23 das mais magníficas sensações de nossa existência. Confira se já as sentiu!

As pessoas vivem e sentem suas experiências de forma particular e única. Entretanto, existem algumas sensações que pensamos ser praticamente uma unanimidade entre as mais agradáveis e/ou necessárias.

É claro que a maneira como as coisas acontecem é diferente em outras culturas, mas pensando aqui, nesse nosso mundinho mais próximo, penso que a descrição oferecida pela jornalista Elizabeth Costa, e escrita por motivo da proximidade de seu aniversário, vai ao encontro de muito o que nós todos pensamos.

Das 26 sensações listadas pela autora reproduzimos, abaixo, as 23 que consideramos mais marcantes. Obrigada Elisabeth por tornar esse material lindo algo público!

1. A sensação de viajar para um lugar novo.
Poucas coisas são mais emocionantes que explorar territórios desconhecidos, seja em outro país ou na sua própria cidade. A ciência confirma: pesquisas mostram que as pessoas são mais felizes quando gastam dinheiro com experiências do que com bens materiais.

2. A sensação de rir até a barriga doer.
É o melhor tipo de barato. O riso é realmente o melhor remédio. Estudos sugerem que ele pode melhorar seu sistema imunológico, reduzir a pressão arterial e, sim, aumentar seus níveis de felicidade.

3. A sensação ao ouvir “eu te amo”.
Não importa se quem disse foi seu par, seus pais ou seu melhor amigo: o amor é uma experiência que une biologicamente mente e corpo. É a sensação realmente universal.

4. A sensação de fazer uma gentileza aleatória.

Colocar um sorriso no rosto de alguém pode ter impacto sobre o seu nível de felicidade. Sem falar que você também está fazendo o mundo um lugar melhor.

5. A sensação de receber uma gentileza.
Mantenha o ciclo.

6. A sensação de falar o que realmente pensa.
Pesquisa sugerem que pensar demais pode não só gerar mais estresse mas também atrapalhar a execução de tarefas simples. Você tem todo o direito de expressar seus pensamentos e opiniões. Afirme-os claramente e com convicção.

7. A sensação quando alguém te entende.

O resultado é que você se torna uma pessoa muito melhor: um estudo de 2011 mostrou que estar junto do seu melhor amigo ajuda a reduzir o estresse.

8. A sensação de se apreciar a si mesmo.
Pesquisas mostram que a autoaceitação é a chave para uma vida mais feliz, mas o hábito que as pessoas menos cultivam.

9. A sensação de um coração partido.
É impossível passar a vida inteira tendo apenas sensações agradáveis. Ela também é feita de fases difíceis, incluindo a dor do coração. Mas são nestes momentos que mais aprendemos sobre nós mesmos.

10. A sensação de relaxamento total.
A estafa é real, e a melhor maneira de combatê-la é separar um tempo para apenas ser.
Relaxar não é bom somente para a sua saúde física e mental, é simplesmente uma delícia.

11. A sensação de acordar depois de uma ótima noite de sono.
Dormir é para os fortes. Acordar descansado te ajuda a enfrentar o dia com entusiasmo (sem falar que faz bem para a saúde. Ninguém acorda exausto dizendo: “Me sinto espetacular!”

12. A sensação de curtir intensamente o momento.

Aquele show incrível. Uma conversa com um amigo. Brincar com seus filhos no playground. Permitir-se viver no aqui e agora. Estar presente tem muito poder.

13. A sensação de transformar um lugar novo em um lar.
Pesquisadores há muito estudam a saudade de casa. Segundo eles, trata-se de uma forma de ansiedade. Como relata a CNN, o fenômeno se explica “pela nossa necessidade instintiva de amor, proteção e segurança – sensações normalmente associadas ao lar”.

Portanto, quando você de adaptar a um novo ambiente, aquela ânsia pelo que é família se dissipa porque sua nova casa é o que é familiar – e isso é uma forma excepcional de crescimento.

14. A sensação de fracasso.
A vida não é escrita a lápis. Você não vive se cometer erros que não podem ser corrigidos. O que importa é como você muda depois deles. Isso constrói o caráter e te ajuda a ter sucesso.

15. A sensação depois de uma sessão de exercícios.
Não tente brigar com a ciência: as endorfinas são reais. Você fica mais feliz depois de se exercitar.

16. A sensação da raiva.
Conter a raiva não é necessariamente bom para seu bem-estar.

Às vezes é um alerta. Isso não significa que você tenha de dar porrada em quem te contrariou, mas talvez seja um sinal para reavaliar as circunstâncias (e a pessoa) que te fizeram sentir-se assim.

17. A sensação de fazer uma nova amizade.
Essa ligação não está só na sua cabeça. Estudos mostram que conexões sociais ativam o centro de recompensas do cérebro.

18. A sensação do sucesso.
Não importa se ele é grande ou pequeno, você merece se sentir realizado. Um truque para atingir seus objetivos: coloque-os no papel. Pesquisas mostram que isso te ajuda a manter-se no caminho certo.

19. A sensação de aceitação.
Ser aceito é uma sensação muito importante. Isso não vale só para os outros, mas também para você (veja o item sobre a auto aceitação). Você é o seu maior fã.

20. A sensação de conseguir o emprego dos sonhos.
Os funcionários ficam mais felizes quando se envolvem com o trabalho. Você passa muitas horas por dia trabalhando e merece sentir-se satisfeito com seu emprego.

21. A sensação de validação.Não deixe que os outros confirmem que você realmente é. Suas opiniões são válidas. Seu trabalho é válido. E, sim, seus sentimentos são válidos.

22. A sensação de estar sozinho.Não confunda com solidão. Ficar sozinho faz bem. Passar um tempo na própria companhia é saudável para seu bem-estar mental. Você é incrível. Por que não ficar um tempo consigo mesmo?

23. A sensação da felicidade plena.Porque, acima de tudo, você merece sentir felicidade.

 

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*Fonte: contioutra

20 hábitos das pessoas autênticas

Você se acha uma pessoa autêntica? Aqui está o que você precisa fazer para se tornar uma

Encontrar alguém que vive sua vida fiel a si mesmo é algo realmente raro. É preciso ter coragem e autoconfiança para ser quem você realmente é, apesar das opiniões e reações de terceiros.

 

Se você está pronto para mostrar ao mundo o seu verdadeiro eu, aqui estão 20 coisas que as pessoas autênticas fazem de forma diferente.

 

1. Elas não têm medo de expressar suas opiniões, mesmo que essas opiniões sejam diferentes das opiniões da maioria.

2. Eles nunca aplicam um conselho dado sem consultar seu guia anterior.

3.Eles são movidos à ação pelo motor interno, ao invés de gatilhos externos.

4. Eles são orgulhosos pelas suas características únicas que os fazem se destacar na multidão.

5. Eles têm rituais diários exclusivos, como fazer o café de forma especial ou meditar à luz de velas antes de ir pra cama.

6. Eles permitem que os seus amigos e as pessoas se reúnam para mostrarem seu verdadeiro eu.

7. Eles procuram por conversas de profundidade, e não para fofocas ou notícias sem sentido.

8. Eles estão felizes em suas empresas e são grandes amigos de seus próprios egos.

9. Eles valorizam as experiências e as coisas.

10. Eles tiram o máximo proveito das situações em que se encontram, seja ela boa ou ruim.

11. Eles não julgam os outros, porque eles olham além das aparências.

12. Eles falam menos porque economizam energia para coisas que importam.

13. Eles ouvem atentamente, porque são fascinados por explorar as outras pessoas.

14. Eles não se queixam, pois assumem todas as responsabilidades por suas vidas.

15. Eles têm autoestima elevada e parecem confiantes, porque não têm nada a esconder.

16. Eles não ficam chateados quando alguém não gosta deles. Eles permitem que outras pessoas tenham suas próprias opiniões.

17. Eles veem beleza e perfeição em coisas que outras pessoas descartam

18. Eles tentam apoiar os outros e desejam sinceramente que as outras pessoas cresçam.

19. Eles não se importam com críticas e pessoas mal intencionadas.

20. Eles veem a unidade e a interligação de toda a vida, e escuta a sinfonia harmoniosa em todas as situações da vida.

 

*Este artigo foi adaptado do original, “20 Habits of Highly Authentic People”, doMindBodyGreen.

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*Fonte: jornaldoempreendedor

As pessoas se ofendem com quem é autêntico

“Ser autêntico virou ofensa pessoal.
Ou a criatura faz parte do rebanho, ou é um metido a besta.”
(Martha Medeiros)

 

Uma de nossas características enquanto seres humanos gregários vem a ser a necessidade de interação com o próximo e, para tanto, precisamos ser aceitos. É na comunicação com o mundo que nos rodeia que amadurecemos nossas ideias e nos tornamos capazes de agir frente ao que nos desagrada. Em determinadas situações, é em grupo que nos fortaleceremos e nos motivaremos a continuar.

Essa necessidade de aceitação é mais forte entre os adolescentes, que querem se autoafirmar junto àqueles com os quais se identifica, ou mesmo junto aos que julgam descolados. A maturidade vem nos tranquilizar nesse sentido, facilitando nossa conformidade com o que somos e temos, tornando-nos mais aptos a nos aceitar, a sermos o que pulula aqui dentro.

Infelizmente, muitos não conseguem encontrar a própria individualidade, incapazes que são de se tornarem seres autônomos, com vontades e desejos próprios, permanecendo dependentes do julgamento alheio enquanto viverem. Passam a vida seguindo o rebanho homogêneo do que é comum, socialmente disseminado como o certo, do que é da maioria, menos de si próprio. Lutam contra si mesmos, deixando adormecidos seus sonhos e aspirações, por medo da censura alheia.

Isso porque não é fácil viver as próprias verdades, correr atrás do que faz o nosso coração vibrar, dizer o que sentimos, exprimir o que pensamos, haja vista o policiamento ostensivo de gente que critica agressivamente qualquer um que não siga o rebanho dos ditames e convenções sociais já cristalizadas. Hoje, ser alguém único, autêntico, verdadeiro consigo mesmo, é ofensivo e passível de ataques condenatórios por parte da sociedade.

Até entendemos a homogeneidade nas vestimentas e linguajares de adolescentes, porém, a vida adulta nos impõe nada menos do que viver o que se é, lutar pelo que se acredita, fazer o que se gosta, sem ferir ninguém, mas agindo de acordo com que pulsa dentro de cada um de nós. Agradar a maioria, enquanto se vive em desagrado íntimo, equivale a uma tortura diária e injusta. Nascemos livres para sermos nós mesmos, porque não há nada mais belo e prazeroso do que uma vida sem mentiras e frustrações.

 

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*Fonte: contioutra

Contardo Calligaris: não devemos buscar a felicidade

Considerando a tendência de pensadores como Gilles Lipovetsky Eduardo Giannetti, que ministraram conferência no Fronteiras do Pensamento 2017, reflexões sobre o culto à felicidade são sempre pertinentes, pois dizem respeito à vida de todos nós.

O filósofo francês e Contardo Calligaris, psicanalista italiano, têm muitos pontos em comum ao pensar o ideal de felicidade nos tempos atuais: a busca por realização no consumo, o constante surgimento de novos desejos – tão logo os desejos anteriores são atendidos – e a consequente frustração e sentimento de vazio, quando constatamos que nossos objetos de desejo não nos tornaram mais felizes.

Em entrevista concedida à revista Claudia, Calligaris se aprofunda, trazendo sua visão como doutor em psicologia clínica e psicanalista, na importância de vivermos integralmente – o que inclui vivenciar os sentimentos negativos. O italiano, hoje residente no Brasil, fala sobre a necessidade de se construir uma vida interessante, pela qual tenhamos apreço de fato, e não projetar nossa busca por motivação e significado naquilo que não possuímos.

Contardo Calligaris foi conferencista da edição especial do Fronteiras do Pensamento em Salvador, em 2015.
Confira a entrevista na íntegra, abaixo.

 

O que é felicidade hoje?

Não gosto muito da palavra felicidade, para dizer a verdade. Acho que é, inclusive, uma ilusão mercadológica. O que a gente pode estudar são as condições do bem-estar. A sensação de competência no exercício do trabalho, já se sabe, é a maior fonte de bem-estar, mais que a remuneração. Nós temos um ideal de felicidade um pouco ridículo.

Um exemplo é a fala do churrasco. Você pega um táxi domingo ao meio-dia para ir ao escritório e o taxista diz: “Ah, estamos aqui trabalhando, mas legal seria estar num churrasco tomando cerveja”. Talvez você ou o taxista sofram de úlcera, e não haveria prazer em tomar cerveja. Nem em comer picanha.

Mesmo que não vissem problema, pode ser que detestassem as pessoas lá e não se divertissem. Em geral, somos péssimos em matéria de prazer. Por exemplo, estamos sempre lamentando que nossos filhos seriam uma geração hedonista, dedicada a prazeres imediatos, quando, de fato, vivemos numa civilização muito pouco hedonista. Por isso, nos queixamos de excessos e nos permitimos prazeres medíocres ou muito discretos.

Mas continuamos acreditando que ser feliz é ter esses prazeres que não nos permitimos. E agora?

Ligamos felicidade à satisfação de desejos, o que é totalmente antinômico com o próprio funcionamento da nossa cultura, fundada na insatisfação. Nenhum objeto pode nos satisfazer plenamente.

O fato de que você pode desejar muito um homem, uma mulher, um carro, um relógio, uma joia ou uma viagem não tem relevância. No dia em que você tiver aquele homem, aquela mulher, aquele carro, aquele relógio, aquela joia ou aquela viagem, se dará conta de que está na hora de desejar outra coisa. Esse mecanismo sustenta ao mesmo tempo um sistema econômico, o capitalismo moderno, e o nosso desejo, que não se esgota nunca. Então, costumo dizer que não quero ser feliz.. Quero é ter uma vida interessante.

Mas isso inclui os pequenos prazeres?

Inclui pequenos prazeres, mas também grandes dores. Ter uma vida interessante significa viver plenamente. Isso pressupõe poder se desesperar quando se fica sem alguma coisa que é muito importante para você. É preciso sentir plenamente as dores: das perdas, do luto, do fracasso. Eu acho um tremendo desastre esse ideal de felicidade que tenta nos poupar de tudo o que é ruim.

O que adianta garantir uma vida longa se não for para vivê-la de verdade? É isso que temos de nos perguntar?

Quem descreveu isso bem foi (o escritor italiano) Dino Buzatti, no romance O Deserto dos Tártaros. Conta a história de um militar que passa a vida inteira em um posto avançado diante do deserto na expectativa de defender o país contra a invasão dos tártaros, que nunca chegam. Mas tem um lado simpático na ideologia do preparo. É que está subentendida a ideia de que um dia a pessoa viverá uma grande aventura. Mas o que acontece, em geral, é que a preparação é a única coisa a que a gente se autoriza.

Então, pelo menos há um desejo de viver uma aventura?

Mas os sonhos estão pequenos. A noção de felicidade hoje é um emprego seguro, um futuro tranquilo, saúde e, como diz a música dos aniversários, muitos anos de vida. Acho estranho quando vejo alguém de 18 anos que, ao fazer a escolha profissional, leva em conta o mercado de trabalho, as oportunidades, o dinheiro… Isso nem passaria pela cabeça de um jovem dos anos 1960.

A julgar pela quantidade de fotos colocadas nas redes sociais de pessoas sorridentes, elas têm aproveitado a vida e se sentem felizes. Ou, como você aborda em uma crônica, hoje mais importante do que ser é parecer feliz?

O perfil é a sua apresentação para o mundo, o que implica um certo trabalho de falsificação da sua imagem e até autoimagem. Nas redes sociais, a felicidade dá status. Mas esse fenômeno é anterior ao Facebook. Se você olhar as fotografias de família do final do século 19, início do 20, todo mundo colocava a melhor roupa e posava seriíssimo. Ninguém estava lá para mostrar que era feliz. Ao contrário, era um momento solene. É a partir da câmera fotográfica portátil que aparecem as fotos das férias felizes, com todo mundo sempre sorridente.

E a gente olha para elas e pensa: “Eu era feliz e não sabia”.

Não gosto dessa frase porque contém uma cota de lamentação. E acho que a gente nunca deveria lamentar nada, em particular as próprias decisões. Acredito que, no fundo, a gente quase sempre toma a única decisão que poderia tomar naquelas circunstâncias. Então, não vale a pena lamentar o passado. Mas é verdade que existe isso.

As escolhas ao longo da vida geram insegurança e medo. Em relação a isso, você diz que há dois tipos de pessoa: os “maximizadores”, que querem ter certeza antes de que aquela é a opção certa, e a turma do “suficientemente bom”. O segundo grupo sofre menos?

Tem uma coisa interessante no “maximizador”: é como se ele acreditasse que existe o objeto mais adequado de todos, aquele que é perfeito. Mas é claro que não existe.

A busca da perfeição não gera frustração, pois sempre haverá algo que a gente perdeu?

Freud dizia que o único objeto verdadeiramente insubstituível para a gente é o perdido. E não é que foi perdido porque caiu do bolso. Ele fala daquilo que nunca tivemos. Então, faz sentido que nossa relação com o desejo seja esta: imaginamos existir algo que nunca tivemos, mas que teria nos satisfeito totalmente. Só não sabemos o que é.

Como nos livrar desse sentimento?

Temos de tornar cada uma de nossas escolhas interessante. Isso só é possível quando temos simpatia pela vida e pelos outros – o que parece básico, mas não é no mundo de hoje. Não por acaso, o grande espantalho do nosso século é a depressão. A falta de interesse pelo mundo e pelos outros é o que pode nos acontecer de pior.

Complica ainda mais o fato de, como você já abordou, enfrentarmos um dilema eterno: desejamos a estabilidade e também a aventura. Então, entramos em uma relação ou um emprego, mas sofremos porque nos sentimos presos e achamos que estamos deixando de viver grandes aventuras. Isso tem solução?

Não sei se tem solução. A gente vive mesmo eternamente nesse conflito. Agora, como cada um o administra é outra história. Pode-se optar por uma espécie de inércia constante, que será sempre acompanhada da sensação de que você está realmente desperdiçando seu tempo e sua vida, porque toda a aventura está acontecendo lá fora e, a cada instante, você está perdendo os cavalos encilhados que passam e não passarão nunca mais. Viver dessa maneira não é uma das opções. Mas você pode também, em vez disso, permitir se perder.

Permitir se perder no sentido de transformar a vida em uma eterna aventura?

Mas também nesse caso você terá coisas a lamentar. Eu, pessoalmente, fui mais por esse caminho. Mas o preço foi muito alto. Por exemplo, eu não estive presente na morte de nenhum dos meus entes próximos, porque morava em outro país e sempre chegava atrasado, no avião do dia seguinte. Hoje, por sorte, meu filho – que é grande, tem 30 anos – vive perto de mim. Por acaso, ele decidiu vir para o Brasil. Mas não o vi crescer realmente.

Para ser feliz, enfim, o segredo é não buscar a felicidade?

Isso eu acho uma excelente ideia. A felicidade, em si, é realmente uma preocupação desnecessária. Se meu filho dissesse “quero ser feliz”, eu me preocuparia seriamente.

Preferia que dissesse o quê?

Só gostaria que ele me dissesse: “Estou a fim de…” A partir disso, qualquer coisa é válida. O que angustia é ver falta de desejo nas pessoas, em particular nos jovens. Agora, se ele está a fim de algo, mesmo que isso pareça muito distante do campo do possível dentro da vida que leva, eu acho ótimo.

 

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*Fonte: fronteiras

28 toneladas de sódio serão retiradas da alimentação do brasileiro até 2022

Após um acordo entre o governo federal e a Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (Abia) ocorreu uma retirada de 17 mil toneladas de sódio dos alimentos fabricados entre 2011 e 2016. A parceria, renovada até 2022, tem objetivo ainda de acabar com o total de 28,5 mil toneladas de sódio dos produtos.

De acordo com informações do Ministério da Saúde, a primeira categoria a reduzir sódio em sua composição no novo acordo foi a de pães, bisnaguinhas e massas instantâneas. Em 2011, quatro fatias de pão por dia representavam 40% da quantidade de sódio diária (796 mg). Após o acordo, esse índice, em 2016, passou a ser 22% (450 mg). Em 2020, a expectativa é chegar a 20% (400 mg).

“É uma área importante já que é a que mais aporta sal na alimentação da população. A parceria com a indústria é essencial para permitir uma redução de sódio na composição dos alimentos”, ressalta a coordenadora-geral de alimentação e nutrição do Ministério da Saúde, Michele Lessa.

O brasileiro ingere 12 gramas de sódio por dia, mais que o dobro do máximo sugerido pela Organização Mundial da Saúde (OMS), de cinco gramas. Esses hábitos são responsáveis por causar doenças como hipertensão, diabetes e obesidade que, junto a doenças cardiovasculares, respiratórias e câncer, respondem por 72% dos óbitos no país.

Durante os cinco anos de vigência do acordo entre governo e a Abia, foi detectada redução no teor de sódio em 30 categorias de produtos da indústria de alimentos, que representam cerca de 70% do faturamento do setor. Confira alguns destaques:

Mistura para sopas: quantidade caiu 65,15%. Antes, eram mais de 300mg de sódio para cada 100g de alimento. Agora, são 115,5mg.

Sopas instantâneas: a redução foi de 49,14%. Quantidade passou de 339,4mg para 170mg por 100g de alimento.

Linguiça cozida a temperatura ambiente: foram registradas reduções de 15,6% .

Linguiça frescal: a redução foi de 10,5%.

Linguiça cozida resfriada: redução de 9,4%.

Queijos e requeijões: reduções de 23,1% e 20,4%, respectivamente.

O acordo foi renovado no mês passado pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros. Na ocasião, foi lançado também o Portal Saúde Brasil -, ferramenta digital com orientações sobre os benefícios da adoção de hábitos saudáveis.

 

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*Fonte: ciclovivo

 

Não transfira a seus pais o peso de suas expectativas

Por muito tempo ouvi de minha mãe que eu deveria ser forte. Ainda pequena, recebia como resposta aos meus lamentos um sonoro “erga a cabeça e não faça drama”. Não que faltasse afeto. Mas sobrava firmeza na condução de uma criação mais focada em me preparar para o mundo do que em me proteger dele. Enquanto eu via o choro como instrumento de barganha para meus desejos, ela me mostrava que nem sempre a vida me ofertaria colo e lenços de papel. O exemplo extrapolava o discurso. Cresci observando a forma como ela aguentava trancos e barrancos com altivez, enfrentando com coragem situações para mim assustadoras. Era confortável ter uma heroína dentro de casa. Mas também um problema, à medida que passei a esperar dela nada menos que a perfeição.

Quando somos crianças, temos licença para eleger a fantasia como fio condutor para nossos anseios. Somos autorizados (e estimulados) a suavizar a realidade com subterfúgios lúdicos. Natural que seja assim… e compreensível que enxerguemos como heróis quem viabiliza nosso dia-a-dia com cuidado, nos blindando das ameaças externas. A armadilha acontece quando crescemos e não nos desvencilhamos da ideia infantil de que nossos pais são infalíveis. Paralelamente à admiração, passamos a projetar sobre eles nossas vulnerabilidades. Exigimos que sejam abrigo para nossas fraquezas. E geralmente são. Mas, ainda assim, torcemos o nariz para o primeiro sinal de cansaço. Criticamos quando dizem “não” ou priorizam a si mesmos. Ignoramos as feridas que possuem e precisam resolver antes das nossas. Estranhamos quando falham na missão de serem esteio para nosso caos, porque permanecemos apegados à concepção de que estarão sempre aptos a contemplar nossas expectativas.

Imagino que não deva ser fácil arcar com tamanha demanda, por mais que haja amor e disposição. Sustentar sobre os ombros o peso de ser invencível não é tarefa simples. Sobretudo quando todos os padrões e convenções sociais alimentam esse ciclo de esforço seguido de culpa fazendo o muito não parecer suficiente. Estipula-se que pais são muralhas que não racham. Não percebemos como é cruel delegarmos a alguém de carne e osso a incumbência de honrar o pedestal em que foi colocado. Desde a primeira febre da infância, passando pelas crises existenciais da adolescência e perrengues da vida adulta, carregam as dores do filho em acúmulo com a própria. Em uma lógica distorcida, achamos comum que deem conta do recado (obrigação) e condenamos quando titubeiam (vacilo).

Ainda não sou mãe. Dizem que quando deixamos o papel de filho para assumir o de provedor, ao entendermos melhor o “lado de lá”, amenizamos nosso general julgador que cobra demais de quem também precisa de apoio. É como se flexibilizássemos um pouco as rédeas dessa relação tão nobre mas tantas vezes impiedosa. Nos esquecemos que por baixo da capa dos nossos heróis, existem fragilidades que precisam de curativo — muitas, inclusive, deixadas pelos pais deles que, igualmente humanos, não foram impecáveis na complexa lida que rege a formação de um filho. No afã de que quem nos deu a vida seja eterno reduto para nossos medos e alicerce para nossos percalços, desconsideramos as angústias e inseguranças que eventualmente os travam. Acredito em heróis. Mas acredito, acima de tudo, que um olhar complacente para as derrapadas daqueles que cobramos extrema retidão, pode ser mais importante que qualquer super poder.

 

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*Fonte: revistabula / Larissa Bittar

Viva o hoje porque daqui a pouco pode ser tarde demais

Nascer, crescer, envelhecer e morrer.

Viver ou existir ?

Seguimos o calendário, contando os dias, meses e anos. Corremos contra o tempo, em uma fila invisível que termina no dia de nossa morte.

O nosso destino é único e irreversível, e ainda assim não vivemos o hoje porque estamos preocupados com o amanhã, ou nos lamentando pelo ontem.

Queremos pessoas boas a nossa volta, porém nem sempre somos bons quando temos a chance de ser presença na vida de alguém.

Queremos ser amados mas muitas vezes não somos amáveis.

Queremos a paz mundial mas não conseguimos nem manter a paz com os nossos vizinhos.

Queremos tudo da vida, mas nem sempre estamos dispostos a abrir mão de alguma coisa para poder realmente viver.

Queremos acabar com a fome no mundo, mas muitas vezes olhamos mendigos com nojo e desprezo, e pouco entendemos sobre o que é realmente caridade.

Queremos o fim da corrupção, mas furamos a fila, e muitos fazem qualquer coisa para se beneficiar, mesmo que isso signifique prejudicar outra pessoa.

Batemos no peito para impor nosso desejo de sermos respeitados, mas não oferecemos nosso assento para gestantes, idosos ou pessoas debilitadas.

Torcemos o nariz para moradores de rua, temos medo, achando que todos são bandidos, alguns infelizmente ainda julgam os irmãos quem tem a cor da pele diferente da deles.

Condenamos as escolhas alheias como se fossemos Deus, mas somos os primeiros a gritar nas passeatas pedindo pelo fim do preconceito, do racismo, e da desigualdade .

A vida é uma contradição, sim, e a única coisa que podemos fazer é torná-la o mais bonita possível, fazer nossa parte sempre, dar nosso melhor todos os dias, e acima de tudo, viver ao invés de só existir.

Se tivesse a oportunidade de falar com a morte antes de ser a sua hora de morrer, talvez assim como no filme, ela te diria, para não esquecer de ver a beleza oculta, para não se perder nas distrações do caminho que te impedem de ser feliz, por isso viva o hoje, hoje e agora, porque daqui a pouco pode ser tarde demais.

 

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*Fonte: resilienciamag / Wandy Luz

 

Estudo revela que quem come chocolate tem mais propensão a amar

Embora os antigos Astecas acreditassem fortemente que o chocolate era um afrodisíaco, a ciência sempre foi cética. No entanto, agora temos razões para acreditar que exista uma conexão entre chocolate e amor, ou entre amor e doces em geral, graças a um estudo do Journal of Social and Personal Relationships. Em uma série de experiências intitulada “Sweet Love: The Effects of Sweet Taste Experience on Romantic Perceptions”, os pesquisadores consideraram se uma variedade de alimentos provocaria sentimentos de romance entre os participantes do estudo.

No primeiro experimento as pessoas foram alimentadas ora com mini biscoitos, ora com batatas fritas. Então, eles fizeram o mesmo com refrigerante e água com gás. De acordo com os pesquisadores, as pessoas solteiras que acabavam de receber a escolha açucarada eram mais propensas a começar a imaginar relacionamentos amorosos hipotéticos. Além disso, eles descreveram essas relações como comprometidas e satisfatórias.

Os pesquisadores também decidiram realizar um experimento em que os participantes bebiam refrigerante ou água e então eram convidados a visualizar vários perfis de namoro. Novamente, aqueles que haviam consumido a escolha açucarada demonstraram um maior interesse pelos perfis e até classificaram os pretendentes como sendo mais atraentes.

Mas enquanto os solteiros podem colher os benefícios românticos do consumo de açúcar, há más notícias para aqueles que estão em relacionamentos. No caso de você estar pensando que um frasco de Nutella poderia salvar sua vida sexual, comer doces não parece ter um efeito sobre os romances existentes em termos de como um casal percebem um ao outro. Em geral, no entanto, o chocolate ainda pode ser responsável por aumentar a libido. De acordo com um estudo realizado pela Dra. Jennifer Nasser, professora associada de Ciências da Nutrição na Universidade Drexel, o consumo de chocolate faz com que seu cérebro libere o prazer da dopamina química, o que poderia colocá-lo no clima.

Claro, como sempre, existem vários fatores de confusão que podem refutar o vínculo entre chocolate e romance, mas essas novas descobertas abriram a porta para explorar a relação entre amor e gosto em geral. Em suas conclusões, por exemplo, os cientistas do Journal of Social and Personal Relationships sugeriram fazer um estudo futuro sobre se alimentos quentes ou picantes poderiam prever a atração sexual.

Esse canal nasceu da parceria entre o Hypeness e a Cacau Show para comemorar o Dia dos namorados e lembrar que o amor e o carinho devem ser valorizados sempre. A criatividade deve ser a tônica na hora de presentear a quem se ama e que o prazer de comer um chocolate nunca muda.

Produtos como Mini Show laCreme, Collection, Intensidade, Caixa Artesanal Delícias de Amor, Coração Glamour, Doce Gesto meu Docinho,, Urso pote, Kit Sexy, Caixa Amo mais que chocolate, Caixa Glamour 180g, Angel Asas, Coração Gourmet Rosê são alguns dos exemplos da dedicação da marca ao amor – e sua nova campanha, intitulada Primeiro Encontro, mostra que o tempo também não precisa ser uma barreira para o amor.

 

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*Fonte: hypeness

 

Não se diminua (pra caber em gente pequena)

Não seja menos do que você pode ser.
Não aceite amor menor do que você merece ter.
Não se diminua pra caber em gente pequena.

Cada dia que você passa se limitando por alguém é um pouco de você que morre.
Não morre um pouco de quem você é, não.
É pior. Morre um pouco de quem você poderia ser.
Quando você deixa de fazer o que fazia.
Quando você deixa de querer o que queria.
Quando você deixa de sonhar o que sonhava.
Até o ponto que você deixa até de ter suas vontades pra ter as dele, só as dele.
É onde você morreu.

Mas isso só acontece com sua permissão.
Seja você cedendo pra tudo.
Seja você se diminuindo em tudo.

Não viva um relacionamento medíocre.
Não viva aquela relação meia boca, meio termo, sem tempero.
Esteja com quem realmente te estimule a ser melhor, a ser mais.
E quem você igualmente sinta vontade de fazer crescer.
Não dá pra viver algo intenso como paixão de adolescente o tempo todo, eu sei.
Mas se acomodar num marasmo?
Aceitar a mediocridade é aceitar que “melhor que tá não fica”.
Não faz isso. É desperdício de vida.
É limitar o que você tem pra viver.

Não viva um relacionamento bosta também.
Esse é um conselho meio óbvio mas algumas pessoas insistem.
Não fica com quem te atrasa a vida, te coloca pra baixo, te coloca âncoras.
Você tem que estar com quem vai te dar asas, não quem vai dizer que você não é capaz.
Não é justo consigo mesma se deixar convencer que você não é boa o suficiente (seja no que for).
Ou que você não tem potencial suficiente (seja pro que for).
Foge de quem contribui pro seu mal dizendo que tá fazendo pelo seu bem.
Se afasta disso. É abusivo.
Vai embora sem olhar pra trás.

Não se limite.
Não se sabote.
Não abra mão de você por ninguém.

Se você tem pressa de viver, viva!
Se você é intensa, seja intensa!
Se você infinitos por que reduzi-los ao de quem só fala sobre as mesmas coisas?

A vida é curta.
Então por que perder tempo não sendo tudo o que você pode ser?
Por que não viver tudo o que pode viver?
Por que não falar de tudo que você puder falar?
Por que não ter a melhor relação que você poderia ter?
Por que se contentar com migalhas?

Algumas pessoas se acostumaram a viver pela metade.
Não conhecem outra coisa que não a sua vida limitada.
E criticam quem vive por inteiro.
Pra essas pessoas bonito mesmo é quem se contenta com pouco.
Essas pessoas vão querer te arrastar pro mundo raso delas.

Eu não as culpo.
Tem gente que é acomodado a viver raso porque só conhece o raso.
O fundo é infinito e assusta mesmo.
Você pode tentar mostrar que existe muito mais que aquele mundinho pequeno que ela vive.

Mas ela só vai se ela realmente quiser ir.
E se ela não quiser, deixa ir.
Vai você com a melhor companhia, a sua.
No caminho você encontra alguém querendo ir tão fundo quanto você.

Você é um oceano.
Por que tentar caber num copo raso?

 

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*Fonte: resilienciamag

Estamos formando uma geração de egoístas, egocêntricos, alienados e inconsequentes

Acabaram as festas, janeiro começou e em breve o ano letivo ganhará vida. Novos calouros ávidos por uma “nova” vida de descobertas desembarcarão em Adamantina. Nem faz um ano uma garota, em sua primeira semana de aula na faculdade, teve suas pernas queimadas em um dia de acolhimento de calouros. Jovem, em seus 17 anos e feliz por realizar o sonho de ingressar em uma faculdade. Mas em um dia que deveria ser de festa foi interceptada por “colegas” veteranos. Foi pintada com tintas e esmalte até que sentiu que jogaram um líquido em suas pernas. Nada notou até que a água da chuva, por ironia, em lugar de lavar e limpá-la provocou uma reação química que resultou em queimaduras de terceiro grau em suas duas pernas. O mesmo aconteceu com uma colega de turma que teve as pernas queimadas e outro rapaz que correu o risco de perder a visão. O líquido? Uma provável mistura de creolina e ácido!

Casos amplamente noticiados pela imprensa local, regional e nacional. Mas relatos contam mais sobre este dia trágico, como inúmeros casos registrados de coma alcoólico, além de meninas que tiveram suas roubas rasgadas e sofreram toda uma série de constrangimentos.

Fatos como estes contribuem para nos trazer de volta a realidade e, guardadas as devidas proporções, ilustra que vivemos sim em um país onde a “barbárie” ganha força e impera em diversos núcleos de nossa sociedade e se alastra com uma rapidez de rastilho de pólvora. Casos se repetem em diversos estados e cidades, o caso dos calouros da FAI de Adamantina não é e nem será o último, quantas tristes histórias já foram relatadas, como a do o jovem morto atirado em uma piscina da USP, amanhã mais um gay ou um negro, ou mais uma mulher que não se “deu o valor” e andou por aí exibindo seu corpo.

 

Vivemos em uma sociedade de alienados, sujeitos que não conseguem sequer interpretar um texto, nossas crianças são “condicionados nas escolas” jamais educados. Infelizmente não há cultura neste país da desigualdade. Parece que perdemos a capacidade de raciocinar, de entender o contexto e complexidade de tudo os que nos cerca. Ninguém discute com seriedade o que está levando a nossa sociedade a viver na idade das trevas.

 

O apresentador Chico Pinheiro do Bom dia Brasil, revoltado com os trotes violentos, afirmou que estes alunos deveriam voltar para o ensino fundamental. Discordo radicalmente dele, estes alunos deveriam voltar para o seio de suas famílias e lá, sim, receber educação básica, educação para a vida.

Os pais estão terceirizando a educação de seus filhos e, em um mundo sem tempo e repleto de culpa delegam a educação de seus filhos a professores que não podem ser responsabilizados e muito menos tem competência e formação para isso. Professores são facilitadores da inteligência coletiva, pais são os educadores na/da/para a vida!

Nos dias de hoje o tempo passa rápido demais. Muito rápido, tão rápido que nem dá tempo de tentar entender e processar o que foi vivido nas poucas horas atrás.

A molecada acorda cedo, vai pra escola. Chega em casa, almoça ao mesmo tempo que assiste TV, atualiza a conversa no WhatsApp, checa sua ‘TimeLine’ no Facebook, curte páginas dos amigos, coloca em dia as curtidas do Instagram e comenta de forma superficial – pois não compreende o contexto e complexidade – as reportagens da TV. Se perguntar quem dividiu a mesa com eles (os pais também estão brincando com o celular) é possível que nem tenham se dado conta, pois estão mais próximos dos amigos “virtuais” do que daqueles que compartilham o mesmo espaço, a mesma mesa e a mesma comida com eles. Mas o mais trágico nisso tudo é que os pais, também, estão sentados à mesa assistindo TV, atualizando a conversa no WhatsApp, checando sua ‘TimeLine’ no Facebook, colocando em dia as curtidas do Instagram e comentando de forma superficial as reportagens da TV.

Depois do almoço os pais irão para o trabalho e os filhos para a aula de computação, inglês, academia…

À noite ficarão no quarto em frente ao note navegando por sites que jamais se lembrarão, conversando pelo skype, jogando on line, até a hora de dormir.

No final de semana estes jovens dormirão a maior parte do tempo para se preparar para a noite, para a balada, onde pegarão todos e todas e beberão até cair.

Estes jovens entram muito cedo em sua vida pretensamente “adulta”. Já “brincam” de papai e mamãe antes mesmo de brincar de casinha. Estes jovens são lançados da infância, cada vez mais curta, direto para a vida “adulta”, passando sem piscar pela adolescência.

Qual estrutura e base estes jovens terão para superar conflitos pessoais? Comportam-se como adultos aos 13, 14, 15 anos e, em muitos casos são tratados como adultos, mas não são adultos, são crianças e adolescentes que não sabem absolutamente nada da vida, mas são cobrados como se soubessem de tudo e pior, acreditam que sabem sobre tudo. Eles querem ser aceitos, infelizmente querem ser aceitos em um mundo irreal de aparências!

Nesse “nosso” mundo do “parecer”, do “fake”, do consumo do corpo perfeito, da mentira perfeita, do dinheiro a qualquer custo, do consumir e exibir, da exposição sem limites, da falsa propaganda que vende vidas “perfeitas” somos “forçados” a fazer parte dessa sociedade de “mentirinha”.

Na sociedade do consumo do corpo perfeito, da vida perfeita, do ser perfeito, não existe espaço pra “ser humano”, não existe lugar “para sermos quem somos”, aqueles que exibem suas imperfeições, pois o imperfeito não cabe na aparência perfeita do mundo da mentira.

Todos nós queremos fazer parte de algo, ser parte de algo. Principalmente quando somos jovens. Nossa turma é nossa razão de ser e estar no mundo. Comportamo-nos como tribos, somos territorialistas e, fazer parte deste “algo” nos confere identidade. E aí para fazer parte desse mundo, o jovem segue a turma, mesmo em muitos casos, sem saber por que está fazendo isso, mesmo sabendo que muitas coisas que fazem são erradas, vale a pena correr o risco para “ser” parte da turma!

E neste mundo, empoeirado, intenta-se forçar o sujeito a aderir sem contestação ao padrão de ser e estar neste “mundo”, reduzindo sublimes e maravilhosas peculiaridades e particularidades, ou seja, nossas magníficas diferenças, em uma uniformidade que se encaixa na perfeita adequação a uma sociedade tamponada, uniforme, opaca, moralista, hipócrita. É a construção de um mundo baseado em mentiras e sem alicerce.

As inquietudes de nossa alma deveriam ser tratadas em nossas relações cotidianas, primeiro no seio carinhoso da família, depois nas escolas, nos relacionando com os professores e com os colegas de aula, com os amigos e também com os inimigos, com os namorados, patrões… Vivendo nossas experiências boas e más, aprendendo a entendê-las. Passamos por frustrações a aprendemos a superá-las.

Este é o ciclo natural das coisas, é preciso viver para compreender a vida, viver todas as emoções, boas e más, sorrir, chorar, vencer, perder, amar, rejeitar, ser rejeitado, ter amigos, inimigos, construir alianças, quebrá-las… Cabe a família dar o suporte, fornecer o alicerce para que este ser, mesmo em épocas de tempestade, não desmorone. E na convivência cotidiana, construirá seu edifício interno, com janelas, portas, divisórias, que poderá balançar em muitos casos, mas jamais desabar se bem estruturado.

Mas como educar se os pais não têm “tempo” para ajudar estes jovens a construir sua estrutura?

 

Os filhos não têm “tempo” para escutar o que os pais têm pra dizer, talvez uma conferência familiar pelo Whats ou Skype, quem sabe…

Os amigos não têm todas as respostas

E talvez o mais triste para esta geração

O Google não tem todas as respostas.

 

Nossos jovens produzem eventos para postar, ser curtido e comentado. Situações são criadas para movimentar e dar liquidez ao “mercado” da popularidade, as “ações pessoais na bolsa virtual” crescem conforme o número de “posts, comments e likes”. Uma sociedade baseada no consumismo, que valora cada ser humano por seus bens de consumo e potencial de exibição do produto, passou a consumir avidamente “vidas”. Vidas são colocadas em exposição, para o deleite do consumidor e regozijo daquele que se expõe, pois quanto mais visto, mais é consumido, assim, ganha popularidade, consequentemente “poder”. Uma sociedade sem amor, sem paz e sem alma.

A alma não está sendo vendida para o diabo, mas sim, depositada em sites de relacionamento e eventos que precisam ser constantemente alimentados para nutrir o mercado. Se não existe um evento, tudo bem, faz-se imagem de si mesmo, pois a imagem é tudo neste mundo baseado no TER, SER não importa, o que vale é PARECER e, para parecer e aparecer é preciso exibir.

É imperativo que estes jovens compreendam que eles NÃO têm o valor do que é “consumido” ou do que consomem em imagens, exposição, “likes”, compartilhamentos e “comments”. O seu valor não é “subjetivo e líquido”, pois este “valor” está na forma como ele se constitui enquanto ser humano real. SER REAL não é nada fácil no mundo “líquido”, mas precisamos tentar, não apenas com os jovens, mas também em relação a nossas vidas, pois creio que se hoje estas moças e moços vivem dessa forma, não são nada diferente de quem os criou, pois nossa sociedade vive de ter e exibir, nossa juventude nada mais é do que reflexo de uma sociedade “adoentada”.

Pois nossas crianças já nascem sem tempo, extremamente competitivas, presas em escolas integrais que garantirão seu “futuro”. E dessa forma continuarão a lubrificar as engrenagens de nossa sociedade doente e “medicada” que confunde saúde com remédios, consumo com qualidade de vida, amor com bens de consumo. Estamos formando uma geração de egoístas, alienados e inconsequentes, que se preocupam mais com sua imagem do que em “ser” humano.

Quando somos jovens, acreditamos que sabemos tudo, que estamos prontos para a vida, mas viver nos ensina que a gente não sabe NADA sobre a vida. Compreender e aceitar que não somos e nunca seremos perfeitos, que simplesmente não sabemos de quase nada e nem temos certeza de tudo, nos torna mais abertos, mais humanos, mais doces, mais amorosos e tolerantes, com nós mesmos e com os outros.

Mas para que nossos jovens possam compreender tudo isso, precisamos cria-los para que sejam mais humanos, colaborativos, criativos, transgressores, mas para isso, precisarão ser ensinados que serão alguém, não pela quantidade de bens que possuírem e exibirem, mas sim, por “ser” humano, “ser” como verbo de ação!

 

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*Fonte: resilienciamag / por Isabel Cristina Gonçalves

Gente que é do bem se sente de longe… Almas bonitas criam logo empatia!

Preserve com você pessoas de bem com a vida, que são boas de papo, de riso solto, de olhar amigável. Fique junto de quem fala com verdade, e quando fala, olha nos olhos e não te medem de cima a baixo.

Pessoas dessas são joias da vida. Tem atitudes de amor, sabem se expressar com elegância e gentileza, e tem beleza interior. Se por acaso encontrar uma pessoa dessa, por favor, deixa-a ficar. Permaneça com ela e deixe-se afetar.

A gente precisa mesmo cultivar gente que tem verão no sorriso, tem paz no espírito e sabe como viver bem, se resolvem na vida sem passar por cima de ninguém. A gente aprende muito com elas. São sinceras, mas não são rudes, e carregam consigo uma bagagem de humildade e bondade.

Não, elas não são bobas, elas sabem como lidar com adversidades e pessoas com maldade. Elas não andam por aí enganchadas, elas sabem como se preservar.

Reconhecem quem é de verdade e é luz para os que não são. Passam deixando marcas e levam sempre o que há de bom. Elas sabem respeitar o espaço alheio e não há invasão nem imposição. Existe uma liberdade em estar perto delas.

Do contrário, não perca seu tempo com quem não é assim. Pessoas negativas, que usam palavras agressivas, só reclamam da vida e não sentem gratidão não acrescentam, sugam. Estas vivem numa prisão que elas mesmas construíram, muro por muro. Não sabem ser pontes. E dessas tem de monte…

Pessoas que falam demais e não sabem o que dizem, não trazem humildade, elas não olham nos olhos, elas medem com o olhar. E é assim que a gente reconhece esse tipo de pessoa, o olhar as entrega. Elas não trazem verdade.

Pessoas assim, podem estar muito próximas de nós, podem ser nossos parentes, colegas de trabalho e mesmo assim você não precisa ser leal por pura conveniência, afaste-se.

Seja no máximo referência, mas não cultive laço. Não irá te fazer bem e você poderá sentir uma exaustão física e mental além do normal. Você tem direito de escolher as pessoas que deseja se relacionar.

Para esses casos, vibre amor. O que faz mal ao nosso corpo e mente não deve ser alimentado, deve ser remediado. Deseje o bem e não se deixe afetar pela reação que ela irá tomar pela sua distância. Cuide de você. Escolha bem suas companhias.

Como uma lâmpada acesa, gente do bem atrai todo tipo de pessoa – aquelas de energias afins e aqueles hipnotizadas pela luz. Quem é esse tipo “lâmpada”, é importante saber se manter luz, sempre, para ajudar e guiar; Peça proteção e não se perca nas influências.

Gente que é do bem se sente de longe, não precisa nem perguntar. Almas bonitas criam logo empatia.

E se você encontrar alguém que te coloca pra cima e te faz feliz, deixe essa pessoa entrar na sua vida; É com essa que você deve andar! No mais, seja luz e deixe o mundo se contagiar.

 

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*Fonte: osegredo

Coisas a gente compra de novo, pessoas a gente perde para sempre

Como é difícil balancearmos com equilíbrio nossas prioridades, dando a devida atenção tanto ao que precisamos obter quanto ao que precisamos manter junto de nós. Embora a vida nos obrigue a despendermos a maior parte de nosso tempo trabalhando para conquistar qualidade e conforto, essa rotina pesada ao mesmo tempo nos distancia mais e mais dos contatos e interações com as pessoas.

Nessa toada, acabamos muitas vezes nos apegando demasiadamente aos bens que acumulamos, valorizando a materialidade que nos rodeia acima de qualquer coisa. E assim relegamos ao segundo plano nossas necessidades afetivas, nossos desejos sentimentais, tudo aquilo que não possui preço, o que não se compra nem se vende, apenas se vive.

Por mais que sejamos alertados para o perigo que reside nessa busca maçante pelos bens, pela riqueza, pelo status social, acabamos sendo atraídos quase que mecanicamente pelos apelos disso tudo. Vamos nos enchendo de objetos e nos esvaziando de sustância emocional, pois acabamos apenas enxergando o que os olhos veem, esquecendo-nos das carências de nossa essência humana.

Por isso é que muita gente se preocupa com os riscos na calota do carro, sem nunca perguntar como a esposa se sente. Por isso é que muitos pais olham o boletim escolar, mas se esquecem de olhar nos olhos dos filhos. Por isso é que muitos de nós percebemos quando o amigo engordou, porém jamais percebemos o quanto ele está precisando de nossa ajuda. Por isso é que muitas vezes temos tudo o que queremos, mas não temos ninguém de quem precisamos.

É necessário, pois, mantermos o foco nas escolhas que vimos fazendo, nas atitudes que tomamos, na importância que estamos dando àquilo que colocamos como prioridade em nossas vidas. Não podemos nos desconcentrar em relação ao que temos de mais precioso em termos de parceria, amizade, amor verdadeiro, ou acabaremos lotados de tralhas que não preencherão o nosso vazio existencial.

No mais, perca coisas e não pessoas. Coisas a gente compra de novo, pessoas a gente perde para sempre.

 

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Fonte: resilienciamag

O Silêncio dos Lobos

Pense em alguém poderoso.
Essa pessoa briga e grita como uma galinha ou olha em calmo silêncio, como um lobo?

Os lobos não gritam.

Eles têm uma aura de força e poder. Observam em silêncio.
Somente os poderosos, sejam lobos, homens ou mulheres, respondem a um ataque verbal com o silêncio.

Além disso, quem evita dizer tudo o que tem vontade, raramente se arrepende por magoar alguém com palavras ásperas e impensadas.
Exatamente por isso, o primeiro e mais óbvio sinal de poder sobre si mesmo é o silêncio em momentos críticos.

Se você está em silêncio, olhando para o problema, mostra que está pensando, sem tempo para debates fúteis.

Se for uma discussão que já deixou o terreno da razão, quem silencia e continua a trabalhar mostra que já venceu, mesmo quando o outro lado insiste em gritar a sua derrota.

Olhe… sorria… silencie… vá em frente.

Lembre-se de que há momentos de falar e há momentos de silenciar.

Escolha qual desses momentos é o correto, mesmo que tenha que se esforçar para isso.

Por alguma razão, provavelmente cultural, somos treinados para a (falsa) ideia de que somos obrigados a responder a todas as perguntas e reagir a todos os ataques.

Não é verdade. Você responde somente ao que quer responder e reage somente ao que quer reagir.
Você nem mesmo é obrigado a atender seu telefone pessoal.

Falar é uma escolha, não uma exigência, por mais que assim o pareça.
Você pode escolher o silêncio.

Além disso, você não terá que se arrepender por coisas ditas em momentos impensados, como defendeu Xenócrates, mais de trezentos anos antes de Cristo, ao afirmar:

“Arrependo-me de coisas que disse, mas jamais de meu silêncio.”

Responda com o silêncio, quando for necessário.

Use sorrisos, não sorrisos sarcásticos, mas reais, use o olhar, use um abraço ou use qualquer outra coisa para não ter que responder em alguns momentos.

Você verá que o silêncio pode ser a mais poderosa das respostas.

E, no momento certo, a mais compreensiva e real delas.
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*Fonte: osegredo/Aldo Novak

Para quem quiser julgar meu caminho, empresto meus sapatos

Quantas vezes você já teve que lidar com o julgamento alheio? Além de enfrentar todas as dificuldades diárias, também precisamos, às vezes, “engolir sapos” e carregar o peso da opinião de terceiros sobre o que fazemos ou deixamos de fazer.

Dizer que isso simplesmente não nos afeta pode, às vezes, não ser verdade.

Fazer ouvidos surdos a esses comentários, que ousam julgar nossas ações, nem sempre é fácil. Sobretudo se vêm da boca de pessoas importantes para nós: nossa família, amigos, professores, chefes, pessoas que consideramos autoridades e cuja opinião respeitamos.

Um verdadeiro amigo ou familiar não se atreveria a nos julgar sem conhecer a fundo nossas emoções ou todos os momentos vividos que carregamos sobre os ombros e em nosso coração.

Empreste seus sapatos, porque ninguém melhor do que você para conhecer a dor dos caminhos percorridos, os rios que teve que atravessar, as dificuldades que precisou enfrentar, às vezes sem pedir ajuda a ninguém… Hoje, convidamos você a refletir sobre isso.

 

O caminho que construímos e que nos definem

Você não é apenas essa pessoa que vê refletida no espelho. Não é apenas sua forma de vestir, ou as palavras que profere às outras pessoas.

Você é o seu caminho percorrido durante a vida, todas as suas experiências vividas e integradas no fundo do seu ser… Ninguém melhor do que você para saber o que motiva suas ações.

A própria pessoa apenas sabe o que teve que superar, suas decepções, dores, derrotas ou vitórias e o preço que pagou por cada uma. Então, por que algumas pessoas ousam, às vezes, a nos julgar sem saber, como se fossem donas de uma sabedoria universal?

Dois motivos comuns:

– As pessoas acostumadas a julgar os outros geralmente são as mais frustradas na vida.
– São pessoas insatisfeitas consigo mesmas que projetam sua necessidade de controle e intervenção nas vidas alheias.

É comum que muitos de nossos familiares tenham o hábito de nos julgar: “Você é muito ingênua, por isso que essas coisas acontecem com você”; “Você precisa amadurecer e enfrentar a vida como ela é”.
Julgam-nos com a intenção de nos ajudar e nos oferecer ensinamentos, mas na realidade nos desejam “encaixar” na maneira como eles pensam, de acordo com o que acham certo, errado ou mais adequado para nós.

Às vezes, quem julga seu caminho busca justificar a sua própria vida, desacreditando as outras pessoas. Diminuindo as escolhas dos outros. Infelizmente, isso é muito frequente.

 

Crítica construtiva sim, julgamento, não

Na realidade, quando essas pessoas nos julgam, não usam argumentos válidos, que sejam construtivos. Quase sempre buscam o ataque, a afronta ou o desprezo. Seus raciocínios são muito limitantes.

O que falta a esses “juízes” que adoram julgar os outros é a autocrítica. Não são capazes de valorar os seus próprios atos, suas palavras, para perceber que também cometem erros e que são capazes que causar danos a outras pessoas. Limitam-se a projetar suas críticas em outras pessoas.

Em geral, pessoas acostumadas a julgar nosso caminho não têm uma vida autêntica, com sonhos, paixões, amores e afetos que as ajudem a relativizar as coisas e abandonar o hábito de focar tanto na vida dos outros.

 

Como se defender dos julgamentos alheios

Frequentemente, dizemos a nós mesmos: “isso não me afeta”. Pode ser verdade, sobretudo quando o julgamento vem de um colega de trabalho ou de alguém com o qual não temos um vínculo mais íntimo. Esqueceremos com facilidade.

Mas o que acontece quando um amigo, seu companheiro ou um familiar julga o seu caminho?

Nestes casos, é comum que nos sintamos ofendidos e até mesmo feridos. A primeira coisa a fazer é manter a calma e refletir a respeito das seguintes afirmações, que servem para proteger nossa autoestima:

– “Eu sei quem eu sou, sei o que já superei e tenho orgulho por cada passo do caminho, por cada aprendizado que obtive a partir de meus erros”.

– “Apenas eu tenho o direito de me julgar, porque somente eu sei como me sinto e o quanto sou feliz com minha maneira de ser e com tudo o que consegui até hoje”.

Após haver reafirmado sua autoestima, evite revidar com comentários hostis, prejudiciais, vingativos. Se demonstrarmos desprezo ou raiva, será mais difícil superar os sentimentos negativos, e eles farão ainda mais dano.

Expresse sua decepção. Deixe claro que ninguém tem o direito de julgar você assim e que o simples fato de fazê-lo demonstra que não o conhecem bem. Portanto, é como se fosse uma traição, nos casos mais abusivos, quando a outra pessoa tem o objetivo de controlar, manipular ou usar você de alguma maneira.

 

Liberte-se de relacionamentos opressivos

Quem se atreve a criticar seus caminhos e suas experiências sem uma intenção pura de realmente desejar o seu bem, prova que não é um bom companheiro de viagem. E não importa que seja sua mãe, irmão, irmã, marido ou esposa.

Quem não aceita que, em alguma ocasião, você cometeu um erro e o julga por isso sente na verdade muita falta de amor por si mesmo e não se perdoa por seus próprios erros. Quem se vê como alguém que nunca comete erros ou toma decisões ruins carece de autocrítica e de empatia.

Se no dia a dia você apenas recebe julgamentos das pessoas ao redor, no fim, se sentirá escravizado pelas opiniões alheias. Não permita isso.

Nesses casos, será bom refletir se não vale mais a pena se distanciar de quem é incapaz ou não quer ver o seu valor, a luz que você transmite e a inteireza de sua vida.

 

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*Fonte: osegredo

Não busque, permita que te encontrem

A vida é muito curta para correr atrás de alguém que nem mesmo anda por você. Não há necessidade de ir atrás quando sabem onde você está, quando conhecem sua casa e eus mistérios.

A verdade é que há pessoas que não se preocupam conosco, embora nos preocupemos. Nestes casos, pode ser difícil compreendermos a situação, porque a preocupação com os outros não fala a língua do egoísmo.

“Lembre-se que seu número de telefone não mudou e que, na realidade, não há nenhuma falta de tempo, mas de interesse. Pense que quando alguém quer ou precisa de algo, é capaz de mover céus e terra para compartilhar nem que sejam alguns segundos.”

 

Carinho não se suplica

Implorarmos e mendigarmos migalhas de afeto que não nos querem dar não é saudável, nem a curto nem a longo prazo. No entanto, algumas experiências podem chegar até nós para ajudar-nos a encontrar razões para continuar desejando que a pessoa a permaneça em nossas vidas.

Se você pensar sobre isso, tudo o que fazemos com essa atitude é prolongarmos desnecessariamente uma angústia emocional. Submeter-nos à vontade dos outros faz com que nos tornemos marionetes de suas necessidades e seus desejos.

Neste sentido, obviamente, há coisas que acontecem porque têm que acontecer, mas outras acontecem porque permitimos. Nós não podemos ser livres e felizes se vivemos agarrados e ligados a certas esperanças.

 

Deixe que o vento leve o desnecessário de sua vida

É difícil deixar ir o que consideramos “muito nosso”, sejam sentimentos ou pessoas. Ou seja, certas pedras que carregamos em nossas costas nos unem um sentido de identidade e pertença que se funde com o nosso medo de perder algo que acreditamos ser muito intenso e importante.

No entanto, apesar de todo esse caos emocional nos amarrar a certas pessoas, também cansamos de não sermos valorizados. É provável que quando percebemos isso nos sentimos um pouco egoístas, o que é terrível para a nossa saúde emocional.

“Sentir que se aguentarmos um pouco mais uma situação ou algumas pessoas estamos falhando, é algo surpreendentemente comum. A fundação deste sentimento é o medo que nos dá de lidarmos com o vazio gerado pela perda.”

Em outras palavras, sentimos que se deixarmos de nos sacrificar perdemos a oportunidade de construir parte da história emocional de nossa vida. No entanto, o que realmente estamos fazendo é nos comportando da forma mais cruel possível para com nós mesmos, nossas expectativas e desejos.

“O caminho de volta em direção à liberdade emocional é construído a partir das pedras que caem; ou seja, dos sentimentos e pessoas tóxicas das  quais nos livramos.”

Esta é a única maneira de evidenciarmos nossos pontos fortes, de assumirmos nossos erros e conseguirmos expressar nossas intenções e compromisso.

 

O mais forte não é quem mais aguenta, mas quem é capaz de deixar ir

Se não traz alegria para sua vida… Solte

Se não lhe faz feliz… Solte

Se permanece ao seu lado, mas não acrescenta nada de bom… Solte

Se procura segurança e assim evita o esforço de desenvolver-se… Solte

Se não reconhece suas qualidades… Solte

Se não lhe dá carinho… Solte

Se não promove o seu sucesso… Solte

Se diz, mas não faz… Solte

Se não há um lugar em sua vida para você… Solte

Se tenta mudá-lo… Solte

Se o amedronta… Solte

Se são mais desencontros do que acertos…Solte

Se simplesmente o faz sofrer…Solte

Liberte-se…a perda será muito menos dolorosa do que a dor de apegar-se “ao que já foi e não é mais”.

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*Fonte: osegredo

 

Não se explique demais! Tem gente que vai entender tudo errado de qualquer jeito.

Paciência. Por mais que a gente explique, tem coisa que nunca ninguém vai entender como deve. Fazer o quê? É da vida, esse longo e infinito exercício de paciência.

Haja serenidade para dizer sem ser ouvido e ouvir sem ter pedido. Tem coisa e tem gente que não merecem um segundo de atenção. Você tenta facilitar e tem sempre alguém pronto a tornar a vida mais difícil. A gente esclarece, elucida, dá exemplo, faz desenho e de nada adianta.

Explane, relate, explicite. Sempre haverá uma alma disposta a compreender o que quiser, a interpretar como bem entender o que você disse e chegar a uma conclusão completamente diversa da que você pretendia. Então, explicar de novo para quê? Diga uma vez e deixe o outro deduzir como preferir. A vida é muito curta para explicações tão longas.

Verdade é que bons ouvintes dispensam justificativas. Além do mais, se você precisa mesmo justificar o que disse ou o que fez, talvez não devesse ter dito ou ter feito, né? Nesse caso, melhor que explicar é reconhecer, assumir, pedir desculpas. Mas essa é outra história.

É que tempo a gente não devia perder à toa, sabe? Tempo a gente vive. E eu não quero viver o meu explicando nada a quem não vai entender mesmo. Aliás, eu acho até que quem sempre espera se fazer entender, quem pretende a todo tempo ser compreendido precisa de ajuda médica. É alguém que padece de uma perigosa pretensão infantil.

Assim é desde sempre. Entre os filhos e seus pais, entre amigos e entre amantes, chefes e subordinados, sócios e adversários, nos casais, nas famílias, nas empresas e nas escolas, em casa, na rua e em tudo quanto há, nem sempre somos todos compreendidos como desejamos.

Quem ouve quase sempre há de ouvir apenas o que lhe satisfizer. De tudo o que lhe for dito, entenderá o que lhe parecer conveniente. Explicar demais, então, é inútil e contraproducente.

Se for mesmo indispensável apresentar álibis e provas, arrolar testemunhas e convencer alguém de que você é inocente, contrate um advogado. Nos outros casos, vire a página, passe adiante e siga em frente. Por mais que você explique certo, alguém sempre vai insistir em entender tudo errado.

 

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*Fonte: osegredo

 

A incrível geração das mulheres chatas

A melhor desculpa de uma mulher que está sozinha é que não tem homem no mercado. É muito boa. Mas tem uma que disputa à faca o primeiro lugar: “estou sozinha porque os homens têm medo de mulheres independentes”.

Uma ova. E posso afirmar: para cada minuto que você reclama, tem outra mulher também independente e bem sucedida – mas muito mais esperta do que você – sendo bem sucedida também no relacionamento. E você aí, sozinha ou no bar com as suas amigas independentes, com suas bolsas caras, indo dormir sozinhas, reclamando da morte da bezerra e dos homens. Aqueles ingratos.

Não sei de onde tiraram essa ideia de que a vida só mudou para as mulheres. Não é possível que a gente acredite mesmo que fomos criadas para ganhar o mundo, estudar, disputar vagas de trabalho, fazer o imposto de renda, encarar hora extra, sair sozinha com as amigas, e que ninguém contou nada aos homens. Enquanto isso, os pobres empacaram no tempo e, portanto, hoje temos que conviver com trogloditas que ainda esperam casar com a dona Baratinha.

Tenho um irmão 11 meses mais novo do que eu. Crescemos na mesma casa, com os mesmos pais. Nós dois vimos minha mãe trabalhar a vida inteira, chegar em casa muitas vezes depois de todo mundo, dividir as contas da família no papel, fazer uma comida mais ou menos, viajar sozinha no Carnaval porque meu pai sempre detestou os dois.

Saídos da mesma fôrma, eu ganhei o mundo. Meu irmão casou antes dos 20 anos. Não estou contando nenhuma história que não seja a mesma de quase todo mundo que eu conheço. Esse discurso de que os homens não estão preparados para essa nova mulher seria revolucionário na época da minha avó, que se separou aos 50 anos, decidiu aprender a dirigir, fez vestibular para educação física e foi procurar emprego – porque, até então, o único duro da vida da dona Dorah tinha sido criar quatro filhos. Talvez tenha ficado mal falada na cidade. Mas era a minha avó, no tempo da minha avó.

Quando é que a gente vai cansar de se fazer de vítima e parar de encarar os homens como incapazes? Se a gente se adaptou aos novos tempos, eles também. Ainda precisamos de ajustes aqui e ali, mas está tudo bem.

Eu não convivo com homens despreparados para essa nova mulher que sou eu, você e quase todo mundo. Tenho amigos homens, e eles querem, sim, mulheres parceiras e não dependentes. Choram no meu ombro por causa de pé na bunda. Reclamam de mulher que não vale nada. Ficam perdidos sem saber como agradar essa fulana que, na verdade, não sabe o que quer porque cresceu acreditando que pode querer tudo. E pode. Só deveria parar de encher o saco.

Fizemos as nossas escolhas, eles fizeram as deles. Nenhuma mulher é igual. Assim como qualquer cara pode vir com mil variações do que a gente aprendeu a conhecer por macho. Tem todo tipo por aí. Mas com todos os requisitos que a tal nova mulher – que de nova não tem nada – quer, não sobra um na face da terra que baste.

Inteligente, óbvio. Antenado, com certeza. Remediado, tem remédio? Fodão, o tempo todo. Bem humorado, é o mínimo. Frágil, nem pensar. Imaturo, socorro. Machista, Deus me livre. Glúten free, pra quê? Fiel, é possível. Rico, com a graça de deus. Comprometido, por que não?

Eu agradeço por nunca ter tido um único namorado que não me quisesse da forma como eu fui criada. Ganho o meu dinheiro, bebo uísque, gosto de futebol, dirijo super bem, cuido do meu imposto de renda sozinha. Sei pregar botão, ainda que torto, não sei nem por onde começa a receita de suflê de cenoura, só vou ao supermercado pra comprar vinho e no dia em que tive que aprender a diferença de alvejante e água sanitária, dei um Google.

Compro bolsas caras, saio sozinha com as minhas amigas e nunca fui cobrada por ter que trabalhar domingo ou terça à noite. Neste momento em que escrevo e tomo vinho tem um cara lá na cozinha preparando o jantar. Um cara que me escolheu do jeito que eu sou, que vibra com as minhas vitórias e me salvou de jantar miojo ou cerveja pelo resto da vida.

Meus pais nunca perguntaram quando eu iria casar ou quando lhes daria netos. Mas sempre torceram que eu encontrasse um companheiro para dividir a vida. Eles se orgulham muito do caminho que eu quis seguir e nunca me fizeram pensar que escolher ser bem sucedida significaria ser mal amada. Conheço uma penca de gente que tem os dois porque isso aqui não é uma competição. Todo mundo quer a mesma coisa.

Todo mundo quer um chinelo velho pro seu pé cansado. Quer sossegar o rabo num relacionamento feliz e cheio de cumplicidade, de parceria, de mãos dadas no cinema, de silêncios que signifiquem enfim sós.

Chega desse discurso de ser mal compreendida pelo mundo e pelo homens. Tem muita gente avulsa por aí. Dos dois lados, por inúmeras razões. Se você acredita mesmo que ninguém te quer porque é independente e porque os homens não sabem lidar com isso, só quero lhe dizer uma coisa: você está sozinha porque é chata. Vou jantar, porque depois tem uma pia de louça me esperando. Justo.

 

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*Fonte: portalraizes / Mariliz Pereira

Quanto menor a autoestima, maior é a necessidade de dar a última palavra em tudo

Ser paciente não é ser frágil nem covarde. Às vezes é muito melhor guardar silêncio e aquietar a raiva do que perder tudo em um momento de ira descontrolada. Porque a paciência é a virtude dos corações tranqüilos, capazes de entender que ser prudente em um dia de raiva pode evitar cem dias de tristeza.
Há cerca de 2.500 anos, o filósofo grego Sócrates foi um dos expoentes da época clássica e, entre outros pensamentos de enorme relevância até hoje, tornou-se célebre com a famosa frase: “tudo o que sei é que nada sei”. De fato, Sócrates tinha tudo para realmente nada saber. Afinal, naquela época não existiam jornais e revistas, de onde se tomam as notícias como “verdades absolutas e inquestionáveis”.

Outro ponto importante a se considerar é que na Grécia socrática não existia a internet. Porém, o fato que merece destaque é que não havia o maior veículo de informação, ou, muitas vezes, “deformação”: o Facebook. Desse modo, sem poder contar com jornais, revistas, internet e, principalmente, o “Face”, tudo o que o “pobre” do Sócrates só podia mesmo dizer é que “nada sei”.

Outros gregos, como, por exemplo, Platão, Aristóteles e Xenofontes, também se arriscaram a dizer “algumas coisinhas”, mas esses pensadores também não tinham acesso a tudo aquilo disponível nos dias atuais e que muitos julgam indispensável.

Hoje, quando é feita uma postagem, as pessoas sentem uma necessidade patológica não só de comentar, mas, sobretudo, contestar para mostrar que “elas existem”. Assim, uma outra máxima da Filosofia, dita por Descartes séculos mais tarde, também caiu por terra. Pensar já não é o bastante; a tônica de agora é se expressar. O que passou a valer é o “digito, logo existo”.

Convém observar que os filósofos da era clássica eram “meros pensadores” e, atualmente, as pessoas “evoluíram” para “postadores”. Mais do que nunca, estamos vivendo conforme a “Alegoria da caverna”, de Platão. E, envoltos no interior de sombras e escuridão, existem aqueles que insistem em impor ao mundo todos os seus “achismos”, com autoridade de “especialistas” que se consideram, sendo intolerantes com opiniões divergentes.

Tomam-se as “imagens projetadas” como pura expressão da verdade e as espalham o mais depressa possível, para alardearem que “sabem de tudo” antes de qualquer um. Movidos pela ditadura da velocidade e da ostentação de “bem informados”, eximem-se de algo que os filósofos fartavam-se; Reflexão. Enquanto os pensadores buscavam a verdade, e os de bom senso ainda continuam a procurá-la, muitos assumem a postura de já terem encontrado convicções para inflarem o ego, de acordo com a sua conveniência.

Numa época de tanta intolerância e fanatismo, o tal do Facebook é um canal essencial para quem se dedica a esse fim. Nele as pessoas também exacerbam seu narcisismo, além de utilizá-lo, inclusive, como sendo uma espécie de terapia, onde os indivíduos exercitam seus desejos, ou dão vazão às suas mais profundas frustrações. Quanto menor a autoestima, tanto maior a necessidade de postagens e de dar a última palavra em tudo.

Podemos concluir que, se os conceitos daqueles filósofos gregos ainda permanecem, mesmo depois de mais de 2.500 anos, embora eles “nada soubessem” e sem as Redes Sociais, imaginem só o quanto poderá durar esse “festival de genialidades”, em profusão no Facebook!

E, no futuro, quando os historiadores se depararem com o estudo das características deste nosso momento, em que muitos pensam que “tudo sabem”, constatarão que a vaidade é um atalho capaz de levar à insignificância. Poderão se deparar, por exemplo, uma famosa frase de Nelson Rodrigues: “invejo a burrice, porque é eterna”.

Assim, na ânsia de verem-se imortais de qualquer maneira, em razão de privilegiarem mais a quantidade que a qualidade, de certa forma, muitos poderão sentir-se “eternizados” devido ao conteúdo da maioria de suas postagens.

 

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*Fonte: poretalraizes

A vida, às vezes, bagunça para consertar

Enquanto amassava o pão entrei em desespero quando vi toda aquela farinha solta na mesa, nada se juntava, a mão toda cheia de massa, pensei em parar, lavar a mão, jogar a massa fora e comprar o pão no supermercado, mas não queria me dar por vencida então continuei a amassar, de repente, depois de algum tempo amassando, colocando mais leite, depois mais farinha, depois amassando novamente, a massa estava toda homogênea, não grudava nas mãos e não grudava na pedra da mesa, a massa estava linda e lisa, quase pronta para ir ao forno.

E então eu vi a minha vida ali, na massa de pão sobre a mesa. Chega a ser engraçado, mas a vida da gente é assim mesmo, algumas vezes fica tudo uma bagunça, nada se encaixa, você tenta de um jeito, não funciona, tenta de outro e meleca tudo, coloca mais atenção e a vida fica mole, se cobra demais e a vida fica dura, a verdade é que parece que nunca vamos conseguir consertar a massa, ou melhor, a vida.

Quando estamos no meio do caos, ele parece instalado e a sensação é de que nunca mais ele voltará a ser ordem novamente. Penso que, se todo mundo for igual a mim, a única vontade é sentar e chorar em busca de atenção e alguém que possa resolver toda essa desordem.

Mas aí vem uma pequena pitada espiritual, psicológica, emocional na medida tão exata que parece um passe de mágica e tudo vai ser encaixando e formando uma forte aura colorida capaz de deixar o coração em paz, a cabeça leve, o sorriso marcado no rosto, tudo volta ao seu estado de perfeita harmonia, claro que não para sempre, mas pelo menos até acabar o pão e precisar de fazer outra massa.

A verdadeira lição é entender que sim, tudo uma hora se ajeita. Vivemos ansiosos demais, em busca demais, querendo demais. Já falei da pressa outras vezes e ela persiste, precisamos de telefones mais rápidos, de computadores que conversam com você, de comida fast-food, de abraços rápidos e olhares quase inexistentes. Temos pressa. Temos ansiedade. E passamos por não perceber, que de uma forma ou de outra, a vida vai passar, se adicionarmos os ingredientes necessários e amassar com paciência, se soubermos esperar a hora de levar ao forno, a vida lhe entregará um lindo e saboroso pão.

Olhe mais nos olhos. Menos pressa. Menos ansiedade. Mais abraços. Mais carinho. Mais tranquilidade, no final tudo se resolve!

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*Fonte:osegreedo / Carol Daimond

Você sabia que cada forma de abraçar tem um significado?

Existe uma bela frase de Eduard Paul Abbey que diz: “Eu acredito somente no que posso tocar, beijar ou abraçar. O resto é apenas fumaça.” Abraçar pode ser amor, paixão, ou até mesmo ódio. É uma expressão capaz de representar uma enorme gama de emoções.

Abraçar é um ritual muito importante, mas nem sempre significa o que nós realmente amamos, desejamos ou sonhamos. Na verdade, é um gesto de linguagem não verbal regido pelas normas culturais das diferentes sociedades. Pode ser um pequeno oásis de privacidade, um refúgio de paz, ou mesmo um gesto de falsas declarações e enganos.

 

As diferentes maneiras de abraçar:

Os psicólogos desenvolveram uma peculiar “classificação do abraço”. Na realidade, eles fizeram mais de uma, mas para este artigo vamos falar da classificação de Arturo Torres, porque acreditamos que é a mais completa. Você gostaria de conhecê-la?

Torres fala sobre a influência do abraço. Este gesto tem o poder de deixar no nosso corpo uma marca profunda e permanente. Mas, como dissemos, tudo isso depende da intenção da pessoa, dos sentimentos, das emoções… e especialmente, de como a pessoa que recebe o abraço o interpreta.

 

Abraços clássicos

Vamos começar pelo primeiro da lista que, neste caso, é o abraço clássico. Duas pessoas se abraçam com força deixando as cabeças uma ao lado da outra.

Na verdade, este é um abraço muito íntimo. Os peitos se juntam e as cabeças ficam muito próximas. Além disso, geralmente dura dois ou mais segundos, porque esse ritual tem um encanto especial. Certamente você já abraçou assim ao se despedir de alguém querido ou em um reencontro.

Abraços de dança

Como o próprio nome sugere, podem estar associados com a música. Normalmente, uma pessoa abraça a outra segurando a sua nuca. A música transporta os dançarinos para um mundo mágico e romântico, repleto de amor, intimidade e beleza.

Abraço visual

Quando o abraço tem um contato visual, existe um componente especial. É simples, muito íntimo, e com as duas pessoas coladas uma de frente para a outra. Mas o espaço deixado entre os dois na altura do peito é substituído pela proximidade dos olhares cúmplices e carinhosos.

“Éramos o abraço do amor onde se uniram o céu e a terra”.
– Rosario Castellanos –

Abraço entre colegas

Outro abraço clássico é o abraço entre colegas: são duas pessoas sem intimidade ou afinidade especial. Eles simplesmente dão um tapinha nas costas do outro por um trabalho bem feito ou pela proximidade devido a algum fato concreto. No entanto, as cabeças não se juntam e não existe um forte sentimento.

Abraços assimétrico

O abraço assimétrico ocorre entre duas pessoas com alturas diferentes. Neste caso, a conotação é puramente passional e erótica. De fato, é maistricos usado durante um ato íntimo ou sexual.

Abraço lateral

O abraço lateral é outro exemplo de simplicidade e proximidade. Ele ocorre quando você coloca a mão no ombro da outra pessoa. Seus significados são variados: você pode estar confortando a outra pessoa, pode ser um sinal de companheirismo, simpatia e carinho, amor, ternura ou cordialidade.

Abraços distantes

Os abraços distantes ocorrem quando falta intensidade e são dados com os corpos afastados. As cinturas ficam separadas e o ato ocorre mais por compromisso do que por gosto ou prazer. Eles podem fazer parte de um protocolo ou são motivados por uma trégua temporária após um confronto. Eles podem ser a encenação de uma cordialidade tensa e até mesmo uma atuação que demonstra um afeto que realmente não existe.

Abraços violentos

Este é um abraço de muita intensidade, mas não pela paixão amorosa, e sim por pura violência e agressão. Pode ser muito apertado e pode até mesmo causar dor a um dos envolvidos. Acontecem durante uma briga ou para separar dois indivíduos que estejam lutando, por exemplo.

É uma pena que abraçar nem sempre seja um símbolo de amor e carinho. Essa proximidade com outra pessoa, esse contato físico tão íntimo, talvez nunca devesse ser violento ou falso. No entanto, mesmo que isto aconteça em muitos casos, felizmente, na maioria das vezes, os abraços simbolizam e criam um espaço de intimidade e afeto onde nos sentimos acompanhados e reconfortados.

 

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*Fonte:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Você está realmente ouvindo ou só está esperando a sua vez de falar?

Não estou sugerindo de forma nenhuma a apatia. A sugestão é ouvir genuinamente.

Uma vez participei de um exercício chamado “Diálogo”. Essa experiência me mostrou um ângulo que eu nunca havia visto sobre os diálogos do nosso dia a dia.

Regras do exercício: Um tópico era escolhido e todos podiam conversar e opinar sobre o assunto em questão, mas ninguém podia interromper o outro e Cada um tinha até 1 minuto para falar.

Esse foi um dos exercícios mais difíceis que já fiz.

Um assunto bem polêmico foi escolhido e começou o exercício. A vontade de interromper era constante, quando a opinião divergia da minha então, parecia que eu ia morrer se não expusesse a minha visão. E quando eu concordava também! Sentia um enorme impulso de fazer observações sobre o que estava sendo dito, apoiando o discurso. Essa vontade me deixava inquieta como se o mundo estivesse perdendo algo muito grandioso que só eu pudesse acrescentar.

Descobri nesse dia, que essa inquietação era o Ego gritando, pedindo atenção, dizendo: Eu conheço o assunto que você está comentando, tenho uma nova informação que talvez você não conheça, e ainda tenho um fato pra complementar, me ouça!”. E sabe de uma coisa? Todas as vezes que deixei de interromper alguém, esse alguém conseguiu criar um argumento tão completo que realmente todas as informações que eu sentia o dever de compartilhar já não fazia mais sentido algum.

Às vezes o silêncio é a melhor resposta, e sempre o melhor professor.

 

Não era só deixar de falar que era difícil. Ouvir era ainda mais desafiador.

Enquanto outra pessoa estava expondo seus pensamentos, minha mente já estava analisando, julgando e pensando no que falar ao invés de simplesmente ouvir.

Apenas receber as informações sem impor nenhum julgamento sobre elas.

Você já fez isso? É mágico. As palavras deixam de ser ruidosas e não geram julgamentos ou emoções, elas são suaves, apenas nos apontam a informação.

Não estou sugerindo de forma nenhuma a apatia. A sugestão é ouvir genuinamente.

Dê a chance das coisas serem como são antes de transformá-las no que você acha que deveriam ser. Depois de ouvir com neutralidade, sem gerar julgamentos você pode decidir o que fazer ou como se sentir diante do que foi dito, mas não antes disso.

Depois que participei desse exercício, comecei a observar mais as relações e a forma como o diálogo se dava nelas. Percebi uma tendência enorme nas relações modernas: O monólogo em dupla, ou em grupo. Cada um fala de si, sem acrescentar nada relevante a fala do outro e sem o ouvir verdadeiramente.

Recentemente fiz um teste: Chamei 3 amigas para um bar com o pretexto que  “eu precisava conversar”.

E eu não fui verdadeiramente ouvida nenhuma vez. Cada vez que eu expunha um pensamento a pessoa encontrava uma forma de falar de si mesma por associação. Sabe aquela coisa?

– Nossa, briguei com meu namorado! Isso está me deixando tão triste…

– E eu que peguei várias conversas no Whatsapp do Pedro. Tô pior que você, menina!

E já vi conversas seguirem assim por horas, como se competissem pela melhor história, ou por quem tem o problema maior. (repare nas pessoas conversando ao seu redor).

 

A impressão é que ninguém nos ouve mais!

As pessoas andam sufocadas, com uma necessidade, muitas vezes inconsciente, de despejar suas emoções suprimidas. A substituição em massa da fala pelo texto é um dos grandes causadores dessa necessidade demasiada de falar, perdendo-se, consequentemente, a habilidade de ouvir.

Os relacionamentos estão morrendo por mensagem de texto. (e vamos combinar, não somos todos “reis da ortografia”. Como não vai dar treta? Uma vírgula muda tudo!).

Não quero saber.
Não, quero saber.

A interação social humana (ao vivo) é necessária e altamente recomendável para nossa saúde física e emocional. Somos seres sociais, mas não de redes sociais.

Vejo pessoas mais empolgadas de colocar “em um relacionamento sério” no facebook do que estar em um relacionamento realmente, e enfrentar tudo que vem com ele.

As redes sociais que têm nos contado que Fulano vai ter um bebê, ou que Ciclano se mudou para Nova Zelândia. Nos dias de hoje, dificilmente os telefones tocam.

Somos a geração holograma: Temos a ilusão de que estamos cercados de gente, mas atrás da telinha estamos sozinhos, nos comunicando superficialmente, sem conseguir nos tolerar e nos conhecer. Estamos entrando em uma introversão não saudável, fazendo literalmente galerias para expor nossos pontos fortes e gastando toda nossa energia usando máscaras para ignorar nossas sombras.

 

Te proponho um exercício! Da próxima vez que você conversar com alguém se pergunte: Estou realmente ouvindo, ou só estou esperando a minha vez de falar?

 

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*Fonte: osegredo

 

Pessoas boas nos ensinam a amar. As más a não ser como elas!

Sim, existem pessoas más e elas, meu caro, estão separadas em dois grupos: as que ser orgulham de serem assim e deixam isso explícito em suas ações e as que fingem serem boas pessoas, disfarçando-se de amigos, namorados e familiares que “torcem” para o seu bem.

Provavelmente, você já conviveu com muita gente assim e só percebeu o nível de maldade, depois que saíram da sua vida. O comportamento delas é quase padrão: ficam mal ao verem o outro bem, se deprimem ao saberem que a amiga encontrou um grande amor e quase morrem quando testemunham o sucesso profissional do colega de trabalho.

Pessoas maldosas são tão perigosas quanto veneno injetado na veia. Manipuladoras, interesseiras, invejosas e fracassadas (sim, tudo isso), essas pessoas não conseguem ver a felicidade alheia com naturalidade e entusiasmo. Julgam-se merecedoras de toda a atenção do mundo e, muitas vezes, não medem as consequências de suas palavras ou atos.

Se na vida social conviver com elas é um martírio, na vida sentimental as coisas conseguem ser piores. Elas diminuem o parceiro frequentemente, humilham, traem e jogam no outro a culpa de todos os erros. Além de tentar convencê-lo de que eles possuem sorte em tê-los em suas vidas. Triste, não? Mas é assim que acontece.

Se eu pudesse te dar um conselho hoje seria: afaste-se! Mas, afaste-se muito! Corra na velocidade da luz dessas pessoas. Egocêntricas, elas não sabem o limite entre a falta de respeito e a brincadeira saudável. Utilizam-se das pessoas como marionetes, encontram motivos para denegrir a imagem dos outros e subestimam a inteligência alheia para esconder o mau caráter que possuem.

Muitas vezes não é possível nos afastar fisicamente de quem nos faz mal, às vezes, é necessário suportar a falsidade de colegas de trabalho, de um familiar invejoso ou de um “amigo” maldoso com pele de cordeiro, mas podemos nos afastar psicologicamente e sermos felizes sem elas.

Tomar distância dos conflitos que essas pessoas geram e não compactuar das maldades que praticam já é um bom começo. Einstein dizia que “o mundo não está ameaçado pelas pessoas más, e sim por aquelas que permitem a maldade” e eu concordo com ele. Não permita que seus princípios sejam corrompidos.

Quando você consegue fazer isso, a vida muda o rumo. Tudo começa a dar certo, os planos saem do papel, a vida financeira flui e o grande amor da sua vida chega. Parece exagero, não é? Mas, acredite, é exatamente isso que acontece! Porque você começa a desintoxicar seu coração e a perceber que a maldade que via nas pessoas, na verdade, era uma distorção da realidade alheia.

Deixe a maldade e a carga da consciência pesada para quem caminha com elas. Mantenha em sua vida pessoas humildes e sinceras. Dessas que carregam em sua essência a generosidade de um coração limpo e de uma alma leve e segue tua vida. Tudo é aprendizagem. Enquanto as pessoas boas nos ensinam a amar, as más nos ensinam a não ser como elas.

 

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*Fonte: resilienciamag

Pessoas inteligentes lidam com pessoas tóxicas assim:

Para a maioria de nós, a vida diária é bastante estressante. Enfrentamos uma miríade de responsabilidades, tanto pessoais como profissionais, que muitas vezes nos colocam no extremo de nossos limites. É, portanto, necessário mitigar estressores que ameaçam nosso bem-estar mental, emocional e físico.
Semelhante às toxinas no ambiente, pessoas tóxicas podem causar danos graves. Ao contrário de muitas toxinas, no entanto, não há nenhum tipo de “aviso” que nos educa sobre as ameaças que essas pessoas causam.

Assim, devemos confiar em nosso julgamento, instintos e vontade para lidar eficazmente com as pessoas tóxicas.

O fato é que algumas pessoas são mais experientes em lidar com pessoas tóxicas do que outras; pois muitas vezes possuem um agudo senso de inteligência emocional e outros atributos, juntamente com a vontade de agir quando necessário.

 

Vamos discutir 9 maneiras através das quais as pessoas inteligentes lidam de forma eficiente e rápida com pessoas tóxicas:

 

1.Elas são muito autoconscientes

A psicologia hoje define o termo autoconsciente como “apreciação precisa e compreensão de suas habilidades e preferências, e suas implicações para o seu comportamento e seu impacto sobre os outros.”

Um forte senso de autoconsciência também é uma ferramenta de prevenção incrivelmente poderosa – e essencial. Ser autoconsciente permite que reconheçamos e compreendamos qualquer influência interna ou externa que ameace “nos tirar do jogo”. Claro, isso inclui pessoas tóxicas.

 

2.Elas perdoam, mas não esquecem

A matéria cinzenta entre nossos ouvidos não é o único determinante do intelecto. A inteligência é multifacetada.

As pessoas emocionalmente inteligentes entendem o perdão como um componente necessário do bem-estar psicológico. No entanto, também compreendem a importância de não esquecer aqueles que traíram sua confiança. Esta inteligência permite que a pessoa concentre seus esforços em construir relacionamentos com os indivíduos que ganharam tal direito.

 

3.Não são afetadas pelas circunstâncias

Não nos enganemos: não é fácil permanecer emocionalmente neutro quando entre pessoas tóxicas. No entanto, essa é uma necessidade absoluta. Resiliência é um atributo da inteligência emocional – e que ajuda enormemente ao ter que lidar com pessoas tóxicas.

Definimos a resiliência como “essa qualidade incrível que permite que algumas pessoas sejam derrubadas pela vida e voltem mais fortes do que nunca.” Não se engane, as pessoas tóxicas fazem com que muitos sejam “derrubados”, mas a resiliência nos permite voltar fortes.

 

4.Elas estabelecem limites rapidamente

Pessoas inteligentes muitas vezes possuem a capacidade inata de permanecerem produtivas e eficazes. Para este fim, vão rapidamente mitigar qualquer ameaça detectável que possa afetar essa capacidade. Além disso, quando pessoas inteligentes detectam pessoas tóxicas, tomam uma ação rápida e eficaz.

Isso não significa que serão rudes e abrasivas. Elas serão educadas e firmes, mas inequívocas e intransigentes. Apenas não permitirão que as pessoas negativas afetem-nas de qualquer forma.

 

5.Elas são inteligentes com sua energia

Enquanto as pessoas tóxicas prosperam drenando a energia de outros, pessoas espertas prosperam mantendo sua fonte de energia. Ser “inteligente em termos de energia” significa simplesmente compreender como gerir a energia da forma mais eficiente possível.

Quando somos inteligentes em termos energéticos, não permitimos que pessoas tóxicas drenem este precioso recurso. Em vez disso, o conservamos para tomarmos medidas positivas.

 

6.Elas focam em uma tarefa de cada vez

Pessoas tóxicas são simplesmente outra distração externa. Essa percepção não é desumanizante – é realista e justa. Na verdade, muitas pessoas tóxicas pretendem distrair os outros com suas atitudes.

Pessoas inteligentes simplesmente não permitem tais distrações. Elas se concentram no que está a sua frente e seguem … independentemente de quem está ao seu redor.

 

7.Elas procuram seu sistema de apoio

As pessoas inteligentes são muitas vezes pessoas impulsionadas – indivíduos que procuram uma vida melhor para si e seus entes queridos. É também bastante provável que esses indivíduos compreendam a importância da orientação e do trabalho em equipe.

Quando confrontadas com o desafio de uma pessoa tóxica (ou grupo de pessoas), elas buscam mentores de confiança e colegas para corrigir a situação.

 

8.Elas verificam rapidamente a autofala negativa

Mesmo aqueles com alta inteligência emocional são suscetíveis a autofala negativa, de vez em quando. As pessoas tóxicas podem induzir o pensamento negativo nos outros, se não estiverem preparados para tal – e isso acontece com todos nós.

No entanto, as pessoas inteligentes muitas vezes são capazes de reconhecer e neutralizar rapidamente a autofala negativa. A capacidade de neutralizar também se aplica a pensamentos contraproducentes que surgem de uma pessoa tóxica.

 

9. Elas estão orientadas à solução

As pessoas inteligentes têm talento para procurar soluções para os problemas. Lidar com uma pessoa ou grupo de pessoas tóxicas é apenas outra questão que exige uma solução. Tipicamente, as pessoas emocionalmente inteligentes avaliarão suas opções e tomarão a ação apropriada.

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*Fonte: osegredo
Traduzido pela equipe de O Segredo – Fonte: Power of Positivity

As pessoas querem que você esteja bem, mas nunca melhor do que elas

Algumas pessoas querem te ver bem, mas não melhor do que elas. Esse tipo de pessoa pode sentir apreço e carinho por você e se alegrar com as suas realizações, desde que o seu sucesso não supere o dela.

Este fenômeno de alta frequência pode ocorrer em diversas áreas: entre colegas de trabalho, entre os membros de uma mesma família, no grupo de amigos e até mesmo entre os casais. Então nos perguntamos: como é possível que isto possa acontecer entre pessoas que supostamente se amam?

Eu lhe respondo. O mundo está cheio de pessoas que se alegram quando as coisas não estão indo bem. Infelizmente, são muitas as pessoas que não suportam o sucesso daqueles que conhecem e preferem menosprezar ou ignorar esse momento de sucesso em vez de compartilhar a comemoração.

 

A armadilha da pressão social

É evidente que não podemos ser imunes a qualquer tipo de pressão social. Somos seres que vivem em sociedade e, como tal, é normal que em algum momento sintamos “pressão” pelas opiniões ou expectativas dos que nos rodeiam.

Vamos analisar uma situação típica. Você está contando para alguém da “sua confiança” quais são os seus objetivos ou ideias, algo que parece ser bom e você tem o carisma suficiente para realizá-los. Muitas vezes essa pessoa não mostra muito interesse, não o incentiva ou até mesmo tenta tirar “essas ideias” da sua cabeça.

 

Se você é uma pessoa que tem medo da rejeição ou de não atender às expectativas dos outros, sempre procura agradar aos demais. Dessa forma, permite que se crie um círculo vicioso como o exemplo abaixo:

1- Eu espero que os outros aprovem as minhas expectativas.

2-  Se não for aprovado, deixo de fazer o que realmente quero (porque acredito que o que eu quero “é absurdo”).

3- A minha autoestima diminui e com ela o meu amor próprio.

4- Eu volto ao ponto 1, pois como tenho uma baixa autoestima, sacrifico as minhas opiniões para adotar os critérios dos outros.

 

Amigos tóxicos que não querem o melhor para você

Aprenda como interpretar estas situações, de modo que reforce a sua capacidade de não se deixar enganar pelas pessoas. Tenha certeza de que a inveja de um amigo ou qualquer ente querido que vive ao seu redor pode ser mais prejudicial do que o ódio de um inimigo.

Um amigo que tenta ofuscar o seu brilho é um amigo que quer controlá-lo, e um amigo que quer controlá-lo é um invejoso. E por que sente inveja? Pode ser por diferentes razões: o seu relacionamento com as outras pessoas, as suas ideias, as suas aspirações, etc.

Na minha opinião, a palavra “tóxico” deveria ser um adjetivo incompatível com a palavra “amigo”. O antídoto para a toxicidade entre os colegas e amigos é aprender a acompanhar e celebrar os sucessos das pessoas ao seu redor, começando pelos amigos e familiares.

 

Aprenda a brilhar sem se sentir mal

Para você que eu não conheço (ou se conheço), quero dizer que existem pessoas que quando entram em uma sala, iluminam tudo com a sua luz. E elas são, entre outras coisas, pessoas humildes que aprenderam a admirar os outros sem se sentirem ameaçadas.

Elas deixaram de caminhar pela vida como uma mala, tomando más decisões somente para agradar o outro. Aprenda a ignorar o mundo e ouvir mais o que está dentro de você. Não deixe que ninguém destrua a sua originalidade e as suas aspirações (mesmo que acreditem que sejam absurdas).

Não perca o seu tempo com projetos medíocres ou que você realmente não quer apenas porque alguém da “sua confiança” fez você duvidar de seus pontos fortes. Não pague o alto preço de se transformar em alguém artificial somente para conseguir o aplauso que você já merece, simplesmente sendo como você é.

 

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*Fonte: amenteemaravilhosa

 

10 razões para namorar um motociclista

1. Temos um senso de aventura maior
Você conhece o velho clichê sobre gostar de longas caminhadas na praia? Pois nós gostamos de longos rolés na praia, montanhas, desfiladeiros, desertos… Sempre teremos algo para desfrutar em praticamente qualquer destino de viagem. Nos dê uma boa estrada e um belo destino, e estamos prontos. Esqueça passagens aéreas caras, hotéis e restaurantes cinco estrelas… A gente já fica feliz de comer em uma boa lanchonete ao final de um dia inteiro pilotando.

2. Nós não morremos de medo do mundo à nossa volta
Motociclistas são lembrados constantemente da sua mortalidade: “meu parente/irmão/amigo/amigo do meu amigo morreu andando de moto” ou “esse negócio é perigoso, sabia?”. Sim, a gente sabe. Mas a gente também sabe que podemos morrer andando a pé na rua, em um avião ou por alguma doença ou vírus qualquer. E isso nos leva de volta ao item nº1 da lista: queremos nos divertir e tentar coisas novas.

3. Somos bons controlando orçamentos
Claro, cada um de nós tem maneiras diferentes de fazer isso… Mas todos nós sabemos como controlar um orçamento. Aquele upgrade na moto pode custar mil reais, mas a gente vai largar mão de comprar roupas novas ou de sair para jantar fora por algumas semanas para conseguir o dinheiro. Nós vamos entender quando você não quiser gastar R$200 naquele restaurante cinco estrelas da moda, e vamos ficar empolgadíssimos se você preferir fazer um churrasco ou trocar um óleo na garagem (com duplo sentido e tudo).

4. Nós gostamos das pequenas coisas da vida
O som por detrás do topo de uma montanha coberta de neve, um pequeno tufão de poeira no horizonte, a névoa deslizando pelo campo, esses são os momentos que mexem com o nosso coração. A transição de uma asfalto danificado pelo clima para um asfalto novinho deixa a gente muito feliz. Esqueça as reclamações constantes, a gente sabe como olhar para o lado bom da vida.

5. Somos dedicados
Para muitos, andar de moto não é só mais uma maneira de chegar ao trabalho… É um estilo de vida. Um que vai ficando cada vez melhor quando você dedica mais tempo a ele, o que geralmente não é fácil. Não é algo que você consegue largar com um estalar de dedos, e esse tipo de dedicação costuma transbordar para outras áreas das nossas vidas. Quando as coisas ficam difíceis, motociclistas continuam em frente. Estamos sempre dispostos a ajudar outros motocliclistas, e geralmente temos um grande senso do mundo ao nosso redor. E que diabos isso quer dizer? Quer dizer que nós ajudamos uns aos outros. Não se meta com a família dos motociclistas.

6. Somos observativos
Nossas vidas dependem de olhar para tudo ao nosso redor e de enxergar o que estamos vendo, por isso você vai estar mais seguro ao nosso lado. Se algum dia servirmos de motorista para você em um carro, você pode ter certeza de que a gente ESTÁ vendo aquele idiota prestes a nos fechar. A gente sempre lembra de olhar para os dois lados, e fazemos nossa checagem “pré-vôo”, e a gente sempre se lembra de buscar aquele item no caminho de casa (apesar de escolhermos o caminho mais longo).

7. Somos adaptáveis
Surgiu um imprevisto? Sem problemas. Teve que cancelar os planos? Tranquilo, a gente vai sair em um encontro com o nosso primeiro amor… Nossa moto. Quando você se acostuma com a estrada, você se acostuma a ir com a maré. Pneus furados e baterias arriadas acontecem, então a gente entende sobre imprevistos e como fazer as coisas funcionarem.

8. Não somos grudentos
Mensagem de texto de hora em hora? Provavelmente não, a gente está muito ocupado andando de moto ou trabalhando para pagar nossa próxima viagem/revisão/upgrade. Ser motociclista dá um certo nível de independência, o que nós permite ter nossas próprias vidas dentro de um relacionamento.

9. Fazemos as melhores massagens
Em sua maioria, as mãos de um motociclista não são delicadas, macias e fracas. Graças as longas horas viajando e mexendo nas motos, eles vão ter mãos mais fortes, o que significa massagens mais longas e melhores. Além disso, após horas na estrada, a gente sabe onde fica aquele nó nas suas costas. De nada.

10. Nossos gestos românticos são sensacionais
Vou usar alguns estereótipos (considere-se avisado). Claro, uma garota que faz biscoitos para você é sensacional. Mas se ela chega para entregá-los de moto para você, e ainda melhor. E lógico, um cara chegando com um buquê de rosas é adorável. Mas um cara batendo na sua porta de capacete, com uma única rosa que ele carregou nos dentes por quilômetros até chegar na sua casa, é ainda mais adorável. Golaço.

 

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*Fonte: olddogcycles / MotoLady

Tudo que damos, nós recebemos de volta… No universo é assim!

O dar e o receber

Nós já entendemos que na vida tudo o que damos, nós recebemos de volta. Lei do carma, ação e reação. Tudo no Universo é assim. Toda energia que expressamos de dentro para fora retorna até nós.

Ela pode ser expressada por atitudes, palavras, gestos, pensamentos, não importa sua forma, mas vale a consciência de que absolutamente sempre ela retornará. Vejo muita gente querendo manipular essa energia e são constantemente surpreendidos pelo retorno negativo de suas atitudes porque não compreenderam a energia não é criada somente pela mente, mas sim, pela emoção em ação. Exemplifico:

Será aniversário do Joãozinho e lhe darei um presente para ele gostar de mim. Imagino que quando chegar o meu aniversário ele me dará um presente também e assim ficarei amiga dele. E ser amiga dele será muito bom porque terei muitas regalias já que ele tem um excelente trabalho.

Penso isso e dou o presente para o Joãozinho, Joãozinho que nunca quis ser seu amigo, agradece gentilmente meu presente e depois, segue me ignorando ou não sendo meu amigo. E o pior, naquela semana o povo do telemarketing descobre o meu telefone e me ligam constantemente, assim me deixando irritada. Xingo o telemarketing sem me dar conta que fui eu mesmo que criei tudo isso a minha volta. Por que? Minha mensagem para o Universo foi: Estou carente, não gosto da minha vida e quero ter algo que não tenho. Vou “sugar” do Joãozinho algo que eu não tenho e gostaria de ter. E assim, para mim, retorna pessoas que de certa forma estão me dando atenção e que também querem sugar algo de mim.

Portanto, o grande pulo do gato para desmistificar isso é: a sua ação deve ser genuína, ou seja, vinda do coração. Para isso, deve estar sempre atento em como andam suas emoções, como você está se sentindo para compreender o que está emitindo. Quando agimos pelo coração, nós agimos pelo prazer de agir e não esperamos por resultado nenhum. Assim, nós somos surpreendidos pela vida com resultados inesperados. Exemplifico novamente:

 

    Eu estou no supermercado fazendo compras rotineiras para a casa. Passo pela estante dos vinhos que me chamam a atenção por estarem em promoção. Começo a ver se há algum vinho que me apetece, até que uma garrafa me lembra do Joãozinho, e eu penso: “ Nossa, ele foi nessa vinícula nas últimas férias e me falou maravilhas desta viagem”. Pego uma garrafa para mim e em seguida, intuitivamente, me lembro que será aniversário dele em dois dias e decido levar uma para ele também…. Quando dou o presente ele é surpreendido e se encanta por minha gentileza. Assim, sem qualquer “segunda intenção”, criamos uma conexão emocional.

 

Neste segundo exemplo, fica claro que minhas emoções comigo mesma estão alinhadas com minha mente. Estou bem e segura comigo, não há carência ou insegurança como no outro caso onde eu queria fazer algo para agradar, onde eu me sentia em desvantagem pela vida. Escolho dar algo para ele apenas pelo meu prazer em presentear e algo que faz sentido porque de fato me lembrei genuinamente dele. É um sentimento que me faz bem, consequentemente, fará bem a ele também. Dias mais tarde posso receber uma ligação de algum amigo que mora longe e que pensou em mim, ou mesmo, ganhar algumas frutas de um feirante onde costumo comprar. O universo é assim… tudo flui, naturalmente.

Gosto da frase “deixe de lutar com a vida e ela te ajudará”. Acredito que esse é um segredo. Nos conectarmos com nossas emoções, aceitá-las e fluir. Sem luta, com união. Menos mente, mais coração. Menos fórmulas, mais ações. Menos teorias, mais práticas. E lembre-se, a vida é uma constante abundância. Ela está em todos os lugares, só precisamos percebê-la.

 

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*Fonte: osegredo / Helena Verhagen

 

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A verdade sobre a química entre duas pessoas

A química tem um propósito. Não é aleatória; não é um acaso. Há informações essenciais na atração que ocorre entre duas pessoas.

É importante para nós sabermos a utilidade da química para que possamos usá-la a sentimos mais amor em nossas vidas. Sem compreendermos que há uma ordem secreta para o amor, nos sentimos fora de controle. E ninguém gosta disso.

Não se preocupe, você não está fora de controle. Está apenas no amor. E há uma razão para você sentir uma forte atração química por certas pessoas.

Eu ouvi muitas vezes as pessoas falando sobre química como se fosse uma coisa ruim. Como devemos ser cautelosos com as pessoas pelas quais somos atraídas. E eu entendo por que isso é um aviso comum: Porque essas pessoas tendem a trazer os nossos problemas para a superfície.

É verdade que a forte atração faz um passeio selvagem no amor. Mas a pergunta é: Isso é realmente uma coisa ruim?

Algumas pessoas vão dizer que sim. Claro, se você quer que a vida seja fácil, então o caminho da forte atração não é para você (Nota: Existe um caminho fácil? Eu ainda estou tentando descobrir isso). Claro, todos nós queremos que o amor seja simples. Mas nós somos complicados! Então, por que nossos relacionamentos seriam diferentes?

De uma perspectiva espiritual, o amor deve ser um passeio selvagem. Isso não significa que devemos ficar em relacionamentos abusivos ou horríveis. Mas isso significa que reconhecemos que o amor vai fazer-nos crescer em versões mais completas de nós mesmos. E isso não é fácil!

Sentimentos como insegurança, dúvida, medo, inveja, julgamento e desprezo (todos sentimentos de ego) vão aparecer com as pessoas que mais desejamos. Devido a isso, muitos de nós categorizamos essas relações altamente atraentes como “ruins” ou “insalubres”. Espiritualmente falando, no entanto, essas relações estão fazendo o que devem fazer – trazendo seu ego para a superfície para que você possa transformá-lo.

Quando nos lembramos de que as relações são destinadas a nos ensinarem o crescimento, nos aproximamos do “mau” de maneira muito diferente. Sabemos que há uma lição em cada desafio – a lição é recuperar uma conexão com o amor.

Lições de amor assumem muitas formas diferentes. Às vezes, se reconectar com amor significa deixar a relação. Às vezes; se reconectar com o amor significa olhar ao redor e trabalhar através dos desafios. Às vezes, a lição é aprender a perdoar o seu parceiro. Às vezes, a lição é aprender a perdoar a si mesmo.

Sim, todos nós queremos a paz nos relacionamentos; que supostamente devem nos fazer felizes e amorosos. E quando isso não está acontecendo, sabemos que nos desviamos do caminho do amor e temos de voltar à pista. É assim que crescemos.

Não ignore ou subestime a química que você sente; lembre-se que ela existe por um motivo. As pessoas que mais te atraem são seus maiores mestres no amor. Mostre-se aberto para as lições que elas têm para você.

Por favor, deixe um comentário abaixo sobre o que você aprendeu com seus relacionamentos com mais química.

 

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*Fonte: osegredo

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Cientistas explicam porque as pessoas inteligentes preferem menos amigos

Muitos de nós já nos perguntamos, vez ou de outra, o que faz uma vida bem vivida. Ser cercado pela família e um monte de amigos? Pode ser cercado por um punhado seleto de pessoas em sua vida? Você já observou uma pessoa realmente inteligente em sua vida e os amigos com os quais se cerca? E a quantidade de pessoas ao seu redor? Acontece que as pessoas mais inteligentes preferem menos amigos e aqui está o porquê.

 

O que faria a maioria das pessoas feliz

Uma nova pesquisa, publicada no British Journal of Psychology, trata de questões sobre o que exatamente define uma vida bem vivida. Acontece que, os estilos de vida “de caçadores” de nossos antepassados formam a base do que nos faz felizes agora. A pesquisa entrevistou aproximadamente 15.000 pessoas entre as idades de 18 a 28 anos de idade. Os pesquisadores descobriram que as pessoas que vivem em áreas densamente povoadas relataram menos satisfação com a qualidade de sua vida. A próxima conclusão sugere que quanto mais frequentes nossas interações com amigos próximos, mais melhoramos a nossa felicidade autorelatada.

 

Pessoas inteligentes são uma exceção

No entanto, existe uma exceção. Para aqueles com quocientes de inteligência mais elevados, essas correlações drasticamente diminuem. “O efeito da densidade populacional na satisfação com a vida era, portanto, mais de duas vezes maior para os indivíduos de baixo QI”. Assim, quanto mais inteligente você é, menos está satisfeito com a vida se socializando com os amigos com mais frequência. Mas por quê?

 

Pessoas inteligentes estão focadas em objetivos de longo prazo

As pessoas com QI mais elevado e capacidade de usarem sua inteligência, são menos propensas a gastarem tempo socializando. Por quê? As pessoas inteligentes estão focadas em objetivos de longo prazo. São obrigadas, e talvez um pouco mais orientadas a usarem sua inteligência para criarem algo maior do que elas mesmas.

Por exemplo, pense em alguém que você conhece que fez pós-graduação ou começou seu próprio negócio. Ao perseguir suas ambições e objetivos, esse alguém teve de minimizar interações sociais para permanecer na tarefa de alcançar seu objetivo. Uma pessoa inteligente, na busca de alcançar algo maior e melhor do que ela mesma, pode considerar a interação social como uma distração, algo que a afasta de objetivos a longo prazo, o que, por sua vez, podem afetar seu bem-estar geral.

Quando buscando um objetivo a longo prazo, o indivíduo mais inteligente prefere ficar em casa e trabalhar no sentido de seus sonhos e ambições, em vez de sair em um sábado à noite com alguns amigos. Não é que ele não valoriza a amizade, mas quando está à espreita de alcançar a grandeza, julga a socialização como distração.

 

Como as pessoas inteligentes se desenvolveram de forma distinta durante a evolução do cérebro humano

O cérebro humano evoluiu para atender as demandas do nosso ambiente ancestral na savana. A densidade da população era baixa e subsistíamos por um estilo de vida caçador-coletor. Durante estes tempos, ter contato frequente com os amigos ao longo da vida era necessário para a nossa sobrevivência e posterior reprodução da nossa espécie.

Nos dias de hoje, a nossa vida mudou drasticamente, assim como nossas interações com o outro. As pessoas inteligentes podem ser mais capazes de lidar com os novos desafios que a vida moderna nos lança. Ou seja, essas pessoas têm uma melhor capacidade de resolverem problemas evolutivos e novos e mais facilidade de lidarem com novas situações.

Quando você é mais inteligente, é mais capaz de se adaptar às coisas e tem mais facilidade em fundir suas predisposições ancestrais com o mundo moderno.

 

Pessoas inteligentes valorizam relacionamentos de uma maneira diferente

As pessoas inteligentes valorizam amizades e relacionamentos como qualquer outra pessoa, mas tendem a ser mais seletivas com a forma como gastam o seu tempo. Não é que elas não valorizam amizades e socialização, é que também valorizam os seus interesses pessoais.

 

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*Fonte: osegredo

 

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As coisas acontecem quando você não as espera

As coisas acontecem quando você não as espera, as coisas acontecem quando você não as força, as coisas acontecem quando você não está ansiando por elas.

Mas isso é uma consequência, não um resultado. E fique claramente consciente da diferença entre “consequência” e “resultado”. Um resultado é conscientemente desejado; uma consequência é um subproduto. Por exemplo: se eu digo a você que se você brincar, a felicidade será a consequência, você vai tentar por um resultado. Você vai e brinca e você fica esperando pelo resultado da felicidade. Mas eu lhe disse que ela será a consequência, não o resultado.

A consequência significa que se você está realmente na brincadeira, a felicidade acontecerá. Se você constantemente pensa na felicidade, então, ela tem de ser um resultado; ela nunca acontecerá. Um resultado vem de um esforço consciente; uma consequência é apenas um subproduto. Se você estiver brincando intensamente, você estará feliz. Mas a própria expectativa, o anseio consciente pela felicidade, não lhe permitirá brincar intensamente. A ânsia pelo resultado se tornará a barreira e você não será feliz.

A felicidade não é um resultado, é uma consequência. Se eu lhe digo que se você amar, você será feliz, a felicidade será uma consequência, não um resultado. Se você pensa que, porque você quer ser feliz, você deve amar, nada resultará disso. A coisa toda será falsificada, porque a pessoa não pode amar por algum resultado. O amor acontece! Não há motivação por detrás dele.

Se há motivação, não é amor. Pode ser qualquer outra coisa. Se eu estou motivado e penso que, porque desejo a felicidade, vou amá-lo, esse amor será falso. E como ele será falso, a felicidade não resultará dele. Ela não virá; é impossível. Mas se eu o amo sem qualquer motivação, a felicidade segue como uma sombra.

A aceitação será seguida por transformação, mas não faça da aceitação uma técnica para a transformação. Ela não é. Não anseie por transformação – somente então a transformação acontece. Se você a deseja, seu próprio desejo é o obstáculo.

Osho

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felicidade

Estamos todos numa multidão e numa solidão ao mesmo tempo…

“Estamos todos numa multidão e numa solidão ao mesmo tempo”, disse Zygmunt Bauman.

Uma frase aparentemente contraditória que elucida os relacionamentos modernos.

Em um mundo cada vez mais conectado, é de se estranhar a tamanha solidão que nos forma. Desse paradoxo, Bauman tirou a sua emblemática frase, uma vez que estava atento para a relação entre esses dois fatores. É indiscutível os grandes avanços que o desenvolvimento tecnológico permitiu, principalmente, no que tange às tecnologias da informação. Entretanto, é preciso, como fez o sociólogo polonês, estar atento às problemáticas trazidas e/ou potencializadas a partir do desenvolvimento tecnológico.

Para ele, o grande atrativo dos relacionamentos desenvolvidos no meio virtual, as “amizades Facebook”, está na facilidade em desconectar que estas possuem, dispensando todo o desgaste que uma relação concreta exige. De fato, a internet permite que amizades sejam construídas e desconstruídas em um clique, todavia, isso não é um fato que se resume à internet, podendo ser tranquilamente aplicado às relações “concretas”. Dessa maneira, o Facebook e toda a parafernália tecnológica desenvolvida “apenas” potencializaram a dificuldade existente em nós de criar laços.

Apesar de não ser a causa propriamente dita, as tecnologias da informação não perdem o seu caráter problemático e contraditório percebido por Bauman, já que sendo aportes criados para promover a conexão, é contraditório como as suas próprias estruturas estimulam a desconectabilidade entre as pessoas. Mas, novamente, isso só acontece em função da nossa formação enquanto indivíduos, sendo, portanto, o maior (ou real) problema o homem e não a máquina.

Sendo assim, o problema deve ser encarado como um via de mão dupla, uma vez que o mundo virtual e o mundo real estão interligados, e a peça de ligação é o homem, de modo que se há condições para uma maior aproximação entre as pessoas, seja entre pessoas que se conhecem no mundo real (pois muitos dos nossos contatos no mundo “online” também existem no mundo “off-line”), seja entre pessoas que se relacionam “apenas” virtualmente, e isso, verdadeiramente, não ocorre, o epicentro do problema não está nos meios de comunicação, mas em quem sustenta, ou tenta sustentar, esses meios, inclusive, o olho no olho.

A questão é que não estamos dispostos a nos esforçar por qualquer relação, não queremos esperar o tempo de preparo, não queremos semear, e, dessa forma, nos adaptamos rapidamente aos “relacionamentos Facebook”, como também, passamos a “compartilhar” a nossa experiência virtual no âmbito físico. Isso ocorre porque ao não estarmos dispostos a nos empenhar em uma relação, acabamos por não conseguir nos conectar verdadeiramente a alguém e, consequentemente, dividir emoções, sentimentos, alegrias, sofrimentos, que é o que permite que uma relação verdadeira seja criada.

Pouco importa, assim, se a relação existe no mundo concreto, ela é tão líquida quanto a amizade que acabou de ser feita com alguém que mal se sabe quem é em uma rede social. O problema, portanto, não está no meio em que a relação foi desenvolvida, e sim, no meio em que ela se sustenta, se existe troca de afeto, de palavras, se há abertura para que qualquer coisa seja dita, para que confissões sejam feitas.

Isso é o que define uma relação, o modo como as pessoas que se relacionam se portam diante dela, em como elas fazem para que ela seja nutrida. Entretanto, não agimos dessa maneira e, por conseguinte, possuímos relações tão frágeis, que não possuem qualquer capacidade de retirar-nos da solidão, embora as redes sociais aparentem a grande conectividade que possuímos. Nesse ponto reside outro elemento de destaque e de interesse dos relacionamentos virtuais, a maquiagem que ela promove na nossa solidão, demonstrando, aparentemente, uma ideia falsa de rede. Contudo, como toda maquiagem, ela sai com água… ou com lágrimas, deixando vir à tona a solidão que em momento algum deixou de existir.

Posto isso, a solidão não deixou de existir porque temos milhares de amigos no Facebook ou porque conseguimos falar com um número gigante de pessoas por meio do WhatsApp. A solidão não deixou de existir porque ainda somos (e, parece-me, que estamos “evoluindo” nisso) “incapazes” de nos ligar à outra pessoa e, então, experimentar a beleza da pluralidade.

Ao contrário da solidão, as multidões aumentam, com a sua “capacidade” ludibriadora, fantasiando relacionamentos frágeis com máscaras de conectividade. Apesar de problemático, há pouco incômodo, porque as multidões, como disse, só fazem crescer. Multidões on-line cheias de solidões off-line, corpos próximos com almas distantes, mundo cheio de paradoxos, de distâncias próximas, de homens que mesmo estando na multidão, sentem-se sozinhos. Só mesmo uma resposta aparentemente contraditória para esclarecer uma mentira com aparência de verdade.

 

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*Fonte: osegredo

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Carta a quem me magoou

Eu escrevo esta carta para você, mas você nunca a lerá. Você me fez mal, muito mal. Na natureza não há justiça, e eu continuo a sofrer. Mas hoje eu percebi que, de alguma forma, eu tenho que tirar de dentro de mim a profunda tristeza que sinto, e é isto o que eu vou fazer agora, nesta carta a quem me magoou.

Desconfio do rancor e da mágoa porque estes não são bons amigos, então não me querem bem. Além disso, o ressentimento e a mágoa levam ao medo, e este é o que precisamente necessita desaparecer. Não que eu sinta medo de você, temo sim ter que reviver o meu sofrimento e voltar a cair no mesmo erro.

Então, decidi que tenho que enfrentá-lo, cara a cara, e falar tudo o penso; se apenas em minha mente ou não, vou fazer valer esta oportunidade. Se eu diminuir este medo eu vou também diminuir todos os outros.

Eu queria voltar a confiar em você, sabe? Na verdade, não peço nada de extraordinário, mas se eu tivesse conhecido melhor as suas características, eu não teria permitido que você me machucasse tanto. Nunca vou esquecer quão insuportável é a dor que você me causou. Depois de tudo, o que tenho para lhe dizer é “muito obrigado”, por ter me ensinado algumas coisas.

 

Eu aprendi que você não pode dar a alguém algo ele não quer receber. Você permitiu-se o luxo de me deixar isso muito claro.

Sim, hoje eu percebo que você era tão ruim para mim que me impediu de progredir por muito tempo.

Como alguém disse uma vez: “o verdadeiro ódio é a abnegação, e o assassinato perfeito é sempre esquecido”. Eu não acho que atirar uma pedra para cima seja uma boa ideia, uma vez que ela pode cair na minha própria cabeça. Certamente isto não traz felicidade, e eu também não gostaria de acrescentar miséria à minha vida.

Dizem que sangrar não dói, que é prazeroso, que é como se você se dissolvesse em óleo e passasse a respirar profundamente. A dor na alma de algum modo anestesia e, muitas vezes, você não se torna ciente do que está assumindo para si até que seja tarde demais.

Talvez eu esteja escrevendo isso com lágrimas de sangue e pura dor, mas eu estou tomando o controle do leme, porque eu decidi ir mais longe e superar o que você me provocou.

Devo dizer-lhe que eu escrevo isto porque por trás da minha coragem há também uma grande tristeza, uma humilhação infinita e uma delicada decepção. Eu me sinto acima de um vulcão, enquanto minha vida está por um fio, então eu tenho que largar a carga pesada e apagar o que você me ocasionou por dentro.

Eu preciso de muito pouco para estar bem e é por isso que essa dor e essa mágoa têm que sair de mim. A partir de hoje eu não vou mais guardar rancor ou raiva, eu não quero coisas desnecessárias em meu coração. Toda experiência dolorosa está fechada dentro de uma semente de crescimento e de libertação.

A realidade é que hoje eu me perguntei se poderia fazer algo que valesse a pena, então eu decidi escrever esta carta a quem me magoou, você. Ao contrário do que você possa pensar, esta carta não é para você, é para mim, porque eu preciso dela para liberar das minhas costas o peso deste fardo. Parei para pensar e decidi que eu não quero nada de negativo na minha vida, nenhuma mágoa, e eu percebi que aqui está você, tudo o que me fez, e a forma como eu me sinto.

Notei que libertar-me de você é o maior ato de amor próprio que eu poderia exercer. Hoje posso dizer que você está me fazendo um favor, porque agora, mais do que nunca, eu não quero que o meu corpo sirva de sepultura para a minha alma. Eu posso lidar com tudo o que está dentro de mim. Não tenho medo de viver, porque tudo o que tenho que fazer é que reaprender a ser feliz.

 

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*Fonte: amenteemaravilhosa

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A sua vida começará a mudar quando você parar de esperar

Frequentemente dizem que esperar sempre vale a pena, que é preciso ter paciência porque as coisas sempre acabam chegando. Agora, não podemos cair no extremo de deixar a nossa existência em “stand-by”, deixando que o presente escape.

Segundo uma pesquisa publicada na revista Boston Globe, as pessoas, especialmente os jovens, sempre procuram gratificações imediatas porque carecem de paciência de curto prazo. Contudo, no que se refere à proteção do futuro e realização de metas, a “necessidade do imediatismo” não é tão intensa. Somos capazes de esperar longos períodos até que a nossa hora chegue.

 

    Às vezes a ansiedade de esperar muito alguma coisa traz como conseqüência a desilusão de que esse algo não seja o que esperávamos.

 

A sua vida começará a mudar na hora em que você deixar de esperar e adequar suas expectativas à realidade. Precisamos ser agentes ativos do nosso presente, criadores de novos pensamentos e emoções que incentivem ações diferentes.

 

Quando esperar se transforma em uma escolha voluntária

 

Há quem faça da sua própria existência uma sala de espera eterna onde tudo se sonha, mas onde nada nunca chega. Ao contrário, outras pessoas fazem uma retroalimentação muito negativa frente a esses estados de adiamento da recompensa ou esse objetivo vital.

Fica claro que nem todos enfrentamos do mesmo jeito estas situações de espera: alguns se desesperam e outros se acomodam. Neste segundo caso estaria o conceito que muitos costumam definir como “um mal moderno”: a procrastinação.

A procrastinação é o ato de postergar de forma sistemática aquelas tarefas que deveríamos fazer.
É um fenômeno social e psicológico que nem sempre tem a ver com a simples preguiça, vai mais além dessa ideia e explica também o hábito de atrasar ou reagendar atividades ou projetos, esperando que o futuro os resolva.
O “procrastinador” costuma superestimar o tempo que tem para realizar uma tarefa ou projeto. Pensa que é melhor esperar a hora certa que, obviamente, nunca é o “aqui e agora”.
É preciso considerar que a procrastinação também acontece com pessoas muito ativas que se deleitam tendo ideias, mas que nunca a realizam porque. quando chega a hora, já mudaram de opinião e têm outro objetivo em mente.

As coisas nunca vêm por si sós, é possível que o destino traga um pouco de sorte em determinado momento, mas isso não é muito freqüente. O futuro não resolve as coisas se nós não propiciarmos antes o movimento, a ação e o próprio desejo da mudança. Deixe de esperar e a sua realidade será diferente.
    Vive-se melhor sem esperar nada de ninguém e esperando tudo de si mesmo.

 

Pare de viver em “stand-by”: seja autor da sua realidade

 

Apesar de León Tólstoi ter dito que tudo chega para quem sabe esperar, viver em “stand-by” pode fazer a pessoa cair em um estado de frustração e desamparo muito desesperador.

Uma pesquisa publicada na revista Psychological Science em 1997 advertia que é perigoso postergar as coisas e se limitar a esperar que o próprio futuro traga os nossos objetivos por si só.

 

Precisamos ser agentes ativos da nossa realidade, e por isso é preciso considerar estas ideias:

Deixe de colocar as suas expectativas somente no amanhã: não queremos dizer com isto que não devamos considerar o futuro, mas para que o futuro que sonhamos seja factível é preciso agir no aqui e agora.

Deixe de esperar tantas coisas dos outros: colocar expectativas elevadas naqueles que nos rodeiam nos traz sofrimento. Espere resultados de si mesmo, tome uma atitude realista sobre o que está no seu entorno e permita-se ser receptivo em vez de exigente com aqueles que o rodeiam.

Não existe uma vida perfeita, mas sim um estado no qual você pode ser feliz. Com esta ideia, resume-se mais uma vez o perigo de estabelecer expectativas elevadas. A perfeição não existe, mas sim esse equilíbrio maravilhoso no qual você pode ser você mesmo e se sentir orgulhoso do que tem.

Treine a sua capacidade de agir e decidir sem medo. Ser protagonistas da nossa história nos obriga a ser agentes ativos de contínuas transformações que devemos realizar sem temor.

 

Às vezes passamos o tempo sonhando com um futuro que, quando chega, não nos traz nada de novo. Então voltamos a esperar, a projetar. Em vez de nos frustrarmos, deveríamos ser capazes de iniciar a mudança, desenhar um plano, sair da zona de conforto, tocar a lua com a ponta dos dedos sempre que for possível…

 

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*Fonte: amenteemaravilhosa

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Deixei de dar explicações a quem entende o que quer

Não viva dando explicações para cada coisa que você faz: essa é uma fonte de estresse desnecessária. Não há necessidade de justificar o seu jeito de ser a quem já julga você por ser diferente, por ser único. Quem o ama o respeita. Portanto, evite cair na cultura do “o que vão dizer” e proteja a sua intimidade e as suas crenças.

Uma coisa que caracteriza a sociedade atual é que existem padrões para tudo: desde o aspecto físico até o que se considera “biologicamente” normal, como se casar, ter filhos, etc. A pressão social e inclusive familiar nos obriga frequentemente a ter que dar explicações para cada coisa que fazemos (ou que decidimos não fazer).

    Pratique a liberdade pessoal e a arte da assertividade. Deixe de dar explicações sobre tudo o que você faz: quem gosta de você não precisa disso, e quem não respeita você entenderá o que quiser.

 

Uma coisa importante que deveríamos começar a fazer hoje mesmo é refletir sobre o número de vezes em que nos justificamos perante os outros. Fazer isto em excesso é cair em incoerências, sofrimentos e custos desnecessários. Você é o seu próprio juiz e tem direitos assertivos para dizer: “não, não vou dar-lhe explicações porque isso não lhe diz respeito em absoluto”.

 

Dar explicações: uma fonte de estresse

 

Um artigo interessante publicado no espaço “Psychology Today” explica que precisamos aprender a enfrentar a todas essas pessoas que se atrevem a questionar as nossas “decisões vitais”.

– Como você ainda não se casou?

– Quando você vai tomar jeito e encontrar um bom trabalho?

– Por que vocês não tem outro filho?

O mais complexo destas situações é que os juízes que valorizam as nossas decisões ou “não ações” são precisamente os parentes mais próximos, por isso a pressão e a sensação de estresse são mais elevadas.

 

Razões que nos obrigam a ter que dar explicações

 

Para compreender um pouco melhor as fontes de sofrimento mais comuns, é preciso considerar estas dimensões com as quais todos podemos nos sentir identificados.

Um erro muito comum no qual costumamos cair é que nos condicionamos pela estressante necessidade de projetar a nossa existência procurando agradar os outros (e em especial as nossas famílias).

Outro aspecto a considerar é que há quem tenha feito da sua vida pessoal uma tribuna pública, onde cada atitude, escolha ou pensamento precisa ser dito em voz alta para encontrar aceitação. É algo que vemos com frequência em nossas redes sociais: um “curtir” é um reforço positivo com o qual a gente se sente bem logo depois de publicar um pensamento ou uma foto.

O medo do “o que vão dizer” continua muito presente atualmente. Há quem sinta a necessidade de justificar cada coisa que faz para não “quebrar” esse círculo de controle, onde agir ou não dar explicações é ser apontado como diferente.

 

Aplique na sua vida a seguinte regra: faça as coisas em vez de falar delas, porque as coisas, ao serem feitas, falam por si mesmas e não precisam de explicações.

Os nossos direitos assertivos

Um estudo realizado na Universidade de Ohio (Estados Unidos) e publicado na revista “Behavior modification” explica que o simples fato de desenvolver e aplicar estratégias assertivas melhora a nossa saúde e a qualidade das nossas relações sociais.

Todos nós temos direitos assertivos, isto é, você pode e deve ter as suas próprias opiniões e crenças, com direito de avaliar os seus sentimentos e condutas, e de aceitá-los como válidos mesmo que os outros não concordem ou não os aceitem.

 

Aprenda a ser assertivo: nem sempre é útil dar explicações

Agora… Como internalizar e aplicar estes pilares à nossa realidade mais próxima? Convidamos você a tomar nota:
Você tem direito de dar ou não dar explicações: os verdadeiros responsáveis pelo que fazemos, sentimos ou escolhemos somos nós mesmos. Se as pessoas gostam de você e o respeitam, não precisam das suas justificativas.
Estabeleça os limites de forma diplomática: quando, por exemplo, um familiar insiste em ouvir uma explicação sobre algo que não lhe diz respeito, coloque os limites com cortesia e use sempre frases curtas: “é a minha decisão”, “porque eu gosto assim”, “porque estou contente com a minha vida”.
Reconheça que, às vezes, dar explicações não serve para nada: é algo que devemos aceitar porque há aqueles que entendem o que querem, e com frequência a demanda de uma explicação já é por si só uma crítica ou uma forma de humilhação. Aprenda a ignorar as críticas vazias e não se estresse.

Evite o sofrimento inútil.

 

Antes de dar uma explicação, pense se o que você vai dizer irá contribuir para melhorar alguma coisa, solucionar ou prevenir algo de fato. Se não for assim, não se preocupe, sorria e limite-se a guardar silêncio.

 

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*Fonte/Texto: amenteemaravilhosa /Valéria amado

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Infantolatria: as consequências de deixar a criança ser o centro da família

Além das complicações na vida dos filhos, como dificuldade de socialização e insegurança, deixar a criança comandar a dinâmica familiar pode prejudicar – e muito – o casal.

As atividades da família são definidas em função dos filhos, assim como o cardápio de qualquer refeição. As músicas ouvidas no carro e os programas assistidos na televisão precisam acompanhar o gosto dos pequenos, nunca dos adultos. Em resumo, são as crianças que comandam o que acontece e o que deixa de acontecer em casa. Quando isso acontece e elas já têm mais de dois anos de idade, é hora de acender uma luz de alerta. Eis aí um caso de infantolatria.

“O processo de mudança nos conceitos de família iniciado no século 18 por Jean-Jacques Rousseau [filósofo suíço, um dos principais nomes do Iluminismo] chegou ao século 20 com a ‘religião da maternidade’, em que o bebê é um deus e a mãe, uma santa.

Instituiu-se o que é uma boa mãe sob a crença de que ela é responsável e culpada por tudo que acontece na vida do filho, tudo que ele faz e fará. Muitos afirmam que a mulher venceu, pois emancipou-se e foi para o mercado de trabalho, mas não: é a criança que entra no século 21 como a vitoriosa.

Esta é a semente da infantolatria”, explica a psicanalista Marcia Neder, pesquisadora do Núcleo de Pesquisa de Psicanálise e Educação da Universidade de São Paulo (Nuppe-USP) e autora do livro “Déspotas Mirins – O Poder nas Novas Famílias”, da editora Zagodoni.

Em poucas palavras, Marcia define infantolatria como “a instituição da mãe como súdita do filho e o adulto se colocando absolutamente disponível para a criança”. E exime os pequenos de qualquer responsabilidade sobre o quadro: “Um bebê não tem poder para determinar como será a dinâmica familiar. Se isso acontece, é porque os pais promovem”.

Reinado curto

A verdade é que existe um período em que os filhos podem reinar na família, mas ele é curto. “Quando o bebê nasce e chega em casa, precisa ser colocado no centro das ações, pois precisa ser decifrado, entendido. Ele deve perder o trono no final do primeiro, no máximo ao longo do segundo ano de vida, para entender que existe o outro, com necessidades e vontades diferentes das dele”, esclarece Vera Blondina Zimmermann, psicóloga do Centro de Referência da Infância e Adolescência da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

A infantolatria ganha espaço quando os pais não sabem ou não conseguem fazer essa adequação da criança à realidade que a cerca e a mantêm no centro das atenções por tempo indefinido. “Em uma família com relacionamento saudável, o filho entra e tem que ser adaptado à dinâmica da casa, à rotina dos adultos”, afirma a psicóloga.

Segurança ou insegurança?

Na casa da analista contábil Paula, é ao redor de Luigi, de cinco anos, que tudo acontece. Entre os privilégios do garoto estão definir o canal em que a TV fica ligada e o dia do fim de semana em que será servida pizza no jantar. “Acho importante a criança se sentir amada e saber que suas vontades são relevantes para a família”, opina.

Ela conta que seu marido, o também analista contábil Luiz André, não gosta muito disso e constantemente reclama que o filho é mimado demais. “Mas bato o pé e defendo essa proteção. Quando o Luigi crescer, será mais seguro para lidar com os adultos, já que suas opiniões são levadas em consideração pelos adultos com quem ele convive desde já”, acredita.

Não é o que as especialistas dizem. “Se o filho fica no nível dos pais, acaba criando para si uma falsa sensação de poder e autonomia que, em um momento mais adiante, se traduzirá em uma profunda insegurança. Ele sentirá a falta de uma referência forte de segurança de um adulto em sua formação”, explica Vera.

“Em uma família com relacionamento saudável, o filho entra e tem que ser adaptado à dinâmica da casa, à rotina dos adultos”

Marcia diz ainda que, ao chegar à idade adulta, esse filho cobrará os pais. “Ele olhará ao redor e verá outras pessoas se realizando independentemente dele. A criança que acha que o mundo tem que parar para ela passar não consegue imaginar isso acontecendo e não está preparada para lidar com a mínima das frustrações. Em algum ponto, acusará os pais de terem sido omissos”.

Para Vera, supervalorizar os pequenos e nivelá-los aos adultos “é o resultado de uma projeção narcísica dos pais nos filhos, que se veem nas qualidades que enxergam em suas crianças”. Marcia concorda: “Isso tudo tem a ver com a vaidade da mãe, que considera aquele filho uma parte melhorada dela própria e, por isso, a criatura mais importante do mundo”.

Os alertas do dia a dia

Muitas vezes, os pais não se dão conta de que estão tratando os filhos como reis ou rainhas, então precisam levar uns chacoalhões da realidade fora de suas casas. “Eles geralmente caem em si quando começa a sociabilização. A escola reclama porque o aluno não respeita as regras, a criança tem dificuldade para fazer amiguinhos porque as outras, com autoestima positiva, não querem ficar perto de alguém que ache que manda em todos”, aponta Vera.

“Em um futuro bem imediato, as reações dos colegas podem fazer a criança perceber que precisa mudar. Ela se comportará com eles como faz com a família e receberá a não-aceitação como resposta. Terá de lidar com isso para ter amigos”, afirma Marcia.

Mesmo assim, ela ainda correrá o risco de não conseguir rever seus comportamentos devido a uma superproteção parental, adverte Vera: “Em alguns casos dá para ela se salvar, mas muitos pais preferem culpar o ‘mundo injusto com seu filho perfeito’, o que impede que ela entenda as necessidades dos outros e reforça seus problemas de inadequação para a adaptação social”.

E como fica o casal?

Além de todas as complicações causadas pela infantolatria na vida dos filhos, ela prejudica – e muito – o casal que a promove. “Na relação saudável, o casal continua sendo o mais importante na família mesmo com a chegada da criança. Se os pais mantêm o filho no centro por mais tempo do que o necessário, acabarão se afastando”, alerta Vera.

“Some o casal. O ‘marido’ e a ‘mulher’ passam a ser o ‘pai’ e a ‘mãe’. E se em uma casa a mãe é a santa e o filho é o deus, onde fica o espaço do pai?”, questiona Marcia. “Muitos tentam entrar, reconquistar seu espaço, mas outros simplesmente caem fora”, constata.

O futuro da infantolatria

Sabendo disso tudo, os pais têm condições de se preparar para evitar os estragos na criação dos filhos. Marcia conta que percebe que as pessoas têm encontrado em sua análise uma saída para a tirania infantil.

“Não sou adivinha, mas creio que o novo arranjo familiar, em que os pais também assumem funções na criação dos filhos e as mães seguem carreiras por prazer, vá ajudar a mudar o panorama, assim como os arranjos homoparentais que começam a ser mais comuns”, diz, para complementar: “Creio que todos os comportamentos continuarão existindo, mas temos a obrigação de trabalhar para reverter esse quadro. O filho não é o centro porque quer, mas porque o adulto permite”.

Vera enxerga o futuro da situação de forma um pouco diferente. “Nossa sociedade é muito apressada e, no geral, não dá espaço para a preocupação com o outro. Isso tende a potencializar esse tipo de problema, a naturalizar para a criança o fato de que ela é o que mais importa, como aprendeu em casa com o comportamento dos pais em relação a ela”, finaliza.

 

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*Fonte: fasdapsicanalise/Raquel Paulino

filhosmandoes

Temos que aprender a nos afastar de quem não precisa de nós

Temos que aprender a priorizar a nós mesmos e compreender que, para o bem ou para o mal, somos as únicas pessoas imprescindíveis em nossas vidas, e todos aqueles que nos prejudicam, sobram.

Se você está acostumado a usar as redes sociais, certamente já conhece esta opção chamada “bloquear amigo.” Em algumas ocasiões, acumulamos nestes espaços pessoas que não conhecemos de verdade, relações que nos trazem mais problemas do que benefícios.

Hoje em dia, e especialmente entre as pessoas mais jovens, é comum que as amizades terminem deste modo. Quem não existe nas suas redes sociais, não existe na sua vida. É uma forma fria e também impessoal de romper vínculos.

Pois bem, usando este exemplo, muitos de nós deveríamos fazer o mesmo na vida real. Em algumas ocasiões carregamos relações em nossas costas que atrapalham muito o nosso crescimento pessoal.

No entanto, também não se trata de ir chamando porta a porta para avisar que não queremos mais a amizade de alguém. Trata-se apenas de saber priorizar e não investir tempo e esforço em pessoas que não os merecem.

 

Aprender a nos afastar de quem não precisa de nós

Nem sempre é fácil perceber quando chega este momento no qual deixamos de ser importantes para alguém. E não é apenas isso, algo que também pode acontecer é que percam o respeito por nós, e que esta necessidade se transforme em algo baseado no interesse.

É necessário saber diferenciar entre quem precisa de você de forma autêntica e o ama, e em, na verdade, se “descolou” faz tempo de nosso coração.

Se você tem filhos, certamente já notou que sempre chega um instante no qual eles deixam de precisar de nós. Isso vem com a própria maturidade, com a sua capacidade de ser independentes.

Porque os filhos, na realidade, sempre irão precisar de nós. Estamos falando, é claro, do afeto.

Há amizades que aparecem sempre de forma pontual nos instantes em que precisam de algo. Quando querem um favor, quando precisam ser escutados e “só nós sabemos como fazê-lo”. Devemos ter muito cuidado nestes casos.

Mostraremos apoio, afeto e compreensão a nossas amizades, sempre e quando existir reciprocidade. Uma amizade, assim como todo tipo de relação, se baseia em um intercâmbio sincero de emoções, pensamentos, apoios…

Se você não sente nenhuma destas dimensões e vê que estas pessoas só lhe procuram quando querem algo em troca, não hesite em impor limites.

Não se trata, assim como falamos antes, de romper o vínculo da noite para o dia. Na realidade, basta dizer a verdade em relação ao que você sente e estabelecer limites para o relacionamento.

“Isso você não pode fazer porque não me faz bem”, “Estou notando que você só busca a minha amizade quando precisa de algo. Eu gostaria de ter mais reconhecimento à minha pessoa da sua parte”.

O prazer de ser importante para quem realmente importa

Não se preocupe se, ao longo dos anos, você tenha que deixar muitas pessoas pelo caminho. Na realidade, a vida é assim mesmo, ir avançando para ficarmos com o mínimo, com o que realmente importa e engrandece o nosso coração.

Quem anda com a mente mais leve e o coração mais carregado se sente mais feliz e, por isso, não devemos ter medo de deixar ir quem não precisa de nós.

Haverá momentos em que você sentirá uma verdadeira dor ao comprovar que alguém que era muito importante para você deixou de sentir o mesmo. Deixou de reconhecer-lhe, de precisar de você.

Curar esta dor por esta descoberta requer tempo mas, por sua vez, devemos nos lembrar sempre de que o maior amor de nossas vidas deve ser sempre o amor próprio. Se você mesmo não se ama e não se respeita, não será capaz de abrir a porta para outras oportunidades.

As pessoas que são realmente importantes para você, na verdade, são poucas, mas certamente são as melhores. Não se trata, portanto, de “acumular amigos” como fazemos nas redes sociais. Na vida real, devemos priorizar e amar o que temos diante de nós.

Os que precisam de você irão demonstrar isso. E irão fazê-lo de forma íntegra, sem egoísmos nem chantagens. Porque quem o ama e respeita sabe estabelecer este intercâmbio cotidiano no qual todos ganham e ninguém perde.

Se as pessoas que precisam de você sabem demonstrar isso, não se esqueça nunca de demonstrar reciprocidade, fazer com que eles notem que nós também precisamos deles é uma forma de reconhecimento muito poderosa, porque faz com que eles se sintam úteis, importantes, e peças imprescindíveis em nossa rede de amigos mais próxima.

As pessoas precisam de muitas coisas para viver: alimento, calor, uma casa, instantes de ócio e liberdade. Mas também não devemos nos esquecer de que as coisas mais importantes deste mundo não são “coisas”, e sim pessoas.

Daí vem a importância de saber cuidar, atender, reconhecer, sem dar lugar a dúvidas, deixar ir pesos inúteis que só podem causar danos e prejudicar o nosso crescimento pessoal.

Faça de você mesmo a sua prioridade. Olhe cada dia por você e por quem você realmente considera importante. Temos que aprender a nos afastar de quem não precisa de nós.

 

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*Fonte/Texto: melhorcomsaude

prafrentex

 

16 sinais de que ELA não está a fim de você

Mulheres têm fama de misteriosas mas, se reparar com cuidado, vai perceber que elas emitem sinais o tempo todo. Por mais que concordemos que seria muito mais fácil se elas simplesmente falassem o que passa por suas mentes, sabemos que na realidade muitas mulheres preferem mandar recado nas entrelinhas. Por isso, se você está saindo com uma mulher que não é direta, observá-la cautelosamente pode de dar um aval sobre o quanto ela está a fim – ou não – de você. Achou difícil? A gente facilita. Fizemos uma pesquisa com nossas leitoras e elas nos contaram como reagem quando não estão a fim de um cara.

Eis aqui alguns desses sinais:

1. Você conhece as amigas delas e percebe que elas não fazem ideia de quem você é.

2. Você a elogia e ela só sorri de volta.

3. Sempre que a chama para algum programa, ela está ocupada.

4. Ela não puxa assunto com você, apenas responde educadamente as coisas que pergunta ou faz comentários profundos do tipo: “Legal.”

5. Enquanto conversam, ela olha pros lados e não pro seus olhos.

6. Ela te conta sobre seus casos amorosos atuais e pede conselhos sobre eles.

7. Evita ficar sozinha com você e sempre carrega amigos pra encontros com potencial de virar algo íntimo.

8. Quando você a convida para algum programa ela fala algo do tipo “Ah, vamos marcar sim, com certeza” – mas jamais confirma uma data.

9. Ela está online no Facebook mas, sempre que você vai falar com ela, a cor verde vira vermelha.

10. Você passa na casa dela por algum motivo e ela te atende de pantufas.

11. Se estiverem numa balada, ela diz que vai ao banheiro e já volta.

12. Ela demora muito, esquece ou simplesmente não responde seus SMS.

13. Ela te conta que vai num show, festival ou evento legal e não te convida pra ir junto.

14. Ela sempre mantém uma distância “segura” de você – se você dá um passo mais pra perto dela, ela discretamente dá um passo pra trás.

15. Você pediu pra ser amigo dela no Facebook há mais de uma semana e ela ainda não aceitou.

16. Vocês vão comer algo juntos e ela deixa escapar um arroto ou pergunta se o dente dela tá sujo – coisas que você só faz com quem é amigo.

 

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*Fonte: casalsemvergonha

gatatrolha

7 razões pelas quais é difícil ter amigos

Ter amigos na idade adulta pode ser complicado para muitas pessoas. Entender as novas “regras do jogo” com relação às amizades estabelecidas na infância e na adolescência é o primeiro passo. Compreender que certas questões podem tornar difícil criar novas amizades é o passo seguinte.

É necessário trabalho para manter as amizades ao longo do tempo.
Conhecer pessoas já pode ser uma questão complicada para algumas pessoas à medida que vão ficando mais velhas. Mas uma coisa são os conhecidos ou as “amizades”, e outra muito diferente é ter amigos verdadeiros.

Fazer amigos na idade adulta é muito mais difícil do que na adolescência.
Além disso, muitas dessas relações que tínhamos como relações de amizade se desfazem e descobrimos que não havia uma amizade verdadeira. Assim, muitas pessoas chegam à idade adulta e se dão conta de que não têm amigos, embora muitos desejem ter esse tipo de relacionamento.

 

Motivos que dificultam a amizade

As pessoas que sentem que não têm muitos amigos devem levar em conta as possíveis razões pelas quais isso acontece. Para começar, devemos ter em mente que as regras do jogo mudam ao longo dos anos. As pessoas evoluem, criam a sua vida em torno de seu trabalho e sua família e passam por diferentes experiências. Tudo isso influencia as suas relações com os outros.

Além disso, quando somos crianças e adolescentes seguimos alguns padrões de comportamento ditados pelo ambiente, fazendo o que acreditamos que devemos fazer. Mas, ao longo do tempo, vamos entendendo as coisas de maneira diferente, e muitas situações que antes aceitávamos como válidas deixam de ser.

Neste sentido, existem certos tipos de questões e atitudes que tornam muito difícil fazer amigos que se referem, acima de tudo, ao caráter e à personalidade de cada um. Faça as seguintes perguntas para si mesmo para descobrir os motivos que podem estar dificultando a tarefa de ter amigos.

Você reclama muito?

Você é uma dessas pessoas que está reclamando a todo instante do seu trabalho, da falta de dinheiro ou de como a vida é ruim e injusta? As pessoas não gostam de perder seu tempo com gente negativa e pessimista. Tente desenvolver uma atitude mais positiva e procurar temas mais interessantes para discutir em vez de ficar sempre falando dos seus problemas e de quão ruim o mundo está.

 

Você é egoísta?

A amizade significa dar e receber. Às vezes temos que dar mais do que aquilo que recebemos. Isso inclui escutar, ceder e compartilhar, tanto no material como no espiritual. Porém, se você está apenas disposto a receber, a balança fica desequilibrada. Tenha em mente que ser egoísta é uma atitude e ninguém vai querer ser seu amigo se você age apenas pensando em si mesmo.

 

Você se preocupa com as pessoas?

Se não importa para você o que acontece na vida das pessoas que o cercam, é muito difícil que você consiga construir e manter qualquer tipo de amizade. Se você quer fazer amigos, deve começar a mostrar um interesse verdadeiro por eles.

 

Você dramatiza? Causa problemas?

Se você é uma pessoa problemática e que dramatiza demais os problemas, irá notar que as pessoas não demonstram interesse no que acontece com você e que, além disso, costumam desaparecer. Se você gosta de fazer coisas para irritar os outros, não sabe guardar segredos, críticas ou quer sempre colocar a culpa nos outros, é muito difícil que as pessoas tenham interesse em criar qualquer tipo de relação.
Você contabiliza os erros que as outras pessoas cometem com você?

A amizade é um tipo de relação que envolve perdoar, mas se você é aquele tipo de pessoa que contabiliza os ferimentos e os danos que outras pessoas causam, está dando a entender que se sente o centro do universo e acha que tudo deve girar em torno de você. Assim não é possível manter ou iniciar qualquer tipo de relação, e muito menos uma relação de amizade.

Você é fofoqueiro?

Fofocar sobre os outros traz uma imagem muito ruim para as pessoas. Pode parecer divertido no começo, mas quando você escuta alguém falando mal de outras pessoas, contando coisas pessoais ou rindo dos seus defeitos ou problemas, não dá para deixar de pensar: será que também falam mal de mim assim?

 

Você é mandão? Consegue ouvir os outros? Respeita os limites?

Ser mandão não vai ajudá-lo a ter amigos. Uma coisa é ter iniciativa e querer ajudar, outra totalmente diferente é querer mandar na situação dizendo a todos o que devem fazer.

Para fazer amigos, escutar e não se intrometer demais sempre são boas ideias. Ultrapassar os limites do respeito e agir como se todo mundo tivesse que fazer o que você diz não é o mais aconselhável se você quer construir relacionamentos saudáveis.

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*Fonte: amenteemaravilhosa

amizades1

Pode não ser fácil amar uma alma antiga, mas é transformador!

Existe um tipo especial de pessoa neste mundo que é muitas vezes incompreendido. Essas pessoas tendem a ser as solitárias, espíritos livres, as amantes inocentes. Elas veem o mundo por tudo o que pode – e deve ser – embora o mundo raramente as vejam. São as almas antigas, os sonhadores, as pessoas em sintonia com a vida, tão intuitivas de emoções que nos assustam. Nos assustam não por causa de quem são, mas por causa de quem não somos, do que nos falta.

Almas antigas atingem profundidades que não podemos compreender. Elas têm uma conexão com Deus, com o Universo, com a Natureza, e é por isso que elas são as pessoas que vão mudar o mundo. Nós muitas vezes nos sentimos inferiores, como se tivéssemos que nos esforçarmos para ficarmos remotamente perto de seu nível, para sermos merecedores do seu amor.

É preciso ser uma pessoa confiante para amar uma alma velha. Mas vale muito a pena. Isso irá mudar sua vida.

 

1. Elas são românticas

Elas são as Audrey Hepburns e Graça Kellys, a Gregory Pecks e Frank Sinatras deste mundo, que apreciam os nossos corações e fazem isso com estilo: com piqueniques e velas e elementos de surpresa. Almas antigas têm um dom para se divertir, para a paixão e aventura, e só revelam para aqueles que amam.

 

2. Elas são leais

Dê a uma alma antiga amor, respeito, paixão, e ela será fiel a você para sempre. Almas antigas não estão atrás de amizades superficiais, ou encontros de uma noite. Elas valorizam profundidade. Verdade. Autenticidade. E se você atender a essa necessidade, o amor que ela tem por você nunca vai morrer.

Ela vai estar lá para você quando os sonhos forem quebrados, quando a vida ficar difícil, na alegria e na tristeza.

 

3. Elas nos ajudam a crescer

Almas antigas têm mentes curiosas. Elas são facilmente inspiradas e desejam aprender o máximo possível sobre o mundo e aqueles ao seu redor. Elas não temem a mudança ou aventura. Estão abertas a novas ideias e novas maneiras de fazer as coisas. Desejam crescer como pessoas (espiritualmente, emocionalmente e fisicamente) para nos inspirarem a crescermos e mudarmos também.

Não se pode viver por medo quando ama-se uma alma antiga.

 

4. Elas não são materialistas

Almas antigas se preocupam mais com as experiências, com passar tempo de qualidade juntos. Não se preocupam com com joias caras e flores, nem nada que o dinheiro compra. Elas valorizam você, a pessoa maravilhosa que você é, a pessoa pela qual se apaixonaram.

 

5. Elas entendem as conexões profundas da vida

Almas antigas podem parecer retiradas às vezes, quase sobrecarregadas com o estresse do mundo ao seu redor. Elas muitas vezes refletem sobre o amor, dor e preocupação. Suas mentes estão trabalhando duro para tentar resolver os problemas do mundo e os problemas de sua alma. Elas fazem isso por conta de seu forte desejo de curar o mundo. Ajudar os outros e a si mesmas.

Então, aprecie suas emoções ricas e mágicas, que são profundas. Aceite o seu desejo de escrever, desenhar e pintar. Incentive-a. Valorize as profundezas de sua alma. Deixe-a voar para que possa compartilhar seu coração aberto com os partidos.

 

6. Elas são gratas

Porque o que é bom neste mundo pode parecer distantes, almas velhas buscam e apreciam a beleza. Elas procuram o melhor nas pessoas, beleza em seus arredores, pa bênçãos na vida. E muitas vezes encontram. O que as tornam uma luz.

 

7. São exemplos de bravura

Viver incompreendido, ser desvalorizado, visto como estranho – e ainda sobreviver – uau. Almas antigas são as pessoas mais corajosas que eu conheço. Elas andam pelas estradas mais dolorosas desta vida, e ainda assim de alguma forma criam coragem de sorrir. De serem altruístas. Apoiarem os outros.

 

8. Elas são autênticas

Almas antiga não são falsas. Eles não fazem jogos. E nem vão dizer o que você quer ouvir quando não concordarem. Delas você ouvirá a verdade, quer goste ou não. E, embora às vezes a verdade possa machucar, pelo menos é real.

E sim, quando uma velha antiga está triste, não consegue esconder. E pode ser um processo doloroso assistir sua tristeza, se voceâ amar. Mas lembre-se, qualquer um pode ser falso.

Almas antigas são o que são e é por isso que nós as amamos.

 

9. Elas têm fé em nós

Elas veem o bom em nós quando não conseguimos ver por nós mesmos. Nós podemos ser os maiores idiotas, ingratos, egoístas, e mesmo assim ela não desistirá. Elas nos motivam a sermos melhores, mais fortes, mais autênticos. Elas nos lembram do que é belo neste mundo. Nos inspiram a seguirmos o nosso coração e perseguirmos nossos sonhos.

Elas são o tipo de pessoas das quais precisamos em nossas vidas, porque veem o potencial que ainda temos de ver.

 

10. Elas nos amam

Ser amado por uma alma antiga é sentir as vastas extensões de oceanos, céus e estrelas tudo de uma vez. O amor de uma alma velha é um fogo verdadeiro, ardente de amor profundo que inflama a depravação dentro de nossas próprias almas. É intenso e poderoso, altruísta e infalível. Amar e ser amado por uma alma velha nos cura, nos transforma e nos molda em pessoas mais apaixonadas.

Almas antigas são o sol. Elas são a centelha. São todas as cores do arco-íris, e as profundezas da terra. Elas podem ser mal interpretadas, mas seu amor é real, seus corações são puros.

Apaixone-se por uma alma antiga e você nunca precisará se apaixonar novamente.

 

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*Fonte: osegredo

almaveja

10 fatos científicos sobre personalidade de irmãos mais velhos, do meio e caçulas

Seja qual for o seu papel na família, saiba não é culpa sua, tudo é uma questão da ordem em que você nasceu. De acordo com especialistas, a idade e a hierarquia entre irmãos é capaz de definir seus gostos para uma especialidade, profissões escolhidas ou o quanto serão bem sucedidos como adultos.
Ordem em que nasceu influencia personalidade

De acordo Jeffrek Klugert, autor de “The Sibling Effect”, dependendo se você nasce por primeiro, por último ou entre seus irmãos, sua personalidade se desenvolve de uma forma diferente de outra. Conheça os principais fatos envolvidos nessa ordem hierárquica.

1. Quando filhos primogênitos chegam ao mundo se tornam os reis da casa. Seus pais, ainda iniciantes, tendem a superprotegê-los, a perdoá-los com facilidade, assim, crescem com a sensação de serem o centro das atenções. Dessa forma, é possível dizer que assumem sua liderança no sangue.

2. Primogênitos são focados e perseverantes e, de acordo com as estatísticas, são os irmãos mais velhos que vêm a assumir cargos como CEO de empresas, senador ou astronauta, e muitas vezes ganham mais do que os seus irmãos mais novos.

3. Estudos mostram que quando você conversa com algumas pessoas por 5 a 15 minutos, como se fosse um “encontro a jato”, os homens que cresceram com irmãs tendem a se dar melhor do que aqueles que cresceram apenas com irmãos ou foram filhos únicos. Da mesma forma, as mulheres com irmãos tendem se dar melhor com os meninos.

4. Os irmãos mais velhos recebem mais imersão total na orientação de seus pais antes que os irmãos mais novos nasçam. Como resultado, eles adquirem mais QI e vantagem linguística, porque eles são o foco exclusivo da atenção dos pais.

5. Falar de filhos do meio, em geral, é difícil já que uma família pode ter um ou mais filhos que se incluem nesta categoria. Alguns adotam uma posição mais próxima ao irmão mais velho, enquanto outros se movem exatamente para o lado oposto.

6. O comportamento dos irmãos do meio é uma mistura de ambos os extremos, e se caracteriza precisamente por isso: por não terem um papel definido também. Como resultado, por não serem nem os “primeiros” e nem os “últimos” a chegarem em casa, tendem a ter mais problemas de autoestima, a passar mais desapercebido e se tornarem mais introvertido. No entanto, eles também são mais independentes e observadores.

7. Filhos do meio realmente exigem um pilar de segurança em termos de atenção dos pais. É por isso que eles tendem a investir mais em amizades fora de casa e acabam sendo muito menos ligado à família.

8. Os caçulas são os mais espertos. As crianças mais novas na família tendem a desenvolver uma maior capacidade de usar estratégias de baixo consumo de energia porque elas são as menores na casa. Quando você não pode bater os seus irmãos mais velhos para conseguir o que você precisa, você aprende a desarmá-los por ser engraçado, ou você aprender a ter uma sensação melhor intuitiva.

9. Muitas vezes os filhos caçulas costumam estar em desacordo com a ordem estabelecida, especialmente, por serem o último elo da cadeia. Eles são os menores da casa, tanto no que se refere à idade e ao tamanho, se forçando a compensar sua fraqueza com um caráter forte, com certa rebeldia. Eles são carismáticos e um pouco mais espontâneos que seus antecessores.

10. Os pais, que já conhecem o ofício da paternidade, se mostram mais tranquilos diante da educação e do contato de seu filho caçula com o mundo. Isso converte os mais novos em pessoas mais intuitivas do que seus irmãos mais velhos, também mais engraçadas e, em algumas ocasiões, mais doces. Eles tendem a ouvir mais as pessoas e tentam conhecer seus desejos e intenções para poder dar um passo adiante.
Por que essas diferenças ocorrem?

Muitos psicólogos têm sugerido que os irmãos constróem personalidades diferentes à medida em que adotam estratégias distintas para ganhar atenção e favor de seus pais. Segundo esta teoria, o filho mais velho pode ser mais propenso a se identificar com a autoridade e apoiar o status quo, enquanto as crianças mais jovens são mais propensas a procurar a atenção por se rebelar.

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*Fonte: vix / texto: Jaqueline Rodrigues

 

tres-irmaos

Enxergamos o mundo e as pessoas de acordo com aquilo que somos

O mundo sempre nos sacode e, nesse momento, sambamos de um lado para o outro entre as pessoas, sem sabermos ao certo qual será o ponto final dessa paragem.

Que possamos saber descer na parada correta, não nos esquecendo de que o que vemos refletido, muitas vezes é o mundo embriagado que guardamos em nós.

 

Será que somos pessoas tão boas como imaginamos?
Ou ao contrário: será que somos tão cheios de defeitos quanto alguns julgam? Ninguém é perfeito, mas podemos e devemos ser sempre pais generosos conosco…

Como você se trata? Com desenvoltura, com cuidado, com carinho, com ternura?
Será que você tem sido bondoso consigo mesmo?

Sabe, eu tenho reparado no mundo que me circunda, o quanto algumas pessoas comportam-se de maneira agressiva, ou muitas vezes explosiva, e muito mais do que isso, muitas vezes elas não enxergam nada. Preferem muitas vezes fazerem-se de vítimas, ou agem como coitadas, culpando o mundo pelos seus insucessos.

Uma pessoa dotada de discernimento saberá agir de maneira mais prudente e, como consequência, de maneira mais acertada.

Algumas pessoas realmente precisam de um chacoalhar bem dado, para que, de alguma forma despertem de seus amargos pesadelos. Ninguém pede para receber tais avisos, mas acreditem, eles chegam e geralmente, ao contrário do que se pensa, são para seu próprio bem.

Sei bem que ninguém quer ser acordado com um belo balde de água fria, mas ficar banhando-se em águas quentinhas, recheadas de mentiras, não servirá para que você possa dar uma reviravolta em sua vida, que encontra-se estacionada e que mostra-se, por via dos fatos, um tanto quanto ilusória.

É preciso que acordemos de nossos sonhos utópicos, é preciso que olhemos para bem dentro de nós e que decidamos poder fazer algo pela situação evidenciada. Existem pessoas, em contrapartida, que são excelentes tutores para suas almas, que sabem tratar-se bem, que não se sufocam com as autocríticas. O mundo está cheio de pessoas assim.

Então peço encarecidamente, por mim e pelo coletivo, que você se ame, que você se respeite, para que, como consequência, possa você respeitar as pessoas à sua volta. É preciso que você, com muito cuidado, vasculhe as suas gavetas e jogue fora tudo que esteja estagnado, que não preste, e que não se aproveite mais.

 

Sacuda essa gaveta, revolucione-se

Aprenda a ser ético, impute aos valores do mundo, as suas verdades mais caras, o mundo precisa de você são, de você saudavelmente regozijado. Penso que, se lhe fizeram mal na infância, experimente rever, ponderar, e não continuar fazendo com você o que um dia lhe fizeram.

Aja com prudência, com inteligência; o mundo gira sistematicamente de forma linear, e ele não esperará pela sua boa vontade de fazer diferente, ele provavelmente passará por você, semelhante a um trator em movimento. Convém que você faça alguma coisa por si, convém que você seja legal de cuca, convém que você seja uma pessoa amistosa, generosa, e pronta para encarar os desafios que cheguem sem ofertar avisos prévios.

Somos o que sentimos. As verdades que propagamos retornarão de alguma forma a nós próprios um dia. Pergunte-se sempre, o que eu tenho feito de realmente útil por mim e pelo mundo? Saiba que um dia a vida irá lhe cobrar, irá lhe indagar sobre qual a sua utilidade vivenciada cotidianamente.

Já parou para pensar que os verdadeiros vencedores são as pessoas que decidiram, de alguma forma, sair de suas cômodas posições de expectadores para começar a fazer parte do grande time, e que ficar sentado no banco de reservas não fará ninguém de fato feliz?
Como sair do banco de reservas?

Engana-se que pensa que só são chamados os melhores. São muitos os melhores, não existiria lugar para todos, muito embora exista um lugarzinho especial para todo aquele que decida acreditar em seu potencial…

Mas acredito que exista uma característica fundamental para quem deseja um dia poder chegar lá: a força de vontade. Seria uma aspiração indômita, que não permitiria forçosos fracassos. A pessoa que acredita chega lá, sem sombra nenhuma de dúvidas.

Gostaria que você refletisse um pouco sobre como você enxerga o mundo à sua volta…

O vê belo, fácil, difícil, engenhoso, feio, ilustrado, eficiente?
Você é capaz de ver que notamos o mundo de acordo com o que somos?
Que enxergamos as pessoas conforme miramos o nosso mundo interno?
Que muitas vezes os outros são espelhos capazes de nos mostrar tudo que temos trancafiados em nós?
Será que é tão difícil notar que todos somos iguais?
Que nascemos sem roupa e que a vestimenta, na hora de nossa morte, não nos servirá mais para absolutamente nada, com exceção de fazer as vestes para que sejamos enterrados com dignidade?

Saiba que o mundo será generoso com você quando você decidir colocar-se no colo e fornecer a si próprio as necessidades básicas tão necessárias para a sua sobrevivência…

A vida é fantástica, a vida é sublime, pois apesar de todo o erro que acontece na alma do planeta, ela traz em si a alma de todos nós juntos.

Saibamos que juntos somos melhores e que podemos ofertar sempre o nosso melhor como recompensa. Saiba que, apesar da insanidade de algumas pessoas, existem aqui pessoas dotadas de índoles excepcionais. Apesar da estatística apontar verdadeiras aberrações e atrocidades, existirá aí dentro de você a força de que você necessita para, mais uma vez, seguir adiante.

Acredite na força inviolável de seu caráter e de sua consciência, que será capaz de exemplificar traços de um ser humano notável, onde a dignidade, a bondade, a tolerância e a compreensão, serão peças chaves fundamentais para que possamos juntos seguir rumo a um lugar onde a atmosfera que irá pairar será a benevolência fluídica do respirar o ar, do grande pulmão que abriga o mundo.

 

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*Fonte: amenteemaravilhosa / ThianaFurtado

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