Se você quer ser uma pessoa melhor, antes de falar escute!

Se você quer ser uma pessoa melhor, antes de falar, escute!

Para manter boas relações no ambiente social, trabalho e vida familiar, é fundamental saber escutar. Será que você tem essa capacidade desenvolvida tanto quanto necessita?

Se você parar para pensar, há uma série de provérbios que falam sobre a importância de saber escutar. Nos comunicamos o tempo inteiro, mas poucas pessoas sabem, de fato, escutar.

Isso porque nem sempre é uma tarefa fácil; vai muito além de parar de falar e receber as palavras que estão sendo ditas pela outra pessoa.

ESCUTE MAIS E FALE MENOS, QUANDO VOCÊ ESCUTA, VOCÊ APRENDE, E QUANDO VOCÊ FALA VOCÊ REPETE O QUE VOCÊ JÁ SABE.

O ser humano tende a gostar muito mais de dar opiniões do que de escutá-las. E um dos erros mais habituais é aproveitar o relato de uma pessoa para complementar com uma experiência própria, algo muito distante da definição de “saber escutar”.

Isso acontece com você?

Quantas vezes, enquanto alguém te explicava algo, você estava escutando sua voz interior, pensando na resposta que você daria ou em outras coisas mais importantes para você naquele momento, como a lista da compra ou o que precisava fazer no fim de semana?

Quando você se comporta assim, você só está escutando a si mesmo, tampouco está sabendo escutar.

Lembre-se: saber escutar é fundamental para fortalecer conexões, melhorar a relação com quem nos cerca, crescer pessoal e profissionalmente.

Se você deseja ser uma pessoa melhor, siga esses passos e aprenda a escutar:

1) Ofereça sua atenção integral
Quando você se disponibiliza a escutar alguém é importante que esteja disposto a dedicar toda a sua atenção àquela pessoa durante alguns minutos.

2) Mantenha contato visual
O contato visual é um elemento indispensável para demonstrar atenção e uma postura receptiva.

3) Não interrompa
Para ser um bom ouvinte é fundamental saber que o mais importante é o que está sendo dito, por isso não devem haver interrupções.

4) Não banalize o relato
Cada pessoa tem sua subjetividade, uma forma de estabelecer o que é importante, angustiante, emocionante, fonte de alegria, de nervosismo, etc.

Por isso, não escute tentando interpretar os fatos segundo os seus próprios padrões, porque isso poderia levar você a cometer um dos piores erros: banalizar a história do outro.

5) Evite falar de você

UM BOM OUVINTE SE CENTRA NA EXPERIÊNCIA DO OUTRO, NÃO NA SUA PRÓPRIA.

Absorve a lição e agrega a sua vida o que foi aprendido. Ao fazer isso, ele aprende, e se torna a cada dia que se abre para escutar, ainda mais sábio.

FALAR DEMAIS É SINAL DE IGNORÂNCIA, E ESCUTAR, DE SABEDORIA.

Se você acha muito difícil escutar, e a todo momento, sente que precisa FALAR, expressar a sua opinião, você vive em profundo sofrimento.

Falar demais, sem escutar é sinal de que você sente uma profunda dor, para superar essa dor você precisa de ajuda!

*DA REDAÇÃO RH. Texto de Robson Hamuche, idealizador do Resiliência Humana, terapeuta transpessoal e Constelador Familiar.
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*Fonte: resilienciamag

Algumas pessoas nos fazem sentir que já as conhecemos de outras vidas!

Algumas pessoas nos fazem sentir que já as conhecemos de outras vidas!

Vocês já conheceram alguém e assim que vocês bateram os olhos nela sentiram algo inexplicável? Como se vocês já se conhecem antes ou em outras vidas?

Os sentimentos variam entre paz extraordinária, admiração sem precedentes, paixão arrebatadora e amor à primeira vista ou, até mesmo, um sentimento contrário nasce na gente, uma pontinha injustificável de ódio, quando sentimos que o “santo não bate”.

Esse sentimento a primeira vista pode surgir por um novo colega de trabalho, por um novo membro da família, ou até mesmo por um estranho que cruzou o nosso caminho e nem sequer conhecemos direito.

Geralmente, essas pessoas nos impressionam tanto, que a primeira impressão é a que acaba ficando.

Elas se transformam em grandes amigos, num verdadeiro amor, ou então em um desafeto em potencial.

Mas o melhor mesmo é quando elas se tornam pessoas insubstituíveis por serem pessoas tão especiais e inesquecíveis.

Bom mesmo é quando elas plantam em nós as suas sementes de amor e nos deixam seus legados de afeto.

Bom mesmo é quando elas se tornam um belo exemplo de vida ou prestam uma ajuda espontânea, vão com a nossa cara de graça, e são capazes de agregar um grande valor em nossas vidas.

Existe um imenso mistério nas afinidades da vida, é um verdadeiro encanto o que nos prende ou nos afasta.

Caso à não afinidade aconteça à primeira vista, nesse caso, qualquer tentativa de agradar pode se tornar desgastante e em vão, mas existem exceções à regra, casos extraordinários de pessoas que foram pré-julgadas e após um período de convivência, conseguiram desfazer má impressão do início.

Há, no entanto, a possibilidade de nascer ali uma grande amizade.

Esse sentimento de que já conhecemos aquela pessoa de algum lugar é natural e recorrente, mas existe explicação para isso?

Não conseguimos explicar porque isso acontece, mas sabemos e temos muitos exemplos de pessoas que surgiram do nada em nossa vida e mudaram tudo para melhor, como se já estivessem nela há muito tempo. Chegamos até a pensar que as conhecemos de outra vida, mas não temos como comprovar essa tese, porém, é exatamente o que parece.

Independentemente de a conexão foi de afinidade positiva ou repulsiva, podemos notar que essa sensação interna se manifesta em todos nós intensamente.

A partir dessa sensação, podemos escolher nos aproximar e viver essa dádiva, pode-se escolher viver essa dádiva de exuberante alegria ou recusar quando a intuição alertar sofrimento à vista.

Estudos em psicologia mostram que a primeira impressão é a que fica e esta é dificilmente desfeita.

Se queremos construir boas relações precisamos nos atentar para a impressão que causamos em um contato inicial, e entender que causar uma boa primeira impressão é imprescindível em qualquer área da vida.

Se você deseja causar uma boa impressão por onde for, seja gentil, ouça mais e fale menos, tenha atitudes empáticas, coloque o seu ponto de vista e respeite a opinião do outro, cuide da sua aparência, seja simpático, educado, generoso, pontual e não julgue de modo a parecer inconveniente. Aprenda a se colocar no lugar do outro e seja prestativo, não invasivo.

Psicólogos do mundo todo concordam que apenas 30 segundos bastam para causar um impacto positivo no outro, assim que conhecemos alguém. Especialistas afirmam que este tempo é suficiente para deixar uma emoção ou sentimento psicológico na mente de um ser humano.

É no primeiro contato que passamos credibilidade. A confiança adquirida, ou não, neste primeiro momento será importante para o futuro dessa relação. Essa informação vale para todas as áreas da nossa vida.

Existem pessoas que nos reconhecem no primeiro olhar e que parecem fazer parte da nossa vida e conhecer a nossa história mesmo que não tenhamos dito uma palavra. Mas existem outras que dificilmente conseguimos nos conectar, e a máxima dos 30 segundos precisará ser aplicada a elas.

Por tanto, esteja atento para saber diferenciar uma pessoa da outra, e entenda que essas pessoas que parecemos conhecer de outras vidas são raras!

Valorize essas pessoas, esteja presente na vida delas, e as mantenha sempre por perto. No entanto, não pense que todos te entenderão, todos te aceitaram exatamente como você é. Sempre aparecerão na sua vida aqueles que não conseguem te decifrar, e que irão te julgar a primeira vista.

Tenha cuidado nos primeiros 30 segundos, e redobre o cuidado nas próximas horas para não se deixar levar por falsas aparências.

Se preocupe em mostrar o que você tem de melhor, e se apresente com os seus defeitos de forma autentica, a sua verdade sempre será melhor aceita do que um personagem que você inventar só para ser aceito.

Para encerrar este texto cito a frase de Tom Peters, uma das maiores autoridades no assunto:

“Você nunca terá uma segunda chance de causar uma primeira boa impressão.”


*Por Idelma da Costa

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*Fonte: seuamigoguru

Pandemia criará tsunami de desmotivação e faltas ao trabalho, alerta psicóloga

“Há muitas reclamações de esgotamento porque achávamos que a pandemia seria uma corrida de velocidade, não uma maratona.”

É assim que Elke Van Hoof, professora de Psicologia da Saúde na Universidade de Vrije, em Bruxelas, e especialista em estresse e trauma, define a pandemia do coronavírus.

Van Hoof conversou inicialmente com a BBC News Mundo quase um ano atrás, quando disse que o mundo viveria “o maior experimento psicológico da história”, devido ao confinamento causado pela pandemia da covid-19. O resultado, porém, é que demonstramos “mais resiliência do que imaginávamos”, agrega ela agora.

Mas a pesquisadora alerta que essa resiliência está em declínio e que o absenteísmo (falta de funcionários no trabalho) é esperado no longo prazo, embora ainda haja esperança de contê-lo.

BBC News Mundo – Quase um ano atrás, você disse que o confinamento seria o maior experimento psicológico da história e que pagaríamos o preço. Nós pagamos? Ainda estamos pagando?

Elke Van Hoof – Acho que uma das principais descobertas é que nós, como humanos, temos muito mais capacidade de resiliência do que imaginávamos.

Portanto, o que vemos na população em geral é que permanecemos firmes.

Claro, há muitas reclamações por cansaço porque todos pensávamos que a pandemia global seria uma corrida de velocidade e agora parece uma maratona sem fim.

Estamos todos nos exaurindo lentamente e isso se mostra em pesquisas com queixas relacionadas ao estresse, incluindo sentimentos de depressão e ansiedade por causa do medo de possíveis problemas de longo prazo relacionados à covid-19 que as pessoas sentem.

Existem altos níveis de languidez (diminuição do ânimo). Mas quem está pagando um preço ainda maior são aqueles que tinham algum tipo de vulnerabilidade antes da pandemia. Seja porque tiveram um diagnóstico psiquiátrico ou outro problema, eles estão realmente sofrendo.

BBC – Como as pessoas responderam psicologicamente a um ano de pandemia?

Hoof – A população em geral continua firme.

Antes da pandemia, em 2019, vimos que 1 em cada 3 pessoas estava indo bem, e agora, em março de 2021, vemos que apenas 1 em cada 5 pessoas ainda pode ir bem. Isso significa que há uma redução na resiliência.

Mas também nos mantemos firmes porque as faltas ao trabalho ainda não estão aumentando, o que é surpreendente.

Em nossa pesquisa, vemos que existem mais fatores de risco que uma pessoa pode enfrentar quando sofre de algum tipo de transtorno relacionado ao estresse e doença de longa duração.

Os profissionais de saúde estão realmente pagando o preço de estar na linha de frente há mais de um ano. Mas não só porque estão lá, mas também porque não se sentem mais amparados pela população em geral, que tem dificuldade em manter as medidas, que podem ser bastante restritivas.

É de se esperar que todo mundo esteja começando a se cansar dessa pandemia global, mas os profissionais de saúde precisam continuar trabalhando duro, e não se sentem tão apoiados. Essa é uma carga emocional que aumenta a exaustão.

Existem outros fatores de risco: as pessoas temem a covid-19. Falamos, por exemplo, de pais solteiros e de pessoas que possuem sistemas familiares complexos, além daqueles que já tiveram algum tipo de diagnóstico psicológico ou psiquiátrico prévio.

Também tendemos a ver que, quanto mais fatores de risco uma pessoa tem, maior a chance de ela sofrer de transtornos relacionados ao estresse e ter experiências traumáticas, mesmo a longo prazo.

Nosso conselho é que devemos abordar os fatores de risco porque eles são o que chamamos de cumulativos e multiplicativos. Por isso, é importante detectá-los e gerenciá-los.

Então, se você me perguntar, estamos pagando um preço? Sim, estamos e há mais por vir, porque ainda estamos na pandemia.

O que expliquei há um ano é que haverá alguns problemas de resposta tardia que ainda não são visíveis, mas eles virão.

Embora haja alguns sinais de alerta, eles ainda são bastante controláveis ​​no momento, mas sabemos disso por experiências anteriores.

Por exemplo, uma grande crise econômica no início dos anos 2000 nos mostrou que a resposta tardia é inevitável e que ainda não aconteceu.

BBC – Quais seriam essas respostas tardias que ainda podemos enfrentar?

Hoof – Acredito que um dos principais problemas que esperamos é a falta ao trabalho a longo prazo.

As pessoas cairão devido ao esgotamento e transtornos relacionados ao estresse, que chamamos de languidez ou esgotamento do coronavírus (coronavirus burnout), em alguns países.

As empresas também estão sofrendo com isso. Estão ficando sem maneiras criativas de inspirar as pessoas novamente e recarregar sua resiliência para enfrentar aquele enorme aumento do absenteísmo que vimos no passado e que sabemos que vai acontecer novamente.

Mas já que sabemos que isso acontecerá, há esperança. Podemos antecipar esse tsunami de faltas ao trabalho.

Meu conselho para as empresas é que se preparem para quando as pessoas começarem a se ausentar por longos prazos.

Certifique-se de ter um plano de respaldo para manter a continuidade do trabalho, mas também que você já criou um bom plano de retorno ao trabalho. Porque vemos na pesquisa que, a nível social, se existem políticas que incluem um retorno sólido ao trabalho, há menos absenteísmo no trabalho após uma crise.

Agora é a hora de investir em uma política de retorno ao trabalho muito boa, a fim de estar preparado para aquela ausência prolongada que aparecerá em todos os lugares.

BBC – O que aprendemos sobre nossa saúde mental neste momento especial e crítico de nossas vidas?

Hoof- Acredito que a saúde mental ainda seja considerada um luxo, uma mercadoria para poucos.

Se eu analisar a gestão global desta pandemia, ainda sinto que não estamos tratando da saúde mental como deveríamos.

As pessoas estão sofrendo para manter as medidas rígidas que todos devemos seguir para vencer e enfrentar esta pandemia. Claro, isso reduz a motivação delas.

Mas isso também se deve ao fato de que não estamos lidando com saúde mental. Não estamos investindo em inspirar as pessoas a tentarem dar-lhes ferramentas para manter sua saúde mental.

Para mim, a ideia mais importante de um ano neste enorme experimento psicológico, é que pensei que já estávamos entrando em um modelo biopsicossocial de abordagem de problemas. Mas acho que não.

Esta pandemia é tratada de uma perspectiva médica muito mais do que de uma perspectiva de saúde mental e isso vai nos custar caro.

BBC – Que oportunidades a pandemia nos oferece?

Hoof – A maior oportunidade é dar importância à saúde mental e também enfatizar a efetiva qualidade de vida.

O lado positivo está no fato de que sempre podemos mudar a maneira como lidamos com essa pandemia.

Acho que também podemos refletir sobre como queremos que seja o futuro.

Já estamos fartos, mas se conseguirmos manter essa flexibilidade do home office, temos uma grande oportunidade de termos uma sociedade muito mais inclusiva.

Existe a oportunidade de uma maior participação das pessoas em situação de vulnerabilidade, incluindo essas pessoas que estão em casa há muito tempo.

Vejo muitas oportunidades para definir esse grande “Novo Mundo”, em que todos queremos viver. Mas também vejo sinais de que alguns países não estão levando isso muito a sério.

Eles ainda estão vendo a saúde mental como um luxo, como um bem para quando têm tempo de sobra, e não acho que seja um bom caminho a seguir.

BBC – Há algo positivo com que você, como psicóloga, tenha se surpreendido neste ano?

Hoof – Acho que o ponto positivo foi durante a primeira fase do confinamento em vários países.

Muitos trabalhadores romantizaram o trabalho remoto e conseguiram respirar um pouco de ar fresco porque o mundo ficou mais lento.

Pessoas que de repente disseram: “Uau, tenho mais tempo com meus filhos, posso começar um novo hobby.”

Achei que as pessoas ficariam muito mais estressadas e, nas primeiras fases do confinamento, estavam mais relaxadas do que nunca.

Claro, devido à grande persistência desta pandemia, perdemos essa vantagem.

Acredito que os governos perderam essa oportunidade. Perdemos a motivação, mas também o empenho das pessoas porque não as incluímos, não as ouvimos.

Também algo que realmente me surpreendeu, e que é negativo, é o medo da morte.

Perdemos tantas vidas para a covid-19 que muitos não conseguiram dizer adeus. Na maior parte das vezes, isso só foi possível por meio de smartphones, devido aos riscos de contágio.

Muitas pessoas morreram sozinhas. Muitas famílias que perderam alguém não conseguiram viver o luto como deveriam.

Meu conselho a todos os países é que instalem monumentos para lembrar todos aqueles que morreram, onde as pessoas possam refletir e que as famílias saibam que seus entes queridos não são esquecidos.

Não sabia que tínhamos medo da morte assim e que, na verdade, estamos relatando as perdas, mas não estamos reconhecendo a dor que as acompanha.

BBC – Parece que ainda temos um longo caminho a percorrer nesta pandemia. Algum conselho para nossa futura saúde mental?

Hoof – Acho que um bom conselho para nossa saúde mental é cuidar de nós mesmos e ter um bom estilo de vida, incluindo níveis suficientes de exercício.

Mas uma das principais dicas que quero compartilhar é ajudarmos uns aos outros.

Se você encontrar alguém e disser “olá”, reserve um tempo para perguntar: “Como vai você?” Higienize as mãos e pegue nas mãos das pessoas. Seja gentil e atencioso. Envie cartões para alguém. Faça algum trabalho voluntário em sua comunidade.

Se você tiver um momento de sobra, ligue para os centros de idosos e pergunte se você pode falar com alguém que não recebe visitas. É para eles que realmente precisamos mostrar que estamos cuidando uns dos outros.

Não cuide apenas de si mesmo, mas invista no cuidado das outras pessoas porque isso também nos ajuda.

Isso dará nossos níveis de bem-estar de uma forma muito mais sustentável.

*Por Analia Llorente

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*Fonte: bbc-brasil

Os quatro C’s para encontrar a felicidade em vez do prazer

Que alegria. Meses economizando dinheiro e finalmente ele é seu. Exceto massagem nos pés, faz de tudo. E pudera, com o dinheiro que custou. Mas ali está, tão elegante, tão novo. O smartphone de último modelo. Ou o carro. Ou o casaco. O capricho. A sensação de felicidade é inenarrável. Entorpece, preenche. Mas é felicidade? Os especialistas afirmam que não. Que isso que você sente é prazer, e que o prazer é efêmero. Porque, rapidamente, lançarão uma versão melhor do seu celular, um modelo mais completo do seu carro ou você encontrará um casaco mais bonito em qualquer loja, devolvendo-o ao ponto de partida. E, como se não fosse o bastante, começará a não saber o que é a verdadeira felicidade.

Contra a ditadura do bem-estar

Um assunto desagradável. “O prazer está relacionado com as sensações cruas, pontuais, à flor da pele, e por isso, tem uma duração muito curta”, explica Rosana Pereira, psicóloga do escritório Haztúa e especialista em psicologia positiva e gestão dos sentimentos, que completa: “Ao contrário, a felicidade é uma forma de vida em médio e longo prazo”.

Os dois estados são determinados pelos hormônios; a dopamina, neurotransmissor que desencadeia no cérebro as sensações de euforia e recompensa, é o motor do prazer, enquanto a serotonina, relacionada com a calma e a satisfação, é responsável pela sensação de felicidade. Mas — e agora vem o problema — a dopamina suprime a serotonina, ou, colocando de outra maneira, a busca do prazer pelo prazer nos afasta da felicidade autêntica.

Logo, tantas horas felizes em bares e tantos emoticons sorridentes revelam-se como manchas na procura do bem-estar momentâneo, que acostumam mal o indivíduo e colocam pedras no caminho da felicidade real. “A sociedade atual está focada unicamente no prazer, na satisfação em curto prazo, em não ter que dar nada em troca”, afirma Pereira, que aponta para a raiz do problema de muitas pessoas frustradas e deprimidas.

Pereira explica também o conceito de roda hedônica, a capacidade do ser humano de se adaptar ao prazer pelo prazer: “Como se fosse uma droga, cada vez mais precisamos de mais para experimentar o mesmo nível de bem estar”, afirma, e exemplifica com as primeiras saídas com os amigos na adolescência. Naquele momento, qualquer plano era uma caravana de novas sensações agradáveis; ir ao cinema, tomar um refrigerante… tudo valia. Prazer em estado puro. Mas, conforme o tempo passa, os planos precisam ser mais elaborados para conseguirmos desfrutar.


Frente ao hedonismo vazio, os quatro C’s

O americano especialista em saúde e bem estar Robert Lustig tem uma proposta para redirecionar e ordenar a dicotomia prazer-felicidade. Em seu livro, The Hacking Of The American Mind — algo como O saque da mentalidade americana ­—, o cientista investigou a dependência da dopamina e o hedonismo e propõe um caminho alternativo para abandonar a busca pela felicidade por meio de ações que, na verdade, sabotam as possibilidades de alcançá-la. E estabelece um plano em torno de quatro C’s: conectar, contribuir, cuidar-se e cozinhar.

Em primeiro lugar, encoraja a conexão com o mundo, mas de verdade. Nada de consultar o Facebook compulsivamente para estar em dia com as vidas das pessoas que não nos importam, nem de inundar o Whatsapp com simpáticas bolinhas amarelas de aspecto exultante. Para nos conectarmos de verdade, Lustig advoga relações pessoais, cara a cara, e, como reforça Rosana Pereira, do Haztúa, “a encontrar momentos de qualidade com os outros que nos levem a gerar empatia, um motor básico para a produção de serotonina e, portanto, de felicidade duradoura”.

Lustig também aconselha a contribuir, colaborar, dar algo aos demais sem pedir nada em troca. “Dar ao outro e comprovar como sua contribuição faz as outras pessoas felizes permitem se concentrar internamente, pensar no que se tem e não no que falta”, afirma Pereira. Porque a felicidade, afirma, é dar, enquanto que o prazer é baseado unicamente em receber.

O próximo C: cuidar-se. “É o básico. Se a máquina que o move não tem uma boa manutenção, é difícil que o resto funcione bem”, confirma Pereira, que também encoraja, agora sim, a não demonizar completamente o hedonismo: “A vida não tem que ser sempre sacrifício; por isso, a combinação da felicidade com o prazer encontra aqui o seu melhor ponto”. Por sua vez, Lustig sublinha como a falta de sono e descanso, o estresse ou a sobrecarga de tarefas aumentam o cortisol, motor da depressão. Por isso, convida ao cuidado e a não negligenciar a única pessoa que nos acompanhará, incondicionalmente, a vida inteira: nós mesmos.

Por último, talvez o C mais surpreendente: cozinhar. Novamente, para trabalhar na geração de serotonina. Afirma o especialista que o triptofano presente nos ovos ou nos peixes, os ácidos de gordura omega 3 e a frutose são geradores deste hormônio e, por isso, a cozinha — saudável, equilibrada — é uma prática precursora da felicidade. Ao contrário, a má alimentação é o motor do prazer. “Um hambúrguer industrial, com seus aditivos e potencializadores de sabor, nos dará um forte bem-estar pontual, mas, em longo prazo, levantará uma barreira entre nós e a felicidade”, afirma a psicóloga Pereira.

Mas também não nos tornemos cartuxos

O prazer é visceral; a felicidade, etérea. O prazer é receber; a felicidade, dar. O prazer é individual; a felicidade se compartilha. E o ânimo por se dar prazer é insaciável porque o corpo e a mente sempre querem mais. Um celular melhor, um carro com mais extras, um casaco mais caro. Embora tudo cumpra sua função, novamente, o equilíbrio é a chave: “O prazer não é ruim. Como seria? Fazer um capricho a si mesmo, comer, praticar sexo…o ruim é quando a vida se concentra unicamente neste sentido”, conclui Rosana Pereira.

Por isso, os quatro C’s e alguma permissividade não são um problema. Mas tem que ser pontual, se não quisermos terminar profundamente miseráveis. Como provavelmente terminou morrendo Arístipo de Cirene, discípulo de Sócrates e fundador da corrente filosófica do hedonismo. Sim, certamente desfrutou de maravilhosos banquetes, incríveis orgias e consagrou sua vida com os mais altos [ou baixos] prazeres terrenos. Mas talvez tenha morrido, na opinião dos especialistas, sentindo-se um autêntico miserável.

*Por Alejandro Tovar

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*Fonte: elpais

Ficar de boca fechada: Um dos segredos da vida!

Indivíduos sem um ‘centro’ falam demais, estão sempre prontos a opinar, criticar, espalhar, reproduzir, acrescentar e fomentar falatórios de maneira irrefletida e desorganizada; eles não sabem, mas esta é a maneira mais rápida de se perder totalmente o Poder da Palavra.

Não manter a boca fechada é caminho certo para desperdiçar energia e vitalidade.

Ao ministrar cursos de Oratória, sempre insisto que inexiste melhor mecanismo de se ampliar essa capacidade do que ‘Calar a Boca!’. E manter a boca fechada não significa apenas não proferir palavras a esmo, mas estar atento a como nascem e se processam os pensamentos, a como eles podem ser canalizados e dirigidos favoravelmente.

Não raras vezes, uma ‘língua solta’ vem acompanhada de uma mente tíbia, um raciocínio raso e um temperamento descontrolado.

No Plano Astral, uma pessoa que não domina o Poder da Palavra apresenta-se em uma Aura turbulenta, onde as Forma-Pensamentos giram pra todos os lados sem lei e ordem. São soldados desgovernados, frágeis e completamente desarmados, susceptíveis a qualquer influência ou ataque externo. Trata-se espiritualmente de alguém que, desguarnecido, tende a sentir-se constantemente desanimado, desmotivado, cansado, oprimido e deprimido.

Quem não controla o Falar, não controla o Pensar e portanto não domina o próprio Existir.

Se cuidar e expandir a própria existência é o melhor Serviço que podemos prestar para a humanidade, ‘Calar’ é prática mais proveitosa que podemos aplicar em nossa própria vida.

Quem desenvolve a capacidade de Silenciar aproveita maravilhosas oportunidades de, no mínimo, não falar bobagens.

Parece algo óbvio e fácil mas não o é, a dificuldade em saber a hora de sair de cena, descer do palco e permitir que o Universo termine o espetáculo, é uma das razões para tanto stress e desajustes.

Quando se permite dominar pela ânsia de ‘responder a altura’, dar o troco, fazer-se ouvir, impor-se, gritar mais alto, se fazer presente a todo e qualquer custo vai se criando ‘ralos’ que sugam a Energia Pessoal

Desinstale do coração o hábito de reproduzir acontecimentos desagradáveis, tragédias, desastres e catástrofes; evite mergulhar nas ondas de raiva coletiva, de fofoca comunitária, de falatórios generalizados.

Aprenda a Silenciar.

Silenciar é manter a mente concentrada sobre o que é verdadeiramente importante para si, é abster-se de colocações desnecessárias e dizer apenas aquilo que condiz com o que se deseja ver manifesto no próprio Universo.

Silenciar é ser Grato.

Silenciar é colocar em palavras a Força, a Abundância, o Equilíbrio, a Saúde, a Iluminação, a Felicidade e o Bem.

Silenciar é também brigar pelos direitos, é ir pras ruas e entrar no campo de batalha se necessário for; mas é igualmente saber voltar ao estado de Paz e Centralidade.

Silenciar é a única maneira de adquirir o Poder da Palavra.

*Por Caciano Camilo

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*Fonte: paporetolive

Bauman e a dificuldade de amar – Anna Carolina Pinto

Zygmunt Bauman é autor de inúmeras obras com a palavra líquido em seu título. A noção de liquidez proposta pelo filósofo e sociólogo polonês, falecido no começo desse mês, é aplicada aos mais variados temas como a modernidade, o amor, o medo, a vida e o tempo, expressando a fluidez, isto é, a imensa facilidade com que estes elementos escorrem pelas mãos do homem moderno. A ideia, extraída de “O Manifesto Comunista” de Marx e Engels, vem da célebre afirmação de que tudo que é sólido se desmancha no ar e de que tudo que é sagrado é profanado: assim é a modernidade e sua essência que se alastra pela vida do homem moderno transformando-o não só como indivíduo, mas também como ser relacional.

O primeiro livro do Bauman que li foi “Amor Líquido” o qual, carinhosamente, valendo-me das palavras de Caetano, defino como “um sopapo na cara do fraco”, que me fez e faz, já que essa sorte de questionamento é constante, pensar na forma como nos relacionamos hoje em dia. Um ponto alto do livro, aos meus olhos, é o capítulo no qual Bauman fala sobre a dificuldade de amar o próximo destacando o modo como lidamos com os estranhos. Penso que nessa dificuldade é que se encontra a raiz de tantos dos nossos problemas seja na esfera pessoal ou pública. E é sobre isso que eu gostaria de refletir conjuntamente hoje.

Vivemos em uma sociedade fortemente marcada pelo conflito ser x ter na qual o homem passa a se expressar pelas suas posses, elementos definidores de sua própria identidade, o que reflete na busca por certa conformidade que ceifa a pluralidade de existências e segrega o que é diferente, estranho. O modo como as cidades se dividem é exemplo disso, os nichos considerados seguros são aqueles onde todos se parecem, exacerbando a nossa dificuldade em lidar com os estranhos que passam a ser evitados através de sistemas de segurança, muros, priorização de espaços que assegurem a conformidade de seus freqüentadores como os shoppings e etc. Evitar a todo custo o incômodo de estar na presença de estranhos, começar a enxergar naquele que sequer se sabe o nome um inimigo em potencial e desconfiar de tudo e de todos só é possível graças ao desengajamento e ruptura de laços para o sociólogo polonês.

Se levarmos em conta que amar outra pessoa não é amar o que projetamos nela e sim a sua humanidade e singularidades, não será difícil compreender que o amor é um desafio nos tempos de modernidade líquida. A busca pela felicidade individual nos transforma em tribunais individuais e, na disputa pela sentença a ser proferida, não raro, o que se vê é sair vencedor aquele que se recusa a ouvir o outro. Facilmente, pois, livramo-nos dos compromissos e de tudo aquilo que nos pareça incômodo. Ainda que tão agarrados a nós mesmos, paradoxalmente, é bastante comum que a solidão seja companhia (e problema) constante de quem vive a descartar.

Os muros que construímos ao nosso redor, físicos ou emocionais, têm mesmo esse condão de isolar e criar dois mundos em cada um de seus dois lados: o de dentro e o de fora. O último, espaço cativo dos que nos incomodam- aqui incluídos tanto quem nos relacionamos de forma íntima, quanto aqueles que preferimos distantes, inviabilizados de estar perto, enfim, aniquilados ao prender, matar, limitar a circulação, fixar em zonas periféricas e etc. É que Narciso acha feio tudo que não é espelho, já diria, mais uma vez, o sempre genial Caetano Veloso.

Dessas reflexões que vão (muito) longe e que, por ora, encerro aqui fica sempre uma mensagem muito clara para mim: amar (mesmo) é um ato revolucionário e só ama quem tem coragem o bastante pra lidar com esse desafio porque sabe que, por mais que nem tudo sejam flores, esse amor “sólido” é que nos impulsiona a querermos ser melhores seja como pessoa ou sociedade. Parece distante e utópico, mas está dentro de nós: ame profunda e verdadeiramente. Até quem você não conhece.

*Anna Carolina Cunha Pinto, colunista da Revista Prosa, Verso e Arte, escreve sobre suas percepções do mundo associando-as com conteúdos de Filosofia e Sociologia. Formada em Direito pela Universidade Cândido Mendes, mestranda em Sociologia e Direito pela UFF e apaixonada por filosofia.

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*Fonte: revistaprosaversoearte

Nos relacionamentos, pequenas coisas importam! Faça!

Nos relacionamentos, pequenas coisas importam

1. Pequenos insultos importam.

Elogios indiretos sutis e comentários rudes colocados aqui e ali podem não parecer grande coisa.

Eles podem não parecer motivos para uma separação no início. Mas ele pode fazer alguém crescer em uma direção diferente da sua.

Eles podem fazer alguém parar de confiar em você. Ele pode fazer alguém se sentir desconfortável perto de você, como se não pudesse dizer nada, como se você fosse julgá-lo.

Pequenos insultos, mesmo quando pretendem ser engraçados, podem arruinar o relacionamento. Isso pode fazer seu parceiro se afastar de você. Pode convencê-lo de que podem fazer melhor.

2. Pequenos fragmentos de esforço são importantes.

Pequenos atos de bondade podem ser muito úteis. Grandes gestos românticos são maravilhosos – mas não são a parte mais importante de um relacionamento.

As coisas do dia a dia que você faz são mais importantes. Agarrando a mão de seu parceiro enquanto você dirige.

Abrace-os enquanto você assiste a um filme. Fazendo café pela manhã. Enviando mensagens de boa noite para eles.

Perguntando como estão seus amigos e familiares. Comprando seus lanches favoritos quando você vai às compras. Essas pequenas coisas se somam. Eles tornam um relacionamento mais forte.

3. Pequenos compromissos são importantes.

Deixando sua pessoa escolher o filme. Deixando-o escolher o restaurante. Deixá-lo escolher a música para um passeio de carro.

Essas coisas podem parecer pequenas, mas agir como se a opinião delas fosse importante para você é importante. Atuar em equipe é importante. Mostrar a eles que você valoriza sua felicidade é importante.

4. Pequenos elogios importam.

Você não tem ideia de como suas palavras são poderosas. Você pode esquecer completamente que disse algo momentos depois que ele sai de sua boca, mas sua pessoa pode se lembrar dessas palavras para sempre.

Isso pode melhorar seu humor e sua confiança. Certifique-se de nunca esconder seus sentimentos de seu parceiro. Não hesite em dizer a eles como eles são maravilhosos ou o quanto você os ama.

Não deixe um dia passar sem lembrá-lo do quanto ele significa para você.

5. Pequenos argumentos importam.

Mais importante, como você lida com pequenos argumentos importa. Quer esteja brigando por algo bobo ou sério, você deve levar em consideração os sentimentos de seu parceiro.

Você deve ouvir o lado deles da história. Você não deve amaldiçoá-lo ou agir como se sua opinião fosse mais importante do que a dele. Você não deve deixá-lo louco por suas emoções. Você deve tratá-lo com respeito, sempre.

6. Pequenas traições importam.

Você pode não achar que é grande coisa esconder um segredo do seu parceiro ou contar uma mentirinha, mas eles querem que você seja honesto com eles.

Mesmo a menor traição pode fazer com que eles parem de confiar em você. Pode fazê-lo questionar se você mentiu sobre outras coisas, coisas maiores. Pode ser o começo do fim do seu relacionamento.

7. Pequenos atos de afeto são importantes.

Um beijo na testa. Um aperto na mão. Um longo abraço por trás. As pequenas coisas fofas que você faz para seu parceiro tornarão o dia dele mais brilhante. Isso fará com que eles o amem ainda mais.

Mesmo que você tenha certeza de que eles já sabem como você se sente, nunca é demais lembrá-lo com um ou dois toques.

*Por Holly Riordan

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*Fonte: resilienciamag

O que faz uma pessoa parecer sexualmente atraente?

As marcas de moda e os produtores de pornografia costumam receber uma crítica comum. Não representam corpos reais e estão nos fazendo desejar homens e mulheres que não existem. Essa abordagem pressupõe que o cérebro só perceba a beleza e que, com insistência suficiente, podemos ser levados a gostar de qualquer coisa. No entanto, a atratividade sexual de traços extravagantes não é, de forma nenhuma, uma característica exclusiva dos humanos, e o cérebro tem uma função muito ativa na criação de físicos considerados bonitos.

Em seu livro A Taste for the Beautiful: The Evolution of Attraction (“um gosto pelo belo: a evolução da atração”), o professor de zoologia da Universidade do Texas Michael Ryan nos lembra da confusão de Charles Darwin diante da cauda do pavão. Esse apêndice não oferecia ao animal nenhuma vantagem para conseguir alimento ou se proteger de seus predadores. Pelo contrário. Tornava-o desajeitado e muito mais vulnerável. No entanto, por algum motivo, uma boa cauda era fundamental para atrair as fêmeas e atingir o objetivo máximo de todos os seres vivos: reproduzir-se.

Ryan conta que experiências com alguns animais levaram à descoberta de uma predisposição cerebral para desejar determinadas características que não são necessariamente benéficas para a sobrevivência do indivíduo. A viúva-rabilonga, um pássaro que vive em vários países da África subsaariana, mede uns 12 centímetros, mas pode ter uma cauda de mais do meio metro. Nos anos 90, o zoólogo sueco Malte Andersson quis testar se o comprimento da cauda dos machos tinha alguma influência em seu sucesso reprodutivo.

As características que tornam um macho de rã ou de pavão atraente também o tornam mais vulnerável aos predadores

Seu experimento consistiu em modificar artificialmente o comprimento da cauda dos pássaros. Um grupo teve as caudas cortadas, e os apêndices amputados foram utilizados para dotar de caudas extralongas um segundo grupo de indivíduos. Por último, ele utilizou como controle um terceiro grupo, cujas caudas foram cortadas, mas voltaram a ser colocadas nesses pássaros para deixá-los com o comprimento idêntico ao original. Os resultados mostraram que os machos com caudas anormalmente longas aumentaram seu sucesso reprodutivo, os que tiveram a cauda encurtada o reduziram e os que não tiveram o comprimento modificado mantiveram seu desempenho. Andersson observou que havia uma preferência indefinida pelas caudas muito mais longas do que o normal, que só seria limitada pela mortalidade acarretada por esse ornamento.

Os humanos fazem muitas coisas aparentemente estúpidas para ter relações sexuais, mas não estão sozinhos no mundo animal. Em muitas espécies, principalmente para os machos, obter o favor das fêmeas significa arriscar a vida. Assim como a viúva-rabilonga e o pavão aumentam sua atratividade sexual exibindo caudas descomunais que os deixam mais vulneráveis, algumas rãs seduzem seus congêneres com sons excitantes que, no entanto, podem sair caro. A rã túngara, que vive em várias regiões tropicais do continente americano, emite durante seu cortejo um gemido que, principalmente se tem de competir com outros machos, é acompanhado por um ou vários estalos. O estalo aumenta suas possibilidades de sucesso, mas também atrai morcegos que podem transformá-la em seu lanche.

As preferências sexuais visíveis ou ocultas no cérebro das fêmeas geraram um mundo com caudas cada vez mais longas, chifres descomunais e cores vistosas. Em muitos casos, por trás dessas características chamativas pode haver uma demonstração de força, que às vezes não se restringe ao corpo dos aspirantes. Assim como um carro fora de série ou uma determinada roupa pode tornar um homem mais atraente, alguns pássaros criam cenografias espetaculares para aumentar seu sex appeal, demonstrando sua capacidade de proporcionar recursos para a fêmea.

Para quem acha que tudo que se refere à atração sexual é algo construído pela sociedade, principalmente por quem tem o controle da situação, Ryan recorda que na hora de procurar explicações para o mundo que nos rodeia, não se deve escolher entre a cultura e a biologia. A cultura não é algo que surge do nada. Tem origem em algumas características biológicas, que por sua vez podem ser alteradas por mudanças culturais. Alguns antropólogos sustentam que foi a preferência das fêmeas humanas por machos menos violentos e mais capazes de cooperar entre si e na criação dos filhos que deu origem a uma espécie que, apesar de ser muito próxima dos chimpanzés e gorilas, é muito mais frágil e tem dentes incisivos menores.

Essa influência social também é vista na volubilidade de muitos animais, incluindo os humanos, na hora de julgar a beleza. Muitos estudos mostraram que a companhia de alguém bonito aumenta a atratividade de uma pessoa aos olhos das outras. Compartilhamos essa característica com animais como os galos silvestres. Em áreas de cortejo denominadas lek, uma espécie de mercado sexual em que os machos se exibem para tentar conquistar as fêmeas, o sucesso costuma ser desigual, embora as virtudes dos competidores não sejam muito diferentes. Cerca de 10% dos machos conseguem 75% das cópulas. A análise dessas competições mostra que para os galos silvestres é crucial convencer primeiro alguma das fêmeas. Quando isso ocorre, as demais parecem pensar que esses primeiros vencedores devem ter algo especial, porque começam a concentrar seu interesse neles. Às vezes, uma pessoa pode nos parecer mais bonita porque outra já considerou a mesma coisa antes.

Embora Ryan lembre que as preferências sexuais não surgem do nada, ele mostra certa preocupação a respeito da forma como a indústria pornográfica ou as marcas que recorrem à beleza como propaganda utilizam as preferências ocultas e visíveis do nosso cérebro e lhes oferecem estímulos que não existem no mundo real. Alguns cientistas comprovaram que os machos da rã túngara só são capazes de produzir estalos atraentes para as fêmeas dentro de um certo intervalo, mas é possível acrescentar um grande número de estalos de forma artificial, que superariam os produzidos por machos reais. Os humanos já são capazes de criar esses estímulos fictícios, principalmente para os homens, e ainda não conhecemos seus efeitos sobre as expectativas da beleza à qual é razoável aspirar.

*Por Daniel Mediavilla

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*Fonte: elpais

É muito desagradável a pessoa jogar na nossa cara o que fez pela gente

A gratidão faz um bem enorme, tanto para quem a oferta, quanto para quem a recebe, isso é fato. Quando somos reconhecidos pelo que fizemos, a gente se sente super bem. Quando reconhecemos o que o outro fez por nós, também nos sentimos bem. No entanto, nada disso poderá ser forçado, carregado de cobranças, simplesmente porque nada do que tiver que acontecer por insistência tem muito valor.

Não precisamos ficar provando o nosso valor para os outros. Não merecemos ter que convencer as pessoas de que temos algo a oferecer, de que somos importantes para elas. O nosso coração tem que estar tranquilo e a nossa consciência tem que estar em paz. Se estivermos seguros em relação ao que somos, a aprovação alheia será irrelevante. Ajudemos e ofertemos o nosso melhor, sem esperar nada em troca, afinal, o bem que fizermos sempre ficará em nós também.

Caso a pessoa ajude esperando reconhecimento, muito provavelmente sofrerá e se decepcionará, afinal, nem todo mundo possui gratidão dentro de si. Nós geralmente nos decepcionamos porque esperamos que o outro faça por nós o que faríamos por ele, mas não é sempre assim. Algumas pessoas, inclusive, acham que temos a obrigação de ajudá-las, ou seja, ainda se voltarão contra nós na primeira oportunidade em que não pudermos ajudá-las.

E, caso fiquemos aguardando demonstrações explícitas de gratidão por parte das pessoas, iremos acumular muita mágoa dentro do peito. Então, uma ou outra hora, aquilo tudo que nos incomoda virá à tona, da pior forma possível, quando cobraremos reconhecimento por parte do outro, listando todas as vezes em que o ajudamos, acusando-o de ser ingrato e insensível. E provavelmente o faremos de uma maneira indelicada e ríspida.

É desanimador quando nada do que fazemos pela pessoa é reconhecido. Mas também é muito chato quando a pessoa joga na cara da gente algo que ela fez por nós e usa de chantagem emocional, para se sentir superior. Se a pessoa sempre age pensando no que receberá em troca, o problema é dela, as expectativas são dela. Ninguém tem a obrigação de corresponder às expectativas alheias. O natural é haver gratidão, mas sem cobranças. Continue fazendo o bem, afinal, ninguém perde por ajudar, perde quem acha que o mundo é seu empregado. Siga no bem, não tem erro.

*Por Marcel Camargo

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*Fonte: contioutra

Ninguém perde por dar amor, perde quem não sabe recebê-lo

Em algumas ocasiões, podemos nos sentir mal por pensar que desperdiçamos nossos sentimentos em alguém que não apreciou o que lhe demos. No entanto, embora às vezes isso possa nos prejudicar, é aquele que sabe amar o que mais pode se beneficiar de um relacionamento .

A pessoa que ama consegue se conectar com a energia da vida, aquela que torna tudo significativo, consegue injetar uma dose de entusiasmo, força, vitalidade, que somente aqueles que amam entendem como isso acontece, como esse motor funciona, não só para ativar nossos hormônios e ver o mundo em cores e pensar que tudo é possível, mas para nos motivar a sermos melhor a cada dia, a querer dar o melhor de nós.

Nem todas as pessoas sabem amar

Obviamente, isso é um ganho, nem todo mundo sabe amar, nem todo mundo tem a felicidade de manter alguém em seu coração e sentir como ele bate mais profundo, com maior significado.

É verdade que antes que possamos amar alguém, devemos ser capazes de fazê-lo conosco, devemos preservar nossa integridade, sermos capazes de nos respeitar e buscar o melhor para nós mesmos e muitas vezes é difícil aceitar que o que sentimos não é retribuído.

No entanto, aceitar que não fomos correspondidos não é uma perda, é uma lição, mas a experiência enriquecedora de ter amado, não é tirada do fato de não receber o que gostaríamos em troca, e aceitá-la reafirma o conceito de amor puro, que não espera algo em troca, que se sinta independentemente das circunstâncias, o que nos define, o que somos.

Amar sempre resulta em lucro

Quem não sabe receber amor, seja por desinteresse ou porque não está em condições de fazê-lo é quem perde no assunto e isso se deve não apenas entender, mas respeitar. Nem todos aprendem tão rápido a lição de nosso propósito aqui para amar e ser amados ou alguns selecionam a outras pessoas para fazer isso. Muitas vezes acontece que nós amamos quem não nos ama e a quem nos ama, nós não amamos.

Podemos ficar desapontados por não recebermos o que queremos, mas isso nunca pode nos dar a sensação de perda, o amor é uma alegria, muito mais recompensador quando você o recebe de volta. Mas de qualquer forma, o amor é uma razão para agradecer ao universo por estar aqui, por estar vivo, porque algo nos faz vibrar, porque algo nos faz chorar. Porque todas as experiências, gostemos ou não, são para o nosso crescimento e são o sinal perfeito de que estar aqui é totalmente excitante!

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*Fonte: pensarcontemporaneo

Umberto Eco alerta: “Nem todas as verdades são para todos os ouvidos.”

Cada vez mais intolerantes, as pessoas parecem precisar revestir seus discursos de agressividade, para que pareçam convincentes.

Uma das maiores dificuldades comunicativas diz respeito à capacidade de expor pontos de vista sem exagerar no tom impositivo ou mesmo agressivo com que se defendem argumentos, mesmo os mais incoerentes. Cada vez mais intolerantes, as pessoas parecem precisar revestir seus discursos de agressividade, para que pareçam convincentes.

Com o advento da Internet, todos possuímos espaços virtuais onde podemos nos expressar, expondo nossos pontos de vista sobre assuntos vários. Ilusoriamente protegidos pela distância que a tela fria traz, muitas vezes excedemos no radicalismo com que pontuamos nossos comentários, sem levar em conta a maneira como aquelas palavras atingirão o outro.

A frieza do cotidiano e a concorrência de mercado acabam por contaminar nocivamente os relacionamentos humanos, que se tornam cada vez menos afetivos, tão robóticos quanto as máquinas de café que nos entopem os sentidos. Importamo-nos quase nada com os sentimentos alheios, com a historia de vida alheia, com a necessidade de entender as razões que não são nossas, pois queremos a todo custo extravasar tudo isso que se acumula dentro de nós em meio à velocidade estressante de nossas vidas.

Nesse contexto, quando expomos aquilo que pensamos sobre determinado assunto, principalmente relacionados à política e/ou à religião, acabamos sendo vítimas de contra-ataques violentos que não rebatem o que expusemos, mas tão somente tentam neutralizar nossa verdade com destemperos emocionais isentos de criticidade. Aceitável seria, entretanto, uma contra-argumentação pautada por reflexões plausíveis, o que não ocorre, em grande parte dos casos.

O fato é que poucos estão dispostos a se abrir ao que o outro tem a oferecer, a dizer, a mostrar, a trazer de diferente para suas vidas, porque é trabalhoso refletir sobre idéias já postas e cristalizadas dentro de nós, ao passo que manter intacto aquilo que carregamos há tempos é cômodo e tranquilo. E quem não quer não muda, não recebe o novo, somente dá em troca o pouco que tem e, pior, muitas vezes de forma deselegante e depreciativa.

Portanto, é necessário que aprendamos a nos expressar e a debater nossas ideias com quem realmente estiver pronto para trocar conhecimentos, com quem possui uma postura receptiva para com o novo e que não se importa com a quebra de certezas. Não percamos nosso precioso tempo com quem só ouve o que quer e da forma que lhe convém, diminuindo-nos por conta da diversidade de opiniões. Esses definitivamente não merecem nem mesmo nossa presença.

*Por Marcel Camargo

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*Fonte: caminhoseu

Às vezes, temos que nos fingir de bobos para ver até onde chega a falsidade alheia…

Muitas vezes, teremos que nos fingir de bobos mesmo, como se nada percebêssemos, como se não soubéssemos das más intenções da falsidade que se aproxima. Iniciar embates com quem mente o tempo todo é inútil.

Certas pessoas subestimam a nossa inteligência, agindo como se não fôssemos capazes de perceber o quanto estão sendo maldosas, o quanto são fingidas, o quanto não são nossas amigas de fato. Teremos que conviver com quem não gostaríamos, em algumas situações que nos forçarão a isso, porém, caberá a nós não sermos sugados para dentro de suas tempestades.

Em todos os setores da vida, existirão indivíduos que não gostam de ninguém, tampouco de si mesmos, que vivem insatisfeitos com tudo, de olho nas vidas alheias, para envenenar tudo o que tocarem com sua maledicência, com a maldade que domina seus corações. Eles são infelizes e pretendem disseminar sua infelicidade, pois não suportam ver ninguém alegre – a luz lhes ofusca os olhos.

Infelizmente, a vida real é recheada de vilões, tais como aqueles das novelas, filmes e livros, e nos depararemos com eles, uma hora ou outra. Teremos que nos manter equilibrados e fortes, pois a miséria emocional costuma contagiar ambientes e pessoas, ou seja, quanto mais seguros estivermos quanto a tudo o que nos faz felizes e ao que somos de fato, nada nos distanciará de nossa essência.

Muitas vezes, teremos que nos fingir de bobos mesmo, como se nada percebêssemos, como se não soubéssemos das más intenções da falsidade que se aproxima. Precisaremos ouvir as fofocas, assistir às dissimulações, fingindo acreditarmos nas fantasias maldosas do colega. Iniciar embates com quem mente o tempo todo é inútil, pois ele está acostumado a sustentar inverdades e não largará mão disso. Provavelmente, nós é que esgotaremos nossas forças inutilmente.

O melhor que temos a fazer, nesses casos, é manter o nosso equilíbrio, exercitando a calma e a paciência, observando, como meros espectadores, ao desenrolar dos fatos. Mais cedo ou mais tarde, sem dúvidas, tudo se esclarece, pois, a verdade vem à tona, sempre, ninguém foge às consequências do que se faz, do que se é. E então a pessoa sucumbirá ao peso de toda maldade que plantou em seus jardins.

Às vezes, até seremos nós que desmascaremos quem finge e dissimula, sim, pois poderemos estar sendo alvo direto dessa maldade. Mesmo assim, a paciência é que determinará o momento certo de agir. O exercício da tolerância, da calma e da paciência, como se vê, será essencial para que sobrevivamos com saúde a tudo de desagradável que encontraremos pela frente.

Assim é que poderemos sempre, ao final do dia, voltar e nos fortalecer junto a quem nos ama de verdade, sem fingimento. É isso que faz a vida valer a pena.

*Por Marcel Camargo

 

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*Fonte:

12 coisas que acontecem com seu cérebro durante um orgasmo

Embora você não precise ter um orgasmo para experimentar o prazer íntimo, a sensação, de fato, ainda é um ótimo bônus. Mas, você já se perguntou o que acontece com seu corpo durante o clímax?

Segundo informações da Business Insider, pesquisadores utilizaram imagens feitas por meio de dispositivos de FMRI (Imagem por Ressonância Magnética Funcional) ou PET (Tomografia por Emissão de Pósitrons), capazes de medir o fluxo sanguíneo e a atividade dos neurônios, para determinar o que exatamente acontece no cérebro durante orgasmo. Veja abaixo:

1 – A parte lógica é completamente desligada

Há uma razão para as pessoas se sentirem mais ousadas e menos desinibidas durante o sexo. Isso ocorre porque a parte do cérebro responsável pelas habilidades de raciocínio é temporariamente desativada.

De acordo com o psicólogo clínico Daniel Sher, o córtex orbitofrontal lateral torna-se menos ativo durante o sexo. “Essa é a parte do cérebro responsável pela razão, pela tomada de decisões e pelos juízos de valor. A desativação dessa parte do cérebro também está associada à diminuição do medo e da ansiedade”.

2 – Um orgasmo envolve múltiplas e remotas partes do corpo

De acordo com a psicóloga Kayt Sukel, os pesquisadores descobriram que o córtex sensitivo genital, as áreas motoras, o hipotálamo, o tálamo e a substância negra, se ativam durante o orgasmo. Enquanto o tálamo ajuda a integrar informações sobre o toque e movimentos associados, o hipotálamo produz ocitocina – o hormônio do prazer, do relaxamento, do amor… – que pode ajudar a coordenar a excitação.

3 – O cérebro libera uma onda de dopamina

Durante um orgasmo, o cérebro trabalha muito para produzir uma série de diferentes hormônios e neurotransmissores, entre eles a dopamina, relacionada a sentimentos de prazer, desejo e motivação. Esse hormônio é formado em uma região do cérebro chamada área segmentar ventral, e é liberado em outras partes, como o núcleo accumbens e córtex pré-frontal.

4 – A ocitocina é liberada durante o orgasmo (e amamentação)

Segregado pela glândula pituitária, o hormônio ocitocina é liberado no hipotálamo, promovendo sensação de afeto. Também liberado durante a amamentação, ele é conhecido por facilitar sentimentos de amor e apego.

Curiosamente, durante o sexo também é liberado a prolactina, um hormônio responsável pela produção de leite após a gravidez. No sexo, por outro lado, ele desempenha um papel diferente, produzindo a sensação de satisfação que acompanha o orgasmo.

5 – Ter um orgasmo estimula o cérebro da mesma forma que usar drogas ou ouvir sua música favorita

Aparentemente, a mesma parte do cérebro que te faz sentir bem após comer uma sobremesa ou ganhar uma partida de futebol são as mesmas ativadas durante o orgasmo. De acordo com os pesquisadores, o sexo prazeroso ocorre porque os caminhos de recompensa em nosso cérebro são ativados, levando ao orgasmo. “Essas são as mesmas redes que são ativadas em resposta ao uso de drogas, consumo de álcool, jogos, ouvir sua música favorito ou desfrutar de uma refeição deliciosa“, explicou Sher.

6 – O cérebro libera substâncias que nos tornam menos sensíveis à dor

“À medida que a glândula pituitária é ativada, a liberação de endorfinas, ocitocina e vasopressina promove a redução da dor, aumentando intimidade e vínculo“, disse Jess O’Reilly, sexólogo. Isso poderia explicar por que coisa como bater ou puxar os cabelos podem ser aceitáveis e até mesmo prazerosas durante o sexo, mas não fora dele.

7 – O orgasmo e dor ativam as mesmas áreas do cérebro

Embora a relação entre dor e orgasmo ainda não seja totalmente compreendida pela ciência, alguns estudos mostram que a estimulação vaginal pode reduzir a sensibilidade à dor em algumas pessoas.

8 – Após um orgasmo, o cérebro libera hormônios que causam felicidade e sonolência

Uma vez que o orgasmo acontece, o cérebro tende a desacelerar. De acordo com Sher, isso ocorre porque é sinalizado ao sistema nervoso parassimpático que comece a regular (ou acalmar) o corpo. Basicamente, isso está relacionado ao aumento dos níveis de ocitocina, para facilitar o apego, proximidade e vínculo.

Além disso, há a liberação de serotonina, um hormônio conhecido por promover bom humor, relaxamento e, em algumas pessoas, sonolência – por isso alguns homens tendem a dormir.

9 – O cérebro das mulheres continua liberando ocitocina mesmo após o orgasmo

“Nas mulheres, a ocitocina tende a continuar sendo liberada após o orgasmo, o que pode explicar a motivação para os abraços pós-coito”, observou Sher.

10 – Em pessoas incapazes de sentir estimulação genital, o cérebro pode se remapear para alcançar o orgasmo

Embora acreditemos que o orgasmo e o prazer sexual dependem da estimulação dos genitais, isso não é inteiramente verdade. Em alguns casos, o cérebro pode criar novos caminhos para o prazer que não envolvam os órgãos sexuais.

De acordo com O’Rielly, em pessoas que tiveram os órgãos removidos ou feridos, o cérebro tende a remapear os sentidos para que estas possam experimentar sensações orgásticas em outras partes do corpo, por exemplo, através da estimulação da pele do braço ou mamilos.

11 – O orgasmo é uma maneira que a natureza tem de nos “enganar” para estimular a reprodução

“Se você pensar objetivamente, a ideia de arriscar sua vida e sua saúde para que um ser exista e cresça dentro de você por 9 meses, e após isso décadas de dedicação, é algo muito trabalhoso. A Mãe Natureza pode estar “nos enganando” para garantir que a espécie não morra“, disse Sukel.

12 – Bom orgasmo = cérebro saudável

“Também pode ser que, evolutivamente falando, uma vez que essa atividade aumenta o fluxo sanguíneo no cérebro de forma tão dramática, pode ter se desenvolvido em parte para ajudar a manter o cérebro saudável também“, acrescentou Sukel.

*Por Merelyn Cerqueira

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*Fonte: jornalciencia

Os 6 traços de personalidade associados ao sucesso no trabalho

Você é curioso, consciente e competitivo? Você também tem qualidades mais misteriosas, como “fácil adaptação”, “aceitação de ambiguidade” e “abordagem de riscos”? Se sim, parabéns! Segundo uma pesquisa de psicologia, esses seis traços constituem uma personalidade de “alto potencial” que o levará longe na vida.

A verdade, obviamente, tem um pouco mais de nuances. É que os mesmos traços, em excesso, também podem prejudicar sua performance, e talvez o verdadeiro segredo para o sucesso seja saber exatamente onde você está em cada espectro e como aproveitar melhor suas forças e responder por suas fraquezas. Mas essa nova estratégia promete ser um passo importante para entendermos como nossos traços de personalidade afetam nosso trabalho.

Há um longo histórico de tentativas de entender nossa personalidade no trabalho. Um dos testes mais populares utilizados hoje é o Indicador de Tipos Myers-Briggs (MBTI), que classifica as pessoas de acordo com vários estilos de pensamento, como “introversão/extroversão” e “pensamento/sentimento”. Nove em cada dez empresas americanas usam o teste Myers-Briggs para classificar seus funcionários.

Infelizmente, muitos psicólogos sentem que a teoria por trás das diferentes categorias é atrasada e não inclui as medidas reais de performance. Um estudo sugeriu que o MBTI não é bom na previsão de sucesso de gestão. Alguns críticos até dizem que se trata de pseudociência.

“Como início de conversa é uma boa ferramenta, mas se você está usando em larga escala para prever uma performance ou para tentar encontrar candidatos de alta performance, não funciona”, diz Ian MacRae, um psicólogo e coautor do livro High Potentia (Alto Potencial, em tradução livre).

Pensando que avanços recentes nas pesquisas de psicologia poderiam ser melhores, MacRae e Adrian Furnham, da UCL (University College London), recentemente identificaram seis traços que estão consistentemente ligados ao sucesso no trabalho e que foram agora acrescentados ao Indicador de Traços de Alto Potencial (HPTI).
Direito de imagem Getty Images
Image caption Alimentar sua curiosidade pode ajudá-lo a aprender mais facilmente, aumentar sua satisfação com o trabalho e protegê-lo do burnout

MacRae diz que, em casos extremos, cada traço pode ter limitações, o que significa que há um valor ideal para cada um. Ele também enfatiza que a importância relativa de cada traço será determinada pelo trabalho que você está fazendo, então os limites teriam que ser adaptados a depender da área em que você queira se dar bem em um cargo técnico, por exemplo. Mas a versão do teste que eu vi era focada em posições de liderança.

Com isso em mente, os seis traços são:

Consciência

Pessoas conscientes se dedicam aos seus planos e os levam até o fim. Elas são boas em controlar seus impulsos e pensar sobre a sabedoria de suas decisões a longo prazo. Depois de QI, a consciência é frequentemente considerada um dos melhores indicadores de sucesso educacional. No trabalho, uma alta consciência é essencial para um bom planejamento estratégico, mas em excesso pode significar que você é muito rígido e inflexível.

Adaptação

Todo mundo tem ansiedades, mas as pessoas com capacidade alta de adaptação conseguem lidar melhor com elas sob pressão sem deixar que elas influenciem negativamente seu comportamento e suas decisões. Pessoas com pontuações baixas nessa escala parecem ter uma performance ruim no trabalho, mas você pode combater esses efeitos com a mentalidade certa. Vários estudos mostraram que encarar uma situação estressante como uma potencial fonte de crescimento – em vez de uma ameaça ao seu bem-estar – pode ajudar as pessoas a se recuperarem de situações negativas mais rapidamente e de maneira mais produtiva.

Aceitação de ambiguidade

Você é o tipo de pessoa que prefere que as tarefas sejam bem definidas e previsíveis? Ou você gosta do desconhecido? Pessoas com uma tolerância alta para ambiguidade podem incorporar mais pontos de vista antes de tomar uma decisão, o que significa que elas são menos dogmáticas e suas opiniões têm mais nuances.

“Uma tolerância menor a ambiguidade pode ser considerada um tipo de característica ditatorial”, afirma MacRae. “Eles vão tentar destilar mensagens complicadas em um argumento fácil de vender e isso pode ser um traço típico de liderança destrutiva.”

O mais importante é que alguém capaz de aceitar ambiguidade achará mais fácil reagir a mudanças – como um clima econômico em evolução ou o surgimento de uma nova tecnologia – e lidar com problemas complexos e multifacetados. “Nós estamos tentando identificar a habilidade de líderes de ouvir opiniões diferentes, ouvir argumentos complexos e tentar entendê-los de uma maneira proativa em vez de simplificá-los”, acrescenta MacRae. “E nós descobrimos que, quanto mais sênior você é em uma posição de liderança, mais importante isso se torna para a tomada de decisão”.

Mas uma aceitação menor de ambiguidade nem sempre será um problema. Em algumas áreas, como em regulação, pode ser melhor ter uma estratégia de ordem que passa tudo a limpo no processo. Saber onde você está nesse espectro pode evitar que você saia muito de sua zona de conforto.

Curiosidade

Comparada a outros traços mentais, a curiosidade foi negligenciada por psicólogos. Ainda assim, pesquisas recentes mostram que um interesse inerente em novas ideias traz mais vantagens no local de trabalho: pode significar que você é mais criativo e flexível nos procedimentos que usa, pode ajudá-lo a aprender com mais facilidade, aumenta sua satisfação com o trabalho de maneira geral e o protege do burnout.

Em excesso, porém, a curiosidade também pode levá-lo a ter uma “mente borboleta” – que voa de projeto em projeto sem entrar de cabeça.

Abordagem de risco (ou coragem)

Você fugiria de um confronto potencialmente desagradável? Ou você encara sabendo que o desconforto de curto prazo resolverá a situação, trazendo benefícios a longo prazo? Previsivelmente, a capacidade de lidar com situações difíceis é crucial para posições de gestão nas quais você precisa agir por um bem maior, mesmo quando há oposição.

Competitividade

Há uma linha tênue entre buscar sucesso profissional e ter uma inveja não saudável dos outros. Na melhor das hipóteses, a competitividade pode ser uma motivação poderosa que o leva além; na pior, pode dividir equipes.

Juntos, esses seis traços consolidam a maior parte do conhecimento que temos até hoje das diferentes qualidades que influenciam a performance no trabalho, particularmente para aqueles que buscam posições de liderança.

Tão interessante quanto esses citados são os traços de personalidade que MacRae e Furnham não incluíram. A escala de extroversão-introversão, por exemplo, pode determinar como lidamos com algumas situações sociais, mas parece fazer pouca diferença na performance geral do trabalho. Nossa capacidade de concordar com os outros também não parece influenciar no sucesso profissional.

Para medir cada traço no Indicador de Traços de Alto Potencial (HPTI), os participantes precisam marcar quanto concordam ou discordam de uma série de afirmações, como “Eu fico frustrado quando não sei exatamente o que é esperado de mim no trabalho” (para descobrir a aceitação de ambiguidade) ou “meus objetivos pessoais vão além dos da minha organização” (o que mede consciência).

Líderes de multinacionais

MacRae agora validou o HPTI em vários setores, acompanhando a performance de líderes de organizações multinacionais ao longo de vários anos, por exemplo.

A pesquisa ainda está em andamento, mas outra pesquisa publicada no ano passado indicou que esses traços podem prever medidas subjetivas e objetivas de sucesso. Em uma análise, as respostas dos participantes explicaram cerca de 25% da variação de renda – o que é uma correlação razoavelmente forte (e comparável à influência da inteligência) mesmo que isso deixe muitas diferenças sem explicação. Nesse estudo, competitividade e aceitação de ambiguidade se tornaram indicadores mais fortes de remuneração, enquanto consciência pareceu prever melhor as medidas subjetivas de satisfação.

Os pesquisadores também examinaram a relação desses traços com o QI – outro fator importante em relação ao sucesso profissional – encontrando uma pequena correlação entre os dois.

Como parte de um processo de recrutamento, o HPTI pode ser usado para avaliar candidatos de alto potencial, mas MacRae diz que isso também pode ajudar no desenvolvimento pessoal, para que você possa identificar suas próprias forças e fraquezas e como lidar com elas. Também pode ser útil para construir uma equipe equilibrada, que reflete o espectro inteiro dos traços de “alto potencial”, considerando a fartura de pesquisas indicando que grupos se beneficiam com estilos diferentes de pensamento. Quase todos não terão todas as qualidades em níveis excelentes, mas isso não precisa ser um problema se temos colegas que podem nos dar um reforço.

Mas alguém chega a ser aprovado em todos esses critérios? MacRae me disse que ele pensa em algumas pessoas que passam em todos os critérios, incluindo o CEO de um banco do Canadá. “Ele era excelente em todos os traços”, diz MacRae. “E eu devo dizer que isso era muito intimidador”. Apesar desse sentimento assustador, os benefícios dessa personalidade única ficaram aparentes na reunião. “Mesmo que seja um pouco assustador trabalhar com esse tipo de pessoa, você sabe exatamente o que esperar – é alguém que você pode acreditar, confiar e respeitar.”

*Por David Robson

 

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*Fonte: bbc-brasil

O idiota à brasileira

Ele não faz trabalhos domésticos. Não tem gosto nem respeito por trabalhos manuais. Se puder, atrapalha quem pega no pesado. Trata-se de uma tradição lusitana, ibérica, reproduzida aqui na colônia desde os tempos em que os negros carregavam em barris, nos ombros, a toilete dos seus proprietários, e eram chamados de “tigres” – porque os excrementos lhes caíam sobre as costas, formando listras.

O Perfeito Idiota Brasileiro, ou PIB, também não ajuda em casa. Influência da mamãe, que nunca deixou que ele participasse das tarefas – nem mesmo pôr ou tirar uma mesa, nem mesmo arrumar a própria cama. Ele atira suas coisas pela casa, no chão, em qualquer lugar, e as deixa lá, pelo caminho. Não é com ele. Ele foi criado irresponsável e inconsequente.

É o tipo de cara que pede um copo d’água deitado no sofá. E não faz nenhuma questão de mudar. O PIB é especialista em não fazer, em fazer de conta, em empurrar com a barriga, em se fazer de morto. Ele sabe que alguém fará por ele. Então ele se desenvolveu um sujeito preguiçoso. Folgado. Que se escora nos outros, não reconhece obrigações e adora levar vantagem. Esse é o seu esporte predileto – transformar quem o cerca em seus otários particulares.

O tempo do Perfeito Idiota Brasileiro vale mais que o das demais pessoas. É a mãe que fura a fila de carros no colégio dos filhos. É a moça que estaciona em vaga para deficientes no shopping. É o casal que atrasa uma hora para um jantar com amigos. As regras só valem para os outros. O PIB não aceita restrições. Para ele, só privilégios e prerrogativas. Um direito divino – porque ele é melhor que os outros. É um adepto do vale-tudo social, do cada um por si e do seja o que Deus quiser. Só tem olhos para o próprio umbigo e os únicos interesses válidos são os seus.

É a moça que estaciona em vaga para deficientes no shopping. É o casal que atrasa uma hora para um jantar com amigos. É quem acha que as regras só valem para os outros.

O PIB é o parâmetro de tudo. Quanto mais alguém for diferente dele, mais errado esse alguém estará. Ele tem preconceito contra pretos, pardos, pobres, nordestinos, baixos, gordos, gente do interior, gente que mora longe. E ele é sexista para caramba. Mesma lógica: quem não é da sua tribo, do seu quintal, é torto. E às vezes até quem é da tribo entra na moenda dos seus pré-julgamentos e da sua maledicência. A discriminação também é um jeito de você se tornar externo, e oposto, a um padrão que reconhece em si, mas de que não gosta. É quando o narigudo se insurge contra narizes grandes. O PIB adora isso.

O PIB anda de metrô. Em Paris. Ou em Manhattan. Até em Buenos Aires ele encara. Aqui, nem a pau. Melhor uma hora de trânsito e R$ 25 de estacionamento do que 15 minutos com a galera do vagão. É que o Perfeito Idiota tem um medo bizarro de parecer pobre. E o modo mais direto de não parecer pobre é evitar ambientes em que ele possa ser confundido com um despossuído qualquer. Daí a fobia do PIB por qualquer forma de transporte coletivo.

Outro modo de nunca parecer pobre é pagar caro. O PIB adora pagar caro. Faz questão. Não apenas porque, para ele, caro é sinônimo de bom. Mas, principalmente, porque caro é sinônimo de “cheguei lá” e “eu posso”. O sujeito acha que reclamar dos preços, ou discuti-los, ou pechinchar, ou buscar ofertas, é coisa de pobre. E exibe marcas como penduricalhos numa árvore de natal.

É assim que se mostra para os outros. Se pudesse, deixaria as etiquetas presas ao que veste e carrega. O PIB compra para se afirmar. Essa é a sua religião. E ele não se importa em ficar no vermelho – preocupação com ter as contas em dia, afinal, é coisa de pobre.

O PIB também é cleptomaníaco. Sua obsessão por ter, e sua mania de locupletação material, lhe fazem roubar roupão de hotel e garrafinha de bebida do avião e amostra grátis de perfume em loja de departamento. Ele pega qualquer produto que esteja sendo ofertado numa degustação no supermercado. Mesmo que não goste daquilo. O PIB gosta de pagar caro, mas ama uma boca-livre.

E o PIB detesta ler. Então este texto é inútil, já que dificilmente chegará às mãos de um Perfeito Idiota Brasileiro legítimo, certo? Errado. Qualquer um de nós corre o risco de se comportar assim. O Perfeito Idiota é muito mais um software do que um hardware, muito mais um sistema ético do que um determinado grupo de pessoas.

Um sistema ético que, infelizmente, virou a cara do Brasil. Ele está na atitude da magistrada que bloqueou, no bairro do Humaitá, no Rio, um trecho de calçada em frente à sua casa, para poder manobrar o carro. Ele está no uso descarado dos acostamentos nas estradas.

E está, principalmente, na luz amarela do semáforo. No Brasil, ela é um sinal para avançar, que ainda dá tempo – enquanto no Japão, por exemplo, é um sinal para parar, de que não dá mais tempo.

Nada traduz melhor nossa sanha por avançar sobre o outro, sobre o espaço do outro, sobre o tempo do outro. Parar no amarelo significaria oferecer a sua contribuição individual em nome da coletividade. E isso o PIB prefere morrer antes de fazer.

Na verdade, basta um teste simples para identificar outras atitudes que definem o PIB: liste as coisas que você teria que fazer se saísse do Brasil hoje para morar em Berlim ou em Toronto ou em Sidney.

Lavar a própria roupa, arrumar a própria casa. Usar o transporte público. Respeitar a faixa de pedestres, tanto a pé quanto atrás de um volante. Esperar a sua vez. Compreender que as leis são feitas para todos, inclusive para você. Aceitar que todos os cidadãos têm os mesmos direitos e os mesmo deveres – não há cidadãos de primeira classe e excluídos. Não oferecer mimos que possam ser confundidos com propina. Não manter um caixa dois que lhe permita burlar o fisco.

Entender que a coisa pública é de todos – e não uma terra de ninguém à sua disposição para fincar o garfo. Ser honesto, ser justo, não atrasar mais do que gostaria que atrasassem com você. Se algum desses códigos sociais lhe parecer alienígena em algum momento, cuidado: você pode estar contaminado pelo vírus do PIB. Reaja, porque enquanto não erradicarmos esse mal nunca vamos ser uma sociedade para valer.

*Por Adriano Silva

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*Fonte: superinteressante

As mentiras da personalidade são um fardo muito pesado para a essência, para a alma

Nenhum relacionamento pode crescer se você continuar evitando se expor. Se você continuar sendo astuto, erguendo salvaguardas, se protegendo, só as personalidades se encontrarão e os centros essenciais continuarão sozinhos. Só a sua máscara estará se relacionando, não você.

Sempre que algo assim acontece, existem quatro pessoas no relacionamento, não duas. Duas pessoas falsas continuam se encontrando, e duas pessoas verdadeiras continuam separadas uma da outra.

Existe um risco. Se você for verdadeiro, ninguém sabe se esse relacionamento será capaz de compreender a verdade, a autenticidade; se esse relacionamento será forte o suficiente para vencer a tempestade.

Existe um risco, e, por causa dele, as pessoas continuam se protegendo. Elas dizem o que deve ser dito, fazem o que deve ser feito. O amor se torna algo como um dever. Mas assim a realidade continua faminta, e a essência não é alimentada, e vai ficando cada vez mais triste.

As mentiras da personalidade são um fardo muito pesado para a essência, para a alma. O risco é real, e não existem garantias, mas eu lhe digo que o risco vale a pena.

No máximo, o relacionamento pode acabar. Mas é melhor se separar e ser verdadeiro do que ser falso e viver com outra pessoa, pois esse relacionamento nunca será gratificante. As bênçãos nunca recairão sobre vocês. Você continuará faminto e sedento, e você continuará se arrastando pela vida, só esperando que algum milagre aconteça.

Para que o milagre aconteça, você precisa fazer alguma coisa: comece sendo verdadeiro, com risco de que o relacionamento não possa ser forte o bastante para resistir a isso. A verdade pode ser dura demais, insuportável, mas nesse caso o relacionamento não vale a pena. Por isso é preciso passar pelo teste.

Depois que for verdadeiro, todo o restante se torna possível. Se você for falso — só uma fachada, uma coisa artificial, um rosto, uma máscara — nada é possível. Porque com o falso, só o falso acontece; com o verdadeiro, só a verdade. “

*Por Osho

Uma risada falsa é identificada por pessoas de qualquer lugar do mundo

Não importa em qual lugar do globo você esteja – uma risada forçada não engana ninguém. Essa é a conclusão a que chegaram pesquisadores da Universidade da Califórnia em Los Angeles, nos Estados Unidos. O principal autor do artigo, Greg Bryant, estuda há quase uma década a risada e o que ela diz sobre a evolução humana. Para ele, esse é um sinal universal que dá pistas sobre nosso comportamento e afinidade com outras pessoas.

Nesse último estudo, publicado em julho de 2018 na revista científica Psychological Science, a ideia era provar que indivíduos de qualquer parte do mundo sabem identificar um riso genuíno de um forçado. O experimento incluiu 884 homens e mulheres de 21 países, localizados em todos os continentes.

Primeiramente, Greg e sua equipe extraíram trechos de risadas verdadeiras de amigas que conversavam em inglês. Já os risos falsos foram tirados de gravações em que as mulheres tinham que rir quando recebessem um comando. Os áudios foram expostos aleatoriamente aos voluntários, e todos conseguiram distinguir as risadas reais daquelas que não saíram naturalmente. Mas alguns tiveram um pouco mais de dificuldade: habitantes de Samoa, uma ilha na Oceania, acertaram que uma risada era verdadeira em 56% das vezes; os japoneses, por sua vez, miraram na opção correta em 69% das oportunidades.

No geral, quem vive em países menos industrializados se saiu melhor em reconhecer um “riso falsiane”. Segundo Bryant, isso sugere que, nesses lugares, as pessoas se ligam emocionalmente umas às outras com maior frequência e usam sinais como a risada para prever o comportamento alheio. Já em regiões mais desenvolvidas, o sorriso falso é tido como um ato de educação no caso de relações entre indivíduos que não se conhecem, mas convivem apenas por status.

Mecanismos diferentes

Rir de forma espontânea e forçada não se difere apenas na expressão do seu rosto – cada uma dessas manifestações vem de mecanismos vocais diferentes e tem características próprias.

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*Fonte: superinteressante

Pessoas mais felizes conversam com desconhecidos no transporte público

Conversar com estranhos no ônibus ou metrô pode te deixar feliz

Pesquisadores orientaram participantes de um estudo a conversarem com desconhecidos em um trem, se sentar sozinhos e em silêncio ou agir normalmente para, depois, responder a um questionário sobre seus sentimentos. Os dados foram recolhidos em viagens em meios de transporte público de Chicago, EUA.

O levantamento, divulgado pelo site Scientific American, mostrou que as pessoas que conversavam com estranhos relataram ter experiências mais prazerosas do que as que ficaram sozinhas e caladas.

Perguntados sobre os cenários opostos, os passageiros que agiram normalmente no experimento concordaram que o bate-papo no coletivo poderia realmente deixar o dia deles mais feliz.

A pesquisa ainda descobriu que, apesar de ser considerado um hábito prazeroso, as pessoas evitam puxar conversa com estranhos no transporte público porque acreditam que os colegas de assento não estão dispostos a dialogar.

 

 

 

 

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*Fonte: corujaprof

10 Coisas que mulheres maduras fazem que deixam os homens loucos

1. Econonomizam
Uma mulher independente, que trabalha e gera os próprios rendimentos sabe como administrá-los. E sempre tem suas economias para qualquer emergência.

2. São responsáveis
Toda mulher m@dura é responsável, cumpre com todos os seus compromissos sem faltar nenhum. Nunca deixa nada para depois.

3. Fazem planos a longo prazo
A mulher m@dura já não pensa somente no divertimento e em viver apenas o momento. Ela pensa em assuntos mais sérios e faz planos para o futuro.

4. Expressam os seus sentimentos
Apesar de ser difícil para uma mulher expressar os seus sentimentos, com o tempo e a maturidade ela vai aprendendo que não vale a pena ficar guardando dentro do peito o que sentem e já não tem medo de partilhar.

5. Relacionamento estável
Quando uma mulher m@dura resolve encontrar um parceiro ela não se fixa em trivialidades como o aspecto físico. Ela busca outras coisas como um homem inteligente, com futuro e que a faça se sentir segura.

6. Não se importam com a fofoca alheia
Em nenhum momento estão preocupadas com o que os outros pensam delas. Elas são assim e ponto final. Elas são seguras de si.

7. Elas têm vida própria
Não necessitam necessariamente da companhia de alguém para fazer as coisas que gostam, não dependem de ninguém para serem felizes.

8. Resolvem seus problemas com autonomiaAinda que peçam conselhos, as mulheres m@duras resolvem os seus problemas. Não ficam de braços cruzados à espera de alguém que venha resolver.

9. Identificam suas virtudes e defeitosA mulher m@dura sabe que não é perfeita e sabe lidar com os seus defeitos sem maiores problemas, trabalhando em suas deficiências para superá-las.

10. Entendem a diferença entre liberdade e libertinagemEntendem perfeitamente o que é ter liberdade para fazer as coisas que gostam e a libertinagem de fazer coisas que acabem por afetá-las a longo prazo.

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*Fonte: sejahomem

As mulheres briguentas e nervosas são as que mais valem a pena se relacionar

Aquele tipo de mulher nervosa e que costuma brigar por tudo pode ter o seu lado bom e oferecer muitos benefícios ao relacionamento.

Ao contrário do que muitos pensam, elas carregam qualidades superiores diante das mulheres que sempre estão quietas e evitam qualquer tipo de desentendimento com o seu parceiro.

Se sua parceira costuma brigar por coisas bobas, isso significa que ela realmente se importa com você, e esta buscando arrumar algumas coisas que não estão indo bem na relação, tornando tudo mais harmonioso para ambos. Se ela briga constantemente é porque realmente ainda se importa… Enxergando um futuro próspero entre vocês.

Tentar equilibrar o relacionamento é algo importante para ela, fazendo com que a relação e o entendimento amoroso de vocês se tornem mais manso e completo. Se você passa a não escuta-la, certamente vai perder uma verdadeira mulher, que está disposta a trazer o melhor para a sua vida a dois.

Aquele tipo de mulher que nunca questiona nada, que não discute, não te liga mil vezes, deixa que você saia constantemente sozinho e não reclama de suas atitudes, ela não é a melhor mulher do mundo, ela está demonstrando que não está preocupada com o relacionamento ou simplesmente ela tem outros planos para o futuro, que certamente você não está incluído neles.

Homens que estão ao lado de mulheres tão serenas assim precisam ficar atentos, pois isso pode indicar a falta de compromisso que ela carrega. As que lutam pelo relacionamento, mesmo que seja através das discussões e brigas, está demonstrando o quando ela quer segurar a sua relação, e se isso for feito só por ela, um dia podem se cansar, deixando de lado essa batalha que foi inútil para ambos.

Se esforce para entendê-la, quem sabe isso fará com que você passe a ver o lado bom do seu relacionamento. Fale o que pense e dê atenção para as atitudes apresentadas por ela, uma boa conversa pode oferecer a segurança que ela tanto deseja receber de seu amor.

Mostre o quando você também deseja levar essa relação para frente, e não deixe que ela se sinta impotente diante de um possível relacionamento fracassado.

Não considere a sua companheira chata, arrogante, faladeira e briguenta, e sim, uma mulher que está completamente apaixonada, que luta pelo amor do homem que ama.

Uma mulher que pouco demonstra seus sentimentos nem sempre vai ser a melhor para se relacionar, as briguentas possivelmente são vistas com as mais confiáveis e sinceras para ter ao lado.

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*Fonte: bemmaismulher

Qual signo do zodíaco você deve evitar se relacionar com base no seu?

Tendemos a nos relacionar com diversas pessoas no decorrer da vida antes de encontrarmos o verdadeiro amor. Se você já passou por mais de um namoro, sabe do que estamos dizendo. Não que as pessoas se iludem e não amaram de verdade um parceiro passado, mas esse amor que estamos afirmando que as pessoas buscam, é aquele que acarretará em um relacionamento mais sério, que visa buscar um futuro ao lado da pessoa. Para melhor explicar, o famigerado casamento. Claro que nem tudo são rosas e diversas outras coisas podem interferir e complicar a união. Desde diferenças de pensamentos, posicionamento político e até mesmo (acredite ou não) gostos musicais são capazes de separar um casal.

Outra coisa que muitas pessoas levam em consideração na hora de encontrar o parceiro são os signos do zodíaco. Existem seres que depositam toda a sua fé nos astros e julgam o comportamento dos outros de acordo com a sua representação no mapa astral. Com certeza você já deve ter ouvido falar que um leonino é bastante egocêntrico, ou que um geminiano é demasiadamente comunicador. Essas são crenças que não podemos confrontar, aliás, crença nenhuma deve e foi pensando nisso que criamos essa matéria. Veja com a gente o tipo de signo que você deve manter distância no quesito relacionamento de acordo com o seu. Sem mais delongas, confiram conosco e se surpreenda.

1- Áries

Os Arianos são bastante teimosos e gostam de fazer o que tem vontade, sem limites para viver. Eles não se dão muito bem com pessoas de Capricórnio e Câncer, pois são muito racionais e podem irritá-los com facilidade.

2- Touro

Os Taurinos costumam ser bem teimosos e tendem a se dar mal com os Aquarianos, pois sua rebeldia pode trazer muito estresse a eles.

3- Gêmeos

Os Geminianos são meio ligados a tudo do mundo ao mesmo tempo e ainda bem comunicativos. Os nativos desse signo não se dão muito bem com pessoas de Peixes, pois eles vivem no mundo da lua.

4- Câncer

O signo da timidez e do romantismo não se dá muito bem com os Arianos, que costumam ser mandões e falam demais.

5- Leão

Quem nasce no signo de Leão tende a ser bem ativo e não se intimida com facilidade. Eles têm problemas com Virgem, pois precisam de elogios para manter o ego e o Virginiano não costuma demonstrar esse tipo de afeto com freqüência.

6- Virgem

Um bom Virginiano tende a ser bem minimalista com suas coisas e gosta da perfeição. Por esse motivo, os nativos desse signo não dão certo com os Sagitarianos que costumam deixar tudo pela metade.

7- Libra

Libra adora o jeito espontâneo das pessoas e isso é uma boa qualidade. Capricorniano não faz muito o tipo dos nativos desse signo por ser muito racional e agir com frieza em vários momentos.

8- Escorpião

Um nativo de Escorpião tem os sentidos a flor da pele, bastante apurados. Bastante críticos e vingativos, eles não se dão bem com pessoas do signo de Leão por terem as suas opiniões muito divergentes.

9- Sagitário

Sagitário é o signo da diversão e tendem a buscar sempre por programas interessantes e se comunicar bastante. Os Piscianos costumam não agradar muito os sagitarianos por causa de seu jeito melancólico e muito calado.

10- Capricórnio

Quem nasce nesse signo tendem a ser um pouco preso em si mesmo, mas ainda muito dominante. Eles tendem a não se dar muito bem com os Arianos, que consegue tirá-los do sério com seu temperamento explosivo.

11- Aquário

Aquarianos amam sair, namorar, conversar atoa e tem sua personalidade forte e opiniões próprias. O Taurino consegue estressar muito os que nasceram nesse signo por causa de sua possessividade e cobranças como um todo.

12- Peixes

Peixes busca por quem consegue lhe tirar do mundo da lua, mas não se dão bem com os Geminianos, pois são extravagantes demais.

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*Fonte: fatosdesconhecidos

13 difíceis lições que você precisa aprender antes de encontrar o amor que merece

Difíceis lições que você precisa aprender antes de encontrar o amor que merece:

1. Quando alguém diz que não quer estar em um relacionamento, acredite
Se alguém insinua qualquer coisa sobre não ser capaz ou pronto para ter um relacionamento, ou que não podem namorar “alguém” por razões X, Y e / ou Z é mais provável que a pessoa esteja educadamente dizendo que não pode namorar você. Alternativas: “Não estou interessado em nada sério agora”, “Não estou emocionalmente disponível”, etc.

2.Apenas porque você não está fazendo jogos, não significa que outras pessoas não estejam
Quando se trata de namoro, o melhor de nós pratica a regra de ouro: trate as pessoas como você quer ser tratado. Mas temos que aceitar que praticar a regra de ouro sobre os outros, não significa receber a mesma cortesia. Algumas pessoas somem, algumas pessoas brincam com seus sentimentos, algumas pessoas o mantém em um purgatório emocional, e a lista continua. Você tem que manter seus princípios mesmo quando não recebe o mesmo tratamento em troca.

3. O tempo pode ser um amigo, mas também pode ser uma restrição muito real
Um amigo disse uma vez algo sobre o tempo que me marcou: o tempo é mais importante do que se você e seu amor se interessam um pelo outro. Esse pensamento é realmente desanimador. Você deve estar disposto a reconhecer que tipo de problema de tempo você enfrenta.

4. Quanto mais cedo você puder aceitar como se sente sobre alguém, mais cedo saberá o que fazer sobre isso
Você pode dançar em torno dos seus sentimentos o quanto quiser, mas, mais cedo ou mais tarde, eles te alcançarão. Você também pode racionalizar, argumentar e tentar se convencer de como sente, mas tudo isso é quase sempre inútil. Os sentimentos podem ser uma coisa fugaz, e eu certamente não acho que eles sempre precisem ser guias. Mas ser sincero consigo mesmo é o primeiro passo, o acerto ou o erro, ou a ação ou a inação, vêm em segundo lugar.

5. Você sempre amará ou gostará de algumas pessoas, mesmo que elas não “mereçam”
Há algo pior do que se apaixonar por uma pessoa que é terrível (para você)? Se o amor é uma escolha ou não, é uma questão que nunca seremos capazes de responder com certeza. O que é uma escolha, no entanto, é com quem você escolhe estar.

6. Distrações não resolvem o problema, elas estendem o tempo que leva para você seguir em frente
O processo de cura do desgosto em todas as suas formas é algo que você precisa enfrentar. E quanto mais cedo você enfrentar diretamente, melhor.

7. Você pode conhecer a pessoa perfeita, mas ela ainda pode não estar “pronta” para você
Isso acompanha o tempo, exceto que não é tanto sobre as estrelas não se alinharem para ambas as partes, a pessoa pode não querer fazer sacrifícios para estar com você agora, por qualquer motivo. Ainda assim, não é uma boa ideia esperar pela pessoa, porque algumas pessoas nunca estarão prontas para você.

8. Se é realmente difícil no início, não vai ficar mais fácil
Os bons filmes e a grande literatura nos convencem de que ter que superar coisas difíceis estando com alguém, é um sinal de que vocês devem estar juntos. Na maioria das vezes, parece que exatamente o oposto é verdadeiro. Isso não quer dizer que você não precise fazer nenhum esforço, mas é normal se cansar de coisas que pareçam exigir mais trabalho do que deveriam, especialmente no início.

9. Seu coração partido não é incomum, é, realmente, bastante comum
E você vai se curar, mesmo que não queira. (Às vezes você não vai querer.) Muitas pessoas romantizam o coração partido, quando há muito pouco de romântico sobre isso. Ainda assim, um dia você ouve as dores dos outros enquanto considera as suas, e você percebe de uma maneira estranha, que está tudo no mesmo conjunto.

10. Você pode mudar seus cabelos, seu rosto, seu trabalho, sua cidade… mas, se não estiver bem consigo mesmo, um relacionamento não vai consertar isso
Pode até ampliar todas as suas inseguranças. Encontrar alguém que o ama e aceita é uma experiência incrível, mas fazer isso por si mesmo é imprescindível.

11. Você não pode mudar ninguém além de si mesmo em um relacionamento
E você não deve entrar em um esperando conseguir mudar o outro. Você deve aceitar a pessoa com quem está com todas as suas falhas e, se não puder, deve deixá-la ir. Porque isso pode significar que você não queira a pessoa, você quer a versão dela que criou em sua cabeça, e a verdade seja dita, isso é totalmente injusto.

12. Às vezes, você pode ser solteiro por qualquer uma das muitas razões pelas quais as pessoas são solteiras
Às vezes, você é solteiro sem nenhum motivo. Às vezes, ser solteiro parece uma benção, e às vezes é como uma punição. Você pode perder a cabeça imaginando porque você está solteiro. E não há absolutamente nada de errado em dizer que você quer estar em um relacionamento. Mas, em última instância, é sempre melhor saber o que você está disposto ou não a sacrificar para estar em um relacionamento.

13. Sua história de amor, bem como sua história de vida, serão diferentes das de todos
Todo mundo tem algo a dizer sobre o amor e as lições que aprenderam. Esteja disposto a ouvir e tomar o que faz sentido para você – mesmo as lições difíceis. Mas não defina seu amor e sua história de amor pelas histórias de outras pessoas. Você não é inteiramente responsável por todos os detalhes, mas quando se trata do amor em sua vida, você deve ter a coragem de colocar sua própria caneta no papel.

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*Fonte: Thought Catalog / Traduzido pela equipe de O Segredo

Crianças que acampam vão melhor na escola, diz estudo

Um estudo realizado pelo Instituto de Educação da Universidade de Plymouth, no Reino Unido, identificou que crianças que acampam pelo menos uma vez ao ano são mais saudáveis, felizes e têm melhor desempenho escolar. Os benefícios foram observados pelos próprios pais.

Para a pesquisa, o Instituto contou com o apoio da organização Camping and Caravanning Club, que conta com mais de 500 mil membros. Na análise, a professora Sue Waite descobriu que quatro em cada cinco pais entrevistados consideram que os acampamentos exercem um efeito positivo sobre a educação formal de seus filhos.

Entre os questionamentos, foi descoberto que: 98% dos pais consideram que os filhos apreciam e se conectam mais com a natureza após acamparem; 95% disseram que os filhos ficam mais felizes durante os acampamentos; 93% disseram sentir que a atividade fornece habilidade úteis para a vida mais tarde.

Como é evidente, o ato de acampar também exerce influência sobre o uso da tecnologia pelas crianças. Este ponto foi, inclusive, lembrado pelos pais, com 15% deles considerando positivo o distanciamento das crianças dos aparelhos eletrônicos.

Acampar ainda proporciona sensação de liberdade, independência e confiança aos filhos (item citado por 20% dos pais), e ajuda as crianças a gostarem mais de aprender na sala de aula, de acordo com 68% dos pais participantes. Segundo eles, as crianças apreciam o fato de poder compartilhar suas experiências e aventuras, além de poderem visitar locais históricos ou que foram estudados na escola.

 

“Curiosamente, os pais entrevistados acreditavam que o campismo apoiou as disciplinas curriculares fundamentais, como geografia, história e ciências”, explicou a pesquisadora Sue Waite.

 

A professora ainda esclareceu que as crianças também foram ouvidas no estudo. Ao serem indagadas sobre o que mais gostavam nos acampamentos, os assuntos mais comuns foram: fazer novas amizades, se divertir e aprender novas habilidades.

*Clique [ AQUI ]  para mais informações sobre o estudo.

 

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*Fonte: ciclovivo

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7 maiores falhas masculinas que fazem qualquer mulher terminar a relação

Em apenas 10 anos, segundo o IBGE, a taxa de divórcio aumentou cerca de 160%, isso sem falar em namoros, noivados e afins. Não, não existe uma fórmula para o relacionamento perfeito, mas certamente, se você evitar as 7 falhas que vamos tratar aqui, você estará muito perto de um relacionamento bem sucedido.

É importante dizer que todas essas informações foram confirmadas, individualmente, e comprovadamente atrapalham, dissolvem um relacionamento. Utilizamos como dados institutos sérios como o Projeto de Sexualidade da USP (ProSex), IBGE, pesquisa da Universidade de Western Sydney, dentre outras fontes.

Embora o item 7 seja o mais importante, não ignore os 6 primeiros, eles também são significativos e, mesmo que ela te aguente por não cometer o item 7, se você corrigir os outros certamente vai melhorar muito o seu relacionamento. Preparado para começar?

 

1 – Falta de comunicação

Uma das maiores queixas femininas está na comunicação do casal. Quantas vezes ela teve que te perguntar alguma coisa repetidas vezes e o retorno que ela teve foi um “ahn” ? Ou ainda, quantas vezes ela chega em casa cheia de novidades, ou até mesmo fofocas femininas, vem te contar e você corta o barato dela, falando que está cansado, ou simplesmente, finge que ouve mas entre em um ouvido e sai no outro?

A falta de atenção do homem, falta de paciência e a ausência de uma comunicação de qualidade é certamente um grande vilão para o sucesso do seu relacionamento. Preste atenção nela, converse, seja parceiro, isso vai fazer toda a diferença para ela. Se quiser melhorar ainda mais, dê atenção e seja divertido, você vai ficar muito mais irresistível.

 

2 – Falta de planejamento financeiro

Muitos homens acham que grande parte das mulheres são interesseiras, que só se preocupam com o dinheiro, que o fator financeiro é o mais importante para elas, isso de certa forma faz sentido, mas não do jeito que você está pensando.

Primeiro que, a falta de dinheiro primeiro afeta você e que, consequentemente vai afetar lá no item 7, que é a sua sexualidade. Segundo a especialista Carmita Abdo, da Universidade de São Paulo, depois de um levantamento sobre a satisfação sexual de brasileiros empregados e desempegados, descobriu-se que a insatisfação sexual é maior cerca de 10% nos homens que estão em situação financeira desfavorável.

Além de ajudar a intensificar no item 7, que vamos falar em detalhes em breve, o que mais preocupa as mulheres é a falta de planejamento. Tudo bem que está desempregado, por exemplo, mais quais os planos para melhorar isso? Qual a perspectiva de futuro que você quer financeiramente para você, para ela e para sua família, ou futura família?

Na verdade a mulher busca não é dinheiro, é segurança. Se você mostrar um plano, que apesar disso e daquilo, você está no caminho certo e que, independente do que aconteça, você vai buscar aquilo, isso certamente não será o fator que dará fim ao seu relacionamento.

Agora a falta dessa segurança, desse planejamento, pode sim ser muito ruim para o futuro da relação, principalmente se você quer ficar com ela para o resto da sua vida. Inclusive isso influencia diretamente em como a família dela te vê como um bom partido ou não.

 

3 – Preguiça

Você é um homem ativo e que busca suas conquistas diariamente, ou você é aquele cara acomodado, preguiçoso e que vive reclamando, queixando da vida?

Grande parte das mulheres reclamam e muito desse tipo de homem, preguiçoso, inativo, que fica lá só deitado no sofá, querendo ver TV, engordando, e o pior, no final das contas não faz nada em casa, o que já entra no item 4, que já vamos falar.

Fique ativo, tenha vontade e tesão pela vida, isso está diretamente ligado a vontade e o tesão que a sua parceira tem em ficar com você. Cuide da sua aparência, cuide dos seus sonhos e corra atrás dos seus objetivos. Isso certamente vai ajudar a blindar o seu relacionamento.

 

4 – Não ajudar em casa

Nós ainda vivemos em um mundo machista no qual grande parte dos homens acreditam que não precisam fazer nada em casa, só ficar lá sentando, vendo TV, sem obrigações, sem tarefas. Isso influência diretamente na qualidade do seu relacionamento. Uma pesquisa realizada pela Universidade Estadual da Geórgia, nos EUA, indica que homens que ajudam nas tarefas domésticas e nos cuidados com os filhos, são mais felizes e o casal tem uma vida sexual mais prazerosa.

Além de ajudar a melhorar o sexo, que iremos abordar com mais detalhes no item 7, vai te deixar muito mais interessante aos olhos de sua amada.

 

5 – Falta de romance

Geralmente, quando o homem ainda não é casado, está só namorando, ou ainda, no início do relacionamento, costuma sempre fazer um agrado, uma surpresa para a parceira, dar um buquê de flores, um presente fora de uma data especial, um cineminha surpresa, um jantar romântico.

Depois de alguns anos de relacionamento a coisa só vai esfriando, até chegar ao ponto que nem nas datas especias rola um agrado à parceira. Isso acontece ou já aconteceu com você? Eu sei o que muitos vão dizer como “estou sem dinheiro”, “está tudo muito corrido”, “não tenho tempo para essas coisas”, dentre diversas outras desculpas.

Você começa a ficar previsível, começa a entrar em uma rotina chata e desinteressante. O mais importante não é o preço do presente, o status do restaurante ou quantas horas você teve que investir para surpreender a sua parceira, o que realmente importa para ela é você demonstrar, com pequenos gestos, o tanto que ela é importante para você.

Dar um chocolate, levar a um lugar agradável, ou algum presente que mostra que você lembrou dela, já é suficiente para não perder o romance, e deixar o seu relacionamento mais interessante, mais forte do que nunca.

 

6 – Tratar como se fosse a mãe

Ninguém merece um homem dependente emocionalmente da parceira. Aquele que depende dela para tudo, para cozinhar, para passar a roupa, para arrumar a mala, para planejar as viagens e todo o resto.

Já existem inclusive estudos sobre isso, muitos homens associam a imagem da parceira como se estivesse ali, no papel de sua mãe, principalmente em afazeres domésticos. A sua parceira não está com você para cuidar como se fosse o filho dela, ela está ali para ser a sua mulher, trate-a como tal.

Ela quer romance, quer ajuda em casa, e também, quer sexo de qualidade, que é o próximo item que vamos abordar.

Se você tratar ela como alguém especial, mas tão especial que parece a sua mãe, as suas chances de tomar um pé na bunda aumentam muito.

 

7 – Sexo ruim

E, como foi dito no início desse texto, esse é o fator que mais se vê homens falhando e que, não tem jeito, se você não der prazer sexual para a sua parceira, você pode fazer com excelência todos os itens acima que, ainda sim, o seu relacionamento estará com os dias contados.

Uma mulher só se sente plena, só se sente preenchida, se sente realizada quando ela tem sexo, quando ela tem um cara que sabe dar orgasmos a ela.

O pior vilão para o sexo ser ruim é o cara não ter o controle da sua ejaculação. Cerca de 30% dos homens brasileiros com a vida sexual ativa ejaculam rápido demais e isso é motivo de frustração, vergonha, sofrimento e, até mesmo, falta de interesse sexual para os caras que sofrem desse problema.

Já as parceiras desses homens acham eles egoístas, que só pensam no prazer próprio e ficam insatisfeitas no sexo. Com o tempo é inevitável, ela vai terminar o relacionamento, ou ainda, se você for muito bom e não cometer nenhuma das outras falhas citadas, ela vai continuar com você, mas buscar sexo fora de casa.

Isso não é culpa dela, ela precisa de prazer, é carnal, é humano. O grande problema dos homens quando o assunto é a ejaculação precoce é que muitos não assumem o problema e, os que assumem, não buscam ajuda, outros ainda acham que o problema vai passar do dia para a noite, e ficam esperando, até ver sua parceira terminar o relacionamento, buscar alguém que a realize de verdade.

O que poucos sabem é que o controle da ejaculação é uma habilidade que qualquer homem pode aprender. Além disso, ao aprender essa habilidade, podem também melhorar, intensificar a sua ereção, através desse tipo de treinamento.

Para os homens que dão a desculpa que não precisam, que não tem tempo ou que acham que já fizeram de tudo para superar esse problema, eles deveriam ver esse treinamento aqui.

Ao clicar nessa página, você terá que inserir o seu melhor e-mail para ter acesso a uma série de vídeos gratuitos e 100% online pra aprender, até mesmo, a ter o controle absoluto da ejaculação. Esse material é de extrema qualidade e tem diversos benefícios, como você poder ver do conforto da sua casa, material didático diferenciado e que já ajudou mais de 14.000 homens a superar o problema, a controlar a ejaculação.

Materiais como esse pode, literalmente, salvar o seu relacionamento. Clique aqui e participe desse treinamento gratuitamente.

Claro, sexo não é só penetração, você não só pode, como deve utilizar todos os recursos disponíveis para dar muito prazer, para dar orgasmo a sua parceira, mas uma coisa é fato, o orgasmo via penetração libera um hormônio chamado ocitocina, que é o hormônio do vínculo, do comprometimento.

Para dar esse tipo de orgasmo, é fundamental você ter o controle da sua ejaculação. Se isso for uma dificuldade para você, ou ainda, você quiser aprender mais e melhorar essa habilidade, é altamente recomendado que você clique aqui e participe desse treinamento em vídeo.

 

 

Por fim…

Se você evitar todas essas falhas e corrigi-las, como foi proposto em cada um dos tópicos, é quase certeza que você terá um relacionamento feliz, saudável e prazeroso por muitos e muitos anos. Claro, não existe uma fórmula do relacionamento inabalável, mas essas dicas certamente te ajudarão a chegar bem próxima dela.

 

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*Fonte: testosterona

4 passos para encontrar alguém legal

As pessoas vivem falando que não encontram ninguém legal, que não sabe onde as pessoas interessantes estão se escondendo. Por isso, na Rapidinha de hoje, separamos 4 dicas pra encontrar quebrar esses argumentos:

1) Seja alguém legal

Essa é a dica mais importante! Se você não for uma pessoa interessante, por que uma pessoa interessante iria se interessar por você? As pessoas legais querem outras pessoas legais pra se relacionar, então antes de dizer que não existe pessoas bacanas solteiras pelo mundo, dê uma olhada no espelho e veja se o problema não está em você. Faça essa pergunta e responda com sinceridade: Se pudesse, você namoraria com você mesmo (a)?

2) Procure fora dos lugares clichês

Sim, você pode encontrar seu amor na balada, mas isso pode demorar muito. O ideal é ir em lugares e fazer coisas de seus interesses, pois assim as chances de encontrar outras pessoas parecidas com você será maior. Você gosta de esportes e queria encontrar alguém que também goste? Frequente grupos pra praticar esportes, vá em eventos relacionados à essa área, se faça presente. Se você ficar no seu quarto reclamando que não encontra ninguém, te garanto algo: a pessoa certa não vai bater na sua porta pra te pedir em namoro.

3) Foque no interior

Todo mundo quer pessoas bonitas, então a concorrência fica muito grande. Beleza é legal? Sim..mas é um bônus somente, não pode ser o motivo principal para você escolher alguém com quem se relacionar. Sem falar que você pode até conquistar essa pessoa bonita, mas se ela não tiver nada de interessante por dentro, você não vai aguentar a companhia dela por muito tempo.

4) Não se rebaixe

Tem gente que, só pra não ficar sozinho, acaba entrando em qualquer relação. Não faça isso – enquanto você perde tempo numa relação errada, está perdendo a chance de encontrar a pessoa certa.

 

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*Fonte: casalsemvergonha

luneta7

A verdade sobre a traição

Traição pode até ter perdão, mas definitivamente não tem justificativa.
Sou muito mais um pé na bunda de cara limpa do tipo “eu não gosto mais de você” ou até as velhas conversas fiadas de “tentei me relacionar, mas tenho um bloqueio emocional”, do que uma escapadinha no quintal do vizinho para comprovar o óbvio: o respeito aqui passou longe da palavra amor. O problema é que quando o outro decide espiar pela fresta da janela só para ter certeza de que o conforto de dentro de casa ainda é mais emocionante do que a vida lá fora, todo o alicerce de uma parceria já foi por água abaixo junto com a curiosidade. O que mata um romance muitas vezes nem é a traição em si, mas o fato inquestionável de que em algum momento desta travessia um voto precioso de confiança foi quebrado.

Tudo, absolutamente tudo nesta vida é questão de escolha.
Justamente por isso é inútil tentar se defender ou se desvencilhar do erro quando as máscaras já caíram. Você decidiu namorar, você optou por se envolver, então não venha com o discurso ultrapassado de que a bebida definiu por você ou que aquela noite não significou nada. Costumo dizer que todo mundo tem um breve lapso de sobriedade antes de fazer alguma “cagada”. Sabe-se as consequências, as rupturas, e todas as tempestades que aquela omissão pode gerar e ainda assim se faz. Então, não existem justificativas para uma atitude que foi de certa forma calculada. Assume, reconhece, se desculpa pela bagunça e vai embora (ou conquiste de novo o seu lugar).

O que me dói é a troca de acusações, a vitimização de quem pulou a cerca que acaba por ferir a autoestima do outro.
Traição, acima de todos os sentimentos, é um caminho que a gente decide ou não seguir. Sozinhos. Transferir a culpa, a responsabilidade, os destroços do vendaval para alguém que por mais insatisfeito que estivesse segurou a onda até ali, mais do que imaturidade é falta de bom senso. Você foi homem/mulher o suficiente para bater na porta e pedir licença para entrar, pois tenha a decência de saber sair com dignidade.

Para você foi apenas um passeio “sem importância” pelo universo da novidade.
Para quem ficou sentado à mesa de jantar esperando para servir a lasanha feita com tanto cuidado e carinho para tentar resgatar o romance, foi perda de vida, de oportunidades, de energia e principalmente, de tempo. Enquanto você se divertia pulando de galho em galho e claro, voltando para o aconchego de um amor que sabia que estava a sua espera, a pessoa que se escolheu para dividir oficialmente os lençóis está ali, brincando sem querer de fazer papel de trouxa.

Traição é uma babaquice sem tamanho.
Ninguém é obrigado a nada, está algemado, amordaçado, ou sendo ameaçado para permanecer contra a sua vontade em um relacionamento. Entrar e sair sempre foram duas opções bem evidentes e bem libertadoras por sinal. O que não dá é para ficar no meio termo da conveniência, curtindo todos os benefícios de se estar solteiro, mas mantendo intocável dentro de casa alguém para suprir as carências momentâneas. Quer se relacionar, ótimo, faça por onde, posicione-se como tal, e acima de tudo respeite a outra metade. Assim como você, alguém optou por abandonar toda uma vida de descompromissos para se dedicar a um sentimento.

Não justifique, não repita, simplesmente não faça.
Não existe necessidade. Está balançado(a)? Arca com os custos do desconhecido e abandona o caminho de vez, nem que seja para se arrepender depois. Somos todos humanos, feitos de sentimentos que se misturam a todo o momento, de um punhado de hormônios malucos, e temos todo o direito de sentir a vida chacoalhar as nossas certezas de vez em quando. Mas quando a gente envolve outra pessoa na história deixa de ser uma inconsistência individual, para se tornar um sofrimento conjunto. Por piores que sejam os motivos pessoais, muito melhor sair de um relacionamento sem ostentar mentiras ou causar constrangimentos, do que deixar um legado de rancor. Na dúvida tenha no mínimo caráter, não dói, não pesa, e faz uma diferença danada para a saudade que você vai deixar. Gente que vale a pena não trai nem a si mesmo e isto é sinônimo de integridade, aquilo que falta em muita gente que se olha diariamente no espelho.

 

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*Fonte: casalsemvergonha / texto: Danielle Daian

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