Comece bem o dia: Dalai Lama publica mensagem de reflexão para enfrentarmos momentos conturbados

Dalai Lama enviou uma mensagem de paz e sabedoria nesta sexta-feira, 14, e provocou reflexão entre seus seguidores e simpatizantes.

A autoridade máxima do budismo tibetano aproveitou o momento de caos vivido pela humanidade nos últimos meses, por conta da pandemia, e usou seu perfil no Twitter para compartilhar mais uma de suas mensagens de sabedoria.

Na mensagem, o líder religioso pediu que façamos o melhor para mudarmos nosso mundo interior, especialmente em momentos em que os problemas do mundo exterior fogem do nosso controle.

“Não podemos remover problemas externos à vontade, mas em termos de nosso mundo interior, podemos desenvolver tolerância, perdão e contentamento”, começou dizendo na publicação.

O chefe de estado do Tibete ainda pediu para permanecermos calmos independentemente das influências negativas vindas de fora: “Se tivermos desenvolvido paz de espírito, podemos permanecer calmos, não importa o que aconteça no mundo exterior”.

Aos 80 anos, Dalai Lama possui uma história de lutas e campanhas pacifistas contra a dominação chinesa no Tibete. Sua trajetória lhe rendeu um Nobel da Paz em 1989 e hoje ele é o principal símbolo vivo do budismo na Ásia.

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*Fonte: bonsfluidos

7 coisas que você não sabia sobre Buda

Muitos conhecem Buda por suas mensagens que trazem a verdade, a paz, humanidade e igualdade aos povos. Com seus ensinamentos, encontramos as ferramentas para conduzirmos nossas vidas de forma pacífica e feliz. Para iluminar nossas mentes e almas, em busca de elevarmos nosso espírito.

Seu verdadeiro nome é Siddhartha Gautama. Em muitas lendas, é o príncipe de um pequeno reino aos pés do Himalaia, que deixa sua família em busca de respostas que acabam guiando-o por uma jornada espiritual poderosa. Além de fundar um movimento religioso que sobrevive até os dias atuais. Hoje, preparamos uma lista incrível sobre alguns fatos que você provavelmente não conhecia sobre Buda. Confira!

1 – Não era um líder religioso

Provavelmente, você nunca encontrará em nenhum lugar uma alegação do “fundador” do budismo de que este estaria fundando uma religião. Não há registros históricos confiáveis onde Buda se considerava um líder religioso ou em que ele estava lançando as bases para um novo movimento.

O mais correto é dizer que Buda oferecia um caminho alternativo por rejeitar as formas tradicionais religiosas da cultura hindu. Somente depois de sua morte é que, a até então seita, se transformou em um movimento religioso.

2 – Não era um príncipe

Não há bases históricas para creditar que, de fato, Buda era um príncipe, apesar de muitas lendas retratá-lo como tal. Acredita-se que seu pai, na verdade, fosse uma espécie de líder regional da organização social em que vivia Buda, e que se assemelhava a um sistema republicano em oposição à monarquia. Sua família era muito importante dentro desse sistema político.

3 – Poucos membros

Com base em registros históricos e arqueológicos, no começo da seita “fundada”, por Buda não havia muitos seguidores. Mesmo após sua morte, tal movimento ainda era pequeno na Índia. Somente no terceiro século a.C. é que as coisas mudaram. Ashoka transformou o budismo em um religião na Índia.

Foi criado um clima social e político de aceitação das ideias budistas. No entanto, entre a morte de Buda e o tempo de Ashoka, as evidências arqueológicas, inscrições e documentos são escassos.

4 – Buda não é um deus

Inúmeras figuras religiosas acabaram sendo elevadas ou até mesmo se afirmaram deuses, manifestações divinas ou profetas. Mas Buda nunca fez isso. Ele nunca se intitulou nem ao menos profeta. Ele simplesmente era um homem convicto de que o conhecimento e o esforço pessoal, não a devoção a deuses, eram os verdadeiros meios para a salvação.

5 – Ele não era vegetariano

A imagem de um Buda vegetariano é uma das reivindicações sobre sua vida sem suporte histórico. Nem mesmo as primeiras fontes budistas mencionam que Buda seria vegetariano. Na verdade, há muitos relatos descrevendo Buda comendo carne e até aconselhando o uso de caldos de carne para a cura de doenças. Relatos afirmam que a última refeição de Buda teria sido um javali.

6 – Prévias reencarnações

No início, muitas tradições religiosas “competiam” com o budismo, tentando apoiar sua autoridade na alegação de que haviam se originado há mais tempo. Para reivindicar um nível de credibilidade, os primeiros budistas criaram várias obras literárias sobre os “budas do passado”.

Tais obras buscavam enfatizar que os ensinamentos de Buda eram uma verdade atemporal. Curiosamente, o enredo dessas histórias são quase idênticos. Tendo todos os budas o mesmo nascimento, renúncia, momento de iluminação e a morte após comer carne .

7 – Buda divindade

Muitos círculos hinduístas consideram Buda uma divindade. Umas das múltiplas manifestações do deus Vishnu. E isso soa como uma grande ironia para uma pessoa que baseou seus ensinamentos na unicidade da humanidade e na igualdade entre as pessoas. Outra ironia, entretanto, é que ao elevar Buda a uma escala divina, sua imagem não se torna mais poderosa. No hinduísmo, repleto de divindades, Buda ser um deus o torna comum. Apenas mais um entre milhares.

*Por Jesus Galvão

 

 

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*Fonte: fatosdesconhecidos

Seria a astrologia a religião da nossa geração?

O aumento pela procura de recursos místicos mostra que os jovens trocaram os dogmas religiosos por essa “auto-investigação”.

Você já deve ter entrado em uma conversa com millennials em que, muito antes de perguntarem quantos anos você tem ou o que faz da vida, soltaram “qual o seu signo?”. Não é exagero dizer que há quem não comece o mês sem ler o que Susan Miller – uma das astrólogas mais famosas do mundo – tem a dizer.

Quando avaliamos a evolução das buscas pelo termo “horóscopo” no Google nos últimos cinco anos, percebemos que houve um crescimento do interesse pelas previsões ditadas pelo nosso mapa astral. Seria a astrologia, então, a religião da nossa geração?

Aparentemente, há alguns fatores que explicam o porquê da nossa busca pelo tema.

De acordo com um estudo conduzido em 1982 pelo psicólogo Graham Tyson, pessoas que consultam a astrologia o fazem como uma resposta a momentos de estresse.

Se levarmos em consideração que um estudo da Associação Americana de Psicologia de 2014 aponta que os millennials são a geração mais estressada, talvez faça sentido a nossa busca por algumas respostas que ajudem a acalmar os ânimos.

Para Thais Leão, astróloga que atua com desenvolvimento de pessoas e participa de grupos de estudo de antropologia e psicanálise com profissionais e docentes da área, cresce entre a nossa geração uma busca por autoconhecimento e a astrologia tem uma ferramenta para esse entendimento de si. “Auto-observação. Auto-investigação. Trata-se de entender cada vez mais o poder de observar e criar consciência sobre si e sobre o mundo que nos permeia, do qual fazemos parte”, ela avalia.

E essa tendência, que é global, tem alguns traços tropicais. Rebeca de Moraes, sócia-fundadora e diretora da Soledad, uma consultoria de tendências com um olhar para o contexto brasileiro, aponta que uma das tendências para os próximos três anos é recorrer a outras formas de espiritualidade: como astrologia, tarot e o poder dos cristais.

De acordo com um estudo realizado pela empresa, seria resultado da saída de um lugar de muita racionalização, que é uma vida vigiada – cheia de algoritmos, aplicativo para trabalhar, para dormir e até para fazer yoga – em direção ao humanismo. E há algumas particularidades do contexto brasileiro. “A gente vive um momento de muita incerteza e insegurança: acabamos de passar por um ano com Copa do Mundo, eleições. São coisas que mexem com os sentimentos das pessoas. E a gente terminou o ano sem saber se teria emprego, sem saber se teria aposentadoria”, pontua Rebeca. “Quando a gente pensa em misticismo, é um momento de volta do ‘eu’. Toda essa incerteza resulta em uma geração que começa a questionar aquilo que tínhamos como certo, como padrão: casamento, governos, mídia.” Para ela, diante disso, passamos a buscar as respostas dentro de nós.

E a nossa geração tem algumas características que nos tornam mais suscetíveis a isso. Diferente de outros momentos em que a espiritualidade foi pautada nas religiões tradicionais, atualmente, a busca é por saberes menos dogmáticos.

Rebeca considera que os millennials são uma geração muito propícia a lidar com verdades que são voláteis. E também que aprenderam a ser mais auto suficientes em relação à apreensão de conhecimento. “Eles pararam de se prender a dogmas, eles constroem as suas crenças e espiritualidade. Há outros tipos de conhecimento que chegam até você ou que você mesmo pode buscar e que não precisam passar por religiões ou formas de espiritualidade tradicionais. Outro ponto é que essas formas mais místicas de espiritualidade os ajudam a perceber que as pessoas mudam o tempo todo e isso é natural. Os dogmas estão menos abertos a isso”, ela diz.

Susan Miller, Madama Br00na, Astrolink. A internet também tem um papel importante na popularização desses outros modos de espiritualidade, pois ajudou a aprofundar os conhecimentos e a curiosidade sobre astrologia. E os memes fazem parte desse pacote. Eles são o canal para gerar identificação. Quando alguém fala, por exemplo, que é de gêmeos, de algum modo essa pessoa já está dizendo algo sobre a sua personalidade.

E isso é só o primeiro passo. De acordo com as descobertas do estudo realizado pela Soledad, “signo e ascendente viraram pouco. Agora, o básico é saber que Mercúrio está retrógrado em aquário. Com mais informação e a leveza dos memes, astrologia saiu da última página das revistas e ganhou status de assunto quente de millennial”.

No final do dia, diante de tantas incertezas, tudo o que a gente quer é que alguém nos diga que vai ficar tudo bem.

*Por Nathalia Rocha

 

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*Fonte: vice

Islândia ganhará templo mitológico dedicado a Odin e Thor

Nenhuma religião tem crescido tanto na Islândia quanto a religião nórdica: de 570 membros em 2002, o número de membros da Associação de Fé em Æsir (o clã de deuses que vivem em Asgard) saltou para 3900 atualmente. É a segunda crença mais popular no país, atrás do cristianismo.

E, até o fim de 2018, eles terão um templo para chamar de seu na capital do país, Reykjavik. É a primeira vez em mais de mil anos, desde que o cristianismo chegou aos países nórdicos e classificou a crença politeísta como pagã, que um templo é erguido em homenagem a Odin, Thor e os outros deuses no país.

“Eu não acho que ninguém acredita em um homem de um olho só cavalgando sobre um cavalo de 2,5 metros”, disse Hilmar Örn Hilmarsson, sacerdote que promove a religião nórdica. “Vemos essas histórias como metáforas poéticas e manifestações das forças da natureza e da psique humana”, completou.

Entre os seguidores do chamado paganismo nórdico, são promovidos valores tradicionais islandeses, como honestidade, tolerância e respeito ao meio ambiente. O templo, projetado pelo arquiteto Magnús Jensson, terá capacidade para 250 pessoas e foi desenhado para demonstrar a relação íntima entre terra, céu e sol.

Projeto do templo

O terreno foi doado pela prefeitura de Reykjavik, e outras cidades já demonstraram estar dispostas a fazer ações semelhantes, talvez de olho no atrativo turístico que a construção trará. O templo receberá cerimônias como casamentos e funerais, além de servir para batizados de crianças e para iniciar jovens na religião, assim como é comum em outras crenças.

 

 

 

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*Fonte: hypeness

Uma nova classe de pessoas deve surgir até 2050: a dos inúteis

Com o avanço da inteligência artificial, os humanos serão substituídos na maioria dos trabalhos que hoje existem. Novas profissões irão surgir, mas nem todos conseguirão se reinventar e se qualificar para essas funções. O que acontecerá com esses profissionais? Como eles serão ocupados? Yuval Noah Harari, professor da Universidade Hebraica de Jerusalém e autor do livro Sapiens – Uma Breve História da Humanidade, pensa ter a resposta.

Em artigo publicado no The Guardian, intitulado O Significado da Vida em um Mundo sem Trabalho, o escritor comenta sobre uma nova classe de pessoas que deve surgir até 2050: a dos inúteis. “São pessoas que não serão apenas desempregadas, mas que não serão empregáveis”, diz o historiador.

De acordo com Harari, esse grupo poderá acabar sendo alimentado por um sistema de renda básica universal. A grande questão então será como manter esses indivíduos satisfeitos e ocupados. “As pessoas devem se envolver em atividades com algum propósito. Caso contrário, irão enlouquecer. Afinal, o que a classe inútil irá fazer o dia todo?”.

Uma das possíveis soluções, apontadas pelo professor, são os games de realidade virtual em 3D. “Na verdade, essa é uma solução muito antiga. Por centenas de anos, bilhões de humanos encontraram significados em jogos de realidade virtual. No passado, chamávamos esses jogos de ‘religiões’”, afirma Harari. “Se você reza todo dia, ganha pontos. Se você se esquece de rezar, perde pontos. Se no fim da vida você ganhou pontos o suficiente, depois que morrer irá ao próximo nível do jogo (também conhecido como céu)”.

Mas a ideia de encontrar significado na vida com essa realidade alternativa não é exclusividade da religião, como explica o professor.

“O consumismo também é um jogo de realidade virtual. Você ganha pontos por adquirir novos carros, comprar produtos de marcas caras e tirar férias fora do país. E, se você tem mais pontos que todos os outros, diz a si mesmo que ganhou o jogo”.

Para o escritor, um exemplo de como funcionará o mundo pós-trabalho pode ser observado na sociedade israelense. Alguns judeus ultraortodoxos não trabalham e passam a vida inteira estudando escrituras sagradas e realizando rituais religiosos. Esses homens e suas famílias são mantidos pelo trabalho de suas esposas e subsídios governamentais. “Apesar desses homens serem pobres e nunca trabalharem, pesquisa após pesquisa eles relatam níveis de satisfação mais altos que qualquer outro setor da sociedade israelense”, afirma Harari.

Segundo o professor, o significado da vida sempre foi uma história ficcional criada por humanos, e o fim do trabalho não irá necessariamente significar o fim do propósito. Ao longo da história, muitos grupos encontraram sentido na vida mesmo sem trabalhar. O que não será diferente no mundo pós-trabalho, seja graças à realidade virtual gerada em computadores ou por religiões e ideologias. “Você realmente quer viver em um mundo no qual bilhões de pessoas estão imersas em fantasias, perseguindo metas de faz de conta e obedecendo a leis imaginárias? Goste disso ou não, esse já é o mundo em que vivemos há centenas de anos”.

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*Fonte: epocanegocios

Tim Vickery: A religiosidade brasileira muitas vezes é fé de conveniência

Estou sozinho agora na casa da minha mãe, nos arredores de Londres, porque ela foi à igreja – ela faz parte de uma minoria da sociedade britânica, de talvez 5%, que ainda tem o hábito de ir ao culto.

E essa fatia minúscula não é de fanáticos. Uma vez, numa visita anterior, eu (que não tenho nenhum sentimento religioso) comentei que não consigo ver a ligação entre a morte de Jesus Cristo e nossos pecados.

“Estranho”, respondeu a minha mãe. “O meu pastor falou exatamente a mesma coisa na semana passada.”

Trata-se de uma doutrina fundamental de qualquer religião cristã, mas até um empregado da Igreja Anglicana não acredita nele. A igreja dele tem pouco a ver com religião, mais a ver com uma missão vaga de ser “um bom sujeito”.

Tudo isso, claro, nada mais é do que uma consequência do recuo da fé cega a partir do Iluminismo, no século 16, e a descoberta de que a Terra gira ao redor do Sol. Por que acreditar naqueles que afirmavam o contrário?

Uma pesquisa recente aponta que somente 28% da população britânica acredita em Deus ou em qualquer poder espiritual, ante 38% totalmente sem tal fé. Me lembra bem a minha época na escola, quando uma sessão de zombaria da professora sempre começava com a pergunta “Senhora, você acredita em Deus?”

Como a situação é diferente nas Américas! Nos Estados Unidos, por volta de 60% da população vai para a igreja. E, no Brasil, não acreditar em Deus é inconcebível para muitos.

As minhas enteadas ficavam tão fascinadas com o assunto que cada vez que alguém me visitava da Inglaterra isso sempre era a primeira pergunta que tinha que traduzir.

Uma vez a resposta a respeito de religiosidade foi “Não, não tenho nenhuma tolerância para superstições medievais”, frase que foi um desafio e tanto para suas mentes então pré-adolescentes.

Mas – e estou ciente de estar entrando em uma generalização vasta e vulgar – se a crença na existência de Deus é quase total no Brasil, a fé, em muitos casos, parece bastante rasa.

Quando vejo políticos corruptos dando benção para dinheiro ilegal, ou jogadores de futebol louvando depois de cavar um pênalti, fico com a sensação de que a religiosidade brasileira, com frequência, trata-se de uma fé de conveniência.

É menos um código que determina como viver a vida e mais um recurso que se pega ou se larga conforme as circunstâncias.

Pode ser que seja uma extensão da tara brasileira por parentesco fictício. A figura do pai ausente é muito importante numa terra de padrinhos, onde o personagem político de mais destaque na formação do país, Getúlio Vargas, cultivava um tipo de fascismo benigno do tio universal.

É bastante factível que vários brasileiros imaginem Deus como uma espécie de Vargas celestial, bonzinho e indulgente.

Vargas também desempenhou um papel importante no desenvolvimento da religião no Brasil, e não me refiro à aproximação com a Igreja Católica que leva à estátua do Cristo Redentor no Rio de Janeiro. Muito mais importante é a urbanização do país que ele promoveu.

O interessante aqui é que, no exemplo inglês, o crescimento das cidades foi um fator significativo no declínio da religião.

No caso da minha mãe, por exemplo, ela é uma mulher do interior que cresceu com o hábito de ir à igreja e nunca o perdeu. Mas não é de hoje que as igrejas nas cidades vivem vazias – na verdade, nunca encheram. A mudança para uma vida urbana acabou cortando a prática de ir à igreja.

No Brasil, entretanto, o que mais se vê na periferia das cidades são igrejas – só que nesse caso a Igreja Católica tradicional perdeu, mas as evangélicas novas ganharam espaço.

E seu público, em grande parte, são os migrantes internos, que trocaram a vida do campo pelas oportunidades da cidade grande – e também as suas complexidades, problemas a ameaças.

Nesse ambiente novo, complexo e confuso, as igrejas evangélicas não somente oferecem o conforto espiritual da fé, mas também uma rede de apoio social.

Nesse cenário, não é somente a ausência da figura paternal que impulsionou o crescimento da religião, mas também a ausência do Estado.

*Tim Vickery é colunista da BBC Brasil e formado em História e Política pela Universidade de Warwick.

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*Fonte: bbc

Primeira pesquisa mundial sobre religião e ciência tem resultados surpreendentes

Será que todos os cientistas são ateus? Eles acreditam que religião e ciência podem coexistir? Ou acham que as duas coisas são conflitantes?

Enquanto existem muitas assunções e sensos comuns sobre o tema, uma nova pesquisa resolveu tirar esse assunto a limpo, e seus resultados foram surpreendentes.

 

O método para estudar religião e ciência

Esse foi o primeiro estudo mundial – e o maior – sobre como os cientistas veem a religião, conduzido pela Universidade Rice, dos Estados Unidos.

Os pesquisadores recolheram informações de 9.422 entrevistados em oito regiões do mundo: França, Hong Kong, Índia, Itália, Taiwan, Turquia, Reino Unido e EUA. Eles também viajaram a estas regiões para realizar entrevistas em profundidade com 609 cientistas.

Ao entrevistar cientistas em várias fases da carreira, nas aéreas de biologia e física, em instituições de elite e não de elite, os pesquisadores esperavam ter uma visão representante dos cientistas sobre religião, ética e como ambas se cruzam com seu trabalho científico.

Os resultados desafiam os pressupostos de longa data sobre a dupla ciência-fé. Enquanto é comumente assumido que a maioria dos cientistas são ateus, a perspectiva global do estudo mostra que esse simplesmente não é o caso.

 

Descobertas

“Mais da metade dos cientistas na Índia, Itália, Taiwan e Turquia se identificaram como religiosos”, disse a principal autora do estudo, Elaine Howard Ecklund, diretora do Programa de Religião e Vida Pública da Universidade Rice. “E é impressionante que existem aproximadamente o dobro de ‘ateus convictos’ na população geral de Hong Kong (55%), por exemplo, em comparação com a comunidade científica nesta região (26%)”.

 

Os pesquisadores descobriram que os cientistas geralmente são menos religiosos do que uma dada população em geral. No entanto, houve exceções: 39% dos cientistas em Hong Kong se identificam como religiosos em comparação com 20% da população geral de Hong Kong. Além disso, 54% dos cientistas em Taiwan se identificam como religiosos em comparação com 44% da população geral de Taiwan.

Quando perguntados sobre os conflitos entre religião e ciência, apenas uma minoria dos cientistas em cada contexto regional disse acreditar que ciência e religião estejam em conflito.

No Reino Unido – um dos países mais seculares do estudo -, apenas 32% dos cientistas caracterizaram a intersecção entre ciência e fé como conflituosa. Nos EUA, este número foi de apenas 29%.

Por fim, 25% dos cientistas de Hong Kong, 27% dos cientistas da Índia e 23% dos cientistas de Taiwan acreditam que ciência e religião podem coexistir e ser usadas para ajudar uma a outra.

 

Nuances

Além dos resultados quantitativos do estudo, os pesquisadores descobriram nuances nas respostas dos cientistas durante as entrevistas em profundidade.

Por exemplo, numerosos cientistas expressaram que a religião pode fornecer uma “base” em áreas eticamente cinzentas. “Religião fornece uma base naquelas ocasiões em que você pode ficar tentado a tomar um atalho porque deseja ter algo publicado e pensa: ‘Oh, essa experiência não foi boa o suficiente, mas se eu retratá-la desta forma, vai parecer que sim’”, exemplifica um professor de biologia do Reino Unido.

Outro cientista disse que o ateísmo tem vertentes, algumas das quais incluem tradições religiosas. “Eu não tenho nenhum problema de ir à missa, é uma coisa cultural”, disse um físico do Reino Unido que por vezes frequenta a igreja porque sua filha canta no coral. “Não tenho fé religiosa, mas não me preocupa que a religião ainda exista”.

Finalmente, muitos cientistas mencionaram que convivem com visões religiosas de colegas ou alunos. “Questões religiosas são muito comuns aqui, todo mundo fala que templo frequenta, a qual igreja costuma ir. Portanto, não é realmente um problema que precisa ser escondido”, disse um professor de biologia de Taiwan.

 

Aplicações

Ecklund disse que o estudo tem muitas implicações importantes que podem ser aplicadas a processos de contratação de universidades, na estruturação de salas de aula e laboratórios e em políticas públicas gerais.

Educação afeta religião – mas de uma forma mais complexa do que se pensava

“A ciência é um empreendimento global”, afirma a pesquisadora. “E enquanto a ciência for global, então temos de reconhecer que as fronteiras entre ciência e religião são mais permeáveis do que a maioria das pessoas pensa”. [Phys]

 

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*Fonte: hypescience

A religião possivelmente será extinta nestes 9 países

Um modelo matemático tenta medir a relação entre as pessoas religiosas e os motivos sociais por trás disso. O resultado foi publicado em um encontro da Sociedade Americana de Físicos em Dallas (EUA), e indica que a religião pode simplesmente acabar nesses países.

Os pesquisadores examinaram dados do censo que em alguns casos incluíam informações coletadas por um século. Os países estudados foram: Austrália, Áustria, Canadá, Finlândia, Holanda, Irlanda, Nova Zelândia, República Checa e Suíça.

Para fazer a análise, eles usaram o sistema dinâmico não linear – um método matemático que pode explicar fenômenos complexos que são influenciados por vários fatores. O mesmo sistema foi usado, por exemplo, em uma pesquisa de 2003 que buscou explicar o que motiva o declínio do uso de certas línguas.

Os dois estudos foram comparados por Richard Weiner, da Universidade do Arizona (EUA). “O estudo [sobre línguas] propõe que grupos sociais que têm mais membros vão ser mais atraentes. Também propõe que grupos sociais têm uma utilidade ou status social. Nas linguagens, há uma utilidade ou status maior em falar espanhol ao invés de quechuan no Peru. Similarmente, há um tipo de status ou utilidade em ser membro de uma religião”.

Segundo o pesquisador, em democracias seculares modernas há maior tendência que as pessoas se identifiquem como não pertencentes a nenhuma religião. Na Holanda esse número foi de 40%, enquanto na República Checa foi de 60%.

A conclusão do estudo, levando em conta a relevância social e a utilidade prática em ser membro do grupo “sem religião”, foi que de as religiões podem ser extintas nesses locais.

 

Ajustes

O modelo matemático, porém, precisa ser atualizado levando em conta a rede de contatos das pessoas, já que diferentes contatos têm pesos diferentes. No estudo foi considerado que todas as pessoas são igualmente influenciadas pelas outras.

“Obviamente não acreditamos que essa seja a estrutura da sociedade moderna, mas este resultado é sugestivo. É interessante ver como um modelo simples capta os dados, e que se essas ideias simples forem corretas, ele sugere o que pode estar acontecendo. Obviamente coisas mais complicadas acontecem com um indivíduo, mas talvez muito disso seja compensado pela média”.

 

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*Fonte: hypescience

 

Qual a origem dos sete pecados capitais?

Os sete pecados capitais são quase tão antigos quanto o cristianismo. Mas eles só foram formalizados no século 6, quando o papa Gregório Magno, tomando por base as Epístolas de São Paulo, definiu como sendo sete os principais vícios de conduta: gula, luxúria, avareza, ira, soberba, preguiça e inveja.

A lista só se tornou “oficial” na Igreja Católica no século 13, com a Suma Teológica, documento publicado pelo teólogo são Tomás de Aquino. No documento, ele explica o que os tais sete pecados têm que os outros não têm.

O termo “capital” deriva do latim caput, que significa cabeça, líder ou chefe, o que quer dizer que as sete infrações são as “líderes” de todas as outras.

E, do ponto de vista teológico, o pecado mais grave é a soberba, afinal é nesta categoria que se enquadra o pecado original: Adão e Eva aceitaram o fruto proibido da árvore do conhecimento, querendo igualar-se a Deus.

A Igreja até tentou oferecer soluções para os pecados capitais, criando uma lista de sete virtudes fundamentais – humildade, disciplina, caridade, castidade, paciência, generosidade e temperança -, mas os pecados acabaram ficando mais famosos.

Outras religiões, como o judaísmo e o protestantismo, também têm o conceito de pecado em suas doutrinas, mas os sete pecados capitais são exclusivos do catolicismo.

 

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*Fonte: mundoestranho

Como é a hierarquia dos anjos católicos?

Os anjos são os seres espirituais que fazem o meio-de-campo entre os homens e o Todo-Poderoso. As asas possibilitam que eles façam o caminho entre o céu e a terra. Ainda segundo a tradição cristã,  anjos não nascem, não morrem e não se reproduzem. Podem manifestar-se corporalmente, mas não têm peso ou altura.

A divisão dos anjos em nove coros foi citada pela Bíblia, mas quem colocou ordem no mundo angelical foi são Tomás de Aquino. Além de classificá-los em três esferas, o teólogo também determinou as características e funções de cada um dos coros. Todo o seu estudo sobre anjos foi publicado no livro Suma Teológica, escrito por ele entre 1265 e 1273.   Confira após a foto como funciona a hierarquia dos anjos.

PRIMEIRA ESFERA
São os anjos mais próximos de Deus, dedicados a louvá-lo e guardar o mistério divino

Serafins
Estão entre os anjos considerados mais velhos, mais elevados e com os pensamentos mais puros. Sua responsabilidade é proteger o trono sagrado. Segundo a Bíblia, têm seis asas: um par para voar, um par para cobrir o rosto (em sinal de humildade a Deus) e o outro para cobrir os pés (o livro de Isaías diz isso, mas estudiosos acreditam que seja um eufemismo para as genitálias). Em hebraico, serafim significa “aquele que arde” – é por isso que este anjo também costuma ser representado cheio de chamas douradas e prateadas.

Querubins
Depois que Adão e Eva foram expulsos do paraíso, eles ficaram responsáveis por guardar os portões do Jardim do Éden (para impedir a volta dos humanos), a Árvore da Vida (símbolo da vida eterna) e os registros sagrados. No livro bíblico de Ezequiel, querubins são descritos como seres alados com uma cabeça de leão, uma de touro, uma de águia e uma de homem. Foi provavelmente só na Renascença que sua imagem foi “suavizada” para relacionar anjos à pureza. Ele aparece como um menino branco e gordinho de asas, por exemplo, em A Madona Sistina, do pintor italiano Rafael.

Tronos
Para São Tomás de Aquino, cada classe de anjo é chamada de “coro”. Aos tronos, compete manter a segurança do poder divino e delegar missões para os coros inferiores. Geralmente, são representados como jovens e bonitos ou como rodamoinhos de luz. São amantes da música e vivem com harpa e cítara nas mãos – é por meio do som que eles mantêm o trono de Deus. É possível que muitos deles tenham caído para o inferno junto com Lúcifer.

SEGUNDA ESFERA
Nem tanto ao céu nem tanto à terra: são eles que governam de fato, executando com perfeição as ordens divinas

Dominações
Conhecidos também por domínios, são os “ministros” de Deus. Decidem o que deve ser feito para cumprir a vontade divina e fazem de tudo para o Universo continuar em sua trajetória cotidiana. Seriam os anjos mais antigos. Carregam um cetro e uma espada, simbolizando seu poder sobre os coros inferiores.

 
Virtudes
Auxiliam na execução das tarefas divinas, tiram obstáculos do caminho, fazem milagres entre os humanos e contribuem para o fortalecimento da fé. São representados como jovens fortes e saudáveis, com um cajado ou bastão nas mãos. Eles também têm poder sobre as forças da natureza e são capazes de acalmar tempestades, maremotos e terremotos. Na Bíblia, são citados em Mateus.

Potestades
São anjos com grande poder de concentração, porque ajudam a concretizar o pensamento de Deus. Levam sempre uma espada flamejante para proteger os homens contra o poder dos demônios. São encarregados da história, da consciência e da memória da humanidade. Também cuidam dos animais e dos quatro elementos: água, terra, fogo e ar. No livro de Efésios, há relatos apontando potestades como forças do mal – provavelmente uma referência aos anjos caídos.

TERCEIRA ESFERA
Mais próximos de nós, estes anjos são os que interferem no nosso dia a dia

Principados
Dão instruções e avisos de Deus a príncipes, reis, líderes e governantes. Também zelam pelos municípios, reinos, países e continentes. São severos com aqueles que, apesar de suas recomendações, insistem em não agir de acordo com a vontade de Deus. Carregam uma coroa e um cetro nas mãos, ou, em algumas representações, uma cruz. São subalternos de dominações e potestades, transmitindo suas orientações aos coros inferiores.

 
Arcanjos
Figurinhas conhecidas da Bíblia, são os encarregados de Deus para missões extraordinárias e revelações acima da compreensão humana, como quando o arcanjo Gabriel disse a Maria que ela seria mãe de Cristo. Além de Gabriel, são famosos também os arcanjos Miguel e Rafael. A espada e o escudo nas mãos já indicam: além de mensageiros divinos, são os líderes na luta contra o mal.

Anjos da guarda
Sabe os anjinhos que aparecem sobre os ombros dos personagens de desenhos animados? São os anjos da guarda, os seres celestiais mais próximos dos humanos e que ocupam a posição mais baixa dentro da hierarquia do céu. São eles que devem cuidar, proteger e orientar a humanidade a seguir os preceitos divinos. Também ativam nossa intuição e nos protegem dos perigos. Eles gostam de espaços limpos, flores, cores claras, música e perfumes suaves.

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*Fonte/Textos: mundoestranho

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O redesign definitivo: o da Bíblia

Quando Adam Lewis Greene abriu uma campanha no Kickstarter em 2014 para bancar seu ousado e polêmico projeto de redesign da própria Bíblia, não imaginava o sucesso de sua iniciativa. Pediu 37 mil dólares. Conseguiu um milhão e meio.

O redesign não solicitado acabou se transformando em uma prática comum entre designers porque proporciona uma oportunidade de praticar e expor suas habilidades em projetos que não dependam da aprovação de clientes para poder existir. É uma chance de, por exemplo, trabalhar com a Nike. Ou… de redesenhar a Bíblia. Ou melhor, de repensar a experiência de leitura da Bíblia. Deixar mais “reader-friendly”.

É o BIBLIOTHECA.

Ao invés daquele papel fininho, folhas artesanais, com gramatura mais apropriada, criadas por uma gráfica de 437 anos, no interior da Áustria.

Ao invés de um livro condensado, 4 volumes.

Ao invés da diagramação de versículos em tijolinhos, uma proposta mais fluída de numeração e anotações.

Ao invés de um inglês arcáico e muitas vezes perdido em traduções dúbias, uma total revisão com uma equipe dedicada exclusivamente a esta importante e delicada missão de “atualizar” os textos. A versão que está servindo de base tem 505 anos.

Ao invés de letrinhas miúdas, uma fonte especialmente desenhada para ser usada apenas neste projeto, que mantém a tradicional serifa, mas com foco na legibilidade.

A intenção original era um tiragem limitada de 500 exemplares. Hoje são mais de 20.000 Bíblias encomendadas.

VENDENDO MAIS DO QUE UM REDESIGN DA BÍBLIA
Claro que não dá para deixar de mencionar o fato de que Adam Lewis Greene vende muito bem, além de uma Bíblia redesenhada, o próprio projeto. No final das contas estamos falando de um bem sucedido case de uma impressão de 4 livros, com uma verba de um milhão e meio de dólares. O storytelling é bem cuidado, o video é bem produzido e o jovem Adam acabou emplacando um projeto que é mais revolucionário conceitualmente do que na prática, o que não tira de modo nenhum o mérito de sua iniciativa. Pelo contrário, é uma oportunidade de aprendizado de como juntar ideia, exposição, grana e empreendedorismo, tudo muito bem amarradinho.

*Fonte/Texto: Wagner Brenner / Updateordie

Sobre os espíritos

Enquanto estamos ocupando um corpo durante a vida, sempre nos esquecemos de que somos, essencialmente, espíritos. E que, da mesma forma como viemos para ocupar esse corpo que temos na vida atual, também retornaremos ao mundo espiritual para nos preparar para outra vida. Claro que esquecemos o que fomos nas vidas anteriores, para não atrapalha o que vivemos na atual, mas não somos esquecidos pelos espíritos que estão do outro lado da vida, ocupando-se de nós e fazendo o bem ou o mal, ou simplesmente atendendo suas próprias necessidades.

Veja agora os espíritos que nos acompanham, sem que a gente os veja:

Os mentores
São seres mais avançados, mentores espirituais e responsáveis pela proteção dos encarnados. Esses espíritos dão o suporte, o ensinamento e o apoio, tanto aos trabalhos espirituais quanto aos encarnados de uma maneira geral. Todos nós temos um espírito protetor, que vulgarmente chamamos de anjo da guarda, que nos acompanham e que nos protegem.

Os espíritos perdidos
Algumas pessoas que desencarnam, acabam se sentindo perdidas, sem saber onde estão ou o que estão fazendo do outro lado, não sabendo mesmo que desencarnaram, e ficam perturbando as pessoas que ainda vivem, considerando-se vivas. São esses espíritos que muitas vezes assombram as casas e alguns lugares e que precisam ser levados a centros espíritas para conhecerem sua real situação, sendo encaminhados para lugares onde poderão descansar e solucionar seus problemas.

Os obsessores
O obsessor é um espírito de alguém que quer se vingar de uma pessoa que está encarnada ou que deseja usufruir de suas energias. Quando quer se vingar, quer apenas que a pessoa que o fez sofrer enquanto vivo sinta o mesmo que sentiu, trazendo sentimentos como angústias, infelicidade e muitas vezes provocando até doenças. O obsessor, embora esteja fazendo mal a um encarnado, também está ajudando o encarnado a se recuperar de suas faltas antigas.

O suicida
Um espírito de uma pessoa que se suicidou não consegue se livrar facilmente do momento em que morreu. Pensando que vai se livrar dos problemas, esquece que a alma é imortal e que, cometendo suicídio, acaba só adiando a solução de sua vida, que deveria ter sido resolvida através dos obstáculos que enfrentou. O destino dos espíritos de suicidas é o Vale dos Suicidas, onde revivem o momento em que tiraram a própria vida, só saindo dali quando atendidos por um espírito piedoso ou quando se arrependem do que fizeram, comprometendo-se a assumir a responsabilidade por seus atos.

O devedor
Um espírito que não consegue se perdoar pelos erros cometidos é considerado devedor, por si próprio, achando que não merecem conhecer a luz e a tranquilidade espiritual. Esses espíritos, em sua maioria, têm medo de se encontrar com suas vítimas, têm medo de reencarnar e têm medo do castigo. O espírito de um devedor precisa de acompanhamento dos mentores e auxiliado para encontrar o seu caminho.

Outros espíritos sempre estão presentes em nosso cotidiano, sem que os possamos ver. Muitos deles estão para ajudar, outros para vampirizar e outros ainda para se vingar. O que precisamos é manter sempre uma mentalidade equilibrada, pensando no bem do próximo e pedindo ajuda aos mentores para que possam auxiliar e encaminhar os necessitados.

*Fonte / Textos: CasosObscuros

 

Espiritismo-luz

Cientistas canadenses afirmam que Deus não criou o Universo

Como é possível o Universo ter sido criado a partir do nada? Pois uma equipe de cientistas canadenses encontrou a resposta para uma das perguntas mais importantes da história, e eles descartam qualquer participação divina. Rejeitando a intervenção de um Deus criador, os cientistas elaboraram uma hipótese baseada na teoria da inflação das partículas virtuais, ou seja, aquelas que contêm uma carga energética muito pequena e por um brevíssimo lapso de tempo.
Entretanto, a hipótese levanta um problema: como partículas tão pequenas podem ter gerado o Universo que conhecemos? O Dr. Mir Faisal, do Departamento de Física e Astronomia da Universidade Waterloo, no Canadá, acredita ter a resposta. Segundo o especialista, de acordo com as regras da teoria da inflação, as minúsculas partículas virtuais são capazes de se expandir até criar o Universo.

Faisal complica ainda mais o tema ao afirmar que tentar explicar como o Universo foi criado do nada é inadequado: “o Universo ainda é um nada”, ele diz, referindo-se à ausência de energia. Em relação ao papel desempenhado por Deus na criação, o especialista faz uma distinção entre um Deus representado como “super-homem sobrenatural”, sem nenhum tipo de intervenção, e um Deus como “um grande matemático”, que poderia ser, realmente, de alguma importância.

Em outros termos, o cientista argumenta com a teoria da inflação que o total da energia positiva, em forma de matéria, está equilibrado com o total da energia negativa, em forma de gravidade, de tal modo que a energia total do Universo é zero.

*Fonte: Express / History