Arquivo da tag: rolê de moto

Vera Cruz e Rio pardo

O clima ultimamente anda meio maluco e fora de controle aqui no sul. Chove a semana toda e depois faz um belo sábado de sol. A mesma coisa nas duas últimas semana. Bem, ao menos não se pode reclamar dos sábados que tem sido um melhor do que o outro. Esse prá variar não poderia ser diferente, depois de quase virarmos sapo chegou a hora de sair de casa, tomar a estrada e um bom banho de sol numa tarde de moto fantástica.

Nos encontramos no local de costume e dessa vez da turma apenas eu, Pretto e o Rafa, estávamos liberados para o rolê. Uma breve conversa e era hora de zarpar. Ainda no trajeto da saída passamos por um posto de gasolina e um motociclista que estava abastecendo a sua moto nos acena como quem diz… Peraí! Quero ir junto com vocês.

Feito! Atendendo ao pedido, estacionamos as motos e aguardamos o motociclista, era o Mioto. C umprimentos daqui e dali e ele seguiu junto com a gente. Saímos em direção de Santa Cruz do Sul, depois no trevo tomamos um acesso lateral até Rio Pardo onde chegamos na praça do centro da cidade para uma breve parada. Só que lá estava começando a rolar uma grande festa bem bacana e que nem tínhamos conhecimento. Beleza! Tudo muito bem organizado, com vários truck foods, lonões, música e outras atividades. Mas como ainda era muito cedo, apenas começo de tarde, resolvemos deixar para passar na volta e então comermos alguma coisa. Seguimos em frente novamente voltando até Santa Cruz e seguindo então rumo à Rio Pardo.

Deu para conferir que a habitual paisagem que conhecemos do local na beira do rio estava bem diferente por causa da cheia. A descida no portinho até o restaurante flutuante estava irreconhecível, tudo embaixo da água. Claro que o tal restaurante local estava ok, atracado em um novo local e flutuando bem de boas na preguiçosa tarde de sol. Resolvemos voltar dali mesmo, a ideia inicial era irmos até Pantano Grande, mas por questão de tempo decidimos voltar e ainda aproveitar a festiva de Vera Cruz no caminho. Para isso voltamos por um outro caminho, mais longo e até mais interessante.

Já de volta à Vera Cruz era hora de parar, se acomodar e escolher um bom lanche dos tantos truck foods que lá estavam. Vou te dizer, foi difícil escolher. Muita coisa boa. Báh!

Depois de comermos, trocarmos uma ideia e darmos muitas risadas a tarde já começava a dar indícios de seu final e portanto, era hora de irmos para casa. Mais uma tarde sensacional de rolê de moto com os amigos, bem de boa ao sol. E olha, fazia tempo que não via meu amigo sol. E é uma coisa muito boa andar de moto num dia frio mas com esse clima de hoje.

THANKS!

 

*Confira abaixo algumas imagens dessa historia toda…

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


POA (saindo na madruga e voltando na noite)

Já há dois finais de semana o tempo não ajuda em nada no quesito rolê de moto. Até então era sempre chuva e mais chuva. Mas esse sábado a meteorologia acertou, fez sol e foi bonito. O Pretto tinha agendado uma revisão geral de sua moto em POA e me convidou para ir junto, só que tinha um perrengue, teríamos de sair cedo, de madrugada, mesmo sabendo que faria bastante frio. Ele precisava estar lá quando abrissem a oficina para dar tempo que fizessem o trabalho. E já que eu curto esse tipo de aventura topei na hora.

Sexta de noite já deixei a moto e as minhas coisas arrumadas, tudo para facilitar o serviço na manhã seguinte, ainda dei uma conferida no site do clima/tempo e a previsão era de dia de um belo dia sol mas de uma madrugada bem fria. O despertador tocou e já me ativei, em pouco tempo já estava na garagem pegando a moto. Nos encontramos no local cominado e mesmo com a friaca toda, demos a ignição na empreitada.

O céu ainda estava escuro quando saímos, a cidade amanhecia ainda quieta e vazia nesse horário perto das 7 horas. Não precisou andarmos muitos kms para descobrir que um sereno iria baixar e tomaríamos uma belo banho nessa condição. Não deu outra, acho que em menos de 15km percorridos eu já estava com as as minhas roupas molhadas. Putz! Mas de resto tudo bem, a jaqueta de couro e as botas deram conta do recado, o problema eram as luvas e a calça jeans, que logo estavam molhadas como se fosse um dia de chuva e a viseira do capacete que ia aos poucos embaçando e se enchendo de pingos (a situação de andar com sereno é diferente de andar num dia de chuva). Mas não tinha mais volta, o negócio era seguir sempre em frente e depois secar lagarteando ao sol, lá em POA.

Mas daí me ocorreu o seguinte, “o que molha rodando, depois também seca rodando”. E foi isso mesmo.

Só que essa porra de neblina durante a viagem não terminava nunca, só piorava e é bem ruim não conseguir enxergar muito à frente no asfalto. Bastante perigoso. Em um certo trecho finalmente ficamos alguns kms sem neblina, o que ajudou bastante, mas depois ela voltou e nos acompanhou até quase Porto Alegre. Em um determinado momento tivemos de fazer uma parada num posto de gasolina para secar as viseiras e conferir as roupas molhadas. Mas foda-se, não tinha muito o que fazer. Seguimos em frente.

A neblina nos acompanhou até mais ou menos o final da estrada da Arena do Grêmio, quando pegamos o trajeto da Freeway para entramos em POA pela trajeto da FIERGS. Daí o sol apareceu legal, colaborativo e participante no processo de secagem e aquecimento. Até que enfim.

Chegamos no horário marcado, uma conversa bem amigável e o pessoal de lá muito gente fina. Tomamos um café para esquentar a máquina e daí era só aguardar o Vladi e a Fabi chegarem, já havíamos cominado com eles essa empreitada e estavam ciente do nosso horário e local. Enquanto a moto ainda estava sob os cuidados na oficina, saímos para dar uma caminhada pela redondeza e pegarmos um sol para secar as roupas e as luvas.

No meio dia a moto já estava OK e então partimos para um almoço na cidade baixa. Depois de uma boa refeição regada à uma ótima conversa com  muitas risadas, resolvemos dar um rolê por Porto Alegre. O sábado de tarde de outono é mágico em POA.  Só isso o que tenho para dizer.

Passamos pelo Beira Rio que estava em movimentação de dia de jogo, depois uma ida até a zona sul em Ipanema. Várias paradas, muitos comentários e histórias. Até acabamos passando em frente a onde era a casa do Marceleza (nosso QG e estúdio de ensaios), do meu amigo e parceiro de banda na “Troublemakers” e “Carbura”, afinal foram vários anos de muitas histórias em função de banda. Deu saudades!
Cara, foi um dia e tanto em Porto Alegre. Báh! Valeu. E como.

 

*Abaixo uma sequência de imagens dessa empreitada toda.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Nada de novo, mas muito bom

Se ontem tive azar com aquela chuvarada toda no lombo em meio a tentativa de dar um rolê de moto até Taquari entre uma bomba d’água e outra, hoje não. Dia bonitaço de sol e com aquela temperatura ideal para se andar de moto. Beleuza!

No horário combinado eu, Professor Jeff e o Luís Carlos nos encontramos e partimos à caminho para Herveiras, um trajeto já bem tradicional e comum para nós, mas sempre muito tranquilo e bom demais de pilotar (pouco movimento nos finais de semana). Sei lá, hoje não tenho muito o que escrever sobre essa parada, foi tudo tão de boa, beleza e o dia ainda estava realmente incrível para se andar de moto – não sei como descrever isso aqui, transmitir essa sensação, mas podem me acreditar – ESTAVA MESMO du caralho!

Ah! Sim, como via de regra acontece, hoje teve mais um lanced da série “o imbecil da estrada”.

Dois caras numa Honda CG (sempre essa moto…) logo na saída de VAires, assim que subíamos em direção à Santa Cruz do Sul, nos ultrapassam naquela vibe do – “Ahã, minha CG-thunder-mega-blaster-turbo é bem melhor do que as motos de vocês,vejam só”…
Eles nos ultrapassam, tipo há mais de 100km/h e eu não dei a menor bola para isso, que se vão (viu, já estou vacinado!). Os dois na motinho se viravam o tempo todo olhando para trás esperando uma reação… E nada. A gente seguimos na nossa velocidade normal, bem de boa. E eles (os dois na mesma moto) viram prá trás o tempo todo. Mas daí vem o lance inesperado (sempre tem). Como tiveram de acelerar com tudo para nos ultrapassarem nessa subida em direção ao Restaurante Casa Cheia (só p termos aqui uma referência), a vitória deles foi pífia, porque um pouco acima eles precisavam sair do asfalto e dobrar à direita para entrarem numa estradinha de chão. Acontece que eles estavam ligeiro demais para saírem do asfalto e logo entrarem no de vez acostamento “irregular” e com buracos (o que com certeza lhes daria um belo tombo) e pior, era uma curva muito fecha em “cotovelo”o caminho deles, cheia de pedras soltas. Cara, muito louco isso… Era mais importante eles nos ultrapassarem do que seguirem o seu caminho numa boa.Em resumo. Cara! Cena linda ver os dois na motinho se esperniando para tudo que é lado para não cairem assim que sairam do asfalto e tentaram frear de vez para entrar na estradinha lateral. Não deu muito certo, a moto meio que em linha reta (óbvio), não fez a curva que seria muito fechada naquela situação (como são burros) foi em direção à macega à sua frente. Sim, pararam, mas essa função toda levantou uma poeira danada. Não caíram por pouco.
Tô falando! Esse mundo tá cheio de imbecil.
Vi essa merda toda de camarote e dei muitas risadas. Depois quando fizemos uma parada foi a primeira coisa que perguntei para os parceiros que estavam junto, se tinham visto essa chgalaça também. Sim! Claro que viram. A risada foi grande!!!!!

Seguimos em frente, passamos pela tradicional ponte da 153, uma paradinha e aqui volto à dizer, que trajeto bonito e bom de andar. Paramos depois no postinho de sempre para um café, jogar conversa fora e depois voltar. um rolê simples, tranquilo mas muito bom. Esticamos ainda um pouco mais o trajeto da volta passando por de trás do autódromo de Santa Cruz do Sul,  no caminho ainda paramos no Rancho América (aliás, aqui cabe um comentário – já foi melhor).

E assim se aproveita muito bem mais um dia de moto com os amigos. Por mais dias assim.
Valeu!

*Algumas imagens da tarde:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Rolê curtinho mas de bom tamanho

Feriado de Páscoa, então aquela hora de encontrar os amigos aqui da cidade bem como e os quem vem fora, voltam para visitar a família. Assim ontem levei o Vladi para conhecer Canudos do Vale, que eu havia comentado esses tempos com de que havia curtido bastante. Ontem mesmo, na volta e com o Pretto junto, combinamos de hoje, no sábado, sairmos mais cedo e assim darmos um rolê mais “forte”.

Acontece que o clima não ajudou dessa vez, nem vou reclamar porque foram tantos finais de semanas seguidos nos últimos tempos sem chuva, que renderam vários rolês de moto incrivelmente bons. Contabilidade OK.

Depois do meio dia percebi que não haveria jeito, nem prorrogando a partida a coisa escaparia de uma chuva no lombo. Melhor se resignar, ficar em casa e curtir um sábado de chuva de boas. Na metade da tarde a chuva para e em menos de 15min já estou pronto para sair de moto. Aviso os camaradas da minha intenção, roteiro, metereologia, carta de vôo e um abraço pro gaiteiro. ninguém responde. Pelo jeito estava muito bom o nâni da tarde. Vamu-qui-vamu.

Fui para Santa Cruz, depois Vera Cruz indo passando pelo autódromo. O portão estava fechado, teria de dar a volta mas daí por causa da chuva de antes o trecho tava com barro e isso já não é tão legal assim com uma moto custom. Náh! Gosto dessa volta pelo autódromo, já comentei aqui trocentas vezes. Bem pouco movimento aos finais de semana e assim pista livre para um desempenho mais ganjudo na “pretinha” (sacarem!?). Sabia que não teria uma janela muiot grande de tempo tempo bom para isso, justamente aí o motivo desse rolê meio básico, mas bacana. Tiro curto.

Na volta passou por dentro de Santa Cruz e já na subida do Grasel a chuva veio. E veio forte daí. Achei que não tomaria banho de chuva hoje, mas não deu. Paro no acostamento para ajeitar rapidamente minhas coisas (saco plástico na carteira, docs e celular), sigo em frente agora ligado o modo “fica esperto garoto”. Cada vez mais forte a chuva. Ok. Faz parte.

Sou da teoria de que o cara tem de andar de moto nas mais diversas situações de clima/tempo, assim quando for pego de surpresa em uma viagem mais longa por exemplo, tudo vai ser bem mais tranquilo e não vai ser nenhum grande perrengue. Acho importantíssimo essa coisa de ter o controle, dominar e saber controlar toda função com a sua moto, sentir como ela reage nas mais diversas situações de clima e terreno. Como ela freia na chuva em caso de uma freada longa ou então rápida e curta, como se comporta nas curvas em diferentes velocidades na pista seca ou molhada, na brita, asfalto ou terrão, o mesmo também na situação de dia com bastante vento (já fiquei com torcicolo por causa do vento contrário ficar empurrando meu capacete – putz!). Quem foi que disse que a vida é fácil?

O bom que foi que hoje na tarde o trajeto de chuva seria no máximo de uns 30km, talvez nem isso. Beleza, estava já voltando mesmo. E claro que assim que passei pelo mítico “chuvedouro” da região da linha Pinheral, a chuva milagrosamente parou e os asfalto estava sequinho a minha frente. e eu, todo ensopado. No mais tudo tranquilo. Nenhum abobado fora do normal na estrada da estrada dessa vez.

Mesmo sozinho e com a chuva a empreitada foi bem bacanuda.

 

OBS: Claro!… Tem sempre aquele cara que está andando à 80km a sua frente, daí tu te aproxima de moto atrás dele, não ultrapassa porque está em uma faixa dupla ou então tem um trânsito mais intenso no sentido contrário que o impede de ultrapassá-lo naquele momento. Daí como num passe de mágica o cara do carro a sua frente percebe a sua movimentação atrás dele e do nada – pimba! – resolve virar o Ayrton Senna d o asfalto. Isso é lindo! Sempre tem essa parada – Sim, eu disse, SEMPRE! – Já estou vacinado.

O que acontece então? Tu acelera um pouco já para preparar a ultrapassagem, ele (o da frente) acelera também, daí tu está tipo a uns 85km/h, tu acelera um pouco mais, ele também acelera (não esqueça que até então esse mesmo sujeito estava comodamente no asfalto andando nos seus oitentinha e não estava nem aí…); então tu aperta um pouco mais, tipo já estamos a 90km/h, ele então também vai estar aumentando para essa velocidade…..rsrsrsrssr

Vem cá. Ele quer o que? Me diga? Não posso ultrapassá-lo? É isso? ele é dono da estrada, o capitão do mato do asfalto local?
Claro que é óbvio que farei a ultrapassagem brincando, motor tem até de sobra tem para isso, só não faço pq tem carros no sentido contrário me impedindo ou a tal faixa dupla. Daí essa novela se arrasta até o momento em passo a ter a possibilidade de uma utrapassagem segura e tranquila, boto a moto para o lado e FEITO! Daí é adiós, até ele se dar conta do que aconteceu e resolver reagir já Elvis. Mas que saco isso!

*Não esqueça – quando esse cara que estava há poucos minutos atrás viajando numa velocidade tranquila e constante de 80km/h, tava tudo OK na cabeça dele. Então porque ele fica galo e resolve acelerar somente quando está prestes a ser ultrapassado?

Mais um dos grandes mistérios da natureza humana. Cartas para a redação. Tsk.tsk.tsk…
Como tem imbecil nesse mundo. Aliás, demais.

 

*Retratinhos da função.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Progresso

Então surge o sábado novamente, o ânimo já dispara só pensando no rolê de moto com os amigos logo mais, o dia tá bacanudo e a coisa vai rolar.
No encontramos no local e horário de costume, nada planejado, dessa vez sem piadinhas de estranhos e tudo beleza. Estamos lá, eu, o Pretto, o mano César, Professor Jéferson e o Luiz Carlos. Beleza. É Só dar a partida e pegar o trecho.

Ah! Mas para onde? Para a cidade de Progresso (RS).

Saímos na direção de Lajeado, tudo tranquilo, clima bom, nada de calorão, depois no trevo seguimos pela 386, que normalmente tem um movimento maior de caminhões e tal, o que já causa um certo transtorno por andarmos “juntos” num grupo de 5 motos. Mas tudo bem.
Chegamos no trevo para Progresso, daí a estrada já muda de qualidade, um asfalto ruim, antigo e bem judiado, sendo que na maioria das vezes não há acostamento ou área de escape algum, cheguei a encostar meu ombro na plantação em algumas curvas. E tem curvas! Algumas bem fechadas e sem um bom campo de visão para  quem vem no sentido contrário, tudo num clima constante de subida de serra. Mas de vez em quando dava para curtir a paisagem do lugar, que aliás, é muito bonita. E mesmo com o asfalto ruim, foi uma boa viagem.

*Aqui cabe uma pequena obs. – Gostei mais da trip de semana passada, que fica numa região mais ou menos perto e de visual semelhante.

Chegamos em Progresso, uma volta rápida de reconhecimento pela centro da cidade e resolvemos parar em uma lancheria/padaria. Muita coisa boa para comer, nos juntamos em uma mesa na calçada, uma boa conversa e o tempo passa rápido. Interessante notar como nessas cidades pequenas de interior o povo é bastante cordial. A maioria das pessoas que passaram por nós, faziam questão de nos cumprimentar e de uma maneira bem simpática. Legal isso.

Depois dessa pausa e de resolvemos algumas coisas do mundo, era hora de voltarmos. E adivinha. Agora era basicamente só descida. Já nesse caso a pista se mostrou de qualidade bem melhor. Ok!

Chegando em casa, a velha parada para um chopp.

Engraçado foi que na volta encontramos pelo caminho um casal numa Honda CG, em que o piloto encasquetou de que teria de nos mostrar de que era um “pica-grossa-da-pilotagem” e que a sua moto CG era na verdade uma moto supersônica disfarçada – na capa de sua ignorância. Muito bonito isso!
Ou seja, vou traduzir  e simplificar essa conversa aqui… É muito, mas muito comum mesmo encontramos pelo caminho algum imbecil desses que sei lá porque que, PRECISA PROVAR PARA A HUMANIDADE a sua capacidade de quase se matar ou explodir o motor de sua moto de pequena cilindrada, nos ultrapassando ou andando a nossa frente.

Cara! Isso é muito chato e até perigoso porque estávamos num grupo de 5 motos, todos andando juntos e numa mesma velocidade condizente com o trânsito local (isso entre Lajeado e VAires) e esse bosta além de quase se matar tentando nos ultrapassar várias vezes, por pouco não se arrebentou na frente de um carro, quando estávamos entrando no Posto de Pedágio – tudo isso, só para entrar antes no “brete” reservado para as motos passarem. Mas que merda isso! Será que não percebem que estamos falando de motos muito diferentes e que se ele vai nos ultrapassar, que o faça e desapareça ou então fique atrás do grupo mesmo. Mas não, passamos por ele, ele nos utrapassava e ficava ali, um pouquinho na nossa frente e assim foram várias vezes. Porra! Isso torra a paciência.

Eu particularmente fiquei esperando a hora em que o piloto de CG (via de regra – no auge de sua empolgação esportiva cotidiana) se deita todo esticadinho na sua moto, para assim aerodinamicamente pegar ainda mais um pingo de uma super velocidade, mas dessa vez me decepcionei. O nosso herói do dia não chegou ao ponto de fazer essa chalaça (talvez porque estava com uma caroneira – coitada, tenho pena dela).

Mas apesar dele fazer o seu showzinho do “master-fucker-da-CG-fodona”…..kkkkkkkkkk. Isso é simplesmente ridículo. Se ao menos soubesse o papel de imbecil que está fazendo. O pior é que provavelmente isso pode ainda causar um sério acidente na estrada e que com grandes chances de acabar envolvendo junto algum de nós. PQP! Nem vou comentar aqui o que me passa pela cabeça nessa hora e o que dá vontade de fazer com um cara desses.

O que ele quer? Uma medalha? Provocar a gente? Provar alguma nova teoria da física? E o interessante é que isso é uma coisa que ninguém mais tá vendo ou assistindo. Que porra de efeito psicológico é esse que é tão comum assim em tudo que é lugar?
Tudo para depois poder estufar o seu peito e contar no próximo churrasco da firma de que ultrapassou um grupo de motociclistas, com a sua CG flamejante? No que isso vai dar? O que de bom tem nisso? Qual a vantagem? Qual o mérito?

Cartas para a redação.

 

Tirando essa palhaçada, foi mais uma vez um passeio incrível com os amigos. Valeu!
*Vou começar a levar junto um bodoque ou algumas “velas” velhas, no caso de sentir a necessidade de fazer algum arremesso.

Como de costume, abaixo algumas imagens da empreitada de hoje.
Sim, levei minha câmera fotográfica com a bateria carregada dessa vez.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Canudos do Vale

Hoje foi dia de rolê de moto e de descobertas, ao menos para parte do grupo. Nos encontramos no horário e local de costume, eu, Pretto, César (o irmão dele), Rafa e Luiz Carlos. Dia bonito e ainda bem, já nem tão mais quente como era apesar de fazer um certo calor ainda.

Quando nos encontramos hoje ficamos naquela e aí… para onde vamos? Dessa vez não havia um roteiro programado. Daí sempre aparece um espertinho que menciona – Ah, eu sempre sei para onde ir….bláh, bláh, bláh. Ah! Tá bom! PQP.

Cara, o legal é justamente de vez em quando se preparar para um rolê e nem ter um destino específico. É por vezes deixar a vida, o destino ou sei lá o que, nos levar a algum lugar. É jogar a moeda e deixá-la cair e ver no que vai dar. Precisamos deixar de achar que temos tudo sob o nosso controle o tempo todo. Andar de moto é um exercício de liberdade (e sinceramente não sei até quando isso vai durar), então por vezes girar a chave e deixar a moto rodar por aí, já é sensacional.

Passado o breve mimimi das gurias (rsrsrsrsrsrs…), o irmão do Pretto aparece com a sugestão de irmos até Canudos do Vale. Pimba! Gol.
É isso aí. Um lugar que a maioria de nós não conhecia, além dos manos Pretto. Beleza. A moeda caiu e deu cara.
– Cara! Vamos para Canudos do Vale.

Com a turma no trecho, seguimos para a direção de Lajeado (Rs 130). No caminho uma parada fora de ordem. O Pretto sentiu uma vibração diferente na sua moto, demos uma conferida, uma breve reunião de pauta, deliberações, sugestões anotadas, votos computados, um chutinho no pneu para dar sorte e seguimos em frente.

Um pouco mais adiante paramos em um posto de gasolina. Uma calibrada no pneu 9que na real já estava ok), mas pelo jeito a simpatia funcionou e deu tudo certo até o final.

A rapaziada chega até o trevo, depois de Lajeado e já na 386 que indica o trevo para Forqueta e Canudos do Vale na RS 424. Caraca, daí já começou a magia. Que lugar legal prá caralho e aqui pertinho. Muito bonito, asfalto em beira de morros e com o arroio Forquetinha ao largo nos acompanhando. Daí veio uma sucessão de curvas maravilhosas para se andar de moto, só que tem de se ter muito cuidado sempre, além de ser um trajeto com uma bela vista para tudo que é lado, não se esqueça – se trata de asfalto de colônia com muitas moradias na beira da faixa e a qualquer momento uma pessoa, animal ou veículo pode cruzar na sua frente (fica a dica).

Com a gente foi tudo bem. Novamente vou usar um clichê aqui, uma dos melhores passeios de moto com a turma, dos últimos tempos. Lugar incrível e já contando o tempo para voltar. Como de costume levei a minha câmera fotográfica mas já na primeira fotografia descubro de que estava sem bateria. Azar. Claro que fizeram um monte de piadinhas sobre isso. Assim as imgs de hoje nesse post são por conta de algumas fotos de celular do Rafa. Valeu Rafa!

*Acho até que foi bom, se tivesse com a minha máquina fotográfica em dia teria passado o tempo todo clicando e assim foi melhor, só rodar, curtir o momento, a moto e o caminho com a rapaziada. Canudos do Vale é uma cidade pequena, mas bem legal. Gosto de cidades nessa vibe meio provinciana, até pontezinha de madeira havia no caminho.

Uma parada para bebermos uma água gelada em frente a um ginásio, onde rolava uma empolgada partida de “bocha” num canto e uma reunião de clube de mães no salão principal. Depois de uma conversa com habitantes locais, até porque os manos Pretto conheciam a cidade de seu tempo de infância, alguns esclarecimentos, dicas, troca de informações e já estávamos em frente a uma placa de rua, que dá o nome ao avô dos manos Pretto. Se trata da Rua João Pretto, em Canudos do Vale, Rio grande do Sul. Com direito a fotografia e tudo mais. Mazáh!

Em seguida resolvemos retornar e curtir novamente o caminho. volto a dizer – muito bonito! Uma parada no interessante parque com características germânicas da localidade, com várias casinhas de estilo alemão, um labirinto “verde” (sim, tentei chegar no centro, mas tava muito sujo e com galhos travando o caminho – na real precisava de uma boa podada aquilo lá e desisti), uma ponte/pinguela muito bacana e divertida de cruzar, algumas fotos de chalaça e também uma breve caminhada de reconhecimento pelo local. Em seguida retomamos a estrada novamente no caminho de volta. Uma volta tranquila e aqui chegando, um bom chopp com os parceiros e tempo para por algumas conversas em dia.

Keep on rock.
Até a próxima. Valeu!

*Algumas imgs do celular do Rafa, na tarde de hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Encontro Harley Davidson em Carlos Barbosa

Conforme já era previsto e anunciado o sábado deu as caras com um belo sol e de brinde uma temperatura ideal para se andar de moto. Não tão quente como de outros finais de semana e nem tão frio. Assim nos encontramos no postinho, eu, o Professor Jeferson e o Bolinha para darmos a partida em nosso rolê até o 2º Carlos Barbosa Harley’s Day. Não fui ano passado, mas já haviam me contado de que era bem legal e estava bastante interessado nesse evento.

Eu não curto muito essa história de encontro de motociclistas, ainda mais depois do sucesso televisivo do seriado “Sons of Anarchy”, algumas coisas passaram a serem muito valorizadas e daí uma parte da galera tem deixado de lado aquele lance do espírito, do prazer de gostar e curtir andar de moto. “Muita pose e pouca pilotagem”.

Mas ok, tenho de reconsiderar. Esse realmente encontro foi diferente de todos outros que já fui, um outro nível e sem dúvida muito bom.

Um pessoal legal, inclusive com muita mulher bonita (boa!), uma ótima comida e aqui cabe também ressaltar – diferente dos outros eventos do tipo, com diversas tendas de alimentação (inclusive tinha até sushi). Ah! E a música nos PA’s do evento também era boa. Gostei mesmo. E o mais interessante realmente foram as motos. O centro da festa. Báh….. quanta moto bonita (ao menos para o meu ponto de vista) e surpreendeu, tinha muita moto. Muitas mesmo!

Quanto ao nosso rolê até lá, foi tudo de boas. Dia bonito, saímos um pouco antes do meio dia, pegamos uma estrada tranquila por causa do horário. Fizemos uma paradinha no pedágio para surrupiarmos um café preto e pormos um pouco da conversa sobre motos em dia. E a volta também foi tudo OK. Até rolou um pequeno entrevero de desencontro entre a gente, mas foi até engraçado.

Um dia incrível, com pessoas legais e um lugar muito bonito também. Mais um ponto positivo no caderninho da vida.
Valeu!

 

*Abaixo algumas imagens da nossa trip e do evento

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Rolê até Teutônia no encontro de carros antigos

O dia começou bem, o Vladi e a Fabi estavam vindo de POA para comemorarem o seu aniversário de número “50” e a chuva, que estava prevista não deu as caras, ou seja, seria uma para a galera dar um rolê de moto na tarde junto comigo e o Pretto, que aliás, dessa vez tinha uma missão. Entregar um envelope com documentos na revenda da Scania de Lajeado.

O céu permaneceu limpo até o começo da tarde e ao menos daria tempo para sairmos e chegarmos ainda “secos” em Teutônia, que na real não fica assim tão longe. É que lá tem nesse final de semana (fica a dica), o 4º Encontro Sul Brasileiro de Veículos Militares Antigos e é claro, como de costume nesses encontros de carros antigos, sempre tem muito mais coisa. Tem banda de rock tocando ao vivo, praça de alimentação, feira de artesanato, feira de peças de tudo que é tipo para colecionadores de carros antigos, venda de camisetas, pins, patches, adesivos, posters, livros e o escambau do universo dos carros. Sim e é óbvio, exposição de carros antigos. Muitos carros.

Interessante ter essa oportunidade de ver de bem de perto vários modelos de carros que a gente faz tempo que não encontra mais rodando pelas ruas das cidades e ali no caso, são veículos de colecionadores, portanto, todos bem limpos, ajeitados e muito bem cuidados, inclusive os veículos militares.

Por falar nisso, encontramos a Taciane que é uma amiga em comum da galera, já lá do tempo de nossa adolescência. Agora está casada e ela e o marido são donos de 4 veículos militares da Segunda Guerra, que estavam lá em exposição (um Jeep, uma ambulância, um caminhão e mais um outro que não me recordo agora). Legal poder encontrá-la, muito menos numa situação assim. Fazia um bom tempo que não à viamos.

Ela inclusive nos contou de que são amigos do baterista do Paralamas do Sucesso, o João Barone, que também é um colecionador de veículos militares antigos e inclusive já escreveu um livro (eu tenho!) e dirigiu um documentário sobre o tema da Segunda Guerra e participação do Exército Brasileiro no evento. Seu pai era membro das Forças Expedicionárias Brasileira naquela época. Por isso o seu envolvimento no assunto. Aliás, a “Taci” ainda comentou de que o João Barone fica na casa deles quando a banda eventualmente toca aqui pela nossa região. Legal isso!

Também encontramos passeando por lá a lenda Zacarias Selvagem Kern, narrador de provas de provas automobilísticas, principalmente de “Km de arrancada”. Já o nosso comparsa de aventura de moto, o Jeferson “Professor”, estava lá mas daí o papo era diferente. Estava expondo a sua Honda CG 125 vintage (de “bolinha”). \m/

Em meio a tudo isso teve ainda um encontro com a corte de rainha e princesas, que também estavam por lá dando o seu recado num rolezinho por entre os carros e uma demonstração de força e potência de um “motor ligado”, de um antigo avião da Segunda Guerra.

Outra coisa interessante foi encontrar em exposição uma moto Yamaha RX125cc, vermelha. Igual ao que o meu irmão tinha lá pelos anos 80 e que com meus 13 anos, aprendi a andar e eventualmente dava umas voltas pelas quadras, perto de nossa casa. Foi então “ali” o começo dessa paixão que é tão forte e permanece até os dias de hoje. Sou eternamente grato ao meu irmão por ter me dado essa força. Claro que naquela época os costumes eram outros, então não era nada tão anormal assim uma pessoa de menor idade andar dirigir, desde que não fosse nas vias mais movimentadas da cidade, ainda mais, como neste caso, uma cidade pequena de interior. Gracias!!!

Na volta o tempo ainda não tinha mudado par ao “modo chuva”. Mas isso quando chegamos perto de Lajeado, mudou a configuração. Começou a chover e então o pessoal resolveu dar uma parada e esperar a chuva passar. Eu já não, segui direto em frente para casa. Logo que sai de Lajeado a chuva já passou e até me sequei ao vento andando de moto. Quando chegava em casa começou novamente a chover, mas daí já nem importava mais.

Mais uma boa e bem interessante tarde em duas rodas, junto com os amigos.
Valeu.

 

*Confira algumas imagens do rolê de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Sábado de chuva

Conversando com os amigos sobre o final de semana, já sabia que seria ruim para o lance de andar de moto por causa da previsão de chuva. Hoje pela manhã o céu estava estranho mas não com aquela cara de que choveria logo, então já me agilizei para o caso de ainda dar um role de moto, mesmo que não muito longe. é o vício, sabe como é!

Depois do almoço já comecei a dar um jeito nas coisas, arruma aqui, arruma ali, pega as luvas, capacete e pimba! Olho para fora da janela e pingos de chuva. Putz! Zebrou a empreitada, pensei. Não vou sair de casa de moto “já com chuva”. Desisti. Hoje o Luiz Carolos iria junto, havia me ligado, então avisei ele de que não iria mais. Ele também achou justo. Fica para outra hora.

Desisti, dei um tempo e o chuvisqueiro foi diminuindo aos poucos e parou. Daí passou mais um tempo, tipo uma hora e nada. Nah!!! Foda-se. Vou pegar a estrada. Me ajeitei rapidamente, sabia que a janela de tempo bom seria curta entre essa pausa e a próxima chuva, precisava tomar logo as providências de me equipar e rapidamente já estava abrindo a garagem e saindo com a Bros (ela já estava bem suja, então se chovesse não seria muita mão de obra).

Fui em direção à Lajeado, mas antes mesmo de sair do trevo da cidade a chuva recomeçou e depois então só foi ficando cada vez mais forte. Simifudi. Agora que estou na chuva, azar. Segue o baile.

Fui em frente até Lajeado. Isso tudo seria um role normal, talvez teria feito essa volta e tale nem estaria agora escrevendo, comentando ou postando aqui algum foto se não fosse o que aconteceu. Geralmente em meus roles (toc!…toc!…toc!… 3x na madeira), sozinho ou com os amigos, não acontece nada de mais, nem pneu furado, mas hoje quando estava chegando perto de Lajeado e rolando uma baita chuvarada a moto resolve simplesmente perder rotação do nada. Não desligou o motor mas perdeu força, eu acelerava e ele nada. Encostei, dei uma rápida conferida e não percebi nada de anormal. Beleza, agora eu estava praticamente todo encharcado. A diversão não é completa se a gente não se atola. Então tá.

Não era falta de gasolina, nem bateria, não é uma moto carburada (é injetada), poderia ser a vela – olhei, me pareceu tudo seco e OK. Depois de um tempo liguei novamente e morreu outra vez. E a chuvarada rolando. Mais um tempo e liguei novamente, senti que agora ela estava normal. Bem, aproveitei a oportunidade e segui até o primeiro posto que encontrei. O bem da entrada de Lajeado, o que fica ao lado da rodoviária da cidade.

Parei a moto debaixo da aba do posto, desci, dei uma olhada novamente e nisso já veio o frentista que prontamente resolveu me ajudar. Expliquei o que havia acontecido e ele então me disse que teve uma moto igual a minha Honda Bros e que já imaginava o que tinha acontecido. A explicação é de que a água (no caso pq estava rodando na chuva), desce pelo cabo da vela e penetra na borracha do topo do cachimbo, então ele tirou o cachimbo da vela da moto, passou um ar no compressor da borracharia para secá-lo bem e o recolocamos. Ok! Já estava tudo certo novamente! Thanks man!

Assim a coisa segue em frente na “brothagem” da vida nesse universo de motos, carros e estrada. Quando se está numa situação ruim, sempre tem alguém que pode nos ajudar. Mais uma vez o meu muito obrigado ao auxílio do frentista.

A volta foi tranquila, não falhou mais, passamos uma fita isolante bem apertada nessa área da junção do cachimbo com o cabo da vela e pimba! Agora pode chover canivete que vai rolar…rsrsrsr.  O interessante é que não foi a primeira vez que andei com essa moto na chuva. E digo chuva mesmo. Chuva forte e por muito mais tempo sem parar, nunca apresentou problema algum. Talvez com o passar do tempo a tal borracha fique ressecada e facilite de isso acontecer (passar a água). Enfim. Feitoria. \m/

Mais um sábado de história para a caderneta rasurada da vida. Blz!

 

*Fotos da chalaça:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Rolê de Carnaval – II

Em dia de feriado de carnaval para alguns (final e feriadão para outros ou então, dia normal de trabalho para outros tantos), resolvi pôr meu bloco na rua, pegar a estrada para um rolê de moto sozinho mesmo, ainda pela parte da manhã. Os amigos estavam de ressaca, ocupados ou tinham de trabalhar, então resolvi ir sozinho mesmo. Sempre é mais interessante e divertido andar em grupo, especialmente com os brothers, mas se não dá, paciência.

Sai sem um rumo definido, abasteci a moto e apenas peguei a estrada. Estava afinzão de andar de moto, só isso, aproveitar a manhã de um modo diferente, mas já também pensando na muvuca que seria a parte da tarde quando o pessoal estaria de retorno do feriadão de carnaval. Melhor evitar essa função.

Claro que era manhã de carnaval tinha de ver e encontrar coisas estranhas pelo caminho, lá pelas tantas cruzei por um cara andando com uma velha e detonada bicicleta no acostamento, todo vestido de Batman – sério! – dos pés a cabeça. Não deu para fotografar porque já tinha um certo movimento na estrada e eu teria de parar, retornar e então fazer uma foto. Pena. Também encontrei um sofá vermelho em uma esquina de estarada de chão que fazia ligação com o asfalto. Nesse deu para parar e fazer uma foto. E outra coisa estranha era um busão de algum grupo musical, parado no acostamento com várias meninas tipo “sensualizando de shortinho” (deveriam ser da tal banda) arrancando parte do adesivamento do bus. Muito estranho isso, mas ok, é carnaval.

No mais tudo relax, não fez tanto calor assim e foi de boas, um rolê muito bom e pena os amigos não estarem juntos. As coisas ainda meio calmas pelo caminho, mas não se esqueçam – a calmaria que precede o esporro! Quando voltava para casa já estava diferente e mais movimentado o tráfego. Em determinado momento na minha frente havia uma caminhonete com o motor queimando óleo, uma fumaceira danada. A foto que fiz é claro, não faz jus a quantidade de fumaça que expelia….rsrsrsrsrsr.

 

*Algumas imagens do rolê de hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

img_8739pp

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

img_8740pp

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

img_8736pp


Rolê de Carnaval – I

Em clima de final de semana de carnaval, as coisas começaram meio que devagar hoje em função da ressaca de ontem. Mas não tá morto quem peleia.

Dados os recados, convites foram feitos, horário marcado para zarparmos e assim foi. No começo da tarde, mesmo com o calor e sol forte que tava rolando – foda-se! Lá fomos nós outra vez. Eu, o brother Pretto, o Alexandre e o casal especialmente convidado lá da capital – Vladi e a Fabi.

O roteiro de hoje começou com a gente indo até General Cãmara (RS) depois de uns 90km rodados com o sol na moleira, uma parada para aliviar o calor e bebermos alguma coisa. Um breve pit stop no postinho do trevo da cidade e então fomos até Charqueadas (RS), passando a bela ponte sobre a prainha do Rio Jacuí (não, dessa vez não chegamos na prainha – mas tinha bastante gente pelo que deu parta ver), seguindo até São Jerônimo (RS).

Em São Jerônimo a brincadeira começou a ficar ainda mais interessante, é porque pegamos o caminho até a balsa para então atravessarmos o rio. Muito legal. Bacana, rápido e seguro. Uma boa dica que o irmão do Pretto, nos deu esses dias Valeu!

Já na outra margem do Jacuí, chegamos em Triunfo e aí outra breve parada pagando uma de “turistão”, no centro antigo da cidade. Tudo incluso no pacote completo, com direito a descanso na sobra da bela praça e uma visita a famosa igreja, óbvio, em frente a praça…rsrsrsr

Outra grata surpresa foi o trajeto de mais ou menos uns 30km, de Triunfo até a 386. Cara! Sensacional. Um lugar bonito e uma boa estrada para se andar de moto. Boa de curvas. Minha moto elétrica (sic!…rsrsrs), agradece. Tava muito bom andar ali. Não sei se era por causa do carnaval, mas havia pouco movimento no caminho, o que tornou mais agradável ainda esse nosso rolê de hoje. Eu curti bastante. Aliás, esse foi sem dúvida um dos mais legais dos últimos tempos.

Chegamos na 386, tomamos a direção de casa, mas antes uma chegada na Casa do Mel. A diferença é que agora essa parada foi por puro prazer, nada a ver com sombra, calor, água gelada e o escambau. Ali qualquer coisa que se come é muito bom. Fica a dica aos viajantes.

Para deixar a tarde ainda melhor, resolvemos então alongar o trajeto da volta, fomos para a direção de Lajeado (RS), para depois seguirmos para casa. Esse trajeto da 386 de pista dupla, asfalto novo e com o limite de velocidade de 100km/h, é show! Se é que me entendem.

Uma vez em casa, era hora então de finalmente tomarmos aquela cerveja bem gelada, para fechar com chave de ouro a empreitada. Óbvio que foi mais uma dia daqueles de moto por aí.

Abraços e um bom carnaval. Se divirtam! e cuidem-se.

“SE BEBER NÃO DIRIJA”.

*algumas imagens do rolê de hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Imigrantes

Depois de uma semana toda naquele esquema de o tempo estar naquela vibe de chove e não molha, eis que surge então novamente o tal do sábado, aquele dia que vem depois da sexta show. O sabadão é o que se pode dizer de o dia mundial de andar de moto, quem é motociclista sabe e inclusive é tradição entre os trilheiros, que também entendem o que estou dizendo.

Então lá fomos nós outra vez.

Meu parceiro de empreitada, o Pretto, dessa vez não pode ir e nem também o Rafa, achei que acabaria indo sozinho mesmo, mas de última hora o Luiz C. me liga e pimba. Já tenho parceria para hoje na estrada. Saímos cedo, ainda no começo da tarde e nem preciso dizer que estava um calorão “dus infernu”. PQP. Antes de sair de casa me precavi e bebi bastante água, cheguei  a pensar – hoje vai ser de derreter…

Decidimos de última hora dar uma volta até a cidade de Imigrante, na boa, eu já sentia de que seria quente prá caralho no asfalto e o sol na pinha, mas não tá morto quem peleia. O Luiz que ainda não conhecia esse trajeto, aliás, fizemos ele a primeira apenas vez há umas duas semanas atrás, também em um outro dia de bastante calor. Esse mundo da moto tem dessas coisas, conversar sempre com outros motociclistas e assim sacar algumas dicas e novas possibilidades de roteiros. Tu comenta de um caminho legal, te indicam outro e assim vai.

Seguimos em direção de Lajeado, dessa vez podamos a nova brincadeira de passar por dentro da cidade. Ah! Me lembrei agora! Estou com uma moto elétrica. Bem, explico, é porque troquei minhas ponteiras do escapamento, estão de volta as originais que já estavam me dando problemas de audição. Estou ficando ainda mais surdo, o que tantos anos de banda de rock já tinham me levado em termos de audição, agora esse meu novo escapamento thunder-ultra-mega-loud-do-capeta começou a me incomodar também. Sério! Como já estou ficando velho, com a saúde não se deve brincar.

Tá, mas e a moto elétrica? Calma! É que agora minha moto não faz mais quase barulho algum, o ronco original é bem sem graça e então daí me lembrei o porque de ter trocado as ponteiras anteriormente…rsrsrssr. Paciência. Mas tem um lado bom, de cara percebi que a moto responde melhor na aceleração no comando do punho, com as ponteiras originais (fica mais na mão do que antes). Já haviam me falado disso, no caso da minha moto. Ok. Valeu então!

De volta a conversa furada de antes. Depois de Lajeado, passando por fora e não pela cidade (não tem graça passar sem fazer barulho – explicado agora!?), seguimos direto para a Rota do Sol, Teutônia e subindo até o trevo de Imigrante/RS. Dessa vez fizemos o trajeto de modo inverso ao que fizemos da outra vez. E para falar a verdade, curti mais assim.

Tudo de boa, tudo tranquilo, dessa vez já estava preparado para os inúmeros quebra-molas no caminho, coisa que a bela paisagem logo faz compensar e valer a pena esse trajeto. Como dessa vez já estava ligado no que seria o trajeto, pude prestar mais atenção na paisagem ao redor. Muito bom. Só que depois de um tempo, nós três, eu o Luiz e o calor desgraçado, cansamos. Tava demais, lá pelas tantas o radiador da garganta dava sinal de que iria mesmo ferver e secar. Assim a nossa volta depois de já termos passado por Imigrante, Colinas (cidade que tem as calçadas decoradas com bicicletas) e estarmos novamente em Lajeado, foi talvez uma das vezes em que fizemos o trajeto mais rápido. E na boa, nem é essa a nossa vibe quando saímos para dar o rolê de moto. Poderíamos parar em algum posto ou coisa do tipo, mas a sensação de chegar logo de volta, tirar o colete e as luvas (não tinha condições de usar jaqueta hoje) era algo por demais tentador. Era só acelerar um pouco mais que tudo estaria resolvido em minutos na mesa de algum bar em V. Aires. Beleza! Ufa. E assim foi. Água, refri, sorvete e mais refri – não, por “increça que parível”, não bebi cerveja hoje na chegada. Ainda era cedo, chegamos por volta das 15h40, sei lá. Ainda tinha muita da tarde pela frente e beber poderia prejudicar alguma eventual pilotagem no resto do dia. “Sacarem”?

Então girls, o que se pode dizer é que novamente foi um dia daqueles. Acreditem, andar de moto é bom prá caralho, seja lá qual for a sua moto.
Por hoje é isso e um abraço pro gaiteiro.

*Abaixo como de costume, as tais fotos que sempre procuro fazer de cada rolê, não importando para onde é que fomos.
Ah…. Isso então é só para se exibir. Não! É para dar invejinha nas outras ladies? Não. É só para mostrar a tua moto? Não. É para dizer – eu ando e tu não anda? Não! É só…. sei lá, mimimimiixhimichiixi então? Não!!! Porra meu! Não.

Trata-se apenas de uma mania besta de registrar cada rolê de moto e nem que sei lá quando isso começou. Estou sempre com uma câmera prá lá e prá cá e alguns amigos me perguntavam por fotos desses nossos passeios e assim foi. E tem mais, como o blog tem centenas de visitas diárias talvez até alguém se inspire em também ir conhecer de perto e também andar por esses mesmos lugares. Porque não!? Tomara. Seria muito bom.

Flw.
Abraz.

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO


Rolê até Imigrante

Tive a impressão de que essa semana passou voando, não sei se foi assim para vocês, mas enfim, quando percebi já era dia do nosso tradicional rolê de moto de sábado com os amigos. Dessa vez um novo personagem, o Jeferson, também conhecido pelo apelido de “Professor”, que há tempos está por andar junto com a gente mas não tem conseguido conciliar a sua agenda com os nosso horários. Mas hoje deu certo!

Fez dia muito bonito de sol, mas também um calor danado. O Pretto que também foi junto, me disse que hoje deve ter sido, na opionião dele, o dia mais quente em que demos nosso habitual rolê de final de semana, levando em conta todos os do ano passado até o de hoje. Não sei, eu ainda tenho a impressão de que teve um outro dia que foi ainda “mais quente” do que este de hoje. Mas tranquilo, ligados nessa possibilidade, nada de jaquetas de couro e confiança na pilotagem que dá tudo certo.

Já adianto que foi um rolê bem bacana, na saída seguimos em direção de Lajeado, uma passada por dentro da cidade e depois de volta ao roteiro habitual, um retorno no trevo de Estrela, uma pequena volta e então estávamos no caminho certo para Colinas e Imigrante. Um trajeto muito bom e bem bonito também, mas só que bastante travado em função de ser uma região com muitas moradias e por isso ter muito “quebra mola” – coisa que não combina muito com a suspensão de uma HD. Mas com jeito, cuidado e atenção, deu tudo certo.

Sempre em frente, chegamos em Colinas, uma breve parada em um bar de posto de gasolina para uma água gelada, porque a essa altura ainda fazia muito calor e a garganta já estava seca. Mas logo já estávamos no caminho outra vez e não muito longe, já estávamos então em Imigrante. Resolvemos seguir em frente até o trevo para a estrada da Rota do Sol, quando então voltamos em direção de Teutônia. Ainda no caminho resolvemos mudar os planos e seguirmos até a Lagoa da Harmonia, já que estávamos por perto mesmo e fazia um bom dia para se andar de moto. O calor atrapalha bastante quando se está parado, mas andando de moto a coisa muda.

Subimos o trecho até a lagoa, demos uma olhada mas não entramos. Estão cobrando R$ 7,50 agora. Ficamos numa sobra e descansamos um pouco. Boa parada para uma conversa, algumas risadas e troca de informações sobre as motos. Sim, sempre tem conversa de moto envolvida.

Sem mais o que fazer e descançansados do calor era hora de voltarmos. Ainda pegamos um caminho alternativo até Teutônia, mas logo estávamos na Rota do Sol em direção de Lajeado novamente. Daí então as nossas motos já voltam até sozinhas para casa.

Outro rolê de fonal de semana incrível e em boa companhia. Valeu!

 

*Algumas imagens da viagem:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


A ponte

Isso mesmo, sabadão de sol, dia de pegar a estrada com os amigos. Dessa vez não somente eu e o Pretto, como das últimas vezes, mas também com o Rafa e o Luiz Carlos, que voltaram a ativa depois de algum tempo. Só que ainda, com esses dois entrando na parada já no segundo tempo do jogo. Por pouco o Vladi não chegou na hora e foi junto com a gente. Mas OK, ele deve ter se entupido de comida boa no evento de “Truck Food” em Santa Cruz do Sul, hoje.

Combinamos sairmos hoje pela parte da manhã para seguirmos até Garibaldi, contando ainda com uma grande possibilidade de expansão no projeto. Por uma série de fatores como pressão atmosférica, cálculos da NASA, eventos esotéricos, ventos alísios e demais adversidades, o nosso comboio partiu somente comigo e o Pretto, os demais combinaram de se juntarem ao nosso grupo mais tarde.

Bem, nem sempre as coisas acontecem como o previsto ou o planejado. O Vladi que estava ainda em curso de sua viagem de POA para V.Aires quando saímos, meio que perdeu o trem da história e mesmo com nossas comunicações truncadas decidiu seguir o seu plano inicial, de ir para Santa Cruz. Já o Rafa que saiu mais tarde para nos encontrar mais tarde no caminho, levou junto o Luiz Carlos. OK, 4 é um bom número. Muita gente andando junto na estrada já vira procissão. Pode até parecer bonito você estar no seu carro ou na beira da estrada e ver passar um grande número de motos andando juntas, mas não é bem assim. Se não houver combinação e uma certa organização a coisa pode sair de controle e ficar perigosa, para todo mundo. Mas isso é conversa para um outro dia.

Já na estrada, seguimos para Lajeado passando por dentro da cidade (nossa nova diversão) e não como sempre fazíamos, passando por fora, somente pela 386. Depois fomes em direção à Teutônia e daí sempre em frente. Fizemos uma parada estratégica para filarmos um café no parador do pedágio. Com isso fizemos um tempo esperando o Rafa nos alcançar. O café se alongou demais e a conversa também e nada da imagem do Rafa em nosso horizonte. Mas tudo bem, o lance era pegarmos as motos e seguirmos em frente até o local combinado para o nosso almoço, que seria no La Cantinela. Lugar incrível e que curtimos fazer uma parada toda vez que por ali passamos, quer seja para um bom café, lanche ou abastecer as motos. Quem dera ter em Venâncio Aires um lugar tão bom assim…. (fica a dica)!!!

Em pouco tempo chegaram então o Rafa e o Luiz. Beleza. Coma fome resolvida, um sorvete para arrematar e era hora de darmos sequência na empreitada. Decidimos seguir até a ponte metálica de Nova Roma do Sul. O pessoal ainda não conhecia o lugar, do grupo, apenas eu que havia ido junto com o Vladi uma vez, não lembro direito quando mas foi no final do ano passado.

Mesmo que fazia calor tava bom o clima hoje, não era aquele caloréu infernal de outros finais de semana e tinha até um vento bom, o que ajuda bastante deixando mais tolerante essa função de andar de moto no verão usando jaqueta.

Passamos por Garibaldi (453) e depois entramos no trevo para Farroupilha (ou Caxias – como queiram), indo até o trevo de Nova Roma do Sul. Na real não chegamos até Nova Roma, fomos somente até a ponte de metal, que fica no meio do caminho até a cidade. Alias que caminho bonito. É outra coisa andar de moto por uma estrada de paisagens assim tão diferentes das que vemos aqui por nossa região. Interessante ver os vinhedos muito bem organizado e alinhados, formando linhas e traçados sinuosos ao longo dos morros. E por falar em sinuoso, que descida sensacional é essa do trajeto até a ponte. PQP!!! Que coisa boa andar de moto em lugares assim!

Ao chegarmos na ponte ficou evidente que essa viagem tinha sido de grande valia. Deu para perceber de que a galera curtiu muito esse rolê até lá. Valeu Vladi por ter mostrado esse caminho.

Hey! Você que estiver lendo isso agora, fica a dica. O lugar é muito bonito e é um passeio muito bom.

*Voltando ao papo furado.

 

Fotos na ponte e essa frescurada toda, calor batendo (agora sim a coisa tava forte). Encontramos novamente um grupo de trilheiros descansando e se abastecendo com cerveja e água gelada em um bar que havia junto ao outro extremo da ponte. Fomos lá também tomar uma água, porque o sol agora estava nos judiando.

A volta foi tranquila, outra vez contemplando o caminho por esse belo lugar e então era apenas fazer o trajeto todo de volta. Uma parada para abastecer e seguir em frente. Muito grato pelo dia de hoje e pelos parceiros nessa aventura.

*Já é costume ter fotos do referido rolê de moto aqui no final, então…

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

img_7743pp

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

img_7744pp

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Rolê de dia do Bastião

Em plena sexta-feira, dia de feriado local de São Sebastião (padroeiro da cidade), foi dia também de muito sol e mais do que perfeito para se aproveitar num rolê de moto. A função já começou na  parte da manhã quando eu e o Pretto demos uma volta até Lajeado para darmos uma olhada e sacar as possibilidades (ou não), de uma negociação, mas isso é assunto para uma outra hora. Antes do meio-dia já estávamos de volta.

No começo da tarde, com um belo de um sol bombando no céu, novamente apenas nós dois (os outros estavam ocupados com outros afazeres), então já era hora de assumir os controle novamente das motos e pegar a estrada. Resolvemos ir até Barros Cassal e depois alongar o caminho de volta passando por de trás do autódromo de Santa Cruz do Sul. E assim voltar para casa.

Claro, demos uma parada breve para um café no Rancho América, que aliás, agora mudou o esquema de atendimento, estão com um serviço tipo um buffet. Hummm…sei lá. Não curti isso. O que já era um pouco confuso naquele espaço com um milhão de coisas, agora está mais confuso ainda. Mas enfim, as coisas se ajeitam.

Como hoje é dia de feriado municipal, quer dizer que para as outras cidades aqui da região, tudo permanece normal, ou seja, enquanto estávamos de moto em nosso rolê. o pessoal das outras localidades por onde passamos estavam em uma sexta-feira normal, de trabalho para eles. Uma sensação estranha.
Bem, toda cidade tem lá os seus feriados, então… Hoje foi o nosso dia de descanso.

Sem muito o que comentar, foi um passeio tranquilo, muito bom, dia bacanudo e valeu a pena rodar por aí de moto novamente. Santo remédio para a alma e o espírito. Acreditem. Andar de moto é mágico.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Sempre em frente!

Sim, dessa vez também teve rolê de moto no domingo. Com a situação de sábado já mais tranquila para o Pretto, que estava louco para estrear seu novo guidon na moto e portanto liberado para pegarmos a estrada, então resolvemos dar um rolê maior e aproveitar o bonito dia de sol que fez. Aliás, em tempo, a moto ficou irada com esse novo guidon e mais algumas outras pequenas alterações (customização).

Combinamos de sair cedo, um pouco depois do almoço, para assim evitar aquela alvoroço todo que acontece nas estradas em todo final da tarde de domingo. Muita gente voltando ou indo para casa, depois de um final de semana de viagem. E é aí que aparecem os tais motoristas só de final de semana. Também foi um dia quente. É verão né! Mas ao menos não tão abafado como no sábado. Pouco equipamento para não derreter de calor no asfalto e vamu-qui-vamu.

Dessa vez nos encontramos no “Postinho”, abastecemos as motos, um café preto para “ligar o motor” e simbora! Tomamos o caminho na direção de
Lajeado, entramos na cidade e depois seguimos na direção de Teutônia. Minha câmera fotográfica ainda está estragada, a GoPro sem bateria, então vamos com fotos de celular, que é um saco. Já tentaram pilotar um cel com touch screen usando luvas? Pois é.

Foi um ótimo rolê, pouquíssima gente na estrada, rodamos de boa, sem pressa alguma e só curtindo a moto fluindo na estrada. Muito bom.
Claro que com o passar do tempo começou a aparecer todo aquele movimento de domingão, mas tranquilo, faz parte.

Na volta novamente entramos em Lajeado para procurarmos um lugar para comer e bebermos um refri ou então uma água BEM gelada! E também uma boa sombra. Minha garganta já estava seca do calor. Então encontramos um Subway junto a um posto de gasolina e o melhor, o ar-condicionado estava bombando à milhão. Báh! Que maravilha nessa hora. Depois de um balde de refri para cada um (rsrsrsrsrs…..), era hora de seguirmos outra vez o rumo de casa. Claro que focados numa cerveja bem gelada, para assim que chegarmos.

Um rolê beleza, tudo tranquilo e de boas. Valeu a parceria e mais uma vez aquela sensação de como é bom andar de moto!

 

*Então aqui hoje apenas algumas fotos de nossa saída e depois de quando fizemos alguma parada no caminho.

 

 

img_7220ppx

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

img_7222ppx

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

img_7229ppx

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

img_7224ppx

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

img_7228ppx

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

img_7230ppx

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

img_7231ppx

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

img_7232ppx


Calor mas o dia era convidativo para um rolê de moto

Ontem foi dia de pegar a estrada outra vez, acho até que foi o nosso primeiro rolê de 2017. Dessa vez nos apresentamos para o tal rolê, somente eu e o Pretto. Ainda tivemos um perrengue, porque de última hora o Pretto teve que resolver um lance de saúde na família e por isso precisava fica de sobreaviso e não poderia ir muito longe. Resolvemos então seguir em direção à Rio Pardo mas ele me acompanharia apenas até um pedaço do caminho e depois daria meia volta.

Sim, é um vício andar de moto e de qualquer forma é sempre muito bom, mesmo que apenas por uns poucos kms.

Demos a largada no rolê e como o anunciado, quando0 chegamos nas curvas de Santa Cruz do Sul, o Pretto ficou prá trás e eu segui em frente. O clima estava estranho, fazia muito calor e tinha sim um aspecto de chuva para breve no céu. Mas não dá nada, segue o baile.

Dei uma volta que curto bastante, que é passa rpor de trás do autódromo de Santa Cruz, depois segui em frente e daí comecei a sentir uns pingos. Resolvi voltar, tava sem jaqueta e pensei que não precisava forçar nada, já estava mesmo de bom tamanho esse rolê. Ainda todo o caminho de volta.
A tal chuva que prometia vir forte não veio, ficou só naquela minguada pretensão.

A medida que me aproximava de casa parecia que a chuva ficava para trás mesmo. Melhor assim. De volta a Venâncio Aires (RS) encontrei os amigos Thomas Lenz e o Revoltinho. Feito! Era hora de uma parada, uma boa conversa e também uma cerveja beeeem gelada. Não foi lá um grande rolê de moto, deu tipo uns 110km, mas tá valendo. Tava um calor du caralho e já tinha rodado por aí mesmo.

Teve gente que foi embora (Revoltinho, Dois…), depois chegou mais gente (Fabi e o Fabrício) e assim fomos. Até o cãozinho Tupac, lá pelas tantas resolveu chegar junto e dar o ar da sua graça. A chuva veio e forte, mas dessa vez tava tranquilo, só refrescou a galera que nem arredou o pé. A gente estava curtindo numa boa e ainda com cerveja, então deixa chover!

Para resumir, essa função foi até tarde e acabei indo de carona no Festival Food Truck que estava rolando no Parque da Fenachim, que aliás estava lotado, difícil até de encontrar uma mesa livre e também repleto de ótimas opções de lanches. Bom prá caramba!

Algumas imgs da função o rolê de ontem.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Road trip V.Aires – Mostardas 2016 *(parte 5 – A volta)

Depois de uma noite de sono regular, onde caiu a “chave geral” na hora de dormir mas mesmo assim não foi de todo confortável. Não por causa do calor nem nada disso, estava tudo ok, creio mais por ansiedade mesmo e por alguns incômodos de pequenas dores musculares de toda aquela função semi ininterrupta de horas e horas de empreitada que tivemos no dia anterior. Assim, um bom café da manhã na pousada nos aguardava. Não sei se já comentei, mas pelo que percebi nesses dois dias fomos os únicos clientes e posso dizer com toda franqueza que fomos muito bem tratados. Era começo da semana, entre o Natal e Ano Novo, acredito que não seja ainda a época de movimento deles.

Depois do café era hora de começarmos a ajeitar as coisas nas motos para a nossa viagem de regresso.  Vlçadi precisava de uma chave específica para um ajuste na moto, o que prontamente o gerente da pousada se prontificou em ajudar. Nos deu várias dicas para visitas futuras na região. Ele também é guia turístico e ficou à disposição de nos ajudar a visitar o terceiro farol da região, que ficou faltando em nosso roteiro. Este fica na lagoa e não no mar e segundo o nosso amigo, o caminho até lá é mais complicado. É o único no Brasil em formato quadrado no seu processo de construção.
Essa visita vai ter de ficar para uma próxima vez.

Depois de nos despedirmos e hora de voltar para a estrada. Pegamos novamente a BR-101 no sentido de volta. Estávamos agora novamente no que até há alguns anos atrás, era conhecida como a “Estrada do Inferno”, por causa da falta de pavimentação (asfalto) e das inúmeras dificuldades de dirigibilidade por causa dos inúmeros trajetos com buracos.

Como essa foi a primeira vez em que passei por esse trajeto não posso comentar muita coisa sobre o como era o antes e o agora dessa famosa estrada. Me pareceu uma via asfaltada normal, como várias outras aqui do sul. Pelo menos por esses dias, tinha pouco movimento mas que em alguns trechos apresentava uma grande buraqueira – isso mais para perto dos lados de Mostardas apenas. No mais tudo tranquilo e nem de longe me parecia aquelas imagens de noticiário de TV de alguns anos atrás, quando mostravam as difíceis condições desse trajeto e os motoristas reclamando em entrevistas.

As coisa deve ter melhorado e muito, mas a tal manutenção pelo jeito está com a cara falida desse nosso estado. Mas pelo que já percebemos nessas nossas andanças de moto por aí nos últimos anos, isso não ocorre somente aqui nesse caso, acontece por tudo que é canto do Rio Grande do Sul. Estradas asfaltadas mas ruins e ainda falta a tal da manutenção, uma pena.

Seguindo em frente, tudo tranquilo até que ao longe percebi uma nuvem escura e carregada. Era a chuva chegando outra vez para ser a nossa campanheira de viagem. Já estávamos começando a ficar acostumados. Paramos no acostamento, em uma entrada pavimentada e como já estávamos preparados para a eventualidade dessa situação de chuva, rapídamentew nos vestimos com nosas capas de chuva e dessa vez eu coloquei as poilainas sim. Não queria ficar com os pés gelados e molhados novamente, ainda faltava um bocado para chegar em casa.

Seguimos em frente, a chuva chegou e novamente veio forte, mas foi apenas uma pancada, durou para nós alguns poucos kms. Que saco! Parei para tirar essas polainas xaropentas, que mais parecem o sapatos do Pateta. Não iria seguir em frente com essas nabas em meus pés. Sem chuva, sem polainas. Não me recordo agora, mas acho que o Vladi optou para ficar equipado porque tinha cara de que encontraríamos mais chuva ainda pela frente.

Já mais adiante, depois de um bom tempo rodando a chuva veio novamente, mas dessa vez um chuvisqueiro, mas persistente. Ah! Dessa vez não calcei as polainas de proteção para chuva. Náh! Já essa altura já estávamos perto de Palmares do Sul. O chuvisqueiro passa, chegamos no trevo de Capivari do Sul e resolvemos tomar a direção contrária, ou seja, em vez de virmos direto para casa, nos afastamos. A aventura estava legal, resolvemos de última hora dar uma confere de perto no parque eólico em Osório. E assim foi. Decisões de última hora, sinônimo de mais aventura.

Seguindo em frente, novamente por uma estrada na qual não me recorde de um dia já ter viajado antes. Gosto disso! Além do mais estava com pouco movimento e achei muito bom. Lá pelas tantas… adivinhe! a chuva voltou. O Vladi sugeriu eu colocar a porra das polainas. Dei uma de alemão cabeçudo e não coloquei. Claro que a chuva engrossou e meus pés já davam sinal de que ficariam totalmente molhados e encharcados outra vez, como na ida. Tá bom, me rendi. Parei e calcei o aparato outra vez. Saco!

O bom disso foi que deu para curtir o visual da Lagoa dos Barros, a mesma que se vê na Rodovia da Freeeway só que pelo seu outro lado. Muito bonita. Também curti isso muito. Seguindo a estrada da BR-101 ao longe já era possível avistar as hélices gigantes. A chuva então aumentou de vez, mas agora ahá! Eu estava devidamente protegido e melhor, com os pés “quase” secos. Deixa chover…

Uma parada na rodovia para fotos e curtir o “cataventos gigantes”. Como estava chovendo forte nessa altura do championship, não era conveniente ficarmos muito tempo ali naquela situação. Seguimos em frente e o plano novamente sofreu mudanças. Resolvemos dar mais emoção. Voltaríamos não pelo trajeto mais óbvio, a Rodovia da Freeway, mas sim pela estrada velha a RS-030. SHOW!

Finalmente, depois de muitos anos lá estava eu na velha estrada da praia de muitos anos atrás e tantas histórias de viagem em família. Incrível, mais faceiro impossível. E a chuvarada rolando. No trevo para a RS-030 o Vladi teve um enrosco com a sua polaina, que trancou na sua pedaleira e quase teve um tombaço. Sorte que conseguiu arrancar com força o pé da polaina rasgando-a, nessa situação. Viu! Eu tô dizendo que essas merdas são coisa du capeta…hauhauahuahua!

Resolvido o perrengue do Vladi, seguimos finalmente em frente pela famosa estrada velha do litoral gaúcho. Curti prá caramba e ao longo do trajeto me lembrei de várias coisas. Sentimento bom. Assim a viagem fluiu numa boa. A chuva parou quando chegamos em Santo Antônio da Patrulha, mas nem paramos, seguimos de passagem. Paramos quilômetros adiante num posto de gasolina para abastecermos as motos e também fazermos nosso almoço, na real um lanche. Não tínhamos comido nada até então desde o nosso café da manhã na pousada. Penduramos nossas roupas de chuva para secarem nas cadeiras de gazebo que havia no lado de fora do postinho. Comemos er assim que começamos a nos preparar para seguir viagem. Pimba! Outra grande chuva. Não dá nada, já estávamos acostumados. Nos vestimos e seguimos em frente. Os frentistas nos acharam loucos de seguirmos naquela chuvarada.

Trajeto tranquilo, optamos por entrar um pouco antes no final da Freeway, para assim evitarmos de rodar por dentro do movimento de Gravataí. Tivemos de passar pelo pedágio e como a chuva tinha cessado, então aproveitamos para uma rápida parada e tirarmos de vez todos aqueles apetrechos de chuva. O resto da trip seja como fosse, seria assim, sem essas merdas de roupas de chuva. Keep on rock, baby!

Agora o caminho era tranquilo, certeiro e de boas, creio até que as motos poderiam seguir no automático se fosse possível – Rodovia do Parque, 386 e por fim a 287. Sem chuva, sem tranqueiras e sem mais nada por nos segurar.

Tudo bem, tudo muito bom e divertido. Agradeço pela grande parceria do meu chapa Vladimir, lamento que o Pretto não tenha ido junto (vai na próxima com certeza) e mais um risco na minha caderneta de aventuras na vida. E posso garantir, foi muito boa e valeu a pena.

O que mais posso dizer!? Acho que seria algo como – sigua seus planos, mude-os quando quiser e então for conveniente, arrisdque e procure ter bons moementos e sempre se divertir, não importa o clime e o tempo. Ah! E tente encontrar uma outra coisa para melhor andar de moto na chuva do que essas polainas cagadas.

FIM.
*Ao menos dessa trip.

 

*Abaixo, como ritualisticamente faço, algumas imagens ilustrativas da chalaça:

 

Café da manhã na pousada

Café da manhã na pousada

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Preparativos para iniciarmos o trajeto da volta

Preparativos para iniciarmos o trajeto da volta

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

No caminho

No caminho

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Percalços do caminho

Percalços do caminho

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Parada para se preparar para a chuva que vinha

Parada para se preparar para a chuva que vinha

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Perto de Palmares do Sul - RS

Perto de Palmares do Sul – RS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Capivari do Sul - RS

Capivari do Sul – RS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Em direção a Osório pela BR-101

Em direção a Osório pela BR-101

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sim, tinha de ter chuva novamente no caminho

Sim, tinha de ter chuva novamente no caminho

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Lagoa dos Barros

Lagoa dos Barros

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Uma parada para curtir a lagoa

Uma parada para curtir a lagoa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Osório logo à frente

Osório logo à frente

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Parque eólico de Osório

Parque eólico em Osório

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Dá um oi aqui pro tio!

Dá um oi aqui pro tio!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Trevo de Osório para a estrada velha, ao lado da Freeway.

Trevo de Osório / estrada velha (RS-030) no trevo ao lado da Rodovia da Freeway.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Estrada velha

Estrada velha (RS-030)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Perto de Santo Antônio da Patrulha - Secando um pouco as tralhas

Num posto de gasolina, tentando secar um pouco as tralhas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Abastecida nas motos e um lanche de almoço

Abastecida nas motos e um lanche rápido de almoço

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

entre a foto das roupas secando, abastecermos e fazer o lanche, não durou mutio tempo essa era a cara de quando saímos novamente

Entre a foto das roupas secando, abastecermos e fizemos nosso o lanche, foram apenas alguns minutos e esse já era o clima quando saímos novamente

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Um pouquinho de Freeway para escapar de Gravataí

Entramos num pedaço da Freeway para escapar de Gravataí

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Parada para tirarmos equipamento de chuva - final da Freeway

Parada para tirarmos o equipamento de chuva – final da Freeway

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mapa do roteiro da volta

Mapa do roteiro da volta

 

 


Road trip V.Aires – Mostardas 2016 *(parte 4 – Parque Nacional da Lagoa do Peixe)

Moto abastecida e saímos de volta na BR-101, agora retornando apenas alguns poucos kms até a entrada do Parque da Lagos do Peixe. Só na entrada já dava para perceber de que enfrentaríamos a mesma coisa da aventura anterior do farol. Estrada com barro e areia, a mesma função de piso escorregadio da outra vez. Mas foda-se, se estávamos lá para isso mesmo então era hora de encarar tudo outra vez.

Agora eu não tive dó, como já estava cansado resolvi acelerar logo o processo todo e como já tinha percebido na outra vez, o lance era segurar firme o guidon e tocar forte em frente. Funcionava melhor esse procedimento. O Vladi, optou por manter a sua estratégia de devagar se vai ao longe. Eu por minha vez, optei pelo modo “mais emoção”.

Caraca! Se da nossa volta até o Farol da Solidão a coisa foi um tanto difícil, agora, talvez por já estarmos um pouco mais acostumados com o perrengue de pilotar naquelas condições e terreno, fomos bem melhor. Nada como a o treino e a experiência…hauhauahau

Rendemos mais e rapidamente e aquela tal minha vontade inicial de ter ficado na pousada e descansar mais, pffffff….. passou rapidamente, foi literalmente pro espaço. Que lugar du caralho! Bah!E como valeu a pena.

Visual muito bonito da lagoa e seguindo em frente o terreno logo mudou de aspecto, de barro com areia virou apenas areia molhada. Na real nem tinha mais estrada alguma, estávamos seguindo apenas algumas fracas marcas de pneu que haviam e serpenteavam por entre as dunas. O Vladi que já tinha estado ali numa outra vez, disse para mim seguir em frente nesse trajeto. Algumas vezes tivemos de atravessar alguns córregos, o que deixou a coisa mais divertida ainda. Alguns até eram fundos e tivemos de dar a volta pela beirada, o que era mais aconselhável e seguro.

Depois de um tempo nessa função finalmente chegamos outra vez a praia. Uma viola abandona dessa vez nos aguardava junto a beira do mar. Paramos para algumas fotos e nessa função, a moto do Vladimir afundou o pezinho na areia molhada e caiu sozinha. Nenhum prejuízo. Demos uma caminhada pelo local e na beira da praia, descansamos um pouco mas a chuva nem pensar em nos dar uma trégua. Nessa hora já estávamos bastante molhados e a chuva era de verão, então não foi tão ruim assim (apesar de tudo, não estava tão frio). Eu até fiquei afim de dar uma rápida entrada no mar, mas a água sim estava fria. Desisti.

O dia estava escurecendo rapidamente e era hora de seguirmos o caminho pela praia até a saída que nos levaria para fora do parque. No trajeto passamos pelo Farol de Mostardas, fizemos outra parada para dar uma melhor olhada. Esse ainda está ativo, cercado e com uma casa do faroleiro e tal.

Tentamos uma saída mas demos de caras nas dunas e dessa vez sem marca alguma de que fosse um caminho normal da saída do pessoal local. Aliás, bem pouca gente na beira da praia, apenas um que outro pescador e ainda em espaços distantes. O que havia bastante eram redes de pesca amarradas em tocos à beira da praia. Várias vezes cruzamos de moto, numa “boa velocidade” por cima dessas cordas na beira da praia. E eu só pensando na possibilidade de alguma delas esticar mais alto de repente na nossa frente. Teria nos dado um tombo e tanto! Mas tudo tranquilo, em nenhum momento isso aconteceu.

Como deu errado a primeira tentativa de arrumarmos uma saída, pedindo informação para um pescador. A saída ficava então a uns 16 Kms, seguindo em frente na areia da praia. e a trip prosseguia. No caminho encontramos uma carcaça de barco que havia afundado e que depois o mar trouxe para a areia da beira da praia. Rende um visual bacana essa situação. Depois nos disseram que essa carcaça de barco está lá há uns 15 anos.

Foi muito bom rodar esse trajeto todo na beira do mar. Curti muito e é uma sensação boa. Não teve perigo porque como já disse, chovia, haviam bem poucas pessoas na beira e é o único caminho (estrada), para os moradores do vilarejo. Então não fizemos nada de errado nem tampouco estávamos aloprando no local.

Depois de chegarmos na saída da praia, tínhamos ainda um longo trajeto de volta até Mostardas. Novamente aquela coisa de estrada de areia, que depois vira uma mistura muito lisa de terra + areia, e mais tarde apenas terra, mas daí aparecem os buracos (um emendado no outro), uma maravilha para a minha coluna.

Já estava escuro quando chegamos na cidade outra vez. Um alívio mas completamente realizado com esse incrível passeio de moto. Sensacional.
Era hora de chegar no posto de gasolina para lavarmos as motos e então finalmente voltarmos para a pousada e um banho quente. Não imagina a felicidade na hora de colocar então uma roupa seca. Guardamos as motos e resolvida essa parada saímos a pé pelo centro de Mostardas onde encontramos uma pizzaria. Depois de uma boa janta voltamos para a pousada. O cansaço era grande mas compensador.

Na manhã seguinte iríamos fazer o trajeto de volta para casa. Seria um outro dia bem longo, pela frente.

 

*Algumas imagens dessa parte do roteiro:

No começo da estrada para a Lagoa do Peixe.

No começo da estrada para a Lagoa do Peixe (só areia).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O piso já começava a mudar.

O piso já começava a mudar.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Parada para apreciar a Lagoa do Peixe

Curtindo o visual da Lagoa do Peixe

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A lagoa

A lagoa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Seguindo em frente

Seguindo em frente

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ponte e um visual incrível

Uma das pontes – (visual incrível)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Seguindo na intuição, mais do que o próprio caminho

Seguindo na intuição, mais do que o próprio caminho em si

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Desert vibe

Desert vibe

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Vladi mais a frente

O Vladi mais a frente

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Quase lá

Quase lá

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Chegamos na praia

Chegamos na praia

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Moto do Vladi no chão (caiu sozinha, o pezinho afundou na areia)

Moto do Vladi no chão (caiu sozinha, o pezinho afundou na areia)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Rolê na beira da praia (único caminho para a saída

Rolê na beira da praia (único caminho para a saída

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Tipo uns 16 km de caminho na beira da praia até a saída para Mostardas

Tipo uns 16 km de caminho na beira da praia até a saída para Mostardas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Farol de Mostardas (RS)

O Farol de Mostardas (RS)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

E a chuva bombando sempre

E a chuva bombando sempre

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Resto de um barco que o mar trouxe para fora

Resto de um barco que o mar trouxe para fora

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Vladi na carcaça do barco

O Vladi na carcaça do barco

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Procurando a saída da praia para a volta

Procurando a saída da praia para a volta

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Depois de sairmos da praia, já no caminho para Mostardas

Depois de sairmos da praia, já no caminho para Mostardas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Só para ter uma ideia do perrengue

Só para ter uma ideia do tamanho do perrengue

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Vladi na batalha

O Vladi enfrentando a lama

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Aqui na saída do parque, mas saca só o que ainda tínhamos pela frente

Na saída do parque, mas saca só o que ainda tínhamos pela frente (vários Km)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Depois de toda tranqueira, chegada na beira de Mostardas

Depois de toda aquela tranqueira, finalmente a chegada na beira de Mostardas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

No posto dando na motos

No posto dando um trato na motos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Road trip V.Aires – Mostardas 2016 *(parte 3 – A cidade )

Alguns kms depois do término (ufa!) de nossa aventura até a praia do Farol da Solidão, estávamos novamente em chão firme na BR-101 e assim seguimos em frente até finalmente chegarmos em Mostardas (RS). Como já havíamos anteriormente feito a reserva da pousada, então foi só chegar, trocar uma ideia e descarregar as coisas. Depois de um bom banho “quente”, para relaxar do friozinho, da chuva e de toda essa canseira de correria sem parar desde de manhã cedo. Valeu! Deu para recarregar as baterias novamente.

Mas não era só isso, o Vladi que já esteve por ali antes e portanto conhecia o local, funciona normalmente em 480 volts e com isso já tinha preparando mais um rolê em nosso cardápio motociclístico, para antes do final da tarde. Isso, o cara é crazy mesmo!…rsrsrsr

A essa altura já era por volta de 14hs e ainda nem tínhamos almoçado. Arrumamos nossas coisas e agora saímos levando apenas o necessário e com isso menos peso e tralhas nas motos, porque deixamos a bagagem na pousada. Depois de uma breve volta de reconhecimento pelo centro da cidade, acabamos optando por um lanche básico e deixar para mais tarde, na janta comermos algo mais elaborado. Enquanto isso a chuva voltava a ativa novamente no modo hard. Mal comemos e tínhamos de zarpar rumo a tal nova empreitada, que com a chuva, o dia estava mais escuro e ainda tínhamos de aproveitar o resto do tempo do dia, para visitarmos de moto a Parque Nacional da Lagoa do Peixe, que fica em Mostardas mas que de sair pela BR-101 por alguns kms à frente.

Claro que eu a essa altura eu já estava bem cansado e depois de praticamente passar quase o dia todo com os pés molhados, lá estávamos novamente na chuva para mais uma aventura que duraria ainda algumas horas e esperávamos estar de volta na pousada, até o anoitecer. Mas tudo bem, faz parte superar essas situações. Vamu-qui-vamu!

Saímos de cidade e tomamos a direção da entrada do parque. Só que eu precisava abastecer minha moto, até porque não sabíamos o quanto iríamos rodar pelo local que segundo o Vladi era mais longo do que o de nossa empreitada anterior. Acontece que me toquei disso de abastecer a moto somente quando já havíamos deixado a cidade e já estávamos na estrada quase na entrada do parque. Então o Vladi sugeriu seguirmos em frente até Tavares (RS), que não ficava longe e depois voltaríamos.

Tranquilo, melhor assim mesmo, porque o pouco de combustível que eu tinha nãio teria dado conta do recado. Com a chuva insistentemente sendo nossa parceira chegamos em Tavares. Uma pequena cidade que curiosamente não tem um posto de gasolina na parte central ou rua principal da cidade. Via de regra é fácil de encontrar um posto de gasolina em qualquer cidade em que se passa, mas nersse caso tivemos de pedir informação novamente. Descobrimos um que ficava num canto afastado e foi tudo certo, aliás cabe mencionar de que fomos muito bem atendidos. Apreitei essa breve parada para novamente tirar as botas e torcer as meias dos pés, para tentar diminuir os tantos litros d’água que estava transportando comigo…rsrsrs. Nessa hora tinha “aquela certeza” de que ficaria com um puta resfriado ou com dor de garganta, mais tarde.

Com as motos abastecidas, voltamos uma parte do trajeto até chegarmos na tal entrada da estradinha do Parque da Lagoa do Peixe. E sim, com a chuva ainda caindo a primeira coisa que me veio a cabeça foi de que teríamos novamente que passar por aquela situação de piso escorregadio e muda para areia fofa então até a praia. Ok! Vamos lá nos divertir outra vez…

 

*Confira algumas imgs da empreitada:

Entrada de Mostardas - RS

Trecho da entrada de Mostardas – RS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Parede da pousada: foto dos 3 famosos faróis locais

Parede da pousada: foto dos 3 famosos faróis locais

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Centro da cidade

Praça no centro da cidade

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Igreja no centro da cidade

A tradicional igreja no centro da cidade

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Finalmente um almoço (mesmo que rápido)

Finalmente uma tempo para um lanche mais forte (mesmo que rápido)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nossa companheiras: a chuva e a estrada

Nossa companheiras de viagem: a chuva e a estrada

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Posto em Tavares (RS)

Posto em Tavares (RS)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Trevo de Tavares (RS)

Trevo de Tavares (RS)


Road trip V.Aires – Mostardas 2016 *(parte 2 – O Farol da Solidão)

Então seguindo com a nossa saga de descer o litoral gaúcho até Mostardas (RS), fizemos uma parada e mudança de trajeto e direção, que já estava planejado em nossa programação e seguimos para a praia do Farol da Solidão. O engraçado é que o Vladi já havia estado ali antes mas não se lembrava direito da entrada para a estrada do farol. Na real passamos batido por ela mas percebemos uma placa indicando uma direção contrário ao bom senso de orientação geográfica…rsrsrsrsr. Na dúvida apelamos ao velho “aplicativo natural” de se parar em frente a uma casa local e pedir informação. Era mesmo o que suspeitávamos, a entrada era aquela mesmo só que a tal placa engraçadinha, estava errada.

Até aí tudo bem,  tudo tranquilo e divertido apesar das várias passagens de chuvas pelo caminho, a fome e o cansaço, mas nada disso se poderia comparar ao que vinha pela frente.

Já falei que havia chovido bastante, então é fácil imaginar como estava a estrada de chão a nossa frente levando em conta que se trata de uma região de litoral. Sim, um chão super liso, parecia que andávamos sobre um pão com chimia, só que no caso, uma mistura de barro com muita areia e diversos buracos e poças d’água, que poderiam ser largas, estreitas, fundas ou não, ah e as famigeradas cavas de trilhos de pneus de carro e por aí vai.

Me fez lembrar dos tempos de trilheiro, o pessoal iria curtir prá caramba andar ali, naquelas condições adversas, seria um ótimo teste de habilidades x tempo x velocidade. Só que eu estava com uma moto normal, sem equipamento adequado e com a minha Honda Bros 150 cc, ou seja, nada preparada para isso, assim como o Vladi com a sua Yamaha Tenere 250 cc, melhor mas maior e também mais pesada nessa situação. E não esqueça de que ambos tínhamos ainda bagagem nas motos.

Mas tudo bem, passamos trabalho (fotos abaixo), mas sabíamos que isso iria acontecer e portanto faz parte da empreitada. Tinha momentos em que dava para engatar uma marcha maior e seguir um pouco mais a frente de boa, mas grande parte do trajeto foi mesmo tentando equilibrar a moto nessa situação de piso escorregadio. Tenso e cansou bastante, mas conseguimos.

Seguimos nessa tocada. Eu achei que era um trajeto curto, mas não, tinha bastante chão ainda até a praia e o farol. Quando chegamos numa espécie de uma pequena vila e já se podia enxergar um pouco do farol e escutar o barulho do mar, ufa! Que alívio.

Uma pausa, descansamos, ajeitamos um pouco as motos e as roupas molhadas da viagem. Depois uma olhada bem de perto no farol, que sinceramente no meu imaginário era num local mais bonito, bem maior e mais glamoroso…rsrsrsrssr. Ok! Faz parte da vida esse tipo de reconhecimento  e situação. Algumas fotos, bate papo, caminhada perto do mar e era hora de seguir em frente.

Teríamos outra vez o mesmo trajeto de volta pela estrada sabão até a RS-101, para então continuarmos até a cidade de Mostardas, onde já havíamos reservado uma pousada.

Agora ainda mais cansado e com a fome aumentando, eu resolvi acelerar o processo do retorno. encarei com mais força, vontade e determinação aquele piso xaropento. Deu certo, mais velocidade e firmeza na direção (andando de pé na moto), ajudou e rendeu bastante. Assim encurtou o tempo da volta. Claro, tive um perrengue nesse meio tempo, entrei confiante demais numa cava (que era mais funda do que eu pensei), tentei sair dela (não se faz isso) e pimba! Fui para o chaão. Mas de boa, tombo em câmera lenta e na areia fofa da beirada da estrada. Cai rindo. Enquanto isso o Vladi, vinha bem lá trás, na sua pilotagem mais cuidadosa e old schooll. Aproveitei e fiquei um tempo deitado até ele chegar mais perto. Deu tempo de uma foto e depois ele ainda me ajudou a erguer a minha moto. O único prejuízo foi a lâmina do espelho direito que quebrou, no mais nenhum arranhão sequer. Beleza!

Mesmo com o tombo percebi que o procedimento correto para andar ali naquela situação, apesar de tudo, era esse. Segui em frente do mesmo modo. Novamente me distanciei do Vladi e quando cheguei na BR-101, foi um alívio. Cansou bastante. Assim que o Vladi também chegou, demos umas boas risadas dessa aventura, mas ainda não havíamos almoçado e era hora de seguir em frente. Tínhamos de chegar em Mostardas e eu estava louco para um banho quente, porque a essa altura do championship eu estava todo encharcado e com meus pés numa friaca, sem falar na fome (não se esqueçam).

O trajeto agora no asfalto novamente foi bem mais longo do que eu esperava, uns quarenta e tantos km até chegarmos na cidade e enfim, em nossa pousada. Imaginei que seria mais perto. Enfim, tudo bem, era hora de descansar.

Nah! engano…

 

*Abaixo imagens de quando deixamos a BR-101, em direção a praia do Farol da Solidão:

 

A placa com a seta indicando o lado contrário

A tal placa da seta indicando para o lado contrário

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A entrada a partir da BR-101

A entrada a partir da BR-101

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nada fácil

Humm… Não vai ser fácil

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Alguém falou chão liso!?

Alguém falou de chão liso!?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Alguém falou areia fofa!?

Alguém falou de areia fofa e fácil de atolar!?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Quase lá - olhando para frente

Quase lá – olhando para frente. Ainda falta um bocado para o mar.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Quase lá - do mesmo lugar, olhando para trás

Quase lá – do mesmo lugar, a visão para trás.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Chegamos!

Chegamos!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Olha o passarinho!

Cansados mas satisfeitos com a superação do caminho.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Feito

Feito! Farol da Solidão – meta cumprida.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A praia

A praia em frente.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Agora o caminho da volta

Agora a hora do caminho da volta.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ôpa! Vacilão.

Ôpa! Vacilão. Quer andar rápido e fazer chinfra de trilheiro, né.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ufa!

Ufa! Segue o baile, agora no asfalto.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mapa - do farol até Mostardas (RS)

Mapa – do farol até Mostardas (RS)


Rolê de manutenção

Ontem não teve o tradicional rolê com os amigos, cada um tinha lá os seus compromissos pessoais. Assim a coisa ficou para hoje, mesmo que fosse só um rolê de manutenção (como chamamos quando não vamos longe). Uma voltinha básica, só para rodar e curtir um pouco.

É claro que não dá para ficar sem o rolê de moto, mas tudo bem, se ontem não deu, hoje foi a vez e o dia estava bonito, quente e com aquela tradicional cara de tarde de verão. Deu na medida para saciar a vontade de andar de moto.

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 


Em busca de um bom café

Se ontem choveu mas mesmo assim naõ haveria rolê porque era dia a festa do Bolori, hoje que foi dia de sol não teve perdão.
Foi dia de pegar a moto e seguir a estrada para um rolê com os amigos. Eu, Pretto e o Alexandre seguimos para o lado de Santa Cruz do Sul e depois, na volta, uma parada estratégica para um café.

Tudo muito tranquilo num rolê de boas, sem grande s firulas. Só para movimentar as motos e não enferrujar.

Na volta uma parada no postinho para uma cevas, encontrar os amigos Fabrício e o cão Tupac. Mais tarde ainda chegaram fizemos novas amizades com uma galera de POA que estava por lá e veio conversar sobre as motos. Legal isso.

Um bom domingo. Keep on rock.

img_5403pp

DCIM100GOPRO

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

img_5399pp


Born Free Bound


Época de torrar de calor na estrada

Uma conferida ontem de noite sobre o clima e o tempo para esse sábado e lá estava marcando nublado. Ok!
Só que não foi bem isso que aconteceu. Hoje fez um dia muito bonito, ensolarado, aliás bastante ensolarado e assim, convidativo para andar de moto. Só que não tem esse mimimimi de muito calor e tal. O negócio é seguir em frente. Sempre!

Como de costume, combinamos um local e horário para sairmos. Dessa vez marcamos um pouco mais tarde do que o habitual porque a intenção era apenas dar um pequeno rolê. E novamente também não foi o que aconteceu. Mudamos de plano e acabamos indo até General Câmara (RS), com o time formado por mim, o Pretto e o Alexandre.

Essa foi a primeira vez em uma das motos apresentou problema na empreitada, isso quando já tínhamos rodado algo por volta de uns 50km. De uma hora prá outra a moto do Alexandre deu algumas falhadas na aceleração e ele ficou preocupado com isso. Paramos, fizemos uma breve reunião de pauta, estabelecemos novas metas, prazos e diretrizes e assim sendo, ele próprio deliberou no sentido de entender ser melhor retornar casa e pediu para continuarmos seguindo em frente em nosso roteiro, não vendo necessidade alguma de o acompanharmos em sua volta.

Deu tudo certo. Depois ele nos mandou um recado pelo celular, de que  já estava em casa e seu retorno tinha sido tranquilo. Foi mais por uma questão de prevenção do que uma pane ou problema sério com sua moto. E segue o baile.

Com calor que estava fazendo hoje também foi dia de abandonar as jaquetas de couro. Liberdade! Nada como andar assim num dia quente, de boa e com menos equipamentos, sentindo o vento e curtindo a bela paisagem da região.

Em General Câmara uma parada num postinho para repor um pouco o organismo com uma água gelada. Que maravilha. Nada de café hoje, apenas uma boa conversa, onde deliberamos e resolvemos algumas centenas de problemas do mundo com nossas ideias.

Depois já era hora de pegar a estrada novamente no sentido de volta. Bem pouca gente no caminho hoje, mas por outro lado, contei uns seis lagartos mortos atropelados sobre o asfalto, ao longo do nosso trajeto. Uma pena. Esses bichos gostam e precisam de lugares quentes para digerirem sua comida dentro de seu estômago e nada melhor do que o asfalto quente para dar essa mãozinha, só que daí o perigo de serem atropelados é bem grande.

Tivemos um retorno tranquilo, só eu meio que desligado, contemplando a vista da paisagem (muito bonita) e um determinado momento, numa parte de pouco movimento quase passo direto, em alta velocidade, por um desse redutores de velocidade eletrônico. Me escapei por pouco, consegui diminuir na “champinha”. Ufa! Senão seria uma multa muito boba.

Outro dia incrível e bem aproveitado com os amigos. Tudo certo com a gente e também com o Alexandre, que teve de retornar mais cedo

Abaixo algumas imagens de hoje.

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 


O tempo é curto

E não é que já é outra vez final de semana, mais um sábado bonito de sol e o dia oficial de se pegar a estrada. Dessa vez apenas entre dois, eu e o Pretto. O Alexandre resolveu ir no encontro de Encantado, enquanto que o Rafael e o Luiz Carlos foram com uma outra galera até o Rio do Rastro.

De qualquer forma foi uma tarde muito boa, clima ameno e nada daquele calor intenso das últimas vezes, que na real torna muito ruim andar de moto por causa da jaqueta e alguns outros apetrechos de proteção, isso que a gente nem usa tanta coisa assim.

Nos encontramos no ponto de partida como o combinado, foi só abastecer as magrelas e rodar. Saímos na direção de Lajeado, depois uma passada numa revenda de motos para conferir de perto algumas motos em sua exposição, trocar uma ideia e então daí, seguir rumo à Teutônia. Em seguida mudar o curso até Tabaí, direto para a Casa do Mel. Sim, o lugar pode a primeira vista não parecer muito bacana, mas uma vez lá dentro…bãisch! Cada coisa boa. Já se tornou também um de nossos pontos tradicionais durante nossas empreitadas motociclísticas pela região.

Depois de um pit stop para um café, um relax sem pressa alguma na sombra das árvores e já era hora de tomar a direção de casa novamente. Planejamos seguir pela RS 386, o mesmo caminho, só que desta vez indo direto até Lajeado, sendo que o lance era dar uma passada para um confere no Marreta. Depois o óbvio, vir para casa. E uma vez aqui, daí sim abrir de verdade os trabalhos com um bom chopp.

A frase final e que na real é uma das mais importantes toda vez que descrevo brevemente o que rolou nesses nossos rolês de moto (se é que isso interessa a alguém???), é a seguinte:
– “Foi tudo bem, tudo tranquilo, uma boa curtição em mais um sábado daqueles! Ponto.

E enfim, é isso o que importa >>> ir e voltar, bem e inteiro!

 

*Nota: Semana passada faleceu um conhecido nosso, em um acidente de moto durante uma viagem com os amigos. Fato triste e lamentável.

Mas a vida é assim mesmo, corremos riscos SEMPRE, o dia todo e não somente quando se está andando de moto. O ato de viver, por si só já é bem perigoso, não importa o que você faça!

 

Abaixo algumas imagens deste sábado.

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

img_4784pp

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

img_4788pp

 

 

 

 

 

 

 

 

 

img_4793pp

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

img_4799pp

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

img_4804

 

 

 

 

 

 

 

 

 

img_4806pp


Rolê de moto – Lajeado / Arroio do Meio / Forqueta

Novamente já é sábado e como passa tão rápido! Novamente um belo dia, com um sol e tanto e uma calma bacanuda no ar. Como eu tinha planos de passar em uma revenda de motos em Lajeado para trocar uma ideia, dessa vez sai mais cedo. Estava sozinho, porque meus parceiros foram numa almoço da turma e como eu queria dar essa volta num sábado de folga, peguei a estrada na RST-453

Tudo normal e tranquilo, sempre me esqueço de como é melhor sair mais cedo e ainda pela manhã. Fiz a minha volta até a tal revenda e depois resolvi almoçar no shopping de Lajeado. Feito o carreto, peguei a RS-130 e segui em direção de Arroio do Meio, depois rumo à Forqueta. Caracas, que visual bonito esta região. Nunca estive antes por essa estrada de Forqueta, muito bonito, um asfalto estreito, sem acostamento e com muitas curvas, típico de interior do interior (saca!?), mas com uma paisagem incrível. Até resolvi diminuir a velocidade e seguir mais de boas, para aproveitar merlhor e curtir bem esse caminho com morros, muitas casa antigas e fasz\endinhas, tudo muito bem cuidado, tanto que havia gente em tudo que é canto e casa, nesse baita baita sol que fez hoje,  fazendo algum tipo de trabalho ou arrumação. E eu pensei – Tó aqui, só de boas no passeio moto…Putz! ……rsrsrssr. Mas OK! Trabalho, dou duro a semana toda e tenho direito de ter o meu tempo de descanso também, até porque tenho de pagar minhas contas e manter a vida.

Como dessa vez estava novamente no modo lobo-solitário, pude parar várias vezes, quando desse vontade, mesmo que para uma olhada aqui ou ali,  com mais calma e atenção. Fiz algumas fotos só que que lá pelas tantas – cedo até – acabou a bateria da máquina fotográfica, então apelei para o o celular mas esse também estava com uma carga fraca. Uma pena, justamente porque esse rolê merecia mais e melhores fotos.

Uma coisa bem interessante que percebi no caminho, ao lado de uma igreja, onde havia uma escola e construíram um relógio de chás – vi isso uma vez na TV. Explico!  Trata-se de um relógio construido no pátio, onde se colocam várias espécies diferentes de plantas medicinais (para se fazer chá), tudo bem organizado, indicando o melhor e mais adequado chá para cada horário do dia (veja abaixo).

Curisosidade: O “Relógio da Vida” é baseado em uma metodologia de trabalho da Emater-RS, buscando associar o uso popular de algumas plantas medicinais aos horários nos quais determinados órgãos do corpo humano apresentam maior atividade, de acordo com a medicina tradicional chinesa. Foram feitas algumas modificações na proposta inicial da Emater-RS, consultando-se literatura científica. 

As plantas
Alcachofra; malva; sálvia; hortelã-pimenta; alecrim; mil-folhas; quebra-pedra; alho; sene; e dente-de-leão 
Dicas
– não é necessário o uso das plantas apenas no horário indicado
– antes de preparar o chá, deve ser feita a higienização do material vegetal colhido em água corrente 
– as plantas medicinais são coadjuvantes no tratamento medicamentoso, quando ele existir.

Enfim, outro daqueles dias que foi bem aproveitado e melhor ainda, numa moto, sem entrevero algum, só relax e curtição.

Keep on rock, baby!
Tenham um bom final de semana.

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

img_4527pp

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

img_4529pp

 

 

 

 

 

 

 

 

img_4532pp

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

img_4534pp

 

 

 

 

 

 

 

 

img_4533pp

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

img_4542pp

 

 

 

 

 

 

 

 

 

img_4541pp

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

img_453555pp

 

 

 

 

 

 

 

 

 

img_4555pp

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

img_4549-bpp

 

 

 

 

 

 

 

 

 

img_4543pp

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

img_4547pp

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

img_4557pp

 

 

 

 

 

 

 

 

 

img_4561pp


Calor pouco é bobagem

Uma coisa que há um bom tempo não acontecia foi a de nos desencontramos para um rolê. Hoje teve isso. Não combinamos direito previamente um ponto de partida, horário e nem nada e deu no que deu. Desencontramos total, cada um acabou indo para um lado diferente. Mas enfim, o que importa mesmo é a galera se divertir, e curtir bastante o rolê de moto, seja lá para onde for.

Dia de sol forte e calor, então era hora de se preparar com protetor solar e uma roupa não tão pesada como de costume. Ah esse verão… Eu prefiro andar de moto em dias amenos e até mesmo de vento ou frio, mas no calor a coisa fica bem complicada. Um passeio na cidade tudo bem, mas encarar uma rolê mais forte no asfalto já muda bastante de figura. A velocidade, o ritmo da andada, o tempo de exposição ao sol, o calor do motor e da moto em si, tudo muda, até a reação do corpo. Tudo bem, faz parte e já que é a vez de calor e do verão chegar, que assim seja.

Sai sozinho (depois de tentar encontrar a rapaziada e não achar ninguém), segui para o lado de Lajeado. No caminho encontrei um carro esportivo que me pareceu ser um Shelby Cobra, mas não sei dizer se era um original mesmo ou apenas uma cópia desse carro. Tenho uma miniatura desse em casa. De qualquer forma é um belo carro esportivo conversível.

Seguindo em frente resolvi de última hora mudar o trajeto e entrar em Cruzeiro do Sul, fazia tempo que não ia até lá. Uma breve passada pela cidade e voltei novamente ao caminho em direção à Lajeado, onde passei apenas por fora e dessa vez, não entrando na cidade. Segui depois então até Estrela, onde fui até o porto. Sol à pino, calorão danado, dei apenas uma parada, uma curtida no lugar e de volta ao caminho.

Fui para em direção à Bom Retiro do Sul, onde aproveitei e entrei até a cidade. E aqui cabe dizer uma coisa importante – que belo trajeto de entrada de cidade! Muitas árvores dos dois lados da via. Muito bom, muito bacana e quem não gosta de um trajeto com sombra, hein!? Mas também foi só uma volta, uma entrada na cidade apenas de passagem, nem parei.

Então segui o plano original que eu havia traçado em minha mente, que era ir até Teutônia, atravessando todas aquelas três localidades e sair no trevo do Posto da Polícia Rodoviária, na Rota do Sol, para então tomar a direção de volta, ou seja, Lajeado / V.Aires. E assim foi mais uma boa tarde de moto.

Um rolê diferente porque estava sozinho, mas de qualquer forma foi bom e deu para curtir bem o rolê, apesar de “ainda” não estar acostumado com o forte calor. Abaixo algumas fotos dessa empreitada de hoje.

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Rolê no feriado de finados

Dia de feriado de “Finados” em pleno meio de semana, justo quando a indicação do tempo era para ser um dia de chuva por aqui. Confesso que fiquei decepcionado com isso no começo da semana, sabendo da previsão. Mas até que não. Vamos combinar de que hoje não fez lá um belo dia e até pintou um sol um tanto tímido, mas com essa margem de segurança de tempo firme, foi possível pegar a estrada de moto numa boa.

Demos um rolê não muito longe, só para não enferrujar….rsrsrsrsrs. O bom foi que não houve nada de chuva nesse momento, só que estava um tanto mais frio (talvez pelo vento) do que o esperado. Enfim, uma adversidade tranquila de se superar a essa altura da experiência.

Um feriado bacana bom para descansar e relaxar.
Abaixo algumas fotos da empreitada, se bem que nem sei a quem isso possa interessar, mas enfim…

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

 


Dia de tiro curto com a moto

Como acontece todo ano hoje, foi dia de Oktober Moto em Santa Cruz do Sul. E sempre me parece uma coisa engraçada, rodar tão pouco para logo estar num encontro de motociclistas, aqui do lado, no quintal do vizinho.  Mas tudo bem, sempre é um encontro bom e divertido.

Só que este ano eu não achei graça nenhuma, aliás há um bom tempo eu não curto mais esse tipo de encontro, encontro algum de motociclistas. Tem muito lobo alfa envolvido, muito machão (posudo), muita chinfra, muita “ode” e referência ao S.O.A. (que saco isso!!!!) e bandas que tocam sempre, eu disse SEMPRE a mesma coisa (Creedence, ZZ Top, AC/DC e o hino “Born to be Wild”) – porra meu” PQP. Eu gosto dessas bandas, mas não há necessidade de ser repetitivo assim. Putz! Isso é coisa de anos e anos, em tudo que lugar. Nah! Não é prá mim.

Não estou de modo algum malhando o encontro, que afinal é bem organizado sempre e hoje fez um belo dia de sol (sol de rachar), portanto, tinha bastante gente que aproveitou o tempo para o seu rolê tomar essa direção. Bacana. Encontramos vários amigos e conhecidos, lado bom desse tipo de evento e estavam se divertindo, enfim, é isso o que importa.

Sobre o nosso rolê, fomos eu, Pretto, Rafa, Luis Carlos, Vladi e a Fabi, a turma de que anda junto na maioria das vezes. Na ida demos uma esticada no trajeto, até para não ser um passeio curto demais de só 60Km (ida e volta). Assim aumentamos essa quilometragem simplesmente passando bem por fora de Santa Cruz do Sul, dando a volta pelos fundos do autódromo local para depois então tomarmos a direção da cidade. Isso por si só já dá uma boa empreitada de uns trinta Km a mais e o rolê já fica mais interessante. Uma volta bacanuda.

Tudo tranquilo, os caras ficaram por lá mais tempo mas eu, como já disse, não tenho mais paciência para esse tipo de empreitada.
A vida segue. Keep on rock, baby!

Ainda estou com minha máquina fotográfica estragada desde a semana passada, não sei o que houve com ela, apelei então para a GoPro novamente. então agora é tudo no automático, mas até rolam algumas boas fotos.

 

sta01

 

 

 

 

 

 

 

 

sta02

 

 

 

 

 

 

 

 

 

sta03

 

 

 

 

 

 

 

 

 

sta04

 

 

 

 

 

 

 

 

 

sta05

 

 

 

 

 

 

 

 

 

sta06

 

 

 

 

 

 

 

 

sta07

 

 

 

 

 

 

 

 

 

sta09

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DCIM100GOPRO

sta11

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Uma subida em direção à serra gaúcha

É claro que ontem teve sim o tal rolê de moto com os parceiros, dia lindo como aquele não tem como resistir de pegar a estrada. Já ainda em função do horário de verão, agora podemos muito bem dar uma esticada, um tiro mais longo em nossos roteiros, por causa do horário do sol e ainda voltarmos com luz do dia. Dessa vez fomes entre quatro motos, eu, Pretto, Rafa e o Luiz Carlos.

Escolhemos de última hora seguirmos para Guaporé, cidade e região muito bonita, que só melhora à medida em que subimos a serra. Eu particularmente curto muito essa região e gosto da empreitada de irmos até lá, quem sabe um dia inclusive venha a morar em alguma cidade por ali. Como de praxe demos uma chegada no mirante que fica antes de se chegar em Guaporé. Também fomos no autódromo local, onde havia treinos e provas de motovelocidade acontecendo. E como ninguém é de ferro, depois demos ainda uma parada para um café, no centro da cidade.

Lamentável apenas o fato de que a minha fiel e pequena câmera fotográfica que facilmente carrego em meu bolsos nessas trips de moto, acho que deu sinal de que foi “pro saco”. Com isso não consegui fazer e muito menos recuperar as poucas imagens que fiz nessa nossa última empreitada. O que então salvou a parada e os registros, foi o celular emprestado do Pretto. O meu acabou a bateria logo que saímos. Quanta displicência de minha parte -“hein ô Batista”! Não sei como vou fazer na próxima vez, isso se a máquina fotográfica não for arrumada até lá -#achoquenao…

Outra vez tudo tranquilo, uma viagem normal, na boa, na paz e que deu para curtir bastante levando em conta o tempo livre e o clima/tempo do sábado. Muito grato por momentos assim. Só quem curte e anda de moto assim sabe o que digo.

Abaixo algumas imagens da parte final do nosso rolê.

20161022_144655pp

 

 

 

 

 

 

 

 

 

20161022_144611pp

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

20161022_144726pp

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

20161022_144740pp

 

 

 

 

 

 

 

 

 

20161022_150023pp

 

 

 

 

 

 

 

 

 

20161022_145958pp

 

 

 

 

 

 

 

 

 

20161022_145952pp

 

 

 

 

 

 

 

 

 

20161022_153826pp

 

 

 

 

 

 

 

 

 

20161022_153939pp

 

 

 

 

 

 

 

 

 

20161022_161345pp

 

 

 

 

 

 

 

 

 

20161022_162113pp

 

 

 

 

 

 

 

 

 

20161022_162118pp

 


Com ou sem chuva

Mesmo com o site do clima alertando para período de chuvas na parta de tarde, a manhã e e boa parte da tarde apenas apresentavam uma textura de cinza no céu, sim, iria chover mas talvez, eu disse talvez, desse para dar um rolê de moto ainda antes da água cair. Claro que não foi assim.

Nos reunimos no point habitual e dessa vez tinha mais gente na troupe: eu, Pretto, Alexandre, Rafa e o Luiz Carlos, que está com uma moto nova. Conseguimos sair ainda com um clima ameno, apesar do calor e sem um sol algum na cabeça mas já esperando tomar uma chuvarada no caminho. Melhor assim, ir em frente já sabendo o que esperar. Deu para seguirmos até o nosso ponto de objetivo, que era o posto em Herveiras, a chuva veio sim mas foi mesmo fraca e isso já quando faltavam apenas alguns km para chegarmos lá.

Sem muito nos molharmos, fizemos o tradicional pit stop, um café (nada de álcool), bate-papo, o dog amigo local já veio parar junto da rapaziada, a chuva aumenta e 3esperamos um pouco mais. No que os pingos diminuem, era hora de montar nas motos e voltar prá casa. Dessa vez sem mais nenhuma parada ou desvio, direto prá casa.

Então no final o tal chopp amigo, encontrar algumas conhecidos, papo de buteco, risadas, trocar uma ideia e pimba! Ir prá casa para um banho e trocar de roupa, que a essa altura do championship já estava bem molhada e depois se preparar paras o churrasco de logo mais.

Algumas imagens deste rolê de dia de chuva. Nada de tão especial, mas foi bom e bem divertido sim, apesar dos cuidados redobrados de toda a galera.

 

dsc04617pp

 

 

 

 

 

 

 

 

 

dsc04623pp

 

 

 

 

 

 

 

 

 

dsc04619pp

 

 

 

 

 

 

 

 

dsc04625pp

 

 

 

 

 

 

 

 

 

dsc04626pp

 

 

 

 

 

 

 

 

 

dsc04624pp

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

dsc04627pp

 

 

 

 

 

 

 

 

 

dsc04629pp

 

 

 

 

 

 

 

 

 

dsc04630pp

 

 

 

 

 

 

 

 

 

dsc04644pp

 


Enquanto Houver Sol

Tomando emprestado esse nome de uma música dos Titãs e ainda dizendo que é caminhando que se faz o caminho, esse foi mais um sábado de rolê. Desta vez foi dia do lobo solitário, meus parceiros resolveram ir num encontro de motociclistas em Carlos Barbosa e como eu não curto muito essa vibe, resolvi ficar por aqui mesmo. Claro, mas teve rolê, mesmo solitário.

Como não havia horário e nem ninguém por esperar que fosse junto, saí mais tarde do que o habitual, assim deu para descansar um pouco depois do meio dia já que pela manhã tinha à Lajeado. Sem muito preparo ou ajustes e foi só subir na moto e partir. Fui para os lados de Passo do Sobrado, depois Vale Verde e mais um bocado de caminho, mas não cheguei até o postinho, que normalmente é nosso ponto de referência quando vamos para essas bandas.

Um sábado bonito de sol mas com bastante vento, que aliás, por vezes fazia até a moto jogar um pouco para o lado. Mas tudo tranquilo e sossegado. Parei algumas vezes simplesmente porque me deu vontade. É bom curtir com um pouco mais de contemplação e admiração esses lugares por onde passamos. Tem muito lugar aqui perto mesmo com um visual muito bonito e uma boa vibe também. Fica a dica!

Foi um rolê sem nenhum destino determinado, apenas o lance da adrenalina de rodar de moto, ouvir o ronco do motor, sentir a vibração da moto e curtir a estrada. simples assim. Mas como é bom!

Mais uma sábado que valeu a pena. Thunder mthfkr.
Fiquem bem!

Algumas imagens do rolê de hoje:

 

dsc04570pp

 

 

 

 

 

 

 

 

 

dsc04573pp

 

 

 

 

 

 

 

 

 

dsc04571pp

 

 

 

 

 

 

 

 

 

dsc04579pp

 

 

 

 

 

 

 

 

 

dsc04584pp

 

 

 

 

 

 

 

 

 

dsc04589bbbpp

 

 

 

 

 

 

 

 

 

dsc04593pp

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

dsc04594pp

 

 

 

 

 

 

 

 

 

dsc04598pp

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

dsc04602pp

 

 

 

 

 

 

 

 

 

dsc04615pp

 

 

 

 

 

 

 

 

 

dsc04566pp

 

 


A ponte

Véspera de eleições, momento de encontrar com os amigos que voltam à cidade para votar e também de aproveitar para dar um rolê de moto. Aliás, que dia para isso, esse de hoje!

Dessa vez o Pretto não pode ir junto, teve de cancelar de última hora por um problema de saúde na família, o Alexandre também estava de viagem, então sobrou apenas eu e o Vladi. Como já estava tudo combinado desde a noite de sexta-feira, fato raro em nossas empreitadas, não dava mais para cancelar, até porque na hora em que o Pretto me avisou de que não iria poder mais ir junto, o Vladimir já estava no caminho vindo de POA, para nos encontrar no trevo de Teutônia. Tranquilo! Saí sozinho no horário combinado e fui ao encontro do Vladi, no caminho.

Nessa parte inicial do trajeto já uma treta! Foi em Lajeado, um pouco antes do trevo para a Rota do Sol. Um motorista num Fiat Palio da empresa Wurth, me fechou e quase causou um acidente, claro que então mandei ele a merda, o cara não gostou e meteu o carro por cima de mim. O que tenho a dizer é… babaca grande F.D.P.!!! De boas, tinha na traseira o velho adesivo: Como estou dirigindo? Ligar para número tal...rsrsrsrs
Se fudeu!

Mas OK, seguindo em frente, me encontro com o Vladi, conto o ocorrido e ele me diz de um acontecimento parecido, que houve com ele, também no caminho. Risadas. Estamos bem. O negócio é seguir em frente sem olha prá trás.

O combinado era irmos até Garibaldi, almoçar no caminho. Assim fizemos, paramos numa lancheria de beira de estrada, num posto de gasolina que conhecemos – La Cantinella. Fica a dica, excelente! Feito a parada par ao almoço, hora de seguir viagem. Já estávamos bem perto de Garibaldi, eu queria mostrar para o Vladi onde era antigamente a famosa pista de ski, que hoje em dia está totalmente abandonada. Tentamos chegar lá, mas não deu. A estrada estava interrompida porque estão construindo um condomínio e uma empresa no local. Eu e o Pretto já estivemos lá, há mais de um ano atrás, quando ainda era possível chegar até o topo do morro, lembro até de que fiz algumas fotos para um post aqui no blog (interessado? Procurem aqui pelas tags – Garibaldi / pista de ski / rolê de moto Garibaldi – sei lá….).

Resolvemos então seguir até Nova Roma, para vermos uma famosa ponte de metal que há por lá. O Vladi conhecia o caminho e nos mandamos prá lá. Puêrra, que trajeto bonito esse. Muito legal, cheio de curvas numa descida quase sem fim (rsrsrsrs…), uma estrada na beira de um morro onde muitas vezes nem acostamento tinha. Incrível. Muito bom.

Claro que chegamos lá no local da ponte, ficamos boquiabertos de bonito que é o lugar “todo”, de verdade. Encontramos por lá até um grupo de trilheiros de moto, que estavam descansando na sobra de uma grande árvore, no outro lado da ponte. Em seguida chegou também um outro grupo, mas daí de ciclistas que estavam metendo um “pedal forte”, porque na descida tudo bem, mas queria só ver esses caras voltando no pedal, subindo tudo aquilo lá…. Ah! A estrada é tranquila e toda asfaltada (mas cuidado, muitas, muitas curvas mesmo). Fica a dica para quem ficar interessado em conhecer o lugar.

Depois resolvemos voltar, para chegar em casa ainda com dia claro. É o grand elance desse tipo de viagem de moto, evitar andar a noite, que é mais perigosos por causa da iluminação e da dificuldade então de se enxergar os “milhões” de buracos, nessas maravilhosas estradas que temos por aqui (sic!).

No mais tudo tranquilo na volta, apenas uma parada no mesmo posto da ida só que agora para abastecer o tanque da moto e também tomar uma água gelada. O bem vem agora – mais um sábado muito bom e bem vivido! Thanks.

*Abaixo algumas imagens do rolê de hoje.

 

dsc04451pp

 

 

 

 

 

 

 

 

 

dsc04454pp

 

 

 

 

 

 

 

 

 

dsc04459pp