8 coisas que as mulheres só fazem quando estão apaixonadas

Homens e mulheres realmente são seres individuais e particulares, e é por isso que não podemos esperar que se comportem de maneira parecida.

O ser humano por sua vez, tende a agir de uma forma diferente, e fujir do convencional quando está apaixonados, os seus hormônios mudam, os níveis de componentes químicos em seu cérebro se alteram e uma série de reações passam a acontecer em nosso organismo.

1- Repassa mentalmente os seus melhores momentos juntos a cada 1 hora
Quando se está apaixonado, é difícil não pensar na pessoa que amamos. E as mulheres em especial, tendem a gostar de repassar e consequentemente reviver alguns momentos em sua mente, apenas para sentir mais uma vez aquela emoção que sentiu quando as coisas de fato aconteceram.

2- Fala sobre ele o tempo todo, visto que praticamente tudo a faz se lembrar da sua existência
Se alguém fala em chocolate, você se lembra da vez que saíram para a sorveteria e ele escolheu aquele sabor, que é o seu favorito e etc.

Você acaba falando sobre ele a cada 5 minutos, até porque simplesmente tudo te faz se lembrar dos momentos que viveram juntos.

3- Abre mão dos rolinhos e dos demais caras da geladeira
Sim! Um preciso sinal que pode indicar que uma garota realmente está apaixonada, é o fato dela simplesmente abrir mão de todos os seus rolos e pretendentes, porque literalmente não sente que precisa de nenhum deles, e que agora dará certo e será feliz apenas com você.

4- Passa a se arrumar ainda mais quando sabe que irá se encontrar com ele
As mulheres já são vaidosas por natureza, mas quando estão apaixonadas então, obviamente passam a se cuidar a ainda mais, pois agora, elas possuem mais um motivo para isso.

5- Ela passa a se interessar por assuntos que antes não gostava apenas para fazer ainda mais parte do seu universo
Ela se torna mais suscetível e interessada nos assuntos que ele adora e se interessa. Esse ato por sua vez, tende a ocorrer de maneira espontânea e quase inconsciente, visto que tudo que é relacionado a ele, perante os nossos olhos, se torna algo divertido.

6- Ela aceita experimentar coisas novas ao seu lado
Sexy long legs of a caucasian woman wearing garter belt and stockings.With high heels shoes with golden rhinestones.

Quando uma mulher está amando, ela se questiona menos e se entrega mais. Além disso, a grande maioria das coisas realmente se tornam mais divertidas quando sabemos que a faremos ao lado e com quem estamos amando.

7- Ela tende a ser mais espontânea
As risadas, as piadas, os comentários bobos, todas essas coisas fluem naturalmente es espontaneamente entre vocês, até porque ela simplesmente não consegue segurar tudo aquilo que pensa ou sente quando está ao seu lado.

8- Se permite ser mais vulnerável e acessível para ele
Toda mulher tem lá a sua casquinha de proteção, que geralmente criamos quando saímos de outros relacionamentos ou sofremos grandes decepções.

Por outro lado quando uma mulher começa a se apaixonar novamente, ela tende a se deixar vulnerável, mas não da maneira negativa, o que ela faz é se abrir para a outra pessoa e se entregar a aquilo que realmente sente.

E então queridos leitores, vocês já sabiam que as mulheres ficavam exatamente assim quando apaixonadas? E vocês meninas, adicionariam algum outro item a essa lista? Conta pra gente aqui em baixo pelos comentários.

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*Fonte: vidaemequilibrio

11 chaves para evitar ser manipulado

“Para efetivamente manipular as pessoas, é necessário fazer todos acreditarem que ninguém as manipula” -John Kenneth Galbraith-

A arte da manipulação é uma área perigosa intimamente ligada às capacidades comunicativas e sedutoras da pessoa que a exerce.

Os grandes manipuladores de todas as idades se tornaram especialistas graças às suas habilidades com linguagem e sedução , atuando como verdadeiros encantadores de serpentes.

Joseph Goebbels era o Ministro da Propaganda de Adolf Hitler e o verdadeiro “poder por trás do trono” no mundo nazista. Ele se considera o estrategista que transformou um grupo marginal em um gigantesco movimento de massas, com as terríveis consequências que todos conhecemos.

A capacidade questionável de Goebbels era a manipulação e identificação de vários mecanismos de sugestão, o que lhe permitiu implementar táticas manipulativas altamente eficazes.

Na Alemanha nazista, os cidadãos acabaram fazendo parte de um projeto político patológico, enquanto internamente sentiam-se portadores de verdades universais.

Talvez você pense que é história. Afinal, Goebbels morreu há muito tempo e os fatos acabaram desmascarando a insanidade implícita no regime nazista. Mas a realidade mostra o oposto.

Os esquemas de manipulação implementados continuam em vigor e continuam sendo usados ​​na política para capturar a consciência dos cidadãos.

Como você pode reconhecer essas táticas sombrias?

Vamos rever os onze princípios de propaganda postulados por Goebbels e você saberá se eles coincidem com as práticas de alguns dos atuais políticos.

1. Princípio da simplificação e do inimigo único : escolha um adversário e reúna a ideia de que essa é a fonte de todo o mal. Por exemplo: “imigrantes”, “a direita” ou “a esquerda”.


2. Princípio do método de contágio : associar todos os opostos na mesma categoria, ignorando as nuances e colocando-os em um único grupo: o único inimigo. Por exemplo, “muçulmanos” ou “terroristas”.

Esta estratégia é possível usando generalizações e extremos.

3. Princípio da transposição : Acusar o adversário de forma incisiva de erros ou defeitos. O ladrão chama seu oponente de ladrão para que, quando ele responder, ele seja visto como o clássico “afogado que se esperneia”.


4. Princípio do exagero e desfiguração : Converta qualquer anedota, ainda que pequena e banal, em um fato do qual depende a sobrevivência da sociedade. Pretende-se que cada ato do adversário seja visto como suspeito e ameaçador.


5. Princípio da vulgarização : “Toda propaganda deve ser popular, adaptando seu nível ao menos inteligente dos indivíduos a quem é dirigida. Quanto maior a massa a ser convencida, menor deve ser o esforço mental. A capacidade receptiva das massas é limitada e sua compreensão é escassa; além disso, a massa tem grande facilidade para esquecer “(Goebbels)


6. Princípio da orquestração : “A propaganda deve ser limitada a um pequeno número de idéias e repetida incansavelmente, apresentada repetidas vezes a partir de diferentes perspectivas, mas sempre convergindo para o mesmo conceito. Nenhuma fissura ou dúvida. “(Goebbels)

Daí também as famosas frases: “Se uma mentira é repetida o suficiente, acaba se tornando verdade” e “Minta, minta, minta que algo permanecerá. Quanto maior a mentira, mais as pessoas vão acreditar. ”


7. Princípio da renovação : consiste em publicar notícias e idéias que denigram o adversário, em grande quantidade e a grande velocidade. Assim, o contraditório estará se defendendo o tempo todo.

Tão básico e simples quanto a transmissão de um boato ou crítica.


8. Princípio da probabilidade : apresentar informação aparentemente sustentada em fontes sólidas, mas que no fundo é distorcida ou parcialmente mostrada.

O que está envolvido é criar uma grande confusão que os cidadãos tenderão a resolver pela explicação mais simples.

“Melhor uma mentira que não pode ser negada do que uma verdade implausível”


9. Princípio do silenciamento : trata-se de não realizar debates sobre questões em que não há argumentos e, ao mesmo tempo, empalidecer as notícias que favorecem o adversário.

“Se você não pode negar as más notícias, invente outras que te distraiam”


10. Princípio da transfusão : usar mitos ou preconceitos nacionais ou culturais para despertar um componente visceral que incentive certas práticas políticas. Deixe que as ideias acabem sendo apoiadas por emoções primitivas.


11. Princípio da unanimidade : convencer os cidadãos de que eles pensam “como todo mundo”, criando uma falsa unanimidade. O desejo instintivo de pertencer a um grupo fará o resto.

O esquema de Goebbels e seus seguidores é complementado por líderes carismáticos e slogans altamente emocionais e muito simples. Também com rituais chocantes onde a cor e o som são decisivos.

Tudo isso consegue imergir cidadãos livres em uma espécie de hipnose que, infelizmente, acabam despertando quando é tarde demais.

Edith Sánchez – La mente es maravillosa

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*Fonte: pensarcontemporaneo

O ignorante, infelizmente, sempre acha que já sabe tudo!

O ignorante, infelizmente, sempre acha que já sabe tudo!

Quando não sabemos ou não temos conhecimento sobre um assunto, devemos perguntar a quem sabe, pior seria falar o que não sabe, fingindo que sabe, não acha?

O IGNORANTE NÃO ACEITA QUE NÃO SABE, ELE ACREDITA QUE SABE! ELE TEM RESPOSTAS PRONTAS PARA TUDO, E ELAS SÃO CARREGADAS DE PRÉ-CONCEITOS.

Muitas pessoas evitam de fazer perguntas porque acreditam que o que vão perguntar vai ser recebido pelo outro, que já sabe, como uma besteira, uma banalidade, e que poderá ser julgado de qualquer forma, como ignorante ou burro.

Essa vergonha de perguntar o que não sabe faz muita gente passar uma vergonha ainda maior quando concordam com coisas totalmente fora de propósito apenas porque não sabem nada sobre o assunto e por isso, acabam se deixando manipular, ou quando discordam de algo totalmente fundamentado pela ciência, e tenta impor argumentos fracos e com pouco conteúdo embasado.

PERGUNTAR NÃO AGRIDE E NÃO OFENDE, MAS AFIRMAR BOBAGENS SIM.

Portanto, sempre que não souber algo ou não tiver argumentos suficientes para defender uma tese, não se acanhe, pergunte, essa foi uma das melhores lições que aprendi durante os anos que cursei jornalismo.

Aprender a fazer perguntas e as direcionar às pessoas certas, que realmente podem trazer respostas sábias, é assumir um poder imensurável.

Perceba que eu disse “pessoas certas”, porque não adiantará em nada você perguntar algo sobre psicologia para um oficial do exército, é óbvio que se esse oficial tiver alguma formação na área, ou tiver feito terapia a vida toda, ele terá algo produtivo a te dizer, esse foi só um exemplo, o que eu quis dizer é que você deve se direcionar as pessoas que possuem experiência na área que você quer conhecer.

Como jornalista, se eu preciso saber quais são as novas descobertas da ciência em relação a mente humana eu procuro um especialista em neurociência, se eu quero saber sobre política, eu procuro um especialista em ciências políticas, e assim por diante. Não adiantará nada eu perguntar para o meu “tio”, “amigo”, “vizinho” o que eles acham do governo atual, porque eles trarão divagações e distorções que são em sua maioria, “achismos”.

O que quero dizer é que devemos perguntar sim, tudo o que não sabemos, mas para as pessoas que possuem condições de nos trazer respostas e não para aquelas que nos colocarão mais dúvidas.

Uma boa pergunta é capaz de dissolver a ignorância. Tem o poder de te tirar da ilusão e te trazer para a realidade dos fatos.

O ignorante não faz perguntas, ele tira as próprias conclusões e acaba se tornando arrogante, pois passa a defender linhas de pensamento um tanto quanto fantasiosas.

Não podemos tirar nossas conclusões sem que antes se esgotem as perguntas. E só poderemos dizer que formamos uma opinião sólida a respeito de qualquer assunto para que possamos falar sobre ele com propriedade e credibilidade, quando as respostas que recebemos forem realmente pautadas na verdade e embasadas em estudos consistentes.

Caso contrário serão apenas distorções da verdade, criadas pelo ego inflado ou pelo ego ferido que quer a todo custo estar certo.

Não seja essa pessoa ignorante que tira conclusões precipitadas, culpa e julga os outros sem ter argumentos comprovatórios, e ainda se sente no direito de ser arrogante com as pessoas que possuem opiniões contrárias.

Perguntar o que não sabe, não é besteira, é sinal de humildade, de interesse, de vontade em aprender, em evoluir, em ser melhor.

Portanto, não se acanhe, pergunte sempre que você tiver alguma dúvida, mas pergunte para as pessoas certas, ok? Não se deixe envenenar ou enganar.

Mas se você não consegue fazer perguntas, se você tem vergonha, o melhor é fazer pesquisas online em sites verificados, e não, nunca, jamais, em sites que sejam tendenciosos para um lado ou para o outro. Outra coisa que o jornalismo me ensinou é que devemos sempre buscar a verdade e que a verdade nunca tem apenas um lados, sempre existem pelo menos dois pontos de vistas para um única questão ou fato. Por isso, precisamos sempre ouvir os dois lados.

Para ouvir os dois lados precisamos desenvolver algo extremamente difícil para o ego, a humildade. Mas como desenvolver a humildade em um mundo tomado pelo egoísmo?

Direi a você:

1 – Aceitando suas limitações – Admita que você não é o melhor em tudo – nem em nada. Não importa o quão talentoso você seja, quase sempre há alguém que pode fazer algo melhor do que você. Isso não é um exercício de comparação, ok? É apenas uma constatação e uma motivação para buscar melhorar todos os dias e para não tentar se sobrepor aos outros.

2 – Admira os seus erros – Uma pessoa humilde nunca culpa os outros, sempre assume as responsabilidades diante dos acontecimentos da sua vida. Ela sabe que não é fácil admitir pra si mesmo, mas também sabe que jogar a culpa no outro vai a impedir se tornar uma pessoa melhor.

3 – Não fique na defensiva – a pessoa que está sempre na defensiva, morre de medo de ser responsabilizado por algo, ou de assumir a sua culpa, ou de ser descoberto, ela quer ser vista como perfeita e está sempre se gabando por aí. Não seja essa pessoa! Se você tiver feito algo, assuma a responsabilidade, só assim você poderá aprender e se tornar melhor, caso contrário, você se tornará a cada dia, um pouco pior.

4 – Não queira o reconhecimento só para si – Ninguém faz nada sozinho, por mais que você tenha feito mais ou tido a ideia, aprenda a reconhecer que você precisa dos outros, e que sem eles não seria possível chegar onde você chegou.

5 – Seja grato pelo que você tem e por tudo o que você aprendeu – A vida é uma caixinha de surpresas e quanto mais somos gratos, mais surpresas boas que nos darão motivos para agradecer se apresentam em nossa vida!

Busque sempre a verdade e lembre-se:

PERGUNTAR NÃO OFENDE, NÃO AGRIDE, E NÃO É MOTIVO DE VERGONHA, MAS AFIRMAR O QUE NÃO SABE SIM, É VERGONHOSO E DEMONSTRA IGNORÂNCIA E ARROGÂNCIA!

Por tanto, pergunte com humildade, e pergunte para quem tem conhecimento para te responder, não para quem vai divagar e discursar embasado apenas nos seus próprios interesses e controlado pelo ego.

Não se contente com um olhar ignorante diante da vida, busque experimentar algumas doses de sabedoria.

*DA REDAÇÃO RH. Texto de Iara Fonseca, jornalista, escritora, editora de conteúdo dos Resiliência Humana, Seu Amigo Guru, Homem na Prática e taróloga. Para consultas com o Tarô Espiritual envie um direct para @escritoraiarafonseca.. Foto de Carlos Román Ruíz Basulto no Unsplash
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*Fonte: resilienciamag

Quando a gente fala,”entra por um ouvido e sai pelo outro”, o melhor é deixar pra lá?

Quando o que falamos entra por um ouvido e sai pelo outro o melhor é deixar pra lá?

Pode ser exasperante quando você está tentando se comunicar com alguém, mas você sabe que o que está dizendo é “entrar por um ouvido e sair pelo outro”.

Você pode estar oferecendo conselhos ou instruções sobre como concluir uma tarefa, mas a outra pessoa já se decidiu ou acha que o caminho que ela escolheu é o melhor e não vai considerar nenhum outro ponto de vista.

Quando isso acontecer, você pode jogar as mãos para o alto e ir embora ou ser paciente e fazer um esforço para garantir que ele acabe aceitando sua mensagem.

Há ocasiões em que você quase pode perdoar a obtusidade deliberada ou a audição “seletiva” de seu ouvinte e até consegue deixar pra lá.

Mas não consigo imaginar que haja um pai por aí que não tenha pronunciado as palavras “Tem certeza que quer fazer isso? Você já tentou fazer assim …?” enquanto observam seus filhos ignorarem as consequências negativas cegamente óbvias de um empreendimento malsucedido.

Deixar pra lá é como jogar sujeira debaixo do tapete

Lembro-me de ter 16 anos e de ter descartado com confiança a opinião de meu pai de que havia maneiras menos perigosas de limpar a corrente da minha motocicleta do que segurar um pano embebido em óleo com uma das mãos e soltar a embreagem com a outra.

Houve um intervalo de tempo surpreendentemente pequeno entre minha mão ser arrastada até os dentes da roda dentada e perceber que o velho tinha razão!

No local de trabalho, porém, as razões pelas quais as pessoas não ouvem, ou não querem ouvir, não podem ser explicadas pela confiança perdida dos jovens. Em vez dito isso, pode ser atribuído a coisas como arrogância, orgulho, atitude defensiva ou falta de vontade de admitir erros.

O melhor é deixar pra lá?

O site Mind Tools pediu para seus seguidores responderem como eles lidam com pessoas que não ouvem. E suas respostas revelaram um grupo compreensivo e paciente! Aqui está uma seleção de suas principais dicas:

Kantharaj Kanth, no Facebook, deu o tom para muitas de suas respostas quando disse: “Você precisa fazer perguntas abertas, ou perguntar o ponto de vista dos outros, para que ele / ela fique mais atento para ficar ligado no presente”.

Assumir a responsabilidade pela situação e tentar entender a falta de engajamento da outra pessoa é um ponto de vista popular entre os seguidores do MindTools no Twitter.

@yorkshireot sugeriu: “Procure primeiro entender, depois seja compreendido”. Foi uma visão compartilhada por @richardwnewton, que escreveu: “1. Conheça a pessoa e entenda o porquê 2. Explique de maneira diferente 3. Compreenda / explique de sua perspectiva.”

@somajurgensen aconselhou: “Ouça-os primeiro.

#covey [autor @StephenRCovey ] diz ‘Procure primeiro entender.’ #liderança.”

@Lucid8LgSkills disse: “Reconsidere sua própria comunicação. Ouça-os ativamente (para variar?).”

Na mesma linha, ouvimos de @HugoHeij: “Pare de dizer coisas a eles e comece a fazer perguntas. Escute-os.”

@Tirunelvelikara: “Entenda as necessidades emocionais e faça com que ele ouça com as explicações apropriadas.
Embora pareça fácil, é praticamente difícil.”

@ElizabethLStein : “Valorize onde ele ou ela está. Conecte e nunca force – isso se desenvolve através da criação de relacionamentos significativos – confiança.”

Vários de vocês sugeriram tentar um canal diferente de comunicação, pois as pessoas têm diferentes formas preferenciais de aprender ou compreender.

@igarcerant disse: “Duas dicas: comunique-se por escrito e [envolva outras pessoas] para trazer um pouco de objetividade”.

@AshfieldDisplay recomendou, “Use uma forma visual de transmitir sua mensagem.”

As dicas de @Rufusmay eram. “A) fazer algo inesperado b) escrever para eles c) pedir uma reunião com os amigos presentes ou d) ouvir atentamente e não interrompê-los.”

@PennyGundry disse: “Permita o silêncio, mantenha o ‘espaço’, seja um ator, não um reator”.

Espero que vocês achem as dicas uns dos outros informativas e esclarecedoras. Espero que haja ideias suficientes para inspirar @ChloeWooles, que disse: “Mal posso esperar para ver as sugestões sobre este tópico! É algo com que lido muito.”

Acho que a última palavra vai para @Chitailova, embora eu não tenha certeza de como levar a sério a sua sugestão “Fique bêbado com eles! Bom vinho costuma ser um bom negócio!”. Certamente abre o diálogo, mas talvez, o outro fique ainda mais eloquente e não pare para te ouvir, pensou nisso?

O Seu Amigo Guru se pauta na Comunicação Não Violenta para atribuir narrativas a partir da compreensão profunda das necessidades dos outros e das nossas, observando e não interpretando os fatos com bases em julgamento de valor.

APRENDER A FAZER UM PEDIDO E NÃO UMA EXIGÊNCIA AJUDA MUITO NA COMUNICAÇÃO ASSERTIVA E TRAZ MELHORES RESULTADOS.

Entender que você não é o dono da verdade e que as suas necessidades não são as mesmas do outro antes de tecer uma opinião te ajudará a fazer com que as suas opiniões sejam acatadas com credibilidade. Visto que você não estará interessado em provar que está certo, mas sim, em contribuir com o bem-estar de todos.

Quando decidimos deixar pra lá é porque não queremos ouvir o que o outro sente de verdade. Aprender a ouvir e refletir sobre o que foi dito, sem reagir com interpretações do ego é o caminho para que a nossa comunicação faça sentido para o outro, é a tal da empatia sendo colocada em prática com compaixão e senso de misericórdia.

Quando ouvimos com atenção, temos acesso às ferramentas e podemos validar o que para nós faz sentido, nos questionar continuamente se o que o outro diz condiz com os nossos próprios valores é importante, nos faz rever nossos comportamentos e nos leva a aprender a fazer escolhas melhores.

Quando o que falamos “entra por um ouvido sai pelo o outro”, devemos rever como estamos falando e para quê estamos falando.

Insistir no mesmo comportamento é desgastar a relação, mas deixar pra lá é acatar a nossa própria arrogância de nos achar melhor do que o outro, é achar que sabemos o que é melhor para ele, só que nem sempre o melhor para nós é o melhor para o outro. Talvez por isso religiosos e espiritualistas concordem que só quem sabe o melhor é Deus.

REVER A SUA POSTURA DIANTE DO OUTRO É FUNDAMENTAL PARA QUE VOCÊ COMECE A TER ALGUM SUCESSO, ENQUANTO VOCÊ O CULPAR E O JULGAR, VOCÊ APENAS FARÁ COM QUE ELE NÃO QUEIRA TE OUVIR NUNCA MAIS. OUÇA MAIS, FALE MENOS!

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*Fonte: seuamigoguru

Gente bem resolvida

Quanto mais gente melhor.

“ Veja se dá para entender: a gente, para a gente mesmo, é a gente. Raramente consegue ser o outro. A gente, para o outro, não é a gente, é o outro. Deve estar confuso. Tento de novo. Cada um de nós vive uma ambiguidade fundamental: ser a gente e ao mesmo tempo, ser o outro. Pra gente, a gente é a gente. Para o outro, a gente é o outro.”
( Artur da Távola )

Gente bem resolvida não precisa do outro. Quem inventou isto? Eu penso que gente bem resolvida precisa de todo mundo. Outro dia ouvi a seguinte frase: “Estou com ele não porque eu precise, mas porque quero. Não sou carente.” Ora, todo mundo é um pouco carente e um pouco alforriado. Parece que precisar de alguém é fraqueza. Pura bobagem. À medida que vamos amadurecendo, ficando autônomos, independentes no sentir, vamos percebendo que precisar é também uma forma de felicidade. Eu particularmente quanto mais livre fiquei mais precisei do outro. Precisei de amigos para rir das decisões equivocadas que tomei, precisei de amores para dividir a vida. Precisei e quis.

Precisar de alguém é ótimo, é troca no melhor dos sentidos. A auto-suficiência exagerada é tediosa. Precisamos de amores e amigos, precisamos inclusive dos ex, são eles quem nos lembram dos caminhos percorridos, erros, acertos e evoluções. O tempo nos ensina a notar delicadezas; detalhes compartilhados.

Sem a percepção do outro nos perdemos em uma linha reta e dura. Saber ficar só não significa não precisar do outro. Coçar as costas com régua, escova ou mãozinha de madeira, resolve, mas não é tão prazeroso como dizer: Mais para esquerda, mais para o centro, aí, aí.

Na qualidade de seres incompletos que somos, brotamos na presença do outro, com o afeto do outro. Ter um amigo para dividir a preguiça ou a emergência é delicioso; um amor para dividir as implicâncias e o edredom é aconchegar a existência; um ex amor para lembrar a data esquecida ou a velha piada faz parte de saber-se existido. A existência requer o outro. Há pessoas que ficam, há pessoas que partem, mas ninguém parte ou fica apenas, há sempre um pouco de nós espalhado em lembranças. Somos, portanto, muitos. Ter pessoas enchendo nossa vida e algumas vezes nossa paciência é muito bom. Nossa vida é composta de imprescindibilidades que desprezamos sem nos dar conta: A ligação da mãe para perguntar se você já almoçou; o cafezinho que a secretária nos leva no meio do desespero de papeladas sem fim; a massagem nos pés depois de um dia terrível; o sorriso e a reclamação do filho; o abanar do rabo do seu cachorro ou o ronronar do seu gato; o amigo que você telefona depois de beber todas; o amor que você liga para esvaziar a raiva, aliviar o aperto no peito ou dizer que ama.

Todos os detalhes importantes e inesquecíveis da vida têm o outro; de alguma forma o outro está. Tem aquele que ficará pra sempre, que ficará por uns instantes ou por um tempo, não importa, todos os detalhes importantes e inesquecíveis da vida, do café ao amor, tem o outro, porque a gente quer e precisa.

*Por Luciana Chardelli

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*Fonte: obvious

Seis tipos de pessoas que é bom ter por perto (e outros seis que é melhor manter longe)

Buscar um grupo de referência adequado não só nos faz mais feliz, mas também nos ajuda a alcançar o sucesso

Imagine por um momento que você é J. R. R. Tolkien e acabou de esboçar O Senhor dos Anéis — que se tornou uma obra épica. Se tivesse a oportunidade de mostrar seu rascunho a alguém, a quem o mostraria? O escritor britânico não teve dúvidas e compartilhou seus hobbies, elfos e anões da Terra Média com os colegas de um pequeno grupo literário que havia criado com C. S. Lewis, o autor do não menos fantasioso as Crônicas de Nárnia. Para Tolkien, “os inklings”, o nome dado a essa associação, viriam a ser o que anos depois David McClelland chamaria de “grupo de referência”.

Segundo o estudo desse psicólogo social da Universidade Harvard, as pessoas com quem nos envolvemos regularmente “determinam 95% de nosso sucesso ou fracasso na vida”. É claro que, além de seu talento indiscutível, os comentários e críticas dos “inklings”, seu grupo de referência, encorajariam o perfeccionista Tolkien a finalizar sua obra magna. Pode-se dizer que parte do mérito do livro mítico foi de seus colegas.

Agora, pare para pensar no seu “grupo de referência”, aquele que faz parte de seu entorno, a família, o trabalho, os amigos … Essas pessoas a quem você está habitualmente exposto moldam quem você é. Como diz o empresário Ricardo Llamas Martínez, autor do livro Elígete a Ti Mismo y Haz que Funcione, de 2015 (escolha a si mesmo e faça com que dê certo), “as pessoas com quem passamos mais tempo determinam as conversas que atraem nossa atenção […] Com o tempo, começamos a comer o que comem, falar como falam, ler o que leem, pensar o que pensam, ver o que veem, tratar os outros da mesma maneira e até a nos vestirmos como elas. O engraçado é que normalmente ignoramos que nos parecemos tanto”.

Com quem você passa mais tempo? Quem são as pessoas que mais admira? McClelland descobriu que os mesmos indivíduos, com o mesmo histórico, oportunidades e habilidades, fazendo as coisas da maneira correta, definitivamente dependiam de seu “grupo de referência”. Ou, o que dá na mesma, se você não escolher as pessoas que te encorajem e estimulem, que sejam um incentivo na sua vida, o mais provável é que você fracasse. E o que fazer então? Segundo o médico, empreendedor e palestrante Sam Hazledine, “você precisa escolher conscientemente seu próprio grupo de referência e não só por proximidade. Não é algo comum, mas também não é complicado”. Para isso, explicamos como distinguir as “pessoas tóxicas”, as que devem ser mantidas o mais longe possível, e como investir naquelas que acrescentam valor à sua vida.

Vale a pena se esforçar para encontrar estas seis pessoas

Que não compliquem a sua vida, que sejam positivas, que tenham iniciativa, assumam seus erros … São qualidades que, nos outros, podem multiplicar o bom de nós mesmos. “É preciso saber se cercar de pessoas motivadas e inspiradoras, isso aumentará nosso bem-estar emocional e nossa capacidade de aprendizado, e viveremos um maior crescimento pessoal”, garante Elena Cedillo, psicóloga clínica e cocriadora de People are Not Resources (pessoas não são recursos). Para Cedillo, estes são os seis tipos de pessoas que podem nos beneficiar mais.

Pessoas motivadas
São comprometidas e ativas. Estabelecem metas, perseveram, são entusiasmadas e geralmente não se deixam paralisar pelo medo. São o espelho no qual deveriam refletir-se os que se fustigam com cada erro que cometem, pois as pessoas motivadas lembram que um erro é uma experiência de crescimento e aprendizagem.

Pessoas inspiradoras
Assumiram as rédeas de suas vidas, mudaram o que não queriam ou mostraram uma grande capacidade de superação em circunstâncias específicas. Têm uma atitude constante de perseverança e acreditam em si mesmas e em suas possibilidades. As pessoas inspiradoras nos mostram que não devemos parar de lutar, que nunca é tarde para criar propósitos e perseguir objetivos.

Pessoas positivas
Elas nos ajudam a perceber o lado bom das coisas, a correr riscos, a alcançar uma solução satisfatória dos problemas. Pessoas positivas nos fazem acreditar em nossas possibilidades, assumir a responsabilidade por nossas vidas e sorrir mais. E o sorriso tem um poder inegável.

Pessoas abertas
Estão razoavelmente livres de preconceitos e sempre dispostas a ouvir diferentes critérios e opiniões, mesmo que não correspondam a seus pontos de vista. Empatizam mais com os outros e não têm tanto medo de mudar. Aceitam melhor as críticas (e isso é muito importante porque seu efeito é muito mais potente do que a adulação) e vivem de maneira mais despreocupada com o que os outros pensam delas. Pessoas abertas nos darão mais flexibilidade, nos ensinarão a ter mais diálogo, a aceitar melhor as críticas e a manter maior equilíbrio emocional.

Pessoas apaixonadas
Vivem com entusiasmo, aproveitam cada momento e investem tempo naquilo que realmente as apaixona. Sua alta motivação é um mecanismo poderoso. Pessoas apaixonadas nos ensinam uma grande lição: “Se você encontrar a sua verdadeira paixão, nunca haverá falta de motivação”.

Pessoas agradecidas
Nós tendemos a nos concentrar mais naquilo em que não estamos satisfeitos, em vez de focar nas coisas boas que constantemente acontecem conosco. Aumentar a gratidão ou estar com pessoas agradecidas aumentará nosso bem-estar emocional, nos situará em nosso presente e nos manterá afastados da queixa inútil.

Cuidado com este tipo de pessoa, não traz nada de bom

Já dizia Bernardo Stamateas em seu best-seller Gente Tóxica: é preciso evitar as pessoas que complicam a sua vida, que abusam se você não puser limites, “vampiros emocionais” que se sentem bem destruindo, em vez de contribuindo. “Em toda organização existe uma ‘maçã podre’ que poderá, em algum momento, afetar o comportamento dos bons trabalhadores e, consequentemente, de toda a empresa”, diz Valeria Sabater, psicóloga social e especialista em neurocriatividade. Para ela, estes são os seis tipos de pessoas que devemos tentar evitar.

Pessoas que se queixam
Quem vive em uma espiral de reclamações constantes tem um problema para cada solução, e fazer da reclamação seu modo de vida geralmente envolve a criação de cativos: eles nos procuram para desabafar ou nos tornar o motivo de suas reclamações. É melhor fazê-los ver que, com seu comportamento derrotista, não resolvem nem ganham nada. Se não mudarem, não devemos nos deixar contagiar por sua atitude nem dar valor a seus comentários negativos.

Pessoas invejosas
No momento em que alguém experimenta a inveja se percebe como inferior ou como perdedor, e isso não apenas gera frustração, mas também produz algo muito perigoso, a raiva. De fato, até mesmo isso que chamamos de “inveja saudável” esconde o desejo por algo que não se possui e isso pode moldar situações incômodas, nas quais se perde a confiança em nossos relacionamentos. A admiração sempre será melhor que a inveja. Quem te inveja, não te ama nem te respeita.

Pessoas que fazem fofoca
Estão sempre mais preocupados com o que os outros fazem do que com a responsabilidade por si mesmas. Têm um tipo de personalidade que é muito daninha no local de trabalho porque intoxica o ambiente, cria problemas onde não há e dificulta a produtividade. Não caia nesse jogo. A fofoca morre quando atinge o ouvido inteligente que decide parar esse boato ou mexerico. Esse tipo de pessoa gosta de entrar nesses jogos porque adquire poder. Portanto, é melhor não dar valor às fofocas e menos ainda ao fofoqueiro.

Pessoas que se sentem culpadas
Usam a vitimização como uma estratégia manipuladora, um detalhe que deve ser levado em consideração porque pode ser uma faca de dois gumes. Por se mostrarem deprimidas (há as que estão e não se nota) e arrastando o peso da culpa em suas costas, estão na realidade usando uma afiada manipulação emocional. São pessoas que estão sempre pedindo perdão e costumam ser submissas para obter benefícios.

Pessoas agressivas
Carecem de empatia, são autoritárias, usam a comunicação violenta e priorizam de modo exclusivo suas necessidades e direitos. Viver com esse tipo de personalidade pode erodir gravemente nossa autoestima, e não podemos ignorar que estamos enfrentando um tipo de abuso. A melhor coisa nesses casos é manter distância. Viver com alguém agressivo, seja na família ou no trabalho, deixa sérias sequelas em todos os níveis.

Pessoas psicopatas
Há um dado interessante: as pessoas com comportamento psicopata têm maior probabilidade de se candidatar a cargos de gerência ou poder. A explicação é que sua personalidade agressiva, sua falta de empatia ou a capacidade de manipular usando seu charme para obter objetivos são características exigidas em certas categorias de trabalho. Esse tipo de perfil tende a contornar a legalidade ou o permitido para obter benefícios. Diante do psicopata, é melhor estabelecer limites, deixar claras as consequências de suas ações e, acima de tudo, nunca ceder.

*Por Mariló Garcia Martin
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*fonte: elpais-brasil

Urgente: Precisamos aprender a discordar sem atacar!

Urgente: Precisamos aprender a discordar sem atacar!

As discrepâncias não são negativas. O negativo é não saber discordar. Atacar aquele que pensa diferente. Excluir o dissidente. Perder os argumentos só porque questionam aquilo em que acreditamos é um sinal de problemas emocionais.

Em vez disso, o diálogo socrático promove um debate respeitoso entre duas pessoas que usam argumentos convincentes que promovem a reflexão e o raciocínio para chegar à resposta mais precisa ou válida possível. Ambas as pessoas têm a oportunidade de praticar a arte de discordar. Abertamente.

No entanto, não somos nem Sócrates nem estamos na Atenas clássica. Vivemos em uma sociedade cada vez mais polarizada, onde as pessoas são atacadas mais do que seus argumentos com o objetivo de impor uma verdade que restringe o pensamento crítico . Assim, não é surpreendente que os argumentos degeneram rapidamente em insultos e ataques pessoais.

Superidentificação com ideias, acreditando que somos o que pensamos

Não é incomum que muitas vezes nos encontremos discutindo acaloradamente com alguém sobre algo de que não temos certeza ou sobre o qual não temos informações suficientes.

É provável que mais tarde, com a mente fria, percebamos que levamos suas palavras ao tremendo. Nós os tomamos como um ataque pessoal, como se o mero fato de discordar implicasse que o outro se tornou nosso inimigo mais ferrenho.

As emoções são um grande obstáculo para discordar respeitosamente.

Quando palavras voam pelo ar como dardos controlados remotamente perfuram nosso cérebro reptiliano, mesmo antes de estarmos totalmente cientes de seu significado. Então as emoções assumem o controle e a razão é desligada.

As palavras que classificamos como “perigosas” e que desencadeiam este processo de sequestro emocional são aquelas que “atacam” a nossa identidade.

O problema é que, quando nos identificamos excessivamente com nossas ideias, tudo o que vai contra elas é percebido como um ataque pessoal.

Se acreditamos que somos o que pensamos, quando alguém discorda e questiona algumas de nossas crenças mais profundas, percebemos isso como um ataque ao nosso “eu”.

Não somos capazes de assumir a distância psicológica necessária, então as emoções assumem o controle e respondemos sem lógica ou argumentos. Portanto, para dominar a arte de discordar, devemos manter uma certa equidistância de nossas ideias.

Quando a discrepância é percebida como uma traição

Não atribuímos o mesmo valor a todas as palavras. A dissidência que vem de nosso círculo mais íntimo de confiança ou de grupos com os quais nos sentimos identificados pode ser mais dolorosa e gerar reações emocionais mais intensas.

Não levamos as palavras de uma pessoa que não nos conhece nas redes sociais tão a sério quanto as críticas de um amigo próximo.

Devemos partir do fato de que opiniões, ideias e narrativas nos ajudam a determinar “quem é o nosso”. Eles são uma espécie de marcadores que nos dizem de forma mais ou menos confiável em quem podemos confiar e em quem não podemos.

Portanto, embora possa ser paradoxal, o preço a pagar por discordar pode ser menor quando discordamos de pessoas que não pensam como nós e não fazem parte do nosso círculo de confiança ou dos grupos com os quais nos identificamos.

O que é mesmo difícil é aprender a discordar do nosso, do grupo que nos acolhe e do qual nos sentimos parte, do grupo onde colocamos os nossos afetos e em que confiamos para nos apoiar quando as coisas correm mal.

A dissensão nesse grupo é frequentemente percebida como uma traição pessoal que é particularmente difícil para nós administrarmos.

Isso foi confirmado por um estudo realizado na Monash University, no qual foi apreciado que, quando temos que discordar das pessoas mais próximas de nós, podemos experimentar grande dissonância cognitiva.

Na prática, nosso cérebro reage como se as ideias do outro fossem próprias, o que gera aquela cisão interna que causa ansiedade.

Os níveis de discrepância, do insulto à refutação

Estamos todos cheios de contradições. Precisamos de contato com os outros, bem como de certo grau de aprovação e validação social.

Precisamos sentir que fazemos parte do grupo. No entanto, também precisamos nos sentir únicos e diferentes. É por isso que sentimos a necessidade de discordar. Nós nos afirmamos por meio das diferenças, literal ou simbolicamente.

Nesse diálogo social, é normal que oscilemos entre acordo e desacordo. Na verdade, as ideias mais brilhantes e inovadoras geralmente nascem da dissidência, é uma janela aberta para novas formas de ver e compreender o mundo. No entanto, precisamos aprender a discordar com respeito e lógica porque somente assim ocorre a mudança no desenvolvedor.

O ensaísta Paul Graham determinou uma série de níveis de discordância que podem nos guiar no caminho da dissidência respeitosa, permitindo também detectar pessoas que não nos respeitam nessa troca de ideias.

Abuso.
É a forma mais baixa de desacordo e provavelmente a mais comum. Nesse caso, não há racionalidade ou argumento porque a divergência é baseada no insulto. Você nem dá atenção à ideia, mas vai direto aos insultos de uma forma grosseira, rompendo assim qualquer possibilidade de diálogo.

Falácia ad hominem.
É uma dissidência em que nenhuma razão imperiosa é fornecida, mas a pessoa é atacada diretamente por quem ela é ou por suas ações, que são completamente irrelevantes para o caso.

Na prática, ao invés de refutar os argumentos, quem recorre à falácia ad hominen se limita a dizer que o outro carece de autoridade porque não circula em círculos respeitáveis ​​ou já usou drogas, por exemplo.

Resposta ao tom.
Nesse caso, o argumento não é atacado, mas sim o tom que a outra pessoa usou. Em vez de apontar o erro no raciocínio contrário, a pessoa se limita a atacar o tom arrogante, frívolo ou raivoso. Portanto, a ideia central não é refutada, mas o ataque é dirigido às formas.

Contradição.
Nesse nível de discrepância, você finalmente para de atacar a pessoa para se concentrar na ideia em discussão.

No entanto, o argumento contra se limita a apresentar uma ideia oposta com pouca ou nenhuma justificativa. Na prática, a pessoa simplesmente diz o contrário, mas sem fornecer qualquer evidência para apoiar sua afirmação.

Contra-argumento.
É a primeira forma convincente de desacordo que realmente tenta provar algo. O problema é que o contra-argumento geralmente é uma contradição, em vez de um raciocínio em si, uma vez que geralmente trata de um assunto diferente.

Por exemplo, diante da ideia de que “as crianças precisam de brinquedos para desenvolver suas habilidades ”, um contra-argumento indicará que “ o mais importante é o amor, a atenção e o cuidado que as crianças recebem ”. Nesse caso, mesmo que o contra-argumento seja verdadeiro, ele não refuta a ideia primária.

Refutação.
A forma de desacordo mais convincente é a refutação, embora também seja a mais rara, porque requer mais trabalho intelectual.

Nesse caso, um parte dos próprios argumentos do outro para explicar por que ele está errado ou por que sua tese não se sustenta. Consiste em encontrar o erro em um argumento e explicá-lo por meio de dados, justificando ou recorrendo a evidências.

Em todo caso, para praticar com sucesso a arte de discordar, é importante que nos concentremos em refutar o ponto central, evitando dar voltas para não cair em discussões inúteis e inconsequentes.

Uma vez que detectamos a ideia central sobre a qual gira a discussão, devemos buscar argumentos sólidos para refiná-la.

Devemos lembrar que no mar social em que nadamos nem sempre é fácil nos orientarmos e muitas vezes não temos plena consciência das correntes que nos empurram para uma ou outra direção.

Apesar disso, a arte de discordar consiste em exercer nossa liberdade de discordar, permitindo que o outro também a exerça.

Afinal, a discordar vem da palavra “ discrep â re ”, que significa a soar de forma diferente ou ter uma opinião diferente.

Não implica estar certo ou estar de posse da verdade, mas apenas apresentar um ponto de vista diferente que pode lançar uma perspectiva diferente sobre as questões complexas do mundo.

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*Fonte: seuamigoguru

Alguns vão te amar por quem você é, outros vão te odiar pelo mesmo MOTIVO

Alguns vão te amar por quem você é, outros vão te odiar pelo mesmo MOTIVO.

Muitas pessoas vão te amar pelo que você é e pelo que você faz, outras vão te odiar pelo mesmo motivo. Devemos nos acostumar com isso porque muitas vezes caracteriza a dinâmica de nossos relacionamentos quando somos nós que temos sucesso em algo.

Não podemos ser queridos por todos, nem todos podem gostar de nós. Nesse sentido, devemos estar atentos que muitas vezes o que não agrada a certas pessoas é a luz que emitimos.

Porque dito de alguma forma, o que nos torna grandes também ofusca algumas pessoas, que provavelmente estão lidando internamente com algum desejo oculto que pensam ter sido negado.

Quem te ama te faz brilhar

Os verdadeiros anjos da guarda são aquelas pessoas que em determinados momentos da nossa vida aparecem e nos iluminam , fazendo-nos brilhar e eliminar os recantos que nos obscurecem ou que não fazem justiça às nossas virtudes.

Neste ponto, as palavras não valem os fatos. A magia nos cerca e maravilhas salpicam nossa realidade, fazendo-nos ver o quanto valemos quando parece que esquecemos onde está o interruptor que nos iluminou.

Todos, absolutamente todos, têm uma lâmpada, algo que nos move e nos torna especiais, algo que nos dá a capacidade de oferecer ao mundo uma especialidade. Haverá aqueles que são muito bons no que fazem, aqueles que são capazes de amor excessivo e aqueles que manejam mais de uma habilidade que os torna únicos.

Mas, como dizemos, haverá quem queira apagar essa luz, “aquele algo especial” que nos define. Às vezes será difícil para nós lidar com isso, mas o que devemos considerar é que SÓ PODEMOS DAR VALIDADE ÀS INTENÇÕES DOS OUTROS EM NOSSA PESSOA.

O demônio da inveja

A inveja não é 100% insana, porque enquanto não conduz a ações nocivas para os outros (ou para nós próprios), está a conduzir-nos para o que gostaríamos de ter. Ou seja, nos dá pistas sobre o caminho que gostaríamos de seguir.

No entanto, a inveja torna-se totalmente prejudicial quando sucumbimos ao seu feitiço, minando nossa autoestima e amor-próprio. Isso nos predispõe a uma comparação desvantajosa e, às vezes, transformamos essa ganância em um ataque sombrio e sinistro que visa aprisionar nosso objeto oculto de admiração.

Ou seja, às vezes essa mesma inveja se mistura a outros sentimentos como o ódio, voltando para a pessoa que emite uma imagem de suas frustrações em uma lupa. Por meio dessa imagem, o talento e os sucessos dos outros são condenados, gerando comportamentos que buscam prejudicar o outro.

Temos a tendência de prestar mais atenção ao motivo da inveja do invejoso do que avaliar o que isso significa para o invejado. Não podemos esquecer que o facto de nos invejarem (e “nos odiarem por aquilo que nos faz brilhar”) é um grande sofrimento que nos afasta da realidade e gera desconfiança.

Não é por acaso que as pessoas que se destacam se encontram sozinhas em um mundo onde estão rodeadas de pessoas. Não é estranho, então, que não se saiba distinguir entre amigos verdadeiros, interessados ​​ou invejosos.

Além disso, isso acaba nos fazendo questionar se nosso sucesso ou nossa luz nos pertence ou é uma miragem que não merecemos. Isso geralmente se transforma em uma longa cadeia de inseguranças e arrependimentos que podem eventualmente obscurecer nossas virtudes.

O dano de ser invejado pode ser superado se reforçarmos nossas crenças positivas em nós mesmos. Nesse sentido, não podemos esquecer que certas circunstâncias ou acontecimentos sempre provocarão certas comparações, mas isso não deve nos depreciar.

Cada um deve saborear as suas virtudes sem destruir as dos outros, afastando a inveja doentia e promovendo o que nos edifica, que nada mais é do que a nossa capacidade de admirar e crescer junto com os outros.

Alguns vão te amar por quem você é, outros vão te odiar pelo mesmo MOTIVO.

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*Fonte: resilienciamag

Não se misture com quem você não seria

Não se misture com quem desconhece limites entre humor e ofensa, com quem nunca escuta. Com gente que não consegue se colocar no lugar do outro, não torce por você, com quem não tem capacidade de amar.

Adultos não deveriam se importar com a opinião alheia, nem ter necessidade extrema de serem aceitos. Adultos deveriam bastar-se sozinhos, rir de si mesmos, preferir ter paz a ter razão. Isso seria maturidade. Isso deveria ser a meta de todos nós. Para tanto, não devemos jamais nos misturar com pessoas que não se afinam com nossas verdades, com nossas visões de mundo. Não se misture.

Não se misture com quem faz piadinhas desagradáveis sobre você, rindo amigavelmente na sua frente e, muito provavelmente, continuando a sorrir com desprezo na sua ausência. Com gente que desconhece limites entre humor e ofensa, que ironiza assuntos sérios, subestimando a vida de qualquer um que passe por perto.

Não se misture com quem não ouve, nunca escuta, apenas sabe falar sobre si mesmo. Com gente cuja própria vida é o único foco de suas conversas, que se acha melhor do que todos, até mesmo diminuindo o outro para se sentir mais importante.

Não se misture com quem é frio, insensível, com quem não se abala com a dor de ninguém. Com gente que não consegue se colocar no lugar do outro, que sempre acusa as pessoas de serem culpadas por suas próprias misérias, que nunca será capaz de admitir que erra, que machuca, que é minimamente humano.

Não se misture com quem não torce por você, com quem nunca recebe seus sonhos sorrindo, com quem subestima tudo o que você é. Com gente que espera sua derrota, que aguarda seu vacilo, que tem certeza de sua queda. Gente que jamais será capaz de comemorar suas vitórias com verdade.

Não se misture com quem não tem capacidade de amar, de se doar, de compartilhar. Com gente que só quer receber, ganhar, ser o centro do universo. Gente que não sai do círculo do próprio umbigo, não estende a mão, não oferece ajuda, não se importa com o que não está dentro de si.

Estaremos bem e felizes quando conseguirmos viver o que mora em nossos corações, sem precisar fingir perto dos outros. Fato é que não necessitamos de máscaras quando nos encontramos em nosso meio, junto a nossa gente, ao que vibra em sintonia com nossa alma. Ninguém merece sufocar sua essência perto dos outros. Não se misture com quem sufoca, nem se for para ficar na melhor companhia do mundo: somente com você mesmo.

*Por Marcel Camargo

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*Fonte: provocacoesfilosoficas

Como é difícil conviver com os hipócritas, que exigem dos outros aquilo que nunca fazem!

Um texto sobre a realidade da convivência com os hipócritas. Confira!

De todas as pessoas complicadas que podemos encontrar, as hipócritas são, sem dúvidas, algumas com as quais a convivência é a mais complicada.

Elas testam a nossa paciência e autocontrole diariamente com as suas atitudes arrogantes e seu posicionamento de superioridade, e nos dão um exemplo do tipo de pessoa a que nunca devemos aspirar ser.

Se existe ou já existiu uma pessoa hipócrita em sua vida, você sabe muito bem como é. Elas acreditam ser melhores do que as outras, e a todo momento estão fingindo ser quem não são.

Movidas unicamente por seus interesses pessoais, constantemente mudam de posicionamento e estão sempre apenas onde lhes convém. Não têm respeito, lealdade e autenticidade, e podem adotar quaisquer tipo de características que as ajudem a chegar aonde desejam.

Os hipócritas parecem não ter personalidade definida e não conseguem conservar nenhum tipo de relacionamento por muito tempo, porque, em determinado momento, suas máscaras caem, e eles precisam recomeçar, encontrando outras pessoas que possam manipular.

Elas estão constantemente se contradizendo e exigindo daqueles ao seu redor tudo o que nunca estão dispostas a oferecer: consideração, lealdade, respeito. Essas pessoas sugam a nossa energia e felicidade, e fazem com que sintamos que nunca somos suficientemente bons.

Infelizmente, não podemos evitá-las em definitivo, porque estão em todos os lugares, seja dentro de nossa família ou locais de trabalho, mas em nível pessoal, devemos tentar ao máximo nos manter afastados delas, para que nossa qualidade de vida não seja prejudicada.

As pessoas hipócritas nem sempre são reconhecidas com facilidade. Elas podem se esconder através de atitudes passivo-agressivas, com o objetivo de nos controlar por mais tempo, e precisamos estar atentos para identificar os sinais de sua personalidade.

Muitas vezes, precisamos conviver por muitos anos com uma dessas pessoas, até que possamos reconhecer sua personalidade verdadeira e todo o mal que já nos causaram. Entretanto, com a experiência trazida pelo tempo, somos capazes de identificá-las apenas pelo olhar.

Não há nada que possamos verdadeiramente ganhar ao conviver com alguém hipócrita. Por mais que gostemos de outras características dessa pessoa, conviveremos o tempo todo com o sentimento de que podemos estar sendo manipulados.

Portanto, pelo bem de nossa saúde mental, o melhor a fazer é nos afastarmos, já que os hipócritas jamais serão capazes de nos oferecer um relacionamento realmente saudável.

*Por Luiza Fletcher

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*Fonte: osegredo

Um impactante curta nos brinda com uma das lições mais importantes da vida: saber quando desistir

A vida não é uma corrida de velocidade, mas de resistência. Isso significa que para chegar mais longe e em melhor forma é necessário manter um certo equilíbrio: saber quando é hora de apertar o passo e quando é necessário desacelerar ou mesmo parar para recuperar a força. No entanto, a verdade é que manter esse equilíbrio é difícil, especialmente quando as emoções são mediadas.

A armadilha do “investimento emocional”
Uma das armadilhas mortais em que normalmente caímos está na “inversão emocional”. Na prática, não queremos abandonar um projeto, um relacionamento ou qualquer outra coisa a que nos sentimos amarrados, simplesmente porque investimos tempo, esforço e sentimentos nele.

Na verdade, é uma armadilha muito comum no campo dos negócios. Uma pessoa investiu tanto em uma atividade que, embora não funcione mais e gere perdas, a pessoa se recusa a reconhecê-la e continua investindo em uma barca furada.

No campo dos relacionamentos, isso também acontece. Muitas pessoas pensam que passaram tantos anos juntos que não há como separar. Elas acreditam que perderão esse “investimento emocional”, e ainda estão imersos em um relacionamento que está realmente desgastando e que tira o desejo de viver.

Este curta-metragem mostra-nos, de maneira inequívoca, que às vezes não sabemos quando é hora de parar e permanecemos obcecados com o nosso objetivo, sem perceber que a vida pode ser desperdiçada nele. Também nos mostra a enorme influência que os hábitos podem ter nas decisões que tomamos, então preferimos permanecer ligados a eles, em vez de mudar.


Desistir a tempo não é fracassar

Embora associemos a palavra “desistir” com o fracasso ou falta de vontade, a verdade é que às vezes é a decisão mais inteligente. Você tem que saber quando você pode continuar a investir emocionalmente e quando é hora de parar. Se não formos capazes de reconhecer esse ponto, podemos literalmente arruinar nossas vidas.Felizmente, existem alguns sinais que indicam que talvez tenha chegado a hora de mudar de rumo:

1. Os resultados esperados estão cada vez mais distantes. Se você está dando o seu melhor e tem lutado por um longo tempo, mas os resultados que espera estão cada vez mais longe, talvez seja melhor reavaliar seus objetivos ou o caminho que você tomou.

2. O desgaste que você está sofrendo não vale a pena. Cada objetivo geralmente representa um desafio, para alcançar algo que realmente vale a pena, um certo nível de compromisso e esforço é necessário. No entanto, tudo tem um limite, então se o desgaste que você está sofrendo é muito grande, você pode ter que se perguntar se realmente faz sentido continuar se sacrificando.

3. As circunstâncias mudaram. Às vezes você pode estar tão absorvido em um projeto ou em um relacionamento que você perde de vista o contexto e não percebe que as circunstâncias mudaram, fazendo o seu esforço em vão. Portanto, de vez em quando, é conveniente parar e reavaliar a viabilidade de seus objetivos.

Estou Aprendendo A Não Reagir A Tudo Que Me Incomoda

Lentamente estou aprendendo que a energia que eu gasto para reagir a cada coisa ruim que acontece me esgota e me impede de ver o lado bom da vida. Eu estou aprendendo que não preciso machucar de volta quem me machucou.

Às vezes, o sinal máximo de maturidade é virar as costas ao invés de pagar na mesma moeda. Eu estou aprendendo que não posso agradar todo mundo, e tudo bem com isso. Eu estou aprendendo que tentar ganhar a afeição de todo mundo é uma perda de tempo e de energia, e que me enche apenas de vazio.

Eu estou aprendendo que não reagir não significa que eu estou bem com as coisas, e sim que eu apenas estou lidando com elas. Eu estou escolhendo tirar isso como lição e aprender com a situação. Eu estou escolhendo ser melhor. Escolhendo a minha paz de espírito porque é o que eu realmente preciso.

Não quero mais drama. Não preciso de ninguém me fazendo sentir que não sou boa o suficiente. Eu não preciso de brigas e discussões. Eu estou aprendendo que, de vez em quando, não dizer nada diz tudo.

Eu estou aprendendo que reagir ao que me faz mal dá poder para outra pessoa sobre as minhas emoções. Você não pode controlar o que os outros fazem, mas pode controlar como você responde, como você lida, como você interpreta e quanto disso você leva para o lado pessoal. Eu estou aprendendo que na maior parte do tempo, essas situações não dizem nada a respeito de mim, mas sim a respeito do outro.

Eu estou aprendendo que talvez todas essas decepções são simplesmente para me ensinar a me amar, porque esse amor é a armadura e o escudo que eu preciso contra quem tenta me derrubar. É o que me salva quando alguém tenta diminuir minha confiança ou questionar o meu valor.

Eu estou aprendendo que mesmo que eu reaja, isso não vai mudar nada, não vai fazer ninguém me amar ou respeitar e não vai magicamente mudar a mente de ninguém. Às vezes é melhor simplesmente deixar estar, deixar pessoas irem, não lutar por fechamento, não pedir explicações, não procurar respostas e não esperar que alguém entenda a minha história.

Eu estou aprendendo que a vida é melhor vivida quando eu não foco no que está acontecendo ao meu redor, e sim quando eu foco em mim mesma. Trabalhar em mim e na minha paz interior me faz perceber que não reagir a toda pequena coisa que me incomoda é o primeiro ingrediente para viver uma vida feliz e saudável.

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*Texto de Thought Catalog, traduzido e adaptado por Portal Raízes

Tédio social ou por que não vamos mais com a cara de ninguém depois da pandemia

Já sabemos que a pandemia impactou em mais áreas da nossa vida, além da nossa saúde. Obviamente, também o fez em nossa economia e em nossas perspectivas de curto prazo. Mas também o fez em nossas relações pessoais. Com amigos, parceiros ou familiares. Mas se déssemos uma olhada nas redes sociais, poderíamos dizer que o fenômeno é um pouco maior, algo mais generalizado. Existe um tédio social. Algo como se depois da pandemia fôssemos um pouco menos com a cara de todo mundo do que antes. Como se estivéssemos decepcionados com a sociedade.

“As consequências sociais da pandemia foram variadas, marcadas pela ambivalência entre o positivo e o negativo”, explica Juan Antonio Roche Cárcel, presidente do Comitê de Sociologia das Emoções da Federação Espanhola de Sociologia (FES). O sociólogo, que publicou vários estudos sobre as consequências sociais do coronavírus, insiste que houve uma “tensão entre as forças individualizantes e comunitárias”. Em outras palavras, “existem aspectos de maior egoísmo individual e aspectos de maior sentido comunitário”. Mas parece que, no final das contas, alguns nos impactaram mais do que outros.

Os confrontos não aconteceram apenas nas varandas dos bares ou nas reuniões familiares. Tampouco apenas nos grupos de WhatsApp. Toda a sociedade parece ter se polarizado na hora de opinar sobre novos assuntos, como o uso correto ou não das máscaras ou a aplicação das vacinas. Cada um com seus argumentos. “Houve uma polarização do político que também afeta a esfera privada”, insiste Juan Antonio Roche Cárcel. Pois o debate de nossos políticos passou das discussões nos meios de comunicação às nossas videoconferências. Mas principalmente às nossas discussões no Twitter, com muitos desconhecidos. “As redes sociais serviram, por um lado, para conectar famílias ou amigos, mas também para gerar fake news, uma exacerbação das emoções, uma intensificação dos ódios, o desrespeito pelo diferente. Esta situação gerou medo e solidariedade, que são duas das grandes respostas sociais que estiveram presentes nestes meses”, insiste o sociólogo.

Tudo isso impactou também nos meios de comunicação. No início da pandemia, nos aferrávamos às imagens dos aplausos para os profissionais da saúde, das comunidades de moradores fazendo compras para os idosos ou dos restaurantes distribuindo refeições gratuitas aos mais necessitados. A estas alturas, as imagens predominantes da pandemia são as de festas ilegais, as frases com desculpas impossíveis para desrespeitar as restrições ou as pessoas que chegaram a enfrentar até mesmo a polícia. Ambas as realidades representam apenas grupos de pessoas e nem sempre as maiorias. No entanto, onde o foco da atenção é colocado, marca a nossa forma de entender a sociedade em seu conjunto.

Amplificação das emoções
Para além de todos os fatores externos, o tédio social também tem a ver com o cansaço emocional que implicou ver nossas vidas transtornadas durante um tempo tão longo. Como exemplo, o estudo da Ipsos Digital para a Unilever concluiu que 61% dos espanhóis consideram que seu bem-estar mental diminuiu.

“Depois deste longo período de pandemia, embora pareça que finalmente começamos a ver a luz e deveríamos ter muita vontade de nos relacionarmos, existe um estado de apatia social generalizada”, reflete a psicóloga Eli Soler. “A situação de confinamento minou o moral de muitas pessoas. Algumas até se acostumaram com o pouco contato social e afirmam que têm preguiça de voltar a se relacionar”.

A especialista acrescenta que a pandemia trouxe uma maior suscetibilidade e uma amplificação das emoções. Ficamos trancados, com uma rotina restrita. Algo parecido com o que aconteceu nas primeiras edições do Big Brother, em que os participantes repetiam que “aqui dentro tudo se intensifica”. “Esta semelhança é um exemplo muito bom, principalmente a primeira edição. Nós, como sociedade, também não esperávamos um confinamento tão longo nem tão estrito. Depois da primeira fase de euforia e da sensação de aproveitar o tempo que nos era dado, com o passar das semanas veio o desespero e o desgaste. Veio aquilo de ficar em casa usando um eterno pijama, como os participantes desse reality show, e de não ter vontade de fazer nada além de comer e assistir Netflix”.

O ambiente de polarização e a sensação de desgaste individual também marcaram a forma como nos comunicamos e nos entendemos. Ou melhor, a forma de gerar mal-entendidos. Principalmente nas redes sociais, onde a falta de linguagem não verbal, de expressões e entonações muitas vezes leva a perverter as mensagens.

“Estivemos muito mais irritáveis, tensos e tudo isso nos levou a discutir mais com nossa família ou com nosso parceiro”, insiste Eli Soler a respeito dos casos que continua atendendo em seu consultório. “As redes sociais foram uma janela externa para a vida social, mas em muitas ocasiões foram usadas mais como via de escape do que como ferramenta social funcional.” Acontece que em um momento que socializávamos, o fazíamos justamente com os assuntos que mais nos levavam a discutir. Tudo isso levou a que nos fechássemos mais em nós mesmos e em nossas opiniões, a que perdêssemos o contato e a confiança com algumas pessoas próximas e, definitivamente, que perdêssemos a perspectiva sobre algo fundamental: a empatia. Porque nem todo mundo atravessava a mesma situação, nem tinha as mesmas circunstâncias familiares ou financeiras ou não sabia administrar suas emoções da mesma forma.

“Mas está terminando, pouco a pouco”, acrescenta como um raio de luz a psicóloga, tendo em vista a realidade europeia. Ela insiste que agora que as vacinas estão chegando para proteger nossa saúde física é um bom momento para abordar nossa saúde mental. “Por isso, para sair desse estado cinza, a melhor coisa a fazer é se ativar, entrar em movimento. Obrigar-se a reencontrar os amigos, voltar a fazer as atividades que antes nos motivavam e obrigar-se a seguir uma rotina regular. Porque cuidar das nossas emoções é cuidar da nossa saúde mental”, conclui a especialista.

*Por Silvia C. Carpallo
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*Fonte: elpais

Seis comportamentos que fazem as pessoas se afastarem de nós

A maioria de nós gosta de ter sucesso em nossas relações pessoais. Mas ter a atitude certa é crucial para esse fim. Na verdade, existem certos comportamentos que, se reiterados, podem acabar afastando os demais do nosso convívio. O psicólogo José Elías Fernández González, membro do Colégio de Psicólogos de Madri, na Espanha, nos conta quais são os mais habituais desses comportamentos, e o que podemos fazer para melhorar essas características caso as tenhamos.

1. Levar as coisas a ferro e fogo

Podemos nos magoar, por exemplo, quando um chefe reconhece os resultados de um colega, mas não os nossos. É preciso, porém, aprender a relativizar essas pequenas punhaladas no ego e “não autoquestionar nosso valor nem se subvalorizar”, recomenda o especialista.

Para lidar com isso, é preciso ser capaz de pensar que não somos os melhores em tudo. Só assim conseguiremos tirar um grande peso de cima: “Seria exaustivo se todos sempre recorressem a nós”, diz o psicólogo. “Além disso, não podemos ser especialistas em todos os aspectos profissionais e pessoais. Há pessoas que têm ideias melhores que as nossas em determinados assuntos.”

Também devemos tentar não levar tudo para o terreno pessoal, porque não somos o umbigo do mundo. Devemos tentar manter o controle sobre nossas emoções e não reagir exageradamente aos acontecimentos cotidianos.

2. Ser ciumento por natureza

O monstro de olhos verdes tampouco ajuda a criar um círculo de amizades saudável. No âmbito social, muitas vezes o ciúme é entendido como uma amostra de que nos importamos com os outros, mas neles só encontramos frustração e mal-estar. “Geram sentimentos de inveja, obsessão ou controle que de maneira inconsciente e involuntária se manifestam e projetam nos outros, o que pode levá-los a fugir de nós”, esclarece Fernández González.

Para combater o ciúme, devemos aprender a valorizar nossos pontos fortes e virtudes, assim como as coisas boas que nos acontecem. “É preciso evitar comparações com os outros.”

3. Necessitar de constantes elogios

Todo mundo gosta de receber elogios ou afagos de quem nos cerca. Mas cuidado, porque, se nossa autoestima depender da validação constante por parte dos outros, ela se voltará contra nós. Ser viciado em elogios também pode turvar suas amizades.

Fernández González afirma que não cabe às pessoas que nos cercam nos manter motivados e com o ego alimentado. “Cada um é único e irrepetível, e não temos por que sempre contentar a todos, e sim a nós mesmos.”

O amor próprio é a chave. Isso tampouco significa que devamos nos tornar vaidosos ou egocêntricos, só que tenhamos consciência de que a forma como os outros nos veem é apenas uma amostra da realidade, que nem sempre é a correta.

4. Não aceitar críticas construtivas

Ninguém gosta de ter suas falhas ressaltadas, mas de vez em quando vai bem que nos chamem a atenção para elas. Entretanto, não devemos confundir isso com a atitude daquelas pessoas que só veem o que está ruim, já que isso pode acabar sendo negativo para o crescimento pessoal.

Como disse Joe E. Brown a Jack Lemmon em Quanto Mais Quente Melhor, “ninguém é perfeito”. “Reconhecer nossos defeitos é uma força que gera autoestima e nos ajuda a adotar mecanismos para superá-los”, observa Fernández González.

O psicólogo afirma que, se não aprendermos a aceitar os comentários negativos, nunca tentaremos superar e eliminar nossas desvantagens. Também insiste na necessidade de uma boa comunicação com os outros, já que são os bons amigos que nos ajudam a ter uma visão mais objetiva dos nossos comportamentos e nos motivam a melhorá-lo: “É fundamental para o sucesso nas relações, e também para ter uma visão saudável sobre nós mesmos”.

5. Fazer-se constantemente de vítima

Assumir esse papel para causar pena ou compaixão funcionará durante pouco tempo. Segundo o especialista, há uma realidade: “Todos queremos estar com pessoas alegres e felizes”. Isto não significa que você nunca possa compartilhar as fases ruins ou as coisas negativas com seus amigos. Porém, se abraçarmos a negatividade como filosofia e o vitimismo como atitude perante a vida, os outros fugirão de nós “como da peste”.

“Alguns só podem ver a parte negativa das coisas que lhes acontecem, ou sempre se antecipam ao que vai acontecer no futuro, e isso não lhes permite ser felizes. Se dependesse deles, o mundo já não existiria mais”, afirma o psicólogo.

Para evitar isso, não podemos atribuir ao exterior ou ao destino tudo o que nos acontece de ruim, pois determinadas variáveis estão ao nosso alcance e devemos ter consciência de que muitas das coisas que nos ocorrem são consequência de nossos pensamentos e ações. Só uma atitude positiva poderá nos ajudar e também fará os outros confiarem em nós.

6. Ser muito sincero, mesmo se ninguém tiver pedido a sua opinião.

Disseminar nossa opinião sobre qualquer tema sem que ninguém peça —por exemplo, como é horrorosa a calça do seu amigo ou o penteado da sua colega de trabalho— nos transforma em seres odiosos.

O que se conhece como “não ter filtro”, ou seja, emitir juízos gratuitos a torto e a direito, pode magoar os que nos cercam ou fazê-los se sentirem incômodos. Em geral, falar demais não é uma qualidade elogiada socialmente, segundo o especialista: “Não se pode dizer a primeira coisa que nos passa pela cabeça nem julgar as pessoas levianamente, sem pensar que podemos ofender”, afirma Fernández González.

É preciso aprender a ser mais prudente, respeitoso e empático, recomenda o especialista. Também é bom saber valorizar as qualidades e capacidades dos outros: “Melhor pecar por prudência que por excesso nos julgamentos que emitimos sobre os outros. Não temos só que estar atentos ao que dizemos, mas também ao jeito que empregamos”, esclarece.

*Por Alejandra Sánches Mateos
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*Fonte: elpais

Por que é mais difícil fazer amigos depois dos 30 (e como resolver isso)?

Quando criança, fazer amigos era fácil. Eram os vizinhos, os colegas de escola ou os primos, pessoas da sua idade com as quais você ficava muito tempo e a quem muitas vezes bastava perguntar diretamente se queriam ser seus amigos. Na adolescência e aos 20 anos, a situação continuava propiciando o surgimento de novas amizades: no colégio, à noite, na universidade… No entanto, depois dos 30 anos muita gente começa a sentir que fazer novos amigos é quase impossível. Além disso, muitos dos amigos de toda a vida começaram a desaparecer, exatamente como na canção 20 de abril, da banda espanhola Celtas Cortos: “Hoy no queda casi nadie de los de antes, y los que hay, han cambiado” (Hoje não resta quase ninguém de antes, e os que ficaram, mudaram).

Um estudo realizado pelas universidades de Aalto (Finlândia) e Oxford (Reino Unido) em 2016 confirmou essa sensação de que com a idade nosso círculo de contatos se reduz. Os pesquisadores analisaram os telefonemas feitos dos celulares dos participantes do estudo e concluíram que nossos círculos de amizades atingem seu pico aos 25 anos. A partir daí começa uma queda vertiginosa, especialmente no caso dos homens, que mantêm menos amigos quando entram nos trinta. O problema não é apenas perdermos os contatos, mas também não os substituirmos.

Natàlia Cantó, especialista em sociologia das emoções e professora da Universidade Aberta da Catalunha (UOC), também confirma que a sensação de que é mais difícil fazer amigos depois dos 30 anos é verdadeira. Mas acredita que “não tem tanto a ver com a idade como com as circunstâncias da vida”. Não perdemos habilidades sociais, mas geralmente “começamos a trabalhar regularmente” e, às vezes, “deixamos de morar com nossos pais, por nossa conta ou dividindo moradia para viver com nosso parceiro e/ou nossos filhos”.

Segundo a pesquisadora, isso faz com que “o horizonte de nossas responsabilidades” mude completamente e “o tempo que podemos dedicar para cultivar novas amizades, e até para cuidar daquelas que já temos, se torna escasso”.

Maternidade e afinidades
Cristina Vidal, psicóloga e diretora do centro PsiCo Lleida, explica que as amizades de adultos vêm mais de afinidades do que dos acasos da infância. “Para conhecer gente depois dos 30 é mais fácil procurar pessoas em contextos afins ou que desempenhem papéis semelhantes aos nossos”, diz ela. “Se temos filhos, com pessoas com filhos, e se não, com pessoas sem filhos.” Da mesma forma, se, por exemplo, você leva “uma vida saudável e pratica esportes”, você se encaixará mais “com as pessoas que têm esse mesmo estilo de vida”.

Borja Carrasco, de 35 anos, de Madri, está ciente de que na sua idade é mais difícil fazer amigos porque socialmente “você se relaciona com menos gente”. No entanto, diz que conseguiu “na base de ir todo fim de semana no mesmo bar” e sempre se encontrar “com as mesmas pessoas”. Agora também estão fora desse contexto: “Saímos para comer e convidamos uns aos outros para aniversários e tudo mais”, diz ele.

Outro local em que as amizades podem surgir a partir dos 30 anos é no trabalho. Embora a pesquisadora Natàlia Cantó ressalve que “às vezes é um ambiente cheio de armadilhas para a amizade”, é um lugar em que as pessoas passam mais horas do dia. Juan Vázquez, 45 anos, conheceu um de seus melhores amigos assim, de forma inesperada. “No começo eu me sentia péssimo, coisas do trabalho. Depois comecei a perceber que tínhamos um senso de humor parecido, ríamos com as mesmas coisas e tínhamos interesses parecidos. E papo vai, papo vem, chegou à intimidade. E era meu chefe!”

Marta Cabrera é das que fizeram amizades com outras mães. Esta moça de 35 anos da Galícia, morando em Saragoça, cercou-se de “outras mães com as quais compartilha a forma de educar”. No começo da “escola ou da piscina, ou música, entre centenas de pais” com os quais convive, os que têm afinidades se aproximam e “surge e amizade”.

Antia Paz, também de 35 anos, está em situação de vida parecida. Para ela, “a maternidade é muito solitária”, especialmente quando não se está perto da família. “Percebi muito a necessidade de criar novas amizades”, conta. E conseguiu um pouco por acaso, quando lhe deram de presente um sling (porta-bebê) e não tinha ideia de como usá-lo. Então, ela foi assistir a uma aula na qual não só aprendeu sobre esse sistema de transporte que garante contato constante entre o bebê e o adulto, mas a garota que dava o curso lhe explicou que as mães constituíam “uma pequena tribo”. Lá ela encontrou pessoas com interesses comuns e, pouco a pouco, a amizade foi surgindo.

Carlos Álvarez, de 46 anos, fez amizades entre os pais dos amigos de seu filho. Além disso, acrescenta uma outra nuance: “A ideia que têm de você os amigos que você faz depois de uma certa idade é radicalmente diferente daquela dos de toda a vida”.

Mais improvável, mas mais segura
As novas amizades de maturidade tendem a ser diferentes das dos jovens. Geralmente, como já mencionamos, são amizades mais baseadas em afinidades. Mas, também, explica a psicóloga Cristina Vidal, nessa idade as pessoas são mais “seletivas” porque cada um “se conhece melhor e sabe melhor o que lhe agrada”.

Isso retarda um pouco a passagem da amizade superficial para a íntima — não se faz amizade com qualquer um —, o que faz com que seja “menos provável”, mas “mais segura”. “Depois dos 30 anos, acumulamos decepções e somos mais cautelosos quando se trata de confiar”, acrescenta Vidal.

Nessas novas amizades, Borja Carrasco, o entrevistado que fez um círculo de amigos frequentando um mesmo lugar, afirma que quando mais velhos temos a vantagem de nos conhecermos melhor e não precisar fingir. “Isso os demais agradecem e você agradece que façam o mesmo. Se você conhece alguém de quem gosta e com quem tem química, é provável que a amizade se mantenha, já que você não vai mudar da noite para o dia”, comenta.

Juan Vázquez, aquele que fez amizade com o chefe, diz que “uma vantagem de ter mais de 35 anos é que se vai deixando de lado algumas pessoas: essas amizades que se faziam aos 20, com as quais nem sequer havia muito em comum, a não ser ir à mesma escola ou faculdade”. Além disso, com estes novos amigos não há “nostalgia absurda e ninguém julga o outro por ser alguém que não era”.

*Por Ana Bulnes
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*Fonte: elpais

O Verdadeiro Charme De Uma Pessoa: “Seus Traços De Loucura”

*Gilles Deleuze disse certa feita que “O verdadeiro charme das pessoas reside nos seus traços de loucura”. Algo parecido diz o suíço, Alain de Botton, o qual fala que “As pessoas só ficam realmente interessantes quando começam a sacudir as grades de suas gaiolas”. Essas ideias referem-se ao que há de belo no ser humano, não em sua superficialidade, e sim, nas suas entranhas, no seu interior.

A loucura citada pelos filósofos pode ser traduzida como as idiossincrasias que formam uma pessoa. Ou seja, tudo aquilo que ela possui de único e insubstituível. As características peculiares, as quais nos tomam o pensamento e nos fazem sentir saudade. Aquilo que quando vemos parecido em alguém, automaticamente nos faz lembrar a pessoa. Todavia, é bom que se diga parecido, porque as idiossincrasias são únicas e singulares, de modo que se torna impossível buscar em outros lugares, o que apenas o ser carrega dentro de si.

Por isso, Deleuze afirma que só amamos de verdade uma pessoa quando percebemos a sua loucura. A bem da verdade, é extremamente difícil encontrar pessoas que demonstrem a sua loucura e outras capazes de percebê-las. A maior parte de nós prefere viver de acordo com a normalidade, seguindo as regras, os padrões, se adequando e, portanto, sendo igual. Dessa forma, os traços de loucura, as idiossincrasias, são sufocados, quando não, mortos, pois acreditamos que a demonstração das nossas longitudes é um disparate sem tamanho, uma verdadeira “loucura”.

Sendo assim, acabamos nos tornando completamente iguais uns aos outros e, por conseguinte, desinteressantes, já que, como dito, o que nos faz enxergar alguém de um modo diferente e se sentir atraído está naquilo que percebemos de singularmente novo e que nos faz perceber que será inútil procurar em outros lugares aquilo que sabemos onde encontrar.

É por isso que existem pessoas insubstituíveis em nossas vidas, porque elas guardam dentro de si uma espécie de magia que se reverbera no encanto das suas peculiaridades. Entretanto, sentimos enorme dificuldade em perceber isso como a maior beleza que existe nas pessoas. Acreditamos que são defeitos, coisas que devem permanecer ocultas, mas as idiossincrasias significam intimidade, entrega, libertação, desejo e poesia. É o que permite que as lembranças sejam criadas, que a saudade se instaure, porque convenhamos, saudade do absolutamente igual não possui rosto.

Sabe, o que eu acho é que temos medo de descobrir que as nossas loucuras são maravilhosas, que não precisamos de tralhas para nos destacarmos, precisamos sacudir as grades e assumir o que somos, demonstrar sem medo as nossas “imperfeições” e enxergar no outro as suas coisas simples, bobas e unicamente maravilhosas, porque é sempre magnífico quando as águas saem do subterrâneo e explodem na superfície e, então, nos tornamos rios profundos de loucuras idiossincraticamente belas, como um quadro pintado na lucidez de um sonho.

PS – Gilles Deleuze nasceu na França e viveu de 1925 a 1995. Notável filósofo e professor de Filosofia em diversas Faculdades, publicou estudos sobre pensadores como Nietzsche, Kant e Spinoza, sendo apontado como um dos responsáveis pelo crescente interesse pela obra de Nietzsche. Habituado a ler e a espreitar de perto esses grandes pensadores, Deleuze tem como certo que “todos nós somos meio dementes” e que não se pode se apaixonar por uma pessoa quando não se percebe, nela, um essa “demência”, que é o seu “charme”.

*Por Erik Morais
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*Fonte: portalraizes

Ame sem possuir, acompanhe sem invadir e viva sem depender

O maior sinal do amor é deixar a pessoa amada ser ela mesma. É também uma enorme amostra de maturidade psicológica. E é algo muito difícil de alcançar, já que nossa sociedade “nos programa” para a posse. Em uma cultura onde vale mais quem tem mais, é difícil não extrapolar esse conceito para as relações interpessoais. Então nos tornamos possessivos.

A origem da possessividade está no medo da perda
Basta-nos apenas termos algo, apenas sentirmos que algo é nosso, que já somos tomados pelo medo de perdê-lo. E quanto mais nos apegamos a essa posse ou quanto mais amamos a pessoa, maior é esse medo.

Em muitos casos, esse medo da perda remonta a experiências passadas, especialmente a infância, que deixaram cicatrizes dolorosas em nosso cérebro. Apreciou-se que as pessoas que sofreram perdas na infância ou que não receberam atenção suficiente tendem a desenvolver um apego inseguro que as leva a depender dos outros ou a controlar suas vidas. Essas pessoas exigem atenção constante e não querem compartilhar a pessoa especial com mais ninguém por medo que lhe “roubem” e desapareçam com ela de sua vida, o que as fará experimentar os sentimentos de desamparo que sentiam quando crianças.

No entanto, pode haver outras razões para uma pessoa desenvolver esse relacionamento possessivo. De fato, a possessividade sempre implica em insegurança e baixa auto-estima. Pessoas inseguras tendem a ser mais possessivas porque têm mais medo de perder o que conquistaram porque, no fundo, acham que não merecem isso.

O problema é que essas pessoas, em vez de analisar de onde vem essa possessividade, tentam neutralizar seus medos e inseguranças com mais controle.

A dinâmica perversa do controle
Houve uma vez um monge seguidor de Buda. O monge costumava perambular dia e noite em busca de iluminação. Ele carregava consigo uma estátua de madeira de Buda que ele próprio esculpira e todos os dias queimava incenso em frente à estátua e adorava o Buda.

Um dia ele chegou a uma cidade tranquila e decidiu passar alguns dias lá. Ele se estabeleceu em um templo budista onde havia várias estátuas de Buda. O monge seguiu sua rotina diária, assim também queimou incenso em frente a sua estátua no templo, mas não gostou da ideia de que o incenso que queimava por sua estátua chegasse às outras estátuas.

Então uma ideia lhe ocorreu: ele colocou um funil na frente de sua estátua para que o cheiro do incenso só chegasse a ela. Depois de alguns dias, ele percebeu que o nariz de sua estátua estava preto e feio da fumaça do incenso.

Essa simples parábola nos mostra o que pode acontecer quando a possessividade nos cega. Na verdade, não é difícil cair em um comportamento do monge e acabar sufocando a pessoa que amamos. No entanto, o curioso sobre o controle é que quanto mais você aplicá-lo, mais controle você quer, porém mais ilusório se torna.

Para amar e deixar ser, é necessário mudar nossa mentalidade

– Não confunda apego com amor. A possessividade geralmente vem da confusão: interpretamos erroneamente nosso apego como amor. O apego é uma emoção superficial que nos une, enquanto o amor é uma emoção mais profunda que nos liberta. Amar alguém é deixá-lo ir, amarrar alguém é experimentar apego. É por isso que a possessividade é uma forma de apego que não reflete o amor, mas sim nosso desejo e necessidade de controle.

– Deixe a necessidade de controle. Possessividade surge da insegurança, que tentamos atenuar através do controle, porque nos dá a falsa ilusão de segurança. No entanto, quando você percebe que na realidade o controle que você exerce é mínimo, porque a qualquer momento a vida pode arrebatar qualquer coisa ou qualquer pessoa, então você entende que não faz sentido desperdiçar tanta energia inutilmente. Naquele momento, um pequeno milagre ocorre: em vez de se esforçar para controlar, você se esforça para desfrutar mais dessa pessoa ou de suas posses.

– Cultive seu “eu”. A dependência emocional do outro e o desejo de controlá-lo surgem quando sentimos que não somos capazes de satisfazer nossas necessidades. Quando temos um “eu” amadurecido, quando confiamos em nossas habilidades e nos conectamos com nossas emoções, a possessividade desaparece, simplesmente porque não precisamos disso, não tem razão de ser. Portanto, para amar sem dominação ou dependência, é necessário realizar um profundo trabalho interior.

– Suponha que todos tenham o direito de ser. Nós não fazemos bem aos outros quando impomos nossas opiniões e maneiras de fazer. Portanto, não caia no erro de tentar impor sua maneira de ver o mundo para “ajudar” o outro. Ninguém é obrigado a atender às nossas expectativas, de modo que o maior presente que podemos dar àqueles que amamos é deixá-los ser e aceitá-los incondicionalmente.

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*Fonte: pensamentocontemporaneo

O Que Você Herdou Dos Seus Filhos?

O que você herdou dos seus filhos? Eu herdei paciência. Capacidade de suportar desorganização e caos. Frieza pra lidar em situações críticas, como fraturas e cortes com sangue jorrando.

Herdei “desnojo” para limpar vômito e caca, e comer biscoito babado. Herdei medo de morrer. Medo de trânsito. Medo da noite. E o único medo de perder verdadeiro. Mas herdei coragem também. Muita.

De um, herdei a necessidade de desacelerar. De outro, herdei atenção difusa. E de outro, sagacidade para responder questões difíceis. Eu herdei vontade de montar árvores de natal, de aprender a fazer bolo de festa e assistir desenho animado.

Herdei a capacidade de fazer remédio a partir de beijo, desespero e lágrimas. Eu herdei rugas, varizes, olheiras e estrias. E as gargalhadas mais incríveis. Herdei emoções colhidas nas coisas mais bobas. Herdei força sobre-humana. Herdei sentidos mais apurados. Herdei um grito que se acha poderoso o suficiente para parar um trem
Herdei uma capacidade ilimitada de sentir culpa. E o cacoete irremediável de sempre olhar quando alguém grita ‘mãe’”.

Texto de Rita Almeida, psicóloga e psicanalista com ênfase nos seguintes temas: psicanálise, saúde pública, saúde mental, educação, educação inclusiva, teorias da aprendizagem

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*Fonte: portalraizes

Reflita “Migalhas afetivas: a pessoa conversa com você ou só te responde?”

Quando me deparei com esse texto, entendi a importância de refletir as migalhas afetivas. A pessoa realmente conversa contigo, ou só te responde? Sabe a diferença?

Esse texto foi escrito por Fabiola Simões no site A SOMA DE TODOS OS AFETOS. Lá tem o texto na integra!

“Em maior ou menor grau, somos seres que esperam. Que desejam e fazem planos. Que acreditam ou têm fé no que virá. Em diferentes proporções, somos pessoas que vivem não somente no hoje, mas também no amanhã. E, querendo ou não, nosso futuro ficou incerto, nebuloso; foi, de alguma forma, cancelado. E mesmo que estejamos tirando de letra esse período, há momentos em que a impossibilidade – de qualquer coisa – nos aflige.

Se antes podíamos ir e vir, com a quarentena muita coisa se reduziu ao espaço da nossa casa, e grande parte da nossa conexão com o mundo ficou restrita à tela do celular. Assim, toda ansiedade, angústia e excesso de expectativas que tínhamos antes, ganhou proporções ainda mais agudas com o novo arranjo dos dias.

No meio disso, as relações que temos uns com os outros – mas principalmente com aqueles que nos interessam – se somou à incerteza do momento e tornou-se ainda mais difícil, ganhando contornos nem sempre explícitos, nem sempre claros, muitas vezes confusos e incompreensíveis.

Não é errado você querer se sentir bem, sem angústia ou ansiedade. Não é ruim você desejar que sua expectativa em algo se resolva, e que você possa adquirir um tipo de prazer que vai dar novo sentido ao seu dia, à sua semana. Porém, muitas vezes esse momentâneo prazer será seguido por uma gigantesca frustração que pode lhe arrastar como uma onda desoladora.

Às vezes é preciso abrir mão do prazer imediato, que é o prazer que vou ter em mandar aquela mensagem ou visualizar aquele story… e entender que depois pode vir uma ressaca moral ainda maior, gerada pela falta de reciprocidade.

Os sinais existem, e a gente sabe disso. Porém, muitas vezes preferimos não enxergar. Ou enxergamos, mas ainda não estamos prontos para aceitar. Pois criamos expectativas. E mesmo dizendo para nós mesmos que não esperamos nada, lá dentro ainda há uma vozinha de esperança. […]

Muitas vezes nos contentamos com migalhinhas afetivas porque simplesmente estamos tão angustiados com nossas incertezas que acreditamos que aquele prazer em receber um “bom dia” seco e sem graça pode aliviar um pouco nossa inquietação. Mas não alivia. Na verdade, só piora.

Às vezes precisa doer de uma vez para parar de doer. Contentar-se com migalhinhas afetivas, com respostas monossilábicas à mensagens elaboradas, com falta de posicionamento da outra pessoa, com falta de conexão e conversas mais abrangentes, além de um simples “bom dia” ou “boa noite”… é sofrer de forma parceladinha. Às vezes é preferível ter um sofrimento total, com uma boa dose de tristeza e luto, do que ficar preso à uma dor a conta gotas, que não nos liberta para seguir em frente.

Pare de falar que não vai criar expectativas. Só de falar isso, você já as criou. Talvez fosse mais honesto encarar que você espera sim, que você aguarda uma resposta sim, que você deseja mais desse alguém que só responde suas mensagens, mas nunca, em hipótese nenhuma, conversa realmente com você.

Admitir que isso dói, que isso não te faz bem, que isso aumenta sua angústia ao invés de aliviá-la é o primeiro passo para arcar com as consequências das expectativas que você cria. Respeite sua tristeza, sofra total e não parceladamente, e decida, de uma vez por todas, se isso lhe basta.”

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*Fonte: floresepoesias

O Que Você Herdou Dos Seus Filhos?

O que você herdou dos seus filhos? Eu herdei paciência. Capacidade de suportar desorganização e caos. Frieza pra lidar em situações críticas, como fraturas e cortes com sangue jorrando.

Herdei “desnojo” para limpar vômito e caca, e comer biscoito babado. Herdei medo de morrer. Medo de trânsito. Medo da noite. E o único medo de perder verdadeiro. Mas herdei coragem também. Muita.

De um, herdei a necessidade de desacelerar. De outro, herdei atenção difusa. E de outro, sagacidade para responder questões difíceis. Eu herdei vontade de montar árvores de natal, de aprender a fazer bolo de festa e assistir desenho animado.

Herdei a capacidade de fazer remédio a partir de beijo, desespero e lágrimas. Eu herdei rugas, varizes, olheiras e estrias. E as gargalhadas mais incríveis. Herdei emoções colhidas nas coisas mais bobas. Herdei força sobre-humana. Herdei sentidos mais apurados. Herdei um grito que se acha poderoso o suficiente para parar um trem
Herdei uma capacidade ilimitada de sentir culpa. E o cacoete irremediável de sempre olhar quando alguém grita ‘mãe’”.

Texto de Rita Almeida, psicóloga e psicanalista com ênfase nos seguintes temas: psicanálise, saúde pública, saúde mental, educação, educação inclusiva, teorias da aprendizagem.

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*Fonte: portalraizes

7 sinais de que você tem uma personalidade forte, que assusta as pessoas invejosas

Descubra estes grandes sinais que mostram que você é uma pessoa forte, correta e que não permite nenhum tipo de inveja e negatividade em sua vida!

Você já percebeu que sua personalidade assusta algumas pessoas ao seu redor e as afasta de sua vida antes mesmo que tentem algum tipo de aproximação? Se sim, provavelmente isso pode deixá-lo um pouco confuso ou até mesmo magoado, acreditando que existe algo de errado com você.

No entanto, se você sabe que é uma pessoa autêntica e boa para aqueles à sua volta, não deve permitir que isso o magoe, porque pode ser algo muito positivo, um presente do Universo para a sua vida, mostrando-lhe que você é uma pessoa verdadeiramente forte.

Os fortes e honestos dispõem de elevado poder pessoal e uma luz interior incrível, que afastam todos os mal-intencionados. Eles sentem-se assustados com esse brilho e poder, por isso desistem de lhes fazer qualquer coisa negativa.

Abaixo estão sete sinais de que sua personalidade é forte e de que você pode parar de se preocupar com os invejosos.


1. É extremamente honesto
A verdade e a honestidade são algumas das coisas que você mais valoriza. Compromete-se a ser verdadeiro em todas as ocasiões, pois sabe que essa é uma de suas maiores forças que o ajudarão a construir uma vida de muito sucesso e alegria. Sua honestidade não tem preço e você jamais trairá a si mesmo por nada ou ninguém.

2. Quando um problema surge, você não fica parado, mas resolve-o
Se você se encontra em uma situação difícil, não fica esperando a solução cair do céu e muito menos se queixando de tudo o que vem dando errado em sua vida. Em vez disso, começa a trabalhar na solução do seu problema, porque sabe que a sua felicidade e realização estão em suas mãos.


3. Você não compromete o seu tempo

Certamente, você entende a importância da amizade e do companheirismo, mas sabe que tão importante quanto cuidar daqueles que ama é cuidar de si mesmo. Por esse motivo, estabelece um equilíbrio saudável, para que não se doe demais e se esqueça de cuidar de seu corpo, mente e espírito.

4. Reconhece as pessoas mentirosas ao seu redor
É como se você fosse um detector de mentiras em forma humana. Sempre que alguém tenta mentir para você ou se comporta de maneira desonesta, a sua intuição o avisa de que essa não é a melhor companhia para você, e o aconselha a se afastar, o que o impede de passar por muitos momentos complicados.

5. É decidido e não aceita menos do que realmente merece
Qualquer que seja a situação em que se encontre, você sabe que tipo de resultado precisa e nunca concordará em se contentar com menos. Seus objetivos estão sempre em primeiro lugar, e esse é um dos grandes motivos pelos quais sempre tem iniciativas bem-sucedidas e mantém as pessoas que desejam manipular você bem longe.

6. É fiel aos hábitos positivos
Uma rotina diária saudável e consistente, com tempo para si mesmo e para as pessoas importantes em sua vida, oferece-lhe uma base sólida para a sua vida. Você sabe analisar exatamente o que lhe faz ou não bem, e mantém-se fiel às boas coisas que lhe trazem paz e felicidade.

7. Não está interessado em relacionamentos vazios
Você toma muito cuidado com cada parte de seus dias, para que sejam significativos e promovam a sua evolução. As companhias são uma parte importante de sua rotina, por isso você só aceita relacionamentos maduros e sábios, que agregam algo positivo à sua vida. Você deixa longe de si todas as pessoas vazias e fúteis, que não lhe trazem nada de bom.

Se você se identifica com os itens acima, é porque é uma pessoa forte, por isso pode afastar de si os invejosos.

*Por Luiza Fletcher

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*Fonte: osegredo

Certifica-te de que és um fator de soma na vida das pessoas que participas

O ser humano carrega a necessidade de buscar para si um ideal. Geralmente, recorre à procura de aquilo que lhe falta. De acordo com Platão, existem dois tipos de bens que são preciosos na vida do homem: os bens divinos e os humanos.

O ideal do homem seria, portanto, conciliar essa balança procurando o “justo meio” entre ambos. Isto é, não se pode voltar, apenas, para o viés espiritual porque o ser humano vive em sociedade e, como tal, tem o dever de respeitar as leis e manter o estado harmônico de convivência com os seus pares. Por outro lado, o homem não poderia voltar os seus interesses, unicamente, para o viés materialista porque, ao encarar as pessoas ou situações da vida como objetos, perderia a sensibilidade e o senso de altruísmo para com o seu semelhante.

Assim como a árvore precisa do ar que está acima dela e das raízes que estão fincadas no solo abaixo, nós, seres humanos, temos a necessidade de nos conectarmos com os valores espirituais que trazemos conosco e, ao mesmo tempo, precisamos garantir o nosso sustento material.

O ideal espiritual deve estar presente em todos os nossos atos. O ser humano está ciente de que o viver envolve a responsabilidade de tomar a consciência dos seus próprios atos. Vive não apenas para si, mas também para ajudar todos os seres que estão no seu entorno. Reconhece, portanto, que está interconectado com o universo ao seu redor. A força viva da sua natureza o move ao desejo irresistível de propagar o bem refletido por suas ações.

Jung nos fala que é mais fácil começar do zero e levar o homem à lua do que começar do zero e levar o homem ao interior de si mesmo. Entretanto, não há como correr do encontro com a sua essência. A conscientização do dever moral requer momentos de introspecção, no qual o homem entra em contato consigo e decide aprender a gostar do que lhe faz bem. Se está apto a conviver melhor consigo, naturalmente, irá conviver melhor com as outras pessoas. Deixará de ver o outro como um ser à parte, mas passará a percebê-lo como um companheiro de jornada. As pessoas ou situações que parecem difíceis de serem enfrentadas, passarão a ser vistas como provas que irão contribuir para o seu crescimento.

Afinal, o homem possui um magnetismo e atrai para si as experiências que precisa passar para se tornar um ser melhor. Se alguma situação chegou até ele, por mais difícil que seja, é porque o mesmo tem perfeitas condições de enfrentá-la.

O homem constrói a si mesmo por meio dos seus atos. Cabe a cada um de nós refletirmos o ideal de ser humano que estamos formando.

Quem você imagina ser? Quais são os seus sonhos mais grandiosos para com a vida? Como você tem contribuído para a evolução da humanidade?

Você é aquele que decide ser – o ato de vontade decide para onde você deve ir.

Até onde você quer chegar?

Conhece-te a ti mesmo, domina-te a ti mesmo, transforma-te a ti mesmo para que, então, concluas, como afirmou Cícero, de que:

“És um fator de soma na vida das pessoas que participas.”

*Por Dr. Saulo de Oliveira

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*Fonte: vidaemequilibrio

Nossos Filhos Nos Esquecerão!

“O tempo, pouco a pouco, me liberou de ter filhos pequenos. Das noites sem dormir e dos dias sem repouso. Mas não fez esquecer das mãos gordinhas que me agarravam sem parar, subiam no meu pescoço, me agarravam, me conquistaram sem restrições e sem duvidar. Dos corpinhos que encheram meus braços e dobraram minhas costas. Das muitas vezes que me chamavam e não permitiam atrasos, espera, nem vacilações.

O tempo há de me devolver o ócio dos domingos e das chamadas repetidas de “mãe, mãe, mãe…”, que deram-me o privilégio e afastavam o medo da solidão. O tempo talvez alivie o peso da responsabilidade que me oprime o peito. O tempo, sem embargo, inexoravelmente esfriará outra vez minha cama que já esteve quente de corpos pequenos e respiros apressados. Esvaziará os olhos dos meus filhos que transbordaram um amor poderoso e incontrolável.

Mas o tempo tirará de seus lábios meu nome que fora gritado e cantado, chorado e pronunciado cem, mil vezes. Cancelará, pouco a pouco, a intimidade da sua pele com a minha e a confiança absoluta que nos fez um único corpo, com o mesmo cheiro, o mesmo espírito e coragem.

O Tempo separou, para sempre, o pudor e a vergonha com o prejulgamento da consciência adulta de nossas diferenças. Como se fosse um rio que escava o seu leito, o tempo colocará em risco a confiança de seus olhos em mim, como se eu já não fosse uma pessoa onipotente, capaz de parar o vento e acalmar o oceano, regular o não regulável e curar o incurável.

Deixarão de me pedir ajuda, porque não acreditarão mais que eu possa salvá-los. Pararão de me imitar porque não desejarão mais se parecer comigo. Deixarão de preferir a minha companhia pelas dos outros (e, olhe, tenho que buscar preferir outras companhias também).

Foram-se as paixões, as raivas passageiras e o zelo, o amor e o medo. Apagaram-se os ecos dos risos e das canções. O acalanto e os “Era uma vez…” hoje ecoam na eternidade. Porque, com o passar do tempo, meus filhos descobriram que tenho muitos defeitos e, se eu tiver sorte, algum deles me perdoará.

Sábio e cínico, o tempo fará com me esqueçam. Esquecerão ainda que não queiram. Esquecerão as cócegas e o “corre-corre”, os beijos nas pálpebras e os choros que, de repente, cessavam com um abraço. As viagens e os jogos, as caminhadas e a febre alta. As danças, as tortas, as carícias enquanto dormiam.

Meus filhos se esquecerão que os amamentei e os protegi durante um tempo até que o sono chegasse; que lhes dei de comer, que os consolei e os levantei quando caíram. Esquecerão que dormiram sobre meu peito; que houve um tempo em que necessitaram tanto de mim como o ar que respiram. Esquecerão, porque isto é o que fazem os filhos, porque é isso que o tempo faz. E eu, eu tenho que aprender a recordar esse tempo também por eles, com ternura e sem arrependimentos, sem cobranças e com imensa gratidão! E que o tempo, astuto e indiferente, seja amável com esta mãe que não quer esquecer seus filhos”.

Texto originalmente publicado no Rincon del Tibet, livremente traduzido e adaptado pela equipe da Revista Saber Viver Mais

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*Fonte: sabervivermais

9 lições que todo mundo deveria saber antes do 30, mas ninguém te conta!

Sabendo isso, talvez você não desperdice tempo e energia nas escolhas erradas.

Aos 57 anos de idade, eu consigo olhar para trás e ver minha vida sob uma luz totalmente diferente de quando eu tinha 40, 30 ou 20 anos.

Muito do que eu acreditava que era crucial para o meu sucesso e felicidade quando eu estava em meus 20 e 30 anos provou ser errado e equivocado.

E a maioria dessas noções equivocadas baseou-se nos “deverias” que somos ensinados e ouvimos todos os dias – o que a sociedade, nossas famílias ou o “pensamento coletivo” considera “sucesso” (significando: ganhar muito dinheiro, ter uma grande casa, subir para um alto nível corporativo, buscar poder e influência, etc.).

O problema é que essas medidas externas de “sucesso” simplesmente não podem e não nos darão a satisfação, o significado, o contentamento sincero e a paz que estamos desejando.

Curiosamente, eu consegui todas essas medidas de sucesso em um ponto ou outro, e literalmente nenhuma delas chegou perto de produzir a felicidade e satisfação que eu desejava.

Por outro lado, os esforços que fizeram de mim quem eu sou hoje (e abriu o caminho para muito mais alegria e profunda satisfação) estão por toda parte.

Experimentando amor sincero, honestidade, compaixão, cura, construindo limites fortes, reunindo intenso comprometimento, assumindo grandes riscos, e corajosamente defendendo quem eu realmente sou em meu núcleo, e fazendo o melhor uso possível do mundo.

Eu vi, ao trabalhar e treinar milhares de pessoas nos últimos 12 anos, que são as mesmas coisas que a sociedade nos adverte contra tendem a produzir os retornos mais poderosos em nossas vidas.

A sociedade tende a nos instruir sutilmente ou abertamente a NÃO arriscar, NÃO seguir nossas paixões, NÃO se levantar e defender a autenticidade de nós mesmos (ainda mais se você for uma mulher) ou fazer a coisa “estúpida” que você sente em seu coração que o levará a ser quem realmente é.

Mas o pensamento da sociedade muitas vezes está errado.

Olhando para trás, descobri que há 9 lições poderosas da minha vida que eu gostaria de ter entendido muito antes.

Se eu soubesse disso há 30 anos, não teria desperdiçado tanto tempo e energia nas escolhas erradas.

As 9 principais lições que precisamos aprender antes da meia-idade são:

1. Tome uma decisão corajosa sobre o que você quer representar

Eu já trabalhei com centenas de adultos, filhos de narcisistas ao redor do mundo, e muitos outros que foram tratados terrivelmente e emocionalmente manipulados quando crianças e adultos.

Quando isso acontece quando somos crianças pequenas, nosso desenvolvimento é frustrado, e achamos muito difícil acreditar que somos “bons o suficiente” ou defender quem realmente somos (ou até nos atrever a descobrir).

Mesmo os que não foram maltratados quando criança, muitos não assumem uma posição na vida que querem viver.

Somente aos 41 anos eu comecei a falar e defender a mim e a minha vida, e nunca mais deixarei os outros me definirem ou me suprimirem.

Antes que seja tarde demais, você precisa “encontrar sua coragem” e tomar uma posição firme sobre quem você quer ser no mundo e o que você representa.

Também é hora de parar de tolerar e permitir o que você não pode mais aceitar, em sua vida e no mundo.

Tome a decisão hoje de se tornar a pessoa que você terá orgulho e honra de ser, para que você não se arrependa quando chegar a hora de deixar esta vida.

O que você quer representar, começando agora?

2. Nunca comprometa sua alma

Há coisas que podem ser comprometidas – talvez o tamanho da sua casa, a localização geográfica do seu trabalho, a duração do seu trajeto ou para onde você irá nas férias de verão.

Mas não é legal comprometer sua alma. Se você fizer isso, resultados desastrosos acontecerão.

Saiba o que mantém seu espírito vivo e honre isso com tudo o que você tem.

Para mim, isso é verdade, transparência, compaixão, força e integridade. Por anos eu não pude expressar livremente nada disso sem punição ou supressão.

Se não posso viver essas qualidades no meu trabalho ou nos meus relacionamentos, começo a murchar, falhar e desaparecer. Mas eu aprendi o que é necessário para honrar minha alma, e não vou comprometê-la novamente.

O que você precisa fazer para manter seu espírito vivo?

3. Envolva sua sabedoria e discernimento quando escolher quem amar e confiar

As pessoas com as quais você escolhe se relacionar – seja através de casamento, amizade, parcerias de negócios, colegas de trabalho e pessoas contratadas para trabalhar com e para você – terão um impacto dramático na qualidade e condição de sua vida.

Não deixe pessoas que irão te ferir, rebaixar, diminuir e maltratar entrarem na sua vida. Simplesmente não permita isso.

Se você atrai continuamente pessoas que o magoam ou abusam, você precisa olhar para o que está dentro de você que precisa ser curado, para que você não continue se agarrando a padrões abusivos repetidas vezes.

Seja incrivelmente perspicaz sobre a quem você dará seu coração e confiará.

E se e quando eles violarem sua confiança, cuidado e respeito, não espere para fazer algo autoafirmativo e firme sobre isso.

Quem está em sua vida hoje que você precisa se afastar?

4. Não espere nem mais um minuto para expressar e honrar sua criatividade

Por muitos anos, não me vi como criativa – eu me considerava os “sacos de dinheiro” da minha família.

Eu pensei que outras pessoas na minha família e na minha vida eram criativas. Mas isso simplesmente não é verdade. Eu apenas não me permiti ver o que há dentro de mim.

Ou, mais apropriadamente, deixei que muitas das habilidades criativas da minha infância e adolescência fossem para o subterrâneo – eu não entendia o quanto elas são valiosas.

Uma vez que comecei a honrar e nutrir a força criativa dentro de mim, meu mundo mudou da noite para o dia, e meu trabalho se tornou um veículo através do qual eu podia expressar meus anseios e habilidades criativas.

Eu seria milionária se ganhasse um dólar por cada mulher que me disse que está morrendo de tédio e sem sentido em seu trabalho, e que há um lado criativo dela que está sedento para aflorar.

A verdade é esta:

Escritores escrevem, pintores pintam, dançarinos dançam. Apenas FAÇA aquilo que você está desesperado para fazer.

Você não tem que jogar toda a sua carreira pela janela para honrar sua criatividade. Basta pegar o pincel e começar a se comprometer com a pintura, hoje.

Apenas esse passo irá melhorar sua vida.

Que desejo criativo você está desesperado para trazer para sua vida hoje?

5. Procure ajuda quando não tiver força ou poder para mudar o que é necessário

Esta é realmente simples. Quando você achar que não consegue fazer o que quer sozinho, então procure ajuda. Não espere.

Procure por um mentor, um amigo, um aliado, alguém que ama e respeita você.

Não espere durante anos e anos pensando: “Eu não tenho o que é preciso para fazer isso”.

A verdade é que talvez você não tenha o que é preciso agora, mas com o tipo certo de ajuda, você terá.

Que ajuda você pode pedir agora mesmo em sua vida, para se mover em direção ao que você realmente quer?

6. Não se vire contra a realidade

Durante anos, eu fiquei presa em situações, empregos e relacionamentos ruins porque eu não queria encarar a realidade – que eu precisava de uma GRANDE mudança na minha vida e em como eu estava operando no mundo, se eu quisesse ser feliz.

Eu me virei contra a minha realidade, em vez de seguir o fluxo dela, e mudar de rumo, ou mesmo fazer pequenos pivôs e revisões que me tirariam dos cenários ruins que eu atraía continuamente.

Não se vire contra a sua realidade – mude-a. E fazer isso não significa que você tem que jogar o bebê para fora com a água do banho.

Descubra alguns pequenos passos que você pode dar para fazer uma diferença perceptível em sua situação e comece a realizá-los. Com qual realidade você está se rompendo hoje?

7. Cure seu relacionamento com dinheiro e não se envenene com isso

Ao olhar para o que eu aprendi sobre dinheiro quando criança, e como comecei a me relacionar com ele, vejo agora que desenvolvi algumas ideias muito negativas e doentias sobre dinheiro.

O pior ideia foi essa: “Eu sempre ganho muito dinheiro no meu trabalho, mas me sinto como uma prostituta fazendo isso”.

Ou seja, eu comecei a sentir na minha vida corporativa que a única maneira de ganhar muito dinheiro era vender minha alma, odiar o que eu fazia e as pessoas com quem eu fazia, e comprometer quem eu realmente era – me vender para o dólar todo-poderoso.

Essas crenças negativas controlam como você se relaciona e atrai (ou repele) dinheiro.

Olhe para trás em sua infância e pergunte-se: “O que eu aprendi com minha família e minha infância sobre como ver e se relacionar com dinheiro?”

Foi com poder ou fraqueza, sigilo ou abertura, vergonha ou orgulho, coragem ou medo, amor ou ódio, ressentimento ou expectativa feliz?
Quem controlou o dinheiro e quem desistiu do controle?

Quando você escreve a sua história do dinheiro desde o início dos tempos até agora, você verá padrões que estão vivos hoje e que estão impedindo você de abraçar o dinheiro como uma forma de energia positiva em sua vida.

Qual é a sua história do dinheiro e como isso está impedindo você de ter um relacionamento saudável com ele?

8. Não perca um segundo em “deveria”

Como alguém que explora questões de identidade de gênero, preconceito inconsciente e conformidade, vejo agora com clareza como as regras da sociedade (e da nossa tribo) sobre o que é feminino e o que as mulheres “deveriam” fazer e agir têm sido tão constrangedoras para mim, pessoalmente e profissionalmente.

E vejo agora como as expectativas e projeções sobre o que é “masculino” suprimem os homens de seus eus autênticos também.

Vejo também como meu papel na minha família me levou a me concentrar intensamente em viver de acordo com o que eu sentia que os outros queriam de mim, para fazê-los orgulhosos ou sentirem-se amados e aceitos.

Todos esses são os “deverias” da minha vida, e ceder aos “deverias” (as expectativas e exigências dos outros sobre como você deve viver e se comportar) simplesmente não pode levar a uma vida feliz.

Como alguém tão sabiamente disse: “Pare de ‘deverizar’ a si mesmo.“

Pare de responder ao que você sente que é obrigação e comece a fazer o que você realmente quer fazer, da maneira que você quer fazer. E lide de maneira firme com os resultados disso.

Como você está se comportando hoje que é uma questão de “deveria” e não uma questão do que você realmente quer fazer?

9. Deixe de lado a dor, raiva e ressentimento

Uau. Eu, como você, estou supondo, tenho experimentado tanta dor, raiva, ressentimento e confusão na minha vida.

De relacionamentos que me devastaram a empregos que me esmagaram, a colegas que se voltaram contra mim – experimentei um desgosto que me pôs de joelhos. E eu sei que você também.

A vida é cheia de obstáculos incrivelmente difíceis que podem nos deixar quebrados e sangrando.

Mas a vida também pode ser tão bela, brilhante e radiante que você fica de joelhos com incrível gratidão e humildade diante da beleza e da maravilha.

Eu aprendi que é uma escolha – ser consumido pela terrível dor e raiva ou encontrar uma maneira de curar e liberar.

Ficar preso, afogando-se no veneno do ódio e dos sonhos devastados, ou perdoar em seu coração, ver a sua parte, deixar-se levar e continuar construindo uma vida significativa e recompensadora.

Eu aprendi que segurar a dor e a raiva perde todo o sentido de vida. Nós não viemos aqui, neste planeta, para passar toda a nossa vida aqui em um estado de raiva e desilusão.

Viemos aqui para aprender, crescer e prosperar. Então, que dor e raiva você está agarrando que você precisa se libertar?

Eu continuo aprendendo essas 9 lições todos os dias, a cada minuto, mas reaprendê-las transformou minha vida. Eu só queria ter aprendido antes.

*Por

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*Fonte: awebic

Os fatores que predizem relacionamentos de sucesso (e por que o amor não é um deles)

O coração pode ter razões que a razão desconhece, mas isso não impediu os cientistas de tentarem encontrar o segredo da felicidade nos relacionamentos.

E graças à ajuda da inteligência artificial, uma equipe internacional de 85 pesquisadores diz acreditar ter identificado os principais fatores para um relacionamento de sucesso.

O estudo – o maior do tipo até hoje – usou algoritmos de aprendizado de máquina para analisar quase 12 mil casais em 43 bancos de dados de 29 laboratórios diferentes.

“Analisamos basicamente todas as informações que encontramos sobre o assunto”, diz Paul W. Eastwick, professor de psicologia da Universidade da Califórnia (EUA) e um dos coordenadores da pesquisa, à BBC News Mundo, o serviço de notícias em espanhol da BBC.

E uma das principais conclusões do estudo é que as características individuais não são tão decisivas quando se trata de prever o sucesso de um relacionamento. Mais importante são os julgamentos que se faz sobre ele.

Na verdade, não há nada mais importante para o sucesso de um relacionamento do que a convicção sobre o comprometimento do outro.

Outro indicador importante é o nível de intimidade: nas palavras de Eastwick, “aquela sensação de que seu parceiro o entende e realmente entende quem você é”.

E entre os cinco principais “preditores específicos do relacionamento” estão também o nível de gratidão ou reconhecimento, a satisfação sexual de alguém e a percepção de satisfação do outro parceiro com o relacionamento.

“Os julgamentos das próprias pessoas sobre o relacionamento em si, como o quão satisfeitas e comprometidas se sentiam com seus parceiros, ou quão gratas se sentiam por eles, explicam aproximadamente 45% de sua satisfação”, indica o estudo, publicado na edição de agosto da revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences of the United States of America, PNAS.

Em contrapartida, as diferenças individuais representaram apenas 21% da satisfação nos relacionamentos analisados.

Fator distal

“Os preditores individuais têm a ver com o que alguém pensa sobre si mesmo e, em princípio, são independentes de qualquer relacionamento; por exemplo, o que costumamos chamar de personalidade ou as ideias abstratas que alguém pode ter sobre como gostaria que seu parceiro fosse romântico”, explica Eastwick.

“Em contraste, preditores específicos de relacionamento são construções que exigem que pensemos sobre uma pessoa em particular, geralmente nosso parceiro: esta é uma pessoa em quem posso confiar, alguém que amo, alguém que me valoriza … E eles têm dois ou mais três vezes mais impacto quando se trata de prever o quão satisfeito você está com o relacionamento do que diferenças individuais”, diz ele à BBC News Mundo.

Isso não significa que diferenças individuais – que incluem, entre seus principais preditores, satisfação com a vida, negatividade, depressão e problemas de apego – não desempenhem um papel na felicidade de um casal.

Mas, como argumenta Eastwick, eles fazem isso sobretudo com base em sua própria experiência e condicionando o julgamento que se pode fazer do relacionamento, que é o que acaba sendo importante.

“Por exemplo, se eu sou um misantropo, o mais provável é que não confio nas pessoas e, portanto, não posso ser feliz em meu relacionamento”, esclarece Eastwick.

Mas, para o sucesso do relacionamento, o fator chave não é tanto a misantropia (aversão à convivência social), que seria um fator distal, mas a confiança, um importante preditor que, como o amor, não alcançou o “top 5” mas chegou ao “top 10” em termos de importância.

Essa classificação relativamente baixa foi uma surpresa para os pesquisadores?

‘Não somos videntes’

“O amor realmente se saiu muito bem, o que acontece é que é algo tão próximo da satisfação, o que estávamos tentando prever, que em muitos casos nem sequer o incluímos como candidato”, explica Eastwick.

“Em outras palavras, não é que isso não importe, mas é o que essencialmente estávamos procurando”, diz ele à BBC News Mundo.

Eastwick também destaca que, quando falam de “preditores”, não significa que os cientistas se sintam capazes de prever o futuro.

“Não somos videntes”, diz ele. “Mas os aspectos das relações que destacamos são coisas em que podemos trabalhar e assim melhorar a relação no presente”, conclui.

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*Fonte: bbc-brasil

As pessoas que falam mal da sua vida em suas costas estão exatamente onde deveriam estar: atrás de você

Em nossas vidas sempre existem aquelas pessoas que falam mal de nós por absolutamente tudo o que fazemos. Essas pessoas possuem uma energia negativa muito intensa e parece que encontram sentido em sua existência apenas quando fofocam sobre os outros por trás.

Elas podem causar grandes complicações em nossas vidas e até mesmo fazer com que nos sintamos tristes e desanimados, mas nunca conseguirão conquistar os seus objetivos verdadeiramente, porque quem fala mal dos outros pelas costas nunca conseguirá andar à sua frente.

Na maioria das vezes, as pessoas que falam mal de nós pelas costas são motivadas pelo desejo que sentem de ter vidas como as nossas. Elas falam mal do nosso trabalho porque gostariam de ser bem-sucedidas como nós, falam mal de nossas roupas porque não têm o mesmo estilo e criticam os nossos relacionamentos porque são incapazes de encontrar alguém que permaneça ao seu lado por muito tempo.

São infelizes consigo mesmas e, na grande maioria das vezes, não buscam nenhuma maneira de melhorar e de criar uma relação interior mais saudável, concentrando-se apenas em fofocar, porque é muito mais fácil do que tomar uma atitude e mudar a própria vida.

Por mais que seja extremamente desagradável conviver com pessoas que falam mal da gente pelas costas, não devemos dar muita atenção a elas, porque sempre estarão atrás de nós.

Aqueles que precisam ofender ou prejudicar o outro para sentirem-se bem consigo mesmos nunca chegarão no lugar desejam, porque as melhores oportunidades da vida são oferecidas para as pessoas que mantêm a pureza em seus corações, até nos momentos mais difíceis.

Se existe uma pessoa ao seu redor que está sempre falando mal de você, contenha o seu desejo de se vingar, porque isso apenas consumirá suas energias. Entenda que essa pessoa fala de você porque não pode ser como você, e quanto mais se ocupa com as fofocas, mais ela se afasta do crescimento e de uma vida com propósito e felicidade.

As pessoas que falam mal de você em suas costas estão exatamente onde deveriam estar: atrás de você. Elas apenas observam as suas conquistas enquanto estão cada vez mais longe de viverem suas vidas ideais.

Quando se deparar com alguma delas em seu caminho, apenas sorria e siga, na certeza de que nunca poderão lhe fazer mal de verdade, porque você sempre estará à frente.

*Por Luiza Fletcher
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*Fonte: osegredo

Pessoas sem argumentos costumam desqualificar os outros

“Grandes mentes discutem ideias, mentes medíocres debatem eventos, mentes pequenas falam sobre os outros”, disse Eleanor Roosevelt. E não estava errado. Quando lhe falta altura intelectual, ele cai na lama pessoal.

Infelizmente, a tendência de desqualificar os outros quando não temos argumentos sólidos é cada vez mais comum em todas as esferas de nossa vida social, tendência que põe em risco a nossa capacidade de chegar a um entendimento porque destrói pontes em seu caminho. Essa tendência é conhecida como falácia ad hominem.

Qual é a falácia ad hominem?

Presenciamos praticamente todos os dias a falácia ad hominem. Podemos ver isso na mídia ou nas redes sociais, quando há duas partes que defendem argumentos contrários e uma tenta desacreditar a outra recorrendo a argumentos irrelevantes para a questão como aparência pessoal, gênero, opção sexual, nacionalidade, cultura e / ou religião.

A falácia ad hominem é a tendência de atacar o interlocutor, em vez de refutar suas ideias. Quem o usa, desqualifica os argumentos do outro por meio de ataques pessoais destinados a minar sua autoridade ou confiabilidade.

Você pode recorrer a insultos pessoais, humilhação pública ou até mesmo trazer à tona os erros que aquela pessoa cometeu no passado.

Também é comum que sejam atacadas características pessoais do interlocutor que, aparentemente, estão em contradição com a posição que defendem. E há quem recorra à mentira ou exagere supostos defeitos do outro para desvalorizar suas ideias.

O objetivo principal dessa falácia é desacreditar quem defende uma ideia, redirecionando o foco da atenção para um aspecto irrelevante que nada ou pouco tem a ver com a situação em questão.

Muitos exemplos de falácias ad hominem ocorreram e continuam a ocorrer ao longo da história.

Arthur Schopenhauer, por exemplo, era um misógino, mas isso não significa que muitas de suas ideias filosóficas não fossem extremamente interessantes.

Ayn Rand era uma defensora ferrenha do capitalismo, mas isso não significa que não possamos encontrar valor em seu objetivismo.

Como assinalou o político García Damborenea:

“É compreensível que a ideia possa desagradar, mas se Hitler afirmava que dois mais dois são quatro, ele teria que estar certo”.

Afinal, mesmo um relógio parado diz a verdade duas vezes por dia. Se não aceitamos essa realidade, simplesmente nos fechamos para a diversidade e complexidade que existe no mundo. E provavelmente perderemos a oportunidade de crescer, sendo apanhados pelas ideias daqueles que pensam como nós e compartilham nosso sistema de valores, engolfando uns aos outros.

Desqualificações pessoais dizem mais sobre o atacante do que sobre o atacado

A falácia ad hominem costuma ser o resultado da falta de argumento e da frustração.

Usar essa estratégia é como quando um jogador de futebol não consegue alcançar a bola e tropeça em seu oponente para cair.

Não é um jogo justo. E, sem dúvida, diz muito mais sobre quem ataca do que sobre quem é atacado.

Quando você não tem ideias sólidas, você recorre à desqualificação e à humilhação.

Esses ataques podem ser extremamente virulentos e pessoais, pois visam fazer a outra pessoa se sentir envergonhada e permanecer em silêncio ou perder sua credibilidade com os outros.

Porém, os ataques pessoais também desqualificam o agressor, pois mostram sua irracionalidade e sua trama de pobreza.

Quem não consegue lutar no plano das ideias, mas quer vencer a todo custo, vai arrastar seu interlocutor para o plano pessoal.

Somos muito vulneráveis ​​a argumentos ad hominem

O principal problema é que, embora gostemos de nos ver como pessoas altamente racionais e sensatas, somos na verdade particularmente vulneráveis ​​à falácia ad hominem, como descobriram os pesquisadores da Montana State University.

Esses pesquisadores pediram a várias pessoas que lessem declarações científicas e indicassem suas atitudes em relação a elas. Em algumas declarações, foi adicionado um ataque direto à base empírica da afirmação científica; em outras, um ataque ad hominem foi inserido ao cientista que fez a afirmação.

Os pesquisadores descobriram que ataques ad hominem têm o mesmo impacto em nossas opiniões que ataques baseados em argumentos lógicos e científicos. Isso significa que não somos objetivos avaliando os argumentos.

Em parte, essa tendência se deve ao fato de que a credibilidade e os valores compartilhados do emissor são características que consideramos positivas e determinam a influência que uma mensagem terá sobre nós.

Se alguém ataca a fonte da informação a sua credibilidade ou questiona os seus valores, isso semeará a dúvida e é provável que demos menos importância e credibilidade às suas ideias e opiniões.

Quando uma atitude de rejeição é provocada em relação ao oponente, também desenvolvemos uma certa rejeição em relação às suas palavras.

É um fenômeno psicológico de transferência exacerbado por nossa tendência de ver as discussões ou debates como competições nas quais deve haver um vencedor. E em nossa sociedade, para vencer nem sempre é preciso estar certo, mas prevalecer, mesmo com as desqualificações.

Como escapar da falácia ad hominem?

Se algum dia estivermos no meio de um debate e formos tentados a atacar pessoalmente nosso interlocutor, é conveniente que paremos por um segundo para pensar sobre que emoção está nos levando a fazê-lo.

Provavelmente é raiva ou frustração.

Em vez disso, devemos pensar que um debate construtivo não é aquele em que vencedores e perdedores são declarados, mas aquele em que ocorre crescimento.

Ser vítima desse tipo de ataque também pode ser muito frustrante. Portanto, a primeira coisa é conter o impulso de revidar e levar o conflito para o nível pessoal.

Jorge Luis Borges contou uma anedota em “História da eternidade” em que um homem foi atirado uma taça de vinho no meio de uma discussão.

A vítima, entretanto, não vacilou. Ele simplesmente disse ao ofensor: “Isso, senhor, é uma digressão; Aguardo seu argumento” .

Devemos também nos proteger desse tipo de “argumento” enganoso, que visa manipular a opinião das massas para que não dêem ouvidos a idéias valiosas.

Portanto, trata-se de manter a mente aberta e alertar-nos para qualquer ataque pessoal, pois isso provavelmente implica que por trás existe uma opinião ou ideia sólida e difícil de desmontar.

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*Fonte: seuamigoguru

Autocontrole, inteligência emocional e uma dose de maturidade, por favor!

Maturidade não está relacionada à idade. O que faz uma pessoa madura é a bagagem de experiências de vida que ela carrega e não os aniversários que ela comemora.

Como comprovação disso, temos nossos círculos de relações sociais, profissionais e familiares. Note que as pessoas mais maduras (e incríveis) que você conhece, nem sempre, são as mais velhas.

Não adianta ser chefe de uma multinacional, trabalhar de terno e usar sapatos italianos, se toda vez que é contrariado, faz charminho, humilha e diminui o outro. Não adianta ter dinheiro na conta, conhecer o mundo e falar quatro línguas, se em nenhuma delas sabe o significado da palavra respeito.

Não adianta estudar no exterior, ter o carro do ano e usar roupas de marcas, se não se emociona com a dor do outro.

A principal característica de uma pessoa madura está relacionada ao desenvolvimento da tolerância diante das adversidades e das frustrações inevitáveis e não à idade que ela possui.

Vale ressaltar aqui que, tolerar bem as frustrações não significa não sofrer com elas, significa apenas saber lidar com isso e tirar aprendizagens que só são proporcionadas nos momentos críticos.

Outro aspecto relevante na personalidade das pessoas maduras é o senso de responsabilidade sobre si mesmo. Uma pessoa madura não joga no mundo, na vida ou no Universo a culpa dos próprios erros. Entende que tudo acontece por meio dela e arca com as consequências das próprias escolhas.

Uma pessoa madura é doce, agradável e inteligente, já que desenvolveu a capacidade de tirar das piores dores as maiores lições.

Ser maduro não é gostar de MPB, usar óculos e ter uma opinião formada sobre todos os assuntos. Ser maduro é ser equilibrado. É ser capaz de sair da zona de conforto, de mudar de opinião, de aceitar outras ideologias e de respeitar a opinião do outro como se fosse a própria. Até porque, o verdadeiro amadurecimento traz novos níveis de consciência que nos fazem questionar sobre, absolutamente, tudo.

Ser maduro é ser sensível à dor alheia, ser compreensivo com as falhas humanas e ser corajoso o suficiente para sair, frequentemente, da zona de conforto.

Como dizia Albert Einstein: “A maturidade começa a se manifestar quando sentimos que nossa preocupação é maior pelos demais que por nós mesmos.”

*Por Pamela Camocardi

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*Fonte: osegredo

Manias BOBAS que cada Signo possui para acabar com o clima do amor!

Todo mundo já sabe que ninguém é perfeito e precisamos admitir que mesmo quando alguém se destaca por ser super legal, existem momentos em que essa pessoa pode se tornar irritante! Isso porque a nossa personalidade se manifesta de diferentes formas de acordo com cada área da vida.

Para servir de exemplo, vamos supor que alguém é super competitivo no ambiente de trabalho e está sempre querendo se sobressair entre os demais. Isso não significa que essa pessoa vai agir da mesma forma nos relacionamentos amorosos ou entre os amigos.

E você, já parou para pensar em alguma mania chata que possui? O zodíaco pode ajudar a entender melhor isso.

Obviamente, apenas a leitura completa do Mapa Astral é capaz de dar detalhes sobre o comportamento dos nativos, mas neste artigo vamos nos basear apenas nos signos solares e em quais manias atrapalham o clima no amor!

Está pronto para descobrir as particularidades inconvenientes dos signos? Então confere a lista a seguir!


MANIAS QUE CADA SIGNO TEM NO AMOR E PODEM IRRITAR OS OUTROS


ÁRIES
Os nativos de Áries são conhecidos por sua impaciência e intolerância com situações bobas. É fácil que esse nativo se irrite e essa atitude pode atrapalhar o clima de romance. Hora de controlar os ânimos, não é mesmo ariano?

Quando está acompanhado, o nativo de Áries pode simplesmente surtar ao ter que esperar o parceiro se arrumar para sair. Outra coisa que o deixa muito irritado é ligar para a pessoa e não ser atendido!


TOURO
Com Touro é uma ciumeira atrás da outra e isso é sem dúvidas o que mais interfere no clima de romance! Por sempre buscar estabilidade, esses nativos enxergam na possibilidade de serem traídos algo assustador! Pra falar a verdade, eles bem que estão certos a não ser que o combinado seja uma relação aberta.

Os taurinos só precisam ter cuidado para isso não se tornar uma possessão. Ninguém é proprietário de ninguém e fica muito difícil de manter a convivência com alguém que encasqueta por qualquer coisa!


GÊMEOS
Esses nativos são ícones da comunicação e por terem a mania de fazer amizades por onde passam, podem ser mal interpretados pelos seus parceiros. Isso porque, aos olhos de uma pessoa ciumenta, não há nada mais difícil do que aturar o seu parceiro sendo o centro das atenções.

Dependendo dos casos, o alto astral geminiano pode ser enxergado como um sinônimo de infidelidade, o que gera uma problemática entre o casal. Ainda que esse comportamento cause descontentamento no amor, a facilidade em se relacionar é um ponto positivo para os geminianos.

CÂNCER
Esses nativos são extremamente emotivos e a mania que mais atrapalha nas relações amorosas é o uso da chantagem emocional para conseguir o que querem. Todos sabemos que cancerianos são uma fonte inesgotável de carinho, mas isso não significa que são passivos o tempo todo.

Quando estão determinados a conseguir algo, eles usam das artimanhas emocionais (que conhecem como ninguém), para influenciar o parceiro a aderir as suas ideias. Por mais que sejam cuidadosos com o parceiro, o preço a se pagar por isso é reconhecimento e principalmente, reciprocidade.


LEÃO
Os leoninos são vaidosos e na maior parte das vezes estão focados em seu próprio bem estar. Esse comportamento pode impedir que percebam as necessidades do seu parceiro e isso acaba atrapalhando o clima de romance.

Sabe aquela comida que Leão ama comer? Ele provavelmente não vai perceber que o parceiro enjoou do tempero. Aquela série que Leão amou assistir? É bem difícil que ele perceba antes do último capítulo que o parceiro não estava muito afim de ver!

VIRGEM
Virgem é um signo do elemento Terra, e costuma enxergar o mundo de forma racional, equilibrada e com os pés no chão. Os virginianos também são reconhecidos pela habilidade de colocar tudo em seu devido lugar e contornar o caos.

Apesar de buscarem soluções práticas e resolverem com agilidade qualquer tipo de problema, no amor os virginianos correm sério risco de transformar tudo em rotina! Isso perpassa o dia a dia, os momentos de lazer e até mesmo o sexo.

LIBRA
Librianos são do tipo de pessoas que todo mundo quer ter por perto. Eles fazem de tudo para agradar e manter a paz, muitas vezes até abrem mão do próprio bem estar para favorecer quem está ao seu lado.

Não seria diferente nos relacionamentos amorosos! O libriano tem a mania de sempre deixar a decisão final para o outro e isso acaba deixando o #crush irritado algumas vezes!

ESCORPIÃO
A mania de deixar tudo nas entrelinhas é o que mais pode atrapalhar os relacionamentos dos escorpianos. Isso porque esses nativos podem prolongar o mal-estar ao ficar guardando seus descontentamentos.

Ainda que isso não seja recorrente, sempre que surgir uma oportunidade, Escorpião vai jogar indiretas para o parceiro. Isso acaba aumentando os problemas pois a pessoa sequer vai entender o motivo do desagrado.

SAGITÁRIO
Os sagitarianos têm o espírito livre e é muito difícil que deem ouvidos as outras pessoas! Isso atrapalha principalmente no amor! Seu dogmatismo o impede de ouvir o lado do parceiro e isso gera barreiras na relação.

Com certeza é muito difícil conviver com pessoas que estão sempre ligadas as outras coisas, não é? Ampliar o diálogo é fundamental para manter a harmonia e garantir longos anos de relacionamento saudável.

CAPRICÓRNIO
Esses nativos podem ser extremamente frios, o que atrapalha o clima com o parceiro! Se você está em uma relação com Capricórnio precisa entender que sua frequência afetiva por muitas vezes pode ser baixa!

AQUÁRIO
Apesar de serem muito leais e ótimos companheiros, os aquarianos são um tanto contra demonstrações extremas de afeto. Esses nativos preferem arriscar uma declaração mais particular e sem floreios.

Na maioria das vezes, aquário demonstra seu afeto através de atitudes e não de palavras e quando o #crush não vibra nessa frequência, pode ser o fim do clima romântico!

PEIXES
Os piscianos são muito distraídos e isso pode ser muito prejudicial as relações amorosas. Os parceiros podem achar que sua distração é falta de interesse ou deboche com as questões do casal.

Apostar no diálogo e externalizar suas contestações de forma clara é a melhor forma de manter a harmonia no amor com Peixes.

*Por Giovanna Souza

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*Fonte: awebic

“A pressa em mostrar que não se é pobre é, em si mesma, um atestado de pobreza”, por Mia Couto

Trecho de discurso proferido por Mia Couto na abertura do ano letivo do Instituto Superior de Ciências e Técnologia de Moçambique:

“A pressa em mostrar que não se é pobre é, em si mesma, um atestado de pobreza. A nossa pobreza não pode ser motivo de ocultação. Quem deve sentir vergonha não é o pobre mas quem cria pobreza.

Vivemos hoje uma atabalhoada preocupação em exibirmos falsos sinais de riqueza. Criou-se a ideia que o estatuto do cidadão nasce dos sinais que o diferenciam dos mais pobres.

Recordo-me que certa vez entendi comprar uma viatura em Maputo. Quando o vendedor reparou no carro que eu tinha escolhido quase lhe deu um ataque. “Mas esse, senhor Mia, o senhor necessita de uma viatura compatível”. O termo é curioso: “compatível”.

Estamos vivendo num palco de teatro e de representações: uma viatura já é não um objecto funcional. É um passaporte para um estatuto de importância, uma fonte de vaidades. O carro converteu-se num motivo de idolatria, numa espécie de santuário, numa verdadeira obsessão promocional.

Esta doença, esta religião que se podia chamar viaturolatria atacou desde o dirigente do Estado ao menino da rua. Um miúdo que não sabe ler é capaz de conhecer a marca e os detalhes todos dos modelos de viaturas. É triste que o horizonte de ambições seja tão vazio e se reduza ao brilho de uma marca de automóvel.

É urgente que as nossas escolas exaltem a humildade e a simplicidade como valores positivos.

A arrogância e o exibicionismo não são, como se pretende, emanações de alguma essência da cultura africana do poder. São emanações de quem toma a embalagem pelo conteúdo.”

*Por Mia Couto

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*Fonte: pensarcontemporaneo

Somos todos imperfeitos

O poeta Manoel de Barros dizia que para entender a intimidade do mundo era preciso desinventá-lo.

Isso porque antes do alfabeto, das casas, das pessoas, o mundo foi feito de água, luz, árvores e depois lagartixas. Dar importância àquilo que achamos desimportante, talvez seja o primeiro passo para conhecer nossa intimidade e ela, na maioria das vezes, esconde-se em nosso avesso, onde nem tudo é perfeito. A descoberta é que dentro dessa possível imperfeição que somos há espaços vazios, abertos, feito janelas em dia de sol à espera do encontro mais importante de nossas vidas: aquele com nós mesmos.

Riscando sem medo

Foi isso que aconteceu com a Natália. Um dia, ela decidiu riscar sem medo de ferir o papel. Riscar sem medo de não ser aceita. Riscar e descobrir que, dentro da sua imperfeição, existia uma estética que, justamente por não se adequar aos padrões e às necessidades do que é perfeito, aceitou-se plena e imperfeita. Natália Bianchi, artista visual, vem conversar comigo numa manhã cinza e chuvosa. Logo me diz que não vê a chuva, apenas a ouve.

Natália tem uma doença rara que a faz ver apenas em preto e branco, a acromatopsia, além de ter entre 15 ou 20% de visão. Conta que as pessoas perguntam se ela não sente falta de ver o mundo de modo completo. Nessas horas, sorri e devolve a questão: “o que é ver o mundo completo e perfeito?”

Quando era criança, Natália não tinha consciência de que enxergava menos. Via o mundo com suas texturas e volumes. Muito depois, descobriu que não enxergava as formas e as cores. Então foi rotulada como sendo deficiente. “E ter uma deficiência é estar fora do padrão, é ser inútil”, diz ela, enquanto abre uma pasta com suas obras. São riscos, traços em aquarela e nanquim, que trazem para o papel o modo como vê. Suas criações são dotadas de distorções, movimentos e estranhamentos.

Uma experiência visual

Desacomodam o olhar acostumado a ver o mundo com linhas e contornos definidos. As bordas nos contém. “O perfeito encerra um traço que modela a imagem, eu trabalho com o caos e o acaso. Minha obra é mais afetada e afeta mais. Não sei se vejo o mundo diferente, sei que o vejo do meu jeito”. Natália trabalha com a estética da imperfeição e suas obras são uma experiência visual imperfeita. No início da carreira, criava quadros com elementos figurativos, que a maioria das pessoas gostam, porque são conhecidos, mas o problema é que eram desconhecidos para ela. Debatia-se com a questão: “por que dar forma àquilo que não tem forma para mim?”.

Seu segundo desafio na arte foram as cores. “Para uma pessoa que no máximo alcança os tons de cinza, como entender do que se trata a teoria das cores?”, brinca. Para não se apegar às regras, costuma riscar os nomes das cores nos tubos de tinta. Depois espalha pela paleta e pinta, livremente. “As cores nasceram sem nome para mim; por que agora que tenho consciência da minha doença eu iria me importar com isso?”. Da sua imaginação e liberdade brotam vermelhos, amarelos, azuis. Afinal, a visão é também um ato poético do olhar.

Criar pelo avesso

Foi quebrando regras, abandonando moldes e preferindo a desproporção que Ana Júlia Poletto descobriu-se uma ceramista do imperfeito e do “desútil”, termo muito presente na obra do poeta Manoel de Barros. Amassar a argila, não usar o torno e passar para a peça suas emoções e sentimentos a motivam a criar pelo avesso. Ana Júlia faz peças em cerâmica imperfeitas, que lembram as lunações do poeta Herberto Helder, as desutilidades de Manoel de Barros, os desassossegos de Fernando Pessoa, a coragem de Adélia Prado. “É preciso renascer e reconstruir para deixar o avesso à mostra”, diz Ana.

Para ela, o barro é visceral. Ao tocar nele, ela acredita que toca na vida, em si mesma, nos seus medos – e assim aprende a conhecê-los. Suas peças são irregulares, suas formas guardam silêncios e ressonâncias de mundos internos e distantes, suas texturas nos convidam ao toque. “Foi o barro que me ensinou como ele queria ser modelado e continua me ensinando que para aceitar o inacabado, o avesso, o imperfeito, é preciso motivação e intimidade.

Trabalhar com o barro é saber e aceitar que o processo é mais lento, que é preciso criar um vínculo com a matéria-prima e estar presente no momento da criação com mente e essência, sem se preocupar se ficará bonito no final”, acredita a artista, que para aceitar-se imperfeita e inacabada teve, primeiramente, que seguir em direção a si mesma.

Os vazios precisam existir

Para a psicoterapeuta Gilla Bastos, toda pessoa para viver em sociedade, pertencer a grupos e estar dentro dos padrões sociais aceitos acaba por esconder seu lado imperfeito. “Só que ele é a nossa parte mais humana”, afirma. Para ela, aceitar-se incompleto é também deixar os nossos vazios existirem, mas envoltos de afetos, de compreensão e de amor. “É na imperfeição que encontramos a nossa subjetividade. E é nas brechas do imperfeito que há espaço para a existência e o convívio com o outro”.

Aceitar a incompletude, afinal, faz de nós o que somos. Viver é confuso e dá medo dos quartos fechados dentro de nós. O escuro pode ser o nosso avesso. E, diferentemente do que passamos uma vida toda ouvindo, o avesso – ao contrário do lado perfeito e polido – guarda sua plenitude justamente por ser assimétrico e inacabado. A não linearidade abre brechas em que o encontro se torna possível, onde o outro pode se fazer presente. O imperfeito nos ensina a beleza da simplicidade e é ela que nos empurra para a transformação e o crescimento. Parafraseando Manoel de Barros, são os nossos olhos que renovam o mundo.

*Adriana Antunes é jornalista e agradece o universo por conhecer pessoas tão incríveis que a ajudam a aceitar-se como é, imperfeita e incompleta.

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*Fonte: vidasimples

Você pode enganar o corpo com outra pele, mas não o coração com outra alma

Definitivamente qualquer um pode nos provocar arrepios, qualquer um pode agitar nossos sentidos, fazendo-nos sentir muitas emoções e sensações associadas a uma liberação hormonal, que responde a um processo químico e biológico do nosso corpo, porém, a conexão que sentimos entre nossas almas, essa sim, vai além de tudo que podemos perceber com nosso corpo.

Nós podemos substituir uma carícia por outra, alguns beijos por outros, mas quando vamos mais além, não podemos enganar nossos corações, não encontraremos olhares que nos façam sentir o mesmo, nem aquele sentimento de estarmos sempre conectados

Quando dois corações daqueles que fizeram um acordo de almas se separam, o vazio que se sente é profundo, afoga, queima, suspende a respiração, não há mais nenhuma satisfação, conforto e acoplamento que pertença a duas almas que viajaram juntas por mais tempo do que podemos reconhecer.

Certamente as missões terminam, muitas vezes amando intensamente dois corações devem seguir caminhos diferentes para aprender o que é necessário, para chegar onde deveriam e não sabemos se neste plano ou outro, mas certamente estas almas estarão juntas novamente. No entanto, enquanto eles estiverem fisicamente distantes na estrutura terrena, eles serão capazes de reconhecer sua energia, mesmo que não possam sequer ver um ao outro.

Uma vez que estamos em contato com esse ser que sabemos que nos leva além do tangível, não podemos nos enganar ao nos conectarmos com outra pessoa, o sentimento será gravado em nossa essência, nossa mente ficará confusa e tentará substituir o que um dia la lhe deu prazer, nosso corpo vai encontrar outras maneiras de se sentir à vontade, mas nossa alma sempre nos fará um chamado especial para retornar a onde pertencemos, sabendo plenamente o que é amor verdadeiro.

Além de sermos capazes de identificar o que nos acontece, devemos ser gratos por termos estado em contato com nossa pessoa especial, conscientes de que, não importa o que aconteça nesta vida transitória, o amor nos une, nos alimenta e transcende acima do que nós nossa razão consegue entender.

Vá em frente, continue com sua vida, tudo passa por algo e o que é para você, será no momento preciso. Sempre confie que o melhor ainda está por vir e ouça o que seu coração lhe diz, o que não lhe permite ser facilmente enganado.

*Por: Sara Espejo

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*Fonte: pensarcontemporaneo

Por que a decepção é um sentimento que dói tanto?

A palavra decepção vem do latim “deceptio”, que significa engano ou dolo. E todos nós já perguntamos por que a decepção dói tanto? Porque ela é um sentimento amargo, onde o nosso corpo e mente não conseguem digeri-lo.

Não tem jeito, as decepções estão presentes em nossas vidas, algumas são mais leves e outras mais severas e todas deixam “cicatrizes”, prejudicando o nosso equilíbrio, que se somatiza na forma de enxaqueca, tensão muscular, mágoa, angústia, etc.

É uma realidade psicológica, resultante de expectativas que criamos em relação a certos indivíduos, objetos e situações. Entretanto, não devemos deixar que o engano ou dolo cause desconfiança de todos, caso contrário viveremos na defensiva.

Podemos citar três exemplos, a decepção amorosa, uma vez que confundimos a ilusão da paixão com a realidade, a decepção com um amigo ou amiga que nos faltou com o respeito e na política, o cenário é frustrante, tomado por mentiras, corrupção e uso da máquina pública para atender interesses pessoais.

Isso são os reflexos de uma sociedade hipercompetitiva, que banalizou a desilusão e o sofrimento, como marcas do nosso modo de viver. O filósofo Gilles Lipovetsky classificou de sociedade da decepção, que cria uma atmosfera de ansiedade, na qual o conceito de felicidade ingressa em uma condição paradoxal, em que o entretenimento e o bem-estar dividem espaço com um intenso mal-estar subjetivo.

Segundo Lipovetsky, o nosso tempo caracteriza-se pela alta incidência da experiência frustrante, no âmbito público e privado, que diz respeito ao enfraquecimento das instituições coletivas, das formas religiosas e políticas, que evidencia que vivemos em uma era da superabundância de ofertas e da desestabilização das culturas de classes, que agora está em todos os lugares e em todos os níveis sociais.

Por isso, que a decepção nunca vem de surpresa e os sinais são claros, contudo, preferimos o caminho mais fácil, alimentando a ilusão e aumentando a altura do “tombo.” Sabemos que é complicado viver em uma sociedade assim, mas não significa que temos que fechar as portas para novas oportunidades, bem como não podemos responsabilizar os outros por nossa ingenuidade e falsa expectativa.

No entanto, quando a decepção se torna crônica e patológica na vida dos sujeitos, o melhor é buscar a psicoterapia, que é um ambiente livre de julgamentos. Por fim, precisamos estar –permanentemente – conscientes de que as pessoas podem falhar conosco, porém, somos igualmente falíveis e podemos também decepcionar os demais, lembrando que “todo sonhador está condenado a viver um grande número de decepções”, como dizia o filósofo Jean Paul-Sartre

*Por Jackson Cesar Buonocore

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*Fonte: paporeto

Relações que nos desafiam são mais enriquecedoras. Relações que refletem exatamente um espelho de quem somos, são empobrecedoras

No livro de memórias de Isabel Allende: “A soma dos dias”, ela relata uma das brigas épicas que teve com o então marido, o advogado e escritor Willie Gordon: “Willie e eu tivemos uma dessas brigas que fazem história na vida de um casal e merecem nome próprio – feito “guerra de Arauco”, como ficou conhecida na família uma que fez com que meus pais andassem armados durante quatro meses – , mas agora, quando se passaram muitos anos e posso olhar para trás, dou razão a Willie (…) Foi um choque de personalidades e culturas”

Deixando de lado o fato da união ter acabado após 27 anos, e de ter sido marcada por tragédias: ela perdeu uma filha, enquanto ele perdeu dois; foi um relacionamento forte e bonito, pontuado pelas diferenças de cultura e de personalidade.

Choques de cultura e personalidade podem ser encarados como divisores de águas numa relação ou, ao contrário, como oportunidades de aprender, evoluir, e assimilar outras formas de responder aos desafios da existência. Se estivermos abertos o bastante para aceitar as diferenças como aprendizados e não afrontas, enriqueceremos como pessoas.

Quando desejo que o outro seja exatamente como sou, que aja precisamente como eu agiria se estivesse no lugar dele, que cumpra minhas expectativas e anseios da forma como imagino, que diga o que espero ouvir, que tenha atitudes semelhantes às minhas, que seja tão entusiasmado quanto eu por aquilo que me interessa, que tenha gostos semelhantes aos meus, que vibre com a mesma intensidade que eu, que se cale nos momentos que eu imagino como certos, que se comporte segundo os meus critérios, que se limite naquilo que eu acho justo que ele se contenha, que cumpra exatamente o meu script… quando desejo isso, estou empobrecendo a relação e, mais ainda, estou esgotando minhas possibilidades de evoluir e crescer como pessoa.

Precisamos de provocações. De sermos desafiados a encarar a vida com novo olhar; de sermos encorajados a tirar as lentes com que percebemos o mundo para enxergar outras possibilidades e maneiras de conduzir a existência. Precisamos começar a aceitar a singularidade do outro, entendendo que há outras formas de analisar, sentir e reagir a uma situação, e não somente a forma como aprendemos, e que, por isso, julgamos como certa. Precisamos estar bem confortáveis com a liberdade do outro, sem que isso seja apontado como uma afronta a nós mesmos.

Numa relação não existe somente a pessoa A encontrando com a pessoa B, e sim a história da pessoa A se deparando com a história da pessoa B, e essas diferenças precisam ser celebradas, e não lamentadas. Precisamos começar a rever nossas crenças – muitas vezes limitantes – e abrir-nos sem preconceitos ou resistências à maneira como o outro experimenta e vive a vida.

É preciso aprender a lidar bem com as diferenças, sem querer moldar o outro à nossa imagem e semelhança. Que as diferenças sejam motivos de celebração, e não de frustração ou decepção.

Segundo a psicanálise, a paixão é um equívoco. Pois a paixão é uma projeção. Projetamos no outro aspectos de nós mesmos (nossas neuroses, nossas formas de nos relacionar, nossas experiências e vivências, nossos traumas) ou projetamos aquilo que desejamos que o outro seja para nós. Porém, na maioria das vezes, estamos completamente enganados a respeito do outro.

Separada de Willie, Isabel Allende encontrou um novo amor aos 75 anos. Numa entrevista, comentou: “Sempre estou alerta, aberta ao mistério da vida, às coisas maravilhosas que nos esperam e às trágicas que ninguém deseja”. Ela tem razão. A vida não está aí para ser evitada ou lamentada, mas para ser vivida com coragem e espírito aberto, não deixando que nossas crenças nos limitem, mas que tenhamos uma alma jovem o bastante para se considerar sempre no processo e nunca pronta.

*Por Fabíola Simões

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*Fonte: asomadetodososafetos

Não é o amor que sustenta o relacionamento, é o modo de se relacionar que sustenta o amor

Amar é tão simples. As pessoas é que complicam, as pessoas é que idealizam demais e esquecem de viver a realidade que, por mais complicada que possa parecer, continua linda de viver. As pessoas se esquecem de que o amor precisa ser alimentado não com presentes e jantares caros. Não, o amor não precisa ser financiado para se manter.

O problema é que as pessoas se esquecem do chocolate favorito quando vão ao mercado, se esquecem de que aquela camiseta do Star Wars vai fazer o coração do outro bater mais forte e que o sorriso vai ser desenhado aos poucos em seu rosto como quem diz obrigada.

As pessoas se esquecem da cor favorita, da sobremesa preferida, se esquecem de que um filme de comédia romântica, em um final de tarde no domingo, faz bem. As pessoas se esquecem de elogiar aquele vestido novo, de dizer o quanto está linda naquele pijama velho que a deixa ainda mais bonita.

As pessoas se esquecem da importância de assistir um jogo de futebol com o parceiro, de gritar com ele quando o seu time faz um gol e de vibrar com os “quase” gols.

As pessoas se esquecem de tirar um tempo de qualidade para escutar o outro. As pessoas se esquecem de dar uma flor dessas que a gente rouba do quintal dos outros (risos). De elogiar o perfume novo e de dizer aos pés do ouvido o quanto ama esse alguém.

Não precisa de buquê no trabalho, não precisa levar para jantar em um restaurante caro, não precisa encher de joias, comprar presentes caros. Não precisa disso para manter a chama do amor acesa. Não é isso que faz pegar fogo.

Um beijo na testa faz o coração de qualquer mulher se acalmar, um abraço quando as coisas não estão bem faz com que a gente se sinta protegido e assistir aquele filme que o outro tanto quer, também sabe agradar.

Beijos ao pé da orelha causam arrepios e o toque sincero faz o corpo balançar. O problema é que as pessoas são intensas demais no começo de um relacionamento e fazem de tudo para conquistar o outro, mas não sabem como lidar com todo o sentimento que, às vezes – na maioria das vezes – parece não caber dentro da gente.

E aí vem os inúmeros presentes, os inúmeros agrados, os inúmeros elogios e depois de um tempo, a insegurança vai embora e a gente se esquece de que é preciso conquistar todos os dias. Mas isso, ao contrário do que muita gente pensa, não é um fardo, obrigação e está longe de ser um sacrifício.

É a simplicidade que emociona, é o beijo de bom dia, é o “sonhei com você”, é o elogio sincero e inesperado, é o cuidado, é fazer aquele mousse de maracujá, preparar uma janta em casa mesmo e dizer: “Só tinha ovos, fiz um omelete delicioso pra nós dois. Espero que goste”. Um recado deixado no meio dos seus livros é o suficiente para fazer o nosso coração sorrir.

Vai, manda um SMS no meio da tarde dizendo que não consegue parar de pensar nele, compra o seu chocolate favorito e aparece de surpresa. Vai, compra uma rosa – não um buquê- e deixa um bilhete dizendo o quanto você a ama.

Não deixe cair na mesmice, continue fazendo aquele belo sorriso brotar, aqueles lindos olhos brilharem. Vai, continua fazendo aquele corpo balançar com o teu toque. Vai, mantém essa chama acesa e deixe incendiar. O amor se alegra com a simplicidade e são as pequenas coisas que fazem o nosso coração sorrir sem medo, como quem tem alguém ao seu lado querendo fazer morada.

*Por Thamilly Rozendo

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*Fonte: resilienciamag

Nossos corpos estão cronicamente em “modo de ameaça”, mas ser gentil recalibra nosso sistema nervoso

Ser gentil com os outros impacta positivamente sua saúde física e mental, de acordo com esta pesquisa inovadora do professor de Stanford, Dr. James Doty.

A bondade é uma virtude admirada e aplaudida, na maioria dos casos. Mas você sabia que ser gentil também pode ser bom para sua saúde? Na verdade, ser compassivo com os outros pode redefinir nossos sistemas consistentemente estressados ​​de volta ao nosso “modo de descanso” padrão, causando todos os tipos de efeitos positivos em nossa saúde geral.

De acordo com o Dr. James Doty , professor de Stanford e autor de Into the Magic Shop: A Neurosurgeon’s Quest to Discover the Mysteries of the Brain and Secrets of the Heart , o sistema nervoso não funciona perfeitamente se estiver em modo de ameaça o tempo todo. E, no entanto, nosso estilo de vida cheio de adrenalina, “em movimento”, nos faz operando principalmente no modo de ameaça, o que pode ser uma das razões pelas quais contraímos uma variedade de doenças diferentes.

Nossos corpos liberam proteínas inflamatórias em resposta ao estresse. Por causa dessa liberação, nosso sistema nervoso mostra uma diminuição nas capacidades do nosso sistema imunológico, que é o que responde a ameaças como germes ou bactérias que causam doenças.

A constante superestimulação de nossos sistemas nervosos causada por nosso modo de vida acelerado também nos torna muito mais inclinados a tirar conclusões precipitadas (muitas vezes críticas) sobre outras pessoas. Esse tipo de julgamento rápido embota nossa própria capacidade de agir por compaixão pelos outros. Isso, por sua vez, nos deixa operando em um modo de ameaça constante, o que tem efeitos negativos de longo prazo em nossa saúde.

Bondade e compaixão nos colocam no “modo de descanso”, começando no sistema nervoso
A capacidade de sentir e agir por compaixão pelos outros pode ter um efeito enorme em sua saúde geral.

O Dr. Doty explica isso melhor neste artigo Uplift :

“Quando alguém age com intenções compassivas, isso tem um efeito positivo enorme em sua fisiologia. Isso os tira do modo de ameaça e os coloca no modo de descanso e digestão. O que acontece quando isso ocorre é que muda a forma como respondem aos eventos . “

De acordo com o Dr. Doty, em vez de uma resposta rápida que geralmente é baseada no medo, ansiedade ou estresse, nosso tempo de resposta é mais lento e deliberado, o que tende a resultar em ações mais eficazes, criativas e compassivas. Somos capazes de mudar as respostas que temos aos eventos porque estamos permitindo que a área de controle executivo de nosso cérebro funcione no nível mais alto.

Vários estudos na Emory University demonstraram isso e deram resultados que apóiam a ideia de que atos compassivos regulares ou práticas de meditação baseadas na compaixão podem reduzir as interações neuroendócrinas negativas em nossos cérebros (que são as interações entre nosso sistema nervoso e o sistema endócrino).

O sistema nervoso simpático vs o sistema nervoso parassimpático

Quando mudamos para nosso sistema nervoso parassimpático (o que fazemos instintivamente quando agimos por compaixão), saímos do sistema nervoso simpático em que a maioria de nós vive devido ao nosso estilo de vida agitado.

Quando essa mudança acontece, nossa variabilidade da frequência cardíaca aumenta, o que causa um impulso em nosso sistema imunológico. Esse reforço do sistema imunológico pode nos ajudar a combater infecções ou doenças.

Agora, vamos falar sobre telômeros. Para visualizá-los, você pode imaginar pequenas cápsulas que protegem as extremidades dos cromossomos durante a divisão celular. Os telômeros ficam mais curtos cada vez que um cromossomo se copia durante a divisão celular, o que acontece constantemente. Eventualmente, os telômeros ficam muito curtos para fazer seu trabalho de proteger as informações genéticas armazenadas nos cromossomos, o que faz com que as células parem de se replicar – um processo conhecido como morte celular. É assim que os telômeros agem como um relógio de envelhecimento em cada célula que temos; quanto mais rápido seus telômeros encurtam, mais avançado se torna o processo de envelhecimento.

A pesquisa do Dr. Doty mostrou que um dos efeitos positivos de longo prazo de viver em nosso sistema nervoso parassimpático (referido como nosso modo de “repouso”) é que nossos telômeros realmente aumentam de comprimento.

Em teoria, com o tempo, ser gentil e compassivo pode, na verdade, retardar o processo de envelhecimento em algumas células do nosso corpo.

Assim como mostrar compaixão pode recalibrar nossos sistemas nervosos fora do modo de ameaça e de volta ao modo de descanso, sentir compaixão ou bondade de outras pessoas também tem um impacto positivo em nossos sistemas. A pesquisa da professora Stephanie Brown da Stony Brook University provou que experimentar a compaixão também pode levar a melhorias tremendas em nosso bem-estar físico e mental.

Seja amável. É bom para a sua saúde.

Esta pesquisa inovadora nos permite compreender os benefícios que as interações humanas podem ter na saúde de nossas mentes e corpos.

O efeito cascata positivo de ser gentil não afeta apenas nossa saúde, mas também pode impactar nossas interações com outras pessoas e desencadear uma reação em cadeia positiva com benefícios de longo alcance em comunidades inteiras. Reinicializar nossos próprios sistemas no modo de repouso, saindo do modo de ameaça, pode nos permitir processar as coisas com mais clareza e fazer escolhas melhores.

Em um mundo onde você pode ser praticamente qualquer coisa, seja gentil. É bom para a sua saúde.

*Adaptado de Big Think

 

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*Fonte: pensarcontemporaneo

O Brasil finalmente encontrou a solução para a pandemia: ligar o foda-se

Bares lotados, praias abarrotadas e uma vida cotidiana tocada como se nada estivesse acontecendo. Excetuadas as poucas almas que insistem em permanecer em suas casas e em usar máscaras ao sair, seria impossível notar que o Brasil atravessa a maior crise de saúde de sua história. Ora, após quase cinco meses de um isolamento fictício, não há dúvida de que a fadiga e a necessidade de sair em busca do ganha-pão iriam forçar a população engaiolada a voltar às ruas e retomar ostensivamente sua liberdade.

Bastante conhecida no teatro e no cinema, a solução deus ex machina — que, em uma tradução livre, seria algo como “deus que surge da máquina” — é antiga e remete à falta de criatividade em um roteiro. Ao surgirem problemas cujas soluções seriam extremamente complexas, por haver “pontas soltas” no enredo, uma força externa aparece, do nada, e resolve as questões da maneira mais improvável. A expressão em latim vem do teatro clássico grego, que frequentemente usava esse recurso: quando as histórias pareciam não ter mais como serem resolvidas, um mecanismo no teto fazia descer ao palco, repentinamente, um deus que milagrosamente sanava todos os conflitos.

Um exemplo bastante evidente do recurso no cinema está em “Superman: o filme”, de 1978. Quando tudo parece perdido e Lois Lane é morta, o Homem de Aço começa a girar em volta da Terra, fazendo o tempo voltar e, assim, salvando o dia — e sua amada — de uma maneira fantástica e aleatória, nada convencional. O mesmo ocorre na franquia “Senhor dos Anéis”, na qual, em um dos momentos mais tensos da trilogia, Gandalf surge com águias gigantescas, nunca antes mencionadas no enredo, em uma cena bem conveniente e que aparenta não fazer muito sentido (se eles tinham essa alternativa, por que já não foram voando de águia desde o começo para a região de Mordor?). Poderíamos citar ainda as inúmeras histórias que terminam com o protagonista acordando e vendo que tudo não passava de um sonho.

Pois não foi outra a resposta tupiniquim para extirpar de vez o mal que assombra seus filhos. Mátria frátria, como um dia desejou Caetano, a nação acostumada a dar jeitinho em tudo não iria decepcionar no enfrentamento à pandemia. A solução homeopática, com ares de seriedade, é a flexibilização com base na ocupação dos leitos de UTI. Sensato, mas insuficiente. Andar sem máscara e promover aglomerações é mais emocionante do que a tediosa fórmula de se precaver e aguardar pelo socorro da ciência. No imaginário popular, incentivado por muitos blogueiros e gurus do caos, o fim do isolamento ocorre como se a doença tivesse simplesmente desaparecido. As festas clandestinas eclodem país afora e a espantosa maneira de o brasileiro lidar com o vírus é simplesmente tocar o foda-se para a sua existência. Deus ex machina: por ignorância popular, o vírus ficou no passado.

Não é preciso dizer que esse “novo normal” à brasileira contribui fortemente para a estabilização e o prolongamento da alta taxa de mortalidade do país. Mas quem se importa? Apesar do número estratosférico de infectados, as perdas são diminutas em comparação com as vidas salvas, e o povo precisa mesmo é tocar a vida. Viver no foda-se é a solução deus ex machina que o brasileiro encontrou para não ter que suportar o tédio de encarar de forma séria uma crise mundial. Segue o jogo.

Já dizia Mario Quintana: “ser lembrado é como evocar-se um fantasma”. O fantasma brasileiro, pois, é seu próprio senso de empatia com o próximo. Ou a falta disso.

*Por Matheus Conceição

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*Fonte: revistabula

Pessoas sem argumentos costumam desqualificar os outros

“Grandes mentes discutem ideias, mentes medíocres debatem eventos, mentes pequenas falam sobre os outros”, disse Eleanor Roosevelt. E não estava errado. Quando lhe falta altura intelectual, ele cai na lama pessoal.

Infelizmente, a tendência de desqualificar os outros quando não temos argumentos sólidos é cada vez mais comum em todas as esferas de nossa vida social, tendência que põe em risco a nossa capacidade de chegar a um entendimento porque destrói pontes em seu caminho. Essa tendência é conhecida como falácia ad hominem.

Qual é a falácia ad hominem?

Presenciamos praticamente todos os dias a falácia ad hominem. Podemos ver isso na mídia ou nas redes sociais, quando há duas partes que defendem argumentos contrários e uma tenta desacreditar a outra recorrendo a argumentos irrelevantes para a questão como aparência pessoal, gênero, opção sexual, nacionalidade, cultura e / ou religião.

A falácia ad hominem é a tendência de atacar o interlocutor, em vez de refutar suas ideias. Quem o usa, desqualifica os argumentos do outro por meio de ataques pessoais destinados a minar sua autoridade ou confiabilidade.

Você pode recorrer a insultos pessoais, humilhação pública ou até mesmo trazer à tona os erros que aquela pessoa cometeu no passado.

Também é comum que sejam atacadas características pessoais do interlocutor que, aparentemente, estão em contradição com a posição que defendem. E há quem recorra à mentira ou exagere supostos defeitos do outro para desvalorizar suas ideias.

O objetivo principal dessa falácia é desacreditar quem defende uma ideia, redirecionando o foco da atenção para um aspecto irrelevante que nada ou pouco tem a ver com a situação em questão.

Muitos exemplos de falácias ad hominem ocorreram e continuam a ocorrer ao longo da história.

Arthur Schopenhauer, por exemplo, era um misógino, mas isso não significa que muitas de suas ideias filosóficas não fossem extremamente interessantes.

Ayn Rand era uma defensora ferrenha do capitalismo, mas isso não significa que não possamos encontrar valor em seu objetivismo.

Como assinalou o político García Damborenea:

“É compreensível que a ideia possa desagradar, mas se Hitler afirmava que dois mais dois são quatro, ele teria que estar certo”.

Afinal, mesmo um relógio parado diz a verdade duas vezes por dia. Se não aceitamos essa realidade, simplesmente nos fechamos para a diversidade e complexidade que existe no mundo. E provavelmente perderemos a oportunidade de crescer, sendo apanhados pelas ideias daqueles que pensam como nós e compartilham nosso sistema de valores, engolfando uns aos outros.

Desqualificações pessoais dizem mais sobre o atacante do que sobre o atacado

A falácia ad hominem costuma ser o resultado da falta de argumento e da frustração.

Usar essa estratégia é como quando um jogador de futebol não consegue alcançar a bola e tropeça em seu oponente para cair.

Não é um jogo justo. E, sem dúvida, diz muito mais sobre quem ataca do que sobre quem é atacado.

Quando você não tem ideias sólidas, você recorre à desqualificação e à humilhação.

Esses ataques podem ser extremamente virulentos e pessoais, pois visam fazer a outra pessoa se sentir envergonhada e permanecer em silêncio ou perder sua credibilidade com os outros.

Porém, os ataques pessoais também desqualificam o agressor, pois mostram sua irracionalidade e sua trama de pobreza.

Quem não consegue lutar no plano das ideias, mas quer vencer a todo custo, vai arrastar seu interlocutor para o plano pessoal.

Somos muito vulneráveis ​​a argumentos ad hominem

O principal problema é que, embora gostemos de nos ver como pessoas altamente racionais e sensatas, somos na verdade particularmente vulneráveis ​​à falácia ad hominem, como descobriram os pesquisadores da Montana State University.

Esses pesquisadores pediram a várias pessoas que lessem declarações científicas e indicassem suas atitudes em relação a elas. Em algumas declarações, foi adicionado um ataque direto à base empírica da afirmação científica; em outras, um ataque ad hominem foi inserido ao cientista que fez a afirmação.

Os pesquisadores descobriram que ataques ad hominem têm o mesmo impacto em nossas opiniões que ataques baseados em argumentos lógicos e científicos. Isso significa que não somos objetivos avaliando os argumentos.

Em parte, essa tendência se deve ao fato de que a credibilidade e os valores compartilhados do emissor são características que consideramos positivas e determinam a influência que uma mensagem terá sobre nós.

Se alguém ataca a fonte da informação a sua credibilidade ou questiona os seus valores, isso semeará a dúvida e é provável que demos menos importância e credibilidade às suas ideias e opiniões.

Quando uma atitude de rejeição é provocada em relação ao oponente, também desenvolvemos uma certa rejeição em relação às suas palavras.

É um fenômeno psicológico de transferência exacerbado por nossa tendência de ver as discussões ou debates como competições nas quais deve haver um vencedor. E em nossa sociedade, para vencer nem sempre é preciso estar certo, mas prevalecer, mesmo com as desqualificações.

Como escapar da falácia ad hominem?

Se algum dia estivermos no meio de um debate e formos tentados a atacar pessoalmente nosso interlocutor, é conveniente que paremos por um segundo para pensar sobre que emoção está nos levando a fazê-lo.

Provavelmente é raiva ou frustração.

Em vez disso, devemos pensar que um debate construtivo não é aquele em que vencedores e perdedores são declarados, mas aquele em que ocorre crescimento.

Ser vítima desse tipo de ataque também pode ser muito frustrante. Portanto, a primeira coisa é conter o impulso de revidar e levar o conflito para o nível pessoal.

Jorge Luis Borges contou uma anedota em “História da eternidade” em que um homem foi atirado uma taça de vinho no meio de uma discussão.

A vítima, entretanto, não vacilou. Ele simplesmente disse ao ofensor: “Isso, senhor, é uma digressão; Aguardo seu argumento” .

Devemos também nos proteger desse tipo de “argumento” enganoso, que visa manipular a opinião das massas para que não dêem ouvidos a idéias valiosas.

Portanto, trata-se de manter a mente aberta e alertar-nos para qualquer ataque pessoal, pois isso provavelmente implica que por trás existe uma opinião ou ideia sólida e difícil de desmontar.

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*Fonte: seuamigoguru

Adultério S.A.: a florescente indústria da infidelidade

No momento em que você lê estas linhas, talvez seu parceiro esteja sendo infiel. Milhões de homens e mulheres em todo o mundo mantêm relações sexuais fora do casamento ou da convivência. Até aqui nada de novo. O que mudou é que há cada vez mais traições, entre outras coisas porque os dispositivos móveis e aplicativos tiraram a infidelidade da clandestinidade, permitindo que um amante ficasse ao alcance de qualquer um. Ser infiel é muito mais fácil e rápido agora, e embora o homem ganhe de goleada, cresce o número de mulheres que saem para se divertir.

Alguns aproveitam e outros oferecem com quem, como e onde. A infidelidade é hoje um grande negócio, uma enorme caixa registradora capaz de gerar tanto dinheiro quanto carícias e beijos furtivos. As empresas lançaram as redes para pescar em um mercado potencial que, na Espanha, é formado por 11.280.000 casais e uniões civis, de acordo com dados de 2018 do Instituto Nacional de Estatística. Seria necessário acrescentar aqueles que vivem sem papéis no meio.

Plataformas desenhadas para adúlteros com milhões de usuários em todo o mundo, aplicativos para apagar o rastro da infidelidade, detetives particulares para descobrir traições. Quanto dinheiro a infidelidade movimenta?

Impossível calcular. “Além das páginas de contatos existem os hotéis, as viagens, os presentes, os restaurantes… É um negócio que gira bilhões no mundo e tem um peso importante no PIB”, comenta Christoph Kraemer, chefe do mercado europeu da Ashley Madison, rede social para infiéis.

Criada em 2002 no Canadá, é a plataforma mundial preferida para a traição, com 60 milhões de membros registrados em 53 países. Seu slogan é Life is short. Have an affair (A vida é curta. Tenha um caso). No ano passado, segundo uma auditoria da Ernst & Young, registrou 442.000 novos usuários por mês, mais de 5,3 milhões no ano, o que representa um crescimento de 10% em relação a 2017. Pertencente ao grupo Ruby Life, a plataforma diz ser lucrativa desde o primeiro ano, embora não forneça informações sobre faturamento. “Atualmente, não temos planos de entrar na Bolsa. Vamos ver o que o futuro pode trazer”, diz Kraemer.

No momento, o mercado espanhol lhe dá muitas alegrias, tantas quanto 1,56 milhão, que são as pessoas inscritas no site, de idades entre 30 e 40 anos. A Espanha é seu segundo mercado europeu, só atrás do Reino Unido. E o nono no mundo, sendo os EUA, Brasil e Canadá os países mais desleais. Chegou à Espanha em 2011 com a polêmica debaixo do braço ao pendurar uma faixa em pleno centro de Madri usando a imagem do rei Juan Carlos junto com a do príncipe Charles da Inglaterra e do ex-presidente Bill Clinton, com o lema: “O que eles têm em comum? Deveriam ter usado a Ashley Madison”. Nos primeiros três meses, 150.000 espanhóis se inscreveram na rede.

Nessa plataforma, na qual 15.000 aventuras acontecem por mês, 4.500 por dia, as mulheres não pagam para se cadastrar. Os homens devem comprar pacotes de crédito para poder enviar a primeira mensagem. O pagamento mínimo é de 49 euros (cerca de 219 reais) por 100 créditos e chega a 249 euros por 1.000 créditos.

Depois desta chegaram muitas outras. A oferta não para de crescer. Como a Secondlove, cujo slogan é: “Flertar não é só para solteiros e solteiras”. Outra com capacidade de atrair seguidores é a Victoria Milan, com 625.000 membros espanhóis, que incentiva a “reviver a paixão e encontrar uma aventura”.

Também existe o site do encontro infiel, o Affairland. Mas se existe uma plataforma que está revolucionando o mercado feminino é a Gleeden, que se vende como o primeiro site de encontros extraconjugais pensado por mulheres para mulheres. Na prática, isso significa que não é um site focado nos homens, como os outros, nem há mulheres seminuas como gancho. Não é um aplicativo hipersexualizado”, diz Silvia Rubies, chefe de comunicação da Gleeden na Espanha.

Seu objetivo é captar as mulheres que querem arrumar um amante e vencer o tabu que ainda existe sobre a infidelidade feminina. Porque elas, que têm uma média de 37 anos, também são desleais. “Cerca de 30% dizem ter sido infiéis em algum momento da vida e 68% não se arrependem”, segundo uma pesquisa com mais de 5.000 mulheres realizada pelo Instituto Francês de Opinião Pública. O site nasceu na França em 2009 como resposta a esse 30% de pessoas que estão nas páginas tradicionais de encontros que mentem sobre seu estado civil. Um ano mais tarde aterrissou na Espanha, seu terceiro mercado europeu, depois do francês e do italiano. Possui 5,5 milhões de usuários no mundo e 700.000 na Espanha, 60% de homens e o restante de mulheres, que também não pagam. Os homens precisam comprar créditos para poder abrir um chat, enviar presentes virtuais ou ver o álbum de fotos particular; iniciar a conversa é grátis. O preço mais básico é de 25 euros e chega a até 100. Além disso, oferece serviços de discrição, como sacudir o telefone celular duas vezes para sair do aplicativo.

Se as redes de contatos são um negócio, não menos importante são os motéis — na Europa chamados love hotels. Muito comuns no Brasil, seu modelo de negócio, em que o silêncio e a discrição se pagam, se espalha. Não se trata de lugares lúgubres em zonas industriais; muitos deles são hotéis de luxo localizados no centro das cidades. O modelo cresce na Espanha graças ao hotel Zouk (em Alcalá de Henares) ou aos barceloneses H Regàs, La Paloma, La França e Punt14 (da cadeia SuperLove). Também o Loob e o Luxtal. Todos alugam quartos por hora. Além de xampu, estão incluídos preservativos de cortesia e balas em forma de coração. Como já ocorre no Brasil, o estacionamento muitas vezes é no próprio quarto, de modo que a entrada e a saída possam ser feitas sem sair do veículo. A privacidade é a base do negócio.

Em outros, “para sair do quarto você deve ligar para a recepção usando o interfone do seu quarto, de modo que nós lhe informaremos se você pode sair sem que haja outras pessoas. Não será possível cruzar com ninguém”, explica o site da Luxtal, com hotéis em Madri e Barcelona. Seus preços começam em 30 euros a hora e os quartos têm camas de 2,10 metros de diâmetro em formato de meia lua, grandes espelhos estrategicamente posicionados e acessórios eróticos.

A privacidade é a base do negócio. Ao pagar com cartão, o nome comercial do hotel sequer aparece. Apenas a razão social. O La França é o maior de Barcelona, com mais de 70 quartos. Os mais baratos custam 70 euros a hora; a grande suíte, com hidromassagem e espelhos basculantes, sai por 90 euros. Esses estabelecimentos são até três vezes mais rentáveis do que os tradicionais. “Ao vender os quartos por hora, você pode obter mais rendimento do que um hotel convencional, onde o quarto só é vendido por dia, mas há mais despesas com pessoal, roupas, lavanderia e manutenção”, diz o hotel Loob.

Aplicativos discretos

Outra parte desse lucrativo negócio são os aplicativos de celular que apagam o rastro da infidelidade. Um deles é o Tigertext: tudo que chega de um determinado número de telefone é apagado, sejam chamadas ou mensagens. Se o infiel precisar apagar com urgência, pode sacudir o telefone e tudo desaparece. O aplicativo é gratuito e tem mais de 500.000 downloads. Outro é o Vaulty Stock: sua aparência é a de um aplicativo de Bolsa de Valores e custa 21 euros. Ou o Photo Vault, que permite esconder todos os arquivos atrás de uma falsa calculadora.

Apesar das facilidades, sempre há comportamentos que levantam as primeiras suspeitas do parceiro. “A suspeita pode surgir hoje em dia inclusive antes que no passado, como colocar uma senha no seu celular quando você nunca a teve; mudar a senha do computador sem dizer nada ao parceiro ou não atender chamadas ou ler mensagens na frente do parceiro”, diz Enrique Hormigo, presidente da Associação Profissional de Detetives Particulares da Espanha – (APDPE), que tem quase 400 associados.

O método mais comum de trabalho dos detetives é montar um dispositivo de observação e monitoramento que normalmente não dura mais de três dias, explica. Cobra-se por hora, entre 55 e 110 euros a hora. Hormigo diz que as infidelidades não superam 8% de seus serviços. Por outro lado, existem escritórios de detetives particulares especializados em infidelidades. A empresa Infidelity trata entre 150 e 190 casos por ano e, em média, dedica cinco horas a cada um.

Alejandro Chekri, diretor do escritório, diz que o perfil do infiel mudou muito e agora é mais amplo: vai de 20 a 74 anos, a idade do último caso em que trabalhou. Na hora de contratar seus serviços, os principais clientes são mulheres.

*Por Sandra Lopez Leton

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*Fonte: elpais