Envy of None, nova banda de Alex Lifeson, anuncia álbum e lança single

Icônico guitarrista do Rush revelou detalhes sobre projeto e já soltou música “Liar”, que pode ser ouvida no YouTube e principais plataformas de streaming

O guitarrista Alex Lifeson, eterno membro do Rush, anunciou sua nova banda chamada Envy of None. O álbum que leva o nome do projeto será lançado no dia 8 de abril e o primeiro single “Liar” já pode ser conferido no vídeo incorporado abaixo.

“Como membro fundador do Rush, Alex Lifeson foi capaz de explorar mais terrenos musicais do que qualquer outro guitarrista, levando o rock a novos patamares progressivos ao longo das décadas e sempre da maneira mais inventiva. Sua influência pode ser ouvida em inúmeras bandas ao redor do mundo. Ao longo dos últimos anos, Lifeson tem se concentrado em um novo projeto que, não importa o quão bem você esteja familiarizado com sua discografia, sem dúvida quebrará todas as sementes de expectativa e explodirá a mente. Esse projeto é Envy Of None”, diz o texto que acompanha o vídeo no YouTube.

Envy of None e Alex Lifeson
A banda que irá acompanhar a nova empreitada de Alex Lifeson é formada pelo baixista e vocalista Andy Curran, o guitarrista Alfio Annibali e a vocalista Maiah Wynne. A dupla de bateristas será formada por Tim Oxford e David Quinton Steinberg. Segundo Lifeson, a sonoridade será focada no pop, industrial e synthrock.

*Por Gustavo Maiato
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*Fonte:

David Bowie lidera vendas de vinil no século 21 no Reino Unido

Dados oficiais da Official Charts Company mostram que Toy, o álbum perdido de David Bowie que foi recentemente lançado (AQUI), ajudou a consolidar a posição de liderança do artista para as vendas de vinil no Reino Unido no século 21.

A Music Week revelou que a estratégia de lançamento do disco, numa parceria da propriedade de Bowie com gravadoras, foi fundamental para o desempenho. Toy obteve o maior número de vendas de vinil de qualquer álbum na última semana. Hunky Dory, relançado para marcar seu 50º aniversário, apresentou sua maior alta desde 2017, enquanto que a compilação Legacy, de 2016, obteve seu recorde de vendas no formato.

Bowie lidera a parada de vendas de décadas e séculos do mercado de vinil. As vendas para os anos 2000 do artista atingiram 582.704 unidades (calculadas até 6 de janeiro). Trata-se de um número o coloca à frente do único outro nome que atingiu meio milhão de unidades no formato LP, The Beatles (535.596 vendas). Na década de 2020, Bowie tem 134.237 vendas e os Beatles 113.613.

“Embora Bowie e Beatles não tenham entrado no Top 10 de vendedores de vinil do ano passado (liderados pelo ABBA), a amplitude de seu catálogo permitiu que eles se adiantassem a vendas combinadas durante o atual revival de vinil”, diz a Music Week.

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*Fonte: radiorock89

Edgar Winter anuncia “Brother Johnny”, álbum em tributo ao irmão Johnny Winter

O multi-instrumentista Edgar Winter confirmou o lançamento do álbum “Brother Johnny” para 15 de abril. O trabalho, que chegará pela Quarto Valley Records, presta homenagem ao irmão de Edgar, Johnny Winter, falecido em 2014.

Uma longa lista de músicos que admiravam o saudoso guitarrista participam da obra. São eles:

Joe Bonamassa;
Doyle Bramhall II;
John McFee;
Robben Ford;
Billy Gibbons;
David Grissom;
Taylor Hawkins;
Warren Haynes;
Steve Lukather;
Michael McDonald;
Keb Mo;
Doug Rappoport;
Bobby Rush;
Kenny Wayne Shepherd;
Ringo Starr;
Derek Trucks;
Waddy Wachtel;
Joe Walsh;
Phil X;
Gregg Bissonette.

Em material promocional, Edgar Winter revelou que a ideia de fazer um disco em homenagem ao irmão já havia sido sugerida há anos. Porém, ele precisou de um tempo para absorver a ideia sem criar conflitos de sentimentos.

“Inicialmente estava totalmente arrasado, não parecia o momento certo. Foi só depois de terminar o Rock ‘N’ Blues Fest, uma turnê que deveríamos ter feito juntos, que a ideia começou a tomar forma.

Na primeira noite, depois de tocar ‘Frankenstein’, fechei o show com ‘Johnny B. Goode’, ‘Rock and Roll, Hoochie Koo’ e ‘Jumpin Jack Flash’, dedicando a ele. Esperava que a excursão fosse emocionante, talvez triste, e possivelmente difícil, mas acabou sendo uma grande fonte de força e conforto para mim.”

A versão para “Johnny B. Goode” pode ser conferida abaixo. O registro conta com Joe Walsh (Eagles, James Gang) nos vocais, além do guitarrista David Grissom (John Mellencamp, Chicks, Joe Ely).

O próprio Edgar assinou a produção do trabalho junto de Ross Hogarth. Com o avanço da pandemia, vários convidados gravaram suas partes de forma remota.

*Por João Renato Alves
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*Fonte: igormiranda

BowieNet: em 1998, o visionário David Bowie previu o futuro e criou sua própria Internet

Se estivesse vivo, o lendário David Bowie teria completado 75 anos de idade.

Muito antes de Twitter, Facebook e Instagram, músico britânico criou senso de comunidade com seus fãs e se aproximou de seguidores

Considerado como um dos maiores artistas de todos os tempos, o britânico teve um impacto gigantesco na sociedade não apenas pelos seus hits e discos como também pelas diferentes fases, personagens e visões estéticas que passou ao mundo.

Para celebrar seu aniversário, relembramos hoje de um dos tantos episódios em que Bowie, falecido em 2016 aos 69 anos, mostrou que era um verdadeiro visionário.

BowieNet
Em 1998, quando a Internet apenas engatinhava e até mesmo as grandes corporações ainda estavam tentando entender o que seria da rede, o artista criou seu próprio provedor.

Batizado como BowieNet, o serviço não apenas dava acesso à Internet para seus assinantes, como outros provedores de Internet discada da época, como também aproximava o ídolo dos fãs.

Isso tudo porque Bowie não apenas compartilhava material exclusivo da sua carreira por ali como também participava da viagem usando o nick “Sailor”.

Ao lado de seus fãs, o “Marinheiro” aparecia para responder perguntas, explicar pontos de vista, iniciar discussões e mostrar que já entendia a importância da grande rede muito antes da maioria da população mundial.

Visão e Futuro
Hoje em dia pode parecer besteira, já que a Internet está acessível 24 horas por dia nas palmas das nossas mãos, mas em 1998 acessá-la não era das tarefas mais fáceis.

Além de possuir um computador, era preciso equipá-lo com equipamentos que permitiam sua conexão, como um fax modem, e a navegação feita através das linhas de telefone não custava barato, já que cobravam-se “pulsos” como se o usuário estivesse fazendo uma ligação telefônica para outra pessoa.

Além de ocupar sua linha de telefone, o acesso à Internet ainda era custoso e fazia com que a maioria das pessoas esperassem até horários de tarifas mais baixas, como as madrugadas e os finais de semana, para “surfar” ao longo do ídolo.

Ainda assim, Bowie viu que esse era o futuro. Em uma tacada só, ele previu o que hoje é tão presente e valioso nas relações de ídolos e fãs: criou uma comunidade, participou dela, se aproximou das pessoas e em uma era onde não tínhamos contas oficiais de Twitter, Facebook ou Instagram, deixou claro que gostaria de estar presente no mundo virtual dando as suas opiniões reais.

Com a BowieNet, o artista saltou à frente e pulou no barco que se tornaria um verdadeiro Titanic antes de todo mundo, inclusive encorajando as pessoas a também utilizarem a rede.

Entre tantas ações que fez para difundir sua rede, distribuiu CD-ROMs de conexão à Internet com alguns de seus discos e realizou exposições virtuais em uma era em que isso não apenas era incomum como imensamente trabalhoso.

Adeus e Novas tecnologias
Como acontece com toda tecnologia relacionada à informática, o modelo de acesso à Internet mudou rapidamente e Bowie encerrou sua empreitada em 2006.

Ainda assim, deixou mais um legado como tantos outros que presenteou ao mundo durante sua carreira, apresentando uma forma pioneira de conexão entre criadores e seguidores.

Nos anos seguintes, ainda mostrou sua paixão pelas novidades ao gravar a trilha sonora do game Omikron: The Nomad Soul e, mesmo sem a BowieNet, estrear o single “Where Are They Now” com exclusividade no seu site oficial.

Se não tivesse partido em 10 de Janeiro de 2016, apenas dois dias após completar 69 anos, talvez Bowie estivesse nos apontando novos rumos hoje em dia, colocando um pouco de luz em cima de tanta escuridão.

Faz tanta falta!

*Por Tony Alex
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*Fonte: tenhomaisdiscosqueamigos

Catálogo completo de David Bowie é vendido por quase R$1,5 bilhão

A Warner Music é agora proprietária dos direitos de todas as músicas e discos do saudoso artista

David Bowie é a mais nova adição à lista de artistas que venderam seus catálogos completos nos últimos anos.

O espólio do músico, falecido em janeiro de 2016, vendeu os direitos de todas suas músicas e discos para a Warner Chappell Music, braço editorial da Warner Music Group. As negociações duraram meses e o valor final da compra é de R$1,4 bilhão (U$250 milhões).

No acordo estão clássicos como “Space Oddity”, “Let’s Dance”, “Heroes” e outros hits, bem como seus discos, incluindo Toy — gravado em 2001, mas lançado postumamente em novembro de 2021.
De acordo com a Variety (via CoS), as gravações de David Bowie entre 1968 e 2016 agora fazem parte do sistema da Warner, e é a gravadora que vai supervisionar os direitos autorais de suas composições. Em comunicado, Guy Moot, executivo-chefe da companhia, declarou:

Estas não são apenas canções extraordinárias, mas marcos que mudaram o curso da música moderna para sempre. Estamos ansiosos para cuidar de seu conjunto incomparável de canções com paixão e cuidado, enquanto nos esforçamos para construir mais sobre o legado deste ser humano mais extraordinário.

Pelo visto teremos mais lançamentos por aí, hein?

Venda de direitos na música
Nos últimos meses, outros nomes como Bob Dylan, Bruce Springsteen e Neil Young também entraram na “moda”. A tendência é que mais artistas façam isso nos próximos anos.

*Por Stephanie Hahne
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*Fonte: tenhomaisdiscosqueamigos

ZZ Top vende catálogo musical por US$ 50 milhões para BMG/KKR

Com acordo, banda do guitarrista Billy Gibbons cede roylties e direitos dos álbuns, além de renda de performances

A banda de blues rock ZZ Top vendeu os direitos de todo seu catálogo musical para a BMG e para a KKR por US$ 50 milhões. Todos os royalties e direitos dos álbuns do grupo estão incluídos na venda, bem como a renda de futuras performances.

Dessa forma, a banda do guitarrista Billy Gibbons se junta a artistas como Mick Fleetwood, Tina Turner e Mötley Crüe no grupo que decidiu vender seus direitos musicais para a BMG, que anunciou uma parceria com a KKR em março de 2021.

Cordas leves: o ensinamento que B.B. King repassou a Billy Gibbons, do ZZ Top
O empresário do ZZ Top, Carl Stubner, afirmou que está orgulhoso desse contínuo processo de expansão da marca da banda. “Tenho certeza que a parceria com a BMG e esse novo acordo vai fazer com que o legado do ZZ Top seja mantido nas gerações futuras”, afirmou. Já Hartwig Masuch, CEO da BMG, se mostrou contente com o acordo firmado.

“Esse acordo é testemunha do sucesso e da relevância da banda, e também atesta o sucesso da nossa parceria com a KKR. Essa parceria não é apenas pelo lado financeiro, mas também é um compromisso de respeito por tudo que esses artistas fizeram”, comentou.

A venda do catálogo do ZZ Top
A recente venda do catálogo musical da banda d Billy Gibbons para a BMG/KKR é mais um capítulo desse que se vem se tornando um negócio cada vez mais comum na indústria da música. Recentemente, o músico Bruce Springsteen também negociou seus direitos por sua obra para a Sony por US$ 500 milhões.

*Por Gustavo Maiato
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*Fonte: guitarload