Tentando escapar da chuva

Mesmo com um clima de chuva e nada favorável ainda na sexta-feira de noite, deixamos mais ou menos combinado que no sábado, eu e o Pretto iríamos até Garibaldi. Também havia tratativas para o Vladi saindo de Porto Alegre nos encontrar pelo caminho. O sábado amanheceu sem chuva mas de cara cinza e de nuvens sinistras pelo céu. Como era cedo, ainda dava para mim dar as minhas voltas antes mesmo de chegar o horário marcado para a nossa saída e até lá conferir se ainda iríamos ou não mesmo com esse clima.

Passei na oficina do Jackson, meu mecânico habitual para deixar com ele umas peças e encontro por lá o Rafa (que não poderia ir hoje com a gente), junto com dois gringos argentinos e suas motos – uma HD Sportster 1200 e o outro com uma BMW GS 800. O Rafa encontrou esse pessoal ontem a noite parado no centro de Venâncio Aires, junto com mais uns 7 amigos, esse grupo está fazendo uma viagem da Argentina até Camburiú, em Santa Catarina, passando por vários lugares interessantes no trajeto. Estavam bem informados quanto a isso. Foram na oficina para um acerto no sistema elétrico de partida da HD, que apresentou problemas durante a viagem. Dica do Rafa.

Um bom momento para uma conversa com motociclistas estrangeiros. Enquanto o Jackson, que é o mecânico dava um trato na HD a gente foi batendo um papo. Eles queriam ir ainda pela manhã até Gramado. Até dei uma dica de um trajeto alternativo mais longo mas tbém bem mais interessante, que marcaram no seu GPS e ficaram de pensar.

Incrível como essa coisa de um ideal comum é muito bacana, foi muito fácil interagir com pessoas que curtem e compartilham de um mesmo interesse comum, ou seja, viajar/andar de moto. Conversamos rapidamente sobre várias coisas, o Jackson terminou o serviço no puro espírito da camaradagem de aventureiro nem cobrou pelo seu trabalho. Os gringos ficaram contentes e agora com o problema da moto deles resolvido seguiram para darem ainda algumas voltas pela cidade, passar na loja do Rafa para uma visita e um chimarrão e depois se reunirem com seus outros amigos no hotel antes de seguirem a viagem. Nos despedimos, desejei boa sorte e uma boa viagem para eles. Gente legal.

Chegando em casa ainda tinha de resolver com o Pretto se nós iríamos fazer a nossa trip até Garibaldi, já que o dia ainda estava cinza e com cara de chuva. Resolvemos seguir o combinado assim mesmo. Nos encontramos, uma rápida conversa enquanto abastecemos as motos e pé na estrada.

Seguimos para Lajeado, depois pegamos a Rota do Sol onde aconteceu o inusitado,  um caminhão de leite a nossa frente tinha um certo vazamento que borrifava ao vento um pouco de leite de vez em quando. Essa meleca impregnou as nossas viseiras do capacete enquanto estávamos atrás do caminhão. Tivemos de fazer uma parada em um posto de gasolina para limpar essa função. Seguimos em frente e chegando na parte do trajeto em que começa a subida de serra o céu escureceu e depois veio uma chuva de leve. Resolvemos parar em um abrigo de ônibus, no trevo de Imigrante (RS) para dar um tempo e ver se a chuva era apenas passageira ou não. Esperamos uns 15min e a chuva passou. Nesse meio tempo, enquanto ainda chovia, o tal grupo de motociclistas argentinos passa por nós em viagem (equipados p/ chuva) subindo a serra pela Rota do Sol, um caminho alternativo e mais longo para seus objetivos mas demonstrando que estavam mesmo com espírito de aventura e afim de rodar e conhecer novos lugares. Mazáh!

Voltamos para a estrada mas o asfalto molhado não ajudou muito, em pouco tempo já estávamos com os pés e calças molhadas. Seguimos assim mesmo. Fomos até Carlos Barbosa (RS), onde almoçamos. Nesse tempo o clima mudou para dia limpo e até o sol resolveu aparecer. Mas ao invés de irmos até Garibaldi resolvemos voltar mas passando por dentro de Teutônia e depois fazermos uma parada na cervejaria Salva, em Bom Retiro do Sul. Um pouco mais de conversa afinal não tínhamos pressa e nem compromisso algum no dia, depois seguimos o trajeto até Lajeado onde paramos para um confere nas vitrine de motos usadas na CNG. Daí era só voltar para casa.

Outro sábado incrível de viagem por aí. Valeu!

*Confira abaixo algumas imgs do rolê de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Um café em Herveiras

O sábado prometia desde cedo, o dia amanheceu com um céu limpo e tranquilo e sem a menor chance de chuva – dia de rolê de moto! Logo depois do meio-dia, sai em direção de Santa Cruz do Sul, havia combinado com o amigo Marcelo Montini de que iria passar lá para darmos juntos um rolê de moto. Aqui cabe a explicação de que o amigo tem uma Honda Shadow 600 vintage, toda originalzona, mas que está sem andar “forte” há mais de ano. Então normal ir aos poucos dando uma esticada na suas andanças. Hoje resolvemos por essa bela máquina para rodar até Herveira/ Barros Cassal.

Depois de chegar em Sta Cruz, nos encontrarmos no trevo da cidade aos pés dos gigantes “Fritz e Frita”, mesmo sem sombra alguma colocamos um pouco da conversa em dia e seguimos em frente. Já mencionei, fez um dia muito bonito de sol e com uma boa temperatura para andar de moto. O único inconveniente eram os fortes ventos que em certos momentos do trajeto chegavam a empurrar a moto um pouco para o lado. Mas tudo bem, desafios assim fazem parte da empreitada. A moto gastou um pouco mais de combustível com isso, mas ok, não acontece toda hora.

Já que Montini não conhecia ainda o trajeto, a função ficou mais interessante, tudo era novidade. É trajeto muito bom e realmente bonito, impressiona mesmo. então fica aquela coisa de dever cumprido, legal que ele curtiu – essa é a ideia, agora que já sabe o caminho vai poder dar os seus rolês por ali quando quiser e com mais frequência.

Foi uma viagem tranquila, fizemos algumas paradas eventuais e é claro que a grande ponte não poderia ficar de fora. É bem alta e tem a sua mureta de proteção baixa (acredito que menos de meio metro de altura), então quando se caminha pela beirada e chega tipo pela metade dela, dá até um certo medo olhar para baixo. A coisa piora quando passa algum caminhão “embalado” descendo o morro, a ponte toda treme. Não vai cair é claro (assim espero), se bem que as minhas pernas também tremem nessa hora, tenho de confessar….kkkkkkk

Depois da ponte seguimos o trajeto até o tradicional posto/restaurante em que normalmente a nossa turma faz a sua parada. O pessoal hoje resolveu ir até o encontro de motociclistas de Charqueadas, por isso não vieram junto para esse nosso rolê. Se tem encontro eu vou para outro lado. Esse é o meu lema.

*Tá, às vezes vou em encontros de motocilcistas sim. Mas só às vezes. E bem raramente. Não curto! Muita chalaça, zerinho, cortação de giro e gente pagando pau de machão lá S.O.A. – menos, né!

Uma parada, sombra, vento, um café na varanda do restaurante (nada de álcool, estamos dirigindo), uma boa conversa, abasteço a moto e então voltamos. Simples assim, tudo tranquilo. Só que um pouco antes chegarmos outra vez no trevo de em Santa Cruz do Sul, a moto do Montini “do nada” apaga rodando em plena estrada. Uma pane no sistema elétrico. Sem outra alternativa, a moto tem de ser empurrada até um posto de gasolina que por nossa sorte, ficava tipo uns 500m à frente. Lá tentamos dar um verificada melhor na moto e pareceu mesmo ser pane elétrica. Vamos rebocar! Começamos então a procura por uma corda e nada. O pessoal do posto até tentou ajudar, mas não rolou. Nesse hora interpelei um rapaz que chegou para abastecer numa caminhonete, perguntei se ele tinha uma corda e ele disse que sim. Ôpa! Prontamente o sujeito foi até a sua caminhonete e de lá tirou várias cordas (estava indo a um acampamento de pescaria) – Sorte 2!
Nos emprestou uma delas que pareceu ter tamanho adequado para a empreitada. Vendo a nossa situação o Robson (o cara da caminhonete), se ofereceu para rebocar a moto do Montini até em casa, que na real não era muito longe dali. Báh! Incrível, demos sorte de encontrar uma pessoa de espírito bom e disposta a ajudar, coisa rara nos dias atuais. Muito grato Robson!

Feito o carreto, moto rebocada até a casa do Montini. Hora de darmos algumas risadas do fato, afinal não foi nada de grave, só um pequeno contratempo mecânico-motocilístico, então tá valendo. Durante essa semana arruma a moto e na próxima já estará alinhando junto no grid de largada outra vez.

Conversarmos mais um pouco e então era hora de eu seguir o meu caminho fazendo o restante da viagem de volta até em casa. Tudo tranquilo e assim que chego outra surpresa, encontro a turma toamndo um chopp – o Rafa, Bolinha e o Professor Jéferson, recém chegados do encontro de Charqueadas. Feito! Me junto ao grupo.

Enfim, mais um sábado de aventuras em duas rodas. E como isso é bom!
Gracias.

*Abaixo algumas fotos de hoje. Minha câmera estava sem bateria, então foram apenas de celular memso (não curto), mas é o que temos para hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O que era para ser um final de semana só de chuva, teve um belo domingo de sol

Já que o sábado foi dia de chuva por aqui, o habitual rolê de moto ficou prejudicado (apesar de assim mesmo ter ido até Lajeado, entre uma chuva e outra), mas hoje o domingo começou bonitaço e bem ensolarado. Se não tem chuva e a vontade de andar de moto era grande, simbora para a estrada.

Saí cedo, logo no começo da tarde, tentando assim evitar todo aquele provável tráfego de volta do feriadão na metade da tarde em diante. Fui na direção de Santa Cruz do Sul e até desse vez entrei na cidade, dei um rolê pelas ruas centrais e depois segui em frente. Passei pelo autódromo, aproveitei para dar uma volta por uma área com uma boa estrada de chão batido ali por perto e depois retornei par ao asfalto seguindo para Rio Pardo. Depois a volta foi num trajeto mais alongada, passando por Vera Cruz e então, enfim, o caminho de casa. Mais um daqueles dias muito bom para andar de moto, ainda mais com este sol e o clima que fez de hoje. E eu que achei que seria um final de semana só de chuva. Beleza! Valeu.

*Algumas imgs do rolê de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Oktobermoto e balonismo na tarde

O sábado amanheceu estranho, com sol mas também ao mesmo tempo aquela cara de chuva. Como eu tinha um compromisso agendado, um exame de endoscopia, que é necessário sedar o paciente e que te deixa depois meio grogue e bastante cansado/sono, talvez fosse me ocupar o dia todo, então nem me preocupei com o fato de andar de moto hoje.

Acontece que eu estava com vontade de ir no 15º Oktobermoto de Santa Cruz do Sul, que é aqui pertinho, quase que como ir de moto até o quintal de casa (tá, exagerei, é tipo uns 30km de viagem), só que ainda não sabia se seria possível. Depois de um bom sono acordei legal e na metade da tarde, com o sol brilhando no céu e eu já me sentindo beleza, inteiraço, liguei para o Pretto (que ainda não havia saído) e em pouco tempo, já estávamos prontos em nossas motos rumo à Santa Cruz.

Foi um rolê curto, coisa que fazemos quase toda hora, até mesmo durante a semana às vezes, então não é nada de mais, a parada era mesmo ir no encontro de motociclistas em Santa Cruz. Que é quando rola aquela função toda de ver outras motos, encontrar amigos, comer e beber alguma coisa e se divertir com os shows e  eventos do local. Foi tudo tranquilo, o tempo ajudou e sem dúvida foi uma tarde bem interessante.

Na volta ainda passamos ainda pelo Parque da Fenachim, em Venâncio Aires, onde estava acontecendo um festival de balonismo. Muito bonito ver o céu com vários balões voando ao mesmo tempo. Depois disso então um chopp e muita conversa com os amigos que encontramos lá no Oktobermoto.

Valeu e mais um dia daqueles.

*Confira abaixo algumas imgs hoje no Oktobermoto:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Não era prá ter sido assim, mas foi legal

Já na sexta-feira havia combinado com o Pretto um rolê bacanudo para sábado, mas o tempo pelo jeito não quis colaborar com a nossa combinação e o dia amanheceu nublado e pior, a previsão já nos dava a dica de que a chuva viria sim logo mais. Então não teve jeito, deixamos para uma outra oportunidade.

Como o previsto a chuva veio logo após o meio-dia. Veio forte. Azar,me foquei então em outros afazeres em casa mas lá pela metade da tarde a chuva parou, secou a rua e recebo uma msg do Pretto convidando para irmos na festa de 3 anos da Grillu – a skate shopp do amigo Fabrício. Eu disse blz, mas então antes vamos ao menos dar um rolê de moto, mesmo que não indo muito longe, só para matar a fome de andar de moto.

E assim foi, um rolê até Santa Cruz mas que já deu para curtir a estrada. Um pingo e outro no caminho mas não teve chuva. Na volta paramos para um chopp então na skate shopp do amigo, que estava com uma festa bem pegada com chopp artesanal, panchos, brindes, sorteio de tattoo e ainda rolou um palco livre. Baita festa. Muito boa.

Esse foi o rolê de hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A famosa revenda “fantasma” de automóveis em Estrela e a sua história

Normalmente passo pelo trevo de entrada da cidade de Estrela (RS) quando tomo o caminho da Rota do Sol ou então sigo pela 386 (Lajeado / POA), hoje resolvi fazer algo diferente, ao invés de só passar ao largo por esse trevo, entrei de fato na cidade para dar uma volta por suas ruas, coisa que não fazia há anos e então aproveitar para ver como estão as coisas atualmente. tudo mudado par amim e a cidade me pareceu bem maior e desenvolvida do que eu ao menos me recordava.

Mas o interessante foi que logo que tomei uma das vias principais de acesso da cidade reconheci no caminho a minha frente a revenda de carros Volkswagen (Comercial Gaúcha), famosa pela sua peculiar história. Trata-se de uma revenda de automóveis que foi fechada aproximadamente há uns 15 anos por ordem da distribuidora Volkswagen, mas o seu proprietário, o Sr. Otmar Waltger Essig, ainda vai ao trabalho todos os dias e a mantém limpa, bem cuidada e intacta, apesar de não ter funcionário algum e estar “fechada” para o público todo esse tempo. Trata-se praticamente de uma revenda fantasma e também uma viagem no tempo.

Assista ao mini-documentário abaixo que você irá entender melhor os detalhes dessa interessante história.

 

Como há tempos não entrava em Estrela e nem me lembrava mais desse fato da revenda, apesar de ser uma cidade que fica aqui perto da minha e até mesmo isso também já ter sido motivo de um post aqui no blog, fiquei surpreso e empolgado. Foi bom relembrar dessa história e assim também ver de perto o prédio e os elementos que compõem essa história.

Estacionei perto da revenda e dei uma caminhada na calçada ao longo do prédio. Sim, óbvio que coloquei a cara no vidro para tentar ver melhor o que ainda havia lá dentro e como estavam as coisas. Assim como no vídeo acima, tem lá o Fusca e o Santana, o pátio e as dependências todas limpas e cuidadas, as salas, escritórios, as peças nas estantes e as em exposição, quase como se fosse uma revenda ainda em funcionamento – (aliás, mesmo ela estando fechada está melhor cuidada que muitas outras “abertas” por aí, que eu conheço. Só para constar).

Isso realmente me pareceu uma espécie de um museu casual, algo quase como se o tempo tivesse parado por ali na década de 90. É interessante isso e também desperta a curiosidade dos fatos. Tanto que assim que cheguei em casa procurei novamente pelo vídeo desse documentário e também algumas matérias que já tinha lido no passado. *Esse material está anexo (links) aqui no post.

Mais um daqueles estranhos e sinuosos fatos da vida que são tratados de formas diferente do que talvez a maioria das pessoas normalmente o faria. O que de certa forma acaba por chamar a nossa atenção. Creio que até compreendo a atitude do Sr. Otmar, mas não cabe a mim fazer qualquer julgamento sobre os fatos. Apenas entendo isso como uma coisa inusitada e que faz parte dos caminhos da vida.

Fica aqui então o registro dessa visita ao local e espero que os interessados leiam as matéria e assistam o vídeo. A vida segue.

Valeu!

*Veja algumas imagens:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

>> Leia abaixo (links) de algumas matérias sobre a revenda e a sua curiosa história:

https://carros.uol.com.br/noticias/redacao/2013/10/02/concessionaria-fantasma-tem-fusca-zero-e-sp2-impecavel-veja.htm

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https://noticias.r7.com/carros/fotos/concessionario-volkswagen-fechado-desde-2002-ainda-guarda-carros-antigos-zero-quilometro-04032015#!/foto/11

………………..

http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2013/08/dono-de-revenda-fantasma-preserva-carros-e-vai-ao-trabalho-todos-os-dias.html

 

Rolê de hoje: Estrela / Fazenda Vila Nova

Depois de uma semana com feriado de dia das Crianças e de vários dias de chuva, não poderia se esperar coisa diferente para hoje. O dia amanheceu com um chuvisqueiro murrinhento e tudo indicava de que não seria legal dar um rolê de moto nessa condições. Perto do meio-dia o chuvisqueiro parou e até apareceu o tal do sol. Fazia tempo que não dava as caras por aqui. Me empolguei e resolvi dar o meu rolê de moto. Hoje novamente sozinho, peguei a estrada e segui na direção de Lajeado, no caminho o céu deu uma fechada novamente, pensei que choveria em seguida, então resolvi seguir em frente até a chuva cair, daria meia volta e tomaria o rumo de casa.

A chuva não veio, o sol brilhou outra vez e segui em frente de boa. Entrei na cidade de Estrela, coisa que nunca faço porque normalmente é apenas uma caminho de passagem para quando pegamos a Rota do Sol ou então a 386 (Lajeado / POA). Dei umas voltas pela cidade, parei para conferir de perto a famosa revenda “fantasma” da Volkswagen (ver post específico sobre isso), que tem lá.  Circulei pelo centro da cidade, também fui até perto do rio, que aliás está bem cheio e inclusive dava para perceber isso já na travessia da ponte da divisa entre Lajeado e Estrela (a água está acima do nível do cais, com os guindastes na beira do rio).

Depois resolvi seguir em frente o caminho pela 386 e então o céu novamente fechou quando eu estava perto da entrada da cidade de Fazenda Vila Nova. Resolvi entrar, dei novamente uma circulada pela cidade e parei junto ao prédio da prefeitura que tem um parque ao lado. Uma caminhada pelo lugar e logo começou a chover. Fraco mas chovia. Dei um tempo, esperei a chuva parar. Me ajeitei para voltar para casa, assim que pego a estrada no rumo de casa a chuva para em definitivo e sol aparece mais uma vez. Ah! Foda-se, vou prá casa. Chega! Já deu o que tinha de dar esse rolê por hoje…rsrsrsrsr

Valeu e até a próxima!

*Confira abaixo fotos do rolê de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Rolê de hoje foi subir a serra gaúcha até Veranópolis

Assim que levando hoje pela manhã vejo uma mensagem no celular, era o Pretto me convocando para um rolê de moto com a saída ainda pela parte da manhã. O tempo estava legal, um pouco de cinza num dos cantos mas não parecia que viria a cair “aquela chuva”. Rapidamente me aprontei mas antes ainda tinha de resolver algumas coisas por aí e assim, um pouco depois das 10hs da manhã já tinha encontrado o Pretto, abastecido a moto e pronto para “zarpar”.

Saímos em direção de Lajeado com o objetivo de subirmos a serra gaúcha em direção de Bento Gonçalves e Veranópolis. Pimba! Como saímos cedo dava para seguirmos numa boa e sem pressa a bacanuda “Rota do Sol”, curtindo o dia e a estrada com as motos. Em Carlos Babosa, ainda na estrada, resolvemos fizer uma parada para um lanche que na real seria o nosso almoço. Depois seguimos para Bento Gonçalves e o que logo em chamou a atenção são as obras no trevo para quem vai para Caxias do Sul (depois de Garibaldi). Até que enfim resolveram ajeitar aquilo lá, sempre achei muito perigoso, desajeitado e desleixado para um trevo tão importante e movimentado aqui no estado.

Passamos por Bento, depois mais um tanto de trajeto em encosta de morros e chegamos na ponte “Ernesto Dornelles”, que fica na divisa entre Bento Gonçalves e Veranópolis e é também conhecida por ser o símbolo no logotipo do DAER. Uma parada no local para darmos uma olhada na ponte. Já estivemos aí esse ano, não lembro quando foi. Depois seguimos novamente em frente, no outro lado da margem novamente subindo e costeando morros. Acredito que nem preciso mencionar que é uma paisagem muito bonita e a viagem passa de boa.

Chegamos então no mirante do Paradouro 99, outra parada para curtir a vista e a paisagem, coisa de viajante. Um tempo para uma água, descansar e uma boa conversa, porque ainda teríamos de nos preparar para o trajeto de volta. A descida para casa foi tranquila, ainda fizemos uma breve parada para um cafezinho, abastecer as motos.

Outra sábado incrívelmente muito bem aproveitado viajando, pegando a estrada.O bom que dessa vez é que não fui sozinho. Muito grato por mais um grande dia na minha vida!

*Confiram uma sequência de imgs da empreitada de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Trolado pelo tempo

Novamente final de semana e o momento oportuno de pegar a estrada, só que hoje o sábado amanheceu com chuva, nada muito forte mas o bastante para desencorajar o tal rolê de moto. Com o avançar das horas o tempo mudou, passou modo de “dia chuvoso feio e cinza”, mas sem chuva, o que já basta e é mais do que suficiente.

Depois de um bom almoço tratei de me ajeitar o quanto antes para partir, até porque o tempo não me pareceu que ficaria por muito tempo nessa vibe de “sem chuva”. E na real eu ainda nem tinha um roteiro em mente, o que na maioria das vezes nem importa muito, queria mesmo era “andar de moto” seja para onde fosse. Ride, baby, ride!

Saí cedo e novamente sozinho, peguei a estrada rumo à Santa Cruz do Sul com esse tempo nublado, já pensando em ir esticando o trajeto até Pantano Grande se a chuva assim deixasse. Esse era o mesmo plano da semana passada só que não deu muito certo, me molhei logo no começo antes mesmo de chegar a Santa Cruz do Sul, me deu uma “friaca” e voltei. Aliás, faz um bom tempo que não ando até Pantano Grande, gosto muito desse trajeto. Então hoje fui na mesma pilha e o bom é que não choveu. Fui de boa, sem pressa e curtindo o rolê. Passei por Sta Cruz passando por trás do Autódromo, no caminho de passa por trás de Vera Cruz. Uma chegada na pista, que estava de portões fechados, uma caminhada e resolvi seguir em frente. Fui até a entrada de Rio Pardo quando o tempo e o céu deram uma certa escurecida, então pensei que era a minha dica para retornar e não me molhar como na semana passada. Não curti aquele banho de chuva…rsrsrsrs.

Retornei de boa, chego em casa e percebo que não teve nada de chuva. Me dei mal, deveria ter continuado em frente quando lá em Rio Pardo que teria dado tempo de ri até Pantano e voltado sem chuva. Mas ok,  já valeu a viagem hoje.

*Abaixo algumas fotos desse rolê de hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Tentando escapar da chuva, mas não deu

Durante a semana a previsão marcava chuva para sábado e como tal, não foi nenhuma surpresa o dia estar cinza hoje. Mais uma vez sozinho na estrada, sai para os lados de Santa Cruz do Sul (287), quando a ideia de roteiro era ir até Pantano Grande. Claro que já no meio do caminho começaram os pingos de chuva, leve no começo mas depois a coisa ficou mais forte.

Ok, quem está na chuva é para se molhar. Segui até Santa Cruz do Sul, uma volta passando pelo trevo da Unisc, entro na cidade e a chuva para. Cruzo pela parte baixa e depois subo de volta pelo Grasel. Claro que a chuva está de volta outra vez mas daí já nem importa mais – mudança de planos, caminho de casa baby. As roupas molhadas me deixaram com frio (calça), então o melhor era não forçar uma gripe ou resfriado seguindo e frente. Já de volta em casa, um rápido banho quente e tudo resolvido. Mesmo que não tenha andado tanto quanto gostaria, valeu. Moto suja mas o coração satisfeito com mais essa breve aventura em duas rodas.

Keep on rock. Valeu!

*Algumas img da empreitada de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Rolê de 20 de Setembro (feriado no RS)

Nada como uma quarta-feira com um feriado de sol para se aproveitar o dia. Em tempo, feriado de 20 de setembro aqui no Rio Grande do Sul (Revolução Farroupilha). Depois de uma belo almoço de família com um “carreteiro” no capricho, especialmente feito pela minha mãe em função desta data de celebração das tradições gaúchas, era hora de pegar a estrada para um rolê de moto.

Como já disse, dia de sol. Muito sol. Perecia um dia de verão, o que automaticamente torna o ato de andar de moto todo equipado uma coisa não tão agradável. Dando um jeito aqui e ali, simbora aproveitar o dia. Fui sozinho outra vez, aliás, faz tempo que tenho andado sozinho.

Sai em direção à Lajeado /RS (RS-130), uma rápida passada por dentro da cidade e depois o caminho da 386, já em direção de Bom retiro e Fazendo Vilanova. A ideia era rodar pela boa 386 entre Lajeado e Tabaí (curto essa parto do trajeto). Apesar de agora estarem com alguns trechos em reforma e outros ainda em construção, é muito boa, sem falar de que o limite é de 100km/h. Beleza!

Chegando na parte no final dela onde se encontra com a 287 (que essa eu não curto), tem a Casa do Mel e do outro lado uma fruteira que faz um suco de frutas muito bom, na hora. Puramente em função do calor a opção de hoje foi parar no suco. Uma boa sombra, um pit stop mais do que providencial por causa do calor. Depois do refrescada na moleira com suco gelado era hora de tomar o caminho de volta, poderia escolher entre dois caminhos, a merda da 287 ou então, o mesmo que eu fui. Ok. Voltei pela via dupla da 386, o mesmo trajeto da ida que além de ter um visual mais bonito, a pista do asfalto é bem melhor.

É claro que hoje ao longo do caminho, em vários momentos encontrei na beira da estrada gaúchos pilchados cavalgando em grupo em função dos festejos do 20 de setembro. Claro que tudo sempre com um aceno e uma buzinada, em respeito a esses que cultivam mais do que ninguém as tradições dessa terra.

No mais, apenas tirando o forte calor foi tudo de boa, um ótimo passeio de moto.
Valeu!

*Algumas imgs do rolê de moto de hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mariante

Com a chuva rolando quase sem parar desde a sexta-feira, o final de semana teve uma vibe totalmente diferente, meio que somente entre 4 paredes, mas OK, dias assim quando bem aproveitado também tem o seu lado bom.

No domingo pela manhã a chuva deu uma pequena trégua, a rua até deu uma certa secada e então resolvi pegar minhas coisas rapidamente (antes de vir a voltar chover) para uma breve saída de moto. Mas não fui rápido o bastante, o que até foi bom e providencial, porque antes mesmo de fechar a porta de casa o tempo já voltou ao seu modo “rain” outra vez. Tive então de apelar para a paciência e esperar. Dito e feito, sabia que uma outra “janela” de tempo sem chuva iria acontecer logo mais. Assim foi, por volta das 11hs da manhã o tempo novamente deu uma firmada e se eu me apressasse dessa vez, “talvez” até daria tempo de matar a vontade de rodar de moto, nem que fosse por um rolê de alguns kms – só para poder tirar a moto da garagem.

Desse vez deu certo, planejei ir ao menos até a ponte de Mariante e voltar. Já seria mais do que suficiente. Tomei o caminho e mesmo com o dia nublado estava legal para andar de moto, mas não deu outra, depois de um tempo e já quase em Mariante, a chuva veio. Tudo bem, já tinha contabilizado essa possibilidade e até que fui longe se me molhar levando em conta a situação do clima. Não tive opção, dei meia volta e tomei o rumo de casa. Não fui com roupa de chuva nem nada disso. Aventura de verdade não requer muito cálculo e programação – apenas vá e tente se divertir o melhor que puder! Foi o que fiz e afinal, é só um banho de chuva mesmo. Quando estou chegando de volta no trevo da cidade, a chuva para novamente… rsrsrssrsr. Faz parte.

Teve rolê mesmo que no domingo e com um pouco de chuva, mas valeu e foi bom para dar uma acalmada nessa ansiedade de andar de moto.
Keep on rock! \m/

*Fotos da empreitada

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Rolê de hoje: Imigrante / Colinas / Carlos Barbosa / Rota do Sol

Este sábado foi novamente dia de rolê solitário de moto. Tranquilo! Como não dependia de nada nem ninguém, resolvi que iria sair ainda pela manhã, antes mesmo do meio-dia e almoçar depois em algum lugar no caminho. Mas para onde?

Sai novamente em direção de Lajeado sem pensar muito (gosto bem mais de ir nessa direção do que para os lados de Santa Cruz), me dá uma sensação mais bacanuda, seja para onde for. Só que a coisa não saiu bem como o combinado comigo mesmo, já no caminho para Lajeado o estômago deu uma resmungada forte de fome. Resolvi então passar no Carmelito, como fiz na semana passada depois de mais de ano em jejum dessa parada. Acho que ainda não saciei o desejo do cachorro quente deles. Cheguei lá mas havia uma fila enorme até a calçada. No way! Bem, que se foda, minha fome pode esperar. Segue o baile. Vamos em frente.

O parâmetro do rolê agora passou a ser medido pela fome e onde eu iria parar para comer. Resolvi tomar o caminho de subir a serra mas não pela evidente “Rota do Sol”, escolhi subir por Imigrante e Colinas, um caminho um pouco mais longo mas não menos bonito e interessante. A fome poderia esperar.

Já que o dia hoje amanheceu com cara de chuva, meio que numa vibe cinza nublado, até coloquei uma jaqueta (iria sem) só por causa dessa possibilidade de pegar chuva em algum momento pelo caminho. Mas depois a medida que eu rodava em frente e o tempo foi avançando a possibilidade de chuva se dissipou e o Sol “pegou folha” (como se diz na rinha de galo), e ficou bem mais pujante, passei calor. Faz parte.

Já no caminho de Imigrante/RS, a cidade das bicicletas decorativas nas calçadas, fiz uma parada em uma praça perto da ponte sobre os trilhos do trem. Uma referência a trip semana passada quando da minha empreitada em Roca Sales/RS, só que dessa vez não tentei chegar até os trilhos. Dessa vez dei só uma conferida, umas fotos e rra isso para hoje…rsrsrsrs.

Seguindo em frente, que para variar a rota passa por lugares com um visual incrível – taí o segredo dessa vontade de andar de moto por aí todos os finais de semana (cada lugar bonito e interessante), logo já estava em Colinas, que em seguida já tem um trecho de subida mais acentuada que leva até o trevo para a Rota Do Sol. Claro que ainda não era hora de voltar, segui adiante subindo até perto de Carlos Barbosa. Almocei no La Cantinela (show – sanduíche de gigante de copa) e então com a fome “muito bem'” resolvida, o rolê tinha de prosseguir. Agora era só rodar mais um pouco por ali e depois voltar pela Rota do Sol até Estrela / Lajeado e V.Aires. Pimba! Caminho que a minha moto já faz quase sozinha.

Valeu! Outro daqueles dias bem aproveitados rodando por aí.

*Hey curioso! Abaixo algumas fotos do rolê de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Rolê até Vespasiano Correa

Enfim o sábado chegou e comod e costume, dia de pegar a estrada. Já sabia que hoje seria um daqueles dias de rolê de moto solitário, então preparei a cãmera e já saí de casa focado de que iria parar pelo caminho,onde desse na telha. E assim foi.

Como iria sozinho nem me preocupei com horário, por volta das 11h  da manhã já tinha dados todas as minhas voltas e estava com a motocicleta preparada com tudo pronto para zarpar. a ideia inicial era sair meio que sem rumo, apenas decidi que seria na direção de Lajeado. Tudo porque faz um bom tempo que queria comer novamente o famoso cachorro quente do Carmelito. Dia bonito de sol, com cara de verão. Peguei a estrada e fui de boa até Lajeado. Ainda parei no caminho porque queria ver uma santa ao lado de um prédio abandonado, que me chama a atenção toda vez que passo por ali. Estava sozinho, ninguém iria reclamar dessa parada então. Depois fui direto no Carmelito, já estava com bastante fome e nessa hora perto do meio-dia, já tinha uma grande fila. Mas beleza, vale a pena (fica a dica)! Depois de matar o desejo desse “almoço”, na hora de pegar a moto para seguir a trip, chega um grupo de motociclistas de Caxias do Sul que também estavam focados nessa mesma empreitada do cachorro quente…rsrsrssr

Trocamos uma ideia rápida e já que eles estavam todos de Harley Davidson e estacionaram ao lado da minha moto, daí uma coisa já puxa a outra. Mas era hora de seguir em frente. Mesmo com o sol a pino atravessei a cidade e tomei a direção da RS-130 para Arroio do Meio -RS, depois pela RS-129 fui até Roca Sales – RS, onde passei pela ponte de entrada da cidade e fui até o centro da cidade. daí a aventura começou, resolvi que iria até os trilhos do trem que cruzam a cidade num elevado. Estacionei parto de um trecho desses e procurei um lugar menos íngreme para subir. Tinha muito mato e cascalho no chão,não seria fácil e se por acaso escorregasse, renderia um belo de um tombo. Numa primeira tentativa de subida a coisa não foi boa, era um bom local mas muito íngreme o terreno e na metade da subida já dei uma boa escorregada. Resolvi descer e procurar algum outro lugar melhor, com menos mato ao redor para essa subida. Um garoto que passava me deu uma boa dica de um local mais adiante. Chegando lá percebi que a dica foi boa mas a subida ficava dentro de uma propriedade particular ao lado da passagem dos trilhos e portão estava fechado. Mas não desisti. Segui com minhas pesquisas então encontrei um legar melhor para meus dotes de escalada alpina. Báh! E como valeu, porque foi bem legal caminhar nos trilhos do trem, fiz várias fotos e caminhei até um túnel. A empreitada rendeu. Depois voltei e peguei a moto e fui até a uma praça em frente a igreja que eu já conhecia, de outras passadas pela cidade. Descansei um pouco do sol numa bela sombra e como já disse, o dia hoje foi como de verão e ainda mais, tinha um bom ventinho. … (Já repararam que toda cidade de interior sempre tem uma praça em frente a igreja matriz e um hospital ao lado. Sim, uma sorveteria tem de estar por ali também). Ainda nessa função de estar ali na praça, novamente vi os prédios antigos e abandonados que há ao lado do hospital e eu curto bastante. Acho eles muito bonitos, uma pena o estado em que se encontram atualmente, mas deveriam de ser uns belos prédios em seu tempo de glória. Toda vez que passo por ali, dou uma olhada neles da calçada, vejo o pátio e fico imaginando mil histórias…

Mesmo que estivesse bom, sem pressa ou compromisso algum e com todo tempo do mundo, curtindo bastante essa função toda, eu queria seguir em frente. Decidi em meu descanso que iria ainda até Vespasiano Correa /RS. Então de volta para a moto saí da cidade pela ponte e já estava outra vez na RS-129, agora na direção de Encantado /RS, onde só passei, não entrei na cidade e o mesmo quando em Muçum /RS. Esse trajeto é muito bom de andar e bonito, já tem aquela coisa de subida de serra, vários trechos com 3 pistas e daí a viagem já fica mais interessante. O movimento na estrada estava de boa, poucos caminhões e dessa vez nenhum perrengue, o que torna tudo mais agradável ainda.

Em Vespasiano Correa eu curto bastante aquela entrada da cidade, que aliás é bem mais bonita no outono e começo de inverno, do que agora, muito por causa das árvores ao redor da estradinha. Mas isso é somente uma opinião.

Depois de tudo isso o negócio era fazer todo esse trajeto de volta, o que de forma alguma é uma coisa ruim, pelo contrário, é muito bom. Cara, hoje foi sensacional e é sempre um grande prazer andar de moto, idependente da condição do clima, tempo e o escambau. Que curte e gosta disso,me entende muito bem.

É claro que tenho mais fotos e aconteceram tantas outras coisas nesse dia de estrada, parei em mais lugares, conversei com outras pessoas, mas foda-se, isso aqui não é o “Meu querido diário”, então fiquem com esses comentários e quem sabe dêem um jeito de pegarem a estrada também para qualquer lugar, longe ou perto, não importa. O que importa é sair do lugar comum. Ver coisas novas, outros lugares e ter novas sensações. Flw.

Grato por mais um sábado incrível na estrada.

*Confira algumas imagens da trip de moto de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Cara, sensacional o dia de hoje! Sei lá o que houve,mas com certeza os deuses conspiraram para ser um dia tão bom para se pegar a estrada de moto nesse sábado. A nossa empreitada dessa vez começou cedo. As 10h30  já estávamos no posto enchendo o tanque para partirmos para mais um rolê de moto, eu, Pretto, Rafa e o Luís Carlos. O roteiro da vez era subirmos até Carlos Barbosa via Montenegro e depois voltarmos pela Rota do Sol.

Como o previsto saímos mesmo no horário combinado, tomamos o rumo da RS 287 em direção a Montenegro/RS. Essa viagem é um tanto sem graça porque andamos por ela muito seguido e vou aproveitar e dizer uma coisa – “que estrada ruim”. Não curto andar por aqui. Mas é caminho. Tudo tranquilo nesse trajeto, até fizemos uma rápida parada para um suco natural em uma tradicional tenda do caminho. Sim, tem de curtir o todo da coisa, não é só andar de moto.

Depois seguimos até o trevo para Montenegro, seguimos em frente até chegarmos na rotatória para Barão/RS. Daí sim a coisa começa a ficar legal de verdade, a paisagem muda, o roteiro vira para um visual muito mais agradável e até o asfalto passa a ter uma qualidade melhor, inclusive o tráfego também dá uma diminuída. Mas aqui cuidado, é um dos trechos da região com a maior quantidade de curvas que conheço e nesse sentido em que estávamos seguindo, é em ritmo de subida. E como é bom andar de moto em um lugar assim…báh!

No caminho ainda paramos para dar uma conferida no túnel de Salvador do Sul/RS (sim, esses tempos mesmo estivemos lá junto com o Vladi, Fabi e o Paulão), desse vez era a hora de mostrarmos então o lugar para os nossos outros amigos. Então ali rola aquela coisa de aventura turística local, a gente se saí do asfalto (numa curva bem perigosa – eu diria – muito cuidado aí, hein!), em frente a um casaão antigo (vermelho e branco). Tem placas na beira da estrada indicando o local como parte da “Rota Colonial de Linha Stein” – em Salvador do Sul. Se liga nisso. O cara sai da estrada, pega essa estradinha de chão lateral, depois anda por um pequeno trecho de estrada pavimentada (tem um descida bem inclinada), mais um pouco de estrada de chão por entre paredes de pedra e daí se chega no tal túnel. Aliás, muito bacana de passar, é uma escuridão total, o que salva é a luz da moto. O túnel é antigo e não tem iluminação alguma. Muito legal. Já do outro lado tem uma cascatinha e algumas placas de informação. Dessa vez não descemos na cascatinha e nem nos embrenhamos caminhando pelo mato ao redor. Mas taí um lugar bem interessante de se conhecer, fica a dica!

Depois disso voltamos para o roteiro original, pegamos novamente o caminho na estrada 470 e seguimos em subindo em frente, passando então pela cidade de Barão, rumo até Carlos Barbosa/RS. Não entramos na cidade, apenas passamos ao largo já em direção ao trevo de Garibaldi/RS, onde pegamos a direção no sentido de volta (descida da serra), na Rota do Sol. O objetivo aqui era descermos até um posto de gasolina que tem uma lancheria incrível e lá travarmos uma batalha contra um delicioso e delicioso gigante sanduíche de pão colonial (de copa ou salame) – coisa de gringo, é muito bom. Hey! Outra dica grátis aqui do blog para esse roteiro……huahuahaua.

Depois desse farto almoço – a essa altura já era tipo 14h30, quando almoçamos. Começamos o trajeto de volta para casa. Mas dessa vez havia um porém, o rafa avisou de que haveria um encontro de “Harleyros” (Harley Davidson) na cervejaria da Salva, em Bom Retiro do Sul/RS. Ok, resolvemos passar por lá então! Tudo tranquilo, bastou continuarmos descendo em nosso caminho normal e quando chegamos em Teutônia/RS, mudamos a direção no trevo do acesso da cidade no sentido de Fazendo Vilanova, pela RS-128, para chegarmos então na 386. Aí era seguir em frente até perto da entrada de Bom Retiro do Sul, onde fica a cervejaria da Salva, local de onde estava acontecendo o encontro de motociclistas. Isso só acrescentou mais pontos bons nessa tarde sensacional de sábado. O que já estava sensacional, ficou melhor ainda.

Chegando lá encontramos vários outros amigos de Venâncio Aires que andam junto com a gente de vez em quando (Professor, Bolinha, etc…). Muito bom. Várias motos legais, pena que chegamos um pouco depois que a banda Mother Sin havia tocado (também são meus amigos os músicos). Nessa hora o sol já estava ardendo na cabeça e ficar ali de bobeira com a galera no calorão bem em frente a uma fábrica de cerveja, tendo que pegar a estrada para casa logo mais, não era uma boa ideia no momento. Putz! Que droga. E a tentação era grande de ficar ali mais um tempo e tomar de boas vários copos de cerva bem gelada. O clima estava perfeito e ainda tem mais essa, é muito boa essa cerveja….

Mas tudo bem, não dava. Vamos respeitar a lei a dirigir são! Ninguém da galera bebeu, voltamos para a estrada e seguimos o caminho de casa. Assim que chegamos em V.Aires, fomos direto para uma choperia. Daí sim. Agora vai…

Claro que teve muito mais coisa nessa tarde incrível, mas o saldo foi imensamente positivo, recheado de belíssimas paisagens por onde passamos, ronco da moto como sinfonia nos ouvidos, a pareceria legal e o melhor – tudo sem nenhum perrengue ou entrevero e todo mundo faceiro, são e salvo, de volta em casa.

Valeu e muito satisfeito por mais um dia de aventura para a vida!

 

*Abaixo, a sei lá quem interessar possa, algumas imagens desse rolê de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Herveiras

Domingo também é dia de rolê de moto e nem precisa de um grande motivo, basta ter parceria e boa vontade. Ontem o Pretto não pode andar e então combinamos de darmos um rolê hoje na tarde se o dia estivesse bom. Nem preciso mencionar de que fez uma bela tarde de sol e lá fomos nós para a estrada.

Seguimos até Herveiras, trajeto que sempre é muito bom fazer, estrada em bom estado e de pouco movimento nos finais de semana e o melhor, com um visual incrível ao redor, ainda mais quando se chega na parte onde a estrada passa pelos morros. Fica a dica para quem não conhece.

Fizemos uma parada em um posto de gasolina, um pit stop para ir ao banheiro e o engraçado foi encontrar no caminho um cachorro preguiçosamente acomodado tirando um cochilo ao sol. Esperto esse cachorro, ainda mais numa tarde como essa inverno no domingo. A medida que se sobre o frio foi aumentando, assim como também o vento. Teve uma hora em que comecei a ficar com frio. Na volta paramos para um café, nas curvas de Santa Cruz.

Outro dia de aventura na estrada muito bom! Valeu.

*Veja algumas imagens desse rolê de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Dia de pegar a estrada, andar pouco, fugir da chuva e se divertir

Hoje foi mais um final de semana daqueles de rolê de manutenção. A previsão do tempo apontava chuva para a tarde e a noite e mesmo depois de uma bela manhã de sol. O começo de tarde já dava mostras de que haveria uam mudança no clima, mesmo assim me aprontei para tirar a moto da garagem e pegar a estrada, mesmo que não fosse muito longe dessa vez.

Achei que andaria sozinho hoje, alguns amigos já haviam me avisado de que não iriam esse final de semana em função de compromissos já marcados (eu mesmo também teria de estar de voltar cedo na tarde) e no posto de gasolina encontrei o Luiz Carlos. Beleza, já tinha parceria para a empreitada. Resolvemos dar uma volta até  Santa Cruz do Sul, para chegarmos no autódromo local para assistir um pouco da prova de carros do Brasileiro e Gaúcho Dopamina de Endurance, que estava acontecendo por lá.

Até lá foi tudo tranquilo, um bom passeio, ainda sem sinal de chuva. No autódromo não estavam cobrando ingresso, tinha bem pouca gente assistindo (esse é aquele tipo evento que funciona na base de patrocínios, transmissão na TV/sites e portanto, a coisa rola independentemente de público). Chegamos até as arquibancadas e ficamos assistindo por um bom tempo a prova que acontecia. Muito bom vere aqueles carros com motores fora de série, o ronco e os estouros na reta, báh!

O tempo começou a escurecer e resolvemos então vir de volta, meu tempo livre também já estava acabando, precisava voltar logo porque tinha coisas ainda por resolver e uma festa de formatura para ir logo mais. Na volta pegamos um final de chuva, já na parte alta dos morros da saída de Santa Cruz, mas nos molhamos bem pouco. A estrada é que estava ainda bastante molhada e os respingos dos carros é que causaram um maior estrago na gente…rsrsrssr

Como o previsto, estava cedo em casa, resolvi minhas paradas e tudo certo. Mais um bom sábado de motocagem. Valeu!

*Imagens do rolê de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Rolê de manutenção – tiro curto

Ontem, sábado, fez um belo dia de sol com uma temperatura amena de inverno, muito bom para andar de moto. Mesmo assim o rolê foi apenas de manutenção, coisa pouca. Tudo porque eu iria em um evento – “encontro de cervejeiros” da Cervale, que tem um limitado número de convites (sim, conseguiu o meu), e a coisa toda começava cedo, ainda na tarde. Assim eu não teria uma boa margem de tempo para dar um rolê mais extenso. Mas tranquilo, de qualquer forma foi uma tarde muito bem aproveitada, pude trocar uma ideia melhor de mais tempo com o meu amigo Pretto, dar um curto rolê de moto até Passo do sobrado e Vale Verde e voltar a tempo ainda de ir no evento de cervejeiros da região.

Só para manter a ritualística aqui do blog, abaixo algumas imgs do mini-rolê deste final de semana. Um tiro curto é verdade, só para não deixar passar em branco e perder o costume.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Um rolê até Triunfo

Outro sábado incrível para um belo rolê de motos com os amigos. Dessa vez eu, o Rafa e Luís Carlos, saindo no começo da tarde  para uma empreitada que fiz esses tempos com outros amigos e agora procuramos repetir a dose, só que eles ainda não conheciam esse roteiro. Fomos até Triunfo com o intuito de atravessar o rio Jacuí com as nossas motos pela balsa. Taí uma boa dica para você também pegar a estrada e fazer essa função. Vale a pena para quem curte uma aventura de leve, pode ser de carro mesmo, não precisa ser como nós, que fomos de moto. Quem gosta de pegar a estrada, descobrir novos lugares, ver novas paisagens, deveria conferir essa.

A empreitada começa daqui seguindo para Passo do Sobrado, logo depois vem Vale Verde (RS 244), daí seguindo adiante até General Câmara, onde fizemos uma parada estratégica para uma água, um café e banheiro. Depois seguimos adiante onde tem a ponte do Rio Jacuí. Dessa vez ao invés de cruzarmos direto a ponte rumo à São Jerônimo, resolvemos dar uma brecada no roteiro. Descemos até as margens do rio Jacuí, logo embaixo da ponte numa prainha que tem por lá. Uma parada rápida, algumas fotos, conversa fiada e retomamos o roteiro inicial novamente. Em frente e avante até São Jerônimo (RS), onde entramos na cidade e depois pegamos uma breve trecho de estrada de chão até o ancoradouro da balsa de veículos, para então atravessarmos o rio e assim chegar em Triunfo (RS), na outra margem.

Travessia tranquila, sem nenhum perrengue, aliás, nem precisamos esperar muito na fila pela chegada da balsa e ser a nossa vez. Ah! Só por curiosidade, o custo para cada moto é de R$2,55 e a travessia em si leva apenas alguns minutos (sei lá, calculo a grosso modo algo em torno de uns 10 min). Outra informação pertinente é a de que esses serviço de travessia para veículos funciona 24hs por dia e a cada meia hora tem saída de balsa.

Chegando na outra margem, já em Triunfo (cidade histórica do Rio Grande do Sul – por causa da Revolução Farroupilha –  terra onde nasceu Bento Gonçalves), demos uma passada na praça da Igreja Bom Jesus (erguida em 1754), outra parada, uma curtida no local e depois seguimos em frente.

Agora vem outra coisa interessante para deixar de recado aqui… Cara! Como eu curto esse trajeto da RS 470 que liga Triunfo até até a 287 (pertinho do trevo que bifurca o caminho para Montenegro ou Porto Alegre). Um asfalto bom com uma pista muito legal e uma  paisagem de campo bonita, inclusive com vários trechos de árvores ao redor da pista. Sério, é muito legal. É bom andar de moto ali, dá aquela sensação clichê de “liberdade” de comercial de moto que os comerciais de TV tentam te empurrar guela abaixo – sentir o vento e tal…. rsrsrsrsrssrs
Ah! ali tem isso…kkkkk. Tudo bem que eu também curto bastante os caminhos da serra, aliás, os “mais” bonitos aqui do sul com certeza, mas esse meu chapa, tem uma vibe muito legal também. Mas só sabe quem por ali passa. Pronto, falei!

Daí com a turma já na tradicional 286, que é o caminho master POA/ V.Aires e já rodamos tantas vezes por ali, demos uma parada na Casa do Mel (outra boa dica para viajantes – anote aí, tem um ótimo pastel). Não, isso aqui não é jabá de blog. é dica mesmo!

De resto era então voltarmos para casa. Só que agora teríamos de enfrentar uma situação ruim, diga-se, é que nesse horário de final de tarde o sentido da viagem que teríamos pela frente é todo com o sol batendo direto no rosto/olho. e quando digo direto, é direto mesmo. Putz, não tem como. É assim e foda-se. Mas tudo OK, faz parte.

Tudo tranquilo, mais um rolê que durou a tarde toda e fomos de boa, sem pressa nem correria. mais um sábado MUITO bem aproveitado, acredite-me. Thanks.

Ah! Ia já me esquecendo. Sim, teve aquele momento engraçado-motocicletêichãn-imbecil-da-vez novamente, foi quando na ida estávamos ainda antes de General Câmara e dois motoqueiros de CG nos ultrapassam completamente deitados – retinhos, tipo o Ultraman voando), só de bermuda e chinelos…..kkkkkkk. Cara, pelo jeito ainda vai ter o dia em que vou ver um belo tombo de um desses garotos abilolados cairem (e não é praga minha! Sério!). A coisa é muito louca, eles deveriam estar a mais de 100km/h naquela pose. E claro que isso é um fenômeno psicológico que merece ser estudado ainda –  o garoto vês alguns motociclistas passarem em grupo por eles, daí automaticamente deve ocorrer um start qualquer no seu cérebro que liga alguma enzima maluca que o faz ter prazer de se submeter a um exercício extremo de “enrolação-de-cabo-plus” em sua CG e nos ultrapassar de qualquer modo, cusrte o que custar, para provar alguma coisa – que eu realmente não sei o que é…kkkk Talvez isso seja um ritual xamãnico-on-the-road qualquer que eu desconheça. Mas acontece, ah… acontece. e seguido!

*Abaixo algumas imagens da empreitada de hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Feriado, inverno com dia de sol e uma boa tarde para repor as energias

Hoje 25 de julho, dia do colono e motorista e também data de feriado municipal em Venâncio Aires /RS – se bem que a data oficial do município é o 11 de maio, mas mudam até isso hoje em dia, vá entender uma coisa dessas… De qualquer forma, foi dia de folga e portanto dia de pegar a estrada de moto. Dessa vez sozinho mesmo, um rolê tranquilo e não muito longe, até Herveiras (já comentei várias vezes – lugar du caramba para andar de moto), mas já de bom tamanho para curtir e repor as energias junto de belas paisagens e lugares.

Quando ando sozinho aproveito para fazer mais paradas. E aliás, nem sempre fotografo essa função. Na real esse tipo de momento bacana tem de ser é aproveitado e curtido, registrá-los já é outra coisa. Aqui entra aquele tipo de ideia de que nem sempre necessário, por mais belo ou intenso que seja, de se fotografar, filmar ou o escambau. Registra na memória, guarde as sensações.

Se nessa voltas de moto vejo um lugar que de alguma forma me chama a atenção e eu venha a curtir, eu paro. Foda-se! Até porque de moto é mais fácil mesmo do que quando se está viajando de carro. Encosta de canto aqui ou ali e deu. Claro, com cuidado e atenção, onde não prejudique o trânsito e tal. Dai desço e boto o pé no trecho. Assim nessa função, hoje acabei subindo em dois morros de pedra e ainda também caminhei por um mato que havia na beira da estrada, só porque percebi que daria para uma bela vista de um vale mais adiante, logo abaixo.

Foi uma tarde interessante e sempre é bom um pouco de aventura. Saí cedo, no começo da tarde justamente para ter mais tempo para aproveitar esse rolê. Nenhum problema no caminho, tanto na ida como na volta. E com as várias paradas que fiz e a empolgação toda, nem tive tempo para lembrar de ter fome ou querer parar em algum lugar para ao menos um café. Mas valeu. E como….

*Algumas imagens da função de hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Barão

Enfim o sábado chegou e com ele a vontade de o quanto antes sair de rodando de moto com os amigos. Durante a semana isso é complicado, todo mundo trabalha, tem lá os seus horários e compromissos, temos de tocar a vida e nem sempre é possível juntar a tigrada. Essa semana, o Paulão que mora em POA e é um amigo em comum de longa data da galera, convidou a mim e o Pretto, através do Vladi, para darmos um passeio de moto até Barão (RS), cidade onde seus pais tem uma casa, onde poderíamos fazer um churrasco. Que maravilha, hein! Andar de moto e ainda depois um churras! Bóh!

E já posso dizer que foi sensacional. O trajeto de Venâncio Aires até lá (a quem interessar possa), é barbada. Basta seguir pela 287 até Montenegro (RS) e no trevo do Parque Municipal dobrar a esquerda, onde tem um posto de gasolina. Depois é só seguir reto em frente pela 470. Essa estrada é um trajeto que vai terminar em Carlos Barbosa (RS). Pode-se também fazer esse trajeto por um outro lado, saindo de V.Aires / Lajeado / pegar a Rota do sol até Carlos Barbosa e depois descer. Feito é isso. Simples assim. Garantia de um belo passeio. PIMBA!

Para aproveitar bem o dia resolvemos sair cedo, perto das 8h30 já estávamos abastecendo as motos e calibrando os pneus. Uma conversa rápida e os motores já estavam roncando no asfalto. O dia estava um pouco frio, mas com um sol bonito. Só que isso foi apenas na hora da saída, bastou chegarmos há alguns Kms à frente, um pouco depois do trevo da cidade e o tempo fechou e só havia neblina. Putz! E que neblina. E foi assim até um pouco antes de chegarmos perto de Montenegro e nada dessa porra de neblina sumir de uma vez. Mas ok, no final de contas são mesmo as adversidades que é que dão o tom da aventura. Paramos para um café no caminho. Mas sem perder tempo já estávamos outra vez na estrada. Marcamos de nos encontrar com o Vladi, Fabi e Paulão no tal trevo do postinho de Montenegro. Mais ou menos dentro do previsto do horário marcado, estávamos lá.

Nova rodada de conversação e em pouco tempo outra vez já seguíamos em frente. O objetivo agora era passarmos primeiro para conhecer o túnel de pedra de Linha Stein, que fica na Rota Colonial. Não é muito longe da estrada, mas tem de andar por um pequeno trecho de pavimentação e depois estrada de chão batido (tudo bem sinalizado). Uma vez chegando no túnel, outra breve parada. Acabamos inclusive descobrindo uma escadaria que estava tomada pela vegetação, mas que permitia se chegar mais próximo de uma cascata de pedras muito bonita que há no local.

De volta a estrada seguimos para Salvador do Sul, outra cidade que eu não conhecia e de cara achei muito bacana, toda encostada em um morro. Paramos no centro da cidade, na praça matriz. Combinamos de seguir até um antigo hotel (está fechado atualmente) que há por lá e fica no topo do morro e de onde se pode ver uma bela paisagem do vale. Muito legal. Antes porém, tentamos também chegar num outro canto desse morro, em um colégio antigo, mas um guarda desse local não nos permitiu entrar na área do colégio. Pena, o lugar também era incrível. O Vladi e o Paulão já estiveram lá uma outra vez.

Depois retomamos o nosso percurso seguindo em frente até Barão e creio que em preciso dizer que não conhecia também esta cidadezinha. A casa dos pais do Paulão fica um pouco afastada, pegamos uma estrada de chão outra vez, mas tudo tranquilo apesar da minha moto e a do Pretto serem custom e não curtirem muito esse tipo de terreno…rsrsrsr

Uma casa muito legal, estava fechada há muito tempo, então demos logo um trato e já começamos a função para o nosso churrasco. Mas antes ainda tivemos de travar uma luta contra uma colméia de marimbondos que havia dentro da chaminé da churrasqueira. Mas tudo certo no final. Já adiantando – a comida ficou muito boa e ainda deu para descansar ao sol, conversar bastante, fazermos planos de novas aventuras e até tomamos umas cervejas (pouca é verdade). Fizemos ainda um passeio pelo propriedade onde colhemos muitas laranjas, bergamotas e limões para trazer para casa. Ninguém mais da turma vai ficar gripado pelo jeito. E assim o tempo acabou passando rapidamente e então na metade da tarde tínhamos já que nos agilizar nos preparativos para o trajeto de volta. Descemos a serra pelo mesmo caminho da ida – aliás, eu nem havia mencionado antes – QUE TRAJETO LEGAL (mas cuidado com as curvas fechadas… e bem fechadas) acompanhando o Vladi e o Paulão mesmo que o plano inicial seria de que eu e o Pretto voltaríamos seguindo em frente até Carlos Barbosa e depois descer pela Rota do Sol. Nos separamos em Montenegro outra vez. De lá atá em casa tudo tranquilo, ruim apenas é o sol batendo na cara nesse horário de final de tarde no trajeto da 287 para casa.

Mais um sábado daqueles. Um dia realmente incrível. Muito grato Paulão pelo excepcional convite e empreitada.
Valeu rapziada. Até a próxima.

 

*Algumas img da função de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Vera Cruz e Rio pardo

O clima ultimamente anda meio maluco e fora de controle aqui no sul. Chove a semana toda e depois faz um belo sábado de sol. A mesma coisa nas duas últimas semana. Bem, ao menos não se pode reclamar dos sábados que tem sido um melhor do que o outro. Esse prá variar não poderia ser diferente, depois de quase virarmos sapo chegou a hora de sair de casa, tomar a estrada e um bom banho de sol numa tarde de moto fantástica.

Nos encontramos no local de costume e dessa vez da turma apenas eu, Pretto e o Rafa, estávamos liberados para o rolê. Uma breve conversa e era hora de zarpar. Ainda no trajeto da saída passamos por um posto de gasolina e um motociclista que estava abastecendo a sua moto nos acena como quem diz… Peraí! Quero ir junto com vocês.

Feito! Atendendo ao pedido, estacionamos as motos e aguardamos o motociclista, era o Mioto. C umprimentos daqui e dali e ele seguiu junto com a gente. Saímos em direção de Santa Cruz do Sul, depois no trevo tomamos um acesso lateral até Rio Pardo onde chegamos na praça do centro da cidade para uma breve parada. Só que lá estava começando a rolar uma grande festa bem bacana e que nem tínhamos conhecimento. Beleza! Tudo muito bem organizado, com vários truck foods, lonões, música e outras atividades. Mas como ainda era muito cedo, apenas começo de tarde, resolvemos deixar para passar na volta e então comermos alguma coisa. Seguimos em frente novamente voltando até Santa Cruz e seguindo então rumo à Rio Pardo.

Deu para conferir que a habitual paisagem que conhecemos do local na beira do rio estava bem diferente por causa da cheia. A descida no portinho até o restaurante flutuante estava irreconhecível, tudo embaixo da água. Claro que o tal restaurante local estava ok, atracado em um novo local e flutuando bem de boas na preguiçosa tarde de sol. Resolvemos voltar dali mesmo, a ideia inicial era irmos até Pantano Grande, mas por questão de tempo decidimos voltar e ainda aproveitar a festiva de Vera Cruz no caminho. Para isso voltamos por um outro caminho, mais longo e até mais interessante.

Já de volta à Vera Cruz era hora de parar, se acomodar e escolher um bom lanche dos tantos truck foods que lá estavam. Vou te dizer, foi difícil escolher. Muita coisa boa. Báh!

Depois de comermos, trocarmos uma ideia e darmos muitas risadas a tarde já começava a dar indícios de seu final e portanto, era hora de irmos para casa. Mais uma tarde sensacional de rolê de moto com os amigos, bem de boa ao sol. E olha, fazia tempo que não via meu amigo sol. E é uma coisa muito boa andar de moto num dia frio mas com esse clima de hoje.

THANKS!

 

*Confira abaixo algumas imagens dessa historia toda…

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

POA (saindo na madruga e voltando na noite)

Já há dois finais de semana o tempo não ajuda em nada no quesito rolê de moto. Até então era sempre chuva e mais chuva. Mas esse sábado a meteorologia acertou, fez sol e foi bonito. O Pretto tinha agendado uma revisão geral de sua moto em POA e me convidou para ir junto, só que tinha um perrengue, teríamos de sair cedo, de madrugada, mesmo sabendo que faria bastante frio. Ele precisava estar lá quando abrissem a oficina para dar tempo que fizessem o trabalho. E já que eu curto esse tipo de aventura topei na hora.

Sexta de noite já deixei a moto e as minhas coisas arrumadas, tudo para facilitar o serviço na manhã seguinte, ainda dei uma conferida no site do clima/tempo e a previsão era de dia de um belo dia sol mas de uma madrugada bem fria. O despertador tocou e já me ativei, em pouco tempo já estava na garagem pegando a moto. Nos encontramos no local cominado e mesmo com a friaca toda, demos a ignição na empreitada.

O céu ainda estava escuro quando saímos, a cidade amanhecia ainda quieta e vazia nesse horário perto das 7 horas. Não precisou andarmos muitos kms para descobrir que um sereno iria baixar e tomaríamos uma belo banho nessa condição. Não deu outra, acho que em menos de 15km percorridos eu já estava com as as minhas roupas molhadas. Putz! Mas de resto tudo bem, a jaqueta de couro e as botas deram conta do recado, o problema eram as luvas e a calça jeans, que logo estavam molhadas como se fosse um dia de chuva e a viseira do capacete que ia aos poucos embaçando e se enchendo de pingos (a situação de andar com sereno é diferente de andar num dia de chuva). Mas não tinha mais volta, o negócio era seguir sempre em frente e depois secar lagarteando ao sol, lá em POA.

Mas daí me ocorreu o seguinte, “o que molha rodando, depois também seca rodando”. E foi isso mesmo.

Só que essa porra de neblina durante a viagem não terminava nunca, só piorava e é bem ruim não conseguir enxergar muito à frente no asfalto. Bastante perigoso. Em um certo trecho finalmente ficamos alguns kms sem neblina, o que ajudou bastante, mas depois ela voltou e nos acompanhou até quase Porto Alegre. Em um determinado momento tivemos de fazer uma parada num posto de gasolina para secar as viseiras e conferir as roupas molhadas. Mas foda-se, não tinha muito o que fazer. Seguimos em frente.

A neblina nos acompanhou até mais ou menos o final da estrada da Arena do Grêmio, quando pegamos o trajeto da Freeway para entramos em POA pela trajeto da FIERGS. Daí o sol apareceu legal, colaborativo e participante no processo de secagem e aquecimento. Até que enfim.

Chegamos no horário marcado, uma conversa bem amigável e o pessoal de lá muito gente fina. Tomamos um café para esquentar a máquina e daí era só aguardar o Vladi e a Fabi chegarem, já havíamos cominado com eles essa empreitada e estavam ciente do nosso horário e local. Enquanto a moto ainda estava sob os cuidados na oficina, saímos para dar uma caminhada pela redondeza e pegarmos um sol para secar as roupas e as luvas.

No meio dia a moto já estava OK e então partimos para um almoço na cidade baixa. Depois de uma boa refeição regada à uma ótima conversa com  muitas risadas, resolvemos dar um rolê por Porto Alegre. O sábado de tarde de outono é mágico em POA.  Só isso o que tenho para dizer.

Passamos pelo Beira Rio que estava em movimentação de dia de jogo, depois uma ida até a zona sul em Ipanema. Várias paradas, muitos comentários e histórias. Até acabamos passando em frente a onde era a casa do Marceleza (nosso QG e estúdio de ensaios), do meu amigo e parceiro de banda na “Troublemakers” e “Carbura”, afinal foram vários anos de muitas histórias em função de banda. Deu saudades!
Cara, foi um dia e tanto em Porto Alegre. Báh! Valeu. E como.

 

*Abaixo uma sequência de imagens dessa empreitada toda.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nada de novo, mas muito bom

Se ontem tive azar com aquela chuvarada toda no lombo em meio a tentativa de dar um rolê de moto até Taquari entre uma bomba d’água e outra, hoje não. Dia bonitaço de sol e com aquela temperatura ideal para se andar de moto. Beleuza!

No horário combinado eu, Professor Jeff e o Luís Carlos nos encontramos e partimos à caminho para Herveiras, um trajeto já bem tradicional e comum para nós, mas sempre muito tranquilo e bom demais de pilotar (pouco movimento nos finais de semana). Sei lá, hoje não tenho muito o que escrever sobre essa parada, foi tudo tão de boa, beleza e o dia ainda estava realmente incrível para se andar de moto – não sei como descrever isso aqui, transmitir essa sensação, mas podem me acreditar – ESTAVA MESMO du caralho!

Ah! Sim, como via de regra acontece, hoje teve mais um lanced da série “o imbecil da estrada”.

Dois caras numa Honda CG (sempre essa moto…) logo na saída de VAires, assim que subíamos em direção à Santa Cruz do Sul, nos ultrapassam naquela vibe do – “Ahã, minha CG-thunder-mega-blaster-turbo é bem melhor do que as motos de vocês,vejam só”…
Eles nos ultrapassam, tipo há mais de 100km/h e eu não dei a menor bola para isso, que se vão (viu, já estou vacinado!). Os dois na motinho se viravam o tempo todo olhando para trás esperando uma reação… E nada. A gente seguimos na nossa velocidade normal, bem de boa. E eles (os dois na mesma moto) viram prá trás o tempo todo. Mas daí vem o lance inesperado (sempre tem). Como tiveram de acelerar com tudo para nos ultrapassarem nessa subida em direção ao Restaurante Casa Cheia (só p termos aqui uma referência), a vitória deles foi pífia, porque um pouco acima eles precisavam sair do asfalto e dobrar à direita para entrarem numa estradinha de chão. Acontece que eles estavam ligeiro demais para saírem do asfalto e logo entrarem no de vez acostamento “irregular” e com buracos (o que com certeza lhes daria um belo tombo) e pior, era uma curva muito fecha em “cotovelo”o caminho deles, cheia de pedras soltas. Cara, muito louco isso… Era mais importante eles nos ultrapassarem do que seguirem o seu caminho numa boa.Em resumo. Cara! Cena linda ver os dois na motinho se esperniando para tudo que é lado para não cairem assim que sairam do asfalto e tentaram frear de vez para entrar na estradinha lateral. Não deu muito certo, a moto meio que em linha reta (óbvio), não fez a curva que seria muito fechada naquela situação (como são burros) foi em direção à macega à sua frente. Sim, pararam, mas essa função toda levantou uma poeira danada. Não caíram por pouco.
Tô falando! Esse mundo tá cheio de imbecil.
Vi essa merda toda de camarote e dei muitas risadas. Depois quando fizemos uma parada foi a primeira coisa que perguntei para os parceiros que estavam junto, se tinham visto essa chgalaça também. Sim! Claro que viram. A risada foi grande!!!!!

Seguimos em frente, passamos pela tradicional ponte da 153, uma paradinha e aqui volto à dizer, que trajeto bonito e bom de andar. Paramos depois no postinho de sempre para um café, jogar conversa fora e depois voltar. um rolê simples, tranquilo mas muito bom. Esticamos ainda um pouco mais o trajeto da volta passando por de trás do autódromo de Santa Cruz do Sul,  no caminho ainda paramos no Rancho América (aliás, aqui cabe um comentário – já foi melhor).

E assim se aproveita muito bem mais um dia de moto com os amigos. Por mais dias assim.
Valeu!

*Algumas imagens da tarde:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Rolê curtinho mas de bom tamanho

Feriado de Páscoa, então aquela hora de encontrar os amigos aqui da cidade bem como e os quem vem fora, voltam para visitar a família. Assim ontem levei o Vladi para conhecer Canudos do Vale, que eu havia comentado esses tempos com de que havia curtido bastante. Ontem mesmo, na volta e com o Pretto junto, combinamos de hoje, no sábado, sairmos mais cedo e assim darmos um rolê mais “forte”.

Acontece que o clima não ajudou dessa vez, nem vou reclamar porque foram tantos finais de semanas seguidos nos últimos tempos sem chuva, que renderam vários rolês de moto incrivelmente bons. Contabilidade OK.

Depois do meio dia percebi que não haveria jeito, nem prorrogando a partida a coisa escaparia de uma chuva no lombo. Melhor se resignar, ficar em casa e curtir um sábado de chuva de boas. Na metade da tarde a chuva para e em menos de 15min já estou pronto para sair de moto. Aviso os camaradas da minha intenção, roteiro, metereologia, carta de vôo e um abraço pro gaiteiro. ninguém responde. Pelo jeito estava muito bom o nâni da tarde. Vamu-qui-vamu.

Fui para Santa Cruz, depois Vera Cruz indo passando pelo autódromo. O portão estava fechado, teria de dar a volta mas daí por causa da chuva de antes o trecho tava com barro e isso já não é tão legal assim com uma moto custom. Náh! Gosto dessa volta pelo autódromo, já comentei aqui trocentas vezes. Bem pouco movimento aos finais de semana e assim pista livre para um desempenho mais ganjudo na “pretinha” (sacarem!?). Sabia que não teria uma janela muiot grande de tempo tempo bom para isso, justamente aí o motivo desse rolê meio básico, mas bacana. Tiro curto.

Na volta passou por dentro de Santa Cruz e já na subida do Grasel a chuva veio. E veio forte daí. Achei que não tomaria banho de chuva hoje, mas não deu. Paro no acostamento para ajeitar rapidamente minhas coisas (saco plástico na carteira, docs e celular), sigo em frente agora ligado o modo “fica esperto garoto”. Cada vez mais forte a chuva. Ok. Faz parte.

Sou da teoria de que o cara tem de andar de moto nas mais diversas situações de clima/tempo, assim quando for pego de surpresa em uma viagem mais longa por exemplo, tudo vai ser bem mais tranquilo e não vai ser nenhum grande perrengue. Acho importantíssimo essa coisa de ter o controle, dominar e saber controlar toda função com a sua moto, sentir como ela reage nas mais diversas situações de clima e terreno. Como ela freia na chuva em caso de uma freada longa ou então rápida e curta, como se comporta nas curvas em diferentes velocidades na pista seca ou molhada, na brita, asfalto ou terrão, o mesmo também na situação de dia com bastante vento (já fiquei com torcicolo por causa do vento contrário ficar empurrando meu capacete – putz!). Quem foi que disse que a vida é fácil?

O bom que foi que hoje na tarde o trajeto de chuva seria no máximo de uns 30km, talvez nem isso. Beleza, estava já voltando mesmo. E claro que assim que passei pelo mítico “chuvedouro” da região da linha Pinheral, a chuva milagrosamente parou e os asfalto estava sequinho a minha frente. e eu, todo ensopado. No mais tudo tranquilo. Nenhum abobado fora do normal na estrada da estrada dessa vez.

Mesmo sozinho e com a chuva a empreitada foi bem bacanuda.

 

OBS: Claro!… Tem sempre aquele cara que está andando à 80km a sua frente, daí tu te aproxima de moto atrás dele, não ultrapassa porque está em uma faixa dupla ou então tem um trânsito mais intenso no sentido contrário que o impede de ultrapassá-lo naquele momento. Daí como num passe de mágica o cara do carro a sua frente percebe a sua movimentação atrás dele e do nada – pimba! – resolve virar o Ayrton Senna d o asfalto. Isso é lindo! Sempre tem essa parada – Sim, eu disse, SEMPRE! – Já estou vacinado.

O que acontece então? Tu acelera um pouco já para preparar a ultrapassagem, ele (o da frente) acelera também, daí tu está tipo a uns 85km/h, tu acelera um pouco mais, ele também acelera (não esqueça que até então esse mesmo sujeito estava comodamente no asfalto andando nos seus oitentinha e não estava nem aí…); então tu aperta um pouco mais, tipo já estamos a 90km/h, ele então também vai estar aumentando para essa velocidade…..rsrsrsrssr

Vem cá. Ele quer o que? Me diga? Não posso ultrapassá-lo? É isso? ele é dono da estrada, o capitão do mato do asfalto local?
Claro que é óbvio que farei a ultrapassagem brincando, motor tem até de sobra tem para isso, só não faço pq tem carros no sentido contrário me impedindo ou a tal faixa dupla. Daí essa novela se arrasta até o momento em passo a ter a possibilidade de uma utrapassagem segura e tranquila, boto a moto para o lado e FEITO! Daí é adiós, até ele se dar conta do que aconteceu e resolver reagir já Elvis. Mas que saco isso!

*Não esqueça – quando esse cara que estava há poucos minutos atrás viajando numa velocidade tranquila e constante de 80km/h, tava tudo OK na cabeça dele. Então porque ele fica galo e resolve acelerar somente quando está prestes a ser ultrapassado?

Mais um dos grandes mistérios da natureza humana. Cartas para a redação. Tsk.tsk.tsk…
Como tem imbecil nesse mundo. Aliás, demais.

 

*Retratinhos da função.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Progresso

Então surge o sábado novamente, o ânimo já dispara só pensando no rolê de moto com os amigos logo mais, o dia tá bacanudo e a coisa vai rolar.
No encontramos no local e horário de costume, nada planejado, dessa vez sem piadinhas de estranhos e tudo beleza. Estamos lá, eu, o Pretto, o mano César, Professor Jéferson e o Luiz Carlos. Beleza. É Só dar a partida e pegar o trecho.

Ah! Mas para onde? Para a cidade de Progresso (RS).

Saímos na direção de Lajeado, tudo tranquilo, clima bom, nada de calorão, depois no trevo seguimos pela 386, que normalmente tem um movimento maior de caminhões e tal, o que já causa um certo transtorno por andarmos “juntos” num grupo de 5 motos. Mas tudo bem.
Chegamos no trevo para Progresso, daí a estrada já muda de qualidade, um asfalto ruim, antigo e bem judiado, sendo que na maioria das vezes não há acostamento ou área de escape algum, cheguei a encostar meu ombro na plantação em algumas curvas. E tem curvas! Algumas bem fechadas e sem um bom campo de visão para  quem vem no sentido contrário, tudo num clima constante de subida de serra. Mas de vez em quando dava para curtir a paisagem do lugar, que aliás, é muito bonita. E mesmo com o asfalto ruim, foi uma boa viagem.

*Aqui cabe uma pequena obs. – Gostei mais da trip de semana passada, que fica numa região mais ou menos perto e de visual semelhante.

Chegamos em Progresso, uma volta rápida de reconhecimento pela centro da cidade e resolvemos parar em uma lancheria/padaria. Muita coisa boa para comer, nos juntamos em uma mesa na calçada, uma boa conversa e o tempo passa rápido. Interessante notar como nessas cidades pequenas de interior o povo é bastante cordial. A maioria das pessoas que passaram por nós, faziam questão de nos cumprimentar e de uma maneira bem simpática. Legal isso.

Depois dessa pausa e de resolvemos algumas coisas do mundo, era hora de voltarmos. E adivinha. Agora era basicamente só descida. Já nesse caso a pista se mostrou de qualidade bem melhor. Ok!

Chegando em casa, a velha parada para um chopp.

Engraçado foi que na volta encontramos pelo caminho um casal numa Honda CG, em que o piloto encasquetou de que teria de nos mostrar de que era um “pica-grossa-da-pilotagem” e que a sua moto CG era na verdade uma moto supersônica disfarçada – na capa de sua ignorância. Muito bonito isso!
Ou seja, vou traduzir  e simplificar essa conversa aqui… É muito, mas muito comum mesmo encontramos pelo caminho algum imbecil desses que sei lá porque que, PRECISA PROVAR PARA A HUMANIDADE a sua capacidade de quase se matar ou explodir o motor de sua moto de pequena cilindrada, nos ultrapassando ou andando a nossa frente.

Cara! Isso é muito chato e até perigoso porque estávamos num grupo de 5 motos, todos andando juntos e numa mesma velocidade condizente com o trânsito local (isso entre Lajeado e VAires) e esse bosta além de quase se matar tentando nos ultrapassar várias vezes, por pouco não se arrebentou na frente de um carro, quando estávamos entrando no Posto de Pedágio – tudo isso, só para entrar antes no “brete” reservado para as motos passarem. Mas que merda isso! Será que não percebem que estamos falando de motos muito diferentes e que se ele vai nos ultrapassar, que o faça e desapareça ou então fique atrás do grupo mesmo. Mas não, passamos por ele, ele nos utrapassava e ficava ali, um pouquinho na nossa frente e assim foram várias vezes. Porra! Isso torra a paciência.

Eu particularmente fiquei esperando a hora em que o piloto de CG (via de regra – no auge de sua empolgação esportiva cotidiana) se deita todo esticadinho na sua moto, para assim aerodinamicamente pegar ainda mais um pingo de uma super velocidade, mas dessa vez me decepcionei. O nosso herói do dia não chegou ao ponto de fazer essa chalaça (talvez porque estava com uma caroneira – coitada, tenho pena dela).

Mas apesar dele fazer o seu showzinho do “master-fucker-da-CG-fodona”…..kkkkkkkkkk. Isso é simplesmente ridículo. Se ao menos soubesse o papel de imbecil que está fazendo. O pior é que provavelmente isso pode ainda causar um sério acidente na estrada e que com grandes chances de acabar envolvendo junto algum de nós. PQP! Nem vou comentar aqui o que me passa pela cabeça nessa hora e o que dá vontade de fazer com um cara desses.

O que ele quer? Uma medalha? Provocar a gente? Provar alguma nova teoria da física? E o interessante é que isso é uma coisa que ninguém mais tá vendo ou assistindo. Que porra de efeito psicológico é esse que é tão comum assim em tudo que é lugar?
Tudo para depois poder estufar o seu peito e contar no próximo churrasco da firma de que ultrapassou um grupo de motociclistas, com a sua CG flamejante? No que isso vai dar? O que de bom tem nisso? Qual a vantagem? Qual o mérito?

Cartas para a redação.

 

Tirando essa palhaçada, foi mais uma vez um passeio incrível com os amigos. Valeu!
*Vou começar a levar junto um bodoque ou algumas “velas” velhas, no caso de sentir a necessidade de fazer algum arremesso.

Como de costume, abaixo algumas imagens da empreitada de hoje.
Sim, levei minha câmera fotográfica com a bateria carregada dessa vez.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Canudos do Vale

Hoje foi dia de rolê de moto e de descobertas, ao menos para parte do grupo. Nos encontramos no horário e local de costume, eu, Pretto, César (o irmão dele), Rafa e Luiz Carlos. Dia bonito e ainda bem, já nem tão mais quente como era apesar de fazer um certo calor ainda.

Quando nos encontramos hoje ficamos naquela e aí… para onde vamos? Dessa vez não havia um roteiro programado. Daí sempre aparece um espertinho que menciona – Ah, eu sempre sei para onde ir….bláh, bláh, bláh. Ah! Tá bom! PQP.

Cara, o legal é justamente de vez em quando se preparar para um rolê e nem ter um destino específico. É por vezes deixar a vida, o destino ou sei lá o que, nos levar a algum lugar. É jogar a moeda e deixá-la cair e ver no que vai dar. Precisamos deixar de achar que temos tudo sob o nosso controle o tempo todo. Andar de moto é um exercício de liberdade (e sinceramente não sei até quando isso vai durar), então por vezes girar a chave e deixar a moto rodar por aí, já é sensacional.

Passado o breve mimimi das gurias (rsrsrsrsrsrs…), o irmão do Pretto aparece com a sugestão de irmos até Canudos do Vale. Pimba! Gol.
É isso aí. Um lugar que a maioria de nós não conhecia, além dos manos Pretto. Beleza. A moeda caiu e deu cara.
– Cara! Vamos para Canudos do Vale.

Com a turma no trecho, seguimos para a direção de Lajeado (Rs 130). No caminho uma parada fora de ordem. O Pretto sentiu uma vibração diferente na sua moto, demos uma conferida, uma breve reunião de pauta, deliberações, sugestões anotadas, votos computados, um chutinho no pneu para dar sorte e seguimos em frente.

Um pouco mais adiante paramos em um posto de gasolina. Uma calibrada no pneu 9que na real já estava ok), mas pelo jeito a simpatia funcionou e deu tudo certo até o final.

A rapaziada chega até o trevo, depois de Lajeado e já na 386 que indica o trevo para Forqueta e Canudos do Vale na RS 424. Caraca, daí já começou a magia. Que lugar legal prá caralho e aqui pertinho. Muito bonito, asfalto em beira de morros e com o arroio Forquetinha ao largo nos acompanhando. Daí veio uma sucessão de curvas maravilhosas para se andar de moto, só que tem de se ter muito cuidado sempre, além de ser um trajeto com uma bela vista para tudo que é lado, não se esqueça – se trata de asfalto de colônia com muitas moradias na beira da faixa e a qualquer momento uma pessoa, animal ou veículo pode cruzar na sua frente (fica a dica).

Com a gente foi tudo bem. Novamente vou usar um clichê aqui, uma dos melhores passeios de moto com a turma, dos últimos tempos. Lugar incrível e já contando o tempo para voltar. Como de costume levei a minha câmera fotográfica mas já na primeira fotografia descubro de que estava sem bateria. Azar. Claro que fizeram um monte de piadinhas sobre isso. Assim as imgs de hoje nesse post são por conta de algumas fotos de celular do Rafa. Valeu Rafa!

*Acho até que foi bom, se tivesse com a minha máquina fotográfica em dia teria passado o tempo todo clicando e assim foi melhor, só rodar, curtir o momento, a moto e o caminho com a rapaziada. Canudos do Vale é uma cidade pequena, mas bem legal. Gosto de cidades nessa vibe meio provinciana, até pontezinha de madeira havia no caminho.

Uma parada para bebermos uma água gelada em frente a um ginásio, onde rolava uma empolgada partida de “bocha” num canto e uma reunião de clube de mães no salão principal. Depois de uma conversa com habitantes locais, até porque os manos Pretto conheciam a cidade de seu tempo de infância, alguns esclarecimentos, dicas, troca de informações e já estávamos em frente a uma placa de rua, que dá o nome ao avô dos manos Pretto. Se trata da Rua João Pretto, em Canudos do Vale, Rio grande do Sul. Com direito a fotografia e tudo mais. Mazáh!

Em seguida resolvemos retornar e curtir novamente o caminho. volto a dizer – muito bonito! Uma parada no interessante parque com características germânicas da localidade, com várias casinhas de estilo alemão, um labirinto “verde” (sim, tentei chegar no centro, mas tava muito sujo e com galhos travando o caminho – na real precisava de uma boa podada aquilo lá e desisti), uma ponte/pinguela muito bacana e divertida de cruzar, algumas fotos de chalaça e também uma breve caminhada de reconhecimento pelo local. Em seguida retomamos a estrada novamente no caminho de volta. Uma volta tranquila e aqui chegando, um bom chopp com os parceiros e tempo para por algumas conversas em dia.

Keep on rock.
Até a próxima. Valeu!

*Algumas imgs do celular do Rafa, na tarde de hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Encontro Harley Davidson em Carlos Barbosa

Conforme já era previsto e anunciado o sábado deu as caras com um belo sol e de brinde uma temperatura ideal para se andar de moto. Não tão quente como de outros finais de semana e nem tão frio. Assim nos encontramos no postinho, eu, o Professor Jeferson e o Bolinha para darmos a partida em nosso rolê até o 2º Carlos Barbosa Harley’s Day. Não fui ano passado, mas já haviam me contado de que era bem legal e estava bastante interessado nesse evento.

Eu não curto muito essa história de encontro de motociclistas, ainda mais depois do sucesso televisivo do seriado “Sons of Anarchy”, algumas coisas passaram a serem muito valorizadas e daí uma parte da galera tem deixado de lado aquele lance do espírito, do prazer de gostar e curtir andar de moto. “Muita pose e pouca pilotagem”.

Mas ok, tenho de reconsiderar. Esse realmente encontro foi diferente de todos outros que já fui, um outro nível e sem dúvida muito bom.

Um pessoal legal, inclusive com muita mulher bonita (boa!), uma ótima comida e aqui cabe também ressaltar – diferente dos outros eventos do tipo, com diversas tendas de alimentação (inclusive tinha até sushi). Ah! E a música nos PA’s do evento também era boa. Gostei mesmo. E o mais interessante realmente foram as motos. O centro da festa. Báh….. quanta moto bonita (ao menos para o meu ponto de vista) e surpreendeu, tinha muita moto. Muitas mesmo!

Quanto ao nosso rolê até lá, foi tudo de boas. Dia bonito, saímos um pouco antes do meio dia, pegamos uma estrada tranquila por causa do horário. Fizemos uma paradinha no pedágio para surrupiarmos um café preto e pormos um pouco da conversa sobre motos em dia. E a volta também foi tudo OK. Até rolou um pequeno entrevero de desencontro entre a gente, mas foi até engraçado.

Um dia incrível, com pessoas legais e um lugar muito bonito também. Mais um ponto positivo no caderninho da vida.
Valeu!

 

*Abaixo algumas imagens da nossa trip e do evento

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Rolê até Teutônia no encontro de carros antigos

O dia começou bem, o Vladi e a Fabi estavam vindo de POA para comemorarem o seu aniversário de número “50” e a chuva, que estava prevista não deu as caras, ou seja, seria uma para a galera dar um rolê de moto na tarde junto comigo e o Pretto, que aliás, dessa vez tinha uma missão. Entregar um envelope com documentos na revenda da Scania de Lajeado.

O céu permaneceu limpo até o começo da tarde e ao menos daria tempo para sairmos e chegarmos ainda “secos” em Teutônia, que na real não fica assim tão longe. É que lá tem nesse final de semana (fica a dica), o 4º Encontro Sul Brasileiro de Veículos Militares Antigos e é claro, como de costume nesses encontros de carros antigos, sempre tem muito mais coisa. Tem banda de rock tocando ao vivo, praça de alimentação, feira de artesanato, feira de peças de tudo que é tipo para colecionadores de carros antigos, venda de camisetas, pins, patches, adesivos, posters, livros e o escambau do universo dos carros. Sim e é óbvio, exposição de carros antigos. Muitos carros.

Interessante ter essa oportunidade de ver de bem de perto vários modelos de carros que a gente faz tempo que não encontra mais rodando pelas ruas das cidades e ali no caso, são veículos de colecionadores, portanto, todos bem limpos, ajeitados e muito bem cuidados, inclusive os veículos militares.

Por falar nisso, encontramos a Taciane que é uma amiga em comum da galera, já lá do tempo de nossa adolescência. Agora está casada e ela e o marido são donos de 4 veículos militares da Segunda Guerra, que estavam lá em exposição (um Jeep, uma ambulância, um caminhão e mais um outro que não me recordo agora). Legal poder encontrá-la, muito menos numa situação assim. Fazia um bom tempo que não à viamos.

Ela inclusive nos contou de que são amigos do baterista do Paralamas do Sucesso, o João Barone, que também é um colecionador de veículos militares antigos e inclusive já escreveu um livro (eu tenho!) e dirigiu um documentário sobre o tema da Segunda Guerra e participação do Exército Brasileiro no evento. Seu pai era membro das Forças Expedicionárias Brasileira naquela época. Por isso o seu envolvimento no assunto. Aliás, a “Taci” ainda comentou de que o João Barone fica na casa deles quando a banda eventualmente toca aqui pela nossa região. Legal isso!

Também encontramos passeando por lá a lenda Zacarias Selvagem Kern, narrador de provas de provas automobilísticas, principalmente de “Km de arrancada”. Já o nosso comparsa de aventura de moto, o Jeferson “Professor”, estava lá mas daí o papo era diferente. Estava expondo a sua Honda CG 125 vintage (de “bolinha”). \m/

Em meio a tudo isso teve ainda um encontro com a corte de rainha e princesas, que também estavam por lá dando o seu recado num rolezinho por entre os carros e uma demonstração de força e potência de um “motor ligado”, de um antigo avião da Segunda Guerra.

Outra coisa interessante foi encontrar em exposição uma moto Yamaha RX125cc, vermelha. Igual ao que o meu irmão tinha lá pelos anos 80 e que com meus 13 anos, aprendi a andar e eventualmente dava umas voltas pelas quadras, perto de nossa casa. Foi então “ali” o começo dessa paixão que é tão forte e permanece até os dias de hoje. Sou eternamente grato ao meu irmão por ter me dado essa força. Claro que naquela época os costumes eram outros, então não era nada tão anormal assim uma pessoa de menor idade andar dirigir, desde que não fosse nas vias mais movimentadas da cidade, ainda mais, como neste caso, uma cidade pequena de interior. Gracias!!!

Na volta o tempo ainda não tinha mudado par ao “modo chuva”. Mas isso quando chegamos perto de Lajeado, mudou a configuração. Começou a chover e então o pessoal resolveu dar uma parada e esperar a chuva passar. Eu já não, segui direto em frente para casa. Logo que sai de Lajeado a chuva já passou e até me sequei ao vento andando de moto. Quando chegava em casa começou novamente a chover, mas daí já nem importava mais.

Mais uma boa e bem interessante tarde em duas rodas, junto com os amigos.
Valeu.

 

*Confira algumas imagens do rolê de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sábado de chuva

Conversando com os amigos sobre o final de semana, já sabia que seria ruim para o lance de andar de moto por causa da previsão de chuva. Hoje pela manhã o céu estava estranho mas não com aquela cara de que choveria logo, então já me agilizei para o caso de ainda dar um role de moto, mesmo que não muito longe. é o vício, sabe como é!

Depois do almoço já comecei a dar um jeito nas coisas, arruma aqui, arruma ali, pega as luvas, capacete e pimba! Olho para fora da janela e pingos de chuva. Putz! Zebrou a empreitada, pensei. Não vou sair de casa de moto “já com chuva”. Desisti. Hoje o Luiz Carolos iria junto, havia me ligado, então avisei ele de que não iria mais. Ele também achou justo. Fica para outra hora.

Desisti, dei um tempo e o chuvisqueiro foi diminuindo aos poucos e parou. Daí passou mais um tempo, tipo uma hora e nada. Nah!!! Foda-se. Vou pegar a estrada. Me ajeitei rapidamente, sabia que a janela de tempo bom seria curta entre essa pausa e a próxima chuva, precisava tomar logo as providências de me equipar e rapidamente já estava abrindo a garagem e saindo com a Bros (ela já estava bem suja, então se chovesse não seria muita mão de obra).

Fui em direção à Lajeado, mas antes mesmo de sair do trevo da cidade a chuva recomeçou e depois então só foi ficando cada vez mais forte. Simifudi. Agora que estou na chuva, azar. Segue o baile.

Fui em frente até Lajeado. Isso tudo seria um role normal, talvez teria feito essa volta e tale nem estaria agora escrevendo, comentando ou postando aqui algum foto se não fosse o que aconteceu. Geralmente em meus roles (toc!…toc!…toc!… 3x na madeira), sozinho ou com os amigos, não acontece nada de mais, nem pneu furado, mas hoje quando estava chegando perto de Lajeado e rolando uma baita chuvarada a moto resolve simplesmente perder rotação do nada. Não desligou o motor mas perdeu força, eu acelerava e ele nada. Encostei, dei uma rápida conferida e não percebi nada de anormal. Beleza, agora eu estava praticamente todo encharcado. A diversão não é completa se a gente não se atola. Então tá.

Não era falta de gasolina, nem bateria, não é uma moto carburada (é injetada), poderia ser a vela – olhei, me pareceu tudo seco e OK. Depois de um tempo liguei novamente e morreu outra vez. E a chuvarada rolando. Mais um tempo e liguei novamente, senti que agora ela estava normal. Bem, aproveitei a oportunidade e segui até o primeiro posto que encontrei. O bem da entrada de Lajeado, o que fica ao lado da rodoviária da cidade.

Parei a moto debaixo da aba do posto, desci, dei uma olhada novamente e nisso já veio o frentista que prontamente resolveu me ajudar. Expliquei o que havia acontecido e ele então me disse que teve uma moto igual a minha Honda Bros e que já imaginava o que tinha acontecido. A explicação é de que a água (no caso pq estava rodando na chuva), desce pelo cabo da vela e penetra na borracha do topo do cachimbo, então ele tirou o cachimbo da vela da moto, passou um ar no compressor da borracharia para secá-lo bem e o recolocamos. Ok! Já estava tudo certo novamente! Thanks man!

Assim a coisa segue em frente na “brothagem” da vida nesse universo de motos, carros e estrada. Quando se está numa situação ruim, sempre tem alguém que pode nos ajudar. Mais uma vez o meu muito obrigado ao auxílio do frentista.

A volta foi tranquila, não falhou mais, passamos uma fita isolante bem apertada nessa área da junção do cachimbo com o cabo da vela e pimba! Agora pode chover canivete que vai rolar…rsrsrsr.  O interessante é que não foi a primeira vez que andei com essa moto na chuva. E digo chuva mesmo. Chuva forte e por muito mais tempo sem parar, nunca apresentou problema algum. Talvez com o passar do tempo a tal borracha fique ressecada e facilite de isso acontecer (passar a água). Enfim. Feitoria. \m/

Mais um sábado de história para a caderneta rasurada da vida. Blz!

 

*Fotos da chalaça:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Rolê de Carnaval – II

Em dia de feriado de carnaval para alguns (final e feriadão para outros ou então, dia normal de trabalho para outros tantos), resolvi pôr meu bloco na rua, pegar a estrada para um rolê de moto sozinho mesmo, ainda pela parte da manhã. Os amigos estavam de ressaca, ocupados ou tinham de trabalhar, então resolvi ir sozinho mesmo. Sempre é mais interessante e divertido andar em grupo, especialmente com os brothers, mas se não dá, paciência.

Sai sem um rumo definido, abasteci a moto e apenas peguei a estrada. Estava afinzão de andar de moto, só isso, aproveitar a manhã de um modo diferente, mas já também pensando na muvuca que seria a parte da tarde quando o pessoal estaria de retorno do feriadão de carnaval. Melhor evitar essa função.

Claro que era manhã de carnaval tinha de ver e encontrar coisas estranhas pelo caminho, lá pelas tantas cruzei por um cara andando com uma velha e detonada bicicleta no acostamento, todo vestido de Batman – sério! – dos pés a cabeça. Não deu para fotografar porque já tinha um certo movimento na estrada e eu teria de parar, retornar e então fazer uma foto. Pena. Também encontrei um sofá vermelho em uma esquina de estarada de chão que fazia ligação com o asfalto. Nesse deu para parar e fazer uma foto. E outra coisa estranha era um busão de algum grupo musical, parado no acostamento com várias meninas tipo “sensualizando de shortinho” (deveriam ser da tal banda) arrancando parte do adesivamento do bus. Muito estranho isso, mas ok, é carnaval.

No mais tudo relax, não fez tanto calor assim e foi de boas, um rolê muito bom e pena os amigos não estarem juntos. As coisas ainda meio calmas pelo caminho, mas não se esqueçam – a calmaria que precede o esporro! Quando voltava para casa já estava diferente e mais movimentado o tráfego. Em determinado momento na minha frente havia uma caminhonete com o motor queimando óleo, uma fumaceira danada. A foto que fiz é claro, não faz jus a quantidade de fumaça que expelia….rsrsrsrsrsr.

 

*Algumas imagens do rolê de hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Rolê de Carnaval – I

Em clima de final de semana de carnaval, as coisas começaram meio que devagar hoje em função da ressaca de ontem. Mas não tá morto quem peleia.

Dados os recados, convites foram feitos, horário marcado para zarparmos e assim foi. No começo da tarde, mesmo com o calor e sol forte que tava rolando – foda-se! Lá fomos nós outra vez. Eu, o brother Pretto, o Alexandre e o casal especialmente convidado lá da capital – Vladi e a Fabi.

O roteiro de hoje começou com a gente indo até General Cãmara (RS) depois de uns 90km rodados com o sol na moleira, uma parada para aliviar o calor e bebermos alguma coisa. Um breve pit stop no postinho do trevo da cidade e então fomos até Charqueadas (RS), passando a bela ponte sobre a prainha do Rio Jacuí (não, dessa vez não chegamos na prainha – mas tinha bastante gente pelo que deu parta ver), seguindo até São Jerônimo (RS).

Em São Jerônimo a brincadeira começou a ficar ainda mais interessante, é porque pegamos o caminho até a balsa para então atravessarmos o rio. Muito legal. Bacana, rápido e seguro. Uma boa dica que o irmão do Pretto, nos deu esses dias Valeu!

Já na outra margem do Jacuí, chegamos em Triunfo e aí outra breve parada pagando uma de “turistão”, no centro antigo da cidade. Tudo incluso no pacote completo, com direito a descanso na sobra da bela praça e uma visita a famosa igreja, óbvio, em frente a praça…rsrsrsr

Outra grata surpresa foi o trajeto de mais ou menos uns 30km, de Triunfo até a 386. Cara! Sensacional. Um lugar bonito e uma boa estrada para se andar de moto. Boa de curvas. Minha moto elétrica (sic!…rsrsrs), agradece. Tava muito bom andar ali. Não sei se era por causa do carnaval, mas havia pouco movimento no caminho, o que tornou mais agradável ainda esse nosso rolê de hoje. Eu curti bastante. Aliás, esse foi sem dúvida um dos mais legais dos últimos tempos.

Chegamos na 386, tomamos a direção de casa, mas antes uma chegada na Casa do Mel. A diferença é que agora essa parada foi por puro prazer, nada a ver com sombra, calor, água gelada e o escambau. Ali qualquer coisa que se come é muito bom. Fica a dica aos viajantes.

Para deixar a tarde ainda melhor, resolvemos então alongar o trajeto da volta, fomos para a direção de Lajeado (RS), para depois seguirmos para casa. Esse trajeto da 386 de pista dupla, asfalto novo e com o limite de velocidade de 100km/h, é show! Se é que me entendem.

Uma vez em casa, era hora então de finalmente tomarmos aquela cerveja bem gelada, para fechar com chave de ouro a empreitada. Óbvio que foi mais uma dia daqueles de moto por aí.

Abraços e um bom carnaval. Se divirtam! e cuidem-se.

“SE BEBER NÃO DIRIJA”.

*algumas imagens do rolê de hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Imigrantes

Depois de uma semana toda naquele esquema de o tempo estar naquela vibe de chove e não molha, eis que surge então novamente o tal do sábado, aquele dia que vem depois da sexta show. O sabadão é o que se pode dizer de o dia mundial de andar de moto, quem é motociclista sabe e inclusive é tradição entre os trilheiros, que também entendem o que estou dizendo.

Então lá fomos nós outra vez.

Meu parceiro de empreitada, o Pretto, dessa vez não pode ir e nem também o Rafa, achei que acabaria indo sozinho mesmo, mas de última hora o Luiz C. me liga e pimba. Já tenho parceria para hoje na estrada. Saímos cedo, ainda no começo da tarde e nem preciso dizer que estava um calorão “dus infernu”. PQP. Antes de sair de casa me precavi e bebi bastante água, cheguei  a pensar – hoje vai ser de derreter…

Decidimos de última hora dar uma volta até a cidade de Imigrante, na boa, eu já sentia de que seria quente prá caralho no asfalto e o sol na pinha, mas não tá morto quem peleia. O Luiz que ainda não conhecia esse trajeto, aliás, fizemos ele a primeira apenas vez há umas duas semanas atrás, também em um outro dia de bastante calor. Esse mundo da moto tem dessas coisas, conversar sempre com outros motociclistas e assim sacar algumas dicas e novas possibilidades de roteiros. Tu comenta de um caminho legal, te indicam outro e assim vai.

Seguimos em direção de Lajeado, dessa vez podamos a nova brincadeira de passar por dentro da cidade. Ah! Me lembrei agora! Estou com uma moto elétrica. Bem, explico, é porque troquei minhas ponteiras do escapamento, estão de volta as originais que já estavam me dando problemas de audição. Estou ficando ainda mais surdo, o que tantos anos de banda de rock já tinham me levado em termos de audição, agora esse meu novo escapamento thunder-ultra-mega-loud-do-capeta começou a me incomodar também. Sério! Como já estou ficando velho, com a saúde não se deve brincar.

Tá, mas e a moto elétrica? Calma! É que agora minha moto não faz mais quase barulho algum, o ronco original é bem sem graça e então daí me lembrei o porque de ter trocado as ponteiras anteriormente…rsrsrssr. Paciência. Mas tem um lado bom, de cara percebi que a moto responde melhor na aceleração no comando do punho, com as ponteiras originais (fica mais na mão do que antes). Já haviam me falado disso, no caso da minha moto. Ok. Valeu então!

De volta a conversa furada de antes. Depois de Lajeado, passando por fora e não pela cidade (não tem graça passar sem fazer barulho – explicado agora!?), seguimos direto para a Rota do Sol, Teutônia e subindo até o trevo de Imigrante/RS. Dessa vez fizemos o trajeto de modo inverso ao que fizemos da outra vez. E para falar a verdade, curti mais assim.

Tudo de boa, tudo tranquilo, dessa vez já estava preparado para os inúmeros quebra-molas no caminho, coisa que a bela paisagem logo faz compensar e valer a pena esse trajeto. Como dessa vez já estava ligado no que seria o trajeto, pude prestar mais atenção na paisagem ao redor. Muito bom. Só que depois de um tempo, nós três, eu o Luiz e o calor desgraçado, cansamos. Tava demais, lá pelas tantas o radiador da garganta dava sinal de que iria mesmo ferver e secar. Assim a nossa volta depois de já termos passado por Imigrante, Colinas (cidade que tem as calçadas decoradas com bicicletas) e estarmos novamente em Lajeado, foi talvez uma das vezes em que fizemos o trajeto mais rápido. E na boa, nem é essa a nossa vibe quando saímos para dar o rolê de moto. Poderíamos parar em algum posto ou coisa do tipo, mas a sensação de chegar logo de volta, tirar o colete e as luvas (não tinha condições de usar jaqueta hoje) era algo por demais tentador. Era só acelerar um pouco mais que tudo estaria resolvido em minutos na mesa de algum bar em V. Aires. Beleza! Ufa. E assim foi. Água, refri, sorvete e mais refri – não, por “increça que parível”, não bebi cerveja hoje na chegada. Ainda era cedo, chegamos por volta das 15h40, sei lá. Ainda tinha muita da tarde pela frente e beber poderia prejudicar alguma eventual pilotagem no resto do dia. “Sacarem”?

Então girls, o que se pode dizer é que novamente foi um dia daqueles. Acreditem, andar de moto é bom prá caralho, seja lá qual for a sua moto.
Por hoje é isso e um abraço pro gaiteiro.

*Abaixo como de costume, as tais fotos que sempre procuro fazer de cada rolê, não importando para onde é que fomos.
Ah…. Isso então é só para se exibir. Não! É para dar invejinha nas outras ladies? Não. É só para mostrar a tua moto? Não. É para dizer – eu ando e tu não anda? Não! É só…. sei lá, mimimimiixhimichiixi então? Não!!! Porra meu! Não.

Trata-se apenas de uma mania besta de registrar cada rolê de moto e nem que sei lá quando isso começou. Estou sempre com uma câmera prá lá e prá cá e alguns amigos me perguntavam por fotos desses nossos passeios e assim foi. E tem mais, como o blog tem centenas de visitas diárias talvez até alguém se inspire em também ir conhecer de perto e também andar por esses mesmos lugares. Porque não!? Tomara. Seria muito bom.

Flw.
Abraz.

 

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