Rita Lee lança seu “Classic Remix Vol. 1”

Rita Lee disponibilizou para os serviços de streaming nesta sexta-feira(09) um disco que leva o nome de Rita Lee e Robert – Classic Remix Vol. 1.

Trata-se de um novo projeto da cantora a lado do guitarrista Roberto de Carvalho e seu filho do meio, João Lee, envolvendo releituras de seus grandes sucessos.

O primeiro volume de Classix Remix, que contra com um time de DJs refazendo os clássicos de Rita Lee, traz 12 faixas com novas versões de “Mutante”, por Gui Borato, “Cor de Rosa Coque”, por Mary Olivetti, e “Caso Sério” (2X), por DJ Marky, como seus destaques.

“Fico impressionada com os tais ‘Merlins do Som’. Eles desconstroem a música original e a transportam para muito além daquela minha tal máquina do futuro”, diz Rita sobre o disco.

No mês passado, Roberto de Carvalho revelou que ele e Rita lançarão uma música inédita em junho, algo que poderá ocorrer num dos próximos dois volumes que virão em breve. A declaração rolou numa live no Instagram com o DJ Memê. “É uma música esquisita, num estilo dance pop rock, inspirada em outro projeto, o lançamento de 36 músicas nossas remixadas pelo nosso filho do meio, o João, que é DJ e produtor musical”, disse Roberto. O músico acrescentou com bom humor que o casal aguarda possíveis críticas negativas: “Vamos ser apedrejados pelos roqueiros e vão dizer também que estamos investindo numa carreira musical”.

Utilize o player abaixo e conheça o novo álbum de remixes de Rita Lee:

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*Fonte: radiorock

IRA! anuncia primeiro disco de inéditas em 13 anos e lança single

A lendária banda brasileira IRA! está de volta com material inédito.

O grupo liderado por Edgard Scandurra e Nasi anunciou que irá lançar um novo disco de estúdio chamado IRA em Maio e já deu um gostinho do que vem por aí com a inédita “O Amor Também Faz Errar” (Edgard Scandurra).

Ao falar sobre o novo trabalho, primeiro desde Invisível DJ (2007), o vocalista Nasi afirmou:

Batizado simplesmente IRA, o nome já indica um álbum no melhor estilo da banda. E o primeiro single, ‘O Amor Também Faz Errar’, prova isso: canção mod que fala sobre as contradições do coração. Puro IRA!

O novo disco do IRA! foi produzido por Apollo 9 e a formação atual conta com Nasi, Edgard Scandurra (guitarra e vocal), Johnny Boy (baixo) e Evaristo Pádua (bateria).

*Por Tony Alex

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*Fonte: tenhomaisdiscosqueamigos

Cantor Serguei morre aos 85 anos

Morreu nesta sexta-feira, 7, aos 85 anos, o roqueiro Serguei. Ele estava internado há um mês por desidratação e pneumonia no Hospital Doutora Zilda Arns Neumann, em Volta Redonda, no Sul Fluminense. O músico sofria de Alzheimer.

Nome artístico de Sérgio Augusto Bustamante, Serguei foi comissário de bordo antes de começar a carreira musical, nos Estados Unidos, para onde se mudou para morar com a avó quando criança. A alcunha artística veio de um apelido dado a ele por um amigo russo que não conseguia pronunciar seu nome de batismo.

Esteve no Festival de Woodstock, em 1969, mesmo ano em que contava ter conhecido e se tornado amigo de Janis Joplin, Jimi Hendrix e Jim Morrison. Ele afirmava, também, que tinha tido um relacionamento com Janis.

Lançou, no total, onze discos e ficou conhecido por músicas como Eu Sou Psicodélico e Mamãe, Não Diga Nada ao Papai. O cantor se apresentou na programação principal de duas edições do Rock in Rio, em 1991 e em 2001. Em 2011 e em 2013, fez shows na programação paralela do festival.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Rita Lee meu amor!

Já fazem alguns bons anos que minhas leituras tem sido via de regra preferencialmente sobre biografias de artistas, especialmente quando se trata do pessoal do rock, tanto nacional como internacional. Deve quase uma centenas de livros de biografias de bandas, músicos, atores e o escambau. Pense em alguma banda dessas mais clássicas de rock e se tiverem um livro, pimba1 Grande chance de eu tê-lo aqui. Claro que tenho as minhas obras preferidas dentro dessa esfera de leitura (contando somente as que já li), porque tenho uma enorme lista de livros em modo de espera. Em tempo – não curto emprestar meus livros. Já fraquejei e cometi essa asneira e muitos não voltaram. Lamentavelmente é assim na vida, a gente aprende é com a dor. – Claro que empresto, mas não é para qualquer um. E não duvide de que eu lhe diga um sonoro não bem na sua cara, se um dia me pedir.

Sou ainda daqueles que quando lê algo assim, por vezes fecho o livro e vou fazer pesquisas sobre o que acabei de ler. Ver quem é tal pessoa que citam, escutar alguma faixa que foi mencionada, catar algum músico ou música que serviu de referência, ver novamente detalhes da capa de algum álbum do artista, escutar tudo outra vez mesmo que já o tenha feito milhões de vezes antes. Ou seja, sou um leitor pesquisador e porra, posso falar isso de peito estufado. Faço assim mesmo todas às vezes em que leio uma bio. Várias dessas descobertas, fatos e até pequenos detalhes foram pesquisados e até já apareceram por aqui nesse blog como uma info a mais qualquer. Então já sabem, vem daí. Sou pesquisador, sou do tempo em que ler é uma coisa boa, melhor que drogas – tu viaja muito, muito mais… Sou dos que se encanta ao entrar em alguma livraria. Sou daqueles que cheira o livro

Mas voltando ao tema. Uma das bios que estou lendo e curtindo muito é a da Rita Lee (sim, sou daqueles que lê vários livros ao mesmo tempo, hora estou mais afim de ler esse ou aquele, outro dia retomo outro e assim vaí – atualmente estou levando ao mesmo tempo a leitura de uns 4. Tá bom, já foi bem maior esse número. Melhor assim, mais comedido e sem urgência. Está sendo de longe uma das melhores biografias de rock das que já li. E olha que eu tinha fortes concorrentes ao título antes dessa obra cair um minhas mãos. Mas tudo o tempo dá o seu jeito.

Por isso que tenho postado vários vídeos dela e alguma outras alusões por aqui e também em meu Facebook, principalmente de sua fase mais antiga do tempo da banda Tutti-Frutti. Talvez essa seja a sua fase mais rock’n rol (a lá Stones) de sua carreira. Ah! E como gosto disso. Aquela coisa de três acordes, muito punch e muita raça, ainda mais se levarmos em conta que naquela época (metade e começo dos 70’s) o rock autoral ainda estava meio que engatinhando por essas terra tupiniquins, equipamentos e instrumentos de qualidade era artigo raro, sem contar com a hostilidade que deveria ser um “rocker” naquela época em plena ditadura.

Rita foi sem dúvida uma desbravadora e a considero na boa a rainha do rock nacional, coisa prá ninguém botar defeito. Então por essas e por outras que nesses últimos dias e bem provavelmente – já avisando – em vários próximos posts, teremos muita coisa da Rita Lee e seus comparsas.

Salve Rita!

Fica a dica então a quem interessar possa de um dia deses, quem sabe, se deixar levar pelas palavras e contos da vida dessa grande artista da música brasileira.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Peninha – Barão vermelho

A notícia trista de vez – sim, notícias tristes sempre nos cercam, não adianta nem espernear, é o falecimento do “Peninha” (Paulo Humberto Pizziali – 66 anos) percussionista da banda Barão Vermelho. Um cara com visual cascudo mas de bom coração (bastava ver suas entrevistas), que casou muito bem na reformulação da banda depois da saída de Cazuza , ou seja, desde o álbum Declare Guerra (1986).

Como assim uma banda de rock com percussionista? Cara, basta sacar grandes algumas grandes bandas até mesmo de estilos bem diferentes, que a resposta vem rápido como uma chinelada na cara: The Allman Brothers Band, Santana, Santana, Ultramen, Jimi Hendrix no clássico show de Woodstock, Bob Marley, Nação Zumbi, etc..

Descanse em PAZ, Peninha!

 

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