Você pensa por si mesmo ou como a mídia quer que você pense?

Várias obras da literatura e do cinema destacam o papel da mídia como um instrumento importante no controle social. Sabendo que somos seres significantes, isto é, que constroem a consciência a partir da atribuição de juízos de valor e signos em relação às coisas, é notório que os meios de comunicação possuam enorme importância na formação desses signos. Sendo assim, de que modo se constrói a liberdade do pensar humano em um mundo cada vez mais dominado pela força da mídia?

Essa problemática aparece, por exemplo, no filme (baseado em uma HQ) “V de Vingança”, em que V (Hugo Weaving) diz em dado momento a seguinte frase: “Pensa por você mesmo ou como eles querem que você pense?”. Na sociedade do filme, a mídia é totalmente subserviente às vontades da ordem estabelecida. Na nossa, parece-me, que as coisas não são tão diferentes. Somos bombardeados diariamente com toneladas de informações que repetem à exaustão a mesma coisa, a saber, as vontades da ordem dominante e, consequentemente, do capitalismo consumista.

Dessa maneira, a consciência do indivíduo é formada através de informações ideologizadas em um único sentido, de modo tiranizado, lembrando Milton Santos, embora estejam fantasiadas de uma pseudodemocracia libertária. Obviamente, nenhuma ideia é desprovida de ideologia, todo pensamento existe a partir de um determinado viés ideológico. No entanto, o grande problema se estrutura na medida em que o sujeito recebe apenas um tipo de “informação”, dada como se fosse a única forma de pensar e agir, sem a existência de outras possibilidades. Ou seja, a cosmovisão ou consciência do sujeito é limitada aos valores sígnicos que recebe, valores estes unilaterais e impostos por pessoas que se beneficiam da homogeneização social.

Com a criação de uma espécie de consciência que funciona em uníssono, há uma padronização, em que todos devem agir, se comportar, falar e, sobretudo, comprar igualmente. Como disse, nenhuma ideia será desprovida de ideologia, mas, novamente, o problema está em apresentar uma única saída, como se todos fossem iguais, como se a liberdade do indivíduo não possuísse valor e, portanto, devesse ser extirpada, colocando em seu lugar grilhões que fazem com que todos caminhem sempre na mesma direção, afinal, para os donos do poder, como aparece em “Robocop (2014)”: “As pessoas não sabem o que querem até dizermos o que querem”.

Nesse prisma, o indivíduo deixa de pensar por si mesmo ou de, pelo menos, fazer uma escolha baseada em sua capacidade reflexiva, para ser somente um servo do sistema, que age como tirano ao mesmo tempo em que faz com que o sujeito acredite ter o controle pleno de todas as suas ações.

“Quando a máquina luta, sinais são enviados ao cérebro do Alex e ele pensa que está no controle, mas não está. É uma ilusão.” (Robocop, 2014)

Diante disso, a liberdade no contexto contemporâneo se tornou um elemento extremamente frágil, uma vez que o desenvolvimento tecnológico possibilitou a exponencialização da capacidade de interferência ingerente em todos os setores da vida de uma pessoa e como todos estão submetidos, mais ou menos, à vida em sociedade, todos de algum modo acabam sendo permissivos e/ou omissos em relação ao domínio da “máquina”.

Assim, a grande questão em relação a toda essa discussão, a meu ver, é perceber de um lado o exercício do poder por meio da linguagem, porque informação/mídia/publicidade também é linguagem, e, por outro lado, a diminuição da capacidade reflexiva do homem, que ao estar submetido a um estilo de vida que ele próprio consentiu, tornou-se mais automatizado e cansado, de modo a digerir e executar com enorme facilidade tudo que consome, como se os olhos ao ver, não enxergassem; cegueira típica de quem se acostumou tanto a desligar o cérebro, que já não lembra como fazê-lo voltar a funcionar.

 

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*Fonte: genialmentelouco

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8 regras simples para se comunicar com um manipulador

Os manipuladores têm a capacidade de cultivar em nós o sentimento de culpa, nos chantagear e mentir descaradamente. Acabamos fazendo o que eles querem e mandam, mesmo que para isso seja preciso ultrapassar nossos próprios limites, como se nossa vontade nem sequer existisse. Esse jogo pode durar anos, envenenando a vida quem é manipulado.

Para que você se defenda deste tipo de pessoa, algumas “normas de segurança” que foram criadas pelo expert em comunicação e treinamento Preston Ni:

Lembre-se de seus direitos inalienáveis

Você tem direito a ser respeitado por outras pessoas.

Tem direito a expressar seus sentimentos, opiniões e vontades

Tem direito de estabelecer suas prioridades.

Tem o direito de dizer “não” sem que se sinta culpado.

Tem direito de receber aquilo pelo que pagou.

Tem direito a expressar seus pontos de vista, mesmo que eles sejam diferentes dos demais.

Tem direito de se proteger de ameaças físicas, morais e emocionais.

E você tem direito a construir sua vida de acordo com sua própria noção de felicidade.

Estes são os limites do seu espaço pessoal. Claro que os manipuladores são grandes destruidores dos nossos limites, que não respeitam nem reconhecem nossos direitos. Porém apenas nós mesmos somos os responsáveis por nossas próprias vidas.

Mantenha distância

Durante a comunicação, um manipulador mudará sua máscara o tempo todo: com uma pessoa pode ser extremamente educado, enquanto com outro pode reagir com violência e grosseria. Em uma situação se fará passar por alguém indefeso, enquanto em outra deixará aparecer seu lado agressivo.

Se você já percebeu que a personalidade de alguém tem a tendência de refletir este tipo de extremos, o melhor que você pode fazer é manter uma distância segura dessa pessoa e não se relacionar com ela a menos que seja realmente necessário.

O mais comum é que os motivos que levam a este comportamento sejam complexos e tenham raízes na infância. Corrigir, educar ou salvar um manipulador não é problema seu.

Não leve-o a sério

A tarefa de um manipulador é brincar com suas fraquezas. Não surpreende se, na presença de alguém assim, você passar a sentir sua “incapacidade” e até tentar culpar a si mesmo por não obedecer às ordens daquela pessoa.

Identifique essas emoções e lembre que o problema não está em você. Estão te manipulando para fazer com que você sinta que não é suficientemente bom, e por isso deveria estar disposto a se submeter às vontades de outro alguém, chegando a renunciar aos seus próprios direitos.

Analise sua relação com um manipulador respondendo mentalmente às seguintes perguntas:

Esta pessoa me demonstra verdadeiro respeito?

Suas exigências e solicitações são bem fundamentadas?

É uma relação equilibrada? Talvez você seja um dos que se esforça enquanto o outro só recebe os benefícios?

Esta relação me impede de manter uma boa relação comigo mesmo?

As respostas a estas perguntas ajudarão você a entender de quem é o problema, se ele está em você ou na outra pessoa.

Faça-o perguntas para testar

Os manipuladores sempre tentarão coagir você com suas solicitações ou pedidos, fazendo com que você se esqueça de si mesmo e das suas necessidades. Se o manipulador tenta te ofender ou refutar seus argumentos, mude o foco de atenção: de você mesmo para seu interlocutor.

Faça-o algumas perguntas de teste e ficará mais claro para você se tal pessoa tem ao menos um pouco de autocrítica e/ou vergonha.

“Você acha que é justo o que está me pedindo?”

“Você acha que isso é justo comigo?”

“Posso ter minha própria opinião a respeito disso?”

“Você está perguntando ou afirmando?”

“O que eu recebo em troca?”

“Você acha mesmo que eu… (reformule o pedido do manipulador)…?”

Fazer estas perguntas é como colocar o manipulador em frente a um espelho, onde a pessoa verá o “reflexo”, a verdadeira natureza de seu pedido.

Ainda assim, existe um tipo único de personagem que sequer se dará ao trabalho de ouvir você, e insistirá constantemente em favor próprio. Nesse caso, siga os seguintes conselhos:

Não se apresse!

Outra das estratégias preferidas do manipulador é forçar você a responder ou agir de imediato. Numa situação em que o tempo passa rápido, é mais fácil para ele manipular para conseguir o que deseja (na linguagem de vendas, seria como dizer “fechar logo o negócio”).

Se você sente que estão te pressionando, não se apresse a tomar uma decisão. Use o fator tempo a seu favor, retire a chance de ter sua vontade coagida. Você manterá o controle da situação dizendo apenas “eu vou pensar”.

São palavras muito eficientes! Faça uma pausa para analisar prós e contras: determine se você quer continuar discutindo sobre o assunto ou dar um “não” definitivo.

Aprenda a dizer ‘não’

Saber dizer ‘não’ é a parte mais importante na arte da comunicação. Uma negação clara permite que você se mantenha imóvel em sua opinião, criando uma boa relação com seu interlocutor (se as intenções dele forem saudáveis).

Lembre-se de que você tem o direito de estabelecer suas prioridades, tem direito a dizer ‘não’ sem por isso sentir qualquer tipo de culpa. Você tem direito a escolher seu próprio caminho à felicidade.

Fale-o sobre as consequências

Como resposta às intromissões grosseiras no seu espaço pessoal e à dificuldade em aceitar seu ‘não’, fale ao manipulador sobre as consequências de seus atos.

A capacidade de identificar e expor de forma convincente os possíveis resultados é um dos métodos mais eficientes de truncar o jogo do manipular. Você o colocará num beco sem saída, obrigando-o a mudar de atitude com relação a você ou até a revelar qual era seu plano, inviabilizado-o.

Defenda-se de zombarias e ofensas

Às vezes os manipuladores chegam a ofender ou até zombar diretamente, tentando assustar suas vítimas ou causar nelas algum tipo de sofrimento. O mais importante é lembrar que as pessoas assim se apegam ao que acreditam ser uma fraqueza. Enquanto você for passivo e obediente, será um alvo fácil diante de seus olhos.

O curioso sobre isso é que, na maior parte dos casos, este tipo de pessoa é, na realidade, covarde: logo que a vítima começa a demonstrar personalidade e a defender seus direitos, o manipulador se retira. Esta regra funciona em qualquer esfera da sociedade, seja na escola, na família, ou até no trabalho.

Lembre-se que não vale a pena entrar numa briga, basta manter a calma e deixar clara sua opinião.

De acordo com estudos, muitos abusadores foram ou são vítimas de abusos. É óbvio que esta condição não justifica de maneira alguma seu comportamento, mas é importante lembrar para responder a seus atos com sangue frio e sem remorso algum.

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*Fonte: resilienciamag

15 minutinhos fazendo isso na cama vão melhorar radicalmente seu relacionamento

Quando alguém pensa em apimentar o relacionamento ou melhorar a intimidade do casal, logo imagina pétalas de rosas, velas e jantares românticos. Um estudo revela, porém, que talvez seja mais interessante investir no pós-coito do que nas preliminares.

Ficar juntinhos na cama por cerca de 15 minutos ajuda muito no relacionamento segundo pesquisa da Universidade de Toronto Mississauga, publicana na revista Archives of Sexual Behaviour. O melhor de tudo é que o resultado é observado independentemente da frequência do sexo, mas parece funcionar melhor em casais com filhos em relação aos sem filhos.

A pesquisadora Amy Muise estudou os efeitos do comportamento pós-coito em casais monogâmicos e descobriu que o que o par faz logo após o sexo tem um grande impacto sobre como eles se sentem em relação à satisfação sexual com o parceiro.

“Quando as pessoas pensam em sexo, elas tendem a focar no coito ou no orgasmo. Essa pesquisa sugere que outros aspectos afetivos do sexo são importantes para a satisfação sexual”, explica ela.

Muise testou a relação entre comportamento afetivo pós-sexo como beijos, carinhos e conversa amorosa com a satisfação sexual. O estudo foi dividido em duas fases: na primeira coletou informações de uma pesquisa online com 355 pessoas, enquanto na segunda aplicou questionários por 21 dias em 101 casais.

Na fase online, os participantes relataram ter comportamento afetivo por cerca de 15 minutos depois do sexo. A pesquisa mostrou que casais que passavam mais tempo juntos relataram ter maior satisfação sobre sua vida sexual e melhor relacionamento com o parceiro. Na segunda fase, casais eram orientados a se abraçar por mais tempo do que o seria normal, e três meses depois relataram sentir níveis mais altos de satisfação.

“Pais normalmente têm menos tempo para sexo e romance. O tempo passado se abraçando depois do sexo mostrou um maior impacto nos relacionamentos do que nos não-pais. É possível que o tempo de conexão depois do sexo seja mais importante para casais que têm problema de falta de tempo para conexão íntima”, diz ela. [OZY, Universidade de Toronto, Archives of Sexual Behaviour]

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*Fonte: hypescience

Aprenda a se colocar no lugar do outro, e tente ser amor, sempre que puder. O Universo te devolverá em dobro, quando você mais precisar.

Até pouco tempo eu concordava cem por cento com a citação ‘Sou responsável, pelo que digo e não pelo que você entende’.

Refleti muito sobre toda a verdade que essa simples sentença carrega.

E cheguei à conclusão de que, ela a frase, é egoísta e cruel.

Nós, ou muitos de nós, gostamos de não nos responsabilizar por quase nada.

Porque o sentimento de culpa pesa, sufoca, e acharmos que somos ou fomos culpados por alguma coisa, é assustador.

Com frequência ouvimos frases como, ‘a culpa é sua, você quis assim, eu não fiz nada para você’.

Eu acredito firmemente, que não existem culpas, existem consequências, então, para tudo o que você fizer ou disser, existe uma consequência. É aí que entra nossa responsabilidade. Sim eu disse nossa, minha, sua, todos nós deveríamos nos preocupar com o que acontece a nossa volta, deveríamos sim prestar atenção ao que acontece com as pessoas, porque um sorriso, um abraço, um simples conta comigo, pode mudar uma história. Acha que é exagero? Então pare para pensar com cuidado, e talvez você encontre algum momento em sua vida, no qual alguém salvou o seu dia com um gesto simples, uma palavra que conforta ou um simples ombro amigo.

Se alguém salva um dia, ele(a) pode estar salvando uma vida, porque vidas podem começar e terminar em apenas alguns minutos, quem sabe até segundos.

A falta de empatia tem deixado o mundo mais frio e triste. Quando nos deparamos com pessoas que moram na rua, com aqueles, que por um motivo ou outro estão ou são menos favorecidos, sentimos pena sim, mas pensamos primeiro que é um problema social, que a culpa é do governo, lamentamos, mas não fazemos nada, certo?

Você deve estar se perguntando, e porque deveríamos fazer alguma coisa se a culpa não é nossa? Mas a verdadeira pergunta é, porque não fazer qualquer coisa que seja para ajudar, mudar ou melhorar a situação de alguém, nem que seja por alguns minutos ? Sem mais rodeios, onde eu quero chegar é, cada pessoa que você encontra, está lutando batalhas que talvez ninguém saiba, então seja mais gentil, pense antes de falar, e não se preocupe só com você, não faça o mundo girar somente ao seu redor, seja humano e se sinta sim responsável pelo que diz, porque você tem o poder de salvar o dia de alguém, ou de acabar com ele.

A maioria das pessoas é emocionalmente fraca, carente e isso não as torna inferiores, são apenas humanos imperfeitos, como eu e você, e ajudaria muito se cada um de nós fizesse a nossa parte.

Já ouvi pessoas dizendo que não podem ajudar aos outros porque mal conseguem ajudar a si próprios, e isso eu chamo de egoísmo, de olhar somente para o próprio umbigo, porque viver só para si é se entregar a uma existência miserável e sem sentido, sem propósito.

Se puder ajudar com dinheiro, ajude, se puder ajudar somente com palavras de motivação, assim o faça, se achar que não tem nada a oferecer, então pelo menos, se responsabilize sim, por tudo o que diz e tudo o que faz, porque isso com certeza pode e vai influenciar ou mudar o dia, quem sabe a vida de alguém.

Se estiver irritado, respire fundo e lembre-se ninguém precisa pagar o preço da raiva ou frustração que você sente, mas quem sabe a tranquilidade ou conforto que você precisa, virá de um gesto, quem sabe até de um estranho. Afinal, estamos nessa caminhada juntos, todas as pessoas que encontramos na rua, no parque, no supermercado, todos eles respiram o mesmo ar, todos têm um coração batendo forte no peito e sangue correndo nas veias, todos nós somos iguais, independente da posição social, cor da pele, nacionalidade, sexo, ou qualquer outra mera particularidade.

Nada disso faz diferença quando o coração para de bater, até porque quase todos os caixões tem tamanhos iguais, queimados ou enterrados, a única que sobra é nossa alma, nossa essência e nosso espírito.

O ser humano não sobrevive sozinho, todos nós necessitamos das interações sociais, todos nós sem exceção, precisamos um dos outros, então aprenda a se colocar no lugar do outro, e tente ser amor, sempre que puder.
O Universo te devolverá em dobro, quando você mais precisar. Vidas serão melhores e quem sabe o mundo se torne um lugar mais feliz.

 

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*Fonte/texto: Wandy Luz: resilienciamag

Busque um tempo só para você. É uma questão de vida!

É preciso, é essencial na vida. É parte da existência. Sim o tempo nos espera para tê-lo só para nós. O tempo quer nos mostrar algumas coisas, que dar algumas respostas, mesmo que algumas não muito claras. Ele quer fazer perguntas. Ele quer ser amigo.

A vida se torna louca quando corremos contra o tempo. Quando precisamos pensar, agir, ir mais rápido, terminar, recomeçar.
O tempo cobra que a gente pare, que a gente respire um pouco mais devagar, que a gente esqueça todo o resto.

Como às vezes sentimos falta deste tempo. Só nosso, sem ninguém para nos cobrar nada, sem nos cobrarmos nada. Sem nos culparmos por não termos tempo para mais ninguém.

Durante o tempo em que ficamos dentro das nossas quatro paredes, observando nossos quadros mentais, revirando nossas coisas internas conseguimos avaliar a vida, organizar sentimentos, conseguimos aquietar o coração, chorar se for preciso, fazer planos deixados para trás, amar em silêncio.

Sem vozes alheias, sem opiniões, sem o barulho do que há lá fora. O tempo quer que estejamos de corpo e alma para nós. O tempo quer que descansamos, que nos aquietamos, que nenhuma voz além da que carregamos em nosso interior se manifeste.

O tempo quer que possamos assistir um filme qualquer sozinhos, que tomemos um banho de mar ou um drink sem ninguém por perto, que olhemos para o nada por certo período sem nenhuma interrupção.

Um momento para um sono, para uma caminhada, para ouvir uma música ou um CD inteiro. Que façamos algo que gostamos muito, sem que estejamos preocupados com o outro, devendo algo para o outro ou tendo que cumprir um prazo.
O tempo que tanto se fala é a vida, que em muitas situações quer tomar uma nova forma, mas estamos tão preocupados em dar conta, dar satisfações.

A vida está sempre pedindo um tempo. E parece tão difícil. A necessidade de ser para ontem o que poderia ser para amanhã.

É angústia, é indisciplina, é inquietação. É dor, é cansaço é desespero. Somos nós e o tempo, ou melhor, a vida, brigando. É um terminar e já começar de novo que estressa, que consome.

É o tempo pedindo tempo. E somos nós cobrando mais tempo. Sempre com medo de que não dê tempo de viver tudo, mesmo vivendo nada ou muito pouco do que que desejamos ou planejamos nos raros momentos em que tiramos um verdadeiro tempo para nós.

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*Fonte: osegredo/ Kênia Casagrande

A técnica do convite: descubra como deixamos que nos ofendam

Na psicologia sempre há a intenção de permitir que o paciente tome as rédeas de sua vida e não se deixe levar tanto pelas emoções nem pelas situações externas que com frequência terá que enfrentar. A ideia é promover a aceitação incondicional, tanto de si mesmo quanto dos demais e da vida no geral, de forma que tudo que aconteça conosco nos afete na medida certa: nem mais, nem menos.

Não queremos pessoas conformistas. Gostamos das pessoas apaixonadas, com vontade de morder a vida e espremê-la, com metas, desejos e sonhos para realizar. Isto não é excludente de ser uma pessoa madura a nível emocional, que sabe regular suas emoções, que controla sua maneira de interpretar e perceber o mundo e que é capaz de aceitar a derrota, o fracasso ou as críticas e vê-las como uma parte normal da vida.

Quantas vezes ficamos enfurecidos porque alguém nos disse ou fez algo “injusto”? Quantas vezes pusemos a culpa pelos nossos próprios sentimentos nos demais? Todos nós fizemos e todos nós erramos. As emoções são só nossas e quando estamos mal, com o ânimo abalado, é porque nós o decidimos assim.
Os demais não lhe ofendem, você se ofende a si mesmo

É certo que ninguém gosta de ter um defeito ressaltado, que lembrem de alguma coisa errada ou que critiquem no geral. Nós preferimos as demonstrações de afeto e os elogios porque assim nos sentimos aceitos e essa aprovação nos gera um grande prazer (estimula nosso circuito cerebral de recompensa, tanto que a busca por reconhecimento pode virar um vício). Por outro lado, as críticas ou rejeições podem gerar de sentimentos de ansiedade até a depressão ou a irritação.

Quando recebemos um comentário negativo sobre nós, o primeiro que fazemos é ficar na defensiva, tentamos nos justificar, dar explicações ou contestar com outra crítica de maneira ressentida. Por que o fazemos? Porque nos ofendemos, mas não pelo que a outra pessoa acabou de dizer, mas porque nós, com nosso diálogo interior, dizemos que o que esta pessoa pensa de nós é a única verdade possível. Aos outros podemos negar, mas a nós mesmos, temos que afirmar.

Digamos que “compramos” as críticas do outro, que cremos nelas, as tomamos como nossas e as integramos como corretas, permitindo que modifiquem nossos pensamentos. Somos nós os que decidimos fazê-lo assim e essa decisão implica que deixemos ser manipulados como marionetes pela opinião de alguém alheio a nós mesmos.

Não é curioso que com os elogios isso não aconteça tanto? Não tendemos a comprar da mesma forma uma demonstração de afeto, louvor ou até mesmo um flerte. Mas se nos dizem algo negativo, em seguida nós damos uma resposta.
A técnica do convite, você a aceita?

A técnica do convite é usada em consultórios para fazer com que o paciente veja o que acabamos de comentar mais acima. Buda dizia: “Se alguém pretende me dar um cavalo de presente e eu não o aceito, de quem acaba sendo o cavalo?” Claro! Segue sendo da pessoa que pretende nos dar o cavalo, e com as críticas acontece o mesmo.

Se existem pessoas que pretendem gastar suas energias da maneira errada conosco de forma negativa, é problema delas. O nosso é aceitar ou não seus insultos ou grosserias. Assim, se o fazemos, é nossa responsabilidade e de nada serve pretender mudar a opinião do outro pois o mais provável é de que não o faça, e então seremos nós que gastaremos energia.

Com a técnica do convite, o terapeuta convida o paciente para que se sinta de uma maneira específica. Por exemplo, um fracassado, uma má pessoa, alguém fisicamente feio, etc. Ele o faz quando o paciente vai à consulta com a queixa de que recebe esses comentários ou de que há pessoas que lhe fazem sentir desta maneira.

O terapeuta lhe oferece um cartão, de maneira a lhe convidar, em que aparece escrita a seguinte frase: “Eu, sua (mãe, irmã, colega, namorada), lhe convido a sentir-se (inútil, culpado, sem graça, feio, gordo…). Você aceita meu convite? Aqui, o paciente tem que escrever que não aceita se sentir assim já que não pensa que isso defina a sua pessoa, mas que entende o ponto de vista do outro.

Esta aceitação nos livra da pesada carga que supõe tentar agradar a todos, algo que jamais conseguiremos completamente. A técnica do convite deve ser praticada a nível mental tantas vezes quanto sejam necessárias, cada vez que esbarrarmos com alguém que nos julgue de forma negativa. Assim, com a prática, seremos capazes de nos ofender cada vez menos e de inclusive utilizar qualquer crítica a nosso favor.

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*Fonte: amenteemaravilhosa

Nove truques eficientes para se tornar a pessoa mais encantadora do mundo

Uma das pessoas mais influentes e populares no LinkedIn, autor de 30 livros sobre negócios e comunicação, Jeff Haden, explica por que algumas pessoas são capazes de ganhar simpatia e provocar emoções positivas de quem quer que seja e como fazem isso.

Coragem para reconhecer as próprias fraquezas

As pessoas encantadoras não procuram sempre ganhar. Em vez disso, elas tentam dar o melhor que podem, sem esperar nada em troca. Não é difícil para elas aceitarem sua própria culpa, seu fracasso ou falar sobre suas fraquezas, uma qualidade que nem todo mundo possui.

Podem falar abertamente: “Eu invejo muito você“ ou ”Eu não sei, me ensine”, porque sabem que as pessoas valorizam as emoções sinceras.

Demonstram uma alegria sincera de estar com outras pessoas

É muito importante manter o contato visual numa conversa e as pessoas encantadoras sabem disso. Sorriem quando você sorri. Franzem as sobrancelhas ou concordam com a cabeça, quando você também o faz. Elas não fazem isso para te imitar, mas porque estão focadas no que você está dizendo e aceitam as suas emoções e palavras abertamente. Esta forma de feedback ajuda você a se dar bem basicamente com qualquer tipo de pessoa.

Procuram temas em comum

A maioria das pessoas inconscientemente busca as diferenças no outro, o que leva mais a uma discussão do que a uma conversa. As pessoas encantadoras e carismáticas sempre procuram falar sobre temas em comum.

Tente encontrar algo que conecte você com o seu interlocutor, isso ajuda a iniciar uma conversa interessante e a receber emoções positivas dessa comunicação.

Usam o poder do tato

O toque é uma ferramenta para transmitir emoções. Em um experimento, os participantes tentaram transmitir 12 emoções diferentes aos seus interlocutores por meio do toque, sem o uso de palavras. Verificou-se que em 50-83% dos casos, essas emoções foram transmitidas de forma adequada.

Por isso, sempre que você quiser, por exemplo, dar parabéns a alguém, pense em como fazer isso da melhor maneira: com um aperto de mão ou, talvez, com uns tapinhas no ombro, dependendo da situação. Isso vai ajudar você a demonstrar sinceridade de suas palavras e a transmitir a emoção certa, saindo-se melhor com o seu interlocutor. Mas lembre-se: contato físico exagerado pode pegar mal. Algumas pessoas que fazem isso excessivamente são vistas como pegajosas.

Usam expressões faciais e gestos

As pessoas adoráveis transmitem suas emoções de forma dramática e usam todos os meios possíveis para fazer isso. Elas são capazes de transformar até mesmo a história mais chata em uma narrativa interessante. Gesticulando e fazendo caretas (quando for o caso), com todas as suas forças transmitem os sentimentos da história, causando, assim, um interesse genuíno em seu interlocutor.

Não têm medo de parecerem ridículos

Talvez patinar ou jogar ’Twister’ não seja o forte de algumas pessoas, mas não elas não têm medo de pagar mico diante de todos. Por mais estranho que possa parecer, os outros as respeitam ainda mais.

Quando você estiver realmente disposto a demonstrar suas fraquezas e não tiver medo de parecer ridículo, os outros não vão rir de você. Mas vão rir com você, porque todos entendem que isso é completamente normal.

Sabem fazer perguntas

As pessoas adoráveis conseguem facilmente fazer com que você fale sobre você mesmo. Elas não têm vergonha de fazer perguntas e falar abertamente sobre si mesmas. Porque honestamente elas querem saber o que você pensa e isso as torna ainda mais encantadoras.

Quando você descobrir algo sobre uma pessoa, pergunte-lhe ou fale algo semelhante sobre você. Isso vai mostrar que vocês têm algo em comum e algo para compartilhar.

Lembre-se sempre dos nomes

As pessoas adoráveis sempre se lembram dos nomes e dos mínimos detalhes com uma precisão surpreendente. O fato de que alguém te chame pelo nome, mesmo que você tenha acabado de conhecer, faz com que você se sinta mais importante em uma conversa. Chame seu interlocutor pelo nome e se lembre de como chama seus amigos, familiares ou o animal de estimação. Isso provocará no outro emoções positivas em relação a você.

Escutam mais e falam menos

A maioria das pessoas não sabe ouvir tudo, é verdade. Todo mundo quer compartilhar algo e é sempre bom quando você conta uma história e vê que os outros prestam atenção e sentem emoções que correspondem ao seu relato. As pessoas adoráveis querem ouvir mais do que falar. Isso permite saber mais sobre seu interlocutor e encontrar mais coisas em comum.

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*Fonte: incrivelclub

Lealdade x Fidelidade

Acho que foi em 1993. Numa entrevista _ histórica_ pra MTV, Renato Russo disse a Zeca Camargo que achava lealdade mais importante que fidelidade. Eu era menina, mas lembro que gravei a entrevista numa fita VHS e revi inúmeras vezes, me intrigando sempre nessa parte.

Eu entendia pouco acerca do amor, dos afetos, da durabilidade das relações. Mas Renato Russo me influenciava _ numa época em que meu pensamento ainda estava sendo moldado_ e eu tentava, imaturamente, entender aquela declaração.

Isso foi há vinte anos. De lá pra cá, relações se construíram e desconstruíram na minha frente. E vivendo minha própria experiência, finalmente consigo entender, e de certa forma concordar, com Renato Russo.

A fidelidade é permeada por regras, obrigações, compromisso. É conexão com fio, em que te dou uma ponta e fico com a outra. Assim, ficamos ligados mas temos que manter a vigília para o fio não escapar e nosso aparelho não desligar. Já a lealdade_ permeada pelo vínculo, vontade e emoção_ é o pacto que se firma não por valores morais, e sim emocionais. É conexão “wi-fi: fidelidade sem fio”, que faz com que eu permaneça unida a você independente da existência de condutores ou contratos. Permaneço em pleno funcionamento por convicções permanentes e duradouras, invisíveis aos olhos.

Amor nenhum se atualiza sozinho. O tempo passa, a gente muda, o amor modifica. E nessa evolução toda, a única tecla capaz de atualizar e permitir a duração do amor, é a tecla da lealdade. É ela que conta ao outro que estou mudando, que não gosto mais daquele apelido, ou que aquela mania de encostar os pés gelados em mim embaixo do cobertor ficou chata. É ela que diz que eu gosto tanto do seu cabelo jogado na testa, por que é que não deixa sempre assim? Ou que traduz que tenho medo de te perder, mas ainda assim preciso lhe contar que na época da faculdade usei drogas, pratiquei magia ou fiz um aborto. É ela que permite que coisas ruins ou não tão bonitas encontrem um refúgio, um lugar seguro onde possam descansar em paz.

É ela que faz o amor se atualizar e durar…

Lealdade é não precisar solicitar conexão. É conectar-se sem demora, reservas ou desconfianças. É compartilhar a senha da própria vida, com tudo de bom e ruim que lhe coube até aqui.

Leal é quem conhece as fraquezas, revezes, tombos e dificuldades do outro e não usa isso como álibi na hora da desavença; ao contrário, suporta sua imperfeição e o ajuda a se levantar.

Leal é quem lhe defende na sua ausência.

É quem prepara seu terreno, se preocupa com sua dor, antecipa a cura;

Leal é aquele que é fiel por opção, atento ao amor que possui, zeloso com o próprio coração;

É quem não omite o próprio descontentamento, mas aponta o que pode ser feito pra não se perder…

Então sim, eu concordo com Renato Russo e acho que deslealdade separa mais que infidelidade. Pois não adianta não trair por fora, se traio o amor por dentro. Se tenho medo de arriscar e poupo meu afeto de se conhecer por inteiro; se não tolero meu caos e vivo uma mentira imaculada. Se não absolvo minha história nem perdoo meu enredo, desejando fazer dele uma fábula fantasiosa aos olhos de quem amo. Se contrario minha vontade e disposição e omito minhas intolerâncias pra não ferir _ me afastando silenciosa e gradativamente até a ruptura. Se me apresento por partes_ as melhores ficam aparentes, as nem tanto eu omito_ e não permito ser conhecido.

Finalmente, se não confio a ponto de compartilhar a poltrona do carona_ ao meu lado_ reservando apenas o banco de trás ( e olhe lá!) à minha companhia nessa viagem…

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*Fonte: resilienciamag / Fabíola Simões

Como convencer alguém quando os fatos falham

Já notou que, quando você apresenta fatos as pessoas que são apegadas profundamente as suas crenças, elas sempre mudam de ideia? Não? Nem eu. Na verdade, as pessoas parecem se fechar em suas crenças, mesmo com evidências esmagadoras contra elas. A razão está relacionada com sua percebida cosmovisão, que é ameaçada pelos dados conflitantes.

Criacionistas, por exemplo, rejeitam a evidência para a evolução por fósseis e DNA porque eles estão preocupados com as forças seculares que invadem a fé religiosa. Pessoas rejeitam vacinas por causa da indústria farmacêutica e acham que o dinheiro corrompe a medicina, o que os leva a acreditar que as vacinas causam autismo, apesar da verdade inconveniente que o único estudo que fez tal afirmação foi refutado e seu principal autor foi acusado de fraude. Os conspiracionistas do 11 de setembro se concentram em minúcias como o ponto de fusão do aço nos edifícios do World Trade Center que causaram seu colapso porque pensam que o governo está mentindo para eles e conduz “operações de falsa bandeira” para criar uma Nova Ordem Mundial. Os negadores do clima falam de anéis de árvores, núcleos do gelo e as ppm dos gases de efeito estufa porque são apaixonados pela liberdade, especialmente aquela dos mercados e das indústrias em operar totalmente livres de regulamentos governamentais restritivos. Conspiracionistas sobre o nascimento de Obama abordam desesperadamente sobre o nascimento e vida do presidente em busca de fraudes, porque eles acreditam que o primeiro presidente afro-americano da nação faz parte de uma tática socialista para destruir o país.

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Nestes exemplos, as visões de mundo mais profundas dos proponentes eram percebidas como ameaçadas pelos céticos, tornando os fatos um inimigo a ser assassinado. Este poder de crença sobre a evidência é o resultado de dois fatores: Dissonância cognitiva e Backfire effect [Efeito de retrocesso]. No clássico livro de 1956, When Prophecy Fails [Quando a Profecia Falha], o psicólogo Leon Festinger e seus co-autores descreveram o que aconteceu a um grupo de crentes em OVNIs quando a nave-mãe falhou em chegar ao horário indicado. Em vez de admitirem o erro, “os membros do grupo procuraram freneticamente convencer o mundo de suas crenças”, e fizeram “uma série de tentativas desesperadas em apagar sua dissonância, fazendo previsões após previsões, na esperança que se tornassem realidade”. Festinger chamou isto de dissonância cognitiva, ou tensão desconfortável, que ocorre quando pessoas mantêm, simultaneamente, dois pensamentos conflitantes.

Dois psicólogos sociais, Carol Tavris e Elliot Aronson (ex-aluno de Festinger), em seu livro de 2007 Mistakes Were Made (But Not by Me) [Erros foram cometidos (mas não por mim)] documentam milhares de experiências que demonstram como as pessoas decoram frases e “fatos” prontos para manter crenças pré-concebidas e reduzir a dissonância. Sua metáfora da “pirâmide de escolha” coloca dois indivíduos lado a lado no ápice da pirâmide e mostram o quão rapidamente eles divergem e terminam na parte inferior oposta dos cantos da base com cada um agarrando uma posição para defender.

Em uma série de experiências feitas pelo professor Brendan Nyhan, da Universidade de Dartmouth, e pelo professor Jason Reifler, da Universidade de Exeter, eles identificam um fator relacionado que chamam de Backfire effect [efeito de retrocesso], “em que as correções realmente aumentam percepções erradas entre o grupo em questão”. “Porque ameaça sua cosmovisão ou auto-conceito”. Por exemplo, para os assuntos, foram dados falsos artigos de jornal que confirmaram equívocos generalizados, como que havia armas de destruição em massa no Iraque. Quando os sujeitos receberam um artigo corretivo de que as armas nunca foram encontradas, os liberais que se opuseram à guerra aceitavam o novo artigo e rejeitavam o antigo, enquanto os conservadores que apoiaram a guerra fizeram o oposto… e mais: Eles relataram estar ainda mais convencidos. Foram favoráveis as armas após a correção, argumentando que isso só provou que Saddam Hussein ocultou-as ou destruiu elas. De fato, Nyhan e Reifler observam, entre muitos conservadores, “a crença de que o Iraque possuíam armas imediatamente antes da invasão dos Estados Unidos persistiu muito tempo depois que a própria administração Bush concluiu o contrário”.

 

Se os fatos corretivos só pioram as coisas, o que podemos fazer para convencer as pessoas do erro de suas crenças? Da minha experiência,

1. Mantenha as emoções fora da troca,

2. Discuta, não ataque (sem ad hominem e sem ad Hitlerum),

3. Ouça atentamente e tente articular sobre a outra posição com precisão,

4. Mostre respeito,

5. Reconheça que você entende o por que alguém pode ter essa opinião,

6. Tente mostrar como a mudança de fatos não significam, necessariamente, a mudança de cosmovisões. Essas estratégias nem sempre funcionam para mudar as mentes das pessoas, mas agora que a nação acabou de ser submetida a uma verificação política, elas podem ajudar a reduzir divisões desnecessárias.

 

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*Fonte: universorcionalista

Agradeça ao seu ex, por ter lhe ensinado o que não é o amor!

A passagem do tempo irá nos acalmar e nos fazer perceber com clareza que algumas pessoas passavam longe de ser quem nos merecia, quem nos acrescentaria, quem nos seria vital. Elas foram importantes somente para nos mostrar o que não podemos aceitar como amor.

De início, lembremos aquele famigerado senso comum que nos diz para termos a consciência de que, muitas vezes, quem perde está ganhando. Costumamos enxergar tudo no calor do momento, tendo o imediatismo do que nos acontece como a única forma possível de as coisas acontecerem. No entanto, isso é uma inverdade, porque o tempo acaba por nos mostrar que muita coisa era o oposto do que imaginávamos.

É assim com tudo, é assim também com o amor. Quantos de nós não nos prendemos a um relacionamento sufocante, desgastante, com alguém que parecia ser um grande amigo(a), um parceiro(a) perfeito(a), como se não pudéssemos encontrar nada melhor, como se viver sem aquela pessoa nos fosse inimaginável. E, passado um tempo sem aquela presença, percebemos que nossa vida ficou melhor, que perdíamos tempo à toa.

Tudo tem uma razão de ser, o que nos acontece, o que nos fazem, o quanto sofremos, sorrimos, o tanto que lutamos, é tudo parte de nosso aprendizado, para que nos tornemos pessoas melhores e mais certas quanto ao que queremos ou não para nós. O que é bom nos aponta a certeza do que e de quem teremos de manter junto. O que é ruim, por outro lado, serve como lição – embora dolorida – de tudo e de todos que deveremos evitar, que teremos de manter afastados, lá longe.

Por isso é que, muitas vezes, embora inevitável, sofrer por quem não nos quer mais, por quem já usou e abusou de nosso melhor, de quem nos teve e nos dispensou feito objetos em desuso, inevitavelmente se tornará algo de que acabaremos nos arrependendo. A passagem do tempo irá nos acalmar e nos fazer perceber com clareza que aquela pessoa passava longe de ser quem nos merecia, quem nos acrescentaria, quem nos seria vital. Elas foram importantes somente para nos mostrar o que não podemos aceitar como amor.

Não conseguiremos passar incólumes pelos términos de relacionamento que enfrentaremos, uma vez que, quando estamos ali dentro de tudo, de muito perto, é difícil enxergar com firmeza todos os vazios e machucados em que estamos inseridos. No entanto, com o passar dos dias, conseguiremos nos libertar de quem já nem está junto, dando-lhe a devida importância: nenhuma. É assim que sobrevivemos, que nos fortalecemos e nos preparamos para o encontro arrebatador com o verdadeiro amor de nossas vidas.

 

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*Fonte: osegredo

23 das mais magníficas sensações de nossa existência. Confira se já as sentiu!

As pessoas vivem e sentem suas experiências de forma particular e única. Entretanto, existem algumas sensações que pensamos ser praticamente uma unanimidade entre as mais agradáveis e/ou necessárias.

É claro que a maneira como as coisas acontecem é diferente em outras culturas, mas pensando aqui, nesse nosso mundinho mais próximo, penso que a descrição oferecida pela jornalista Elizabeth Costa, e escrita por motivo da proximidade de seu aniversário, vai ao encontro de muito o que nós todos pensamos.

Das 26 sensações listadas pela autora reproduzimos, abaixo, as 23 que consideramos mais marcantes. Obrigada Elisabeth por tornar esse material lindo algo público!

1. A sensação de viajar para um lugar novo.
Poucas coisas são mais emocionantes que explorar territórios desconhecidos, seja em outro país ou na sua própria cidade. A ciência confirma: pesquisas mostram que as pessoas são mais felizes quando gastam dinheiro com experiências do que com bens materiais.

2. A sensação de rir até a barriga doer.
É o melhor tipo de barato. O riso é realmente o melhor remédio. Estudos sugerem que ele pode melhorar seu sistema imunológico, reduzir a pressão arterial e, sim, aumentar seus níveis de felicidade.

3. A sensação ao ouvir “eu te amo”.
Não importa se quem disse foi seu par, seus pais ou seu melhor amigo: o amor é uma experiência que une biologicamente mente e corpo. É a sensação realmente universal.

4. A sensação de fazer uma gentileza aleatória.

Colocar um sorriso no rosto de alguém pode ter impacto sobre o seu nível de felicidade. Sem falar que você também está fazendo o mundo um lugar melhor.

5. A sensação de receber uma gentileza.
Mantenha o ciclo.

6. A sensação de falar o que realmente pensa.
Pesquisa sugerem que pensar demais pode não só gerar mais estresse mas também atrapalhar a execução de tarefas simples. Você tem todo o direito de expressar seus pensamentos e opiniões. Afirme-os claramente e com convicção.

7. A sensação quando alguém te entende.

O resultado é que você se torna uma pessoa muito melhor: um estudo de 2011 mostrou que estar junto do seu melhor amigo ajuda a reduzir o estresse.

8. A sensação de se apreciar a si mesmo.
Pesquisas mostram que a autoaceitação é a chave para uma vida mais feliz, mas o hábito que as pessoas menos cultivam.

9. A sensação de um coração partido.
É impossível passar a vida inteira tendo apenas sensações agradáveis. Ela também é feita de fases difíceis, incluindo a dor do coração. Mas são nestes momentos que mais aprendemos sobre nós mesmos.

10. A sensação de relaxamento total.
A estafa é real, e a melhor maneira de combatê-la é separar um tempo para apenas ser.
Relaxar não é bom somente para a sua saúde física e mental, é simplesmente uma delícia.

11. A sensação de acordar depois de uma ótima noite de sono.
Dormir é para os fortes. Acordar descansado te ajuda a enfrentar o dia com entusiasmo (sem falar que faz bem para a saúde. Ninguém acorda exausto dizendo: “Me sinto espetacular!”

12. A sensação de curtir intensamente o momento.

Aquele show incrível. Uma conversa com um amigo. Brincar com seus filhos no playground. Permitir-se viver no aqui e agora. Estar presente tem muito poder.

13. A sensação de transformar um lugar novo em um lar.
Pesquisadores há muito estudam a saudade de casa. Segundo eles, trata-se de uma forma de ansiedade. Como relata a CNN, o fenômeno se explica “pela nossa necessidade instintiva de amor, proteção e segurança – sensações normalmente associadas ao lar”.

Portanto, quando você de adaptar a um novo ambiente, aquela ânsia pelo que é família se dissipa porque sua nova casa é o que é familiar – e isso é uma forma excepcional de crescimento.

14. A sensação de fracasso.
A vida não é escrita a lápis. Você não vive se cometer erros que não podem ser corrigidos. O que importa é como você muda depois deles. Isso constrói o caráter e te ajuda a ter sucesso.

15. A sensação depois de uma sessão de exercícios.
Não tente brigar com a ciência: as endorfinas são reais. Você fica mais feliz depois de se exercitar.

16. A sensação da raiva.
Conter a raiva não é necessariamente bom para seu bem-estar.

Às vezes é um alerta. Isso não significa que você tenha de dar porrada em quem te contrariou, mas talvez seja um sinal para reavaliar as circunstâncias (e a pessoa) que te fizeram sentir-se assim.

17. A sensação de fazer uma nova amizade.
Essa ligação não está só na sua cabeça. Estudos mostram que conexões sociais ativam o centro de recompensas do cérebro.

18. A sensação do sucesso.
Não importa se ele é grande ou pequeno, você merece se sentir realizado. Um truque para atingir seus objetivos: coloque-os no papel. Pesquisas mostram que isso te ajuda a manter-se no caminho certo.

19. A sensação de aceitação.
Ser aceito é uma sensação muito importante. Isso não vale só para os outros, mas também para você (veja o item sobre a auto aceitação). Você é o seu maior fã.

20. A sensação de conseguir o emprego dos sonhos.
Os funcionários ficam mais felizes quando se envolvem com o trabalho. Você passa muitas horas por dia trabalhando e merece sentir-se satisfeito com seu emprego.

21. A sensação de validação.Não deixe que os outros confirmem que você realmente é. Suas opiniões são válidas. Seu trabalho é válido. E, sim, seus sentimentos são válidos.

22. A sensação de estar sozinho.Não confunda com solidão. Ficar sozinho faz bem. Passar um tempo na própria companhia é saudável para seu bem-estar mental. Você é incrível. Por que não ficar um tempo consigo mesmo?

23. A sensação da felicidade plena.Porque, acima de tudo, você merece sentir felicidade.

 

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*Fonte: contioutra

20 hábitos das pessoas autênticas

Você se acha uma pessoa autêntica? Aqui está o que você precisa fazer para se tornar uma

Encontrar alguém que vive sua vida fiel a si mesmo é algo realmente raro. É preciso ter coragem e autoconfiança para ser quem você realmente é, apesar das opiniões e reações de terceiros.

 

Se você está pronto para mostrar ao mundo o seu verdadeiro eu, aqui estão 20 coisas que as pessoas autênticas fazem de forma diferente.

 

1. Elas não têm medo de expressar suas opiniões, mesmo que essas opiniões sejam diferentes das opiniões da maioria.

2. Eles nunca aplicam um conselho dado sem consultar seu guia anterior.

3.Eles são movidos à ação pelo motor interno, ao invés de gatilhos externos.

4. Eles são orgulhosos pelas suas características únicas que os fazem se destacar na multidão.

5. Eles têm rituais diários exclusivos, como fazer o café de forma especial ou meditar à luz de velas antes de ir pra cama.

6. Eles permitem que os seus amigos e as pessoas se reúnam para mostrarem seu verdadeiro eu.

7. Eles procuram por conversas de profundidade, e não para fofocas ou notícias sem sentido.

8. Eles estão felizes em suas empresas e são grandes amigos de seus próprios egos.

9. Eles valorizam as experiências e as coisas.

10. Eles tiram o máximo proveito das situações em que se encontram, seja ela boa ou ruim.

11. Eles não julgam os outros, porque eles olham além das aparências.

12. Eles falam menos porque economizam energia para coisas que importam.

13. Eles ouvem atentamente, porque são fascinados por explorar as outras pessoas.

14. Eles não se queixam, pois assumem todas as responsabilidades por suas vidas.

15. Eles têm autoestima elevada e parecem confiantes, porque não têm nada a esconder.

16. Eles não ficam chateados quando alguém não gosta deles. Eles permitem que outras pessoas tenham suas próprias opiniões.

17. Eles veem beleza e perfeição em coisas que outras pessoas descartam

18. Eles tentam apoiar os outros e desejam sinceramente que as outras pessoas cresçam.

19. Eles não se importam com críticas e pessoas mal intencionadas.

20. Eles veem a unidade e a interligação de toda a vida, e escuta a sinfonia harmoniosa em todas as situações da vida.

 

*Este artigo foi adaptado do original, “20 Habits of Highly Authentic People”, doMindBodyGreen.

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*Fonte: jornaldoempreendedor

As pessoas se ofendem com quem é autêntico

“Ser autêntico virou ofensa pessoal.
Ou a criatura faz parte do rebanho, ou é um metido a besta.”
(Martha Medeiros)

 

Uma de nossas características enquanto seres humanos gregários vem a ser a necessidade de interação com o próximo e, para tanto, precisamos ser aceitos. É na comunicação com o mundo que nos rodeia que amadurecemos nossas ideias e nos tornamos capazes de agir frente ao que nos desagrada. Em determinadas situações, é em grupo que nos fortaleceremos e nos motivaremos a continuar.

Essa necessidade de aceitação é mais forte entre os adolescentes, que querem se autoafirmar junto àqueles com os quais se identifica, ou mesmo junto aos que julgam descolados. A maturidade vem nos tranquilizar nesse sentido, facilitando nossa conformidade com o que somos e temos, tornando-nos mais aptos a nos aceitar, a sermos o que pulula aqui dentro.

Infelizmente, muitos não conseguem encontrar a própria individualidade, incapazes que são de se tornarem seres autônomos, com vontades e desejos próprios, permanecendo dependentes do julgamento alheio enquanto viverem. Passam a vida seguindo o rebanho homogêneo do que é comum, socialmente disseminado como o certo, do que é da maioria, menos de si próprio. Lutam contra si mesmos, deixando adormecidos seus sonhos e aspirações, por medo da censura alheia.

Isso porque não é fácil viver as próprias verdades, correr atrás do que faz o nosso coração vibrar, dizer o que sentimos, exprimir o que pensamos, haja vista o policiamento ostensivo de gente que critica agressivamente qualquer um que não siga o rebanho dos ditames e convenções sociais já cristalizadas. Hoje, ser alguém único, autêntico, verdadeiro consigo mesmo, é ofensivo e passível de ataques condenatórios por parte da sociedade.

Até entendemos a homogeneidade nas vestimentas e linguajares de adolescentes, porém, a vida adulta nos impõe nada menos do que viver o que se é, lutar pelo que se acredita, fazer o que se gosta, sem ferir ninguém, mas agindo de acordo com que pulsa dentro de cada um de nós. Agradar a maioria, enquanto se vive em desagrado íntimo, equivale a uma tortura diária e injusta. Nascemos livres para sermos nós mesmos, porque não há nada mais belo e prazeroso do que uma vida sem mentiras e frustrações.

 

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*Fonte: contioutra

Contardo Calligaris: não devemos buscar a felicidade

Considerando a tendência de pensadores como Gilles Lipovetsky Eduardo Giannetti, que ministraram conferência no Fronteiras do Pensamento 2017, reflexões sobre o culto à felicidade são sempre pertinentes, pois dizem respeito à vida de todos nós.

O filósofo francês e Contardo Calligaris, psicanalista italiano, têm muitos pontos em comum ao pensar o ideal de felicidade nos tempos atuais: a busca por realização no consumo, o constante surgimento de novos desejos – tão logo os desejos anteriores são atendidos – e a consequente frustração e sentimento de vazio, quando constatamos que nossos objetos de desejo não nos tornaram mais felizes.

Em entrevista concedida à revista Claudia, Calligaris se aprofunda, trazendo sua visão como doutor em psicologia clínica e psicanalista, na importância de vivermos integralmente – o que inclui vivenciar os sentimentos negativos. O italiano, hoje residente no Brasil, fala sobre a necessidade de se construir uma vida interessante, pela qual tenhamos apreço de fato, e não projetar nossa busca por motivação e significado naquilo que não possuímos.

Contardo Calligaris foi conferencista da edição especial do Fronteiras do Pensamento em Salvador, em 2015.
Confira a entrevista na íntegra, abaixo.

 

O que é felicidade hoje?

Não gosto muito da palavra felicidade, para dizer a verdade. Acho que é, inclusive, uma ilusão mercadológica. O que a gente pode estudar são as condições do bem-estar. A sensação de competência no exercício do trabalho, já se sabe, é a maior fonte de bem-estar, mais que a remuneração. Nós temos um ideal de felicidade um pouco ridículo.

Um exemplo é a fala do churrasco. Você pega um táxi domingo ao meio-dia para ir ao escritório e o taxista diz: “Ah, estamos aqui trabalhando, mas legal seria estar num churrasco tomando cerveja”. Talvez você ou o taxista sofram de úlcera, e não haveria prazer em tomar cerveja. Nem em comer picanha.

Mesmo que não vissem problema, pode ser que detestassem as pessoas lá e não se divertissem. Em geral, somos péssimos em matéria de prazer. Por exemplo, estamos sempre lamentando que nossos filhos seriam uma geração hedonista, dedicada a prazeres imediatos, quando, de fato, vivemos numa civilização muito pouco hedonista. Por isso, nos queixamos de excessos e nos permitimos prazeres medíocres ou muito discretos.

Mas continuamos acreditando que ser feliz é ter esses prazeres que não nos permitimos. E agora?

Ligamos felicidade à satisfação de desejos, o que é totalmente antinômico com o próprio funcionamento da nossa cultura, fundada na insatisfação. Nenhum objeto pode nos satisfazer plenamente.

O fato de que você pode desejar muito um homem, uma mulher, um carro, um relógio, uma joia ou uma viagem não tem relevância. No dia em que você tiver aquele homem, aquela mulher, aquele carro, aquele relógio, aquela joia ou aquela viagem, se dará conta de que está na hora de desejar outra coisa. Esse mecanismo sustenta ao mesmo tempo um sistema econômico, o capitalismo moderno, e o nosso desejo, que não se esgota nunca. Então, costumo dizer que não quero ser feliz.. Quero é ter uma vida interessante.

Mas isso inclui os pequenos prazeres?

Inclui pequenos prazeres, mas também grandes dores. Ter uma vida interessante significa viver plenamente. Isso pressupõe poder se desesperar quando se fica sem alguma coisa que é muito importante para você. É preciso sentir plenamente as dores: das perdas, do luto, do fracasso. Eu acho um tremendo desastre esse ideal de felicidade que tenta nos poupar de tudo o que é ruim.

O que adianta garantir uma vida longa se não for para vivê-la de verdade? É isso que temos de nos perguntar?

Quem descreveu isso bem foi (o escritor italiano) Dino Buzatti, no romance O Deserto dos Tártaros. Conta a história de um militar que passa a vida inteira em um posto avançado diante do deserto na expectativa de defender o país contra a invasão dos tártaros, que nunca chegam. Mas tem um lado simpático na ideologia do preparo. É que está subentendida a ideia de que um dia a pessoa viverá uma grande aventura. Mas o que acontece, em geral, é que a preparação é a única coisa a que a gente se autoriza.

Então, pelo menos há um desejo de viver uma aventura?

Mas os sonhos estão pequenos. A noção de felicidade hoje é um emprego seguro, um futuro tranquilo, saúde e, como diz a música dos aniversários, muitos anos de vida. Acho estranho quando vejo alguém de 18 anos que, ao fazer a escolha profissional, leva em conta o mercado de trabalho, as oportunidades, o dinheiro… Isso nem passaria pela cabeça de um jovem dos anos 1960.

A julgar pela quantidade de fotos colocadas nas redes sociais de pessoas sorridentes, elas têm aproveitado a vida e se sentem felizes. Ou, como você aborda em uma crônica, hoje mais importante do que ser é parecer feliz?

O perfil é a sua apresentação para o mundo, o que implica um certo trabalho de falsificação da sua imagem e até autoimagem. Nas redes sociais, a felicidade dá status. Mas esse fenômeno é anterior ao Facebook. Se você olhar as fotografias de família do final do século 19, início do 20, todo mundo colocava a melhor roupa e posava seriíssimo. Ninguém estava lá para mostrar que era feliz. Ao contrário, era um momento solene. É a partir da câmera fotográfica portátil que aparecem as fotos das férias felizes, com todo mundo sempre sorridente.

E a gente olha para elas e pensa: “Eu era feliz e não sabia”.

Não gosto dessa frase porque contém uma cota de lamentação. E acho que a gente nunca deveria lamentar nada, em particular as próprias decisões. Acredito que, no fundo, a gente quase sempre toma a única decisão que poderia tomar naquelas circunstâncias. Então, não vale a pena lamentar o passado. Mas é verdade que existe isso.

As escolhas ao longo da vida geram insegurança e medo. Em relação a isso, você diz que há dois tipos de pessoa: os “maximizadores”, que querem ter certeza antes de que aquela é a opção certa, e a turma do “suficientemente bom”. O segundo grupo sofre menos?

Tem uma coisa interessante no “maximizador”: é como se ele acreditasse que existe o objeto mais adequado de todos, aquele que é perfeito. Mas é claro que não existe.

A busca da perfeição não gera frustração, pois sempre haverá algo que a gente perdeu?

Freud dizia que o único objeto verdadeiramente insubstituível para a gente é o perdido. E não é que foi perdido porque caiu do bolso. Ele fala daquilo que nunca tivemos. Então, faz sentido que nossa relação com o desejo seja esta: imaginamos existir algo que nunca tivemos, mas que teria nos satisfeito totalmente. Só não sabemos o que é.

Como nos livrar desse sentimento?

Temos de tornar cada uma de nossas escolhas interessante. Isso só é possível quando temos simpatia pela vida e pelos outros – o que parece básico, mas não é no mundo de hoje. Não por acaso, o grande espantalho do nosso século é a depressão. A falta de interesse pelo mundo e pelos outros é o que pode nos acontecer de pior.

Complica ainda mais o fato de, como você já abordou, enfrentarmos um dilema eterno: desejamos a estabilidade e também a aventura. Então, entramos em uma relação ou um emprego, mas sofremos porque nos sentimos presos e achamos que estamos deixando de viver grandes aventuras. Isso tem solução?

Não sei se tem solução. A gente vive mesmo eternamente nesse conflito. Agora, como cada um o administra é outra história. Pode-se optar por uma espécie de inércia constante, que será sempre acompanhada da sensação de que você está realmente desperdiçando seu tempo e sua vida, porque toda a aventura está acontecendo lá fora e, a cada instante, você está perdendo os cavalos encilhados que passam e não passarão nunca mais. Viver dessa maneira não é uma das opções. Mas você pode também, em vez disso, permitir se perder.

Permitir se perder no sentido de transformar a vida em uma eterna aventura?

Mas também nesse caso você terá coisas a lamentar. Eu, pessoalmente, fui mais por esse caminho. Mas o preço foi muito alto. Por exemplo, eu não estive presente na morte de nenhum dos meus entes próximos, porque morava em outro país e sempre chegava atrasado, no avião do dia seguinte. Hoje, por sorte, meu filho – que é grande, tem 30 anos – vive perto de mim. Por acaso, ele decidiu vir para o Brasil. Mas não o vi crescer realmente.

Para ser feliz, enfim, o segredo é não buscar a felicidade?

Isso eu acho uma excelente ideia. A felicidade, em si, é realmente uma preocupação desnecessária. Se meu filho dissesse “quero ser feliz”, eu me preocuparia seriamente.

Preferia que dissesse o quê?

Só gostaria que ele me dissesse: “Estou a fim de…” A partir disso, qualquer coisa é válida. O que angustia é ver falta de desejo nas pessoas, em particular nos jovens. Agora, se ele está a fim de algo, mesmo que isso pareça muito distante do campo do possível dentro da vida que leva, eu acho ótimo.

 

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*Fonte: fronteiras

28 toneladas de sódio serão retiradas da alimentação do brasileiro até 2022

Após um acordo entre o governo federal e a Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (Abia) ocorreu uma retirada de 17 mil toneladas de sódio dos alimentos fabricados entre 2011 e 2016. A parceria, renovada até 2022, tem objetivo ainda de acabar com o total de 28,5 mil toneladas de sódio dos produtos.

De acordo com informações do Ministério da Saúde, a primeira categoria a reduzir sódio em sua composição no novo acordo foi a de pães, bisnaguinhas e massas instantâneas. Em 2011, quatro fatias de pão por dia representavam 40% da quantidade de sódio diária (796 mg). Após o acordo, esse índice, em 2016, passou a ser 22% (450 mg). Em 2020, a expectativa é chegar a 20% (400 mg).

“É uma área importante já que é a que mais aporta sal na alimentação da população. A parceria com a indústria é essencial para permitir uma redução de sódio na composição dos alimentos”, ressalta a coordenadora-geral de alimentação e nutrição do Ministério da Saúde, Michele Lessa.

O brasileiro ingere 12 gramas de sódio por dia, mais que o dobro do máximo sugerido pela Organização Mundial da Saúde (OMS), de cinco gramas. Esses hábitos são responsáveis por causar doenças como hipertensão, diabetes e obesidade que, junto a doenças cardiovasculares, respiratórias e câncer, respondem por 72% dos óbitos no país.

Durante os cinco anos de vigência do acordo entre governo e a Abia, foi detectada redução no teor de sódio em 30 categorias de produtos da indústria de alimentos, que representam cerca de 70% do faturamento do setor. Confira alguns destaques:

Mistura para sopas: quantidade caiu 65,15%. Antes, eram mais de 300mg de sódio para cada 100g de alimento. Agora, são 115,5mg.

Sopas instantâneas: a redução foi de 49,14%. Quantidade passou de 339,4mg para 170mg por 100g de alimento.

Linguiça cozida a temperatura ambiente: foram registradas reduções de 15,6% .

Linguiça frescal: a redução foi de 10,5%.

Linguiça cozida resfriada: redução de 9,4%.

Queijos e requeijões: reduções de 23,1% e 20,4%, respectivamente.

O acordo foi renovado no mês passado pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros. Na ocasião, foi lançado também o Portal Saúde Brasil -, ferramenta digital com orientações sobre os benefícios da adoção de hábitos saudáveis.

 

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*Fonte: ciclovivo

 

Não transfira a seus pais o peso de suas expectativas

Por muito tempo ouvi de minha mãe que eu deveria ser forte. Ainda pequena, recebia como resposta aos meus lamentos um sonoro “erga a cabeça e não faça drama”. Não que faltasse afeto. Mas sobrava firmeza na condução de uma criação mais focada em me preparar para o mundo do que em me proteger dele. Enquanto eu via o choro como instrumento de barganha para meus desejos, ela me mostrava que nem sempre a vida me ofertaria colo e lenços de papel. O exemplo extrapolava o discurso. Cresci observando a forma como ela aguentava trancos e barrancos com altivez, enfrentando com coragem situações para mim assustadoras. Era confortável ter uma heroína dentro de casa. Mas também um problema, à medida que passei a esperar dela nada menos que a perfeição.

Quando somos crianças, temos licença para eleger a fantasia como fio condutor para nossos anseios. Somos autorizados (e estimulados) a suavizar a realidade com subterfúgios lúdicos. Natural que seja assim… e compreensível que enxerguemos como heróis quem viabiliza nosso dia-a-dia com cuidado, nos blindando das ameaças externas. A armadilha acontece quando crescemos e não nos desvencilhamos da ideia infantil de que nossos pais são infalíveis. Paralelamente à admiração, passamos a projetar sobre eles nossas vulnerabilidades. Exigimos que sejam abrigo para nossas fraquezas. E geralmente são. Mas, ainda assim, torcemos o nariz para o primeiro sinal de cansaço. Criticamos quando dizem “não” ou priorizam a si mesmos. Ignoramos as feridas que possuem e precisam resolver antes das nossas. Estranhamos quando falham na missão de serem esteio para nosso caos, porque permanecemos apegados à concepção de que estarão sempre aptos a contemplar nossas expectativas.

Imagino que não deva ser fácil arcar com tamanha demanda, por mais que haja amor e disposição. Sustentar sobre os ombros o peso de ser invencível não é tarefa simples. Sobretudo quando todos os padrões e convenções sociais alimentam esse ciclo de esforço seguido de culpa fazendo o muito não parecer suficiente. Estipula-se que pais são muralhas que não racham. Não percebemos como é cruel delegarmos a alguém de carne e osso a incumbência de honrar o pedestal em que foi colocado. Desde a primeira febre da infância, passando pelas crises existenciais da adolescência e perrengues da vida adulta, carregam as dores do filho em acúmulo com a própria. Em uma lógica distorcida, achamos comum que deem conta do recado (obrigação) e condenamos quando titubeiam (vacilo).

Ainda não sou mãe. Dizem que quando deixamos o papel de filho para assumir o de provedor, ao entendermos melhor o “lado de lá”, amenizamos nosso general julgador que cobra demais de quem também precisa de apoio. É como se flexibilizássemos um pouco as rédeas dessa relação tão nobre mas tantas vezes impiedosa. Nos esquecemos que por baixo da capa dos nossos heróis, existem fragilidades que precisam de curativo — muitas, inclusive, deixadas pelos pais deles que, igualmente humanos, não foram impecáveis na complexa lida que rege a formação de um filho. No afã de que quem nos deu a vida seja eterno reduto para nossos medos e alicerce para nossos percalços, desconsideramos as angústias e inseguranças que eventualmente os travam. Acredito em heróis. Mas acredito, acima de tudo, que um olhar complacente para as derrapadas daqueles que cobramos extrema retidão, pode ser mais importante que qualquer super poder.

 

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*Fonte: revistabula / Larissa Bittar

Viva o hoje porque daqui a pouco pode ser tarde demais

Nascer, crescer, envelhecer e morrer.

Viver ou existir ?

Seguimos o calendário, contando os dias, meses e anos. Corremos contra o tempo, em uma fila invisível que termina no dia de nossa morte.

O nosso destino é único e irreversível, e ainda assim não vivemos o hoje porque estamos preocupados com o amanhã, ou nos lamentando pelo ontem.

Queremos pessoas boas a nossa volta, porém nem sempre somos bons quando temos a chance de ser presença na vida de alguém.

Queremos ser amados mas muitas vezes não somos amáveis.

Queremos a paz mundial mas não conseguimos nem manter a paz com os nossos vizinhos.

Queremos tudo da vida, mas nem sempre estamos dispostos a abrir mão de alguma coisa para poder realmente viver.

Queremos acabar com a fome no mundo, mas muitas vezes olhamos mendigos com nojo e desprezo, e pouco entendemos sobre o que é realmente caridade.

Queremos o fim da corrupção, mas furamos a fila, e muitos fazem qualquer coisa para se beneficiar, mesmo que isso signifique prejudicar outra pessoa.

Batemos no peito para impor nosso desejo de sermos respeitados, mas não oferecemos nosso assento para gestantes, idosos ou pessoas debilitadas.

Torcemos o nariz para moradores de rua, temos medo, achando que todos são bandidos, alguns infelizmente ainda julgam os irmãos quem tem a cor da pele diferente da deles.

Condenamos as escolhas alheias como se fossemos Deus, mas somos os primeiros a gritar nas passeatas pedindo pelo fim do preconceito, do racismo, e da desigualdade .

A vida é uma contradição, sim, e a única coisa que podemos fazer é torná-la o mais bonita possível, fazer nossa parte sempre, dar nosso melhor todos os dias, e acima de tudo, viver ao invés de só existir.

Se tivesse a oportunidade de falar com a morte antes de ser a sua hora de morrer, talvez assim como no filme, ela te diria, para não esquecer de ver a beleza oculta, para não se perder nas distrações do caminho que te impedem de ser feliz, por isso viva o hoje, hoje e agora, porque daqui a pouco pode ser tarde demais.

 

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*Fonte: resilienciamag / Wandy Luz

 

Estudo revela que quem come chocolate tem mais propensão a amar

Embora os antigos Astecas acreditassem fortemente que o chocolate era um afrodisíaco, a ciência sempre foi cética. No entanto, agora temos razões para acreditar que exista uma conexão entre chocolate e amor, ou entre amor e doces em geral, graças a um estudo do Journal of Social and Personal Relationships. Em uma série de experiências intitulada “Sweet Love: The Effects of Sweet Taste Experience on Romantic Perceptions”, os pesquisadores consideraram se uma variedade de alimentos provocaria sentimentos de romance entre os participantes do estudo.

No primeiro experimento as pessoas foram alimentadas ora com mini biscoitos, ora com batatas fritas. Então, eles fizeram o mesmo com refrigerante e água com gás. De acordo com os pesquisadores, as pessoas solteiras que acabavam de receber a escolha açucarada eram mais propensas a começar a imaginar relacionamentos amorosos hipotéticos. Além disso, eles descreveram essas relações como comprometidas e satisfatórias.

Os pesquisadores também decidiram realizar um experimento em que os participantes bebiam refrigerante ou água e então eram convidados a visualizar vários perfis de namoro. Novamente, aqueles que haviam consumido a escolha açucarada demonstraram um maior interesse pelos perfis e até classificaram os pretendentes como sendo mais atraentes.

Mas enquanto os solteiros podem colher os benefícios românticos do consumo de açúcar, há más notícias para aqueles que estão em relacionamentos. No caso de você estar pensando que um frasco de Nutella poderia salvar sua vida sexual, comer doces não parece ter um efeito sobre os romances existentes em termos de como um casal percebem um ao outro. Em geral, no entanto, o chocolate ainda pode ser responsável por aumentar a libido. De acordo com um estudo realizado pela Dra. Jennifer Nasser, professora associada de Ciências da Nutrição na Universidade Drexel, o consumo de chocolate faz com que seu cérebro libere o prazer da dopamina química, o que poderia colocá-lo no clima.

Claro, como sempre, existem vários fatores de confusão que podem refutar o vínculo entre chocolate e romance, mas essas novas descobertas abriram a porta para explorar a relação entre amor e gosto em geral. Em suas conclusões, por exemplo, os cientistas do Journal of Social and Personal Relationships sugeriram fazer um estudo futuro sobre se alimentos quentes ou picantes poderiam prever a atração sexual.

Esse canal nasceu da parceria entre o Hypeness e a Cacau Show para comemorar o Dia dos namorados e lembrar que o amor e o carinho devem ser valorizados sempre. A criatividade deve ser a tônica na hora de presentear a quem se ama e que o prazer de comer um chocolate nunca muda.

Produtos como Mini Show laCreme, Collection, Intensidade, Caixa Artesanal Delícias de Amor, Coração Glamour, Doce Gesto meu Docinho,, Urso pote, Kit Sexy, Caixa Amo mais que chocolate, Caixa Glamour 180g, Angel Asas, Coração Gourmet Rosê são alguns dos exemplos da dedicação da marca ao amor – e sua nova campanha, intitulada Primeiro Encontro, mostra que o tempo também não precisa ser uma barreira para o amor.

 

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*Fonte: hypeness

 

Não se diminua (pra caber em gente pequena)

Não seja menos do que você pode ser.
Não aceite amor menor do que você merece ter.
Não se diminua pra caber em gente pequena.

Cada dia que você passa se limitando por alguém é um pouco de você que morre.
Não morre um pouco de quem você é, não.
É pior. Morre um pouco de quem você poderia ser.
Quando você deixa de fazer o que fazia.
Quando você deixa de querer o que queria.
Quando você deixa de sonhar o que sonhava.
Até o ponto que você deixa até de ter suas vontades pra ter as dele, só as dele.
É onde você morreu.

Mas isso só acontece com sua permissão.
Seja você cedendo pra tudo.
Seja você se diminuindo em tudo.

Não viva um relacionamento medíocre.
Não viva aquela relação meia boca, meio termo, sem tempero.
Esteja com quem realmente te estimule a ser melhor, a ser mais.
E quem você igualmente sinta vontade de fazer crescer.
Não dá pra viver algo intenso como paixão de adolescente o tempo todo, eu sei.
Mas se acomodar num marasmo?
Aceitar a mediocridade é aceitar que “melhor que tá não fica”.
Não faz isso. É desperdício de vida.
É limitar o que você tem pra viver.

Não viva um relacionamento bosta também.
Esse é um conselho meio óbvio mas algumas pessoas insistem.
Não fica com quem te atrasa a vida, te coloca pra baixo, te coloca âncoras.
Você tem que estar com quem vai te dar asas, não quem vai dizer que você não é capaz.
Não é justo consigo mesma se deixar convencer que você não é boa o suficiente (seja no que for).
Ou que você não tem potencial suficiente (seja pro que for).
Foge de quem contribui pro seu mal dizendo que tá fazendo pelo seu bem.
Se afasta disso. É abusivo.
Vai embora sem olhar pra trás.

Não se limite.
Não se sabote.
Não abra mão de você por ninguém.

Se você tem pressa de viver, viva!
Se você é intensa, seja intensa!
Se você infinitos por que reduzi-los ao de quem só fala sobre as mesmas coisas?

A vida é curta.
Então por que perder tempo não sendo tudo o que você pode ser?
Por que não viver tudo o que pode viver?
Por que não falar de tudo que você puder falar?
Por que não ter a melhor relação que você poderia ter?
Por que se contentar com migalhas?

Algumas pessoas se acostumaram a viver pela metade.
Não conhecem outra coisa que não a sua vida limitada.
E criticam quem vive por inteiro.
Pra essas pessoas bonito mesmo é quem se contenta com pouco.
Essas pessoas vão querer te arrastar pro mundo raso delas.

Eu não as culpo.
Tem gente que é acomodado a viver raso porque só conhece o raso.
O fundo é infinito e assusta mesmo.
Você pode tentar mostrar que existe muito mais que aquele mundinho pequeno que ela vive.

Mas ela só vai se ela realmente quiser ir.
E se ela não quiser, deixa ir.
Vai você com a melhor companhia, a sua.
No caminho você encontra alguém querendo ir tão fundo quanto você.

Você é um oceano.
Por que tentar caber num copo raso?

 

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*Fonte: resilienciamag

Estamos formando uma geração de egoístas, egocêntricos, alienados e inconsequentes

Acabaram as festas, janeiro começou e em breve o ano letivo ganhará vida. Novos calouros ávidos por uma “nova” vida de descobertas desembarcarão em Adamantina. Nem faz um ano uma garota, em sua primeira semana de aula na faculdade, teve suas pernas queimadas em um dia de acolhimento de calouros. Jovem, em seus 17 anos e feliz por realizar o sonho de ingressar em uma faculdade. Mas em um dia que deveria ser de festa foi interceptada por “colegas” veteranos. Foi pintada com tintas e esmalte até que sentiu que jogaram um líquido em suas pernas. Nada notou até que a água da chuva, por ironia, em lugar de lavar e limpá-la provocou uma reação química que resultou em queimaduras de terceiro grau em suas duas pernas. O mesmo aconteceu com uma colega de turma que teve as pernas queimadas e outro rapaz que correu o risco de perder a visão. O líquido? Uma provável mistura de creolina e ácido!

Casos amplamente noticiados pela imprensa local, regional e nacional. Mas relatos contam mais sobre este dia trágico, como inúmeros casos registrados de coma alcoólico, além de meninas que tiveram suas roubas rasgadas e sofreram toda uma série de constrangimentos.

Fatos como estes contribuem para nos trazer de volta a realidade e, guardadas as devidas proporções, ilustra que vivemos sim em um país onde a “barbárie” ganha força e impera em diversos núcleos de nossa sociedade e se alastra com uma rapidez de rastilho de pólvora. Casos se repetem em diversos estados e cidades, o caso dos calouros da FAI de Adamantina não é e nem será o último, quantas tristes histórias já foram relatadas, como a do o jovem morto atirado em uma piscina da USP, amanhã mais um gay ou um negro, ou mais uma mulher que não se “deu o valor” e andou por aí exibindo seu corpo.

 

Vivemos em uma sociedade de alienados, sujeitos que não conseguem sequer interpretar um texto, nossas crianças são “condicionados nas escolas” jamais educados. Infelizmente não há cultura neste país da desigualdade. Parece que perdemos a capacidade de raciocinar, de entender o contexto e complexidade de tudo os que nos cerca. Ninguém discute com seriedade o que está levando a nossa sociedade a viver na idade das trevas.

 

O apresentador Chico Pinheiro do Bom dia Brasil, revoltado com os trotes violentos, afirmou que estes alunos deveriam voltar para o ensino fundamental. Discordo radicalmente dele, estes alunos deveriam voltar para o seio de suas famílias e lá, sim, receber educação básica, educação para a vida.

Os pais estão terceirizando a educação de seus filhos e, em um mundo sem tempo e repleto de culpa delegam a educação de seus filhos a professores que não podem ser responsabilizados e muito menos tem competência e formação para isso. Professores são facilitadores da inteligência coletiva, pais são os educadores na/da/para a vida!

Nos dias de hoje o tempo passa rápido demais. Muito rápido, tão rápido que nem dá tempo de tentar entender e processar o que foi vivido nas poucas horas atrás.

A molecada acorda cedo, vai pra escola. Chega em casa, almoça ao mesmo tempo que assiste TV, atualiza a conversa no WhatsApp, checa sua ‘TimeLine’ no Facebook, curte páginas dos amigos, coloca em dia as curtidas do Instagram e comenta de forma superficial – pois não compreende o contexto e complexidade – as reportagens da TV. Se perguntar quem dividiu a mesa com eles (os pais também estão brincando com o celular) é possível que nem tenham se dado conta, pois estão mais próximos dos amigos “virtuais” do que daqueles que compartilham o mesmo espaço, a mesma mesa e a mesma comida com eles. Mas o mais trágico nisso tudo é que os pais, também, estão sentados à mesa assistindo TV, atualizando a conversa no WhatsApp, checando sua ‘TimeLine’ no Facebook, colocando em dia as curtidas do Instagram e comentando de forma superficial as reportagens da TV.

Depois do almoço os pais irão para o trabalho e os filhos para a aula de computação, inglês, academia…

À noite ficarão no quarto em frente ao note navegando por sites que jamais se lembrarão, conversando pelo skype, jogando on line, até a hora de dormir.

No final de semana estes jovens dormirão a maior parte do tempo para se preparar para a noite, para a balada, onde pegarão todos e todas e beberão até cair.

Estes jovens entram muito cedo em sua vida pretensamente “adulta”. Já “brincam” de papai e mamãe antes mesmo de brincar de casinha. Estes jovens são lançados da infância, cada vez mais curta, direto para a vida “adulta”, passando sem piscar pela adolescência.

Qual estrutura e base estes jovens terão para superar conflitos pessoais? Comportam-se como adultos aos 13, 14, 15 anos e, em muitos casos são tratados como adultos, mas não são adultos, são crianças e adolescentes que não sabem absolutamente nada da vida, mas são cobrados como se soubessem de tudo e pior, acreditam que sabem sobre tudo. Eles querem ser aceitos, infelizmente querem ser aceitos em um mundo irreal de aparências!

Nesse “nosso” mundo do “parecer”, do “fake”, do consumo do corpo perfeito, da mentira perfeita, do dinheiro a qualquer custo, do consumir e exibir, da exposição sem limites, da falsa propaganda que vende vidas “perfeitas” somos “forçados” a fazer parte dessa sociedade de “mentirinha”.

Na sociedade do consumo do corpo perfeito, da vida perfeita, do ser perfeito, não existe espaço pra “ser humano”, não existe lugar “para sermos quem somos”, aqueles que exibem suas imperfeições, pois o imperfeito não cabe na aparência perfeita do mundo da mentira.

Todos nós queremos fazer parte de algo, ser parte de algo. Principalmente quando somos jovens. Nossa turma é nossa razão de ser e estar no mundo. Comportamo-nos como tribos, somos territorialistas e, fazer parte deste “algo” nos confere identidade. E aí para fazer parte desse mundo, o jovem segue a turma, mesmo em muitos casos, sem saber por que está fazendo isso, mesmo sabendo que muitas coisas que fazem são erradas, vale a pena correr o risco para “ser” parte da turma!

E neste mundo, empoeirado, intenta-se forçar o sujeito a aderir sem contestação ao padrão de ser e estar neste “mundo”, reduzindo sublimes e maravilhosas peculiaridades e particularidades, ou seja, nossas magníficas diferenças, em uma uniformidade que se encaixa na perfeita adequação a uma sociedade tamponada, uniforme, opaca, moralista, hipócrita. É a construção de um mundo baseado em mentiras e sem alicerce.

As inquietudes de nossa alma deveriam ser tratadas em nossas relações cotidianas, primeiro no seio carinhoso da família, depois nas escolas, nos relacionando com os professores e com os colegas de aula, com os amigos e também com os inimigos, com os namorados, patrões… Vivendo nossas experiências boas e más, aprendendo a entendê-las. Passamos por frustrações a aprendemos a superá-las.

Este é o ciclo natural das coisas, é preciso viver para compreender a vida, viver todas as emoções, boas e más, sorrir, chorar, vencer, perder, amar, rejeitar, ser rejeitado, ter amigos, inimigos, construir alianças, quebrá-las… Cabe a família dar o suporte, fornecer o alicerce para que este ser, mesmo em épocas de tempestade, não desmorone. E na convivência cotidiana, construirá seu edifício interno, com janelas, portas, divisórias, que poderá balançar em muitos casos, mas jamais desabar se bem estruturado.

Mas como educar se os pais não têm “tempo” para ajudar estes jovens a construir sua estrutura?

 

Os filhos não têm “tempo” para escutar o que os pais têm pra dizer, talvez uma conferência familiar pelo Whats ou Skype, quem sabe…

Os amigos não têm todas as respostas

E talvez o mais triste para esta geração

O Google não tem todas as respostas.

 

Nossos jovens produzem eventos para postar, ser curtido e comentado. Situações são criadas para movimentar e dar liquidez ao “mercado” da popularidade, as “ações pessoais na bolsa virtual” crescem conforme o número de “posts, comments e likes”. Uma sociedade baseada no consumismo, que valora cada ser humano por seus bens de consumo e potencial de exibição do produto, passou a consumir avidamente “vidas”. Vidas são colocadas em exposição, para o deleite do consumidor e regozijo daquele que se expõe, pois quanto mais visto, mais é consumido, assim, ganha popularidade, consequentemente “poder”. Uma sociedade sem amor, sem paz e sem alma.

A alma não está sendo vendida para o diabo, mas sim, depositada em sites de relacionamento e eventos que precisam ser constantemente alimentados para nutrir o mercado. Se não existe um evento, tudo bem, faz-se imagem de si mesmo, pois a imagem é tudo neste mundo baseado no TER, SER não importa, o que vale é PARECER e, para parecer e aparecer é preciso exibir.

É imperativo que estes jovens compreendam que eles NÃO têm o valor do que é “consumido” ou do que consomem em imagens, exposição, “likes”, compartilhamentos e “comments”. O seu valor não é “subjetivo e líquido”, pois este “valor” está na forma como ele se constitui enquanto ser humano real. SER REAL não é nada fácil no mundo “líquido”, mas precisamos tentar, não apenas com os jovens, mas também em relação a nossas vidas, pois creio que se hoje estas moças e moços vivem dessa forma, não são nada diferente de quem os criou, pois nossa sociedade vive de ter e exibir, nossa juventude nada mais é do que reflexo de uma sociedade “adoentada”.

Pois nossas crianças já nascem sem tempo, extremamente competitivas, presas em escolas integrais que garantirão seu “futuro”. E dessa forma continuarão a lubrificar as engrenagens de nossa sociedade doente e “medicada” que confunde saúde com remédios, consumo com qualidade de vida, amor com bens de consumo. Estamos formando uma geração de egoístas, alienados e inconsequentes, que se preocupam mais com sua imagem do que em “ser” humano.

Quando somos jovens, acreditamos que sabemos tudo, que estamos prontos para a vida, mas viver nos ensina que a gente não sabe NADA sobre a vida. Compreender e aceitar que não somos e nunca seremos perfeitos, que simplesmente não sabemos de quase nada e nem temos certeza de tudo, nos torna mais abertos, mais humanos, mais doces, mais amorosos e tolerantes, com nós mesmos e com os outros.

Mas para que nossos jovens possam compreender tudo isso, precisamos cria-los para que sejam mais humanos, colaborativos, criativos, transgressores, mas para isso, precisarão ser ensinados que serão alguém, não pela quantidade de bens que possuírem e exibirem, mas sim, por “ser” humano, “ser” como verbo de ação!

 

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*Fonte: resilienciamag / por Isabel Cristina Gonçalves

Gente que é do bem se sente de longe… Almas bonitas criam logo empatia!

Preserve com você pessoas de bem com a vida, que são boas de papo, de riso solto, de olhar amigável. Fique junto de quem fala com verdade, e quando fala, olha nos olhos e não te medem de cima a baixo.

Pessoas dessas são joias da vida. Tem atitudes de amor, sabem se expressar com elegância e gentileza, e tem beleza interior. Se por acaso encontrar uma pessoa dessa, por favor, deixa-a ficar. Permaneça com ela e deixe-se afetar.

A gente precisa mesmo cultivar gente que tem verão no sorriso, tem paz no espírito e sabe como viver bem, se resolvem na vida sem passar por cima de ninguém. A gente aprende muito com elas. São sinceras, mas não são rudes, e carregam consigo uma bagagem de humildade e bondade.

Não, elas não são bobas, elas sabem como lidar com adversidades e pessoas com maldade. Elas não andam por aí enganchadas, elas sabem como se preservar.

Reconhecem quem é de verdade e é luz para os que não são. Passam deixando marcas e levam sempre o que há de bom. Elas sabem respeitar o espaço alheio e não há invasão nem imposição. Existe uma liberdade em estar perto delas.

Do contrário, não perca seu tempo com quem não é assim. Pessoas negativas, que usam palavras agressivas, só reclamam da vida e não sentem gratidão não acrescentam, sugam. Estas vivem numa prisão que elas mesmas construíram, muro por muro. Não sabem ser pontes. E dessas tem de monte…

Pessoas que falam demais e não sabem o que dizem, não trazem humildade, elas não olham nos olhos, elas medem com o olhar. E é assim que a gente reconhece esse tipo de pessoa, o olhar as entrega. Elas não trazem verdade.

Pessoas assim, podem estar muito próximas de nós, podem ser nossos parentes, colegas de trabalho e mesmo assim você não precisa ser leal por pura conveniência, afaste-se.

Seja no máximo referência, mas não cultive laço. Não irá te fazer bem e você poderá sentir uma exaustão física e mental além do normal. Você tem direito de escolher as pessoas que deseja se relacionar.

Para esses casos, vibre amor. O que faz mal ao nosso corpo e mente não deve ser alimentado, deve ser remediado. Deseje o bem e não se deixe afetar pela reação que ela irá tomar pela sua distância. Cuide de você. Escolha bem suas companhias.

Como uma lâmpada acesa, gente do bem atrai todo tipo de pessoa – aquelas de energias afins e aqueles hipnotizadas pela luz. Quem é esse tipo “lâmpada”, é importante saber se manter luz, sempre, para ajudar e guiar; Peça proteção e não se perca nas influências.

Gente que é do bem se sente de longe, não precisa nem perguntar. Almas bonitas criam logo empatia.

E se você encontrar alguém que te coloca pra cima e te faz feliz, deixe essa pessoa entrar na sua vida; É com essa que você deve andar! No mais, seja luz e deixe o mundo se contagiar.

 

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*Fonte: osegredo

Coisas a gente compra de novo, pessoas a gente perde para sempre

Como é difícil balancearmos com equilíbrio nossas prioridades, dando a devida atenção tanto ao que precisamos obter quanto ao que precisamos manter junto de nós. Embora a vida nos obrigue a despendermos a maior parte de nosso tempo trabalhando para conquistar qualidade e conforto, essa rotina pesada ao mesmo tempo nos distancia mais e mais dos contatos e interações com as pessoas.

Nessa toada, acabamos muitas vezes nos apegando demasiadamente aos bens que acumulamos, valorizando a materialidade que nos rodeia acima de qualquer coisa. E assim relegamos ao segundo plano nossas necessidades afetivas, nossos desejos sentimentais, tudo aquilo que não possui preço, o que não se compra nem se vende, apenas se vive.

Por mais que sejamos alertados para o perigo que reside nessa busca maçante pelos bens, pela riqueza, pelo status social, acabamos sendo atraídos quase que mecanicamente pelos apelos disso tudo. Vamos nos enchendo de objetos e nos esvaziando de sustância emocional, pois acabamos apenas enxergando o que os olhos veem, esquecendo-nos das carências de nossa essência humana.

Por isso é que muita gente se preocupa com os riscos na calota do carro, sem nunca perguntar como a esposa se sente. Por isso é que muitos pais olham o boletim escolar, mas se esquecem de olhar nos olhos dos filhos. Por isso é que muitos de nós percebemos quando o amigo engordou, porém jamais percebemos o quanto ele está precisando de nossa ajuda. Por isso é que muitas vezes temos tudo o que queremos, mas não temos ninguém de quem precisamos.

É necessário, pois, mantermos o foco nas escolhas que vimos fazendo, nas atitudes que tomamos, na importância que estamos dando àquilo que colocamos como prioridade em nossas vidas. Não podemos nos desconcentrar em relação ao que temos de mais precioso em termos de parceria, amizade, amor verdadeiro, ou acabaremos lotados de tralhas que não preencherão o nosso vazio existencial.

No mais, perca coisas e não pessoas. Coisas a gente compra de novo, pessoas a gente perde para sempre.

 

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Fonte: resilienciamag

O Silêncio dos Lobos

Pense em alguém poderoso.
Essa pessoa briga e grita como uma galinha ou olha em calmo silêncio, como um lobo?

Os lobos não gritam.

Eles têm uma aura de força e poder. Observam em silêncio.
Somente os poderosos, sejam lobos, homens ou mulheres, respondem a um ataque verbal com o silêncio.

Além disso, quem evita dizer tudo o que tem vontade, raramente se arrepende por magoar alguém com palavras ásperas e impensadas.
Exatamente por isso, o primeiro e mais óbvio sinal de poder sobre si mesmo é o silêncio em momentos críticos.

Se você está em silêncio, olhando para o problema, mostra que está pensando, sem tempo para debates fúteis.

Se for uma discussão que já deixou o terreno da razão, quem silencia e continua a trabalhar mostra que já venceu, mesmo quando o outro lado insiste em gritar a sua derrota.

Olhe… sorria… silencie… vá em frente.

Lembre-se de que há momentos de falar e há momentos de silenciar.

Escolha qual desses momentos é o correto, mesmo que tenha que se esforçar para isso.

Por alguma razão, provavelmente cultural, somos treinados para a (falsa) ideia de que somos obrigados a responder a todas as perguntas e reagir a todos os ataques.

Não é verdade. Você responde somente ao que quer responder e reage somente ao que quer reagir.
Você nem mesmo é obrigado a atender seu telefone pessoal.

Falar é uma escolha, não uma exigência, por mais que assim o pareça.
Você pode escolher o silêncio.

Além disso, você não terá que se arrepender por coisas ditas em momentos impensados, como defendeu Xenócrates, mais de trezentos anos antes de Cristo, ao afirmar:

“Arrependo-me de coisas que disse, mas jamais de meu silêncio.”

Responda com o silêncio, quando for necessário.

Use sorrisos, não sorrisos sarcásticos, mas reais, use o olhar, use um abraço ou use qualquer outra coisa para não ter que responder em alguns momentos.

Você verá que o silêncio pode ser a mais poderosa das respostas.

E, no momento certo, a mais compreensiva e real delas.
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*Fonte: osegredo/Aldo Novak

Para quem quiser julgar meu caminho, empresto meus sapatos

Quantas vezes você já teve que lidar com o julgamento alheio? Além de enfrentar todas as dificuldades diárias, também precisamos, às vezes, “engolir sapos” e carregar o peso da opinião de terceiros sobre o que fazemos ou deixamos de fazer.

Dizer que isso simplesmente não nos afeta pode, às vezes, não ser verdade.

Fazer ouvidos surdos a esses comentários, que ousam julgar nossas ações, nem sempre é fácil. Sobretudo se vêm da boca de pessoas importantes para nós: nossa família, amigos, professores, chefes, pessoas que consideramos autoridades e cuja opinião respeitamos.

Um verdadeiro amigo ou familiar não se atreveria a nos julgar sem conhecer a fundo nossas emoções ou todos os momentos vividos que carregamos sobre os ombros e em nosso coração.

Empreste seus sapatos, porque ninguém melhor do que você para conhecer a dor dos caminhos percorridos, os rios que teve que atravessar, as dificuldades que precisou enfrentar, às vezes sem pedir ajuda a ninguém… Hoje, convidamos você a refletir sobre isso.

 

O caminho que construímos e que nos definem

Você não é apenas essa pessoa que vê refletida no espelho. Não é apenas sua forma de vestir, ou as palavras que profere às outras pessoas.

Você é o seu caminho percorrido durante a vida, todas as suas experiências vividas e integradas no fundo do seu ser… Ninguém melhor do que você para saber o que motiva suas ações.

A própria pessoa apenas sabe o que teve que superar, suas decepções, dores, derrotas ou vitórias e o preço que pagou por cada uma. Então, por que algumas pessoas ousam, às vezes, a nos julgar sem saber, como se fossem donas de uma sabedoria universal?

Dois motivos comuns:

– As pessoas acostumadas a julgar os outros geralmente são as mais frustradas na vida.
– São pessoas insatisfeitas consigo mesmas que projetam sua necessidade de controle e intervenção nas vidas alheias.

É comum que muitos de nossos familiares tenham o hábito de nos julgar: “Você é muito ingênua, por isso que essas coisas acontecem com você”; “Você precisa amadurecer e enfrentar a vida como ela é”.
Julgam-nos com a intenção de nos ajudar e nos oferecer ensinamentos, mas na realidade nos desejam “encaixar” na maneira como eles pensam, de acordo com o que acham certo, errado ou mais adequado para nós.

Às vezes, quem julga seu caminho busca justificar a sua própria vida, desacreditando as outras pessoas. Diminuindo as escolhas dos outros. Infelizmente, isso é muito frequente.

 

Crítica construtiva sim, julgamento, não

Na realidade, quando essas pessoas nos julgam, não usam argumentos válidos, que sejam construtivos. Quase sempre buscam o ataque, a afronta ou o desprezo. Seus raciocínios são muito limitantes.

O que falta a esses “juízes” que adoram julgar os outros é a autocrítica. Não são capazes de valorar os seus próprios atos, suas palavras, para perceber que também cometem erros e que são capazes que causar danos a outras pessoas. Limitam-se a projetar suas críticas em outras pessoas.

Em geral, pessoas acostumadas a julgar nosso caminho não têm uma vida autêntica, com sonhos, paixões, amores e afetos que as ajudem a relativizar as coisas e abandonar o hábito de focar tanto na vida dos outros.

 

Como se defender dos julgamentos alheios

Frequentemente, dizemos a nós mesmos: “isso não me afeta”. Pode ser verdade, sobretudo quando o julgamento vem de um colega de trabalho ou de alguém com o qual não temos um vínculo mais íntimo. Esqueceremos com facilidade.

Mas o que acontece quando um amigo, seu companheiro ou um familiar julga o seu caminho?

Nestes casos, é comum que nos sintamos ofendidos e até mesmo feridos. A primeira coisa a fazer é manter a calma e refletir a respeito das seguintes afirmações, que servem para proteger nossa autoestima:

– “Eu sei quem eu sou, sei o que já superei e tenho orgulho por cada passo do caminho, por cada aprendizado que obtive a partir de meus erros”.

– “Apenas eu tenho o direito de me julgar, porque somente eu sei como me sinto e o quanto sou feliz com minha maneira de ser e com tudo o que consegui até hoje”.

Após haver reafirmado sua autoestima, evite revidar com comentários hostis, prejudiciais, vingativos. Se demonstrarmos desprezo ou raiva, será mais difícil superar os sentimentos negativos, e eles farão ainda mais dano.

Expresse sua decepção. Deixe claro que ninguém tem o direito de julgar você assim e que o simples fato de fazê-lo demonstra que não o conhecem bem. Portanto, é como se fosse uma traição, nos casos mais abusivos, quando a outra pessoa tem o objetivo de controlar, manipular ou usar você de alguma maneira.

 

Liberte-se de relacionamentos opressivos

Quem se atreve a criticar seus caminhos e suas experiências sem uma intenção pura de realmente desejar o seu bem, prova que não é um bom companheiro de viagem. E não importa que seja sua mãe, irmão, irmã, marido ou esposa.

Quem não aceita que, em alguma ocasião, você cometeu um erro e o julga por isso sente na verdade muita falta de amor por si mesmo e não se perdoa por seus próprios erros. Quem se vê como alguém que nunca comete erros ou toma decisões ruins carece de autocrítica e de empatia.

Se no dia a dia você apenas recebe julgamentos das pessoas ao redor, no fim, se sentirá escravizado pelas opiniões alheias. Não permita isso.

Nesses casos, será bom refletir se não vale mais a pena se distanciar de quem é incapaz ou não quer ver o seu valor, a luz que você transmite e a inteireza de sua vida.

 

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*Fonte: osegredo

Não busque, permita que te encontrem

A vida é muito curta para correr atrás de alguém que nem mesmo anda por você. Não há necessidade de ir atrás quando sabem onde você está, quando conhecem sua casa e eus mistérios.

A verdade é que há pessoas que não se preocupam conosco, embora nos preocupemos. Nestes casos, pode ser difícil compreendermos a situação, porque a preocupação com os outros não fala a língua do egoísmo.

“Lembre-se que seu número de telefone não mudou e que, na realidade, não há nenhuma falta de tempo, mas de interesse. Pense que quando alguém quer ou precisa de algo, é capaz de mover céus e terra para compartilhar nem que sejam alguns segundos.”

 

Carinho não se suplica

Implorarmos e mendigarmos migalhas de afeto que não nos querem dar não é saudável, nem a curto nem a longo prazo. No entanto, algumas experiências podem chegar até nós para ajudar-nos a encontrar razões para continuar desejando que a pessoa a permaneça em nossas vidas.

Se você pensar sobre isso, tudo o que fazemos com essa atitude é prolongarmos desnecessariamente uma angústia emocional. Submeter-nos à vontade dos outros faz com que nos tornemos marionetes de suas necessidades e seus desejos.

Neste sentido, obviamente, há coisas que acontecem porque têm que acontecer, mas outras acontecem porque permitimos. Nós não podemos ser livres e felizes se vivemos agarrados e ligados a certas esperanças.

 

Deixe que o vento leve o desnecessário de sua vida

É difícil deixar ir o que consideramos “muito nosso”, sejam sentimentos ou pessoas. Ou seja, certas pedras que carregamos em nossas costas nos unem um sentido de identidade e pertença que se funde com o nosso medo de perder algo que acreditamos ser muito intenso e importante.

No entanto, apesar de todo esse caos emocional nos amarrar a certas pessoas, também cansamos de não sermos valorizados. É provável que quando percebemos isso nos sentimos um pouco egoístas, o que é terrível para a nossa saúde emocional.

“Sentir que se aguentarmos um pouco mais uma situação ou algumas pessoas estamos falhando, é algo surpreendentemente comum. A fundação deste sentimento é o medo que nos dá de lidarmos com o vazio gerado pela perda.”

Em outras palavras, sentimos que se deixarmos de nos sacrificar perdemos a oportunidade de construir parte da história emocional de nossa vida. No entanto, o que realmente estamos fazendo é nos comportando da forma mais cruel possível para com nós mesmos, nossas expectativas e desejos.

“O caminho de volta em direção à liberdade emocional é construído a partir das pedras que caem; ou seja, dos sentimentos e pessoas tóxicas das  quais nos livramos.”

Esta é a única maneira de evidenciarmos nossos pontos fortes, de assumirmos nossos erros e conseguirmos expressar nossas intenções e compromisso.

 

O mais forte não é quem mais aguenta, mas quem é capaz de deixar ir

Se não traz alegria para sua vida… Solte

Se não lhe faz feliz… Solte

Se permanece ao seu lado, mas não acrescenta nada de bom… Solte

Se procura segurança e assim evita o esforço de desenvolver-se… Solte

Se não reconhece suas qualidades… Solte

Se não lhe dá carinho… Solte

Se não promove o seu sucesso… Solte

Se diz, mas não faz… Solte

Se não há um lugar em sua vida para você… Solte

Se tenta mudá-lo… Solte

Se o amedronta… Solte

Se são mais desencontros do que acertos…Solte

Se simplesmente o faz sofrer…Solte

Liberte-se…a perda será muito menos dolorosa do que a dor de apegar-se “ao que já foi e não é mais”.

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*Fonte: osegredo

 

Não se explique demais! Tem gente que vai entender tudo errado de qualquer jeito.

Paciência. Por mais que a gente explique, tem coisa que nunca ninguém vai entender como deve. Fazer o quê? É da vida, esse longo e infinito exercício de paciência.

Haja serenidade para dizer sem ser ouvido e ouvir sem ter pedido. Tem coisa e tem gente que não merecem um segundo de atenção. Você tenta facilitar e tem sempre alguém pronto a tornar a vida mais difícil. A gente esclarece, elucida, dá exemplo, faz desenho e de nada adianta.

Explane, relate, explicite. Sempre haverá uma alma disposta a compreender o que quiser, a interpretar como bem entender o que você disse e chegar a uma conclusão completamente diversa da que você pretendia. Então, explicar de novo para quê? Diga uma vez e deixe o outro deduzir como preferir. A vida é muito curta para explicações tão longas.

Verdade é que bons ouvintes dispensam justificativas. Além do mais, se você precisa mesmo justificar o que disse ou o que fez, talvez não devesse ter dito ou ter feito, né? Nesse caso, melhor que explicar é reconhecer, assumir, pedir desculpas. Mas essa é outra história.

É que tempo a gente não devia perder à toa, sabe? Tempo a gente vive. E eu não quero viver o meu explicando nada a quem não vai entender mesmo. Aliás, eu acho até que quem sempre espera se fazer entender, quem pretende a todo tempo ser compreendido precisa de ajuda médica. É alguém que padece de uma perigosa pretensão infantil.

Assim é desde sempre. Entre os filhos e seus pais, entre amigos e entre amantes, chefes e subordinados, sócios e adversários, nos casais, nas famílias, nas empresas e nas escolas, em casa, na rua e em tudo quanto há, nem sempre somos todos compreendidos como desejamos.

Quem ouve quase sempre há de ouvir apenas o que lhe satisfizer. De tudo o que lhe for dito, entenderá o que lhe parecer conveniente. Explicar demais, então, é inútil e contraproducente.

Se for mesmo indispensável apresentar álibis e provas, arrolar testemunhas e convencer alguém de que você é inocente, contrate um advogado. Nos outros casos, vire a página, passe adiante e siga em frente. Por mais que você explique certo, alguém sempre vai insistir em entender tudo errado.

 

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*Fonte: osegredo

 

A incrível geração das mulheres chatas

A melhor desculpa de uma mulher que está sozinha é que não tem homem no mercado. É muito boa. Mas tem uma que disputa à faca o primeiro lugar: “estou sozinha porque os homens têm medo de mulheres independentes”.

Uma ova. E posso afirmar: para cada minuto que você reclama, tem outra mulher também independente e bem sucedida – mas muito mais esperta do que você – sendo bem sucedida também no relacionamento. E você aí, sozinha ou no bar com as suas amigas independentes, com suas bolsas caras, indo dormir sozinhas, reclamando da morte da bezerra e dos homens. Aqueles ingratos.

Não sei de onde tiraram essa ideia de que a vida só mudou para as mulheres. Não é possível que a gente acredite mesmo que fomos criadas para ganhar o mundo, estudar, disputar vagas de trabalho, fazer o imposto de renda, encarar hora extra, sair sozinha com as amigas, e que ninguém contou nada aos homens. Enquanto isso, os pobres empacaram no tempo e, portanto, hoje temos que conviver com trogloditas que ainda esperam casar com a dona Baratinha.

Tenho um irmão 11 meses mais novo do que eu. Crescemos na mesma casa, com os mesmos pais. Nós dois vimos minha mãe trabalhar a vida inteira, chegar em casa muitas vezes depois de todo mundo, dividir as contas da família no papel, fazer uma comida mais ou menos, viajar sozinha no Carnaval porque meu pai sempre detestou os dois.

Saídos da mesma fôrma, eu ganhei o mundo. Meu irmão casou antes dos 20 anos. Não estou contando nenhuma história que não seja a mesma de quase todo mundo que eu conheço. Esse discurso de que os homens não estão preparados para essa nova mulher seria revolucionário na época da minha avó, que se separou aos 50 anos, decidiu aprender a dirigir, fez vestibular para educação física e foi procurar emprego – porque, até então, o único duro da vida da dona Dorah tinha sido criar quatro filhos. Talvez tenha ficado mal falada na cidade. Mas era a minha avó, no tempo da minha avó.

Quando é que a gente vai cansar de se fazer de vítima e parar de encarar os homens como incapazes? Se a gente se adaptou aos novos tempos, eles também. Ainda precisamos de ajustes aqui e ali, mas está tudo bem.

Eu não convivo com homens despreparados para essa nova mulher que sou eu, você e quase todo mundo. Tenho amigos homens, e eles querem, sim, mulheres parceiras e não dependentes. Choram no meu ombro por causa de pé na bunda. Reclamam de mulher que não vale nada. Ficam perdidos sem saber como agradar essa fulana que, na verdade, não sabe o que quer porque cresceu acreditando que pode querer tudo. E pode. Só deveria parar de encher o saco.

Fizemos as nossas escolhas, eles fizeram as deles. Nenhuma mulher é igual. Assim como qualquer cara pode vir com mil variações do que a gente aprendeu a conhecer por macho. Tem todo tipo por aí. Mas com todos os requisitos que a tal nova mulher – que de nova não tem nada – quer, não sobra um na face da terra que baste.

Inteligente, óbvio. Antenado, com certeza. Remediado, tem remédio? Fodão, o tempo todo. Bem humorado, é o mínimo. Frágil, nem pensar. Imaturo, socorro. Machista, Deus me livre. Glúten free, pra quê? Fiel, é possível. Rico, com a graça de deus. Comprometido, por que não?

Eu agradeço por nunca ter tido um único namorado que não me quisesse da forma como eu fui criada. Ganho o meu dinheiro, bebo uísque, gosto de futebol, dirijo super bem, cuido do meu imposto de renda sozinha. Sei pregar botão, ainda que torto, não sei nem por onde começa a receita de suflê de cenoura, só vou ao supermercado pra comprar vinho e no dia em que tive que aprender a diferença de alvejante e água sanitária, dei um Google.

Compro bolsas caras, saio sozinha com as minhas amigas e nunca fui cobrada por ter que trabalhar domingo ou terça à noite. Neste momento em que escrevo e tomo vinho tem um cara lá na cozinha preparando o jantar. Um cara que me escolheu do jeito que eu sou, que vibra com as minhas vitórias e me salvou de jantar miojo ou cerveja pelo resto da vida.

Meus pais nunca perguntaram quando eu iria casar ou quando lhes daria netos. Mas sempre torceram que eu encontrasse um companheiro para dividir a vida. Eles se orgulham muito do caminho que eu quis seguir e nunca me fizeram pensar que escolher ser bem sucedida significaria ser mal amada. Conheço uma penca de gente que tem os dois porque isso aqui não é uma competição. Todo mundo quer a mesma coisa.

Todo mundo quer um chinelo velho pro seu pé cansado. Quer sossegar o rabo num relacionamento feliz e cheio de cumplicidade, de parceria, de mãos dadas no cinema, de silêncios que signifiquem enfim sós.

Chega desse discurso de ser mal compreendida pelo mundo e pelo homens. Tem muita gente avulsa por aí. Dos dois lados, por inúmeras razões. Se você acredita mesmo que ninguém te quer porque é independente e porque os homens não sabem lidar com isso, só quero lhe dizer uma coisa: você está sozinha porque é chata. Vou jantar, porque depois tem uma pia de louça me esperando. Justo.

 

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*Fonte: portalraizes / Mariliz Pereira

Quanto menor a autoestima, maior é a necessidade de dar a última palavra em tudo

Ser paciente não é ser frágil nem covarde. Às vezes é muito melhor guardar silêncio e aquietar a raiva do que perder tudo em um momento de ira descontrolada. Porque a paciência é a virtude dos corações tranqüilos, capazes de entender que ser prudente em um dia de raiva pode evitar cem dias de tristeza.
Há cerca de 2.500 anos, o filósofo grego Sócrates foi um dos expoentes da época clássica e, entre outros pensamentos de enorme relevância até hoje, tornou-se célebre com a famosa frase: “tudo o que sei é que nada sei”. De fato, Sócrates tinha tudo para realmente nada saber. Afinal, naquela época não existiam jornais e revistas, de onde se tomam as notícias como “verdades absolutas e inquestionáveis”.

Outro ponto importante a se considerar é que na Grécia socrática não existia a internet. Porém, o fato que merece destaque é que não havia o maior veículo de informação, ou, muitas vezes, “deformação”: o Facebook. Desse modo, sem poder contar com jornais, revistas, internet e, principalmente, o “Face”, tudo o que o “pobre” do Sócrates só podia mesmo dizer é que “nada sei”.

Outros gregos, como, por exemplo, Platão, Aristóteles e Xenofontes, também se arriscaram a dizer “algumas coisinhas”, mas esses pensadores também não tinham acesso a tudo aquilo disponível nos dias atuais e que muitos julgam indispensável.

Hoje, quando é feita uma postagem, as pessoas sentem uma necessidade patológica não só de comentar, mas, sobretudo, contestar para mostrar que “elas existem”. Assim, uma outra máxima da Filosofia, dita por Descartes séculos mais tarde, também caiu por terra. Pensar já não é o bastante; a tônica de agora é se expressar. O que passou a valer é o “digito, logo existo”.

Convém observar que os filósofos da era clássica eram “meros pensadores” e, atualmente, as pessoas “evoluíram” para “postadores”. Mais do que nunca, estamos vivendo conforme a “Alegoria da caverna”, de Platão. E, envoltos no interior de sombras e escuridão, existem aqueles que insistem em impor ao mundo todos os seus “achismos”, com autoridade de “especialistas” que se consideram, sendo intolerantes com opiniões divergentes.

Tomam-se as “imagens projetadas” como pura expressão da verdade e as espalham o mais depressa possível, para alardearem que “sabem de tudo” antes de qualquer um. Movidos pela ditadura da velocidade e da ostentação de “bem informados”, eximem-se de algo que os filósofos fartavam-se; Reflexão. Enquanto os pensadores buscavam a verdade, e os de bom senso ainda continuam a procurá-la, muitos assumem a postura de já terem encontrado convicções para inflarem o ego, de acordo com a sua conveniência.

Numa época de tanta intolerância e fanatismo, o tal do Facebook é um canal essencial para quem se dedica a esse fim. Nele as pessoas também exacerbam seu narcisismo, além de utilizá-lo, inclusive, como sendo uma espécie de terapia, onde os indivíduos exercitam seus desejos, ou dão vazão às suas mais profundas frustrações. Quanto menor a autoestima, tanto maior a necessidade de postagens e de dar a última palavra em tudo.

Podemos concluir que, se os conceitos daqueles filósofos gregos ainda permanecem, mesmo depois de mais de 2.500 anos, embora eles “nada soubessem” e sem as Redes Sociais, imaginem só o quanto poderá durar esse “festival de genialidades”, em profusão no Facebook!

E, no futuro, quando os historiadores se depararem com o estudo das características deste nosso momento, em que muitos pensam que “tudo sabem”, constatarão que a vaidade é um atalho capaz de levar à insignificância. Poderão se deparar, por exemplo, uma famosa frase de Nelson Rodrigues: “invejo a burrice, porque é eterna”.

Assim, na ânsia de verem-se imortais de qualquer maneira, em razão de privilegiarem mais a quantidade que a qualidade, de certa forma, muitos poderão sentir-se “eternizados” devido ao conteúdo da maioria de suas postagens.

 

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*Fonte: poretalraizes

A vida, às vezes, bagunça para consertar

Enquanto amassava o pão entrei em desespero quando vi toda aquela farinha solta na mesa, nada se juntava, a mão toda cheia de massa, pensei em parar, lavar a mão, jogar a massa fora e comprar o pão no supermercado, mas não queria me dar por vencida então continuei a amassar, de repente, depois de algum tempo amassando, colocando mais leite, depois mais farinha, depois amassando novamente, a massa estava toda homogênea, não grudava nas mãos e não grudava na pedra da mesa, a massa estava linda e lisa, quase pronta para ir ao forno.

E então eu vi a minha vida ali, na massa de pão sobre a mesa. Chega a ser engraçado, mas a vida da gente é assim mesmo, algumas vezes fica tudo uma bagunça, nada se encaixa, você tenta de um jeito, não funciona, tenta de outro e meleca tudo, coloca mais atenção e a vida fica mole, se cobra demais e a vida fica dura, a verdade é que parece que nunca vamos conseguir consertar a massa, ou melhor, a vida.

Quando estamos no meio do caos, ele parece instalado e a sensação é de que nunca mais ele voltará a ser ordem novamente. Penso que, se todo mundo for igual a mim, a única vontade é sentar e chorar em busca de atenção e alguém que possa resolver toda essa desordem.

Mas aí vem uma pequena pitada espiritual, psicológica, emocional na medida tão exata que parece um passe de mágica e tudo vai ser encaixando e formando uma forte aura colorida capaz de deixar o coração em paz, a cabeça leve, o sorriso marcado no rosto, tudo volta ao seu estado de perfeita harmonia, claro que não para sempre, mas pelo menos até acabar o pão e precisar de fazer outra massa.

A verdadeira lição é entender que sim, tudo uma hora se ajeita. Vivemos ansiosos demais, em busca demais, querendo demais. Já falei da pressa outras vezes e ela persiste, precisamos de telefones mais rápidos, de computadores que conversam com você, de comida fast-food, de abraços rápidos e olhares quase inexistentes. Temos pressa. Temos ansiedade. E passamos por não perceber, que de uma forma ou de outra, a vida vai passar, se adicionarmos os ingredientes necessários e amassar com paciência, se soubermos esperar a hora de levar ao forno, a vida lhe entregará um lindo e saboroso pão.

Olhe mais nos olhos. Menos pressa. Menos ansiedade. Mais abraços. Mais carinho. Mais tranquilidade, no final tudo se resolve!

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*Fonte:osegreedo / Carol Daimond

Você sabia que cada forma de abraçar tem um significado?

Existe uma bela frase de Eduard Paul Abbey que diz: “Eu acredito somente no que posso tocar, beijar ou abraçar. O resto é apenas fumaça.” Abraçar pode ser amor, paixão, ou até mesmo ódio. É uma expressão capaz de representar uma enorme gama de emoções.

Abraçar é um ritual muito importante, mas nem sempre significa o que nós realmente amamos, desejamos ou sonhamos. Na verdade, é um gesto de linguagem não verbal regido pelas normas culturais das diferentes sociedades. Pode ser um pequeno oásis de privacidade, um refúgio de paz, ou mesmo um gesto de falsas declarações e enganos.

 

As diferentes maneiras de abraçar:

Os psicólogos desenvolveram uma peculiar “classificação do abraço”. Na realidade, eles fizeram mais de uma, mas para este artigo vamos falar da classificação de Arturo Torres, porque acreditamos que é a mais completa. Você gostaria de conhecê-la?

Torres fala sobre a influência do abraço. Este gesto tem o poder de deixar no nosso corpo uma marca profunda e permanente. Mas, como dissemos, tudo isso depende da intenção da pessoa, dos sentimentos, das emoções… e especialmente, de como a pessoa que recebe o abraço o interpreta.

 

Abraços clássicos

Vamos começar pelo primeiro da lista que, neste caso, é o abraço clássico. Duas pessoas se abraçam com força deixando as cabeças uma ao lado da outra.

Na verdade, este é um abraço muito íntimo. Os peitos se juntam e as cabeças ficam muito próximas. Além disso, geralmente dura dois ou mais segundos, porque esse ritual tem um encanto especial. Certamente você já abraçou assim ao se despedir de alguém querido ou em um reencontro.

Abraços de dança

Como o próprio nome sugere, podem estar associados com a música. Normalmente, uma pessoa abraça a outra segurando a sua nuca. A música transporta os dançarinos para um mundo mágico e romântico, repleto de amor, intimidade e beleza.

Abraço visual

Quando o abraço tem um contato visual, existe um componente especial. É simples, muito íntimo, e com as duas pessoas coladas uma de frente para a outra. Mas o espaço deixado entre os dois na altura do peito é substituído pela proximidade dos olhares cúmplices e carinhosos.

“Éramos o abraço do amor onde se uniram o céu e a terra”.
– Rosario Castellanos –

Abraço entre colegas

Outro abraço clássico é o abraço entre colegas: são duas pessoas sem intimidade ou afinidade especial. Eles simplesmente dão um tapinha nas costas do outro por um trabalho bem feito ou pela proximidade devido a algum fato concreto. No entanto, as cabeças não se juntam e não existe um forte sentimento.

Abraços assimétrico

O abraço assimétrico ocorre entre duas pessoas com alturas diferentes. Neste caso, a conotação é puramente passional e erótica. De fato, é maistricos usado durante um ato íntimo ou sexual.

Abraço lateral

O abraço lateral é outro exemplo de simplicidade e proximidade. Ele ocorre quando você coloca a mão no ombro da outra pessoa. Seus significados são variados: você pode estar confortando a outra pessoa, pode ser um sinal de companheirismo, simpatia e carinho, amor, ternura ou cordialidade.

Abraços distantes

Os abraços distantes ocorrem quando falta intensidade e são dados com os corpos afastados. As cinturas ficam separadas e o ato ocorre mais por compromisso do que por gosto ou prazer. Eles podem fazer parte de um protocolo ou são motivados por uma trégua temporária após um confronto. Eles podem ser a encenação de uma cordialidade tensa e até mesmo uma atuação que demonstra um afeto que realmente não existe.

Abraços violentos

Este é um abraço de muita intensidade, mas não pela paixão amorosa, e sim por pura violência e agressão. Pode ser muito apertado e pode até mesmo causar dor a um dos envolvidos. Acontecem durante uma briga ou para separar dois indivíduos que estejam lutando, por exemplo.

É uma pena que abraçar nem sempre seja um símbolo de amor e carinho. Essa proximidade com outra pessoa, esse contato físico tão íntimo, talvez nunca devesse ser violento ou falso. No entanto, mesmo que isto aconteça em muitos casos, felizmente, na maioria das vezes, os abraços simbolizam e criam um espaço de intimidade e afeto onde nos sentimos acompanhados e reconfortados.

 

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*Fonte:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Você está realmente ouvindo ou só está esperando a sua vez de falar?

Não estou sugerindo de forma nenhuma a apatia. A sugestão é ouvir genuinamente.

Uma vez participei de um exercício chamado “Diálogo”. Essa experiência me mostrou um ângulo que eu nunca havia visto sobre os diálogos do nosso dia a dia.

Regras do exercício: Um tópico era escolhido e todos podiam conversar e opinar sobre o assunto em questão, mas ninguém podia interromper o outro e Cada um tinha até 1 minuto para falar.

Esse foi um dos exercícios mais difíceis que já fiz.

Um assunto bem polêmico foi escolhido e começou o exercício. A vontade de interromper era constante, quando a opinião divergia da minha então, parecia que eu ia morrer se não expusesse a minha visão. E quando eu concordava também! Sentia um enorme impulso de fazer observações sobre o que estava sendo dito, apoiando o discurso. Essa vontade me deixava inquieta como se o mundo estivesse perdendo algo muito grandioso que só eu pudesse acrescentar.

Descobri nesse dia, que essa inquietação era o Ego gritando, pedindo atenção, dizendo: Eu conheço o assunto que você está comentando, tenho uma nova informação que talvez você não conheça, e ainda tenho um fato pra complementar, me ouça!”. E sabe de uma coisa? Todas as vezes que deixei de interromper alguém, esse alguém conseguiu criar um argumento tão completo que realmente todas as informações que eu sentia o dever de compartilhar já não fazia mais sentido algum.

Às vezes o silêncio é a melhor resposta, e sempre o melhor professor.

 

Não era só deixar de falar que era difícil. Ouvir era ainda mais desafiador.

Enquanto outra pessoa estava expondo seus pensamentos, minha mente já estava analisando, julgando e pensando no que falar ao invés de simplesmente ouvir.

Apenas receber as informações sem impor nenhum julgamento sobre elas.

Você já fez isso? É mágico. As palavras deixam de ser ruidosas e não geram julgamentos ou emoções, elas são suaves, apenas nos apontam a informação.

Não estou sugerindo de forma nenhuma a apatia. A sugestão é ouvir genuinamente.

Dê a chance das coisas serem como são antes de transformá-las no que você acha que deveriam ser. Depois de ouvir com neutralidade, sem gerar julgamentos você pode decidir o que fazer ou como se sentir diante do que foi dito, mas não antes disso.

Depois que participei desse exercício, comecei a observar mais as relações e a forma como o diálogo se dava nelas. Percebi uma tendência enorme nas relações modernas: O monólogo em dupla, ou em grupo. Cada um fala de si, sem acrescentar nada relevante a fala do outro e sem o ouvir verdadeiramente.

Recentemente fiz um teste: Chamei 3 amigas para um bar com o pretexto que  “eu precisava conversar”.

E eu não fui verdadeiramente ouvida nenhuma vez. Cada vez que eu expunha um pensamento a pessoa encontrava uma forma de falar de si mesma por associação. Sabe aquela coisa?

– Nossa, briguei com meu namorado! Isso está me deixando tão triste…

– E eu que peguei várias conversas no Whatsapp do Pedro. Tô pior que você, menina!

E já vi conversas seguirem assim por horas, como se competissem pela melhor história, ou por quem tem o problema maior. (repare nas pessoas conversando ao seu redor).

 

A impressão é que ninguém nos ouve mais!

As pessoas andam sufocadas, com uma necessidade, muitas vezes inconsciente, de despejar suas emoções suprimidas. A substituição em massa da fala pelo texto é um dos grandes causadores dessa necessidade demasiada de falar, perdendo-se, consequentemente, a habilidade de ouvir.

Os relacionamentos estão morrendo por mensagem de texto. (e vamos combinar, não somos todos “reis da ortografia”. Como não vai dar treta? Uma vírgula muda tudo!).

Não quero saber.
Não, quero saber.

A interação social humana (ao vivo) é necessária e altamente recomendável para nossa saúde física e emocional. Somos seres sociais, mas não de redes sociais.

Vejo pessoas mais empolgadas de colocar “em um relacionamento sério” no facebook do que estar em um relacionamento realmente, e enfrentar tudo que vem com ele.

As redes sociais que têm nos contado que Fulano vai ter um bebê, ou que Ciclano se mudou para Nova Zelândia. Nos dias de hoje, dificilmente os telefones tocam.

Somos a geração holograma: Temos a ilusão de que estamos cercados de gente, mas atrás da telinha estamos sozinhos, nos comunicando superficialmente, sem conseguir nos tolerar e nos conhecer. Estamos entrando em uma introversão não saudável, fazendo literalmente galerias para expor nossos pontos fortes e gastando toda nossa energia usando máscaras para ignorar nossas sombras.

 

Te proponho um exercício! Da próxima vez que você conversar com alguém se pergunte: Estou realmente ouvindo, ou só estou esperando a minha vez de falar?

 

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*Fonte: osegredo

 

Pessoas boas nos ensinam a amar. As más a não ser como elas!

Sim, existem pessoas más e elas, meu caro, estão separadas em dois grupos: as que ser orgulham de serem assim e deixam isso explícito em suas ações e as que fingem serem boas pessoas, disfarçando-se de amigos, namorados e familiares que “torcem” para o seu bem.

Provavelmente, você já conviveu com muita gente assim e só percebeu o nível de maldade, depois que saíram da sua vida. O comportamento delas é quase padrão: ficam mal ao verem o outro bem, se deprimem ao saberem que a amiga encontrou um grande amor e quase morrem quando testemunham o sucesso profissional do colega de trabalho.

Pessoas maldosas são tão perigosas quanto veneno injetado na veia. Manipuladoras, interesseiras, invejosas e fracassadas (sim, tudo isso), essas pessoas não conseguem ver a felicidade alheia com naturalidade e entusiasmo. Julgam-se merecedoras de toda a atenção do mundo e, muitas vezes, não medem as consequências de suas palavras ou atos.

Se na vida social conviver com elas é um martírio, na vida sentimental as coisas conseguem ser piores. Elas diminuem o parceiro frequentemente, humilham, traem e jogam no outro a culpa de todos os erros. Além de tentar convencê-lo de que eles possuem sorte em tê-los em suas vidas. Triste, não? Mas é assim que acontece.

Se eu pudesse te dar um conselho hoje seria: afaste-se! Mas, afaste-se muito! Corra na velocidade da luz dessas pessoas. Egocêntricas, elas não sabem o limite entre a falta de respeito e a brincadeira saudável. Utilizam-se das pessoas como marionetes, encontram motivos para denegrir a imagem dos outros e subestimam a inteligência alheia para esconder o mau caráter que possuem.

Muitas vezes não é possível nos afastar fisicamente de quem nos faz mal, às vezes, é necessário suportar a falsidade de colegas de trabalho, de um familiar invejoso ou de um “amigo” maldoso com pele de cordeiro, mas podemos nos afastar psicologicamente e sermos felizes sem elas.

Tomar distância dos conflitos que essas pessoas geram e não compactuar das maldades que praticam já é um bom começo. Einstein dizia que “o mundo não está ameaçado pelas pessoas más, e sim por aquelas que permitem a maldade” e eu concordo com ele. Não permita que seus princípios sejam corrompidos.

Quando você consegue fazer isso, a vida muda o rumo. Tudo começa a dar certo, os planos saem do papel, a vida financeira flui e o grande amor da sua vida chega. Parece exagero, não é? Mas, acredite, é exatamente isso que acontece! Porque você começa a desintoxicar seu coração e a perceber que a maldade que via nas pessoas, na verdade, era uma distorção da realidade alheia.

Deixe a maldade e a carga da consciência pesada para quem caminha com elas. Mantenha em sua vida pessoas humildes e sinceras. Dessas que carregam em sua essência a generosidade de um coração limpo e de uma alma leve e segue tua vida. Tudo é aprendizagem. Enquanto as pessoas boas nos ensinam a amar, as más nos ensinam a não ser como elas.

 

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*Fonte: resilienciamag

Pessoas inteligentes lidam com pessoas tóxicas assim:

Para a maioria de nós, a vida diária é bastante estressante. Enfrentamos uma miríade de responsabilidades, tanto pessoais como profissionais, que muitas vezes nos colocam no extremo de nossos limites. É, portanto, necessário mitigar estressores que ameaçam nosso bem-estar mental, emocional e físico.
Semelhante às toxinas no ambiente, pessoas tóxicas podem causar danos graves. Ao contrário de muitas toxinas, no entanto, não há nenhum tipo de “aviso” que nos educa sobre as ameaças que essas pessoas causam.

Assim, devemos confiar em nosso julgamento, instintos e vontade para lidar eficazmente com as pessoas tóxicas.

O fato é que algumas pessoas são mais experientes em lidar com pessoas tóxicas do que outras; pois muitas vezes possuem um agudo senso de inteligência emocional e outros atributos, juntamente com a vontade de agir quando necessário.

 

Vamos discutir 9 maneiras através das quais as pessoas inteligentes lidam de forma eficiente e rápida com pessoas tóxicas:

 

1.Elas são muito autoconscientes

A psicologia hoje define o termo autoconsciente como “apreciação precisa e compreensão de suas habilidades e preferências, e suas implicações para o seu comportamento e seu impacto sobre os outros.”

Um forte senso de autoconsciência também é uma ferramenta de prevenção incrivelmente poderosa – e essencial. Ser autoconsciente permite que reconheçamos e compreendamos qualquer influência interna ou externa que ameace “nos tirar do jogo”. Claro, isso inclui pessoas tóxicas.

 

2.Elas perdoam, mas não esquecem

A matéria cinzenta entre nossos ouvidos não é o único determinante do intelecto. A inteligência é multifacetada.

As pessoas emocionalmente inteligentes entendem o perdão como um componente necessário do bem-estar psicológico. No entanto, também compreendem a importância de não esquecer aqueles que traíram sua confiança. Esta inteligência permite que a pessoa concentre seus esforços em construir relacionamentos com os indivíduos que ganharam tal direito.

 

3.Não são afetadas pelas circunstâncias

Não nos enganemos: não é fácil permanecer emocionalmente neutro quando entre pessoas tóxicas. No entanto, essa é uma necessidade absoluta. Resiliência é um atributo da inteligência emocional – e que ajuda enormemente ao ter que lidar com pessoas tóxicas.

Definimos a resiliência como “essa qualidade incrível que permite que algumas pessoas sejam derrubadas pela vida e voltem mais fortes do que nunca.” Não se engane, as pessoas tóxicas fazem com que muitos sejam “derrubados”, mas a resiliência nos permite voltar fortes.

 

4.Elas estabelecem limites rapidamente

Pessoas inteligentes muitas vezes possuem a capacidade inata de permanecerem produtivas e eficazes. Para este fim, vão rapidamente mitigar qualquer ameaça detectável que possa afetar essa capacidade. Além disso, quando pessoas inteligentes detectam pessoas tóxicas, tomam uma ação rápida e eficaz.

Isso não significa que serão rudes e abrasivas. Elas serão educadas e firmes, mas inequívocas e intransigentes. Apenas não permitirão que as pessoas negativas afetem-nas de qualquer forma.

 

5.Elas são inteligentes com sua energia

Enquanto as pessoas tóxicas prosperam drenando a energia de outros, pessoas espertas prosperam mantendo sua fonte de energia. Ser “inteligente em termos de energia” significa simplesmente compreender como gerir a energia da forma mais eficiente possível.

Quando somos inteligentes em termos energéticos, não permitimos que pessoas tóxicas drenem este precioso recurso. Em vez disso, o conservamos para tomarmos medidas positivas.

 

6.Elas focam em uma tarefa de cada vez

Pessoas tóxicas são simplesmente outra distração externa. Essa percepção não é desumanizante – é realista e justa. Na verdade, muitas pessoas tóxicas pretendem distrair os outros com suas atitudes.

Pessoas inteligentes simplesmente não permitem tais distrações. Elas se concentram no que está a sua frente e seguem … independentemente de quem está ao seu redor.

 

7.Elas procuram seu sistema de apoio

As pessoas inteligentes são muitas vezes pessoas impulsionadas – indivíduos que procuram uma vida melhor para si e seus entes queridos. É também bastante provável que esses indivíduos compreendam a importância da orientação e do trabalho em equipe.

Quando confrontadas com o desafio de uma pessoa tóxica (ou grupo de pessoas), elas buscam mentores de confiança e colegas para corrigir a situação.

 

8.Elas verificam rapidamente a autofala negativa

Mesmo aqueles com alta inteligência emocional são suscetíveis a autofala negativa, de vez em quando. As pessoas tóxicas podem induzir o pensamento negativo nos outros, se não estiverem preparados para tal – e isso acontece com todos nós.

No entanto, as pessoas inteligentes muitas vezes são capazes de reconhecer e neutralizar rapidamente a autofala negativa. A capacidade de neutralizar também se aplica a pensamentos contraproducentes que surgem de uma pessoa tóxica.

 

9. Elas estão orientadas à solução

As pessoas inteligentes têm talento para procurar soluções para os problemas. Lidar com uma pessoa ou grupo de pessoas tóxicas é apenas outra questão que exige uma solução. Tipicamente, as pessoas emocionalmente inteligentes avaliarão suas opções e tomarão a ação apropriada.

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*Fonte: osegredo
Traduzido pela equipe de O Segredo – Fonte: Power of Positivity

As pessoas querem que você esteja bem, mas nunca melhor do que elas

Algumas pessoas querem te ver bem, mas não melhor do que elas. Esse tipo de pessoa pode sentir apreço e carinho por você e se alegrar com as suas realizações, desde que o seu sucesso não supere o dela.

Este fenômeno de alta frequência pode ocorrer em diversas áreas: entre colegas de trabalho, entre os membros de uma mesma família, no grupo de amigos e até mesmo entre os casais. Então nos perguntamos: como é possível que isto possa acontecer entre pessoas que supostamente se amam?

Eu lhe respondo. O mundo está cheio de pessoas que se alegram quando as coisas não estão indo bem. Infelizmente, são muitas as pessoas que não suportam o sucesso daqueles que conhecem e preferem menosprezar ou ignorar esse momento de sucesso em vez de compartilhar a comemoração.

 

A armadilha da pressão social

É evidente que não podemos ser imunes a qualquer tipo de pressão social. Somos seres que vivem em sociedade e, como tal, é normal que em algum momento sintamos “pressão” pelas opiniões ou expectativas dos que nos rodeiam.

Vamos analisar uma situação típica. Você está contando para alguém da “sua confiança” quais são os seus objetivos ou ideias, algo que parece ser bom e você tem o carisma suficiente para realizá-los. Muitas vezes essa pessoa não mostra muito interesse, não o incentiva ou até mesmo tenta tirar “essas ideias” da sua cabeça.

 

Se você é uma pessoa que tem medo da rejeição ou de não atender às expectativas dos outros, sempre procura agradar aos demais. Dessa forma, permite que se crie um círculo vicioso como o exemplo abaixo:

1- Eu espero que os outros aprovem as minhas expectativas.

2-  Se não for aprovado, deixo de fazer o que realmente quero (porque acredito que o que eu quero “é absurdo”).

3- A minha autoestima diminui e com ela o meu amor próprio.

4- Eu volto ao ponto 1, pois como tenho uma baixa autoestima, sacrifico as minhas opiniões para adotar os critérios dos outros.

 

Amigos tóxicos que não querem o melhor para você

Aprenda como interpretar estas situações, de modo que reforce a sua capacidade de não se deixar enganar pelas pessoas. Tenha certeza de que a inveja de um amigo ou qualquer ente querido que vive ao seu redor pode ser mais prejudicial do que o ódio de um inimigo.

Um amigo que tenta ofuscar o seu brilho é um amigo que quer controlá-lo, e um amigo que quer controlá-lo é um invejoso. E por que sente inveja? Pode ser por diferentes razões: o seu relacionamento com as outras pessoas, as suas ideias, as suas aspirações, etc.

Na minha opinião, a palavra “tóxico” deveria ser um adjetivo incompatível com a palavra “amigo”. O antídoto para a toxicidade entre os colegas e amigos é aprender a acompanhar e celebrar os sucessos das pessoas ao seu redor, começando pelos amigos e familiares.

 

Aprenda a brilhar sem se sentir mal

Para você que eu não conheço (ou se conheço), quero dizer que existem pessoas que quando entram em uma sala, iluminam tudo com a sua luz. E elas são, entre outras coisas, pessoas humildes que aprenderam a admirar os outros sem se sentirem ameaçadas.

Elas deixaram de caminhar pela vida como uma mala, tomando más decisões somente para agradar o outro. Aprenda a ignorar o mundo e ouvir mais o que está dentro de você. Não deixe que ninguém destrua a sua originalidade e as suas aspirações (mesmo que acreditem que sejam absurdas).

Não perca o seu tempo com projetos medíocres ou que você realmente não quer apenas porque alguém da “sua confiança” fez você duvidar de seus pontos fortes. Não pague o alto preço de se transformar em alguém artificial somente para conseguir o aplauso que você já merece, simplesmente sendo como você é.

 

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*Fonte: amenteemaravilhosa

 

10 razões para namorar um motociclista

1. Temos um senso de aventura maior
Você conhece o velho clichê sobre gostar de longas caminhadas na praia? Pois nós gostamos de longos rolés na praia, montanhas, desfiladeiros, desertos… Sempre teremos algo para desfrutar em praticamente qualquer destino de viagem. Nos dê uma boa estrada e um belo destino, e estamos prontos. Esqueça passagens aéreas caras, hotéis e restaurantes cinco estrelas… A gente já fica feliz de comer em uma boa lanchonete ao final de um dia inteiro pilotando.

2. Nós não morremos de medo do mundo à nossa volta
Motociclistas são lembrados constantemente da sua mortalidade: “meu parente/irmão/amigo/amigo do meu amigo morreu andando de moto” ou “esse negócio é perigoso, sabia?”. Sim, a gente sabe. Mas a gente também sabe que podemos morrer andando a pé na rua, em um avião ou por alguma doença ou vírus qualquer. E isso nos leva de volta ao item nº1 da lista: queremos nos divertir e tentar coisas novas.

3. Somos bons controlando orçamentos
Claro, cada um de nós tem maneiras diferentes de fazer isso… Mas todos nós sabemos como controlar um orçamento. Aquele upgrade na moto pode custar mil reais, mas a gente vai largar mão de comprar roupas novas ou de sair para jantar fora por algumas semanas para conseguir o dinheiro. Nós vamos entender quando você não quiser gastar R$200 naquele restaurante cinco estrelas da moda, e vamos ficar empolgadíssimos se você preferir fazer um churrasco ou trocar um óleo na garagem (com duplo sentido e tudo).

4. Nós gostamos das pequenas coisas da vida
O som por detrás do topo de uma montanha coberta de neve, um pequeno tufão de poeira no horizonte, a névoa deslizando pelo campo, esses são os momentos que mexem com o nosso coração. A transição de uma asfalto danificado pelo clima para um asfalto novinho deixa a gente muito feliz. Esqueça as reclamações constantes, a gente sabe como olhar para o lado bom da vida.

5. Somos dedicados
Para muitos, andar de moto não é só mais uma maneira de chegar ao trabalho… É um estilo de vida. Um que vai ficando cada vez melhor quando você dedica mais tempo a ele, o que geralmente não é fácil. Não é algo que você consegue largar com um estalar de dedos, e esse tipo de dedicação costuma transbordar para outras áreas das nossas vidas. Quando as coisas ficam difíceis, motociclistas continuam em frente. Estamos sempre dispostos a ajudar outros motocliclistas, e geralmente temos um grande senso do mundo ao nosso redor. E que diabos isso quer dizer? Quer dizer que nós ajudamos uns aos outros. Não se meta com a família dos motociclistas.

6. Somos observativos
Nossas vidas dependem de olhar para tudo ao nosso redor e de enxergar o que estamos vendo, por isso você vai estar mais seguro ao nosso lado. Se algum dia servirmos de motorista para você em um carro, você pode ter certeza de que a gente ESTÁ vendo aquele idiota prestes a nos fechar. A gente sempre lembra de olhar para os dois lados, e fazemos nossa checagem “pré-vôo”, e a gente sempre se lembra de buscar aquele item no caminho de casa (apesar de escolhermos o caminho mais longo).

7. Somos adaptáveis
Surgiu um imprevisto? Sem problemas. Teve que cancelar os planos? Tranquilo, a gente vai sair em um encontro com o nosso primeiro amor… Nossa moto. Quando você se acostuma com a estrada, você se acostuma a ir com a maré. Pneus furados e baterias arriadas acontecem, então a gente entende sobre imprevistos e como fazer as coisas funcionarem.

8. Não somos grudentos
Mensagem de texto de hora em hora? Provavelmente não, a gente está muito ocupado andando de moto ou trabalhando para pagar nossa próxima viagem/revisão/upgrade. Ser motociclista dá um certo nível de independência, o que nós permite ter nossas próprias vidas dentro de um relacionamento.

9. Fazemos as melhores massagens
Em sua maioria, as mãos de um motociclista não são delicadas, macias e fracas. Graças as longas horas viajando e mexendo nas motos, eles vão ter mãos mais fortes, o que significa massagens mais longas e melhores. Além disso, após horas na estrada, a gente sabe onde fica aquele nó nas suas costas. De nada.

10. Nossos gestos românticos são sensacionais
Vou usar alguns estereótipos (considere-se avisado). Claro, uma garota que faz biscoitos para você é sensacional. Mas se ela chega para entregá-los de moto para você, e ainda melhor. E lógico, um cara chegando com um buquê de rosas é adorável. Mas um cara batendo na sua porta de capacete, com uma única rosa que ele carregou nos dentes por quilômetros até chegar na sua casa, é ainda mais adorável. Golaço.

 

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*Fonte: olddogcycles / MotoLady

Tudo que damos, nós recebemos de volta… No universo é assim!

O dar e o receber

Nós já entendemos que na vida tudo o que damos, nós recebemos de volta. Lei do carma, ação e reação. Tudo no Universo é assim. Toda energia que expressamos de dentro para fora retorna até nós.

Ela pode ser expressada por atitudes, palavras, gestos, pensamentos, não importa sua forma, mas vale a consciência de que absolutamente sempre ela retornará. Vejo muita gente querendo manipular essa energia e são constantemente surpreendidos pelo retorno negativo de suas atitudes porque não compreenderam a energia não é criada somente pela mente, mas sim, pela emoção em ação. Exemplifico:

Será aniversário do Joãozinho e lhe darei um presente para ele gostar de mim. Imagino que quando chegar o meu aniversário ele me dará um presente também e assim ficarei amiga dele. E ser amiga dele será muito bom porque terei muitas regalias já que ele tem um excelente trabalho.

Penso isso e dou o presente para o Joãozinho, Joãozinho que nunca quis ser seu amigo, agradece gentilmente meu presente e depois, segue me ignorando ou não sendo meu amigo. E o pior, naquela semana o povo do telemarketing descobre o meu telefone e me ligam constantemente, assim me deixando irritada. Xingo o telemarketing sem me dar conta que fui eu mesmo que criei tudo isso a minha volta. Por que? Minha mensagem para o Universo foi: Estou carente, não gosto da minha vida e quero ter algo que não tenho. Vou “sugar” do Joãozinho algo que eu não tenho e gostaria de ter. E assim, para mim, retorna pessoas que de certa forma estão me dando atenção e que também querem sugar algo de mim.

Portanto, o grande pulo do gato para desmistificar isso é: a sua ação deve ser genuína, ou seja, vinda do coração. Para isso, deve estar sempre atento em como andam suas emoções, como você está se sentindo para compreender o que está emitindo. Quando agimos pelo coração, nós agimos pelo prazer de agir e não esperamos por resultado nenhum. Assim, nós somos surpreendidos pela vida com resultados inesperados. Exemplifico novamente:

 

    Eu estou no supermercado fazendo compras rotineiras para a casa. Passo pela estante dos vinhos que me chamam a atenção por estarem em promoção. Começo a ver se há algum vinho que me apetece, até que uma garrafa me lembra do Joãozinho, e eu penso: “ Nossa, ele foi nessa vinícula nas últimas férias e me falou maravilhas desta viagem”. Pego uma garrafa para mim e em seguida, intuitivamente, me lembro que será aniversário dele em dois dias e decido levar uma para ele também…. Quando dou o presente ele é surpreendido e se encanta por minha gentileza. Assim, sem qualquer “segunda intenção”, criamos uma conexão emocional.

 

Neste segundo exemplo, fica claro que minhas emoções comigo mesma estão alinhadas com minha mente. Estou bem e segura comigo, não há carência ou insegurança como no outro caso onde eu queria fazer algo para agradar, onde eu me sentia em desvantagem pela vida. Escolho dar algo para ele apenas pelo meu prazer em presentear e algo que faz sentido porque de fato me lembrei genuinamente dele. É um sentimento que me faz bem, consequentemente, fará bem a ele também. Dias mais tarde posso receber uma ligação de algum amigo que mora longe e que pensou em mim, ou mesmo, ganhar algumas frutas de um feirante onde costumo comprar. O universo é assim… tudo flui, naturalmente.

Gosto da frase “deixe de lutar com a vida e ela te ajudará”. Acredito que esse é um segredo. Nos conectarmos com nossas emoções, aceitá-las e fluir. Sem luta, com união. Menos mente, mais coração. Menos fórmulas, mais ações. Menos teorias, mais práticas. E lembre-se, a vida é uma constante abundância. Ela está em todos os lugares, só precisamos percebê-la.

 

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*Fonte: osegredo / Helena Verhagen

 

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A verdade sobre a química entre duas pessoas

A química tem um propósito. Não é aleatória; não é um acaso. Há informações essenciais na atração que ocorre entre duas pessoas.

É importante para nós sabermos a utilidade da química para que possamos usá-la a sentimos mais amor em nossas vidas. Sem compreendermos que há uma ordem secreta para o amor, nos sentimos fora de controle. E ninguém gosta disso.

Não se preocupe, você não está fora de controle. Está apenas no amor. E há uma razão para você sentir uma forte atração química por certas pessoas.

Eu ouvi muitas vezes as pessoas falando sobre química como se fosse uma coisa ruim. Como devemos ser cautelosos com as pessoas pelas quais somos atraídas. E eu entendo por que isso é um aviso comum: Porque essas pessoas tendem a trazer os nossos problemas para a superfície.

É verdade que a forte atração faz um passeio selvagem no amor. Mas a pergunta é: Isso é realmente uma coisa ruim?

Algumas pessoas vão dizer que sim. Claro, se você quer que a vida seja fácil, então o caminho da forte atração não é para você (Nota: Existe um caminho fácil? Eu ainda estou tentando descobrir isso). Claro, todos nós queremos que o amor seja simples. Mas nós somos complicados! Então, por que nossos relacionamentos seriam diferentes?

De uma perspectiva espiritual, o amor deve ser um passeio selvagem. Isso não significa que devemos ficar em relacionamentos abusivos ou horríveis. Mas isso significa que reconhecemos que o amor vai fazer-nos crescer em versões mais completas de nós mesmos. E isso não é fácil!

Sentimentos como insegurança, dúvida, medo, inveja, julgamento e desprezo (todos sentimentos de ego) vão aparecer com as pessoas que mais desejamos. Devido a isso, muitos de nós categorizamos essas relações altamente atraentes como “ruins” ou “insalubres”. Espiritualmente falando, no entanto, essas relações estão fazendo o que devem fazer – trazendo seu ego para a superfície para que você possa transformá-lo.

Quando nos lembramos de que as relações são destinadas a nos ensinarem o crescimento, nos aproximamos do “mau” de maneira muito diferente. Sabemos que há uma lição em cada desafio – a lição é recuperar uma conexão com o amor.

Lições de amor assumem muitas formas diferentes. Às vezes, se reconectar com amor significa deixar a relação. Às vezes; se reconectar com o amor significa olhar ao redor e trabalhar através dos desafios. Às vezes, a lição é aprender a perdoar o seu parceiro. Às vezes, a lição é aprender a perdoar a si mesmo.

Sim, todos nós queremos a paz nos relacionamentos; que supostamente devem nos fazer felizes e amorosos. E quando isso não está acontecendo, sabemos que nos desviamos do caminho do amor e temos de voltar à pista. É assim que crescemos.

Não ignore ou subestime a química que você sente; lembre-se que ela existe por um motivo. As pessoas que mais te atraem são seus maiores mestres no amor. Mostre-se aberto para as lições que elas têm para você.

Por favor, deixe um comentário abaixo sobre o que você aprendeu com seus relacionamentos com mais química.

 

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*Fonte: osegredo

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Cientistas explicam porque as pessoas inteligentes preferem menos amigos

Muitos de nós já nos perguntamos, vez ou de outra, o que faz uma vida bem vivida. Ser cercado pela família e um monte de amigos? Pode ser cercado por um punhado seleto de pessoas em sua vida? Você já observou uma pessoa realmente inteligente em sua vida e os amigos com os quais se cerca? E a quantidade de pessoas ao seu redor? Acontece que as pessoas mais inteligentes preferem menos amigos e aqui está o porquê.

 

O que faria a maioria das pessoas feliz

Uma nova pesquisa, publicada no British Journal of Psychology, trata de questões sobre o que exatamente define uma vida bem vivida. Acontece que, os estilos de vida “de caçadores” de nossos antepassados formam a base do que nos faz felizes agora. A pesquisa entrevistou aproximadamente 15.000 pessoas entre as idades de 18 a 28 anos de idade. Os pesquisadores descobriram que as pessoas que vivem em áreas densamente povoadas relataram menos satisfação com a qualidade de sua vida. A próxima conclusão sugere que quanto mais frequentes nossas interações com amigos próximos, mais melhoramos a nossa felicidade autorelatada.

 

Pessoas inteligentes são uma exceção

No entanto, existe uma exceção. Para aqueles com quocientes de inteligência mais elevados, essas correlações drasticamente diminuem. “O efeito da densidade populacional na satisfação com a vida era, portanto, mais de duas vezes maior para os indivíduos de baixo QI”. Assim, quanto mais inteligente você é, menos está satisfeito com a vida se socializando com os amigos com mais frequência. Mas por quê?

 

Pessoas inteligentes estão focadas em objetivos de longo prazo

As pessoas com QI mais elevado e capacidade de usarem sua inteligência, são menos propensas a gastarem tempo socializando. Por quê? As pessoas inteligentes estão focadas em objetivos de longo prazo. São obrigadas, e talvez um pouco mais orientadas a usarem sua inteligência para criarem algo maior do que elas mesmas.

Por exemplo, pense em alguém que você conhece que fez pós-graduação ou começou seu próprio negócio. Ao perseguir suas ambições e objetivos, esse alguém teve de minimizar interações sociais para permanecer na tarefa de alcançar seu objetivo. Uma pessoa inteligente, na busca de alcançar algo maior e melhor do que ela mesma, pode considerar a interação social como uma distração, algo que a afasta de objetivos a longo prazo, o que, por sua vez, podem afetar seu bem-estar geral.

Quando buscando um objetivo a longo prazo, o indivíduo mais inteligente prefere ficar em casa e trabalhar no sentido de seus sonhos e ambições, em vez de sair em um sábado à noite com alguns amigos. Não é que ele não valoriza a amizade, mas quando está à espreita de alcançar a grandeza, julga a socialização como distração.

 

Como as pessoas inteligentes se desenvolveram de forma distinta durante a evolução do cérebro humano

O cérebro humano evoluiu para atender as demandas do nosso ambiente ancestral na savana. A densidade da população era baixa e subsistíamos por um estilo de vida caçador-coletor. Durante estes tempos, ter contato frequente com os amigos ao longo da vida era necessário para a nossa sobrevivência e posterior reprodução da nossa espécie.

Nos dias de hoje, a nossa vida mudou drasticamente, assim como nossas interações com o outro. As pessoas inteligentes podem ser mais capazes de lidar com os novos desafios que a vida moderna nos lança. Ou seja, essas pessoas têm uma melhor capacidade de resolverem problemas evolutivos e novos e mais facilidade de lidarem com novas situações.

Quando você é mais inteligente, é mais capaz de se adaptar às coisas e tem mais facilidade em fundir suas predisposições ancestrais com o mundo moderno.

 

Pessoas inteligentes valorizam relacionamentos de uma maneira diferente

As pessoas inteligentes valorizam amizades e relacionamentos como qualquer outra pessoa, mas tendem a ser mais seletivas com a forma como gastam o seu tempo. Não é que elas não valorizam amizades e socialização, é que também valorizam os seus interesses pessoais.

 

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*Fonte: osegredo

 

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As coisas acontecem quando você não as espera

As coisas acontecem quando você não as espera, as coisas acontecem quando você não as força, as coisas acontecem quando você não está ansiando por elas.

Mas isso é uma consequência, não um resultado. E fique claramente consciente da diferença entre “consequência” e “resultado”. Um resultado é conscientemente desejado; uma consequência é um subproduto. Por exemplo: se eu digo a você que se você brincar, a felicidade será a consequência, você vai tentar por um resultado. Você vai e brinca e você fica esperando pelo resultado da felicidade. Mas eu lhe disse que ela será a consequência, não o resultado.

A consequência significa que se você está realmente na brincadeira, a felicidade acontecerá. Se você constantemente pensa na felicidade, então, ela tem de ser um resultado; ela nunca acontecerá. Um resultado vem de um esforço consciente; uma consequência é apenas um subproduto. Se você estiver brincando intensamente, você estará feliz. Mas a própria expectativa, o anseio consciente pela felicidade, não lhe permitirá brincar intensamente. A ânsia pelo resultado se tornará a barreira e você não será feliz.

A felicidade não é um resultado, é uma consequência. Se eu lhe digo que se você amar, você será feliz, a felicidade será uma consequência, não um resultado. Se você pensa que, porque você quer ser feliz, você deve amar, nada resultará disso. A coisa toda será falsificada, porque a pessoa não pode amar por algum resultado. O amor acontece! Não há motivação por detrás dele.

Se há motivação, não é amor. Pode ser qualquer outra coisa. Se eu estou motivado e penso que, porque desejo a felicidade, vou amá-lo, esse amor será falso. E como ele será falso, a felicidade não resultará dele. Ela não virá; é impossível. Mas se eu o amo sem qualquer motivação, a felicidade segue como uma sombra.

A aceitação será seguida por transformação, mas não faça da aceitação uma técnica para a transformação. Ela não é. Não anseie por transformação – somente então a transformação acontece. Se você a deseja, seu próprio desejo é o obstáculo.

Osho

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felicidade