David Coimbra

Hoje quem nos deixou o jornalista e escrito gaúchor David Coimbra, o mundo com certeza fica um pouco mais cinza. Como não sou uma pessoa muito ligado ao rádio (rádio para mim foi a Ipanema FM!!!), então eu não o acompanhava nessa situação, mas curtia mesmo era os seus textos e opiniões no Jornal Zero Hora. Uma escrita inteligente e sagaz, muito bom de ler. Fiquei surpreso hoje com a notícia de seu falecimento. Triste. Um câncer que já o acometida há 10 anos. Êta doença ceifadora essa.

Descanse em paz.

Katia Suman e Os Diários Secretos da Rádio Ipanema FM – “TROUBLE MAKERS”

Uma sensação incrível é descobrir que no livro que você resolve começar a ler, e lá pelas tantas consta o nome da sua banda! Sim, foi isso mesmo que aconteceu hoje comigo. Já faz algum tempo que tenho o livro da Katia Suman – “Os Diários Secretos da Rádio Ipanema FM” (BesouroBox – 2018), sou desses que quando vai numa livraria  e comprar algum livro, não necessariamente eu vou lê-lo logo em seguida. Tem vezes que um bom livro precisa antes de tudo, de um período de maturação na estante, tipo um namoro de canto de olho com a sua lombada, ali parada ao lado de outros tantos, quase que como um chamado no estilo:
– Agora eu!

Terminei de ler ontem uma bio do The Doors e fui revirar a procura de algum outro livro que me chamasse a atenção para começar a ler. Achei esse da Katia Suman e dando uma folheada antes mesmo de começar a ler para valer me deparo com algumas listas e tabelas no livro. E na parte em que diz respeito aos anos de 1994 e 95, para minha grata surpresa e claro – satisfação e orgulho também, consta o nome da minha ex-banda, a Trouble Makers (Porto Alegre / 1991-98).

Trouble Makers

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Caraca! Que coisa boa isso, logo num livro da Katia que foi quem na realidade descobriu a nossa banda, quando 1994 na época da Ipanema FM, lhe enviamos uma demo em fita k7 par aos eu programa Elétrika Live. Ela curtiu logo de cara o nosso trabalho (rock autoral), ligou para nós e em pouco tempo já estávamos tocando em diversos eventos da Ipanema ou em outros picos da noite rock da cidade.
Me sinto muito grato por isso e as tantas aventuras, empreitadas boas e algumas malucas que vieram depois disso. Foi bom agora lembrar desse período e de tantas coisas relacionadas a banda e meus parceiros de rock’n roll.

 

Muito agradecido Katia por essa menção!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Polarizando no Taquari

O rolê de hoje contou com a volta da turma dos amigos na estrada, o Pretto já de volta de suas férias na praia e o Vladi, que está nos seus pais de visita em Venâncio Aires, também pode participar. Mesmo com esse calor danado que fez hoje, não teve essa de arregar, partimos para a estrada ainda na primeira hora da tarde. Primeiro uma passada na pista de BMX local no Parque da Fenachim, onde o Pretto nos aguardava. Estava rolando por lá uma etapa do gaúcho de bicicross (será que é assim que se diz hoje em dia?). Uma rápida reunião de pauta e decidimos o nosso roteiro do dia. Sempre assim, de última hora…rsrsrsr

A ideia era dar uma volta por algum lugar não muito longe e que ainda o Vladi não tivesse anteriormente andado com a gente. Optamos então por começarmos indo até Estrela (RS), onde mostramos a famosa revenda da Volkswagen que está fechada há mais de uma década – “Revenda Gaúcha”, e é mantida pelo proprietário intacta até hoje, como se estivesse parada no tempo, mesmo que não esteja mais funcionando.

*Mais informações sobre a história dessa revenda [ AQUI ].

Depois uma passada no centro da cidade, onde tem algusn lugares com escadarias que dão na margem do Rio Taquari. Uma delas inclusive fica no local onde era antigamente a cervejaria da Polar. Hoje também abandonada. Não Estrela não é uma Detroit da vida, no sentido de cidade onde faliu muitas coisas – nada disso! É uma cidade muito bonita, mas casualmente esses dois pontos de referências que visitamos são de empresas “fechadas”. Aliás esse ponto onde fica a Polar, também tem uma bela escadaria até o rio e conta com uma estrutura bem bacanuda ao redor para visitantes. Uma breve caminhada pelo local. Não esqueça de que o sol hoje estava muito forte e deu um calorão na turma. Mas sempre em frente!

Depois dessa parada seguimos a viagem, ainda tínhamos de pegar a RS 453 em direção da serra gaúcha mas desviarmos no caminho para Imigrantes (RS). Antes uma parada num posto de gasolina para uma devida hidratação. O bicho tava pegando. Que calor! Uma sombra, uma água gelada e já estávamos prontos outra vez. Seguimos então adiante até chegamos no trevo para Imigrantes. Gosto desse trajeto em diante, muitas paisagens incríveis e bonito, com diversas casas e fazendas muito bem cuidadas (talvez por causa de estarmos próximo do Natal, mas hoje estavam especialmente  muito bem ajeitadas). Uma parada no monumento do imigrante, que eu não conhecia ainda. Mais adiante um pinguela antiga e uma nova contruída ao lado. Foi divertido. Mas na real até que um banho no riacho abaixo não teria sido uma má ideia.

Passamos então na sequência por Colinas (RS), que também mantém uma vibe bem parecida com Imigrantes. Cidades vizinhas, muito parecidas e ambas bem legais eu diria. Então chegamos outra vez em Lajeado e daí era só tomar o tradicional caminho de casa. Na chegada uma nova hidratação, mas agora com cerveja e uma boa conversa com os amigos.

Gracias por mais um dia incrível!

*Abaixo as já tradicionais fotos do rolê do dia:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sto. Amaro do Sul / Eclusa de Amarópolis

Em tempo de feriadão aqui no sul por causa de uma final de semana prolongado (20 de setembro – Revolução Farroupilha), ontem não cheguei a andar de moto mas hoje a coisa já foi diferente. Desde cedo já estava pilhado pensando em para fazer alguma trip na tarde, pensando par aonde poderia ser.  Um sábado bonito de sol e uma temperatura agradável para andar de moto. O Rafa e o Luís Carlos já haviam mencionado de que se eu fosse andar hoje, era para avisá-los. E assim foi.

Saímos cedo para aproveitar bem a tarde. Fomos direto na direção de Passo do Sobrado (RS), pela 287 e depois 244, logo mais adiante já tem o túnel verde, prenúncio de que estamos em Vale Verde (RS). Ainda seguido viagem sempre em frente pela 244, vamos até a entrada de Santo Amaro do Sul (RS). Trajeto tranquilo e de pouco movimento, ainda mais no final de semana. Curto muito mesmo andar por aí.

Mas uma coisa estranha hoje me aconteceu, lá pelas tantas, já no trajeto, do nada me vaio na lembrança vários momentos da viagem que fiz com o Vladi, Fabi e o Pretto, ano passado, de moto para o Chile, atravessando a cordilheira. Sei lá porque. Não tinha me acontecido isso antes em nenhum dos rolês d emoto que fiz desde aquela viagem. Mas era uam sensação boa, me deu um sentimento de satisfação daquela aventura toda e também saudades. Talvez esteja na hora de uma nova trip assim, de alguns dias seguidos em cima da moto (!?).

Na entrada de Sto. Amaro o caminho muda de perspectiva, de asfalto passamos para uma estrada de chão batido muito ruim. Aliás, hoje havia uma patrola lá dando uma nivelada na estrada bem na hora em que passamos.Acabou deixando muitas pedras grandes soltas, um monte de costeletas e a terra bem fofa. Nada muito bacana, mas tudo bem, faz parte. Eu até curto isso, mas meus parceiros não! Paramos um pouco no caminho para uma subida no mirante que há na entrada. Depois seguimos até o vilarejo, quando então fizemos uma outra parada clássica, na praça central, para uma visita na histórica igreja (construída em 1787). Um tempinho de caminhada por ali e já estávamos de volta nas motos. Queríamos ainda seguir adiante e chegar até a barragem de Amararópolis. E não é que demos sorte dessa vez! Sim, porque haviam dois barcos utilizando o sistema da eclusa. Nunca antes havia testemunhado esse procedimento quando de alguma visita nas eclusas aqui dos estado. Foi bem legal assistir. Depois demos uma passeada pelo local e então era hora de tomarmos o rumo de casa.

Tanto na ida como na volta, tudo tranquilo. Viagem muito boa e a parceria também.
Mais uma vez, um sábado muito bem aproveitado de moto na estrada.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sábado de Velopark

Hoje foi dia de conferir a prova Império de Endurance Brasil 2019, na pista do Velopark. A ideia inicial era ir de moto até lá e então me encontrar com os primos Zakka e Diguinho Kern, mas o clima meio estranho de frio, céu cinza e nublado de hoje de manhã, convenhamos, não era nenhum pouco convidativo para esse tipo de empreitada. Então resolvi abrir mão e ir junto de carro com a rapaziada.

Viagem tranquila e melhor ainda quando se está acompanhado de um amigo que é simplesmente o locutor oficial das provas de “Arrancada”, na pista do Velopark. Beleza! Sim, tivemos vários privilégios em função disso e também foi interessante de ver várias pessoas pedindo para fazer uma foto junto do amigo Geferson “Zakka” Kern – o cara é ídolo por lá. Assim que chegamos fomos direto para uma visitação junto a área dos boxes das equipes, sendo que o horário oficial previsto para isso já estava quase no final, nos restando tempo apenas para uma rápida olhada em cada um dos boxes. E na real esse foi um dos altos momentos do dia, afinal não é sempre que se pode ver de pertinho um desses protótipos de endurance ou então carros clássicos como Ferraris, Mercedez, Aston Martin, Porsche, entre outros. Incrivelmente fantástico!

Depois desse rolê pelos boxes a direção encerrou o período de visitação e começaram os preparativos para a prova que seria de 3hs de duração. Teve execução dos hinos e demais cerimônias e veio a largada, daí o bicho pegou prá valer. Nessa hora fica difícil descrever aqui a sensação dos diferentes roncos dos motores, da velocidade dos carros, do tremor no chão a cada passada, das ultrapassagens e da emoção disso tudo, mas com certeza é muito bom presenciar um evento assim. Como a prova era longa é claro que também aproveitamos o tempo para fazer um lanche, trocar uma ideias com amigos e conhecidos que apareceram, bem como dar uma voltas pelos tantos recantos do território do Velopark.

Sem dúvida outro dia bem aproveitado entre tantos rpms e adrenalina. Um bom passeio com os amigos e mais um para a contabilidade da vida! Valeu.

>> Confira { AQUI } o resultado da prova de hoje.

*Abaixo algumas imagens da empreitada de hoje no Velopark:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Viaduto 13 (Vespasiano Corrêa)

Em final de semana de carnaval, com tempo livre e fazendo um belo e agradável dia de sol, nada melhor do que pegar a estrada de moto. Resolvi então dar uma esticada até Vespasiano Corrêa (RS), no famoso viaduto 13. Já estive outras vezes por lá, mas sempre é um bom passeio.

Sai no começo da tarde, segui na direção de Lajeado, depois Roca Sales, Encantado, Muçum e por fim, Vespasiano Corrêa. Uma cidade pequena mas muito agradável. Aliás, curto muito essas cidadezinhas dos arredores da serra gaúcha.

No caminho resolvi chegar em um mirante que há em uma pequena entrada, na beira da estrada, acho que logo depois de Muçum (não tenho certeza agora). Acontece que já tinha visto uma sinalização para este, em uam outreo viagem. Hoje, sem pressa alguma, resolvi sair da estrada e ver esse lugar. Tudo tranquilo, um mirante com uma Santa (não lembro o nome dela – sorry!), que tem uma bela vista para a cidade e o rio, logo abaixo. Não tinha ninguém no local, que mesmo perto da estrada era um pouco isolado, e sabe como é – isso as vezes é preocupante. Sempre é bom estar seguro. Dei um tempo, curti o lugar mas tinha meu roteiro para seguir em frente. Ah! Numa próxima vez, pretendo também desviar do caminho da RS129 (Lajeado – Guaporé), e dar uma conferida no caminho que leva até o topo do Morro Gaúcho.

Segui em frente, tudo certo e tranquilo. Logo estava no pórtico de Vespasiano Corrêa – cara, como gosto dessa entrada da cidade, muitas árvores de ambos os lados, uma estrada sinuosa e muito bonita! Assim que se chega na cidade, rapidamente se toma uma rua lateral, anda e até um desvio, que depois vira uma estrada de chão batido, que leva enfim, até o Viaduto 13. O caminho é bem sinalizado, mas a estrada agora tem mais aquela cara de pavimentação de colônia, com muitas britas soltas (cuidado nas freagens) e como são inúmeras curvas em clima de constante descida (por vezes bem íngreme até) – é bom tomar cuidado nesa hora. Mas não tem erro, é seguir sempre em frente, prestar atenção nas placas das bifurcações e tudo resolvido. Pimba! Logo se tem o imponente viaduto a sua frente.

O local é muito interessante e como hoje é um final de semana de carnaval, de feriadão prolongado e tal, haviam várias pessoas acampadas por lá. Aproveitei e dei algumas voltas além dos lugares que havia conhecido, nas vezes anteriores em que estive por lá. Por último subi pela estradinha lateral, até o topo, no viaduto propriamente dito. Daí era só curtir a paisagem, algumas fotos e aquela coisa toda de caminhar pelos trilhos, lá no alto.

Aproveitei paras descansar um pouco do sol, que estava forte naquela hora. Depois foi voltar para casa. Antes uma passada em Lajeado para comer algo e repor os líquidos – afinal, estamos em pleno verão e a coisa é forte….rsrsrsr.

Mais um sábado bem aproveitado viajando de boas, de moto por aí.

*Como normalmente faço, abaixo algumas imagens da empreitada da vez. Procuro publicá-las na ordem dos fatos e acontecimentos. Também coloco imgs de estrada para assim dar uma melhor ideia do tipo de terreno que a viagem apresenta. Isso serve mais para o caso de alguém se pilhar de também resolver fazer essa trip. Então já tem assim uma boa ideia do que irá encontrar pela frente (paisagens, terreno, tipo de estrada, etc.). Eu tambémm vejo blogs e sites de outros motociclistas, o que é muito bom para dar ideia de lugares interessantes para se conhecer. Flw!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Até o Viaduto 13

Depois de algum tempo teremos por aqui novamente fotografias do rolê do dia. Como o Vladi e Fabi nos avisaram que viriam de POA este final de semana, então eu e o Pretto combinamos um uma viagem diferente dessa vez. Resolvemos ir até o Viaduto 13 (Ferrovia do Trigo), em Vespasiano Corrêa (RS) – uma construção da época da ditadura militar

Um pequeno entrevero atrasou a nossa saída na tarde, uma chave que o Vladi não encontrava, mas tudo resolvido. Logo estávamos no caminho de Lajeado e depois no rumo de Encantado, Muçum e finalmente Vespasiano Corrêa. Um dia de sol bonito, muito bom para andar de moto, achei até que seria frio, mas não, estava até quente (passei calor na ida – Na volta tudo bem). Foi uma viagem tranquila, nada de anormal, apenas as coisas de sempre, tipo carros que estão a nossa frente e não dão sinal de pisca (seta).

Antes mesmo de se chegar na dia base do viaduto, tem uma estrada de chão batido muito legal, com vários relevos altos e baixos mas bem compacta e lisa. Essa parte off-raod foi muito boa hoje. Sem falar depois na emoção que é descida íngreme e de piso de brita solta, que aliás, é bem perigosa – fácil de numa freada mais brusca a moto escorregar o cara ir ao chão. Mas tudo bem, assim mesmo é que a coisa fica divertida.

O local é bonito, bacana o rio que tem ali. Algumas fotos na base, um pouco de conversa e resolvemos subir até o topo do viaduto, onde estão os trilhos, literalmente. Outra subida numa estrada de chão batido e logo se está no topo. Não sou muito chegado em “alturas” mas tudo tranquilo dessa vez. Caminhei com a galera pelo viaduto, lá no alto e tudo beleza. Creio que nem era necessário mencionar, mas lá vai, uma vista sensacional dos morros e do rio lá em baixo. Também não teve nenhuma preocupação do tipo: – Ah! Se o trem vem e a gente está aqui em cima? Tudo de boa, daria para escutar e até mesmo tem uma área de escape na beirada de ambos os lados dos trilhos. Entramos um pedaço para dentro do túnel, mas não fazia muito sentido seguir em frente no escuro e tal. Não sei dizer a extenção do viaduto e nem também a do túnel.

Uma pesquisa rápida:
Foi construído pelo 1º Batalhão Ferroviário do Exército Brasileiro durante a década de 1970, tendo sido projetado desde o final da Segunda Guerra Mundial, pela empresa Serviços de Engenharia Emílio Baumgart (SEEBLA). Com seus 143 metros de altura e 509 de extensão, foi inaugurado pelo então presidente Ernesto Geisel em 19 de agosto de 1978, é o maior viaduto ferroviário das Américas e o terceiro mais alto do mundo, superado apenas pelo Viaduto Mala Rijeka, em Montenegro, de 198 metros de altura, e a ponte de Beipanjiang, na China, que possui uma altura de 275 metros.

A volta também foi tranquila, chegamos já estava escuro e asism foi mais uma tarde de moto muito bem aproveitada com os amigos. Até a próxima.

*Abaixo como de costume, algumas imagens do rolê de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Uma parada aqui pertinho na cidade histórica de Rio Pardo

Então chega o sábado, dia oficial do rolê de moto mas o céu estava cinza e com aquela cara de que poderia começar a chover a qualquer momento. Confesso de que desta vez nem pesquisei em algum site do clima/tempo, combinei com o Rafa o passeio e fim de papo, era isso, foda-se a chuva.

Hoje também foi dia de passar pela primeira vez no novo viaduto junto ao trevo de Santa Cruz do Sul /RS – (RS-287), obra recentemente liberada depois de um bom tempo em construção. Me pareceu que ficou legal e acredito que deva facilitar bastante o fluxo por ali.

A nossa ideia inicial era de irmos até Pantano Grande /RS, mas resolvemos mudar o foco dessa vez e seguirmos apenas até Rio Pardo /RS, claro, alongando um pouco o trajeto indo pela RS 412, depois de Vera Cruz /RS, para então retomar o caminho normal de ida até, que seria direto pela RS-471. Com isso acabamos fazendo a nossa tradicional parada no Autódromo de Santa Cruz do Sul. Dessa vez não tinha nenhum carro ou moto na pista, estavam era em obras e manutenção em vários pontos do local. Acho que terá uma prova do calendário da Stock Car em breve por lá. Demos então uma passeada pelos boxes, pátio interno da pista alguns outros locais do autódromo.

Já em Rio Pardo, dessa vez optamos por entrar na cidade e conhecer o centro histórico. Assim mudamos um pouco a situação, porque toda vez que vamos até lá a gente visita a região da beira do rio, que é bonita e interessante também, mas hoje resolvemos mudar o itinerário. Aproveitei para mostrar para o Rafa a rua da Ladeira, que é a rua calçada mais antiga do Rio Grande do Sul, reconhecida inclusive como patrimônio histórico do Brasil.

*Curiosidade: a rua foi calçada por mão escrava em 1813 (205 anos), e que segue o modelo de construção e engenharia da Via Appia Romana, com o escoamento no centro do calçamento. A rua foi visitada por ilustres personagens da nossa história, como a Princesa Isabel, Dom Pedro II, Conde D’eu e Getúlio Vargas.

Depois de visitar a Rua da Ladeira passamos pelo histórico prédio da Prefeitura de Rio Pardo (aliás, prédios antigos e históricos é o que não falta por lá)  e uma quadra logo acima, a Capela de São Francisco de Assis. Fato interessante é que bem na porta fica o túmulo datado de 1831, que é do Capitão dos Dragões Felisberto Pinto Bandeira. Segundo me contou a moça do museu que lá, ele foi uma pessoa muito má em seus tempos de comandante e que nos seus últimos momentos de vida pediu para ser sepultado ali mesmo, justamente a entrada da Igreja, como uma espécie de castigo ou penitência. Sendo assim até os dias de hoje, todo mundo pisa sobre o seu túmulo ao passar por aquela porta.

Em seguida estacionamos junto a uma das rua centrais, demos uma volta a pé e acabamos descobrindo uma cafeteria sensacional, chamada – O Cruzeiro. Lugar bonito e agradável, onde fomos muito bem atendidos e tomamos um ótimo café. Fica a dica.

Após a parada para o tal café mais um pouco de caminhada pela cidade. No caminho de volta, uma passada também pelo centro da cidade de Santa Cruz do Sul aliás, cada vez mais bonita! E então o trajeto de casa.

Novamente uma passeio de moto bacanudo. Grato ao Rafa pela parceria dessa vez e vamu-qui-vamu.

*Ah! Cada vez mais sinto vontade de mudar de cidade. Venâncio Aires é uma bosta de lugar. Muitas pessoas escrotas e cretinas. Tenho dito.

Aqui algumas imgs do rolê de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ruínas jesuíticas de São Miguel das Missões

Como havia mencionado em um post anterior, agora anexo algumas img feitas quando da visita essa semana ao histórico sítio arqueológico em São Miguel das Missões (RS). Há também um pequeno museu no local além das ruínas, não fiz fotos de lá, mas fica aqui a dica. Funciona no mesmo horário da visitação e na parte interna, logo na entrada do parque.

Os horários de visita são:
3ª à Domingo: 09 às 12h / 14h às 18h
Durante o horário de verão: 09 às 12h / 14 às 20h
Obs.: nas segundas-feiras somente das 16 às 18h

Claro que não vou aqui escrever uma tese ou um texto elaborado sobre o patrimônio histórico das ruínas de São Miguel, não é esse o intuito da coisa por aqui, mas em todo caso, se você tiver a curiosidade de conhecer um pouco mais sobre o tema, confira os links abaixo:

http://portaldasmissoes.com.br/site/view/id/406/ruinas-de-sao-miguel-arcanjo-sitio-arqueologico.html

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https://www.feriasbrasil.com.br/rs/saomigueldasmissoes/

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https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADtio_Arqueol%C3%B3gico_de_S%C3%A3o_Miguel_Arcanjo

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*Não são fotos profissionais mas ao menos creio que servem para dar uma ideia do contexto do que há nas ruínas jesuítas. É um belo passeio sem dúvida, gasta-se um bom tempo caminhando pelo amplo espaço gramado, bem como ao redor e por dentro das ruínas de São Miguel. Fica aí então uma dica de um passeio interessante.

Gracias.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pondo em dia na agenda uma visita histórica e cultural

Com a proposta de não ficar parado só bobeira e descansando nesse período de folga entre o Natal e ano novo, entre outras coisas é claro que teria de pegar a estrada de moto algumas vezes, afinal isso é para mim um dos grandes bons prazeres na vida. Assim num planejamento de uma dia para o outro falei com alguns amigos, mas no final somente eu eu e o Rafa estávamos liberados para essa empreitada e entre um roteiro e outro resolvemos fazer uma viagem até São Miguel das Missões. Um local histórico e culturalmente importante para o Rio Grande do Sul e porque não dizer América também, o qual nunca tinha visitado antes e aliás, já era um desejo antigo. Não, no tempo de colégio nunca fui em excursão até lá (só para constar). Além do mais fica em uma região que pouco me aventuro de moto e seria legal fazer um primeiro contato por ali.

Simbora! Sem muita frescura combinamos nosso roteiro ainda na tarde de terça-feira, deu tempo de ajeitar algumas coisas e também deixar preparada a moto para a viagem. Na madrugada de quarta-feira já estávamos saindo de Venâncio Aires rumo a São Miguel das Missões.

Ainda era escuro quando nos encontramos e depois de uma breve conversa já estávamos na estrada pela 287 rumo à Candelária. Nas curvas de Santa Cruz do Sul demos de cara com um acidente recém ocorrido, um caminhão teve sua carga tombada e espalhada na pista. Haviam algumas pessoas fazendo sinal de seguir em frente por um canto da estrada e assim fizemos. Em Candelária tomamos a RS 400, que fazia um tempo que andava por ali por causa do estado muito ruim da estrada, mas de fato a situação mudou, como um amigo esses tempos já havia mencionado de que haviam ajeitado a buraqueira. Muito bom. Gosto desse trajeto da região centro-serra e nem lembrava mais de como é bonito, melhor ainda tendo como parceria o sol que estava nascendo e dando uma cor toda especial enquanto rodávamos com nossas motos. Isso sim é um daqueles momentos incríveis numa viagem de moto. Havia uma previsão de chuva para a tarde e por isso resolvemos fazer essa trip numa tocada com poucas paradas até o nosso destino final.

Subimos até Sobradinho, depois Arroio do Tigre (o mais longe que já havia ido nessa estrada) – que já é então a RS 481.  O sol já estava ativo e resolvemos parar para um café. E o interessante é que depois, apenas alguns km à frente o clima era totalmente diferente, passamos por um bom trajeto com cerração fechada na estrada e logo depois sol forte outra vez (sic!). E que tal esse nosso clima e geografia da região, hein!?

E puêrra! daí novamente a mágica aconteceu. Da cidade de Estrela Velha em diante, passando por Salto do Jacuí  (fizemos uma parada na ponte) até o trevo que junta com a 158, perto de Cruz Alta – se mostrou um dos trajetos mais legais que já andei. Uma estrada tranquila, com um asfalto legal e pouco movimento, quase somente lavouras dos dois lados da pista por tipo quase uns 100km. Incrível andar numa estrada assim, a moto só vai, flui com a estrada e nessa tocada a mente também voa livre. Acredite! Muito bom, muito bom.

Depois do trevo com a 158 andamos alguns poucos kms em direção à Cruz Alta e em seguida outro trevo onde fomos pela RS342, que depois emenda na 285. Daí a coisa ficou normalzona outra vez, o perrengue de sempre. Estrada com vários trechos com muitos buracos ou então com o asfalto deformado, bem movimentada e cheia de caminhões, vários pardais (acho que passei acima do permitido num desses – shit!) e por aí vai. Mas faz parte, é o comum por aqui e como tal até já estamos acostumados. Foi só seguir em frente por Ijuí, Santo Ângelo até Sâo Miguel da Missões.

Fizemos algumas paradas para abastecer, motos diferentes, tanques com capacidades diferentes, diferentes paradas. Uma parada obrigatória foi no pórtico de São Miguel, é claro, onde até umas mulheres nos perguntaram se poderiam fazer fotos junto de nossas motos. Cada uma!

O trajeto do pórtico até a cidade é bem ruim, tipo uns 16km e que talvez tenha sido o pior de toda a nossa viagem. Fica a dica para quem for para lá. A cidade de São Miguel me pareceu bem modesta e pequena até, achei que seria bem maior até pelo apelo turístico histórico internacional que ela tem. Mas enfim, rapidamente nos entendemos com a cidade e seus fluxos, não havíamos marcado nada de hotel ou pousada. Numa rápida dica no posto de gasolina no centro da cidade já tínhamos conseguido boas referências. Em pouco tempo já estávamos numa boa pousada e depois de estabelecidos, descarregado os apetrechos das motos, já estávamos fugindo do calorão tomando um banho de piscina (ótimo custo/benefício). Isso tudo bem perto do sítio arqueológico local, das Missões. Na noite fomos novamente nas Missões, mas dessa vez para assistir ao tradicional show de luzes e sons que acontece nas centenárias ruínas, onde de forma poética e artística nos contam a resumidamente os eventos e parte da história do local.

Levantamos cedo, não tanto quando da ida, até porque agora havia um horário do café e se não quiséssemos perdê-lo, teríamos de sair um pouco mais tarde. Já era por volta das 8h quando ligamos os motores e voltamos com a intenção de estar na estrada sem pegar o forte calor da tarde. Deu tudo certo e tranquilo Uma baita viagem, valeu a parceria do Rafa e desde já planejando novos roteiros.

Nesse post falo um pouco sobre a viagem.
Em um outro post falarei da visita e algumas fotos do sítio arqueológico de Sâo Miguel das Missões.

*Abaixo algumas imgs dessa trip:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Rolê de 20 de Setembro (feriado no RS)

Nada como uma quarta-feira com um feriado de sol para se aproveitar o dia. Em tempo, feriado de 20 de setembro aqui no Rio Grande do Sul (Revolução Farroupilha). Depois de uma belo almoço de família com um “carreteiro” no capricho, especialmente feito pela minha mãe em função desta data de celebração das tradições gaúchas, era hora de pegar a estrada para um rolê de moto.

Como já disse, dia de sol. Muito sol. Perecia um dia de verão, o que automaticamente torna o ato de andar de moto todo equipado uma coisa não tão agradável. Dando um jeito aqui e ali, simbora aproveitar o dia. Fui sozinho outra vez, aliás, faz tempo que tenho andado sozinho.

Sai em direção à Lajeado /RS (RS-130), uma rápida passada por dentro da cidade e depois o caminho da 386, já em direção de Bom retiro e Fazendo Vilanova. A ideia era rodar pela boa 386 entre Lajeado e Tabaí (curto essa parto do trajeto). Apesar de agora estarem com alguns trechos em reforma e outros ainda em construção, é muito boa, sem falar de que o limite é de 100km/h. Beleza!

Chegando na parte no final dela onde se encontra com a 287 (que essa eu não curto), tem a Casa do Mel e do outro lado uma fruteira que faz um suco de frutas muito bom, na hora. Puramente em função do calor a opção de hoje foi parar no suco. Uma boa sombra, um pit stop mais do que providencial por causa do calor. Depois do refrescada na moleira com suco gelado era hora de tomar o caminho de volta, poderia escolher entre dois caminhos, a merda da 287 ou então, o mesmo que eu fui. Ok. Voltei pela via dupla da 386, o mesmo trajeto da ida que além de ter um visual mais bonito, a pista do asfalto é bem melhor.

É claro que hoje ao longo do caminho, em vários momentos encontrei na beira da estrada gaúchos pilchados cavalgando em grupo em função dos festejos do 20 de setembro. Claro que tudo sempre com um aceno e uma buzinada, em respeito a esses que cultivam mais do que ninguém as tradições dessa terra.

No mais, apenas tirando o forte calor foi tudo de boa, um ótimo passeio de moto.
Valeu!

*Algumas imgs do rolê de moto de hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Um rolê até Triunfo

Outro sábado incrível para um belo rolê de motos com os amigos. Dessa vez eu, o Rafa e Luís Carlos, saindo no começo da tarde  para uma empreitada que fiz esses tempos com outros amigos e agora procuramos repetir a dose, só que eles ainda não conheciam esse roteiro. Fomos até Triunfo com o intuito de atravessar o rio Jacuí com as nossas motos pela balsa. Taí uma boa dica para você também pegar a estrada e fazer essa função. Vale a pena para quem curte uma aventura de leve, pode ser de carro mesmo, não precisa ser como nós, que fomos de moto. Quem gosta de pegar a estrada, descobrir novos lugares, ver novas paisagens, deveria conferir essa.

A empreitada começa daqui seguindo para Passo do Sobrado, logo depois vem Vale Verde (RS 244), daí seguindo adiante até General Câmara, onde fizemos uma parada estratégica para uma água, um café e banheiro. Depois seguimos adiante onde tem a ponte do Rio Jacuí. Dessa vez ao invés de cruzarmos direto a ponte rumo à São Jerônimo, resolvemos dar uma brecada no roteiro. Descemos até as margens do rio Jacuí, logo embaixo da ponte numa prainha que tem por lá. Uma parada rápida, algumas fotos, conversa fiada e retomamos o roteiro inicial novamente. Em frente e avante até São Jerônimo (RS), onde entramos na cidade e depois pegamos uma breve trecho de estrada de chão até o ancoradouro da balsa de veículos, para então atravessarmos o rio e assim chegar em Triunfo (RS), na outra margem.

Travessia tranquila, sem nenhum perrengue, aliás, nem precisamos esperar muito na fila pela chegada da balsa e ser a nossa vez. Ah! Só por curiosidade, o custo para cada moto é de R$2,55 e a travessia em si leva apenas alguns minutos (sei lá, calculo a grosso modo algo em torno de uns 10 min). Outra informação pertinente é a de que esses serviço de travessia para veículos funciona 24hs por dia e a cada meia hora tem saída de balsa.

Chegando na outra margem, já em Triunfo (cidade histórica do Rio Grande do Sul – por causa da Revolução Farroupilha –  terra onde nasceu Bento Gonçalves), demos uma passada na praça da Igreja Bom Jesus (erguida em 1754), outra parada, uma curtida no local e depois seguimos em frente.

Agora vem outra coisa interessante para deixar de recado aqui… Cara! Como eu curto esse trajeto da RS 470 que liga Triunfo até até a 287 (pertinho do trevo que bifurca o caminho para Montenegro ou Porto Alegre). Um asfalto bom com uma pista muito legal e uma  paisagem de campo bonita, inclusive com vários trechos de árvores ao redor da pista. Sério, é muito legal. É bom andar de moto ali, dá aquela sensação clichê de “liberdade” de comercial de moto que os comerciais de TV tentam te empurrar guela abaixo – sentir o vento e tal…. rsrsrsrsrssrs
Ah! ali tem isso…kkkkk. Tudo bem que eu também curto bastante os caminhos da serra, aliás, os “mais” bonitos aqui do sul com certeza, mas esse meu chapa, tem uma vibe muito legal também. Mas só sabe quem por ali passa. Pronto, falei!

Daí com a turma já na tradicional 286, que é o caminho master POA/ V.Aires e já rodamos tantas vezes por ali, demos uma parada na Casa do Mel (outra boa dica para viajantes – anote aí, tem um ótimo pastel). Não, isso aqui não é jabá de blog. é dica mesmo!

De resto era então voltarmos para casa. Só que agora teríamos de enfrentar uma situação ruim, diga-se, é que nesse horário de final de tarde o sentido da viagem que teríamos pela frente é todo com o sol batendo direto no rosto/olho. e quando digo direto, é direto mesmo. Putz, não tem como. É assim e foda-se. Mas tudo OK, faz parte.

Tudo tranquilo, mais um rolê que durou a tarde toda e fomos de boa, sem pressa nem correria. mais um sábado MUITO bem aproveitado, acredite-me. Thanks.

Ah! Ia já me esquecendo. Sim, teve aquele momento engraçado-motocicletêichãn-imbecil-da-vez novamente, foi quando na ida estávamos ainda antes de General Câmara e dois motoqueiros de CG nos ultrapassam completamente deitados – retinhos, tipo o Ultraman voando), só de bermuda e chinelos…..kkkkkkk. Cara, pelo jeito ainda vai ter o dia em que vou ver um belo tombo de um desses garotos abilolados cairem (e não é praga minha! Sério!). A coisa é muito louca, eles deveriam estar a mais de 100km/h naquela pose. E claro que isso é um fenômeno psicológico que merece ser estudado ainda –  o garoto vês alguns motociclistas passarem em grupo por eles, daí automaticamente deve ocorrer um start qualquer no seu cérebro que liga alguma enzima maluca que o faz ter prazer de se submeter a um exercício extremo de “enrolação-de-cabo-plus” em sua CG e nos ultrapassar de qualquer modo, cusrte o que custar, para provar alguma coisa – que eu realmente não sei o que é…kkkk Talvez isso seja um ritual xamãnico-on-the-road qualquer que eu desconheça. Mas acontece, ah… acontece. e seguido!

*Abaixo algumas imagens da empreitada de hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Visita ao templo budista de Três Coroas (RS)- I

Há algum tempo tenho vontade de ir novamente até o templo Budista de Três Coroas (RS), só que dessa vez de moto. Estive lá há alguns anos atrás e foi uma boa experiência, queria repetir. Na sexta-feira conversei com o Vladi e marcamos um ponto de encontro no meio do caminho, já que eu saio de Venâncio Aires e ele de Porto Alegre. É sábado de manhã, acordo cedo, ajeito as minhas coisas e quando passo no posto para abastecer a moto e encontro o Rafa, que é um parceiro de viagens de moto. Convido ele para ir junto mas já tem compromisso de trabalho para o período da tarde (fotógrafo).

De tanque cheio e sozinho parto tomo a estrada em direção de Porto Alegre (BR-287). Começo da empreitada. Curto passar na ponte do Mariante sobre o rio Taquari e não sei explicar bem o porque, mas é sempre uma boa sensação para mim desde os tempos de criança quando das viagens de carro em família com meus pais. Um pouco mais adiante resolvo parar no acostamento para verificar a amarra da minha mochila (com poucas coisas mas providencial). Estava com a sensação de que iria cair a qualquer momento. Mas não, foi só uma sensação e ela estava firme e forte no seu lugar.

Assim que chego no trevo, mudo a direção e sigo para Montenegro e depois São Leopoldo (caminho que percorri centenas de vezes por causa da universidade). Tudo tranquilo, dia muito bonito de céu limpo e claro prometendo calor para a o período da tarde. Perto de São Leopoldo mudo novamente de direção e sigo para Novo Hamburgo, onde me encontraria com o casal de amigos Vladi e Fabi. Chego antes do que eles mas esse tempo é muito bem aproveitado de boas sentando na conveniência de um posto de gasolina só observando as MUITAS motos legais (e bota muitas nisso!) passando pela 116. Estrada movimentada e com um fluxo de motociclistas incrível. Devo ter visto quase o catálogo inteiro de motos da Harley Davidson e das big trails da BMW desfilarem por ali…rsrs

Não demora muito, o tempo de tomar um café e eles chegam. Uma conversa breve e combinamos melhor o trajeto que seguiríamos dali para frente o resto do dia. Ok. segue o baile. Partimos para Três Coroas direto. Novamente uma viagem bem tranquila nesse trajeto, curto andar/pilotar nessa região. Chegando lá ainda havia o caminho que leva até o templo, uma estrada que começa com asfalto, muda para uma pavimentação de pedras irregulares, depois para uma saibro e por fim um trecho de chão batido mesmo. Na entrada do templo uma fila enorme de carros e ali já começava o exercício da “paciência” (srsrsrsr…). Tivemos um bom tempo de espera para entrar no templo. Mas ok, estávamos de boas e aproveitamos para por a conversa em dia e combinarmos novas empreitadas.

Sobre o templo budista de Três Coroas o que tenho para dizer ou então recomendar (um dos objetivos desses textos aqui), é que o lugar é incrível e muito bonito, realmente passa uma sensação de paz e harmonia (dá sim para sentir isso – acreditem!). Muitas coisas para ver, talvez até várias carecem de uma explicação maior ou ajuda de alguém (fica a dica) mas é sem dúvida uma grata experiência, independente de sua crença religiosa ou não. Chegamos perto do meio-dia, mas o tempo passou voando. Muita coisa para ver, admirar, ler, se informar e descobrir. Dessa vez consegui finalmente entrar no templo principal (numa outra passagem anterior por lá, ele estava fechado). Como ontem era sábado haviam muitos visitantes tipo a gente e sinceramente acredito que uma visita em um dia de semana deve ser mais calmo e portanto melhor ainda. Uma visita mais tranquila., mas isso é apenas uma opinião.

*Vou fazer um post somente com imagens dessa visita do templo. O lugar é incrível e rende muitas fotos que ressaltam essa harmonia, as texturas e cores diferenciadas de nossa cultura, o que acredito, seja sempre muito bom esse “choque”.

Depois dessa visita ao templo e ainda sem almoçarmos, já era por volta de duas horas da tarde, ainda seguimos para são Francisco de Paula que não era longe. Onde então iríamos almoçar. Eu que achei que a viagem já estava sensacional até então, tive uma grata surpresa, ainda teve mais situações interessantes. Tomamos a RS 270, que é uma estrada muito bonita, cheia de curvas e cercada de verde por todos os lados em várias partes do seu trajetos. E sempre subindo a serra (nesse caso). Depois do nosso almoço ainda fomos na lago São Bernardo, que é bem perto do centro da cidade, assim dizer. Um local muito bem cuidado e bonito. Gostei! Aliás, em uma nova oportunidade pretendo voltar e também dar uma passada na famosa livraria Miragem.

Tempo depois dessa empreitada já era hora de começarmos o processo de volta para casa. Descemos então direto até Taquara (trajeto incrível) para andar de moto, depois rumo à Sapiranga, Novo Hamburgo – onde mais adiante me separei do Vladi e cada um seguiu o seu caminho final de casa. Já estava noite e eu ainda tinha toda uma viagem similar à São Leopoldo – V.Aires pela frente. Uma paradinha para completar o tanque, um café e esticar as pernas. E de volta ao trecho. Fica difícil dizer que essa foi uma das melhores trips de moto que já fiz, até pelo contexto espiritual e também de paisagens locais e tal, mas sem dúvida está entre os meus  TOP 10 de todos os tempos. Um dia longo e muito bem aproveitado, cerca de410km bem rodados de forma que não há texto nem muito menos fotografia alguma que conseguiria traduzir a sensação tão boa de que foi esse rolê. Só tenho a agradecer por mais esse momento.

Valeu Vladi e Fabi pela parceria, mais uma vez.

 

*Para conferir abaixo, algumas imagens dessa trip.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Rolê até Imigrante

Tive a impressão de que essa semana passou voando, não sei se foi assim para vocês, mas enfim, quando percebi já era dia do nosso tradicional rolê de moto de sábado com os amigos. Dessa vez um novo personagem, o Jeferson, também conhecido pelo apelido de “Professor”, que há tempos está por andar junto com a gente mas não tem conseguido conciliar a sua agenda com os nosso horários. Mas hoje deu certo!

Fez dia muito bonito de sol, mas também um calor danado. O Pretto que também foi junto, me disse que hoje deve ter sido, na opionião dele, o dia mais quente em que demos nosso habitual rolê de final de semana, levando em conta todos os do ano passado até o de hoje. Não sei, eu ainda tenho a impressão de que teve um outro dia que foi ainda “mais quente” do que este de hoje. Mas tranquilo, ligados nessa possibilidade, nada de jaquetas de couro e confiança na pilotagem que dá tudo certo.

Já adianto que foi um rolê bem bacana, na saída seguimos em direção de Lajeado, uma passada por dentro da cidade e depois de volta ao roteiro habitual, um retorno no trevo de Estrela, uma pequena volta e então estávamos no caminho certo para Colinas e Imigrante. Um trajeto muito bom e bem bonito também, mas só que bastante travado em função de ser uma região com muitas moradias e por isso ter muito “quebra mola” – coisa que não combina muito com a suspensão de uma HD. Mas com jeito, cuidado e atenção, deu tudo certo.

Sempre em frente, chegamos em Colinas, uma breve parada em um bar de posto de gasolina para uma água gelada, porque a essa altura ainda fazia muito calor e a garganta já estava seca. Mas logo já estávamos no caminho outra vez e não muito longe, já estávamos então em Imigrante. Resolvemos seguir em frente até o trevo para a estrada da Rota do Sol, quando então voltamos em direção de Teutônia. Ainda no caminho resolvemos mudar os planos e seguirmos até a Lagoa da Harmonia, já que estávamos por perto mesmo e fazia um bom dia para se andar de moto. O calor atrapalha bastante quando se está parado, mas andando de moto a coisa muda.

Subimos o trecho até a lagoa, demos uma olhada mas não entramos. Estão cobrando R$ 7,50 agora. Ficamos numa sobra e descansamos um pouco. Boa parada para uma conversa, algumas risadas e troca de informações sobre as motos. Sim, sempre tem conversa de moto envolvida.

Sem mais o que fazer e descançansados do calor era hora de voltarmos. Ainda pegamos um caminho alternativo até Teutônia, mas logo estávamos na Rota do Sol em direção de Lajeado novamente. Daí então as nossas motos já voltam até sozinhas para casa.

Outro rolê de fonal de semana incrível e em boa companhia. Valeu!

 

*Algumas imagens da viagem:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Road trip V.Aires – Mostardas 2016 *(parte 4 – Parque Nacional da Lagoa do Peixe)

Moto abastecida e saímos de volta na BR-101, agora retornando apenas alguns poucos kms até a entrada do Parque da Lagos do Peixe. Só na entrada já dava para perceber de que enfrentaríamos a mesma coisa da aventura anterior do farol. Estrada com barro e areia, a mesma função de piso escorregadio da outra vez. Mas foda-se, se estávamos lá para isso mesmo então era hora de encarar tudo outra vez.

Agora eu não tive dó, como já estava cansado resolvi acelerar logo o processo todo e como já tinha percebido na outra vez, o lance era segurar firme o guidon e tocar forte em frente. Funcionava melhor esse procedimento. O Vladi, optou por manter a sua estratégia de devagar se vai ao longe. Eu por minha vez, optei pelo modo “mais emoção”.

Caraca! Se da nossa volta até o Farol da Solidão a coisa foi um tanto difícil, agora, talvez por já estarmos um pouco mais acostumados com o perrengue de pilotar naquelas condições e terreno, fomos bem melhor. Nada como a o treino e a experiência…hauhauahau

Rendemos mais e rapidamente e aquela tal minha vontade inicial de ter ficado na pousada e descansar mais, pffffff….. passou rapidamente, foi literalmente pro espaço. Que lugar du caralho! Bah!E como valeu a pena.

Visual muito bonito da lagoa e seguindo em frente o terreno logo mudou de aspecto, de barro com areia virou apenas areia molhada. Na real nem tinha mais estrada alguma, estávamos seguindo apenas algumas fracas marcas de pneu que haviam e serpenteavam por entre as dunas. O Vladi que já tinha estado ali numa outra vez, disse para mim seguir em frente nesse trajeto. Algumas vezes tivemos de atravessar alguns córregos, o que deixou a coisa mais divertida ainda. Alguns até eram fundos e tivemos de dar a volta pela beirada, o que era mais aconselhável e seguro.

Depois de um tempo nessa função finalmente chegamos outra vez a praia. Uma viola abandona dessa vez nos aguardava junto a beira do mar. Paramos para algumas fotos e nessa função, a moto do Vladimir afundou o pezinho na areia molhada e caiu sozinha. Nenhum prejuízo. Demos uma caminhada pelo local e na beira da praia, descansamos um pouco mas a chuva nem pensar em nos dar uma trégua. Nessa hora já estávamos bastante molhados e a chuva era de verão, então não foi tão ruim assim (apesar de tudo, não estava tão frio). Eu até fiquei afim de dar uma rápida entrada no mar, mas a água sim estava fria. Desisti.

O dia estava escurecendo rapidamente e era hora de seguirmos o caminho pela praia até a saída que nos levaria para fora do parque. No trajeto passamos pelo Farol de Mostardas, fizemos outra parada para dar uma melhor olhada. Esse ainda está ativo, cercado e com uma casa do faroleiro e tal.

Tentamos uma saída mas demos de caras nas dunas e dessa vez sem marca alguma de que fosse um caminho normal da saída do pessoal local. Aliás, bem pouca gente na beira da praia, apenas um que outro pescador e ainda em espaços distantes. O que havia bastante eram redes de pesca amarradas em tocos à beira da praia. Várias vezes cruzamos de moto, numa “boa velocidade” por cima dessas cordas na beira da praia. E eu só pensando na possibilidade de alguma delas esticar mais alto de repente na nossa frente. Teria nos dado um tombo e tanto! Mas tudo tranquilo, em nenhum momento isso aconteceu.

Como deu errado a primeira tentativa de arrumarmos uma saída, pedindo informação para um pescador. A saída ficava então a uns 16 Kms, seguindo em frente na areia da praia. e a trip prosseguia. No caminho encontramos uma carcaça de barco que havia afundado e que depois o mar trouxe para a areia da beira da praia. Rende um visual bacana essa situação. Depois nos disseram que essa carcaça de barco está lá há uns 15 anos.

Foi muito bom rodar esse trajeto todo na beira do mar. Curti muito e é uma sensação boa. Não teve perigo porque como já disse, chovia, haviam bem poucas pessoas na beira e é o único caminho (estrada), para os moradores do vilarejo. Então não fizemos nada de errado nem tampouco estávamos aloprando no local.

Depois de chegarmos na saída da praia, tínhamos ainda um longo trajeto de volta até Mostardas. Novamente aquela coisa de estrada de areia, que depois vira uma mistura muito lisa de terra + areia, e mais tarde apenas terra, mas daí aparecem os buracos (um emendado no outro), uma maravilha para a minha coluna.

Já estava escuro quando chegamos na cidade outra vez. Um alívio mas completamente realizado com esse incrível passeio de moto. Sensacional.
Era hora de chegar no posto de gasolina para lavarmos as motos e então finalmente voltarmos para a pousada e um banho quente. Não imagina a felicidade na hora de colocar então uma roupa seca. Guardamos as motos e resolvida essa parada saímos a pé pelo centro de Mostardas onde encontramos uma pizzaria. Depois de uma boa janta voltamos para a pousada. O cansaço era grande mas compensador.

Na manhã seguinte iríamos fazer o trajeto de volta para casa. Seria um outro dia bem longo, pela frente.

 

*Algumas imagens dessa parte do roteiro:

No começo da estrada para a Lagoa do Peixe.
No começo da estrada para a Lagoa do Peixe (só areia).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O piso já começava a mudar.
O piso já começava a mudar.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Parada para apreciar a Lagoa do Peixe
Curtindo o visual da Lagoa do Peixe

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A lagoa
A lagoa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Seguindo em frente
Seguindo em frente

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ponte e um visual incrível
Uma das pontes – (visual incrível)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Seguindo na intuição, mais do que o próprio caminho
Seguindo na intuição, mais do que o próprio caminho em si

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Desert vibe
Desert vibe

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Vladi mais a frente
O Vladi mais a frente

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Quase lá
Quase lá

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Chegamos na praia
Chegamos na praia

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Moto do Vladi no chão (caiu sozinha, o pezinho afundou na areia)
Moto do Vladi no chão (caiu sozinha, o pezinho afundou na areia)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Rolê na beira da praia (único caminho para a saída
Rolê na beira da praia (único caminho para a saída

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Tipo uns 16 km de caminho na beira da praia até a saída para Mostardas
Tipo uns 16 km de caminho na beira da praia até a saída para Mostardas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Farol de Mostardas (RS)
O Farol de Mostardas (RS)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

E a chuva bombando sempre
E a chuva bombando sempre

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Resto de um barco que o mar trouxe para fora
Resto de um barco que o mar trouxe para fora

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Vladi na carcaça do barco
O Vladi na carcaça do barco

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Procurando a saída da praia para a volta
Procurando a saída da praia para a volta

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Depois de sairmos da praia, já no caminho para Mostardas
Depois de sairmos da praia, já no caminho para Mostardas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Só para ter uma ideia do perrengue
Só para ter uma ideia do tamanho do perrengue

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Vladi na batalha
O Vladi enfrentando a lama

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Aqui na saída do parque, mas saca só o que ainda tínhamos pela frente
Na saída do parque, mas saca só o que ainda tínhamos pela frente (vários Km)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Depois de toda tranqueira, chegada na beira de Mostardas
Depois de toda aquela tranqueira, finalmente a chegada na beira de Mostardas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

No posto dando na motos
No posto dando um trato na motos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Road trip V.Aires – Mostardas 2016 *(parte 3 – A cidade )

Alguns kms depois do término (ufa!) de nossa aventura até a praia do Farol da Solidão, estávamos novamente em chão firme na BR-101 e assim seguimos em frente até finalmente chegarmos em Mostardas (RS). Como já havíamos anteriormente feito a reserva da pousada, então foi só chegar, trocar uma ideia e descarregar as coisas. Depois de um bom banho “quente”, para relaxar do friozinho, da chuva e de toda essa canseira de correria sem parar desde de manhã cedo. Valeu! Deu para recarregar as baterias novamente.

Mas não era só isso, o Vladi que já esteve por ali antes e portanto conhecia o local, funciona normalmente em 480 volts e com isso já tinha preparando mais um rolê em nosso cardápio motociclístico, para antes do final da tarde. Isso, o cara é crazy mesmo!…rsrsrsr

A essa altura já era por volta de 14hs e ainda nem tínhamos almoçado. Arrumamos nossas coisas e agora saímos levando apenas o necessário e com isso menos peso e tralhas nas motos, porque deixamos a bagagem na pousada. Depois de uma breve volta de reconhecimento pelo centro da cidade, acabamos optando por um lanche básico e deixar para mais tarde, na janta comermos algo mais elaborado. Enquanto isso a chuva voltava a ativa novamente no modo hard. Mal comemos e tínhamos de zarpar rumo a tal nova empreitada, que com a chuva, o dia estava mais escuro e ainda tínhamos de aproveitar o resto do tempo do dia, para visitarmos de moto a Parque Nacional da Lagoa do Peixe, que fica em Mostardas mas que de sair pela BR-101 por alguns kms à frente.

Claro que eu a essa altura eu já estava bem cansado e depois de praticamente passar quase o dia todo com os pés molhados, lá estávamos novamente na chuva para mais uma aventura que duraria ainda algumas horas e esperávamos estar de volta na pousada, até o anoitecer. Mas tudo bem, faz parte superar essas situações. Vamu-qui-vamu!

Saímos de cidade e tomamos a direção da entrada do parque. Só que eu precisava abastecer minha moto, até porque não sabíamos o quanto iríamos rodar pelo local que segundo o Vladi era mais longo do que o de nossa empreitada anterior. Acontece que me toquei disso de abastecer a moto somente quando já havíamos deixado a cidade e já estávamos na estrada quase na entrada do parque. Então o Vladi sugeriu seguirmos em frente até Tavares (RS), que não ficava longe e depois voltaríamos.

Tranquilo, melhor assim mesmo, porque o pouco de combustível que eu tinha nãio teria dado conta do recado. Com a chuva insistentemente sendo nossa parceira chegamos em Tavares. Uma pequena cidade que curiosamente não tem um posto de gasolina na parte central ou rua principal da cidade. Via de regra é fácil de encontrar um posto de gasolina em qualquer cidade em que se passa, mas nersse caso tivemos de pedir informação novamente. Descobrimos um que ficava num canto afastado e foi tudo certo, aliás cabe mencionar de que fomos muito bem atendidos. Apreitei essa breve parada para novamente tirar as botas e torcer as meias dos pés, para tentar diminuir os tantos litros d’água que estava transportando comigo…rsrsrs. Nessa hora tinha “aquela certeza” de que ficaria com um puta resfriado ou com dor de garganta, mais tarde.

Com as motos abastecidas, voltamos uma parte do trajeto até chegarmos na tal entrada da estradinha do Parque da Lagoa do Peixe. E sim, com a chuva ainda caindo a primeira coisa que me veio a cabeça foi de que teríamos novamente que passar por aquela situação de piso escorregadio e muda para areia fofa então até a praia. Ok! Vamos lá nos divertir outra vez…

 

*Confira algumas imgs da empreitada:

Entrada de Mostardas - RS
Trecho da entrada de Mostardas – RS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Parede da pousada: foto dos 3 famosos faróis locais
Parede da pousada: foto dos 3 famosos faróis locais

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Centro da cidade
Praça no centro da cidade

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Igreja no centro da cidade
A tradicional igreja no centro da cidade

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Finalmente um almoço (mesmo que rápido)
Finalmente uma tempo para um lanche mais forte (mesmo que rápido)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nossa companheiras: a chuva e a estrada
Nossa companheiras de viagem: a chuva e a estrada

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Posto em Tavares (RS)
Posto em Tavares (RS)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Trevo de Tavares (RS)
Trevo de Tavares (RS)

Família mantém aceso fogo de chão em fazenda há 200 anos no RS

A chama que simboliza as comemorações da Semana Farroupilha no mês de setembro também se funde à identidade gaúcha. No interior do Rio Grande do Sul, um fogo de chão aceso em um galpão de uma fazenda se mantém aceso há mais de 200 anos.

Na Fazenda Boqueirão, em São Sepé, na Região Central e a cerca de 300 quilômetros de Porto Alegre, vive a família Simões Pires, que tem raízes e presença na história do estado desde o século 18. É terreno deles que se mantém intacto o galpão onde o fogo foi aceso pela primeira vez. O espaço se torna quase um ponto turístico.

“A gente associa à época que o galpão foi construído, que foi no inicio de 1800. Então, provavelmente, desde essa época que existe o fogo”, afirma Gilda Simões Pires, proprietária das terras. Muitos membros da família foram ligados à politica de São Sepé e ajudaram a elaborar um pouco da história do estado.

Preservada do calor, a cadeira usada por David Canabarro é relíquia. Na casa, há uma réplica, já que a original foi doada para o museu da cidade.  “A gente sempre pergunta para as pessoas de uma maneira ou outra o que sentiu aqui dentro do galpão, e principalmente pessoas que têm suas raízes no interior do estado dizem que sentem alguma coisa muito emocionante. É voltar no tempo”, completa.

Além do passado, o fogo também simboliza o futuro. Com a proximidade do dia 20 de setembro, os cavaleiros repetem as cavalgadas em busca da Chama Crioula, uma tradição que começou em 1947, quando até então o fogo era símbolo apenas da pátria.

“O MTG (Movimento Tradicionalista Gaúcho) se apropria dessa questão do fogo, dá mais ênfase para o fogo simbólico, do civismo, da nação, do patriotismo. Esse fogo que, como na Grécia antiga, fogo olímpico que percorria os diversos lugares, então percorre as diversas cidades do Rio Grande do Sul, para integrá-las na cultura rio-grandense, com a Chama Crioula”, avalia o professor de história da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Júlio Ricardo Quevedo.

Em agosto, a centelha foi levada a cada uma das 30 regiões tradicionalistas espalhadas pelo Rio Grande do Sul. Neste ano, a Chama Crioula saiu de Cruz Alta, no Noroeste do estado, no dia 16 do mês passado. Ao todo, foram mais de 400 quilômetros rodados até chegar a Porto Alegre, em uma viagem a cavalo pelo estado que durou oito dias.

….

*Veja mais aqui neste link – vídeo da matéria / Fonte: G1RS

chama200

 

 

 

 

 

 

Guarani de Venâncio Aires x Inter sub-23 – Copa Fernandão

Nesta quarta-feira, às 19h no Estádio Edmundo Feix tem Guarani x Sub-23 do Internacional, primeiro jogo de uma das semifinais da Copa Fernandão, enquanto que por outro lado jogam Lajeadense x São José (POA), a outra semifinal. O jogo de volta do Guarani conta o Inter, será dia 24/09, no CT de Alvorada, onde tem sido o campo oficial para os jogos do Sub-23 do Inter.
Ao mesmo tempo o time do Guarani de Venâncio Aires também está disputando a Copa Sul-Fronteira, que no domingo jogou em casa com um time misto, já pensando nas semifinais do da Copa Fernandão.

*Confira e acompanhe mais notícias do Guarani de Venâncio Aires, através de seu site:
http://www.guaranirs.com.br

site_guarani-2014

 

Andando com o amigo Sol

Depois de vários finais de semana sem pegarmos a estrada, este sábado de clima fantástico esteve perfeito para tal empreitada do menor grupo de motociclistas ainda sem nome. O objetivo era darmos um rolê por uma estrada sem muito movimento e assim então aproveitar melhor o dia. Bem, andar de moto nunca é tranquilo, sempre tem algum perrengue aqui ou ali, alguém que lhe corta a frente, outro que dobra sem dar sinal e tem também “brete” de pedágio muito justo e apertado, no qual mal passa a moto. Esse aliás, foi motivo para pararmos as motos e darmos uma chamada no guardinha do pedágio. Puêrra, deixam um espaço específico para as motos passarem mas parece que cada vez encolhem mais esse mesmo espaço entre os cones e a murada da pista. Adireção da motos quase bate nos cones. Da próxima vamos parar as motos, pegar alguns desses cones de merda e arremessar no mato ao lado. Tá prometido!
Mas independente dessa função foi um sábado muito bom. Abaixo algumas fotos da empreitada, dia preguiçoso de inverno que nem tinha cara de inverno ou frio sequer. Que beleza.

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O “grande” Enzo Lopes

O jovem piloto gaúcho Enzo Lopes, que compete na categoria 150 do Brasileiro de Motocross com uma KTM 85 2T e nas categoria 85 nos Estados Unidos, foi destaque nos vídeos da Vurbmoto. Enzo aparece treinando na pista particular do piloto João Pedro ‘Bubba’ Viecelli, construída na chácara de seu pai, Ademir Viecelli, na cidade de Taquari, no interior do Rio Grande do Sul.
Esse talentoso piloto gaúcho com certeza ainda vai nos dar muitas alegrias, lhe desejamos muito sucesso em sua carreira no motocross, até porque técnica, conhecimento e experiência tem de sobra sobre o assunto, apesar da idade.

*Fonte: Mundocross

>> Blog do ENZO: http://enzolopesmx.blogspot.com.br/