritual Bypassing: When Spirituality Disconnects Us From What Really Matters”, Robert Augustus Masters escreve o seguinte sobre escape espiritual:

“Os aspectos do escape espiritual incluem desapego exagerado, anestesia emocional e repressão, excesso de ênfase no positivo, raivafobia, cegueira ou compaixão tolerante demais, limites fracos ou muito pobres, desenvolvimento desequilibrado (a inteligência cognitiva geralmente está bem à frente da inteligência emocional e moral), julgamento prejudicado sobre a negatividade ou o lado sombrio de alguém, desvalorização do pessoal em relação ao espiritual e a ilusão de ter alcançado um nível mais alto de ser.”

Todos nós podemos praticar o escape espiritual, mesmo que sem consciência. Por isso, é importante reconhecermos hábitos que estão relacionados a essa prática para que possamos substituí-los por outros mais saudáveis.
Abaixo apresentamos 10 desses hábitos que parecem ser espirituais, mas, na realidade, são uma perda de tempo.

Leia sem julgar a si mesmo ou às pessoas ao seu redor. Concentre-se em evoluir e praticar uma espiritualidade mais honesta e que o leve a caminhos melhores.
10 coisas “espirituais” que as pessoas fazem e são uma total besteira:

1. Participar de atividades “espirituais” para se sentir superior a outras pessoas.

Creio que todos nós já fizemos isso em algum momento da vida. Podemos nos sentir superiores porque escolhemos uma dieta mas saudável, porque optamos por leituras clássicas, porque queimamos sálvia em nossas casas, porque nos dedicamos a atividades como meditação e yoga ou porque usamos bicicleta ao invés de carro nos dias de semana.

Não há nada de errado com essas atividades. Pelo contrário, elas realmente fazem a diferença. O que não é saudável é pensar que você é superior às outras pessoas apenas porque está fazendo essas escolhas para a sua vida. Quando agimos a partir do ego, nossa espiritualidade não evolui, apenas nos torna pessoas egoístas com um falso senso de grandeza.

2. Usar a “espiritualidade” como justificativa para o fracasso ao assumir a responsabilidade dos seus atos.

Os mantras espirituais são muito significativos e reflexivos, mas precisam ser usados no contexto certo, ou perdem todo o significado. Muitas pessoas os usam como desculpas para seus próprios comportamentos errados.

Se você não é uma pessoa confiável, desvaloriza as pessoas que sempre estão ao seu lado e não demonstra nem um pouco de gratidão por tudo o que tem, mantras como “tudo acontece por uma razão” ou “as coisas são o que são”, não vão ajudá-lo. O que você precisa é transformar a si mesmo como pessoa e se tornar o que de fato essas reflexões falam.

Outro aspecto importante é desenvolver a maturidade e a capacidade de ouvir. Não importa em qual nível “espiritual” você esteja, sempre haverá coisas para melhorar. Portanto, precisa encarar os desconfortos com outras pessoas como a vida real, e não como uma prova de que essas pessoas “não respeitam quem você é”, ou “precisa crescer espiritualmente”.

Saber que está longe da perfeição e que a vida consiste em constantes aprendizados é uma parte da espiritualidade.

3. Adotar novos hobbies, interesses e crenças simplesmente porque são a última moda “espiritual”.

Graças à nossa necessidade natural de nos sentirmos pertencentes a algo, criamos grupos em diversas áreas da vida. Com a espiritualidade não é diferente. As pessoas que escolhem seguir esse caminho também formam suas próprias redes de apoio. E, por mais que isso seja positivo, também é preciso estar atento.

Muitos veem a espiritualidade como uma moda, e pensam que para estarem realmente dentro do movimento precisam incorporar certas coisas às suas vidas, como determinados estilos de roupas, atividades, eventos e comportamentos. Para essas pessoas, é isso que as torna espirituais, mas se esquecem de que existe um trabalho interno a ser feito.

4. Julgar outras pessoas por expressar raiva ou outras emoções fortes, mesmo quando necessário.

Esse comportamento se torna comum para muitas pessoas que começam a se conectar com a espiritualidade. Quando alguém ao seu redor se magoa com alguma das suas atitudes, elas podem dizer coisas como “se todos ficassem mais calmos, os problemas não iriam ser tão grandes” ou “não sei por que você está tão estressado, isso não resolve nada”.

Essas pessoas podem assumir para si mesmas que a raiva é negativa e destrutiva em todos os aspectos, e que representa apenas as pessoas não espirituais, mas isso está um pouco longe da verdade. A raiva é uma emoção que faz parte de quem somos, e em muitas situações é compreensível, afinal coloca luz sobre várias coisas que precisam de uma solução em nossas vidas.

Não é saudável reprimir essas emoções por considerá-las erradas e tentar incorporar mais das características “espirituais” como compaixão, bondade e equanimidade sem verdade. Isso leva a uma vida de mentiras. Aceitar a própria condição humana é essencial.

5. Usar “espiritualidade” como justificativa para uso excessivo de drogas.

Muitas pessoas acreditam que o uso de substâncias psicodélicas pode levar a experiências místicas e elevar a espiritualidade. Essa é a uma opinião que cabe a cada um de nós e até aí tudo bem. O problema realmente começa quando vão longe demais e agem como se não existisse um lado negativo em tudo isso.

É preciso ter sabedoria e equilíbrio.

6. Enfatizar demais a “positividade” para evitar olhar para os problemas em suas vidas e no mundo.

Algumas pessoas espirituais utilizam a positividade como uma maneira de evitar o confronto com questões internas e problemas que assolam o mundo. Cada vez mais esse tipo de atitude de positividade e gratidão é incentivada, o que é muito positivo, mas parece que as pessoas estão se esquecendo de algo muito importante: as coisas negativas da vida não somem apenas porque decidimos fingir que elas não estão ali. Geralmente o que acontece é o oposto, quanto mais as negligenciamos, mais crescem.

Não é saudável acreditar que apenas a positividade vai resolver problemas sérios do mundo, como pobreza, desigualdade social e até mesmo mudanças climáticas. Precisamos fazer algo mais, ter atitude para buscar soluções para esses problemas que afetam todo o mundo.

7. Reprimir emoções desagradáveis que não se encaixam na narrativa “espiritual”.

Ainda que trabalhemos para evoluir nosso lado espiritual, continuamos humanos, com muitas questões internas, sentimentos e choques de realidade. A qualquer momento podemos ser surpreendidos por sentimentos de solidão e insegurança, e quanto mais evitamos esses sentimentos, mais nos afastamos de uma evolução.

Nunca seremos zen ou iluminados demais para evitarmos os sofrimentos mais básicos de nossa espécie, isso faz parte de quem somos. Devemos ser honestos com nós mesmos e nos permitirmos sentir tudo o que precisamos, para assim aprendermos e evoluirmos.

8. Sentir profunda aversão e autoaversão quando confrontado com seu lado sombrio.

É fácil nos sentirmos grandes sábios, quase incapazes de erros, quando estamos desenvolvendo a espiritualidade. Baseamo-nos em grandes sábios como Dalai Lama e Buda, os quais julgamos perfeitos, e acreditamos que seguindo o mesmo caminho, também seremos imunes de falhas mundanas, de pessoas comuns.

No entanto, é preciso reconhecer que a perfeição é algo inatingível, mesmo para aqueles que atingiram um grande nível de percepção, que os faz agir da maneira certa em praticamente todas as situações.

A realidade é que todos somos falhos e cometeremos inúmeros erros na vida. Cabe a nós apenas aprender com eles e nos esforçarmos para sermos melhores a cada novo dia.

Os ensinamentos espirituais podem nos fazer definir padrões muito elevados para nós mesmos, o que resulta em culpa e aversão, quando não somos capazes. Por isso muitas pessoas acabam se esquivando dessa responsabilidade. Reconhecer a própria imperfeição não é fácil.

Entenda que, para crescer, é fundamental ser honesto consigo mesmo sobre suas imperfeições. Cometer erros é normal, mas aprender com eles é o que nos faz evoluir.

9. Encontrar-se em situações ruins devido à excessiva tolerância e uma recusa a distinguir pessoas.

A espiritualidade pode nos fazer acreditar que todas as pessoas merecem ser tratadas com bondade e compaixão, e dessa maneira muitas vezes podemos nos colocar em situações arriscadas e completamente perigosas, pois confiamos muito naqueles ao nosso redor, sendo compreensivos e gentis, quando na verdade deveríamos aprender a reconhecer o seu lado sombrio.

Não podemos permitir que a espiritualidade se confunda com ingenuidade. Ser bonzinho não é a solução para todos os dilemas da vida.

Muitas pessoas cresceram em uma realidade muito difícil, em que têm de lutar pela própria sobrevivência. Ensinaram a essas pessoas que precisam se aproveitar da fragilidade de outras para conseguirem o seu sustento, e por isso não demonstram compaixão. É nesse sentido que precisamos nos cuidar, ficarmos mais espertos para a realidade e tomarmos medidas de proteção, como:

não ficarmos sozinhos pelas ruas, especialmente quando já é noite;
mantermos distância de áreas desertas e abandonadas;
mão mostrarmos vulnerabilidade.

10. Querer tanto que várias práticas “espirituais” estejam corretas ao ponto de ignorar completamente a ciência.

Muitas pessoas espirituais desenvolvem uma aversão à ciência, apenas porque certos hábitos que incorporam em suas vidas não são relevantes para a comunidade científica. No entanto, isso não significa que a ciência detesta a espiritualidade ou que não a considera como verdadeira ou importante, significa apenas que ainda não conseguiram comprovar essas práticas através de experimentos de laboratório.

A ciência é fundamental para a nossa existência, porque nos permitiu fazer descobertas incríveis sobre a nossa história, a maneira como evoluímos, e nos permitiu conhecer mais sobre o mundo ao nosso redor. Não podemos simplesmente descartá-la.

Inspiremo-nos pelas palavras de Carl Sagan:

“A ciência não é apenas compatível com a espiritualidade; é uma fonte profunda de espiritualidade. Quando reconhecemos nosso lugar em uma imensidão de anos-luz e na passagem dos tempos, quando percebemos a complexidade, a beleza e a sutileza da vida, então esse sentimento crescente, essa sensação de exaltação e humildade combinada, é certamente espiritual.”

“Assim como nossas emoções na presença de uma grande arte, música ou literatura, ou de atos exemplares de coragem altruísta, como os de Mohandas Gandhi ou Martin Luther King Jr.”

“A noção de que a ciência e a espiritualidade são, de algum modo, mutuamente exclusivas, é um desserviço para ambas.”

 

Bônus – Deixar de lado o sucesso material por causa da crença de que dinheiro e capitalismo são ruins.

Muitas pessoas acabam tomando uma postura muito dura em relação ao próprio dinheiro, por isso sabotam a si mesmas, quando se trata de sucesso profissional e financeiro.

Elas sentem que a riqueza é uma coisa negativa, que só traz coisas ruins para nossas vidas, e que o capitalismo é a fonte dos sofrimentos do mundo e deve ser destruído. Mas a situação é muito mais complexa do que podemos perceber.

É evidente que o capitalismo trouxe muitas coisas negativas para o mundo, e que devemos lutar contra o consumismo, mas também devemos compreender que, graças ao capitalismo, o mundo mudou para melhor e muitas pessoas foram tiradas da pobreza.

Em 1820, 94% das pessoas na Terra viviam na extrema pobreza. Em 2015, o número despencou para 9,6%, e essa mudança positiva muito se deve ao crescimento econômico catalisado pelo capitalismo.

Não há problema em querer ter dinheiro. Inclusive, muitos bilionários de nosso mundo, como Bill Gates e Elon Musk constantemente investem seu capital em projetos que transformam o mundo para melhor, o que mostra que dinheiro não é usado apenas para o mal.

O mundo pode se tornar um lugar ainda melhor, se usarmos o capitalismo para o bem, criando mais oportunidades para crescimento e preservação de nosso meio ambiente.

Estamos todos em um caminho de aprendizagem e evolução.

Os sinais listados acima estão muito presentes na comunidade espiritual, e qualquer seguidor pode se encontrar praticando algum deles em um momento ou outro, afinal todos somos falhos, apesar de nos esforçarmos para seguir um caminho mais evoluído.

Mesmo nesse caminho podemos nos encontrar presos em armadilhas que, apesar de nos passar a sensação de que fazemos tudo certo, acaba por nos incentivar a manter crenças e comportamentos limitantes, que apenas atrapalha nosso processo de evolução.

Uma das grandes verdades da espiritualidade é que o crescimento e o aprendizado são constantes. Se em algum momento você sente que já sabe tudo o que precisa e que não há mais nada a aprender com o mundo ou as pessoas ao seu redor, você está se limitando de diversas maneiras.

A espiritualidade é uma força poderosa, que nos ajuda a entender nosso papel no mundo em que vivemos, a nos conectarmos aos cosmos e vivermos com mais significado. Ela nos motiva a criarmos um futuro mais consciente e feliz para nós mesmos. Seu objetivo é nos elevar, nunca diminuir. Por isso devemos estar sempre atentos aos nossos comportamentos, se servem ao mesmo propósito.

Que depois dessa leitura você possa reavaliar sua relação com a espiritualidade e fazer as mudanças necessárias para viver com mais verdade.

*Por Luiza Fletcher

 

 

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*Fonte: osegredo

10 truques psicológicos que atendentes usam sem você perceber

Somos constantemente influenciados para realizar determinada atitude, mesmo que de maneira inconsciente. Passamos por jogos mentais em grande parte de nossa rotina e, por vezes, não temos controle do que acontece com o nosso pensamento. Seja por meio de um atendente de telemarketing ou vendedor, nunca estamos precavidos o suficiente. No entanto, não precisa se assustar: a maioria destes jogos mentais não nos afetam de maneira negativa. Os truques psicológicos servem inteiramente como estratégia para manipular a nossa noção de realidade. Claro que, dependendo do que você queira, é completamente frustrante ceder à tentação que nos é colocada. Pensando em tudo isso, preparamos uma lista especial com 7 truques psicológicos que atendentes usam sem você perceber. Eles vão te ajudar a perceber determinados comportamentos que muitas vezes podem passar despercebidos. Assim, podemos nos prevenir de eventuais compras não planejadas.

Vamos ser sinceros: as aparências enganam (e nos influenciam diretamente). Comportamentos considerados “comuns”, por vezes, podem servir como estratégias de manipulação. Esteja atento aos truques psicológicos advindos de atendentes e tenha sempre uma carta na manga.

1- Menos é mais?

Mesmo que o produto (bolo ou queijo) ainda não tenha sido vendido, os atendentes costumam remover uma fatia para dar a impressão de que estão comprando sim. Associamos o espaço vazio à alta demanda e, inconscientemente, desejamos um pedaço antes que o produto se esgote.

2- Técnica da repetição

Esta estratégia é bastante utilizadas pelos atendentes. Ela consiste em repetir a demanda que você acabara de solicitar. Dessa maneira, você sente uma maior confiança em relação ao profissional. “É, então ele não vai errar. Ele me escutou! Ele ouviu cada palavra do que eu pedi. É um ótimo atendente. Agora é só esperar pelo melhor, porque estou sendo atendido pelo melhor”.

3- Mais é… mais?

Alguns atendentes, de maneira sorrateira, sugerem upgrades no seu pedido. “Você quer uma porção extra de queijo, senhor? E o bacon, quer mais? E chocolate no milkshake? Vai querer mais, não é? Posso acrescentar no pedido?”. Na maioria das vezes, inclusive, eles sequer falam sobre o valor total com os acréscimos. Assim, você fica mais propenso a aceitar.

Corra para a sua vida! Nós não precisamos de nada extra. Repita comigo: eu não preciso de nada extra. O pedido que eu solicitei já tem tudo o que eu quero.

4- Pedido no impulso

Os atendentes podem estar te observando desde o momento em que você colocou os pés no estabelecimento. Eles esperam que você esteja confortavelmente sentado para entregar o menu com as opções de pedido. Até aqui tudo bem, não é? Mas fique atento: se eles te entregarem o cardápio aberto, provavelmente vai estar na página com as opções mais caras. Se você é indeciso para escolher o pedido (assim como eu), vasculhe tudo antes de decidir no impulso por meio da página com os itens mais “salgados”. Esse é um dos truques psicológicos que atendentes usam sem você perceber.

5- Vitrine humana

Dependendo do ambiente em que você esteja, é possível vislumbrar funcionários tomando drinks ou consumindo os produtos que eles mesmos estão vendendo. Não se engane: pode ser uma estratégia para que você se veja com aquele mesmo copo na mão. A vontade de comprar chega quase que instantaneamente.

6- Os temidos conselhos

É completamente normal pedir conselhos para os atendentes. “O que você me recomenda?”. Contudo, esteja preparado para as indicações mais caras do estabelecimento. Eles podem te dar mil justificativas de quanto o item é melhor do que os outros. Saiba assimilar o conselho sem entendê-lo como verdade absoluta. Isso pode prevenir gastos desnecessários.

7- Cuidado com a comanda

Gorjeta é sempre bem-vinda, ainda mais quando você sabe que o atendente fez por merecer. Afinal, educação e prestatividade devem ser recompensadas. Contudo, não se esqueça de conferir o valor requisitado. Não faz mal e ninguém vai se chatear caso você faça algo do tipo. Caso o preço esteja realmente elevado, não se acanhe e diga o quanto você pode pagar ao atendente. Eu sei que é desconfortável, mas lembre-se quem vai pagar o boleto do cartão no fim do mês.

8- Indireta adocicada

Às vezes, o atendente pode comentar a respeito das opções de sobremesa logo de cara. A menção indiscreta fará com que você fique com aquilo na cabeça durante a refeição principal. “Meu deus, um brigadeiro depois seria perfeito”.

9- Roupas e adereços sugestivos

Você sabe que a imagem conta muito, não é? É a primeira impressão que fica. Se você vislumbrar algum adereço ou peça de roupa sugestiva (como um par de brincos de macarrão em um restaurante de massas), saiba que talvez não tenha sido por acaso. Uma atendente chamada Alison Bourke, por meio do fórum “Quora”, confirma a eficiência da estratégia. “Isso era sempre meio estranho e divertido para mim. Eu usava esses rubis falsos como brincos de pedras preciosas e sempre vendia mais vinho tinto. Brincos que pareciam macarrão, mais pratos de massa”. Esse é um dos truques psicológicos que atendentes usam sem você perceber.

10- Acenou, perdeu

É impressionante como reparamos na reação das pessoas, não é? A partir de sua expressão corporal, elaboramos a resposta e até mesmo decidimos por outra opção. O que você acha que acontece quando nos deparamos com um atendente que sugere um acréscimo no pedido enquanto acena positivamente a cabeça? A mensagem subliminar pode ser o gatilho que faltava para você criar coragem e solicitar mais itens na comanda.

Estes são só alguns dos vários truques psicológicos que os atendentes podem fazer com você. Perceba: a maioria não é completamente ruim, mas é sempre bom ter a consciência da manipulação subliminar que possa estar acontecendo. Você já caiu em algum desses truques? Não se esqueça de deixar o seu comentário.

*Por Bruno Destéfano

 

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*Fonte: fatosdesconhecidos

Tome cuidado com as maldades camufladas e com os abraços que apunhalam

“Nem tudo o que lhe dizem é para ajudar, nem todo elogio provém de uma admiração sincera e nem todo mundo que se diz seu amigo realmente quer o seu bem.” (Beatriz Zanzini)

Existe muita gente boa no mundo, mas o que também há de pessoas ruins é incrível. Não se passa um dia sem que nos decepcionemos com alguém, sem que não nos surpreendamos com alguma atitude que não esperaríamos de determinada pessoa, sem que não nos deparemos com alguma manchete absurda nos jornais.

Apesar de sermos seres racionais, muitas vezes agimos irrefletidamente, apenas seguindo o impulso, esquecendo-nos de pensar sobre as consequências do que fazemos, do que dizemos, sem levar em conta os sentimentos alheios. Mesmo sofrendo, mesmo sabendo como dói viver, muitos de nós não nos importamos com a dor do outro, nem mesmo com a dor por nós causada.
Não dá para entender, por exemplo, o prazer que possa trazer a destruição da imagem do outro, mesmo que às custas de inverdades.

Não é raro, nesse sentido, surgirem polêmicas envolvendo quem está se destacando em algum setor da vida, quando se espalham boatos que podem macular a imagem de quem brilha, principalmente na mídia e na política.

Isso se constata rapidamente ao prestarmos atenção nos participantes do programa BBB, que, mal surgem na telinha, já têm seu passado vasculhado e polemizado por internautas. O julgamento do outro parece ser um comportamento recorrente, como se ninguém houvesse errado, como se a perfeição fosse uma possibilidade. O que importa mesmo é acabar com a vida de quem se destaca, porque a muitos é insuportável assistir ao sucesso de quem fez por merecer.
Por essa razão é que devemos ter cuidado com as pessoas, no sentido de nos precavermos de gente ruim, que não sabe ser sincera, que não age sem querer algo em troca.

Há muitas pessoas que são infelizes e não suportam que ninguém mais seja feliz. Invejam o outro e, em vez de tentar conquistar e chegar lá onde a pessoa está, apenas tentam destruir quem é feliz.

É preciso, pois, cautela – como nos ensinam as escrituras, “orai e vigiai”.

*Por Marcel Camargo

 

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*Fonte: osegredo

7 pequenos detalhes pelos quais as pessoas te julgam sem você saber

Sempre ouvimos falar que a primeira impressão é a que fica. Isso justifica a super produção que fazemos quando vamos nos encontrar com o crush. E também a preocupação que temos em encontrar a roupa ideal para aquela entrevista de emprego. Estamos sempre preocupados em manter uma boa imagem, por isso cuidamos tanto da nossa aparência, já que esse é o que muitos chamam de “cartão postal” de cada um.

No entanto, às vezes, alguns outros sinais podem causar julgamentos negativos e nem uma boa aparência poderia nos ajudar com isso. Então, mesmo se arrumando todo, você pode estar causando uma imagem que não condiz com o que você mostra. Mas calma, nós vamos te ajudar.

1 – Olho no olho

Manter contato visual dá ao seu interlocutor a sensação de segurança e confiança, é também um sinal de sinceridade. Então se você não tem o hábito de olhar no olho, pode estar passando uma sensação de rejeição, de inacessibilidade e até de baixa autoestima.

2 – Sorrir

Se você mantém uma expressão positiva ou ao menos neutra, você passa uma imagem positiva. Mesmo que você esteja ocupado, dê um sorriso, dê um cumprimento e isso já será o suficiente para criar uma boa imagem.

3 – Aperto de mão

Quando damos a mão a alguém, estamos nos comunicando de forma não verbal. Por isso, nada de mão mole, pois isso pode gerar uma imagem de insegurança. No entanto, o aperto muito forte não é bom também, pode parecer agressivo e também expressar um desejo de dominar. O aperto perfeito é forte, mas amigável e confiante.

4 – A cor da roupa

Se você pensa que a cor não influencia em nada, surpresa! Influencia sim. Se você tende a usar roupas coloridas e vivas, isso é um sinal de que você é ousado e gosta de se auto expressar de alguma forma. Além de claro, chamar mais atenção. As cores creme e neutras passam uma imagem de tranquilidade. As pessoas equilibradas, ao menos as que passam essa imagem, tendem a escolher tons terrosos.

5 – Sua atitude com as pessoas do trabalho

Se você não trata bem os funcionários da empresa, isso passa uma imagem terrível de arrogância. Já aquelas que tratam a todos bem e de forma igual, se mostram empáticos e de boa vontade.

6 – Uso do celular

Se você passa o tempo todo com os olhos grudados na tela, com certeza, deve saber que a imagem que passa não é das melhores. Dependendo da situação em que você estiver, o uso do aparelho pode ser um verdadeiro tiro no pé. Isso porque você passa a imagem de que o aparelho, algo inanimado é mais relevante do que a pessoa com quem você está se comunicando.

7 – Hábitos nervosos

Todos nós temos alguns hábitos nervosos: roer as unhas, enrolar o cabelo ou bater o pé. São os chamados tiques nervosos. Esses hábitos demonstram falta de confiança, estresse ou excesso de trabalho.

Então se você quer causar uma boa imagem, é bom se atentar a essas dicas. E você, já conhecia alguma dessas dicas? Nos conte aqui nos comentários e aproveite para compartilhar com os amigos que estão sempre preocupados em causar uma boa impressão.

 

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*Fonte: vidaemequilibrio

A psicologia da resiliência: prosperando na adversidade

“A excelência murcha sem um adversário”.


Seneca, cartas de um estóico

A vida nos traz uma abundância de obstáculos e adversidades e assim, alguém poderia pensar, a mera passagem do tempo nos ensinaria a lidar de forma lucrativa com os desafios que cruzam nosso caminho. Mas o tempo apenas ensina os que estão dispostos e, portanto, muitos de nós estão extremamente despreparados para a vida. Um dos principais culpados por essa fraqueza nos dias atuais é a proliferação de uma mentalidade de vítima. Ser vítima é agora visto como um distintivo de honra. Mas se quisermos florescer e nos tornarmos o que Nietzsche chamou de “o verdadeiro timoneiro da nossa existência” ( Nietzsche, Meditações Inoportunas ), precisamos nos separar desse espírito impotente da época, assumir a responsabilidade por nossa vida e aprender a encarar ao que nos é apresentado.

Para conseguir esse feito, a resiliência psicológica é crucial. Precisamos aprender a emergir dos desafios da vida não mais fracos e mais apáticos, como a vítima perpétua, mas mais fortes e mais sábios. Ou como o antigo filósofo estóico Epicteto explicou:

“Toda dificuldade na vida nos apresenta uma oportunidade de nos voltarmos e de invocar nossos próprios recursos interiores submersos. Os ensaios que suportamos podem e devem nos apresentar aos nossos pontos fortes … Aprofundar. Você possui pontos fortes que você pode não perceber que tem. Encontre o caminho certo. Use-o.”

Epicteto, a arte de viver

Ao cultivar a resiliência, é necessário descartar a crença de que é melhor evitar obstáculos devido ao estresse que eles evocam. Pois, como os psicólogos estão descobrindo, nem todas as formas de estresse são iguais; alguns, de fato, são componentes cruciais de uma mente e um corpo florescentes.

“A ciência mais recente revela que o estresse pode torná-lo mais inteligente, mais forte e mais bem-sucedido. Isso ajuda você a aprender e crescer ”.

Kelly McGonigal, o lado positivo do estresse

Se o estresse em nossa vida é prejudicial ou benéfico depende de como reagimos a ele. Se acreditamos que as barreiras diante de nós são muito pesadas e uma ameaça ao nosso bem-estar, o estresse que elas provocam é prejudicial à nossa saúde. Mas se adotarmos uma “resposta de desafio” (Kelly McGonigal) – percebendo-as como problemas a serem resolvidos em busca do sucesso e crescimento – a tensão que experimentamos age como um companheiro construtivo; isso nos leva à ação.

Muitas pessoas sonham em viver uma vida livre de estresse; mas na realidade tal vida seria insuportavelmente chata. Para florescer, não devemos evitar dificuldades. Em vez disso, devemos adotar uma atitude mais competitiva em relação à nossa existência – uma vida de agon, como os gregos antigos a chamavam – e em quaisquer domínios aos quais nos dedicamos, nosso objetivo deve ser a excelência. Viver dessa maneira exigirá uma abundância de desafios e, portanto, o tipo de estresse significativo e luta que precisamos para sentir a vida vale a pena ser vivido.

Ou como o escritor e médico Boris Cyrulnik escreveu:

“A pior forma de estresse é a ausência de estresse, porque a sensação de que não há vida antes da morte dá origem a um sentimento de vazio em desespero diante do vazio.”

Boris Cyrulnik, Resiliência

Mas desenvolver a resiliência não é apenas uma questão de buscar estresse e lutar a serviço de fins significativos. Devemos também aprender a lidar com as formas mais severas de adversidade que ninguém em sã consciência convida voluntariamente à vida. Embora gostemos de acreditar que reviravoltas cruéis do destino só acontecem com os outros, quanto mais tempo vivermos, maior é a probabilidade de que tal momento nos sobreviva. Seria ideal se Nietzsche estivesse dizendo: “Aquilo que não mata você o torna mais forte” ( Nietzsche, Crepúsculo dos Ídolos ) era verdadeiro para todos. Mas a adversidade severa tende a destruir mais pessoas do que eleva. Então, como podemos ser um dos poucos que não são maltratados e quebrados pelos períodos mais angustiantes da vida?

Uma técnica que podemos usar para obter esse tipo de resiliência é o que os estóicos chamam de “premeditação dos males”. Em vez de viver com um otimismo ingênuo de que tudo vai dar certo no final, devemos meditar periodicamente para perder as coisas que mais apreciamos. Eles pensaram que, se criarmos o hábito de visualizar o fracasso da carreira ou do relacionamento, a doença, a traição ou até a morte, nos tornaremos semelhantes ao rei que fortalece seu reino da invasão. Com o tempo, desenvolveremos uma armadura psicológica para nos ajudar a suportar as dificuldades da vida. “Ele rouba os males presentes de seu poder que perceberam sua vinda de antemão.” ( Sêneca, Cartas de um Estóico ) escreveu Sêneca. Ou como ele explicou ainda:

“Todo mundo se aproxima de um perigo com mais coragem se tiver preparado antecipadamente como enfrentá-lo. Qualquer um pode suportar melhor as dificuldades se já tiver praticado como lidar com elas. Pessoas que estão despreparadas podem ficar desequilibradas até mesmo pelas menores coisas. ”

Sêneca, cartas morais para Lucílio

Muitos fogem desta prática acreditando que meditar no lado negro da vida produzirá um pessimismo sombrio. Afinal, não é melhor permanecer no lado mais ensolarado da vida? Embora seja comum em nossos dias assumir isso, nem todas as culturas aderiram a essa visão. Na verdade, duas das eras de ouro da história – Atenas Antiga e Inglaterra Elisabetana – foram infundidas com um “senso de vida trágico”. Como observou a classicista Edith Hamilton, do século XX, eles tinham uma percepção lúcida de que a vida humana está “ligada ao mal e que a injustiça [é] da natureza das coisas”. ( Edith Hamilton, The Greek WayNo entanto, apesar de sua propensão a meditar sobre os males da existência, essas idades também foram permeadas com grande produtividade e desejo pela vida. Parece que ao nos tornarmos conscientes e mais receptivos às possibilidades mais sombrias da vida, não apenas cultivamos a resiliência, mas também nos tornamos mais plenamente vivos. Pois, como Edith Hamilton explicou:

“O que esses dois períodos tinham em comum, dois mil anos e mais separados no tempo… pode nos dar alguma pista da natureza da tragédia, pois longe de serem períodos de trevas e derrotas cada um era um tempo em que a vida era vista exaltada de possibilidades ilimitadas e insondáveis. O mundo era um lugar de admiração; a humanidade era bela; a vida era vivida na crista da onda. Mais do que tudo, a alegria pungente do heroísmo havia despertado o coração dos homens. Não é coisa para tragédia, você diria? Mas na crista da onda deve-se sentir tragicamente ou alegremente; Ninguém pode se sentir indiferente ”.

Edith Hamilton, o caminho grego

Desenvolver a resiliência não é claramente para os fracos de coração – mas também não é muito para a vida. Assim, para nos dar a melhor chance de não apenas duradouros, mas prósperos, devemos resistir às tentações da vitimização e tentar nos comportar mais como um filósofo, no sentido antigo.

“Ser um filósofo não é meramente ter pensamentos sutis, nem mesmo fundar uma escola … é resolver alguns dos problemas da vida, não só teoricamente, mas na prática”.

Henry David Thoreau, Walden

Pois talvez o problema mais crítico da vida seja como permanecer forte e afirmativo em meio aos muitos fardos e golpes da vida. E para resolver esse problema, não apenas a sabedoria, mas o cultivo da resiliência, é necessário. Ou como o antigo Epicteto Estóico aconselhou:

“Tome exemplo dos mestres de wrestling. O menino caiu? Levante-se, novamente, eles dizem; lute novamente até que você tenha se fortalecido. Esse é o tipo de atitude que você deveria ter… Pois tanto a ruína quanto a salvação têm sua fonte dentro de você ”.

Epicteto, Discursos

 

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*Fonte: pensarcontemporaneo

O porque você gosta de café ou cerveja é mais sobre o seu sentimento do que pelo gosto delas

Você preferiria tomar um café preto amargo ou um gole de um café bem docinho? Pesquisadores que investigam diferenças em nosso paladar e ficaram surpresos ao descobrir que nossa preferência pelo sabor está relacionada não aos nossos genes gustativos, mas a genes relacionados às propriedades psicoativas de certas bebidas.

A cientista Marilyn Cornelis queria entender melhor o modo como nossas papilas gustativas trabalhavam com a ideia de que poderia ajudar a intervir nas dietas das pessoas. Mas os resultados que ela encontrou não eram o que ela esperava.

Café preto porque é bom

“A genética subjacente às nossas preferências está relacionada aos componentes psicoativos dessas bebidas”, disse Cornelis, professor assistente de medicina preventiva da Faculdade de Medicina Feinberg da Universidade Northwestern.

“As pessoas gostam do jeito que o café e o álcool fazem eles se sentirem. É por isso que eles bebem. Não é o gosto.” Os resultados surpreendentes foram publicados na Human Molecular Genetics.

O artigo mostra como os componentes do comportamento-recompensa estão ligados à escolha da bebida; Estas descobertas ajudarão a entender os links genética e consumo de bebidas. Bebidas com alto teor de açúcar estão ligadas a muitas doenças e condições de saúde, incluindo obesidade e diabetes tipo 2.

Variante genética surpreende pesquisadores

O álcool também é um enorme fator que contribui para muitas doenças em todo o mundo e é responsável por até 6% das mortes no mundo. Outro achado surpreendente foi a variante de um gene chamado FTO. Cornelis descobriu que as pessoas que possuem uma variante no gene FTO preferiam bebidas adoçadas com açúcar – apesar de a mesma variante estar relacionada anteriormente ao menor risco de obesidade.

“É contra-intuitivo”, disse Cornelis. “FTO tem sido algo de um gene misterioso, e não sabemos exatamente como isso está ligado à obesidade. É provável que ele desempenhe um papel no comportamento, que estaria ligado ao controle de peso.”

“Até onde sabemos, este é o primeiro estudo de associação genômica do consumo de bebidas com base na perspectiva do paladar”, disse Victor Zhong, primeiro autor do estudo e pesquisador de pós-doutorado em medicina preventiva na Northwestern.

“É também o mais abrangente estudo de associação genômica do consumo de bebidas até o momento.”

Pesquisa graças ao bio-bank

O estudo foi conduzido usando o UK Biobank – um estudo de corte de dados genéticos, físicos e de saúde coletados em aproximadamente 500.000 indivíduos em todo o Reino Unido.

Inicialmente, as bebidas eram categorizadas em degustação amarga ou doce – o grupo amargo de café, chá, suco, cerveja, vinho tinto e licor e o grupo Sweet incluíam bebidas cheias de açúcar.

Esta classificação de sabor foi validada por estudos anteriores. A ingestão de bebidas em um período de 24 horas foi coletada por meio de recordatórios alimentares ou questionários.

O pesquisador fez um estudo de associação genômica do consumo de bebidas amargas e do consumo de bebidas doces. Os resultados foram então validados a partir de dados de três coortes dos EUA.

Com informações de IE.

*Por Any Karolyne Galdino

 

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*Fonte: engenhariae

Atração física não basta, tem que haver atração mental

Algumas pessoas nos atraem, de primeira, somente pela aparência, sem nem sabermos explicar o porquê direito. É a chamada atração física, que muitas vezes aproxima as pessoas, de início, para aventuras iniciais. No entanto, caso o físico não nos revele uma essência interessante, o relacionamento não dura, não se sustenta.

Embora hoje as aparências e superficialidades sejam supervalorizadas, em meio à rapidez que permeia todos os setores de nossas vidas, transformando-nos em robôs ligados no modo automático, na maioria das vezes insensíveis, não existe relacionamento capaz de sobreviver somente pautado sobre a materialidade. Se sobreviver, será aos pedaços, desconexo, inverídico.

Viver não é fácil, ainda mais com as dificuldades que crescem a cada dia. Sem que tenhamos alguém que nos receba com verdade e transparência ao final do dia, tudo ficará pior. Os pesos de fora se acumularão aos que nos aguardarão no lar, onde o amor não estará. Ou ficamos com a nossa própria companhia, ou com alguém que nos seja recíproco, porque, ao menos em nosso tempo livre, teremos que nos distanciar do que é falso, vazio e irreal.

O amor é muito mais do que atração física

Conviver com alguém requer entrega, partilha, sinceridade, o que não se sustenta sob aparências e frivolidades. A atração física pode até servir para a aproximação, porém, o que faz o amor durar é exatamente o que não se vê, o que é de dentro, íntimo e pessoal. Somente quem se desnuda para além do corpo é capaz de se entregar e de receber sentimentos verdadeiros. A superficialidade é como um muro que barra o que vem de dentro.

O corpo envelhece, a pele enruga, os cabelos vão ficando brancos, a força física se esvai aos poucos, porém, sentimentos verdadeiros e recíprocos permanecem acesos e renovados a cada amanhecer. No final de nossas vidas o sexo já não fará diferença alguma, mas sim as conversas entre nós e a pessoa amada. E é assim que o amor fica. E é assim que o para sempre não acaba.

*Por Marcel Camargo

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*Fonte: portalraizes

21 frases do Dr. House para quem aprecia o seu humor ácido

A série House foi lançada em 2004, oferecendo um complicado elenco de personagens e novos mistérios para desvendar a cada semana. Os fãs continuavam voltando para assistir o sarcástico, brilhante e anti-social Dr. House lidar com casos inesperados e navegar pelas complexidades sociais do hospital.

O cientista House (Hugh Laurie) é especializado em infectologia e nefrologia, realiza excelentes diagnósticos mantendo uma postura cética, distanciada e até mesmo mau humorada com os pacientes do fictício hospital de Princeton-Plainsboro. Ele trabalha com uma equipe de médicos selecionada de acordo com critérios duvidosos na busca de soluções para os piores males relacionados à saúde.

O público passou a amar o médico rabugento, porém muito inteligente, que a cada episódio se via envolto em casos escabrosos, repletos de mistérios e de difícil solução. Suas “tiradas” sarcásticas e métodos empregados para se chegar a um diagnóstico, métodos nem sempre convencionais, faziam cada episódio ser único.

Antes de apresentarmos as famosas citações do rabugento House, vamos destacar algumas curiosidades sobre a série:

1 – O personagem de House é fortemente baseado no personagem fictício Sherlock Holmes, particularmente com seu vício em drogas e seu desejo de resolver o insolvente.

2 – Hugh Laurie, que interpreta House no programa, é na verdade britânico. Ele estrelou muitos filmes de comédia e séries de televisão britânicas, mas House é seu primeiro trabalho como ator de televisão norte-americana.

3 – Em entrevista, o ator Hugh Laurie afirmou que é tão rabugento quanto seu personagem na vida real.

4 – O ator Patrick Dempsey chegou a fazer testes para House, mas acabou ficando com o papel de Derek em Greys Anatomy.

5 – A série é claramente inspirada em uma coluna do jornal The New York Times, chamada O Diagnóstico. Assim como na série, a coluna trazia sempre casos médicos inusitados, com difícil identificação por médicos.

5 – O episódio “Três Histórias” ganhou um Globo de Ouro em 2005 e é considerado por muitos veículos especializados como um dos melhores episódios de todos os tempos da TV americana.

Agora vamos às frases mais sarcásticas do Dr House:

1• O fato de você ser infeliz não o torna melhor que ninguém, o torna apenas infeliz.

2 • Se você fala com Deus, você é religioso. Se Deus fala com você, você é um psicótico.

3 • Se você acredita em eternidade, então a vida é irrelevante.

4 • Podemos viver com dignidade. Não podemos morrer com ela.

5 • O seu raciocínio não presta. Para a próxima, use o meu!

6 • Perseverança não é igual a merecimento.

7 • Você está me comparando a Deus? Quero dizer, isso é bom, mas só para você saber, eu nunca criei uma árvore.

8 • Quando se quer saber a verdade sobre alguém, essa deve ser a última pessoa a ser consultada.

9 • Nós somos o que as pessoas acham que nós somos.

10 • Bizarro é algo bom. O comum tem milhares de explicações. O bizarro dificilmente tem alguma.

11 • Quando alguém te criticar, apenas responda: sou o que sou e não o que você quer que eu seja.

12 • Se você está morrendo, todo mundo passa a te amar.

13 • Eu sou fisicamente incapaz de ser gentil.

14 • É uma verdade básica da condição humana que todo mundo mente. A única variável é sobre o quê.

15 • Existem três opções nessa vida: ser bom em algo, ficar bom ou desistir.

16 • Mentiras são como as crianças: apesar de inconvenientes, o futuro depende delas.

17 • Por que Deus ganha crédito quando alguma coisa boa acontece?

18 • O que você pensa sobre mim não vai mudar quem eu sou, mas pode mudar o meu conceito sobre você.

19 • Gentilezas inesperadas são a principal característica de alguém com más intenções.

20 • Religião não é o ópio da massa, é o placebo dela.

21 • Só é teimosia se você estiver errado. Se estiver certo, é seguir seus princípios.

 

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*Fonte: pensarcontemporaneo

Entenda como operam as técnicas de lavagem cerebral

O conceito de lavagem cerebral é definido como – um método – cujo o objetivo é mudar certas atitudes e crenças de pessoas ou grupos, através de técnicas agressivas de persuasão. Esse processo iniciou-se com os prisioneiros de guerras dos regimes totalitários.

Hoje essas técnicas se aproveitam dos desejos de sucesso dos indivíduos e da dinâmica dos grupos. Além disso, mantém o controle mental das pessoas por meio de palavras mágicas, mensagens subliminares, comandos hipnóticos e manipulação mediática.

Essas estratégias estão ligadas ao marketing de fabricação de falsas necessidades, que são aplicadas em certas organizações religiosas e empresariais. É no grupo que as pessoas são capazes de extrema devoção e de exaltação das emoções, onde ocorre o êxtase da “libertação” em escala coletiva.

Os membros dos grupos, na sua maioria, estão motivados por uma fé irracional, que teria sido revelada em um evento sobrenatural – dirigido por líderes talentosos – na utilização de técnicas de lavagem cerebral.

Isso ocorre porque os líderes simbolizam o “superego”, ou seja, as normas morais que vamos interiorizando desde que somos crianças, e que termina entre a culpa e a moral. Eles também usam o marketing pessoal para “vender a imagem” de homens e mulheres de sucesso, asseverando aos seus seguidores o respeito pela tradição e a aversão pelas ideias progressistas.

Os discursos desses líderes são ancorados nas mentiras e nas falácias. Contudo, as mentiras são erros sobre fatos reais e as falácias são retóricas para causar enganos nos ouvintes, telespectadores e internautas, que muitas vezes estão desavisados.

Assim, os membros desses círculos ficam tomados pela culpa ou pelo medo das advertências dos seus líderes, que abusam nos discursos de cooptação para manter todos reféns da expectativa de riqueza ofertada por tais organizações.

Na coletividade os anseios e as ações são contagiantes ao ponto das pessoas sacrificarem os seus interesses pessoais em benefício dos grupos, – comandados pelos líderes – que buscam impor esse modelo de vida, que precisa de quantidade e de rotatividade de gente, para atingir os seus objetivos.

A lavagem cerebral opera no inconsciente coletivo e no individual, que se aproveita das carências econômicas e emocionais das pessoas. Porém, os líderes precisam agir com presteza, visto que os seus adeptos querem a realização dos seus desejos de forma imediata, já que os seus sentimentos só conhecem a certeza da vitória.

Os sacrifícios emocionais e financeiros realizados pelos membros dessas reuniões garantem os privilégios dos seus líderes. Entretanto, quando eles percebem que seus desejos se converteram em prejuízos, terminam desistindo dos grupos e sentem-se desiludidos com os seus líderes.

A trucagem dessas técnicas tem convertido muitas pessoas em fanáticos, que buscam respostas fora de si mesmo, pois creem que os seus líderes encarnam um projeto de êxito total. Por isso, é importante lembrar que apenas o que vem a partir dos nossos próprios esforços e do nosso interior podem nos fazer felizes e não as propostas “miraculosas” que levam ao endividamento e ao adoecimento.

Enfim, a lavagem cerebral reforça os valores da economia de consumo, que se baseia na ideia de que se pode comprar tudo, até a felicidade. Mas, é necessário bastante cuidado, porque se não tiver dinheiro para pagar, as pessoas terão perdidas todas as chances de serem felizes.

*Por Jackson Cesar Buonocore

 

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*Fonte: contioutra

A linda falsa vida que muitos sentem a necessidade de mostrar

Tem gente que anda tão preocupado em se mostrar bem e agradar, que acaba se perdendo de si mesmo. Quando a pessoa se deixa seduzir pelas tentações do ego e da vaidade, acaba entregando a vida para uma viagem só de ida. Só na tela.

São tantos que vivem iludidos por espelhos de pequenas ilusões e escondidos atrás de cortinas de grandes mentiras, que com o passar do tempo perdem a noção da realidade. Já não conseguem viver sendo verdadeiros. É há uma cobrança coletiva por baixo disso. Somos cobrados pelo sucesso alheio e incentivados a sermos iguais. Mal sabemos que, em algumas situações, por detrás de uma foto postada, quase sempre há máscaras, quase sempre há pessoas com a alma ferida, tentando se mostrar fortalecidas.

Quando a pessoa se deixa seduzir pelas tentações do ego e da vaidade, acaba entregando a vida para uma viagem só de ida. Só na tela. Tentar competir com o mundo é a melhor e mais rápida maneira de ser derrotado.

Existe um enquadramento relacionado entre as redes sociais e sua fábrica de ilusões. Parece absurdo, mas, na maioria das vezes, só postamos aquilo que queremos que os outros vejam. Postamos aquilo que queremos ser (e muitas vezes não somos). A verdade nem sempre é mostrada. Poses e mais poses, filtros e mais filtros para se chegar na foto perfeita. Quantas são as vezes que em busca de aprovação de outras pessoas, pintamos um quadro totalmente disforme da realidade. Nem sempre é o que parece, por vezes as pessoas estão prestes a cair num precipício, mas querem que todos pensem o contrário. A busca doentia por “likes” transforma fulanos e fulanas em reféns de suas próprias mentiras.

A postagem dos outros se torna uma provocação e é preciso se mostrar melhor. Mudar a aparência não é mais suficiente, é preciso fingir outra vida.
Na verdade, há casos em que a diferença de imagem entre a pessoa real e a pessoa mostrada na tela do computador é tão grande, que, na grande parte das vezes, é algo inacreditável. São figuras distintas, quase que irreconhecíveis quando colocadas lado a lado. A sociedade se reconfigura quando se projeta uma imagem vitoriosa. Há uma aceitação maior. Há uma glorificação da figura do ser bonito, rico e perfeito e não se enquadrar nisso é dolorido para pessoas (em sua maioria) com a autoestima abalada demais ou elevada demais. Umas de um lado, outras de outro. Paradoxos difíceis de compreender. Um sonho de consumo que faz muitos se sentir inseguros e tristes. Um sonho de consumo que faz muitos se mostrar alegres e bem-sucedidos. Um sonho de ser além do que as outras pessoas comuns aparentemente são.

Os perfis são tão perfeitos, as pessoas tão alegres, as fotos tão bonitas, as comidas tão gostosas, as selfies mais incríveis, as festas mais chiques, os amigos tão sorridentes, as famílias tão impecáveis, empregos poderosos, romances maravilhosos, viagens inesquecíveis, as roupas mais caras: A melhor vida possível! Depois desse prazer dos diversos likes, essas ações viciam e tendem a se repetir.

Quando tudo isso é verdadeiro e realmente vivemos e temos essa vida, é bom demais expor as conquistas.
Ostentar sucesso e trabalhar o marketing pessoal, pode fazer parte, saudavelmente, do dia a dia do vaidoso. Quando é sem muitos exageros, melhor ainda. O perigo é quando muita parte do que é exibido não é real, é montado, disfarçado, é fake. Existe o risco de ser descoberto e o castelo cair, o prazer pode virar dor, a luxúria pode virar amargura, aplausos viram vaias, beleza vira vergonha e sorrisos viram choro.

É complicado pensar que atualmente os níveis de felicidade, realização e sucesso das pessoas são calculados pelo número de likes e coraçõezinhos em seu perfil. Cliques esses, muitas vezes feitos por pessoas que nem se conhecem.

Fica mais difícil saber que isso também nos atinge. Essa falsa prosperidade que muitas vezes encontramos na vida dos outros, nós tentamos concretizar na vida da gente também e nem sempre conseguimos.

A vida não nos cobra perfeição, mas a sociedade sim, os amigos sim, a família sim e com isso projetamos uma imagem de vencedor para agradar. Esse limite entre o real e o virtual, nos traz para uma reflexão sobre o que fazemos e o quanto ficamos invejosos sobre o que os outros fazem melhor do que nós. É como se a felicidade interior só tivesse alguma serventia se as outras pessoas vissem e curtissem. Como se a felicidade alheia fosse algo para incitar inveja.

Muitas vezes a gente se sente assim, insuficiente. Sentimos inveja. Sentimos que não chegamos lá. Mas não queremos assumir e não pretendemos nos esconder. Mas, se você precisa mudar seu jeito e esconder suas verdades para caber no mundo, saiba que jamais nada disso o deixará mais feliz, nem mais aceito, nem mais bonito ou bem-sucedido.

Quando você se mostra grande em cima de algo que você não construiu, a queda é certa e sua pequenez será exposta algum dia. Não existe quem não precise de melhorias, sempre deve haver uma inspiração que nos guie aos acertos, mas é preciso repelir os erros, é preciso aceitar quem somos.

Se a gente tiver um coração do bem, ele se abre e cria espaço para receber energia positiva e somente um coração cheio de alegria e verdades pode fazer uma alma repleta de felicidade.
A alma é que deve se mostrar feliz e não aquela foto maquiada da rede social. Só por isso já vale a pena a gente lutar para se mostrar como é. Não deixe que as vaidades o impeçam de andar somente pelos caminhos da verdade. Somente a verdade deve ser mostrada, mesmo que ela não o enobreça, mesmo que ela não o cresça, mesmo que ela não o coloque em palanques e palcos, não lhe traga prêmios e palmas. Mas entenda que só ela importa. Só ela é nobre. Só ela interessa.

A imagem verdadeira é a única coisa que a gente deve ter de melhor e mais belo a se mostrar.

*Por Cleonio Dourado

 

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*Fonte: osegredo

Os 8 ciclos que você precisa fechar durante toda a sua vida

Todos nós passamos por várias crises existências ao longo de toda a nossa vida e estamos habituados a vê-las como algo negativo. No entanto, para Erik Erikson, as crises são processos que nos levam à evolução e a mudanças. São circunstâncias que nos permitem transcender, crescer e tornar-nos conscientes de nós mesmos. Erik Homburger Erikson foi um psicanalista norte-americano que desenvolveu uma teoria do desenvolvimento da personalidade de ampla aceitação e divulgação. Embora inicialmente tenha se baseado nos conceitos de Freud, ele se distanciou dos mesmos ao perceber que a influência cultural tinha muito mais importância do que Freud havia mencionado.

Erikson, postulou a visão do desenvolvimento a partir de uma perspectiva global e nos fornece informações muito úteis acerca das etapas da vida de um indivíduo, desde o seu nascimento até a sua morte. O doutor Erikson se transformou em um dos precursores do estudo do ciclo da vida. E, apesar de sua obra ser extensa, este estudo é o que mais recebeu reconhecimento.

Segundo Erik Erikson, o nosso caminho pela vida é composto por oito idades ou ciclos, e cada um deles é marcado por um conflito específico. Mas nunca se esqueça que cada etapa se baseia em habilidades aprendidas nas etapas anteriores. Confira:

1 – Confiança vs. Desconfiança

A primeira etapa da teoria do desenvolvimento psicossocial de Erikson ocorre entre o nascimento e um ano de idade e é a fase mais fundamental na vida.

Uma criança é totalmente dependente. O desenvolvimento da confiança é baseado na confiabilidade e qualidade dos cuidadores da criança. Neste ponto do desenvolvimento, a criança é totalmente dependente de cuidadores adultos para tudo o que ela precisa para sobreviver, incluindo comida, amor, carinho, segurança. Tudo. Se um cuidador não fornece cuidado e amor adequado, a criança sentirá que não pode confiar ou depender dos adultos em sua vida.

Se uma criança se desenvolve com sucesso a confiança, sentir-se-a segura no mundo. Os cuidadores que são inconsistentes em suas emoções, são indisponíveis e/ou rejeitam; contribuem para sentimentos de desconfiança nas crianças que cuidam. A incapacidade de desenvolver a confiança resultará em medo e uma crença de que todos são indignos de confiabilidade.

Claro, nenhuma criança desenvolverá um senso de 100% de confiança ou 100% dúvida. Erikson acredita que o desenvolvimento bem sucedido se baseia sobre um equilíbrio entre os dois lados opostos. Quando isso acontece, as crianças adquirem a esperança, que Erikson descreveu como uma abertura à experiência temperada por algum receio de que o perigo possa se apresentar.

2 – Autonomia vs. Vergonha e Dúvida

Nesse ponto do desenvolvimento, que ocorre entre os 3 anos, as crianças estão apenas começando a ganhar um pouco de independência. Elas estão começando a executar ações básicas por conta própria e a tomar decisões simples sobre o que elas preferem. Ao permitir que as crianças façam escolhas e tomem o controle, os pais e/ou os cuidadores podem ajudar as crianças a desenvolverem um senso de autonomia.

Como Freud, Erikson acredita que o treinamento do toalete era uma parte vital desse processo. No entanto, o raciocínio de Erikson foi muito diferente do de Freud. Erikson acreditava que aprender a controlar as funções corporais leva a uma sensação de controle e um senso de independência.

Outros eventos importantes incluem ganhar mais controle sobre as escolhas alimentares, preferências de brinquedo, e seleção de roupas.

Crianças que concluem com êxito esta fase se sentem seguras e confiantes, enquanto que aquelas que não o fazem são deixadas com um sentimento de inadequação e insegurança.

Erikson acredita que a obtenção de um equilíbrio entre a autonomia e a vergonha, e a dúvida, levaria a vontade, que é a crença de que as crianças podem agir com intenção, dentro da razão e limites.

3 – Iniciativa vs. Culpa

A terceira etapa do desenvolvimento psicossocial tem lugar durante os anos pré-escolares, entre os 4 e 6 anos.

Nesse ponto no desenvolvimento psicossocial, as crianças começam a afirmar o seu poder e controle sobre o mundo através de liderar o jogo e outras interações sociais. As crianças que são bem sucedidas nessa fase se sentem capazes de conduzir os outros. Aquelas que não conseguem adquirir essas habilidades começa a experienciar o sentimento de culpa, auto-dúvida e falta de iniciativa, por causa das exigências impostas socialmente.

Quando um equilíbrio ideal entre a iniciativa individual e uma vontade de trabalhar com outras pessoas é alcançado, a qualidade do ego como finalidade, emerge.

4 – Construtividade vs. Inferioridade

A quarta etapa psicossocial tem lugar durante os primeiros anos escolares, cerca de 6 anos de idade a 11.

Por meio de interações sociais, as crianças começam a desenvolver um sentimento de orgulho em suas realizações e habilidades. Quando são encorajadas e elogiadas pelos pais e professores desenvolvem um sentimento de competência e crença em suas habilidades. Aquelas que recebem pouco ou nenhum incentivo de pais, professores ou colegas, vão duvidar de suas habilidades em serem bem sucedidas.O sucesso no equilíbrio dessa fase, pode levar à força conhecida como a competência ou a crença de nossas próprias capacidades para lidar com as tarefas definidas por outros.

5 – Identidade vs. Confusão

O quinto estágio psicossocial ocorre durante a adolescência, às vezes turbulenta. Esta fase tem um papel essencial no desenvolvimento de um senso de identidade pessoal que continuará a influenciar o comportamento e desenvolvimento para o resto da vida de uma pessoa.

Durante a adolescência, as crianças exploram a sua independência e desenvolvem um sentido de si.

Aquelas que recebem incentivo e reforço adequados por meio da exploração pessoal vão emergir desta fase com um forte senso de si mesmas e uma sensação de independência e controle. Aquelas que permanecem inseguras de suas crenças e desejos, seguirão inseguras e confusas sobre si mesmas, sobre os outros, sobre o seu futuro. Se essa etapa for concluída com sucesso para a fidelidade, o adolescente terá capacidade de viver de acordo com as normas e as expectativas da sociedade.

6 – Intimidade vs. Isolamento

Essa etapa abrange o período em que os indivíduos estão explorando as relações pessoais, entre os 21 e 35 anos, e é a fase mais difícil de toda a nossa existência, pois é quando o nosso cérebro passa pelo processo de poda da vida jovem para a vida adulta.

Erikson acreditava que nessa fase, é vital que as pessoas desenvolvam relações estreitas e comprometidas com outras pessoas. Aquelas que são bem sucedidas nessa etapa terão relacionamentos duradouros e seguros. Nunca se esqueça de que cada etapa se baseia em habilidades aprendidas nas etapas anteriores. Erikson postulou que um forte senso de identidade pessoal é muito importante para o desenvolvimento de relações íntimas. Estudos têm demonstrado que as pessoas com um mau senso de si tendem a ter relações menos comprometidas e são mais propensas a sofrer isolamento emocional, solidão e depressão. O fechamento bem sucedido dessa etapa difícil, resulta na força conhecida como amor próprio para amar o outro. Ela é marcada pela capacidade de formar relacionamentos duradouros e significativos consigo mesmo e consequentemente com outras pessoas.

7 – Produtividade vs. Estagnação

Durante a idade adulta, continuamos a construir nossas vidas, com foco em nossa carreira e família. Entre os 36 e 55 anos.

Aqueles que são bem sucedidos durante essa fase, se sentirão – por serem ativos em sua casa e na comunidade – como indivíduos uteis para o mundo. Aqueles que não conseguem atingir essa habilidade se sentirão improdutivos e não envolvidos com os acontecimentos comuns a todos. Como se não houvesse lugar para eles no mundo. Essa etapa da vida é quando ocorre a metanoia: onde uma revolução pode acontecer em nossas vidas.

Cuidado é a virtude alcançada quando esse estágio é tratado com sucesso. Ser orgulhoso de suas realizações, ver os seus filhos se tornam adultos, e exercitar mútua sintonia com a pessoa amada, e principalmente consigo mesmo, são realizações importantes dessa fase.

8 – Integridade vs. Desespero

O estágio psicossocial final ocorre durante o início da velhice até o estágio final e está focado em serenar a existência ou lamentá-la profundamente. Ocorre a partir dos 60 anos.

Nesse ponto do desenvolvimento, o indivíduo começa a uma incessante busca por serenidade. A serenidade não é feita nem de troça nem de narcisismo, é conhecimento supremo e amor, afirmação da realidade, atenção desperta junto à borda dos grandes fundos e de todos os abismos; é uma virtude dos santos e dos cavaleiros, é indestrutível e cresce com a idade e a aproximação da morte. É o segredo da beleza e a verdadeira substância de toda a arte. Se a pessoa conseguiu fechar todos os ciclos anteriores, ou pelo menos a maioria deles, se sentirá plena o bastante para usufruir dos benefícios de seu autoconhecimento.

Mas se algum ciclo que não foi vivenciado com consciência, for um enorme abismo para si, isso poderá ocasionar uma velhice doentia, depressiva e com grandes riscos de desenvolver transtornos mentais do tipo: depressão, Alzheimer, ansiedade e até suicídio. O isolamento é a pior coisa que pode acontecer a uma pessoa nessa fase. Os mais jovens têm a obrigação de fazer companhia e conversar com os seus pais: quanto mais você conversar com os seus pais, mais eles viverão. E mesmo que não esteja preparado para ser pais de seus pais, é importante observar o comportamento deles: se eles estão buscando a serenidade ou têm se desesperado sempre que relembram o passado com perspectiva à morte.

 

 

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*Fonte: portalraizes

As pessoas se ofendem com quem é autêntico

“Ser autêntico virou ofensa pessoal. Ou a criatura faz parte do rebanho, ou é um metido a besta.” (Martha Medeiros)

Uma de nossas características enquanto seres humanos gregários vem a ser a necessidade de interação com o próximo e, para tanto, precisamos ser aceitos. É na comunicação com o mundo que nos rodeia que amadurecemos nossas ideias e nos tornamos capazes de agir frente ao que nos desagrada. Em determinadas situações, é em grupo que nos fortaleceremos e nos motivaremos a continuar.

Essa necessidade de aceitação é mais forte entre os adolescentes, que querem se autoafirmar junto àqueles com os quais se identifica, ou mesmo junto aos que julgam descolados. A maturidade vem nos tranquilizar nesse sentido, facilitando nossa conformidade com o que somos e temos, tornando-nos mais aptos a nos aceitar, a sermos o que pulula aqui dentro.

Infelizmente, muitos não conseguem encontrar a própria individualidade, incapazes que são de se tornarem seres autônomos, com vontades e desejos próprios, permanecendo dependentes do julgamento alheio enquanto viverem. Passam a vida seguindo o rebanho homogêneo do que é comum, socialmente disseminado como o certo, do que é da maioria, menos de si próprio. Lutam contra si mesmos, deixando adormecidos seus sonhos e aspirações, por medo da censura alheia.

Isso porque não é fácil viver as próprias verdades, correr atrás do que faz o nosso coração vibrar, dizer o que sentimos, exprimir o que pensamos, haja vista o policiamento ostensivo de gente que critica agressivamente qualquer um que não siga o rebanho dos ditames e convenções sociais já cristalizadas. Hoje, ser alguém único, autêntico, verdadeiro consigo mesmo, é ofensivo e passível de ataques condenatórios por parte da sociedade.

Até entendemos a homogeneidade nas vestimentas e linguajares de adolescentes, porém, a vida adulta nos impõe nada menos do que viver o que se é, lutar pelo que se acredita, fazer o que se gosta, sem ferir ninguém, mas agindo de acordo com que pulsa dentro de cada um de nós. Agradar a maioria, enquanto se vive em desagrado íntimo, equivale a uma tortura diária e injusta. Nascemos livres para sermos nós mesmos, porque não há nada mais belo e prazeroso do que uma vida sem mentiras e frustrações.

*Por Marcel Camargo

 

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*Fonte: resilienciamag

O melhor presente que você pode dar a alguém é seu tempo!

Tempo e interesse. Essas são as duas palavrinhas que você tem que gravar na sua mente, colar um post-it na tela do seu computador, ou até mesmo colocar de lembrete no seu celular.

São as duas coisas mais valiosas que você pode dar a alguém. Presente caro como anel da Pandora, pulseira da Vivara, relógio Rolex, sapato Manolo Blahnik, vestido Diane von Furstenberg, carro do ano, ou até mesmo gestos mais simples como flores e chocolates, nada disso chega perto do tempo e interesse que você demonstra a pessoa que gosta.

É horrível se preocupar com alguém que não está nem aí para você, ou que só te procura quando quer algo, como ajuda ou algo mais.

Tempo nos dias de hoje é um bem precioso.
Todos querem mais uma hora no dia, pois sabemos que a vida anda mais corrida, mais caótica e mais cheia de coisas para fazer. Por isso, você separar, nem que seja cinco minutos do seu dia para mandar uma mensagem para quem gosta, perguntando como está, é um presente é dádiva.

Todos gostam de se sentir importantes na vida do outro. Demonstrar interesse no dia a dia, nos planos, ou no que está ou não fazendo, mostra uma preocupação. Queremos e precisamos saber que somos notáveis.

As pessoas hoje com a tecnologia, que seria para unir mais as pessoas, estão fazendo com que elas fiquem no modo automático. Respostas curtas, grossas, sem sentimento, carinho ou interesse.

Nada mais decepcionante do que você se preocupar com alguém, mandar uma mensagem perguntando se está tudo bem e ela responder apenas “sim”.

A falta de interesse machuca, pode não parecer mas deixa um buraco no peito, ainda mais se você gosta da pessoa e se preocupa com ela.

Infelizmente o que fazemos pelos outros não significa que farão por nós.

Se você está doando seu tempo e interesse para quem não está ligando a mínima para isso, não se sinta um idiota.
Saiba que está dando o melhor presente que alguém poderia querer receber.

Não que os mimos que citei acima, os presentes, não sejam legais. Eles são, mas nada como a presença, preocupações, tempo e interesse. Para mim, isso é o mais importante.

Agora, é hora de ver se está doando tudo isso para a pessoa certa. Como eu disse, tempo é dádiva, por isso, não desperdice com quem não merece.

Lembre-se que tudo o que fizeres, faça de todo coração. Jamais se arrependa, mesmo que não deem o devido valor. As coisas boas devem sempre ser maiores que a negatividade e a falta de interesse dos demais.

*Por Aline Felix

 

 

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*Fonte: resilienciamag

7 fatos fascinantes sobre mentirosos patológicos que valem a pena conhecer

Enquanto todos nós contamos pequenas mentirinhas ocasionalmente, há uma grande diferença entre alguém que mente de vez em quando e alguém que é um mentiroso patológico. “Um mentiroso patológico é alguém que mente sem esforço, alguém para quem contar uma mentira é mais natural do que dizer a verdade”, diz a psicóloga Michelle Barton, diretora de Psicologia da Life Well. Mentir pode se tornar parte da vida cotidiana do mentiroso, a ponto de toda a sua existência ser uma invenção.

Como você deve ter adivinhado, esse nível de mentira geralmente é um sintoma de um problema maior. Embora a mentira patológica possa ser seu próprio distúrbio – conhecido como pseudologia fantástica – ela também pode ser um sintoma de psicopatia, distúrbio de personalidade narcisista, ansiedade, depressão e transtorno obsessivo-compulsivo, entre outras coisas.

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Veja só 7 fatos científicos fascinantes sobre mentirosos patológicos que valem a pena conhecer:


7 – A mentira patológica é muitas vezes ligada a um transtorno de personalidade

“A maioria dos mentirosos patológicos tem distúrbio de personalidade narcisista (DPN) ou pelo menos fortes traços narcísicos e mentem compulsivamente (e sabem que estão mentindo) só para parecerem melhores”, disse o psiquiatra Scott Carroll. E por um dos sintomas característicos do NPD ser “um senso exagerado de importância pessoal”, faz sentido porque isso ocorre.


6 – Mentirosos patológicos têm diferentes níveis de hormônio do que a maioria das pessoas

“Uma das teorias mais interessantes sobre mentirosos patológicos é que eles podem ter a proporção oposta de cortisol e testosterona do que a maioria das pessoas”, diz Bill Eddy, terapeuta. “Isso permite que eles sejam altamente agressivos e sem preocupação com os riscos envolvidos, como mentir descaradamente sobre algo que poderia ter sérias consequências se eles fossem pegos”.

E isso pode conectá-los a outro distúrbio de personalidade. Como diz Eddy, “os mentirosos patológicos mais bem-sucedidos são os sociopatas, condição também conhecida como ‘transtorno de personalidade anti-social’ para os profissionais de saúde mental”.

5 – Eles geralmente mentem sobre problemas médicos
Já que que as mentiras são frequentemente contadas como uma forma de buscar simpatia, faz sentido porque mentirosos patológicos podem acabar mentindo sobre ter problemas de saúde. “Alguns mentirosos patológicos mentem exclusivamente sobre sintomas e condições médicas porque compulsivamente buscam a simpatia de outras pessoas que estão doentes e/ou compulsivamente procuram ser cuidadas por outros”, diz Carroll. “Isso é chamado de transtorno factício e pode levar pessoas saudáveis ​​a fazerem cirurgias e outros tratamentos médicos que não precisam”.

4 – Muitos deles realmente acreditam em suas próprias mentiras
Alguns mentirosos patológicos são “delirantes funcionais”, diz Carroll, o que significa que eles realmente acreditam em suas próprias mentiras e podem até passar no teste do detector de mentiras.

“Isso é chamado de ‘micro-psicótico’ para distinguir essas pessoas das que têm esquizofrenia e que deliram fortemente”, diz Carroll. “A maioria das pessoas micro-psicóticas têm Transtorno da Personalidade Borderline e realmente acreditam no que estão dizendo (o que as ajuda a serem ainda mais convincentes), mas se forem pegos mentindo, podem reescrever suas memórias para acreditar em uma nova mentira na hora”.

3 – Crianças que mentem às vezes têm ansiedade ou depressão
É comum crianças e adolescentes mentirem enquanto passam por seus diferentes estágios de desenvolvimento, testando seus limites. Mas algumas crianças que mentem podem estar fazendo isso devido à ansiedade ou depressão.

Como Carroll diz: “As crianças podem mentir compulsivamente negando erros ou violações de regras que obviamente fizeram. Sua mentira compulsiva tende a estar associada à ansiedade, depressão e baixa autoestima, o que torna mais difícil admitirem seus erros”. Felizmente, isso geralmente é tratável, trazendo bons resultados.

2 – É difícil tratar adultos mentirosos
Adultos mentirosos patológicos podem ser mais difíceis de tratar. “Para os adultos, a mentira compulsiva é difícil de parar porque pode ser extremamente reflexiva e habitual”, diz Carroll. “Além disso, pessoas com Transtorno de Personalidade Narcisista não tendem a procurar tratamento para seu narcisismo – apenas para sua ansiedade ou depressão”. Portanto, se essa for a causa da mentira, pode ser complicado.

1 – Mentir pode ser viciante
Mentir pode na verdade ser viciante, devido ao que faz ao cérebro. “Seus comportamentos e sistemas de recompensa são muito parecidos com jogos de azar – você nunca sabe quando é um colapso ou um grande prêmio”, diz Barton. “Como o mentiroso patológico se acostuma com esse nível de medo e ansiedade, eles quase não conseguem funcionar sem ele”.

O mesmo é verdadeiro para muitos mecanismos não saudáveis para lidar com a realidade. Mas há esperança: se você ou alguém que você conhece mente compulsivamente, ou tiver outros hábitos prejudiciais como forma de lidar com o estresse ou a depressão, existem meios de ajustar sua forma de pensar e lidar com sua ansiedade de uma maneira mais saudável. Abrir-se para um ente querido de confiança ou um profissional da saúde mental é um bom modo de começar.

*Por Luciana Calogeras

 

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*Fonte: misteriosdomundo

7 dicas para conversar com quem pensa muito diferente de você

Nesses dias eu li um artigo muito bom cuja temática nunca esteve tão atual: “Como conversar com quem pensa muito diferente de você?”, que você pode ler na íntegra clicando [aqui].

Nesse artigo produzido pelo site “Papo de Homem” eles compartilham também um minidocumentário sobre esse tema, além de um e-book gratuito que o aprofunda, por isso recomendo fortemente que você o leia.

No final do artigo fiquei um bom tempo refletindo sobre as “7 habilidades e atitudes que podemos treinar para aperfeiçoar nosso lado Construtor de Pontes” e quero ampliar um pouco mais a reflexão com você!

1) Desenvolver mais equilíbrio emocional

O equilíbrio emocional eu diria que é o ponto mais importante, talvez por isso mesmo tenha sido colocado em 1º lugar. Mas precisamos entender que não se desenvolve nada sem praticar. Até já escrevi em outros textos que a palavra desenvolver significa DES+ENVOLVER, ou seja, é deixar de se envolver com algo para passar a se envolver com outra coisa. Existe sempre um ciclo de ascensão: envolver – desenvolver – envolver. Não é interessante? Por exemplo: eu desenvolvo mais empatia a partir de experiência na qual eu me envolva com pessoas que me testem nesse sentido. E dessa forma vou me envolvendo com cada vez mais sabedoria e amorosidade nas novas experiências.

2) Nos comunicar de modo menos violento

Nessa hora não posso deixar de sugerir o maravilhoso livro “Comunicação Não Violenta” do Marshall Rosenberg. Esse livro deveria ser leitura obrigatória até mesmo nas escolas de Ensino Médio, porque o autor desenvolve um método quase infalível para se comunicar com eficiência com todas as pessoas, e isso é o que mais precisamos nesse tempo de tantas intolerâncias e violências.

Segundo esse autor, o grande segredo é desenvolvermos a sensibilidade para perceber quais são as necessidades de quem abordamos. Ao saber quais são podemos ajustar nossa forma de falar para que tanto ela quanto a gente mesmo consiga ter mais harmonia.

3) Cultivar empatia pelo outro

Empatia é a capacidade de ver pela perspectiva do outro, sairmos um pouco no nosso próprio mundo para entrar no mundo do outro. A melhor forma de cultivar a empatia é prestando atenção aos nossos preconceitos, às nossas premissas, às nossas verdades e convicções e questionarmos isso na gente!

O outro tem sua própria forma de enxergar a vida e a sociedade, não cabe a nós julgar o que é certo ou errado, justo ou injusto, digno ou indigno. Cabe a nós desenvolvermos mais sensibilidade para não se prender à uma visão maniqueísta de tudo! A empatia desenvolvida leva ao fim do maniqueísmo entranhado em nós e na sociedade.

4) Evitar posturas radicais

O radicalismo surge do que disse no ponto 3. Surge de acharmos que a nossa visão é “a certa” e a do outro é “a errada”. Como assim? Se mudarmos o foco da lente, como algumas pessoas brincam, é exatamente assim que o outro lado vê. Ele está “certos” e você “errado”.

É muito arriscado agir dessa maneira, porque o radicalismo é o caminho dos EXTREMOS, e isso tem sido uma das coisas que mais venho estudando nos últimos meses. Todos os extremos levam ao nosso próprio sofrimento e o da coletividade. O ideal é buscarmos o “caminho do meio”, tão lindamente ensinado por tantos mestres e professores, como Buda, Jesus, Confúcio, Aristóteles etc. Ainda voltarei a falar sobre esse assunto, pois há muito o que se aprofundar nele…

5) Pedir desculpas quando formos agressivos

Esse ponto é magnífico e vou confessar aqui uma coisa que tenho certeza que ajudará muita gente. Já me aconteceu de eu agir com agressividade em algumas ocasiões e me arrepender pedindo desculpas sinceras e convidando para conversar olho no olho e daí surgiram amizades muito verdadeiras sabe?

Alguns dos meus melhores amigos hoje foram pessoas que lá atrás eu tive bate-bocas feios e o pedido de desculpas fortaleceu a amizade. Agora reforço algo de suma importância. Pedir desculpas requer uma atitude de humildade, de se reconhecer falho e ainda um ser alguém que precisa de muita melhoria pessoal.

6) Estudar e melhorar nossos argumentos

O estudo é um dos melhores caminhos para desenvolvermos consciência e sabedoria. Percebo isso na minha própria vida. Indiretamente, parte do que estou escrevendo aqui foi inspirado num livro que estou lendo agora que se chama “Ética à Nicômaco”, de Aristóteles. Uau! Eu me surpreendo ao perceber a atualidade dos seus escritos. Ele viveu há cerca de 2300 anos e esse livro parece que foi escrito ontem.

Quer ter argumentos melhores? Leia grandes obras e grandes autores, leia os clássicos como obras de Machado de Assis ou Guimarães Rosa entre outros. Garanto que você só crescerá com essa experiência.

7) Não ter vergonha de admitir que não sabemos algo e fazer perguntas

Esse ponto novamente nos remete à humildade. É um belo traço de humildade dizer “Não sei”. Inclusive essa é uma das coisas que me orgulha no exercício do Magistério. Sempre que dou aulas e algum aluno me pergunta algo que ainda não sei, simplesmente digo, “Me desculpe, não sei responder a isso no momento, mas vou estudar e na próxima aula eu respondo com certeza…”.

Muitos professores, por arrogância, tentam enrolar uma resposta para tentarem se passar por sábios ou conhecedores, mas é exatamente o contrário. Ser sábio é estudar para conhecer a fundo e ter firmeza na hora de responder!

*Por Isaias Costa

 

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*Fonte: provocacoesfilosoficas

O encontro mais íntimo não é o sexual, e sim despir-se emocionalmente

O encontro mais íntimo entre duas pessoas não é o sexual, mas sim despir-se emocionalmente. Uma troca que acontece quando o medo é vencido e nos entregamos ao outro do jeito que somos, em cada uma das nossas vertentes.

Isso não é fácil de alcançar. De fato, despir-se emocionalmente não é algo que se consiga rapidamente, muito menos com qualquer um. É preciso tempo, força e vontade de ouvir, sentir e abraçar emoções. Autoconhecimento e heteroconhecimento, isto é, o conhecimento de si mesmo e o da realidade do outro.

Visto assim, não parece à toa que o termo que as escrituras bíblicas usam para falar do amor sexual ou do estabelecimento da intimidade seja CONHECER. Este artigo trata de se conhecer e se despir em paixões, em sentimentos e em história emocional…

O ato de despir-se emocionalmente começa em si mesmo

O despir emocional começa por si próprio. Isto é, é muito importante se identificar com o que se sente e perceber como nos sentimos confortáveis ou desconfortáveis, o que pensamos e como podemos usar as nossas emoções a serviço dos nossos pensamentos.

Ouvir-se, conectar-se e conhecer a própria herança emocional, isto é, escanear o nosso corpo emocional, é imprescindível para liberar os próprios medos, conflitos, as próprias inseguranças, conquistas, os próprios aprendizados, etc.

Conhecer a nossa filosofia emocional, explorar as nossas vulnerabilidades permanentes, ser consciente do que é doloroso e deixar que isso flua, é imprescindível para poder contemplar a imagem que o nosso espelho emocional projeta ao tirarmos a vestimenta que nos “cobre”.

O autoconhecimento das nossas vulnerabilidades emocionais não faz que estas desapareçam, mas ter um conhecimento mais profundo sobre elas implica que cada vez que apareçam nas nossas vidas poderemos identificá-las e agir, impedindo-as de afogarem as nossas conexões emocionais.

A nossa herança emocional, a chave para se conectar

A nossa herança emocional exerce um forte impacto em nossa capacidade de nos conectarmos emocionalmente com os outros. É exatamente esta bagagem, esta pele, a que nos faz agir sobre as nossas sensações, sentimentos e emoções de uma determinada forma.

Estar exposto as próprias lembranças e a aquelas sensações que podem ser desagradáveis não é fácil, e muitas vezes nem sequer é visto como útil. Contudo, existem muitos motivos pelos quais recomenda-se tirar as vestimentas:

Se queremos ter relacionamentos mais significativos, é importante parar um pouco para olhar o passado e curar as feridas emocionais da nossa infância.

A fiação condutora que transporta as nossas mensagens emocionais precisa estar descoberta para que as nossas reações não nos dominem. Por exemplo, quando você diz “meu irmão me tira do sério”, você tem a sensação de que ele sabe exatamente onde pegar para afetar você.

Conhecer esses temas de reações emocionais e saber comunicá-las nos ajuda a regenerar os nossos pensamentos e o nosso estado de bem-estar geral.

Assim, quando fazemos um trabalho de autoconhecimento, o nosso diálogo interior pode conseguir mudar de “As pessoas são perigosas para mim” para “A forma como me trataram me fez mal, mas sou consciente e procuro que isso não me afete”.

Quando acessamos nossa herança emocional e compreendemos como os sentimentos do passado influenciam as experiências do presente, podemos ser mais ágeis na hora de estabelecer laços fortes e saudáveis de união com quem nos rodeia.

Ser conscientes dos filtros emocionais, dos abrigos e das couraças que vestimos contribui para nos tornar ágeis leitores e intérpretes tanto das tentativas de conexão dos outros como das nossas próprias.

O encontro mais íntimo é despir-se emocionalmente

 

Despir emocionalmente as pessoas muito marcadas pelo seu passado pode ser muito difícil, pois é necessário lidar com as couraças, com as roupas que a tornam inacessível, as desilusões que envolvem a pessoa, os medos das rejeição, do abandono, da solidão…

Para fazer isto é preciso ser inteligente, amar a pessoa e abrir os ouvidos, os olhos e a pele banindo os preconceitos e a atitude de julgamento. Isto é, uma escuta ativa emocional através de todos os sentidos sem “mas” nem vírgulas fora do lugar.

Para fazer isto, é preciso saber que um nu emocional não se consegue em qualquer tipo de ambiente, mas é preciso que se deem as condições ideais para gerar emoções, senti-las, manipulá-las, examiná-las e usá-las.

Os cenários emocionais ideais para despir-se emocionalmente são aqueles onde prima a escuta a partir do interior, a empatia e a inteligência emocional. Cenários nos quais se potencializa a comunicação e a compreensão com uma grande base de respeito e tolerância.

Somente assim poderemos criar um ambiente emocionalmente relaxado no qual realmente possa se dar o encontro íntimo, o despir dos medos, das inseguranças e da verdade emocional. Somente assim conseguiremos esses abraços que quebram os medos, que fecham os nossos olhos e que nos entregam 200% de corpo e alma.

 

 

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*Fonte: resilienciamag

5 falhas psicológicas que distorcem sua visão do mundo

Essa poderosa “máquina” de raciocínio localizada entre suas orelhas infelizmente não está livre de falhas e, embora diversos desses defeitos já sejam conhecidos pela ciência (como você lerá a seguir), é difícil contorná-los. Confira:

5. Você enxerga menos do que imagina

falhas psicológicas
A visão humana é impressionante, mas, acredite se quiser, é extremamente limitada no que diz respeito a foco: seus olhos só conseguem focalizar áreas pequenas, quando a luz refletida por elas atinge uma região específica da retina (a fóvea). O resto é um monte de borrões.

Apesar disso, a maioria das pessoas consegue ter uma boa ideia do que ocorre ao seu redor, graças à sua visão periférica. O segredo está na capacidade do cérebro de focar no que você observa diretamente e “adivinhar” o resto, com base em informações prévias – você reconhece uma garrafa d’água e uma cadeira mesmo que apareçam borradas, por exemplo.

Contudo, nem sempre o cérebro acerta, e o que você achou que fosse um cachorro na verdade era um arbusto, e o que você achou que era apenas uma sombra era um assaltante.

Outro problema com a visão humana é que nossa memória seletiva pode falhar – seu cérebro descarta informações relevantes por julgar que não precisaria mais delas. Isso pode acontecer, por exemplo, quando somos apresentados a alguém e, mesmo que a pessoa tenha acabado de dizer seu nome, nós esquecemos logo em seguida, achando que nunca mais vamos vê-la.

O vídeo abaixo mostra outro caso em que nossa visão é comprometida por causa de memória seletiva: um pesquisador se aproxima e pede informações a uma pessoa na rua; em seguida, troca de lugar com outro. Em metade dos casos, o participante (que não sabia da pesquisa) sequer notou a troca, e continuou a conversa como se nada tivesse acontecido.

Os olhos viram, mas o cérebro não guardou a informação.

4. Você é mais tendencioso do que imagina

Existem fenômenos conhecidos como “viéses cognitivos”, falhas que as pessoas cometem quando pensam sobre algo – e, para nosso azar, existem centenas deles.

Um exemplo é a “falácia do apostador“, que é a tendência de acreditar que eventos passados podem influenciar eventos futuros independentes – como achar que, depois de tirar “cara” cinco vezes seguidas no cara ou coroa, com certeza vai tirar “coroa” na próxima jogada.

Existe também o “viés de retrospecto”, que faz a pessoa acreditar que um evento passado aleatório era totalmente previsível (“Ah, eu SABIA que isso ia acontecer!”).

Outro viés é o “efeito da vítima identificável”: temos uma tendência maior a nos importar com crimes em que há poucas vítimas (cujo rosto podemos ver) do que com crimes em que há muitas vítimas (“sem rosto”).

3. Você cria muitos modelos simplistas

Fenômeno agravado pela obrigação social de “ter opinião sobre tudo”, o simplismo é um recurso que usamos com frequência para lidar com assuntos com os quais estamos pouco familiarizados.

Um exemplo clássico é o de acreditar que uma empresa está em péssima situação simplesmente porque o preço de suas ações caiu muito. Quem sabe “mais do que um pouco” sobre economia reconhece que a queda de ações não significa, necessariamente, que uma empresa está faturando pouco ou está a ponto de falir.

Atividade cerebral aumenta momentos antes da morte

Não é segredo que muitas pessoas opinem sobre acontecimentos sem realmente saber o que há por trás deles.

O pior é que isso não acontece apenas em relação a eventos: também podemos ser simplistas em relação a pessoas, pressupondo que elas tomaram determinadas atitudes por causa de traços de sua personalidade (ou, melhor, por causa de traços que acreditamos que elas tenham – egoísmo, preguiça, orgulho, prepotência, generosidade, humildade), e não por conta de fatores externos.

Pensamos, por exemplo, “ah, Fulano não me telefonou porque não se importa comigo” ao invés de “talvez Fulano não tenha me telefonado porque aconteceu algo com ele ou com a família dele”. “Beltrana está atrasada porque é preguiçosa e deve ter acordado tarde” ao invés de “Beltrana provavelmente está atrasada porque ficou ‘presa’ no trânsito”.

Quantas vezes você se surpreendeu com a atitude de alguém porque achava que ela era metida, egoísta ou algo do tipo? O problema não está em enxergar os defeitos alheios, mas em achar que toda uma personalidade pode ser resumida em poucas ações ou palavras.

2. Você não (necessariamente) aprende com seus erros

Em 2009, cientistas do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts – EUA) monitoraram o cérebro de macacos durante uma série de desafios. Resultado: o aprendizado (medido pela formação ou pelo reforço de conexões entre neurônios) era mais intenso quando os animais eram bem-sucedidos, em comparação com os momentos em que falhavam. Por conta da semelhança entre o cérebro dos macacos e o nosso, é possível que esse fenômeno também ocorra com seres humanos.

No lugar de “aprendemos com os nossos erros”, talvez seja mais seguro dizer “aprendemos com nossas tentativas” (supondo, claro, que vamos evitar cometer os mesmos erros mais de uma vez).

1. Você tem excesso de autoconfiança

Certa vez, o célebre cientista Charles Darwin disse que “a ignorância gera confiança com mais frequência do que o conhecimento”. Esse fenômeno, conhecido no meio acadêmico como “efeito Dunning-Kruger”, faz com que uma pessoa, justamente por falta de conhecimento, acredite que é melhor numa atividade do que de fato é, e não note suas próprias falhas. É como não saber as regras de um jogo, mas acreditar que é um bom jogador.

Para piorar, o excesso de confiança também pode atingir pessoas que são muito boas no que fazem: com o passar do tempo, um médico ou um piloto de avião, por exemplo, podem abandonar certas medidas de cautela que adotavam quando eram menos experientes.

O melhor remédio para esse problema é a adoção de protocolos e checklists – um dos segredos por trás do baixo número de acidentes aéreos (centenas de detalhe são verificados antes, durante e após os voos, para evitar falhas). Pode ser chato (especialmente ao longo do tempo), mas é seguro. [Cracked]

*Por Guilherme de Souza

 

 

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*Fonte:  hypescience

Pessoas que se gabam de seu intelecto sabem menos do que pensam

Ninguém gosta de um sabichão. Além de ser chato, uma nova pesquisa agora nos dá mais um motivo para fazer cara feia para essas pessoas: elas literalmente não sabem tanto quanto pensam que sabem.

Liderado pela psicóloga Elizabeth J. Krumrei-Mancuso, da Universidade Pepperdine (EUA), o estudo mostrou que pessoas que são capazes de admitir que seus próprios conhecimentos e opiniões podem não estar corretos são, na verdade, mais bem informadas.

Humildade versus arrogância intelectual

A ideia da pesquisa era examinar o conceito de “humildade intelectual”, ou seja, saber aceitar falhas intelectuais de uma forma aberta e equilibrada.

O oposto de tal humildade é o excesso de confiança intelectual: ter certeza de que você está certo sobre as coisas.

Enquanto a confiança é boa, o excesso de confiança pode realmente ser um problema para o conhecimento que você tem certeza de que possui.

“A pesquisa demonstra que aqueles que acreditam que seu conhecimento é certo são susceptíveis de tirar conclusões definitivas incorretas de evidências ambíguas”, Krumrei-Mancuso e seus coautores explicam em um artigo. “Ou seja, os indivíduos tendem a distorcer as informações para se ajustarem às suas crenças epistemológicas, o que pode afetar sua interpretação da informação e aquisição de conhecimento”.

O lado “ruim” da humildade

Quando se trata de crenças, as pessoas tendem a apreciar aqueles que possuem mente aberta. Ao mesmo tempo, também podem ver esses indivíduos que não têm certeza sobre suas crenças como fracos, ou aqueles que mudam seu ponto de vista como instáveis ​​ou manipuladores.

A nova pesquisa foi motivada por um desejo de compreender o valor potencial dessa humildade intelectual. Será que nos beneficia ou nos atrapalha?
O estudo

Krumrei-Mancuso e sua equipe realizaram cinco experimentos separados envolvendo quase 1.200 participantes, projetados para examinar os vários elos entre a humildade intelectual e o aprendizado.

Os participantes foram questionados e classificados em uma escala de humildade intelectual desenvolvida pelos pesquisadores, que avaliou, entre outras coisas, atitudes excessivas de superioridade intelectual e abertura intelectual (como estar aberto a aprender com os outros).

Em última análise, os resultados mostraram que a humildade intelectual parece ter um efeito misto na capacidade das pessoas de adquirir conhecimento.

Ser intelectualmente humilde foi associado a melhores pontuações em um teste que avaliou o conhecimento geral, mas não parecia estar relacionado à capacidade cognitiva dos participantes.

 

Conhecimentos adquiridos

O fato de que a humildade intelectual estava ligada ao conhecimento geral, mas não à capacidade cognitiva, pode sugerir que essa humildade está associada à inteligência cristalizada (habilidades e conhecimentos aprendidos), mas não à inteligência fluida (capacidade de resolver problemas).

De qualquer forma, a humildade intelectual está associada a uma avaliação mais precisa do conhecimento geral de alguém – os menos humildes pensavam que sabiam mais do que realmente sabiam.

“Isto é, saber (e estar disposto a admitir) o que você não tem certeza pode ser o primeiro passo para buscar novos conhecimentos”, explicou Krumrei-Mancuso.

Possíveis desvantagens

A humildade intelectual também pode vir com alguns problemas. Em um dos estudos, o traço foi relacionado a ter uma média de notas mais baixa. Não está totalmente claro por que isso acontece, mas os pesquisadores supõem que a escolha dos participantes, que incluiu alunos formados “com louvores”, possa ter afetado os resultados de alguma forma.

Outra descoberta foi que pessoas intelectualmente humildes subestimaram sua capacidade cognitiva. Isso pode ser ruim para elas, que poderiam se beneficiar de acreditar mais em si.

No geral, os pesquisadores reconhecem que mais estudos precisam ser feitos para entender como a humildade intelectual afeta o conhecimento, a cognição e nossa capacidade de aprender coisas novas, mas esses dados iniciais já são importantes, uma vez que a humildade pode ter um efeito mais amplo sobre a sociedade como um todo.

“A humildade intelectual pode contribuir para os bens sociais de várias maneiras. Vai além das percepções das opiniões e das pessoas, o que tem implicações para as atitudes sociais e, possivelmente, para os comportamentos sociais. Isso pode ajudar muito as pessoas a tratarem os outros com civilidade e benevolência, mesmo diante de divergências persistentes”, argumentou Krumrei-Mancuso.

As descobertas do estudo foram relatadas em um artigo publicado na revista científica The Journal of Positive Psychology. [ScienceAlert]

*Por Natasha Romanzoti

 

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*Fonte: hypescience

Seja inadequado, porque não se adequar a uma sociedade doente é uma virtude

A vida contemporânea cheia de regras e adestramento fez com que houvesse uma padronização completa das pessoas, de tal maneira que todos se comportam do mesmo modo, falam das mesmas coisas, se vestem mais ou menos do mesmo jeito, possuem as mesmas ambições, compartilham dos mesmos sonhos, etc.

Ou seja, as particularidades, as idiossincrasias, aquilo que os indivíduos possuem de único, inexistem diante de um mundo tão pragmático e controlado.

Vivemos engaiolados, tendo sempre que seguir o padrão, que se encaixar em normas pré-determinadas, como se fôssemos todos iguais. Sendo assim, a vida acaba se transformando em uma grande linha de produção, em que todos têm que fazer as mesmas coisas, ao mesmo tempo e no mesmo ritmo, de modo a tornar todos iguais, sem qualquer peculiaridade que possa definir um indivíduo de outro e, por conseguinte, torná-lo especial em relação aos demais.

Somos enjaulados em vidas superficiais e nos tornamos seres superficiais, totalmente desinteressantes, inclusive, para nós mesmos. Sempre conversamos sobre as mesmas coisas com quer que seja, ouvindo respostas programadas pelo padrão, o qual nos torna seres adequados à vida em sociedade.

Entretanto, para que serve uma adequação que transforma todos em um exército de pessoas completamente iguais e chatas, que procuram sucesso econômico, enquanto suas vidas mergulham em depressões?

Qual o sentido de adequar-se a uma sociedade que mata sonhos, porque eles simplesmente não se encaixam no padrão? Uma sociedade que prefere teatralizar a felicidade a permitir que cada um encontre as suas próprias felicidades. Uma sociedade que possui a obrigação de sorrir o tempo inteiro, porque não se pode jamais demonstrar fraqueza. Uma sociedade que retira a inteligência das perguntas, para que nos contentemos com respostas rasas. Então, por que se adequar?

Os nossos cobertores já estão ensopados com os nossos choros durante a madrugada. O choro silencioso para que ninguém saiba o quanto estamos sofrendo. Para manter a farsa de que estamos felizes. Para fazer com que mentiras soem como verdade, enquanto, na verdade, não temos sequer vontade de levantar das nossas camas.

O pior de tudo isso é que preferimos vidas de silencioso desespero a romper com as amarras que nos aprisionam e nos distanciam daquilo que grita dentro de nós, esperando aflitamente que o escutemos, a fim de que sejamos nós mesmos pelo menos uma vez na vida sem a preocupação de agradar aos outros.

Somos uma geração com medo de assumir as rédeas das próprias vidas. E, assim, temos permitido que outros sejam protagonistas destas. É preciso coragem para retomá-las e viver segundo aquilo que arde dentro de nós, mesmo que sejamos vistos como loucos, pois só assim conseguiremos sair das depressões que nos encontramos.

É preciso sacudir as gaiolas, já que, como diz Alain de Botton: “As pessoas só ficam realmente interessantes quando começam a sacudir as grades de suas gaiolas”. E, sobretudo, é preciso ser inadequado, porque não se adequar a uma sociedade doente é uma virtude.

*Por Erik Morais

 

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*Fonte: contioutra

Elimine de sua vida o hábito de reclamar. É a gratidão que vai transformar a sua vida Por Pensador Anônimo

Quem vive lamentando está gerando uma energia contrária ao sucesso e à felicidade.

Ser grato pode ser uma ferramenta poderosa para transformar a sua vida.

Somos um corpo energético, cada molécula do corpo humano na verdade é uma vibração de energia. O átomo quando muda o seu estado, está absorvendo e emitindo frequências eletromagnéticas. Hoje já se sabe que diferentes estados de emoção, percepção e sentimentos resultam em diferentes frequências eletromagnéticas.

Reclamar da vida e dos outros, causa insatisfação geral e cria um campo magnético na mesma frequência, atraindo pessoas e situações que trazem mais insatisfação e desconforto. Assim trabalha o universo, pois traz em retorno aquilo que emitimos.

Elimine de sua vida o hábito de olhar o lado ruim das pessoas e das situações. É possível que, hoje, você veja seus obstáculos e tenha se tornado um especialista em reclamar e não em agradecer. Por isso, não consegue deixar de falar da crise financeira, das pessoas que o machucam e das frustrações da vida.

Ser grato auxilia a reduzir o estresse, a ansiedade e a depressão. Ameniza as situações adversas, deixando-as mais leves, além de provocar o sentimento de valor ao que se tem, e menos frustração pelo que não tem.

Quando nos concentramos no que nos falta, nós criamos bloqueios e limitações. Ficamos aprisionados pela vibração da nossa energia negativa. Como resultado, nós atraímos o que pensamos, o que neste caso é a negatividade.

Comece a observar as pequenas coisas a sua volta, muitas delas são fundamentais para sua sobrevivência. O ar que você respira, a água, o sol, a chuva, o dia, a noite, etc. Você já agradeceu por isso hoje? Não fique esperando acontecimentos espetaculares para sentir gratidão, seja grato pelas pequenas coisas do seu dia a dia.

A gratidão torna a vida mais alegre, agradável e gloriosa. E ela precisa ser cultivada e expressa, mesmo em situações aparentemente desfavoráveis.

Mesmo que a nossa volta pareçam existir milhares de motivos para reclamações, devemos olhar por outro foco e assim encontrar motivos para ser gratos.

A gratidão é uma das mais poderosas ferramentas para elevar a vibração que você pode praticar. Um exercício fundamental para o seu crescimento é ser grato por pessoas e situações em sua vida que o tiram do sério e o irritam. Descubra por que irritam tanto. Considere a possibilidade de que eles podem estar agindo como um espelho para mostrar aspectos de si mesmo que precisa mudar.

O que nós precisamos saber é que todos temos potencial, inteligência, energia e capacidade para sermos felizes. Mas precisamos dar os comandos corretos para nossa mente, para que ela possa acionar nossos talentos mais apropriados em cada situação, tornando-nos o mais eficientes, mais plenos, mais inteiros em cada um dos projetos a que nos propusermos realizar.

Um dos principais ingredientes da felicidade é sermos grato por tudo aquilo que temos e pelas pessoas que enriquecem as nossas vidas.

 

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*Fonte: pensadoranonimo

Os cérebros estão ocos. A empatia foi pro saco. A tolerância virou algo descartável

No tutorial de hoje vamos ensinar a construir relações com baixo limiar de tolerância. Você vai precisar de cola, barbante, cartolina, caneta e tesoura sem ponta. Recorte a cartolina em formato retangular e cole o barbante formando um cordão. Escreva em letras garrafais “RESPEITO É BOM E EU GOSTO”. Coloque no pescoço e use na rua, em casa e no trabalho focando exclusivamente no que você acredita merecer e ignorando quem à sua volta anseia pelo mesmo. Simples e prático: está pronto o mecanismo que tem nos tornado cada vez mais alheios ao outro, submersos em egocentrismo mimado.

Escutamos desde cedo que o nosso direito termina quando começa o do outro. Sempre achei essa máxima um tanto furada. Criança, pensava como havia sido relapsa a pessoa que elaborou tal teoria, sem ao menos nos deixar mapeadas as delimitações dessa suposta fronteira. Eu, por exemplo, achava que ao xingar meu irmão ele tinha o direito de replicar a injúria na mesma moeda. Ele, por sua vez, sentia-se credenciado a reagir com pontapés aos meus desaforos. “É desproporcional” eu gritava, pedindo socorro à minha mãe, que punia ambos nos tirando a TV. Meu irmão acreditava ter sido injustiçado, afinal quem começou merecia o pior castigo. Eu não me conformava com a equidade de tratamento dispensada a xingamentos e chutes. Minha mãe não tinha dúvidas de que estava certa. Três cabeças, três sentenças, e eu ainda procurando a demarcação desse limite que estipula até onde cada um pode ir.

Em uma sala pequena, entre pessoas da mesma família, com criação e valores semelhantes, eu já percebia a complexidade inerente ao convívio. Acomodar de maneira minimamente respeitosa nossas crenças, comportamentos e ideologias em uma sociedade multifacetada, portanto, não é tarefa das mais fáceis. Nós caminhamos desejando ser bons, mas tropeçamos em nossos próprios preconceitos. Falhamos no propósito de ser mais complacentes com aquilo que é estranho ao nosso mundo, mergulhados em ideais rígidos do que é certo ou errado. De repente nos vemos no meio de um fogo cruzado, munidos do desejo incontrolável de provar que temos razão, feridos pela fúria dos que tentam o mesmo do lado oposto.

A falta de maleabilidade com causas que destoam das nossas tem edificado muros entre nós — simbolicamente tão perigosos quanto aquele que criticamos do alto de nossa poltrona enquanto assistimos ao jornal. Alimentamos um misto de má vontade com ego inflado, de prepotência com apreço pelo confronto, de indisposição em ouvir com necessidade de falar e chegamos ao inevitável desfecho: culturas, vontades e histórias atropeladas pelo trator da intransigência. Porque olhar os outros com olhos menos severos dá trabalho. E, tragicamente, tripudiar muitas vezes dá prazer.

Eu não sei mensurar se machuca mais não ter a quimioterapia tratada com dignidade por conta de um turbante ou ver um símbolo de luta contra a subjugação do seu povo ser banalizado. Não sei dimensionar dor, categorizar discussões como quem coloca etiqueta em potes de plástico. Não sei se grafite é arte, se comprar cachorro é monstruosidade, se fui mais lesada pela direita ou pela esquerda. Se não há consenso sequer sobre se o vestido é azul e preto ou branco e dourado, como esperar um olhar linear sobre todas as subjetividades que nos cercam? Mas é preciso um pouco de disponibilidade em compreender as pessoas e toda a carga de vida que as acompanha. Enquanto insistirmos em pisotear aqueles que fogem dos padrões que sacramentamos como corretos, perdemos humanidade. A empatia respira por aparelhos. Mas é possível que se recupere.

*Por Larissa Bittar

 

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*Fonte: revistabula