Bohemian Rhapsody – Trailer

“Bohemian Rhapsody” é oi nome do filme sobre a trajetória da banda Queen sob a ótica do vocalista Freddie Mercury, falecido em 1991. A cinebiografia conta com as atuações de Rami Malek (Freddie Mercury), Gwilym Lee (Brian May), Joseph Mazzello (John Deacon) e Ben Hardy (Roger Taylor). Os próprios Brian May e Roger Taylor trabalham como produtores executivos do filme.

Guns N’ Roses: tudo sobre nova edição do Appetite, incluindo preços

O Guns N´ Roses anunciou o lançamento da nova edição comemorativa do “Appetite For Destruction”, sob o título “Locked N´ Loaded”, que estará disponível a partir do dia 29 de junho por US$999 (aproximadamente R$3,5 mil). Outras versões mais “light” do box são a Super Deluxe Edition que custa US$179 (R$630), uma edição em LP duplo de 180 gramas que sai a US$35.98 (R$123), CD duplo remasterizado a US$19.98 (R$70) e CD simples remasterizado a US$13.98 (R$50). Clique neste link para conferir a pré-venda.

Conforme publicamos anteriormente, a versão mais completa, “Locked N´ Load”, traz o seguinte material:

Caixa de couro em alto relevo
Cruz 3D feita a mão
Livro de 96 páginas com fotos inéditas do arquivo pessoal de Axl Rose (Super deluxe edition)
4 CDs com um total de 73 faixas, incluindo 49 não lançadas
1 blu ray audio disc com 5.1 surround sound mixes
7 LPs de 12 polegadas em vinil 180 gramas:
O álbum original expandido em dois LPs
Versão do álbum remasterizada a partir das gravações analógicas
Slipcase metalizada em edição limitada
O quarto lado é um holograma
LP de B-Sides e EPs e o EP Live Like a Suicide
3 LPs com Sound City Session e 25 faixas não lançadas da sessão de 1986 e 2 faixas não lançadas das Mike Clink Sessions
7 singles de 7 polegadas em vinil amarelo
12 ilustrações para cada faixa do Appetite for Destruction
Tapete para toca-discos
6 réplicas de flyers de shows da época
1 flyer de convite para a gravação do vídeo de Welcome to the Jungle
1 pano de micro-fibra para limpar vinis
6 patches para serem aplicados a quente
5 palhetas de guitarra de metal
3 réplica de ingressos da época
5 pins de lapela com as caveiras
2 moedas colecionáveis de 2 polegadas
5 buttons
1 adaptador para vinis de 7 polegadas
5 anéis de metal da banda
1 pendrive USB
5 fotos da banda inéditas
6 tatuagens temporárias
1 litogravura de Robert Williams
2 posters de parede
1 bandana personalizada com tinta prateada
1 réplica de cartaz de show de 85’/86´ com certificado de autenticidade

Veja abaixo o video unboxing oficial e em seguida o tracklist detalhado:

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*Fonte: whiplash

Wander Wildner, ontem no Anexo Pub em Venâncio Aires

Ontem, quinta-feira foi  dia de mais um pocket show do Wander Wildner em Venâncio Aires, novamente no Anexo Pub – um lugar legal prá caramba, justamente para esse tipo de show. Sobre o Wander não tenho muito o que comentar ou dizer, foi bem legal e teve aquela vibe  e pegada semi-punk com pitadas de letras romântica – enfim, a marca do Wander, não é!?

Também não sei dizer até onde o público local compreende na real o trabalho dele, afinal não tem solos nem muito menos fritação de guitarra, ele não estudou guitarra flamenca nem violão folk nos EUA, mas toca com a alma e faz uma coisa até bem simples, é verdade, mas que de um modo em que a maioria das pessoas jamais conseguiria fazer ou no mínimo ter uma mesma dose de sua mística e empatia. Coisa fundamental para ser um bom artista. O isso ele e de sombra!

Vejo sua carreira solo como tipo um menestrel com um recado urbano, que propositadamente parece simples mas é dotado de uma mensagem FORTE. E nisso tudo, uma espécie de mistura liquidificada de Iggy Pop, Nick Cave, Neil Young e Belchior, resultando disso tudo um sumo gaúcho-tupiniquim, de ótima cepa.

Quem foi, foi. Quem viu, viu. Eu particularmente gostei mais do show anterior dele aqui, que foi no final do ano passado, apesar de ter tocados logo de cara novas composições na abertura do show. Acho que o público esteve muito comportado dessa vez – aliás, mesmo que seja apenas ele sozinho no palco com suas composições cheias de romantismo e sua guitarra, não deixa de ser uma “festa punk”.

Nota bacanuda da noite! Sim, para a próxima vez já está marcado, vou fazer uma participação de leve tocando baixo junto com ele em algumas músicas. E também fiquei emocionado quando lá pelas tantas ele ao microfone cita meu nome e me oferece uma música. Mazáh! Eternamente grato por isso.

E sim, no final teve toda aquela resenha de primos e uma bela troca de ideias, bem mais longa do que nas vezes anteriores, tanto que ficamos de prosa até o bar fechar suas portas. Valeu. Keep on rock.

Abaixo algumas fotos de show de ontem. Poucas, afinal não vivo a ditadura do celular e das selfies, o lance ontem era curtir o momento.